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Livro Eletrônico

Aula 02 (Profs. Guilherme e Tonyvan)

C03- Auditoria p/ SEFAZ-BA (Auditor Fiscal - Administração


Tributária) Com videoaulas - Pós-Edital
Guilherme Sant Anna, Tonyvan de Carvalho Oliveira

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Guilherme Sant Anna, Tonyvan de Carvalho Oliveira
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Sumário
Introdução ......................................................................................................................... 2
Cronograma de Aulas ........................................................................................................................ 3
Motivação da Aula ............................................................................................................................ 3
1. Contextualização ........................................................................................................... 5
2. Planejamento da Auditoria ............................................................................................ 9
3. Documentação de Auditoria ........................................................................................ 21
4. Lista de Questões de Concursos Anteriores .................................................................. 32
5. Gabarito sem comentários ........................................................................................... 53
6. Questões de Concursos Anteriores Resolvidas e Comentadas ...................................... 54
7. Respostas das questões subjetivas ............................................................................. 104
8. Resumo em mapas, esquemas e tópicos .................................................................... 108
9. Bibliografia ................................................................................................................ 114

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INTRODUÇÃO

O E C

Éà à à à à à à à à à CUR“O DE AUDITORIA P “EFA)


BA à à à àFCC à

Havendo qualquer dificuldade na compreensão da teoria ou na resolução dos


exercícios, não deixe de entrar em contato conosco pelo fórum de dúvidas e
também por meio de nossas redes sociais! Vamos à nossa aula!

Tonyvan Carvalho (@professortonyvancarvalho)


G à“ á à

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CRONOGRAMA DE AULAS

V à à à à à à à

Aula Tema Início em Progresso Porcentagem

Conceito e definição de auditoria. Auditoria


interna, externa e fiscal: Conceito, objetivos,
Aula 0 Disponível 10% 10%
forma de atuação, responsabilidades e
atribuições.

Normas Brasileiras para o Exercício da


Aula 1 Disponível 10% 20%
Auditoria Interna (NBC TI e PP 01).

Planejamento de auditoria: Plano de auditoria


Aula 2 e programas de auditoria. Papéis de trabalho: Disponível 15% 35%
finalidade, organização e tipos.

Amostragem estatística: tipos, tamanho, risco


de amostragem, seleção e avaliação do
Aula 3 26/mar 15% 50%
resultado do teste. Independência do
Auditor.

Evidências: Documentos, livros, declarações.


Aula 4 03/abr 15% 65%
Técnicas de auditoria.

Relatório de auditoria: finalidade, tipos,


Aula 5 objetividade, clareza, condição, critério, 11/abr 15% 80%
causa, efeito e recomendação.

Avaliação do controle interno (contábil,


administrativo e operacional). Existência e
Aula 6 19/abr 10% 90%
controle interno. Uso do trabalho de outros
profissionais.

Aula 7 Simulado e revisão em mapas mentais. 27/abr 10% 100%

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MOTIVAÇÃO DA AULA

V à à à à à à à à à àT à à à à à

LISTA DE PERGUNTAS
1) O que é planejamento de auditoria?
2) Quais as atividades que devem ser realizadas pelo auditor no início do trabalho de auditoria
corrente?
3) Como o planejamento de auditoria está dividido?
4) Qual a relação existente entre plano de auditoria e estratégia global?
5) Quais as obrigações do Auditor ao definir a estratégia global?
6) Quais as obrigações do Auditor ao definir o plano de auditoria?
7) O planejamento de auditoria é imutável?
8) Quais as obrigações do Auditor antes de começar os trabalhos de auditoria inicial?
9) O planejamento deve ser encerrado antes de iniciados os trabalhos?
10) Cite aspectos que o planejamento deve considerar antes da identificação e avaliação pelo
auditor dos riscos de distorções relevantes?
11) Caracterize o plano de auditoria.
12) O que é Documentação de Auditoria?
13) O que é auditor experiente?
14) A forma, o conteúdo e a extensão da documentação de auditoria dependem de quais
fatores?
15) A documentação de auditoria substitui os registros contábeis da entidade?
16) Qual o período de retenção da documentação de auditoria?
17) Qual o limite de tempo apropriado para concluir a montagem do arquivo final de auditoria?
18) De quem é a propriedade da documentação de auditoria?

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1. CONTEXTUALIZAÇÃO
Podemos dividir o trabalho da auditoria em 3 (três) grandes fases: o planejamento; a execução; e a
emissão do relatório (opinião) do auditor.
Essa divisão é utilizada em grande parte pela doutrina, até por servir a fins didáticos. As normas de
auditoria independente não fazem essa separação (ou categorização) de forma expressa. As normas
de auditoria governamental, por sua vez, versam sobre esse fluxo de trabalho (planejamento;
execução; relatório), motivo pelo qual as utilizaremos nesse momento de contextualização.
Saibam que o objetivo desta seção é, como o nome diz, contextualizar os assuntos a serem
à à àO à à à à à à à à à à
na sequência.
Pois bem, na aula de hoje iremos abordar a primeira fase da auditoria o Planejamento (além da
Documentação). Essa é uma etapa de fundamental importância em qualquer processo
administrativo. Afinal, por meio do planejamento definem-se os objetivos a serem atingidos e como
alcançá-los.
Segundo o glossário de termos do controle externo do TCU, a é processo sistemático,
documentado e independente de se avaliar objetivamente uma situação ou condição para
determinar a extensão na qual os critérios aplicáveis são atendidos, obter evidências quanto a esse
atendimento e relatar os resultados dessa avaliação a um destinatário predeterminado
Cada uma das etapas da auditoria é integrada por atividades, iniciando-se com o planejamento,
seguindo com a fase de execução, e terminando com a emissão do relatório. Ressalta-se, todavia,
que o planejamento não é uma fase estanque ou isolada, devendo ser atualizado a qualquer
momento, inclusive durante a execução do trabalho de coleta de evidências que dão suporte às
conclusões do auditor. Além dessas 03 (três) etapas, considera-se que alguns aspectos são
transversais e perpassam por todas as fases do processo de auditoria, tais como: controle de
qualidade, documentação e comunicação. Estes aspectos contribuem para garantir a eficácia e a
credibilidade do trabalho da auditoria.
Vejamos o esquema a seguir, que ilustra bem as etapas do fluxo do trabalho da auditoria:

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Fonte: Programa de aprimoramento profissional em Auditoria do TCU Auditoria governamental (2011)

O planejamento é a fase do processo de auditoria em que se desenvolve e se documenta o plano de


um trabalho específico, estabelecendo-se o escopo, o prazo e a alocação de recursos, bem como
desenvolvendo-se os procedimentos necessários para consecução do objetivo da auditoria, tais
como: obtenção da visão geral do objeto de auditoria; identificação e avaliação de objetivos, riscos
e controles; elaboração do programa ou projeto de auditoria; e elaboração preliminar de papéis de
trabalho.
Já a execução do programa ou projeto de auditoria é a fase na qual a equipe utiliza as fontes de
informação e aplica os procedimentos previstos durante o planejamento em busca de evidências
para fundamentar as conclusões. O auditor realiza testes, coleta evidências, desenvolve os achados
ou constatações e documenta o trabalho realizado, observando as normas, o método ou os padrões
de auditoria.
Por fim, o relatório, que consiste no instrumento formal e técnico por intermédio do qual a equipe
comunica aos leitores o objetivo e as questões de auditoria, o escopo e suas eventuais limitações, a
metodologia utilizada, os achados (evidências) de auditoria, as conclusões e as propostas de
encaminhamento.
Ressalte-se que há ainda outras formas de se dividir (ou categorizar) o trabalho da auditoria. A título
de exemplo, segundo as Normas de Auditoria Governamental do United States Government
Accountability Office GAO, são 4 (quatro) as fases ou etapas de um Processo de Auditoria do Setor
Público, quais sejam:
1. Planejamento da Auditoria, que significa determinar o escopo da auditoria, o cronograma, os
objetivos, os critérios, a metodologia a ser usada e os recursos necessários para assegurar que a
auditoria engloba as funções mais importantes da organização, assim como, os processos e os
resultados;

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2. Execução, que envolve a coleta, o exame e análise das evidências adequadas em qualidade e
quantidade, de acordo com os objetivos, critérios e metodologia da auditoria, desenvolvidos na fase
de planejamento. Essa fase se processa mediante a aplicação de procedimentos de auditoria, com a
finalidade de:
à à à à àC àInternos;
à à à à à à à à à à à à à
à àC à àR
3. Relatório, que compreende a comunicação dos resultados das auditorias à administração superior
da entidade em questão, ao ministro respectivo, ao parlamento ou conselho de diretores,
dependendo da natureza da auditoria;
4. O Acompanhamento ou monitoramento (follow-up) que inclui:
a) uma revisão sistemática das ações desenvolvidas pela administração, a partir das recomendações
ou observações de auditoria efetuadas pelo Escritório do Auditor Geral ou uma recomendação feita
por uma comissão parlamentar;
b) uma avaliação da eficácia das ações corretivas tomadas face aos problemas que originaram as
Recomendações ou as Observações da Auditoria;
c) um relatório sobre os resultados das revisões de acompanhamento apresentado à Câmara dos
Comuns e/ou à administração, conforme o caso.

Fonte: Princípios Fundamentais de Auditoria Operacional Normas da Intosai: ISSAI 300

Fonte: Princípios Fundamentais de Auditoria do Setor Público Normas da Intosai: ISSAI 100

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Como dissemos acima, o registro da Documentação de Auditoria é um aspecto transversal, que


passa por todas as etapas do trabalho de Auditoria. De acordo com as normas de auditoria
Independente, Documentação de auditoria é o registro dos procedimentos de auditoria executados,
da evidência de auditoria relevante obtida e conclusões alcançadas pelo auditor.
Percebam então que a documentação é algo mais amplo do que, por exemplo as evidências de
auditoria. A documentação engloba, além do registro das evidências, o registro dos procedimentos
executados e das conclusões alcançadas.

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2. PLANEJAMENTO DA AUDITORIA
A NBC TA 300 (R1) é o normativo que trata da responsabilidade do auditor no planejamento da
auditoria das demonstrações contábeis.
O objetivo do auditor, segundo a norma, é planejar a auditoria de forma a realizá-la de maneira
eficaz. Um planejamento adequado é benéfico para a auditoria das demonstrações contábeis de
várias maneiras, inclusive para:

Finalidades do planejamento:

Auxiliar o auditor a dedicar atenção apropriada às áreas importantes da


auditoria;

Auxiliar o auditor a identificar e resolver tempestivamente problemas


potenciais

Auxiliar o auditor a organizar adequadamente o trabalho de auditoria


para que seja realizado de forma eficaz e eficiente;

Auxiliar na seleção dos membros da equipe de trabalho com níveis


apropriados de capacidade e competência para responderem aos riscos
esperados e na alocação apropriada de tarefas;

Facilitar a direção e a supervisão dos membros da equipe de trabalho e a


revisão do seu trabalho;

Auxiliar, se for o caso, na coordenação do trabalho realizado por outros


auditores e especialistas.

O planejamento de auditoria está delimitado em duas dimensões: uma ampla (chamada de


Estratégia Global) e outra restrita (chamada Plano de Auditoria), conforme delineado abaixo.
Saibam, de antemão, que a Estratégia Global e o Plano de Auditoria estão intimamente relacionados,
não sendo necessariamente processos isolados e sequenciais!

2. O planejamento da auditoria envolve a definição de estratégia global para o trabalho e o


desenvolvimento de plano de auditoria. [...]
[...]
7. O auditor deve estabelecer uma estratégia global de auditoria que defina o alcance, a época e a
direção da auditoria, para orientar o desenvolvimento do plano de auditoria. [Grifo nosso]
[...]

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9. O auditor deve desenvolver o plano de auditoria, que deve incluir a descrição de:
(a) a natureza, a época e a extensão dos procedimentos planejados de avaliação de risco, conforme
estabelecido na NBC TA 315 Identificação e Avaliação dos Riscos de Distorção Relevante por meio do
Entendimento da Entidade e de seu Ambiente;
(b) a natureza, a época e a extensão dos procedimentos adicionais de auditoria planejados no nível de
afirmação, conforme previsto na NBC TA 330 Resposta do Auditor aos Riscos Avaliados;
(c) outros procedimentos de auditoria planejados e necessários para que o trabalho esteja em
conformidade com as normas de auditoria. [grifos nossos]

Ao definir a Estratégia Global, o auditor deve identificar as características do trabalho de maneira a


definir seu alcance; definir os objetivos do relatório; dentre outros fatores.

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(VUNESP / SEFAZ SP APOFP 2013) O processo que envolve a definição de estratégia global
para o trabalho e o desenvolvimento de plano de auditoria, bem como se mostra benéfico para a
auditoria das demonstrações contábeis de várias maneiras, inclusive no auxílio ao auditor para:
dedicar atenção apropriada às áreas importantes da auditoria; identificar e resolver
tempestivamente problemas potenciais; organizar adequadamente o trabalho de auditoria para
que seja realizado de forma eficaz e eficiente; entre outros benefícios, é denominado de
a) Planejamento da auditoria.
b) Programas de trabalho.
c) Cronograma da auditoria.
d) Papéis de trabalho.
e) Responsabilidades predeterminadas.
Comentários:
Questão cobra o entendimento do item 2 da NBC TA 300 (R1), donde se conclui que o gabarito é
a letra A. Veja:
Oà à à à NBCà Táà à R à à à o planejamento da auditoria envolve a definição de
estratégia global para o trabalho e o desenvolvimento de plano de auditoria. Um planejamento
adequado é benéfico para a auditoria das demonstrações contábeis de várias maneiras, inclusive
para
 Auxiliar o auditor a dedicar atenção apropriada às áreas importantes da auditoria;
 Auxiliar o auditor a identificar e resolver tempestivamente problemas potenciais;
 Auxiliar o auditor a organizar adequadamente o trabalho de auditoria para que seja
realizado de forma eficaz e eficiente;
 Auxiliar na seleção dos membros da equipe de trabalho com níveis apropriados de
capacidade e competência para responderem aos riscos esperados e na alocação
apropriada de tarefas;
 Facilitar a direção e a supervisão dos membros da equipe de trabalho e a revisão do seu
trabalho;
 Auxiliar, se for o caso, na coordenação do trabalho realizado por outros auditores e

Reparem que o enunciado traz praticamente a literalidade do item acima descrito.


Gabarito: A

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(FCC - SEFAZ GO AUDITOR FISCAL - 2018) A estratégia global de auditoria


(A) orienta os esforços da equipe do trabalho, considerando fatores não significativos.
(B) não deve levar em conta resultados de atividades preliminares nem o conhecimento obtido
em outros trabalhos realizados pelo sócio do trabalho.
(C) deve identificar características do trabalho, desde que não defina o seu alcance.
(D) define o alcance, época e direção de auditoria, para orientar o desenvolvimento do plano de
auditoria.
(E) não pode, desde logo, definir objetivos do relatório do trabalho.
Comentários:
Questão aborda aspectos da parte geral (ampla) do planejamento a Estratégia global.
Analisando cada alternativa:
Letra A) ERRADO. Ao definir a Estratégia Global, o auditor deve considerar os fatores que são
significativos para orientar os esforços da equipe do trabalho.
8. Ao definir a estratégia global, o auditor deve:
[...] (c) considerar os fatores que no julgamento profissional do auditor são significativos para
orientar os esforços da equipe do trabalho;
Letra B) ERRADO. Tanto os resultados de atividades preliminares quanto o conhecimento obtido
em outros trabalhos realizados pelo sócio do trabalho na entidade são fatores que devem ser
levados em consideração na definição da Estratégia Global.
8. Ao definir a estratégia global, o auditor deve:
[...] (d) considerar os resultados das atividades preliminares do trabalho de auditoria e, quando
aplicável, se é relevante o conhecimento obtido em outros trabalhos realizados pelo sócio do
trabalho para a entidade; e
Letra C) ERRADO. Ao definir a estratégia global, o auditor deve identificar as características do
trabalho para definir o seu alcance.
8. Ao definir a estratégia global, o auditor deve:
(a) identificar as características do trabalho para definir o seu alcance;
Letra D) CORRETA. Ela está em conformidade com a NBC TA 300(R1) item 7 (acima apresentado).
Letra E) ERRADO. O auditor deve sim definir os objetivos do relatório de auditoria ao estabelecer
a Estratégia Global.
8. Ao definir a estratégia global, o auditor deve:
[...] (b) definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar a época da auditoria e a
natureza das comunicações requeridas;
Gabarito: D

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(FCC SEFAZ MA AFRE 2016) O documento que inclui a natureza, a época e a extensão dos
procedimentos de auditoria a serem realizados pelos membros da equipe de trabalho é
denominado de
(A) roteiro de auditoria.
(B) plano de auditoria.
(C) papeis de trabalho.
(D) normas de auditoria.
(E) estratégia para execução dos trabalhos.
Comentários:
De acordo com o item 9 da NBC TA 300 (R1), além da Estratégia Global, o auditor deve ainda
desenvolver o plano de auditoria, que inclui a descrição de:
(a) a natureza, a época e a extensão dos PROCEDIMENTOS planejados de avaliação de risco;
(b) a natureza, a época e a extensão dos PROCEDIMENTOS adicionais de auditoria planejados no
nível de afirmação;
(c) outros PROCEDIMENTOS de auditoria planejados e necessários para que o trabalho esteja em
conformidade com as normas de auditoria.
Vejam que, de maneira geral, o desenvolvimento do Plano de Auditoria está intimamente
relacionado à descrição da natureza, época e extensão dos PROCEDIMENTOS de auditoria.
Gabarito: B.
Um dos conceitos mais importantes e explorados pelas bancas refere-se à flexibilidade (ou
possibilidade de alteração) do planejamento da auditoria. Isso significa que tanto a Estratégia
Global quanto o Plano de Auditoria não são imutáveis, devendo ser atualizados e alterados sempre
que necessário no curso da auditoria. Reiteradamente, encontramos itens ou assertivas de
questões de concursos afirmando que o planejamento não pode ser alterado (sempre que se
deparar com eles, saiba que estão errados). Veja:

10. O auditor deve atualizar e alterar a estratégia global de auditoria e o plano de auditoria
sempre que necessário no curso da auditoria (ver item A13). [grifo nosso]

áà à à à em decorrência de imprevistos, mudanças nas condições ou na


evidência de auditoria obtida na aplicação de procedimentos de auditoria, o auditor pode ter que
modificar a estratégia global e o plano de auditoria e, portanto, a natureza, a época e a extensão
dos procedimentos adicionais de auditoria planejados, considerando a revisão dos riscos avaliados.
Pode ser o caso de informação identificada pelo auditor que difere significativamente da
informação disponível quando o auditor planejou os procedimentos de auditoria (...)

(CESPE/ Perito Criminal (PC PE) Ciências Contábeis Área 8 - 2016) A respeito das atividades
preliminares ao trabalho de auditoria das demonstrações contábeis, assinale a opção correta.
b) Havendo incompatibilidade ou imprevisto, o plano de auditoria deve ser alterado, uma vez que
a estratégia global de auditoria é inalterável.
Comentários:

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A assertiva em análise está errada, uma vez que tanto o plano de auditoria quanto a estratégia
global devem ser alterados, sempre que necessário, no curso dos trabalhos. É o que prevê o item
10 da NBC TA 300 (R1) acima apresentado.
Gabarito: errado.

Para otimizar os trabalhos, o auditor deve planejar a natureza, a época e a extensão do


direcionamento e supervisão da equipe de trabalho e a revisão do seu trabalho.

Adicionalmente, durante o planejamento da auditoria o auditor deve documentar: a estratégia


global; o plano de auditoria; as eventuais alterações corridas tanto na estratégia quanto no plano,
além das razões dessas alterações.
11. O auditor deve planejar a natureza, a época e a extensão do direcionamento e supervisão da
equipe de trabalho e a revisão do seu trabalho.

12. O auditor deve documentar:


(a) a estratégia global de auditoria;
(b) o plano de auditoria; e
(c) eventuais alterações significativas ocorridas na estratégia global de auditoria ou no plano de
auditoria durante o trabalho de auditoria, e as razões dessas alterações. [grifos não constantes no
original]

Geralmente, as bancas costumam cobrar o que o auditor deve documentar quando estiver na fase
de planejamento. Segue o mapa mental que resume essa informação.

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áà à à à à à à“ à á à à à à àT -se de
detalhamentos das informações contidas na introdução e no corpo da norma. Como dissemos em
à à à à à à à à à á à á àá àá à
Inicialmente, a norma nos alerta que as atividades de planejamento variam conforme os seguintes
aspectos (item A1):
 Porte e a complexidade da entidade;
 Experiência anterior dos membros-chave da equipe com a entidade;
 Mudanças nas circunstâncias que ocorrem durante o trabalho.
Chamamos a sua atenção para o item abaixo. Ele nos diz que o planejamento não é uma fase isolada,
mas um processo dinâmico, contínuo e iterativo, que se inicia logo após (ou em conexão com) a
conclusão da auditoria anterior, seguindo até a conclusão do trabalho de auditoria atual. Veja:

A2. Planejamento não é uma fase isolada da auditoria, mas um processo contínuo e iterativo, que
muitas vezes começa logo após (ou em conexão com) a conclusão da auditoria anterior, continuando
até a conclusão do trabalho de auditoria atual. Entretanto, o planejamento inclui a consideração da
época de certas atividades e procedimentos de auditoria que devem ser concluídos antes da realização
de procedimentos adicionais de auditoria. Por exemplo, o planejamento inclui a necessidade de
considerar, antes da identificação e avaliação pelo auditor dos riscos de distorções relevantes, aspectos
como:
(a) os procedimentos analíticos a serem aplicados como procedimentos de avaliação de risco;
(b) obtenção de entendimento global da estrutura jurídica e o ambiente regulatório aplicável à entidade
e como a entidade cumpre com os requerimentos dessa estrutura;
(c) a determinação da materialidade;
(d) o envolvimento de especialistas;
(e) a aplicação de outros procedimentos de avaliação de risco. [grifos não constantes no original]

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Fiquem atentos quando aparecer esta lâmpada !E à à à à à à à questão


da moda à à à à à à àpodemos dar moleza!). São questões em que há uma
lista de itens prevista na norma, e o examinador troca ou retira um desses itens, perguntando na
sequência qual deles não faz parte daquele rol. Esse tipo de questão tem grande probabilidade de
aparecer em sua prova, ok?!

(FCC/ TCE RS - Auditor Público Externo - Administração Pública - 2018) O controle que funciona
é o controle preventivo, o controle substantivo, que elege prioridades e acompanha paripassu a
execução de projetos. O controle que funciona é aquele que orienta, esclarece e alerta, que
concentra e aprofunda sua fiscalização naquilo que é essencial, mediante critérios de
materialidade, relevância, risco e oportunidade. (LIMA, Luiz Henrique. O Controle da
Responsabilidade Fiscal e os Desafios para os Tribunais de Contas em Tempos de Crise. In: LIMA,
Luiz Henrique; DE OLIVEIRA, Weder; CAMARGO, João Batista. Contas Governamentais e
Responsabilidade Fiscal: Desafios para o Controle Externo. Belo Horizonte: Fórum, 2017, p.135)
Acerca da materialidade e planejamento em auditoria, assevera-se:

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A) O planejamento, como etapa antecedente e isolada da auditoria, consiste primeiramente na


identificação dos riscos de distorções relevantes e subsequentemente na determinação da
materialidade.
(...)
Comentários:
Assertiva ERRADA. Como vimos, o planejamento da auditoria NÃO é uma fase isolada, mas um
processo contínuo e interativo que vai da conclusão da auditoria anterior até o fechamento da
auditoria atual item A2, NBC TA 300 (R1).

