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EOITOllA

ABRIL
A ORIGEM
DO ESCOTISMO

O 'S€O tismo é uma organização


mundial. que tem como finalidade a
fermacão física , moral. prática e cív1cê
de meninos e meninas . O criacrior do
E:scotismo foi o inglês Robert S S
Baden -Powell ( 1857-194 1). que h.1i
coronel do exército britânico durent ,
a guerra dos Bo ers ( 1899 - 1902) . na
África do Sul. Nessa gu~rra . ele foi en
carre~ado de defender n cidade de
Mafeking durant , sete meses . a frent'e
de um pequeno g1 upo d€ joven s sol-
dados Quando retornou à lnglateflfa,
ea en -Pow li t í recebido como he -
rói e ficou surpreso ao saber que sRu
livro de instruçàes pare o exérc ito es -
tava sendo utili2'.ade em inúmeras es -
colas, para orientar grupos de jovens
que acampavam
Então . ele resolveu escrever um li -
vro que fosse adaptado aos garotos .
a partir de suas pró rias experiênoiás ,
acampando peJa Inglaterra . Logo de -
pois . suas idéias foram sendo pratica -
da por tantos rapazes. que o rei Jor-
ge V da I nglaterra transf er1u Baden -
Po w ell para a reserva do exército a
fim de que organizasse o M ovimento
Escoteiro . Hoje em dia , o Escotismo
é pra ticado por m il hões de jo v ens em
todo o mundo . No Brasil , foi inic iado
em 191 O.
www.hqpoint.blogspot.com - hqpoint@hotmail.com

3.ª EDICÃO
..
DUAS PALAVRINHAS

Ei . .. psiu ... um momentinho só, rapazes! Não


vão pulando a página, só porque é uma "apresenta-
ção". Queremos simplesmente dizer o seguinte, hã.,
hã, (pigarro), dois pontos:
Este é o famoso "Manual do Escoteiro-Mirim "
que os sobrinhos do Donald - Huguinho, Zezinho e
Luisínho - vivem consultando para resolver os
mais incri veis problemas. Por isso, há de tudo no
Manual: desde códigos secretos (oba, oba) até ca -
lendário manual! Além disso, há muitos ensinamen-
tos baseados no Escotismo propriamente dito, ou seja ,
a grande obra de educação da juventude criada por
O "M,rnual do Escoteiro-Mirim" Baden Powell e que teve no Brasil, entre os seus gran-
é un11 edição da EDITORA ABRIL Ltda. des divulgadores, o comandante Benjamin Sodré
f\v. Octaviano Alves de Linu, 800. S:io Paulo. ("Velho Lobo"). A ambos, a nossa homenagem!
Editor e Direcor: V \CTOR ClV !T /\ E agora .. . ao Manual!
<OCopyright 1970 . Walt Disney Produet ions

EM BUSCA DE OURO ... AUTÊNTICO


por aqui

10 minutos
de descanso

·r· - 1_ ' -~estamos nas


~ -.,,,,..--. proximidades
~~,
bé'.lse ou ponto
não o afetam. É ·bastante \ .;) . , • , de partida
maleável, e de tal forma
57 _ ~(_ ~/. alto ·_ volte
flexível que, com dez gra- ' :I"'.. daqui
mas de ouro. se pode obter
um fio com 325 metros de atalho
comprimento .
E agora . suponhamos que s·empre avante :
tudo bern
você encontre um objeto
que julga ser de ouro; se observe o
quiser certificar-se . existe panorama'

um método muito simples:


ndependentemente da opi- risque com o objeto achado
nião pessoal do Tio Pati- uma pedra de sílex . A se-
nhas. o ouro é, de fato, o guir, risque com um objeto à Acima : alguns
"rei dos metais preciosos". de ouro autêntico a mesma tipos de sinais
Por que? Porque possui pedra; se os riscos deixa- de parada
qualidades físico-químicas dos pelos dois objetos e direção
realmente excepcionais. Di- apresentam a mesma colo-
ficilmente se altera: resis- ração, o objeto encontrado
te à ação do ar, do oxigê- é mesmo de ouro. E ago-
nio, da água, jamais perde ra . . . só resta você ir en-
o seu brilho. Três possan- tregá-lo na seção de acha-
tes ácidos como o clorídri- dos e perdidos mais próxi-
co, o sulfúrico e o nítrico ma. Sim, senhor! E já! passagens : 1 .º - para galhos colocados em volta
orientar os companheiros de uma pedra. em círculo
NÃO PERCA A PISTA que quiserem juntar-se a e, também, por um sinal no
vocês: 2 .º - para reencon- alto: um lenço atado na
e. durante um passeio deixar a trilha principal trar. sem perda de tempo, o extremidade de um ramo.
S na floresta, você e para se embrenharem na caminho de volta à base . A cada dez minutos de ca-
seus amigos resolverem mata. assinalem as suas Esta será assinalada por minhada, deixe sinais .
~o 11

S.O.S. - O ALFABETO MORSE ESCOVA E CARINHO


~- -

I ,,.•• ,7

*"""' •••
S e"eleito"
é você mesmo o
da família
para dar banho em seu
to lhe vai passando um
sabão neutro ou xampu.
Tome então de uma esco-
cachorro, use o método va não muito mole nem
u escova e carinho". Antes muito dura e escove seu
de mais nada, ponha-lhe amigo com a espuma, da
••• uma focinheira e uma co- cauda até o focinho . En-
'~ leira, leve-o até o banheiro saboe-o bem e lave-o com

á, tá, tá . . . tá-tá-tá . ..
''
pontos e traços transmiti-
e feche a porta. A seguir,
convença o seu cachorro,
com boas maneiras, a en-
movimentos rápidos e le-
ves. Os olhos e as ore-
lhas são os pontos mais
dos por impulsos elétricos . trar na banheira (no fundo del icados: cu idado para
tá-tá-tá. . . e o tá-tá-tá
Bem, aprenda o código da qual você já terá esten- que não entre água ou sa-
continua. É o som caracte-
Morse - do qual lhe da- dido um tapete de espuma bão. Para essa limpeza vo-
rístico do telégrafo. Esta
mos o alfabeto internacio-
benemérita invenção, utili-
zada para a comunicação nal - e poderá conversar ºoC'bº '-' ~ ~YÃ'1"\)
o\JD
"• o
0

º~:° "
à distância, foi criada pelo através de uma parede

>-~
norte-americano Samuel F. com quem estiver no apo-
B. Morse. que a concreti- sento ao lado. O ponto se-
zou em 1836. Letras. nú-
meros e sinais são forma-
rá uma batidinha rápida e
seca. e o traço uma batida
º ºº•---.t
dos pela combinação de três vezes mais demorada .
1 . ~l-..;!..'?'~

