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Plano de Gerenciamento de

Resíduos Sólidos - PGRS

2018
PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS

SUMÁRIO

1. APRESENTAÇÃO.............................................................................................................4

2.IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO........................................................................5

2.1 Dados gerais................................................................................................................5

2.2Perfil.............................................................................................................................5

2.3 Descrição da empresa.................................................................................................5

2.3.1 Informações gerais...................................................................................................5

3. OBJETIVO.......................................................................................................................7

3.1 Gerenciamento de resíduos sólidos............................................................................7

4. PRÁTICAS AMBIENTAIS..................................................................................................8

4.1 Educação Ambiental....................................................................................................8

4.2 Responsabilidade Sócio Ambiental.............................................................................8

4.3 Desempenho Ambiental..............................................................................................8

5. CONCEITOS E DEFINIÇÕES.............................................................................................9

6. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA...................................................................................12

6.1 Legislação Federal.....................................................................................................12

6.2 Legislação Estadual....................................................................................................13

6.3 Legislação Municipal.................................................................................................15

7 DIAGNÓSTICO...............................................................................................................16

7.1 Classificação dos resíduos.........................................................................................16

7.2 Segregação e acondicionamento..............................................................................16

7.3 Identificação dos resíduos.........................................................................................16

7.4 Coleta e transporte interno.......................................................................................16

7.5 Armazenamento temporário.....................................................................................16

7.6 Coleta e transporte externo......................................................................................16

7.7 Tratamento externo e/ou disposição final................................................................16

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7.8 Prevenção e atendimento a emergências.................................................................16

8. RESPONSABILIDADE.....................................................................................................17

8.1 Responsável técnico pela elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos


Sólidos.............................................................................................................................17

8.2 Responsável técnico pela implementação do Plano de Gerenciamento de Resíduos


Sólidos.............................................................................................................................17

8.3 Responsabilidades gerais..........................................................................................17

9. TREINAMENTO E CONSCIENTIZAÇÃO..........................................................................18

10. REVISÃO DO PGRS.....................................................................................................19

11. CRONOGRAMA..........................................................................................................20

12. ANEXO I – GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS...............................................21

13. ANEXO II – TRANSPORTADORAS DE RESÍDUOS.........................................................22

14. ANEXO III – DESTINATÁRIOS......................................................................................23

15. ANEXO IV – ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA.......................................24

16. ANEXO V – ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA.......................................25

17. ANEXO VI – HISTÓRICO DAS REVISÕES......................................................................26

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APRESENTAÇÃO

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IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO

2.1 Dados gerais

Razão Social:
Nome fantasia:
CNPJ:
Tipo de Atividade:
Endereço:
Município/UF:
Fone:
Site:

2.2Perfil

2.3 Descrição da empresa

 Área do terreno:
 Área construída:
 Coordenadas geográficas:
o Latitude:
o Longitude:

2.3.1 Informações gerais


Funcionários próprios
Funcionários terceirizados
Administrativo:
Regime de funcionamento
Produção:
Licença de Operação nº
Licenciamento ambiental Validade:
Atividade:
Alvará do Corpo de Bombeiros Nº
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Validade:

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3. OBJETIVO

3.1 Gerenciamento de resíduos sólidos

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4. PRÁTICAS AMBIENTAIS

4.1 Educação Ambiental

4.2Responsabilidade Sócio Ambiental

4.3 Desempenho Ambiental

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5. CONCEITOS E DEFINIÇÕES

PGRS - Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos - Documento que contempla um


conjunto de procedimentos a serem usados visando à minimização de geração, a
reutilização e reciclagem, o acondicionamento, o armazenamento temporário, o
transporte, o tratamento e a destinação final adequada dos resíduos sólidos,
observando os requisitos legais ambientais aplicáveis.

Resíduos Sólidos - Resíduos no estado sólido e semi-sólido, que resultam de atividades


da empresa. Ficam incluídos nesta definição os lodos provenientes de sistemas de
tratamento de água, aqueles gerados em equipamentos e instalações de controle de
poluição, bem como determinados líquidos cujas particularidades tornem inviável seu
lançamento em redes de esgotos ou corpos de água.

