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Software de programação

WinSUP

Manual Fevereiro/2006 Ref. 5-082.1010

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ATOS

Este manual não pode ser reproduzido, total ou parcialmente, sem autorização por escrito da Atos.

Seu conteúdo tem caráter exclusivamente técnico/informativo e a Atos se reserva no direito, sem
qualquer aviso prévio, de alterar as informações deste documento.

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Termo de Garantia
A Atos Automação Industrial LTDA. assegura ao comprador deste produto,
garantia contra qualquer defeito de material ou de fabricação, que nele apresentar no
prazo de 360 dias contados a partir da emissão da nota fiscal de venda.

A Atos Automação Industrial LTDA. restringe sua responsabilidade à


substituição de peças defeituosas, desde que o critério de seu Departamento de
Assistência Técnica, se constate falha em condições normais de uso. A garantia não inclui
a troca gratuita de peças ou acessórios que se desgastem naturalmente com o uso, cabos,
chaves, conectores externos e relés. A garantia também não inclui fusíveis, baterias e
memórias regraváveis tipo EPROM.

A Atos Automação Industrial LTDA. declara a garantia nula e sem efeito se


este produto sofrer qualquer dano provocado por acidentes, agentes da natureza, uso em
desacordo com o manual de instruções, ou por ter sido ligado à rede elétrica
imprópria, sujeita a flutuações excessivas, ou com interferência eletromagnética acima
das especificações deste produto. A garantia será nula se o equipamento apresentar
sinais de ter sido consertado por pessoa não habilitada e se houver remoção e/ou
alteração do número de série ou etiqueta de identificação.

A Atos Automação Industrial LTDA. somente obriga-se a prestar os


serviços referidos neste termo de garantia em sua sede em São Paulo - SP, portanto,
compradores estabelecidos em outras localidades serão os únicos responsáveis pelas
despesas e riscos de transportes (ida e volta).

• Serviço de Suporte Atos


A Atos conta com uma equipe de engenheiros e representantes treinados na própria
fábrica e oferece a seus clientes um sistema de trabalho em parceria para especificar,
configurar e desenvolver software usuário e soluções em automação e presta serviços de
aplicações e startup.

A Atos mantém ainda o serviço de assistência técnica em toda a sua linha de


produtos, que é prestado em suas instalações.

Com o objetivo de criar um canal de comunicação entre a Atos e seus usuários,


criamos um serviço denominado Central de Atendimento Técnico. Este serviço
centraliza as eventuais dúvidas e sugestões, visando a excelência dos produtos e
serviços comercializados pela Atos.

Central de Atendimento Técnico


De Segunda a Sexta-feira
Das 7:30 às 12:00 h e das 13:00 às 17:30 h
Telefone: 55 11 5547 7411
E-mail: suportec@atos.com.br

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Revisões deste Manual
A seguir é mostrado um histórico das alterações ocorridas neste Manual:
 A seguir é mostrado um histórico das alterações ocorridas neste Manual:
 Revisão 1.00 / Fevereiro / 2006 (primeira edição).

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CONVENÇÕES UTILIZADAS
• Títulos de capítulos estão destacados no índice e aparecem no cabeçalho das páginas;

• Palavras em outras línguas são apresentadas em itálico, porém algumas palavras são empregadas
livremente por causa de sua generalidade e freqüência de uso. Como, por exemplo, às palavras
software e hardware.

Números seguidos da letra h subscrita (ex:1024h) indicam numeração hexadecimal e seguidos da letra
b (ex:10b), binário. Qualquer outra numeração presente deve ser interpretada em decimal.

• O destaque de algumas informações é dado através de ícones localizados sempre à esquerda da


página. Cada um destes ícones caracteriza um tipo de informação diferente, sendo alguns
considerados somente com caráter informativo e outros de extrema importância e cuidado. Eles estão
identificados mais abaixo:

NOTA: De caráter informativo, mostra dicas de utilização e/ou configuração


possíveis, ou ressalta alguma informação relevante no equipamento.

OBSERVAÇÃO: De caráter informativo, mostra alguns pontos importantes no


comportamento / utilização ou configuração do equipamento. Ressalta tópicos
necessários para a correta abrangência do conteúdo deste manual.

IMPORTANTE: De caráter informativo, mostrando pontos e trechos importantes


do manual. Sempre observe e analise bem o conteúdo das informações que são
identificadas por este ícone.

ATENÇÃO: Este ícone identifica tópicos que devem ser lidos com extrema
atenção, pois afetam no correto funcionamento do equipamento em questão,
podendo até causar danos à máquina / processo, ou mesmo ao operador, se não
forem observados e obedecidos.

5
6
ÍNDICE
C AP Í T U L O 1 – P R ÁT I C A C O M O W I N S U P . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
• 1 - O QUE É WINSUP? .............................................................................................................. 11
• 2 - Descrição da interface com o usuário ................................................................................. 11
• 3 - Descrição do Gerenciador de Projeto.................................................................................. 12
3.1 - Documentação: ................................................................................................................................................... 13
3.2 - Configuração de Hardware:................................................................................................................................. 13
3.3 - Configuração da IHM: ......................................................................................................................................... 13
3.4 - Comentários de Operandos:................................................................................................................................ 13
3.5 - Programas e Subrotinas:..................................................................................................................................... 13
3.6 - Supervisão: ......................................................................................................................................................... 13
• 4 - Passo 1: Criação de um novo projeto.................................................................................. 14
• 5 - Passo 2 : Configuração de Hardware .................................................................................. 14
• 5.1 - Visualização da Configuração de Hardware – Drivers: MPC4004 e MPC4004G............................................... 15
• 5.2 - Visualização da Configuração de Hardware – Drivers: MPC4004R e MPC4004T ............................................. 15
• 5.3 - Alterando ou Definindo a Configuração de Hardware........................................................................................ 16
• 5.4 - Procedimentos para Inserir e Configurar placas – Drivers: MPC4004 e MPC4004G......................................... 17

• 5.4.1 - Inserindo um novo bastidor ................................................................................................................. 17


• 5.4.2 - Inserindo e Configurando uma placa digital......................................................................................... 18

• 5.4.3 - Inserindo e Configurando uma placa analógica ................................................................................... 19

• 5.4.4 - Inserindo e Configurando uma placa de temperatura .......................................................................... 21


• 5.5 - Procedimentos para Inserir e Configurar placas – Drivers: MPC4004R e MPC4004T....................................... 22
• 5.5.1 - Adicionando ou substituindo um bastidor ............................................................................................ 22

• 5.5.2 - Inserindo uma fonte de alimentação.................................................................................................... 23

• 5.5.3 - Inserindo e Configurando uma CPU.................................................................................................... 24


• 5.5.4 - Inserindo uma IHM.............................................................................................................................. 25

• 5.5.5 - Inserindo e configurando uma placa digital.......................................................................................... 25

• 5.5.6 - Inserindo e Configurando uma placa analógica ................................................................................... 26


• 5.5.7 - Inserindo e Configurando uma placa de temperatura .......................................................................... 29
• 5.6 - Exclusão e Substituição de Expansões............................................................................................................. 31

• 5.6.1 - Excluindo uma expansão: ................................................................................................................... 31


• 5.6.2 - Substituindo uma expansão: ............................................................................................................... 31
• 6 - Passo 3: Configuração da Taxa de Comunicação Serial ...................................................... 33
• 6.1 - Configurando a comunicação para o APR03:.................................................................................................... 33
• 6.2 - Configurando a comunicação para o Modbus: .................................................................................................. 33
• 6.3 - Configurando a comunicação para o modo PRINT: .......................................................................................... 33
• 7 - Passo 4: Configuração dos Recursos do Controlador. ........................................................ 33
• 7.1 - Página protegida por Flash: .............................................................................................................................. 34
• 7.2 - Habilita contador/temporizador 33 a 48............................................................................................................. 36
• 7.3 - Habilita comparação de máximos e mínimos .................................................................................................... 36
• 7.4 - Habilita comparação automática de registros.................................................................................................... 38

• 7.4.1 - Habilita Comparação Automática de Registros nos drivers: MPC4004 e MPC4004G.......................... 38

• 7.4.2 - Habilita Comparação Automática de Registros nos drivers: MPC4004R e MPC4004T........................ 40


• 7.5 - Habilita movimentação de dados através de EI................................................................................................. 43

• 7.5.1 - Habilita Movimentação de dados através de EI nos drivers: MPC4004 e MPC4004G ......................... 43

• 7.5.2 - Habilita Movimentação de dados através de EI nos drivers: MPC4004R e MPC4004T ....................... 44
• 7.6 - Configura Leitura de Caracter através do canal serial....................................................................................... 48
• 7.7 – Habilita programa de interrupção 1 .................................................................................................................. 48
• 7.8 – Habilita programa de interrupção 2. ................................................................................................................. 48
• 7.9 - Instrução CMP com EI ligado quando desabilitado ........................................................................................... 49
• 7.10 - Habilita EI’s 022 a 02F para uso do sistema ................................................................................................... 49
• 7.11 - Watchdog timer habilitado............................................................................................................................... 49
• 7.12 - Habilita motor de passo .................................................................................................................................. 49
• 8 - Passo 5: Elaboração do Programa de Usuário .................................................................... 50
• 8.1 - Barra de Ferramentas Ladder ........................................................................................................................... 50
• 8.1.1 - Descrição dos símbolos das instruções de programação: ................................................................... 50

7
• 8.2 - Comentário de Operandos ................................................................................................................................51
• 9 - Passo 6: Definição e recursos da IHM paralela ................................................................... 53
• 9.1 - Definição da IHM...............................................................................................................................................53
• 9.2 - Definição de Senha ...........................................................................................................................................53
• 9.3 - Descrição das Guias da IHM .............................................................................................................................54
• 10 - Passo 7: Programação da IHM paralela ............................................................................. 59
• 10.1 - Descrição do Editor de Telas...........................................................................................................................60
• 10.2 - Detalhamento dos Campos .............................................................................................................................62

• 10.2.1 - Campo de Edição ..............................................................................................................................62

• 10.2.2 - Campo de Visualização .....................................................................................................................63


• 10.2.3 - Campo Seletora.................................................................................................................................64

• 10.2.4 - Campo Liga/Desliga...........................................................................................................................65

• 10.2.5 - Campo Bargraph................................................................................................................................66


• 10.2.6 - Campo String.....................................................................................................................................67
• 10.2.7 - Texto .................................................................................................................................................68
• 10.3 - Navegação das Telas da IHM..........................................................................................................................69
• 11 - Passo 8: Comunicação Background e modo Print ............................................................. 70
• 11.1 - Comunicação Background...............................................................................................................................70
• 11.2 - Modo Print .......................................................................................................................................................70
• 12 - Passo 9: Envio do programa ............................................................................................. 71
• 13 - Passo 10: Supervisão ....................................................................................................... 72
• 13.1 - Supervisão de Linhas ......................................................................................................................................72
• 13.2 - Supervisão de Operandos ...............................................................................................................................72
• 13.3 - Supervisão Gráfica: .........................................................................................................................................73
............................................................................................................................................................................................................................ C
AP Í T U L O 1 2 - G L O S S ÁR I O . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 4

8
CAPÍTULO 1 – PRÁTICA COM O WINSUP

CAPÍTULO 1
PRÁTICA COM O WINSUP

9
INSTRUÇÕES DE PROGRAMAÇÃO

10
PRÁTICA COM O WINSUP

Será abordado nesta seção a estrutura e os recursos do WinSup.

1 - O QUE É WINSUP?
WinSup é um ambiente de programação que permite o desenvolvimento de uma aplicação de controle
baseada na linguagem de programação Ladder Diagrams, sendo uma poderosa ferramenta de
desenvolvimento, documentação e manutenção de aplicações de controle, executada em ambiente
Windows™.

UTILIZANDO O PROGRAMA WINSUP

2 - Descrição da interface com o usuário


A interface do WinSup proporciona diversos atalhos e opções para que o usuário possa criar sua
aplicação. Conforme veremos a seguir:

C.
A.

B.
D. Figura 1.27 Descrição da Interface

E. F.

H.

G.

Figura 29 – Descrição da Interface

A. Barra de título, Localização e Driver.

Esta barra mostra o título do projeto que está sendo trabalhado, a localização do arquivo e o driver
selecionado.

B. Barra de menu.

11
PRÁTICA COM O WINSUP

Concentra todos os comandos do WinSup. A maioria destes comandos está disponível na barra de
ferramentas do aplicativo.

C. Controles do Windows.
São os controles padrões do Windows para toda aplicação (Minimizar, Maximizar, Fechar).

D. Barra de ferramentas.
Esta barra concentra atalhos para os comandos mais utilizados do WinSup.

E. Gerenciador de Projetos.
Possibilita a visualização, edição e configuração de todos os itens envolvidos no projeto.

F. Editor Ladder.
Permite a criação das rotinas do programa de usuário.

G. Comentário de operandos.
Visualização do comentário do operando selecionado.

H. Barra de Ferramentas Ladder.


Sempre que executamos o WinSUP, a barra de ferramentas do editor ladder já vem anexada à
esquerda da área de edição de linhas. Esta barra concentra os botões de acesso a todas as
instruções de programação.