D-·. 4
E' • 5
F •• - • 6 - ••••
G--. 7 - - ••. e.
H ... ·'-' 8
1 • • 9
J .- ·- ·-
-..~
o de "náilon" para evitar que cê deve pedir a ajuda de
K -·- o animal escorregue). Vá
L • - •• ponto ·. - · - · - um veterinário ou de al-
M-- Ponto de interr_ogaçã·o . •.t= ::-
~- .. jogando a água morna de- guém com prática . Enxá-
"
Convido a transmitir - . ~~
- ~~~.\' .
vagarinho sobre ele. Tran-
Fim . · · - · -
güe bem o simpático ba-
. ......,. - . Sinal de inicio - • - .-
quilize-o sempre com a nhista com água abundan-
voz e com afagos enquan- te e tépida. Passe então a
12 13
mão pelo seu pêlo de mo- brincar. saltar. mover-se . usada pelas pessoas que nhos ". Pegue uma chave de
do a tirar toda a água pos- Mas não deixe que ele saia precisam resolver uma di - fenda e um martelo e
sível. Espere alguns segun- correndo pela casa, antes ficuldade: "descascar o faça um furo num dos
dos e logo o seu cão co- de estar bem seco. Ao ter- abacaxi!" Mas agora você "olhos" do coco . Despej e o
meçará a sacudir o corpo. minar, você estará um pou- não precisa mais ficar pa- suco numa vasilha e depois
Pegue então um pano fel- quinho cansado . Em com- rado, sem saber o que fa. quebre a casca, atirando o
pudo (do seu cachorro!) pensação , seu cachorro zer: é só seguir estas sim- coco ao chão.Lave os pe-
e. . . mãos à obra: enxu- estará bem contente, salti- ples indicações . daços antes de comer.
gue-o rapidamente, faça-o tante, reluzente e ... limpo!
Figo-da-fndia Abacaxi
Coloque-o do jeito que Envolva sua mão em um
foi colhido . com a casca pano e segure o abacaxi
ABACAXI. COCO espinhosa na água fresca pelas folhas. Para facilitar.
e deixe-o assim por duas pegue. com a outra mão .
E FIGOS·DA-ÍNDI horas. Depois disso. você uma faca grande , e parta
poderá abrir o figo e co· a fruta ao meio. Depois .
mer sua polpa, sem medo finque um garfo na polpa
ocê não se atrapalha go-da-rndia? Ou de casca
V todo quando tem que
descascar frutas espinho-
dura como o coco? Parece
uma tarefa difícil. Exemplo
de se espetar.
Coco
para apoiar o pedaço e vá
cortando a casca, no sen·
Procure na parte supe- tido vertical.
sas como o abacaxi e o fi- disso é aauela expressão rior da fruta os três "olhi- E tome cuidado!

ESCOLHA O SEU
ALGARISMO EGIPCIOS 1 li ;11 ·. 1111 .111.· t 11 1111 .....
li 1M . li • 1111
n:
11 1 ne
ocê quer controlar as - :

suas finanças e, ao BABILÔNIOS T TT Tl T TTT T Trr TrT TT TT fT TTrrnr ~ · T.......


mesmo tempo, manter em
Tr l TT n T nn HTT ..... ""'
'(-

segredo os seus cálculos?


Pois então faça as contas
ROMANOS 1 1 1 .l•I. 1°11 llU V VI VII VIII IX X e
=- ~ cm -.~-.
~·-

com algarismos ... hindus!


-r:: -\:- ,"' ii- +-
Ou. se preferir, chineses ...
Em outras palavras: substi-
tua, nos seus cálculos. os
algarismos modernos pelos
CHINESES

HINDUS
1 1-

'j 1(
~

......... ______
ª
~ ~ 8 ~ €' ~ . ~ ê. z.0 · 2°0
algarismos corresponden- MAIAS 1
1. .......... - &
tes usados pelos povos da r ·';, • •• ~ . 1r . )1 ...
antiguidade. E ... mantenh !"'''.
~.J~" 1 • " . " .r~,•b..,
fêl;~t:
a tabela em segredo! 'lf} ·J~ i l d.•1 :1;

14
15
COMO SE FAZ UM COCAR O MAR É BELO,
DE CHEFE PELE-VERMELHA MAS . ..

tração. Eles servirão como


O ue tal brincar de ín-
dio, bancando o te-
mível "Touro Sentado"?
fivela: sempre que você
for usar o cocar, bastará
E ao
ntre os perigos l~gados
mar. os mais co-
nhec idos são, decerto, o de
Vai ser muito divertido se encaixar um corte no ou-
aventu rar-se nas águas
você usar um cocar pare- tro. Depois , arranje al-gu-
cido com o do cacique pe- mas penas de um espana- quando o mar está bravio
le-vermelha. Experimente dor velho, e cole uma por e " puxando" muito e o de
fazer um assim: com uma uma nos canudinhos da ti- banhar-se logo depois de
tira de papelão ondulado. ra de papelão: maiores no uma refeição . Mas há ou-
faça um anel ao redor de centro, menores nas pon- tros: queimaduras e inso-
sua cabeça e, com um lá- tas. Se quiser, faça as pe- lações por excessiva ex-
pis, marque o diâmetro. nas de cartolina, dobran- posição ao sol. No caso de
Perto da marca faça dois do um pedaço grande em já terem surgido as bolhas
cortes, como mostra a ilus- forma de sanfona. Na pri-
características de queima-
dura, trate-as com uma so-
lução de bicarbonato de

~...
sódio. Atente também pa-

lílIDTitTífffDffíl fdl~J
ra onde você põe os pés
ao caminhar pela praia ou
sobre recifes. Além do pe-
rigo de escorregar ou fe-
mf!ira parte desenhe duas rir-se nas ostras e pedras
penas de modo que a meta- pontudas, você pode pisar
de de cada uma fique exa- num ouriço-do-mar e so-
tamente nas dobras da san- frer as terríveis conse-
fona. Veja a ilustração. As- quências . Os que sofrerem
sim , você poderá recortá - um ataque de insolação
las em bloco para depois devem ser conduzidos pa-
colar cada uma na tira. ra a sombra e tratados com
Pinte as penas em cores compressas frias sobre a
vivas. E para enfeitar seu fronte . Estas são as me-
cocar. aplique na tira um didas a tomar, bem en-
pedaço comprido de pluma tendido. no caso de não ha-
ou tecido peludo. Ugh pra ver nenhum médico próxi-
_., você! mo a quem recorrer .
16 17
impossível. Vamos citar cem nos horóscopos ; Car ~ nha o equador celeste. As
AS FAMILIAS
apenas as principais do neiro, Touro, Gêmeos, Ca- do sul são denominadas
DO C'É U nosso hemisfério, o He- ran guejo, Leão. Virgem, austrais, e as do norte bo·

S ão as constelações
aqueles agrupamentos
misfério Sul. Ei-las: Cão
Maior. Navio, Cruzeiro do
Balança, Escorpião. Sagitá-
rio, Capricórnio. Aquário e
reais. Aprendam a reco-
nhecer as constelações
de estrelas que sem- Sul. Tucano. Peixe Austral Peixes. Estas são chama- com o auxílio de um mapa
pre guiaram nômades e na- etc. São constelações tam- das constelações zodia- astronômico e procurem
vegantes quando perdidos . bém os doze signos do Zo- cais, porque se situam no visitar um planetário na
Enumerá-las todas seria diaco, aqueles que apare- Zodíaco. faixa que acompa- primeira oportunidade.
18 19
1
( 3

5
"

A FOGUEIRA PARA CADA UTENSILIO


ue de tipo fogueira paralelas de pedras ( 1). A ra o bule do café? Pedras di stâ nci a de uma fogueira
Q se adapta aos vários
utens íl ios de cozinha que
frigideira, por sua vez . fi ca
melhor sobre t rês ped ra s
em círcul o e urna vara
apoiada sobre uma forqui-
em fo rma de pirâm ide
(3-5) . E. . . a panela de
usamos no campo? Come- dispostas em tr iângulo e 1ha que será afixada ao água? Bem. é só dar uma
cemos com a panela, que contra uma quarta, maior , sol o por outra fo rqu il ha esp iadinha na ilustração n .º
é colocada sobre um fogo que servirá para proteger menor . Se quiser. poderá 4 e você entenderá qual a
aceso entre duas carrei ras o fogo do vento (2) . E pa- também apoiá- la a pouca me lhor forma de colocá-la.

QUANDO O SOL se coloca entre o Sol e a de um par de óculos escu-


-.
~.
~ .
'
't
DESAPARECE
Lua , e nesse caso se dá um
eclipse da l ua. O ec li pse
ros ou de um negativo fo-
tog ráf ico já "queimado" . -
s vezes acontece que do Sol é um espetácu lo ou. ainda, de um pedaço de
A o Sol, a Terra e a Lua fascinante, que não se de- vidro eneg recid o com a
cha ma de uma ve la.
se acham alínhados como ve perder, mas que deve
t rês soldadinhos. e que a ser observado com as de-
pequena Lua se coloca bem vidas precauções. Para não
entre o Sol e a Terra. ocul- ficar ofuscado pela coroa ,
tando o primeiro e dando isto é, aquêle halo de luz
lugar a um eclipse do Sol. que circunda o disco obs·
Outras vezes é a Terra que curecido do Sol, muna-se
20 21
TINTA INVISIVEL
FIGLJR,4 Â uando a tinta de_esc_r~­ num pequeno rec ipiente
Q ver se torna s1mpat1- limpo . Usando uma caneta
.. ,./ ca? Bem. quando não é li- com a pena perfeitamente
/ da ! Parece uma charada. limpa, escreva sobre qual-
porém. . . as tintas simpá- quer folha de papel a sua
tic as são justamente aque- mensagem secreta . O des-
X

<-,
/Í)o
of
'; , ,.t ·1
1
",
las que não se podem ler
e são por isso usadas pa-
ra transmitir mensagens
tinatário deverá simples;
mente encostar a folha a
uma lâmpada acesa. O ca-
q. secretas. A mais fácil de lor da lâmpada fará surgir
'
'

20 cm se conseguir é o sumo de o escrito e a mensagem


lim ão. Esprema um limão poderá ser lida.

ALFINETE

ATENÇÃO, PESSOAL! VAMOS RODAR 1


amos r?dar com _o ven- recorte os quatro triângu-
V to e nao com camara,
pois não é de filmagem que
los formados pelas diago-
nais (A). Dobre-os como A UNIÃO FAZ O .. . ENVELOPÃO
estamos falando, mas de em B, junte-os pelas pontas omo se faz para expe- tes? Resposta : pegue dois
como se faz um cata-vento. com um alfinete grosso e dir urn documento não envelopes e. num deles.
Corte um quadrado de car- fixe-os a uma vareta . Está dnlmivel. duas vezes maior enfie o documento ao com -
tolina com 20 cm de lado. pronto seu cata-vento. q 11e os envelopes existen- prido . Repita a operação
22 23
com o segundo envelope mara de ar secar . Enquan- (o próprio cano da bicicle-
em posição contrária ao to isso , recorte, de uma ou- ta), pois a cola tende a en-
primeiro, de modo que as tra câmara fora de uso mas rolar o pedaço de borrach a.
duas bordas gemadas se ainda resistente, um disco Uma vez seca a cola - bas-
encaixem . de borracha (diâmetro : cer- tam alguns minutos
ca de 2 cm); com um papel- ape rte o remendo com for-
lixa bem fino, raspe um la- ça sobre o furo. comprimin-

ENVELOPE 1 ~ t LADO DA COLA

PNE:l• F-t R
uitas vezes um pas- mático com os instrumen-
M seio de bicicleta po-
de arruinar-se porque um
tos adequados. Depois en-
cha a câmara e coloque-a
do do disco e uma area
equ ivalente na câmara de
do-o em todos os lados si -
multaneamente para qu e
pneu é furado por um pre- numa bacia cheia d'água. ar . em torno do furo . Sobre adira bem. Repita a prova
go traiçoeiro. Que fazer, Vá revirando-a suavemente: es tas duas partes se espa- da água para certificar-se
quando não se tem uma o furo, ainda que invisível lham algumas gotas de co- de que o remendo está bem
câmara de ar sobressalen- a olho nu, se revelará atra- la apropriada para pneus. feito e recoloque a câmara
te? A primeira providência vés de bolinhas de ar que Deixa-se secar. tomando-se de ar no pneumático . Pron-
é desmontar a roda e reti - subirão à superfície . Loca- o cuidado de pôr o remendo tinho... sua bicicleta está
rar a câmara de ar do pneu- lizado o furo, deixe a câ - sob re uma superfície curva pronta para outra 1
24 25
A BÚSSOLA DAS MÃOS fre ntar o ataque inimigo se
você estiver desprovido DO GRASNAR
e você estiver no cam- seu braço esquerdo; o nor- desses recursos? Simples! AO ZUMBIR
po e quiser orientar- te estará à sua frente. e o Bast ará juntar lenha verde
se, estando sem bússola. sul estará atrás de você . Se ou molhada e fazer uma be- uando o Tio Patinhas
eis um método fácil. o da
"bússola das mãos": se for
for na parte da tarde. esten-
da o braço esquerdo na di-
la fogueira ... com bastante
fumaça . Logo os amolantes
O está bravo. começa a
grasnar; e quando o Donald
de manhã, estenda o braço reção em que o sol vai ca- in setos baterão em retira- dá um pito nos sobrinhos,
direito na direção em que o indo. que é o oeste; assim. da. Cuidado, porém. com a solta grasnidos de raiva; e
sol está nascendo, que é o o leste ficará no lado do direção do vento... senão os sobrinhos . por sua vez .
leste; desta forma. você te- seu braço direito. o norte se rá a sua vez de bater grassitam entre si. .. Gras-
rá o oeste na direção do à sua frente e o sul atrás. em retirada! Para fazer a nar. grasnir, grassitar. são

-o -~,
fo gueira você usará grave- as "vozes " dos patos, isto
to s bem secos , e não es- é . os verbos que identifi-
queça de rodear a fogueira
' '
com pedras para evitar que

NOº
/'
NQRTE ' o fogo se propague.

1
I
15 horas'
'
12 tlloras
1 /O"'
/ ,,- 9 horas \ OPERAÇÃO
I ' \
I LIMPEZA

ocê acabou de .. ras-


par" o último prato de
um belo almoço que você
teve. sentado na grama de
' .....
'' uma fresca clareira do bos-
/

' que? Sim? E então. cuidado


so .._,,. t
1 ' ..;l SE para não deixar, espalhado
st L pe lo chão, papéis. caixas.
latas vazias etc . O Mestre-
Escoteiro lhe tirará pelo
MOSQUITOS EM RETIRADA menos três estrelinhas e
dará solene" bronca" . E se-
ogo depois do pôr-do- se tiver à mão um insetici-
L sei no campo, começa
a invasão dos mosquitos. E
da ou um óleo repelente
(assim chamado) para pas-
rá bem feito. pois é muito
fác il dar um sumiço no li-
xo: é só escavar um buraco
será fácil você sair dessa sar na pele. Mas como en- e enterrá-lo.
26 27
cam suas falas. E as dos E as aves? ... O ganso gras- pós f inos ou trepadeiras cipó) . Depois . é só sair pe-
outros animais? Tomem no- na; a galinha cacareja; os com que você fixará à ex- lo campo de arco em pu-
ta : o macaco assobia, guin- pintinhos piam; o pavão pu- tre midade do arco - de nho, como Robin Hood . Mas
cha; o leão, o tigre e o ur- pila; o peru gruguleja, bu- cada lado - as duas pon- nada de alvejar pessoas ou
so bramem, rugem, urram: fa; a águia e o abutre tas da corda ( também de objetos .. . quebrávei s!
a raposa regouga, ronca; a chiam; o rouxinol canta, ti-
doninha. a lebre e o rato ne; o corvo grasna; a pega,
chiam;. o golfinho assobia. o estorninho, palram; o pa-
Isto , quanto aos mamíferos. pagaio palra, fala. taramel a.

D E O A 1 00 E D E 32 A 212

u seja : do termôme- terá subtraindo 32 à te m-


tro Celsius ao Fahre· peratura Fahrenheit . multi -
nheit. A temperatura em plicando por 5 e dividindo
que a água se transforma por 9 ... Existe. porém, um
em gelo, o termômetro Cel- sistema menos cansativo :
sius indica O e o Fahrenheit dar uma olhadinha no t er-
32 graus; quando a água mômetro aqui ao lado!
entra em ebulição. isto é, 120_ -
começa a ferver, o sistema 110_ -
100 - - 40
Celsius indica 100 graus e 90 - -
o Fahrenheit indica 212 . 80 - - 30
70- : 20
Quer passar dos graus Cel - 60- -
sius para os graus Fahre- 50_ - fO
40- -
nheit? Multiplique atempe- '30- - o
2C- -
ratura Celsius por 9. divi- 'º- - fO
da por 5 e acrescente 32 . A
operação inversa você ob-
CÓDIGO DAS BANDEIRAS
co eseja comunicar-se bo . Desfraldem, cada um
à distância com um por sua vez, o seu respecti-
ara se fazer um arco. ideal deverá t er o compri- am igo sem recorrer ao me- vo par de bandeiras. tendo
P rapazes. basta esten- mento de mais ou menos 9a fone? Use duas bandei- em conta que a cada posi-
der a mão para uma árvore 80 cm . estar ainda verde . ri nha s: elas serão de forma ç ão das bandeiras corres -
qualquer e procurar o galho ser bem flexível . Que se- <i uadrada. tecido vermelho pondem vogais . consoantes
mais adaptável. O galho jam verdes também os ci- e ama relo . com pequeno ca- e números .
28 29
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Como vocês decerto já tre norte e oeste. E mais
OS VENTOS BRASILEIROS sabem, o horizonte foi divi- uma subdivisão, os sub-co-
situação geográfica do ventos alísios do nordeste dido (teoricamente. é cla- laterais: no r nordeste
A Brasil dentro do con- e do sudeste. No inverno, ro) em quatro direções, (NNE). entre norte e nor-
també m chamadas pontos deste ; lesnordeste (ENE),
tinente sul-americano ex- porém , a área ciclonal pas-
plica a influência de três sa a localizar-se no Atlânti- cardeais: norte, sul, este e entre este e nordeste; e
poderosas massas de ar: a co, ao norte do equador, em oeste. Na "ro sa dos ven- ainda lessueste (ESE) ,
equatorial, a tropical atlân- contraposição a duas áreas tos" eles aparecem com sussueste (SSE) . sussu-
tica e a polar antártica . Dos anticiclonais localizadas no suas iniciais somente: N, doeste (SSOJ. oessudoes-
deslocamentos dessas mas- Atlântico Sul e na Argenti- S. E e O. Mas há uma se- te ( OSO) . oesnoroeste
sas, no decorrer do ano, re- na . Então predominam os gunda divisão, os pontos (ONO). no r noroeste
sultam os ventos brasilei- alísios do sudeste. que in- colatera is: nordeste (NE). (NNO) . E aí tem você a ro-
ros. vadem o planalto brasilei- entre norte e este; sueste sa dos ventos que indica
Durante o verão. forma- ro. e os ventos frios do sul. (SE). entre sul e este; su- as várias direções que po-
se a sudoeste do país (pan- que alcançam até a Amazô- doeste (SO) entre sul e dem ser seguidas pelas
tanal e sul de Mato Gros- nia, constituindo a friagem. oe ste : noroeste (NO). en- embarcações.
so) uma área ciclonal, que No Rio Grande do Sul, os
se contrapõe a duas áreas ventos frios tomam o nome
anticiclonais localizadas de minuano, vento muito N
na região equatorial e no gelado. Mas há também um ~~º 1\11\1~

Atlântico Sul. As correntes vento variável que sopra no
de ar procedentes destas planalto meridional (São 1'~
duas áreas convergem pa- Paulo); o noroeste. quente

of ~~
ra aquela, originando os e desagradável .

o m

t!
' º~
o.s'.s' ~ss
'»C:J
"'i

s
32
33

ACHADOS E PERDIDOS
uantos e quais são os
ocê gostaria de ter
sempre tudo à mão,
sem ter de correr desespe-
Quando. em casa, você
procurar um livro ou um O graus de dificuldade
de uma ascenção alpinísti-
a rocha. além de apresentar
poucos e precários apoios.
brinquedo. não revire a es- está ligeiramente "verti -
rado às seções de achados tante de cabeça para baixo ca? A Escola de Rocha de cal" . Quinto (demasiado di-
e perdidos toda vez que nem espalhe os brinquedos Mônaco da Baviera fixou-os fícil): paredões ou encos-
não encontrar algo? Pri- por todo lado; assim você em seis . Ei-los: primeiro tas verticais escaláveis so-
meiramente, seja caute- só cria confusão e aí é que (fáci 1) : a rocha apresenta mente com a ajuda de ins-
loso para evitar perder .as não vai encontrar nada. Ao numerosos pontos de apoio trumentos : cordas. pregos
coisas. e depois siga este invés disso, limite-se a para as mãos e os pés. Se- etc. E agora. um conselho :
lema: "Um lugar para cada olhar estante por estante gundo {medianamente difí- não se arrisquem a escalar
coisa. cada coisa em seu com atenção . Se no fim, ci l ) : a rocha não apresenta uma montanha sem o ne-
lugar" . Ou seja: aja com após passar tudo ern revis- apoios muito evidentes e cessário equipamento e
ordem. Seja como for , exis- ta e procurar cautelosa- numerosos. Terceiro (difí- sem a indispensável compa-
tem umas regrinhas para mente nos cantos (sem ti- cil) : a rocha ap resenta nhia de pessoas experien-
não perder a . . . cabeça . rar as coisas do lugar) , vo - apoios precá rios e escas- tes. de preferência guias
Quando sair em viagem, cê lembrar que o livro que sos . Quarto (muito difícil) : ou mestres de alpinismo.
por exemplo, conte sempre procurava está emprestado
os objetos que leva consi- a um amigo ... bem feito!
go: malas. sacolas. bolsas . Da próxima vez anote no O DIA EM "FUSOS" HORÁRIOS
pacot.es e ... irmãozinhos. seu caderninho!

Oue horas são? Basta dar uma espiada em


São ... nossa ilustração para res-
Urn momento. deixe- ponder. Imaginem a Terra
rne terminar: que horas são dividida em 24 "gomos" .
Nn Sidney? que aqu i serão 26 porque
- Hã ?.. . Ah , bem ... eu ... os primeiros dois foram re -
se i lá! petidos para melhor com-
É muito simples. rapazes . preensão. Estes gomos se
34 35

1 1 1

ºº 15º 300 45°

chamam fusos horários. sos, ou seja, 10 horas; co- tanto, em Sidney serão 22 aquela localidade . Lembre-
Ora, se no fuso do meridia- mo nós nos estamos deslo- horas (10 da noite) . mo-nos sempre, também, de
no de Greenwich. que é to- cando para o leste {onde · Caso você esteja interes- que, quando se ultrapassa
mado como meridiano de fica a Austrália). ou seja, sado em saber a hora num o meridiano central do fuso
partida, são 12 horas, para para a direita, já terão local do oeste, isto é, à es- 12. muda-se a data . Avança-
saber-se a hora de Sidney transcorrido 1O horas des- querda do meridiano de se um dia se se viaja em
(Austrália). basta observar se dia; assim. deveremos Greenwich, é s'ó subtrair direção ao leste. recua-se
a ilustração . Nota-se que acrescentar praticamente tantas horas quantos forem um dia se se viaja em dire-
há uma diferença de 1O fu- 10 horas ao .. . meio-dia . Por- os fusos do~ quais dista ção ao oeste.
36 37

.
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• j, •

\ .
1 •

...
uma cabana que lhe será
util íssima durante sua esta-
da no campo . Vamos apre·
sentar-lhe dois t ipos . entre
os quais você escolherá o
que mais lhe agrade . Se-
guindo atentamente as ilus-
trações . a construção da
TETO cabana não será uma em-
. ...'.
PARA TODOS presa muito dura , se bem

N deão ajudá-lo
temos a pretensão
a resolver
que a procura e disposição
das varas de sustentação
vão ex igir, por certo , um
'
o próblema do aluguel de pouco de tempo. Nem é
casa: limitamo-nos a ensi- preciso dizer que. antes de
nar-lhe o modo de construir começar o trabalho real-

38 39

mente, você deverá aplai- ra. você só terá que reco-


nar bem o terreno. Depois. bri-la de ramos e acomodar-
uma vez armada a estrutu- se à sombra .

COZINHA CAMPESTRE

ara as excursões no você terá pescado. por in-


campo, os supermer- crível que pareça). espe-
cados lhe oferecem uma te-o com varetas que de-
grande e atraente varieda- pois você deixará entre os
de de alimentos congela- vãos de um cepo de lenha
dos, enlatados. pré-cozi- resinosa que servirá para
dos. desidratados.e frutas. aromatizá-lo. Exponha-o en- círculo de pedras: sobre cil e você não terá maiores
Todavia, para você. Escotei- tão à chama viva de uma esta fogueira exponha a problemas. Caso contrá-
ro-Mirim. será mais agradá- fogueira feita entre duas carne suspensa num galho rio ... bem. você sempre te-
vel e saboroso um almoço carreiras para lelas de pe- sustentado por uma forqui- rá o recurso dos alimentos
preparado à moda dos an- dras. Quando estiver bem lha presa à terra por uma congelados, enlatados. pré-
tigos pioneiros . O seu ·me- corado de um lado, vire-o pedra. como mostra a ilus- cozidos, desidratados. e as
nu" consistirá de um prato para completar o cozimen- tração . A tarefa não é difí- frutas que levou consigo.
de peixe e um de carne. to. Então. salgue-o. Enquan-
ambos assados .. . na foguei- to. isso. você já terá feito O PAP APEL
ra . Limpe bem o peixe (que outra fogueira entre um
ue o Zé Carioca é Franklin utilizou-o para o
O um papagaio, nin-
guém discute. Ele pertence
estudo da eletricidade at-
mosférica. e Guilherme
à família dos psitácidas, Marconi aproveitou-o como
espécie de aves que imi- antena para os seus expe-
tam bem a voz humana. Só rimentos de rádio-transmis-
que agora vamos esquecer são Tudo isso há muito
o nosso personagem para tempo atrás . ..
falar de um outro tipo de Voltando ao nosso papa-
"papag·i..! io". também co- gaio-brinquedo . veja como
nhec ido como pipa, pandor· é fácil faze r um : arranje
ga, quadrado, raia ou arraia. duas varetas bem finas e
Trata-se de um brinquedo leves (preferivelmente de
de papel que as crianças bambu); uma com 80 cm de
soltam ao vento . Antes de comprimento. outra com
ser um brinquedo . porém. 50 cm. Veja a ilustração A.
o papagaio é um benemé- Cole uma sobre a outra . em
rito da ciência: Benjamin forma de cruz , e passe um
40 41
~--[
fio de náilon por suas ex-
tremidades, como mostra B
a ilustração B. Depois . pe-
gue uma folha de papel co-
lorido bem leve (papel de .
seda. por exemplo). Recor- ,,,...
te um paralelogramo com
dimensões ligeiramente
maiores que as daquele fei-

-
to com as varetas e o fio
de náilon . Coloque a cruz
sobre o paralelogramo de

~
papel, dobre as beiradas e
cole-as como mostra a ilus-
tração e. deixando secar.
Arranje um carretel com
pelo menos 200 metros de
linha bem forte e aplique-
D
º no papagaio. como mos-
tra a ilustração O. Falta cm de lado. Veja a ilustra-
ainda fazer a cauda, que ção 1 . Dobre os quadrados
dará equilíbrio e direção como sanfona e aperte o
ao seu papagaio : pegue centro de cada um para dar
mais alguns pedaços de pa- o formato de "borboleta".
pel de seda coloridos e re- como mostra a ilustração
corte 6 quadrados com 20 3. Pegue um pedaço de fio
com 3 metros de compri-
mento, e enfie uma das ex-
tremidades numa agulha .
Agora. passe a agulha pe-
lo centro de cada "borbo-
~
leta". como você vê na
ilustração 3. Elas devem
ficar presas no fio. distan-
tes máis ou menos 50 cm
uma da outra. Retire a agu-
lha. prenda a cauda no pa-
pagaio e . . . pronto! Ele já
pode levantar võo . Veja. na

.
pág . 118, como transformar
-~ ">.-,:)"'.- ~ \\ ~ ,; ~
em uma alegre competição
1
.' ~.... ,V~"· ~ ' ~
a brincadeira de empinar 3
papagaios!
42
43

marchar adiante . E já que urna leve alavanca com o


COMO SUBIR você recobrou o fôlego corpo incl inado para trás . vá
NUMA ARVORE após essa "_pausa para me- subindo aos poucos. agar-
ocê deve, sempre que ditação" que lhe sugeri- rado à sua corda. Uma vez
houver uma oportuni- mos. que tal. . . dar uma alcançado o galho mais
dade, excursionar pelo cam- subidinha numa árvore? Os baixo. tome um pouco de
po: ainda que seja para um seus jovens músculos pre- fôlego e desça . Repita este
simples passeio na floresta cisam manter-se em forma exercício várias vezes . . .
ou num bosque, ao longo - e desenvolver-se - com depois . largada a corda. se
das aprazíveis encostas de exercícios e. além disso ... você se sentir seguro. faça
um morro. Uma vez ali. pro- habituando-se desde já a escalada aos outros ga-
cure mergulhar os olhos com escaladas, como a de lhos. sempre mantendo-se
naquele mar de verde e de uma árvore frondosa e alta, vizinho ao tronco. Mas. cui-
azul que se estende abaixo você acabará aprendendo a dado : não se deixe entu-
e acima de nós . Observe escalar as montanhas e siasmar pela sua bravura.
as plantas silvestres , por as . .. dificuldades da vida. Especialmente agora. que
exemplo. No Brasil há inú- Se você já tem prática de você precisa descer . E des-
mera s variedades e. de lidar com cordas - é um cer é mais difícil que subir
vez em quando, você pode- exercício de alpinismo que - pelo menos em árvores .
rá ter o prazer de encon- se faz em provas de ginás- Pode acontecer, por exem-
trar um pé de amoras tica - você não terá difi- plo. que. ao olhar para baixo
ou morangos silvestres , culdades em subir numa tentando apoiar os pes,
ou mesmo uma goiabeira. árvore . Proc eda desta for- você tenha uma leva ton-
Mas não pense apenas no ma : at ire e prenda num ga- tura. Segure-se! Engula em
estômago. pense no seu lho forte (o primeiro a par- seco. não olhe para baixo no
espírito também: por um tir do solo) uma corda re- momento: observe com cal-
momento, permaneça em sistente . A corda deverá fi- ma o que está em sua volta
absoluto silêncio e imobili- car o mais próximo possí- e. sobretudo. pense e con-
dade ... e logo você estará vel do tronco, de modo que vença-se de que não lhe
ouvindo a doce melodia da durante a sua subida você sucederá nada. sobretudo
natureza. os mil e um ru- pos sa apoiar os pés no se você não largar o seu
mores. silvos e sussurros mesmo . (Lembre-se de ponto de apoio . Agora faça
das árvores dançando ao usar sempr e sapatos de uma nova tentativa e verá
vento, dos cantos dos pás- excursão, com boas solas que a coisa vai melhorar .
saros, dos ruídos de inse- de borracha : nada de so- Devagar, bem devagar, dei-
tos. las de couro, que fazem xe-se pousar sobre o galho
Pois bem. amiguinhos escorregar) . Apóie-se com do qual partiu. e . . . a des-
Escoteiros. é tempo de os pés no tronco e. fazendo cida está feita .
45
44

.nuvens


-!~l~~;
1:l$
Y'
+• poço perfurado
+ "1
1

rio

mar

- - - - - - - evaporação das águas de superfície


..,._ - - - - - - evepotranspl ração
precipitações meteóricas (chuvas etc.)

QUAL A VELOCIDADE DE UM RIQ7

ocê sabe que a maior ve. ao granizo . Uma boa esej a saber a que ve- ra percorrer aqueles 20
V parte da água que metade da água. que se
precipita sobre a terra.
làcid ade corre um metros. Multiplique a ci -
fra por 50 e terá o número
consumimos vem do mar? rio? Assinale sobre a mar-
Sim. é isso mesmo . A evapora-se . Uma outra par- ge m . numa zona ond e a de segundos que a corren-
água do mar, exposta ao te , absorvida pelo solo. se água corra ern linha reta , te leva para percorrer um
calor do sol, evapora-se junta em reservatórios na- do is pontos distantes 20 quilômetro . Divida agora
lentamente . Em contacto turais aos quais o homem metros entre si. lance 3.600 (que é o número de
com as camadas mais atinge por meio de poços agora ao centro do rio segundos contidos em uma
frias da atmosfera. o va- e perfurações. A água res- (perto da margem a cor- hora) pelo núnl'ero que vo-
por se condensa em nu- tante retorna. por sua vez, rente é menos veloz) um cê obteve anteriormente e
vens. Estas. impelidas pe- através de rios. lagos e pequeno disco de madei- saberá assim a velo cidade
lo vento, se agrupam e se canais subterrâneos, para ra pesada e. de relógio em horária desse rio. isto é.
condensam cada vez mais, o mar, de onde recomeça- punho, calcule quantos se- quantos quilômetros por
dando lugar à chuva. à ne- rá o seu ciclo. gundos leva a madeira pa- hora o rio percorre.
46 47

PA

primeira coisa que topográfico é um precioso


A salta aos olhos quan-
do se toma nas mãos um
aliado e o ajudará a orien-
tar-se . E nem é difícil lê-lo.
mapa topográfico é a es· Basta observar os vários
cala, ou seja, a medida do símbolos que representam
terreno que no mapa cor- florestas, casas, constru-
responde a 1 cm. Por exem- ções, estradas, cursos d 'á-
plo. a escala 1 :25.000 - gua etc . Geralmente estes
como é o nosso caso - símbolos são explicados ao
significa que 1 centímetro pé dos mapas. Aqui damos .f.7 1

)~i'.t}i'fo:•\; ,
no mapa equivale a 25 .000 um exemplo de mapa topo-
cm de área real, isto é. 250 gráfico e seus respectivos
metros . No acampamento sinais convencionais . Es-
ou em excursões, o mapa tude-o. que lhe será úti 1. , 1

48 49

ESTRADAS DE J:ERRO RELÊVO e ASPECTOS DO SOLO


Lmha s;mples CA •
A~"ª alogad1ça DE PAPEL
Linha Dupla
Areal . . . .... . .... .·...
. ..·.. ·.·.·.·•·.·
. .. ' .....
... . .. no qual se pode fer-
eslaiçáo - ·.·.·.~·....·..~
.................... ver água. Sim, turma, ex-
RODOVIAS AfMs perimentem e acreditarão .
411/0-Eslrada d"1 cullivo Tome1T1 de uma folha de
papel comum e dobrem-na
/'!classe (,1>av1menlada
VEGSTAÇ.40 S tl VGSrRE como mostra a f igura 1.
Enfiem depois um alfinete
2~ classe ( Irri/ego permonenle)
entre as dobras dos lados
3!1 classe (fro/eqo l'recdrio} curtos. como na figura 2.
Mato d" Mofo de e façam a alça introduzin-
Cam,-nho carroç:: oye/
qronde porte p,;queno por/e do um fio ou barbante en-
lrtlh<: para_ con1.~a/rof; . . _ _ .. _ tre os alfinetes . A seguir
.f.~~7'.~~ .... ................. ............... . Prodooa encham o cadinho de água
OBRAS DE ARTE
,. /
'llne
PQssagem passooem

-
, o'e n l vel sut?_tt;rrânea
17on1e _; L o Mon!anha
~
e. sustendo-o pela alça.
coloquem-no sobre uma

.•--
espiriteira ou uma vela

.--
~:::-.-~ ~
,, 11' acesa . como na figura 3.

-·-
PONTES FERROYIARI AS DIVERSOS
Ao contrário do que se po-
~ Zlll( ~
Alvenaria /:erro Madeiro e1dodt> ou;;oroodo der ia esperar. o cadinho
PONTES ROOOV/ A,RIA8
não queimará. enquanto a
- '--'-'-'-"-'----J -
-~-;===,.-~ ~
h-rmm' --AA.ô.ô.
Cosodecolonos, sede de • • água será aquecida até fer-
Alvl?f)(Jrio t:e:rro Madúro Barcas foze11do. conslruçôo ísofodo ver : a água absorve o calor
do papel e assim o cadi -
HIDROGRAF IA 6aftão ou barracão IZl
nl!o só queimará quando
permonen !e toda a água se tiver eva-
CVRSOS o>,vA { Poço arlllsiono 0
porado .
in l ermtfentf?
lqreja, capelo C0 •
salto cact1oe1ra
Cruzeiro, cem1lel'io T l2SJ MONTEMOS
Monumenlo h isfónco ,_,
·--· A BARRACA
ou artls f1co
·---· pr imeiro pensamento.
quando se parte para
banco deorera
Mi'no
~
(!sina l?ldrr?!élriccr ~o fl'a,Por
um acampamento . é o de
Ôli'J \
erguer a barraca . Uma vez
50 51
F/G</,€4 .z' ra 1-A); 5) prender as pon-
tas das cordas nas cavilhas
enterradas; se o terreno
for muito mole , use uma
pedra , como mostra a figu-
ra 2-B. ou prenda num pe-

F / GLJRA é?

que ela servirá de abrigo de um fosso. ou muito ex-


para a noite e o dia (em posta ao vento . Encontran-
caso de mau tempo). será do o local adequado. que
bom montá-la com cuidado deverá ser num lugar pla-
para evitar que desabe ao no . você tomará estas pro-
primeiro pé-de-vento. ou vidências : 1) limpar cuid a-
seja ameaçada por in- dosamente o terreno; 2)
filtrações de água e venta- desamarrar a barraca: 3)
nias. e invasão de animais. erguer as escoras princi-
Antes de tudo, onde erguê- pais - as anteriores e pos -
la? Jamais próximo de um teriores; 4) cravar na terra
curso d'água. ou no fundo as cavilhas externas (figp -
52 53
d aço de pau enterrado ( fi - mando-se os bordos i nf e-
gura 2-A). A seguir, esten- riores com terra para evi -
der a lona da barraca; re- tar infiltração do vento (fi-
puxar as cordas posterio- gura 3). Jamais acenda a
res e anteriores; 6) fixar fogueira muito próximo da
as cavilhas internas fir- barraca .

OE OLHO NAS MEDIDAS

m homem de cinco ao indivíduo citado. pode-


pés e nove polega- mos dizer então que sua
das . . . GLUP! Será al- altura é de :
gum monstro? Não: trata-
5 pés = 1,52 m
se simplesmente de um in-
9 polegadas = 22 ,86 mm
divíduo cuja altura é medi- Modo de usar a tabela: tro 3,5433 . E isto significa
da segundo o sistema an- co mo vê, são três colu- que 9 centímetros eq uiva-
Total: 1,748111
glo-saxão. bastante diverso nas: uma central e duns la- lem a 5,5433 polegad as.
do nosso sistema métrico Pode acontecer também te rais (à esquerda os cen- Mudando a vírgul a dos
decimal. que voc ê tenha de con ver- tímetros, à direita as pole- números decimais uma po-
Na verdade. os anglo-sa- ter medidas anglo-saxôni- gadas). sição para a direita . tere-
xões calculam em polega- cas em nossas medidas . ou Part indo da coluna cen- mos os valores das cifras
das assim como em centí- vice-versa. Eis. pois. a Ta· trnl e lendo na coluna da 20. 30. 40 . . . Exemplo : se
metros, e em pés assim bela de Conversões que esq uerda. teremos a equ i- 2 polegadas equivéllem a
como em metros. Voltando irá ajudá-lo nos cálculos : val ência das polegadas em 5,08 cm. 20 polegadas irão
ce ntímetros. lendo, ao in· equivaler a 50 ,80 cm. e as-
CENTfMETROS POLEGADAS vés, na coluna da direita. sim por diante. Para as ci -
(Em inglês: centimeters) (Inches) teremos a equi val ência dos fras intermediári as. é ne-
cen tím e tros em polegadas. cessária urna adição. Exem-
2,54 1 0,3937
Exemplo: quero saber a plo: para achar a equivalên-
5,08 2 0.7874
1,1810
qua ntos centímetros equ i- cia de 18 cm . adiciona-se à
7,62 3
10,16 4 1.5748 v<Jlem 9 polegadas . Corres- equ ivalência de 10 a equi-
12,70 5 1,9685 pondendo ao 9 (coluna valência de 8 e teremos:
15,24 6 2,3622 central). leio na coluna da
17,78 7 2,7559 esquerda: 22,86. Ou seja , 10 = 25.40
20,32 8 3.1496 9 polegadas equivalem a 8 = 20 .32
22,86 9 3,5433
22,86 cm. Vice-versa : lendo
25.40 10 3,9370 \
na coluna da direita encon- 18 = 45 ,72
54 55

tomando o cuidado de co-


Tabela de conversão de metros em pés e vice-versa zinhar antes os ovos , es-
.1:.• friá-los na água corrente e
METROS PtS
(Meters) ., il:~,
" (feet) enxugá-los). Você poderá
pintar flores, pequenos ani-
0.3048 h 1 ' 3 ,28084 mais, ou escrever simples-
0.6096 ,,' . 2'. ·.· ' 6,562 mente uma saudação co-
mo : "Boas-Vindas", "Bem-
0 ,9144 ~ t~-~~ 3 9,843
,\ Vindos ", " Salve''. "Felici -
"
1.2192 '·•' ' 4'· .:;'''
-,.•: "
13,123 dades" . "Boa Páscoa" etc .
1,5240 5 16,404 Evite usar. porém , lápis-
tinta ou caneta esferográ-
1,8288 6 ' 19,685
fica. Se você quiser fazer
.'" ·- -~-

2,1336 7 22 ,966 um ovo bem original. ar-


" ;.
ranje alguns pedaços de te-
2, 4384 . .a 26,247
.,
·.-

• cido estampado; desta for-


/_ ,,, ;_
2.7432 ;
·g 29 ,528 ma você poderá "vestir"
os ovos. servindo-se de um
3,0480 ' 1.0 ' i• ~,;. 32,808
pouquinho de cola .

Daí pcxleremos concluir legadas ern centímetros. CALENOARIO


que 18 pol egadas equiva- Para calcular. procede-se
lem exatamente a 45,72 cm. de modo análogo ao que PERPÉTUO
An alogamente se procede- expl icamos para os centí-
rá para a conversão de po- metros e polegadas . ocê quer saber se nas-
ceu num domingo ou
OVOS COLORI DOS numa quarta-feira? Ou em
que dia da semana caiu ou
método mais ~imples. seguid a deixe-os cozinhar cairá uma data? Então si-
O original e de surpre-
endentes resultados para
por 1O minutos até ficarem ga-nos. Na Tabe la 1 locali-
duros . Você obterá belíssi- ze, à esquerda. o dia que
decorar ovos (ovos mes- mos arabescos de grande lhe inter~ssa. A direita.
mo) de Páscoa consiste em efeito nos ovos graças à ache a coluna do mês que
en volv ê- los com o invólu- ação do invólucro de cebo- quer. Agora. ache o ponto
cro externo de cebola e la . Mas. se você se sentir de cruzamento dessas
que será mantido preso à com vei a artíst ica ... tome duas colunas. Ali há um
casca do ovo med iante um de tinta e pincel e dê va- algarismo . Anote-o. Vamos
duplo fio bem atado . Em zão à sua fantasia (semp~e à Tabela 2. Ela indica o ano
56 57

da data que você procura.


TABELA 2
Embaixo, à esquerda ("St:- • 00 01 02 03 04 05
C U LOS " ) voc ê tem as cen- -
06
-07 - -08 -- - -
09 10 11
tenas (dos anos). No alto. TABELA 3 - - - - - - -
12 13 14 15 16
à direita, as dezenas e
unidades. em colunas ver-
-
17
- - -
18 19
-
- --
20 21 22
.o E ,_
- -24 -25 --
(1)

t icais . Localize o algarismo r.-


X
Q)
(f)
•(I)
(/)
o
o
Ol
Q)
(/)
Q)
1-
::i
a o
::i -23 - -
26 27
que se encontra no cruza- X ..o E ,_ ro
-28 -29 -30 -31 - -32 -3.'i-
mento das duas colunas CD
::i
o
Q)
(/)
«ll
(/) o
o
Ol
<!)
(f)
Q)
1- o
::i
-34 -35 - -36 -37 -38 -39-
que lhe interessam. Vamos
à Tabela 3. Procure numa m X ..o E Ol ,_
- -- - - - - -44
40 41 42 43
das colunas verticais o pri-
tO
::i
o ó
(l)
(/)
•(1)
(/) o
o Q)
(/) 1-
<!)
- -- - - - - -
45 46 47 48 49 50
- - - - - -
(/)
meiro algarismo que você ro
.... :J X .O
o
E Ol oz -
<ll
o o
::i Q) •(I) Q) 51 52 53 54 55
anotou. Procure o segundo '<!" 1- (f) ' (/) o (j) <(
- - - - -- - -
na linh a horizontal. Ache 56 57 58 59 60 61
de novo o ponto de cruza-
Ol
Q) Q)
m
.... ::l
o o
::i
X
<ll
..o
•(I)
o
E
o -62 -63 - -64 -65 - -
M (/) 1- (f) (/) 66 67
ment o: ali voc ê terá o dia - - - - - -- -
que procura . Por exemplo: E ... (1)
.o 68 69 70 71 72
-74 -75 - -- - -78
Ol X

em que dia da semí'lna cairá N


o
o
<ll
(/)
<ll
1-
:;;;
o a
:;;; Q)
(f)
• (I)
(/)
-
73 76 77
o Natal de 79? Na Tabela ..o E Ol .... ro ><
- - - - - - -
·m o :;;; ::i 79 80 81 82 83
- -84 - - - - - --
<ll <l)
1 o cruzamento de 25 com (/) o (/)
<!)
1- o o Cft

dez embro dá o n.º 2 Na ,- 85 86 87 88 89


- - - - - - -
Tabela 2. o cruzamento de - N
"' V lJ:) CD ......
90 91 92 93 94 95
1900 (19) com 79 dá o n .º 3. - -96 -97 - - - -
98 99
TABELA 1 o 725 7 1 2 3 14
4 17 21 5 6
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- - - -
6 27
13 20
- -- 6
--7
--1
-2
- ----
3 4
,__
5
Na Tabela 3 o cruzamento
2-3 indica que o próximo
Nota : Recue um dia se a
data procurada cair em ja-
- 7 -14 -21 -28 - -- -- -- -- -- -- --6 Natal será numa terça-fei- neiro ou em fevereiro de
7 1 2 3 4 5
ra ! Viu como é fácil? um ano bissexto.
58 59

entre as refeições. Pluto


(vamos chamá-lo assim)
não tem, por enquanto, a
força que você tem e por
isso não poderá resistir ao
ritmo frenético das suas
brincadeiras e correrias.
Oual o alimento de um
cãozinho e quando deve
ser dado? A alimentação
poderá ser estabelecida
por um veterinário, ao qual
será bom fazer urna visita preocupe nem se espante
com Pluto para controle: lembrando-se de que o cão-
geralmente arroz cozido zinho precisa soment e
com carne moída, adminis- ambientar-se e conhecê-lo
trado em quatro ou cinco melhor. Boa idéia será dar-
CHEGOU U CÃOZINHO • vezes ao dia e pouco de lhe um presentinho gosto-
cada vez. Nada de banho so: um aro de borracha

e hegou um cãozin~o
em casa: que seJa
bem-vindo! Um cachorri-
seu cãozinho mal acabou
de deixar a mamãe e os ir-
mãozinhos, e que você, pa-
antes dos seis meses.
Pode acontecer que o
Pluto se mostre: ou medro-
dura (sendo inteiramente
desaconselhável bolas e
bolinhas. pois o cãozinho
so e abatido. ou rebelde e pode engoli-las!) . Assim,
nho, seja ou não de raça, ra ele, é por enquanto um
prepotente, pronto a dar Pluto. além de divertir-se ,
pode tornar-se o seu maior ser estranho, muito gran-
mordidas com os seus den- desenvolverá os dentes ,
amigo. Tudo dependerá de de, com duas pernas com-
ti nhos de leite . Não se que precisam de exercício
você saber tratá-lo. Veja- pridas. e dois braços enor-
mos como se faz isso; não mes que a cada momento
é nenhum bicho de sete ca- tentam agarrá-lo . Vamos
beças, aliás. Antes de tu- com calma para que ele
do, procure tratá-lo com o não se assuste e fique logo
máximo carinho, pronun- seu amigo.
ciando devagar e bem as Outro ponto muito im-
palavras, e usando sempre portante a ser lembrado: 'o
as mesmas. Não fique sal- cãozinho é como um bebê
titando em volta dele como muito pequeno e, como tal,
fazem certos patetas e, so- necessita ter suas horas
bretudo, não berre com de sono e de repouso entre
ele . Lembre-se de que o uma brincadeira e outra . e
60 61
1

com as cortinas, os tape- dor dos ani mais do que . . . endereç o (e o número do
tes e as poltronas. Pouco a ver um cão levando na bo- telefone. se você tive r).
pouco você o ensinará a ca um jornal ou um pacote. Não pense que ist o é uma
não tocar nessas coisas . e coisas do gênero . Qu an- providênci a supé rfl ua: no
Não irá bater nele. mas di- do voc ê sair de casa, man- caso do seu ami guinho se
rá: "Não'" Após alguns t enha o Pluto na correia : perder. esta será a melhor
"nãos". Pluto terá todo o assim você evi t ará que ele ind icação para re cu perá- lo .
prazer em obedecê-lo. se met a em encrencas e Ch ega rá depoi s a época
E agora , amiguinhos. não pro voqu e acidentes . Na de vacin ar o seu Pluto co n-
riam com o que vamos di- ch apa da coleira faça gra- tra a raiva e a cin omose .
zer. Enquanto o seu amigo var o nome dele, o seu no- E um belo dia você ter á no
não aprender a . . . levantar m e e sobrenome e o seu seu cã o um grand e amigo!
a patinha, acostume-o a fa-
zer suas necessidades (o
que acontecerá várias ve-
zes ao dia nos primeiros
tempos) sobre uma folha
de jornal estendido na área
ou no banheiro . Pluto, que
para se tornarem bem for- é esperto, logo entenderá
tes. Já que falamos de den- que é ali que ele deve ir
tes. recomendamos não lhe sempre que necessário . O
dar jamais ossos para roer, levantamento da patinh a
nem mesmo quando ele for só acontece aos seis, sete
grande . De nenhum tipo - meses de idade.
é que as lascas dos ossos Onde deve o Pluto dor-
podem sufocá-lo ou causar mir? Somente na caminha
outros danos ao serem en- dele e, quando ele quiser
golidas não mastigadas. dormir. procure não o abor-
Não deixe perto dele tam- recer. Como você, Pluto
bém alf inetes, agulhas, de- também não gosta que lh e
dais. pedaços de barbante. interrompam uma boa so-
bolinhas, soldadinhos de neca.
brinquedo etc .... porque o Brinque à vontade com
cãozinho , infelizmente , é Pluto. mas não o transfor-
levado a engolir tudo que me num palhaço : não há
cai entre as patas. A pro- nada que irrite mais um au-
pósito das patas. cuidado têntico amigo e conhece-
62 63
O APITO DE PAP

pitam os trens, os
guardas de trânsito.
os juízes de futebol .. .
apitem vocês também, ra-
--t - f

pazes . Sobre uma folha


de papel, desenhem o mo-
delo indicado no esquema
ao lado e recortem-no . De-
pois dobrem seguindo a
~-J 3
linha pontilhada 1, e tor-
nem a dobrar para fora as
duas pontas seguindo as
linhas 2 e 3. Recortem o
orifício em forma de lo-
sango desenhado ao cen-
ocê vai acampar no ma- você poderá dispor até de
V to e deseja encontrar comodidades: lareira, ·pia"
tro, e o apito estará pron-
to , conforme se vê na fi-
sempre cada coisa no lu- de cozinha, porta-panelas, gura debaixo. Segurem o
gar certo e no momento cabides de roupas etc. É papel assim dobrado entre
certo? A 9peração cabi-
H indispensável, porém, que o dedo indicador e o médio
des campestres" lhe per- os galhos-cabides estejam e soprem levemente pela
mitirá ter tudo ao alcance bem fixos no solo, tenham embocadura . Vocês emiti-
da mão e sem que as for- uma certa resistência e rã o um assobio que poderá
migas metam o nariz onde não estejam secos de- se r ouvido a uma razoável
não devem. Ainda mais: mais . di stância!
64
65

começar do alto: ajeite os co e coloque, sob a caran-


O TOTEM " UG H " l ramos de cipreste com al- tonha. dois galhos cruza-
guns laços de fita colorida. dos. (Qualquer dúvida, dê
e você tem uma árvore
Amarre a máscara ao tron- uma espiada na ilustração}.
ao seu alcance. mes-
mo que seja só um toco
desfolhado (com alguma ENSAGE SECRETA
altura). ou então uma es-
taca . . . já é meio caminho
andado. Para transformar a ocê gostaria de co- " espião" qual o livro que
estaca em totem , arranje nhecer uma das táti- vão usar: este livro, diga-
várias fitas coloridas. um cas de espionagem e mos. Então o seu colega de-
punhado de ramos de ci- contra-espionagem? Como
verá ter também um exem-
preste. pinheiro ou mesmo transmit ir uma mensagem
plar do "Manual do Esco-
tufos de capim e algumas secreta . por exemplo? En-
tão use o sistema "mensa- teiro Mirim" em casa. Vo-
gem-pela-jane linha ". Antes, cê procura urna página do
combine com o seu colega livro que tenha as palavras

folhas de papel colorido


brilhante . Faça, antes de
mais nada. o esboço da
"máscara" numa folha de
papel . como na primeira
ilustração, seguindo-lhe as
proporções. Lado de cada
quadrinho que divide a fi· cara Jª feita e perfure ao
gura : 10 cm para efeito da lado dos olhos e do pe sco-
confecção. ço para neles pass ar um
Muito bem : agora cole fio de "n<.ii lon " . A segu ir ,
sobre uma cartolina a más- vista a árvore de totem a
66 67
de que você precisa pa-
ra mandar sua mensagem. NOS E OS NÓS
(Pelo menos as palavras uem era Górdio? Aque-
essenciais). Digamos que le cara do "nó", claro .
seja na página 22. Muito Mas se você quer conhecer
bem: agora você recor.ta a história dêsse belo rapaz,
uma folha de papel branco é só nos seguir mais um Nó DE ESCOTA
nas mesmas dimensões pouquinho. Um camponês Nó DIREITO
da página do livro. Colo- da Frígia, chamado Górdio,
que a folha sobre a página havia inventado um tipo de
22 e marque de leve, com
lápis, o local exato das
palavras que lhe interes-
sam. (É claro que quanto
nó com o qual atava a dire-
ção à canga do seu carro:
um nó dado de tal forma
que não se conseguia des-
4ZJ
LAIS DE GUIA
mais espalhadas forem as cobrir as duas pontas para
palavras na página, me- poder desatá-lo. E assim
lhor). Muito bem: agora permaneceu o nó até o dia
recorte, na folha de papel, em que ele teve a infeli- ~ Nó OE FATEIXA

~~
com uma tesourinha ou cidade de defrontar-se com
gilete, as "jane linhas" que o grande conquistador da
correspondem às palavras Antiguidade. Alexandre, o Nó DE CORRER
CATAU
escolhidas . (Podem ser Grande. Este examinou o
também conjuntos de pa- nó ... e o cortou com um
lavras, claro). E pronto. golpe de espada. Desde
Agora é só mandar a fo- aquele longínquo dia, des-
lha de papel com as "ja- fazer um nó não seria
ne linhas" ao seu colega, mais problema. Mas res-
não esquecendo de indi- tará sempre o problema de
car, discretamente, o nú- fazê-lo: aprenda, então, es-
mero da página do livro: tes nós clássicos. seguindo
22 . Mais nada . Seu amigo, detalhadamente a ilustra- VOLT A DE FIEL
VOLTA DA RIBEIRA
ao receber, colocará a fo- ção. O bom nó tem estas

~
lha sobre a página 22 no qualidades: a) simples e
livro dele e, através das rápido de ser feito; b)
aberturas ou "janelinhas", apertar à medida que o
poderá ler a sua rnensa- esforço sobre ele aumenta: Nó DE PESCADOR
gem secreta. Não é bár- e) ser fácil de desatar.
baro? Mãos à obra!
68 69
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G I p =i [X c:J.
-- -----.....------ - ------~-

H-;i B~ I V EJi
O CODI MARCIAN I~ ZC 1

e orno você sabe, nosso


alfabeto não é mais
que uma série de sinais
por outros, com a mesma
equivalência, o que aconte-
ce? Acontece que ficamos
sa bem qual é a tradução da
mensagem que o Tio Pati-
nhas recebeu? Ei-la: "Jo-
manecem tais e quais , seja
em " marc iano", seja em
português . Procure tam-
convencionais com os com um código secr~to, gue a água quente - beba bém deixar um bom espaço
quais formamos as diferen- que só quem tiver as tabe- água fresca. Os Sobri- entre uma palavra e outra.
tes palavras segundo a po- las ao lado poderá deci- nhos ." Mãos à obra, Escoteiro-
sição de cada sinal, isto é, frar . .. Em outras palavras, Naturalmente, nos escri- M irirn ! O Código Secreto
letra . Agora. se trocarmos um verdadeiro alfabeto tos, os sinais de pontuação "Marciano" é seu! Use-o
esses sinais conhecidos "marciano"! Por exemplo , (ponto, vírgula etc.) per- com os seus amigos!
70 71
~
odem ficar tranqüilos ,
CIPs~ -=D--"

garotos! De agora em
"'" ll
diante vocês não recebe-
rão mais "pitos" pelas TINTA DE ESCREVER : CHOCOLATE: água quen- GORDURA: o local man-
manchas de sorvete ou de leite azedo . sumo de li- te com sabão ou água oxi- ;hado deve ser colocado
te rra que "involuntaria- mão. água morna . genada. entre dois mata-borrões.
mente" acabarn aparecen- Isto feito, passe com ferro
do em suas roupas. Ao quente. Depois é só pas-
contrário. poderão até di- sar benzi na, amo níaco ou
zer : .. Chocolate e doces à talco .
vontade" . . . ou quase. É
só verificar na tabela qu al

~
d)
é o seu problema e a res-
pectiva solução. VERNIZ: essência de te-
reb intina (aguarrás) .

FERRUGEM: água mor-


na ou sumo de limão

CANETA ESFEROGRAFl-

á)
CA: álcool
FRUTAS: água morna.
leite azedo. sumo de limão
·.
·' ou vinagre branco .
,1

1
TINTA A óLEO: primeiro
procure tirar a tinta fora.
CAFf:: água morna, gli-
raspando. Depois, apliqu e
uma mistura de álcool cerina ou água ox igenada .

s~
com essência de terebin- MANCHAS DIVERSAS: SANGUE : água morna
tina (aguarrás) . Aguarde faça .uma mistura de amo- com sabão . .água oxigena-
dez minutos. depois passe níaco. éter. vinagre. ben- da . água fria ou sal de co-
benzol. zi na e aguarrás. zinha.
73
72
SUA FLOR SUA ALMA
-.
e quiser saber como pétalas poderá descobrir
você é. diga que flo- um pedacinho oculto de sua
res pretere. Entre as suas personalidade.
-· -.......
Azálea . . . ... . . .... . . . . ... .
Begônia . . .. . . ... . ... . . . . . .
Ciclâmen .... .... . ...... . .
aspira a grandes realizaçõ.es
você tem o senso da amizade
você é um pouco fechado
- ··
~-
-<-,.#---
~..-:.-:
-. -:::- -:-...
Cravo vermelho . . ..... . .. . vivacidade
Dália . . .. . .. . .... . . ...... . tem o senso da gratidão
Edelvais .. . . ... . ... ... . . . . você é sonhador
Fiordaliso . ... . . ... . . .. . .. . idéias claras
Gerânio .......... . . ..... . . caráter simples
Gladíolo . . ... . . . . .. .. . ... . você gosta de novidades
Hortênsia .......... . ..... . pouco sensível
!ris .. . ......... . . . . ...... . você é confiante ("'" ~
Jacinto .. .. . .. . ... . ... ... .
Jasmim . .. .. . ....... . .. . .
você nasceu para ser feliz
você é um pouco tímido
rr
e-· r~ -
Junquilho . . . . . . . . . . . . . . .. você é namorador
Lírio . . .. . .. .......... ... .
Margarida . . . .. . .. . .. . .... .
a bondade é o seu forte
que indecis ão!
__,_.
....... -
Rosa . .. . . . .. . . . . . ... .... .
Verbena . .. . . . . . . . ..... . .
calor humano
você é reflexivo
.-.. ,.... ----::--
'
,,,, l
Violeta . . .. ......... . ... . . você tem uma ótima memória

urma, eis uma coleção Joguem fora o cartão e re-


T originalíssima e ins- colham o decalque . Vocês
trutiva: pegadas de ani- terão, assim. a pegada ao
mais! E aqui está a técnica inverso; para endireitá-la
para colhê-las . Com uma repitam a mesma operação
caixa sem fundo cerquem a sobre o alto-relevo ou com-
pegada que achar e derra- primam um pedaço de mas-
mem sobre ela, lentamen- sinha de moldar ou barro
te, gesso líquido , recobrin - fresco sobre o decalque ,
do-a com uma camada de retirem. e deixem secar até
2 cm de espessura . Espe- endurecer . Por fim, colo-
rem pacientemente que o quem-lhe uma etiqueta com
gesso endureça (ao me- o nome do legítimo proprie-
nos vinte minutos) . depois tário . .. da pegada .
74
75
s cérebro eletrônico lhe reve-
lou que todo ano ele gasta
uns bons sessenta e seis
xis te no estado de Mi- cruzeiros e quarenta e sete
chigan, Estados Uni- centavos na compra de en-
dos, uma cidadezinha cha- velop es para a reme ssa de
mada Hell (Inferno, em in- intimações de pagamento
glês) . Para incrementar o aos seus devedores "es-
tu rismo. o correio local ca- quecidos". Pois bem, aqui
rimba os selos das cartas e está a maneira de evitar
postais expedidos com di- essa .. . insensata despesa :
zeres assim: "Saudações sistema que você próprio
do Inferno" , "O Inferno o poderá seguir quando tive r
aguarda" etc. Naturalmen- urgência de enviar uma car-
te, estes carimbos obtêm ta e estiver sem envelope ...
QUANDO E DIA DE MUDANÇA grande procura junto aos e cu rto de dinheiro .

fim, amarrem-nos com uJTia colecionadores . O mesmo


em casa surge traba-
volta de cordel. O pacote ocorre com os carimbo s so-
lho pa ra todos. Também pa-
ra vocês , rapazes. Em pr i- não deverá ser pesado de- bre a correspondência pro-
veniente de cidades cuj os
meiro lug ar. procurem mu- mais . Num cad erno à parte
nir-se de jornais velhos, pa- anotem os títulos dos 1ivro s nomes sejam palíndromos .
isto é, legíve is também de
pel de emb rulho , fita colan- contidos no resp ect ivo pa-
trás pra frente. Assim, por
te , corde 1 e... empac otem cote, baseando-se pelo nú-
exemp lo. as cidades de
os próprios livros . É sim- mero já escrito em se us la-
Harrah (Estados Unidos).
ples : abram os jornais em dos externos . O mesmo se-
toda a sua extensão (2 a 3
folhas de cada vez) e do-
rá feito para as caix as con-
tendo os brinquedos . E se
Glenelg (Escócia) . Lal La!
(Austrália), Okonoko (Es-
1
tados Unidos). Ee (Holan-
brem-nos em quatro no sen- vocês tem animais domés-
da), li (Finlândia ) . Oo
tido da largura . Com a fai- ticos. olho vivo: basta um
(França .
xa assim obt ida enrolem nadinha para se perder um
um grupo de quatro a cinco cachorrinho durante o vai-
1ivros fixando-a depois com vém duma mudança. Vi -
ENVELOPES
um pedaço de fita colante. giem as co leiras dos ca-
A seguir, embrulhem-nos chorros , ou a gaio la do ca- DO TIO PATINHAS
com o papel adequado, nu- nário ou o cesto do gato ... 2 ~~OLGE

l
j lõ6CREVA O
.
: ENDUl&Ço
merando os pacotes em e não se esqueçam de ali- pobre quaqui lionário 1 NA OUTRA

dois ou três pontos. Por mentá- los .


Tio Patinhas está de- .! FACli