(FGV - ISS Cuiabá AFTRM 2016) O planejamento da auditoria deve definir a estratégia do
trabalho e desenvolver o plano de auditoria. Sobre o planejamento da auditoria, assinale a
afirmativa correta.
a) O planejamento é uma fase isolada, que termina com o início do trabalho de auditoria.
b) A experiência anterior dos membros-chave da equipe de trabalho com a entidade não
influenciam a natureza e a extensão das atividades de planejamento.
c) A estratégia global e o plano de auditoria são de responsabilidade do auditor e da administração
da entidade auditada.
d) A estratégia global deve definir o alcance, a época e a direção da auditoria, para orientar o
desenvolvimento do plano.
e) Uma vez iniciada a auditoria, devem permanecer inalterados a estratégia global e o plano de
auditoria.
Comentários:
Letra A) ERRADA: como vimos acima, o planejamento da auditoria NÃO é uma fase isolada, mas
um processo contínuo e interativo que vai da conclusão da auditoria anterior até o fechamento
da auditoria atual item A2, NBC TA 300 (R1).
Letra B) ERRADA: a natureza e a extensão das atividades de planejamento variam conforme a
experiência anterior dos membros-chave da equipe com a entidade (além do porte e
complexidade da entidade e mudanças ocorridas durante o trabalho) item A1, NBC TA 300 (R1).
Letra C) ERRADA. A responsabilidade pela definição da Estratégia Global e pelo Plano de Auditoria
é apenas do auditor.
Letra D) CORRETA, nos termos do item 7 da NBC TA 300 (R1) acima apresentado.
Letra E) ERRADA: como já vimos mais uma vez nesta aula, o auditor deve sempre que necessário
atualizar e alterar a Estratégia Global e o Plano de Auditoria (portanto nem um nem outro devem
permanecer inalterados).
Gabarito: D.

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Vejamos na sequência outros itens importantes da NBC TA 300 (R1), com destaque para o item A10:
A8. O processo de definição da estratégia global auxilia o auditor a determinar, dependendo da
conclusão dos procedimentos de avaliação de risco, temas como:
(a) os recursos a serem alocados em áreas de auditoria específicas, tais como membros da equipe com
experiência adequada para áreas de alto risco ou o envolvimento de especialista em temas complexos;
(b) os recursos a alocar a áreas de auditoria específicas, tais como o número de membros da equipe
alocados para observar as contagens de estoque em locais relevantes, a extensão da revisão do
trabalho de outros auditores no caso de auditoria de grupo de empresas ou o orçamento de horas de
auditoria a serem alocadas nas áreas de alto risco;
(c) quando esses recursos devem ser alocados, por exemplo, se em etapa intermediária de auditoria ou
em determinada data-base de corte; e
(d) como esses recursos são gerenciados, direcionados e supervisionados, por exemplo, para quando
estão previstas as reuniões preparatórias e de atualização, como devem ocorrer as revisões do sócio e
do gerente do trabalho (por exemplo, em campo ou fora dele) e se devem ser realizadas revisões de
controle de qualidade do trabalho.

A10. Uma vez definida a estratégia global de auditoria, pode ser desenvolvido plano de auditoria para
tratar dos diversos temas identificados na estratégia global de auditoria, levando-se em conta a
necessidade de atingir os objetivos da auditoria por meio do uso eficiente dos recursos do auditor. A
definição da estratégia global de auditoria e o plano de auditoria detalhado não são
necessariamente processos isolados ou sequenciais, estando intimamente relacionados, uma vez que
as mudanças em um podem resultar em mudanças no outro.

A12. O plano de auditoria é mais detalhado que a estratégia global de auditoria visto que inclui a
natureza, a época e a extensão dos procedimentos de auditoria a serem realizados pelos membros da
equipe de trabalho. O planejamento desses procedimentos de auditoria ocorre no decurso da auditoria,
à medida que o plano de auditoria para o trabalho é desenvolvido.

A13. A determinação da natureza, da época e da extensão dos procedimentos de avaliação de risco, e


dos procedimentos de auditoria adicionais, à medida que eles se relacionam com as divulgações, é
importante, considerando tanto a ampla gama de informações quanto o nível de detalhes que possam
estar incluídos nessas divulgações. Além disso, certas divulgações podem conter informações obtidas
fora do razão geral e dos razões auxiliares, que também podem afetar os riscos avaliados e a natureza,
a época e a extensão dos procedimentos de auditoria para tratar desses riscos. (Incluído pela NBC TA
300 (R1))

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A14. A consideração das divulgações no início da auditoria ajuda o auditor a dar a devida atenção e
planejar o tempo adequado para tratar as divulgações da mesma forma que as classes de transações,
de eventos e de saldos contábeis. Considerações preliminares também podem ajudar o auditor a
determinar os efeitos sobre a auditoria de:
à à à à à à à à à à à à à
nas condições financeiras ou nas atividades da entidade (por exemplo, mudança na identificação de
segmentos e de comunicação de informações sobre segmentos decorrentes de combinação de negócios
significativa);
à à à à à à à à à à à à à
financeiro aplicável;
à à à nto de especialista para ajudar nos procedimentos de auditoria
relacionados com divulgações específicas (por exemplo, divulgações relacionadas com obrigações com
previdência e outros benefícios de aposentadoria); e
à à à à àque o auditor pode querer discutir com os responsáveis pela
governança (ver item A12 da NBC TA 260). (Incluído pela NBC TA 300 (R1))

A16. A natureza, a época e a extensão do direcionamento e da supervisão dos membros da equipe e


a revisão do seu trabalho podem variar dependendo de diversos fatores, incluindo:
(a) o porte e a complexidade da entidade;
(b) a área da auditoria;
(c) os riscos de distorções relevantes (por exemplo, um aumento no risco de distorções relevantes para
uma dada área de auditoria costuma exigir um correspondente aumento na extensão e no
direcionamento e supervisão tempestiva por parte dos membros da equipe e uma revisão mais
detalhada do seu trabalho);
(d) a capacidade e a competência dos membros individuais da equipe que realiza o trabalho de
auditoria. [grifos não constantes no original]

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Fatores que alteram a natureza, a época e a extensão do planejamento:

O porte e a complexidade da entidade

A área da auditoria

Os riscos de distorções relevantes

A capacidade e a competência dos membros individuais da equipe

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3. DOCUMENTAÇÃO DE AUDITORIA
A NBC TA 230 (R1) trata da responsabilidade do auditor na elaboração da documentação de auditoria
para a auditoria das demonstrações contábeis.
Nesse contexto, o objetivo do auditor é preparar documentação que forneça:
 Registro suficiente e apropriado do embasamento do relatório do auditor; e
 Evidências de que a auditoria foi planejada e executada em conformidade com as normas e as
exigências legais e regulamentares aplicáveis.
O que é então a documentação de auditoria?
De acordo A NBC TA 230 (R1), documentação de auditoria é o registro dos procedimentos de
auditoria executados, da evidência de auditoria relevante obtida e conclusões alcançadas pelo
auditor à à à à à à à à
Já o arquivo de auditoria compreende uma ou mais pastas ou outras formas de armazenamento,
em forma física ou eletrônica que contêm os registros que constituem a documentação de trabalho
específico.
Fiquem atentos para as diferenças entre esses 2 conceitos. Esquematizando:
 Documentação de auditoria (papéis de trabalho): registro dos procedimentos, evidências e
conclusões.
 Arquivo de auditoria: pastas que contêm os registros que constituem a documentação de
auditoria.

A norma traz ainda diversas finalidades adicionais da documentação de auditoria todas elas
importantes e comumente cobradas em provas. São elas: auxiliar a equipe de trabalho no
planejamento e na execução da auditoria; assistir aos membros responsáveis pela direção no
cumprimento de suas responsabilidades; permitir que a equipe de trabalho possa ser
responsabilizada; manter registro de assuntos importantes para auditorias futuras; permitir
revisões, controle de qualidade e inspeções externas.
Apresentamos a seguir na veia à os dispositivos mais cobrados da NBC TA 230 (R1). Veja:

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2. A documentação de auditoria, que atende às exigências desta Norma e às exigências específicas de


documentação de outras normas de auditoria relevantes, fornece:
(a) evidência da base do auditor para uma conclusão quanto ao cumprimento do objetivo global do
auditor (NBC TA 200); e
(b) evidência de que a auditoria foi planejada e executada em conformidade com as normas de
auditoria e exigências legais e regulamentares aplicáveis.

3. A documentação de auditoria serve para várias finalidades adicionais, que incluem:


à à à à à à à à à à à à
à à à à à àde trabalho responsáveis pela direção e supervisão do trabalho de
auditoria e no cumprimento de suas responsabilidades de revisão em conformidade com a NBC TA 220
Controle de Qualidade da Auditoria de Demonstrações Contábeis;
à à à à à à rabalho possa ser responsabilizada por seu trabalho;
à à à à à à à à à à à
à à à à à à à à à à à à à à à àNBCà
PA 01 Controle de Qualidade para Firmas (Pessoas Jurídicas e Físicas) de Auditores Independentes
que executam exames de auditoria e revisões de informação financeira histórica, e outros trabalhos de
asseguração e de serviços correlatos (NBC TA 220, item 2);
à à à ção de inspeções externas em conformidade com as exigências legais,
regulamentares e outras exigências aplicáveis.

6. Para fins das normas de auditoria, os seguintes termos possuem os significados atribuídos abaixo:
(a) Documentação de auditoria é o registro dos procedimentos de auditoria executados, da evidência
de auditoria relevante obtida e conclusões alcançadas pelo auditor (usualmente também é utilizada

(b) Arquivo de auditoria compreende uma ou mais pastas ou outras formas de armazenamento, em
forma física ou eletrônica que contêm os registros que constituem a documentação de trabalho
específico.

(c) Auditor experiente é um indivíduo (interno ou externo à firma de auditoria) que possui experiência
prática de auditoria e conhecimento razoável de:
(i) processos de auditoria;
(ii) normas de auditoria e exigências legais e regulamentares aplicáveis;
(iii) ambiente de negócios em que opera a entidade; e
(iv) assuntos de auditoria e de relatório financeiro relevantes ao setor de atividade da entidade.
[grifos não constantes no original]

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Esquematizando as finalidades principais e adicionais da documentação


de auditoria:

O auditor deve preparar tempestivamente a documentação de auditoria, que seja suficiente para
permitir que um auditor experiente, sem nenhum envolvimento anterior com a auditoria, entenda:
(a) a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria executados para cumprir com as
normas de auditoria e exigências legais e regulamentares aplicáveis;
(b) os resultados dos procedimentos de auditoria executados e a evidência de auditoria obtida; e

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(c) assuntos significativos identificados durante a auditoria, as conclusões obtidas a respeito deles
e os julgamentos profissionais significativos exercidos para chegar a essas conclusões.

á à à à suficiente à à à à à à à à à à à à
atente-se também ao fato de que a documentação de auditoria deve ser preparada de maneira que
um auditor experiente (e não um usuário qualquer) entenda os procedimentos executados, as
evidências e as conclusões obtidas.
Ao documentar a natureza, a época e a extensão dos procedimentos de auditoria executados, o
auditor deve registrar ainda:
(a) as características que identificam os itens ou assuntos específicos testados;
(b) quem executou o trabalho de auditoria e a data em que foi concluído; e
(c) quem revisou o trabalho de auditoria executado e a data e extensão de tal revisão.
Cabe ressaltar que, durante a execução da auditoria, o auditor deve documentar, também, as
discussões de assuntos significativos com a administração, os responsáveis pela governança e
outros, incluindo a natureza dos assuntos significativos discutidos, e quando e com quem as
discussões ocorreram. Se forem identificadas informações referentes a um assunto significativo que
sejam inconsistentes com a sua conclusão final, ele deve documentar como tratou essa
inconsistência.
O auditor deve montar a documentação em arquivo de auditoria e completar o processo
administrativo de montagem do arquivo final de auditoria tempestivamente após a data do
relatório do auditor. Após a montagem desse arquivo, ele não apaga nem descarta documentação
de auditoria de qualquer natureza antes do fim do seu período de guarda dessa documentação (5
anos).
Outro item da norma muito cobrado em provas é o período de retenção da documentação de
auditoria. Fiquem atentos porque as bancas costumam modificar, ou o período de retenção (não
inferior a 5 anos), ou o termo inicial da contagem desse prazo (data do relatório). Veja:

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Para finalizar, iremos explorar itens que já foram objeto de cobranças por diversas bancas e, em
seguida, apresentaremos esquemas com as principais informações a eles correspondentes. Veja:

A2. A forma, o conteúdo e a extensão da documentação de auditoria dependem de fatores como:


(a) tamanho e complexidade da entidade;
(b) natureza dos procedimentos de auditoria a serem executados;
(c) riscos identificados de distorção relevante;
(d) importância da evidência de auditoria obtida;
(e) natureza e extensão das exceções identificadas;
(f) necessidade de documentar a conclusão ou a base da conclusão não prontamente determinável a
partir da documentação do trabalho executado ou da evidência de auditoria obtida;
(g) metodologia e as ferramentas de auditoria usadas.

A3. A documentação de auditoria pode ser registrada em papel, em formatos eletrônicos ou outros.
Exemplos de documentação de auditoria incluem:
(a) programas de auditoria;
(b) análises;
(c) memorandos de assuntos do trabalho;
(d) resumos de assuntos significativos;
(e) cartas de confirmação e representação;
(f) listas de verificação;

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(g) correspondências (inclusive correio eletrônico) referentes a assuntos significativos.


O auditor pode incluir resumos ou cópias de registros da entidade (por exemplo, contratos e acordos
significativos e específicos) como parte da documentação de auditoria. A documentação de auditoria,
porém, não substitui os registros contábeis da entidade.
Cuidado: reparem que a documentação pode ser registrada em diferentes formatos como papel, meio
eletrônico e outros. Apesar do auditor poder utilizar resumos ou cópias de registros da entidade como
parte da documentação, ela jamais substitui os registros contábeis da entidade!

A5. Explicações verbais do auditor, por si só, não representam documentação adequada para o
trabalho executado pelo auditor ou para as conclusões obtidas, mas podem ser usadas para explicar
ou esclarecer informações contidas na documentação de auditoria.

A7. A documentação de auditoria fornece evidências de que a auditoria está em conformidade com as
normas de auditoria. Contudo, não é necessário nem praticável para o auditor documentar todos os
assuntos considerados ou todos os julgamentos profissionais exercidos na auditoria. Além disso, é
desnecessário o auditor documentar separadamente (como em lista de verificação, por exemplo) a
conformidade em assuntos já demonstrada por documentos incluídos no arquivo de auditoria. Por
exemplo:
à à à à à à à à umentado demonstra que o auditor planejou
a auditoria;
à à à à à à à à à à à à à à à à à à
administração concordaram com os termos do trabalho de auditoria, ou, quando apropriado, junto aos
responsáveis pela governança;
à à à à à à à à à à à à à à à à à
de expressar opinião com ressalva sob as circunstâncias especificadas nas normas;
à à à à à à à à almente ao longo de toda a auditoria, podem haver várias
maneiras pelas quais a conformidade a elas pode ser demonstrada no arquivo de auditoria:

A21. A NBC PA 01, item 45, requer que as firmas de auditoria estabeleçam políticas e procedimentos
para a conclusão tempestiva da montagem dos arquivos de auditoria. Um limite de tempo apropriado
para concluir a montagem do arquivo final de auditoria geralmente não ultrapassa 60 dias após a
data do relatório do auditor (NBC PA 01, item A54).

A23. A NBC PA 01, item 47, requer que as firmas estabeleçam políticas e procedimentos para a retenção
da documentação de trabalhos. O período de retenção para trabalhos de auditoria geralmente não é
inferior a cinco anos a contar da data do relatório do auditor ou, se posterior, da data do relatório do
auditor do grupo (NBC PA 01, item A61). [grifos não constantes no original]

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(VUNESP PAULIPREV Contador 2018) A documentação de auditoria serve de base para a


formação da opinião do auditor, bem como de evidência de que a auditoria foi planejada e
executada em concordância com as normas legais e regulamentares.
A documentação de auditoria serve, ainda, para várias finalidades adicionais, que incluem, entre
outras,
a) permitir que a equipe de trabalho não seja responsabilizada por seu trabalho.
b) manter um registro de assuntos de importância para auditorias passadas.
c) permitir a condução de inspeções ou perícias internas em conformidade com as exigências
legais, regulamentares e outras exigências aplicáveis.
d) desenvolver uma metodologia de armazenamento, em forma física ou eletrônica, o qual
contém os registros que constituem a documentação de trabalho específico.
e) assistir aos membros da equipe de trabalho responsáveis pela direção e supervisão do trabalho
de auditoria e no cumprimento de suas responsabilidades de revisão.
Comentários:
Questão aborda as finalidades adicionais da documentação da auditoria, segundo a NBC TA
230(R1). Veja:
3. A documentação de auditoria serve para várias finalidades adicionais, que incluem:
à à à à à à à à à à à à
à assistir aos membros da equipe de trabalho responsáveis pela direção e supervisão do
trabalho de auditoria e no cumprimento de suas responsabilidades de revisão;
àpermitir que a equipe de trabalho possa ser responsabilizada por seu trabalho;
àmanter um registro de assuntos de importância recorrente para auditorias futuras;
à à à à à à à à à àde qualidade em conformidade com a
NBC PA 01 Controle de Qualidade para Firmas (Pessoas Jurídicas e Físicas) de Auditores
Independentes que executam exames de auditoria e revisões de informação financeira histórica, e
outros trabalhos de asseguração e de serviços correlatos;
à permitir a condução de inspeções externas em conformidade com as exigências legais,
regulamentares e outras exigências aplicáveis. [Grifos nosso]
Assim, a única assertiva que encontra respaldo no trecho acima destacado é a letra E.

(FCC - AUDITOR FISCAL/SEFAZ GO - 2018) A documentação de auditoria:

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I àT à à à à à à
II. Deve ser preparada de modo que um leigo possa entender a natureza, época e extensão dos
procedimentos de auditoria executados.
III. Deve ser sigilosa, ocultando, por exemplo, o nome do profissional que executou o trabalho de
auditoria.
IV. Trata-se de coleção de papéis para a elaboração do relatório final que pode, excepcionalmente,
conter documentos emitidos após a data desse relatório.
Está correto o que se afirma APENAS em
(A) I e IV.
(B) I e III.
(C) I e II.
(D) III e IV.
(E) II e IV.
Comentários:
Questão aborda aspectos gerais de documentação de auditoria, segundo a NBC TA 230(R1).
Analisando cada item:
I. Item correto.
Segundo a NBC TA 230(R1):
Definições
6. Para fins das normas de auditoria, os seguintes termos possuem os significados atribuídos
abaixo:
(a) Documentação de auditoria é o registro dos procedimentos de auditoria executados, da
evidência de auditoria relevante obtida e conclusões alcançadas pelo auditor (usualmente
).
II. Item errado. Não é um leigo que deve ser capaz de entender os procedimentos executados,
mas um auditor experiente.
Segundo a NBC TA 230(R1):
Forma, conteúdo e extensão da documentação de auditoria
8. O auditor deve preparar documentação de auditoria que seja suficiente para permitir que um
auditor experiente, sem nenhum envolvimento anterior com a auditoria, entenda:
(a) a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria executados para cumprir com as
normas de auditoria e exigências legais e regulamentares aplicáveis;
(b) os resultados dos procedimentos de auditoria executados e a evidência de auditoria obtida; e

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(c) assuntos significativos identificados durante a auditoria, as conclusões obtidas a respeito deles
e os julgamentos profissionais significativos exercidos para chegar a essas conclusões. [grifo
nosso]
III. Item errado. Não há respaldo para tal afirmação nas normas. Entendemos que é necessário
estar explícito o nome do profissional que executou a auditoria.
IV. Item correto. É possível aceitar o item como correto a partir da definição de documentação
de auditoria (registro das conclusões alcançadas pelo auditor), segundo a NBC TA 230(R1) e do
item que trata dos assuntos surgidos após a data do relatório:

13. Se, em circunstâncias excepcionais, o auditor executar procedimentos novos ou adicionais ou


chegar a outras conclusões após a data do relatório, o auditor deve documentar:
(a) as circunstâncias identificadas;
(b) os procedimentos novos ou adicionais executados, a evidência de auditoria obtida e as novas
conclusões alcançadas, e seu efeito sobre o relatório do auditor; e
(c) quando e por quem as modificações resultantes da documentação de auditoria foram
executadas e revisadas.
Gabarito: A.

(FCC - Analista (DPE RS)/Contabilidade - 2017) Considere os itens abaixo.


I. Assistir à equipe de trabalho no planejamento e execução da auditoria.
II. Assistir aos membros da equipe de trabalho responsáveis pela direção e supervisão do trabalho
de auditoria e no cumprimento de suas responsabilidades de revisão.
III. Permitir que a equipe de trabalho possa ser responsabilizada por seu trabalho.
IV. Manter um registro de assuntos de importância recorrente para auditorias futuras.
V. Permitir a condução de inspeções externas em conformidade com as exigências legais,
regulamentares e outras exigências aplicáveis.
Nos termos da NBC TA 230, esses itens representam as denominadas finalidades adicionais
a) dos papéis de trabalho.
b) da documentação de auditoria.
c) do planejamento da auditoria.
d) dos registros contábeis fidedignos.

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e) do relatório de auditoria.
Comentários:
Mais uma que aborda as finalidades adicionais da documentação da auditoria, segundo a NBC TA
230 (R1). Veja:
3. A documentação de auditoria serve para várias finalidades adicionais, que incluem:
àassistir a equipe de trabalho no planejamento e execução da auditoria;
à assistir aos membros da equipe de trabalho responsáveis pela direção e supervisão do
trabalho de auditoria e no cumprimento de suas responsabilidades de revisão em conformidade
com a NBC TA 220 Controle de Qualidade da Auditoria de Demonstrações Contábeis;
àpermitir que a equipe de trabalho possa ser responsabilizada por seu trabalho;
àmanter um registro de assuntos de importância recorrente para auditorias futuras;
a condução de revisões e inspeções de controle de qualidade em conformidade com a
NBC PA 01 Controle de Qualidade para Firmas (Pessoas Jurídicas e Físicas) de Auditores
Independentes que executam exames de auditoria e revisões de informação financeira histórica, e
outros trabalhos de asseguração e de serviços correlatos (NBC TA 220, item 2);
à permitir a condução de inspeções externas em conformidade com as exigências legais,
regulamentares e outras exigências aplicáveis.[grifo nosso]
Assim, todos os itens enumerados na questão são finalidades adicionais da documentação de
auditoria.
Portanto, alternativa correta é B.
Essa questão poderia ser anulada, pois a própria NBC TA 230 (R1) esclarece que a documentação
de auditoria é usualmente utilizada com a à à à à à à à à à
apresentar duas alternativas corretas. Veja:
Documentação de auditoria é o registro dos procedimentos de auditoria executados, da
evidência de auditoria relevante obtida e conclusões alcançadas pelo auditor (usualmente
.
E à à à à à à à à à àB à à à à à à
à à à àNBCàTáà à à à à à à à àV à à à to,
à à à àD à àá à à à à à àP à à
Trabalho.
Gabarito: B.