3 - Descrição do Gerenciador de Projeto


Rodar o programa WinSup através do menu iniciar do Windows. Após a execução irá aparecer a janela
do Winsup, chamada de Gerenciador de Projeto. O Gerenciador de projeto oferece uma visão rápida
e organizada de toda a aplicação, facilitando a edição e configuração de todos os itens envolvidos no
projeto, através de uma árvore hierárquica de opções.
Selecionando-se qualquer um dos ramos da árvore do projeto o mesmo irá se expandir, mostrando seu
conteúdo. Desta forma, você poderá navegar pela aplicação, tendo disponíveis todas as opções de
configuração e documentação em uma tela específica, de um modo fácil e rápido.

Figura 30 - Gerenciador de Projeto

12
PRÁTICA COM O WINSUP

3.1 - Documentação: O WinSup possui um editor de textos, que permite gerar a


documentação do projeto, a partir de itens como: Projeto, Principal, Int1, Int2, Pseudo e Sub rotinas.

3.2 - Configuração de Hardware: Na janela Configuração do Projeto, tem-se


acesso a todos os parâmetros e objetos da configuração do CLP, englobando desde as placas de
expansão do CLP até as telas de IHM.

3.3 - Configuração da IHM: Na guia Configuração da IHM tem-se acesso às


ferramentas para criar, excluir e configurar telas, funções de teclas e alarmes da IHM.

3.4 - Comentários de Operandos: Possibilita fazer uma breve descrição, de até


60 caracteres, de cada um dos registros/EI’s do projeto, facilitando uma posterior análise.

3.5 - Programas e Subrotinas: A pasta programas armazena o programa principal,


Int1, Int2 e Pseudo. E a pasta Subrotinas armazena todas as sub-rotinas do projeto. O WinSUP trata
os programas e subrotinas como entidades independentes, em janelas independentes.

3.6 - Supervisão: Esta janela permite supervisionar todos os operandos, ou seja, através
desta tabela terá acesso ao valor/status da variável supervisionada. Este recurso permite também
uma supervisão através de um gráfico das variáveis do processo/máquina, sendo que, pode-se criar
várias janelas de supervisão com nomes diferentes.

Figura 31 - Supervisão Gráfica

13
PRÁTICA COM O WINSUP

4 - Passo 1: Criação de um novo projeto


No menu Arquivo, criar um novo projeto através do sub-menu Novo Projeto. Observe a figura a
seguir.

Figura 32 - Menu Arquivo

Selecione o driver utilizado e digite o nome do projeto a ser criado.

Figura 1.31 Tela Novo Projeto

Seleção do Driver

Figura 33 - Tela Novo Projeto

5 - Passo 2 : Configuração de Hardware


Após a criação de um novo projeto, acesse o gerenciador de projetos em Configuração do projeto e
através da guia Expansão, é possível montar e configurar o hardware do novo projeto, possibilitando a
impressão da lista de material.

14
PRÁTICA COM O WINSUP

 Para alterar a configuração atual inserindo, retirando ou modificando qualquer placa existente,
clique no botão Configurar, da guia Expansões.
 Para imprimir a configuração atual em qualquer impressora instalada no Windows, clique no
botão Imprimir, da guia Expansões.
A maneira com que as expansões são configuradas não difere entre os drivers existentes no WinSup,
mas algumas diferenças com relação à configuração das placas podem ser encontradas, quando
utiliza-se o driver MPC4004R ou MPC4004T.

Para os modelos de CPU do driver MCP4004L a configuração é fixa em duas


expansões de 8E/8S, portanto não existem expansões a serem configuradas.
Os modelos de CPU do driver MPC2200 não possuem expansões, portanto a guia
OBSERVAÇÃO
“Expansões” da janela de Configurações de Hardware não está disponível durante a
utilização deste hardware.

5.1 - Visualização da Configuração de Hardware –



Drivers: MPC4004 e MPC4004G
Quando se cria um projeto novo nos drivers MPC4004 e MPC4004G, visualiza-se a configuração
padrão opcional mostrada abaixo:

Figura 34 - Configuração de Hardware MPC4004 e MPC4004G

5.2 - Visualização da Configuração de Hardware –



Drivers: MPC4004R e MPC4004T
Quando se cria um projeto novo nos drivers MPC4004R e MPC4004T, não existem expansões
configuradas, conforme mostrado abaixo:

Figura 35 - Configuração de Hardware MPC4004R e MPC4004T

15
PRÁTICA COM O WINSUP

• 5.3 - Alterando ou Definindo a Configuração de


Hardware
Para alterar a configuração atual no caso dos drivers MPC4004 e MPC4004G, ou definir as expansões
a serem utilizadas em seu projeto no caso dos drivers MPC4004R e MPC4004T, clique no botão
Configurar, na guia Expansão, da janela de Configuração do projeto.

Figura 36 - Janela de Configuração de Hardware

Descrição da janela Expansões de Hardware:

16
PRÁTICA COM O WINSUP

Figura 37 - Janela de Expansões de Hardware

1. Árvore de Expansões: Contém todos os módulos de expansões correspondentes ao driver


selecionado.

2. Barra de Status: Mostra uma descrição sucinta do objeto selecionado na Árvore de Expansões.

3. Visualização: Imagem representativa dos módulos existentes no projeto.

4. Tabela de Expansões: Representa em formato de tabela a configuração do bastidor.

5.4 - Procedimentos para Inserir e Configurar placas



– Drivers: MPC4004 e MPC4004G
• 5.4.1 - Inserindo um novo bastidor
Ao criar um novo projeto, o WinSup já monta uma configuração mínima (bastidor de dois slots, fonte e
CPU) como mostra a figura abaixo:

Figura 38 - Figura da Configuração mínima dos drivers


MPC4004 e MPC4004G
Para inserir um bastidor com maior número de slots, siga os seguintes passos:

17
PRÁTICA COM O WINSUP

1. Na guia “Expansão” da Configuração do projeto, clique no botão Configurar;

2. Na árvore de Expansões, abra a opção “Bastidor”;

3. Dentre as opções disponíveis, escolha o bastidor que será utilizado no projeto;

4. Dê um duplo-clique no item escolhido ou clique e arraste para a ilustração do Bastidor já


existente ou da Tabela de Expansões;
5. Na janela que se abre, clique no botão “Substituir” para confirmar a ação.

NOTA


Para cada slot vazio, existe uma linha em branco correspondente na Tabela de
Expansões.

 IMPORTANTE
Quando se diminui o número de slots do bastidor, qualquer placa configurada nos
slots excedentes (lado direito do bastidor) será perdida.

• 5.4.2 - Inserindo e Configurando uma placa digital


As expansões digitais são aquelas que possuem apenas entradas e/ou saídas digitais, como a
presente na CPU.

Para inserir uma placa digital, siga os seguintes passos:

1. Na guia “Expansão” da Configuração do projeto, clique no botão Configurar;

2. Na Árvore de Expansões, abra a opção “Módulos digitais”;

3. Dentre as opções disponíveis, escolha o módulo que deseja inserir;

4. Dê um duplo-clique no item escolhido ou clique e arraste para a ilustração do Bastidor já


existente ou da Tabela de Expansões.

NOTA

 A posição dos jumpers e o endereçamento de memória de cada módulo é exibido na


tabela de Expansões e no próprio layout do módulo.

18
PRÁTICA COM O WINSUP

• 5.4.3 - Inserindo e Configurando uma placa analógica

As expansões analógicas são aquelas que possuem entradas e/ou saídas analógicas em corrente ou
tensão. São divididas em dois grupos, cada um com um endereçamento distinto:

• Módulos Analógicos Compactos (M.A.C) – São módulos compostos unicamente por


entradas analógicas ou saídas analógicas.

• Módulos Analógicos Mistos – São módulos compostos por entradas e saídas analógicas.

NOTA

 A posição dos jumpers e o endereçamento de memória de cada módulo, é exibido na


tabela de Expansões e no próprio layout do módulo.

 IMPORTANTE
CLP’s da Série MPC4004L e da Série Tico (driver 2200) não possuem expansões
analógicas.

Para inserir uma placa analógica, siga os seguintes passos:

1. Na guia “Expansão” da Configuração do projeto, clique no botão Configurar;

2. Na Árvore de Expansões, abra a opção “Módulos analógicos”;

3. Dentre as opções disponíveis, escolha o módulo que deseja inserir;

4. Dê um duplo-clique no item escolhido ou clique e arraste para a ilustração do Bastidor já


existente ou para a Tabela de Expansões.

Configurações da placa analógica

Para acessar as configurações de um módulo analógico, utilize um dos procedimentos


mostrados abaixo:

• No Bastidor dê um duplo-clique sobre a imagem do módulo analógico que deseja configurar;

• Na Tabela de Expansões dê um duplo-clique sobre a linha correspondente ao módulo


analógico que deseja configurar;

• Clique com o botão direito do mouse sobre o Bastidor ou sobre a Tabela de Expansões (no
módulo que deseja configurar) e selecione a opção "Propriedades";

19
PRÁTICA COM O WINSUP

A configuração das expansões de um projeto, no WinSUP é feita em formato de tabela, abaixo


segue o procedimento para configurar cada opção disponível.

Habilitando um canal analógico:

• Na coluna "Habilitação" dê um clique sobre a célula correspondente ao canal que deseja


habilitar;

Os canais analógicos dos módulos mistos são habilitados sempre em "pares", isto é, de
2 em 2 canais. Nos módulos M.A.C não existe habilitação.
OBSERVAÇÃO

Definindo o tipo de valor a ser utilizado:

1. Na coluna "Tipo" dê um clique sobre a célula correspondente ao canal que deseja utilizar;

2. Uma caixa de seleção se abrirá. Escolha uma das duas opções disponíveis (BCD para decimal
e BIN para hexadecimal);

A configuração do tipo do valor é independente para cada canal.


OBSERVAÇÃO

Definindo a escala a ser utilizada:

1. Na coluna "Escala" dê um clique sobre a célula correspondente ao canal que deseja utilizar;

2. Uma caixa de seleção se abrirá. Escolha uma das opções disponíveis para escala;

Cada canal possui sua própria escala. Default: 0000 - 4000.


OBSERVAÇÃO

Exemplo de utilização das escalas:

Figura 39 - Exemplo de utilização das escalas analógicas

20
PRÁTICA COM O WINSUP

Definindo os EI's das placas analógicas bipolares (somente 4004.60N e 4004.61N):

Abaixo da tabela de configuração encontra-se um campo chamado "Primeiro EI sinal +/- 10Vcc".
Defina nele o primeiro estado interno de indicação de sinal. Ele será utilizado pelo primeiro canal de
saída da placa. Todos os outros canais utilizam os EI's na seqüência. Esse EI determina se o valor
colocado nos respectivos registros de cada saída corresponderá a uma tensão entre 0 a +10Vcc (se o
EI de sinal estiver OFF), ou uma tensão entre 0 e -10Vcc (se o EI de sinal estiver ON);

Exemplos de utilização do EI de sinal:

Figura 40 - Exemplo de utilização do EI de sinal

• 5.4.4 - Inserindo e Configurando uma placa de temperatura

Para inserir um módulo de temperatura, siga os seguintes passos:

1. Na guia "Expansão" da Configuração de Projeto, clique no botão Configurar;

2. Na Árvore de Expansões, abra a opção "Módulos de Temperatura";

3. Dentre as opções disponíveis, escolha o módulo que deseja inserir;

4. Para inseri-lo em uma posição livre do bastidor, dê um duplo-clique no item escolhido


ou clique e arraste para a ilustração do Bastidor já existente ou para a Tabela de
Expansões

Configurações da placa de temperatura


Para acessar as configurações de um módulo de temperatura, utilize um dos procedimentos
mostrados abaixo:

• No Bastidor dê um duplo-clique sobre a imagem do módulo de temperatura que deseja


configurar;

• Na Tabela de Expansões dê um duplo-clique sobre a linha correspondente ao módulo de


temperatura que deseja configurar;

• Clique com o botão direito do mouse sobre o Bastidor ou sobre a Tabela de Expansões (no
módulo que deseja configurar) e selecione a opção "Propriedades";

A configuração das expansões do WinSUP é feita em formato de tabela, abaixo seguem os


procedimentos para configurar cada opção disponível.

21
PRÁTICA COM O WINSUP

Definição dos parâmetros do módulo de temperatura:

Cada parâmetro a ser configurado possui uma célula a ser preenchida. Abaixo são mostrados os
ranges para cada uma das células:

Alarme-Min: 400 a EFFE

Alarme-Max: 400 a EFFE

Preset: 400 a EFFE

Banda: 2 a 25,5 ºC

Ks e Kp: 0 a 100 %

Ki: 0 a 100 repetições por minuto

Kd e Tempo: 0 a 25 segundos

Definição das funções e registros para controle de temperatura:

SET POINT OU PRESET - temperatura programada no controlador, ou seja a temperatura que se quer
atingir.

EFETIVO - temperatura lida pelo cartão do CP, temperatura real.

BANDA - região onde ocorrerá o controle de temperatura (0 a 25,5 ºC). Abaixo da banda as
resistências estarão ligadas e acima da banda desligadas.

TEMPO - valor em segundos, para cálculo do período da saída PWM (2 a 25 segundos). Desta forma
se tivermos um tempo de 4 seg., com uma S = 50%, teremos a saída digital 2 seg. ligada (Ton) e 2
seg. desligada (Toff).