~~~-.~~~~::::::i~
sesperado! Imagine: o seu
76
77
Dobre em três partes a graçadinho? Não existe
ponte. Que se faz, então?
sua tolha. no sentido verti-
MARUJOS A POSTOS 1
cal. sobrepondo as duas Procura-se um ponto onde
bordas externas uma sobre a corrente seja mais estrei - orno vocês devem ima- É o lado direito do navio
ta e a água menos profun-
a outra . Repita a operação ginar, a Marinha pos- para quem olha da popa pa-
da. tiram-se os sapatos e
no sentido horizontal. inse- sui um vocabulário todo ra a proa. Sinônimos: cis-
rindo - desta vez - as as meias. arregaçam-se as próprio para designar as bordo e boreste.
duas bordas externas uma calças e se entra na água. suas inúmeras operações, BOMBORDO - indica
dentro da outra. Alise bemavançando em direção à instru mentos. partes do direção também. É o lado
o "envelope", feche-o com margem oposta a passos navio etc . Os marujos, as- esquerdo do navio. quan-
curtos e seguindo urna 1i-
fita colante. Agora é só es- sim como os Escoteiros do olhado da popa à proa.
crever o endereço. selar enha oblíqua que fique con - do Mar. aprendem a co- NAVEGAÇÃO DE LON-
tra a corrente . Abra os bra-
colocar na caixa do correio. nhecer direiti nho todos GO CURSO - navegação
ços lige iramente para equi· esses nomes náuticos. de grandes distâncias . em
librar-se melhor; sobretu- Aqui estão alguns termos alto mar.
PAR i~ ~,
do. cuidado para não se dei - importa ntes sobre as coi - NAVEGAÇÃO DE CABO-
.. 1 JI FC xar tentar por eventuais sas do mar . Apr enda-os, e TAGEM - quando transi-
passagens de pedra: po- você aprove itará melhor ta junto à costa . parando
ocê está no acampa- dem não estar firm es e fa - sua próxima viagem de em cada porto.
V mento e precisa atra- zer com que voc ê tome um
vessar um riacho? "É só banho inesperado assim
barco.
PROA - parte anterior
NAVEGAÇÃO DE TRA-
FEGO NACIONAL - quan-
usar a ponte!" Cadê o en- que pisar numa delas. (da frente) do navio . do permanece em á~1uas
POPA - parte posterior nacionais .
(de trás) do navio . NAVEGAÇÃO COSTEIRA
ESTIBORDO - indica di- - quando não se afasta
reção (do vento, por exem- mais de vinte mil has da
plo) em relação ao nav io. costa .

78 79
(Brasil). tão saborosa e árvore da borracha, ou se-
AÁR com ótimas qualidades ali- ja. a seringueira (América
mentícias. A água do sa· do Sul, Africa). a árvore do
bão (América). cujos fru- ferro. . . As árvores , por
., rvore. amiga". escre- tos são usados como de- fim. detêm um autêntico
A veu uma gentil poe- tergente . E ainda temos a recorde de longevidade.
tisa, e não poderíamos
discordar: ela é de fato PLANTA IDA DE MÁXIMA LOCAllDADE DA

uma verdadeira amiga que Cok:utoda Verlllood.o VERIFICAÇÃO

SFOUôlA d 000 onos 1-'.l<JQ Ca1116••••


- mais do que útil - é 1'

totalmente indispensável. FiGUEIP.A. i 2 000/3 ººº • . 1Cstodo! únldbo l


C•>lfto

Além de depurar o ar que KAUAI - 7300 N011íf 2 01rlmJ1.l

respiramos. ela ajuda a CARVALHO 2000 1 ';00 ªª'"ª s~udmrn


' 2 000 Urh!\D $1'JV1 tl ! ~ I" &
evitar os desmoronamen-
ZIMQllO

ABE10 !ZOO 400 Htivtt:ti\
tos dos terrenos monta- f Ahrn1noh1it

ÔllVEjA A 1 000 ! 011,,.me Mediu


nhosos. fornece lenha pa-
BAOBA 1 000 t\trtC.I)
ra o aquecimento. para a FAIA 250
900 FrJ liÇ"
confecção de móveis e de quipélago malásio). cuja TILIA. 81 5 lllu l°l th ~

vários outros utensílios. parte inferior do tronco é LAA1X i'OU '11 1 S l 1U.. i.l

Se nos acontece de ficar- um grande bulbo aquoso ~AL M C IRA fiCAj.