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4. LISTA DE QUESTÕES DE CONCURSOS ANTERIORES

1. (FCC - AUDITOR FISCAL / SEFAZ GO - 2018)


A documentação de auditoria:
I. Também à à à à à
II. Deve ser preparada de modo que um leigo possa entender a natureza, época e extensão dos
procedimentos de auditoria executados.
III. Deve ser sigilosa, ocultando, por exemplo, o nome do profissional que executou o trabalho
de auditoria.
IV. Trata-se de coleção de papéis para a elaboração do relatório final que pode,
excepcionalmente, conter documentos emitidos após a data desse relatório.
Está correto o que se afirma APENAS em
(A) I e IV.
(B) I e III.
(C) I e II.
(D) III e IV.
(E) II e IV.

2. (FCC/ ALESE An. Legislativo/Contabilidade 2018)


A NBC TA 230 estabelece, no tocante especificamente à forma, conteúdo e extensão da
documentação de auditoria, que o auditor deve preparar documentação de auditoria que seja
suficiente para permitir que um auditor experiente, sem nenhum envolvimento anterior com
a auditoria, entenda
a) a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria executados para cumprir com
as normas de auditoria e exigências legais e regulamentares aplicáveis, devendo registrar,
inclusive, as características que identificam os itens ou assuntos específicos testados, vedados
estes registros quando a entidade for instituição financeira.
b) a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria executados, sendo obrigatório
o registro da data em que foi concluída a auditoria, mas vedado o registro da pessoa que
executou o trabalho, exceto quando houver determinação judicial específica nesse sentido.

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c) os resultados dos procedimentos de auditoria executados e a evidência de auditoria obtida,


bem como a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria executados para
cumprir com as normas de auditoria e exigências legais e regulamentares aplicáveis, devendo
registrar, inclusive, quem revisou o trabalho de auditoria executado, bem como a data e
extensão de tal revisão.
d) assuntos significativos identificados durante a auditoria, as conclusões obtidas a respeito
deles e os julgamentos profissionais significativos exercidos para chegar a essas conclusões,
sendo facultativa a documentação da discussão destes assuntos, quando mantidas apenas com
os responsáveis pela governança da entidade, mas vedada, em qualquer caso, a identificação
da pessoa com quem as discussões ocorreram.
e) assuntos significativos identificados durante a auditoria, as conclusões obtidas a respeito
deles e os julgamentos profissionais significativos exercidos para chegar a essas conclusões,
dispensada a documentação referente ao modo como foram tratadas as informações que se
mostraram inconsistentes com a sua conclusão final.

3. (FCC/ MPE PE Analista Ministerial Auditoria 2018)


Embora a conclusão da montagem do arquivo final de auditoria constitua processo
administrativo desprovido de novos testes e conclusões, novas modificações de natureza
administrativa podem ser feitas na documentação de auditoria nessa etapa, para suprimir,
apagar ou descartar
a) evidências desfavoráveis à conclusão apresentada.
b) referências cruzadas aos documentos de trabalho.
c) documentação superada.
d) evidência de auditoria que o auditor obteve antes da data do relatório de auditoria.
e) identificação de quem executou o trabalho de auditoria.

4. (FCC/ TRF 5ª Região An. Judiciário/Contadoria 2017)


Na auditoria das demonstrações à à à à àNBCàTáà à R à àD à
de Auditoria, a documentação de auditoria, que atende às exigências de tal Norma e às
exigências específicas de documentação de outras normas de auditoria relevantes, fornece
evidência
a) da base do auditor para uma conclusão sobre a segurança absoluta de que as demonstrações
contábeis como um todo estão livres de distorção relevante.

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b) de que a auditoria foi planejada e executada em conformidade com as normas de auditoria


e exigências legais e regulamentares aplicáveis.
c) da base para o auditor promover alterações nos registros contábeis de forma que possa ter
razoável segurança que, como um todo, as demonstrações contábeis estão livres de distorção
relevante.
d) de que o risco de auditoria foi eliminado, mesmo na existência de riscos de distorção
relevante e de detecção.
e) de que o auditor não exercitou o julgamento profissional ao planejar e executar a auditoria
de demonstrações contábeis.

5. (FCC - Analista (DPE RS) / Contabilidade - 2017)


Considere os itens abaixo.
I. Assistir à equipe de trabalho no planejamento e execução da auditoria.
II. Assistir aos membros da equipe de trabalho responsáveis pela direção e supervisão do
trabalho de auditoria e no cumprimento de suas responsabilidades de revisão.
III. Permitir que a equipe de trabalho possa ser responsabilizada por seu trabalho.
IV. Manter um registro de assuntos de importância recorrente para auditorias futuras.
V. Permitir a condução de inspeções externas em conformidade com as exigências legais,
regulamentares e outras exigências aplicáveis.
Nos termos da NBC TA 230, esses itens representam as denominadas finalidades adicionais
a) dos papéis de trabalho.
b) da documentação de auditoria.
c) do planejamento da auditoria.
d) dos registros contábeis fidedignos.
e) do relatório de auditoria.

6. (FCC/ TST An. Jud. Contador 2017)


Um auditor independente, durante os trabalhos de auditoria, julgou necessário NÃO atender
um requisito relevante de uma norma. Nesse caso, nos termos da NBC TA 230, ele deve
a) trancar a auditoria e refazer o planejamento.
b) justificar ao auditado a opção do não atendimento.
c) reorganizar a extensão dos procedimentos de auditoria executados.

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d) reavaliar os resultados dos procedimentos de auditoria executados.


e) documentar como os procedimentos alternativos executados cumprem a finalidade do
requisito não atendido.

7. (FCC/ SEFAZ MA Auditor Fiscal 2016)


Nas auditorias das demonstrações contábeis o auditor deve preparar tempestivamente a
documentação de auditoria. Quanto à forma, ao conteúdo e à extensão, o auditor deve levar
em conta, entre outros, os seguintes fatores:
I. Resultado de auditorias anteriores e os ajustes promovidos pela entidade.
II. Natureza dos procedimentos de auditoria a serem executados.
III. Volume dos recursos e a importância das transações realizadas pela entidade.
IV. Riscos identificados de distorção relevante.
V. Tamanho e complexidade da entidade.
Está correto o que se afirma APENAS em
(A) II, IV e V.
(B) I, III e IV.
(C) II e III.
(D) III, IV e V.
(E) I, II, e V.

8. (FCC/ COPERGAS PE Contador 2016)


As demonstrações contábeis do exercício de 2015 da Companhia Distribuidora de Águas
Potáveis do Nordeste serão auditadas pela firma TOC Auditores e Consultoria Contábil. Na
realização dos trabalhos de auditoria, o Auditor deve montar a documentação em arquivo de
auditoria e completar o processo administrativo de montagem do arquivo final de auditoria
tempestivamente. Segundo as Normas de Auditoria NBC PA 01 e TA 230, um limite de tempo
apropriado para concluir a montagem do arquivo final de auditoria não pode ultrapassar:
A) 30 dias após a data do relatório do auditor.
B) 40 dias após o término dos trabalhos de auditoria.
C) 60 dias após a data do relatório do auditor.
D) 40 dias após o término dos trabalhos de auditoria
E) 60 dias após a revisão da documentação de auditoria.

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9. (FCC/ TRT 23ª Região An. Jud. Contabilidade 2016)


Sobre entidade auditada, considere:
I. Complexidade.
II. Localização.
III. Finalidade social.
IV. Tamanho.
Nos termos da NBC TA 230, a forma, o conteúdo e a extensão da documentação de auditoria
dependem dos fatores que constam em
a) I, II e IV, apenas.
b) I, II, III e IV.
c) II, III e IV, apenas.
d) I e IV, apenas.
e) I, II e III, apenas.

10. (FCC/ PGE MT Analista/Contabilidade 2016)


Segundo a Norma Brasileira de Contabilidade do Trabalho de Auditoria 230 (NBC TA 230) (R1)
não representa documentação adequada para o trabalho executado pelo auditor ou para as
conclusões obtidas, mas, pode ser usada para explicar ou esclarecer informações contidas na
documentação de auditoria:
a) programas de auditoria.
b) análises.
c) memorandos de assuntos do trabalho.
d) listas de verificação.
e) explicações verbais do auditor.

11. (FCC/ TCE-CE ACE/Contabilidade 2015)


A Companhia de Distribuição de Alimentos do Nordeste, por exigências legais, contratou o
auditor independente para realizar a auditoria das demonstrações contábeis do exercício de
2014. Com relação à documentação de auditoria, nos termos das NBC TAs, o objetivo do
auditor é preparar documentação que forneça
(A) evidência de que o auditor aplicou procedimentos de auditoria necessários e suficientes
para detectar possíveis fraudes na empresa.

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(B) segurança que as demonstrações contábeis estão livres de irregulares que possam
comprometer a credibilidade da empresa.
(C) registro suficiente e apropriado do embasamento do relatório do auditor, e evidências de
que a auditoria foi planejada executada em conformidade com as normas e as exigências legais
e regulamentares aplicáveis.
(D) registro das causas e efeitos da falta de competitividade, quando houver, da empresa no
mercado.
(E) evidência de que os trabalhos foram adequados ao objeto da auditoria e que o auditor é o
responsável pela prevenção e detecção de fraudes e erros.

12. (FCC/ TCE-CE ACE/Atividade Jurídica 2015)


Com base na documentação de auditoria normatizada pela NBC TA 230,
a) o auditor deve documentar todos os assuntos considerados ou todos os julgamentos
exercidos na auditoria.
b) é necessário que o auditor documente separadamente a conformidade em assuntos, ainda
que já demonstrada por documentos incluídos no arquivo de auditoria.
c) explicações verbais do auditor, por si só, não representam documentação adequada para o
trabalho executado pelo auditor ou para conclusões obtidas, mas podem ser usadas para
explicar ou esclarecer informações obtidas na documentação de auditoria.
d) a documentação de auditoria deve sempre ser registrada em papel, condição necessária
para comprovar os fundamentos da conclusão do auditor.
e) a precisão da documentação elaborada pelo auditor independe se foi feita de forma
tempestiva ou após a realização do trabalho de auditoria.

13. (FCC/ CGM São Luís Auditor de Controle Interno- 2015)


Considere os itens abaixo.
I. O objetivo do Auditor Interno é preparar documentação que forneça registro suficiente do
embasamento do seu relatório.
II. Arquivo de auditoria compreende o registro de procedimentos de auditoria executados, da
evidência de auditoria relevante obtida e conclusões alcançadas pelo auditor.
III. A documentação de auditoria pode substituir os registros contábeis da entidade.
Sobre a documentação de auditoria, está correto o que se afirma em
a) I e II, apenas.
b) II, apenas.

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c) I apenas.
d) I, II e III.
e) II e III, apenas.

14. (FCC/ CGM São Luís Auditor de Controle Interno- 2015)


Considere as hipóteses abaixo.
I. O Auditor Interno pode não atender um requisito relevante de uma norma.
II. O Auditor Interno pode executar procedimentos adicionais referentes a fatos ocorridos após
a data do relatório de auditoria.
III. O Auditor Interno deve documentar inconsistências em relação a sua conclusão final,
referentes a assuntos significativos.
Nos termos da NBC TA 230, está correto o que se afirma em
a) III, apenas.
b) I, II e III.
c) II e III, apenas.
d) II, apenas.
e) I e III, apenas.

15. (FCC/ TCE GO Analista de Controle Externo Contabilidade 2014)


No decorrer dos trabalhos de auditoria das demonstrações contábeis da empresa Distribuidora
de Aços Rígidos do Brasil S/A, o auditor independente constatou que o valor do saldo da conta
duplicatas a receber, em 31.12.2013, apresentava uma diferença de R$ 150.000,00, referente
a três duplicatas, de um mesmo cliente, pagas no mês de novembro de 2013, não baixadas do
saldo. Quanto à evidência de auditoria, nos termos da NBC TA 230, o auditor deve registrá-la
a) no relatório da auditoria, expressando uma opinião com ressalvas.
b) no livro de ocorrências de achados de auditoria.
c) no relatório da auditoria, expressando uma opinião sem ressalvas.
d) em documentação de Auditoria (papéis de trabalho).
e) no relatório da auditoria, com abstenção de opinião.

16. (FCC/ SEFAZ PE AFTE -2014)

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Na auditoria interna realizada na tesouraria de determinada empresa de produtos alimentícios,


referente à movimentação financeira do mês de agosto de 2014, o auditor constatou que a
empresa pagou três duplicatas sem a devida comprovação de compra ou recebimento do
material. A fim de evidenciar os exames realizados e dar suporte à sua opinião, críticas,
sugestões e recomendações, as informações e provas obtidas no curso da auditoria serão
registrados
(A) nos papeis de trabalho.
(B) no certificado de auditoria.
(C) no relatório de auditoria.
(D) no programa de auditoria.
(E) na ata de conclusão da auditoria.

17. (FCC/ ALEPE Contabilidade 2014)


Os papéis de trabalho:
I. devem conter o registro dos procedimentos de auditoria executados, da evidência de
auditoria relevante obtida e das conclusões alcançadas pelo auditor.
II. devem ser preparados de forma suficiente para que sejam compreendidos por qualquer
usuário da informação contábil.
III. têm como objetivo auxiliar a execução dos exames, servir de suporte aos relatórios e como
prova em questões judiciais.
Está correto o que se afirma APENAS em
A) I.
B) II.
C) I e III.
D) I e II.
E) II e III.

18. (FCC/ ALEPE Contabilidade 2014)


Os papéis de trabalho devem ter abrangência e detalhamento para propiciar a compreensão
do planejamento de auditoria em grau
a) suficiente.
b) adequado.
c) relevante.

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d) exato.
e) relativo.

19. (FCC/ TCE PR Analista de Controle Jurídica 2011)


Sobre os papéis de trabalho é correto afirmar que são
a) de propriedade da empresa ou órgão auditado.
b) documentos elaborados pelo auditor na fase que antecede o planejamento da auditoria.
c) o conjunto de formulários que contém os apontamentos obtidos pelo auditor durante o seu
exame.
d) as atividades desempenhadas por cada integrante do grupo de auditoria.
e) os documentos, selecionados pelo auditor, que devem ficar arquivados por, pelo menos, dez
anos após a emissão do parecer de auditoria.

20. (FCC/ SEFAZ SP APOFP 2010)


Em auditoria, são considerados permanentes somente os seguintes papéis de trabalho:
a) guias de auditoria, questionários e diagramação de rotinas.
b) gráficos, questionários e diagramação de rotinas.
c) gráficos, tabelas estatísticas e guias de auditoria.
d) planilhas de cálculo, tabelas estatísticas e guias de auditoria.
e) planilhas de cálculo, tabelas estatísticas e gráficos.

21. (FCC/ SEFAZ GO AUDITOR FISCAL 2018)


A estratégia global de auditoria
(A) orienta os esforços da equipe do trabalho, considerando fatores não significativos.
(B) não deve levar em conta resultados de atividades preliminares nem o conhecimento obtido
em outros trabalhos realizados pelo sócio do trabalho.
(C) deve identificar características do trabalho, desde que não defina o seu alcance.
(D) define o alcance, época e direção de auditoria, para orientar o desenvolvimento do plano
de auditoria.
(E) não pode, desde logo, definir objetivos do relatório do trabalho.

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22. (FCC/ MPE PE Analista Ministerial Auditoria 2018)


As normas de planejamento de auditoria das demonstrações contábeis determinam que se
documente
A) as versões superadas das demonstrações contábeis, plano de auditoria e cópias de
documentos corrigidos em decorrência de erros tipográficos.
B) eventuais alterações significativas ocorridas na estratégia global, notas que reflitam
entendimento preliminar e documentos em duplicata.
C) a estratégia global de auditoria, o plano de auditoria e cópias de documentos corrigidos em
decorrência de erros tipográficos.
D) a estratégia global de auditoria, o plano de auditoria e eventuais alterações significativas
ocorridas na estratégia global.
E) As notas que reflitam entendimento preliminar, o plano de auditoria e eventuais alterações
significativas ocorridas na estratégia global.

23. (FCC/ TCE RS - Auditor Público Externo - Administração Pública - 2018)


O controle que funciona é o controle preventivo, o controle substantivo, que elege prioridades
e acompanha paripassu a execução de projetos. O controle que funciona é aquele que orienta,
esclarece e alerta, que concentra e aprofunda sua fiscalização naquilo que é essencial,
mediante critérios de materialidade, relevância, risco e oportunidade. (LIMA, Luiz Henrique. O
Controle da Responsabilidade Fiscal e os Desafios para os Tribunais de Contas em Tempos de
Crise. In: LIMA, Luiz Henrique; DE OLIVEIRA, Weder; CAMARGO, João Batista. Contas
Governamentais e Responsabilidade Fiscal: Desafios para o Controle Externo. Belo Horizonte:
Fórum, 2017, p.135)
Acerca da materialidade e planejamento em auditoria, assevera-se:
A) O planejamento, como etapa antecedente e isolada da auditoria, consiste primeiramente
na identificação dos riscos de distorções relevantes e subsequentemente na determinação da
materialidade.
[...]

24. (FCC/ SEFAZ MA AFRE 2016)


O documento que inclui a natureza, a época e a extensão dos procedimentos de auditoria a
serem realizados pelos membros da equipe de trabalho é denominado de
(A) roteiro de auditoria.
(B) plano de auditoria.
(C) papeis de trabalho.

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(D) normas de auditoria.


(E) estratégia para execução dos trabalhos.

25. (FCC/ CGM São Luís Auditor de Controle Externo 2015)


Considere os fatores abaixo.
I. Conhecimento detalhado da política e dos instrumentos de gestão de riscos da entidade.
II. Existência de entidades associadas, filiais e partes relacionadas que estejam no âmbito dos
trabalhos de Auditoria Interna.
III. O conhecimento do resultado e das providências tomadas em relação a trabalhos
anteriores, semelhantes e relacionados.
Esses fatores são relevantes na execução dos trabalhos de auditoria, especificamente para a
fase de
a) planejamento.
b) comunicação de resultados.
c) testes de auditoria.
d) especificação de resultados.
e) detalhamento de achados de auditoria.

26. (FCC/ SEFAZ PI Auditor Fiscal 2015)


Considere:
I. A elaboração de relatórios e emissão de relatórios e certificados.
II Elaboração dos papéis de trabalho e aplicação de testes.
III. Avaliação dos riscos de auditoria do Sistema de Controle Interno; Planejamento e
elaboração dos programas de trabalho.
IV. Monitoramento ou follow-up.
Os itens acima constituem etapas do trabalho, recomendadas pelas normas de execução dos
trabalhos de auditoria para se obter evidências robustas, e devem obedecer a sequência lógica
seguinte:
A) II, IV, III e I.
B) I, III, IV e II.
C) III, II, I e IV.
D) IV, III, II e I.

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E) III, IV, I e II.

27. (FCC/ TCE GO Analista de Controle Externo Orçamento e Finanças 2014)


Nas atividades de planejamento de auditoria independente, deve o auditor estabelecer uma
estratégia global que defina o alcance, a época e a direção da auditoria. Assim, ao definir a
estratégia global, deve o auditor, entre outros, nos termos da NBC TA 300:
I. Elaborar o plano de auditoria, para definir o tipo de técnica e os procedimentos aplicáveis na
revisão de seu trabalho.
II. Definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar a época da auditoria e a
natureza das comunicações requeridas.
III. Identificar as características do trabalho para definir o seu alcance.
IV. Considerar os fatores que no julgamento profissional do auditor são significativos para
orientar os esforços da equipe do trabalho.
V. Determinar a natureza, a época e a extensão dos recursos necessários para realizar o
trabalho.
Está correto o que consta APENAS em
a) IV e V
b) III, IV e V
c) II, III, IV e V
d) I e III
e) I, II e III

28. (FCC/ TCE PI Auditor Fiscal de Controle Externo 2014)


O planejamento da auditoria é a fase na qual são fixadas as ações a serem executadas no
trabalho de campo. Entre os principais conceitos sobre os quais está fundamentada esta
atividade figura a
a) legalidade.
b) relevância.
c) impessoalidade.
d) objetividade.
e) publicidade.

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29. (FCC/ TRT 13ª An. Judiciário/Contabilidade 2014)


A execução dos trabalhos de auditoria é dividida em fases. O conhecimento detalhado da
política e dos instrumentos de gestão de riscos do ente auditado é elemento que deve ser
verificado na fase de
a) testes de auditoria.
b) conclusão dos trabalhos de auditoria.
c) planejamento de auditoria.
d) triagem de achados de auditoria.
e) avaliação de resultados de auditoria.

30. (FCC/ TCE PR Analista de Controle Jurídica 2011)


A fase da auditoria em que se determina o momento da realização de cada uma das tarefas é
chamada de
a) planejamento.
b) análise de risco.
c) estudo de caso.
d) evidenciação.
e) seleção de programa de trabalho.

31. (VUNESP CM Jales Diretor Div. Finanças 2018)


Sobre os papéis de trabalho de auditoria, é correto afirmar que
a) correspondem ao registro dos procedimentos de auditoria executados, da evidência de
auditoria relevante obtida e das conclusões alcançadas pelo auditor.
b) constitui dever do auditor incluir, na documentação de auditoria, todas as versões de papéis
de trabalho e demonstrações contábeis disponíveis e utilizadas, ainda que representem
entendimento preliminar ou incompleto.
c) não há necessidade de serem registradas discussões de assuntos com a administração, com
os responsáveis pela governança ou outros, ainda que significativas, sendo suficiente a
indicação de datas e com quem as discussões ocorreram.
d) após a montagem do arquivo final de auditoria ter sido completada, o auditor pode descartar
documentação de auditoria não referida no relatório, devendo guardar apenas aquelas que
interferiram nos resultados e evidência de auditoria obtida.

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e) concluído o relatório do auditor e finalizado o processo de montagem do arquivo final, não


é possível executar procedimentos novos ou adicionais, em respeito aos princípios da
integridade e objetividade.

32. (VUNESP CM Indaiatuba Controlador Interno 2018)


Em auditoria, os papéis de trabalho
a) não são de propriedade exclusiva do auditor; partes, excertos ou mesmo a integralidade
destes, a depender da necessidade, devem ser postos à disposição da entidade.
b) são elaborados, estruturados e organizados para atender às circunstâncias do trabalho e
satisfazer às necessidades da entidade auditada, tanto na auditoria interna quanto na auditoria
externa.
c) devem documentar todas as questões de que o auditor trata, razão pela qual a extensão dos
papéis de trabalho não é assunto de julgamento profissional individual, sendo objeto de norma
própria.
d) podem ser quaisquer documentos e demonstrações preparados ou fornecidos pela
entidade, desde que o Auditor avalie sua consistência e se satisfaça com sua forma e conteúdo.
e) não devem incluir o juízo do auditor acerca das questões significativas ou da conclusão a que
chegou, nem mesmo se referir às áreas que envolvem questões de difícil julgamento.

33. (VUNESP CM Campo Limpo Controlador Interno 2018)


Considerando as normas e regras gerais atinentes à auditoria, a respeito dos papéis de
trabalho, é correto afirmar:
a) o auditor deve adotar procedimentos para manter a sua custódia pelo prazo mínimo de 10
anos junto à entidade auditada.
b) a sua confidencialidade é de responsabilidade da entidade auditada, sendo dever do auditor
apenas mantê-los na posse de funcionário designado para esse fim.
c) devem ser postos à disposição da entidade auditada, não podendo o auditor se recusar a
cumprir com essa obrigação.
d) quando solicitados por terceiros, somente podem ser disponibilizados após autorização
formal da entidade auditada.
e) depois de cumprida sua função, são de propriedade exclusiva da entidade auditada.