Caso o cálculo de Ton ou Toff seja menor que 1 seg., será mantido o tempo mínimo de
1 seg. e recalculado o outro termo, para manter a proporcionalidade.
OBSERVAÇÃO

5.5 - Procedimentos para Inserir e Configurar placas



– Drivers: MPC4004R e MPC4004T
• 5.5.1 - Adicionando ou substituindo um bastidor
Para inserir um bastidor, siga os seguintes passos:

1. Na guia "Expansão" da Configuração de Projeto, clique no botão Configurar;

2. Na Árvore de Expansões, abra a opção "Bastidor";

3. Dentre as opções disponíveis, escolha o bastidor que será utilizado no projeto;

4. Dê um duplo-clique no item escolhido ou clique e arraste para a área branca ou cinza ao lado.

22
PRÁTICA COM O WINSUP

Figura 41 - Guia Expansões

Para substituir um bastidor, siga os seguintes passos:

1. Na guia "Expansão" da Configuração de Projeto, clique no botão Configurar;

2. Na Árvore de Expansões, abra a opção "Bastidor";

3. Dentre as opções disponíveis, escolha o bastidor que será inserido;

4. Dê um duplo-clique no item escolhido ou clique e arraste para um slot do Bastidor já existente


ou para a Tabela de Expansões;

5. Na janela que se abre, clique no botão "Substituir" para confirmar a ação.

O aumento de capacidade do bastidor só é possível utilizando-se os bastidores que


possuam conector de expansão (4004.26R, 4004.28R e 4004.2AR).
Para cada slot vazio, existe uma linha em branco correspondente na Tabela de
OBSERVAÇÃO Expansões.

 IMPORTANTE
Quando se diminui o número de slots do bastidor, qualquer módulo configurado nos
slots excedentes (lado direito do bastidor) será perdido.

• 5.5.2 - Inserindo uma fonte de alimentação


Para inserir uma fonte de alimentação, siga os seguintes passos:

1. Na guia "Expansão" da Configuração de Projeto, clique no botão Configurar;

2. Na Árvore de Expansões, abra a opção "Fonte";

3. Escolha o modelo de fonte dentre as opções disponíveis;

4. Para inseri-la no bastidor, clique e arraste a fonte selecionada na Árvore de Expansões, para o
slot A1 (reservado exclusivamente para uso da fonte de alimentação).

23
PRÁTICA COM O WINSUP

Cálculo de consumo de corrente da fonte:

Cada fonte possui uma especificação de corrente máxima utilizada. Durante a configuração das
expansões, é possível acompanhar o nível de consumo utilizado pelos módulos inseridos no CLP.

Para exibir a janela de cálculo de consumo de corrente, siga os seguintes passos:

1. Após inserir um bastidor qualquer, clique com o botão direito do mouse sobre o Bastidor ou a
Tabela de Expansões;

2. Clique sobre a opção "Consumo...";

3. Caso nenhuma fonte tenha sido escolhida, os campos permanecerão em branco. Adicionando
uma fonte ao projeto, suas especificações de corrente disponível serão utilizadas como limite
máximo para o projeto. Dessa maneira, ao ultrapassar esse limite, um alarme será acionado,
mostrando na janela "Utilização da Fonte" onde foi excedido o limite de consumo.

• 5.5.3 - Inserindo e Configurando uma CPU

Para inserir uma CPU, siga os seguintes passos:

1. Na guia "Expansão" da Configuração de Projeto, clique no botão Configurar;

2. Na Árvore de Expansões, abra a opção "CPU";

3. Dentre as opções disponíveis, escolha a CPU que deseja inserir;

4. Para inseri-la no bastidor, clique e arraste a CPU selecionada na Árvore de Expansões, para o
último slot do primeiro bastidor (reservado exclusivamente para uso da CPU).

Configuração da CPU

Para acessar as configurações da CPU, utilize um dos procedimentos mostrados abaixo:

1. No Bastidor, dê um duplo-clique sobre a imagem da CPU previamente inserida no projeto;

2. Na Tabela de Expansões, dê um duplo-clique sobre a linha correspondente à CPU;

3. Clique com o botão direito no mouse sobre o Bastidor ou sobre a Tabela de Expansões (sobre
a CPU) e selecione a opção "Propriedades".

Configurando uma CPU:

Os endereços das entradas e saídas digitais da CPU podem ser configurados para atualizar dentro do
programa de interrupção Int1 e/ou Int2. Para fazer isso basta marcar as opções correspondentes na
janela de configuração de pontos digitais.

24
PRÁTICA COM O WINSUP

• 5.5.4 - Inserindo uma IHM


A IHM é utilizada, durante a configuração das expansões do projeto, com o objetivo de realizar o
cálculo de consumo de corrente. Dependendo da IHM selecionada para o projeto, a corrente
consumida pode mudar.

A IHM é representada na configuração das expansões, através da (figura 42):

Figura 42 - Figura Ilustrando o modelo da IHM

Para inserir uma IHM, siga os seguintes passos:

1. Na guia "Expansão” da Configuração de Projeto, clique no botão Configurar;

2. Na Árvore de Expansões, abra a opção "IHM";

3. Escolha o modelo de IHM dentre as opções disponíveis;

4. Para inseri-la no projeto, clique e arraste a IHM selecionada na Árvore de Expansões, para o
Bastidor ou para a Tabela de Expansões.

• 5.5.5 - Inserindo e configurando uma placa digital

NOTA


A posição dos jumpers e o endereçamento de memória de cada módulo é exibido na
tabela de Expansões e no próprio layout do módulo.

Para inserir um módulo digital, siga os seguintes passos:

1. Na guia "Expansão" da Configuração de Projeto, clique no botão Configurar;

2. Na Árvore de Expansões, abra a opção "Digitais";

3. Escolha o modelo de módulo dentre as opções disponíveis (exemplo: 8E/8S = placa de 8


entradas e 8 saídas);

4. Dentre as opções disponíveis, escolha o modulo que possui a especificação necessária


para seu projeto;

5. Para inseri-lo em uma posição livre do bastidor, clique e arraste o módulo digital
selecionado na Árvore de Expansões, para o slot desejado no Bastidor.

25
PRÁTICA COM O WINSUP

Configuração da placa digital


Para acessar as configurações de um módulo digital, utilize um dos procedimentos
mostrados abaixo:

• No Bastidor dê um duplo-clique sobre a imagem do módulo digital que deseja configurar;

• Na Tabela de Expansões dê um duplo-clique sobre a linha correspondente ao módulo digital


que deseja configurar;

• Clique com o botão direito do mouse sobre o Bastidor ou sobre a Tabela de Expansões (no
módulo que deseja configurar) e selecione a opção "Propriedades".

Configurando um módulo digital:

Os módulos digitais têm seus endereços de entradas e saídas configuráveis. Essa configuração é
feita nos campos "Endereço Inicial", presentes na janela de configuração;
Os pontos digitais (tanto de entradas como de saídas) podem ser atualizados dentro do programa
de Int1 e/ou Int2. Para fazer isso basta marcar as opções correspondentes na janela de
configuração de pontos digitais.

É permitido, no máximo, uma placa por interrupção (além das E/S da CPU). Dessa
forma, se escolhermos atualizar as entradas de uma placa de 16E/16S na Int1, ao
configurar as outras placas digitais do projeto, a opção "Atualizar na Int1" das
OBSERVAÇÃO entradas das outras placas ficará desabilitada.

Abaixo, a visualização da configuração de uma placa 16E/16S:

Figura 43 - Janela de Configuração das placas Digitais

• 5.5.6 - Inserindo e Configurando uma placa analógica

As expansões analógicas são divididas em dois grupos:

• Módulos Analógicos Compactos (M.A.C.) – São módulos compostos unicamente por


entradas analógicas ou saídas analógicas

• Módulos Analógicos Mistos – São módulos compostos por entradas e saídas analógicas.
NOTA
A posição dos jumpers e o endereçamento de memória de cada módulo, é exibido na

 tabela de Expansões, na linha correspondente ao slot.

26
PRÁTICA COM O WINSUP

Para inserir um módulo analógico, siga os seguintes passos:

1. Na guia "Expansão" da Configuração de Projeto, clique no botão Configurar;

2. Na Árvore de Expansões, abra a opção "Analógicas";

3. Escolha o modelo de placa dentre as opções disponíveis (exemplo: 2E/2S = placa de 2


entradas e 2 saídas analógicas);

4. Dentre as opções disponíveis, escolha o módulo que possui a especificação


necessária para seu projeto;

5. Para inseri-lo em um slot livre do bastidor, clique e arraste o módulo analógico


selecionado na Árvore de Expansões, para o slot desejado no Bastidor.

Configuração da placa analógica

Para acessar as configurações de um módulo analógico, utilize um dos procedimentos


mostrados abaixo:

• No Bastidor dê um duplo-clique sobre a imagem do módulo analógicaoque deseja configurar;

• Na Tabela de Expansões dê um duplo-clique sobre a linha correspondente ao módulo


analógico que deseja configurar;

• Clique com o botão direito do mouse sobre o Bastidor ou sobre a Tabela de Expansões (no
módulo que deseja configurar) e selecione a opção "Propriedades".

A configuração das expansões de um projeto do WinSUP é feita em formato de tabela, abaixo


segue o procedimento para configurar cada opção disponível.

Habilitando um canal analógico na varredura:

• Na coluna "Hab. varr." dê um clique sobre a célula correspondente ao canal que deseja
habilitar.

Habilitando um canal analógico na Int1:

• Na coluna "Hab. Int1." dê um clique sobre a célula correspondente ao canal que deseja
habilitar.

Habilitando um canal analógico na Int2:

• Na coluna "Hab. Int1." dê um clique sobre a célula correspondente ao canal que deseja
habilitar

Os canais analógicos são habilitados individualmente, podendo ser atualizados


separadamente durante a varredura, ao entrar no programa de Int1 ou de Int2.
OBSERVAÇÃO

Definindo o efetivo a ser utilizado por cada canal:

1. Na coluna "Efetivo" dê um clique sobre a célula correspondente ao canal que deseja


utilizar;

2. Insira o endereço onde a placa deverá armazenar o valor do efetivo do canal


correspondente.

27
PRÁTICA COM O WINSUP

Cada canal tem seu efetivo programado em um endereço diferente, ou seja, a


definição desse endereço é independente, para cada canal existente na placa.
OBSERVAÇÃO

Definindo o tipo de valor a ser utilizado:

1. Na coluna "Tipo" dê um clique sobre a célula correspondente ao canal que deseja utilizar;

2. Uma caixa de seleção se abrirá. Escolha uma das duas opções disponíveis (BCD para decimal
e BIN para hexadecimal).

A configuração do tipo de valor, é independente para cada canal.

OBSERVAÇÃO

Definindo a escala a ser utilizada:

1. Na coluna "Escala" dê um clique sobre a célula correspondente ao canal que se deseja utilizar;

2. Uma caixa de seleção se abrirá. Escolha uma das opções disponíveis para escala.

Cada canal possui sua própria escala. Padrão: 0000 - 4000.

OBSERVAÇÃO

Exemplo de utilização das escalas:

Figura 44 - Exemplo de utilização das escalas

Definindo os EI's das placas analógicas bipolares (somente 4004.60N e 4004.61N):

Nas placas analógicas bipolares, os canais de saída utilizam um EI para definição de sinal. Esse EI é
definido na coluna "EI Sinal" e determina se o valor colocado nos respectivos registros de cada saída
corresponderá a uma tensão entre 0 a +10Vcc (se o EI de sinal estiver OFF), ou uma tensão entre 0 e
-10Vcc (se o EI de sinal estiver ON).

28
PRÁTICA COM O WINSUP

Exemplos de utilização do EI de sinal:

Figura 45 - Exemplo de utilização do EI de sinal

Cada canal possui seu próprio EI.


OBSERVAÇÃO

• 5.5.7 - Inserindo e Configurando uma placa de temperatura

Para inserir uma placa de temperatura, siga os seguintes passos:

1. Na guia "Expansões" da Configuração de Hardware, clique no botão Configurar;

2. Na Árvore de Expansões, abra a opção "Temperatura";

3. Escolha o tipo de placa dentre as opções disponíveis (Termopar ou PT100);

4. Dentre as opções disponíveis, escolha a placa que deseja inserir;

5. Para inseri-la em uma posição livre do bastidor, clique e arraste o módulo de


temperatura selecionado na Árvore de Expansões, para o slot desejado no Bastidor.

Os módulos de temperatura devem estar do lado oposto da fonte de alimentação para


evitar interferência em seus canais.
OBSERVAÇÃO

Configuração da placa de temperatura


Para acessar as configurações de uma placa de temperatura, utilize um dos procedimentos
mostrados abaixo:

 No Bastidor dê um duplo-clique sobre a imagem da placa de temperatura que deseja


configurar;

 Na Tabela de Expansões dê um duplo-clique sobre a linha correspondente à placa de


temperatura que deseja configurar;

 Clique com o botão direito do mouse sobre o Bastidor ou a Tabela de Expansões (na placa
que deseja configurar) e selecione a opção "Propriedades".

29
PRÁTICA COM O WINSUP

A configuração das expansões do WinSUP é feita em formato de tabela, abaixo segue o


procedimento para configurar cada opção disponível.

Habilitação dos canais de temperatura:

• Na coluna "Hab.canal" dê um clique sobre a célula correspondente ao canal que deseja


habilitar;

• Na coluna "Efetivo" defina qual registro livre será utilizado como efetivo de temperatura para
cada canal, individualmente.

