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PROVA ESCRITA DE AVALIAÇÃO

Prova Escrita de Avaliação de Ciências Naturais

Ensino Básico - 9.º Ano A e B

8 Páginas Versão 1

Duração da Prova: 60 minutos Critérios de correção

outubro de 2017

 Deverá ser atribuída classificação de zero pontos a respostas ilegíveis.

 Não devem ser tomados em consideração, em legendagem de esquemas, erros de linguagem científica, a não
ser que sejam impeditivos da compreensão da resposta.

 Nos itens de escolha múltipla, é atribuída a cotação total à resposta correta, sendo as respostas incorretas
cotadas com zero pontos.

 Nos itens de verdadeiro/falso, de associação ou correspondência, as opções incorretas serão cotadas com zero
pontos.

 Nos itens fechados de resposta curta, caso a resposta contenha elementos que excedam o solicitado, só são
considerados, para efeitos de classificação, os elementos que satisfaçam o que é pedido, segundo a ordem pela
qual são apresentados na resposta.

 Nos itens relativos a sequências, só é atribuída cotação se a sequência estiver integralmente correta.

 O domínio da Língua Portuguesa será avaliado no Grupo II, questão 6


Lê com atenção todas as questões!

GRUPO I
Novo relatório apresenta indicadores da saúde e dos sistemas de saúde em 35 países

Os países europeus alcançaram uma importante melhoria do nível de saúde das populações nas últimas
décadas. A esperança de vida à nascença nos Estados-membros da União Europeia (UE) aumentou mais de
seis anos desde 1980, tendo atingido 79 anos em 2010, enquanto a mortalidade prematura diminuiu
drasticamente. Pode esperar-se que mais de três quartos destes anos de vida sejam vividos sem limitações
da atividade. O aumento da longevidade pode ser explicado pela melhoria das condições de vida e de
trabalho e de alguns dos comportamentos relacionados com a saúde, mas a melhoria do acesso aos cuidados
de saúde e da sua qualidade também é digna de destaque, como o demonstra, por exemplo, a forte redução
das taxas de mortalidade após ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral.

Boletim informativo Saúde-UE, newsletter 101 (2012)

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A saúde dos portugueses

Em 2014, ocorreram 23 991 óbitos antes dos 70 anos de idade. Já em 2013 verificaram-se 24 810 mortes
prematuras e em 2012, ocorreram 24 944, a que correspondem respetivamente as taxas de 22,6%, 23,2% e
23,3%. O patamar alcançado em 2014 (se comparado com anos anteriores) indicia que a meta fixada para
2020 pode ser alcançada. As causas de mortalidade prematura são distintas consoante os grupos etários. No
período infantil, malformações congénitas e o baixo peso, por exemplo; nos jovens, acidentes; na idade
adulta, doenças crónicas não transmissíveis, como as doenças cérebro-cardiovasculares e a doença
oncológica. Como determinantes das causas de mortalidade, têm sido apontados o tabagismo,
sedentarismo, maus hábitos alimentares (comportamentos e estilos de vida não saudáveis).

www.dgs.pt (consultado em setembro de 2015)


Na resposta a cada uma das questões de 1 a 8, seleciona a única opção que permite obter uma afirmação
correta.
V2- 1.D 2.
1. Segundo a Organização Mundial de Saúde, um indivíduo é saudável quando…

(A) está infetado, mas não manifesta sintomas de doença.


(B) não tem de recorrer ao médico.
(C) não apresenta sinais físicos da doença.
(D) apresenta um completo bem-estar físico, mental e social.

2. O domínio psicológico da qualidade de vida refere-se à…

(A) capacidade da pessoa para ultrapassar as dificuldades da vida.


(B) relação da pessoa com o dinheiro e com os bens materiais.
(C) educação, hábitos e valores que a pessoa desenvolve ao longo da vida.
(D) noção que a pessoa tem da sua própria condição física.

3. A esperança de vida à nascença na União Europeia

????(A) aumentou mais de seis anos na última década, tendo a mortalidade prematura diminuído.
(B) atingiu 79 anos em 1980, tendo a mortalidade prematura aumentado.
(C) tem vindo a aumentar desde 1980, assim como a mortalidade prematura.
(D) aumentou de 1980 a 2010, tendo ocorrido a diminuição da mortalidade prematura.

4. A expressão “Pode esperar-se que mais de três quartos destes anos de vida sejam vividos sem limitações
da atividade” refere-se ao conceito de…

(A) anos potenciais de vida perdidos.


(B) esperança de vida de boa saúde.
(C) esperança de vida sem doença crónica.
(D) esperança de vida.
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5. A qualidade de vida envolve quatro domínios, como por exemplo o ______ estando as causas de morte
prematura incluídas no domínio ______.

