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Universidade do Estado de Santa Catarina 
Centro de Artes – CEART 
Departamento de Música – DMU 
Laboratório de Ensino da Área de Fundamentos da Linguagem Musical | Sala 13 

 
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REPERTÓRIO
 

 
 
 
 

 
para a disciplina 
H A R M O N I A 
Prof. Sérgio Paulo Ribeiro de Freitas 
 
 
Florianópolis 
out / dez 2o11 
 
Universidade do Estado de Santa Catarina 
Centro de Artes – CEART 
Departamento de Música – DMU 
Laboratório de Ensino da Área de Fundamentos da Linguagem Musical | Sala 13 

CADERNO DE REPERTÓRIO 
para a disciplina  H A R M O N I A 
Prof. Sérgio Paulo Ribeiro de Freitas 
Florianópolis | out / dez 2o11 
Índice 
Representação dos fundamentos diatônicos da tonalidade de Dó‐Maior  01
Gabarito para o estudo de planos tonais  02
Gabarito para o estudo de planos tonais (em branco)  03
Referências do emprego do ciclo de terças menores no repertório popular e jazzístico  04
Referências do emprego do ciclo de terças maiores no repertório popular e jazzístico  04
 
1. A Ostra e o Vento 05
2. All The Things You Are 07
3. Amazon River 08
4. Baubles, Bangles & Beads 09
5. Bess, You Is My Woman Now 10
6. Central Park West 11
7. Chorinho pra Ele 12
8. Con Alma 13
9. Countdown 14
10. Desafinado 15
11. Dom de Iludir 16
12. Eu e a Brisa 17
13. Flora 18
14. Forest Flower 24
15. Garota de Ipanema 25
16. Giant Steps 26
17. Have You Met Miss Jones? 27
18. Hino Ao Sol 28
19. Hotel Overture, Hotel Vamp 29
20. If Ever I Would Leave You 30
21. I'll Remember April 31
22. Lamentos 32
23. Litha 34
24. Lohengrin: “Elsas Traum” (Trecho) 35
25. Madalena 36
26. Pensativa 37
27. Samambaia 38
28. Sapato Velho 42
29. Setembro 43
30. Sim ou Não 45
31. Sonata Op. 53 “Waldstein (1º movimento) 46
32. Sonatina Nº8 em Sol Maior 53
33. String Quartet, Op. 54/1, II (Trecho) 54
34. The Midnight Sun 57
35. Triste 58
36. Tune-Up 59
Representação dos fundamentos diatônicos da tonalidade de Dó‐maior 
 

 
 
Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui?  
Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. 
Instituto de Artes, Unicamp, 2010. p. 283 
Gabarito para o estudo de planos tonais 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui?  
Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. 
Instituto de Artes, Unicamp, 2010. p. 293 
 

 
 
 
Referências do emprego do ciclo de terças menores no repertório popular e jazzístico 
 
Nettles e Graf (1997, p. 165) citam o “ciclo incompleto” GBbGE que demarca os principais lugares
1941 de chegada no jazz standard “I’ll Remember April”, música de Gene de Paul e letra de Patricia Johnston e
Don Raye escrita em 1941.
O “ciclo incompleto” EbCA demarca os principais lugares de chegada do samba canção “Hino ao Sol”
1954
de Tom Jobim e Billy Blanco de 1954 (cf. FIG. 6.11).
No tópico “centros tonais que se deslocam por terças menores”, Levine (1995, p. 366-367) cita a progressão
1960 BDAbF que sustenta a composição “Central Park West” de John Coltrane gravada no álbum
“Coltrane’s Sound” de 1960.
O ciclo ACEbGb demarca o plano tonal de “Forest Flower” (cf. FIG. 6.11), composição do
1966
saxofonista norte americano Charles Lloyd gravada no álbum homônimo de 1966.
Outro caso mencionado por Levine é a progressão FDBAb empregada por Donald Byrd em sua “Fly
1966
Little Bird Fly”, composição gravada no álbum “Mustang” de 1966.
Strunk (1999, p. 259-260) comenta o ciclo D7MB7MAb7MF7MD7M nos compassos iniciais de
1967
“Litha”, composição de Chick Corea de 1967.
“Hotel Vamp” é um verdadeiro tour de force do ciclo de terças menores, composição do contrabaixista norte
1974
americano Steve Swallow gravada com o vibrafonista Gary Burton no álbum “Hotel Hello” de 1974.
“Setembro” (cf. FIG. 6.8) composição de Ivan Lins que, nos oito compassos iniciais, fecha o ciclo
1980
CAF#Eb.
“Sapato Velho” (cf. FIG. 1.4 e 1.5), composição de Mú, Cláudio Nucci e Paulinho Tapajós em que as áreas
1981 tonais do ciclo AF#EbC se acham distribuídas de maneira engenhosamente assimétrica, dificultando a
decifração imediata do plano tonal.
 