Cada canal pode ser habilitado individualmente. Somente os canais habilitados


serão atualizados durante a varredura.
OBSERVAÇÃO

Habilitação dos parâmetros PID (Recurso para o driver MPC4004R):

 Na coluna "Hab.PID" dê um clique sobre a célula correspondente ao canal que deseja habilitar
o controle PID.

O controle PID pode ser habilitado individualmente para cada canal. Por exemplo:
posso ter todos os canais de temperatura da placa habilitados, mas somente um
OBSERVAÇÃO controlado por PID.

Definição dos parâmetros PID (Recurso para o driver MPC4004R):

Cada parâmetro a ser configurado possui uma célula a ser preenchida. A edição das células só é
permitida após habilitar o PID do canal que deseja controlar.

Abaixo são mostrados os ranges para cada umas das células:

Preset: 400 a DFFE

Saída: 400 a DFFE

Banda: 2 a 25,0 ºC

Ks: 0 a 100 %

Kp: 0 a 100 %

Ki: 0 a 100 repetições por minuto

Kd: 0 a 25 segundos

Tempo: 0 a 25 segundos

EI Aquecimento: 0000 a 03FF , E000 a EFFF

EI Overshoot: 0000 a 03FF , E000 a EFFF

EI Ruptura: 0000 a 03FF , E000 a EFFF

EI Soft Start: 0000 a 03FF , E000 a EFFF

30
PRÁTICA COM O WINSUP

Valor Soft Start: 0 a 250

Termopar Invertido: 0000 a 03FF , E000 a EFFF

Termopar Aberto: 0000 a 03FF , E000 a EFFF

Definição das funções e registros para controle de temperatura:

SET POINT OU PRESET - temperatura programada no controlador, é a temperatura que se quer


atingir.

EFETIVO - temperatura lida pelo cartão do CP, temperatura real.

BANDA - região onde ocorrerá o controle de temperatura (0 a 25,5 ºC ). Abaixo da banda as


resistências estão ligadas e acima da banda desligadas.

TEMPO - valor em segundos, para cálculo do período da saída PWM (2 a 25 segundos). Desta forma
se tivermos um tempo de 4 seg., com uma S = 50%, teremos a saída digital 2 seg. ligada (Ton) e 2
seg. desligada (Toff).

 IMPORTANTE
Caso o cálculo de Ton ou Toff seja menor que 1 seg., será mantido o tempo mínimo
de 1 seg. e recalculado o outro termo, para manter a proporcionalidade.

• 5.6 - Exclusão e Substituição de Expansões


• 5.6.1 - Excluindo uma expansão:
Para excluir uma placa do bastidor, siga os seguintes passos:

• Na Tabela de Expansões ou no Bastidor, clique com o botão direito sobre a placa que deseja
excluir;

• No menu que se abre escolha a opção "Excluir Hardware";

• Uma mensagem confirmará se a placa selecionada realmente deve ser excluída, para
confirmar, selecione "Sim".

• 5.6.2 - Substituindo uma expansão:


Para substituir uma expansão por outra, siga os seguintes passos:

1. Na guia "Expansões" da Configuração de Hardware, clique no botão Configurar;

2. Na Árvore de Expansões, escolha a placa que deseja substituir;

3. Na Tabela de Expansões, clique sobre a placa a ser substituída;

4. Dê um duplo-clique sobre a placa selecionada na Árvore de Expansões

5. Uma mensagem confirmará se a placa do bastidor realmente deve ser substituída, para
confirmar, selecione "Sim";

31
PRÁTICA COM O WINSUP

Para movimentar uma placa no bastidor, sem precisar excluí-la, utilize um dos procedimentos
abaixo:

• No Bastidor, clique sobre a placa que deseja movimentar e arraste-a para um slot livre.
Arrastar a placa para um slot ocupado é interpretado como uma substituição, e uma janela abrirá
perguntando se a placa realmente deve ser substituída. Para confirmar a ação, clique em "Sim";

• Na Tabela de Expansões clique sobre a placa que deseja movimentar e arraste-a para um slot
livre. Arrastar a placa para um slot ocupado é interpretado como uma substituição, e uma janela
abrirá perguntando se a placa realmente deve ser substituída. Para confirmar a ação, clique em
"Sim".

Ao movimentar uma placa para um outro slot do bastidor, sua configuração é mantida,
não sendo necessário reconfigurá-la.
OBSERVAÇÃO

32
PRÁTICA COM O WINSUP

6 - Passo 3: Configuração da Taxa de Comunicação Serial


Os CLP’s Atos possuem na CPU, até dois canais de comunicação serial: canal A: (RS232) e canal B
(RS485).
Os dois canais podem ser utilizados simultaneamente, com taxas de comunicação e protocolos
diferentes, variando de 1200bps a 57600bps.
A taxa de comunicação irá determinar a velocidade com que a comunicação entre o CLP e o
dispositivo a ele conectado irá ocorrer.
A Taxa de Comunicação dos canais seriais do CLP são programadas na guia Geral da janela
configurações de Hardware, nos campos mostrados abaixo:

Figura 46 - Janela de Configuração da Conexão

• 6.1 - Configurando a comunicação para o APR03:


O protocolo APR03, desenvolvido pela Atos e utilizado em todos os seus equipamentos permite que o
baud rate de cada canal seja configurado individualmente, tendo a seguinte especificação: Paridade
fixa em Nenhuma, o Tamanho do dado fixo em 8 bits e utilizando sempre 1 Stop bit.

• 6.2 - Configurando a comunicação para o Modbus:


O protocolo Modbus, criado pela Modicom, está disponível nos dois canais de comunicação do CLP,
possuindo baud rate configurável individualmente para cada canal. O número de stop bits está
diretamente relacionado ao fato de se estar ou não utilizando paridade. Quando não se utiliza paridade
(o campo deve permanecer na opção Nenhuma), o número de stop bits é pode ser configurável. Ao se
utilizar paridade PAR ou ÍMPAR o número de stop bits passa a ser 1. O Tamanho do dado é fixo em 8
bits.

• 6.3 - Configurando a comunicação para o modo


PRINT:
A taxa de Print está disponível nos dois canais de comunicação do CLP, podendo configurar seu baud
rate individualmente para cada canal. O tamanho do dado e o número de stop bits podem ser
configuráveis, mas utilizando paridade com o tamanho dado em 8 bits, o número de stop bits é fixado
em 1.

7 - Passo 4: Configuração dos Recursos do Controlador.

33
PRÁTICA COM O WINSUP

Na janela Configurações de Hardware, têm acesso rápido a todos os parâmetros e objetos da


configuração do CLP, englobando desde as placas de expansão do bastidor até às telas da IHM,
passando por diversos outros recursos.

Para acessar a janela Configuração de Hardware, há 3 modos diferentes:

• Acione o botão Configuração de Hardware ;


• No menu Projeto, selecione a opção Configurar;
• Pressione as teclas de atalho Shift+F8.

Figura 47 - Guia Geral – Configuração de Hardware

Detalhamento dos Recursos do WinSup:

• 7.1 - Página protegida por Flash:


Este recurso (disponível somente no driver MPC4004G) possibilita a cada inicialização do CLP,
recuperar uma região de dados previamente salva na memória flash.
Para configurar esse recurso, selecione a opção "Página protegida por Flash", na guia Geral da janela
Configuração de Hardware, e em seguida acione o botão "Opções".

A seguinte janela se abrirá:

34
PRÁTICA COM O WINSUP

Figura 48 - Tela Página protegida por Flash

Descrição dos campos:

Endereço da Página:
Define a página onde os dados serão protegidos na memória Flash.

EI que habilita gravação:


Define qual EI será utilizado para gravar os dados apontados no campo "Endereço da Página".

Quantidade de bytes:
Define o número de bytes que serão protegidos na flash, a partir do endereço apontado no campo
"Endereço da Página" (valores válidos entre 1 e 254).

Exemplo de Utilização

O exemplo abaixo mostra como proteger os valores de presets dos temporizadores/contadores


presentes na CPU.

Figura 49 - Exemplo de utilização da página protegida por Flash

Quando o EI 206h for acionado, através de um MONOA ou MONOD, os 63 bytes a partir do endereço
400h serão armazenados na memória flash. A partir deste momento, a cada inicialização do CLP, os
dados salvos serão carregados novamente na página escolhida.
Para desabilitar este recurso, desmarque a opção "Página protegida por Flash", na guia Geral da
janela Configuração de Hardware.

35
PRÁTICA COM O WINSUP

• 7.2 - Habilita contador/temporizador 33 a 48


Este recurso, disponível somente para CPU's dos drivers MPC4004R e MPC4004T, habilita a
utilização de outros 16 contadores/temporizadores.
Para configurar esse recurso, selecione a opção "Habilita contador/temporizador 33 a 48", na guia
Geral da janela Configuração de Hardware, e em seguida acione o botão "Opções".

A seguinte janela se abrirá:

Figura 50 - Tela Habilita contador/temporizador 33 a 48

Descrição dos campos:

Preset: Definição do primeiro endereço de preset a ser utilizado. Todos os outros presets virão em
seqüência. Este endereço pode ser configurado pelo usuário, podendo ser utilizado qualquer registro
livre do CLP.

Efetivo: Definição do primeiro endereço de efetivo a ser utilizado. Todos os outros efetivos virão em
seqüência. Este endereço pode ser configurado pelo usuário, podendo ser utilizado qualquer registro
livre do CLP;

EI: Definição do primeiro EI a ser utilizado. Todos os outros EI's virão em seqüência. Este endereço
pode ser configurado pelo usuário, podendo ser utilizado qualquer estado interno da página 200 como
EI inicial.

A configuração mostrada na figura acima é padrão toda vez que se abre à janela de
opções pela primeira vez. Qualquer registro/EI livre pode ser utilizado nestes campos,
OBSERVAÇÃO
desde que existam registros/EI’s subseqüentes suficientes para todos os
temporizadores/contadores existentes.

• 7.3 - Habilita comparação de máximos e mínimos


Esse recurso, disponível somente para CPU's dos drivers MPC4004R e MPC4004T, executa a
comparação de um registro qualquer, chamado de "Efetivo", com outros dois registros (também
configuráveis) chamados de "End. Mínimo" e "End. Máximo" durante a varredura. Podem ser
realizadas até 76 comparações.
Os registros "End. Mínimo" e "End. Máximo" possuem, cada um, um EI associado. A partir do
momento que o efetivo igualar-se, ou encontrar-se abaixo do valor estabelecido no registro "End.
Mínimo" o EI associado a esse registro será acionado, da mesma maneira que se o efetivo igualar-se,
ou encontrar-se acima do valor estabelecido no registro "End. Máximo" o EI associado a esse registro
também será acionado.
Cada linha, chamada de ID é independente, podendo ser configurados livremente os registros/EI's
utilizados em cada campo de cada ID.

36
PRÁTICA COM O WINSUP

Para configurar esse recurso, selecione a opção "Habilita comparação de máximos e mínimos", na
guia Geral da janela Configuração de Hardware, e em seguida acione o botão "Opções".

A seguinte janela será aberta:

Figura 51 - Tela Habilita comparação de máximos e mínimos

Definição das colunas

ID: Cada linha representa uma comparação de um efetivo a ser realizada. O número máximo de ID's
disponíveis é de 76.

Efetivo: Este é o endereço do registro a ser comparado. Este endereço pode ser configurado pelo
usuário, podendo ser utilizado qualquer registro do CLP.

End. Mínimo: Endereço do registro que deverá conter o valor mínimo a ser comparado com o efetivo.
Este endereço pode ser configurado pelo usuário, podendo ser utilizado qualquer registro livre do CLP.

End. Máximo: Endereço do registro que deverá conter o valor máximo a ser comparado com o efetivo.
Este endereço pode ser configurado pelo usuário, podendo ser utilizado qualquer registro livre do CLP;

EI Mínimo: O EI definido neste campo será acionado quando o valor do efetivo for menor ou igual ao
valor contido no registro definido no campo "End. Mínimo". Este endereço pode ser configurado pelo
usuário, podendo ser utilizado qualquer Estado Interno auxiliar do CLP.

EI Máximo: O EI definido neste campo será acionado quando o valor do efetivo for maior ou igual ao
valor contido no registro definido no campo "End. Máximo". Este endereço pode ser configurado pelo
usuário, podendo ser utilizado qualquer Estado Interno auxiliar do CLP.

37
PRÁTICA COM O WINSUP

Exemplo de utilização:

Observe a configuração realizada na figura ao lado:

Figura 52 - Exemplo de utilização da Comparação de máximos e mínimos

ID1

Utilizando os registros 800h, 900h e 902h respectivamente como efetivo, endereço de mínimo e
endereço de máximo, respectivamente, e com os EI's mínimo e máximo definidos como 180h e 181h,
respectivamente, pode-se observar a seguinte representação:

Quando o conteúdo do registro efetivo (800h) for igual ou menor que o valor de mínimo (armazenado
no registro 900h), o EI 180h será acionado e o EI 181 será desacionado.
Quando o conteúdo do registro efetivo (800h) for maior que o valor de mínimo (armazenado no registro
900h) e menor que o valor de máximo (armazenado no registro 902h), os EI's 180h e 181h serão
desacionados.
Quando o conteúdo do registro efetivo (800h) for igual ou maior que o valor de máximo (armazenado
no registro 902h), o EI 180h será desacionado e o EI 181 será acionado.

