Você está na página 1de 33

r;

\.~.i
;.GOUJ:RNO
IVI;; .
SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DA DEFESA SOCIAL
POLlCtA MILIAR - COMANDO GERAL
~ DA PARAlBA DIRETORIA DE APOIO LOGiSnCO - OMSÃO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO

ESPECIFICAÇOES TÉCNICAS

REFORMA DO TELHADO

QUARTEL DO COMANDO GERAL

Fevereiro /2019

--------- --- -- -~
SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÕBLlCA E DA DEFESA SOCIAL
: ~·f GOVERNO POLIcIA MILIAR - COMANDO GERAL
~ DAPARAIBA DIRETORIA DE APOIO i.oetsnco - DMSÃO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA A REFORMA DO TELHADO DO COMANDO


GERAL DA POLÍCIA MILITAR DA PARAÍBA

I. OBJETO

1.1. Contratação de serviço de engenharia para a execução da reforma do telhado e demais


serviços correlatos do prédio do Comando Geral da Polícia Militar da Paraíba, com fornecimentos
de materiais e mão de obra em conformidade com o projeto executivo, planilha orçamentária e
Relatório Conclusivo contendo a Análise Estrutural da Coberta para Alteração do Telhado em
Estrutura de Madeira.

2. FINALIDADE

2.1. A presente especificação refere-se à contratação de empresa para a execução da


reforma do telhado da cobertura do prédio do Comando Geral da Polícia Militar, situado à Praça
Pedro Américo, sinO,Bairro Centro, João Pessoa-PB. A finalidade da Especificação de Serviços é
a de estabelecer a forma de execução da reforma e reparos neste tipo específico de cobertura, além
da qualidade dos materiais, que consiste em:
a. Executar o reforço estrutural, conforme o relatório da análise estrutural para alteração do
telhado apresentado pelo Dr. Eng" CivilJEstrutural Luiz Pinto Neto.
b. Promover a retirada de todas as telhas de fibrocimento;
c. limpeza nas estruturas de madeira;
d. inspecionar minuciosamente cada tesoura, verificando os desgastes, as ligações com
chapas metálicas e os apoios nas paredes laterais;
e. verificar as peças que apresentarem fendas e promover o devido reforço com braçadeiras
metálicas para assegurar suas condições de resistência;
f. revisar todas as ligações a fim de promover o tratamento e o devido reforço conforme
cada caso;
g. introduzir peças adicionais de enrijecimento nas tesouras que se mostrarem mais
flexíveis, em conformidade com o projeto;
h. para receber o novo telhado as tramas de madeira (terça, caibro e ripa) deverão seguir o
projeto;
i. aplicar pintura em todo madeiramento contra organismo ofensivo a coberta;

Em caso de dúvidas quanto à execução dos serviços, deverá prevalecer o que preconiza as
Normas Brasileiras pertinentes a este tipo de intervenção. A responsabilidade técnica e civil pela
execução dos serviços contratados são inteiramente da CONTRATADA, incluindo nesta, falhas
ou imperfeições quando da execução dos mesmos, bem como a segurança dos serviços e entorno.

2
t .;;. ! GOVERNO SECRETARIA DE ESTADO DA seGURANÇA POBUCA E DA DEFESA SOCtAL
POLIcIA MILlAR - COMANDO GERAL
.~ DAPARAIBA DIRETORIA DE APOIO roeisncc - OMSÃO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO

3. JUSTIFICATIVA

3.1. O prédio do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, trata-se de uma edificação
construído nos anos de 1852, quando foi lançado a pedra fundamental para a sua construção, com
início da obra em 1853, sendo concluído a primeira parte em 1868, quando passou a abrigar vários
órgãos do governo, quando no ano de 1929 sofreu uma grande reforma sendo construído mais dois
pavimentos, passando a ser denominado "Palácio das Secretarias"; contudo, já no ano de 1979 o
prédio passou a abrigar o Comando Geral da Polícia Militar, que permanece até hoje. Percebe-se
que a edificação possui mais de 160 anos, e grande parte de suas instalações são datadas da mesma
época. Portanto, considerando as condições atuais do telhado e seus componentes inclusive sua
estrutura, verifica-se a ocorrência de vários incidentes cuja a intervenção, toma-se urgente,
necessária e imediata, sendo observado infiltrações, gotejamentos nas áreas do piso do 3°
pavimento, deficiência na impermeabi1ização de calhas e demais estruturas que compõe o telhado,
como espigões e tubos de queda cuja função é receber as águas pluviais das calhas e promover o
devido escoamento para baixo do terreno no entorno do prédio e daí alcançando as galerias
pluviais. Faz-se necessário, sobretudo a recomposição das telhas originais (similar) à época da
construção do prédio, do tipo telhas cerâmicas francesa ou romana, sendo necessário a retirada em
sua totalidade sem reaproveitamento das telhas existentes que atualmente é composta por telhas de
fibrocimento, a qual está posta em desacordo com a inclinação das estruturas de madeiramento
existentes, cuja inclinação é própria para telhas cerâmicas dos tipos romanas, francesas ou
similares.

4. DADOS DA OBRA

4.1. Nome da Unidade: Quartel do Comando Geral da Polícia Militar.


4.2. Nome do Proprietário: Governo do Estado / Polícia Militar da Paraíba.
4.3. Finalidade da obra: Reforma da Coberta / Telhado do Comando Geral.
4.4. Endereço da obra: Praça Pedro Américo, s/nf),Bairro Centro, João Pessoa-PB.
4.5. Resp. p/ projeto: Heronildo da S. Apolináric-- Arquiteto/Urbanista - CAU WA99032-9

3. GENERALIDADES

3.1. Para efeito da presente especificação, o termo CONTRATADA define a proponente


vencedora do certame licitatório, a quem for adjudicada a obra.
3.2. O termo FISCALIZAÇÃO define a Comissão de Fiscalização que representa o
Comando Geral da Polícia Militar perante a CONTRATADA e a quem esta última deverá se
reportar. O termo CONTRATANTE define a Polícia Militar da Paraíba.
3.3. Compete a CONTRATADA fazer prévia visita. ao local da obra para proceder
minucioso exame das condições locais e averiguar serviços e materiais a empregar. A EQUIPE
TÉCNICA não assume eventuais divergências quanto à planilha orçamentária e os quantitativos
reais exigidos para a completa e integral execução dos projetos.
SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DA DEFESA SOCIAL
i~~GOVERNO POLIcIA MILlAR - COMANDO GERAL
~DAPARAIBA DIRETORIA DE APOIO LOGiSTlCO - DMSÁO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO

3.4. Todo o material a ser adquirido para a obra deverá ser previamente apresentado à
FISCALIZAÇÃO para apreciação e análise por meio de amostra múltipla, em tempo hábil para
que, caso a utilização do mesmo seja vetada, sua reposição não venha a afetar o cronograma pré-
estabelecido. As despesas decorrentes de tal providência correrão por conta da CONTRATADA.
3.5. A CONTRATADA deverá efetuar um rigoroso controle tecnológico dos materiais
utilizados e serviços executados na obra, bem como verificar e/ou ensaiar os elementos da obra
onde for realizado processo de impermeabilizacão, a fnn de garantir a adequada execução da
mesma.
3.6. Os materiais especificados serão de primeira qualidade, atendendo os requisitos das
Especificações Técnicas Brasileiras. Serão considerados como similares os materiais que
apresentarem as mesmas características e propriedades que os materiais especificados, cabendo à
CONTRATADA a prova das mesmas por instituição idônea.
3.7. A placa de obra deverá ser afixada em local de boa visibilidade e deverá estar
conforme modelo adotado pelo Governo do Estado da Paraíba;
3.8. A DISIV ÃO DE ENGENHAIA DA PMPB não assume eventuais divergências quanto
à planilha orçamentária e os quantitativos reais exigidos para a completa e integral execução dos
projetos. Qualquer dúvida ou irregularidade observada nos projetos, especificações e/ou planilha
orçamentária deverá ser previamente esclarecida junto a DIVECIPMPB, visto que após a
apresentação da proposta técnica e financeira, o COMANDO GERAL DA PMPB não acolherá
nenhuma reivindicação.
3.9. A empresa executora da obra será responsável pelo fornecimento de mão-de-obra e
materiais necessários à execução dos serviços, assim como pela mobilização, fornecimento de
placa, pagamento de taxas e emolumentos, transportes de materiais, manutenções que se fizerem
necessárias e desmobilização do canteiro de obras.
3.10. A CONTRATADA será representada por Engenheiro ou Arquiteto, com formação
plena e devidamente inscrita no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Região
(CREA) ou Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAV).
3.11. A PMPB se reserva no direito de pedir à retirada de qualquer empregado, operário ou
subordinado da contratada que a critério da fiscalização, venha a demonstrar conduta nociva,
insubordinação ou incapacidade técnica;
3.12. É vedada a empreiteira executora pleitear qualquer adicional de preço, por falta ou
omissão, mesmo nos quantitativos, que venham a ser verificados na proposta;
3.13. Após a conclusão dos serviços, as áreas utilizadas para instalação do canteiro de
obras deverão estar limpas e isentas de entulhos sem haver ônus ao contratante. Todos os serviços
preliminares não previstos e se necessário, tais como: instalações provisórias de energia, água,
fornecimento de placa de obra, proteção do meio ambiente no entorno da obra, tapumes e outros
serão de inteira responsabilidade da empresa executora e deverão ser realizados com materiais
próprios sem ônus para o contratante, mesmo que não constem em planilha orçamentária;