(A) económico e cultural ... psicológico


(B) psicológico e cultural ... biológico
(C) biológico e cultural ... económico
(D) económico e psicológico ... cultural

6. Em Portugal, os jovens morrem prematuramente devido a…

(A) diabetes.
(B) cancro.
(C) excesso de peso.
(D) acidentes.

7. Os anos potenciais de vida perdidos, em Portugal…

(A) têm diminuído desde 2012 e espera-se que continuem a diminuir.


(B) têm aumentado desde 2012 e espera-se que continuem a aumentar.
(C) aumentaram de 2012 para 2013 e diminuíram de 2013 para 2014.
(D) diminuíram de 2012 para 2013 e aumentaram de 2013 para 2014.

8. O aumento da longevidade na UE deve-se ______ e à diminuição de doenças provocadas por _____.

(A) ao aumento da natalidade ... agentes biológicos


(B) a melhores comportamentos de saúde ... fatores hereditários
(C) a melhores condições de vida ... agentes patogénicos
(D) a melhores condições de trabalho ... antibióticos

9. Considera-se que a qualidade de vida é um conceito multidimensional, uma vez que inclui vários domínios.
Identifica os domínios considerados para a qualidade de vida descritos nas frases que se seguem, utilizando
os números da chave.
CHAVE:
I – Domínio biológico III – Domínio económico
II – Domínio cultural IV – Domínio psicológico
(A) A Joana fazia desportos radicais todos os verões, mas nas últimas férias sofreu um acidente grave e
atualmente faz fisioterapia para conseguir voltar a andar.
(B) O João está desempregado e, por isso, anseia encontrar trabalho, enquanto o António ganha o salário
mínimo e todos os dias tenta encontrar um trabalho melhor.
(C) Para os habitantes da Figueira da Foz, deixar de festejar o Carnaval seria uma perda impensável,
enquanto outras cidades não dão qualquer importância a estes festejos.
(D)O Lucas adora atividade física mas não aceita convites para participar em atividades desportivas
escolares porque tem medo e nunca acredita que pode sair-se bem.
(E) A Margarida receia participar oralmente nas aulas, pois a sua voz rouca é alvo de gozo por parte dos
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colegas.

A-I B – III C – II D – IV E – IV

N.º de correspondências corretamente Cotação (pontos)


estabelecidas
4-5 6pontos
2- 3 3pontos

10. Faz corresponder a cada tipo de agente patogénico expresso na coluna A os elementos apresentados na
coluna B.

Coluna A Coluna B
(1) Fatores como a radioatividade.
(a) Agentes patogénicos biológicos (2) Smog.
(b) Agentes patogénicos físicos (3) Pesticidas.
(c) Agentes patogénicos químicos (4) Microrganismos, tais como fungos e bactérias.
(d) Agentes patogénicos ambientais (5) Vagas de calor.
(6) Herbicidas.

a–4 b – 1 c – 3, 6 d – 2; 5

N.º de correspondências corretamente Cotação (pontos)


estabelecidas
4-5 6pontos
2- 3 3pontos

11. O gráfico seguinte representa a evolução da esperança de vida à nascença em Portugal, entre 1974 e
2012.

Fontes/Entidades: INE, PORDATA

11.1. Descreve a variação da esperança de vida à nascença em Portugal, entre 1974 e 2012.

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 Desde 1974 até 2012, a esperança de vida à nascença aumentou significativamente, quer para os
homens quer para as mulheres.
 As mulheres apresentam sempre maior esperança de vida, em relação aos homens.
 Em 1974, elas não atingiam os 70 anos e atualmente ultrapassam os 80 anos.
 Em 1974, os homens não atingiam os 65 anos e atualmente atingem os 80 anos.

11.2. Indica três razões que podem ter conduzido a esta evolução da esperança de vida à nascença em
Portugal.

 Melhoria dos cuidados de saúde (acesso à assistência médica, educação para a saúde, sensibilização
para a pratica de uma alimentação saudável, pratica de exercício físico)
 Melhoria das condições de habitação
 Melhoria das condições de trabalho

11.3. Formula uma hipótese explicativa para as diferenças encontradas na esperança de vida à nascença
entre os indivíduos dos dois sexos.