• 7.4 - Habilita comparação automática de registros


• 7.4.1 - Habilita Comparação Automática de Registros nos drivers: MPC4004 e
MPC4004G

Esse recurso executa a comparação de um registro (efetivo) com uma seqüência de outros registros
(presets) automaticamente.
Cada preset possui um EI associado, que sinaliza o resultado da comparação

Assim que o registro escolhido atingir o valor do primeiro preset, o primeiro EI sinalizará; quando atingir
o valor do segundo preset, o segundo EI sinalizará, e assim por diante.

Para configurar esse recurso, selecione a opção "Habilita comparação automática de registros", na
guia Geral da janela Configuração de Hardware, e em seguida acione o botão"Opções".

38
PRÁTICA COM O WINSUP

Essa janela possui 4 campos:

Preset Inicial: Esse é o endereço do primeiro registro de preset; todos os outros presets virão em
seqüência. Esse endereço não pode ser modificado.

EI inicial: Endereço do primeiro EI de comparação. Cada registro de preset está associado a um EI,
que sinaliza o resultado da comparação. Essa associação é direta: o primeiro preset está associado ao
primeiro EI; o segundo preset ao segundo EI, etc.

Estado Interno OFF = preset > registro


Estado Interno ON = preset <= registro

O endereço do primeiro EI pode ser configurado pelo usuário.

Registro Inicial: Este é o endereço do primeiro registro. Os outros efetivos serão alocados em
seqüência. É possível utilizar até 12 efetivos diferentes. Esse endereço pode ser configurado pelo
usuário, podendo ser utilizado qualquer seqüência de registros livres do CLP.

Número de Presets: Nesse campo, é definido o número de presets que serão associados a cada
registro. Assim, se configuramos 5 presets no primeiro canal, os primeiros cinco presets serão
associados ao primeiro registro definido pelo usuário, e o sexto preset da seqüência original será o
primeiro preset do segundo registro.
Para desabilitar um registro, basta programar zero presets no mesmo, que todos os canais
subseqüentes serão desabilitados.

O número máximo de presets/Estados Internos de Comparação é de 64.

Figura 53 - Tela Habilita comparação automática de registros – drivers: MPC4004 e MPC4004G

39
PRÁTICA COM O WINSUP

• 7.4.2 - Habilita Comparação Automática de Registros nos drivers: MPC4004R


e MPC4004T

Esse recurso executa a comparação de um registro (efetivo) com uma seqüência de outros registros
(presets) automaticamente.
Cada preset possui um EI associado, que sinaliza o resultado da comparação.
Assim que o registro escolhido atingir o valor do primeiro preset, o primeiro EI sinalizará; quando atingir
o valor do segundo preset, o segundo EI sinalizará, e assim por diante.
Para configurar esse recurso, selecione a opção "Habilita comparação automática de registros", na
guia Geral da janela Configuração de Hardware, e em seguida acione o botão "Opções".

A seguinte janela será aberta:

Figura 54 - Tela Habilita comparação automática de registros – drivers: MPC4004R e MPC4004T

Definição das colunas

Grupo: Cada grupo representa um efetivo e uma seqüência de presets que deseja comparar. O
número máximo de grupos é de 64.

Hab. varr.: Habilita grupo na varredura. Quando selecionado, a comparação para este grupo será
realizada durante a varredura.

Hab. Int1: Habilita grupo da Int1. Quando selecionado, a comparação para este grupo será realizada
no programa de Int1.

Hab. Int2: Habilita grupo da Int2. Quando selecionado, a comparação para este grupo será realizada
no programa de Int2.

Efetivo: Este é o endereço do registro a ser comparado. Esse endereço pode ser configurado pelo
usuário, podendo ser utilizado qualquer registro do CLP.

Preset: Este é o endereço do primeiro registro de preset; todos os outros presets do grupo virão em
seqüência. Esse endereço pode ser configurado pelo usuário, podendo ser utilizado qualquer registro
livre do CLP.

40
PRÁTICA COM O WINSUP

EI: Endereço do primeiro Estado Interno de comparação do grupo. Cada registro de preset está
associado a um EI, que sinaliza o resultado da comparação. Essa associação é direta: o primeiro
preset está associado ao primeiro EI; o segundo preset ao segundo EI, etc.

Estado Interno OFF = Valor do Preset > Valor do Efetivo


Estado Interno ON = Valor do Preset <= Valor do Efetivo

Este endereço pode ser configurado pelo usuário, podendo ser utilizado qualquer seqüência de EI's
auxiliares do CLP.

Quantidade: Nesse campo, é definido o número de comparações que serão associados a cada efetivo
do grupo. O número máximo de comparações possíveis é de 256 na varredura, 32 no programa de
Int1 e 32 no programa de Int2.
Contadores de presets mostram a quantidade de EI's utilizados em cada parte do programa. Eles
encontram-se abaixo da tabela de configuração.

Exemplo de utilização

Observe a configuração realizada na figura abaixo:

Figura 55 - Exemplo de utilização de comparação automática de registros

GRUPO1

Habilitado somente na varredura, utiliza o registro 1000h como primeiro preset e o EI 300h como
primeiro EI de resultado, com a célula "Quantidade" com o valor 5, pode-se dizer que o efetivo A000h
será comparado com os presets 1000h, 1002h...... 1008h. Quando o valor do efetivo (A000h) alcançar
o valor armazenado em algum dos presets do grupo, o respectivo EI deste preset será acionado,
seguindo a relação abaixo:
Efetivo Preset EI correspondente
A000h 1000h 300h
A000h 1002h 301h
A000h 1004h 302h
A000h 1006h 303h
A000h 1008h 304h

41
PRÁTICA COM O WINSUP

Note que logo após preencher a célula "Quantidade" para o GRUPO1, o contador de
OBSERVAÇÃO
comparações na varredura passa a mostrar este mesmo valor, referente ao total de
comparações programadas na varredura.

GRUPO2

Habilitado somente na Int1, utiliza o registro 1100h como primeiro preset e o EI 250h como primeiro EI
de resultado, com a célula "Quantidade" com o valor 7, pode-se dizer que o efetivo A100h será
comparado com os presets 1100h, 1102h...... 110Ch. Quando o valor do efetivo (A100h) alcançar o
valor armazenado em algum dos presets do grupo, o respectivo EI deste preset será acionado,
seguindo a relação abaixo:

Efetivo Preset EI correspondente


A100h 1100h 250h
A100h 1102h 251h
A100h 1104h 252h
A100h 1106h 253h
A100h 1108h 254h
A100h 110Ah 255h
A100h 110Ch 256h

Note que logo após preencher a célula "Quantidade" para o GRUPO2, o contador de
comparações na Int1 passa a mostrar este mesmo valor, referente ao total de
OBSERVAÇÃO
comparações programadas na Int1.

GRUPO3

Habilitado somente na Int2, utiliza o registro 2510h como primeiro preset e o EI E000h como primeiro
EI de resultado, com a célula "Quantidade" com o valor 8, pode-se dizer que o efetivo B000h será
comparado com os presets 2510h, 2512h...... 251Eh. Quando o valor do efetivo (B000h) alcançar o
valor armazenado em algum dos presets do grupo, o respectivo EI deste preset será acionado,
seguindo a relação abaixo:

Efetivo Preset EI correspondente


B000h 2510h E000h
B000h 2512h E001h
B000h 2514h E002h
B000h 2516h E003h
B000h 2518h E004h
B000h 251Ah E005h
B000h 251Ch E006h
B000h 251Eh E007h

Note que logo após preencher a célula "Quantidade" para o GRUPO3, o contador de
comparações na Int2 passa a mostrar este mesmo valor, referente ao total de
OBSERVAÇÃO
comparações programadas na Int2.

42
PRÁTICA COM O WINSUP

GRUPO4

Habilitado no programa de Int1 e Int2, utiliza o registro 3000h como primeiro preset e o EI EF00h como
primeiro EI de resultado, com a célula "Quantidade" com o valor 20, pode-se dizer que o efetivo C000h
será comparado com os presets 3000h, 3002h...... 3026h. Quando o valor do efetivo (C000h) alcançar
o valor armazenado em algum dos presets do grupo, o respectivo EI deste preset será acionado,
seguindo a relação abaixo:

Efetivo Preset EI correspondente Efetivo Preset EI correspondente


C000h 3000h EF00h C000h 3014h EF0Ah
C000h 3002h EF01h C000h 3016h EF0Bh
C000h 3004h EF02h C000h 3018h EF0Ch
C000h 3006h EF03h C000h 301Ah EF0Dh
C000h 3008h EF04h C000h 301Ch EF0Eh
C000h 300Ah EF05h C000h 301Eh EF0Fh
C000h 300Ch EF06h C000h 3020h EF10h
C000h 300Eh EF07h C000h 3022h EF11h
C000h 3010h EF08h C000h 3024h EF12h
C000h 3012h EF09h C000h 3026h EF13

Note que logo após preencher a célula "Quantidade" para o GRUPO4, os contadores
de comparação na Int1 e Int2 passam a mostrar a soma total de comparações
OBSERVAÇÃO
utilizadas em cada uma das interrupções.

• 7.5 - Habilita movimentação de dados através de EI


• 7.5.1 - Habilita Movimentação de dados através de EI nos drivers: MPC4004 e
MPC4004G

Esse recurso associa uma seqüência de Estados Internos a uma seqüência de registros (preset´s).
Quando um desses EI's é acionado, o valor do preset associado a esse EI é colocado no destino
escolhido pelo programador.
Se mais de um EI associado a um mesmo registro-destino estiver acionado, o valor do preset do
menor EI será colocado no destino. Se nenhum EI estiver acionado, o valor contido no registro-efetivo
será sempre 0 (zero).
Para configurar esse recurso, selecione a opção "Habilita movimentação de dados através de EI", na
guia Geral da janela Configuração de Hardware, e em seguida acione o botão "Opções".

Essa janela possui 4 campos:

Preset Inicial: Esse é o endereço do primeiro registro de preset; todos os outros presets virão em
seqüência. Esse endereço não pode ser modificado.
EI inicial: Endereço do primeiro Estado Interno. Cada registro de preset está associado a um Estado
Interno. Essa associação é direta: o primeiro preset está associado ao primeiro EI; o segundo preset
ao segundo EI, e assim por diante. O endereço do primeiro EI pode ser configurado pelo usuário.

43
PRÁTICA COM O WINSUP

Registro Inicial: Este é o endereço do primeiro registro-destino escolhido pelo usuário. Os outros
registros serão alocados em seqüência. É possível utilizar até 12 registros diferentes. Esse endereço
pode ser configurado pelo usuário, podendo ser utilizado qualquer seqüência de registros livres do
CLP.
Número de Presets: Nesse campo, é definido o número de presets que serão associados a cada
registro. Assim, se configuramos 5 presets no primeiro canal, os primeiros cinco presets serão
associados ao primeiro registro definido pelo usuário, e o sexto preset da seqüência original será o
primeiro preset do segundo registro. Neste mesmo exemplo, quando o sexto EI for acionado, o valor
do sexto preset será colocado no segundo registro.Para desabilitar um registro, basta programar zero
presets no mesmo. Todos os canais subseqüentes serão desabilitados.
O número máximo de presets/Estados Internos é de 64.

Figura 56 - Tela Habilita movimentação de dados através de EI – drivers: MPC4004 e MPC4004G

• 7.5.2 - Habilita Movimentação de dados através de EI nos drivers: MPC4004R


e MPC4004T

Esse recurso associa uma seqüência de Estados Internos a uma seqüência de registros (origens).
Quando um desses EI's é acionado, o valor de origem associado a esse EI é colocado no destino
escolhido pelo programador.
Se mais de um EI associado a um mesmo registro-destino estiver acionado, o valor do preset do
menor EI será colocado no destino. Se nenhum EI estiver acionado, o valor contido no registro-efetivo
será sempre 0 (zero).
Para configurar esse recurso, selecione a opção "Habilita movimentação de dados através de EI", na
guia Geral da janela Configuração de Hardware, e em seguida acione o botão "Opções".

44
PRÁTICA COM O WINSUP

A seguinte janela será aberta:

Figura 57 - Tela Habilita movimentação de dados através de EI – drivers: MPC4004R e MPC4004T

Definição das colunas:

Grupo: Cada grupo representa um destino e uma seqüência de registros-origem que deseja
movimentar. O número máximo de grupos é de 64.

Hab. varr.: Habilita grupo na varredura. Quando selecionado, a movimentação para este grupo será
realizada durante a varredura.

Hab. Int1: Habilita grupo da Int1. Quando selecionado, a movimentação para este grupo será realizada
no programa de Int1.

Hab. Int2: Habilita grupo da Int2. Quando selecionado, a movimentação para este grupo será realizada
no programa de Int2.

Origem: Este é o endereço do primeiro registro de origem; todos os outros registros de origem do
grupo virão em seqüência. Esse endereço pode ser configurado pelo usuário, podendo ser utilizado
qualquer seqüência de registros livres do CLP.

Destino: Este é o endereço de destino da movimentação de dados. Este endereço pode ser
configurado pelo usuário, podendo ser utilizado qualquer registro do CLP.

EI: Endereço do primeiro EI de movimentação de dados. Cada registro de origem está associado a um
EI, que habilita a movimentação dos dados da sua origem para o registro de destino do grupo. Essa
associação é direta: o primeiro registro de origem está associado ao primeiro EI; o segundo registro ao
segundo EI, etc. Este endereço pode ser configurado pelo usuário, podendo ser utilizado qualquer
seqüência de EI's auxiliares do CLP.