4
SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PtJBUCA E DA DEFESA SOCIAL
i~tGOVERNO POLIcIA MILIAR - COMANDO GERAL
~DAPARAIBA DIRETORIA DE APOIO rootsnco - OMSÁO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO

4. PROJETO

4.1. Antes do início dos serviços, a CONTRATADA deverá analisar e endossar os dados,
as diretrizes e a viabilidade do relatório contendo a "Análise Estrutural da Coberta para Alteração
do Telhado em Estrutura de Madeira", elaborado pelo Dr. em Engenharia CivillEstrutural LUIZ
PINTO NETO, no anexo desta Especifícação Técnica;
4.2. Qualquer dúvida ou irregularidade observada no projeto, especificações e/ou planilha
orçamentária deverá ser previamente esc1arecida junto a EQUIPE TÉCNICA, visto que após a
apresentação da proposta técnica e financeira, a PMPB não acolherá nenhuma reivindicação;
4.3. Durante o andamento da obra a EQUIPE TÉCNICA poderá apresentar/fornecer
desenhos suplementares eventualmente necessários à correta execução dos trabalhos, os quais
serão também examinados e autenticados pelo CONSTRUTOR;
4.4. A CONTRATADA, juntamente com a EQUIPE TÉCNICA, defrnirá os procedimentos
a serem adotados quando da atualização dos desenhos durante o andamento da obra, em razão de
eventuais modificações que vierem a ser executados devido a necessidades da obra em sim;

5. "AS BUIL T~

5.1. Ao final da obra, a CONTRATADA deverá apresentar os desenhos com todas as


modificações realizadas na execução da obra, em decorrência de mudanças ou interferências
arquitetônicas, estruturais, das instalações ou outros. Para cada prancha ou desenho, modificado
ou não, durante a execução da obra, será apresentado uma cópia em papel sulfite, em escala
original, assinado pela CONTRATADA, contendo o carimbo ou anotação de "AS BUlLT", visível
e em local que não prejudique a leitura e compreensão dos elementos que compõe o desenho.
5.2. Também, deverão ser apresentados os desenhos, plantas e pranchas em arquivos
eletrônicos de extensão "dwg", compatível com o AUTOCAD Versão 2017 ou superior, entregues
em tantos CD's quanto necessários.
5.3. A CONTRATANTE disponibilizará os desenhos originais em formato eletrônico à
CONTRATADA para as devidas alterações, sempre em acordo firmado entre as partes
(CONTRATANTE e CONTRATADA).

6. SEGURANÇA DO TRABALHO NAS ATIVIDADES DE CONSTRUÇÃO CIVIL

6.1. Englobam as ações necessárias para o atendimento às exigências legais, federais e


municipais, além daquelas constantes nestas especificações, referentes à Medicina e Segurança do
Trabalho. Para todos os fins, inclusive perante a FISCALIZAÇÃO, a CONTRATADA será
responsável por todos os trabalhadores da obra, incluindo os ligados diretamente a eventuais
subempreiteiros;
6.2. A CONTRATADA deverá obedecer às Normas Regulamentadoras (NR's) expedidas
pelos órgãos governamentais competentes e as Normas Brasileiras (NBR's) da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) que tratam da Segurança e Medicina do Trabalho;

5
1';:~.GOVERNO SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBUCA E DA DEFESA SOCIAL
POLIcIA MILlAR - COMANDO GERAL
~DAPARAIBA DIRETORlA DE APOIO lOGíSDCO - DMSÃO DE ENGENHARlA E CONSTRUÇÃO

6.3. As principais normas relativas à Segurança e Medicina do Trabalho que devem ser
observadas pela empresa CONTRATATA:
6.3.1. NBR-767B - Segurança na execução de obras e serviços de construção: fixa
condições exigíveis de segurança e higiene em obras e serviços de construção e os procedimentos
e medidas, de caráter individual e coletivo, para manutenção dessas condições na execução de
tarefas específicas. Aplica-se especialmente a edifícações em geral e, onde couber, a outras obras
de engenharia;
6.3.2. NBR-5682 - Contratação, execução e supervisão de demolições: fixa condições
exigíveis para contratação e licenciamento de trabalhos de demolição; providências e precauções a
serem tomadas antes, durante e após os trabalhos; métodos de execução;
6.3.3. NR 6 - Equipamento de proteção individual (EPI): para os fins de aplicação desta
norma, considera-se Equipamento de Proteção Individual (EPI) todo dispositivo ou produto de uso
individual destinado à proteção do trabalhador contra os riscos iminentes no local de trabalho.
Entende-se como Equipamento Conjugado de Proteção Individual todo aquele composto por
vários dispositivos associados em um mesmo equipamento e cuja finalidade é proteger o
trabalhador contra um ou mais riscos simultâneos. O equipamento de proteção individual, de
fabricação nacional ou internacional, só poderá ser posto a venda ou ser utilizado se apresentar a
indicação do Certificado de Aprovação expedido pelo órgão nacional competente em matéria de
segurança e saúde no trabalho, ou pelo Ministério do Trabalho e Emprego. A empresa é obrigada a
fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de
conservação e funcionamento e nas seguintes circunstâncias: a) sempre que as medidas de ordem
geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças no
trabalho; b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas e, c) para
atender situações de emergência;
6.3.4. NR 8 - estabelece requisitos técnicos mínimos que devem ser observados nas
edificações, para garantir segurança e conforto aos que nelas trabalhem;
6.3.5. NR lB - Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção: esta NR
estabelece as diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organização que objetivam
a implementação das medidas de controle e dos sistemas preventivos de segurança nos processos,
nas condições e no meio ambiente de trabalho na Indústria da Construção. Consideram-se
atividades da Indústria da Construção os serviços de demolição, reparo, pintura, limpeza e
manutenção de edificações em geral, os serviços de urbanização, paisagismo e manutenção de
obras, etc. É vedado o ingresso ou a permanência dos trabalhadores no canteiro de obras sem que
estejam assegurados pelas medidas previstas nesta NR compatíveis com cada fase da obra;
6.3.6. NR 35 - Trabalho em altura: estabelece os requisitos mínimos e as medidas de
proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de
forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com
esta atividade. Considera-se trabalho em altura toda atividade executada em níveis diferentes,
acima e 2 metros de altura, e na qual haja risco de queda capaz de causar lesão ao trabalhador,

6
,t .: ~ GOVERNO SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DA DEFESA SOCIAL
POLICIA MILlAR - COMANDO GERAl
.~ DAPARAIBA DIRETORIADE APOIO LOGisnco - DMSÃQ DE ENGENHARIAE CONSTRUÇÃO

6.4. A observância das Normas. Regulamentadoras e das Normas Brasileiras indicadas


anteriormente não desobriga as empresas do cumprimento de outras disposições legais;
6.5. A FISCALIZAÇÃOIEQUIPE TÉCNICA poderá suspender qualquer serviço na qual
se evidencie risco iminente, ameaçando a segurança das pessoas (usuários, funcionários, ou
outros), equipamentos e/ou contra o próprio patrimônio. A suspensão dos serviços motivados pela
falta de condições de segurança no trabalho é da responsabilidade da CONTRATADA, sendo
assim está sujeita as obrigações e penalidades contratuais e trabalhistas vigentes;

7. MOBILIZAÇÃO, MANUTENÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DO CANTEIRO


7.1. A mobilização, manutenção e desmobilização do canteiro de obra, terão a finalidade
especifica em promover o exercício de proporcionar o bom andamento da obra. As tarefas a serem
desenvolvidas no seu dia-a-dia, será uma constante, pois a falta de algum produto prejudicará a
programação de seus serviços. Objetivamente, a programação dos serviços, está interligada a sua
eficiência e liquidez, que na realidade é a pretensão de todos que participam de qualquer evento.
Assim, fica claro, que a CONTRATADA deverá disponibilizar em todo o transcorrer da obra, a
partir do recebimento da Ordem de Serviços, todos os materiais que se façam necessários ao seu
bom desempenho, para que sejam cumpridas as programações previamente estabelecidas que
deverão estar em consonância com o Cronograma Físico Financeiro. A desmobilização do canteiro
de obra só poderá ser feita quando da conclusão definitiva da obra e de todas suas partes.