Rejeitos - Resíduos sólidos que, depois de esgotadas todas as possibilidades de


tratamento e recuperação por processos tecnológicos disponíveis e economicamente
viáveis, não apresentem outra possibilidade que não a disposição final
ambientalmente adequada.

Resíduo Sólido Reciclável - É todo o resíduo que pode retornar ao ciclo de produção
como matéria-prima para fabricação de produtos pela própria empresa, ou por
terceiros.

Resíduos Sólidos Classe I - De acordo com a norma NBR 10.004 são resíduos
PERIGOSOS, que em função de suas propriedades físicas, químicas ou infecto-
contagiosas pode representar riscos à saúde pública ou ao meio ambiente. Também
são classificados como perigosos os resíduos constantes nos Anexos A ou B da NBR
10.004, ou que apresentam uma das seguintes características: inflamabilidade,
corrosividade, reatividade, toxicidade ou patogenicidade.

Resíduos Sólidos Classe II A - São os resíduos NÃO PERIGOSOS e NÃO INERTES. De


acordo com a norma NBR 10.004, são aqueles que não se enquadram nas
classificações de resíduos classe I – perigosos ou de resíduos classe II B – inertes.

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Podem ter propriedades como biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade


em água.

Resíduos Sólidos Classe II B - De acordo com a NBR 10.004 são os resíduos NÃO
PERIGOSOS e INERTES. Ficam enquadrados os resíduos que submetidos a solubilização
com água, conforme a norma NBR 10.006, não tiveram nenhum de seus constituintes
solubilizados a concentrações superiores aos padrões de potabilidade de água,
excetuando-se aspecto, cor, turbidez, dureza e sabor.

Resíduos da Construção Civil - De acordo com a resolução CONAMA nº 307/2002 são


os resíduos provenientes de construções, reformas, reparos e demolições de obras de
construção civil, e os resultantes da preparação e da escavação de terrenos, tais como:
tijolos; blocos cerâmicos; concreto em geral; solos; rochas; metais; resinas; colas;
tintas; madeiras e compensados; forros; argamassa; gesso; telhas; pavimento asfáltico;
vidros; plásticos; tubulações; fiação elétrica e etc.; comumente chamados de entulhos
de obras, caliça ou metralha.

Coleta Seletiva de Resíduos - Sistema de recolhimento dos resíduos segregados na


fonte geradora. Destinação final ambientalmente adequada: de acordo com a Lei
12.305 de 02 de Agosto de 2010 é a destinação de resíduos que inclui a reutilização, a
reciclagem, a compostagem, a recuperação e o aproveitamento energético ou outras
destinações admitidas pelos órgãos competentes do Sisnama, do SNVS e do Suasa,
entre elas a disposição final, observando normas operacionais específicas de modo a
evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos
ambientais adversos.

Disposição final ambientalmente adequada - De acordo com a Lei 12.305 de 02 de


Agosto de 2010 é a distribuição ordenada de rejeitos em aterros, observando normas
operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à
segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos.

Gerenciamento de resíduos sólidos - De acordo com a Lei 12.305 de 02 de Agosto de


2010 é o conjunto de ações exercidas, direta ou indiretamente, nas etapas de coleta,
transporte, transbordo, tratamento e destinação final ambientalmente adequada dos

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resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, de acordo


com plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos ou com plano de
gerenciamento de resíduos sólidos, exigidos na forma desta Lei.

Licença de Operação - Documento expedido pelo órgão ambiental estadual ou


municipal autorizando o funcionamento das atividades.

Logística Reversa - Conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a


coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para
reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação
final ambientalmente adequada.

Doca de Resíduos - Local destinado ao armazenamento temporário de resíduos


sólidos.

Destinatário - Pessoa física ou jurídica responsável pelo tratamento e/ou destinação


final dos resíduos gerados na empresa.

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6. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

6.1Legislação Federal
Lei Federal nº 12.305/2010 - Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei
nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências.