34. (VUNESP CM Olímpia Controlador Especialista 2018)

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Os programas de auditoria, análises, memorandos de assuntos do trabalho, resumos de


assuntos significativos, cartas de confirmação e representação, listas de verificação e
correspondências (inclusive correio eletrônico) referentes a assuntos significativos fazem parte
integrante, segundo as Normas Brasileiras de Contabilidade de Técnicas de Auditoria,
a) dos procedimentos analíticos de auditoria.
b) dos programas de trabalho de auditoria.
c) do relatório de auditoria.
d) dos procedimentos substantivos de auditoria.
e) dos papeis de trabalho de auditoria.

35. (VUNESP SEFAZ SP APOFP 2013)


De acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade e suas interpretações técnicas, o auditor
deve evidenciar as questões que foram consideradas importantes, visando fundamentar seu
trabalho de auditoria e comprovar que a auditoria foi executada de acordo com as normas da
profissão e dos trabalhos.
Diante disso, pode-se afirmar que esse processo está relacionado à norma
a) da profissão.
b) de procedimentos de auditoria.
c) de relatórios.
d) de controle de qualidade.
e) de documentação da auditoria.

36. (VUNESP CM Cotia Contador 2017)


A etapa na qual são definidas a estratégia e a programação dos trabalhos de auditoria,
estabelecendo a natureza, a oportunidade e a extensão dos exames, determinando os prazos,
as equipes de profissionais e outros recursos necessários para que os trabalhos sejam
eficientes, eficazes e efetivos, realizados com qualidade, no menor tempo e com o menor custo
possível, é denominada de
a) execução.
b) planejamento.
c) entrega e reports.
d) pré-balanço.
e) fechamento.

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37. (CESPE Analista Portuário II (EMAP) / Financeira e Auditoria Interna 2018)


Considerando as etapas e as atividades envolvidas no planejamento e na execução dos
trabalhos do auditor, julgue o item que se segue.
Ao planejar e executar testes de controle, o auditor deve verificar o modo como os controles
foram aplicados ao longo do período, a consistência dos controles e quem os aplicou ou por
quais meios eles foram aplicados.

38. (CESPE Auditor Estadual (TCM-BA) / Controle Externo 2018)


No início do planejamento de uma auditoria, a questão crítica é a definição do volume de
informações necessário à obtenção de uma segurança razoável. Essa decisão depende
a) do conhecimento específico sobre a atividade da entidade.
b) do tipo de opinião expressada no relatório final.
c) da quantidade de pessoas envolvidas no trabalho de auditoria.
d) da existência de recursos eletrônicos de informação.
e) do conhecimento da legislação aplicável.

39. (CESPE Auditor do Estado (CAGE RS) 2018)


A estratégia global e o plano de auditoria são processos
a) estanques.
b) dependentes.
c) sucessivos.
d) autônomos.
e) relacionados.

40. (CESPE Analista Judiciário (TRE TO) / 2017 / Contabilidade / Administrativa - 2017)
De acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade aplicadas à auditoria interna, no
planejamento de uma auditoria, os fatos relevantes que devem ser considerados pelo auditor
na execução dos trabalhos incluem
I o conhecimento detalhado da política e dos instrumentos de gestão de riscos da entidade.
II o conhecimento detalhado das atividades operacionais e dos sistemas contábil e de controles
internos e seu grau de confiabilidade da entidade.

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III a natureza, oportunidade e extensão dos procedimentos de auditoria interna a serem


aplicados, alinhados com a política de gestão de riscos da entidade.
IV o uso do trabalho de especialistas.
V os riscos de auditoria, quer pelo volume quer pela complexidade das transações e operações.
Assinale a opção correta.
a) Apenas o item I está certo.
b) Apenas os itens II e V estão certos.
c) Apenas os itens II, III e IV estão certos.
d) Apenas os itens I, III, IV e V estão certos.
e) Todos os itens estão certos.

41. (CESPE Técnico Municipal de Controle Interno (CGM João Pessoa) 2018)
Julgue o item a seguir, relativo ao planejamento de auditoria.
O planejamento dos trabalhos da auditoria interna deve envolver a análise dos riscos, que, por
sua vez, estão relacionados à possibilidade de não se atingir, de forma satisfatória, o objetivo
dos trabalhos.

42. (CESPE Técnico Municipal de Controle Interno (CGM João Pessoa) 2018)
Julgue o item a seguir, relativo ao planejamento de auditoria.
O planejamento para a realização de auditorias deve ser documentado e os programas de
trabalho formalmente preparados, sendo necessário constar nesse planejamento informações
suficientes para a compreensão dos procedimentos que deverão ser executados pelos
auditores.

43. (CESPE Técnico Municipal de Controle Interno (CGM João Pessoa) 2018)
Julgue o item a seguir, relativo ao planejamento de auditoria.
Na fase de planejamento, um dos aspectos a serem considerados na análise de risco é a
extensão da responsabilidade do auditor interno no uso dos trabalhos de especialistas.

44. (CESPE Técnico Municipal de Controle Interno (CGM João Pessoa) 2018)
Julgue o item a seguir, relativo ao planejamento de auditoria.

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Os principais aspectos não atrelados aos riscos, mas que deverão ser observados na fase de
planejamento incluem a verificação e a comunicação de eventuais limitações relacionadas aos
procedimentos da auditoria interna, tendo em vista o volume ou a complexidade das
transações e das operações.

45. (CESPE Analista Judiciário (STM)/Contabilidade/Apoio Especializado 2011)


Com relação aos conceitos gerais de auditoria e aos papéis utilizados na sua execução, julgue
o item seguinte.
Como regra geral, os papéis de trabalho são de propriedade exclusiva do auditor. A seu critério,
partes ou excertos desses papéis podem ser postos à disposição do auditado, que deve
autorizar formalmente, salvo em situações legais específicas, a sua entrega a terceiros.

46. (CESPE Auditor (FUB) 2013)


De acordo com as Normas Brasileiras para o Exercício da Auditoria Interna e com a Resolução
CFC n.º 986/2003, julgue o item que se segue.
No planejamento dos trabalhos da auditoria interna, cabe ao próprio setor definir a extensão
e profundidade dos exames, mas é a administração que determina a época da realização de
cada trabalho.

47. (CESPE Auditor (FUB) 2013)


Os papéis de trabalho podem referir-se à fase de planejamento ou de execução da auditoria.
Entre os primeiros, destacam-se os da avaliação dos controles internos e de revisão contábil.

48. (CESPE Auditor de Controle Externo (TCE-PA) / Ciências Contábeis / Fiscalização - 2016)
Com relação aos instrumentos de fiscalização da auditoria bem como ao seu planejamento e à
sua execução, julgue o item seguinte.
No planejamento da auditoria, os pisos de valores adotados para determinar a materialidade
para as demonstrações contábeis como um todo podem ser superiores aos utilizados para
transações específicas; dependem de como distorções de valores menores possam influenciar
as decisões dos usuários dessas informações.

49. (CESPE Perito Criminal (PC PE)/Ciências Contábeis / Área 8 - 2016)


A respeito das atividades preliminares ao trabalho de auditoria das demonstrações contábeis,
assinale a opção correta.

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a) É vedada a realização de auditoria com apenas um profissional, ainda que ele seja o
responsável pela entidade de auditoria.
b) Havendo incompatibilidade ou imprevisto, o plano de auditoria deve ser alterado, uma vez
que a estratégia global de auditoria é inalterável.
c) A supervisão dos membros da equipe deve ser realizada ao final dos trabalhos de
levantamento.
d) No caso de auditorias recorrentes, os procedimentos iniciais devem ser aplicados logo após
ou em conexão com a conclusão da auditoria anterior.
e) O plano de auditoria deve ser definido antes das discussões a respeito da estratégia global
de auditoria.

50. (CESPE Contador (DPU) - 2015)


A respeito do planejamento dos trabalhos de auditoria governamental, da fraude e do erro,
dos testes, das técnicas e da amostragem estatística em auditoria, julgue o próximo item.
No planejamento dos trabalhos de auditoria a ser realizada na DPU, além da observância das
normas de auditoria, o auditor deve considerar as normas específicas relativas ao objeto da
auditoria, ainda que tais normas não sejam consideradas na avaliação da materialidade de
distorções encontradas.

51. (CESPE Contador (DPU) - 2016)


Em relação aos papéis de trabalho, tipos de auditoria no setor público e eventos subsequentes,
julgue o item que se segue.
Os papéis de trabalho obtidos nas auditorias internas são semelhantes em suas finalidades e
importância aos papéis elaborados diretamente pelos auditores internos.

52. (CESPE - Analista Portuário II (EMAP) / Financeira e Auditoria Interna - 2018)


Julgue o item a seguir, relativo à documentação de auditoria.
O término da montagem do arquivo final de auditoria, após a data do relatório do auditor, é
um processo administrativo que não envolve a realização de novos procedimentos de auditoria
nem novas conclusões.

53. (CESPE - Analista Portuário II (EMAP) / Financeira e Auditoria Interna - 2018)


Julgue o item a seguir, relativo à documentação de auditoria.

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A forma, o conteúdo e a extensão da documentação de auditoria independem de fatores como


tamanho e complexidade da organização.

54. (CESPE - TCE PR ACE/Administração 2016)


No que se refere à documentação de auditoria, assinale a opção correta.
a) Discussões entre auditor e administração devem ser mantidas em sigilo, devendo, portanto,
ser excluídas da documentação.
b) Procedimentos podem ser executados mesmo depois da conclusão do relatório de auditoria,
desde que sejam devidamente documentados.
c) A documentação de auditoria deve limitar-se aos registros elaborados pelo auditor, para fins
de confirmação da autenticidade.
d) De acordo com as normas em vigor, os termos arquivo de auditoria e documentação de
auditoria são sinônimos.
e) Por exigência da preservação probatória estabelecida nas normas de auditoria, a
documentação de auditoria deve incluir todos os documentos, inclusive versões superadas de
documentos e notas que reflitam entendimento incompleto.

55. (CESPE - Auditor Estadual (TCM-BA) /Controle Externo - 2018)


Na documentação de auditoria, deve-se excluir
a) discussões da equipe de auditoria com a administração e com os responsáveis pela
governança.
b) informação que possa ser considerada inconsistente com a conclusão final da auditoria.
c) registro de procedimentos de auditoria diferentes dos requeridos pelas normas técnicas.
d) cópias anteriores de documentos corrigidos em decorrência de erros tipográficos.
e) razões específicas para modificações na documentação de auditoria ocorridas após a
emissão do relatório.
Comentários
A questão aborda exemplos de documentos que podem ser excluídos à à à
como diz a norma) da documentação de auditoria. Veja:
A4. O auditor não precisa incluir na documentação de auditoria versões superadas de papéis
de trabalho e demonstrações contábeis, notas que reflitam entendimento incompleto ou
preliminar, cópias anteriores de documentos corrigidos em decorrência de erros tipográficos
ou de outro tipo de documentos em duplicata. [NBC TA 230] [grifo nosso]
Portanto, alternativa correta é D.

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As demais alternativas trazem informações relevantes que devem ser documentadas, pois
fornecem evidência de auditoria que ajudarão a sustentar a opinião do auditor, além de
demonstrar que a auditoria foi planejada e executada conforme as normas e que servirão para
assistir a equipe de trabalho no planejamento e execução da mesma.

56. (CESPE - Analista Judiciário (STM) /Contabilidade/Apoio Especializado - 2018)


À luz das Normas Brasileiras de Contabilidade do Conselho Federal de Contabilidade que
tratam do auditor independente e da auditoria independente de informação contábil histórica,
julgue o item subsequente.
A documentação de auditoria e a evidência de auditoria remetem ao mesmo conceito, ou seja,
ambas são constituídas por registros, documentos e outras informações que permitem a
obtenção de conclusões pelo auditor.

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5. GABARITO

1. A 21. D 41. CERTO


2. C 22. D 42. CERTO
3. C 23. ERRADA 43. CERTO
4. B 24. B 44. ERRADO
5. B 25. A 45. CERTO
6. E 26. C 46. ERRADO
7. A 27. C 47. ERRADO
8. ANULADA 28. B 48. CERTO
9. D 29. C 49. D
10. E 30. A 50. ERRADO
11. C 31. A 51. CERTO
12. C 32. D 52. CERTO
13. C 33. D 53. ERRADO
14. B 34. E 54. B
15. D 35. E 55. D
16. A 36. B 56. ERRADO
17. C 37. CERTO
18. A 38. A
19. C 39. ANULADA
20. A 40. E

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6. QUESTÕES DE CONCURSOS ANTERIORES RESOLVIDAS E COMENTADAS

1. (FCC - AUDITOR FISCAL / SEFAZ GO - 2018)


A documentação de auditoria:
I àT à à à à à à
II. Deve ser preparada de modo que um leigo possa entender a natureza, época e extensão dos
procedimentos de auditoria executados.
III. Deve ser sigilosa, ocultando, por exemplo, o nome do profissional que executou o trabalho
de auditoria.
IV. Trata-se de coleção de papéis para a elaboração do relatório final que pode,
excepcionalmente, conter documentos emitidos após a data desse relatório.
Está correto o que se afirma APENAS em
(A) I e IV.
(B) I e III.
(C) I e II.
(D) III e IV.
(E) II e IV.
C
Questão aborda aspectos gerais de documentação de auditoria, segundo a NBC TA 230(R1).
Analisando cada item:
I. Item correto. Segundo a NBC TA 230(R1):
6. Para fins das normas de auditoria, os seguintes termos possuem os significados atribuídos
abaixo:
(a) Documentação de auditoria é o registro dos procedimentos de auditoria executados, da
evidência de auditoria relevante obtida e conclusões alcançadas pelo auditor (usualmente
).
II. Item errado. Não é um leigo que deve ser capaz de entender os procedimentos executados,
mas um auditor experiente.
Segundo a NBC TA 230(R1):

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8. O auditor deve preparar documentação de auditoria que seja suficiente para permitir que
um auditor experiente, sem nenhum envolvimento anterior com a auditoria, entenda:
(a) a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria executados para cumprir com
as normas de auditoria e exigências legais e regulamentares aplicáveis;
(b) os resultados dos procedimentos de auditoria executados e a evidência de auditoria obtida;
e
(c) assuntos significativos identificados durante a auditoria, as conclusões obtidas a respeito
deles e os julgamentos profissionais significativos exercidos para chegar a essas conclusões.
III. Item errado. Não há respaldo para tal afirmação nas normas. Entendemos que é necessário
estar explícito o nome do profissional que executou a auditoria.
IV. Item correto. É possível aceitar o item como correto a partir da definição de documentação
de auditoria (registro das conclusões alcançadas pelo auditor), segundo a NBC TA 230(R1), e do
item que trata dos assuntos surgidos após a data do relatório. Veja:

13.
Se, em circunstâncias excepcionais, o auditor executar procedimentos novos ou adicionais ou
chegar a outras conclusões após a data do relatório, o auditor deve documentar:
(a) as circunstâncias identificadas;
(b) os procedimentos novos ou adicionais executados, a evidência de auditoria obtida e as novas
conclusões alcançadas, e seu efeito sobre o relatório do auditor; e
(c) quando e por quem as modificações resultantes da documentação de auditoria foram
executadas e revisadas.
Reparem que a situação acima, ou seja, execução de procedimentos novos ou obtenção de
novas conclusões APÓS A DATA DO RELATÓRIO, só pode ocorrer EM CIRCUSNTÂNCIAS
EXCEPCIONAIS. Nesse caso, o auditor deve documentar as circunstâncias identificadas, os
novos procedimentos executados e a identificação de por quem e quando as modificações
foram executadas e revisadas.
G A

2. (FCC/ ALESE An. Legislativo/Contabilidade 2018)


A NBC TA 230 estabelece, no tocante especificamente à forma, conteúdo e extensão da
documentação de auditoria, que o auditor deve preparar documentação de auditoria que seja
suficiente para permitir que um auditor experiente, sem nenhum envolvimento anterior com
a auditoria, entenda

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a) a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria executados para cumprir com
as normas de auditoria e exigências legais e regulamentares aplicáveis, devendo registrar,
inclusive, as características que identificam os itens ou assuntos específicos testados, vedados
estes registros quando a entidade for instituição financeira.
b) a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria executados, sendo obrigatório
o registro da data em que foi concluída a auditoria, mas vedado o registro da pessoa que
executou o trabalho, exceto quando houver determinação judicial específica nesse sentido.
c) os resultados dos procedimentos de auditoria executados e a evidência de auditoria obtida,
bem como a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria executados para
cumprir com as normas de auditoria e exigências legais e regulamentares aplicáveis, devendo
registrar, inclusive, quem revisou o trabalho de auditoria executado, bem como a data e
extensão de tal revisão.
d) assuntos significativos identificados durante a auditoria, as conclusões obtidas a respeito
deles e os julgamentos profissionais significativos exercidos para chegar a essas conclusões,
sendo facultativa a documentação da discussão destes assuntos, quando mantidas apenas com
os responsáveis pela governança da entidade, mas vedada, em qualquer caso, a identificação
da pessoa com quem as discussões ocorreram.
e) assuntos significativos identificados durante a auditoria, as conclusões obtidas a respeito
deles e os julgamentos profissionais significativos exercidos para chegar a essas conclusões,
dispensada a documentação referente ao modo como foram tratadas as informações que se
mostraram inconsistentes com a sua conclusão final.
C
Questão utiliza parte do que acabamos de apresentar na anterior (item 8 da NBC TA 230 R1) e
mais um pouco (item 9 da NBC TA 230 R1). Vejamos:
Item 8. O auditor deve preparar documentação de auditoria que seja suficiente para permitir
que um auditor experiente, sem nenhum envolvimento anterior com a auditoria, entenda:
(a) a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria executados para cumprir com
as normas de auditoria e exigências legais e regulamentares aplicáveis;
(b) os resultados dos procedimentos de auditoria executados e a evidência de auditoria obtida;
e
(c) assuntos significativos identificados durante a auditoria, as conclusões obtidas a respeito
deles e os julgamentos profissionais significativos exercidos para chegar a essas conclusões.
Item 9. Ao documentar a natureza, a época e a extensão dos procedimentos de auditoria
executados, o auditor deve registrar:
(a) as características que identificam os itens ou assuntos específicos testados;
(b) quem executou o trabalho de auditoria e a data em que foi concluído;
(c) quem revisou o trabalho de auditoria executado e a data e extensão de tal revisão.

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Pela literalidade dos itens trazidos acima, nosso gabarito só pode ser a letra C. Reparem que o
item 9 define o que o deve ser documentado especificamente em relação aos procedimentos
executados. Vamos analisar os erros das demais assertivas:
a) a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria executados para cumprir com
as normas de auditoria e exigências legais e regulamentares aplicáveis, devendo registrar,
inclusive, as características que identificam os itens ou assuntos específicos testados, vedados
estes registros quando a entidade for instituição financeira. Não existe previsão normativa para
tal vedação.
b) a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria executados, sendo obrigatório
o registro da data em que foi concluída a auditoria, mas vedado o registro da pessoa que
executou o trabalho, exceto quando houver determinação judicial específica nesse sentido. O
item 9 à diz que deve ser documentado quem executou o trabalho e a data em que foi
concluído.
d) assuntos significativos identificados durante a auditoria, as conclusões obtidas a respeito
deles e os julgamentos profissionais significativos exercidos para chegar a essas conclusões,
sendo facultativa a documentação da discussão destes assuntos, quando mantidas apenas com
os responsáveis pela governança da entidade, mas vedada, em qualquer caso, a identificação
da pessoa com quem as discussões ocorreram.
10. O auditor deve documentar discussões de assuntos significativos com a administração, os
responsáveis pela governança e outros, incluindo a natureza dos assuntos significativos
discutidos e quando e com quem as discussões ocorreram.
e) assuntos significativos identificados durante a auditoria, as conclusões obtidas a respeito
deles e os julgamentos profissionais significativos exercidos para chegar a essas conclusões,
dispensada a documentação referente ao modo como foram tratadas as informações que se
mostraram inconsistentes com a sua conclusão final.
11. Se o auditor identificou informações referentes a um assunto significativo que são
inconsistentes com a sua conclusão final, ele deve documentar como tratou essa inconsistência.
G C

3. (FCC/ MPE PE Analista Ministerial Auditoria 2018)


Embora a conclusão da montagem do arquivo final de auditoria constitua processo
administrativo desprovido de novos testes e conclusões, novas modificações de natureza
administrativa podem ser feitas na documentação de auditoria nessa etapa, para suprimir,
apagar ou descartar
a) evidências desfavoráveis à conclusão apresentada.
b) referências cruzadas aos documentos de trabalho.
c) documentação superada.
d) evidência de auditoria que o auditor obteve antes da data do relatório de auditoria.

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e) identificação de quem executou o trabalho de auditoria.


C
Questão trata da montagem do arquivo final de auditoria. De acordo com a norma, o auditor
deve montar a documentação em arquivo de auditoria e completar o processo administrativo
de montagem do arquivo final de auditoria, tempestivamente após a data do relatório.
Reparem que a montagem do arquivo final é um processo quase que mecânico. Nesse
processo, não devem ser efetuados novos procedimentos e nem tampouco devem ser
extraídas novas conclusões. Há ressalvas quanto a modificações de natureza administrativa na
documentação, podendo essas serem feitas durante a montagem do arquivo final (exemplo:
descarte de documentação superada). A regra, no entanto, é que após a montagem do
arquivo final de auditoria, o auditor não apaga nem descarta documentação de qualquer
natureza antes do fim de seu período de guarda (5 anos da data do relatório).
G C

4. (FCC/ TRF 5ª Região An. Judiciário/Contadoria 2017)


N à à à à à à à à àNBCàTáà à R à àD à
de Auditoria, a documentação de auditoria, que atende às exigências de tal Norma e às
exigências específicas de documentação de outras normas de auditoria relevantes, fornece
evidência
a) da base do auditor para uma conclusão sobre a segurança absoluta de que as demonstrações
contábeis como um todo estão livres de distorção relevante.
b) de que a auditoria foi planejada e executada em conformidade com as normas de auditoria
e exigências legais e regulamentares aplicáveis.
c) da base para o auditor promover alterações nos registros contábeis de forma que possa ter
razoável segurança que, como um todo, as demonstrações contábeis estão livres de distorção
relevante.
d) de que o risco de auditoria foi eliminado, mesmo na existência de riscos de distorção
relevante e de detecção.
e) de que o auditor não exercitou o julgamento profissional ao planejar e executar a auditoria
de demonstrações contábeis.
C
De acordo com a NBC TA 230:
2. A documentação de auditoria, que atende às exigências desta Norma e às exigências
específicas de documentação de outras normas de auditoria relevantes, fornece:
(a) evidência da base do auditor para uma conclusão quanto ao cumprimento do objetivo global
do audito; e
(b) evidência de que a auditoria foi planejada e executada em conformidade com as normas
de auditoria e exigências legais e regulamentares aplicáveis.