S. RECEBIMENTO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS


8.1. Quando do recebimento de materiais e equipamentos, será feita inspeção no local da
obra por processo visual, podendo, entretanto, ser feita na fábrica ou em laboratório, por meio de
ensaios, a critério do contratante.
8.2. Para o recebimento dos materiais e equipamentos a inspeção deverá conferir a
discriminação constante da nota fiscal ou guia de remessa, com o respectivo pedido de compra, o
qual deverá estar de acordo com as especificações de materiais. Caso algum material ou
equipamento não atenda às condições do pedido de compra, os mesmos serão rejeitados.
8.3. Não deverão existir fungos, carunchos e cupins no madeiramento fornecido, nem
fragmentação longitudinal, ou falta de seção por falha no corte;
8.4. No recebimento das madeiras entregues na obra, o empilhamento seja feito de modo
correto, na horizontal, gradeado, com separadores transversais a cada 50 em, em local seco e
ventilado, obedecidas às técnicas usuais de serraria;
8.5. As peças indicadas com aplainamento sejam na medida do possível trabalhadas e/ou
beneficiadas no chão, cuidados sejam tomados com os parafusos de madeira, pregos, tirantes e
braçadeiras, para que nada falte, ou seja, suprimido durante a execução;
8.6. A telha que será utilizada na obra será a que consta na planilha orçamentária, com as
mesmas dimensões de comprimento, largura e espessura, peso, cor uniforme e de 1a qualidade no
que diz respeito ao acabamento.

7
:~ !, GOVERNO SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBUCA E DA DEFESA SOCIAL
POLICIA MILlAR - COMANDO GERAL
.~ DAPARAIBA DIRETORIA DE APOIO LOGiSllCO - DMSÃO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO

9. DESCRIÇÃO GERAL DOS SERVIÇOS

9.1. A obra contempla serviços preliminares/técnicos, da coberta e forro com a substituição


de telhas, impermeabilizações, calhas, rufos e tubos de descidas para escoamento de águas
pluviais, tramas de madeiras contendo (ripas, caibros e terças) e demais serviços correlatos,
gerenciamento de obra/fiscalização. Os serviços serão regidos pela presente Especificação Técnica
e Desenhos em anexos, sendo executados por profissionais qualificados e habilitados, de acordo
com as Normas Técnicas reconhecidas e aprovadas. A obra será executada em uma etapa e as
instruções de execução serão repassadas à CONTRATADA pela FISCALIZAÇÃO;
9.2. Em caso de serviços executados que não atendam às exigências especificadas, a
contratada deverá por conta própria, incluindo reposição de materiais inutilizados, remover e
refazer os trabalhos, seguindo instruções da fiscalização e da maneira que esta determinar;
9.3. Todos os trabalhos executados deverão ter garantia mínima de pelo menos um ano
contra vazamentos, goteiras ou desalinhamentos;

10. DEMOLIÇÓESIREMOÇÁO

10.1. As demolições previstas para serem executadas nesta obra, estão indicadas no projeto
e, consubstanciada pela planilha orçamentária básica estimada através da indicação dos serviços
com seus respectivos quantitativos. Sua execução deverá ser feita de tal forma que esses serviços
não venham causar agravantes que possam comprometer a estrutura do prédio, bem como, os
elementos artísticos e históricos que compõe o acervo tombado pelo IPHAEP, pois caso isso
ocorra, a contratada assumirá a responsabilidade integral pelos danos;
1O.2~As placas de forro mineral, gesso acartonado, forro de madeira que tenha necessidade
de remoção ou venham eventualmente a serem danificadas durante a execução da obra deverão ser
removidas e substituídas. O descarte do material deverá ser feito conforme Plano de
Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil;
10.3. Retirada de divisórias naval existente no 3G pavimento com reaproveitamento, sendo
substituídas apenas quando não apresentarem condições de uso, tudo após a devida concordância
da Fiscalização ou da Divisão de Engenharia da PMPB;
10.4. Toda e qualquer retirada de telhas, ou outros elementos de cobertura, deverão
obedecer ao cronograma de alocação de salas, definido entre a direção da unidade predial e
fiscalização, já que estas unidades poderão estar em normal funcionamento, devendo as obras
necessariamente transcorrer em etapas;
10.5. Todas as recomendações contidas nesta especificação técnica, deverá ser observada,
nos casos em que ocorrerem dúvidas durante o processo construtivo, deverão sempre ser
consultados primeiro a Fiscalização ou a Divisão de Engenharia da PMPB, sob pena de ter que ser
refeito todo o procedimento, caso tenha sido executado fora da normatíva ou orientação da
Fiscalização.

\'
SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DA DEFESA SOCIAL
J ';";' GOVERNO POLIcIA MILtAR - COMANDO GERAL
.~ DAPARAIBA DIRETORIA DE APOIO roctsnce - DMSÃO DE ENGENHARIA E CONSTRUCÃO

10.6. Durante o transcorrer da obra a contratada executará a limpeza na área de


implantação e nas adjacentes, fruto da obra em epigrafe dentro da mais perfeita técnica, bem como
toda a retirada de mobiliários, indispensáveis para a execução dos serviços a serem realizados.
10.7. As metralhas/entulhos e demais elementos demolidos, retirados ou removidos e
aqueles outros que não se prestem deverão ser encaminhados até o local específico da obra,
determinado pela fiscalização para que se possa proceder sua remoção.
10.8. A CÓNTRATADA deverá elaborar o Plano Integrado de Gerenciamento de Resíduos
da Construção Civil, até o 50 dia após a assinatura do contrato, protocola-lo junto ao órgão
competente e apresentar cópia a FISCALIZAÇÃO.
10.9. O Plano deverá atender as prescrições da Resolução 307/2002 do CONAMA e
legislação local, devendo conter no mínimo os dados do empreendimento, responsáveis técnicos
pela obra, responsáveis técnicos pela elaboração e execução do PGRCC, caracterização dos
-~ resíduos, modo de triagem, acondicionamento, transporte e destinação dos resíduos, plano de
capacítação dos trabalhadores e cronograma de implantação do plano.

11. LIMPEZA DE SUPERFÍCIES COM HIDROJATEAMENTO

11.1. Neste item incluem-se a limpeza da cobertura e das superfícies adjacentes ao telhado,
tais como as partes internas das platibandas e as paredes das caixas d'água. Deverá ser utilizado
jato d'água de baixa pressão, no sentido da cumeeira para a calha, com a finalidade de remover
musgos, fungos e incrustações.
11.2. Deverá ser limpo e desobstruído o esgoto pluvial, tubos de queda e caixas de
passagem de toda a extensão do telhado.

12. REPAROS ESTRUTURAS DE MADEIRA DO TELHADO

12.1. Deverão ser vistoriados e reparados os itens que compõem a estrutura de madeira do
telhado, tais como tesouras, terças, caibros e ripas. Deverão ser observados aspectos relativos ao
apodrecimento da madeira, devido à umidade proveniente do transbordo na região das calhas, e
possíveis focos de contaminação por insetos. As partes de madeira apodrecidas, bem como as
contaminadas por cupim, deverão ser substituídas através de emendas com elementos de madeira
com igual qualidade e tratadas com cupinicida e fungicida.
12.2. Na modalidade "reparos" das estruturas de madeira fica estabelecido como cota de
intervenção, substituição de um percentual da área efetiva total da cobertura (estrutura de
madeira), definido no relatório estrutural, e 100% a substituição das telhas de fibrocimento
existentes no prédio. Deverá se observar que os elementos de madeira a serem substituídos, ou
mesmos mantidos, sejam os mesmos da cobertura já existente, considerando os aspectos dos itens
seguintes.
12.3. Para análise da condição das madeiras (sarrafos, caibros, terças, linhas) deverá
utilizar-se além do processo de inspeção visual de verificação e seleção, também o processo de
percussão dos elementos através de martelo ou outra ferramenta metálica que possibilite
identificação de pontos com apodrecimento ou comprometimento interno;

9
• ;:. r. GOVERNO SECRETARIA DE eSTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DA DEFESA SOCIAL
POLICIA MllIAR - COMANDO GERAL
~DAPARAIBA DIRETORIA DE APOIO LOGiSTlCO - DMSÃO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO

12.4. Deverão ser substituídas as madeiras que estejam em mal estado de conservação, ou
com resistência comprometida; além da totalidade das telhas de fibrocimento;
12.5. Todos os entalhes sejam realizados de acordo com critério técnico ou com desenhos e
nos locais indicados pelos mesmos, caso estes últimos existam;
12.6. A estrutura ou os novos elementos estruturais inseridos na cobertura deverá ser de
madeira de lei, isenta de nó, seca, e não empenada;

Figura: 1

11 - Es txlf"S
1- Ripas 16- Frechal
2-Caibros 7-Chapuz: 12 - Pontslets, montante ou p;endursl
3-Curnt9ras 13 - FarilQr;m eu <!õS1ribo
B - Pena ou ~~na.
9 - Linha, t~nsoo eu ftant€: 14 - funagemou coa-ejunts
4- Teroas
5- ContJafrechal 10 - Penduralou pendural ::Entral 15 - Viola. 1!!5t~.a00 aba
16 - Mão fnmce:;a

Figura: 2

10
-, '>.
. \
~
..