Decreto Federal nº 7.404/2010 – Regulamenta a Lei nº 12.305, de 02 de agosto de


2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, cria o Comitê Interministerial
da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Comitê Orientador para a Implantação dos
Sistemas de Logística Reversa, e dá outras providências.

Resolução CONAMA nº 275/2001 – Estabelece código de cores para os diferentes tipos


de resíduos, a ser adotado na identificação de coletores e transportadores.

Resolução CONAMA nº 401/2008 - Estabelecem os limites máximos de chumbo,


cádmio e mercúrio para pilhas e baterias comercializadas no território nacional e os
critérios e padrões para o seu gerenciamento ambientalmente adequado, e dá outras
providências. Alterada pela Resolução nº 424, de 2010.

Resolução CONAMA nº 416/2009 – Dispõe sobre a prevenção à degradação ambiental


causada por pneus inservíveis e sua destinação ambientalmente adequada, e dá outras
providências.

Resolução CONAMA nº 313/2002 - Dispõe sobre o Inventário Nacional de Resíduos


Sólidos Industriais.

Resolução CONAMA nº 362/2005 - Dispõe sobre o recolhimento, coleta e destinação


final de óleo lubrificante usado ou contaminado. Alterada pela Resolução nº 450, de
2012.

Resolução CONAMA nº 358/2005 - Dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos


resíduos dos serviços de saúde e dá outras providências.

Lei Estadual nº 10.099/1994 - Dispõe sobre os resíduos provenientes de serviços de


saúde e dá outras providências.

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Resolução ANTT nº 420/04 – Aprova as Instruções Complementares ao Regulamento


do Transporte Terrestre de Produtos Perigosos.

Instrução Normativa IBAMA nº 1/2013 – Regulamenta o Cadastro Nacional de


Operadores de Resíduos Perigosos (CNORP), e dá outras providências.

Norma ABNT NBR 7.500:2013 – Identificação para o transporte terrestre, manuseio,


movimentação e armazenamento de produtos.

Norma ABNT NBR 10.004:2004 – Resíduos sólidos – classificação.

Norma ABNT NBR 11.174:1990 – Armazenamento de resíduos classe II e III.

Norma ABNT NBR 12.235:1992 – Armazenamento de resíduos sólidos perigosos.

Norma ABNT NBR 13221:2010 – Fixa diretrizes para o transporte de resíduos de modo
a evitar danos ao meio ambiente e a proteger a saúde pública.

Norma ABNT NBR 16725:2011 – Resíduo químico – Informações sobre segurança,


saúde e meio ambiente – Ficha com dados de segurança de resíduos químicos (FDSR) e
rotulagem.

Norma ABNT NBR 12810:2016 - Esta Norma especifica os requisitos aplicáveis às


atividades de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde (RSS) realizadas fora do
estabelecimento gerador.

Norma ABNT NBR 13853:1997 - Fixa características de coletores destinados ao


descarte de resíduos de serviços de saúde perfurantes ou cortantes, tipo a.4, conforme
a NBR 12808.

6.2Legislação Estadual
Lei Estadual nº 9.493/1992 - Considera, no Estado do Rio Grande do Sul, a coleta
seletiva e a reciclagem do lixo como atividades ecológicas, de relevância social e de
interesse público.

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Lei Estadual nº 9.921/1993 – Dispõe sobre a gestão dos resíduos sólidos nos termos do
artigo 247, parágrafo 3º da Constituição do Estado e dá outras providências. Alterada
pela Lei nº 10.099/1994.

Lei Estadual nº 11.019/1997 - Dispõe sobre o descarte e destinação final de pilhas que
contenham mercúrio metálico, lâmpadas fluorescentes, baterias de telefone celular e
demais artefatos que contenham metais pesados no Estado do Rio Grande do Sul.
Alterada pelas Leis nº 11187/1998, 13306/2009, 13401/2010 e decreto nº
45554/2008.

Lei Estadual nº 12.431/2006 - Dispõe sobre a comercialização de materiais de metal


usados no Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências.

Lei Estadual nº 13.533/2010 - Institui normas e procedimentos para a reciclagem, o


gerenciamento e a destinação final de lixo tecnológico e dá outras providências.