As diferenças na esperança de vida à nascença, que é maior para as mulheres, talvez tenham como
causas, os maiores comportamentos de risco por parte dos homens e fatores genéticos ( maior violência)

12. Classifica como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmações.

(A) As causas de morte prematura são responsáveis pela perda de potenciais anos de vida.
(B) A esperança de vida aos 65 anos tem diminuído em Portugal, para homens e mulheres.
(C) Em Portugal, nos indivíduos do sexo feminino, a morte prematura é devida, sobretudo, a violência e
acidentes
(D) Em Portugal, nos indivíduos do sexo feminino, as principais causas de morte prematura recaem nas
causas externas.
(E) As doenças cardiovasculares são um dos principais responsáveis pelo número potencial de anos
perdidos em Portugal.
A-V B–F C–F D–F E–V

N.º de afirmações corretamente Cotação (pontos)


avaliadas
4-5 6pontos
2- 3 3pontos

13. Justifica a classificação atribuída à alínea A.

As causas de morte prematura são principalmente os acidentes e toda a morte antes dos 70 anos
correspondem a anos potenciais de vida perdidos.

14. Relaciona os desenvolvimentos científicos e tecnológicos com o aumento da esperança de vida, em


especial nos países desenvolvidos.

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O desenvolvimento tecnológico e científico permite:


 Diagnóstico mais rápido e eficaz das doenças que podem reduzir a esperança de vida;
 Desenvolvimento de tratamentos mais eficazes, que aumentam a esperança de vida.

15. Faz corresponder cada uma das definições, expressas na coluna A, à respetiva designação, que consta na
coluna B. Utiliza cada letra e cada número apenas uma vez.
Coluna A Coluna B
(a) Número de anos que um ser humano, a partir do momento em (1) Saúde
que nasce, pode esperar viver. (2) Qualidade de vida
(b) Situação anormal que afeta o organismo ou parte dele. (3) Anos potenciais de vida
(c) Número de anos não vividos devido a uma morte prematura, perdidos
tendo por referência uma idade-limite para a vida. (4) Esperança de saúde
(d) Número de internamentos hospitalares por infeção de (5) Esperança de vida
Klebsiella pneumoniae. (6) Doença
(e) Número de anos que um ser humano pode esperar viver com (7) Mortalidade
saúde.

a-5 b–6 c–3 d–- e–4

N.º de correspondências corretamente Cotação (pontos)


estabelecidas
4-5 6pontos
2- 3 3pontos

16.Na resposta a cada uma das questões de 16.1 a16.3, seleciona a única opção que permite obter uma
afirmação correta.
16.1 A prática de exercício físico é uma medida individual de promoção da saúde, tal como...
(A) um adequado plano de ordenamento do território.
(B) uma higiene corporal adequada.
(C) a existência de um programa nacional de vacinação.
(D) a implementação de campanhas de rastreio.

16.2 A SIDA é uma doença contagiosa, que ...


(A) se caracteriza pela ausência de microrganismos na sua origem.
(B) não se transmite de indivíduo para indivíduo.
(C) se transmite por via sexual e pelo contacto com sangue contaminado.
(D) tem como fator de risco a hipertensão.

16.3 A SIDA é causada por um agente patogénico...


(A) físico.
(B) ambiental.
(C) químico.
(D) biológico.

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Grupo II

Nas últimas décadas, tem-se observado a proliferação de bactérias patogénicas, envolvendo uma variedade
de doenças, que apresentam resistência a múltiplos antibióticos, sendo, portanto conhecidas como bactérias
multirresistentes.
As bactérias em destaque, na atualidade, são as produtoras de uma enzima denominada carbapenemase,
mais especificamente a KPC, sigla de Klebsiella pneumoniae carbapenemase, por terem sido encontradas
inicialmente nessa bactéria. A KPC é uma enzima produzida por bactérias que confere resistência aos
antibióticos. As bactérias têm a capacidade de transferir o seu material genético e, consequentemente, os
genes de resistência. Essa fácil disseminação dificulta o controlo de epidemias e preocupa os profissionais da
área de saúde, pois o tratamento destas infeções é extremamente difícil, elevando as altas taxas de
mortalidade.

Aplicação do antibiótico Grau de resistência

baixo alto

Figura 2 – Evolução esquemática de uma população de bactérias após aplicações sucessivas de antibióticos.

Cefalosporinas Fluoroquinolonas Aminoglicosídeos Resistência


Estados UE
3a geração (%) (%) (%) Combinada* (%)
Portugal 38,7 35,8 31,8 25,1
Alemanha 13,0 13,7 8,3 6,2
Eslováquia 62,7 66,8 63,0 55,3
Espanha 16,7 14,1 14,1 8,9
Finlândia 1,7 2,1 0,4 0,2
Grécia 70,9 69,7 62,9 59,9
Holanda 6,7 5,4 6,3 2,7
Polónia 60,5 60,2 51,8 48,4
Rep. Checa 51,2 50,4 50,4 41,8
Suécia 2,8 3,7 2,5 1,4
Média UE 25,7 25,3 22,2 18,5
*Resistência combinada: resistência às cefalosporinas de 3. a geração, fluoroquinolonas e aminoglicosídeos.