,
-{.;:r GOVERNO SECRETARIA DE eSTADO DA SEGURANÇA POBLlCA E DA DEFESA SOCIAL
POLICIA MILlAR - COMANDO GERAL
.~~ DAPARAIBA DIRETORIA DE APOIO LOGiSTlCO - DMSÃO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO

13. CALHA DE CH...<\PA GALVANIZADA REVESTIDA POR M...<\NTA


ALUMINIZADA E TUBULAÇÃO DE ESCOAMENTO DE ÁGUA PLlJVUAL
13.1. Deverão ser instaladas, em substituição as existentes, novas calhas em chapa
galvanizada, revestídas por mantas aluminizada de 3mm, com aplicação de uma demão de praime.
Tais elementos deverão ter sua profundidade redimensionada, de acordo com a indicação da
FISCALIZAÇÃO.
13.2. A CONTRATADA garantirá por um prazo mínimo de 5 (cinco) anos após a
aceitação final da obra, a qualidade dos materiais e serviços executados, sendo a única responsável
e respondendo neste prazo por quaisquer defeitos e imperfeições verifícadas, desde que não sejam
provenientes de utilização indevida pela CONTRATANTE.
13.3. Todas as calhas deverão ser testadas mediante teste de estanqueidade. A prova d' água
deverá ser repetida quantas vezes se fizerem necessárias até a aceitação fmal por parte da
FISCALIZAÇÃO.
nA. Todos os tubos de descida de água deverão ser vistoriados a fim de verificar
prováveis obstrução e fissuras, que deverão ser reparados e na impossibilidade substituídos por
tubulação de pvc série reforçada com dimensões apropriadas para fluxos de água pluvial
correspondente.

14. DESMONTAGEM DO TELHADO COM TELHAS DE FIBRCIMENTO


14.1 Após a montagem dos andaimes e a demolição do forro de gesso, será realizada a
desmontagem das telhas de fibrocimento por etapas e dentro de uma área pré-determinada, de
forma concomitante será realizado as vistorias das tesouras e demais estruturas que compõe o
telhado, iniciando desta forma o processo de reforço estrutural das tesouras.

15. COBERTURA NOVA COM TELHA CERÂMICA


15.1 Deverão ser substituídas 100% das telhas de fibrocimento que compõe o telhado,
independente do estado de conservação que apresente as telhas de fibrocimento, incluindo a
cumeeira, espigões e demais elementos, por telha cerâmica tipo portuguesa, em conformidade com
o item da planilha orçamentária e com a presente especifícação técnica.

16. REVESTIMENTOS
16.1 CHAPISCO
16.1.1 Será aplicado chapisco na superfície da platibanda parte interna do prédio, na altura
das tesouras ao topo. Todas as superficies devem estar isentas de poeira, substâncias gordurosas,
eflorescências ou outros materiais soltos. O chapisco deverá ser preparado com cimento e areia
média no traço 1:3. Será lançado sobre a superficie previamente umedecida, com o auxílio da
colher de pedreiro em uma única camada com espessura média de 5mm.
16.1.2. Conforme recomenda a NBR 7200, antes que seja feita a próxima camada, deve-se
aguardar a cura do chapisco por 3 dias, para que atinja endurecimento e resistência. No período de
cura, é importante fazer o umedecimento do chapisco nas primeiras horas até o terceiro dia. Em

11
\~,,~ \
.
i~.r GOVERNO SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DA DEFESA SOCIAL
POLICIA MILlAR - COMANDO GERAL
~~ DAPARAIBA DIRETORIA DE APOIO tocisneo - DMSÃO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO

dias quentes ou com presença de vento, se faz ainda mais necessário o umedecimento, que deve
ser feito pela manhã e no final da tarde, evitando umedecer o chapisco diretamente ao sol. Outro
cuidado a ser tomado, é a forma de se realizar esta hidratação: não devese aplicar jato d'água
sobre o chapisco.

16.2. MASSA ÚNICA


16.2.1. Deverá ser aplicada massa única, na espessura média de 2Omm, de argamassa de
cimento e areia média no traço 1:6, com adição de 20010 de aditivo plastificante. A massa única
será lançada com colher de pedreiro e desempenada, isto é, alisada com desempenadeira, ficando
assim com acabamento liso. Atenção especial será dada para a água adicionada, pois o excesso
formará pasta de cimento aguado e pouco resistente.

17. PINTURA
17.1. Os serviços de pintura serão executados somente por profissionais de comprovada
competência e de acordo com as recomendações dos fabricantes. Todas as superfícies a pintar,
repintar ou revestir, serão minuciosamente examinadas, cuidadosamente limpas e
convenientemente preparadas para o tipo de pintura ou revestimento a que se destinam.
17.2. Tomar-se-ão todos os cuidados a fim de serem evitados respingos e escorrimento nas
superfícies não destinadas à pintura, os respingos inevitáveis serão removidos adequados enquanto
a tinta estiver fresca. A segunda demão só poderá ser aplicada 24 horas após a primeira demão. A
aplicação de qualquer dos tipos de pintura (pincel, rolo ou pistola) será executada após completa
limpeza das peças. Antes da execução de qualquer pintura, será submetida à aprovação da
Fiscalização uma amostra, em superfície idêntica à do-local a que -se-destine.

18. EXECUÇÃO DO NOVO TELHADO POR TELHAS CERÂMICAS TIPO


PORTUGUESA.
18.1. Serão substituídas todas as telhas de fíbrocimento que atualmente compõe a cobertura
do prédio do Comando Geral da PMPB, por telhas cerâmicas tipo colonial em conformidade com
O que está previsto na planilha orçamentária;

18.2. A substituição das telhas ocorrerá após execução do devido reforço estrutural
previsto no relatório da análise estrutural e também após a colocação das tramas de madeiras
(terças, caibros e ripas) e por fim a devida aplicação cupinicida e fungicida;
18.3. Deverá se ter o cuidado para na operação de substituição de telhas e cumeeiras, as
mesmas tenham as características e tamanho das peças previstas na planilha de orçamento;
18.4. No processo de intervenção destas coberturas, deverá ser corrigido todo e qualquer
desalinhamento da mesma, sendo sumariamente rejeitados os serviços que estiverem em
desacordo com esta orientação;
18.5. Serão substituídas 100% das telhas cerâmica que compõe os elementos de beiral das
fachadas do prédio, por telha cerâmica tipo portuguesa, a qual deverá ser assentada em argamassa
conforme item da planilha orçamentária;

12
SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÓBLlCA E DA DEFESA SOCIAL
t~~GOVERNO POLICIA MIUAR - COMANDO GERAL
~DAPARAIBA DIRETORIA DE APQIO lOGiSTlCO - DMSÃO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO

18.6. Só será permitida a operação de recuperação da cobertura em etapas, evitando-se


imprevistos, principalmente chuvas repentinas que podem ocasionar imensos transtornos ao
funcionamento da unidade e suas instalações como um todo, em todas as frentes de serviço
deverão ser obrigatoriamente previstas lonas plásticas, para proteção da cobertura na
eventualidade da mesma permanecer aberta por um período maior que o desejado;
18.7. Não será permitida a paralisação dos trabalhos diários, antes da conclusão do serviço
de reposição completa do trecho iniciado, sendo obrigatório também, a conclusão no mesmo dia,
do retelhamento, sob pena da empresa responsável, responder por todo e qualquer dano
proveniente de eventual alagamento, ou danificação provocada por chuva, vendaval ou outra
intempérie qualquer.

/ Altura: 5,00 cm.

Peso: 2600 g.

Galga mínima 33,0 em.

Certificado Inmetro.

.:/ Figura: 3

19. ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAfS, EQUIPAMENTOS E MÃO DE OBRA


19.1. Os materiais, equipamentos e mão de obra que não atenderem às especificações
obrigarão a CONTRATADA a pr-ovidenciar meios- imediatos para readequações, sob pena de
suspensão dos serviços ou aplicação de multas, de acordo com legislação vigente.
19.2. Todos os materiais, salvo o disposto em contrário pela FISCALIZAÇÃOIEQUIPE
TÉCNICA, serão fornecidos pela CONTRATADA.
19.3. Todos os materiais a empregar nas obras serão novos e certificados pelo INMETRO,
comprovadamente de primeira qualidade e deverão satisfazer rigorosamente às Normas Brasileiras
(NBR) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) a eles cabíveis e às especificações
do projeto.
19.4. A CONTRATADA só poderá usar material diferente do especificado depois de
submetê-I o, através de amostra, ao exame e aprovação da FISCALlZAÇÃOIEQUIPE TÉCNICA,
a qual caberá impugnar o seu emprego quando em desacordo com as especificações do projeto.
19.5. Cada lote ou partida de material deverá, além de outras averiguações, ser comparado
com a respectiva amostra previamente aprovada.