Quantidade: Nesse campo, é definido o número de registros-origem que estão associados ao registro-
destino do grupo. O número máximo de movimentações possíveis é de 256 na varredura, 32 no
programa de Int1 e 32 no programa de Int2.
Contadores de movimentação mostram a quantidade de movimentações programadas em cada parte
do programa. Eles encontram-se abaixo da tabela de configuração.

45
PRÁTICA COM O WINSUP

Exemplo de utilização

Observe a configuração realizada na figura abaixo:

Figura 58 - Exemplo de utilização de movimentação de dados através de EI

GRUPO1

Habilitado somente na varredura, utiliza o registro 5000h como primeiro registro de origem e o EI 270h
como primeiro EI de movimentação, com a célula "Quantidade" com o valor 6, pode-se dizer que
quando o EI 270h for acionado, o conteúdo do registro 5000h (origem) será copiado para o registro de
destino (8000h) do grupo. Para cada EI (dentro do conjunto de EI's utilizados pelo GRUPO1) acionado,
um determinado registro-origem terá seu conteúdo copiado para o registro de destino (8000h) do
grupo. A tabela abaixo relaciona os EI's com seus respectivos registros:

EI Origem Destino
270h 5000h 8000h
271h 5002h 8000h
272h 5004h 8000h
273h 5006h 8000h
274h 5008h 8000h

Note que logo após preencher a célula "Quantidade" para o GRUPO1, o contador de
movimentações na varredura passa a mostrar este mesmo valor, referente ao total de
OBSERVAÇÃO
movimentações automáticas programadas na varredura.

GRUPO2

Habilitado somente na Int1, utiliza o registro 6000h como primeiro registro de origem e o EI 300h como
primeiro EI de movimentação, com a célula "Quantidade" com o valor 10, pode-se dizer que quando o
EI 300h for acionado, o conteúdo do registro 6000h (origem) será copiado para o registro de destino
(9000h) do grupo. Para cada EI (dentro do conjunto de EI's utilizados pelo GRUPO2) acionado, um
determinado registro-origem terá seu conteúdo copiado para o registro de destino (9000h) do grupo. A
tabela abaixo relaciona os EI's com seus respectivos registros:

46
PRÁTICA COM O WINSUP

EI Origem Destino
300h 6000h 9000h
301h 6002h 9000h
302h 6004h 9000h
303h 6006h 9000h
304h 6008h 9000h
305h 600Ah 9000h
306h 600Ch 9000h
307h 600Eh 9000h
308h 6010h 9000h
309h 6012h 9000h

Note que logo após preencher a célula "Quantidade" para o GRUPO2, o contador de
movimentações na Int1 passa a mostrar este mesmo valor, referente ao total de
OBSERVAÇÃO
movimentações automáticas programadas na Int1.

GRUPO3

Habilitado somente na Int2, utiliza o registro A550h como primeiro registro de origem e o EI E400h
como primeiro EI de movimentação, com a célula "Quantidade" com o valor 5, pode-se dizer que
quando o EI E400h for acionado, o conteúdo do registro A550h (origem) será copiado para o registro
de destino (C100h) do grupo. Para cada EI (dentro do conjunto de EI's utilizados pelo GRUPO3)
acionado, um determinado registro-origem terá seu conteúdo copiado para o registro de destino
(C100h) do grupo. A tabela abaixo relaciona os EI's com seus respectivos registros:

EI Origem Destino
E400h A550h C100h
E401h A552h C100h
E402h A554h C100h
E403h A556h C100h
E404h A558h C100h

Note que logo após preencher a célula "Quantidade" para o GRUPO3, o contador de
movimentações na Int2 passa a mostrar este mesmo valor, referente ao total de
OBSERVAÇÃO
movimentações automáticas programadas na Int2.

GRUPO4

Habilitado na varredura e no programa de Int2, utiliza o registro 900h como primeiro registro de origem
e o EI 3A0h como primeiro EI de movimentação, com a célula "Quantidade" com o valor 20, pode-se
dizer que quando o EI 3A0h for acionado, o conteúdo do registro 900h (origem) será copiado para o
registro de destino (1000h) do grupo. Para cada EI (dentro do conjunto de EI's utilizados pelo
GRUPO4) acionado, um determinado registro-origem terá seu conteúdo copiado para o registro de
destino (1000h) do grupo. A tabela abaixo relaciona os EI's com seus respectivos registros:

47
PRÁTICA COM O WINSUP

EI Origem Destino EI Origem Destino


3A0h 900h 1000h 3AAh 914h 1000h
3A1h 902h 1000h 3ABh 916h 1000h
3A2h 904h 1000h 3ACh 918h 1000h
3A3h 906h 1000h 3ADh 91Ah 1000h
3A4h 908h 1000h 3AEh 91Ch 1000h
3A5h 90Ah 1000h 3AFh 91Eh 1000h
3A6h 90Ch 1000h 3B0h 920h 1000h
3A7h 90Eh 1000h 3B1h 922h 1000h
3A8h 910h 1000h 3B2h 924h 1000h
3A9h 912h 1000h 3B3h 926h 1000h

Note que logo após preencher a célula "Quantidade" para o GRUPO4, os contadores de
movimentação na varredura e no programa de Int2 passam a mostrar a soma total de
OBSERVAÇÃO
movimentações automáticas utilizadas em cada região.

• 7.6 - Configura Leitura de Caracter através do canal


serial
Este recurso permite ao usuário ler caracteres de um dispositivo externo, como leitor de código de
barras, servo motores,retorno de conexão com modem etc.

• 7.7 – Habilita programa de interrupção 1


O programa Int1 é o programa da interrupção 1, que tem como finalidade executar o programa
elaborado na pasta Int1 – item Programas, sempre que um determinado evento físico ocorrer.

Quando um programa de interrupção é chamado, a execução do scan (varredura)


é interrompida, e o programa de interrupção é executado. Esse procedimento é


adotado em situações que exijam do CLP uma ação imediata, independente do
ponto do scan (varredura) em que o CLP está. Tão logo o programa de interrupção
é executado, a CPU volta ao ponto em que havia interrompido o scan (varredura).

IMPORTANTE

O programa Int1 tem prioridade sobre a Int2, isso significa que se por algum motivo a Int2 estiver
rodando e ocorrer uma interrupção na Int1 o programa da Int2 será interrompido, o programa da Int1
será executada e ao final, a interrupção retornará para onde a Int2 havia parado.

• 7.8 – Habilita programa de interrupção 2.


O programa Int2 é o programa da interrupção 2, que tem como finalidade executar o programa
elaborado na pasta Int2 – item Programas, periodicamente, de acordo com o intervalo definido pelo
usuário em Configuração de Hardware.

48
PRÁTICA COM O WINSUP

7.9
• - Instrução CMP com EI ligado quando
desabilitado
A instrução CMP utiliza três Estados Internos para indicar o resultado da comparação: 0F8h, 0F9h e
0FAh. Existem duas situações possíveis ao executar-se uma linha com uma instrução CMP
desabilitada: os três EI's de comparação são resetados ou permanecem inalterados.

Com a opção "Instrução CMP ligado com EI desabilitado" habilitada, os EI's de comparação
permanecem inalterados, com o resultado da última comparação realizada.
Com a opção "Instrução CMP ligado com EI desabilitado" desabilitada, os EI's de comparação serão
resetados.
• 7.10 - Habilita EI’s 022 a 02F para uso do sistema
Recurso disponível para os drivers MPC4004, MPC4004G, MPC4004R e MPC4004T.
Quando habilitado, reserva a seqüência de EI's compreendidos entre 022h a 02Fh para utilização do
firmware;
Quando esta opção estiver habilitada seus estados internos não devem ser utilizados no programa de
usuário.
Este recurso deve ser habilitado quando utiliza-se Modbus na RS232. Os outros EI's estão reservados
para futuras implementações.

• 7.11 - Watchdog timer habilitado


O circuito Watchdog Timer monitora o intervalo entre os scans do CLP, reinicializando o controlador
caso esse tempo ultrapasse 370 ms. Evita-se assim a interrupção do processo por uma eventual lógica
de malha morta no programa.
Desmarcando a opção "Watchdog timer habilitado", na Guia Geral da janela de Configuração de
Hardware este recurso de segurança é desabilitado.

A desabilitação deste recurso não é recomendada.

Figura 59 – Tela Watch dog timer habilitado


• 7.12 - Habilita motor de passo
A série MPC4004 permite o acionamento de 1 motor de passo de 4 fases X 2 A , podendo ser ligado
diretamente nas saídas do controlador.

49
PRÁTICA COM O WINSUP

8 - Passo 5: Elaboração do Programa de Usuário


Através do Gerenciador de Projetos, selecione o item Programas e o sub-menu Principal.
Selecionando as instruções de programação dispostas na barra de ferramentas à esquerda da tela
construa a lógica conforme desejado.

Figura 60 - Editor de Ladder

• 8.1 - Barra de Ferramentas Ladder

Figura 61 – Barra de Ferramentas Ladder

• 8.1.1 - Descrição dos símbolos das instruções de programação:

Todas as instruções de programação deverão ser relacionadas a um ou mais operandos (endereços),


conforme descrição do funcionamento das mesmas no Manual Dware.

50
PRÁTICA COM O WINSUP

Endereça um bit de uma word

• 8.2 - Comentário de Operandos


Através da ferramenta de Comentário de Operandos, é possível colocar uma breve descrição, de até
60 caracteres, de cada um dos registros/EI’s do projeto, facilitando uma posterior análise.
O comentário será exibido sempre que o cursor se posicionar sobre uma instrução que utilize este
mesmo operando, na barra de status da janela da rotina.

Para inserir um comentário em um operando, há 3 modos diferentes:

• No menu Projeto, acesse a opção Comentários de Operandos. Na janela que se abre, localize
o endereço do operando e digite a descrição do mesmo na coluna Comentário.

51
PRÁTICA COM O WINSUP

• Na barra de ferramentas do WinSUP, acione o botão . Na janela que se abre, localize o


endereço do operando e digite a descrição do mesmo na coluna Comentário.

Figura 62 - Campo Comentário de Operando

• No modo de edição, pressionar as teclas Shift+F10. Na janela que se abre, localize o endereço
do operando e digite a descrição do mesmo na coluna Comentário.

Figura 63 - Janela de Comentário de Operandos

52
PRÁTICA COM O WINSUP

9 - Passo 6: Definição e recursos da IHM paralela


Na guia Configuração da IHM, da janela de Configuração de Hardware, tem acesso às ferramentas
para criar, deletar e configurar telas, funções de teclas, receitas e alarmes da IHM.

Para acessar a janela Configuração da IHM, há 3 modos diferentes:

1. Acione o botão Configuração da IHM ;


2. No menu Projeto, selecione a opção Configurar IHM;
3. Pressione as teclas de atalho Shift+F9.

Figura 64 - Guia Geral - IHM


• 9.1 - Definição da IHM
Selecionar no WINSUP, na opção Geral em “configuração da IHM” a IHM a ser utilizada, conforme
procedimento abaixo:

Após acessar a guia IHM, defina o tipo de IHM a ser utilizada. O WinSUP programa três séries
distintas de IHM:

• LCD 2x20 (IHM’s de display LCD, com 2 linhas de 20 caracteres);


• LCD 4x20 (IHM’s de display LCD, com 4 linhas de 20 caracteres);
• VFD 4x20 (IHM’s de display VFD, com 4 linhas de 20 caracteres).
O número de telas disponíveis para programação varia com o tipo de IHM utilizada:
• IHM’s 2x20 - 256 telas
• IHM’s 4x20 - 128 telas

• 9.2 - Definição de Senha


É permitida a gravação da senha para edição nas telas da IHM, ou seja, você poderá bloquear a
edição de qualquer parâmetro da máquina/processo, enquanto existir status de bloqueio.

53
PRÁTICA COM O WINSUP

Após a escolha de alguma IHM, aparecerá a opção de “senha da IHM”, onde poderá ser digitada a
senha desejada, em uma caixa de texto de até 8 caracteres (0 a 9).

IMPORTANTE
A senha da IHM funcionará somente se a seleção Habilita senha estiver marcada,
caso contrário todos os campos editáveis estarão liberados.

As janelas para configurações da IHM só serão disponibilizadas após a definição do tipo


de IHM a ser utilizada. E existe também a opção de não utilização da IHM - “nenhum”,
OBSERVAÇÃO caso não necessite utilizar uma IHM na aplicação realizada.

Assim que selecionada o tipo de IHM a ser utilizada no projeto, serão disponibilizadas as
seguintes guias:

• Guia Teclas K: Habilitação, utilização e descrição das teclas K.


• Guia Teclas F: Utilização e descrição das teclas F.
• Guia Alarmes: Como programar e utilizar os alarmes da IHM.
• Guia Receitas: Como programar e utilizar receitas via IHM.
• Guia Telas: Montagem das telas da IHM.

• 9.3 - Descrição das Guias da IHM

Guia Teclas K

As Teclas K podem ser usadas de duas maneiras diferentes:

1. Na lógica do programa Ladder.


2. Como chamada de tela.
Lógica no programa ladder: Cada tecla possui um EI relacionado dentro do mapeamento de
memória, portanto podem ser usados na lógica do programa.