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Pelo exposto, o gabarito é letra B. Vejam que as demais assertivas trazem situações não
à à à à à à à à à à à à
à à
G B

5. (FCC - Analista (DPE RS) / Contabilidade - 2017)


Considere os itens abaixo.
I. Assistir à equipe de trabalho no planejamento e execução da auditoria.
II. Assistir aos membros da equipe de trabalho responsáveis pela direção e supervisão do
trabalho de auditoria e no cumprimento de suas responsabilidades de revisão.
III. Permitir que a equipe de trabalho possa ser responsabilizada por seu trabalho.
IV. Manter um registro de assuntos de importância recorrente para auditorias futuras.
V. Permitir a condução de inspeções externas em conformidade com as exigências legais,
regulamentares e outras exigências aplicáveis.
Nos termos da NBC TA 230, esses itens representam as denominadas finalidades adicionais
a) dos papéis de trabalho.
b) da documentação de auditoria.
c) do planejamento da auditoria.
d) dos registros contábeis fidedignos.
e) do relatório de auditoria.
C
Questão aborda as finalidades adicionais da documentação da auditoria, segundo a NBC TA
230(R1). Veja:
3. A documentação de auditoria serve para várias finalidades adicionais, que incluem:
àassistir a equipe de trabalho no planejamento e execução da auditoria;
à assistir aos membros da equipe de trabalho responsáveis pela direção e supervisão do
trabalho de auditoria e no cumprimento de suas responsabilidades de revisão em
conformidade com a NBC TA 220 Controle de Qualidade da Auditoria de Demonstrações
Contábeis;
àpermitir que a equipe de trabalho possa ser responsabilizada por seu trabalho;
àmanter um registro de assuntos de importância recorrente para auditorias futuras;
;
à permitir a condução de inspeções externas em conformidade com as exigências legais,
regulamentares e outras exigências aplicáveis. [Grifos nossos]

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Assim, todos os itens enumerados na questão são finalidades adicionais da documentação de


auditoria.
G B

6. (FCC/ TST An. Jud. Contador 2017)


Um auditor independente, durante os trabalhos de auditoria, julgou necessário NÃO atender
um requisito relevante de uma norma. Nesse caso, nos termos da NBC TA 230, ele deve
a) trancar a auditoria e refazer o planejamento.
b) justificar ao auditado a opção do não atendimento.
c) reorganizar a extensão dos procedimentos de auditoria executados.
d) reavaliar os resultados dos procedimentos de auditoria executados.
e) documentar como os procedimentos alternativos executados cumprem a finalidade do
requisito não atendido.
C
Questão interessante, que trata de situação atípica, qual seja: não atendimento de requisito
relevante de norma específica. Vejamos os itens correspondentes da norma:
Item 12. Se, em circunstâncias excepcionais, o auditor julgar necessário não atender um
requisito relevante de uma norma, ele deve documentar como os procedimentos alternativos
de auditoria executados cumprem a finalidade desse requisito, e as razões para o não
atendimento.
G E

7. (FCC/ SEFAZ MA Auditor Fiscal 2016)


Nas auditorias das demonstrações contábeis o auditor deve preparar tempestivamente a
documentação de auditoria. Quanto à forma, ao conteúdo e à extensão, o auditor deve levar
em conta, entre outros, os seguintes fatores:
I. Resultado de auditorias anteriores e os ajustes promovidos pela entidade.
II. Natureza dos procedimentos de auditoria a serem executados.
III. Volume dos recursos e a importância das transações realizadas pela entidade.
IV. Riscos identificados de distorção relevante.
V. Tamanho e complexidade da entidade.
Está correto o que se afirma APENAS em
(A) II, IV e V.
(B) I, III e IV.
(C) II e III.

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(D) III, IV e V.
(E) I, II, e V.
C
Questão aborda um assunto recorrentemente cobrado pela FCC. Trata-se dos fatores que
influenciam a forma, o conteúdo e a extensão da documentação de auditoria. Vejamos o que
diz o item A2 da NBC TA 230:
A forma, o conteúdo e a extensão da documentação de auditoria dependem de fatores como:
(a) tamanho e complexidade da entidade;
(b) natureza dos procedimentos de auditoria a serem executados;
(c) riscos identificados de distorção relevante;
(d) importância da evidência de auditoria obtida;
(e) natureza e extensão das exceções identificadas;
(f) necessidade de documentar a conclusão ou a base da conclusão não prontamente
determinável a partir da documentação do trabalho executado ou da evidência de auditoria
obtida;
à à à à à à à .
Os itens II, IV e V são os únicos que constam no rol trazido pelo item A2 da norma supracitada.
G A

8. (FCC/ COPERGAS PE Contador 2016)


As demonstrações contábeis do exercício de 2015 da Companhia Distribuidora de Águas
Potáveis do Nordeste serão auditadas pela firma TOC Auditores e Consultoria Contábil. Na
realização dos trabalhos de auditoria, o Auditor deve montar a documentação em arquivo de
auditoria e completar o processo administrativo de montagem do arquivo final de auditoria
tempestivamente. Segundo as Normas de Auditoria NBC PA 01 e TA 230, um limite de tempo
apropriado para concluir a montagem do arquivo final de auditoria não pode ultrapassar:
A) 30 dias após a data do relatório do auditor.
B) 40 dias após o término dos trabalhos de auditoria.
C) 60 dias após a data do relatório do auditor.
D) 40 dias após o término dos trabalhos de auditoria
E) 60 dias após a revisão da documentação de auditoria.
C
Questão trata do prazo para conclusão da montagem do arquivo final de auditoria. Vejamos os
itens correspondentes da norma:

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Item A21. A NBC PA 01, item 45, requer que as firmas de auditoria estabeleçam políticas e
procedimentos para a conclusão tempestiva da montagem dos arquivos de auditoria. Um limite
de tempo apropriado para concluir a montagem do arquivo final de auditoria geralmente não
ultrapassa 60 dias após a data do relatório do auditor
Temos que guardar 2 informações importantes aqui. A primeira é o prazo propriamente dito
(60 dias); a segunda é o início da contagem do prazo (data do relatório de auditoria). Uma
à à à à à à à à à geralmente não ultrapassa à à à
J à à à à à à à não pode ultrapassar à à à à à à à
a questão foi ANULADA. Na prova você marcaria letra C e segue o baile
G ANULADA

9. (FCC/ TRT 23ª Região An. Jud. Contabilidade 2016)


Sobre entidade auditada, considere:
I. Complexidade.
II. Localização.
III. Finalidade social.
IV. Tamanho.
Nos termos da NBC TA 230, a forma, o conteúdo e a extensão da documentação de auditoria
dependem dos fatores que constam em
a) I, II e IV, apenas.
b) I, II, III e IV.
c) II, III e IV, apenas.
d) I e IV, apenas.
e) I, II e III, apenas.
C
Mais uma que exige conhecimento dos fatores que influenciam a forma, o conteúdo e a
extensão da documentação de auditoria. Veja mais uma vez o que diz o item A2 da NBC TA
230:
A forma, o conteúdo e a extensão da documentação de auditoria dependem de fatores como:
(a) tamanho e complexidade da entidade;
(b) natureza dos procedimentos de auditoria a serem executados;
(c) riscos identificados de distorção relevante;
(d) importância da evidência de auditoria obtida;
(e) natureza e extensão das exceções identificadas;

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(f) necessidade de documentar a conclusão ou a base da conclusão não prontamente


determinável a partir da documentação do trabalho executado ou da evidência de auditoria
obtida;
à à à à à à à .
G D

10. (FCC/ PGE MT Analista/Contabilidade 2016)


Segundo a Norma Brasileira de Contabilidade do Trabalho de Auditoria 230 (NBC TA 230) (R1)
não representa documentação adequada para o trabalho executado pelo auditor ou para as
conclusões obtidas, mas, pode ser usada para explicar ou esclarecer informações contidas na
documentação de auditoria:
a) programas de auditoria.
b) análises.
c) memorandos de assuntos do trabalho.
d) listas de verificação.
e) explicações verbais do auditor.
C
Questão bem direta, resolvível com conhecimento do item A5 da NBC TA 230 (R1). Veja:
A5. Explicações verbais do auditor, por si só, não representam documentação adequada para
o trabalho executado pelo auditor ou para as conclusões obtidas, mas podem ser usadas para
explicar ou esclarecer informações contidas na documentação de auditoria.
G E

11. (FCC/ TCE-CE ACE/Contabilidade 2015)


A Companhia de Distribuição de Alimentos do Nordeste, por exigências legais, contratou o
auditor independente para realizar a auditoria das demonstrações contábeis do exercício de
2014. Com relação à documentação de auditoria, nos termos das NBC TAs, o objetivo do
auditor é preparar documentação que forneça
(A) evidência de que o auditor aplicou procedimentos de auditoria necessários e suficientes
para detectar possíveis fraudes na empresa.
(B) segurança que as demonstrações contábeis estão livres de irregulares que possam
comprometer a credibilidade da empresa.
(C) registro suficiente e apropriado do embasamento do relatório do auditor, e evidências de
que a auditoria foi planejada executada em conformidade com as normas e as exigências legais
e regulamentares aplicáveis.
(D) registro das causas e efeitos da falta de competitividade, quando houver, da empresa no
mercado.

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(E) evidência de que os trabalhos foram adequados ao objeto da auditoria e que o auditor é o
responsável pela prevenção e detecção de fraudes e erros.
C
Questão sobre os objetivos do Auditor Independente relacionados à documentação. Vale
ressaltar que quase todas as NBC TA trazem, em seu corpo, o Objetivo do Auditor relacionados
ao tema tratado (documentação, amostragem, planejamento, etc.).
N à à à à à àNBCàTáà à à objetivo do auditor é preparar documentação que
forneça:
(a) registro suficiente e apropriado do embasamento do relatório do auditor; e
(b) evidências de que a auditoria foi planejada e executada em conformidade com as normas e
as exigências legais e regulamentares aplicáveis
G C

12. (FCC/ TCE-CE ACE/Atividade Jurídica 2015)


Com base na documentação de auditoria normatizada pela NBC TA 230,
a) o auditor deve documentar todos os assuntos considerados ou todos os julgamentos
exercidos na auditoria.
b) é necessário que o auditor documente separadamente a conformidade em assuntos, ainda
que já demonstrada por documentos incluídos no arquivo de auditoria.
c) explicações verbais do auditor, por si só, não representam documentação adequada para o
trabalho executado pelo auditor ou para conclusões obtidas, mas podem ser usadas para
explicar ou esclarecer informações obtidas na documentação de auditoria.
d) a documentação de auditoria deve sempre ser registrada em papel, condição necessária
para comprovar os fundamentos da conclusão do auditor.
e) a precisão da documentação elaborada pelo auditor independe se foi feita de forma
tempestiva ou após a realização do trabalho de auditoria.
C
Questão bacana que traz diversos pontos interessantes da norma. Vejamos a seguir os
comentários de cada assertiva:
A - Errada. O Item A7 da NBC TA 230 diz justamente o contrário. Vejamos:
Item A7. A documentação de auditoria fornece evidências de que a auditoria está em
conformidade com as normas de auditoria. Contudo, não é necessário nem praticável para o
auditor documentar todos os assuntos considerados ou todos os julgamentos profissionais
exercidos na auditoria. Além disso, é desnecessário o auditor documentar separadamente
(como em lista de verificação, por exemplo) a conformidade em assuntos já demonstrada por
documentos incluídos no arquivo de auditoria.

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B - Errada. Acabamos de apresentar o item A7 da norma. Reparem na parte final que diz ser
desnecessário essa documentação em separado de assuntos cuja conformidade restou
demonstrada por documentos já incluídos no arquivo de auditoria.
C - Correta. É exatamente o que diz o importante item A5 da norma. Vejamos:
Item A5. Explicações verbais do auditor, por si só, não representam documentação adequada
para o trabalho executado pelo auditor ou para as conclusões obtidas, mas podem ser usadas
para explicar ou esclarecer informações contidas na documentação de auditoria.
D - Errada. De acordo com o também importante àá à à à a documentação de
auditoria pode ser registrada em papel, em formatos eletrônicos ou outros. Exemplos de
documentação de auditoria incluem: (a) programas de auditoria; (b) análises; (c) memorandos
de assuntos do trabalho; (d) resumos de assuntos significativos; (e) cartas de confirmação e
representação; (f) listas de verificação; (g) correspondências (inclusive correio eletrônico)
==706d3==

referentes a assuntos significativos (...)


Cabe aqui um destaque para a parte final do item A3, não cobrada nessa questão
àV à à O auditor pode incluir resumos ou cópias de registros da
entidade (por exemplo, contratos e acordos significativos e específicos) como parte da
documentação de auditoria. A documentação de auditoria, porém, não substitui os registros
contábeis da entidade à P à à à não substituição dos registros contábeis pela
documentação de auditoria, mas os examinadores tentam de forma recorrente fazer você
acreditar no contrário. Portanto, meus amigos, fiquem ligados!
E - Errada. Assertiva trata de um ponto importante que é a elaboração tempestiva da
documentação de auditoria. Vejamos os itens da norma relacionados:
Item 7. O auditor deve preparar tempestivamente a documentação de auditoria.
Item A1. A elaboração tempestiva de documentação de auditoria suficiente e apropriada
aprimora a qualidade da auditoria e facilita a revisão e a avaliação eficazes da evidência de
auditoria e das conclusões obtidas antes da finalização do relatório do auditor. A
documentação elaborada após a execução do trabalho de auditoria tende a ser menos precisa
do que aquela elaborada no momento em que o trabalho é executado.
Podemos extrair pelo menos 2 coisas dos itens apresentados acima:
Em primeiro lugar, é possível sim elaborar documentação de auditoria após a execução do
trabalho. Em segundo lugar, que a documentação elaborada após a execução do trabalho
tende a ser MENOS PRECISA que aquela elaborada tempestivamente (daí o erro na assertiva).
G C

13. (FCC/ CGM São Luís Auditor de Controle Interno- 2015)


Considere os itens abaixo.
I. O objetivo do Auditor Interno é preparar documentação que forneça registro suficiente do
embasamento do seu relatório.

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II. Arquivo de auditoria compreende o registro de procedimentos de auditoria executados, da


evidência de auditoria relevante obtida e conclusões alcançadas pelo auditor.
III. A documentação de auditoria pode substituir os registros contábeis da entidade.
Sobre a documentação de auditoria, está correto o que se afirma em
a) I e II, apenas.
b) II, apenas.
c) I apenas.
d) I, II e III.
e) II e III, apenas.
C
Item I: CORRETO. De acordo com a NBC TA 230 (R1), o objetivo do auditor é preparar
documentação que forneça:
 Registro suficiente e apropriado do embasamento do relatório do auditor; e
 Evidências de que a auditoria foi planejada e executada em conformidade com as normas
e as exigências legais e regulamentares aplicáveis.
Item II: ERRADO. Essa é a definição da documentação de auditoria. Vamos relembrar:
-- Documentação de auditoria (papéis de trabalho): registro dos procedimentos, evidências e
conclusões.
-- Arquivo de auditoria: pasta que contém os registros que constituem a documentação de
auditoria.
Item III: ERRADO. O auditor pode incluir resumos ou cópias de registros da entidade (por
exemplo, contratos e acordos significativos e específicos) como parte da documentação de
auditoria. A documentação de auditoria, porém, não substitui os registros contábeis da
entidade.
G C

14. (FCC/ CGM São Luís Auditor de Controle Interno- 2015)


Considere as hipóteses abaixo.
I. O Auditor Interno pode não atender um requisito relevante de uma norma.
II. O Auditor Interno pode executar procedimentos adicionais referentes a fatos ocorridos após
a data do relatório de auditoria.
III. O Auditor Interno deve documentar inconsistências em relação a sua conclusão final,
referentes a assuntos significativos.
Nos termos da NBC TA 230, está correto o que se afirma em
a) III, apenas.

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b) I, II e III.
c) II e III, apenas.
d) II, apenas.
e) I e III, apenas.
C
I. CORRETO. O auditor até pode não atender um requisito relevante de uma norma. Nesse caso,
ele deve documentar como os procedimentos alternativos cumprem a finalidade desse
requisito, e as razões para o não atendimento.
12. Se, em circunstâncias excepcionais, o auditor julgar necessário não atender um requisito
relevante de uma norma, ele deve documentar como os procedimentos alternativos de
auditoria executados cumprem a finalidade desse requisito, e as razões para o não
atendimento.
Item II. CORRETO. Vimos que isso pode acontecer em circunstâncias excepcionais.
13. Se, em circunstâncias excepcionais, o auditor executar procedimentos novos ou adicionais
ou chegar a outras conclusões após a data do relatório, o auditor deve documentar:
(a) as circunstâncias identificadas;
(b) os procedimentos novos ou adicionais executados, a evidência de auditoria obtida e as novas
conclusões alcançadas, e seu efeito sobre o relatório do auditor; e
(c) quando e por quem as modificações resultantes da documentação de auditoria foram
executadas e revisadas.
Item III: CORRETO, nos termos do item 11 da NBC TA 230 (R1):
11. Se o auditor identificou informações referentes a um assunto significativo que são
inconsistentes com a sua conclusão final, ele deve documentar como tratou essa inconsistência.
G B

15. (FCC/ TCE GO Analista de Controle Externo Contabilidade 2014)


No decorrer dos trabalhos de auditoria das demonstrações contábeis da empresa Distribuidora
de Aços Rígidos do Brasil S/A, o auditor independente constatou que o valor do saldo da conta
duplicatas a receber, em 31.12.2013, apresentava uma diferença de R$ 150.000,00, referente
a três duplicatas, de um mesmo cliente, pagas no mês de novembro de 2013, não baixadas do
saldo. Quanto à evidência de auditoria, nos termos da NBC TA 230, o auditor deve registrá-la
a) no relatório da auditoria, expressando uma opinião com ressalvas.
b) no livro de ocorrências de achados de auditoria.
c) no relatório da auditoria, expressando uma opinião sem ressalvas.
d) em documentação de Auditoria (papéis de trabalho).
e) no relatório da auditoria, com abstenção de opinião.

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C
Questão muito tranquila. A evidência de auditoria obtida (bem como os procedimentos
executados e as conclusões alcançadas) deve ser registrada na documentação de auditoria.
6. Para fins das normas de auditoria, os seguintes termos possuem os significados atribuídos
abaixo: (a) Documentação de auditoria é o registro dos procedimentos de auditoria executados,
da evidência de auditoria relevante obtida e conclusões alcançadas pelo auditor (usualmente
à à à à à à à
G D

16. (FCC/ SEFAZ PE AFTE -2014)


Na auditoria interna realizada na tesouraria de determinada empresa de produtos alimentícios,
referente à movimentação financeira do mês de agosto de 2014, o auditor constatou que a
empresa pagou três duplicatas sem a devida comprovação de compra ou recebimento do
material. A fim de evidenciar os exames realizados e dar suporte à sua opinião, críticas,
sugestões e recomendações, as informações e provas obtidas no curso da auditoria serão
registrados
(A) nos papeis de trabalho.
(B) no certificado de auditoria.
(C) no relatório de auditoria.
(D) no programa de auditoria.
(E) na ata de conclusão da auditoria.
C
Questão bem parecida com a anterior, sendo que estamos no escopo da Auditoria Interna,
conforme citado no enunciado. Vejamos a seguir todos os tópicos referentes aos Papéis de
Trabalho (documentação de auditoria), presentes na NBC TI 01. Reparem como os conceitos
são semelhantes:
Item 12.1.2 Papéis de Trabalho
12.1.2.1 A Auditoria Interna deve ser documentada por meio de papéis de trabalho,
elaborados em meio físico ou eletrônico, que devem ser organizados e arquivados de forma
sistemática e racional.
12.1.2.2 Os papéis de trabalho constituem documentos e registros dos fatos, informações e
provas, obtido no curso da auditoria, a fim de evidenciar os exames realizados e dar suporte à
sua opinião, críticas, sugestões e recomendações.
12.1.2.3 Os papéis de trabalho devem ter abrangência e grau de detalhe suficientes para
propiciarem a compreensão do planejamento, da natureza, da oportunidade e da extensão dos
procedimentos de Auditoria Interna aplicados, bem como do julgamento exercido e do suporte
das conclusões alcançadas.

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12.1.2.4 Análises, demonstrações ou quaisquer outros documentos devem ter sua integridade
verificada sempre que forem anexados aos papéis de trabalho.
G A

17. (FCC/ ALEPE Contabilidade 2014)


Os papéis de trabalho:
I. devem conter o registro dos procedimentos de auditoria executados, da evidência de
auditoria relevante obtida e das conclusões alcançadas pelo auditor.
II. devem ser preparados de forma suficiente para que sejam compreendidos por qualquer
usuário da informação contábil.
III. têm como objetivo auxiliar a execução dos exames, servir de suporte aos relatórios e como
prova em questões judiciais.
Está correto o que se afirma APENAS em
A) I.
B) II.
C) I e III.
D) I e II.
E) II e III.
C
Q à à à à à à à àIIà àIII àV à à à à
Item I Correto. Tenho até vergonha de trazer novamente esse conceito (rs). Já vimos
anteriormente que essa é exatamente a letra do item 6 da NBC TA 230.
Item II Errado de acordo com o item 8 da NBC TA 230, a seguir descrito:
Item 8. O auditor deve preparar documentação de auditoria que seja suficiente para permitir
que um auditor experiente, sem nenhum envolvimento anterior com a auditoria, entenda:
(a) a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria executados para cumprir com
as normas de auditoria e exigências legais e regulamentares aplicáveis;
(b) os resultados dos procedimentos de auditoria executados e a evidência de auditoria obtida;
e
(c) assuntos significativos identificados durante a auditoria, as conclusões obtidas a respeito
deles e os julgamentos profissionais significativos exercidos para chegar a essas conclusões.
Ora, a documentação de auditoria deve ser preparada de maneira que um auditor experiente
(e não um usuário qualquer por isso a incorreção do item) entenda os procedimentos
à à à à à à àF à à à à à suficiente à
que já foi objeto de cobrança em questões (da FCC inclusive).

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Item III Correto. Item bem difícil e, de certa forma, controverso. Vejamos cada parte do item
separadamente. Os papéis de trabalho têm como objetivo:
 Auxiliar a execução dos exames correto, nos termos do item 5 da NBC TA 230, que trata
à à à à à à àC à à à à à à à à assistir
a equipe de trabalho no planejamento e execução da auditoria
 Servir de suporte aos relatórios igualmente correto (e óbvio, em certa medida). O item 5
da NBC TA 230 diz que o objetivo do auditor é preparar documentação de auditoria que
forneça registro suficiente e apropriado do embasamento do relatório do auditor.
 Servir como prova em questões judiciais. Aqui reside a controvérsia da questão. Não há tal
previsão expressa nas normas de auditoria. Encontramos registros na doutrina que dizem
à à à à à à à à representar na justiça as evidências do
trabalho executado, acumular provas necessárias para suportar o parecer do auditor à
Portanto a banca considerou o item como correto. Aliás, a banca já defendeu esse
argumento como correto em outras ocasiões.
G C

18. (FCC/ ALEPE Contabilidade 2014)


Os papéis de trabalho devem ter abrangência e detalhamento para propiciar a compreensão
do planejamento de auditoria em grau
a) suficiente.
b) adequado.
c) relevante.
d) exato.
e) relativo.
C
V à à à à à à à à à à à àNBC TA 230 (R1). Veja
mais uma vez:
8. O auditor deve preparar documentação de auditoria que seja suficiente para permitir que
um auditor experiente, sem nenhum envolvimento anterior com a auditoria, entenda [...]
G A

19. (FCC/ TCE PR Analista de Controle Jurídica 2011)


Sobre os papéis de trabalho é correto afirmar que são
a) de propriedade da empresa ou órgão auditado.
b) documentos elaborados pelo auditor na fase que antecede o planejamento da auditoria.

