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Instrução MI 020-602

Outubro de 2014

Transmissores de Série S de Pressão Foxboro®


IDP10S Transmissor de Pressão Diferencial com Comunicação HART

Instalação, Operação, Calibração, Configuração e Manutenção


MI 020-602 – Outubro de 2014

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Índice
Figuras........................................................................................................................................... 7

Tabelas........................................................................................................................................... 9

1. Introdução............................................................................................................................... 11
Descrição Geral .........................................................................................................................11
Documentos de Referência........................................................................................................11
Identificação do Transmissor .....................................................................................................12
Especificações Padrão ................................................................................................................13
Especificações de Segurança do Produto ....................................................................................19
Avisos ATEX e IECEx ..........................................................................................................20
Documentos de Conformidade ATEX..................................................................................21
Documentos de Conformidade IECEx.................................................................................21

2. Instalação................................................................................................................................. 23
Montagem do Transmissor ........................................................................................................23
Montagem de Processo .........................................................................................................24
Transmissor Montado em Coletor ........................................................................................25
Transmissor Montado em Coletor Coplanar™ ....................................................................25
Montagem em Tubulação ou Superfície................................................................................26
Suporte de Montagem Padrão..........................................................................................26
Suporte de Montagem Universal......................................................................................27
Ventilação e Drenagem..............................................................................................................30
Estrutura Tradicional............................................................................................................30
Estrutura de Perfil Baixo LP1 ...............................................................................................30
Estrutura de Perfil Baixo LP2 ...............................................................................................31
Instalação da Tubulação de Medição do Fluxo...........................................................................31
Sistema de Enchimento com Líquido de Vedação......................................................................33
Posicionamento do Invólucro ....................................................................................................34
Posicionamento do Display .......................................................................................................34
Configuração do Jumper de Proteção contra Gravação ..............................................................35
Travas de Tampa........................................................................................................................35
Fiação........................................................................................................................................36
Acesso aos Terminais em Campo do Transmissor..................................................................36
Fiação do Transmissor com um Loop de Controle................................................................37
Comunicação Multidrop ......................................................................................................40

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MI 020-602 – Outubro de 2014 Índice

Conexão do Transmissor a um Sistema de Controle Distribuído da Foxboro........................41


Colocar em Operação um Transmissor de Pressão Diferencial ...................................................42
Retirar de Operação um Transmissor de Pressão Diferencial ......................................................42

3. Operação pelo Display Local ................................................................................................... 43


Inclusão de Valores Numéricos ..................................................................................................44
Alteração do intervalo................................................................................................................45
Visualização do Banco de Dados ...............................................................................................46
Teste do Display........................................................................................................................49
Mensagens de Erro ....................................................................................................................50

4. Calibração ............................................................................................................................... 51
Visão Geral da Tecnologia de Calibração Múltipla FoxCal™ ....................................................51
Certificado de Calibração ..........................................................................................................51
Calibração de Fábrica Personalizada ..........................................................................................51
Calibração de Um Ponto no LRV..............................................................................................51
Calibração em Campo de Dois Pontos ......................................................................................52
Ativação e Desativação de FoxCal..............................................................................................52
Observações Gerais sobre Calibração.........................................................................................53
Configuração de Calibração ......................................................................................................56
Configuração de Equipamentos Eletrônicos .........................................................................56
Configuração de Calibração em Campo ...............................................................................56
Configuração de Calibração em Bancada..............................................................................58
Calibração Usando PC50 ..........................................................................................................59
Calibração Usando um Comunicador HART............................................................................59
Calibração Usando o Display Local Opcional............................................................................59
Ajuste Zero Usando o Botão de Zero Externo ......................................................................62
Mensagens de Erro ....................................................................................................................64

5. Configuração........................................................................................................................... 65
Parâmetros Configuráveis ..........................................................................................................65
Configuração Usando PC50......................................................................................................66
Configuração Usando um Comunicador HART .......................................................................66
Configuração Usando o Display Local Opcional .......................................................................66
Listas de Caracteres ...................................................................................................................77
Mensagens de Erro ....................................................................................................................77

6. Uso do Comunicador HART................................................................................................... 79


Conexão do Comunicador com o Transmissor ..........................................................................79

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Índice MI 020-602 – Outubro de 2014

Operação...................................................................................................................................79
Configuração Online.................................................................................................................79
Calibração .................................................................................................................................83
Alteração de Intervalo PV.....................................................................................................83
Edição de LRV e URV .....................................................................................................83
Aplicação de Pressão (Apenas Modo Linear) ....................................................................83
PV Offset .............................................................................................................................84
PV Flow URV ......................................................................................................................84
SV Rerange ..........................................................................................................................84
Pressure Calibration..............................................................................................................84
Zero Trim.............................................................................................................................85
Scaled D/A Trim ..................................................................................................................85
Time in Service Meter ..........................................................................................................85
Visualização dos Dias Totais ............................................................................................85
Redefinição de Dias de Usuário .......................................................................................85
Ativação e Desativação do Recurso de Calibração Múltipla FoxCal ......................................86

7. Manutenção............................................................................................................................. 87
Mensagens de Erro ....................................................................................................................87
Substituição de Peças.................................................................................................................87
Substituição do Conjunto do Bloco de Terminais.................................................................87
Remoção e Reinstalação do Conjunto do Invólucro .............................................................88
Inclusão do Display Opcional...............................................................................................89

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MI 020-602 – Outubro de 2014 Índice

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Figuras
1 Identificação do Transmissor ..............................................................................................12
2 Pressão Absoluta Mínima Permitida versus Temperatura de Processo com Fluido de
Enchimento Inerte ........................................................................................................15
3 Montagem Típica de Transmissor IDP10S Apoiado em Tubulação de Processo ..................24
4 Montagem Típica de Transmissor IDP10S Apoiado em Coletor de Desvio .........................25
5 Montagem Típica de Transmissor IDP10S Apoiado em Coletor Coplanar..........................25
6 Transmissor Montado em Tubulação ou Superfície Usando Suporte Padrão ........................26
7 Exemplos de Montagem com Suporte Padrão......................................................................27
8 Detalhes de um Suporte Universal.......................................................................................27
9 Montagem de Transmissor com Estrutura Tradicional Usando Suporte Universal ...............28
10 Montagem de Transmissor em Tubulação Vertical com Estrutura LP2 Usando
Suporte Universal ..........................................................................................................28
11 Montagem Horizontal de Transmissor com Estrutura LP2 Usando Suporte Universal.........29
12 Montagem Vertical - Drenagem de Cavidade ......................................................................30
13 Montagem Vertical - Ventilação de Cavidade ......................................................................30
14 Montagem Horizontal - Ventilação de Cavidade .................................................................30
15 Montagem Vertical - Ventilação de Cavidade ......................................................................31
16 Montagem Horizontal - Ventilação e Drenagem de Cavidade..............................................31
17 Ventilação e Drenagem de Cavidade....................................................................................31
18 Exemplo de Instalação de Linha de Processo Horizontal......................................................32
19 Exemplo de Instalação de Linha de Processo Vertical...........................................................33
20 Localização da Braçadeira do Invólucro ...............................................................................34
21 Jumper de Proteção contra Gravação ...................................................................................35
22 Localização das Travas de Tampa .........................................................................................36
23 Acesso aos Terminais em Campo .........................................................................................36
24 Identificação de Terminais em Campo ...............................................................................37
25 Tensão de Alimentação e Carga de Loop .............................................................................38
26 Transmissores com Fiação de Loop......................................................................................40
27 Fiação de Vários Transmissores em uma Fonte de Alimentação Comum .............................40
28 Rede Multidrop Típica........................................................................................................41
29 Display Local ......................................................................................................................43
30 Diagrama de Menu de Nível Superior .................................................................................44
31 Diagrama de Menu de Alteração do Intervalo .....................................................................46
32 Diagrama de Menu VIEW DB............................................................................................47
33 Padrões de Segmento de Teste do Display............................................................................50
34 Configuração de Calibração de Saída de 4 a 20 mA para Equipamentos Eletrônicos ..........56
35 Configuração de Calibração em Campo ..............................................................................58
36 Configuração de Calibração em Bancada.............................................................................59
37 Estrutura do Menu de Calibração........................................................................................60
38 Estrutura do Menu de Calibração (Continuação) ................................................................61
39 Estrutura do Menu Configuration.......................................................................................67
40 Estrutura do Menu Configuration (Continuação) ...............................................................68
41 Estrutura do Menu Configuration (Continuação) ...............................................................69

7
MI 020-602 – Outubro de 2014 Figuras

42 Estrutura do Menu Configuration (Continuação) ...............................................................70


43 Fluxograma de Configuração Online...................................................................................80
44 Substituição do Display Opcional .......................................................................................90

8
Tabelas
1 Documentos de Referência..................................................................................................11
2 Requisitos Mínimos de Carga de Loop e Tensão de Alimentação.........................................17
3 Especificações de Segurança Elétrica ....................................................................................19
4 Itens de Banco de Dados do Transmissor.............................................................................47
5 Menu Calibration................................................................................................................61
6 Mensagens de Erro de Calibração ........................................................................................64
7 Parâmetros Configuráveis ....................................................................................................65
8 Menu Configuration ...........................................................................................................71
9 Listas de Caracteres .............................................................................................................77
10 Mensagens de Erro de Configuração ...................................................................................77
11 Parâmetros Online ..............................................................................................................81

9
MI 020-602 – Outubro de 2014 Tabelas

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1. Introdução
Descrição Geral
Os transmissores inteligentes de pressão diferencial IDP10S medem a diferença entre duas
pressões aplicadas a lados oposots de um microssensor de silício piezorresistivo dentro do
conjunto do sensor. Esse microssensor converte a pressão diferencial em uma mudança na
resistência. A mudança na resistência é então convertida em um sinal digital ou de 4 a 20 mA
proporcional à pressão diferencial ou à raiz quadrada desta. Esse sinal de medição é transmitido
para receptores remotos pelos mesmos dois fios que fornecem energia aos componentes
eletrônicos do transmissor. Esses fios também transportam sinais de dados bidirecionais entre o
transmissor e os dispositivos de comunicação remota.
O transmissor permite conexão analógica direta com receptores comuns e, ao mesmo tempo,
fornece Comunicações Digitais Inteligentes completas usando um comunicador HART.
O transmissor muitas vezes é usado para medir as vazões de fluido por um dispositivo principal,
como uma placa de orifício, mas também pode ser utilizado para outros tipos de medições de
pressão diferencial, como medições de nível de líquido, nível da interface ou densidade. O
IDP10S também pode ser fornecido com vedações de pressão conectadas diretamente ou remotas
para isolar o elemento de medição de fluidos corrosivos ou viscosos.
Para obter informações mais detalhadas sobre o princípio de operação do transmissor, consulte o
TI 037-096.

Documentos de Referência
Tabela 1. Documentos de Referência
Documento Descrição
Fichas de Especificações do Produto
PSS 2A-1C14 M Transmissores de Pressão Diferencial Modelo IDP10S com Protocolo de Comunicação HART
Desenhos Dimensionais
DP 020-342 Desenho Dimensional – Vedações de Pressão PSFLT
DP 020-343 Desenho Dimensional – Vedações de Pressão PSFPS e PSFES
DP 020-345 Desenho Dimensional – Vedações de Pressão PSFAR
DP 020-346 Desenho Dimensional – Vedações de Pressão PSFAD
DP 020-347 Desenho Dimensional – Vedações de Pressão PSTAR
DP 020-348 Desenho Dimensional – Vedações de Pressão PSTAD
DP 020-349 Desenho Dimensional – Vedações de Pressão PSISR
DP 020-350 Desenho Dimensional – Vedações de Pressão PSISD
DP 020-351 Desenho Dimensional – Vedações de Pressão PSSCR
DP 020-353 Desenho Dimensional – Vedações de Pressão PSSCT
DP 020-354 Desenho Dimensional – Vedações de Pressão PSSSR
DP 020-355 Desenho Dimensional – Vedações de Pressão PSSST
DP 020-357 Desenho Dimensional – Vedações de Pressão PSFFD
DP 022-335 Desenho Dimensional – Orifício Compacto Modelo CO

11
MI 020-602 – Outubro de 2014 1. Introdução

Tabela 1. Documentos de Referência (Continuação)


Documento Descrição
DP 020-464 Desenho Dimensional – IDP10S Transmissores de Pressão Diferencial
Lista de Peças
PL 006-172 Lista de Peças – Orifício Compacto Modelo CO
PL 009-026 Lista de Peças – IDP10S Transmissores de Pressão Diferencial
Instruções
MI 020-328 Instrução – Instalação Tipo Bolha para Nível de Líquido
MI 020-329 Instrução – Medição de Fluxo de Alta Precisão
MI 020-369 Instrução - Vedações de Pressão
MI 020-501 Instrução – Ferramenta do Dispositivo de Campo Inteligente PC50 (Instalação e Lista de Peças)
MI 020-520 Instrução – Ferramenta do Dispositivo de Campo Inteligente PC50 com Biblioteca DTM Avançada
MI 020-541 Instrução - Informações de Segurança FM/CSA para Transmissores de Série S de Pressão para
I/A Series®
MI 020-542 Instrução - Informações de Segurança ATEX/IECEx para Transmissores de Série S de Pressão
para I/A Series®
MI 022-138 Instrução – Coletores de Desvio - Instalação e Manutenção
MI 022-335 Instrução – Orifício Compacto Modelo CO
Informações Técnicas
TI 1-50a Informações Técnicas – Medição de Densidade do Líquido
TI 001-051 Informações Técnicas – Medição de Interface do Líquido
TI 001-052 Informações Técnicas – Medição de Nível do Líquido
TI 37-75b Informações Técnicas – Guia de Seleção de Material do Transmissor
TI 037-097 Informações Técnicas – Vedação de Processo de Transmissores de Pressão da I/A Series para
uso em Locais Classificados de Classe I, Zona 0, 1 e 2

Identificação do Transmissor
Veja na Figura 1 o conteúdo da plaqueta de dados do transmissor. Para obter uma explicação
completa sobre o Código de Modelo, veja a lista de peças. A versão de firmware é identificada na
linha superior do display quando VIEW DB (View Database) é selecionada no menu de nível
superior (veja a Figura 1).
Figura 1. Identificação do Transmissor

CÓDIGO DE MODELO ESTILO


NÚMERO DE SÉRIE INTERVALO CALIBRADO
CÓDIGO DE ESPECEFICAÇÃO FÁBRICA E DATA DE FABRICAÇÃO
AUXILIAR
PRESSÃO MÁXIMA DE SERVIÇO
TENSÃO D ALIMENTAÇÃO
PLAQUETA DO CLIENTE
MODEL ST
REFERNC CAL. RANGE
AUX. SPC. ORIGIN
SUPPLY MWP
CUST. AG

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1. Introdução MI 020-602 – Outubro de 2014

Durante a operação normal do transmissor, o display mostra a medição primária (M1) ou


secundária (M2), dependendo de como o transmissor estiver configurado. O teclado de dois
botões e o display na parte dianteira do transmissor permitem realizar funções de calibração e
configuração, além de visualizar o banco de dados de configuração do transmissor, testar o display
e alterar o intervalo do transmissor. Para obter informações sobre como usar o display local,
consulte o Capítulo 3, “Operação pelo Display Local” .