 
Referências do emprego do ciclo de terças maiores no repertório popular e jazzístico 
 
Relações de terceira (Bb:D:F#:) no plano tonal da balada “Bess, You is My Woman”, George e Ira
1935
Gershwin...
Relações de terceira (Bb:Gb:D:Gb:) na seção B da canção “Have you met Miss Jones?” de Richard
1937
Rodgers e Lorenz Hart...
Relações de terceira (Ab:C: E:Ab:) no plano tonal da canção “All The Things You Are”, Jerome
1939
Kern e Oscar Hammerstein II...
Relações de terceira (C:Ab:E:C:) no plano tonal da balada “The Midnight Sun”, Lionel Hampton e
1947
Sonny Burke
Relações de terceira (Ab:C:E:Ab:) no plano tonal da canção “Baubles, Bangles & Beads”, creditada a
1953 Robert Wright e George Forrest... uma recriação do segundo tema (a partir do compasso 29, meno mosso) do
Scherzo do Quarteto de cordas n.2 em Ré-maior do compositor russo Alexander Borodin (1833-1887)...
1959 Relações de terceira (B:Eb:G:) em Giant Steps de John Coltrane...
Relações de terceira (Bb:D:F#:Bb:) no plano tonal da canção “If Ever I Would Leave You”,
1960
composição de Alan Jay Lerner e Frederick Loewe para o musical “Camelot”
1986 Relações de terceira (C:Ab:E:C:) no plano tonal da canção “Dom de iludir” de Caetano Veloso
 
 
Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui?  
Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. 
Instituto de Artes, Unicamp, 2010. Capítulo 6 
[... enarmonias e (re)cifragem para análise, a
partir da transcrição de Fred Martins e Ricardo
A ostra o vento
Gilly para a edição de Almir Chediak ] Chico Buarque
[ versão: CHICO ao vivo - As Cidades | 1999 ]

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Laboratório de Ensino da Área de Fundamentos da Linguagem Musical
Universidade do Estado de Santa Catarina - Udesc | Prof.: Sérgio Freitas - outubro 2005
A ostra o vento | Chico Buarque 02

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Universidade do Estado de Santa Catarina – Udesc
Centro de Artes – Ceart harmonia & simetria
Departamento de Música Professor: Sérgio Paulo Ribeiro de Freitas
Laboratório de Ensino da Área de Fundamentos da Linguagem Musical 2º semestre de 2005
Amazon River Dori Caymmi (1991)
refrão (final)

G#m7 E7M9 F#13 B7M E7M Fm7(b5) Bb13 Eb7M Dm7(b5) G7


/G# /G /F#

Cm7 Ab7M9 Bb13 Eb7M Ab7M Am7(b5) D13 G7M F#m7(b5) B7


/C /Cb /Bb

Em7 C7M9 D13 G7M C7M C#m7(b5) F#13 B7M A#m7(b5) D#7
/E /Eb /D

Fonte: SMARÇARO, Júlio César Caliman. O Cantador: a música e o violão de Dori Caymmi. Universidade Estadual de Campinas, 2006
(Dissertação de Mestrado). Disponível em: <http://libdigi.unicamp.br/document/?view=vtls000391597>. (p. 125-126 e 181)
 

De 1953, a canção “Baubles, Bangles & Beads" creditada a Robert Wright e George Forrest foi composta para o musical “Kismet” e seus versos se apoiam sobre as harmonias do ciclo
AbCEAb. As canções do musical “Kismet” são adaptações ou paráfrases de obras do repertório erudito e, como se sabe, “Baubles, Bangles & Beads" é uma recriação da melodia do
segundo tema (a partir do compasso 29, meno mosso) do Scherzo do Quarteto de cordas n.2 em Ré-maior do compositor russo Alexander Borodin (1833-1887). Assim, originalmente, a
canção foi escrita em compasso ternário, mas, convertida em um quatro por quatro moderato, consagrou-se como um número popular-jazzistico que, com sua avançada harmonia, vem
desafiando diversos artistas, inclusive brasileiros, como Jobim (que gravou a canção com Frank Sinatra), Eumir Deodato (que gravou “Baubles...” no álbum Prelude de 1972) e Eliane Elias.