Figura 3 – Klebsiella pneumoniae: percentagem de isolados invasivos com resistência às cefalosporinas de 3. a geração,
fluoroquinolonas, aminoglicosídeos e resistência combinada*, em países da União Europeia.

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Na resposta a cada um dos itens de 1. a 5., seleciona a única opção que permite obter uma afirmação
correta.
1. Os antibióticos são medicamentos de…
(A) … toma livre e são eficazes contra bactérias.
(B) … receita médica obrigatória e são eficazes contra bactérias.
(C) … toma livre e são eficazes contra vírus.
(D) … receita médica obrigatória e são eficazes contra vírus.

2. A percentagem de isolados de Klebsiella pneumoniae em Portugal que apresentam multirresistência é de…


(A) … cerca de 30%, inferior à média da União Europeia.
(B) … cerca de 25%, inferior à média da União Europeia.
(C) … cerca de 30%, superior à média da União Europeia.
(D) … cerca de 25%, superior à média da União Europeia.

3. O uso de antibióticos tem como finalidade…


(A) … prevenir doenças infeciosas.
(B) … prevenir doenças não infeciosas.
(C) … tratar doenças infeciosas.
(D) … tratar doenças não infeciosas.

4. De acordo com os dados da tabela, a maior proporção de isolados sensíveis aos antibióticos foi registada
na…
(A) … Finlândia.
(B) … Suécia.
(C) … Polónia.
(D) … Grécia.

5. A resistência aos antibióticos de Klebsiella pneumoniae resulta da…


(A) … presença de uma enzima e a informação genética que a determina pode ser transmitida a outras
bactérias.
(B) … ausência de uma enzima e a informação genética que a determina pode ser transmitida a outras
bactérias.
(C) … presença de uma enzima e a informação genética que a determina não é transmissível a outras
bactérias.
(D) … ausência de uma enzima e a informação genética que a determina não é transmissível a outras
bactérias.

6. Explica, de acordo com os dados da figura 2, porque é que o uso intensivo de antibióticos tem contribuído
para o aumento da resistência bacteriana
A resposta deve contemplar os seguintes tópicos:

 Referência ao facto de as aplicações sucessivas de antibióticos eliminarem as bactérias de baixo grau de


resistência e aumentarem as bactérias de alto grau de resistência.- bactérias multirresistentes
 Relação entre o aumento do número de bactérias resistentes e a diminuição da eficácia dos antibióticos.

Na comunicação em língua portuguesa, os níveis de desempenho são os que a seguir se descrevem:


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Nível 3 – Composição bem estruturada, sem erros de sintaxe, de pontuação e/ou de ortografia ou com erros esporádicos cuja
gravidade não implique perda de inteligibilidade e/ou coerência e de rigor de sentido.
Nível 2 – Composição razoavelmente estruturada, com alguns erros de sintaxe, de pontuação e/ou ortografia, cuja gravidade não
implique perda de inteligibilidade e/ou de sentido.
Nível 1 – Composição sem estruturação, com presença de erros graves de sintaxe, de pontuação e/ou Ortografia, cuja gravidade
implique perda de inteligibilidade e/ou de sentido.

Descritores do nível de desempenho no domínio Níveis*


da comunicação escrita em língua portuguesa
Descritores do nível de desempenho
1 2 3
no domínio específico da disciplina
A resposta contempla os dois tópicos.
4 - apresenta organização coerente dos conteúdos; 10 11 10
- aplica linguagem científica adequada.
A resposta contempla os dois tópicos.
3 - apresenta falhas de coerência na organização dos conteúdos;
8 9 10
Ou
- apresenta falhas na aplicação da linguagem científica.
Níveis
A resposta contempla um dos tópicos.
2 - aplica linguagem científica adequada. 5 6 7
- aplica linguagem científica adequada.
A resposta contempla um tópico.
- apresenta falhas na aplicação da linguagem científica.
1 3 4 5
Ou
- apresenta falhas na aplicação da linguagem científica.
BOM TRABALHO!
FIM

Questão Cotação Questão Cotação% Questão Cotação%


%
10. 4 Grupo II- 25%
Grupo I- 75%
11.1 4
1. 3 11.2 6 1. 3
2 3 11.3 4 2. 3
3. 3 12. 4 3. 3
4. 3 13. 4 4. 3
5. 3 14. 6 5. 3
6. 3 15. 4 6. 10
7. 3 16.1 3 Total=100%
8. 3 16.2 3
9. 6 16.3 3

A Professora: Ana Teresa Mesquita

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