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c) o conjunto de formulários que contém os apontamentos obtidos pelo auditor durante o seu
exame.
d) as atividades desempenhadas por cada integrante do grupo de auditoria.
e) os documentos, selecionados pelo auditor, que devem ficar arquivados por, pelo menos, dez
anos após a emissão do parecer de auditoria.
C
Letra A: ERRADA. Assertiva trata de um importante ponto previsto na NBC PA 01: a propriedade
da documentação de auditoria. Saibam de pronto, meus amigos, que a propriedade da
documentação de trabalho é da firma de auditoria, e não da entidade auditada! Vejamos o que
diz o item A63 da NBC PA 01 Controle de Qualidade para Firmas de Auditores Independentes:
Item A63. A documentação do trabalho é de propriedade da firma. A firma pode, a seu critério,
disponibilizar partes ou trechos da documentação do trabalho aos clientes, desde que essa
divulgação não prejudique a validade do trabalho realizado ou, no caso de trabalhos de
asseguração, a independência da firma ou do seu pessoal.
Q à à à à à à ender como sendo um único profissional ou uma
sociedade de pessoas que atuam como auditor independente.
Letra B: ERRADA. Os documentos são elaborados ao longo de toda a auditoria.
Letra C: CORRETO. Definição não está errada, mas é incompleta, principalmente pelo que
atualmente é previsto pela NBC TA 230 (R1). Sabemos que a documentação é algo mais amplo,
que envolve o registro dos procedimentos de auditoria executados, da evidência de auditoria
relevante obtida e conclusões alcançadas pelo auditor.
Letra D: ERRADA. Totalmente absurda!
Letra E: ERRADA. Assertiva trata de mais um ponto muito cobrado pela FCC e outras bancas: o
período pelo qual deve ser mantida (custodiada) a documentação de auditoria. Vejamos o que
diz o item A23 da NBC TA 230:
A NBC PA 01, item 47, requer que as firmas estabeleçam políticas e procedimentos para a
retenção da documentação de trabalhos. O período de retenção para trabalhos de auditoria
geralmente não é inferior a cinco anos a contar da data do relatório do auditor ou, se posterior,
à à à à à à à
G C

20. (FCC/ SEFAZ SP APOFP 2010)


Em auditoria, são considerados permanentes somente os seguintes papéis de trabalho:
a) guias de auditoria, questionários e diagramação de rotinas.
b) gráficos, questionários e diagramação de rotinas.
c) gráficos, tabelas estatísticas e guias de auditoria.
d) planilhas de cálculo, tabelas estatísticas e guias de auditoria.

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e) planilhas de cálculo, tabelas estatísticas e gráficos.


C
Segundo a NBC TA 230(R1), documentação de auditoria é o registro dos procedimentos de
auditoria executados, da evidência de auditoria relevante obtida e conclusões alcançadas pelo
à à à à à à à à à . Quanto à sua
natureza, Crepaldi, em sua obra, na versão digital, A C
ed. São Paulo: Atlas, 2016, explicita que os papéis de trabalho devem ser organizados
conforme sua finalidade, separando-os em dois grupos:

I- Pasta permanente: inclui todos os papéis que são de importância de importância diária e
contínua, ano após ano para consulta, por conterem dados sobre o sistema, área ou objeto da
auditoria. Exemplos: histórico da empresa, estatuto, composição do capital social, informações
contábeis, dos sistemas contábeis e operacionais e ainda informações relativas a participação
da empresa no mercado.
II- Pasta corrente: é composta de todos os papéis do exercício em curso. Exemplos:
planejamento do trabalho, balancetes, demonstrações contábeis e análise de contas etc. [grifo
nosso].
Dessa maneira, o importante aqui é conhecer os conceitos de pasta permanente e corrente.
Nessa questão, a banca considerou como permanentes os papéis de trabalho presentes na
letra A. Parece-nos que os guias e as diagramações de rotina são de fato permanentes. Já os
questionários são bastante duvidosos (se pensarmos na resposta de um questionário seria mais
o caso de serem correntes; já quando pensamos num modelo de questionário padrão a ser
aplicada em determinadas situação, aí sim estaríamos no contexto da pasta permanente).
G A

21. (FCC/ SEFAZ GO AUDITOR FISCAL 2018)


A estratégia global de auditoria
(A) orienta os esforços da equipe do trabalho, considerando fatores não significativos.
(B) não deve levar em conta resultados de atividades preliminares nem o conhecimento obtido
em outros trabalhos realizados pelo sócio do trabalho.
(C) deve identificar características do trabalho, desde que não defina o seu alcance.
(D) define o alcance, época e direção de auditoria, para orientar o desenvolvimento do plano
de auditoria.
(E) não pode, desde logo, definir objetivos do relatório do trabalho.
C

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Questão aborda aspectos da parte geral (ampla) do planejamento a Estratégia global.


Analisando cada alternativa:
Letra A) ERRADA. Ao definir a Estratégia Global, o auditor deve considerar os fatores que são
significativos para orientar os esforços da equipe do trabalho.
8. Ao definir a estratégia global, o auditor deve:
[...] (c) considerar os fatores que no julgamento profissional do auditor são significativos para
orientar os esforços da equipe do trabalho;
Letra B) ERRADA. Tanto os resultados de atividades preliminares quanto o conhecimento
obtido em outros trabalhos realizados pelo sócio do trabalho na entidade são fatores que
devem ser levados em consideração na definição da Estratégia Global.
8. Ao definir a estratégia global, o auditor deve:
[...] (d) considerar os resultados das atividades preliminares do trabalho de auditoria e, quando
aplicável, se é relevante o conhecimento obtido em outros trabalhos realizados pelo sócio do
trabalho para a entidade; e
Letra C) ERRADA. Ao definir a estratégia global, o auditor deve identificar as características do
trabalho para definir o seu alcance.
8. Ao definir a estratégia global, o auditor deve:
(a) identificar as características do trabalho para definir o seu alcance;
Letra D) CORRETA. Ela está em conformidade com a NBC TA 300(R1) item 7.
Letra E) ERRADO. O auditor deve sim definir os objetivos do relatório de auditoria ao
estabelecer a Estratégia Global.
8. Ao definir a estratégia global, o auditor deve:
[...] (b) definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar a época da auditoria e
a natureza das comunicações requeridas;
G D

22. (FCC/ MPE PE Analista Ministerial Auditoria 2018)


As normas de planejamento de auditoria das demonstrações contábeis determinam que se
documente
A) as versões superadas das demonstrações contábeis, plano de auditoria e cópias de
documentos corrigidos em decorrência de erros tipográficos.
B) eventuais alterações significativas ocorridas na estratégia global, notas que reflitam
entendimento preliminar e documentos em duplicata.
C) a estratégia global de auditoria, o plano de auditoria e cópias de documentos corrigidos em
decorrência de erros tipográficos.

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D) a estratégia global de auditoria, o plano de auditoria e eventuais alterações significativas


ocorridas na estratégia global.
E) As notas que reflitam entendimento preliminar, o plano de auditoria e eventuais alterações
significativas ocorridas na estratégia global.
C
Ao planejar a auditoria, o auditor deve documentar:
(a) a estratégia global de auditoria;
(b) o plano de auditoria; e
(c) eventuais alterações significativas ocorridas na estratégia global de auditoria ou no plano
de auditoria durante o trabalho de auditoria, e as razões dessas alterações.
É o que diz o item 12 da NBC TA 300 (R1).

G D

23. (FCC/ TCE RS - Auditor Público Externo - Administração Pública - 2018)


O controle que funciona é o controle preventivo, o controle substantivo, que elege prioridades
e acompanha paripassu a execução de projetos. O controle que funciona é aquele que orienta,
esclarece e alerta, que concentra e aprofunda sua fiscalização naquilo que é essencial,
mediante critérios de materialidade, relevância, risco e oportunidade. (LIMA, Luiz Henrique. O
Controle da Responsabilidade Fiscal e os Desafios para os Tribunais de Contas em Tempos de
Crise. In: LIMA, Luiz Henrique; DE OLIVEIRA, Weder; CAMARGO, João Batista. Contas
Governamentais e Responsabilidade Fiscal: Desafios para o Controle Externo. Belo Horizonte:
Fórum, 2017, p.135)
Acerca da materialidade e planejamento em auditoria, assevera-se:
A) O planejamento, como etapa antecedente e isolada da auditoria, consiste primeiramente
na identificação dos riscos de distorções relevantes e subsequentemente na determinação da
materialidade.
[...]
C

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Assertiva ERRADA. O planejamento da auditoria NÃO é uma fase isolada, mas um processo
contínuo e interativo que vai da conclusão da auditoria anterior até o fechamento da auditoria
atual item A2, NBC TA 300 (R1).
G ERRADA

24. (FCC/ SEFAZ MA AFRE 2016)


O documento que inclui a natureza, a época e a extensão dos procedimentos de auditoria a
serem realizados pelos membros da equipe de trabalho é denominado de
(A) roteiro de auditoria.
(B) plano de auditoria.
(C) papeis de trabalho.
(D) normas de auditoria.
(E) estratégia para execução dos trabalhos.
C
De acordo com o item 9 da NBC TA 300 (R1), além da Estratégia Global, o auditor deve ainda
desenvolver o plano de auditoria, que inclui a descrição de:
(a) a natureza, a época e a extensão dos PROCEDIMENTOS planejados de avaliação de risco;
(b) a natureza, a época e a extensão dos PROCEDIMENTOS adicionais de auditoria planejados
no nível de afirmação;
(c) outros PROCEDIMENTOS de auditoria planejados e necessários para que o trabalho esteja
em conformidade com as normas de auditoria.
Vejam que, de maneira geral, o desenvolvimento do Plano de Auditoria está intimamente
relacionado à descrição da natureza, época e extensão dos PROCEDIMENTOS de auditoria.
G B

25. (FCC/ CGM São Luís Auditor de Controle Externo 2015)


Considere os fatores abaixo.
I. Conhecimento detalhado da política e dos instrumentos de gestão de riscos da entidade.
II. Existência de entidades associadas, filiais e partes relacionadas que estejam no âmbito dos
trabalhos de Auditoria Interna.
III. O conhecimento do resultado e das providências tomadas em relação a trabalhos
anteriores, semelhantes e relacionados.
Esses fatores são relevantes na execução dos trabalhos de auditoria, especificamente para a
fase de
a) planejamento.

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b) comunicação de resultados.
c) testes de auditoria.
d) especificação de resultados.
e) detalhamento de achados de auditoria.
C
Questão acerca do planejamento da auditoria interna. Vejamos o que diz a NBC TI 01:
12.2.1.1 O planejamento do trabalho da Auditoria Interna compreende os exames
preliminares das áreas, atividades, produtos e processos, para definir a amplitude e a época do
trabalho a ser realizado, de acordo com as diretrizes estabelecidas pela administração da
entidade.
12.2.1.2 O planejamento deve considerar os fatores relevantes na execução dos trabalhos,
especialmente os seguintes:
a) o conhecimento detalhado da política e dos instrumentos de gestão de riscos da entidade;
b) o conhecimento detalhado das atividades operacionais e dos sistemas contábil e de controles
internos e seu grau de confiabilidade da entidade;
c) a natureza, a oportunidade e a extensão dos procedimentos de auditoria interna a serem
aplicados, alinhados com a política de gestão de riscos da entidade;
d) a existência de entidades associadas, filiais e partes relacionadas que estejam no âmbito dos
trabalhos da Auditoria Interna;
e) o uso do trabalho de especialistas;
f) os riscos de auditoria, quer pelo volume ou pela complexidade das transações e operações;
g) o conhecimento do resultado e das providências tomadas em relação a trabalhos anteriores,
semelhantes ou relacionados;
h) as orientações e as expectativas externadas pela administração aos auditores internos; e
i) o conhecimento da missão e objetivos estratégicos da entidade.
G A

26. (FCC/ SEFAZ PI Auditor Fiscal 2015)


Considere:
I. A elaboração de relatórios e emissão de relatórios e certificados.
II Elaboração dos papéis de trabalho e aplicação de testes.
III. Avaliação dos riscos de auditoria do Sistema de Controle Interno; Planejamento e
elaboração dos programas de trabalho.
IV. Monitoramento ou follow-up.

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Os itens acima constituem etapas do trabalho, recomendadas pelas normas de execução dos
trabalhos de auditoria para se obter evidências robustas, e devem obedecer a sequência lógica
seguinte:
A) II, IV, III e I.
B) I, III, IV e II.
C) III, II, I e IV.
D) IV, III, II e I.
E) III, IV, I e II.
C
Como vimos na seção contextualização, no escopo da auditoria governamental, podemos
dividir os trabalhos de auditoria nas seguintes fases:

Fonte: Princípios Fundamentais de Auditoria Operacional Normas da Intosai: ISSAI 300

G C

27. (FCC/ TCE GO Analista de Controle Externo Orçamento e Finanças 2014)


Nas atividades de planejamento de auditoria independente, deve o auditor estabelecer uma
estratégia global que defina o alcance, a época e a direção da auditoria. Assim, ao definir a
estratégia global, deve o auditor, entre outros, nos termos da NBC TA 300:
I. Elaborar o plano de auditoria, para definir o tipo de técnica e os procedimentos aplicáveis na
revisão de seu trabalho.
II. Definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar a época da auditoria e a
natureza das comunicações requeridas.
III. Identificar as características do trabalho para definir o seu alcance.
IV. Considerar os fatores que no julgamento profissional do auditor são significativos para
orientar os esforços da equipe do trabalho.
V. Determinar a natureza, a época e a extensão dos recursos necessários para realizar o
trabalho.

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Está correto o que consta APENAS em


a) IV e V
b) III, IV e V
c) II, III, IV e V
d) I e III
e) I, II e III
C
Questão cobra a literalidade do item 8 da NBC TA 300 (R1). Os itens II, III, IV e V estão previstos
no escopo da estratégia global. Veja:
8. Ao definir a estratégia global, o auditor deve:
(a) identificar as características do trabalho para definir o seu alcance;
(b) definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar a época da auditoria e a
natureza das comunicações requeridas;
(c) considerar os fatores que no julgamento profissional do auditor são significativos para
orientar os esforços da equipe do trabalho;
(d) considerar os resultados das atividades preliminares do trabalho de auditoria e, quando
aplicável, se é relevante o conhecimento obtido em outros trabalhos realizados pelo sócio do
trabalho para a entidade; e
(e) determinar a natureza, a época e a extensão dos recursos necessários para realizar o
trabalho.
O item I menciona a elaboração do plano de auditoria (etapa que não se confunde com a
definição da estratégia global). Fácil, não é mesmo?!
G C

28. (FCC/ TCE PI Auditor Fiscal de Controle Externo 2014)


O planejamento da auditoria é a fase na qual são fixadas as ações a serem executadas no
trabalho de campo. Entre os principais conceitos sobre os quais está fundamentada esta
atividade figura a
a) legalidade.
b) relevância.
c) impessoalidade.
d) objetividade.
e) publicidade.
C

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Questão tomou por base passagem da já revogada NBC T 11.07. Veja:


RELEVÂNCIA E PLANEJAMENTO
40. O auditor independente deve, no planejamento da auditoria, considerar a ocorrência de
fatos relevantes que possam afetar a entidade e a sua opinião sobre as demonstrações
contábeis.
Reparem que as outras assertivas trazem princípios gerais da administração pública (o famoso
à LIMPE à à à à à
G B

29. (FCC/ TRT 13ª An. Judiciário/Contabilidade 2014)


A execução dos trabalhos de auditoria é dividida em fases. O conhecimento detalhado da
política e dos instrumentos de gestão de riscos do ente auditado é elemento que deve ser
verificado na fase de
a) testes de auditoria.
b) conclusão dos trabalhos de auditoria.
c) planejamento de auditoria.
d) triagem de achados de auditoria.
e) avaliação de resultados de auditoria.
C
Essa questão é legal para atentarmos ao seguinte fato: o enunciado não menciona Auditoria
Interna, no entanto a base para resposta vem da literalidade da NBC TI 01 Auditoria Interna.
Isso acontece com frequência em nossa disciplina. Como comentado em aulas anteriores, a
NBC TI 01 traz diversos pontos que coincidem com temas ligados à auditoria independente
(como é o caso do planejamento, documentação, relatório, etc.). É quase como se tivéssemos
uma pequena amostra de tudo o que estudamos na auditoria independente.
Pois bem, meus amigos. Vejamos o trecho da norma que fornece a base para resolvermos a
questão:
12.2.1.2 O planejamento deve considerar os fatores relevantes na execução dos trabalhos,
especialmente os seguintes:
a) o conhecimento detalhado da política e dos instrumentos de gestão de riscos da entidade
(...)
Pelo exposto, nosso gabarito é claramente a letra C.
Percebam que o conceito acima também está em linha com o que prevê diversos pontos da
NBC TA 300 (R1), especialmente o item A2 (abaixo transcrito):
A2. Planejamento não é uma fase isolada da auditoria, mas um processo contínuo e iterativo,
que muitas vezes começa logo após (ou em conexão com) a conclusão da auditoria anterior,

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continuando até a conclusão do trabalho de auditoria atual. Entretanto, o planejamento inclui


a consideração da época de certas atividades e procedimentos de auditoria que devem ser
concluídos antes da realização de procedimentos adicionais de auditoria. Por exemplo, o
planejamento inclui a necessidade de considerar, antes da identificação e avaliação pelo
auditor dos riscos de distorções relevantes, aspectos como:
(a) os procedimentos analíticos a serem aplicados como procedimentos de avaliação de risco;
b) obtenção de entendimento global da estrutura jurídica e o ambiente regulatório aplicável à
entidade e como a entidade cumpre com os requerimentos dessa estrutura;
(c) a determinação da materialidade;
(d) o envolvimento de especialistas;
(e) a aplicação de outros procedimentos de avaliação de risco.
G C

30. (FCC/ TCE PR Analista de Controle Jurídica 2011)


A fase da auditoria em que se determina o momento da realização de cada uma das tarefas é
chamada de
a) planejamento.
b) análise de risco.
c) estudo de caso.
d) evidenciação.
e) seleção de programa de trabalho.
C
Em diferentes à à NBCà Táà à à à à à à à à à à de
diversos elementos (direção da auditoria, recursos necessários para realizar o trabalho,
à à à àP à à à à à àV
2. O planejamento da auditoria envolve a definição de estratégia global para o trabalho e o
desenvolvimento de plano de auditoria. [...]
7. O auditor deve estabelecer uma estratégia global de auditoria que defina o alcance, a época
e a direção da auditoria, para orientar o desenvolvimento do plano de auditoria.
8. Ao definir a estratégia global, o auditor deve:
[...]
(e) determinar a natureza, a época e a extensão dos recursos necessários para realizar o
trabalho.
9. O auditor deve desenvolver o plano de auditoria, que deve incluir a descrição de:
(a) a natureza, a época e a extensão dos procedimentos planejados de avaliação de risco;

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(b) a natureza, a época e a extensão dos procedimentos adicionais de auditoria planejados no


nível de afirmação; [...] (Grifos nossos)
G A

31. (VUNESP CM Jales Diretor Div. Finanças 2018)


Sobre os papéis de trabalho de auditoria, é correto afirmar que
a) correspondem ao registro dos procedimentos de auditoria executados, da evidência de
auditoria relevante obtida e das conclusões alcançadas pelo auditor.
b) constitui dever do auditor incluir, na documentação de auditoria, todas as versões de papéis
de trabalho e demonstrações contábeis disponíveis e utilizadas, ainda que representem
entendimento preliminar ou incompleto.
c) não há necessidade de serem registradas discussões de assuntos com a administração, com
os responsáveis pela governança ou outros, ainda que significativas, sendo suficiente a
indicação de datas e com quem as discussões ocorreram.
d) após a montagem do arquivo final de auditoria ter sido completada, o auditor pode descartar
documentação de auditoria não referida no relatório, devendo guardar apenas aquelas que
interferiram nos resultados e evidência de auditoria obtida.
e) concluído o relatório do auditor e finalizado o processo de montagem do arquivo final, não
é possível executar procedimentos novos ou adicionais, em respeito aos princípios da
integridade e objetividade.
C
Questão trata de importantes trechos da NBC TA 230 (R1). Vamos analisar cada assertiva.
Letra A: CORRETA (nosso gabarito). Trata-se da definição da Documentação de Auditoria. Veja:
Documentação de auditoria é o registro dos procedimentos de auditoria executados, da
evidência de auditoria relevante obtida e conclusões alcançadas pelo auditor (usualmente
à à à à à à à
Letra B: ERRADA. N à à à àá à àNBCàTáà à R à O auditor não precisa incluir na
documentação de auditoria versões superadas de papéis de trabalho e demonstrações
contábeis, notas que reflitam entendimento incompleto ou preliminar, cópias anteriores de
documentos corrigidos em decorrência de erros tipográficos ou de outro tipo de documentos
em duplicata
Letra C: ERRADA. De acordo com o item 10 da NBC TA 230 (R1), à à à à à O
auditor deve documentar discussões de assuntos significativos com a administração, os
responsáveis pela governança e outros, incluindo a natureza dos assuntos significativos
discutidos e quando e com quem as discussões ocorreram
Letra D: ERRADA. Assertiva trata da montagem do arquivo final de auditoria. De acordo com a
norma, o auditor deve montar a documentação em arquivo de auditoria e completar o
processo administrativo de montagem do arquivo final de auditoria tempestivamente após a

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data do relatório. Reparem que a montagem do arquivo final é um processo quase que
mecânico. Nesse processo, não devem ser efetuados novos procedimentos e nem tampouco
devem ser extraídas novas conclusões. Há ressalvas quanto a modificações de natureza
administrativa, podendo essas serem feitas durante a montagem do arquivo final (exemplo:
descarte de documentação superada). A regra, no entanto, é que após a montagem do
arquivo final de auditoria, o auditor não apaga nem descarta documentação de qualquer
natureza antes do fim de seu período de guarda (5 anos da data do relatório). Veja:
15. Após a montagem do arquivo final de auditoria ter sido completada, o auditor não apaga
nem descarta documentação de auditoria de qualquer natureza antes do fim do seu período de
guarda dessa documentação.
Letra E: ERRADA. Oà à à àNBCàTáà àR à à à à à à à à à
à à àE à à à se, em circunstâncias excepcionais, o auditor executar
procedimentos novos ou adicionais ou chegar a outras conclusões após a data do relatório, o
auditor deve documentar: (a) as circunstâncias identificadas; (b) os procedimentos novos ou
adicionais executados, a evidência de auditoria obtida e as novas conclusões alcançadas, e seu
efeito sobre o relatório do auditor; e (c) quando e por quem as modificações resultantes da
documentação de auditoria foram executadas e revisadas Vejam que isso só ocorre em
circunstâncias excepcionais.
G A

32. (VUNESP CM Indaiatuba Controlador Interno 2018)


Em auditoria, os papéis de trabalho
a) não são de propriedade exclusiva do auditor; partes, excertos ou mesmo a integralidade
destes, a depender da necessidade, devem ser postos à disposição da entidade.
b) são elaborados, estruturados e organizados para atender às circunstâncias do trabalho e
satisfazer às necessidades da entidade auditada, tanto na auditoria interna quanto na auditoria
externa.
c) devem documentar todas as questões de que o auditor trata, razão pela qual a extensão dos
papéis de trabalho não é assunto de julgamento profissional individual, sendo objeto de norma
própria.
d) podem ser quaisquer documentos e demonstrações preparados ou fornecidos pela
entidade, desde que o Auditor avalie sua consistência e se satisfaça com sua forma e conteúdo.
e) não devem incluir o juízo do auditor acerca das questões significativas ou da conclusão a que
chegou, nem mesmo se referir às áreas que envolvem questões de difícil julgamento.
C
Mais uma questão que trata de importantes trechos da NBC TA 230 (R1). Vamos analisar cada
assertiva.
Letra A: ERRADA. Assertiva trata de um importante ponto previsto na NBC PA 01: a propriedade
da documentação de auditoria. Saibam de pronto, meus amigos, que a propriedade da

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documentação de trabalho é da firma de auditoria, e não da entidade auditada! Vejamos o que


diz o item A63 da NBC PA 01 Controle de Qualidade para Firmas de Auditores Independentes:
Item A63. A documentação do trabalho é de propriedade da firma. A firma pode, a seu critério,
disponibilizar partes ou trechos da documentação do trabalho aos clientes, desde que essa
divulgação não prejudique a validade do trabalho realizado ou, no caso de trabalhos de
asseguração, a independência da firma ou do seu pessoal.
Q à à à à à à ender como sendo um único profissional ou uma
sociedade de pessoas que atuam como auditor independente.
Letra B: ERRADA. A documentação de auditoria é preparada pela firma de auditoria, sendo de
sua propriedade. Não que se falar em atender os interesses da entidade nesse processo.
Letra C: ERRADA. O auditor não deve (nem poderia) documentar todos os assuntos tratados.
Isso não seria praticável, tampouco eficiente. Veja o que diz a NBC TA 230 (R1):
A7. A documentação de auditoria fornece evidências de que a auditoria está em conformidade
com as normas de auditoria. Contudo, não é necessário nem praticável para o auditor
documentar todos os assuntos considerados ou todos os julgamentos profissionais exercidos
na auditoria. Além disso, é desnecessário o auditor documentar separadamente (como em lista
de verificação, por exemplo) a conformidade em assuntos já demonstrada por documentos
incluídos no arquivo de auditoria.
Letra D: CORRETA. Apesar de ser possível eliminar as demais assertivas com as normas em
vigor, especialmente a NBC TA 230 (R1), nosso gabarito tomou por base a literalidade de norma
já revogada pela NBC TA 200. Trata-se da NBC T 11.2. De acordo com esse normativo:
9. O auditor pode usar quaisquer documentos e demonstrações preparados ou fornecidos pela
entidade, desde que avalie sua consistência e se satisfaça com sua forma e conteúdo.
Letra E: ERRADA àD à à à à à à à àNBCàTáà àR à à à à à à
preparada para que um auditor experiente entenda, dentre outros, os assuntos significativos
identificados ao longo dos trabalhos, as conclusões a esse respeito obtidas, bem como os
julgamentos profissionais exercidos para chegar a tais conclusões.
G D

33. (VUNESP CM Campo Limpo Controlador Interno 2018)


Considerando as normas e regras gerais atinentes à auditoria, a respeito dos papéis de
trabalho, é correto afirmar:
a) o auditor deve adotar procedimentos para manter a sua custódia pelo prazo mínimo de 10
anos junto à entidade auditada.
b) a sua confidencialidade é de responsabilidade da entidade auditada, sendo dever do auditor
apenas mantê-los na posse de funcionário designado para esse fim.
c) devem ser postos à disposição da entidade auditada, não podendo o auditor se recusar a
cumprir com essa obrigação.