13
i,;.1 GOVERNO. SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DA DEFESA SOCIAL
POLIcIA MIUAR - COMANDO GERAL
àDAPARAIBA DIRETORIA DE APOIO lQGiSTlCQ - DMSÃO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO

19.6. As amostras de materiais aprovadas pela FISCALIZAÇÃOIEQUIPE TÉCNICA,


depois de convenientemente autenticadas por esta e pela CONTRATADA, serão cuidadosamente
conservadas no canteiro de obras até o fim dos trabalhos, de forma a facultar, a qualquer tempo, a
verificação da sua perfeita correspondência com os materiais fornecidos ou já empregados.
19.7. A CONTRATADA será obrigada a retirar do local das obras os materiais que
porventura sejam impugnados pela FISCALIZAÇÃOIEQUIPE TÉCNICA, dentro do prazo de 72
horas a contar da Ordem de Serviço atinente ao assunto, sendo expressamente proibido manter
quaisquer materiais que não satisfaçam às especificações e projetos no local das obras.
19.8. Os produtos, materiais e tipos mencionados nesta especificação caracterizam apenas
os fabricantes ou os fornecedores que informarem atender as exigências, especificações e
qualidade pretendida pelo CONTRATANTE, sendo que se admitirá o emprego de análogos
mediante solicitação prévia e por escrito da CONTRATADA à FISCALIZAÇÃOIEQUIPE
TÉCNICA, a qual baseará sua decisão nos critérios de analogia.

20. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

20.1. As áreas de circulação e os espaços em tomo de máquinas e equipamentos devem ser


mantidos desobstruídos.
20.2. As máquinas e os equipamentos devem ter dispositivos de partida e parada,
localizados de modo a evitar riscos para o operador.
20.3. Devem ser protegidas todas as partes móveis dos motores e transmissões, bem como
as partes perigosas das máquinas ao alcance dos trabalhadores.
20.4. As máquinas e os equipamentos que ofereçam risco de ruptura de suas partes,
projeção de peças, ou de partículas de materiais, devem ser providos de proteção para suas peças
móveis.
20.5. A operação de máquinas e equipamentos só poderá ser realizada por pessoas
treinadas para este fim. Os operadores não devem se afastar da área de controle das máquinas ou
equipamentos sob sua responsabilidade, quando as mesmas estiverem em funcionamento.

21. DIÁRIO DE OBRAS


21.1. Todos os eventos ocorridos durante a execução da obra deverão ser registrados no
Diário de Obras.
21.2. O diário de obras será constituído de folhas numeradas tipograficamente em
sequêncía e encartadas com a identificação do número do volume. Deverá conter termo de
abertura solene, identificando os seguintes itens: a obra, as partes, as pessoas autorizadas a fazer
anotações.
21.3. Somente poderá ser assinado por profissionais assim autorizados terá anotações
diárias, mesmo que simplesmente para informar a normalidade do dia de trabalho, e
principalmente para registrar eventos consideráveis ao bom andamento da obra, por exemplo, dias

14
t ~'~, GOVERNO SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DA DEFESA SOCIAL
POLICIA MILIAR - COMANDO GERAL
~ DAPARA18A DIRETORIA DE APOIO rocísnco - DIVISÃO DE ENGENHARIA E CONSTRUCÃO

de chuva, período de tempo bom inoperante, ou razões diversas, anotando sempre as informações
básicas, como dia do ocorrido, período de paralisação (ser houver), danos materiais, etc.
21.4. A(s) pessoa(s) responsável(is) por fazer as anotações no diário deverá(ão) sempre
manuscrever com caneta esferográfica, de forma legível e contínua (sem pular linhas ou páginas),
devendo sempre assinar e datar ao final da anotação. Linhas ou páginas em branco deverão ser
anuladas e autenticadas pelos representantes responsáveis.

22. LICENÇAS E FRANQUIAS

22.1. A CONTRATADA está obrigada a obter todas as licenças, aprovações e franquias


necessárias aos serviços contratados, pagando as devidas taxas e emolumentos previstos e sob
observância de leis, regulamentos e posturas referentes à obra e a segurança pública, atender ao
pagamento do seguro pessoal, despesas decorrentes das leis trabalhistas e impostos, de consumo
de água, energia elétrica e telefone que digam respeito diretamente à obra e serviços contratados.
22.2. A observância acima abrange ainda às exigências do CREA, CAU e da Prefeitura
Municipal de João Pessoa, principalmente no que se refere a colocação de tapumes e placas
contendo o nome dos autores dos projetos e do responsável técnico pela execução das obras e
serviços.

23. LIMPEZA E ORGANIZAÇÃO

23.1. A empresa CONTRATADA deve manter a limpeza e a organização de suas


instalações de infraestrutura e na execução de suas atividades dentro do canteiro de obras. Todo
material a ser utilizado deve ser organizado, como descrito no item anterior, de tal forma a facilitar
a sua acessibilidade, manuseio e manipulação.

r:
=rt:
23.2 O senso de limpeza deve estar sempre em vigor após a execução de grandes tarefas,
ao final do dia, ou ao [mal de uma etapa do cronograma de atividades, mantendo o ambiente
de lixo e entulhos de forma _adequada e seletiva. .

A~~~i~'st.
Her nil~od&SilraAó{)li.nário Quartel em Joao Pessoa-PB, »i de fevereiro de 2019.

15
,t ;: ~ GOVERNO SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA POBUCA E DA DEFESA SOCIAL
POLIcIA MILlAR - COMANDO GERAL
~DAPARAIBA DIRETORIA DE APOIO LOGisnco - DMSÃO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO

ANEXO I

Análise em estrutura de coberta para alteração do telhado - Estrutura de madeira

Dr. Engenharia Civil e Estrutura Luiz Pinto Neto

João Pessoa-PB, 09 de outubro de 2018.

16
COMANDO GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO
ESTADO DA PARAIBA

EDIFÍCIO SEDE - CENTRO DE JOÃO PESSOA

Análise em estrutura de coberta para alteração do telhado


Estrutura em madeira

João Pessoa, 9 de outubro de 2018

LUIZ PINTO NETO


Dr. Eng. Civil-estruturas

ESTRUTURAS DE CONCRETO, METÁLICAS, MADEIRA E MATERIAIS ALTERNATIVOS


Rua: Joaquim Nahuco, n° 14-1- Sala 106 - Tambhí - CEPo 58020-510 - João Pessoa-Pô
Telefones: (083) 3222-6353/ (083) 98730-9447/ (83) 99982-1148
Email: Ipn.estruturas@hotmail.com
Fy ESPECTRO _ ESTUDOS E PROJETOS DE ENGENHARIA DE ESTRUTURAS
Luiz Pinto Neto - Eng. Civil/Estruturas
CNPJ N° 35.569.235/0001-83

Fz FX • .._
ANALISE ESTRl'Tl."RAL ESTATICA. DN"AMICA, :-!AO LINEAR, I:\'TEGR<\DA E OTlMIZADA

ESTUDO TÉCNICO

SEDE DO COMANDO GERAL DA POLÍCIA MILITAR

1. INTRODUÇÃO

o prédio com aspecto arquitetõnico secular, onde funciona o comando geral da polícia militar
do Estado da Paraíba, fica localizado no setor 22, quadra 129, área central de João Pessoa -PB,
ao longo do tempo foi submetido a diversas intervenções de manutenção e restauração para
atender adequadamente as condições normais de uso, dentro dos limites de segurança e
desempenho mínimo necessário.

Com processo construtivo aplicado e materiais envolvidos segundo os padrões da época da


construção, trata-se de um prédio executado com paredes de largura expressiva, empregando
tijolos cerâmicas maciços e blocos de pedra, compondo o sistema de vedação e o sistema
estrutural, caracterizando uma construção com paredes portantes.

Trata-se de um edifício contendo o pavimento térreo, 3 pavimentos superiores, tendo como


sistema de piso uma estrutura de madeira, composta por um lastro suportado por um conjunto de
vigas com seção transversal retangular atendendo suficientemente as condições desejadas à
finalidade de uso.

A coberta originalmente executada empregando um sistema estrutural em treliças planas


verticais em madeira, tipo Howe, com barras verticais tracionadas e barras inclinadas
comprimidas, denominadas tradicionalmente de pendurais e escoras respectivamente, capaz de
suportar um telhado cerâmica distribuído em uma trama composta por ripas, caibros e terças, foi
modificada para substituir as peças cerâmicas por telhas de fibrocimento em uma das
intervenções realizadas.

Esta alteração, acarretou em um alívio de cargas e consequentemente uma mudança no


comportamento do sistema estrutural, havendo uma redistribuição de esforços compatíveis
com as novas ações que foram despertadas.