'''°
G1Jo n 111Jfj r jj
' IJArdun 8n: 5111t:o1
mos perdidos numa flores- com um diâmetro de 60
ta. ela servirá de guia e cm, preciosa reserva de
Mas como se verifica a var os troncos já cortados
orientação, uma vez que a água na estação ár id a. A
" idade" de uma árvore? por necessidade. Cada anel
parte de seu tronco, reco- árvore dos viajantes (Ma-
Simplíss imo! Basta contar corresponde a um ano: as-
berta de uma camada mais dagascar). com grandes
os "anéis" visíveis sobre o sim, uma veneranda se-
ou menos abundante de folhas em leque, fornece
corte transversal do tron- quóia terá os seus 3.500 a
musgo, indica o norte. Que uma substância gordurosa,
co . Isto não significa que 4.000 anéis. Nada mau .
dizer, então , da imensa comestível. A árvore da
seja necessário cortar uma hein? Mas ... já pensou. o
variedade de frutos que ela manteiga (dos trópicos)
árvore para se saber a ida- trabalho de contar todos os
nos fornece à mesa? E as de cujas sementes se ex-
de: será suficiente obser- anéis?
folhas? E os brotos? E as trai uma substância ali-
vergônteas, que constituem mentar que também é usa-
FALEMOS DE DINHEIRO
o único alimento de muitos da para o fabrico do sabão.
animais? A árvore do leite (Vene-
Não poderíamos esque- zuela) dá, por incisões LTO! PAREM TODOS! nessa matéria. é catedráti -
cer de mencionar outras (cortes). um leite doce do Se o assunto é dinhei- co! - Vocês devem saber
árvores , como, por exem- qual se extrai gordura (se- ro, temos de passar a pala - - diz o Tio Patinhas - que
plo, a árvore garrafa (ar- bo) para velas . A fruta-pão vra ao Tio Patinhas que. o dinheiro é a base do pa-
80 81

trimônio. Esta palavra, de - A propósito de cru- "Avo" (Macao, Timor) - ria) - Tanga (Tibé) . . . E
origem latina, significa os zeiro, você sabia que o ter- Ban (Romên ia) - Candarim poderíamos ir bem longe ,
haveres do pater familias, mo se origina do Cruzeiro (China) - Condor (Colôm- mas - E-EPA! OUAC! Ago-
isto é, do chefe de família. do Sul, isto é, a constela- bia . Equador} - Eyrir (Is- ra é que lembrei! Em al-
E como EU sou o chefe dos -ção em forma de cruz que lândia} - Kapeika (Lituâ- guns países usam-se con-
patos. é justo que todos caracteriza o nosso céu? nia) - Macuta (Angola} - chinhas como moedas' Va-
os seus haveres me per- Quanto ao dólar, a palavra Morocota (Venezuela) - mos . garotos! Vão todos
tençam! O chefe de famí- é derivada de taler, abre- Mun (Mongólia) - Satang apanhar conchinhas . . . pa-
lia distribuía, antigamente, viatura do nome joachims- (Sião} - Stotinka (Bulgá- ra mim!
uma pequena soma chama- taler. ou seja, a moeda
da pecúlio aos filhos e aos cunhada pela primeira vez. ER
escravos, a fim de que dele em 1519, no Vale de São
dispusessem a seu gosto. Joaquim. na Boêmia .
Eis porque presenteio, vez - E a libra esterlina? diante estão cinco co- número pensado: se na co-
por outra. ao meu sobrinho Outra palavra simpática . A lunas (A, B. C. D. E) luna A. B. C, D ou E. Vocês
poderão dizer imediata·
Donald com uma pequena ela provém de star (estre- cheias de números . Peça a
quantia que não ultrapasse la). e isso explica porque um amigo que pense um mente o número pensado
a absurda soma de um cru- em sua origem as esterli- número de 1 a 30. e mande- pelo seu amigo .
zeiro . Não se deve, porém , nas portavam impres sa º dize r em qual das cinco Como? Já veremos. Pres-
confundir pecúlio com pe- uma estre linha! col unas somente aparece o tem bastante atenção.
cúnia: também esta palavra - A lira itali ana? Su a
deriva do latim e precisa- etimologia é evidente: do
mente de pecus - gado - latim libra, unidade de pe-
e era usada nos tempos em so equivalente a doze on-
que os animais eram utili- ças. E o cequim ou sequim,
zados como moeda . Além que a gente encontra nas
dos animais domésticos se antigas histórias de fadas?
usava o sal. de onde pro- Era uma moeda de ouro e
vém a palavr~i salário, que seu nome origina-se do
era uma parte da paga do árabe (sekkah) . que signi -
soldado romano. fica cunha , sinete. -
- Eh. eh! Se hoje ainda E agora vamo s fazer um
se usassem os animais e o pouco de .. música " exóti-
sal como dinheiro. vocês já ca, relacionando algum as
imaginaram o tamanho da moedas de nomes estra-
ca ixa-fo rte onde eu teria de nhos, usadas em países re-
guardar os meus quaqui- motos? Po is aqui têm , num
lhões de cruzeiros?! piscar de olhos .
82 83

EXEMPLO: o seu amigo 1 37 73 64 82 100 4 38 76


COMO ADIVINHAR
lhe dirá que o número pen- 3 39 75 65 83 101 5 39 77
sado aparece nas colunas A IDADE .. .
5 41 71 66 84 102 6 44 78
B e O. Você, rápido como o DA TITIA ' 7 43 7-9 67 85 103 7 45 79
raio e astuto como uma ra- 9 45 81 68 86 104 12 46 84
posa, lhe dirá que o núme- 11 47 83 69 87 105 13 47 85
1

ro pensado é 9. Como é 13 49 85 70 88 106 14 52 86


2 38 74
possível? Eis a explicação: 15 51 87 71 89 107 15 53 87
3 39 75 1
o número 9 pensado pelo 17 53 89 72 90 20 54 92
6 42 78
seu amigo aparece, como 7 43 79 19 55 91 73 91 1 21 55 93
1
vimos. nas colunas B e D. 10 46 82 21 57 93 74 92 22 60 94
A soma dos dois primeiros 11 47 83 23 59 95 75 93 23 61 95
números no alto da coluna 14 50 86 25 61 97 76 94 1 28 62 100
B e D ( 1 e 8) dá logicam en- 15 51 87 27 63 99 77 95 1
29 63 101
29 65 101 78 96 30 68 102
te 9. Um outro exemplo:
número pensado: 26. O nú-
18 54
19 55
90
91 31 67 103 79 97 li. 1 31 6.9 103
_J
1

mero 26 aparece na s colu- 22 58 94 33 69 105 80 98 36 70


nas A, C e D. A soma dos 23 59 95 35 71 107 81 99 1

37 71
números colocados no alto 26 62 98
-2 -- 3 4
das colunas A, C e D é 27 63 99
(2 +16 + 8) = 26 . Simples. 8 42 76 32 49 98 16 49 82
30 66 102 9 43
não? 77 33 50 99 17 50 83
31 67 103 10 44 78 34 51 100 18 51 84
A B e D E 34 70 106 11 45 79 35 52 101 19 52 85
2 1 16 8 4 35 71 107 12 46 88 36 53 102 20 53 86
27 5 24 9 23 1 13 47 89 37 54 103 21
20 54 87
14 17 28 30 14 56 90 38 104
55 22
10 onvide um amigo ou 55 88
15 11 17 7 15 57 91 39 56 105 23 56 89
18 9 30 27 12 uma tia a dizer em
24 58 92 40 57 106 24 57 90
10 21 21 14 15 qual ou quais destas sete 25 59 93 41 58 107 25 58 91
22 3 18 26 6 tabelas que você apresen- 26 60 94 42 59
22
26 59 92
7 29 28 30 tou aparece a idade deles. 27 61 95 43 60 27 60 93
19 19 23 13 5 Depois que forem aponta- ea 62 104 44 61 28 61 94
26 7 19 11 21 das as tabelas , você pode-
23 15 26 29 14 rá dizer com exatidão a
29 63 105
30 72 106
1
45 62
46 63
1 29
30
62
63
95
6 25 27 24 22 idade! Basta somar os nú- ir
31 73 107 47 96 H 31 80
3 23 25 12 13 u~

meros que aparecem no 40 74 ...' 1


48 97 111 48 81
11 13 20 15 29 alto e à esquerda das ta- 41 75
30 27 29 25 28 be las indic adas. 5 6 1
84 85

Exemplo: a titia tem 39 OS GRANDES mocho 65


OS GRANDES
anos. O número 39 apare- estorninho 80
SALTADORES VOADORES
ce nas tabelas 1, 2. 4 e 6;
ganso do canadá 11 o
somando os primeiros nú- elocidade aproximada
qui estão. expressas colibri 110
meros no alto à esquerda de alguns pássaros:
em números, as altu-
das tabelas 1, 2, 4 e 6, você ga io azul km/h 30 águia dourada 160
ras máximas alcançadas
terá: 2 1 4 32 = 39! ga ivota 60 falcão peregrino 160
pelo salto de alguns mamí-
feros:
puma 3,10 metros
canguru 2.70 metros
pod~m acont~­
N acervidaas coisas mais
impala
rato-canguru
2,50 metros
2,00 metros
inesperadas: até a necessi- 1,50 metros
antílope
dade de transportar uma
coiote 1,20 metros
folha de cartolina tão larga
e tão comprida que você esquilo 0.90 metros
não saberá ... como levá-
la. Pois bem, Donald tem S GR
....
uma ótima sugestão: pegue ....
um barbante resistente que
tenha o dobro da largura
da sua cartolina e amarre
p espaço
elo menos
de
por algum
tempo, al -
as suas pontas. Pegue pelo guns dos mais conhecidos
meio as duas pontas e pas- mamíferos podem alcançar
a antiguidade, o disco 1894 juntamente com um
se as duas extremidades
pelos ângulos da cartolina.
surpreendentes marcas de
velocidade:
N era mudo e servia ex- aparelho de sua inven-
c lus ivamente para as com- ção chamado "gramofon e".
elefante km/h 40
pe tições esportivas (lança- Mas, de i xando de lado a
rinoceronte 45 me n to do disco). Depois. História. o fato é que os
lobo 45 nlguém teve a idéia de so- discos requerem alguns
girafa ~o no r izá-lo. dando assim iní- cuidados: 1.º - Devem ser
zebra 65 / 70 cio ao . . . disco fonográfico . conservados em suas ca-
O dis co. como hoje o co- pas; assim ficarão protegi-
lebre 55/77
nhece rnos , é devido ao nor- dos do pó que se deposita
leão 80
1e-a m ericano de origem nos sulcos e que produz
gazela 80 il lc mã Emil Berliner. que o um desagradável chi ado
guepardo 104 / 11 o lonço u no comércio em durante a execução . 2.º -
87

da ção: o seu di verti ment o vol um e. mantendo-o num


não deve ser o to rmento do nível razoável. que não
próx imo . Po r is so. ev ite co- atordoe os ouvidos dos vi ·
locar seu fon ógrafo a todo zinhos.

CONHEÇA O <;EU CARRO

automóvel é o meio cíficas) . Uma vez adqu irid o


de locomoção que o carro . você poderá dirig i-
se rve pa ra se correr e não lo . . . contando que preen-
para se mo rrer: ou seja , é cha estas condições bás i-
pa ra a gente v ia jar mais cas :
rê:'lp ido , mas não para sair 1) Ser ma ior de 18 anos.
no encalço dos indefesos 2) Possuir a Cartei ra Na-
pedestres com o se eles c ional de Habil itaç ão (car-
tos sem um alvo de tre inar t eira de motorista) que vo-
pon taria .. . cê ob t ém após pr estar exa-
O automóv el é co mprado me - e ser aprovado pe-
nas agênc ias e concess io- ra nte a autoridad e de t rân-
nár ias (es tas últimas espe- sito de su a cidade . 3) Li -
cia l izadas em marca s espe- cenç a do veículo (obt ida

Devem ser guard ados "em gui nd o a direção dos su l-


pé " e tJ m ao lado do outro , cos do di sc o. Não us e, de
como l ivros na estante. fo rm a algum a. pedaços de
Jamais coloqu e- os em pi- pano de ne nhum gênero .
lhas! 3.º - Ao manejá-los , São esses pano s . na verda-
segure-os pelos lados com de. qu e provoca m aque la
as duas mãos para evitar carga de eletricidade está-
colocá- las sobre a superfí- tica qu e durante a exec u-
cie do disco, a qual , devido ção caus a um ruído ca-
ao leve suor das pontas ract erístico . 5.º - Quand o
dos dedos , se tornaria gor- não estiver em uso o seu
duros a. 4.º - Para da r-lhes toca-dis cos . m ant enha o
polim ento , use exc lusiva- bra ço da agulh a preso no
m ent e as almofadinhas ade- gan cho . De vez em qu ando ,
quadas. qu e deverão ser dê uma po l ida na agu lha
passad as no disco em sen- com um a es covinh a leve.
t ido de espiral, isto é , se- 6.º - Um a últ ima recom en-
89
88
to, iluminação, instrumen- vertir identificando os car-
tos , painel, capô e mala e, ros, vamos dar-lhe a lista
por fim, o chassi, estrutura das siglas que são usadas
de aço sobre a qual é mon- nas placas dos carros ofi-
tada toda a carroçaria do ciais de vários países,
1eículo. Ah, íamos esque- quando estão no exterior.
ce ndo dos pára-choques. E ainda as siglas das pla-
que são ligados ao chassi, cas dos Estados e territó-
e onde os motoristas de rios do Brasil. além dases-
cam inhão adoram col-ocar pecialíssimas placas de al-
letreiros assim: "Come-Es- guns heróis da grande fa -
trada saúda e pede pas- mília Disney.
sagem"; "Sai da frente";
"Tamanho não é documen-
to"'. e outras gracinhas do ...
mesmo tipo .

no departamento de trânsi- para estacionar e, como


Todos os automóveis de-
vem esta r sempre munidos
~
to) . 4. Certifícado de pro- sempre, encontra-o . . . a al- de duas placas de matrí-
priedade do veículo (você guns quilômetros de dis- cu la (uma dianteira e outra
o consegue também no de- tância! .. . (Mas não se as- traseira ); estas placas {ou
partamento de trânsito, suste: aos poucos estes chapas, como também são
após a compra do carro} . problemas serão resolvi- chamada s) trazem a sigla
Isto feito, o automobilis- dos, com a construção de (abreviatura) do nome do A - Austria
ta prudente fará um reco- várias linhas de metrô e Estado e o nome por ex- ANO - Andorra
tenso da cidade de origem. AUS - Austrália
nhecimento do tráfego. isto edifícios-garagens). B - Bélgica
é, prócurará reconhecer as O automóvel se compõe além de duas letras e um
BG - Bulgária
ruas dnde é permitido cir- das seguintes partes: o número de quatro algaris- BR - Bras i l
cu lar nos dois sentidos motor, que gera a energia mos. igu ais aos da licença. BUR - Birmânia
(ruas de mão dupla}, aque- necessária para o veículo A co r da placa depende do C - Cuba
las em que só se pode ir andar ; os dispositivos me- uso que se dá ao automó- CDN - Canadá
num sentido (ruas de mão cânicos, que permitem a vel: os carros particulares CH - Suíça
única) e aquelas em que transmissão dessa energia têm placa amarela; os car- CL - Ce i lão
todo o trânsito é proibido. às rodas; a suspensão, ros profissionais (táxis. ca- CO - Colômbia
Depois, poderá meter-se minhões de aluguel, etc.) CS - Checoslováquia
que amortece os choques
usam placa vermelha ; as CV - Chipre
na maré de trânsito e logo das rodas nos terrenos aci- D - Al emanha
descobrir que ... para ir da dentados; o mecanismo da plac as diplomáticas (das
DK - Dinamarca
rua X à rua Y, gasta três freagem; a caixa da dire- em baixadas, consulados, DZ - Argé lia
vezes o tempo que gastaria ção; a carroçaria {ou car- etc .) e as oficiais, que per- E - Espanha
se fosse a pé ... E, ao che- roceria). que vem a ser a tence m ao Governo . são ET - Eg ito
gar ao seu destino, você parte superior do veículo, branc as. F - França
terá de achar um lugar onde ficam os bancos. te- E agora, para você se di- FL - Uechtenstein
90 91

GB - Grã-Bretanha e Irlanda USA - Estados Unidos


do Norte V - Cidade do Vati cano
GCA - Guatemala WAN - Nigéria
GH - Ghana YU - Iugoslávia
GR - Grécia VV - Venezuela
H - Hungria
1 - Itália
IL - Israel
INO - fndia
IR - Irã
IRO - Iraq ue Acre - AC
I~ - Islândia Alagoas - AL
J - Japão Amazonas - AM
L - Luxemburgo Bahia - BA
MA - Marrocos Ceará - CE
MC - Mônaco Distrito F:ederal - DF
MEX - México Espírito Santo - ES
~ - Noruega Goiás - GO
NIC - Nicarágua Maranhão - MA
NL - Holanda Mato Grosso - MT
NZ - Novê Zelândia Mato Grosso do Sul - MS
P - Portugal Minas Gerais - MG
PA - Panamá Pará - PA
PAK - Paquistão Paraíba - PB
PE - Peru Paraná - PR
ângulo com 14 cm de base.
PL - Polônia Pernambuco - PE
PV - Paraguai Piauí - PI O poncho está feito. Mas .. .
R - Romênia Rio Grande do Norte - RN poncho é uma típica não vá ter a "brilhante"
RA - Argentina
RC - China Nacionalista
Rio Grande do Sul - RS
Rio de Janeiro - RJ
O manta-sobretudo da idéia de passar a tesoura
na manta da vovó ou na
RCH - Chil e Santa Catarina - SC Arnér ica do Sul, usada nas
RH - Haiti São Paulo - SP reg iões mais frias, inclusi- toalha da sala de jantar!
RI - Indonésia Sergipe - SE ve em nosso Rio Grande do
RIM - Mauritânia Roraima (território} - RA IOOcm
S1il . Bem. como você
Rl - líbano Rondônia (território} - AO
RP - Filipinas Amapá (território} - AP tnmbém gostaria de ter um
RSM - San Marino Fernando de Noronha (territó- poncho para quando ti -
S - Suécia rio) - FN ver de enfrentar o frio . . .
SF - Finlândia mfios à obra! Nada mais
SGP - Singapura 1r1c i1 : tome um quadrado de E
Pl.ACAS " ESPECtAIS"
SU - URSS
SYR - Síria lf:cido (de lã, algodão. ou ~
.. ,~
u
o
g
T - Tailândia Mickey - 113 · .1 111ple~'l1ente um tec ido de
T"I - Tunísia Donald - 313 plí'lst ico) de 1 metro de
TR - Turquia Tio Patinhas - $$S Lnda lado . dobre-o em qua-
U - Uruguai Irmãos Metralha - IM-000
tro e recorte ao centro um
92
93

VOCABULARIO
PELE VERMELHA TU

EU

TODOS

HOMEM
.\ '.'<\' .\
uplo ugh, rapazes' Va-
mos fum ar o cachim -
bo da paz e bater om bom
\ /

papo à moda pele-verme-


lha . . . Alto' Antes vocês COMBATER
precisam aprender o sinté-
tico mas completo vocabu -
lário dos .. gestos" . Com
esse sistema de "falar"
.......... por meio de gesticulação é
que as numerosas e dif e-
rentes tribos peles-verm e-
lhas conseguiam comuni-
car-se e entender-se. mes-
1T10 quando possuíam diale-
tos diferentes.
94 95

ASSUSTAR íND IO

ESCUTAR BISÃO

DORMiR
ANDAR

CAVALO
LOBO


PÁSSARO TRABALHAR

FOGO BOM

96 97
rrescas durante uma via- das características princi-
gem, envolva-as numa fo- pais são os dentes que in-
lha de papel e co loque o jetam o veneno: apresen-
ramo numa caixa de pa- tam-se grandes , salientes,
pelão . agressi vos. Sempre que ex-
cursionar ao campo, pro-
CONHEÇA cure levar consigo soro an-
AS COBRAS tiofídico. É um preparado
que combate o veneno de
diversas cobras, se bem
ntre os répteis mais que não de todas. pois al-
temidos de staca-se a gumas exigem um soro es-
cobra. Elas se dividem em pecífico. A proporção ideal
tlivcrsas espécies. algumas será levar três ampolas de
fl ltnmente perigosas devi- soro para ·cada pessoa . Le-
do ao veneno violento que ve também uma injeção e
inj etam com suas presas. um vidro de álcool para de-
Dentre as mais con hecidas, sinfetar a agulha da injeção
temos a cascavel. o urutu. na hora de aplicar o soro .
n jararaca. a surucucu, a Você encontrará o soro nas
coral. Entre as não veneno- drogarias. Na geladeira ele
e !aro que a me lhor ma-
neira de conservá-las
seria... evitar colhê-las .
aspirina. ou pedaço de cân-
fora, ou uma colherada de
sa l ou açúcar;
sa s. a mussurana é até be-
néf ica . pois se alin1enta
se conserva bem, mas, se
estiver gelado e for expos-
das . . . venenosas. de quem to ao calo r . não poderá
Mas nem ísso seria verda- b) assim que as flores } feroz inimiga. Por tudo mais ser reaproveitado. Por
deiro, pois ao cortar da começarem a murchar, re- i s so. o Escoteiro-Mirim isso. o melhor será conser-
plarita uma flor ainda em fresque-as colocando-as <1ju izado deve estar sempre vá-lo sempre num lugar frio
botão ou já desabroc hada , por uma hora em água gela- hem calçado ao marchar ou fresco.
nós permitiremos que a da; pela mata. usando pernei-
planta-mãe se fo r taleça c) troque totalmente a rn s de couro preferivelmen-
dando nascimento a novos água todas as manhãs. en- tc . As cobras venenosas
botões. M as. voltando às cu rtando de um centímetro s:w em gera l animais de
f lores colh idas . eis alguns a haste das flores; h:í bi tos noturnos e não ata-
cuidados para pro longa r- d) à noite. sem retirar 1:rim o homem ... contanto
lhes a v ida: as flores do vaso , envolva q11 n não sejam molestadas.
a) coloque na água do todo o feixe numa folha Co mo reconhecer uma
vaso um pedacinho de car- gra nde de jorna l : 1:obra venenosa? Embora
vão. ou um comprimido de e) para manter as flor es h;1j a exceções à regra. urna
98 99
1:
CARACTERÍSTICAS GERAIS

• 0jJ

lhar, estudar e brincar nas cada idade, bem como a


melhores condições. As ta- utilidade de cada vitamina
Venenosas: Não venenosas: belas indicam a quantida- e sua quantidade nos prin-
de ideal de calorias para cipa i s alimentos .
1 - Cabeça chata e t ria n- 1 - Cabeça ovalado , es ca-
OACH:. OIAl11A OE R
gul ar : es camas miú- ma s lisas . li .. . -..-.
das e ásp eras. - - ---------------

2 - Possu em toss as lac ri- 2 - Não possu em fo ssas


IDADE CALO RI A S
ma is. lacr imais .
3 - Corpo grosso. caud a Crianças de 2 a 6 anos 1000
curta. destaca da do 3 - Corpo mais fi no e Crianças de 6 a 10 anos 1400
corpo . cauda compr ida. Meninas de 1O a 12 anos 2000
Meninos de 10 a 12 anos 2300
Atl EDIDA Meninas de 12 a 18 anos 2400
Meninos de 12 a 14 anos 2700
dietéti ca se tornou form a .. . mas t ambé m pa- Meninos de 14 a 18 anos 3000
mu ito importante não ra todo s que, com o auxí- Mulheres adultas 2300
1io de uma alimentação Homens adultos 3200
só para o at let a qu e dese- Velhos (acima de 60 anos}
apropri ada. poderão t raba-
2200
ja estar sem pre em " boa
100 101

T VALOR DOS ALIMENTOS EM CALORIAS


PARA CADA CEM GRAMAS
VITAMINAS ONDE SE ENCONTRAM PARA QUE SER VEM
PAO E M ASS A S HO RTALIÇAS

óleo de togado de pe1Xe Pão 265 Acelga 27


VITAMINA A M an teig a - Ouet 10 - Alc ac ho f ra 27
Hor taliças Fatr.iorece o cresc1 menro M acarrão 377
Griss in1 373 Couve-flor 25
Casca de arroz e tng o -
VITAMINA B t Figado - Leve du ra - Protege as mucosas B1scot to 411
Vagem 35
Hortaliças Ber in gel a 24
CARNES Espinafre 20
VITAMINA B 2 Favorece o met·aboll sm o das
Flgado - Rins - Ovas -
gorduras e açucares - Protege
Abo bri nha 18
Levedura
o sistema nervoso Boi 21 8
Germe de trog o - Leite -
V1tel 94 LA TI CIN IOS
VITAMINA B 6 Carne - Levedura Favorece Li respiração das célu laa
Frango 200 Le it e de vaca 65
Gali nh a 302 Que i jo go rgonzola 355
F1gado - Rins - Coraç ão -
VITAMINA B t2 Mo luscos Favorece o metabof'lsrno das Peru 145 • Mozza rella • 339
prole inas
Coe lh o 179 Parme são 389
·· Prov olone ·· 362
VITAMINA BC l odas as carnes - Todos os Favorece o crescimento e a Presu nto c ru 502
ve getais formação do sa ng ue - Protege Requei ião 375
os nervos e as muc osas
, Pres unto co zido 422
M an teiga 720
Mo rt ade la 367
Fi gado - Rins - Carnu Favorece a formaç êo das
VITAMINA PP m agras - leve duras prot el nas
Salsic hn 342 FRUTA S
La rania 45
Carnes e vege tais Favorece o mernbohsmo das PEIXES
VITAMINA H
prote lnas
Ta ngerina 44
M açã 58
Baca lh au 107
Bana na 85
Bade j o 74
ACIDO Todos os alnnenios Favorece a 3t1v1dade das celu las - M e lão 20
PANrOTENICO Pro tege as su pra·rena ls - An l •· Sardin ha 1 15
1n fccc1 oso A baca t e 245
Sol ha 84 Per a 63
VITAMINA C Fruras cit ncas - P1menr an Fa vorece a resp1racào celufi) r - A tum 198 Pêssego 46
Verduras Esurnula as supra.renais Protege
os .... nsas .sanguíneos Sal m ão 143 Uv a 66
Salmonete 113
VITAMINA O óleo de li gado de pCl<e Tr uta 88 OUTROS
Fo rma~ sena µel e ~ xp o st a fix~ o cél c10 e o fó•faro nos ossos
aos raios sol ;ire!'l To ic inh o 775
LEGUM INOSAS ó leo de o l iva 891
Fo lhas v~r d es - Fa vor ece o tr abal ho
VITAMINA E
quim1co da• célula • A men doim torrado 560
óleos vegflta• S
Fe1 1ão 338 Cast anha-do-pará 645
Len tilh a 337 Coco 635
VI TAMINA 1( Verduras - Oleos ve9et.11s
Favorece a coogu façã o
do ••ngue Ervilha 98 Noz 650
Gr ão-de-bico 320 Ovo [uml 81

102 103

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daquela coisa. desta ou da- dar muitas voltas por este


quela informação, e assim vasto mundo .
105
104
...o FRANCE:S INGLE:S ESPANHOL ITALIANO
CD
PORTUGUE:S

Guarda-volumes consigne luggage roam consigna deposito

porteur porter maletero face hino


Carregador
chemln de fer railway ferrocarrll ferrovia
Estrada de ferro
toilette toilet retrete gabinetto
Toalete, lavatório
information informaclón lnformazione
Informações renseignements
indlcateur time table hora rio ora rio
Horário (tabela)
platforrn andén marciaplede
Plataforma qual

PRIMEIRA PARADA
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eau water agua acqua
Água
ascenseur elevator ascensor ascensore
Elevador
essule-mains towel toalha asclugamano
Toalha
salle de bain bathroom bano bagno
Banheiro
chambre roam habitacíón eamera
Quarto i
chambre avec room wlth habltación con esmera
Quarto com banho
salle de bain bathroom bano con bagno
temme de chambermaid camarera cameriera
Camareira
chambre

PORTUGUE:S FRANCl:S INGLE:S ESPANHOL ITALIANO

Cobertor couverture blanket manta coperta


Travesseiro creiller pillow almohada guanc1ale
lavar laver to wash lavar lavare
Lençol d rap sheet sábana lenzuelo
Cama lit bed cama letto
Gorjeta pourboíre tip propina maneia
Andar (pavimento) étage floor piso piano
Porteiro portier concierge portero portiere
Aquecimento, chauffage heating calefacción riscaldamento
Calefação

Alô, Alô ...

