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Relatório

Experiência 2 – Movimento de um Projétil

Autores:
Isys Macedo
Matheus Chung Nin
Rodrigo Romão
Ruan Borges

Turma: J1

Instrutor: Vítor

Data: 12/08

Resumo:

Nesse experimento analisamos a trajetória de uma bilha lançada horizontalmente


em um meio onde só atua a gravidade e tentamos determinar a velocidade de
lançamento.
Como resultado, tivemos que a bilha descreve uma curva (parábola) em direção ao
carbono. Seu alcance aumenta de acordo com a elevação.

Objetivo

O objetivo é verificar o lançamento oblíquo de um objeto (no caso, a bilha) onde


atuam movimentos na horizontal (MU) e na vertical (MUV). Devido à aceleração na
vertical ser a da gravidade, o alcance da bilha aumenta acompanhando a distância da
bilha a superfície onde se localiza o carbono.
Cálculos

Após recolhermos os dados necessários para o experimento, tivemos que descobrir a


taxa de variação de 'z' e 'v', de acordo as respectivas equações:

Δz = 2 . b . Δx e Δv = c . ((Δd / d) + (Δtd / td))

Onde 'b' é a médias dos valores de 'x' (da tabela) e 'c' é a médias dos valores de 'v' (da
tabela).
Δz = ±1,91 cm² e Δv = ±6,81 cm/s.

Após descobrirmos tais valores, tivemos que, através da escala do gráfico YxZ e da
equação de reta “y = b . z + a”, determinar o coeficiente angular (b = 0,06 / Δb = ±0,01) e
o ponto médio de interseção da reta com o eixo Y (a = 0,9).

Usamos o ‘b’ do resultado anterior pra calcular a velocidade inicial experimental (v oexp) e
sua taxa de variação (Δvoexp), através de:

b = g / (2 . voexp²) e Δvoexp = sqrt [g / (8 . b³)] . Δb

Achamos voexp = 90,4 cm/s e Δvoexp = ±7,0 cm/s.

Depois foi a vez de calcularmos a média das velocidades de lançamento (da tabela), a
qual chamamos de ‘vocr’. Como já a tínhamos calculado antes (para determinar o Δv),
usamos vocr = 107,9 cm/s.

Finalmente, para calcularmos a discrepância percentual (D.P.), utilizamos:

D.P. = | [(voexp – vocr) / vocr] | . 100%

E achamos D.P. = 16,22%.


Análise de erros

Erros quantitativos:
Paquímetro: 0,001 cm
Bilha: 0,001 cm
Altura da queda do projétil: 0,05 cm
Alcance horizontal do projétil: 0,05 cm
Variação de z = 1,91 cm²
Variação de tempo de passagem pelo sensor óptico: 0,001 s
Variação da Velocidade atingida pelo projétil: 6,807 cm/s

Erros qualitativos:
Atrito
Resistência do Ar
Movimento da Bancada
Inclinação da Calha
Precisão do Fio de Prumo

Propagação de erros:
A previsão de erro para o resultado final é: 0,009278377

Sendo que:
 Razão entre a Variação de Aceleração da Gravidade e o seu valor = 0,002040816
 Razão entre a Variação de Y e o seu valor = 0,002
 Razão entre a Variação de X e o seu valor = 0,005237561

Discussão dos resultados e Conclusões

Os resultados obtidos ficaram um pouco acima do esperado. O erro previsto foi


aproximadamente 9,27% enquanto o erro real foi 16,22%, essa diferença ocorreu devido
aos fatores citados anteriormente. No entanto, foi possível analisar a trajetória da bilha
verificando o aumento do alcance de acordo com o aumento da altura.

Questões

1 – Ao fazer os cálculos e revisar os dados várias vezes, foi possível concluir que a DP é
16,22% e mesmo sendo até uma discrepância um pouco relevante, esse valor é aceitável
pelo fato de a possibilidade de erro de marcação ser considerável e, também, pela
margem de variação de “z” (observada ao fazer o gráfico) ser bastante grande.

2 – Não, com decorrer da experiência, nos deparamos com algumas possibilidades de


erros de variação e/ou marcação e, assim, acabamos encontrando no final uma
discrepância maior do que a prevista no início.

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