Lei Estadual nº 7.117/1977 – Dispõe sobre recolhimento de lubrificantes usados, para


posterior alienação.

Lei Estadual nº 14.528/2014 – Institui a Política Estadual de Resíduos Sólidos e dá


outras providências.

Decreto Estadual nº 38.356/1998 – Aprova o Regulamento da Lei nº 9.921, de 27 de


julho de 1993, que dispõe sobre a gestão dos resíduos sólidos no Estado do Rio Grande
do Sul.

Decreto Estadual nº 45.554/2008 - Regulamenta a Lei nº 11.019/97, de 23 de


setembro de 1997, e alterações, que dispõe sobre o descarte e destinação final de
pilhas que contenham mercúrio metálico, lâmpadas fluorescentes, baterias de telefone
celular e demais artefatos que contenham metais pesados no Estado do Rio Grande do
Sul.

Resolução CONSEMA nº 333/2016 - Dispõe sobre o descarte e destinação final de


lâmpadas inservíveis contendo mercúrio, no Estado do Rio Grande do Sul.

Portaria FEPAM nº 16/10 – Dispõe sobre o controle da disposição final de resíduos


Classe I com características de inflamabilidade no solo, em sistemas de destinação final
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de resíduos denominados “aterro de resíduos classe I” e “central de recebimento e


destinação de resíduos classe I”, no âmbito do Estado do Rio Grande do Sul. Alterada
pela Portaria FEPAM 093.

Portaria FEPAM nº 66/2017 – Dispõe sobre a coleta, o transporte e a destinação de


resíduos oriundos do esgotamento sanitário.

Portaria FEPAM nº 67/17 - Dispõe sobre a coleta, o transporte e a destinação de


resíduos oriundos do esgotamento sanitário.

Portaria FEPAM nº 08/2018 - Aprova o Sistema de Manifesto de Transporte de


Resíduos MTR ON LINE e dispõe sobre a obrigatoriedade de utilização do Sistema no
Estado do Rio Grande do Sul. A partir de 30 de março de 2018, todos os geradores,
armazenadores temporários, transportadores e destinadores de resíduos deverão
utilizar o Sistema MTR ON LINE como o único sistema válido para documentar a
movimentação de resíduos no Estado do Rio Grande do Sul.

6.3 Legislação Municipal

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7 DIAGNÓSTICO

7.1 Classificação dos resíduos

7.2 Segregação e acondicionamento

7.3 Identificação dos resíduos

7.4 Coleta e transporte interno

7.5 Armazenamento temporário

7.6 Coleta e transporte externo

7.7 Tratamento externo e/ou disposição final

7.8 Prevenção e atendimento a emergências

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8. RESPONSABILIDADE

8.1Responsável técnico pela elaboração do Plano de Gerenciamento de


Resíduos Sólidos

Nome completo:

Endereço:

Telefone:

E-mail:

Número do registro profissional:

8.2 Responsável técnico pela implementação do Plano de Gerenciamento de


Resíduos Sólidos

Nome completo:

Endereço:

Telefone:

E-mail:

Número do registro profissional:

8.3 Responsabilidades gerais

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9. TREINAMENTO E CONSCIENTIZAÇÃO

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10. REVISÃO DO PGRS

O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos deverá estar atualizado, sendo


obrigatória a adição de qualquer novo procedimento adotado pela unidade quando
esta for submetida a reformas ou mudanças nos processos, atividades ou serviços,
ampliações físicas e mudança de endereço.

A revisão do PGRS deverá ser realizada conforme prazo determinado pelo órgão
ambiental.

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11. CRONOGRAMA

2018 2019
ATIVIDADES
M J J A S O N D J F M A

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12. ANEXO I – GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

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13. ANEXO II – TRANSPORTADORAS DE RESÍDUOS

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14. ANEXO III – DESTINATÁRIOS

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15. ANEXO IV – ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA


ELABORAÇÃO DO PGRS

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16. ANEXO V – ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA


IMPLEMENTAÇÃO DO PGRS

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17. ANEXO VI – HISTÓRICO DAS REVISÕES

Revisão Data Histórico


00 Emissão.

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