Especificações Padrão
Limites Operacionais
Influência Limites Operacionais (a)
Temperatura do Corpo do Sensor (b)
Fluido de Enchimento de Silicone -46 e +121 °C (-50 e +250 °F)
Fluido de Enchimento Inerte -29 e +121 °C (-20 e +250 °F)
Insertos PVDF -7 e +82 °C (20 e 180 °F)
Temperatura dos Componentes -40 e +85 °C (-40 e +185 °F) (c)
Eletrônicos -40 e +85 °C (-40 e +185 °F) (d)
Com Display LCD
Umidade Relativa 0 e 100% (e)
Tensão de Alimentação 11,5 e 42 VCC
Carga de Saída (f) 0 e 1450 ohms
Posição de Montagem Sem Limite
Vibração Com invólucro de alumínio:
De acordo com IEC 60770 para “campo ou tubulação com alto nível de
vibração”: deslocamento de pico a pico de 0,42 mm, de 10 para 60 Hz,
entrada de aceleração constante de 3 “g” por uma amplitude de
frequência de 60 a 1.000 Hz.
Com invólucro de aço inoxidável:
De acordo com IEC 60770 para “campo com aplicação geral ou
tubulação com baixo nível de vibração”: deslocamento de pico a pico de
0,3 mm, de 10 para 60 Hz, entrada de aceleração constante de 2 “g” por
uma amplitude de frequência de 60 a 1.000 Hz.
a. As Condições Normais de Operação e os Limites Operacionais são definidos de acordo com a ANSI/ISA 51.1-1979
(R1993).
b. Consulte MI 020-369 para saber quais são os limites de temperatura com vedações de pressão.
c. -40 e +75 °C (-40 e +167 °F) para transmissores com classificação à prova de explosão da ATEX.
d. As atualizações do display são retardadas e a legibilidade diminui em temperaturas abaixo de -20 °C (-4 °F).
e. A umidade relativa refere-se aos transmissores com as tampas do invólucro instaladas. Para manter a proteção IEC
IP66/IP68 e NEMA Tipo 4X, as aberturas de conduíte não utilizadas devem ser fechadas com o bujão de metal fornecido.
Use vedante de rosca adequado em ambas as conexões do conduíte. Além disso, deve-se instalar as tampas de invólucro
rosqueadas. Gire as tampas para assentar o anel em O dentro do invólucro e depois continue a apertar com a mão até
que a tampa entre em contato com o invólucro, metal contra metal.
f. A carga mínima de 250  é necessária para a comunicação com um comunicador HART.

13
MI 020-602 – Outubro de 2014 1. Introdução

Limites de Intervalo e Variação


Código de
Limites de
Variação Limites de Variação P Limites de Intervalo P (a)
B 0,12 e 50 kPa -50 e +50 kPa
0,5 e 200 inH2O -200 e +200 inH2O
13 e 5000 mmH2O -5000 e +5000 mmH2O
C 0,625 e 250 kPa -250 e +250 kPa
2,5 e 1000 inH2O -1000 e +1000 inH2O
0,21 e 83 ftH2O -83 e +83 ftH2O
D 0,025 e 2,1 MPa -0,21 e +2,1 MPa
3,75 e 300 psi -30 e +300 psi
8,6 e 692 ftH2O -69 e +690 ftH2O
E 0,25 e 21 MPa 0 e 21 MPa
37,5 e 3000 psi 0 e 3000 psi
a. Valores negativos de pressão diferencial indicam uma pressão mais elevada no lado baixo do sensor.
Valores positivos indicam uma pressão mais elevada no lado alto do sensor.

Pressão Estática Máxima, Acima do Intervalo e de Prova


Classificação Máxima de Pressão
Estática e a Acima do Classificação de Pressão
Intervalo (b) (c) de Prova (d)
Configuração do Transmissor
(Material dos Parafusos) (a) MPa psi MPa psi
Padrão (aço B7) ou Opções -B2
25 3626 100 14500
(17­4 PH ss), -D3, -D7, -P3 ou -P7
Opção -B1 (316 ss), -D5, -P2, -P6 15 2175 60 8700
Opção -B3 (B7M), -P4, -P8 20 2900 700 11150
Opção -D1 16 2320 64 9280
Opção -D2, -D4, -D6 ou -D8 (e) 10 1500 40 6000
Opção -D9 (17-4 PH ss) ou -Y 40 5800 100 14500
Códigos de Estrutura 78 e 79
2,1 300 8,4 1200
(inserto PVDF)
a. As opções de parafusos incluem as seguintes:
-D1 = DIN Tampa de processo de extremidade simples com parafusos M10 B7
-D2 = DIN Tampa de processo de extremidade dupla com parafusos M10 B7
-D3 = DIN Tampa de processo de extremidade simples com parafusos 7/16 pol B7
-D4 = DIN Tampa de processo de extremidade dupla com parafusos 7/16 pol B7
-D5 = DIN Tampa de processo de extremidade simples com parafusos 7/16 pol 316 ss
-D6 = DIN Tampa de processo de extremidade dupla com parafusos 7/16 pol 316 ss
-D7 = DIN Tampa de processo de extremidade simples com parafusos 7/16 pol 17-4 ss
-D8 = DIN Tampa de processo de extremidade dupla com parafusos 7/16 pol 17-4 ss
-D9 = DIN Tampa de processo de extremidade simples com parafusos 7/16 pol 17-4 ss
b. Qualquer lado pode estar com pressão maior acima do intervalo.
c. Quando Códigos de Estrutura 78/79 são utilizados (insertos PVDF nas tampas de processo do lado Hi e Lo), o nível
máximo acima do intervalo é de 2,1 MPa (300 psi) e os limites de temperatura são de -7 e +82 °C (20 e 180 °F).
d. De acordo com a Norma ANSI/ISA S82.03-1988.
e. Limitado a temperaturas de operação entre 0 e 60 °C (32 e 140 °F).

OBSERVAÇÃO
O deslocamento zero de pressão estática para todas as variações calibradas pode ser
eliminado por novo ajuste na saída zero na pressão estática de operação nominal.

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1. Introdução MI 020-602 – Outubro de 2014

! ADVERTÊNCIA
1. Ultrapassar o limite máximo de pressão acima do intervalo pode causar danos no
transmissor e degradar seu desempenho.
2. O transmissor talvez não fique funcional após a aplicação da pressão de prova.

Zero Elevado e Suprimido


Para aplicações que exigem zero elevado ou suprimido, a variação máxima e os limites de
intervalo superior e inferior do transmissor não podem ser ultrapassados.

Fluido de Enchimento do Sensor


Óleo de silicone (5cSt dodecametilpentasiloxano) ou Inerte (FC-43)

Pressão Absoluta Mínima Permitida versus Temperatura de Processo


Com Fluido de Enchimento de Silicone: Em vácuo total: Até 121 °C (250 °F)
Com Fluido de Enchimento Inerte: Consulte Figura 2.

Figura 2. Pressão Absoluta Mínima Permitida versus Temperatura de Processo com Fluido de
Enchimento Inerte
Temperatura em °C
-80 0 30 60 90 120

140

120

Fluido Inerte FC-43


Pressão Absoluta, mmHg

100
(área operacional acima da curva)
80

60

40

20

-25 0 50 100 150 200 250


Temperatura em °F

Posição de Montagem
O transmissor pode ser montado em qualquer orientação. Ele pode ser apoiado na tubulação
de processo. Também pode ser montado diretamente em tubulação vertical ou horizontal ou
na superfície usando um suporte de montagem opcional. O invólucro pode ser girado até uma
volta completa até qualquer posição desejada para o acesso aos ajustes, ao display ou a
conexões de conduíte. Veja “Posicionamento do Invólucro” na página 34. O display
(se houver) também pode ser girado no invólucro para qualquer uma das quatro posições
diferentes em incrementos 90°. Veja “Posicionamento do Display” na página 34.

15
MI 020-602 – Outubro de 2014 1. Introdução

OBSERVAÇÃO
Posicione o deslocamento zero de efeito para que todas as variações calibradas possam
ser eliminadas por ajuste na saída zero após a instalação.

Massa Aproximada
Sem Conectores de Processo 3,5 kg (7,8 lb)
Com Conectores de Processo 4,2 kg (9,2 lb)
Com Invólucro 316 ss Opcional: Acrescentar 1,1 kg (2,4 lb)
Com Estrutura de Perfil Baixo LP1 Acrescentar 0,1 kg (0,2 lb)
Com Estrutura de Perfil Baixo LP2 Acrescentar 0,8 kg (1,8 lb)
Com display local de LCD opcional Acrescentar 0,2 kg (0,4 lb)
Com Vedações de Pressão Varia de acordo com a vedação usada

Conexões de Processo
Os transmissores IDP10S são conectados ao processo por meio de rosca 1/4 NPT ou por uma
variedade de conectores de processo opcionais.

Materiais Umedecidos de Processo


Diafragma: 316L ss, Co-Ni-Cr, liga de níquel(1), Monel, 316L ss banhado a ouro ou tântalo.
Tampas e Conexões de Processo: 316 ss, aço carbono, liga de níquel(1), Monel ou insertos PVDF.
Vedações de Pressão: Consulte MI 020-369.

Limites da Pressão de Processo e da Temperatura para Vedações de Pressão


Consulte MI 020-369.

Conexões Elétricas
Os fios de campo entram por entradas rosqueadas de 1/2 NPT ou M20 em cada lado do
invólucro dos componentes eletrônicos. Os condutores ficam sob os terminais de parafusos e
as arruelas no bloco de terminais no compartimento do terminal de campo. Para manter as
classificações de RFI/EMI, ambientais e à prova de explosão, a conexão de conduíte não
utilizada deve ser tampada com o bujão de metal (fornecido), inserido em cinco voltas
completas para conexões de 1/2 NPT e sete voltas completas para conexões M20.

Inversão da Fiação de Campo


A inversão acidental de fiação de campo não danificará o transmissor, desde que a corrente seja
limitada a 1 A ou menos por limite de corrente ativa ou resistência de loop. Correntes
sustentadas de 1 A não danificarão o módulo dos componentes eletrônicos nem o sensor, mas
podem danificar o conjunto do bloco de terminais e instrumentos externos no loop.

1. Equivalente a Hastelloy® C-276. Hastelloy é marca registrada da Haynes International, Inc.

16
1. Introdução MI 020-602 – Outubro de 2014

Amortecimento Ajustável
O usuário pode selecionar os seguintes valores de amortecimento: 0, 0,25, 0,5, 1, 2, 4,
8, 16 ou 32 segundos.
OBSERVAÇÃO
Se for selecionado o valor DAMP 0 no menu de amortecimento, será obtida a resposta
mais rápida.

Sinal de Saída
4 a 20 mA CC linear ou 4 to 20 mA CC de raiz quadrada; software selecionável. A saída é
configurável remotamente pelo comunicador HART e localmente pelos botões no display.
Para aplicações multidrop, o sinal de mA é fixado em 4 mA para fornecer energia ao
dispositivo.
OBSERVAÇÃO
Apenas saída linear de 4 a 20 mA em transmissores de pressão absoluta, pressão de
medidor e nível de flange.

Ajuste de Variação e de Zero


Zero e variação são ajustáveis no comunicador HART. Também são ajustáveis no transmissor
usando os botões no display local opcional. Um conjunto externo opcional de botão vedado
contra umidade e independente permite redefinir localmente como zero sem remover a tampa
do invólucro.

Tensão de Alimentação
A fonte de alimentação deve ser capaz de fornecer 22 mA quando o transmissor estiver
configurado para saída de 4 a 20 mA. Uma ondulação de até 2 V pp (50/60/100/120 Hz) é
tolerável, mas a tensão instantânea deve permanecer dentro do intervalo especificado.
A tensão de alimentação e a carga de loop devem estar dentro dos limites especificados. Isto é
explicado em detalhes em “Fiação” na página 36. Um resumo dos requisitos mínimos é
alistado na Tabela 2.
Tabela 2. Requisitos Mínimos de Carga de Loop e Tensão de Alimentação
Comunicação HART Sem Comunicação HART
Resistência Mínima 250  0
Tensão Mínima de Alimentação 17 V 11,5 V

Conexões Elétricas de Aterramento


O transmissor está equipado com uma conexão de aterramento interna dentro do
compartimento de fiação em campo e uma conexão de aterramento externa na base do
invólucro dos componentes eletrônicos. Para minimizar a corrosão galvânica, coloque a sonda
ou contato do fio entre a arruela fixa e a arruela solta no parafuso de aterramento externo. Se
for usado cabo blindado, aterre-o apenas no invólucro de campo. Não aterre o cabo blindado
no transmissor.