 
Que acorde ponho aqui? 
MP430 Harmonia IV Elementos para o estudo da teoria da harmonia na música popular 
dezembro 2oo9 Sérgio Paulo Ribeiro de Freitas 
 
 
Q UE ACORDE PONHO AQUI ? 
MP430 Harmonia IV Elementos para o estudo da teoria da harmonia na música popular 
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Chorinho Pra Ele
(Choro) = 86 Hermeto Pascoal

Intro

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A

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G 7 Am7 D13 GMaj7 G6

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Dm9 G 76 CMaj7 E7 9 E7 /G G 7 Am7


1.

(Fim)
7 7
F9 B 6 E 9 A 6 D 9 C9 FMaj7 D9
Chorinho Pra Ele (cont.)

2. B

FMaj7 E m9 A 13 D Maj13 E 7

E 7sus4 A 13 D Maj7 D 6

F m9 Am9

Cm9 E m9
D.S. al Fine

GMaj7
CON ALMA
Dizzy Gillespie (1917-1993)
1957

MP430 Harmonia IV sérgio paulo ribeiro de freitas | Udesc


c2sprf@gmail.com
outubro 2009
 

 
 
Que acorde ponho aqui? 
MP430 Harmonia IV Elementos para o estudo da teoria da harmonia na música popular 
dezembro 2oo9 Sérgio Paulo Ribeiro de Freitas 
 
 
 
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29 Bbmaj7 Dm7 B7 Cmaj7 Gm7


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33 Fmaj7 Gm7 Am7 Bb9 Amaj7


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Universidade do Estado de Santa Catarina
Laboratório de Ensino da Área de Fundamentos da Linguagem Musical
Teoria da Harmonia & Música Popular | Prof. Sérgio Freitas
Universidade do Estado de Santa Catarina – Udesc
Centro de Artes – Ceart Harmonia & simetria
Departamento de Música Professor: Sérgio Paulo Ribeiro de Freitas
Laboratório de Ensino da Área de Fundamentos da Linguagem Musical 2º semestre de 2005

Gilberto Gil: Flora (1978)


Formato geral:
Parte 1 [idosa] Parte 2 [bela senhora] Parte 3 [futura] retransição coda
1ª estrofe 2ª estrofe 3ª estrofe 4ª estrofe 5ª estrofe 6ª estrofe
versos:
1. 2.
a b c d a b c ‘n’ d abcd a b c ‘n’ d abcd a b c ‘n’ d
C: Db: D: C:

mot 1

mot 2 e 3

Parte 1 [idosa] Parte 2 [bela senhora]


1ª estrofe 3ª estrofe
a _ mot 1 Imagino-te já idosa a _ mot 1 Imagino-te jaqueira
b _ mot 1 Frondosa toda folhagem b _ mot 1 Postada à beira da estrada
c _ mot 1 Multiplicada a ramagem c _ mot 1 Velha, forte,farta, bela
d _ mot 2 + 3 De agora d _ mot 2 + 3 Senhora

d
Gilberto Gil: Flora (1978) 2

Reinterpretando os ‘nomes (funções) das notas’ e os ‘nomes (cifras/funções) dos acordes’:


Compasso 7 e 25 Compasso 11 e 29

2ª estrofe
a _ mot 1 Tendo tudo transcorrido
b _ mot 1 Flores e frutos da imagem
c _ mot 1 Com que faço essa viagem
n _ mot 1 Pelo reino do teu nome
d _ mot 2 + 3 Ó, Flora.

‘n’

Compasso 33
Gilberto Gil: Flora (1978) 3
4ª estrofe
a _ mot 1 Pelo chão, muitos caroços
b _ mot 1 Como que restos dos nossos
c _ mot 1 Próprios sonhos devorados
n _ mot 1 Pelo pássaro da aurora
d _ mot 2 + 3 Ó, Flora.

‘n’

d
Gilberto Gil: Flora (1978) 4

Parte 3 [futura]
5ª estrofe
a _ mot 1 Imagino-te futura
b _ mot 1 Ainda mais linda, madura
c _ mot 1 Pura no sabor de amor e
d _ mot 2 + 3 De amora

Compasso 55 Compasso 59
Gilberto Gil: Flora (1978) 5

6ª estrofe
a _ mot 1 Toda aquela luz acessa
b _ mot 1 Na doçura e na beleza
c _ mot 1 Terei sono, com certeza
n _ mot 1 Debaixo da tua sombra
d _ mot 2 + Ó, Flora.