Quem fala? quí est a l'appareil? who is speaking . con quién hablo? con chi parlo?
please?
Desejo falar je voudrais please may deseo hablar desidero
com . .. parler à ... speak to ... con . .. parlare con ...
Lista telefônica annuaire du telephone guia elenco
téléphone directory telefónica telefonice
Alô! allô ! hallo! diga ! pronto!
o Telefone público télefone public publíc teleohone teléfono público telefone pubblico
-.J
.... ESPANHOL ITALIANO
o
Q) PORTUGUES FRANCES INGLES ..

PASSEANDO PELA CIDADE

à droite on the right a la derecha a destra


À direita
à gauche on the left a la izqulerda a sinistra
À esquerda
autobus bus autobus autobus
ônibus
maison house casa casa
Casa
château castle castillo cas ello
Castelo
cathedral catedral cattedrale
Catedral cathédrale
church iglesia ch1esa
Igreja église
where is it? donde está? dov'e?
Onde é? ot'1 est-il?
stop parada fermata
Parada arrêt
tour of the town gire. excursión giro della città
Giro pela cidade tour de la ville
de la Ciudad
Exposição, mostra exposition exhibition àxposiclon .- - mostra , esposízione
magasin store tlen<la negozío
Loja
bridge puente ponte
Ponte pont
harbour puerto porto
Porto port
prochain arrêt next stop próxima parada prossirna fermata
Próxima parada
roa d calle strada
Estrada route
rue street calle via
Rua
-

PORTUGUÊS FRANCÊS INGL~S ~SPANHOL ITALIANO


1 1

NA PRAIA: VAMOS CAIR N'ÃGUA!

Barco barque boat barca barca


Cabina de banho cab ine de bains bathing-hut cabina cabina
Roupa de banho, .
maiô maillot de bain bathlng-suit traje de baíio costume de bagno
Viagem de navio,
cruzeiro marítimo croí siêre cruise crucero croclera
Excursão excurs ion trip excursión 91ta
Embarcadouro débarcadêre embarking embarcadero lmbarcadero
Ilha ile isle isla Isola
Lago lac lake lago lago
Guarda-sol, parasol beach-umbrella sombrilla ombrellone
barraca de praia
Onda vague wave ola onda
Mar mer sea mar mar e
Peixe poisson fish pez pesce
Beira d'água rivage shore orílla rlva
Espreguiçadeira charse longe deck-chair tumbona sdra10
Praia plage beach playa spiaggla
.... Barco a vapor bateau à vapeur steam-boat barco de vapor vaporetto
o
l.O
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o PORTUGU~S ·_FRANC~S INGL~S ESP.l\NHOL ITALIANO
- . ·-·

o ALMOÇO ESTA SERVIDO !

Entrada hors-d ·oeuvre hors-d 'oeuvre entremes antipasto


Assado rôtl roast asado arrosto
Copo verre glass vaso bicchiere
Garrafa bouteille bottle botei la bottigl ia
Caldo bouillon broth caldo brado
Carne viande rnea carne carne
Faca couteau knife cuchille coitei lo
Colher cuillere spoon cuchara cucchiaio
Garfo fourchet e for,k tenedor forchetta
Queiío fromage cheese queso formaggio
Fruta frui t s fruit fruta f rutta
Sopa soupe . potage oup sopa rninestra
Pão pain bread pan pane
Prato ass1ette d1sh pia to piatto
Guardanapo serviette napkin servil leta tovaglie lo
Ovo oeuf egg huevo uovo
~

PORTUGU~S FRANCES INGL~S ESPANHOL ITALIANO

NA LANCHONETE

Laranjada orangeade orange juice naraníada aranciata


Biscoito biscuit biscuít bizcocho biscotto
Garçom garçon . mons feur waite r camarere camaríere
Sorvete glace ice hei ado gel ato
Gelo glace ice hielo ghiacchío
Leite lait milk leche latte
Limonada citrennade lemonade limonada lírnonata
Torta tarte tart. pie (EUA) tarta torta
Açúcar sucre sugar azúcar zucchero

PARA ESCREVER AO AMIGO

Cartão-postal carte postale postcard tarjeta postal cartolina postale


Caixa do correio boite aux lettres mail box buzón casseta
Selo timbre starnp sei lo francobollo
Pôr no correio mettre à la boite the maii echar en correos ímpostare
Carta lettre letter carta lettera
Via aérea par avion by airmai l por via aerea por via aerea
...
pria fragilidade, temor de alheio , desejo de passar
DIGA COMO DORME não saber superar os obs- despercebido. Todavia. pos-
l <.í culos. embora provido de sui caráter generoso, al-
ocê sabia que é passi- Exatamente . Desse exa- UJT1 certo otimismo . truísta até ao sacrifício .
vei adivinhar o seu me resulta. de tato, que: Sobre um lado: é a posi- Com a cama em desor-
caráter observando-se a po- quem dorme com um dedo ção ela pessoa normal, se- dem, os lençóis apertados
sição que habitualmente na boca (ou com uma pon- gura de si . ativa , que bus- entre os braços: espírito
mantém ao dormir? Ora pi- ta do lençol ou a borda da n no sono restaurador um artístico, anti-conformista .
pocas. dirão vocês. não fronha entre os lábios) de· " r e abastecimento" aberto. Capacidade de sa-
basta já sermos controla- monstra o desejo de ser das energias consumidas crificar-se por um ideal.
dos por nossos pais e pro- protegido como o era nos durante o dia . Vejamos, agora, como
fessores , enquanto esta· primeiros anos da infância. De bruços, com a cabeça dormem alguns dos heróis
mos acordados! Até de noi - Com a boca protegida pe· sob o travesseiro: timidez , da "família Disney" .
te estamos sob exame! la mão: consciência da pró- medo de assumir pesadas Tio Patinhas: colchão re-
re sponsabilidades. Desejo cheado de notas. dossel
de rea lizar grandes coisas, laminado de ouro , mesinha
sufocado pelo temor de não de cabeceira em forma de
conseguir o objetivo . cofre-forte, quatro canhões
Sobre as costas, com os em volta da cama . Nem é
braços estirados ao longo preciso dizer que. quando
do corpo: caráter sereno, os Irmãos Metralha estão à
amante da justiça e da sin- solta . o Tio Patinhas dorme
ceridade . cheio de iniciati- dentro da caixa-forte.
va. capaz de assumir sem- Oonald: sono ag itado por
pre e em qualquer situação pesadelos e fantasmas de
a própria responsabilidade . credores. durante a noite .
Sob~e as costas, com as Durante o dia. sono pertur-
mãos unidas sobre o peito: bado pelo ruído dos sobri-
caráter f echado . incapaz nhos ou pela voz imperiosa
de amizades verdadeiras e de Tio Patinhas que vem
de confidências sinceras . dar-lhe uma ordem para
Pouca confiança em si pró- trabalhar . ô , vida dura'
pr io e cons equente neces- Pateta: reparou que os pés
sidade de obter a aprova- ficam para fora da cama !
ção alheia . Por isso não consegu e dor-
Com a cama bem arru- mir , atormentado pela ques-
mada, as cobertas bem es- tão : encompridar a cama ou
tendidas: temor do juízo cortar os pés .
112 113

Mickey: dorme ao lado do experimentaram trocar de


Pluto e Pluto dorme ao la- lugar, mas Pluto não ficou
do de Mickey . Só que, é muito satisfeito, pois sen-
claro, Mickey fica na cama tia falta das pulgas que ha-
e Pluto no tapete. Uma vez viam ficado no tapete.

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dor constitui um delicioso goria particularmente infe-
dam-nos numa t ira de cou-
ARGOLA almoço . Em compensação. liz de animais: são aqueles
ro ou num cordão para sa-
para o elefante ou a girafa, que. em tempo de escas-
OS TORNO patos, como indica a ilus-
uma coxa de explorador sez, não encontram nada
tração ao lado.
urante as cerimônias. não representa o mínimo para comer. Nesse caso . é
D os peles-vermelhas se
Um jogo completo deve-
rá constar de duas ou três
at rat ivo gastronômico.
Isto é porque certos ani -
preciso ter pena deles e
ajudá-los. se possível.
enfeitavam da cabeça aos argolas de fios que não de-
pés com diademas, colares, verão jamais tocar o chão . mais são carnívoros, isto é. Imaginemos. então, que
tatuagens, ci ntos. braceie· se alimentam exc lusiva· você ganhe de presente um
tes e argolas para os torno· me nte de carne; outros são elefante, ou urna girafa.
zelos. Estes últimos eram herbívoros, e só comem ou um gorila . Bela situação
confeccionados com pêlo O QUE COMEM frutas e verdur as; outros. para você. se não souber o
de bisonte ou pêlo de ca- OS ANIMAIS po r fim. são onívoros, ou que eles comem! Mas aqui
bras, mas voc ês, quando seja, comem tudo que esti - estamos nós. sempre pron-
quis'e rem "brincar de ín- ue coisa comem os ani - ver ao seu alcance . Por tos para ajudá-los; adiante
d ios". poderão utilizar ca- mais? Depende. meus exemplo: um explorador você encontrará uma rela-
darços coloridos. Cortem amiguinhos . Por exemplo. com acompanhamento de ção dos alime ntos preferi -
os fios num comprimento para o tigre ou para o tu- salada ou batatinhas fritas. dos pelos animais que vi -
de 25 centímetros e pren- barão uma coxa de explora· Existe também uma cate- vem sobre a face da Terra :
114 115
~
~t GIRAFA
r.UIM
400 g de peixe fresco
RENA 1'
aveia moida l
cenoura
J\ l 1 1
ca rne crua cada 3 dias
5 kg de farelo llquer
2 kg de fa r inha
35 kg de capim e altaf·A
12 kg de beterraba e cenourn
i kn de pão
250 g de sal

7 kç1 de 1>eixe duns vezes por semana


STPIJZ (No in verno uma dose dll oleo
112kg de m il ho de ligado de bar.alh~ul
112kg de cevada
1 kg de hortaliças r.ouM

pão e le ite
250 g de carne 0101da e m i s tu rad~
C'">rn urna gem ~ de ovo e Qu:ltro
go•as de acido fo rm1co

)
fi kg de cos rado de cavalo
( Urn dia por semana de 1e1urn para
manter.se em lorm a}

125 g
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250 g
1oo g
de
de
de
de
amêndoas. avelãs e grão de bico
pão e Ie n e
banana, uva pass~ e figo
bolinho de carne
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2 kg
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1 lirro
kq de
50 de
1 maço
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de leite
fr uras
cenouros
de selada

ceia
mis tura de 1:
2 litro de creme de arroz com leite 100 g de flgad o r.ru
t 00g de banana e maç ã 3 9 de me l t 50 g de cenouras 400 g de aipo, cebolas e cenouras
250 g de sementes de gi rassol 1 kg de frutas 1 ovo cozido
1,e1ted conciensado
pão e lei te g e ext rato d 100 g de pão 3 ~g de frutas
vitaminas À B e carne 1 maço de ,alada
· · C. D. E

1 16 117

tangular : o "Triângulo ", do ções fabulosas, como aque-


Ca bo da Boa Esperança la do austríaco Philippe La
(1853). Renotiere Von Ferrari, ven-
O primeiro erro aparece dida em leilão em 1917 por
no selo de Two-Pence da 26 milhões de francos
ilha Mauritius (1848), so- (equivalente, hoje , a Cr$
bre o qual foi estampada a 9.920.000,00!).
palavra penoe em vez de E não podemos esquecer
pence. do nosso "olho·de-boi ". co-
O selo mais belo, no en- rno é conhecido em filate-
ten der dos colecionadores: lia o primeiro selo postal
o '' Trans-Mississippi" de emitido pelo Brasil. Trata-
um dólar. emitido nos Esta- se de uma série de três se-
SELOS RAROS dos Unidos em 1898. É tam- los gravados . não dentea-
bém considerado um dos dos. sem nenhuma le-
amos traçar uma bre- de papel, sem denteação. mais antigos selos come- genda. nos valores de tr in-
ve história do selo. de modo que era necessá- morativos . ta, sessenta e noventa
este pequenino pedaço de rio separar um do outro Por fim, o primeiro selo réis, com os números 30 ,
papel colorido que osten- com tesouras. A denteação por via aérea: o "Falcoei- 60 e 90 bem grandes sobre
ta - entre os seus ante- (aquele picotado entre os ro ". de Terra Nova, no qual um fundo preto com ara-
passados - exemplares selos) aparece pela primei- apa recem os dizeres: "First bescos. Começaram a cir-
raríssimos cujo valor al- ra vez em 1847, graças a Trans-At lantic Air Post - cular em 1 .º de agosto de
cança cifras tais que po- um aparelho inventado pe- Apr il 1919'' . 1843 e são assim chama -
dem deixar de queixo caí- lo engenheiro irlandês Hen- Nascido o selo. surgiram dos porque o seu desenho
do, isto é, de bico caído até ry Archer . os colecionadores. tanto lembra vagamente um olho
o Tio Patinhas. Vejamos então alguns que em 1842, num artigo de boi. Devido a esse his-
Pois bem, o selo foi in- dos primeiros selos lança - da revista "Punch" se de- tórico, o "olho-de-boi" es-
troduzido pela primeira vez dos: plora va a "mania que aco- tá entre os selos mais va-
na Inglaterra em 1840, após O primeiro selo com o meteu as ociosas ladies liosos do mundo .
a reforma postal proposta dorso gomado: o Penny ing lesas, infatigáveis em Se vocês são colecion a·
por Rowland Hill. No Brasil, Black inglês (1840). colecionar cabeças de dores ou querem começar a
os primeiros selos foram O selo mais precioso: o ra inha .. . " (numa clara sê-los [eh, eh. desculpem
emit idos em 1843, com de- One-Penny Magenta da alusã o à cabeça da rainha o trocadilho ... ), sigam es-
senho que lembra um olho. Guiana Britânica (1856) Vitória que aparecia nos tas instruções ao lidar com
São selos raríssimos . de al- cujo valor chega hoje a selo s de um "penny") . suas coleções:
to valor. mais de 500 mil cruzei- Com o passar dos anos. 1 .º - Recortar a borda
No início, os selos eram ros! .. . essa "mania" atacou muita do envelope onde está co-
estampados sobre folhas O primeiro selo não re- gente. dando lugar a cole- lado o selo.
118 119
'I

2.º - Mergulhar em água selos com as mãos: a den- médio umedecido, da outra ou graves; tirando-se , tere-
por cerca de dez minutos. teação pode ficar danifica- mão. esfregue a borda do mos notas altas ou agudas.
3.º - Destacar delicada- da. copo com um movimento Depois de alguma prática.
mente da borda e enxugá-lo Terminamos com os vo- circular suave e contínuo. você conseguirá soar diver-
sobre um mata-borrão, com tos de que vocês consigam Logo a água entrará em sos copos, cada um com
a "cara" voltada para baixo. reunir uma coleção igual à vibração fazendo o vidro do uma nota diferente do ou-
4.º - Colocá-lo entre as do mencionado Philippe La copo emitir um som de si - tro. Poderá. por fim, reunir-
páginas de um livro e dei- Renotiere! Mas queremos no longínquo. Variando o se com três ou qu~tro ami -
xá-lo ficar ali sossegado ... acrescentar que é possível nível d'água. varia a tonali - gos e. com uma vintena de
para ficar bem .. passad i- organizar também uma be- dade: acrescentando líqui- copos , poderão até dar um
nho ". la coleção de selos come - do . obtêm-se notas baixas autêntico concerto .
Todas as operações de- m oi-ativos conservando
vem ser executadas com aqueles que vocês encon-
uma pinça adequada. Não trarem nas cartas que che-
se deve jamais pegar os gam para o papai.

unca lhe aconteceu de


deixar cair um copo,
justamente daquele jogo
"bom" da mamãe? Se acon-
teceu, decerto você notou
que o ruído do vidro que-
brado provocou um recital
de . . . gritos da parte da
mamãe, resmungos do pa-
pai, miados do gato. lati-
dos do cachorro etc. -
Pois bem, agora vamos
ensinar-lhe a organizar e ecorte uma folha de cartolinas e cole-as sobre o
dirigir um recital menos ca- cartolina em duas par- pano. deixando. entre uma
tastrófico e mais harmonio- tes um pouco maiores do e outra, urn espaço da lar-
so. Para começar, pegue que a capa do seu livro. gura da lombada do livro. e
Cole-as sobre um pedaço na volta toda deixe sobra-
um copo de haste e encha-
de pano grosso, da cor que rem mais 3 centímetros de
º de água até quase a bor- mais lhe agradar. Passe co- pano . Cole agora, no espa-
da. Segure a haste bem fir- la de massa (pode ser cola ço entre as ca rto linas. um
me na mão e, com o dedo de farinha de trigo) nas pedaço de pano com o do-
120 121
li

bro da largura da lombada. las completamente. (Esse


fazendo-o aderir bern à bor- pano é para arrematar o O JUDÔ E SEUS GRAUS
da da s duas carto linas. Em pano maior que foi colado
ara quem não saiba, o chama dan . Nós dissemos
volta de las, os 3 centíme- e que ficará sendo o lado
tros de pano que estão so- externo da capa .) judô é essencialmen- " graus", mas poderíamos
brando devem ser dobra- Feito isso, coloque a ca- t e uma luta de defesa . lns- dizer "faixas ": são , na rea-
dos e colados sobre as pa entre dois volumes pe- re ver-se num curso não é l idade, as faixas usadas na
mesmas . Recorte outras sados durante uma noite. difícil (em todas as grandes cintura que diferenciam os
duas partes de pano, 1 cen- Na manhã seguinte, a sua cidades você encontrará vários graus de aprendiza-
tímetro menor que as car- capa estará pronta. Se vo- pelo menos uma escola); do . Ei-los : faixa branca pa-
tolinas, e cole-as sobre as cê quiser. poderá decorar me nos fácil é aprender. ra o aluno do primeiro grau.
mesmas. de modo a cobri-- a capa com desenhos . São necessários pelo me- amarela para o segundo.
nos quatro anos de intensa laranja para o terceiro, ver-
aplicação para galgar os de para o quarto, rosa
seis graus que distinguem (azul) para o quinto, mar-
o aluno. que é chamado rom para o sexto . Já os
kyu, do mestre, a quem se mestres usam faixa preta.

1 EY r~
VÁRIAS
'
.
)

Austrália M ICKEY MOUSE Grécia: MIK I MA0:2


Brasil: MICKEY Inglaterra: MICKEY MOUSE
Colômbia: RATóN MIGUELITO Itália: TOPOLINO
Dinamarca: MICKEY MOUSE Iugoslávia: M IKI
Finlândia: MIKKI Noruega: MIKKE MUS
França : MICKEY Espanha : RATóN MICKEY
Alemanha : MICKY MAUS Suécia : MUSSE PIGG
Japão : ~ 'Y*-- 77Ã Estados Unidos : MICKEY MOUSE
122 123
tecem no momento menos quadrinhos norte-america- GULP : engolir .
conveniente . Que fazer nas? Ninguém inventou. RING : tocar (campainha) .
quando ... hic ... o soluço r;-ipaze s' São todas pala- soar.
ocê precisa passar o
ataca um indefeso? Aqui vrns deri vadas de verbos MUNCH: mastigar ruido-
líquido de um reci -
estão algumas soluções: inglese s. como poderão samente.
piente grande e difícil de
- engula. retendo a res- perce ber dando uma es- CRUNCH: moer. triturar .
ser erguido para um outro
piração, sete goles de pi ada na relação que se SQUEAK: ranger. chiar,
menor (por exemplo. o vi-
água. um atrás do outro; seg ue. gritar.
nho de um garrafão para
- coma uma colherada RUMBLE : ribombar,
uma garrafa)? Pegue um
de açúcar, engolindo o mais Cíl ASH: estalar. colidir . estrondear.
tubo de borracha ou de
rápido possível; íHU MP: golpear. bater. BOOM: estrondear. ribom-
plástico, introduza uma
- beba uma colherada chocar-se . bar. expandir-se .
ponta no garrafão de mo-
de vinagre no qual tenha THUD: bater com som ROAR: rugi r, troar,
do que "pesque" bem. se-
diluído um pouquinho de surdo . trovejar.
gure a outra ponta entre
açúcar; SOB : soluçar, chorar. SNAP: estalar, ceder ,
o polegar e o indicador e
BA NG: bater com violên- morder.
"aspire". Quando o tubo - molhe com água ou
cia e ruído. martelar . SMACK: beijocar , dar
ficar cheio, introduza a saliva o lóbulo da orelha;
IP: silvar. sibilar , agir palmada.
ponta. que tinha entre os - peça aos presentes com energia. CREAK: ranger. chiar.
dedos, na garrafa e afrou- para não 1he darem sustos HI SS: assobiar. silvar, ZOOM : zunir, zumbir.
xe a pressão dos dedos. A
com berros e ruídos repen - chiar . CLAP : aplaudir, bater
garrafa se encherá. Se de-
tinos; SIG H: suspirar. palmas.
seja uma demonstração
imediata do "sifão" (como - gire velozmente os
é chamado o sistema), en- braços para a frente er-
cha um copo de água e co- guendo-se, ao mesmo tem-
loque-o sobre uma pilha po, sobre as pontas dos
de livros. Embaixo colo- pés. Este é o melhor re-
que. vazio. um segundo co- médio;
po e repita a operação que - conte até 30 ... pren-
já lhe descrevemos. dendo a respiração.

SOLUÇOE BIFFI rrJV


PARA O SOCK !
C::Q (.., f 1
soluço é um daque- inventou os vá·
les inevitáveis incon- rios ruídos que apa-
venientes que sempre acon- recem nas histórias em
124
YAWN: bocejar. CRASH: CRAS! TINGLE: TLIM!
GROWL: rosnar, rugir, THUMP: TAMP! TUMP! KNOCK: TOC! TOC!
grunhir. THU D: TUM! TUNC! SPUTTER: PUA!
PURA: ronronar.
RIP: rasgar, romper.
CRACK: rachar, estalar ,
.u
o
SOB: CHUIF! IF!
BANG: BAM!
IP: VUPT! DO SOL AOS
crepitar. HISS: FISSST!
SIGH: AI, AI!
SPLASH : espirrar,
esguichar. GULP: GLUP! O cloreto de sódio -
que em linguagem
TWANG: vibrar. ressoar.
SKID: escorregar. derra-
6'l -CRR11t1J RING: TRRlllM!
MUNCH: NHAM!
corrente é o sal de cozinha
- contém 80 % de água, e
par. CRUNCH: CRANCH! isto já explica a sua ori-
SLAM: fechar com força,
bater.
Qu&c! SO UEAK: OUllC!
RUMB LE: BRRAM!
gem. Na verdade . o sal é
obtido, em sua maior parte ,
DASH: colidir, arremessar . BOOM: BUUM! da água do mar. Se você
BASH: bater. esmagar, ROAR: GRRAURRR! (fera) passar as férias em alguma
surrar. BRRRUM! (terremoto ou praia. poderá obter um pou-
TWEET: trinar, gorjear. tempesta de) co de sal usando mais ou
CHIRP : cricri lar . gorjear. SNAP :TAC! TEC! menos o mesmo processo
CLANG: tinir, ressoar. SM ACK : CHUAC! adotado pelas salinas . To-
TINGLE : tilintar, latejar. CREAf<: CRllC! me de uma vasilha , encha-
KNOCK: bater. impelir. ZOOM : ZUM! ZUUM! ª pela metade de água do
SPUTTER: esta lar. falar CLAP: PLAC! PLAC! , (pal- mar e deixe-a evaporar ao
apressadamente . mas) sol. A operação é um pou-
YAWN: UAAH! (bocejo) co lenta. mas, à medida que
E AGORA GR OWL : GRRAUURRR! a evaporação transcorre,
O RUÍDO TAMBÉM PU RA : PRRR! você verá os cristais de sa l
\
<?~e·
É NOSSO! RI P: RASG! REEC! depositando-se nos bordos .
CRAC K : CRAC! Terminada a evaporação.