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d) quando solicitados por terceiros, somente podem ser disponibilizados após autorização
formal da entidade auditada.
e) depois de cumprida sua função, são de propriedade exclusiva da entidade auditada.
C
Outra que trata de importantes trechos da NBC TA 230 (R1). Vamos analisar cada assertiva.
Letra A: ERRADA. O prazo de custódia (ou retenção) da documentação de auditoria é de pelo
menos 5 anos a partir da data do relatório. Vejamos o que diz a norma:
A23. A NBC PA 01, item 47, requer que as firmas estabeleçam políticas e procedimentos para a retenção
da documentação de trabalhos. O período de retenção para trabalhos de auditoria geralmente não é
inferior a cinco anos a contar da data do relatório do auditor ou, se posterior, da data do relatório do
auditor do grupo.
Letra B: ERRADA. A propriedade (e, quando apropriado, a confidencialidade da documentação
da auditoria) fica a cargo da firma de auditoria (e não da entidade auditada). As normas
atualmente em vigor não falam nada específico sobre a confidencialidade dos papéis de
trabalho. A NBC T 11.2 (revogada) prevê que a confidencialidade dos papéis de trabalho é dever
permanente do auditor.
Letra C: ERRADA. A propriedade da documentação é da firma de auditoria, sendo que o auditor
pode fornecer A SEU CRITÉRIO partes ou trechos aos clientes. Logo não há esse dever, como
diz a assertiva.
Letra D: CERTA, de acordo com previsão de outra norma revogada (essa ainda mais antiga,
datada de 2005) a NBC T 11.3. Infelizmente, em auditoria, não é incomum as bancas cobrarem
posicionamentos previstos em normativos já revogados. Veja:
11.3.3.4. Os papéis de trabalho quando solicitados por terceiros somente podem ser
disponibilizados após autorização formal da entidade auditada, de acordo com a NBC P 1.6.
Letra E: ERRADA. Como já dissemos, a propriedade da documentação de auditoria é da firma
(auditor ou sociedade de auditores), e não da entidade auditada.
G D .

34. (VUNESP CM Olímpia Controlador Especialista 2018)


Os programas de auditoria, análises, memorandos de assuntos do trabalho, resumos de
assuntos significativos, cartas de confirmação e representação, listas de verificação e
correspondências (inclusive correio eletrônico) referentes a assuntos significativos fazem parte
integrante, segundo as Normas Brasileiras de Contabilidade de Técnicas de Auditoria,
a) dos procedimentos analíticos de auditoria.
b) dos programas de trabalho de auditoria.
c) do relatório de auditoria.
d) dos procedimentos substantivos de auditoria.

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e) dos papeis de trabalho de auditoria.


C
Enunciado traz os exemplos de documentação de auditoria (também conhecida como Papéis
de Trabalho) previstos na NBC TA 230 (R1). Veja:
A3. A documentação de auditoria pode ser registrada em papel, em formatos eletrônicos ou
outros. Exemplos de documentação de auditoria incluem:
(a) programas de auditoria;
(b) análises;
(c) memorandos de assuntos do trabalho;
(d) resumos de assuntos significativos;
(e) cartas de confirmação e representação;
(f) listas de verificação;
(g) correspondências (inclusive correio eletrônico) referentes a assuntos significativos.
G E

35. (VUNESP SEFAZ SP APOFP 2013)


De acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade e suas interpretações técnicas, o auditor
deve evidenciar as questões que foram consideradas importantes, visando fundamentar seu
trabalho de auditoria e comprovar que a auditoria foi executada de acordo com as normas da
profissão e dos trabalhos.
Diante disso, pode-se afirmar que esse processo está relacionado à norma
a) da profissão.
b) de procedimentos de auditoria.
c) de relatórios.
d) de controle de qualidade.
e) de documentação da auditoria.
C
Enunciado traz um posicionamento previsto na já revogada NBC T 11.02 Papéis de trabalho
e Documentação de Auditoria (abaixo transcrito):
1. O auditor deve documentar todas as questões que foram consideradas importantes
para proporcionar evidência, visando a fundamentar o parecer da auditoria e comprovar que a
auditoria foi executada de acordo com as Normas de Auditoria Independente das
Demonstrações Contábeis.
Observem que a NBC TA 230 prevê, com outras palavras, posicionamento semelhante.

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2. A documentação de auditoria, que atende às exigências desta Norma e às exigências


específicas de documentação de outras normas de auditoria relevantes, fornece:
(a) evidência da base do auditor para uma conclusão quanto ao cumprimento do objetivo global
do audito; e
(b) evidência de que a auditoria foi planejada e executada em conformidade com as normas de
auditoria e exigências legais e regulamentares aplicáveis.
G E

36. (VUNESP CM Cotia Contador 2017)


A etapa na qual são definidas a estratégia e a programação dos trabalhos de auditoria,
estabelecendo a natureza, a oportunidade e a extensão dos exames, determinando os prazos,
as equipes de profissionais e outros recursos necessários para que os trabalhos sejam
eficientes, eficazes e efetivos, realizados com qualidade, no menor tempo e com o menor custo
possível, é denominada de
a) execução.
b) planejamento.
c) entrega e reports.
d) pré-balanço.
e) fechamento.
C
Comentários: questão traz uma definição acerca do planejamento da auditoria, que está bem
em linha com o que vimos ao longo de nossa aula. Vamos reproduzir abaixo a definição para
que ela fique guardada.
Planejamento é a etapa na qual são definidas a estratégia e a programação dos trabalhos de
auditoria, estabelecendo a natureza, a oportunidade e a extensão dos exames, determinando
os prazos, as equipes de profissionais e outros recursos necessários para que os trabalhos sejam
eficientes, eficazes e efetivos, realizados com qualidade, no menor tempo e com o menor custo
possível.
G B

37. (CESPE Analista Portuário II (EMAP) / Financeira e Auditoria Interna 2018)


Considerando as etapas e as atividades envolvidas no planejamento e na execução dos
trabalhos do auditor, julgue o item que se segue.
Ao planejar e executar testes de controle, o auditor deve verificar o modo como os controles
foram aplicados ao longo do período, a consistência dos controles e quem os aplicou ou por
quais meios eles foram aplicados.
C

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Item certo. Planejamento é uma das fases mais importante do processo de auditoria, pois é o
momento de otimização dos trabalhos do auditor. Nesse contexto, o auditor analisa a natureza
e a extensão dos testes de controle (testes relacionados aos controles internos da entidade
auditada). Segundo a NBC 330 (R1):
Natureza e extensão dos testes de controle
10. Ao planejar e executar os testes de controle, o auditor deve:
(a) executar outros procedimentos de auditoria juntamente com indagação para obter
evidência de auditoria sobre a efetividade operacional dos controles, incluindo:
(i) o modo como os controles foram aplicados ao longo do período.
(ii) a consistência como eles foram aplicados;
(iii) por quem ou por quais meios eles foram aplicados (ver itens A26 a 29);
(b) determinar se os controles a serem testados dependem de outros controles (controles
indiretos) e, caso afirmativo, se é necessário obter evidência de auditoria que suporte a
operação efetiva desses controles indiretos (ver itens A30 e 31). [grifo nosso]
Vejam que, nesse caso, a banca cobrou um item referente ao planejamento não previsto na
NBC TA 300 (R1) Planejamento de Auditoria, mas em outro normativo (a NBC TA 330 R1
Resposta do Auditor aos Riscos Avaliados). Isso é, de certa forma comum, pois praticamente
todas as normas fazem alguma referência ao planejamento dos trabalhos.
G CERTO

38. (CESPE Auditor Estadual (TCM-BA) / Controle Externo 2018)


No início do planejamento de uma auditoria, a questão crítica é a definição do volume de
informações necessário à obtenção de uma segurança razoável. Essa decisão depende
a) do conhecimento específico sobre a atividade da entidade.
b) do tipo de opinião expressada no relatório final.
c) da quantidade de pessoas envolvidas no trabalho de auditoria.
d) da existência de recursos eletrônicos de informação.
e) do conhecimento da legislação aplicável.
C
Questão quer saber o que influência, durante o planejamento dos trabalhos, o volume de
informações a serem analisadas para obtenção de segurança razoável. De início adianto que a
questão não é fácil e, em primeira análise, parece contar com mais de uma assertiva correta.
Infelizmente não é possível fazermos uma associação direta com as normas para chegarmos
ao gabarito.
Segundo a doutrina, para atingir o nível de segurança de que as demonstrações contábeis da
empresa auditada estejam realmente de acordo com a veracidade dos fatos e os princípios

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contábeis, existem diversas etapas do extenso trabalho realizado por parte do auditor
independente, e entre elas a do planejamento, na qual os controles internos da entidade têm
um papel importante para o auditor.
Ao buscar a inteligência da NBC TA 300 (R1) Planejamento da Auditoria, vemos que ela traz
em seu Apêndice à à Fatores significativos, atividades preliminares do trabalho
e conhecimento obtido em outros trabalhos à à à à à à à à
definição da Estratégia Global. Vejamos o que diz a norma:
à à à à à ordo com a NBC TA 320 Materialidade no
Planejamento;
.
(...)
àvolume de operações, que pode determinar se é mais eficiente para o auditor confiar nos
controles internos;
(...)
àdesenvolvimento de negócios significativos que afetem a entidade, inclusive mudanças na
tecnologia da informação e nos processos de negócio, troca de diretores-chave e aquisições,
fusões e alienações; [Grifos nossos]
Ou seja, a própria norma exige que o auditor tenha conhecimento amplo da entidade, fazendo
com que sejam adotados mais ou menos procedimentos (testes) de auditoria em função do
volume de informações necessário à obtenção de uma segurança razoável de que as
demonstrações contábeis como um todo estão livres de distorção relevante,
independentemente se causadas por fraude ou erro.
Ante o exposto, melhor gabarito seria a letra A. Vamos analisar as demais para ratificarmos o
entendimento prévio.
Letra B: à à à à à à à àP à à à à à
distintas do processos de auditoria. Podemos dizer, por óbvio, que o planejamento se dá já na
fase inicial dos trabalhos. O relatório, por sua vez, é o objetivo final do auditor (expressar
opinião sobre se as demonstrações estão em conformidade com a estrutura aplicável). Não há
correlação entre o tipo de opinião do auditor (modificada ou não modificada) e o volume de
informações necessário à obtenção de uma segurança razoável.
Letra C: à à à à à à à à àI à à
basicamente, nos custos e nos prazos de conclusão do trabalhos do auditor (não no volume de
informações a serem analisadas).
Letra D: à à à à à à à Este aspecto está mais
relacionado à otimização na condução dos trabalhos. Exemplo: se houver mais recursos
eletrônicos disponíveis, o tempo necessário para aplicar procedimentos de auditoria é menor.
Letra E: à à à à àEsse é um atributo muito importante, que
deve permear todas as etapas do trabalho do auditor. Isso está correlacionado a uma das

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características inerentes a qualquer auditor o julgamento profissional. O julgamento


profissional é essencial para a condução apropriada da auditoria. Isso porque a interpretação
das exigências éticas e profissionais relevantes, das normas de auditoria e as decisões
informadas requeridas ao longo de toda a auditoria não podem ser feitas sem a aplicação do
conhecimento e experiência relevantes para os fatos e circunstâncias.
G A

39. (CESPE Auditor do Estado (CAGE RS) 2018)


A estratégia global e o plano de auditoria são processos
a) estanques.
b) dependentes.
c) sucessivos.
d) autônomos.
e) relacionados.
Comentários
O planejamento de auditoria se divide em duas partes: estratégia global (amplo) e plano de
auditoria (restrito). O auditor deve estabelecer uma estratégia global de auditoria que defina
o alcance, a época e a direção da auditoria, para orientar o desenvolvimento do plano de
auditoria.

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Segundo a inteligência do item A10, da NBC TA 300(R1):


A10. Uma vez definida a estratégia global de auditoria, pode ser desenvolvido plano de
auditoria para tratar dos diversos temas identificados na estratégia global de auditoria,
levando-se em conta a necessidade de atingir os objetivos da auditoria por meio do uso eficiente
dos recursos do auditor. A definição da estratégia global de auditoria e o plano de auditoria
detalhado não são necessariamente processos isolados ou sequenciais, estando intimamente
relacionados, uma vez que as mudanças em um podem resultar em mudanças no outro. [grifo
nosso]
Oà à à à à à à àEà àE à à à à à o
a melhor opção a ser marcada, pela inteligência do item A10 citado acima (reparem no trecho
estando intimamente relacionados à O à à à à à à à à à
à à à à à à além da opção apontada como gabarito preliminar
RELáCIONáDO“ à à àDEPENDENTE“à à“UCE““IVO“à à à
E à à à à à àá à à à à à à à uma vez
à àE àG à à à à àP à àá ). Já a dependência
entre a Estratégia Global e o Plano de Auditoria advém da ideia de que uma coisa (Estratégia
Global) orienta a outra (Plano) o auditor deve estabelecer uma estratégia global de auditoria
que defina o alcance, a época e a direção da auditoria, para orientar o desenvolvimento do
plano à à(item 7 da NBC TA 300 R1).
G ANULADA

40. (CESPE Analista Judiciário (TRE TO) / 2017 / Contabilidade / Administrativa - 2017)
De acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade aplicadas à auditoria interna, no
planejamento de uma auditoria, os fatos relevantes que devem ser considerados pelo auditor
na execução dos trabalhos incluem
I o conhecimento detalhado da política e dos instrumentos de gestão de riscos da entidade.
II o conhecimento detalhado das atividades operacionais e dos sistemas contábil e de controles
internos e seu grau de confiabilidade da entidade.
III a natureza, oportunidade e extensão dos procedimentos de auditoria interna a serem
aplicados, alinhados com a política de gestão de riscos da entidade.
IV o uso do trabalho de especialistas.
V os riscos de auditoria, quer pelo volume quer pela complexidade das transações e operações.
Assinale a opção correta.
a) Apenas o item I está certo.
b) Apenas os itens II e V estão certos.
c) Apenas os itens II, III e IV estão certos.
d) Apenas os itens I, III, IV e V estão certos.

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e) Todos os itens estão certos.


C
Segundo a NBC TI 01 (já estudada em aula anterior), o auditor deve considerar diversos fatores
na fase do planejamento. Além disso, o planejamento deve estar alinhado às diretrizes
estabelecidas pela administração da entidade. Veja:
12.2.1 Planejamento da Auditoria Interna
12.2.1.1 O planejamento do trabalho da Auditoria Interna compreende os exames
preliminares das áreas, atividades, produtos e processos, para definir a amplitude e a época do
trabalho a ser realizado, de acordo com as diretrizes estabelecidas pela administração da
entidade.
12.2.1.2 O planejamento deve considerar os fatores relevantes na execução dos trabalhos,
especialmente os seguintes:
a) o conhecimento detalhado da política e dos instrumentos de gestão de riscos da entidade;
b) o conhecimento detalhado das atividades operacionais e dos sistemas contábil e de
controles internos e seu grau de confiabilidade da entidade;
c) a natureza, a oportunidade e a extensão dos procedimentos de auditoria interna a serem
aplicados, alinhados com a política de gestão de riscos da entidade;
d) a existência de entidades associadas, filiais e partes relacionadas que estejam no âmbito dos
trabalhos da Auditoria Interna;
e) o uso do trabalho de especialistas;
f) os riscos de auditoria, quer pelo volume ou pela complexidade das transações e operações;
g) o conhecimento do resultado e das providências tomadas em relação a trabalhos anteriores,
semelhantes ou relacionados;
h) as orientações e as expectativas externadas pela administração aos auditores internos; e
i) o conhecimento da missão e objetivos estratégicos da entidade.[grifo nosso]
Verificando-se os fatores enumerados nos itens da questão e na norma acima descrita,
concluímos que todos eles são relevantes no planejamento, segundo a NBC TI 01 (mais uma
vez chamamos atenção para o fato do enunciado ter feito menção expressa à NBC TI 01).
G E

41. (CESPE Técnico Municipal de Controle Interno (CGM João Pessoa) 2018)
Julgue o item a seguir, relativo ao planejamento de auditoria.
O planejamento dos trabalhos da auditoria interna deve envolver a análise dos riscos, que, por
sua vez, estão relacionados à possibilidade de não se atingir, de forma satisfatória, o objetivo
dos trabalhos.
Comentários

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O Planejamento é uma das fases mais importante do processo de auditoria, pois é o momento
de otimização dos trabalhos do auditor. Segundo a NBC TI 01, nessa fase deve ser avaliado o
risco de não se atingir o objetivo dos trabalhos, mesmo seguindo todo o planejamento e
aplicando corretamente os procedimentos de auditoria. Veja:
12.2.2 Riscos da Auditoria Interna
12.2.2.1 A análise dos riscos da Auditoria Interna deve ser feita na fase de planejamento
dos trabalhos; estão relacionados à possibilidade de não se atingir, de forma satisfatória, o
objetivo dos trabalhos. Nesse sentido, devem ser considerados, principalmente, os seguintes
aspectos:[...] [grifo nosso]
Gabarito: CERTO .

42. (CESPE Técnico Municipal de Controle Interno (CGM João Pessoa) 2018)
Julgue o item a seguir, relativo ao planejamento de auditoria.
O planejamento para a realização de auditorias deve ser documentado e os programas de
trabalho formalmente preparados, sendo necessário constar nesse planejamento informações
suficientes para a compreensão dos procedimentos que deverão ser executados pelos
auditores.
Comentários
Segundo a NBC TI 01, o auditor deve documentar o planejamento com informações suficientes
para execução dos procedimentos de auditoria. Veja:
12.2.1.3 O planejamento deve ser documentado e os programas de trabalho formalmente
preparados, detalhando-se o que for necessário à compreensão dos procedimentos que serão
aplicados, em termos de natureza, oportunidade, extensão, equipe técnica e uso de
especialistas.
12.2.1.4 Os programas de trabalho devem ser estruturados de forma a servir como guia e
meio de controle de execução do trabalho, devendo ser revisados e atualizados sempre que as
circunstâncias o exigirem. [grifo nosso]
G CERTO

43. (CESPE Técnico Municipal de Controle Interno (CGM João Pessoa) 2018)
Julgue o item a seguir, relativo ao planejamento de auditoria.
Na fase de planejamento, um dos aspectos a serem considerados na análise de risco é a
extensão da responsabilidade do auditor interno no uso dos trabalhos de especialistas.
Comentários
Segundo a NBC TI 01, o auditor deve considerar diversos fatores na fase do planejamento, em
especial, a extensão da responsabilidade do auditor interno no uso dos trabalhos de
especialistas atrelada ao risco de auditoria interna. Veja:
12.2.2 Riscos da Auditoria Interna

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12.2.2.1 A análise dos riscos da Auditoria Interna deve ser feita na fase de planejamento
dos trabalhos; estão relacionados à possibilidade de não se atingir, de forma satisfatória, o
objetivo dos trabalhos. Nesse sentido, devem ser considerados, principalmente, os seguintes
aspectos:
a) a verificação e a comunicação de eventuais limitações ao alcance dos procedimentos da
Auditoria Interna, a serem aplicados, considerando o volume ou a complexidade das transações
e das operações;
b) a extensão da responsabilidade do auditor interno no uso dos trabalhos de especialistas.
[grifo nosso]
G CERTO

44. (CESPE Técnico Municipal de Controle Interno (CGM João Pessoa) 2018)
Julgue o item a seguir, relativo ao planejamento de auditoria.
Os principais aspectos não atrelados aos riscos, mas que deverão ser observados na fase de
planejamento incluem a verificação e a comunicação de eventuais limitações relacionadas aos
procedimentos da auditoria interna, tendo em vista o volume ou a complexidade das
transações e das operações.
Comentários
Como visto acima, a verificação e comunicação de limitações eventuais ao alcance dos
procedimentos de auditoria, considerando o volume ou a complexidade das transações e
operações, é um aspecto que deve ser considerado na análise dos riscos da Auditoria Interna.
Portanto, a questão erra ao dizer que esse é um aspecto não atrelado aos riscos.
12.2.2 Riscos da Auditoria Interna
12.2.2.1 A análise dos riscos da Auditoria Interna deve ser feita na fase de planejamento
dos trabalhos; estão relacionados à possibilidade de não se atingir, de forma satisfatória, o
objetivo dos trabalhos. Nesse sentido, devem ser considerados, principalmente, os seguintes
aspectos:
a) a verificação e a comunicação de eventuais limitações ao alcance dos procedimentos da
Auditoria Interna, a serem aplicados, considerando o volume ou a complexidade das
transações e das operações;
b) a extensão da responsabilidade do auditor interno no uso dos trabalhos de especialistas.
[grifo nosso]
G ERRADO

45. (CESPE Analista Judiciário (STM)/Contabilidade/Apoio Especializado 2011)


Com relação aos conceitos gerais de auditoria e aos papéis utilizados na sua execução, julgue
o item seguinte.