ESTRt;nIRAS DE CO~CRETO. l\IETALlCAS, MADEIRA E MATERIAIS AL TER;'lATIVOS


Rua: .Ioaquim Nabuco, uOl44 -Sala 106 - Tambiá -CEPo 58020-510 -João Pessoa-Pb.
Telefones: (083) 3222-6353/(083) 8730-9447/ (83)9982-1148 - (83) 98739-9447
Email: Ipn.estruturas@hotmail.com
Fy ESPECTRO _ESTUDOS E PROJETOS DE ENGENHARIA DE ESTRUTURAS
Luiz Pinto Neto - Eng. Civil/Estruturas
CNPJ N~35.569.235/0001-83

FX
fI V ANALISE ESTRtITlIRAL EST ..\TICA, DIN,\MICA, NÃO LINEAR, J:'ITEGR\DA E O'flMIZADA

Tensão de compressão normal as fibras: 4 Mpa


Módulo de elasticidade a flexão para carga permanente: 9,8 OPa
Módulo de elasticidade a flexão para carga acidental: 15 GPa.

3.2- Elementos metálicos

Barra lisa para estribos, aço 25, limite de escoamento: 250 MPa
Chapa de aço dobrada, aço 36, limite de escoamento: 250 Mpa

4. AÇÕES ATUANTES

4.1- COBERTA COM USO DE TELHA FIBROCIMENTO

4. 1.l-AÇÕES PERMANENTES

4.1.1.1- Peso próprio da estrutura: massa específica - 900 kgf/m"


4.1.1.2- Peso das telhas: 14 kgf/rrr'

4.1.2- AÇÕES VARIÁVEIS

4.1.2.1- Homem trabalhando: 40 kgf/m"


4.1.2.2- Vento: 18 kgf/m'
4.1.2.3- Sobrecarga de uso: 12 kgf/rn"

4.2- COBERTA COM USO DE TELHAS CERÂMICAS

4.1.1-AÇÕES PERMANENTES

4.1.1 .1- Peso próprio da estrutura: massa específica - 900 kgf/m"


4.1.1.2- Peso das telhas: 40 kgf/m"
4.1.1.3- Peso de ripas e caibros: 7,5 kgff2

4.1.2- AÇÕES VARIÁVEIS

4.1.2.1- Homem trabalhando: 40 kgf/m"


4.1.2.2- Vento: 18 kgf/m"
4.1.2.3- Sobrecarga de uso: 12 kgf/m"
4.1.2.4- Água absorvida: 8 kgf/m"

ESTRun:RAS DE CO~CRETO, \-IET ÁLlCAS, MADEIRA E MATERIAIS Ai. TER.1Io:ATIVOS


Rua: Joaquim Nabuco, n° 144 - Sala 106 - Tambiá - CEPo 58020-510 - João Pessoa-Pb,
Telefones. (083) 3222-6353 /(083) 8730-9447 / (83) 9982-1148 - (83) 98739-9447
Emai1: Ipn.estruturaS@hotmail.com
1=)1
ESPECTRO - Ii:STUnOS E PROJETOS UI!.:ENGENHARIA DE ESTIUJTLJRAS
Luiz Pinto Neto - Eng. Civil/Estruturas
CNPJ N° 35.569.235/0001-83

Fz V Fx
ANÁLISE ESTIU ITlfRAL ESTÁTICA, DINÂMICA. NÃO L1:'11EAR,rNTEGRADA E OlT\lIZ.\IlA

Devido ao estado de degradação da estrutura, consideremos a tensão resistente como 0,50 do


valor real, portanto em nenhuma barra os valores foram excedidos.
n
Verificação de flechas
Barras b I e b2, flecha = 1,02 111m; inferior aI rnm
Barras b3 e b5, flecha = 0,00 mm; inferior aIO mm
°
Barra b4, f1echa = 0,00 mm; inferior a 10 mm
Barra b6, flecha = 2,24 mm; inferior a 10 mm

Nenhuma das barras excedem o limite de 10 mm estabelecido

Verificação de esbeltez
Barras b 1 e b2, L = 297 em, inferior a Lmax =480 em
Barras b3 e b5, L = 181 em, inferior a Lmax = 480 em
Barra b4, L = 190 em, inferior a Lmax = 480 em
Barra b6, L = 400 em, interior a Lmax = 480 em

Todas as barras atendem ao critério de esbeltez.


Ver resultados completos ilustrados nas figuras 7,8,9,10 e 11

Para a situação 2, analisa-se a tesoura modelo indicada na figura 3, representativa do telhado


mostrado na figura 4, com matriz de cargas composta por ações apresentadas em 4.2,
empregando o mesmo processo matricial.

Verificação de tensão
Razão entre tensão atuante e tensão resistente
barras bl e b2, Ta/Tr = 0,55; ligeiramente superior a 0,50
barras b3 e b5, Ta/Tr = 0,07; inferior a 0,50
barra b4, Ta/Tr = 0,08; inferior a 0,50
barra b6, Ta/Tr = 0.16; inferior a 0,50

Devido ao estado de degradação da estrutuar, consideremos a tensão resistente como 0,50 do


valor real, portanto como é esperado. as barras bl e b2 excedem ligeiramente o índice 0.50.

Verificação de flechas
Barras b 1 e b2, flecha = 11.68 mm nos Nós A e B, inferior a 10 mm
Barras b3 e b5, flecha = 0,09 mm; inferior alO mm
Barra b4, flecha = 0,00 rnm; inferior a 10 mm
Barra b6, flecha = 4,26 mm; inferior a 10 mm

ESTRlITlIRAS DE CO:'llCRETO. METÁLICAS, MADEIRA E MATERIAIS AL TER."'A nvos


Rua: Joaquim ~abuco. 0°144 - Sala 106 - Tambiá - CEPo 58020-510 - João Pessoa-Pb,
Telefones: (083) 3222-6353/(083) 8730-9447 1 (83) 9982-1148 - (83) 98739-9447
Email: Ipn.estruturaS@hotmail.com
Fy ESPECTRO _ ESTUDOS E PROJETOS DE ENGENHARIA DE ESTRUTURAS
Luiz Pinto Neto - Eng. Civil/Estruturas
CNPJ N° 35.569.23510001-83

Fz Fx
AJ\..\L1SE ESTRlITl"RAL ESTÁTlCA. DINÂMIC.<\., NÃO L1~EAR. [\"TEGRAOA E OTIMIZAOA

Verificação de esbeltez
Barras b 1 e b2. L = 297 em, inferior a Lmax = 480 em
Barras b3 e bS, L = 181 em, inferior a Lmax = 480 em
Barra b4, L = 190 em, inferior a Lmax = 480 em
Barra b6, L = 400 em, inferior a Lmax = 480 em

Todas as barras atendem ao critério de esbeltez.


Ver resultados ilustrados nas figuras 17,18,19,20,21,22

7- ANÁLISE DOS RESULTADOS

Verifica-se que na situação 1, tesoura atual com telha em fibro-cimento, a estrutura apresenta
um comportamento estrutural adequado respeitando as condições de segurança, estabilidade
e desempenho em serviço.

Mantendo a estrutura atual da coberta porém com uso de telha cerâmica, faz-se necessano
introduzir elementos de terças adicionais para receber os caibros com comprimento da ordem de
) 50 em, e estes apoiarem as ripas com espaçamentos da ordem de 30 em.
Estas terças ficarão apoiadas diretamente no banzo superior sem que exista a definição de nós,
portanto teremos elementos fletidos, gerando momentos nos nós devido a flexibilidade atingida,
e consequentemente sacrificando o comportamento estrutural.

Para corrigir esta flexibilidade, optamos pela introdução de barras adicionais definindo poligonos
triangulares na composição da tesoura, fazendo com que as terças necessárias adicionais
repousem nos nós deixando o sistema rígido com momentos inexpressíveis.

8- CONCLUSÃO

Diante da inspeção realizada, verifica-se que os elementos em madeira que compõem o


sistema estrutural, apresenta um estado de degradação variado ao longo da coberta por
processo físico-químico com o ambiente em condições aeróbicas.
Para a análise e verificação das condições de segurança e estabilidade, levamos em
consideração esses efeitos, além de defeitos ocasionados pelo uso ao longo do tempo.
No passado, essa coberta era composta por telhas cerâmicas com caraterísticas e padrão da
ocasião da construção, portanto em uma intervenção posterior se fez a substituição por uso
de telha em fibrocimento, alterando a trama original, reduzindo valores de carga e a
estrutura tendo um alívio de esforços com adaptação ao novo comportamento.
Para voltar a receber o novo telhado cerâmico, há necessidade de repor novos elementos
estruturais, acréscimo de cargas e alteração no comportamento estrutural.