ç~~ó'~·
ois bem, agora que vo- SPLASH: CHUÃ (forte bor- recolha a sua pitada de sal
cês já sabem o signi- r ifo de água ) TCHIBUM! e deixe-o .. estacionar" ao
ficado dos principais ruí - (queda n'água) sol ainda por algum tempo .
dos em inglês das histó- TW ANG : TólM! Como disse? É ce rto. me-
rias em quadrinhos . vamos SLAM : BLAM! ninos . que o sistema mais
conhecer . . . os nossos dos das Histórias em Qua- TWEET: PIU! PIU! (passa- econômico para se obter o
ruídos! E aqui está um ori- drinhos" (Estas traduções rinho) PRRlllU! (apito) sal ainda é ... dar um pu-
ginalíssimo "Vocabulário- você não encontrará em CHIRP : PIU! PIU! linho até a venda da es-
Inglês-Português dos Ruí- nenhum dicionário ... !). CLANG: CLANC! BEIN! quina.
126 127

nem mesmo revolva com


AH . ES!:> SI DEZ DICAS
os pés, objetos estranhos .
PARA VOCÊ Podem apresentar perigo
s vezes uma operação so nem o quebra-nozes re- de explosão ou de envene-
simplíssima como a solva, acenda um fósforo ão respire de bôca namento.
de des at arra xa r a tampi- e aqueça a tampa por al- aberta. Habituando-se Não corra, levando na
nha de um tubo ou de guns segundos. Ou então D respirar pelo nariz, você mão : garrafas, tesouras,
um frasco acab a tornando- coloque a tampa renitente sentirá menos sede ... e facas. quaisquer objetos
se complicad a. Aqu i vão, sob um jato de água quen- ma ntendo a boca fechada. cortantes ou frágeis .
pois. algumas indicações te . O calor . que tem a pro- você evitara engolir micró- Não molhe o dedo para
que lhe evitarão perda de priedade de dilatar os cor- bios suspensos no ar. pois virar as páginas de um li-
tempo e o ajudarão a . .. pos, permitirá que você suas narinas possuem um vro: é anti-higiênico e anti-
persuadir as tampas tei- retire a tampa com facili - " filtro" natural formado estético.
mosas . Primeiro; envolva dade . Você pode adotar por pêlos . .. que sua boca Não arraste os pés ao
o objeto num pano e desa- este último método mes- não possui. caminhar .
tarraxe . Segundo: o pri- mo com tampas de plásti- Não hesite em intervir Não brinque com armas
meiro sistema não funcio- co . contanto que as bis - quando avistar alguém ba- ainda que estejam trava-
nou? Utilize-se de um nagas não contenham na- t endo num menor ou mal- das . descarregadas. nem
quebra-nozes. Terceiro: ca- da inflamável. tratar um animal. Chame mesmo aponte armas de
imediatamente a atenção brinquedo a pessoas.
de um adulto para o fato. Não aceite carona nem
Não atire cascas de fru- incumbência, por parte de
tas no chão. nem qualquer desconhecidos.
outra espécie de lixo . Se
no lugar onde estiver (no
campo, por exemplo), não
houver lata de lixo, faça
um buraco no so lo e enter- cima de tudo. não in-
re o lixo. A vente de explorar
Não atire jamais pedras uma caverna . O Escoteiro-
quando estiver escalando Mirim alerta sabe que uma
montes . Ao galgar trilhas aventura desse gênero re-
íngremes e rochosas. cui- quer urna específica prepa-
dadô para não desprender ração. um· seguro conheci-
pedras. Você poderá atin- mento do local e rapidez de
gi r alguém que também es- reflexos para enfrentar
te ja nas proximidades. qualquer obstáculo impre-
Não apanhe do chão . visto . É também desaconse-
1 28 129

lhável .. dar uma espiadi- parques nacionais . onde PARA O MAR DOS SARGAÇOS
nha" atrás de alguma furna, existem passagens seguras
ou desvâo rochoso que e guias. onde você encon- e alguém quiser fazer tico, uma grande extensão
pode su rgir em nosso ca- trar á ar e luz, ond e, em um banquete de algas de água divid ida em duas
minho durante urna excur- suma, exp lorar significa (e não to rça o nariz. por- zonas: uma entre as Bennu-
são pela montanha. As maravilhar-se com o bizarro que os cientistas já acredi- das e as Bahamas, outra
grutas e as cavernas abri- espetáculo que essas ca- tnm que a alga marinha mais para leste. Nesta re-
gam , em geral. covís e vern as oferecem , com suas rep resentará um meio de gião a ág ua é inteiramente
ninhos de animais que. estalactites e estalagmites, sustento para as gerações coberta de algas. Aí fica o
assustados e irritados pela seus lagos subterrâneos . do futu ro) . é só dar um pu- Mar dos Sargaças. Pois
sua presença, poderão de- Quando a excursão for de linho até o Mar dos Sarga- bem. nem todos sabem que
f ender-s e ... atacando você! espeleologia, isto é, pesqui- 1,;os. Como? Se ex iste mes- ele é navegável. Outra coi-
A questão muda de figu- sa das formações subterrâ· mo o Mar dos Sargaças? sa que poucos sabem , ou
ra quando a exploraçã o for neas . será trabalho pa ra en- r xperi mente perguntar às imaginam : calcula-se que
realiz ada nas cavernas dos tendido na matéria . eng uias que habitualmente apenas neste mar a vegeta-
f nzem uma rápida vis ita a ção que ali f loresce todo
esse mar para o nascimen- ano é suficiente para ali-
to de seus filhotes . Ou en- mentar um continente inte i-
tfío con sulte um mapa: vo- ro se for colh ida e adequa-
cê ve rá. no Oceano Atlân - damente preparada.

130
131

!ornando muito raro. A vido a isso. são muito úteis


r )~
maio r parte dos sambaquis para o estudo arqueo lógi co
concentra-se nos Estados (da Antiguidade ou da Pré-
de São Paulo, Paraná e San- História), e a sua explora-
poderá encontrar alguns in-
Q uando você excursi_o-
nar ao campo, as teressantíssimos exempla-
10 Ca tarina . Há alguns sam-
IJ ;:i quis com 10.000 anos de
ção comercia! está proib i-
da. Da mesma forma, os
montanhas ou ao litoral. res em nossos museus de
idade. Ne les podem ser fósseis são de inestimá-
repare bem nas pedras do História Natural.
nnc ontrados restos de pei- vel valor para o estudo da
cam inho. Não é fácil, mas Já no litoral você poderá
xe . ossos de animais e até Pré-História e da geologia
você poderá ter a sorte de encontrar sambaquis. São
esqueletos humanos. De- terrestre .
encontrar um fóssil. O que depósitos de conchas que
é isso? Fóssil é qualquer foram acumuladas pelos

A BANDEIRA DO BRASIL
ão é um simples peda- Proclamação da República
ço de pano colorido no Brasil, o projeto de Rai-
que fica tremulando no alto mundo Teixeira Mendes
de um mastro em dias de para a adoção da Bandeira
fes ta. A bandeira é um dos Nacional. que representas-
ma is importantes símbo los se a nova rea 1idade polít i-
de nossa Pátria, pois repre- ca do país , foi aprovado. A
se nta, com suas cores e parte artística foi confia da
seu desenho, a perpetui- ao pintor Décio Vilares .
dade e a integridade do O decreto data de 19 de
Bra sil entre as outras na- novembro de 1889. Por is-
çõ es . Suas cores são co- so. o Dia da Bandeira é co-
mo que um retrato simbó- memorado nessa data.
lico do Brasil: o verde lem- A Bandeira adotada pela
bra a flora do Brasil, as República (a atual) man-
corpo orgânico que ficou primitivos habitantes do li-
nos sas riquezas vegetais; tém a tradição das antigas
petrificado, isto é, que vi- toral brasileiro . Os samba-
o amarelo, as riquezas mi - cores nacionais - verde e
rou pedra com a ação da quis localizam-se nos pon-
nerais. representadas pelo amarela. É composta por
terra e do tempo . Tanto tos onde abundavam os
ouro; o azul, a cor do nos- um losang o amare lo em
pode ser o esque leto de mo luscos de que esses na-
so céu, o nosso clima ame- campo verde . tendo no
um peixe como um tron- t ivos se alimentavam. Apro-
no : o branco, símbolo da meio a esfera celeste azul .
co de árvore. Passados mi- veitado desde os tempos
pureza e da paz . atravess ada por uma faixa
lhões de anbs. eles se tor- coloniais para a fabricação
Quatro dias depois da branc a. com a legenda
nam como pedras e você de cal. o sambaqui foi-se
133
132

11 1 flfJ()J .... '1

"Ordem e Progr esso" e r::~ ~


HINO A BANDEIRA NACIONAL
.,-

-l
pontuada por 23 estrelas. ~
.,
<l E ;;. V> -
~ <l z e,
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cada qual repres entando ::! ~ .,
Poesia de Olavo Bilac "'
a: ::'.; :::; m
:.:., ~ ~ <l
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um Estado brasileiro . M.:1sica do maestro ;:- <t ~ r- ~
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Como símbolo da Pátria, Francisco Braga
A "'A <l

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a Bandeira deve ser respei- I


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1 -t '!

'>
..)
tada . Assim , quando você
for hastear o pavilhão na-
"::-"
Salve, lindo penclnn da esperança!
cional. siga com atenção Salve. srmbolo auqus10 d;, pa1r
Tuíl nnbre presença a lembrança
as seguintes regr as: A urande1a ela Pátnn n()S traz

1 - A Bandeira Nacional "


~
Estribilho )
deve ser hasteada de sol
a sol, sendo permitido o
seu uso à noite. urna vez
n ecr1 bt> o :if PIO qur. se encerra
Em nosso neito varonil•
Ouer 1do s 1 rnlJolo da terra ·~
<
f"
l
Da amada terra do B.-asif r
que esteja conveniente-
mente iluminada. Norma l-
li
mente . o hastearn en to será
feito às oito horas e o ar· Em teu sew formoso rcl ratas
tste ct!u cJ e pw 1ss 11110 él1.ul.
riamento às 18 horas. A verdura se m P<H 1fostas malas
r u csplend1ir du Cruwiro do Su l
2 - O hasteamento é
obrigatório nos di as de fes- Estrrbrlhu
ta ou luto nacion al em to- ílf'cobe o af Pt u que 'if:: enct•rr a er c:
das as rep artiç ões públ i-
cas, estabelecimentos de Ili
ensino e instituiçõ es pa r-
ticulares . Conleff!p lando o 1eu vulto S(~grado .
ComprPe1Hh:mm~ o no<tso deve r
3 - Durante as cerimô- E o Brasil, por ~P.us fifh() S ~marfn.
PPrferosn e fell7 h:. de scrf
« 1
ni as de hasteam ento e ar-
riarnento, todos devem E~ t rr hrl hti