17
MI 020-602 – Outubro de 2014 1. Introdução

Pontos de Conexão do Comunicador HART


O comunicador HART pode ser conectado ao loop como mostrado em “Fiação” na
página 36. Ele também pode ser conectado diretamente ao transmissor nos dois recipientes
para plugues banana superiores.

Pontos de Teste
Os dois recipientes para plugues banana inferiores (designados como CAL) podem ser usados
para verificar a saída do transmissor quando configurado para 4 a 20 mA. As medições devem
ser de 100-500 mV CC para saída de 0-100% do transmissor.

Comunicações Remotas
O transmissor se comunica de forma bidirecional pela fiação de dois fios em campo com um
comunicador HART. As informações que podem ser exibidas de forma contínua são:
 Medição de Processo (expressa em um ou dois tipos de unidades)
 Temperatura de Transmissor (sensor e componentes eletrônicos)
 Saída de mA (equivalente)
 Número total de dias que o transmissor ficou ligado (não configurável)
 Número total de dias que o transmissor ficou ligado desde a última redefinição do
medidor de Tempo em Serviço.
As informações que podem ser exibidas remotamente e reconfiguradas incluem:
 Saída em Unidades de Pressão. Saída em Fluxo em Porcentagem (raiz quadrada) ou
Unidades de Pressão (linear). A Porcentagem de Saída no display local também é
suportada.
 Zero e Variação, incluindo alteração do intervalo
 Elevação ou Supressão de Zero
 Saída Linear ou em Raiz Quadrada
 Unidades de Pressão ou Fluxo (da lista fornecida)
 Estratégia de Falha do Sensor de Temperatura
 Amortecimento de Usuário (Amortecimento do Ruído de Processo)
 Endereço de Consulta
 Modo da Corrente em Loop (Ativo ou Fixo)
 Zero Externo (Ativar ou Desativar)
 Direção à Prova de Falhas (Falha Alta ou Falha Baixa)
 Plaqueta, Descrição e Mensagem
 Data da Última Calibração
 Número total de dias que o transmissor ficou ligado desde a última redefinição do
medidor de Tempo em Serviço.

Formato de Comunicação
A comunicação baseia-se na técnica de FSK (Manipulação por Desvio de Frequência). As
frequências são sobrepostas nas sondas de energia/sinal do transmissor.

18
1. Introdução MI 020-602 – Outubro de 2014

Saída de 4 a 20 mA
O transmissor envia sua medição de pressão para o loop como sinal contínuo de 4 a 20 mA
CC. Ele também se comunica digitalmente com o comunicador HART em distâncias de até
3.000 m (10.000 pés). A comunicação entre o configurador remoto e o transmissor não
perturba o sinal de saída de 4 a 20 mA. Outras especificações são:
Taxa de Transmissão de Dados: 1200 Baud
Taxa de Atualização de 4 a 20 mA: 30 vezes/segundo
Saída em Falha Baixa: 3,60 mA
Saída em Falha Alta: 21,00 mA
Saída abaixo do Intervalo: 3,8 mA
Saída acima do Intervalo: 20,5 mA
Saída quando Offline: Configurável pelo usuário para um valor constante
entre 3,6 mA e 21,0 mA

Especificações de Segurança do Produto


! PERIGO
Para evitar possíveis explosões e manter a proteção à prova de explosão/chamas e de
ignição de pó, obedeça às práticas de fiação aplicáveis. Tampe a abertura de conduíte
não utilizada com o bujão para tubulação de metal fornecido. Tanto o bujão como o
conduíte devem ser instalados com, no mínimo, cinco voltas completas na rosca para
conexões 1/2 NPT e sete voltas completas para conexões M20.

! AVISO
Para manter a proteção IEC IP66/IP67 e NEMA Tipo 4X, as aberturas de conduíte
não utilizadas devem ser fechadas com o bujão de metal fornecido. Use vedante de
rosca adequado em ambas as conexões do conduíte. Além disso, deve-se instalar as
tampas de invólucro rosqueadas. Gire as tampas para assentar o anel em- O dentro do
invólucro e depois continue a apertar com a mão até que a tampa entre em contato
com o invólucro, metal contra metal.

OBSERVAÇÃO
1. Esses transmissores foram projetados para atender à descrição de segurança elétrica
encontrada na Tabela 3. Para obter informações detalhadas ou o status de
aprovações/certificações de laboratórios de testes, entre em contato com o
Atendimento Global ao Consumidor.
2. As restrições de fiação necessárias para manter a certificação elétrica do transmissor
são fornecidas nestas instruções. Veja “Fiação” na página 36.

Tabela 3. Especificações de Segurança Elétrica


Código de
Desenho de
Certificação da Agência, Tipo de Proteção Segurança
e Classificação da Área Condições de Aplicação Elétrica
ATEX intrinsecamente seguro, Ex ia IIC. Classe de Temperatura T4, Ta = -40 °C a +80 °C. AA
ATEX à prova de explosão, Ex d IIC. Classe de Temperatura T6, T85°C, Ta = -40 °C a +75 °C. AD

19
MI 020-602 – Outubro de 2014 1. Introdução

Tabela 3. Especificações de Segurança Elétrica (Continuação)


Código de
Desenho de
Certificação da Agência, Tipo de Proteção Segurança
e Classificação da Área Condições de Aplicação Elétrica
ATEX várias certificações (inclui os Códigos Aplica-se aos Códigos AA e AN. AM
ATEX AA e AN).
ATEX tipo de proteção n, Ex ic IIC. Classe de Temperatura T4, Ta = -40 °C a +80 °C. AN
ATEX várias certificações (inclui os Códigos Aplica-se aos Códigos AA, AN e AD. AP
ATEX AA, AD e AN).
INMETRO intrinsecamente seguro, Ex ia IIC. Classe de Temperatura T4, Ta = -40 °C a +80 °C. BA
INMETRO à prova de explosão, Ex d IIC. Classe de Temperatura T4, T85°C, Ta = -40 °C a +75 °C. BD
INMETRO várias certificações, ia, ic. Aplica-se aos Códigos BA e BN. BM
INMETRO tipo de proteção n, Ex ic IIC. Classe de Temperatura T4, Ta = -40 °C a +80 °C. BN
INMETRO várias certificações, ia, ic e d. Aplica-se aos Códigos BA, BN e BD. BP
CSA intrinsecamente seguro, Divisões Classe I Classe de Temperatura T4A a 40 °C e T3C a 85 °C CA
Divisão I, e com certificação por Zona Ex ia. ambiente máxima.
Divisões CSA e com certificação por zona à T6, Temperatura Ambiente Máxima de 75 °C. CD
prova de chama Ex d IIC; também, à prova de
explosão e de ignição de pó.
CSA Classe I, Divisão 2 não inflamável, com Classe de Temperatura T4A a 40 °C e T3C a 85 °C CN
certificação por Zona Ex nA IIC. ambiente máxima.
IECEx intrinsecamente seguro, Ex ia IIC. Classe de Temperatura T4, Ta = -40 °C a +80 °C. EA
IECEx à prova de explosão, Ex d IIC. Classe de Temperatura T6, Ta = -40 °C a +75 °C. ED
IECEx várias certificações, ia, ic, nA. Aplica-se aos Códigos EA e EN. EM
IECEx tipo de proteção n, Ex ic IIC. Classe de Temperatura T4, Ta = -40 °C a +80 °C. EN
IECEx várias certificações, ia, ic e d. Aplica-se aos Códigos EA, EN e ED. EP
FM Classes I, II e III, Divisão 1 intrinsecamente Classe de Temperatura T4, Ta = -40 °C a +80 °C. FA
segura, Zonas AEx ia IIC.
FM Classes I, II e III, Divisão 1 à prova de Classe de Temperatura T6 a 75 °C e T5 a 85 °C FD
explosão e de ignição de pó, com aprovação ambiente máxima.
para Zona AEx d IIC.
FM Classes I, II e III, Divisão 2 não inflamável, Classe de Temperatura T4, Ta = -40 °C a +80 °C. FN
com aprovação para Zona AEx nA IIC.
Multimarcado para Aplicação Intrinsecamente Aplica-se aos Códigos FA, CA e AA MA
Segura em ATEX, CSA e FM.
NEPSI intrinsecamente seguro, Ex ia IIC. Classe de Temperatura T4, Ta = -40 °C a +80 °C. NA
NEPSI à prova de explosão, Ex d IIC Classe de Temperatura T6, T85°C, Ta = -40 °C a +75 °C. ND
NEPSI várias certificações, ia, ic Aplica-se aos Códigos NA e NN NM
NEPSI tipo de proteção n, Ex ic IIC Classe de Temperatura T4, Ta = -40 °C a +80 °C. NN
NEPSI várias certificações, ia, ic e d Aplica-se aos Códigos NA, NN e ND NP
Sem certificação ZZ

a. O transmissor foi projetado para atender à descrição de segurança elétrica alistada. Para obter informações ou o status de
aprovações ou certificações de laboratórios de testes, entre em contato com Serviço de Atendimento Global ao Consumidor.
b. Veja o Código de Modelo quanto à disponibilidade de Códigos de Desenho de Segurança Elétrica com estruturas específicas
de transmissores.
c. Consulte o Manual de Instruções aplicável sobre as condições de aplicação e os requisitos de conectividade.
d. Ao selecionar o Código de Desenho de Segurança AP, AM, NM, NP, EM, EP, BP ou BM, o usuário deve marcar de forma
permanente (ticar o bloco retangular na plaqueta de dados) apenas um tipo de proteção (ia e ib, d ou n). Não altere essa
marca depois de aplicada.
e. Ao selecionar o Código de Desenho de Segurança MA, o usuário deve marcar de forma permanente (ticar o bloco retangular
na plaqueta de dados) as certificações intrinsecamente seguras para ATEX, CSA ou FM, conforme aplicável. Não altere essa
marca depois de aplicada.

Avisos ATEX e IECEx


Não abrir com os circuitos energizados.

20
1. Introdução MI 020-602 – Outubro de 2014

Documentos de Conformidade ATEX


EN 60079-0:2012
EN 60079-1:2007
EN 60079-11:2012
EN 60079-26:2007
EN 60079-31:2009
EN 60079-15: 2010

Documentos de Conformidade IECEx


IEC 60079-0 (Edição 6): 2011
IEC 60079-1 (Edição 6): 2007
IEC 60079-11 (Edição 6): 2011
IEC 60079-15 (Edição 4): 2010
IEC 60079-31 (Edição 1): 2008
IEC 60079-26 (Edição 2): 2006

21
MI 020-602 – Outubro de 2014 1. Introdução

22
2. Instalação

! ADVERTÊNCIA
Para evitar danos ao sensor do transmissor, não utilize dispositivos de impacto, como
chave de impacto ou dispositivo de estampar, no transmissor.

OBSERVAÇÃO
1. O transmissor deve ser montado de modo que qualquer umidade condensada ou
drenada para o compartimento da fiação em campo possa sair por uma das duas
conexões de conduíte rosqueadas.
2. Use vedante de rosca adequado em todas as conexões.

Montagem do Transmissor
O transmissor de pressão diferencial IDP10S pode apoiado na tubulação de processo ou montado
em tubulação ou superfície vertical ou horizontal usando o suporte de montagem opcional. Veja
Figura 3.
Para obter informações dimensionais, consulte DP 020-464.
OBSERVAÇÃO
1. Se o transmissor não estiver instalado na posição vertical, reajuste a saída zero para
eliminar o efeito zero da posição.
2. Quando os códigos de estrutura 78/79 são utilizados (insertos PVDF) com os
transmissores IDP10S, a conexão do processo deve ser feita diretamente para com
os insertos PVDF nas tampas de processo dos lados alto e baixo.
3. Não monte diretamente o transmissor IDP10S no processo usando a rosca interna
de 1/4 NPT. Essa rosca deve ser usada para conectar-se ao processo apenas quando
o transmissor for montado com um conjunto de montagem opcional (Opções -M1
a -M8).
4. Não monte o transmissor IDP10S usando a conexão do conduíte e conjunto de
montagem opcional (-M1 a -M6) quando as condições de vibração ultrapassarem
20 m/s2 (2 “g”).

OBSERVAÇÃO
1. Quando necessário, equipamento intrinsecamente seguro pode ser conectado e
desconectado com os circuitos energizados.
2. Quando usado em uma zona de pó com fibras e neblinas inflamáveis?? dos grupos
IIIA, IIB ou IIC, a temperatura de autoignição da camada deve ser, pelo menos, 75°C
mais alta que a temperatura máxima da superfície marcada na codificação de pó.
3. O equipamento é certificado apenas para uso na temperatura ambiente marcada no
equipamento e não deve ser utilizado fora desse intervalo.
4. A pressão máxima do processo indicada na marcação não deve ser ultrapassada.

23
MI 020-602 – Outubro de 2014 2. Instalação

5. Não há condições especiais de verificação ou de manutenção. Todos os


equipamentos protegidos contra explosões devem ser periodicamente
inspecionados em conformidade com o código de prática aplicável.

! ADVERTÊNCIA
O invólucro principal de componentes eletrônicos de alguns modelos é fabricado de
liga de alumínio. Em casos raros, podem ocorrer fontes de ignição devido a impactos e
faíscas de fricção. Isso deve ser considerado durante a instalação, especialmente se o
equipamento for instalado em um local de Zona 0.