~
ESTRl;TrR.\S DE CO~CRETO. METÁLICAS, MADEIRA E MATERIAIS ALTERI'IA',WOS
Rua: Joaquim ~abuco, n° 144 - Sala 106 - Tambiá - CEPo 58020-510 - João Pessoa-Pb,
Telefones: (083) 3222"()353 1(083) 8730-9447 1(83) 9982-1148 - (83) 98739-9447
Email: Ipn.estruf1JraS@hQlmail.cQm
J
, ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) J ) ) ) ) ) ) ) ) ) ~ ) ) ) ) ) ) ) J ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) )

20: FRONTAL N3

~~1
\")
~'l ~~/
~~~1~S:1// +,
~~

"s:~
~/"O
;>'4 ~
\ ~u
!),~/
~ < gllil »<.
\x/~ e-e- ~ ~?~ 1
~
y0 \ '<l'1 '0""cc\-~ &;>, " ~~18S

L/
~~'-)///,/[;7/
fi i")
',) -1 Á/S

~\

86
4,000
12>~::;O
Z 86
4.000
1?X20
-
N6

o o
o o
o o
1'0 n

r'FTg~'-r-"='--Mo'cfeTÓ 'ge ü-m-éTr=rc O'"do' tesouro exTste'ntê'1


USO_..
L-
de telha .
em fibro cimento
..__ _., ,. ..
_. _ ~_
.._ _. . .__ .. ._._._._._
..
i
___1
~
)
.) )) )) )) ) )) ))) ') .) ) ) .), ")
). ) -)
, ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) J ) ) ) ) )

Aprov. mln.: 4.76 %


X: 1_547 m
Aprov, mln.: 3.43 %
X: 1.900 m l""~- I

X:1.547m~:"-~lo",.

Aprov. rnáx.: 4.85 %


~~~"~,~~~:~~~6.~4;:O, Ap,rQ.~4.81%~'-~' X:2.97~,
X. 2.970 m j I,' ': 0.000 m Aprov. mln .. 2. ~'.J,.I X: 0.000 m
,:,o..~' . "'-. .
X:1.609~m


,00:'.,

y.
X:1.809m
"" '-......j
:1
Aprov. rnáx.: 18.45 % /' "o
X:1.697my
,
Aprov. rnáx.: 2.21 %
X: O.OOOm
,,'
AApl'Óv.máx.: 5.49 % <, , Aprov. mín.: 16.07 %
Aprov. :S:áX.:2.60 % ,X:: 0.000 m /\ 0.,«_:
0.424 m

_____
,.. .._;~~5~~~
~~o~_o_= ~L~~~.' provo máx.: 2.73 %
: 0.000 m
.__ __

~rov.mln.: 2.48 %
',_.,
Aprov. máx.: 7.69 %
X: 2.250 m,
u. m, ••_j • ••

I
o
AProv min.: . '5%, Aprov. min.: 1.59 %
o
X: .000 m
, ,

1 X: _~
_,0._' ,_ 'C',,-,. 0.000 __m

X: O.OOOm

-+--;;.

Fig.7 - Tesoura existente com uso de teUa em fibro cimento.


}~
valores de tensões
.,_o~,_ .__ Ó>,
) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) .) ) ) ) ') ) ,) ') )) )) ))) )) )) ))~ ))) ) ))) ) )) )

Vz máx.: 0.1St kN
X: 1.547 m\.~ t-~:'
, '7Z.,·Z máx.: 0.063 kN
. ~~m

Vz méx.: 0.169 kN /,vz máx.: 0.071·~~- V~~~!~,kN


X: 2)/i~9m
1\..
.
"'5; 1
X: 1.140 m X: 2.970 m -:;
. -; Vz m'r/1,: -0.081 kN
/' X: o. 000-.""

L~ .,l, "I .-Vz mln.: -0.063 kN


<, " .,/ X: 0.000 m
Vz rnáxi: 0.289 kN <_ .. Vz mtn.: -0.063 kN
VZ !!JID.: -0.193 kN
X: 4.00~ m l X: 0.000 m
~ mln.: ::O.2'f~ -~----- I ---: ------------rvz mln.::O.673 kN
I": 0.000 m X: o.aoom
Vz mln.: ...0.289 kN
•• • X: 0.000 m

--
li
I
, Vz mln.: -1.909 kN
X: 2.143 m Vz mln.: -0.043 k'N~--
X: 1.929 m

I1

\:

Fig. 9 - Tesoura existente com uso de tella em fibra cimento.


Esf. cortantes Vz .~ I
'{"---:"-
,
~.- ,
--_.
....•..
'" --J---
»)))))) ) ) ) ) ) ") ) ) O) ))) )) ) } ) ,) ) ") ) J ) ) ))) ) ) )) ) }

/'1. ,/ I -i'~

-> ".- My mm.: -0.01 kN x


My min.: -0.01 kN x m
X: 0.000 m

'0"
\,.
"\.
'.
" <:max.: 0.14kN x m
y
X:O.))OOm
, , ,

"<,
X: 2.970 m , '. . My m"'~:kN
" X:0.193m~
I x rn

My máx.: 0.18 kN
X: 1.910 m "':'JiAy máx.: 0.03 kN x m ,-:-'~~ máx.: 0.03 kN x m
X: '6.904 m
",
X: 0.904 m Mymáx.: 0.15 kN xm
X: 1.697 m
My mln.: -0.18 kN x m "

X: 4.000 m ,t, My mln.: -0.18 kN X m


'''"
X: 0.000 m /1~
// My máx.: 0.13 kN x m «.:

X: 0.200 m ! it ~
~r2~;~~1!rm~
", •. , _
r ~ax.:(J.f9 kN x m i My máx.: O,13-kN x m i
X: 1.750 m X: 0.000 m ~

1--' ~'+
t
--.>

1I

ii
!I,
I

I
I
I

II

~y mln.: -5.73 kN x m y mln.: -0.13 kN x m


I Ix: 0.000 m : O.OOOm
~", "'!"'- -. .~~,:~j-:-~~-~~'
.-

Fig.11 - Tesoura existente com uso de tella em fibro cimento.


Momentos My ~
J::::- \
-- ---- ·-1----

>I
.1
1 ",
/
I
!
I
[
..-
i

I
:~
.'

~j

",

'1
i
!

.-.
I
r-.
i
[
[ I
i
I
r---~ I

I
-r---
i
/'
- -.----l---------J~
i
'1
I

I
I I I
1
J
I --"O:",
I
~I
: r. . .,i QJ!J\".:.""'""
I

vE~ nc. 1 I If::.SOURi'\S- ~EP p"IG.


t ';

I , I
r---[ f'-~ r---. !
I
i ~I i
! AI X: ;-' I
~I <
U)
I,
Lf)

1'- o ..
'
1I
I
.,!

:/,1
<1.1
[fJ'
<t,
(fJ
--1:
, j

i )
L1tÍ

cr
Lt..:
vI
,Y,
w'
vI
(é ,I /
/

I
:::1
f-- 1-1
J
TERÇAS 7.5 X 17

r-- -- --------r-----i,---~------.- 'J

-;g:--4- T'cçodG Cr-;e;h3~0 exdenie;


Uso de le'hc ·:erônica :
.--, ~
)) ) ., ) ) ) ) ) ,) ) 1 ) :> ) ) ) ,) ) ) ) ) )))

/X· ..
~\

"~

.~: -

My mln.: -0.74 kN x m
My mln.: -0.67 kN x m X: O.OOOm
X: 1.485 m, ' L'fv1y mln.: -0.67 kN x m ,<
\ /-: ,X: 0,,000
...•. .~
m ,. "
,

.~,
'..•.• %

~...•.
.,/"/ My máx.: 1.76 kN xm
My máx.: 1.79 kN xm X: 0.000 m
X: 1.485 m. I~· - ~y máx.: 0.03 kN xm '!My máx.: 0.03 kN x m t
X:'O,904m X: 0.904 m My máx.: 1.76 kN x
xm
"

My máx.: 1.79 kN X: 1.485 m


/" X: 0.000 m My mln.: -0'11 kN x m '. . My m'fn.: -0.11 kN x.m
X: 4 ..000 ml\ . ·,X~0.000 m "~ri
// My máx.: O. 8 kN x m My máx.: 0.18 kN x m I
I
'C .; ._.

// X: 0.200 ml X: 0.000 m
--------~Mh.yNm~á~x.~:o~.~24·k~N~xvmm·
X: 2.000m
My max.:
X: 2.000m
0.24 kN x m
'1

-,---~
li
4LI • _

~,

1\
i
, I
'I
I 'I

!\
i
!I
11
I1
1\
!I

1bv
.;;:~,
1 mln.: -10.25 kN x m
1)',:0.000 m
~'~"'j'-:-:-
My mln.: -0.29 kN x m
X: O.OOOm
"

Fig.13 - Tesoura existente com uso de tella cerâmica.