conservar-se de pé e em si - R t ~cd.>c o aff>to que ~e encerra


~
etc
lêncio . ..
No desenho voc ê verá a IV 1

disposição das estrelas na


Bandeira. A lém de repre- Sobre n 1111 r.11sa Nação b1:t s1le 1ra
No:; mornt:n tos de l es 1:1 <1u dr~ dur .
1
1
'
1 1 \ \ ~
l
1
sentarem os Estados do Pa 1rít sempre , sagradil Bnndri rrl .
J
:, <) ~ ~}i ~ ~1J ~ <} '~
P;:"1 v1lhào de p1st1ça e rle :lrnnr1 ... .. .1, .. \
Brasil, elas in dicam t8m-
bém as principais estrelas Fstriblilw
~~~~:~~~~~,; -
do nosso céu . Re ce be o aft•to que se f·: nrern.1 e 1c ~ •"'

134
135
1 um pedaço de barbante de diante até finalizar com ou-
" fiO cm. Muito bem: agora tros 4 macarrões. Amarrem
ue tal fazermos um co- tando ao colar : peguem enfiem no barbante 4 ma- as pontas do barbante e
Q
tempo
lar pele-vermelha em
recorde? Então,
papel de seda colorido e
recortem quatro meias-
cnrrõe s, depois uma meia-
lua, mais 4 macarrões. e
pintem os macarrões com
cores bem vivas: e agora ,
mãos à obra. seguindo as luas. No centro delas. fa- uma meia-lua, e assim por ugh para vocês!
instruções de Zezinho e çam um furo . A seguir,
Luisinho. Quanto ao Hu- façam uma incursão pela
guinho, ele tinha que aju- cozinha: esqueçam da ALFABETIZE O SEU PAPAGAIO
dar o tio Donald na limpe- goiabada e peguem um
za do quintal (era a vez monte de macarrão tipo papagaio é uma des- não tenha mais de duas sí-
dele), e não pôde vir . Vol- canudo. Apanhem agora sas raras aves da na- labas. Pronuncie com cla-
tu reza que podem apren- reza e com um tom de voz
der a falar - o pássaro muito doce e convincente .
ma iná também tem esse Faça assim por alguns dias
dom. Em primeiro lugar. é e sempre usando a mesma
bo m que o papagaio seja palavra . Depois, passe a
jovem : papagaio velho di- uma segunda palavra: sem-
fic ilmen te aprende a falar . pre de duas sílabas. Seu
Pegue, então , o seu papa- papagaio deverá repetir , se-
ga io de poucas semanas
de vida e arme-se de pa-
ciê ncia. Agora coloque-o
no seu poleiro e ache uma
área onde haja luz e tran-
qü ilidade. isto é, si-lên-cio.
·~ Todo s os dias você -
qu e ago ra está na posição
de professor - irá ensi-
nn r seu papagaio a falar.
Co mo? Assim : todos os
dia s vá ter com ele - só
vocês dois . Ofereça-lhe
um biscoito moído e co-
mece a pronunciar uma
pala vra: por exemplo.
" pão". "lua" . "papa i " , "oi".
"'-. . .1>1: .:..-::.1
~.1 Ou seja. uma palavra que
136 137

ja aquela que já conhece. começará a . .. falar. Se ele vc co nter a sua respiração . sombra , ou se o dia estiver
seja a segunda. Depois. vo- custar muito a nprender. Assim, você evitará fotos encoberto mas luminoso,
cê lhe ens ina rá uma te rce i- das duas uma: ou ele é sur- .. tremidas". ao mesmo tempo .
ra pala vr a. e assim por do , ou então você deverá fa- Veiamos agora outras Faça fotos prox1mas :
diante . Nesse entretempo zê-lo assistir às aulas de TV brrns normas a serem se- quanto maior a imagem da
seu louro já estará bem Educativa para ele se ins- q11idas para a obtenção de foto. maiores serão os de-
ambientado com a casa e truir duma vez por todas . bn<is fotos. talhes que você obterá . Pa-
Ao ar li v re: coloque-se r a as paisagens. procure
,.... 1~m pos ição tal que uma luz encontrnr algo de grandio-
\ ...,

e você possui urna câ- salgada estão entre os pio-


S mara fotoaráfica, cer- res inimigos do aparelho :
ta mente gostaria de saber ele deverá. portanto, ficar
como utilizá-la de forma sempre guardado num8 sa-
correta Nestas páginas va- cola de plástico do qu al vo -
mos dar alguns conselhos cê irá tirá-lo som ente no
sobre "como usar sua câ- momento de usar.
ma ra". O f i lm e. especialmente o
An tes de tudo, se o seu co lo r ido . é afetado pelo· ca-
apa re lho é provido de uma lo r : conserve-o . por isso,
bolsa protetora. evite ao num lug ar fresco e enxuto .
máximo tirâ-lo da bo lsa. Ev i te também conservar o
Caso contrário, procure ao film e muito tempo na câ -
menos cobrir a objetiva mara: o id eal seria colocar
com a respectiva tampa . o rolo do filme no momen-
De vez em quando , a lente to de usar e util izá-lo por
da ob j eti va deverá ser es- inteiro . ou seia . até ri últi·
pa nada com um pince l bem ma foto. no espaço de um
mac io: Isto feito. sopre seu dia ou alguns poucos dias .
hálito sob re a le n te para Este aviso vale sobretu-
umedecê-la, enx uga nd o-a do para os qu e usam câ -
depois co m al gocl5o limpo. ma ras .. Polaroid " . Agorn . clnra e uni fo rm e provenlrn so ou interessante ao f un-
Não use jamai s panos ou quando voc ê fotografar. de suas co stas . Para os pri- do que ajude a encher a f o-
gua rdanapos d e pape 1 mantenha o aparelho bem me iros planos voc ê obterá t o. Aind a para as paisa-
que são usados geralmente firme nas mãos. para evit8r me lhor res ultado se uma gens: ap li que um filtro
para limpar os ócu los . trepidaçõ es. No instt1nte nuvem atenuar a luz direta amare lo nn frent e da obje-
Na pra ia. a areia e a água do d isparo. procure inclusi- do sol, o u se permanecer à tiva que. escurecendo o
138 139
céu azul muito luminoso, roupas escuras. cor pastel
fará ressaltar o branco das ou brancas. ou quando o ta enquanto usava o único
nuvens . Esses filtros ja- fundo for uniforme e mo- livro da sua casa como cal-
mais devem ser usados nótono . ço para uma mesa bam-
com céus cinzentos, em Fotos em interiores: a ba ... !).
neblina ou chuva. Em ne- luz proveniente de uma ja- O lugar natural do livro
nhuma ocasião deverão ser nela ou de uma lâmpada é a biblioteca; na verdade,
usados para fotos colori- deve estar à sua direita, ou este nome, de origem gre-
das. diretamente acima de vo- ga, significa mesmo guari-
Nas fotos a cores. fique cê. Janelas ou lâmpadas da dos livros.
em posição tal que o sol não devem ser incluídas na Organizar uma bibliote-
pleno esteja às suas cos- fotografia . ca, mesmo que seja casei-
tas (Atenção! Evite foto- Seja ao ar livre, seja em ra, é um trabalho que exige
grafar também a sua som- interiores. se você fizer fo- tempo e concentração de
bra projetada no chão') . tos de pessoas com a figu- métodos e de idéias.
Procure motivos e fun- ra inteira, cuidado para não Comece, então, por con-
dos de cores vivas em a decapitar ou não amputar sertar as páginas dos li-
grandes linhas. No caso de os seus pés. Observe tam- vros velhos (se for o caso
a pessoa a ser fotografada bém que haja um pouco de encaderne-os ou mande en-
não ter roupa de cores vi- "ar" (espaço), sobre a ca- cadernar). depois do que
vas, acrescente a cor com beça e um bom meio centí- você passará a encapar os
uma echarpe ou lenço colo- metro debaixo dos seus demais. Isto feito . coloque
rido. Ou então busque um pés. etiquetas nas lombadas
fundo que encha pelo me- Haveria mi 1 outras coi- (como na ilustração), onde
nos um terço da fotografia sas a dizer. Mas mesmo constarão o título e o no-
com cores fortes e vivas. estas noções sumárias vão me do autor. A seguir, ar-
Não espere bom resultado ajudá-lo a executar bons rume na estante os livros .
quando o seu modelo usar trabalhos fotográficos. agrupando-os por ordem de
assunto . Por exemplo: li-
vros de histórias com li-
IBLIOT vros de histórias. livros de
poesia com 1ivros de poe-
livro é o nosso me- deva trancá-lo na caixa-for- sia, e assim por diante .
lhor amigo, e quem te; ao contrário, ele deve- Procure arrumar. juntos e
acha um amigo acha um te- rá estar sempre ao alcance bem ao alcance da mão. os
souro: donde se conclui da mão, porque pode tor- livros de consulta. isto é,
que o livro é um tesouro. nar-se útil a qualquer mo- dicionários . enciclopédias.
Isto não significa que se mento (como dizia o Pate- e. é claro. este seu Manual
do Escoteiro-Mirim!
140
141
mais poderá orientá-lo so- Nunca dê ao seu peixinho.
bre a alimentação adequa- em hipótese alguma : mio-
da a cada peixe) . O ali- lo de pão, biscoitos, açú-
men to ficará melhor se car. De vez em quando vo-
você o colocar nos peque- cê poderá preparar-lhe uma
nos recipientes flutuantes papa à base de banana:
(ti venda nas boas lojas meia banana deixada para
especializadas): assim a amolecer em meio copo
ógua permanecerá limpa. d'água por uns dois dias.

FAÇA A MAMÃE SORRIR

rn jovem Escoteiro-Mi- mentos? Por exemplo:


rim deve estar sem- aqueles que se verificam
pre alerta e saber usar a num dia particularmente
cachola, sobretudo nos mo- aborrecido ou cansativo pa-
mento s difíceis. Que mo- ra a sua mamãe (ou tia, ou
e lhe deram de presen- Voc ê a obterá desta forma:
S te um peíxínho de ao renovar a água do aquá-
aquárío. ou se você o ga- rio (e isso deve ser feito
nhou em alguma barraca a cada dois ou três dias) .
do parque de díversões, encha alguns frascos ou
observe as instruções que garrafas com água fresca e
se seguem para a manu- limpa e deixe "repousar"
tenção e o bem-estar do por um par de horas . A se-
seu novo am iguínho. guir, proceda à substituição
Onde o colocar? Num be- da água. tendo primeiro o
lo recipiente de vidro, re- cuidado de tirar fora (du-
dondo ou retangular, que rante os poucos segundos
tenha uma capacidade de necessários ) o seu amigui -
cerca de dois litros se o nho, pescando-o com um
comprimento do peixinho coador. Não é aconselhá-
for de 5 cm. de 3 a 4 lítros vel apanhá-lo com as mãos.
se for de 10 cm; de 5 lítros O que lhe darei para co-
se o seu comprimento che- mer? Insetos d 'á gua resse -
gar aos 20 cm . cados e a alimentação ade-
Como deverá ser a água? quada para cada espécie
A temperatura ambiente. (o vendedor da loja de ani-
142 143
avó. depende). Após a tra- covar a palma da mão direi- DE QUE LADO VEM O VEN TO)
balheira de lavar a roupa, ta. Sim . não estamos brin-
ou depois de ter feito os cando. não. Um cientista onheça estas quatro reção bate a grimpa, ou
preparativos para as férias. americano afirma que. es- técnicas escoteiras seja, a bandeirola que as
ou após ter recebido a con- covando a palma da mão de verificar para que lado embarcações a vela levam
ta da costureira, ou depois direita, a fadiga e o mau sopra o vento. Especial- no topo do mastro.
de tomar satisfações das humor desaparecem ime- mente para os escoteiros 3) Se você jogar para o
promessas que vocês f ize- diatamente . O tratamento. do mar, é bastante útil sa- alto algo muito leve como .
ram nos últimos tempos ... para ser completo. deve ber isto para bem navegar. por exemplo, alguns fia-
é lógico e compreensível durar. em realidade, duas 1) Molhe o seu dedo pos de palha. estopa, ca-
que a mamãe se sinta um semanas e ser efetuado indicador e depois levan- pim seco ou papel. logo
pouco arrasada. Pois bem, por cinco minutos diários. te-o no ar. Em algum dos saberá para que lado o
jovens E.scoteiros-Mirins. A escovadela. estimulando lados ele secará mais de- vento sopra, pela direção
se desejarem levantar a os nervos epidérmicos, e pressa e esfriará. É daque- em que essas coisas são
moral ou melhorar o humor por reflexo as glândulas la direção que vem o levadas .
geral. fazendo a mamãe supra-renais , fará recobrar vento. 4) Observe a arreben-
sorrir (ou a tia, ou a avó: gradualmente as energias. 2) Observe em que di- tação das ondas.
depende), diga-lhe para es- Simples. não?
VAM -
NAO . NAO . NAD P E A .J H: (, S 1

ma antiga e sábia cren- ndo por etapas. sem


U ça recomenda que não
certo, pois o pão amanhe-
cido pode ser utilizado pa- pressa nem precipita-
chumbo. Você tem no seu
corpo os mesmos vazios
se lancem fora os restos ra se fazer "farinha de ros- ções. nadar torna-se uma que permitem a um pesa-
de pão que ficam na mesa ca". pudins de pão e por coisa fácil e divertida. 1) díssimo navio flutuar sobre
após as refeições. Muito aí afora . Além disso, serve Em primeiro lugar (como as ondas! 3) Estire o cor-
para a alimentação dos se vê na ilustração) apren- po n'água , buscando a po-
animais de estimação: mo- da a aspirar pela boca fora sição horizontal. Você sen-
lhados com leite , são gran- d'água e a expirar pelo na- tirá que a tendência natu-
demente apreciados por ga- riz debaixo d'água . 2) Se- ral do corpo é ficar à tona
tos e cachorros , assim co- gu re os joelhos com as d'água. 4) Movimente os
mo pelas galinhas. pombos mã os. Ao fazer isso. você braços. respirando como na
etc. As pessoas que pos- verá que seu corpo tende a figura 1. 5) Pratique bas-
suam sítio ou tenham ami- flutuar . Pratique bastante tante os movimentos de
gos que façam criação de este movimento até verifi- pernas. como na figura 5.
animais saberão como uti- ca r que a água não é ne- 6) Agora combine todos os
lizar esse precioso alimen- nhum bicho-papão . .. e que movimentos: respiração.
to para reforçar a ração. seu corpo não é feito de movimento dos braços e
144 145

das pernas. Pronto . .. um Mas, ao fazer os exercí- PRONTO-SOCORRO


pouquinho de prática e . .. cios, tenha sempre alguém
logo você está nadando! por perto. con tece às vezes de um acidente. Eis o que vo-
vermos uma ave que cê deverá fazer enquanto
tenta inutilmente levantar espera o veterinário, que
vôo do solo onde caiu por sempre deverá ser chama-
2
ter partido uma patinha do. A primeira coisa a pro-
ou porque uma das suas videnciar é uma imediata
asas foi ferida pelo dispa- limpeza do ferimento : apli-
ro de um caçador ou mes- que com uma esponja ou
mo por um malvado esti- com um chumaço de algo-
ling ue. Se isto acontecer dão uma branda solução de
à sua frente, voc ê deverá um desinfetante que não
recol her dei icadamente o irrite. até que todos os cor-
anirTialzinho para lhe pres- pos estranhos tenham sido
tar, ao menos, os primeiros removidos: o pêlo circun-
socorros. dante será cortado curto.
3 A perninha fraturada po- Se o ferimento for superfi -
derá ser facilmente solda- cial . após tê-lo limpado. po-
da se você a "bloquear" derá jogar-lhe ácido bórico
,.,,-........__ - co m duas hastes a ela ade- em pó: normalmente, ficam
ri das com uma ligadura . curados sem maiores aten-
A asa. por sua vez. de- ções. Os ferimentos pro-
ve rá ser livrada do chum- fundos exigem a interven-
bo (se foi ferida por um ção de um veterinário .
disparo) mediante uma Se o animal se encontrar
ag ulha bem desinfetada: a inanimado, você o trans -
se guir. é necessário desin- portará cuidadosamente e
5 fetar a ferida com um chu- o estenderá sobre um co-
maço de algodão ernbebido bertor. De modo algum dê
de água oxigenada. Por fim, a ele algo para beber ou
imobilizar a asa entre duas comer (nem água. nem li-
t;;i buinhas de madeira ade- cor. nem café. nem açú-
re ntes a ela po r uma liga- car. Nada!) Você colocará

-- ~'.::>
dura.
Pode acontecer també m
de você precisar socorrer
1unto a ele um pequeno
travesseiro onde. se dese-
jar. ele poderá apoiar a ca-
urn cão ou gato vítimas de beça e respirar melhor.
146 147

em certas horas do dia. Observando o seu movi-


OR D ta mbém as flore s têm o mento, você terá um reló-
seu momento mágico: gio à sua disposição a
lém de servir para en- úteis para indicar as horas.
A cantar os olhos e tor- Como? É bastante simples .
abrem-se, fecham-se ou
emanam um perfume mais
qualquer momento. Não é
tão exato quanto os ou-
nar alegre qualquer ambien- Como o ser humano, que intenso em certas horas. tros ... mas é mais bonito!
te, as flores também são se sente· mais em forma

MALVJ • i1 ln '"
se entri t f fH'I ONZE-HORAS -
MORRI AO e o -ii
abre-se entre as
abre·se en1re as 11.30 e 12.30
6.30 e 7 .30 ho. horas
ras .

MALMEQUER - MALVA - fe -
(ou ca lêndul a) cha-se entre as
- abre-se en- 12.30 e 13.30
tre as 5,30 e horas .
6.30 hora s.

ERVA· LEITEIRA
DE NOSSA SE-
FLOR DO LI NHORA - fe -
NHO - abre -se cha-se entre as
enire as 4 .30 e t3.30 e ·t4 .30 ho·
5.30 horas . ras .

_,-.."----
\ BOAS - NOITES
(ou )a lapa) -
fecha-se entre
CH ICôA IA
abre-se entre as
,,.... as 17,30 e 18 ,30
horas .
3.30 e 4.30 ho
ras.

GERANIO - es -
palha mai s in
tensamente o
CAMPANULA - seu perf ume a
ab re -se entre as partir das 19.30
2.30 e 3.30 ho· horas .
ras .

148 149

por alguns minutos , um li-


tro de sumo de laranja (que
você mesmo já prepara . es-
1. Pegue uma cart olina
grossa e recorte um ped a-
ço de 10,5 cm x 13,5.
. '! l ;:;: ·93S
.}
()
d.-->
'<

2. Faça 4 pequenos f uros


\~ g·IA
'-., ·r: .. -.. _. - • ... , • . ·- _,_, -
premendo uns três quilos
:.:/'\';/'...,. /
~ ~ -. ~

~fm
·O . 0 .·: .z:.Cffi· f
·1 .. ·;.' :).,,::·
de laranja lima). Deixe fer- nos 4 pontos bra ncos as si- ~ ... .P o

,~ 2:i;;e:~;t,;Lf~;~ ;
ver, repetimos, com sete nalados na figura 1 e recor-
colheradas de açúcar (co- te exatamente nas medi das ~~x o.u'·
lher de sopa) , deixe esfriar indicadas os 4 qu ad rados
e engarrafe . A seguir, dei - brancos da f igura 1. Des sa
xe ferver em banho-maria forma . você terá quatro ja- ~'ti· fEv.
,.. J
.
{imergindo a garrafa sem nelinhas perfeitas .
t ampa numa panela cheia , 3. Recorte agora de uma
'<-- 10.5 cm r!IJ
até três quartos, de água). cartolina mais f ina 4 d is- 6:i. ~1 8
Deixe ir fervendo pouco a cos tendo cada um o diâ-
pouco , de modo que a água metro de 4,5 cm .
não se evapore demais e 4 . Sob re o primeiro disco e
o xarope contido na gar- (A) escreva os dias da se- 2
rafa possa ir-se condensan - mana: sobre o segundo (B).
do gradualmente . Tire do os meses do ano .
fogo após duas horas ; você 5. Sobre o terceiro (C) e
agora tem um senho r suco
de laranja e de longa dura-
ção . Bastará um dedo des-
se suco num copo d'água
para se obter aquele refres -
co saudável, gostoso e ...
o quarto (D) escreva res-
pectivament e os números
de 1 a 3 e de O a 9 como
indicam as figuras C e D.
6. Utilizando 4 grampos
como os indicados. prenda
D
I
natural . os quatro discos sobre o
verso do cartão e em seus
O CALENDARIO exatos lugares, fazendo o
centro nos quatro furos
MANUAL
anteriormente efetuados .
anual? Sim, senhor! Pa- 7. Pinte de várias cores.
ra atualizá-lo, você de- conforme o seu gosto , e o
verá girar, com a ponta dos calendário estará pronto
dedos. os vários discos que para ser pendurado. Lem-
o compõem . Eis como se bre-se apenas de girar os :::. - '_:...
. ..,
t- __..

confecciona esse ca l endá- vários discos. a cada dia .


r io orig inal : E . . . bom-dia pa ra você !
FRENTE
152 153

do nosso caráter. Dê uma go .. na Bolsa! O sinal fi-


CUIO _iJ o lhadinh a no espelho : se ca no rosto? Guloso. eis o
você não ti ver nenhu m si- que voc ê é. Mas o altruís-
DOBRADO
nal. desista, não fique pe r- mo é tamb ém outra faceta
de ndo tempo fazendo care - agradabilíssima do seu ca-
bastante comum sur- tas . Se vo cê tiver um sinal - ráter . A manchinha fic a no
É gir um manto de ne· zinho na ponta do nariz. de- meio da testa? Intelectuai s
blin a no alto das monta- dique -se ao comércio: vo- e idealistas. Fica no canto
nhas . O que vo cê tar;a, Es- cê tem a bossa do homen1 dos lábios? Sinal típico dos
coteiro-Mirim. se um dia de negócio s . Vá ern frente. humoristas e daq ueles des-
se ac has se subitamente po rtanto. e faça o seu jo- ti nados a fazer carreira.
envclvido num buraco de
névoa. no ca1r1inho qu e es -
tav a percorrendo ou na re- ' 1 '

gião que explora va?


Só há uma co is a a fazer : ocê saberi a construir conta que você se encont ra
parar e esperar que a né- V uma maca em cnso de numa trilha de fl o resta e
voa se ataste finalmente necessi dad e? Façamos de qu e prec isa trans portar até
po r si mesma. Coisa. ali ás.
que acont ecerá bem de-
pressa : mais do que névoa .
trata -se. gera lm ente , de
nuvens baixas destinadas a
passar muito rapidamente .
De qualquer modo , perm a-
neça quieto, evitando da r .. .
passos em falso.

SINAIS NO ROSTO .
SINAIS DE
CARÁTER
egundo uma antig a
crença orie ntal. as
manchinhas ou sinais que
muitos de nós temos no
rosto possuem um signifi -
cado part ic ular. e podem
revelar urna faceta ocult a
154 155

a estrada uma carga muito quanto possível e amarrar


pesada ou um amigo que sobre eles, transversalmen-
não consegue andar por- te, outros galhos mais le-
que torceu o pé. Bem. tudo ves. Ou você poderá mes- Nhaempêpó - panela
Aiurnãna - abraço
que você tem a fazer é pe- mo usar o paletó ou blusão Nheenga - pa lavr_a
Arnâna - chuva
gar dois galhos de árvore enfiando as mangas nos Ni'piã - joelho
Amarába - americano
bem resistentes e tão retos dois galhos de sustentação . Oicê - o_ito
ra ~ dia, tempo
Bója - cobra Oícêpê - nove
OS BRASILEIROS FALAVAM ASSIM .. Búxo - estômagu Pá - tudo
Bubuitãua - bóia Papêra - papel , l i'vro
Cá - fo lh a, bosque, mq;t1 Par auá - papagaio
língua falada no Brasil era o tupi, com o qual se Caramurú - que ronca , po- Paxiúba - pa lmeira
nem sempre foi o por- entendiam os indígenas do Poranga - bonito, be lo
de rQso
tuguês. Como vocês sa- Brasil até o século XIX. no Capú - E.raíz Quiáua - pe11te
bem, antes de aqui chega- litoral, e que hoje ainda Çapucáia - ga linha Ouicé - faca
rem os portugueses, desco- subsiste no Amazonas sob O uíí nia - plmen'ta
Cé ·- ª osto
bridores de nossa terra, o o nome de nheengatu. Para Dabarú - t ipo de armadi- Ouír@~ gordo
Brasil somente era habita- vocês terem uma idéia de lha Rapí - pri mo
do pelos índios . E eles não como era - e é - esse Darídarí - cigarra Bendí ra - irmão
falavam o português, nem idioma dos primitivos brasi- Darápe ·- louça,, ~ rato Rú - pai
mesmo sabiam que "bi- leiros. aqui vai uma curio- Embiára - c~~ça. pe scad o Rudá - amor.. deus do
cho" era isso. Seu idioma sa amostra: Erê - 'sim . a~ e ilis amo r
Êrêcurí - até lo,go Tapiíra - lio i, anta
Garianiuêra - mentiroso Tauá - arnarel o
Gapenú - onda Tím - nar iz
Gi - machado Tupáco - igreja
lá - ~fr uta Uaimí - velha
landê ou ianê - nús Uaiáua - goiaba
lacf - lua11 mê s Uéra - mundo
lauára - cachorro Uirandê - amanh ã
lacaré - jacaré - oltá - nadar
lgaçáua - panela Xáua - cabelo
Xinga - m~ i s , ma ior
'
lurú - bo ca
Maoícáua - doe nte Xibui - mip hOC,ê
Mára - o que não presta , )r inarnbí - borrac ha
ru im V - -á i ua
Mãnha - mi e. hábito Vgára - canoa
Nambá - fort.e. viril Vgarapáua - porto
156 157 ·1
1

~
C RUZAMENTO
Df VIAS
~ CURVA
A ESQUERDA
~ C URVA
A C ENTUADA
~
l\RfAESCO lA R
~
PASSAGEM DE
PEDESTRE S
~ PISTA
F SCORREGADIA
A ESQUE R DA

~ <ô>OB RA S FSTRflTAMENTO
D( P IS TA AO
<8> i'ARAOA
illll!IGATQ RIA
li FRF NTE
~
R 1ruRCACAO
EM y • PARADA
OAR I GATORIA
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V f 1 OCI DAD E
S®© PROIB IDO PROi Ui DO ESTAC I ONAMF NT SENT I O O PROIBIDO PRO IBI DO

s
MAXIMA A C IONAR FS T AC I ONAR REGU L A M ENT ADt PRO IBI DO VI RAH A H ElOHNAfl
PEHMIT I DA BUZINA OU ESQUERDA

~'"'"ONO"e
PROIBID O
U LTRAPASSAR
SE NTIDO
OBRIGA T O RI O
PRO I BIDO TRÂ N SITO OE
VEICULO DE
l'l!fl l Bll)Q
1111\NSITO DE
AL Tlllll\
MAXIMA
~® L A RGURA
MAXIMA
CARGA MAXIMA
PERMlllOA
C AR GA Ili< 11. l.fT AS PERMIT I DA PERMITIDA

ATENÇÃO! OBEDEÇA AO SINAL! ou de lado: 2) não leve tr anc as es tiv erem abaixa-
am igo s no c ano; 3) não lar- das ; 7) não segure em veí-
orn o tráfego de hoje mente nas passag en s assi- gue j am ais da direção . evi - culos maiores para r ebo-
em dia não se brinca. naladas (também conheci- te as acrobac ias : 4) certi- car a sua bicicleta; 8) não
meninos. e quem quiser das co mo "zeb r as" pelas fiq ue-se de que os fre ios ande de bicicleta em mão
circular em segurança , a listas broncas no chão) e este j am semp r e e m or- de muito t r áfego . Procure
pé ou de carro, precisa co- jamais d iante de um v eí- de m; 5) evit e os ab u sos os lugares tra nqüilos . Es-
nhecer os sinais de trâ n- culo em movimento. Se vo - de v eloc id ade, espec ial- tamos entendidos? E ago-
sito. Se vocês são pedes- cê andar de bicicleta . ob- men te nas lade iras: 6) ra. v amos v er ess es si nais?
tres. lembrem-se sempre serve estes "mandamen- nu nca atravesse as passa· Lemb re-se: eles exi stem
de atra v essar as ruas so- tos" : 1) jam ais guie de pé ge ns de nível quando as pa ra serem respeitados! .
158 159

gulos, não muito ao alto - um bom rolo de ata-


T
nem muito embaixo (1). dura;
odem ficar sentadi- Feito? Agora assente um - um pacotinho de al-
P nhos aí, não é a vo- entre a capa e a primeira
página do primeiro livro da
godão hidrófilo. isto é, des-
secado e desinfetado. que
cês que nos referimos,
mas aos 1ivros de sua es- fila e outro entre a última se vende nas farmácias;
tante. que não precisam capa e a última página do - uma pequena tesoura:
cair toda vez que você re- último livro (2). Uma pe- - canivete mil-utilida-
tirar um. O truque para fa- quena providência que lhe des (que tenha pelo menos
zê-los ficar quietinhos em permitirá retirar todos os uma lâmina grande, um sa-
posição de sentido é o se- livros que quiser sem ... ca-rolhas e um abridor);
guinte : pegue uma caixa desabamentos. - um novelo de barban-
de sapatos e recorte os ân- te e um de corda;
SE VOCÊ VAI À - uma lanterna elétrica:
MONTANHA uma caixa de fósfo-
ros:
aturalmente. você já um frasco de óleo pa-
preparou a mochila ra bronzear, que o prote-
com tudo que é necessário gerá contra as queimadu-
para a excursão . Que acha. ras provocadas pelos raios
porém, de colocar no meio solares.
das suas coisas mais al- Se as alças da mochila
guns artigos que, embora ficarem endurecidas pelo
possam parecer supérfluos, longo uso. procure untá-las
1
são. na verdade. bastante com vaselina ou graxa de
úteis em determinadas cir- sapatos .
cunstâncias? Vamos ver,
então:
- uma camiseta de ma-
lha (meia manga ou sem
manga) para se usar quan-
do se chega ao destino e
se está com muito calor:
- um par de toalhas;
- talco;
- uma garrafinha de ál -
cool para desinfetar qual-
quer escoriação;
160 161

gue. Desinfete. Veja que o irritação passando álcool


espinho não tenha ficado canforado nas partes ata-
"de ntro" : neste caso. tire- cadas;
º com uma pinça ou peça - se. por fim, foi um
que o retirem; caranguejo ou siri que lhe
- no caso de você ter deu uma ferroada, desinfe-
o tremendo azar de se en- te com um dos remédios
fiar no meio de urna moita citados acima e faça com-
de urtigas e ver. com hor- pressas de água . . . mari-
ror. aflorar à sua pele pe- nha. Bem. já chega de pi-
queninas bolhas quase invi- cadas e ferroadas. não?
síveis (mas muito sensí- Tome mais cuidado , na pró-
veis). procure abrandar a xima vez! . . .

MANTENHA-SE CONTRA O VENTO !

abe qual é o melhor chance de descobrir o ras-


sistema para se co- to, isto é. as pegadas de
nhecer os animais? Obser- algum animal.
vá-los de perto . .. Sim, é Nessa altura você pro-
claro que geralmente eles vavelmente desejará sa-
não gostam que estranhos ber. mais do que nunca. a
m jovem Escoteiro-Mi- - extraia com uma pin- metam o nariz em sua vi- identidade do "dono" das
U rim sabe como evitar
as picadas das abelhas e
ça o ferrão (da vespa ou
da abelha); faça compres-
da . O jeito, então. é pro- pegadas . Então faça o se-
curar manter-se contra o guinte : abandone a trilha e
das vespas - é só não mo- sas com água e vinagre, ou vento. ponha -se de gatinhas em
lestá-las. Todavia, pode água e sal, ou umedecidas Se você tiver a oportu- meio à mata ou caminhe
acontecer que a própria com uma gota de amonía- nidade de visitar algum dos agachado, lentamente e em
abelha, confundindo você co. Uma gota de amoníaco nossos parques nacionais silêncio. tomando sempre
com uma rosa de maio, lhe diluído em água servirá ou estiver numa região po- o cuidado de permanecer
deixe um doloroso sinal de igualmente para acalmar a voada de animais selva- contra o vento: ou seja , ve-
sua presença . Sabe o que irritação provocada pela pi- gens. procure, antes de tu- rifique que o vento (ainda
deve fazer? Antes de tudo, cada de um mosquito; do. observar bem o solo . que seja uma brisa) esteja
evite espernear berrando e - se você se picou no Quando os seus olhos se soprando contra você. Ca-
mexer na ferida. Providen- espinho de uma rosa, com- habituarem a "ver" e "dis- so contrário , os animais
cie. imediatamente. o se- prima o ferimento fazendo tinguir" diversos sinais so- perceberão, com seu apu-
guinte: sair algumas gotas de san· bre o chão. você terá maior radíssimo faro. que alguém
162 163
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FIO DIRETO

fio em questão é o do feito passar pelo centro


telefone de campo um fio do tamanho que
o vento. você poderá en- que você poderá fazer de prefe rir. aplique as "péta-
os espreita e segue. Isto
mane ira bem simples. Eis las" ao fundo dos cilin-
é. sentirão o odor de ho- contrar alguma família de
como: antes de tudo. arran- dros colando-as sobre as
mem e tratarão de fugir o animais. A seguir, a relação
je dois cilindros de pape- bordas externas dos mes-
mais rápido possível. So- de algumas pegadas inte-
lã o; recorte numa cartolina mos . . . e o seu telefone
mente se colocando contra ressantes .
dois discos de circunferên- de campo está pronto!
cia maior que a base dos Agora é só falar. encos-
1 - Gato 4 - Ovelha 7 - Raposa
cilind ros. Recorte-os em tando a boca no seu apa-
2 - Cervo 5 - Cão 8 - Lebre
for ma de "pétalas " (veja a relho e o outro escuta na