! AVISO
Na instalação em zonas com pó inflamável, sob certas circunstâncias extremas uma
carga eletrostática inflamável pode se acumular nas superfícies pintadas não
condutoras. Portanto, o usuário/instalador deve tomar precauções para evitar o
acúmulo de carga eletrostática; por exemplo, colocar o equipamento em uma
localização onde é improvável que esteja presente um mecanismo de geração de carga
(como pó levado pelo vento) e limpar com pano úmido.

! AVISO
Ao instalar em zona de pó inflamável, o instalador deve assegurar que a entrada de
cabos mantenha a condição à prova de pó (IP6X) do invólucro.

Montagem de Processo
Com a montagem de processo, o transmissor pode ser montado e apoiado na tubulação do
processo.

Figura 3. Montagem Típica de Transmissor IDP10S Apoiado em Tubulação de Processo


ESTRUTURA TRADICIONAL ESTRUTURA LP1 ESTRUTURA LP2

VEJA A
VEJA A OBSERVAÇÃO
VEJA A OBSERVAÇÃO
OBSERVAÇÃO

OBSERVAÇÃO: MARCA QUE INDICA OS LADOS DE PRESSÃO BAIXA E ALTA DO TRANSMISSOR

24
2. Instalação MI 020-602 – Outubro de 2014

Transmissor Montado em Coletor


Com a montagem em coletor, o transmissor é montado e apoiado em um coletor de desvio. O
coletor de desvio pode ser montado em uma tubulação DN50 ou de 2 pol com um suporte de
montagem opcional. Consulte MI 022-138.

Figura 4. Montagem Típica de Transmissor IDP10S Apoiado em Coletor de Desvio

COLETOR M4A COLETOR MB3

Transmissor Montado em Coletor Coplanar™


Figura 5. Montagem Típica de Transmissor IDP10S Apoiado em Coletor Coplanar

PLACA
ADAPTDORA
E GAXETAS

COLETOR MT3 COLETOR MC3

25
MI 020-602 – Outubro de 2014 2. Instalação

Montagem em Tubulação ou Superfície


Para montar o transmissor em uma tubulação ou superfície, use o Conjunto Padrão de Suporte de
Montagem (Código de Modelo de Opção -M1 ou M2) ou o Conjunto de Montagem de Suporte
Universal (Código de Modelo de Opção -M3).

Suporte de Montagem Padrão


O transmissor (com estrutura tradicional ou LP2 de baixo perfil) pode ser montado em uma
tubulação vertical ou horizontal, DN 50 ou de 2 pol usando um suporte padrão. Veja nas Figuras
6 e 7 detalhes de um suporte padrão e exemplos de situações de montagem diferentes. Fixe o
suporte de montagem no transmissor usando os quatro parafusos fornecidos. Monte o suporte na
tubulação. Para montar em uma tubulação horizontal, gire o parafuso em U- 90° em relação à
posição mostrada. O suporte de montagem também pode ser utilizado para montagem na parede
prendendo-o por meio dos orifícios de montagem de parafuso em U.

Figura 6. Transmissor Montado em Tubulação ou Superfície Usando Suporte Padrão

APROXIMADAMENTE 3 POL DE
FOLGA SÃO NECESSÁRIOS PARA
ACESSAR OS PARAFUSOS DE
MONTAGEM E DE VENTILAÇÃO.

PARA MONTAGEM NA SUPERFÍCIE,


SUBSTITUA O PARAFUSO EM U
POR DOIS PARAFUSOS DE
0,375 POL DE DIÂMETRO COM
VENTILAÇÃO LATERAL OPCIONAL COMPRIMENTO SUFICIENTE PARA
PASSAR PELO SUPORTE E
A SUPERFÍCIE

É MOSTRADA A TUBULAÇÃO
VERTICAL DN 50 OU DE 2POL.
SUPORTE GIRE O PARAFUSO EM U 90°
PARA MONTAR NA TUBULAÇÃO
HORIZONTAL

26
2. Instalação MI 020-602 – Outubro de 2014

Figura 7. Exemplos de Montagem com Suporte Padrão

TUBULAÇÃO VERTICAL TUBULAÇÃO HORIZONTAL


ESTRUTURA LP2 ESTRUTURA TRADICIONAL ESTRUTURA LP2 ESTRUTURA TRADICIONAL

Suporte de Montagem Universal


O transmissor (com estrutura tradicional ou LP2 de baixo perfil) pode ser montado em uma
grande variedade de posições na tubulação vertical ou horizontal, DN 50 ou de 2 pol usando um
suporte universal. Veja nas figuras a seguir detalhes de um suporte universal e exemplos de
situações de montagem diferentes. Fixe o suporte de montagem no transmissor usando os dois
parafusos compridos ou quatro curtos fornecidos. Monte o suporte na tubulação. O suporte de
montagem também pode ser utilizado para montagem na parede prendendo-o por meio dos
orifícios de montagem de parafuso em U.

Figura 8. Detalhes de um Suporte Universal


CONJUNTO DO PARAFUSO EM U
PARA DN 50 OU 2 NA TUBULAÇÃO

FUROS PARA
MONTAGEM DE
PARAFUSO EM U
E DE SUPERFÍCIE
NOS QUATRO PARAFUSOS PARA
LADOS DESSA MONTAR O TRANSMISSOR
ESCORA DO NO SUPORTE
SUPORTE

PARAFUSOS PARA
MONTAR O
TRANSMISSOR
NO SUPORTE
FUROS PARA MONTAR O
TRANSMISSOR NO SUPORTE
OU PARA MONTAGEM DE
SUPERFÍCIE NOS
QUATRO LADOS DESSA
ESCORA DO SUPORTE

27
MI 020-602 – Outubro de 2014 2. Instalação

Figura 9. Montagem de Transmissor com Estrutura Tradicional Usando Suporte Universal

TUBULAÇÃO VERTICAL TUBULAÇÃO HORIZONTAL

Figura 10. Montagem de Transmissor em Tubulação Vertical com Estrutura LP2 Usando
Suporte Universal

28
2. Instalação MI 020-602 – Outubro de 2014

Figura 11. Montagem Horizontal de Transmissor com Estrutura LP2 Usando Suporte Universal

29
MI 020-602 – Outubro de 2014 2. Instalação

Ventilação e Drenagem
Estrutura Tradicional
A ventilação e drenagem da cavidade do sensor são fornecidas na montagem vertical e horizontal.
Em unidades montadas na vertical, a drenagem é obtida por um parafuso de drenagem e a
ventilação, por ventilações laterais (Código de Opção -V). Em unidades montadas na horizontal, a
unidade tem drenagem automática e a ventilação é feita por meio de um parafuso de ventilação.

Figura 12. Montagem Vertical - Drenagem de Cavidade

TAMPA DE
PARAFUSO DE DRENAGEM
PROCESSO

Figura 13. Montagem Vertical - Ventilação de Cavidade

VENTILAÇÃO
LATERAL
OPCIONAL
VISÍVEL

BUJÃO

Figura 14. Montagem Horizontal - Ventilação de Cavidade


PARAFUSO DE VENTILAÇÃO

Estrutura de Perfil Baixo LP1


A ventilação e drenagem da cavidade do sensor são fornecidas na montagem vertical e horizontal.
Em unidades montadas na vertical, o transmissor tem drenagem automática e a ventilação é feita
por meio de um parafuso de ventilação. Em unidades montadas na horizontal, o transmissor pode
ser simplesmente virado (rotação de 180 graus) para orientar os lados de alta e baixa pressão até os
locais preferidos. Não há necessidade de desparafusar as tampas de processo. Se o transmissor for
conectado com um pedaço de tubulação de impulso, esta deve inclinar-se para cima até o
transmissor em aplicações com gás e para baixo em aplicações com líquidos.

30
2. Instalação MI 020-602 – Outubro de 2014

Figura 15. Montagem Vertical - Ventilação de Cavidade

PARAFUSO
DE VENTILAÇÃO

CONEXÃO DE
PROCESSO
EM LINHA

Figura 16. Montagem Horizontal - Ventilação e Drenagem de Cavidade

CONEXÃO PARAFUSO DE CONEXÃO PARAFUSO


DE PROCESSO VENTILAÇÃO DE PROCESSO DE DRENAGEM

Estrutura de Perfil Baixo LP2


O transmissor com estrutura de perfil baixo LP2 tem ventilação completa e projeto de drenagem
com parafusos separados de ventilação e drenagem posicionados em cada tampa para ventilação e
drenagem completas da cavidade do sensor.

Figura 17. Ventilação e Drenagem de Cavidade

PARAFUSO DE
DRENAGEM E
DE VENTILAÇÃO

Instalação da Tubulação de Medição do Fluxo


As figuras 18 e 19 mostram instalações típicas com tubulações de processo horizontais e verticais.
Os transmissores são mostrados abaixo do nível das conexões de pressão na tubulação (disposição
normal, exceto para o fluxo de gás sem líquido de vedação) e com tês de enchimento nas linhas
para o transmissor (para líquido de vedação).
Se o fluido do processo a ser medido não deve entrar em contato com o transmissor, as linhas do
transmissor devem ser preenchidas com um líquido de vedação apropriado (veja o procedimento
na seção a seguir). Nesse caso, o transmissor deve ser montado abaixo do nível das conexões de
pressão na tubulação. Com fluxo de vapor, as linhas são preenchidas com água para proteger o
transmissor contra o vapor quente. O líquido de vedação (ou água) é adicionado às linhas por

31
MI 020-602 – Outubro de 2014 2. Instalação

meio dos tês de enchimento. Para evitar que as cabeças do transmissor fiquem desiguais, os tês
devem estar na mesma altura e o transmissor deve ser montado na vertical (como mostrado). Se
um líquido de vedação não for necessário, pode-se utilizar cotovelos em lugar dos tês.
Aperte bujões de drenagem e os parafusos de ventilação opcional com 20 Nm (15 lbpés). Aperte
os quatro parafusos do conector de processo com torque de 61 Nm (45 lbpés).
Note que os lados de baixa e de alta pressão do transmissor são identificados por uma marcação L-
H no lado do sensor, acima da etiqueta de aviso.
Com líquidos de vedação de viscosidade média e/ou linhas de transmissores compridas, deve-se
usar válvulas maiores.
OBSERVAÇÃO
1. Em uma linha horizontal, as conexões de pressão na tubulação devem estar ao lado
da linha. No entanto, com o fluxo de gás sem líquido de vedação, as conexões
devem estar no topo da linha.
2. Em uma linha vertical, o fluxo deve ser para cima.
3. No caso de fluxo de líquido ou vapor, o transmissor deve ser montado mais baixo
do que as conexões de pressão na tubulação.
4. No caso de fluxo de gás sem líquido de vedação, o transmissor deve ser montado
acima das conexões de pressão na tubulação; no caso de fluxo de gás com líquido
de vedação, o transmissor deve ser montado abaixo das conexões de pressão.
5. Recomenda-se o uso de amortecedores em instalações sujeitas a altos níveis de
pulsações de fluidos.

Figura 18. Exemplo de Instalação de Linha de Processo Horizontal


VÁLVULAS DE INTERRUPÇÃO DIREÇÃO DO
FLUXO DE PRESSÃO
TRANSMISSOR

LADO DE
ALTA
PRESSÃO

TÊS DE ENCHIMENTO

LADO DE BAIXA PRESSÃO

TUBULAÇÃO OU TUBAGEM
COLETOR
OPCIONAL
DE TRÊS
VÁLVULAS

32
2. Instalação MI 020-602 – Outubro de 2014

Figura 19. Exemplo de Instalação de Linha de Processo Vertical


VÁLVULAS DE
INTERRUPÇÃO DIREÇÃO DO FLUXO
DO PROCESSO DE PRESSÃO

LADO DE TRANSMISSOR
TÊS DE BAIXA
ENCHIMENTO PRESSÃO

LADO DE
ALTA
PRESSÃO

TUBULAÇÃO OU
TUBAGEM COLETOR
OPCIONAL
DE TRÊS
VÁLVULAS

Sistema de Enchimento com Líquido de Vedação


Se o fluido do processo a ser medido não deve entrar em contato com o transmissor, as linhas do
transmissor devem ser preenchidas com um líquido de vedação apropriado. O procedimento para
isso é o seguinte:
1. Se o transmissor estiver em serviço, siga o procedimento em “Retirar de Operação um
Transmissor de Pressão Diferencial” na página 42.
2. Feche ambas as válvulas de interrupção do processo.
3. Abra as três válvulas no coletor de três válvulas.
4. Abra parcialmente os parafusos de ventilação no transmissor até todo o ar ser forçado
para fora do corpo e das linhas do transmissor. Feche os parafusos de ventilação.
5. Reabasteça as conexões em tê. Recoloque os bujões e feche a válvula de desvio.
Verifique se há vazamentos.
6. Siga o procedimento em “Colocar em Operação um Transmissor de Pressão
Diferencial” na página 42.

33
MI 020-602 – Outubro de 2014 2. Instalação

! ADVERTÊNCIA
Para evitar a perda de líquido vedante e a contaminação do fluido de processo, nunca
abra as válvulas de interrupção do processo e do coletor se a válvula de desvio estiver
aberta.

Posicionamento do Invólucro
O invólucro do transmissor pode ser girado até uma volta completa no sentido anti-horário
quando visto de cima para acesso ideal aos ajustes, ao display ou a conexões de conduíte. Os
invólucros têm uma braçadeira de retenção que os impede de serem girados além de uma
profundidade segura do engate da rosca do invólucro/sensor.