Chamada de tela: A guia Teclas K possibilita ao programador sua utilização como chamada de tela,
isto é, através de um campo dentro da guia chamado tela alvo, o programador indica qual tela deverá
ser mostrada ao se pressionar a tecla desejada, podendo colocar também uma breve descrição sobre
a função do botão (máximo de 30 caracteres).

IMPORTANTE

54
PRÁTICA COM O WINSUP

Tanto em relação à utilização das teclas como EI ou como chamada de tela, deve-se sempre habilitá-
las, caso contrário elas não funcionarão.

NOTA Caso não se utilize as teclas como chamada de tela, o campo tela alvo deverá


permanecer com o valor 255 (default) que significa que não há nenhuma tela relacionada
ao respectivo botão. Todos os botões são programados individualmente podendo ser
programados de forma não seqüencial.

Figura 65 - Guia Teclas K - IHM

Guia Teclas F
As Teclas F podem ser usadas de duas maneiras diferentes:

1. Na lógica do programa Ladder.


2. Como chamada de tela.
Lógica no programa ladder: Cada tecla possuí um EI relacionado dentro do mapeamento de
memória, portanto eles podem ser usados na lógica do programa.

Chamada de tela: A guia Teclas F possibilita ao programador sua utilização como chamada de tela,
isto é, através de um campo dentro da guia chamado tela alvo, o programador indica qual tela deverá
ser mostrada ao se pressionar a tecla desejada, podendo colocar também uma breve descrição sobre
a função do botão (máximo de 30 caracteres).


IMPORTANTE 55
PRÁTICA COM O WINSUP

Devem ser levadas as mesmas considerações relacionadas nas Teclas K, mas com algumas
diferenças:

• Para se utilizar as Teclas F não é necessário habilitá-las tanto que nem sequer
existe uma seleção dando essa opção ao programador. As teclas F estão sempre
habilitadas.
• Todas as teclas F presentes na IHM estão acompanhadas de um led que
também possuí seu respectivo EI (veja quais são clicando aqui), mas não existe
nenhum intertravamento entre as teclas F e os leds. A utilização desses leds fica
a cargo da necessidade do programador.

NOTA Caso não se utilizem as teclas como chamada de tela, o campo tela alvo deverá
permanecer com o valor 255 (default) que significa que não há nenhuma tela

 relacionada ao respectivo botão.


Todos os botões são programados individualmente podendo ser programados de
forma não seqüencial.

Figura 66 - Guia Teclas F - IHM

Alarmes da IHM

A função Alarmes da guia IHM permite ao programador alertar, através de mensagens na tela da IHM,
a ocorrência de alarmes/alertas ocorridos na máquina ou processo.

O recurso de alarmes associa um estado interno com uma tela (podendo conter apenas textos nas
telas). Quando o estado interno estiver ligado, a tela correspondente será exibida. Podendo também
associar uma seqüência de estados internos a uma seqüência de telas.

Abaixo estão descritos os campos a serem preenchidos:

56
PRÁTICA COM O WINSUP

• Endereço do primeiro EI de alarme: Indica qual é o primeiro estado interno da seqüência de


EI's para disparar as telas de alarme. Esse campo deve ser preenchido com um valor entre 0 e
3FF (ver memória de estados internos).
• Número da primeira tela de alarme: Indica qual é a primeira tela da seqüência de telas de
alarmes. As telas de alarmes são associadas, na seqüência direta, com os EI's de alarmes,
definidos no campo Endereço do primeiro EI de alarme.
• Número de alarmes programados: Indica quantas telas e EI's de alarmes serão utilizados, a
partir do primeiro EI/tela de alarme definido no seu respectivo campo. (Máximo de 64
alarmes.).
• Tempo de alarme ON: Define o período em que a tela de alarme será exibida durante a
intermitência. O valor default é de 1.6 segundos.
• Tempo de alarme OFF: Define o período em que a tela permanecerá apagada. O valor default
é de 1.0 segundos.
• TIMEOUT: Define o período de interrupção da exibição dos alarmes, após ser pressionada
qualquer tecla da IHM.

Figura 67 - Guia Alarmes - IHM

Receitas via IHM


Arquivo de receitas, ou gaveta, é utilizado em aplicações onde existe a necessidade de se carregar,
em endereços pré-determinados, conjuntos de parâmetros previamente configurados e armazenados
na memória do CLP.

O arquivo de receitas pode ser configurado de dois modos diferentes: através da pseudo-instrução
GAV e da função Receitas, na guia IHM.
Essa função realiza o armazenamento ou a recuperação de até oito blocos de dados (segmentos). O
conjunto de segmentos programados formará uma gaveta.

Veja o exemplo abaixo:

57
PRÁTICA COM O WINSUP

Figura 68 - Exemplo de Receitas

Utilização do arquivo de receitas: Em cada segmento, identifique o primeiro e o último byte que será
usado, respectivamente nos campos Início e Fim.

Figura 69 - Guia Receitas - IHM

58
PRÁTICA COM O WINSUP

10 - Passo 7: Programação da IHM paralela


Através do editor de telas da IHM, o usuário tem acesso a todas as ferramentas para a configuração e
confecção de telas. Para acessá-lo, siga os seguintes passos:

1. Acesse a guia IHM – Telas, na janela “Configuração do Projeto”;

Figura 70 - Guia Telas - IHM

2. Com um duplo clique sobre a lista de telas, selecione a tela que se deseja editar. O
editor de telas será aberto.

Figura 71 - Editor de Telas

59
PRÁTICA COM O WINSUP

Para inserir campos na tela da IHM, selecione o tipo de campo desejado na barra de ferramentas
lateral, e clique sobre o ponto da tela que se deseja inserir o campo.
Para alterar campos já existentes, clique sobre o campo desejado na tela. As propriedades do campo
serão automaticamente exibidas.

• 10.1 - Descrição do Editor de Telas

D E F G

Figura 72 - Descrição do Editor de Telas

A. Área de edição e visualização da tela da IHM.


Visualiza a aparência final da tela na IHM, mostrando a disposição dos campos e textos. O texto é
editado diretamente nesta área.

B. Telas de Navegação.
Na programação da tela da IHM, o programador pode associar uma tela à tecla S1 e outra à tecla
S2, habilitando a função “Possui navegação”. Ao se pressionar qualquer uma das duas teclas
enquanto esta tela estiver sendo exibida na IHM, a tela associada à tecla pressionada será
chamada.

C. Habilitação da senha na tela.


Define se a tela exigirá uma senha para permitir a utilização dos campos que alteram valores no
CLP (edição, seletora e Liga/Desliga).

60
PRÁTICA COM O WINSUP

D. Identificação.
Descrição da Tela, inserida a critério do usuário. O texto aqui digitado será exibido na lista da tela,
na coluna Descrição.

E. Bloco.

Define como serão interpretados os comandos de navegação da IHM nesta tela.

• Início: Permite a navegação para telas posteriores. Bloqueia a navegação para telas
anteriores.

• Intermediário: Permite a navegação para telas anteriores e posteriores.

• Fim: Permite a navegação para telas anteriores. Bloqueia a navegação para telas
anteriores.

• Início/Fim: Bloqueia a navegação para telas anteriores e posteriores.

F. Modo de Digitação:

Com a função texto habilitada, informa ao usuário em qual modo de digitação o sistema está
operando.

 Insert: O caractere digitado é inserido entre os caracteres já digitados,


deslocando os caracteres à sua frente.

 Overwrite: O caractere digitado sobrescreve os caracteres já digitados, a


apagando o caractere à sua frente.

G. Campos:

• Edição

• Visualização

• Seletora

• Liga/Desliga

• Bargraph

• String

• Texto

61
PRÁTICA COM O WINSUP

• 10.2 - Detalhamento dos Campos

• 10.2.1 - Campo de Edição

Cria um campo de edição de registros. Para inseri-lo na tela, clique com o mouse, na posição
desejada. O campo de edição muda o conteúdo do(s) registro(s) a ele associado.

Propriedades do campo de edição:


Campo Descrição
Endereço de memória do registro associado ao campo de edição. O campo de edição
Registro
não pode ser associado a EI’s.
Número de dígitos do campo de edição. Varia de um a oito dígitos. Ver Organização de
Dígitos
memória
Desabilita/seleciona a posição do ponto decimal exibido na tela. O CLP trabalha apenas
Ponto com números inteiros; o ponto decimal exibido na tela atua somente como máscara para
o usuário, não alterando o conteúdo do campo
Mínimo Estabelece um limite inferior para o valor editado no campo de edição
Máximo Estabelece um limite superior para o valor editado no campo de edição
Caso o número de dígitos do campo seja ímpar, seleciona quais dígitos do(s) registro(s)
Apresentação
será(ão) exibido(s).

Do tipo senha Oculta o número digitado no campo (o campo é preenchido por caracteres * )

Identificação Documentação do campo

Figura 73 - Tabela de propriedades do campo de edição


Utilizando o campo de edição:

A edição ocorrerá, quando a tecla <EDITA> da IHM for acionada (A sinalização do campo em edição é
o campo piscante). Para voltar a navegar entre campos basta acionar novamente a tecla <EDITA>,
assim também fazendo que as modificações do campo sejam automaticamente atualizadas.

Figura 74 - Campo de Edição.

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PRÁTICA COM O WINSUP

• 10.2.2 - Campo de Visualização

Cria um campo de visualização de registros. Para inseri-lo na tela, clique com o mouse, na posição
desejada.
O campo de visualização exibe o conteúdo do(s) registro(s) a ele associado.

Propriedades do campo de visualização

Campo Descrição
Endereço de memória do registro associado ao campo de visualização. O campo de
Registro
visualização não pode ser associado a EI’s
Dígitos Número de dígitos do campo de visualização. Varia de um a oito dígitos.
Desabilita/seleciona a posição do ponto decimal exibido na tela. O CLP trabalha apenas
Ponto com números inteiros; o ponto decimal exibido na tela atua somente como máscara para
o usuário.
Tipo Seleciona o tipo de codificação do conteúdo a ser exibido: BCD ou ASCII.
Máximo Estabelece um limite superior para o valor editado no campo de edição
Caso o número de dígitos do campo seja ímpar, seleciona quais dígitos do(s) registro(s)
Apresentação
será(ão) exibido(s).
Identificação Documentação do campo

Figura 75 - Tabela de propriedades do campo de visualização

Figura 76 - Campo de Visualização

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PRÁTICA COM O WINSUP

• 10.2.3 - Campo Seletora

Cria um campo do tipo seletora. Para inseri-lo na tela, clique com o mouse, na posição desejada.
Através da seletora, o usuário edita, para ON, o status de um EI da seqüência associada ao campo
seletora. Todos os outros EI’s da seqüência são automaticamente setados para OFF.
Para selecionar o EI a ser setado em ON, o usuário deverá digitar, no campo seletora, a posição em
que este EI aparece na seqüência: para setar o primeiro EI da seqüência, o número 1 deve ser
digitado no campo; para setar o segundo, o número 2, etc. Para desligar todos os EI’s da seqüência, o
usuário deverá digitar “0” no campo seletora.

Propriedades do campo seletora:

Campo Descrição
Endereço de memória do primeiro Estado Interno da seqüência associada ao campo
EI
seletora
Posições Número de Estados Internos da seqüência associada ao campo seletora. Varia de 1 a 9.
Identificação Documentação do campo

Figura 77 - Tabela de propriedades do campo seletora.

Figura 78 - Campo Seletora.

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PRÁTICA COM O WINSUP

• 10.2.4 - Campo Liga/Desliga


Cria um campo liga/desliga. Para inseri-lo na tela, clique com o mouse, na posição desejada.
O campo liga/desliga comuta, entre ON e OFF, o status do EI’s a ele associado.

Propriedades do campo Liga/Desliga:

Campo Descrição
EI Endereço de memória do Estado Interno associado ao campo liga/desliga.
Texto que será exibido na tela. O texto à esquerda está associado ao status ON, e o texto
Texto
à direita, ao status OFF.
Identificação Documentação do campo
Figura 79 - Tabela de propriedades do campo Liga/Desliga

Figura 80 - Campo Liga/Desliga.

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PRÁTICA COM O WINSUP

• 10.2.5 - Campo Bargraph

Cria um bargraph. Para inseri-lo na tela, clique com o mouse, na posição desejada.
O bargraph representa, de forma gráfica, o valor contido no registro a ele associado. A representação
pode ser feita na forma de um gráfico de barras contínuo, ou de um cursor na tela. O preenchimento
do gráfico de barras/posição do cursor varia proporcionalmente ao conteúdo do registro associado ao
bargraph, de acordo com a escala configurada.

Propriedades do campo Bargraph:

Campo Descrição
Registro Endereço de memória do registro associado ao bargraph
Tamanho Número de caracteres que o bargraph ocupará na tela da IHM
Tipo de Gráfico Seleciona o modo de exibição do bargraph: gráfico de barras ou desvio (cursor na tela)
Tipo de Dado Seleciona o formato do conteúdo do registro: decimal (BCD) ou hexadecimal (BIN)
Mínimo Limite inferior da escala do bargraph
Máximo Limite superior da escala do bargraph
Identificação Documentação do campo
Figura 81 - Tabela de propriedades do campo Bargraph

Figura 82 - Campo Bargraph.