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Como regra geral, os papéis de trabalho são de propriedade exclusiva do auditor. A seu critério,
partes ou excertos desses papéis podem ser postos à disposição do auditado, que deve
autorizar formalmente, salvo em situações legais específicas, a sua entrega a terceiros.
Comentários
Questão trata de um importante ponto previsto na NBC PA 01: a propriedade da documentação
de auditoria. Vejamos o que diz o item A63 da NBC PA 01 Controle de Qualidade para Firmas
de Auditores Independentes:
Item A63. A documentação do trabalho é de propriedade da firma. A firma pode, a seu critério,
disponibilizar partes ou trechos da documentação do trabalho aos clientes, desde que essa
divulgação não prejudique a validade do trabalho realizado ou, no caso de trabalhos de
asseguração, a independência da firma ou do seu pessoal.
Q à à à à à à à à à à à à à a
sociedade de pessoas que atuam como auditor independente.
G CERTO

46. (CESPE Auditor (FUB) 2013)


De acordo com as Normas Brasileiras para o Exercício da Auditoria Interna e com a Resolução
CFC n.º 986/2003, julgue o item que se segue.
No planejamento dos trabalhos da auditoria interna, cabe ao próprio setor definir a extensão
e profundidade dos exames, mas é a administração que determina a época da realização de
cada trabalho.
Comentários
Item errado. A responsabilidade pelo planejamento é do próprio auditor. É no planejamento
que são definidos a amplitude e a época do trabalho a ser realizado. A administração da
entidade, por sua vez, traça as diretrizes (não é ela que determina a época de realização de
cada trabalho). Veja:
12.2.1 Planejamento da Auditoria Interna
12.2.1.1 O planejamento do trabalho da Auditoria Interna compreende os exames
preliminares das áreas, atividades, produtos e processos, para definir a amplitude e a época
do trabalho a ser realizado, de acordo com as diretrizes estabelecidas pela administração da
entidade. [NBC TI 01] [Grifo nosso]
G ERRADO

47. (CESPE Auditor (FUB) 2013)


Os papéis de trabalho podem referir-se à fase de planejamento ou de execução da auditoria.
Entre os primeiros, destacam-se os da avaliação dos controles internos e de revisão contábil.
Comentários

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Item errado. A primeira parte da questão está correta, já que os papéis de trabalho
(documentação de auditoria) podem referir-se tanto a fase de planejamento, quanto à etapa
de execução da auditoria. O erro está na segunda parte, pois a avaliação dos controles internos
e a revisão contábil são feitas na fase de execução da auditoria, e não do planejamento.
G ERRADO

48. (CESPE Auditor de Controle Externo (TCE-PA) / Ciências Contábeis / Fiscalização - 2016)
Com relação aos instrumentos de fiscalização da auditoria bem como ao seu planejamento e à
sua execução, julgue o item seguinte.
No planejamento da auditoria, os pisos de valores adotados para determinar a materialidade
para as demonstrações contábeis como um todo podem ser superiores aos utilizados para
transações específicas; dependem de como distorções de valores menores possam influenciar
as decisões dos usuários dessas informações.
Comentários
Item certo. Essa informação está em conformidade com a NBC TA 320 Materialidade no
Planejamento e Execução da Auditoria (veremos mais detalhes desse normativo em aulas
futuras). Como já dissemos, diversas normas de auditoria trazem informações a respeito do
planejamento dos trabalhos.
A materialidade é aplicada pelo auditor na avaliação do efeito de distorções identificadas na
auditoria e de distorções não corrigidas, se houver, nas demonstrações contábeis. Em outros
termos, a magnitude das distorções é influenciada pelo julgamento profissional do auditor.
Julgamentos sobre quais assuntos são relevantes para os usuários das demonstrações
contábeis são baseados em considerações sobre as necessidades de informações financeiras
comuns a usuários como um grupo.
Veja:
6. Ao planejar a auditoria, o auditor exerce julgamento sobre a magnitude das distorções que
são consideradas relevantes. Esses julgamentos fornecem a base para:
(a) determinar a natureza, a época e a extensão de procedimentos de avaliação de risco;
(b) identificar e avaliar os riscos de distorção relevante; e
(c) determinar a natureza, a época e a extensão de procedimentos adicionais de auditoria.
A materialidade determinada no planejamento da auditoria não estabelece necessariamente
um valor abaixo do qual as distorções não corrigidas, individualmente ou em conjunto, serão
sempre avaliadas como não relevantes. As circunstâncias relacionadas a algumas distorções
podem levar o auditor a avaliá-las como relevantes mesmo que estejam abaixo do limite de
materialidade. Apesar de não ser praticável definir procedimentos de auditoria para detectar
distorções que poderiam ser relevantes somente por sua natureza, ao avaliar seu efeito sobre
as demonstrações contábeis o auditor considera não apenas a magnitude, mas, também, a
natureza de distorções não corrigidas, e as circunstâncias específicas de sua ocorrência. [Grifo
nosso]

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G CERTO

49. (CESPE Perito Criminal (PC PE)/Ciências Contábeis / Área 8 - 2016)


A respeito das atividades preliminares ao trabalho de auditoria das demonstrações contábeis,
assinale a opção correta.
a) É vedada a realização de auditoria com apenas um profissional, ainda que ele seja o
responsável pela entidade de auditoria.
b) Havendo incompatibilidade ou imprevisto, o plano de auditoria deve ser alterado, uma vez
que a estratégia global de auditoria é inalterável.
c) A supervisão dos membros da equipe deve ser realizada ao final dos trabalhos de
levantamento.
d) No caso de auditorias recorrentes, os procedimentos iniciais devem ser aplicados logo após
ou em conexão com a conclusão da auditoria anterior.
e) O plano de auditoria deve ser definido antes das discussões a respeito da estratégia global
de auditoria.
Comentários
Questão aborda aspectos das atividades preliminares ao trabalho de auditoria das
demonstrações contábeis na fase de planejamento, segundo a NBC TA 300 (R1). Analisando
cada alternativa:
Letra A) ERRADA. Não existe previsão normativa dessa vedação. Do contrário, há essa previsão
(realização de auditoria por um único profissional sócio do trabalho) no item A17 da NBC TA
àR à à à à à à àV à quando a auditoria é
realizada integralmente pelo sócio do trabalho, não se colocam questões de direção e
supervisão dos membros da equipe de trabalho e de revisão do seu trabalho. (...) Quando
existem assuntos particularmente complexos ou incomuns e a auditoria é realizada por um
único profissional, pode ser recomendável a consulta a outros auditores com experiência
adequada ou à entidade profissional dos auditores
Letra B) ERRADA. Tanto o plano quanto a estratégia global devem ser atualizados e alterados,
quando necessário, segundo inteligência do item 10 da NBC TA 300 (R1). Veja:
10. O auditor deve atualizar e alterar a estratégia global de auditoria e o plano de auditoria
sempre que necessário no curso da auditoria. [grifo nosso]
Letra C) ERRADA. Não existe tal previsão nas normas de auditoria. Entendemos que essa
supervisão deve ser realizada no início do planejamento, facilitando a direção dos membros da
equipe de trabalho e a revisão do seu trabalho.
Letra D) CORRETA. A NBC TA 300 está escrita no contexto de auditorias recorrentes (e não
iniciais). A assertiva está em conformidade com a inteligência do item A7, da NBC TA 300 (R1).
Veja:

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A7. A avaliação pelo auditor da continuidade do relacionamento com o cliente e de requisitos


éticos, incluindo independência, ocorre ao longo do trabalho de auditoria à medida que mudam
as circunstâncias e as condições. A aplicação de procedimentos iniciais sobre a continuidade do
cliente e a avaliação de requisitos éticos (inclusive independência) no início do trabalho de
auditoria corrente significa que estes devem estar concluídos antes da realização de outras
atividades importantes para esse trabalho. No caso de trabalhos de auditoria recorrentes,
esses procedimentos iniciais devem ser aplicados logo após (ou em conexão com) a conclusão
da auditoria anterior. [grifo nosso]
A título de ilustração, vejamos o que diz o item A22 da norma:
A22. A finalidade e o objetivo do planejamento da auditoria não mudam caso a auditoria seja
inicial ou em trabalho recorrente. Entretanto, no caso de auditoria inicial, o auditor pode ter a
necessidade de estender as atividades de planejamento por falta da experiência anterior que é
normalmente utilizada durante o planejamento dos trabalhos.
Letra E) ERRADA. Como a estratégia global é mais abrangente, em regra o plano de auditoria
deve ser definido após àquela, ou seja, define-se a estratégia global e em seguida o plano.
Frisamos, no entanto que a própria norma diz que os processos não são necessariamente
sequenciais.
Veja:
A10. Uma vez definida a estratégia global de auditoria, pode ser desenvolvido plano de
auditoria para tratar dos diversos temas identificados na estratégia global de auditoria,
levando-se em conta a necessidade de atingir os objetivos da auditoria por meio do uso eficiente
dos recursos do auditor. A definição da estratégia global de auditoria e o plano de auditoria
detalhado não são necessariamente processos isolados ou sequenciais, estando intimamente
relacionados, uma vez que as mudanças em um podem resultar em mudanças no outro. [grifo
nosso]
G D

50. (CESPE Contador (DPU) - 2015)


A respeito do planejamento dos trabalhos de auditoria governamental, da fraude e do erro,
dos testes, das técnicas e da amostragem estatística em auditoria, julgue o próximo item.
No planejamento dos trabalhos de auditoria a ser realizada na DPU, além da observância das
normas de auditoria, o auditor deve considerar as normas específicas relativas ao objeto da
auditoria, ainda que tais normas não sejam consideradas na avaliação da materialidade de
distorções encontradas.
Comentários
Item errado. A primeira parte da questão está correta. O problema está na segunda parte.
Consoante a NBC TA 320, materialidade para execução da auditoria significa o valor ou valores
fixados pelo auditor, inferiores ao considerado relevante para as demonstrações contábeis
como um todo, para adequadamente reduzir a um nível baixo a probabilidade de que as

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distorções não corrigidas e não detectadas em conjunto, excedam a materialidade para as


demonstrações contábeis como um todo.
Como um dos objetivos do auditor é aplicar o conceito de materialidade adequadamente no
planejamento e na execução da auditoria, ele só deve considerar normas específicas, relativas
ao objeto da auditoria, na avaliação da materialidade das distorções encontradas, quando elas
forem consideradas nessa avaliação.
G ERRADO

51. (CESPE Contador (DPU) - 2016)


Em relação aos papéis de trabalho, tipos de auditoria no setor público e eventos subsequentes,
julgue o item que se segue.
Os papéis de trabalho obtidos nas auditorias internas são semelhantes em suas finalidades e
importância aos papéis elaborados diretamente pelos auditores internos.
Comentários
Item certo. Documentação de auditoria é o registro dos procedimentos de auditoria
executados, da evidência de auditoria relevante obtida e conclusões alcançadas pelo auditor
à à à à à à à à . Segue mapa com as
finalidades dos papéis de trabalhos, sejam eles obtidos nas auditorias, ou elaborados
diretamente pelos auditores. Veja:

Ressalte-se que não há norma de auditoria - interna ou externa - que faça distinção acerca das
finalidades e da importância entre os papéis de trabalho obtidos nas auditorias e os elaborados
diretamente pelos auditores.

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G CERTO

52. (CESPE - Analista Portuário II (EMAP) / Financeira e Auditoria Interna - 2018)


Julgue o item a seguir, relativo à documentação de auditoria.
O término da montagem do arquivo final de auditoria, após a data do relatório do auditor, é
um processo administrativo que não envolve a realização de novos procedimentos de auditoria
nem novas conclusões.
Comentários
Item certo. Questão trata da montagem do arquivo final de auditoria. De acordo com a norma,
o auditor deve montar a documentação em arquivo de auditoria e completar o processo
administrativo de montagem do arquivo final de auditoria tempestivamente após a data do
relatório. Reparem que a montagem do arquivo final é um processo quase que mecânico.
Nesse processo, não devem ser efetuados novos procedimentos e nem tampouco devem ser
extraídas novas conclusões. Há ressalvas quanto a modificações de natureza administrativa,
podendo essas serem feitas durante a montagem do arquivo final (exemplo: descarte de
documentação superada). Vejamos os itens correspondentes:
Montagem do arquivo final de auditoria
14. O auditor deve montar a documentação em arquivo de auditoria e completar o processo
administrativo de montagem do arquivo final de auditoria tempestivamente após a data do
relatório do auditor.
A22. A conclusão da montagem do arquivo final de auditoria após a data do relatório do
auditor é um processo administrativo que não envolve a execução de novos procedimentos
de auditoria nem novas conclusões. Contudo, novas modificações podem ser feitas na
documentação de auditoria durante o processo final de montagem se essas forem de natureza
administrativa. Exemplos de tais modificações incluem:
(a) apagar ou descartar documentação superada;
(b) selecionar, conferir e acrescentar referências cruzadas aos documentos de trabalho;
(c) conferir itens das listas de verificação evidenciando ter cumprido os passos relativos ao
processo de montagem do arquivo;
(d) documentar evidência de auditoria que o auditor obteve, discutiu e com a qual concordou
junto aos membros relevantes da equipe de trabalho antes da data do relatório de auditoria.
[Grifo nosso]
G CERTO

53. (CESPE - Analista Portuário II (EMAP) / Financeira e Auditoria Interna - 2018)


Julgue o item a seguir, relativo à documentação de auditoria.
A forma, o conteúdo e a extensão da documentação de auditoria independem de fatores como
tamanho e complexidade da organização.

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Comentários
Item errado. O item trata dos fatores que devem ser levados em consideração na preparação
da documentação de auditoria (sua forma, conteúdo e extensão). Segundo a NBC TA 230(R1):
A2. A forma, o conteúdo e a extensão da documentação de auditoria dependem de fatores
como:
(a) tamanho e complexidade da entidade;
(b) natureza dos procedimentos de auditoria a serem executados;
(c) riscos identificados de distorção relevante;
(d) importância da evidência de auditoria obtida;
(e) natureza e extensão das exceções identificadas;
(f) necessidade de documentar a conclusão ou a base da conclusão não prontamente
determinável a partir da documentação do trabalho executado ou da evidência de auditoria
obtida;
(g) metodologia e as ferramentas de auditoria usadas. [grifo nosso]

Nesse tipo de questão devemos nos preocupar com a literalidade da norma. Dessa forma,
concluímos que a forma, o conteúdo e a extensão da documentação de auditoria dependem
do tamanho e da complexidade da entidade.
G ERRADO

54. (CESPE - TCE PR ACE/Administração 2016)


No que se refere à documentação de auditoria, assinale a opção correta.
a) Discussões entre auditor e administração devem ser mantidas em sigilo, devendo, portanto,
ser excluídas da documentação.
b) Procedimentos podem ser executados mesmo depois da conclusão do relatório de auditoria,
desde que sejam devidamente documentados.

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c) A documentação de auditoria deve limitar-se aos registros elaborados pelo auditor, para fins
de confirmação da autenticidade.
d) De acordo com as normas em vigor, os termos arquivo de auditoria e documentação de
auditoria são sinônimos.
e) Por exigência da preservação probatória estabelecida nas normas de auditoria, a
documentação de auditoria deve incluir todos os documentos, inclusive versões superadas de
documentos e notas que reflitam entendimento incompleto.
Comentários
Vejamos a seguir os comentários de cada assertiva:
Letra A - Errada. De acordo com o item 10 da NBC TA 230 (R1), à à à à à O
auditor deve documentar discussões de assuntos significativos com a administração, os
responsáveis pela governança e outros, incluindo a natureza dos assuntos significativos
discutidos e quando e com quem as discussões ocorreram
Letra B Correta (nosso gabarito). O item 13 da NBC TA 230 (R1) tr à à à à
à à à à à à àE à à à se, em circunstâncias excepcionais, o
auditor executar procedimentos novos ou adicionais ou chegar a outras conclusões após a data
do relatório, o auditor deve documentar: (a) as circunstâncias identificadas; (b) os
procedimentos novos ou adicionais executados, a evidência de auditoria obtida e as novas
conclusões alcançadas, e seu efeito sobre o relatório do auditor; e (c) quando e por quem as
modificações resultantes da documentação de auditoria foram executadas e revisadas
Letra C - E àN à à à àá à àNBCàTáà à R à A documentação não se limita
aos registros elaborados pelo auditor, mas podem incluir outros registros apropriados, como
minutas de reuniões elaboradas pelo pessoal da entidade e acordadas com o auditor. O auditor
pode discutir assuntos significativos com outros empregados da entidade e terceiros, como
pessoas que prestam serviço de consultoria
Letra D - Errada. Vimos ao longo de nosso aula que isso não é verdade. Vamos relembrar:
-- Documentação de auditoria (papéis de trabalho): registro dos procedimentos, evidências e
conclusões.
-- Arquivo de auditoria: pasta que contém os registros que constituem a documentação de
auditoria.
Letra E - Err àN à à à àá à àNBCàTáà à R à O auditor não precisa incluir na
documentação de auditoria versões superadas de papéis de trabalho e demonstrações
contábeis, notas que reflitam entendimento incompleto ou preliminar, cópias anteriores de
documentos corrigidos em decorrência de erros tipográficos ou de outro tipo de documentos
em duplicata
G B

55. (CESPE - Auditor Estadual (TCM-BA) /Controle Externo - 2018)

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Na documentação de auditoria, deve-se excluir


a) discussões da equipe de auditoria com a administração e com os responsáveis pela
governança.
b) informação que possa ser considerada inconsistente com a conclusão final da auditoria.
c) registro de procedimentos de auditoria diferentes dos requeridos pelas normas técnicas.
d) cópias anteriores de documentos corrigidos em decorrência de erros tipográficos.
e) razões específicas para modificações na documentação de auditoria ocorridas após a
emissão do relatório.
Comentários
A questão aborda exemplos de documentos que podem ser excluídos à à à
como diz a norma) da documentação de auditoria. Veja:
A4. O auditor não precisa incluir na documentação de auditoria versões superadas de papéis
de trabalho e demonstrações contábeis, notas que reflitam entendimento incompleto ou
preliminar, cópias anteriores de documentos corrigidos em decorrência de erros tipográficos
ou de outro tipo de documentos em duplicata. [NBC TA 230] [grifo nosso]
Portanto, alternativa correta é D.
As demais alternativas trazem informações relevantes que devem ser documentadas, pois
fornecem evidência de auditoria que ajudarão a sustentar a opinião do auditor, além de
demonstrar que a auditoria foi planejada e executada conforme as normas e que servirão para
assistir a equipe de trabalho no planejamento e execução da mesma.
G D

56. (CESPE - Analista Judiciário (STM) /Contabilidade/Apoio Especializado - 2018)


À luz das Normas Brasileiras de Contabilidade do Conselho Federal de Contabilidade que
tratam do auditor independente e da auditoria independente de informação contábil histórica,
julgue o item subsequente.
A documentação de auditoria e a evidência de auditoria remetem ao mesmo conceito, ou seja,
ambas são constituídas por registros, documentos e outras informações que permitem a
obtenção de conclusões pelo auditor.
Comentários
Item errado. Evidência de auditoria é parte integrante da documentação de auditoria, ou seja,
a documentação é mais ampla que a evidência. Nesse sentido, veja mais uma vez como as
normas de auditoria as definem:
Documentação de auditoria é o registro dos procedimentos de auditoria executados, da
evidência de auditoria relevante obtida e conclusões alcançadas pelo auditor (usualmente
à à à à à à à à NBCàTáà230(R1)][grifo nosso]

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Evidências de auditoria são as informações utilizadas pelo auditor para fundamentar suas
conclusões em que se baseia a sua opinião. As evidências de auditoria incluem informações
contidas nos registros contábeis subjacentes às demonstrações contábeis e outras informações.
[NBC TA 200(R1)] [grifo nosso]
G ERRADO

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7. RESPOSTAS DAS QUESTÕES SUBJETIVAS

Resposta: É a primeira etapa ou fase do processo de auditoria. Nele é determinado o escopo da


auditoria, o cronograma, os objetivos, os critérios, a metodologia a ser usada e os recursos
necessários para assegurar que a auditoria englobe as funções mais importantes da organização,
assim como os processos e os resultados.

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R àN à à àNBCàTáà R
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8. RESUMO EM MAPAS, ESQUEMAS E TÓPICOS

1.

2.

3.

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4.

Finalidades do planejamento:

Auxiliar o auditor a dedicar atenção apropriada às áreas importantes da


auditoria;

Auxiliar o auditor a identificar e resolver tempestivamente problemas


potenciais

Auxiliar o auditor a organizar adequadamente o trabalho de auditoria


para que seja realizado de forma eficaz e eficiente;

Auxiliar na seleção dos membros da equipe de trabalho com níveis


apropriados de capacidade e competência para responderem aos riscos
esperados e na alocação apropriada de tarefas;

Facilitar a direção e a supervisão dos membros da equipe de trabalho e a


revisão do seu trabalho;

Auxiliar, se for o caso, na coordenação do trabalho realizado por outros


auditores e especialistas.

5.

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6.

7.

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8.

Fatores que alteram a natureza, a época e a extensão do planejamento:

O porte e a complexidade da entidade

A área da auditoria

Os riscos de distorções relevantes

A capacidade e a competência dos membros individuais da equipe

9.

10.

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11.

12.

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12.

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9. BIBLIOGRAFIA
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conformidade (PAC), Brasília, DF, de 19 de outubro de 2009. Disponível
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_______. Tribunal de Contas da União. Manual de auditoria operacional / Tribunal de Contas da


União. 3. ed. Brasília : TCU, Secretaria de Fiscalização e Avaliação de Programas de Governo
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_______. Tribunal de Contas da União. Glossário de termos do controle externo. Brasília, 2012.
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Contábil Histórica. NBC TA 200(R1) - Objetivos Gerais do Auditor Independente. Disponível em: <
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_______. Conselho Federal de Contabilidade. NBC TA de Auditoria Independente de Informação


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_______. Conselho Federal de Contabilidade. NBC TA de Auditoria Independente de Informação


Contábil Histórica. NBC TA 300(R1) Planejamento da Auditoria de Demonstrações Contábeis.
Disponível em: <
http://www2.cfc.org.br/sisweb/sre/detalhes_sre.aspx?Codigo=2016/NBCTA300(R1)&arquivo=NBC
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ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. 8ªedição. São Paulo: Atlas,
2012.

ATTIE, William. Auditoria: conceitos e aplicações. 5ª edição. São Paulo: Atlas, 2010.

CREPALDI, Sílvio Aparecido. Auditoria contábil: teoria e prática. 10ª edição. São Paulo: Atlas, 2016.

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