Valores de Momento My
~
)))))J) ) ) :) )))) ))))) '"' ) ) ) ) ) ") ) )))) ),))))))

"

Vz máx.: 1.727 kN áx.: 1.752 kN


X: 1.485 m X:1.~m
Vz máx.: 0.063 kN Vz máx~:O:QS3 kN
X: 1.809 m, _ X: 1.809m
/
"'~~ mtn.; -0.505 kN /

.?", .. X: o.~~om ,'>/ Vz mln.: .. ~51 kN


X:O.Ooom .
/,/

" ,/ Vz máx.rt>.096 kN
'" X:O,OÓOm
A V~,n;ln.:-0.063kN ~~\ .
;'I",x': 0.000 m ' '
// V~ máx.: .272 kN ._ z mln.: -0.063 kN V, máx.: ~O kN
/' X.4.000 X: 0.000 m X: 4.000 m ",
zmm.::0:240 kN I Z m n.: -0.131 kN
: 0.000 m X: 0.000 m Vz mln.: -0.272 kN : 0.000 m
Vz mln.: -1.275 kN Vz mln.: -0.914 kN X: 0,000 m Vz mln.: -1.251 kN
X: 0.000 m • - ~ - Vz mln.: -0.097 1('- : 0,000 m
X: 2.571 m .. , ---.;;.-

_,,_ Vz mln.: -3.418 kN


X: 2.143 m

,I
1

,I
I

Fig.15 - Tesoura existente com uso de tella cerâmica.


Esforços cortantes Vz ~
'-1--- \
J J ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) 1) ) ) ) ) ) ).) ) )) ) ) ) ) ) ) ) ) ) )~

N3

2D: FRONTAL
~1- /
\",,1
4/ ~1.5
~z'() e
';j::,</'>
!:!<'''-...~ 1)/$1
/-::) \ .?'-~ II

~-,<,
.6:~'
I
-- '60;.9.-
21
o ~
s; ~ (w1\\> ~ ---z
r\~ ,.~0/
~~:9S l~
,~
e~<rl>
'<, ,.
<:';;1-7:"",
,J,,- /fi'
'<:t
fi
'6'-'
'x : -J
0---"
v
./
\5\./
c:P
<' ..
4 <; ,

11 -
<',-~5
'\,te-
'0\ 2.000 ~ • ,..I
2.000 2.000 <,
o 86
8686 12Y20 12X20
Nc N6 f\lCI

o o
o o
o o
n f'')

,--'" -"'-'-'-' - -.---- -.-----., .. - --- .--_.-- ..-_.-- --.- - - - ------.-- ..--I
iFig. 5 - Modelo geométrico do tesouro existente modificada
I Uso
~_
de telha cerâmica
.. _. - -_.__ . ---"---" ------_. _ .•.. __ ._ ----------------_
.. ...._---_._-----_ ..---~
J
\

) ) .') ) ) ') ) ) ) ) ) ) ,) ) ) ) ) ) )) J ) ~ ) ) ) ) ) ) ~ )))))) ) )1) ) )J ) ) J

;~;;
y
. ."

~~.

ji=' rnáx . 1 596 ""~"-" F máx.: 2.847 mm


F min.: 1.~21 mm .r", <r,/\ X: 0.58'0 ~ ,m F mín.: (79 m x 0.000 m
X: 1.485m .Á<,," X: 1.485m " "
"','I, { "
'-< '>:/~:r- ~
'<:' <,
-, '~'. ~
""" f máx.: 0.287 mn{ '--....
", , ~: 0.570 m ,// ~
\,,_ '! ",I ~.1
..••.•

F máx.: 0.154 mmil , ' ~"


F má>.v.10.9()3 tl'!-m/ F máx.: 10.903 mm X: 0.200 01"" 1 /' F máx.: 11.6M mm F max..;, 11.681 mm

/"
/~85~.,' ,
,~/X:O.OOOm
,:,
:
'-..,,-' //
" .:: r
X: 1.485 m '-/....
'
){:o.oo~"
"'1
--~.
". "",
- .._~ ,~~

,-':"::':::_~':'---':''':..':'''- ,---, -- ''::.---':;;'


.~"~]i-:,;',:,:,~
- _,__ F máx.: 3.597 mm F máx.: 3.597 mm
._. ..--'r.:.~~~~
'-. " =:-.--:~..~=.=~.~-=-~!~~-~~'~~--
\,~---~ __
q~m -:::'=, - ~~-~:~=
....--'
'11' -. . ....
-I --:-;;.'
••

F máx.: 0.181 m
r:f
1
máx.: 0.406 mm
X: 1.286 m
1.286m

I1

I
J

,,--'-,--\,---,::---
\

Fig.16 - Tesoura existente com uso de tella cerâmica.


Esforços de flechas F Ç?
:> ~) ) )))) ) ) ) J ) ))))))) ) ,) ) .) ) ) ) ) J ) J ,) ) ) .) J )

:,
\ .'i~'
!

-«; -_&-

I
~~.:: 0.06 kN x m
\.~ymáx;;0.15kNXm ~:~~~m :1

·iX.U~O~
.L
.
'.'
> \"
\
My rnáx.: 0.45 kN x m
X: 0.000 m
,i. '1íí1ymáx.: 0.03 x m'1il!y máx.: 0.03 kN x nt.
My máx.: 0.46 rríàx.: 0.46 kN x lJWIy máx.: 0.01 kN x mx: 0.904 m X: 0.904 m ~y máx.: 0.05 kN x/
X: 1.485 m ~ ~OOO m ~ X: 0.759 m -, X: (11."89 m ,
, I My mln.: -0.10 kN.x .. V
"M~ máx.: .00 kN x m X: 2.000 m "' . .x: 0.000 rn ~y máx.: 0.00 kN x m
:' X: O.~8 i m My máx.: 0.17 kN'x" y máx.: 0.17 kN x m .t. \.' X: 0.486 m,~,

r~
./

MYiT18x.:0.38 k-Jq x m~ y mãX.: 0.38 klil x mX: 0.200 m- . : 0.000 m Y


y m x.: .312 kl'íl x m; My máx.: 0.32 kN x m ---' >'1"· --
X: 2.000 m X: 0.000 m X: 2.000 m X: 0.000 m


--l-'-':",>- -). '~~

y mln.: -8.95 kN x m My mln.: -1.25 kN xm


: o.aOOm
-,-:--~.--
~
-yc- X: 0.000 m ,"-'_,_."_-
I' .
", -. "
Fig.18 - Tesoura existente modificada com uso de teUa cerâmica. _
valores de momentos My ~ -r--
[).)))) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ~ ) ) ~ J ) ) ) ) ) ) ) J J J ) ) J

Vym
áx.: 0611 kN
... + J

X: 1.547 m~\ .".-, ':-T~/


I/.· r-:

~Y7fi~~~~<. "-~~.J
\ .
Vy rnáx.: 2,279 kN /I/i \ ./ \ - /
X: O,92Bm I AI I
"-I,
" 'v /'-- \v /"..
I
i - '\ \ Vy máx ... """10
I.~
kN Vy mln.: -1.947 kN
,I

X' 1 485 m _,.__ X: 0.000 m


;,. .
,~'
\ ..
\.
" /
Vy mln.: -1.402
-,-,
'" /
/ ""

\\ /
/ i '

I
".. .fI.
X: O.928m "" / -, /
,. / \
-, i <---I \ -
I - \,
~~--
1""/ X: 3.000 m I

,-rl---__ ,:0" -1-----";.-


:1
I
,I I
I1
I

:1
-'~Y mln.: -3.506 kN
1*: 1.500 m
,i
I1

I1
ii
I

I
I
,I
li,I
,~-,""'('.,._I.l..-,.--,,- ,._--.-~.-l::" ~::~_.

ç--::>
Fig.20 - Tesoura existente modificada com uso de teUa cerâmica.
valores de esforços Vy 1.1--'
J ) ) .) ) ) ).) ) ) ) ) , ) ) ) ) ) J .} J J 'J .1 J J J J J J J J ~ J J

I,
\

P',

I
~
F máx.: 10,~6.. 3!J1
x , "
1~r\z<'
Fmrn.,,~~

!11á~.: 10.163 m
.-.

'-.
"-"" -r-
><:
F.m;"",.81~~."3mm

~mO,.:2::::/\o\;~
0.570 m
,./
/. <,

máx.: 11."()84-~~~.
D ..O1_8_mm
áX': '1"m 4

X1/<~lMJOm / Fmh'~~~ .// ~'485m /'-Y~:.::,>,


.' , X:O.200m "-. Fmln.:2.139m /'~~'.,
/ ~, / t. <, X: 2.000 mr 'o, _',
••••
'.. . I '( \ -.; ~_,

~-, i Fmln,:"U88Il1ri1 I _ .,.c't-::':>----


.__ -:-_,- •

X:2:00G-m _..
--.
~ooo m
' ..~...-.~F:..mâx.:-3A:}.9.!!1=I~

.
~=
.=-=- __..
....
F máx.: 3.837 mm


F méx.: 3.706 mnL...
·~~1.OÕÕ-m~:~-:-~==-=-='-1<:o.6Õ~m"_~ ._.
... • -
f.má~,.;_~,203m_m:::
_~[j)Oom- ..-
__::~::· --

__ d _ .•. ~ _f.- ;;.-""

f.r:rnáx.: 0.412 mm
1.286m
F máx.: 0.182
X: 1.286 m
mm

i
I

••
'.

Fig.22 - Tesoura existente modificada com uso de tella cerâmica.


valores de flechas Max
.~
J==-..:: '