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PRÁTICA COM O WINSUP

• 10.2.6 - Campo String

Cria um campo do tipo string. Para inseri-lo na tela, clique com o mouse, na posição desejada. O
campo string mostra, na tela, textos previamente digitados, de acordo com o conteúdo do registro ou
seqüência de EI’s a ele associado.

Há dois modos diferentes de operação, de acordo com o tipo de dado selecionado: registro ou
seqüência de EI’s.

String associada a um registro:


Cada texto do campo string é associado a um número. Será exibido o texto cujo número for igual ao
valor do registro associado ao campo string. Os números associados aos textos são dados em ordem
crescente, a partir do número zero; desta forma, o primeiro texto está associado ao número 0, o
segundo texto, ao 1, etc.

A seqüência de números associada aos textos do campo string é dada em


hexadecimal; desta forma, o conteúdo do registro associado ao campo string deve
OBSERVAÇÃO variar em hexadecimal.

String associada a uma seqüência de EI’s:


Cada texto do campo string é associado a um EI da seqüência de EI’s associada ao campo string.
Será exibido o texto cujo EI associado estiver em ON. Os EI’s são associados aos textos em ordem
direta, a partir do segundo texto; desta forma, o segundo texto está associado ao primeiro EI, o terceiro
texto está associado ao segundo EI, etc. O primeiro texto será exibido quando todos os EI’s estiverem
desligados. Quando mais de um EI é acionado, o CLP mostra o string correspondente ao primeiro
estado interno que está acionado, ou seja, se o primeiro e o último EI's estiverem ligados, o texto
exibido será aquele cuja string está relacionada ao primeiro EI.

Propriedades do campo string:

Campo Descrição

Registro/EI Endereço de memória do registro/primeiro EI da seqüência associado ao campo string


Quant. Strings Número de textos do campo string
Tamanho String Número de caracteres de cada texto do campo string
Seleciona um dos modos de exibição do texto na tela: Normal ou Piscante (texto
Apresentação
intermitente)
Lista Strings Nesta lista, são digitados os textos do campo string.
Identificação Documentação do campo

Figura 83 - Tabela de propriedades do campo String

67
PRÁTICA COM O WINSUP

Figura 84 - Campo String

Exemplo:

Imagine que seja necessário identificar o status de uma bomba de recalque: desligada ou ligada.
O campo de string atende perfeitamente essa necessidade, associando a saída 180, que é a que liga a
referida bomba, ao texto "Desligado/Ligado". Por tanto podemos proceder da seguinte forma:

Configuração da string:
- Registro: 180 (estado interno ou registro interno)
- Quantidade de strings: 2 (quantidade de textos)
- Tamanho da string: 9 (quantidade máxima de caracteres)
- Texto: 1 Desligado
2 Ligado

Funcionamento:

Ao acionar a saída 180 irá aparecer o texto "ligado", desligando essa saída aparecerá o texto
"desligado" no display da IHM.
No caso da escolha de um registro interno, quando o conteúdo do registro for "0000", aparecerá o
texto "desligado", quando o valor desse conteúdo for "0001" aparecerá o texto "ligado".

Se o valor do registro for maior que o número de strings, ocorrerá um erro na


OBSERVAÇÃO mensagem (aparecerão "#" no display da IHM).

• 10.2.7 - Texto

Permite a edição de textos na tela da IHM. Um cursor aparece na primeira coluna da primeira linha. A
partir deste cursor, os textos podem ser digitados.
Para movimentar os cursor sobre a tela, utilize as setas direcionais do teclado. O cursor não pode ser
movimentado pelo mouse.

68
PRÁTICA COM O WINSUP

OBSERVAÇÃO
A edição de textos da IHM aceita apenas caracteres não acentuados.

Figura 85 - Campo Texto

• 10.3 - Navegação das Telas da IHM


A ordem de sucessão de telas na IHM é determinada diretamente pela ordem e seqüência com que
elas foram programadas no projeto; a seqüência em que elas aparecem na lista de telas (Configuração
do Projeto, guia IHM - Telas) é a mesma com que elas serão exibidas na tela da IHM. Quando
pressionamos o botão "Seta para cima", a tela posterior à tela atual é exibida na Interface. Quando
pressionamos o botão "Seta para baixo", é exibida a tela anterior à atual. Se a tela de número 1 está
sendo exibida na tela, e pressionamos o botão "Seta para cima", será exibida a tela 2; se
pressionarmos o botão "Seta para baixo", a tela 0 será exibida.
Usualmente, é utilizado o conceito de blocos de telas para a programação de uma IHM. Por este
conceito, criamos uma seqüência de telas com alguma característica funcional em comum; a seguir,
definimos a primeira tela como “início de bloco” e a última como “fim de bloco”, limitando o conjunto.
Associamos então a primeira tela de nosso bloco a um dos métodos de chamada de tela.

A tela de número “0” da lista (Janela de Configuração do Projeto, guia IHM – Telas) é
utilizada pela IHM como tela defaut; é a tela exibida ao ligar o CLP. O sistema sempre
retorna à tela zero quando a tecla Entra é pressionada sem que haja campos em
edição na tela que estiver sendo exibida.
OBSERVAÇÃO

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PRÁTICA COM O WINSUP

11 - Passo 8: Comunicação Background e modo Print


• 11.1 - Comunicação Background
Os CLP’s ATOS podem utilizar dois protocolos de comunicação diferentes para trocar dados entre si: o
protocolo APR03 e o protocolo MODBUS RTU.
Utilizando-se um dos dois protocolos suportados, é possível construir uma rede mestre-escravo de até
31 pontos. Em ambos os casos, apenas um dos dispositivos conectados a rede atuará como mestre.
A comunicação background é o mecanismo através do qual um CLP pode atuar como mestre de rede.
Consiste em uma lista de tarefas realizada ciclicamente pelo CLP, em paralelo com o processamento
do programa usuário. Nesta lista de tarefas, são programadas a leitura e a escrita, pelo mestre, de
registros/EI’s de dispositivos escravos de rede.
A programação da comunicação background é feita na guia Background, na janela Configuração do
Projeto. Uma vez configurada a comunicação background, o Controlador irá executar os frames
programados, sempre que o estado interno 3D0h estiver ligado.

• 11.2 - Modo Print


Existem aplicações em que é necessário a impressão de relatórios pré-formatados ou cabeçalhos em
ASCII. O recurso de Impressão de Dados facilita a composição destes relatórios e cabeçalhos.
Na guia Print, da janela Configuração do Projeto, é possível digitar o texto desejado. O texto digitado é
armazenado, em código ASCII, na memória do controlador. Em conjunto com as instruções TXPR e
PRINT, este recurso permite a impressão dos textos através de um dos canais seriais do controlador.

Figura 86 - Guia Print

70
PRÁTICA COM O WINSUP

12 - Passo 9: Envio do programa


O WinSUP necessita de uma conexão com o CLP para realizar tarefas como o envio/recepção de
programas e supervisões. O CLP necessita ter seu canal serial disponível (função PRINT desabilitada,
modo escravo) para estabelecer conexão com o WinSUP.
Para comunicar-se com o CLP, o WinSUP necessita estar corretamente configurado.
Para configurar a comunicação serial no WinSUP, selecione a opção Configurar Conexão, no menu
Comunicação.

Figura 87 -Tela configuração de Conexão

Após configurada a conexão, o envio do projeto, ou parte dele, do WinSup para o CLP será realizado
acessando o Menu Comunicação, item Enviar para o CLP ou através do atalho na barra de
ferramentas.

71
PRÁTICA COM O WINSUP

13 - Passo 10: Supervisão


O WinSup disponibiliza algumas formas de supervisão:

• Supervisão de Linhas
• Supervisão de Operandos
• Supervisão Gráfica

• 13.1 - Supervisão de Linhas


O recurso de supervisão de linhas permite-nos visualizar e analisar o funcionamento do programa de
usuário no CLP. O status dos EI’s e o conteúdo dos registros são exibidos no próprio programa ladder.
Durante a supervisão de linhas:
Contatos NA serão marcados com um retângulo colorido, sempre que estiverem ativos, ou seja,
quando seu Estado Interno estiver ON.
Contatos NF serão marcados com um retângulo colorido, sempre que não estiverem ativos, ou seja,
quando seu Estado Interno estiver OFF.
Instruções de Bloco irão exibir o conteúdo dos seus operandos na cor verde, imediatamente abaixo
dos mesmos, sejam eles registros ou EI’s.

Para iniciar a supervisão de linhas, é necessário ter um projeto aberto.

1. Ative a janela da(s) rotina(s) a ser supervisionada.


2. Inicie a supervisão clicando no botão correspondente na barra de ferramentas do
WinSUP.

• 13.2 - Supervisão de Operandos


Através da supervisão de operandos, é possível saber o conteúdo/status de qualquer registro ou EI do
CLP conectado ao WinSUP. Em uma única janela, o usuário poderá agrupar registros e EI's
associados à determinada lógica a ser analisada, que na Supervisão de Linhas estariam separados.
O usuário pode definir inúmeras janelas de supervisão, e desse modo agrupar em janelas diferentes os
registros e EI's que necessita supervisionar. Além disso, ainda é possível gerar gráficos das variáveis
supervisionadas em tempo real, facilitando a análise e compreensão do programa.

Janela de Supervisão:

Uma janela de supervisão é uma janela com uma tabela, através da qual se executa a supervisão de
operandos diretamente na memória do CLP.
Essa tabela possui duas colunas e 16 linhas. Na primeira coluna o usuário entra com o endereço do
registro ou EI que se deseja supervisionar. Na segunda, uma vez iniciada a supervisão, será exibido o
valor/status da variável supervisionada.
Clicando-se no botão "Gráfico", o WinSUP realizará a supervisão gráfica das penas habilitadas na guia
Detalhes de Supervisão (botão "Detalhes")
Clicando-se no botão "Detalhes", uma guia lateral será aberta, com duas colunas:

• Coluna "Penas" - Seleciona as variáveis a serem supervisionadas graficamente, informando as


cores das penas no gráfico.

72
PRÁTICA COM O WINSUP

• Coluna "Tipo de dado" - Seleciona o tipo de codificação da variável supervisionada. Decimal,


Hexadecimal ou Float.
Pode-se criar várias janelas de supervisão com nomes diferentes, e desse modo criar grupos de
operandos para supervisão, facilitando a análise de determinada função ou rotina do projeto.

Figura 88 - Tela de Supervisão de Operandos.

Para fazer a supervisão de operandos, é necessário antes ter criado as janelas de supervisão
desejadas.

1. Caso já as tenha criado, localize-as e ative-as.


2. Inicie a supervisão clicando no botão correspondente na barra de ferramentas do
WinSUP.

• 13.3 - Supervisão Gráfica:


Uma das facilidades do WinSUP é poder observar seus registros não só por meio da supervisão de
operandos, mas também pela supervisão gráfica, possibilitando um melhor entendimento e
aprimoramento do projeto.
Através da supervisão é possível monitorar online com o CLP a variação da constante de um registro
através de um gráfico, ao se definir uma escala para se trabalhar com o registro e um zoom adequado.
Para acessar o modo de supervisão gráfica siga os seguintes passos:

1. Crie uma janela de supervisão ou


abra uma já existente;
2. Digite os endereços que se deseja
observar via gráfico na supervisão
de operandos;
3. Inicie a supervisão
4. Clique no botão "ver gráfico",
localizado acima da tabela de
supervisão de operandos na
própria janela.

Figura 89 - Tela de Supervisão Gráfica de Operandos.

73
GLOSSÁRIO

CAPÍTULO 12 - GLOSSÁRIO

CAPÍTULO 2
GLOSSÁRIO

74
GLOSSÁRIO

75
GLOSSÁRIO

É apresentado abaixo um glossário de palavras frequentemente utilizadas neste manual:

 BIN: VALORES EM HEXADECIMAL.


 REGISTRO: INFORMAÇÕES REPRESENTADAS POR UM GRUPO DE BITS (WORD), OU
SEJA, SÃO POSIÇÕES DE MEMÓRIA DESTINADAS A ARMAZENAR INFORMÇÕES
QUANTITATIVAS. EXEMPLOS DE REGISTROS: ENTRADAS E SAÍDAS ANALÓGICAS,
CANAIS DE LEITURA DE TEMPERATURA, VALORES DE SET POINT DE CONTADORES E
TEMPORIZADORES, ASSIM COMO QUALQUER OUTRO DADO NUMÉRICO MANIPULADO
PELO CLP.
 ESTADO INTERNO (EI): INFORMAÇÕES DO TIPO ON / OFF, REPRESENTADOS
PELOS BINÁRIOS 0 OU 1. EXEMPLOS DE EI’S: ENTRADAS DIGITAIS, CONTATOS DE
TEMPORIZADORES E CONTADORES, ESTADOS AUXILIARES.
 TECLAS F E K: SÃO TECLAS DA INTERFACE HOMEM MÁQUINA, QUE POFDEM SER
UTILIZADAS DE DUAS FORMAS: COMO UM BOTÃO E CHAMADA DE TELA.
 EFETIVO: CORRESPONDE AO VALOR REAL RELATIVO AOS PONTOS FÍSICOS.
EXEMPLOS DE EFETIVO: ENTRADA ANALÓGICA, TEMMPORIZADOR, CONTADOR.
 PRESET: VALOR DEFINIDO, SET POINT. EXEMPLOS DE PRESET: TEMPO PRÉ-
DEFINIDO NO TEMPORIZADOR / CONTADOR.

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