! AVISO
Se o invólucro dos componentes eletrônicos for removido para manutenção, ele deve
ser apertado à mão até o fim das roscas, mas não deve ser apertado demais na
remontagem. Veja “Remoção e Reinstalação do Conjunto do Invólucro” na página 88.

Figura 20. Localização da Braçadeira do Invólucro

BRAÇADEIRA DE RETENÇÃO

INVÓLUCRO

BRAÇADEIRA DE RETENÇÃO
COPO
BRAÇADEIRA

Posicionamento do Display
O display opcional pode ser girado dentro do invólucro para qualquer uma das quatro posições
em incrementos 90°. Para isso, segure as duas abas do display e gire-o cerca de 10°no sentido anti-
horário. Puxe o display. Certifique-se de que o anel em O esteja totalmente encaixado na
respectiva ranhura no invólucro do display. Gire o display até a posição desejada e reinsira-o no
módulo de componentes eletrônicos, alinhando as abas nas laterais do conjunto e girando-o no
sentido horário.

! ADVERTÊNCIA
Não gire o display mais de 180° em qualquer direção. Isso pode danificar seu cabo de
conexão.

34
2. Instalação MI 020-602 – Outubro de 2014

Configuração do Jumper de Proteção contra Gravação


Seu transmissor tem recurso de proteção contra gravação. Isso significa que o zero externo, o
display local e a comunicação remota podem ser impedidos de gravar nos componentes
eletrônicos. A proteção contra gravação é definida movendo um jumper localizado no
compartimento de componentes eletrônicos atrás do display opcional. Para ativar a proteção
contra gravação, remova o display como descrito na seção anterior e retire o jumper ou mova-o
para a posição inferior, como mostrado no rótulo exposto. Substitua o display.

Figura 21. Jumper de Proteção contra Gravação


Conjunto do Invólucro Jumper de Proteção
contra Gravação

OFF ON

Componentes Eletrônicos

Display Opcional

Travas de Tampa
Por padrão, são fornecidas travas de tampa do invólucro dos componentes eletrônicos, mostradas
na Figura 22, com determinadas certificações de agências e como parte da opção de Trava e
Vedação de Transferência de Custódia. Para bloquear as tampas, desaperte o pino de travamento
até aparecerem cerca de 6 mm (0,25 pol), alinhando o furo no pino com o furo no invólucro.
Insira o fio de vedação pelos dois furos, deslize a vedação até as extremidades do fio e amasse
a vedação.

35
MI 020-602 – Outubro de 2014 2. Instalação

Figura 22. Localização das Travas de Tampa

TRAVAS DE TAMPA (2)


(SE HOUVER)

Fiação
A instalação e a fiação do seu transmissor devem estar em conformidade com os requisitos do
código local.

! AVISO
A ATEX exige que, quando o equipamento se destina a ser utilizado em atmosfera
explosiva causada pela presença de pó combustível, os dispositivos de entrada de cabos e
os elementos de bloqueio forneçam um grau de proteção contra entrada de, pelo menos,
IP6X. Eles devem ser adequados para as condições de uso e corretamente instalados.

OBSERVAÇÃO
Recomenda-se o uso de proteção contra transientes/surtos em instalações sujeitas a
altos níveis de transientes e surtos elétricos.

Acesso aos Terminais em Campo do Transmissor


Para acessar os terminais em campo, rosqueie a trava da tampa (se houver) no invólucro para
liberar a tampa rosqueada e retire a tampa do compartimento de terminais em campo, como
mostrado na Figura 23. Note que as letras em alto relevo FIELD TERMINALS identificam o
compartimento adequado.

Figura 23. Acesso aos Terminais em Campo


CONEXÃO DE CONDUÍTE 1/2 NPT OU M20 PARA FIAÇÃO
DO CLIENTE. NO LADO OPOSTO TAMBÉM.
TAMPAR A ABERTURA NÃO UTILIZADA COM O BUJÃO
FORNECIDO (OU EQUIVALENTE).

REMOVER A TAMPA PARA ACESSAR OS


TERMINAIS DE FIAÇÃO

ATERRAMENTO
EXTERNO

36
2. Instalação MI 020-602 – Outubro de 2014

Figura 24. Identificação de Terminais em Campo

RECIPIENTES PARA PLUGUES BANANA


PARAFUSO DE EM CONEXÕES HART
ATERRAMENTO

(+) (+) RECIPIENTES PARA PLUGUES BANANA EM


HHT CONEXÕES DE CALIBRAÇÃO. PARA LER A
TRANSMISSOR
SINAL DE SAÍDA DO TRANSMISSOR, CONECTE AQUI
ATERRAMENTO AS SONDAS DO MEDIDOR (100 A 500 mV
(–) (-) REPRESENTANDO UMA CORRENTE DE
CAL 4 A 20 mA).

BARRA DE FORMAÇÃO DE CURTOS


OPCIONAL (SB-11) PARA REDUZR A
TENSÃO MÍNIMA DE 11,5 VCC PARA
11 VCC TAMBÉM É CONECTADA AQUI

Fiação do Transmissor com um Loop de Controle


Ao conectar a fiação do transmissor, a tensão de alimentação e a carga de loop devem estar dentro
dos limites especificados. O relacionamento entre a carga de saída de alimentação e a tensão,
mostrado na Figura 25, é:
Rmáx. = 47,5 (V - 11,5)
OBSERVAÇÃO
Ao usar a barra de formação de curtos opcional, o relacionamento entre a carga de
saída de alimentação e a tensão é:
Rmáx. = 46,8 (V - 11).

Pode-se usar qualquer combinação de tensão de alimentação e resistência de carga de loop na área
sombreada mostrada na Figura 25. Para determinar a resistência de carga de loop (carga de saída
do transmissor), some a resistência em série de cada componente do loop, excluindo o
transmissor. A fonte de alimentação deve ser capaz de fornecer 22 mA de corrente em loop.

37
MI 020-602 – Outubro de 2014 2. Instalação

Figura 25. Tensão de Alimentação e Carga de Loop

1450

1400
Limites Típicos de Tensão
de Alimentação e Carga
1300
VCC CARGA ()
1200
24 250 e 594
1100 30 250 e 880
32 250 e 975
1000
Carga de Saída, Ohms

900
OBSERVAÇÕES:
800 1. A carga mínima para o comunicador HART
é de 250 .
700 2. O transmissor pode funcionar com uma carga
600
de saída menor que o mínimo, mas usar
um configurador remoto ao operar ness
500 Carga Mínima área resultará em distúrbios de saída /ou
(Veja a falha de comunicação.
400 Observação)
Área Operacional

300

200

100

0
0 10 20 30 40
11,5 42
Tensão de Alimentação, VCC

Exemplos:
1. Para uma resistência de carga de loop de 880 , a tensão de alimentação pode ser de
qualquer valor de 30 a 42 V CC.
2. Para uma tensão de alimentação de 24 V CC, a resistência de carga de loop pode ser
de qualquer valor de 250 a 594  (zero a 594  sem comunicador HART conectado
ao transmissor).
Para conectar um ou mais transmissores a uma fonte de alimentação, execute as seguintes etapas.
1. Remova a tampa do compartimento de terminais de campo do transmissor.
2. Passe os fios de sinal (0,50 mm2 ou 20 AWG, típico) por uma das conexões de
conduíte do transmissor. Use par único trançado para proteger a saída 4 para 20 mA
output e/ou as comunicações remotas contra o ruído elétrico. O comprimento
máximo recomendado para os cabos de sinal é:
 3.050 m (10.000 pés) usando cabo de par único e cumprindo os requisitos da
implementação de camada física da HART definidos no Documento HART
HCF_SPEC-53. Use CN=1 ao calcular os comprimentos máximos.
 1525 m (5000 pés) em modo multidrop.
Cabos blindados podem ser necessários em alguns lugares.

38
2. Instalação MI 020-602 – Outubro de 2014

OBSERVAÇÃO
Não passe os fios do transmissor no mesmo conduíte dos fios da rede elétrica
(energia de CA ).

3. Se for usado cabo blindado, aterre-o apenas na fonte de alimentação. Não aterre o
cabo blindado no transmissor.
4. Tampe a conexão de conduíte não utilizada com o bujão de metal 1/2 NPT ou M20
fornecido (ou equivalente). Para manter a proteção especificada à prova de explosão e
de ignição de pó, o bujão deve ser girado no mínimo cinco voltas completas na rosca
para conexões 1/2 NPT e sete voltas completas para conexões M20.
5. Conecte um fio terra ao terminal de terra, em harmonia com a prática local.

! ADVERTÊNCIA
Se o circuito de sinal precisar ser aterrado, é preferível fazer isso no terminal negativo
da fonte de alimentação de CC. Para evitar erros resultantes de loops de terra ou a
possibilidade de curto-circuito -em grupos de instrumentos em loop, deve haver
apenas um terra em um loop.

6. Conecte os fios da fonte de alimentação e de loop do receptor às conexões de terminais


“+” e “–”.
7. Conecte os receptores (como controladores, gravadores e indicadores) em série com a
fonte de alimentação e o transmissor, como mostrado na Figura 26.
8. Reinstale a tampa no invólucro girando-a no sentido horário para assentar o anel em
O no invólucro e depois continue a apertar com a mão até que a tampa entre em
contato com o invólucro, metal contra metal. Se houver travas da tampa, trave a
tampa de acordo com o procedimento descrito em “Travas de Tampa” na página 35.
9. Se for conectada a fiação de transmissores adicionais na mesma fonte de alimentação,
repita as Etapas 1 a 8 para cada transmissor adicional. A configuração com vários
transmissores conectados a uma única fonte de alimentação é mostrada na Figura 27.
10. O comunicador HART ou configurador baseado em PC pode ser conectado ao loop
entre o transmissor e a fonte de alimentação, como mostrado nas Figuras 26 e 27.
Note que, no mínimo, 250  devem separar a fonte de alimentação do Comunicador
HART e do configurador baseado em PC.

39
MI 020-602 – Outubro de 2014 2. Instalação

Figura 26. Transmissores com Fiação de Loop


LOCAL NÃO
A CLASSIFICAÇÃO DE ÁREA NÃO DEVE SER SUPERIOR CLASSIFICADO.
À CLASSIFICAÇÃO ESPECIFICADA NO TRANSMISSOR BARREIRA DE
SEGURANÇA
TERMINAIS INTRÍNSECA CONFIGURADOR
PARAFUSO DE BASEADO EM PC(b)
ATERRAMENTO EM CAMPO

CONDUÍTE(a) INDICADOR
+
+

FONTE DE
TAMPE A ALIMENTAÇÃO
CONEXÃO DE _ _
CONDUÍTE + _
NÃO UTILZADA

COMUNICADOR HART (b) CONTROLADOR


OU GRAVADOR

(a) Passe o conduíte para baixo e evite o acúmulo de umidade no compartimento de terminais.
(b) Deve haver uma resistência total de pelo menos 250  entre o comunicador HART ou o configurador baseado em
PC e a fonte de alimentação.

Figura 27. Fiação de Vários Transmissores em uma Fonte de Alimentação Comum

FONTE DE
ALIMENTAÇÃO

250 
mín.(a) 250  250 
mín.(a) mín.(a)

+ – + – + –

TRANSMISSOR TRANSMISSOR TRANSMISSOR

(a) É NECESSÁRIA CARGA MÍNIMA DE 250  (INCLUINDO RESISTÊNCIA DE


OUTROS INSTRUMENTOS) EM CADA LOOP AO USAR COMUNICADOR
HART OU CONFIGURADOR BASEADO EM PC.

(b) CONECTE O COMUNICADOR HART OU CONFIGURADOR BASEADO


EM PC ENTRE O TRANSMISSOR E SEUS INSTRUMENTOS ASSOCIADOS,
COMUNICADOR HART(b) OU COMO MOSTRADO.
CONFIGURADOR BASEADO
EM PC

Comunicação Multidrop
“Comunicação multidrop” refere-se à conexão de diversos transmissores em uma única linha de
transmissão de comunicações. As comunicações entre o computador host e os transmissores
ocorrem digitalmente com a saída analógica do transmissor desativada. Com o protocolo de
comunicação HART, até 15 transmissores podem ser conectados a um par único trançado de fios
ou por linhas telefônicas alugadas.

40
2. Instalação MI 020-602 – Outubro de 2014

A aplicação de uma instalação multidrop exige a consideração da taxa de atualização necessária a


partir de cada transmissor, a combinação de modelos de transmissores e o comprimento da linha
de transmissão. A comunicação com os transmissores pode ser realizada com qualquer modem
compatível com HART e um host que implemente o protocolo HART. Cada transmissor é
identificado por um endereço exclusivo (0 a 63) e responde a comandos definidos no protocolo
HART.
A Figura 28 mostra uma rede multidrop típica. Não use essa figura como diagrama de instalação.
Entre em contato com a HART Communications Foundation (http://www.hartcomm.org/) para
obter requisitos específicos de aplicações multidrop.

Figura 28. Rede Multidrop Típica

HOST MODEM

CARGA

FONTE DE
ALIMENTAÇÃO IDP10S IDP10S IDP10S

O comunicador HART pode operar, configurar e calibrar transmissores IDP10S com o protocolo
de comunicação HART da mesma forma como pode fazê-lo em uma instalação ponto a ponto
padrão.
OBSERVAÇÃO
Os transmissores IDP10S são enviados de fábrica com o endereço de consulta 0 e com
o modo da corrente em loop definido como “enabled” ou “active”, permitindo que
eles operem de maneira ponto a ponto padrão com sinal de saída de 4 a 20 mA. Para
ativar a comunicação multidrop, o endereço do transmissor deve ser alterado para um
número de 1 a 63, além de um transmissor analógico no endereço 0. A cada
transmissor deve ser atribuído um número exclusivo em cada rede multidrop. No
entanto, essa mudança não desativa automaticamente a saída analógica de 4 a 20 mA.
Para determinar o valor de saída de mA, defina o modo da corrente em loop como
“fixed” ou “disabled”.