‘n'

Compasso 73 Compasso 77

Compasso 81
Gilberto Gil: Flora (1978) 6

Retransição:

Coda (intro)

Gilberto Gil: Todas as letras: incluindo letras comentadas pelo compositor / organização: Carlos
Rennó, São Paulo : Companhia das Letras, 1996.

“Fiz as duas primeiras partes [cada parte dividida, na presente transcrição, em duas estrofes] num dia e,
insatisfeito com isso, fiz no outro a terceira, que me satisfez menos. Aquelas são muito profundas, densas, e a
última mais diluída, ornamental – ficou como se fosse um presente pra ela, Flora. Ainda assim achei melhor
mantê-la, pela mania minha do três; pela idéia de síntese que o número três dá. Às vezes duas partes são
suficientes, mas em geral eu prefiro colocar mais uma, para promover dois deslocamentos semânticos entre as
unidades – um, da primeira para a segunda, e outro, da segunda para a terceira. Quer dizer: três (partes) para
dois (movimentos).”
Universidade do Estado de Santa Catarina – Udesc
Centro de Artes – Ceart Harmonia & simetria
Departamento de Música Professor: Sérgio Paulo Ribeiro de Freitas
Laboratório de Ensino da Área de Fundamentos da Linguagem Musical 2º semestre de 2005
 
 

 
Universidade do Estado de Santa Catarina – Udesc
Centro de Artes – Ceart Harmonia
Departamento de Música Professor: Sérgio Paulo Ribeiro de Freitas
Laboratório de Ensino da Área de Fundamentos da Linguagem Musical 2º semestre de 2005
 

 
“Rio de Janeiro, sinfonia popular em tempo de Samba” 

Hino ao Sol
Tom Jobim e Billy Blanco, 1954 

 
 
MP430 Harmonia IV
Sérgio Paulo Ribeiro de Freitas | Udesc 
  outubro de 2oo9 
Lamentos _pg. 2
 

 
 
 
ALDWELL, Edward, e SCHACHTER, Carl. Harmony and voice leading. 
New York: Harcourt Brace Jovanovich College Publishers, 1989. 
Cromatismo em amplos contextos | áreas tonais cromáticas | p. 570
“#IV as a goal” Joseph Haydn String Quartet, Op. 54/1, II

 
                                                                                                                                                      G:      I
 
 
 

 
 
 

 
 
 

 
 
 
 
 

 
 
 

 
“#IV as a goal”| Joseph Haydn String Quartet, Op. 54/1, II 2
 

 
 
 
 
 

 
 
 

 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 

 
 
“#IV as a goal”| Joseph Haydn String Quartet, Op. 54/1, II 3
 

 
 
 
 
 

 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 

 
Universidade do Estado de Santa Catarina – Udesc    Disciplina: TEORIA MUSICAL 
Centro de Artes – CEART  Florianópolis | mar 2o11 
Departamento de Música – DMU  Prof. Sérgio Paulo Ribeiro de Freitas 
 

Tune‐up, standard de Eddie Vinson gravado por Miles Davis em 1956 

 
 
 
 

 
 
 
 

 
 
 
 

 
 
 
ALDWELL, Edward, e SCHACHTER, Carl. Harmony and voice leading. 
New York: Harcourt Brace Jovanovich College Publishers, 1989. 
Cromatismo em amplos contextos | áreas tonais cromáticas | p. 570
“#IV as a goal” Joseph Haydn String Quartet, Op. 54/1, II

 
                                                                                                                                                      G:      I
 
 
 

 
 
 

 
 
 

 
 
 
 
 

 
 
 

 
“#IV as a goal”| Joseph Haydn String Quartet, Op. 54/1, II 2
 

 
 
 
 
 

 
 
 

 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 

 
 
“#IV as a goal”| Joseph Haydn String Quartet, Op. 54/1, II 3
 

 
 
 
 
 

 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 

 
Universidade do Estado de Santa Catarina – Udesc    Disciplina: TEORIA MUSICAL 
Centro de Artes – CEART  Florianópolis | mar 2o11 
Departamento de Música – DMU  Prof. Sérgio Paulo Ribeiro de Freitas 
 

Tune‐up, standard de Eddie Vinson gravado por Miles Davis em 1956