3 - Urso 6 - Lobo 9 - Alce
ilu stração) e, depois de ter outra ponta do telefone.
164 165
Você gostaria de ser .. .
programas de calouros, co- Se a sua voz for interes·
CANTOR ? mece gravando em fita sante e uma dessas grava·
uma canção em que você doras aprová-la , você será
onquistar em pouco se saia particularmente convidado para um teste
tempo a celebrid ade bem. Em seguida. envie a "ao vivo". e . . . a sorte está
nacional e até mesmo a fita. junto com seu nome . lançada . Isto você já deve
internacional? Não seria sob renome. endereço etc .. ter entendido. vale para os
má idéi a tentar, lógico. a uma companhia de dis- candidatos a cantor de rnú -
desde que você tenha uma cos. Rio e São Paulo são sica popular. e não para
bela voz e um ouv ido mu- as cidades brasileiras onde intérpretes de música f íri -
sical. Se você não quiser se localizam as matrizes cn . O canto lírico ex ig e
tentar os mil concursos e das principais gravadoras. anos de estudo .

Você gostaria de ser .


disfarce bem original, que casca de ovo e colocará a
p sua irnagem em confronto
será a sua fantasi a. Faç :-1
ent ão um esboço dessa com centenas de outras de
irn. é isso mesmo que má scara que você imagi- su'a coleção . Se a su::i
S escrevemos : palha ço .
E:. não ria ainda , porque ser
nou e com a qual pretende
fazer o pessoal "morrer de
"máscara" se assemelha 3
alguma outra . não tem jei-
u1T1 palha ço é uma coisél rir". Remeta a um certo sr . to : ou você inventa outra
séria . A profissão de pa lh8· Jack Gouch. secretário do ou terá de resign ar-se a
ço é urn8 profissflo dura e lnternational Circus Clown mudar de ofício e apl8ud 1r
ex ig e espí r ito de sacrifício. Club, corn sed e em Lon- os palhaços só quando for
Mu ito bem . A prirn eir;:i coi - dre s. Gouch reproduzir~' <10 circo . Mas sempre ..
Sél n f aze r é esco lh er u1n se u desenho sobre urna será divertido!

Você gostaria de ser .


chas e o que elas indicam. também a Lua. com seu ti-
GEÓLOGO ? En fim. é uma pessoa "por tânio. Tudo indica que nos-
dentro" da Terra . Para vo- so satélite natural contém
ss a é uma profissão cê ser um geólogo. precisa esse elemento em abun-
interessantíssima . O fazer o curso superior de dância . E são os geólogos
geó logo é o cientista que Geologia . Estudar muito. que estão investig ando os
conhece os segredos de porta nto. Mas vale a pena. segredos do solo lunar.
nosso planeta: sabe a sua você não acha? A Terra. Quem sabe se não será vo-
história. sua formação e com todo seu urânio. seu cê quem. depois de forma-
sua composição; conhece petróleo. suas grandes ri- do . vai fazer uma descober-
os vários tipos de solos. as quezas. não mais terá se- ta sensacional sobre o so-
diferentes espécies de ro- gredos' E acrescentemos lo de Júpiter ou Vênus '?
166 167
Você gostaria de ser . . .
cure o aeroclube de sua ci - cessários vário·s cursos
AVIADOR ? dade e faça o curso de pi- teóricos e um mínimo de
loto privado. Paralelamen- 200 horas de vôo. Para ser
ntes de tudo, você tem te. você recebe aulas prá- piloto da Aeronáutica, há
A que decidir se quer ser
um aviador por esporte,
ti cas, isto é, voa . Depois de
40 horas de vôo, você está
duas alternativas. Se você
tiver 16 anos, presta exa-
um piloto comercial ou um habilitado a tirar o brevê. me de admissão à Escola
piloto da Força Aérea. No que é a " carteira de moto- de Preparação de Cadetes
primeiro caso, é muito sim- rista " do aviador. Se você do Ar . E se tiver entre 17
ples . Quando você comple- quiser ser um pi loto co- e 22 anos , faz um concurso
tar 18 anos (a idade míni- mercial, porém, vai preci- para a Academia da Força
ma para um piloto), pro- sar estudar muito : são ne- Aérea .

Você gostaria de ser . . . me " dente-de-leite" que, probl ema: forme um timi-
como diz o nome, é para nho de futebol com a tur-
JOGADOR r-rianças nessa idade . .. ma da sua rua e jogue uma
DE FUTEBOL? dentária. Tanto poderá ser boa "pelada" no campinho
num clube do seu bairro ou na praia mais próxi-
como num clube profissio- ma . . . nem que você mes-
e você sonha tornar-se nal. Não se esqueça do fu - mo tenha de providenciar o
S um craque da pelot a teb ol de salão também,
cuja s características se
dinheiro para a compra do
equipamento! Depois , é só
como o Pelé, Tostão ou
Jairzinho, o melhor é co- presta m bastante para a aguardar o dia em que um
meçar . . . pelo começo: cria nça. Se você estiver "olheiro" descobrir que vo-
procure entrar para um ti- long e de clubes. não há cê é um futuro craque!

Você gostaria de ser .. . Be m, se uma pessoa é r igindo-lhe, ao mesmo tem-


rea lmente esquiva e car- po, um simpático sorr iso.
" O BOM") ra ncuda, não lhe será fácil Um cumprimento caloroso
stabelec,e~ entre v.ocê agir contra a própria natu- predispõe um indivíduo po-
E e o prox1mo um co-
municação" feliz e cheia
reza. Mas experimente fa-
zer isto: deixe a timidez de
sitivament e em relação ao
seu próximo. Seja, pois ,
de cordialidade? Vale a pe- lado . Quase sempre a timi- gentil e solícito sem ser
na tentar, pois assim todos dez é o disfarce de um ex- indiscreto . Seja alegre e
o olharão com prazer. to- cessivo orgulho. Cumpri- despreocupado . Em suma .
dos procurarão a sua com- mente primeiro, por exem- siga o comportamento da-
panhia. Como se obtém plo , olhando no rosto a pes- quele campeão de simpatia
isto? soa a quem você saúda, di- que é o nosso Donald.
169
168
Você gostaria de ser . . . pe rcorrido por Neil Arms- cana) e ai i. após uma dura
tro ng, o primeiro homem a aprendizagem. superando
ASTRONAUTA ? coicear os pés na Lua. uma infinid ade de testes
ornar-se um astronau- Após a obtenção de um di- psico-físicos. torna-se as-
ta . . . que maravilha. pl oma colegial. inscreveu- tronauta . Nã realidade. ain-
hein? Acreditamos que não se na un iversidade e tor- da é profissão para poucos .
exista profissão mais mo- nou-se engenheiro. Mais Mas no futuro certamente
derna . mais fascinante, tarde. entra na aviação ci- haverá necessidade de mui-
mais empolgante para os vil e depois se torna exa- tos astronautas para pilotar
que . . . têm coragem. minador. Em 1962 passa a as naves espaciais levan -
Vamos citar um exem- fazer parte da NASA (enti- do .. . turistas à Lua , Vênus
plo. com o próprio caminho dade espacia l norte-ameri- e Marte !

Você gostaria de ser .


sua escola. Se não houver o curso superior de Arte
l OR um. fale com os profes- Dramática . Para fazer esse
sores e os colegas. para curso. você tem que ter
er ou não ser ... ator: formá- lo. Mais tarde, pro- concluído o 1.º e o 2.º
S eis uma questão de vo-
cação. Antes de qualquer
cu re entrar para um grupo
de teatro amador. a fim de
graus. e passado no vesti-
bular de uma Escola Supe-
outra coisa, você precisa desenvo lver o seu talento. rior que tenha o curso. Um
gostar de subir num palco Mas voc ê tem que fazer bom ator, porém, não vai
e represent ar. Para saber t udo isso sem parar de es- parar por aí. Ele vai pro-
se você tem essa vocaç ão, tudar, porque a profissão curar ler bastante e fazer
nada mais f ácil: partícipe de ator já está regulamen- cursos de aperfeiçoamen-
do grupinho de teatro de t ada e exige do candidato to, além de trabalhar , claro!

Você gostaria de ser . . .


trás dos fatos. Você vai trabalhar num jornal ou
JORNALISTA? precisar ter, também , bas- numa revista. você precisa
rimeiramente. você tante saúde. porque um ser registrado como jorna-
precisa gostar de es- bom jornalista vive corren- lista profissional. O que só
crever e ser muito, mas do de lá para cá em busca é possível após ter con-
mu ito curioso mesmo . .. de grandes reportagens. E cluído o Curso de Jornalis-
no bom sentido , claro' precisa ter bastante corn- mo que, em geral, toda Es-
Curioso no sentido de pres- gem , para enfrentar todos cola de Comunicação pos-
tar atenção ao mundo que os problemas e poder pas- sui. Enquanto isso . por que
o rodeia. de não aceitar ex- sar para os leitores as no- você não vai treinando . fun-
plicações simples e de tícias tal como ocorreram. dando um jornalzinho em
procurar as que estão por Mas isso não é tudo . Para sua escola?
170 171

Aquiles: deus do rio. Bon- Batista: o batizado . Tem Casimiro: prega a paz . .. Cristóvão: o portador de
doso mas um pouco sus- um grande senso de de- mas não teme a guerra. Cristo. Casca rude. cora-
cetível. ver. Catarina: a pura . Prática, ção de ouro .
Arduíno: homem ousado. Beatriz: a beata. Excêntri- ativa. cheia de iniciativa.
ca e um pouco confusa . Catulo: pequeno cão ... e
Tem um forte sentido da
Benedito: o abençoado . In- grande poeta. Sensibili-
D
amizade.
Ariana: a santíssima. lnte- constante mas generoso. dade. Damião : o domador. Um ti-
1igente e enérgica. Benjamim: o predileto. Afe - Cecília: "a cega". Mas tem po que sabe sempre se
Aristides: o melhor. Ama o tuoso. ama a ternura. belíssimos olhos. sair bem das dificulda-
lar e a família. Berenice: a vitoriosa. Con- Celeste: vinda do céu . Na- des.
Armando: o amado. Brinca- fie nela; não lhe dará de- tureza serena e otimista. Daniel : Deus julgador . Afe-
lhão e um pouco fanfar- silusões . César: o cabeludo. Perso- tuoso, agradável. intuiti·
rão. Bernardo: urso ousado. Co- nalidade muito forte e vo .
Arnaldo. Arnoldo: a águia rajoso mas não impulsi - destacada. Dario: o repressor. Inclina-
protetora . Pessoa de ca- vo. Ciro: o rei. Temperamen- do às ciências e à técni-
ráter e capacidade . Berta : a esplêndida. Pa- to generoso, expansivo, ca.
Artur: duro como a pedra. ciente e sociável. grão-senhor. Davi: o amado. Tempera-
Reservado, seguro de si. Bertoldo: o chefe. Gosta Clara: a ilustre. Alerta. vi- mento caloroso e extro-
Atílio: o que tem pés tor- das brincadeiras vivazes . vaz e imaginosa. vertido .
t os ... mas idéias direi- Bonifácio : o que faz o bem. Cláud io : o manco. Afe- Demétrio: caro a Demétria .
tas e sólidas. Inspira Um tipo bastante cons- tuoso. estudioso. muito Ama a música e as artes.
simpatia. ciencioso. expansivo. Diana: a esplendorosa.
Aureliano, Aurélio: aquele Branca: clara. Extravagante Clélia: a gloriosa. Geniosa. Aristocrática e introver-
que brilha. Espírito pen- e esp irituosa. original. tida .
sativo. muito estudioso Brígida: a forte. As v ezes Clemente: piedoso. Sonha- Diogo : o instruído. Ativo ,
alegre. às vezes triste. dor e sentimental. tenaz, sabe o que quer.
B Bruno : moreno. Orgulhoso Cleópatra : glória do pai. Dionísio: caro a Dionisos .
e às vez es suscetível. Refinada e aristocrática. deus da mitologia greco-
Baltazar : Deus te protege. Clotilde: dom ilustre. Incli- romana. Constante e fiel
Inclinado às ciências. e nada à arte a à poesia . nas afeições .
Bárbara: a estrangeira. Ro- Cor ina: a jovenzínha . Tem- Dolores: do espanhol do-
mântica e um pouco res- Calixto: o belíssimo. Sen- peramento alegre e des- lores, dores. Tem cora-
mungona . so prático e pouca fan- cu idado. gem e orgulho.
Bartolomeu: o belicoso. tas ia . Co nstância: a fiel. Escrupu- Domingos: do Senhor. Ru-
Tem senso de justiça. Camilo : ministro de Deus. losa . tenaz. de , seguro de si. forte.
Basílio: o rei. Tempera- Sentimental . conservador . Cris ti ano, Cristina: partidá- Dorotéia: dom de Deus.
mento aristocrático e um Carlos: o enérgico. Prático. rio de Cristo. É um sen- Delicada. fina, muito
pouco . . . esnobe. astuto, de boa memóri a. timental . sensível.
174 175
E Evangelina: a que leva a Frederico: o pacífico. Or- Glauc.o : da cor do mar .
boa nova. Simples, labo- gulho .é o que ·não lhe Aventur.oso e destemido.
Edmundo, Eduardo: o pro- riosa. falta. Godofredo: em paz com
tetor. Orgulhoso e ativo. Evaristo: o melhor. Um tipo Fúlvio: o loiro. Ama a vida Deus. Condutor por Ins-
Edite : a nobre. Corajosa, realista e construtivo. em todas ·a·s suas .mant- tinto.
inteligente. e ... curiosa. festâções. Graciela: eletrizante, dinâ-
Egídio : filho de Egeu. Fan- mica, vivaz.
f
tasioso · mas cheio de G Gregório: o instigador. En-
bom senso. Fábio: de faba, fava em la- frenta a vida com espíri-
Eleonora: a compassiva. tim. Presteza e elegân- Gabriel : forrça de Deus. to de luta.
Sabe fazer-se simpática. cia. Combativo, trabalhadGr, Guido: guia da floresta .
Elisabete: a prometida a Fabrízio : o artífice. Não se orgulhoso. Tem princípios multo fir-
Deus. Não lhe falta ima- deJ.xa apanhar despreve- Gastão: o hóspede. Gene- mes.
ginação. nido. roso, indiferente, inde- Guilherme: o que se de-
Elíseo: o salvado por Deus. Fausto: propício. Um boa- pendente. fende. Caráter um tanto
Bem dotado de coração vida, de maneiras sim- Gaudênclo: o alegre. Es- excêntrico.
e de cérebro. ples e cordiais. portivo, tem senso de Gustavo: cetro real. Sensí-
Ema : a pacífica, Prática, or- Febo: o esplendoroso. Vi- humor. vel ainda que rude .
ganizada , amante do lar. goroso, desembaraça:do, Genoveva : a que tem as
Emanuel : que está com sorridente. :p.'J.R·-~...,, faces brancas. Espírito H
Deus . Inteligente, impul- Felipe : amigo dos cava1Í"ds. nobre e corajoso.
sivo. Brilhante, extravagante, Geraldo: o ousado guerrei- Haroldo: comandante do
Emílio: o rival. Ama os de- original . ro. Vida movimentada e exército. Espírito belico-
bates e as pesquisas. FéUx: do latim felix, feliz. laboriosa . so e aventureiro.
Ernesto: o sério. Bom, afe- Prático e decidido. Germano: o irmão. Empre- Hebe : a jovem. Espirituo-
tuoso e . . . muito guloso. Ferdinando : o pacífico. Sa- endedor e resoluto. sa, cheia de vida e de ar-
Ester: estrela. As donas be interessar aos outros. Gertrudes : armada de lan- dor.
deste nome podem ser Filomena : a amada. Forte , ça. Tem .espírito comba- Heitor: o tenaz. Tem o ins·
ótimas desportistas. resoluta, ·muitas vezes é tivo. tinto de lutador.
Eugênio: o bem nascido. impulsiva. Gervásio: lança possante. Hélio: aquele que é do sol.
Gosta mais das ciências Flávio: o loiro. Ama as Ama as idéias mais do Sincero, aberto, impe-
que das artes. ações diferentes, fora que a ação. tuoso.
Eusébio: o ·devoto. Tem os da rotina . Gilberto: o brilhante. Refi· Henrique: príncipe podero- ·
pés . bem plantados na Florêncio: o .florido . Idea- nado e fascinante . Espíri- so. Tem o sentido da or-
terra. lista, corajoso, ativo. to imaginoso . dem e da disciplina.
Eva: aquela que vive . .Es- Francl sco: ·nativo de Fran- Gisela: ra lo de sol. Cheia Hércules: caro à deusa Ju-
pfri~o artístico ·e curiosi- ça. Compllcade, · mas de Impetuosidade nas no. Simpático à primeira
dade por tudo. cheio de, bom· senso. afeições. vista.
176 177

Herman : homem do exérci- Isidoro : o presente de ísis Leonardo: leão al:ldaz. Um Mário: o chefe. Natureza
to . Forte e seguro de si. (antiga deusa do Egito). c~ráter quase sempre re- generosa mas pouco ex-
Hermenegildo: o que faz Ama a vida sedentária e belde. ·pansíva.
sacrifício aos deuses . qu ieta. Leopoldo: altivo entre a Martinho, Martins: caro a
Capaz de grande altruís- gente. Sociável e expan- Marte. Bondoso mas um
mo . J sivo. tanto rebelde.
Hermes: o mensageiro. As- Lia: a fatigada. Na verdade Mateus: homem de Deus.
tuto e cheio de iniciati- João, Joana: favorecidos Lia é um t ipo infatigável. Sentimental e devotado
va. por Deus . Resoluto, se- Uvio : de cor lívida. Muito na amizade.
Higino: aquele que é sadio. guro de si, expansivo. senhoril no compórta- Matilde : a guerreira. Não
Temperamento fantasio- Joaquim: firme com Deus . mento. retrocede ante nada.
so e artístico . Espírito engenhoso e Lourenço: cinto de louros . Maurício, Mauro: moreno.
Hipólito: libertador de ca- alerta. Bom caráter, mente ·pri- Ama o trabalho e o estu-
valos . Inspira confiança . Jorge: agricultor. Inteligen- vilegiada . do.
Hugo : ajuizado. Orgulhoso te, mas um pouco desor- Lucas. Lúcia, Lucianó ; lu- Máximo: o maior. Sabe o
e cheio de talento. Um ganizado . mrnoso. Trabalhador obs- que quer e como obtê-lo.
pouco rude . José. Josué: Deus é o seu t inado e inteligente. Miguel : semelhante a
Humberto: o gigante . Vi- Senhor. Dotado de ener- Ludovico, Luís: valoroso. Deus . Antepõe a própria
vaz. com muito amor pró- gia e sensibil idade. Rea l iza-se em tudo, facil- liberdade a tudo.
prio. Judite: a honrada . Coragem mente . Miranda, Mirela: f,l maravi-
e firmeza incomuns. lhosa. Simpática e afá·
Jú lio: o rugoso . Bom sen- vel.
1 so. prudência . senso prá- M Mônica: a solitária. Gosta
tico. de se arranjar sozinha.
Ida: a guerreira. Imagina- Madalena : natural da re-
ção viva e sem freios. L gião de Magdala. fnde-
N
Inácio : o filho. Sério, re- pendente e generosa.
flexivo e afetuoso. Lamberto : o ilustre. Arn a Marcos: que golpeía. Ex- Natal, Natalino: do Natal.
Inocêncio: o que não prati- as novas experiências. pans ivo , preciso 110 seu i: tímido mas jamais se
ca o mal. Ama as coisas Lázaro: Deus me ajuda. In- trabalho . atemoriza.
simples. crédulo. amigo das brin- Margarida: pérola. Alegre. Nicolau, Nicotino: o vitorio-
lolanda: bem-aventurada. cadeiras . extrovertida, simpática. so. Caráter otimista,
Não se desencoraja facil- Léa. Leão: referente ao rei Maria, Marta: a senhora . temperamento risonho .
mente. dos animais. Nature za Enérgica e meiga "ªº Noemi, Noêmia: rica de
Irene : a paz . Calma somen- mu ito altiva e generosa. mesmo tempo. graça. Sabe impor-se
te na aparência. Leandro: o meigo . Sensí- Marino: homem do mar. com boas maneiras.
lrma: a germânica. Autori- vel . muitas vezes é um Ama a natureza. a vida Norma: norma, regra. Ama
tária e muito orgulhosa. tanto afetado. ao ar livre. a ordem e a precisão.
178 179

o Pio: o religioso. Ama a ar-


te e o belo em geral.
Renato: nascido duas ve-
zes. Mente lúcida, tem-
testa ficar de mãos cru-
zadas.
Oto: o proprietário. Tem Plácido: o benigno. Enfren-
peramento calmo. Salomão : o pacífico . Mente
maneiras fascinantes. ta a vida com grande se-
Ricardo: o possante. Não profunda, natureza práti-
Odete: a senhora. Capaz de renidade.
tolera as injustiças. ca.
comandar sem parecer Pompeu: o quinto filho. Do-
Roberto: glorioso. Muito Salvador: originário de Je-
que o faz. tado de grande vitalida-
fogo sob a aparência fria. sus. o Salvador. Infatigá-
Olivério: relativo à oliveira. de.
Rodolfo: o lobo sábio. Pa- vel trabalhador, ótimo
Pacífico e afetuoso. Porfírio: de púrpura. Sabe
lavra fácil, bom conse- amigo.
Orestes: habitante das como fazer-se querido.
selheiro. Samuel: Deus o escutou.
montanhas. Alma de ou- Próspero: o rico. Generoso
Rod rigo: glorioso. Nature- Não gosta de demonstrar
ro sob a casca rude. e um pouco esbanjador .
za independente e enér- seus sentimentos.
Orlando: terra gloriosa. Co- Prudêncio: o prudente. Or-
gica . Sara : princesa. Possui a-
rajoso. mas um pouco ganizado. moderado. pre-
Rogério: lança gloriosa. centuado senso de de-
imprudente. ciso.
Amigo leal e cavalhei- ver .
Oscar: lança de Deus. Po- resco. Saul : o desejado. Nascido
lêmico, agarra-se muito Romano: de Roma . Aberto com o instinto do coman-
às suas idéias. Ouintiliano. Ouintino: o e sincero, ama o traba- do.
Osvaldo: Deus reina. Bas- quinto filho . Afável e bo- lho. Savério: a nova casa. Tem
tante autodomínio . nachão. Romeu: o peregrino. Ama o senso da elegância .
a aventura e as novida- Sebastião: o honrado . Cal-
des . mo. equilibrado. idéias
Romualdo : rei glorioso. claras.
Rafael : curado por Deus .
Maneiras refinadas. ora- Serafim : anjo . Busca a
Pacífico: homem de paz . O seu dom é a sincerida-
dor brilhante. substância das coisas.
Tendência à solidão. de .
Rosa: o nome da mesma As aparências não o ilu-
Palmira: cidade das plan- Raimundo: o sábio prote-
flor . Caráter terno; inte- dem.
tas. Não se submete fa- tor. Tenaz. seguro de si.
1igente; sabe o que quer. Sérgio: o servo . Mente agu-
cilmente. Raquel: ovelhinha. Perso-
Rosalba: rosa branca. In- da, afetação.
Pascoal : da Páscoa. Aber- nalidade original e bizar-
gênua. confiante. carido- Sigefredo: o que conquista
to, generoso, justo. ra .
sa. a paz pela vitória. Adep-
Patrício: nobre . Mente aler- Rebéca : a rede. Sorridente.
Rufino: o loiro. Descuida- to da luta.
ta e sutil, brincalhão. confiante. otimista.
do mas não superficial.. Sigismundo : o protetor da
Pedro : ·pedra . Metódico e Regina: rainha. Alegre e
vitória. Rico em sensa-
um tanto conservador . terna. natureza lea 1.
Péricles: glorioso . Inspira Reginaldo. Reinaldo, Rinal- s tez.
Silvano. Sílvio: da flores-
respeito e admiração a do: o inteligente. Sagaz.
Sabino: da Sabi na. antigo ta. Merece sempre con-
todos. às vezes fanfarrão.
país da Itália central. De- f iança.
180
181

Simão, Simeão: aquele que Tú lio : grato ao pai. Senso Vítor. Vitório : o vencedor. Za íra: a florida. Graciosa .
satisfaz. Amigo fiel e se- de lea ldade e justiça . Sabe fazer-se valer . sabe ser simpática .
g'uro. Vladimir : rei célebre. Rapi- Zenób io: a fo rça de Deus .
Simplício: o simples. Sabe u dez e facilidade em
aprende r .
Forte senso de honra.
co nquistar simpatia. Zenon : o divino. Natureza
Sofi a: a sabida. Sensível , Ubaldino. Ubaldo: espírito impulsiva , inclinado à
ag rad áve l, maliciosa.
Suzana : lírio. Afetuos a, sa-
ousado . Sabe como pro-
gredir na v ida .
z ação.
Zoé : vid a. Tem a paixão
be ser uma boa amiga. Ulisses: o irascível. Espí- Zaca rias : se rvo de Deus . das pesquisas e do es-
rito aventu roso, ama o Não se abate facilmente. t udo .
imprevisto.
T Urbano: polido. delicado .
Não gosta do irnprevist0.
Tadeu : o que louva. Sabe o
INDICE
que vale e fazer-se valer. V
Ten; ístoc les: o que mere-
ce a glória. É um ótimo Vale ntino: o são. Resoluto .
chefe. não gosta de compromis -
A p rese nt acão 7
Teodorico: líder do povo . sos.
Sabe defender-se com in- Venâncio : o caçador. Bus-
te li gência . ca o porq uê das coisas.
Como v ocê pocJe se co muni ca r
Teodoro , Teodósio : presen- Vera: a f é. Um po uco in-
te de Deus. Gosta de fa- co nstante, mas muito co-
zer o bem . rajosa. Os obstáculos da S.O.S. - O alfabeto Morse 12
Terênc io : torneiro . A arte vid a não a atemor izam . A ti nt a invisív el 23
é a su a grande paixão. antes a in centi vam à lu- Códi go da s b and ei ras 29
Ela enriquece o seu espí- t a. pois confi a no desti- M en sa gem sec ret a 67
rito e lhe dá alegria de no. O códi g o sec ret o m a rcia n o 70
viver . Verôn ica : a vitoriosa. Re- Vocab ul ário p ele-ve rme lha 94
Teres a: a caçadora . Sens í- servad a e de vontade fir - Fio d ireto 165
vel e afetuosa. v ida lon- me.
ga . Vicêncio, Vicente: o vence-
Timóteo : que honra a Deus. dor. Mente firme e reé.1- Co iséts q ue v ocê pode fazer
Rapidez nas decisões. li za dora.
Tito : o defensor. Natureza Virg ílio : o verdejante. Ama
idealística e poética. o estudo e a poesia . Como se faz u rn c o ca r 16
Tomás : o gêmeo . Apreci a Virgínia: pura. Espírito sim- A ten cào pessoal 1 Vamos rodar' 22
as análises e a sutileza . ples e sinc ero. Como se faz um a rco 8
182 183

O papagaio de papel 41 Valor em calorias dos alimentos. para cada 100 gramas 103
Ovos coloridos 56 Uma idéia refrescante 151
O apito de pape l 65
O totem "ugh" 1 • . • •• ••••..• • • ••• • . •• . . . •••• . .• •. 66
O poncho .. ... . ........ ... .. ... . .. . .. .. ... . 93 Cuide bem dos seus amigos
Argolas para os tornozelos 114
Copos cantantes . . . . . .. .. .. .... . . . . . . . .. . .... . 120
O colar dos índios Sioux . . . . . . .. . ... . .. .. . ....... . . .. . 136 Escova e carinho 13
Pedras. pra que vos quero 1 150 Chegou um cãozinho' 60
O calendário manual 152 Quando é dia de mudança 76
O que comem os animais 114
O menu do zoológico 116
Como acampar Alfabetize o seu papagaio 137
Um lar para o peixinho . . . . . . 142
Não, não : nada de desperdícios! 144
Não perca a pista 10
A togueira para cada utensílio 20
Operação limpeza . .. ... .. . 27 Para casos de emergência
Um teto para todos 38
Como subir numa árvore 44
Decifrando um mapa topográfico 48 O mar é belo , mas 17
Montemos a barraca 51 Pneu furado tem cura 24
Cabides '"naturais " 64 Mo squitos em retirada 26
Nós e os nós 68 Co nheça as cobras 99
Para não tomar banho forçado 78 Sol uções para o soluço 124
Explorando se aprende 129 Pro nto -socorro ...... . . 147
Se você vai à montanha . ... 160 Cuidado dobrado na neblina 154
Mantenha -se contra o vento' 163 Amigos em dificuldades 155
Cuidado com as picadas 162

Comes e bebes
O que você gostaria de ser

Abacaxi , coco e figos -da -índia 14


Cozinha campestre 40 Você gostaria de ser cantor7 166
Alimentos sob medida 100 Você gostaria de ser palhaço ? 166
Quantidade diária de calorias a ser ingerida de acordo com Você gostaria de ser geólogo ? 166
as idades .... ... 101 Você gostaria de ser aviador7 168
Tabela resumida das vitaminas 102 Você gostaria de ser jogador de futebol ? 168
184 185

Você gostaria de ser "o bom "? 168


Coisas do céu
Você gostaria de se r astronauta/ 170
Você gostaria de ser ator7 170
Você gosta ria de se r jornalista 7 170
As famílias do céu 18
Quancio o so l desa parece 20
Curiosidad es Os ventos brasil eiro s 32
De que lado v em o vento 7 145

Em busca de ouro autên tic o 10


Escolha o seu algarismo 14 Cois as do mar
Um cadinho de papel 51
Calendário perpétuo 57
Sua flor, sua alma 74 O ciclo da água 46
Saudações do inferno 77 Marujos a postos! 79
Como adivinhar um número pensado por um amigo 83 Para o ma r dos Sarg acos 131
Como adivinhar a idade . . . da titia 1 84
Os grandes saltadores 86
Os grandes velocistas 86 Via je prevenido
Os grandes voadores 87
Diga - me como dorme 11 2
Mickey em todas as línguas 122 A bú sso la das mão s 26
O sifão 124 O dia em " fu sos" ho rários 35
Biff! Powl Sockl Smack l 124 Co nh eca o seu carro 89
E agora . . o ruído também é no sso' 126 Siglas das placas int ernaciofli:11 s 91
Do sol ao sa l 127 Brasi l· Siglas das placas es1adu;:i1 s 92
Faça a m am ãe so rrir 143 Plilcas "es pecia is" 92
O relógio das fl o res 148 Para qu em vi aja ao ext erior 104
Sinais no rosto: sin ais de caráter 154 Ate n câo 1 Ob edeca ao sin al' 158
Significados e segredos dos nomes p ró pri os 17 2

Cu id e bem de suas coisas


Coisas da terra

Ach ado s e perdido s 34


A montanha . g rau por qrau 35 Tir;:i- man c has 72
A árvorP. , no ssa amiga 80 Ca rtolina no b arbante 86
Tesouros nos cam po s e n as p ra ias 13 2 .. Dicas " sob re o disco 87
Co mo co nse rv ar as flore s col hidcis 98
187
186
Selos raros 118
Como "vestir" um livro 12 l
Conselhos aos fotógrafos 138

r~
Biblioteca em casa 140 Editora A b ril
Todos em pél 160
Edi tor e Om Hor . Vic tor C1v1ta

É bom saber Diretores: Edgard d e Sílvio Fari a. Rich ard Civ ita.
Robert o Ci vit a. Rub en s Vaz da Costa

A união faz o . envelopào 23 Diretor de Publica cõ es l nfan to -Juv enis : Ang elo Ro ssi
Do grasnar ao zumbir 27
De O a 100 e de 32 a 2 12 28
Qual a velocidade de um rio ? 47 m.tr.l'"'1.
De olho nas medidas 54
Peqadas em caixa 74
ll N SEI HO EO I TOf!IAl
Envelopes do Tio Patinhas 77
Diretora : Ruth Rocha
Falemos de dinheiro 81
Editores-chefes : Jo sé Geraldo el e A . Soares Filho . Euni ce Pavani
O judô e seus graus 123 Chefes de Art e: Lui s Gonçalv es. J es ualdo A. Gelain
Ah .. . essas tampinhas r 128
Dez " dicas ·· para você 129 JALAO
A bandeira do Brasil 133 Sec retária Editori al · Fl ávi a Ladeira Ceccant ini
Vamos apre nder a nadar~ 145 Pes qui sadora: M ari a Cri stin a de Souza Bortoletto
Os brasi leiros fa lavam assim J56 Revi sora. Cri stin a A . rJ e Lara Fagundes
Serv . Edi t Au x.· Vancl a Santo s de Morae s
Pequeno vocabulário tupi -português 157
hTf

Dese nhi sta · Paul o Ed so n de Moura


Índic e 183 A ss isten1 es de Art e: Yeun Hi Ki m . M ari a Cecy de M el lo Rég1s

C UCÃC C,RAI CJI.


Eduardo M acecfo S de Tev es

f PAHTAMENTO :oiv :- tKI


Ge rent e de Produto : Ern esto FreixosaJunio r

11. Í' 111.1 ..... . ! i •l d

\\~l'w. hqpo111tblogspor.co1u

188
LEI l)Q ESCOT1EI AO

Dez prin< ípios criados por tfladen -


Powell . om 1908 :

- O Escoteiro tem uma só pala ·-


vra ; sua honra vale mais que a
pró i;> ri a v 16ia .

11 - O Escuteiro é 1eaJ.

Ili - O Escoteiro está sempre alerta


para ajudar o próximo e prati -
car , Elfaríamente. uma boa
ação

IV - O Escoteiro é arnigm de todos


e irmão dQs demais Escoteiros .

V - O Escoteiro é cortês .

VI - O Escoteiro é bom para os ani-


rnajs e as pJantas.

VII - ô Escoteiro é obediente e discj -


plínad .

VI li - O Escoteiro é alegre e sorri nas


dificuldades.

IX - O Escoteiro é econômico e reY-


peita o bem alheio.

X - O EsGoteiro é lirn130 de corpo s


alma .
É preciso --=> É preciso
mudar certas acotnpanhar as
atitudes. inudanças.
Pequenos gestos Diga não ao uso
podem fazer uma do papel, por
grande diferença. um planeta rnelhor.

hqpoint([i_,hotmai l .com
W\ \v.hqpomt.blogspot.com
A' PAlí!TrR' PE IJMA li!EVrgTA QIJE F*Or COMPAl?TZLHAPA.

A
PIJBLICAl70!i NO Bli!A6IL. ;E v'OCE TEM QIJAl71i!INHO;
ANTZG06 l'ffiNEY, COMPAl?TILHE CON05COI
ENTli!E EM CONT,4TO:
QIJAl'li'INHO!IA!VTrGog(IJHOTMArL.COM

,
CCNHE,;A PE,§OA' QUE TAMSEM
AMAM E'TE'5 Q/JA/7/?NH0'5 E
FA,Ç'A AMlfiO'SI

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