O comunicador HART pode operar, configurar e calibrar transmissores IDP10S com o protocolo
de comunicação HART da mesma forma como pode fazê-lo em uma instalação ponto a ponto
padrão.

Conexão do Transmissor a um Sistema de Controle


Distribuído da Foxboro
O transmissor também pode enviar sua medição para um Sistema de Controle Distribuído da
Foxboro como sinal digital via FBM214/215. As terminações de fiação no transmissor são as
mesmas descritas acima. Para obter outros detalhes sobre a fiação do sistema, consulte as
instruções de instalação fornecidas com o sistema de controle.

41
MI 020-602 – Outubro de 2014 2. Instalação

Colocar em Operação um Transmissor de Pressão


Diferencial
O procedimento a seguir explica como sequenciar as válvulas em sua tubulação de medição de
vazão ou coletor de desvio opcional para garantir que o transmissor não fique acima do intervalo e
que o líquido de vedação não se perca. Consulte as Figuras 18 e 19.
OBSERVAÇÃO
Esse procedimento pressupõe que as válvulas de interrupção do processo estejam
abertas.

1. Certifique-se de que ambas as válvulas de coletor à montante e à jusante estejam


fechadas.
2. Confirme se a válvula de desvio está aberta.
3. Abra lentamente a válvula de coletor à montante.
4. Feche a válvula de desvio.
5. Abra lentamente a válvula de coletor à jusante.

Retirar de Operação um Transmissor de Pressão


Diferencial
O procedimento a seguir explica como sequenciar as válvulas em sua tubulação de medição de
vazão ou coletor de desvio opcional para garantir que o transmissor não fique acima do intervalo e
que o líquido de vedação não se perca. Consulte as Figuras 18 e 19.
OBSERVAÇÃO
Esse procedimento pressupõe que as válvulas de interrupção do processo estejam
abertas.

1. Feche lentamente a válvula de coletor à jusante.


2. Feche lentamente a válvula de coletor à montante.
3. Abra a válvula de desvio.
4. Abra com cuidado o parafuso de ventilação para liberar qualquer pressão residual antes
de desconectar as linhas.

! AVISO
Ao ventilar a pressão do transmissor, use equipamento de proteção adequado para
evitar possíveis lesões causadas por material de processo, temperatura ou pressão.

42
3. Operação pelo Display Local
Um display local, como mostrado na Figura 29, tem duas linhas de informações. A linha superior
é um display numérico de 5-dígitos (4 dígitos se for necessário o sinal de menos); a inferior, é um
display alfanumérico de 7 dígitos. O display fornece indicação local das informações de medição.
Durante a operação normal do transmissor, o display mostra a medição primária (M1) ou
secundária (M2), dependendo de como o transmissor estiver configurado. O display pode ser
configurado para atender às suas necessidades específicas:
 Se Show 1 for configurado, o display mostrará o valor de medição primária (M1),
juntamente com suas unidades configuradas durante a operação normal do
transmissor.
 Se Show 2 for configurado, o display mostrará o valor de medição secundária (M2),
juntamente com suas unidades configuradas durante a operação normal do
transmissor.
 Para visualizar temporariamente a medição alternativa, pressione o botão Enter. A
medição alternativa aparece no display por um breve período e, em seguida, o display
volta a sua configuração.
 Se Toggle for configurado, o display alternará entre as medições primária e
secundária, M1 e M2. Quando M2 é exibido, o dígito 2 pisca no canto inferior direito
do display.
O display e o teclado de 2 botões na frente do transmissor também proporcionam um meio para
realizar a calibração e configuração, visualizar o banco de dados, testar o display e alterar o
intervalo do transmissor. O transmissor e teclado de dois botões são mostrados na Figura 29.

Figura 29. Display Local

34,5
psi

NEXT ENTER

Botão Next Botão Enter

Botão External Zero


(Posição Travada [Não Ativada])

43
MI 020-602 – Outubro de 2014 3. Operação pelo Display Local

É possível acessar essas operações por meio de um sistema de menu multinível. Para acessar o
menu multinível a partir do modo operacional normal do transmissor, pressione Next. Para sair
desse menu, cancele sua calibração ou configuração e volte ao modo operacional normal a
qualquer momento, navegue até Cancel e pressione Enter.
Um diagrama do menu de nível superior é mostrado na Figura 30.

Figura 30. Diagrama de Menu de Nível Superior

E E
(Medição M1 ou M2) (Medição M2 ou M1)
N
N
E
RERANGE Consulte o menu RERANGE na Figura 31.
N
E
CONFIG Consulte o menu CONFIG na Figura 39 até a Figura 42.
N
E
CALIB Consulte o menu CALIB na Figura 37 e na Figura 38.
N
E
VIEW DB ON-LINE MODE
N Percorra o display de banco de dados.
N Consulte a Figura 32 e a Tabela 4.
E
E
TST DSP ON-LINE MODE
N Percorra o padrão de teste do display.
N E Consulte o menu TST DSP na Figura 33.

E
CANCEL Sair do menu e retornar à operação normal on-line
N
N = Next E = Enter

Inclusão de Valores Numéricos


O procedimento geral para incluir valores numéricos nos menus Calibration e Configuration é o
seguinte:
1. No prompt apropriado, pressione o botão Enter. O display mostra o último valor
(ou o padrão) com o primeiro dígito intermitente.
2. Use o botão Next para selecionar o primeiro dígito desejado e, em seguida, pressione
o botão Enter. Sua seleção será inserida e o segundo dígito ficará intermitente.
3. Repita a Etapa 2 até ter criado seu novo valor. Se o número tiver menos de cinco
caracteres, use zeros à esquerda ou à direita para os espaços restantes. Quando tiver
configurado o quinto espaço, o display pedirá para colocar o separador decimal.
4. Mova o separador decimal com o botão Next até que ele seja colocado como desejado
e pressione o botão Enter.

44
3. Operação pelo Display Local MI 020-602 – Outubro de 2014

OBSERVAÇÃO
1. O separador decimal não pode ser colocado diretamente após o primeiro dígito.
Por exemplo, não é possível inserir um valor como 1,2300; é preciso inseri-lo como
01,230.
2. A posição decimal é identificada por um dígito intermitente, exceto na posição
após o quinto dígito. Nessa posição (que representa um número inteiro), supõe-se
que fica o separador decimal.

5. O display avança para o próximo item de menu.

Alteração do intervalo
Visto que o transmissor determina continuamente um valor digital interno da pressão medida a
partir do limite do intervalo inferior (LRL) ao limite de intervalo superior (URL), os pontos de
saída de 4 e 20 mA podem ser atribuídos a qualquer valor de pressão (dentro dos limites de
variação de intervalo) sem a aplicação de pressão.
OBSERVAÇÃO
1. A alteração do intervalo não afeta a calibração do transmissor; ou seja, não afeta a
otimização do valor digital interno da pressão ao longo de um intervalo calibrado
específico.
2. Se o LRV e o URV com alteração do intervalo não estiverem dentro do intervalo
calibrado, os valores medidos podem não ser tão precisos como quando eles estão
dentro desse intervalo.
3. Se M1 MODE estiver em modo de raiz quadrada, independentemente das unidades
de engenharia selecionadas, RERANGE é executado automaticamente nas seguintes
unidades de pressão “padrão”:
 inH2O, se M2 MODE for do tipo raiz quadrada.
 Unidades M2 EGU, se M2 MODE for linear.
A linha inferior do display indica as “unidades padrão” durante RERANGE. Depois
de RERANGE, o display volta automaticamente para as unidades de engenharia
configuradas.

É possível executar a alteração do intervalo do transmissor simplesmente digitando novos valores


do banco de dados para LRV e URV:
1. No modo operacional normal do transmissor, pressione o botão Next para acessar o
menu de nível superior do transmissor (veja Figura 30). O display mostra RERANGE.
2. Ajuste M1_URV e/ou M1_LRV conforme desejado:
a. Para editar o valor do intervalo superior, pressione Enter no prompt M1_URV.
Use o procedimento em “Inclusão de Valores Numéricos” na página 44 para editar
esse parâmetro.
b. Para editar o valor do intervalo inferior, pressione Enter no prompt M1_LRV. Use
o procedimento em “Inclusão de Valores Numéricos” na página 44 para editar esse
parâmetro.
OBSERVAÇÃO
M1 LRV é ignorado se M1 MODE for configurado como raiz quadrado visto que M1 LRV
deve ser zero.

A figura a seguir mostra o menu RERANGE.

45
MI 020-602 – Outubro de 2014 3. Operação pelo Display Local

Figura 31. Diagrama de Menu de Alteração do Intervalo


E E Inserir o valor desejado.
RERANGE M1_URV
N N Consulte “Inclusão de Valores Numéricos” na página 44.

E Inserir o valor desejado.


M1_LRV
N Consulte “Inclusão de Valores Numéricos” na página 44.

E Descartar todas as alterações, voltar a ficar online no modo


CANCEL
N operacional normal.

E Salvar as alterações do banco de dados, voltar a ficar online


SAVE
N no modo operacional normal.

(Continue navegando pelo menu de nível superior)

... N = Next E = Enter

Visualização do Banco de Dados


É possível visualizar o banco de dados usando o sistema de menu multinível descrito acima. Para
visualizar o banco de dados do transmissor:
1. No modo operacional normal do transmissor, pressione o botão Next para acessar o
menu de nível superior do transmissor (veja Figura 30).
2. Navegue até VIEW DB e pressione Enter. O display mostra o primeiro item no
banco de dados, FMW REV.
3. Continue percorrendo o display do banco de dados pressionando o botão Next ou
saia da visualização do banco de dados pressionando o botão Enter.
A figura a seguir mostra o menu VIEW DB, e a lista de itens do banco de dados é descrita na
Tabela 4.

46
3. Operação pelo Display Local MI 020-602 – Outubro de 2014

Figura 32. Diagrama de Menu VIEW DB


E
VIEW DB FMW REV
N
N
Write Protection
N
CALDATE
N
POLLADR
N
EX ZERO
N
S2 FAIL
N
OUT DIR
N
OUTFAIL
N
OFFL MA
N
DAMPING
N
M1 EGU
N
M1EFAC
N
M1EOFF
N E Voltar a ficar online
M1_URV <units> no modo operacional
N normal.
M1_LRV <units>
N
MULTICL
N
M2_EGU
N
M2EFAC
N
M2EOFF
N
DISPLAY
N
Passwords
N
USRDAYS
N
TOTDAYS

(Continue navegando pelo menu de nível superior)

... N = Next E = Enter

Tabela 4. Itens de Banco de Dados do Transmissor


Informações
Item de Banco de Dados Configurações ou Exemplo Disponíveis Adicionais
Revisão de firmware (FMW REV) 1.002.034 –
Write protection: ativada ou desativada WP DISA ou WP ENA página 35

47
MI 020-602 – Outubro de 2014 3. Operação pelo Display Local

Tabela 4. Itens de Banco de Dados do Transmissor


Informações
Item de Banco de Dados Configurações ou Exemplo Disponíveis Adicionais
Data da última calibração (CALDATE) 19APR13 página 62,
página 75
Endereço de Consulta (POLLADR) 0 a 63 página 71
Zero Externo (EX ZERO): ativado ou desativado EXZ ENA ou EXZ DIS página 71
Estratégia de Falha do Sensor de Temperatura S2FATAL ou S2NOFTL página 71
(S2 FAIL)
Direção de saída de 4 a 20 mA (OUT DIR): à frente OUT FWD ou OUT REV página 71
ou à ré
Modo de falha de saída de 4 a 20 mA (OUTFAIL): FAIL LO ou FAIL HI página 71
alto ou baixo
Saída de 4 a 20 mA em modo offline (OFFL MA): 4.000 ou LAST_MA página 72
última ou definida pelo usuário
DAMPING: 0, 1/4, 1/2, 1, 2, 4, 8, 16 ou 32 segundos DAMP0, DAMP1/4, DAMP1/2, DAMP1, DAMP2, página 72
DAMP4, DAMP8, DAMP16 ou DAMP32
Saída do modo M1 (M1 MODE): linear ou raiz M1 LIN, M1 LIN, M1SQ<1C, M1SQ<4L, página 72
quadrada M1SQ<nC
Unidades de Engenharia para M1 (M1_EGU) Se M1 Mode for linear: psi, bar, mbar, g/cm2, página 73
kg/cm2, Pa, kPa, MPa, torr, atm, inWC60 (at
60°F), mWC4, inWC4, mmWC4, inH2O (a 68 °F),
inHg, ftH2O, mmH2O ou mmHg.

Se M1 Mode for em raiz quadrada: %fluxo,


gal/s, gal/m, gal/h, gal/d, Mgal/d, ft3/s,
ft3/m, ft3/h, ft3/d, Igal/s, Igal/m,
Igal/h, Igal/d, l/s, l/m, l/h, Ml/d, m3/s,
m3/m, m3/h, m3/d, bbl/s, bbl/m, bbl/h,
bbl/d, T/h, lb/h, kg/h, Nm3/h (m3/h normal),
Sm3/h (m3/h padrão), Am3/h (m3/h real) ou
MMSCFD (milhões de scfd).
Fator de engenharia M1 (M1EFAC) 30.000 página 73
Offset aplicado ao valor primário (M1EOFF) 0.000 página 73
Valor do intervalo superior primário 30.000 página 45
(M1_URV <units>)
Valor do intervalo inferior primário 0.000 página 45
(M1_LRV <units>)
Status de calibração múltipla FoxCal™ (MULTICL) MCALON ou MCALOFF página 52
Saída do modo M2 (M2 MODE): linear ou raiz M2 LIN, M2SQ<1C, M2SQ<4L, M2SQ<nC página 74
quadrada M2 LIN: Linear (unidades de pressão)
M2SQ<1C: cálculo de fluxo de raiz
quadrada com interrupção abaixo de 1%
do intervalo de pressão diferencial
calibrado
M2SQ<4L: cálculo de fluxo de raiz
quadrada com extrapolação linear abaixo
de 4% do intervalo de pressão diferencial
calibrado
M2SQ<nC: cálculo de fluxo de raiz
quadrada com interrupção abaixo de 0 e
20% do valor do intervalo superior,
M2EFAC

48
3. Operação pelo Display Local MI 020-602 – Outubro de 2014

Tabela 4. Itens de Banco de Dados do Transmissor


Informações
Item de Banco de Dados Configurações ou Exemplo Disponíveis Adicionais
Unidades de engenharia para M2 (M2_EGU) Se M2 Mode for linear: psi, bar, mbar, g/cm2, página 74
kg/cm2, Pa, kPa, MPa, torr, atm, inWC60 (at
60°F), mWC4, inWC4, mmWC4, inH2O (a 68 °F),
inHg, ftH2O, mmH2O ou mmHg.

Se M2 Mode for em raiz quadrada: %fluxo,


gal/s, gal/m, gal/h, gal/d, Mgal/d, ft3/s,
ft3/m, ft3/h, ft3/d, Igal/s, Igal/m,
Igal/h, Igal/d, l/s, l/m, l/h, Ml/d, m3/s,
m3/m, m3/h, m3/d, bbl/s, bbl/m, bbl/h,
bbl/d, T/h, lb/h, kg/h, Nm3/h (m3/h normal),
Sm3/h (m3/h padrão), Am3/h (m3/h real) ou
MMSCFD (milhões de scfd).
Fator de engenharia M2 (M2EFAC) 30.000 página 73
Offset aplicado ao valor secundário (M2EOFF) 0.000 página 73
DISPLAY M1, M2 ou alternar entre M1 e M2 SHOW M1, SHOW M2 ou TOGGLE página 75
Configurações atuais de senha: Ativar senha, sem NO PWDS, ENA PWD, CFGONLY, CFG+CAL página 76
senha, somente configuração ou configuração e
calibração
Número de dias que o transmissor ficou em 1 página 62
execução desde que o Medidor de Tempo em
Serviço foi redefinido. (USRDAYS)
Número de dias que o transmissor ficou em 4 página 62
execução desde que foi instalado (TOTDAYS)

Teste do Display
É possível testar o display do transmissor usando o sistema de menu multinível descrito acima.
Para testar o display:
1. No modo operacional normal do transmissor, pressione o botão Next para acessar o
menu de nível superior do transmissor (veja Figura 30).
2. Pressione Next para navegar até TST DSP e pressione o botão Enter. O display
mostra o primeiro padrão de segmento de teste.
3. Percorra os cinco padrões de teste pressionando o botão Next ou saia do teste de
display pressionando o botão Enter.
O menu TST DSP e os cinco padrões são mostrados na Figura 33.

49
MI 020-602 – Outubro de 2014 3. Operação pelo Display Local

Figura 33. Padrões de Segmento de Teste do Display


E All Segments On
TST DSP
N

N
All Segments Off

N
All Horizontal Segments On

All Vertical Segments On

All Diagonal Segments and


Decimal Points On

(Continue navegando pelo menu de nível superior.)

... N = Next E = Enter

Mensagens de Erro
Mensagem
Parâmetro Condição Testada de Erro Ação
Operação Write Protection Ativada WR PROT Exibida periodicamente para avisar o usuário que
Normal a unidade está em Write Protect.
Qualquer condição não on-line OFFLINE Avisa o usuário sobre uma condição não on-line.
Startup Banco de dados OK ou INITERR O usuário deve realizar o procedimento SET GDB.
corrompido Veja “SET GDB” na página 76.

50
4. Calibração
Visão Geral da Tecnologia de Calibração Múltipla
FoxCal™
Os transmissores de pressão diferencial IDP10S oferecem tecnologia FoxCal™, um recurso de
calibração múltipla patenteado que elimina a necessidade de uma tradicional calibração de
variação única em um intervalo de pressão específico da aplicação. Os transmissores com o recurso
FoxCal ativado usam vários intervalos calibrados que ficam armazenados na memória integrada.
Os intervalos calibrados são predefinidos na fábrica e abrangem todo o intervalo de pressão do
transmissor. Durante a operação, uma transição suave em tempo real de um intervalo calibrado
para outro mantém a precisão digital como porcentagem da leitura de 3% a 100% do limite de
intervalo superior (URL).
As calibrações de fábrica e em campo para aplicações específicas não são necessárias para intervalos
de base zero até modulação de 30:1. Basta configurar ou alterar o intervalo do valor de intervalo
superior (URV) sem executar uma recalibração do URV. Bastará realizar um ajuste de zero após a
instalação para obter um desempenho com a precisão de referência especificada.
Consulte “Limites de Intervalo e Variação” na página 14.

Certificado de Calibração
Como opção, é possível solicitar um certificado de calibração com seu transmissor IDP10S, o que
fornece verificação de que o transmissor atende à especificação de precisão de referência dentro de
um intervalo especificado pelo usuário.
Para transmissores enviados com o recurso FoxCal ativado e a opção Calibration Certificate
selecionada, os transmissores não são recalibrados para o intervalo especificado pelo usuário. Os
pontos de LRV e URV são configurados (com alteração do intervalo) com os valores especificados
pelo usuário e a precisão é verificada no intervalo específico.

Calibração de Fábrica Personalizada


Uma calibração de fábrica personalizada de dois pontos também está disponível como opção de
código de modelo. Essa opção é útil se sua aplicação exigir intervalos não baseados em zero,
intervalos calibrados superiores à modulação de 30:1 ou quando exigido por um requisito
específico. Quando um transmissor é fornecido com a opção de calibração de fábrica
personalizada, o recurso FoxCal é automaticamente desativado e uma calibração tradicional de
dois pontos é aplicada no intervalo especificado pelo usuário.

Calibração de Um Ponto no LRV


Uma calibração de offset de um ponto no LRV pode ser executada em transmissores com FoxCal
ou a última calibração de dois pontos ativada.

51
MI 020-602 – Outubro de 2014 4. Calibração

Quando a calibração de um ponto em LRV é realizada, o ajuste de offset aplica-se tanto à última
calibração de dois pontos como a todas as calibrações múltiplas. A precisão calibrada no ponto de
LRV é ajustada e mantida por ambas as calibrações, independentemente da seleção ativada no
momento do ajuste. Isso permite ativar ou desativar o FoxCal sem também executar dois ajustes
de offset independentes.

Calibração em Campo de Dois Pontos


Todos os transmissores, incluindo aqueles enviados com o recurso FoxCal ativado, podem ser
recalibrados até LRV e URV específicos. A calibração no ponto de LRV se aplica aos transmissores
com o recurso FoxCal ativado e àqueles calibrados com calibração de dois pontos. Mas a
calibração no ponto de URV aplica-se apenas à calibração de dois pontos. As calibrações múltiplas
armazenadas de fábrica no transmissor não mudam quando é realizada uma calibração de URV.
Em vez disso, como acontece com a Calibração de Fábrica Personalizada, uma calibração em
campo em URV desativa automaticamente o recurso FoxCal e ativa uma única calibração de dois
pontos.

! ADVERTÊNCIA
A precisão da pressão de entrada para a calibração de variação em campo deve ser, no
mínimo, quatro vezes melhor do que a especificação de precisão de referência do
transmissor. Uma entrada de pressão de variação imprecisa normalmente resultará em
degradação de desempenho do transmissor em relação ao estado calibrado de fábrica.

Ativação e Desativação de FoxCal


O transmissor pode ser enviado com o recurso FoxCal ativado ou não. Se for selecionada a opção
-C1 no pedido de venda, o FoxCal não será ativado e o transmissor será calibrado de fábrica no
intervalo especificado. Se não for selecionada a opção -C1 no pedido de venda, o FoxCal será
ativado.
O recurso de calibração múltipla FoxCal pode ser ativado ou desativado selecionando MULTICL
no menu CALIB e escolhendo MCALON ou MCALOFF. Quando FoxCal está desativado, a última
calibração de dois pontos será ativada. Conforme enviado, os padrões de última calibração de dois
pontos para uma calibração de 0 a URL ou, para transmissores encomendados com a opção -C1,
o intervalo de Calibração de Fábrica Personalizada de dois pontos. Se uma calibração em campo
de dois pontos tiver sido realizada posteriormente, a última calibração se tornará a última
calibração em campo.
Se for realizada uma calibração de dois pontos em um transmissor com FoxCal ativado, a nova
calibração será usada e o FoxCal será desativado. Reative FoxCal selecionando MULTICL no menu
CALIB e escolhendo MCALON.

! ADVERTÊNCIA
Ao desativar FoxCal, o último intervalo calibrado de dois pontos talvez não
corresponda à configuração atual do valor do intervalo inferior e do valor de intervalo
superior. Para um desempenho ideal, devem ser evitadas grandes incompatibilidades.

52
4. Calibração MI 020-602 – Outubro de 2014

Observações Gerais sobre Calibração


1. Para obter os melhores resultados em aplicações onde é necessária alta precisão, zere a
saída do transmissor depois de estabilizada na temperatura de operação final.
2. Deslocamentos zero resultantes de efeitos de posição podem ser eliminados zerando a
saída do transmissor.
3. Ao verificar a leitura zero de um transmissor que funciona no modo de raiz quadrada,
volte a saída para o modo linear. Isso elimina uma aparente instabilidade no sinal de
saída. Volte a saída do transmissor para o modo de raiz quadrada após a verificação de
zero ser concluída.
4. Depois de calibrar os transmissores que operam com sinal de saída de 4 a 20 mA (ou 1
a 5 VCC), verifique os valores de saída abaixo ou acima do intervalo para garantir que
se estendem além de 4 e 20 mA (ou 1 e 5 VCC) respectivamente.
5. Cada transmissor é caracterizado de fábrica por todo o seu intervalo de pressão
nominal. Uma vantagem desse processo é que cada transmissor pode medir qualquer
pressão diferencial aplicada dentro de seus limites de intervalo, independentemente do
intervalo calibrado. A pressão diferencial aplicada é medida e convertida em um valor
digital interno de pressão diferencial. Esse valor digital de pressão diferencial está
sempre disponível, quer o transmissor esteja calibrado, quer não. A calibração assegura
que a precisão nominal do transmissor seja obtida no intervalo calibrado.
6. O valor digital interno da pressão diferencial pode ser exibido no display local
opcional, transmitido digitalmente e convertido para um sinal de saída analógica de 4
a 20 mA.
7. Se for realizada uma calibração de dois pontos quando o recurso FoxCal estiver ativo, a
nova calibração será usada e o FoxCal será desativado.
8. O banco de dados do transmissor tem valores configuráveis para o valor do intervalo
inferior (LRV) e o valor do intervalo superior (URV). Esses valores são utilizados para
duas funções.
a. Definir o intervalo calibrado ao usar botões locais para a calibração:
 Quando CAL LRV ou CAL URV é iniciado a partir dos botões locais, o
transmissor espera que a pressão aplicada no momento em que o botão é
pressionado seja igual ao valor de LRV ou URV respectivamente.
 Essa função ajusta o valor digital interno de pressão, ou seja, executa uma
calibração com base na aplicação de pressões exatas iguais aos valores inseridos
para LRV e URV no banco de dados do transmissor.
 Essa função também define os pontos de saída de 4 e 20 mA, ou seja, os
pontos de 4 e 20 mA que correspondem aos valores de LRV e URV no banco
de dados.
 O valor de LRV pode ser maior do que o valor de URV.
b. Alteração do intervalo sem aplicação de pressão:
 Visto que o transmissor determina continuamente um valor digital interno da
pressão diferencial medida a partir do limite do intervalo inferior (LRL) ao
limite de intervalo superior (URL), os pontos de saída de 4 e 20 mA podem
ser atribuídos a qualquer valor de pressão diferencial (dentro dos limites de
variação de intervalo) sem a aplicação de pressão.

53
MI 020-602 – Outubro de 2014 4. Calibração

 A função de alteração do intervalo é executada digitando novos valores do


banco de dados para LRV e URV.
 A alteração do intervalo não afeta a calibração do transmissor; ou seja, não
afeta a otimização do valor digital interno da pressão diferencial ao longo do
intervalo calibrado.
 Se FoxCal for desativado e LRV e URV com alteração do intervalo não
estiverem dentro do intervalo calibrado, os valores medidos podem não ser tão
precisos como quando eles estão dentro desse intervalo.
Se o transmissor estiver no modo de raiz quadrada para medição de vazão, o URV do
banco de dados será exibido como URV de vazão quando for usada a função de
visualização de banco de dados (VIEW DB). No entanto, o LRV e o URV em unidades de
pressão podem ser exibidos selecionando a função de alteração do intervalo (RERANGE).
LRV sempre é zero quando o transmissor é configurado no modo de raiz quadrada.
9. Quando o display local opcional é utilizado, o valor digital interno da pressão
diferencial é enviado diretamente para o display.
 O display pode exibir qualquer pressão diferencial medida em unidades
selecionadas independentemente do intervalo calibrado e dos valores de LRV e
URV (dentro dos limites do transmissor e do display).
 Se a pressão diferencial medida estiver fora do intervalo estabelecido pelos
valores de LRV e URV no banco de dados, o display mostrará a medição, mas
também piscará continuamente para indicar que ela está fora do intervalo. O
sinal de corrente de mA está saturado no limite acima do intervalo baixo ou
alto, respectivamente, mas o display mostra continuamente a pressão.
10. Quando configurado para saída de 4 a 20 mA, o valor digital interno da pressão
diferencial é convertido em sinal de corrente analógico.
 O transmissor define a saída de 4 mA para o LRV e de 20 mA para o URV.
 Há um ajuste independente no estágio de conversão de digital para analógico.
Esse ajuste permite um ligeiro ajuste das saídas de 4 e 20 mA. Isso compensa
qualquer pequena diferença que exista entre a saída de mA do transmissor e
um dispositivo externo de referência que estiver medindo a corrente.
 O ajuste de mA não afeta a calibração ou a alteração do intervalo do
transmissor nem o valor digital interno da pressão diferencial ou a transmissão
ou exibição da pressão medida.
 O ajuste de mA pode ser feito com ou sem pressão aplicada ao transmissor.
11. Zerar a partir do display local não afeta a variação.
Quando o transmissor é zerado para compensar o efeito de posição instalada, ele pode
ter pressão diferencial de LRV aplicada (CAL LRV) ou pressão diferencial zero
aplicada (CAL AT0). Se o intervalo for baseado em zero, qualquer dos métodos
produz o mesmo resultado. No entanto, se o intervalo não for baseado em zero, será
vantajoso ter os dois métodos disponíveis.
Por exemplo, considere um transmissor de pressão diferencial com intervalo de 50 a
100 psig. Se não for viável ventilar o transmissor para a atmosfera ou ignorar os lados
alto e baixo a fim de zerá-lo, ele pode ser ajustado enquanto a pressão diferencial de

54
4. Calibração MI 020-602 – Outubro de 2014

LRV de 50 psi é aplicada usando a função CAL LRV. Por outro lado, se o transmissor
tiver sido instalado, mas ainda não houver pressão na linha de processo (ou os lados
alto e baixo puderem ser conectados por válvula de desvio), ele pode ser zerado aberto
para a atmosfera usando a função CAL AT0.
a. Zerar com a pressão de LRV aplicada (CAL LRV):
 Antes de usar essa função de zerar, aplique uma pressão diferencial ao
transmissor igual ao valor de LRV armazenado no banco de dados do
transmissor.
 Ao zerar o transmissor, o valor digital interno da pressão diferencial é ajustado
para ficar igual ao valor de LRV armazenado no banco de dados e à saída de
mA definida como 4 mA.
 Se for zerado com uma pressão diferencial aplicada diferente do valor de
pressão de LRV no banco de dados, o valor digital interno da pressão
diferencial será influenciado pela diferença nos valores, mas a saída ainda
estará definida em 4 mA.
 A função CAL LRV e CAL URV deve ser usada ao calibrar um transmissor para
um intervalo específico com pressões diferenciais de entrada conhecidas
aplicadas a LRV e URV. Note que FoxCal é automaticamente desativado pela
função CAL URV.
b. Zerar um transmissor de pressão com pressão zero aplicada (CAL AT0):
 Certifique-se de que a pressão diferencial aplicada esteja em zero. Isso significa
ventilação do transmissor para a atmosfera ou abertura da válvula de desvio
para conectar-se aos lados alto e baixo.
 Ao zerar o transmissor, o valor digital interno da pressão diferencial é ajustado
para ficar igual a zero e a saída de mA é definida para um valor apropriado de
modo que a saída de mA seja de 4 mA, como é normal, quando a pressão de
LRV for aplicada posteriormente.

55
MI 020-602 – Outubro de 2014 4. Calibração

Configuração de Calibração
As seções a seguir mostram configurações para calibração em campo ou em bancada. Use
equipamento de teste pelo menos quatro vezes mais preciso do que a precisão especificada do
transmissor; caso contrário, podem ser introduzidos erros de medição.

! ADVERTÊNCIA
Para os procedimentos de calibração em campo e em bancada, utilizar uma fonte de
pressão menos precisa do que a especificação de precisão de referência do transmissor
normalmente resultará em degradação de desempenho do transmissor em relação ao
estado calibrado de fábrica.
A precisão da pressão de entrada deve ser, no mínimo, quatro vezes melhor do que a
especificação de precisão de referência do transmissor.

OBSERVAÇÃO
Não é necessário configurar os equipamentos de calibração para alterar o intervalo do
transmissor. O intervalo do transmissor pode ser alterado com precisão simplesmente
alterando o valor do intervalo inferior e o valor do intervalo superior, que são
armazenados no banco de dados do transmissor.

Configuração de Equipamentos Eletrônicos


Figura 34. Configuração de Calibração de Saída de 4 a 20 mA para Equipamentos Eletrônicos
VOLTÍMETRO FONTE DE ALIMENTAÇÃO
(+)
(–) (–) (+) (–) (+)

PRECISÃO DE 250 
DO RESISTOR

COMUNICADOR HART
OU CONFIGURADOR
RESISTOR: 250 , ±0,01%, 1  NO MÍNIMO (N° DE PEÇA E0309GY)
BASEADO EM PC FONTE DE ALIMENTAÇÃO: CONSULTE A FIGURA 25
VOLTÍMETRO DIGITAL: LEITURAS DE 1,000-5,000 VCC

Configuração de Calibração em Campo


A calibração em campo é realizada sem desconectar a tubulação de processo. A fim de fazer isso,
você deve ter válvulas de desvio e de interrupção entre o processo e o transmissor e um dos
seguintes:
 Acesso às conexões de processo do lado sem processo do transmissor
 O parafuso de ventilação opcional no lado da tampa do processo.

56
4. Calibração MI 020-602 – Outubro de 2014

Se o transmissor precisar ser removido do processo para calibração, consulte “Configuração de


Calibração em Bancada” abaixo.
Para calibração em campo, são necessários uma fonte de alimentação ajustável e um dispositivo de
medição de pressão. Por exemplo, podem ser utilizados um verificador de contrapeso ou uma
fonte de ar limpo ajustável e manômetro. A fonte de pressão pode ser conectada à conexão de
processo do transmissor com acessórios para tubulação ou ao conjunto do parafuso de ventilação
utilizando um parafuso de calibração. O parafuso de calibração tem um acessório Polyflo e pode
ser utilizado para pressões de até 700 kPa (100 psi). Está disponível como Número de Peça
Foxboro F0101ES.
Para configurar o equipamento, consulte Figura 35 e use o seguinte procedimento.
1. Se o transmissor estiver em operação, siga “Retirar de Operação um Transmissor de
Pressão Diferencial” na página 42.

! ADVERTÊNCIA
Com o serviço de líquido, drene ambos os lados do transmissor para evitar erros de
calibração.

2. Se estiver sendo usado parafuso de calibração, remova o parafuso de ventilação e


substitua-o pelo parafuso de calibração. Conecte a fonte de pressão ao parafuso de
calibração utilizando tubos de 6 x 1 mm ou 0,250 pol.
Se não estiver sendo usado parafuso de calibração, remova todo o conjunto do
parafuso de ventilação ou o bujão de drenagem (conforme o caso) do lado de alta
pressão do transmissor. Conecte a tubulação de calibração usando um vedante de
rosca adequado.
3. Feche a válvula de desvio aberta na Etapa 1.
4. Conclua a configuração mostrada em Figura 35.
OBSERVAÇÃO
Para aplicações de vácuo, conecte a fonte de pressão de calibração ao lado de baixa
pressão do transmissor.

5. Ao calibrar o sinal de saída, também conecte o equipamento conforme mostrado na


Figura 34.

57
MI 020-602 – Outubro de 2014 4. Calibração

Figura 35. Configuração de Calibração em Campo

VÁLVULA DE DESVIO LADO DE ALTA PRESSÃO

FONTE DE PRESSÃO
VÁLVULAS DE DE CALIBRAÇÃO
INTERRUPÇÃO

Observação: Um ponto de conexão alternativo para o VÁLVULAS DE SANGRIA


equipamentode calibração é o parafuso de ventilaçã (TIPO DE AGULHA)
opcional (não mostrado) na tampa do lado de alta presão.

Configuração de Calibração em Bancada


A calibração de bancada exige desconectar a tubulação de processo. Para a configuração de
calibração sem desconectar a tubulação de processo, consulte “Configuração de Calibração em
Campo” acima.
A configuração de calibração em bancada é mostrada na Figura 36. Conecte a tubulação de
entrada com o lado de alta pressão do transmissor como mostrado. Ventile o lado de baixa pressão
do transmissor.
OBSERVAÇÃO
Para aplicações de vácuo, conecte a fonte de pressão de calibração ao lado de baixa
pressão do transmissor.

Ao calibrar o sinal de saída, também conecte o equipamento conforme mostrado na Figura 34.

58
4. Calibração MI 020-602 – Outubro de 2014

Figura 36. Configuração de Calibração em Bancada

VÁLVULA DE DESVIO LADO DE ALTA PRESSÃO

VÁLVULAS DE INTERRUPÇÃO
FONTE DE
PRESSÃO E
CALIBRAÇÃO

VÁLVULAS DE
DRENAGEM
(TIPO DE AGULHA)

Calibração Usando PC50


Para calibrar o transmissor usando um Configurador PC50, siga o procedimento em MI 020-501
e MI 020-520.

Calibração Usando um Comunicador HART


Para calibrar o transmissor usando um comunicador HART, siga o procedimento em Capítulo 6,
“Uso do Comunicador HART” .

Calibração Usando o Display Local Opcional


Para acessar o modo de calibração (a partir do modo operacional normal), pressione o botão Next
até que o menu CALIB apareça no display e pressione Enter. O display mostra o primeiro item
do menu Calibration.
OBSERVAÇÃO
1. Durante a calibração, uma única alteração pode afetar vários parâmetros. Por essa
razão, se uma entrada for inserida em erro, reexamine todo o banco de dados ou
use o recurso Cancel para restaurar o transmissor a sua configuração inicial e
começar de novo.
2. Durante o ajuste de 4 e 20 mA no menu Calibration, a saída de miliamperes não
reflete os valores de medição em tempo real.

59
MI 020-602 – Outubro de 2014 4. Calibração

Continue calibrando seu transmissor usando os botões Next e Enter para especificar sua seleção,
como ilustrado na Figura 37 e na Figura 38. Em qualquer ponto da calibração é possível cancelar,
restaurar a calibração anterior e voltar ao modo on-line ou salvar sua nova calibração.

Figura 37. Estrutura do Menu de Calibração

E N E = Enter
MULTICL MCALOFF MCALON N = Next
E E
N
E
CAL AT0(1) CALWAIT AT0done
N N
E
CAL LRV(1) CALWAIT LRVdone
N N

E
MCALOFF(2) CALWAIT URVdone
CAL URV(1)
N N

ADJ 4mA(3) E
E
A 4mA A 4mA
N N E

E
A 4mA A 4mA
N N N E

A 4mA  E OBSERVAÇÕES:
A 4mA 
N N E 1. CAL AT0, CAL LRV e CAL URV exigem a aplicação de pressão
adequada antes de pressionar Enter. Para alteração do
A 4mA  E intervalo sem pressão, consulte “Alteração do intervalo” na
A 4mA 
página 45.
N N E 2. Se FoxCal estiver ativado ao realizar CAL URV, “MCALOFF”
aparecerá no display por alguns segundos.
Essa mensagem indica que o recurso de calibração múltipla
ADJ20mA(3) será desativado antes da calibração.
E 3. Essa seleção não está disponível quando LOOP MD é definido
como MA DIS.
E
A20mA A20mA
N N E

E
A20mA A20mA
N N N E
E
A 20mA  A 20mA 
N N E

E
A 20mA  A 20mA 
N N E

Continuação na página seguinte

60
4. Calibração MI 020-602 – Outubro de 2014

Figura 38. Estrutura do Menu de Calibração (Continuação)


Continuação da página anterior

E
CALDATE

N
Display Day Increment Day
E

N
N Display Month Increment Month
E

N
Display Year Increment Year
E

E E
USRDAYS RESET? USRDAYS é redefinido como 0
N N

E
CANCEL Descartar todas as alterações, voltar a ficar online no modo operacional normal.
N
E
SAVE Salvar as alterações do banco de dados, voltar a ficar online no modo
N operacional normal.

Tabela 5. Menu Calibration


Item Descrição
MULTICL Essa opção de menu permite ativar ou desativar o FoxCal.

Para ativar o recurso de calibração múltipla FoxCal, selecione MULTICL no menu CALIB e
escolha MCALON. De forma semelhante, para desativar o FoxCal, selecione MCALOFF.
CAL AT0 (a) Essa opção de menu calibra o transmissor à pressão zero.

Para definir ou redefinir o ponto zero na pressão zero, aplique pressão zero ao transmissor.
Quando CAL AT0 aparecer no display, pressione Enter. Isso pode ser conseguido com o LRV
em zero ou não. Com o processo concluído, AT0 Done aparecerá no display.
CAL LRV Essa opção de menu calibra o transmissor em 0% do intervalo dele (LRV).

Para definir ou redefinir 0% de entrada de intervalo, aplique pressão ao transmissor igual ao


valor do intervalo inferior (LRV) no banco de dados do transmissor. Quando CAL LRV aparecer
no display, pressione Enter. Com o processo concluído, LRV Done aparecerá no display.
CAL URV (b) Essa opção de menu calibra o transmissor em 100% do valor do intervalo superior (LRV) dele.

Se FoxCal estiver ativado, o processo CAL URV o desativará e exibirá MCALOFF.

Para definir ou redefinir 100% de entrada de intervalo, aplique pressão ao transmissor igual ao
valor do intervalo superior (URV) no banco de dados do transmissor. Quando CAL URV
aparecer no display, pressione Enter. Para indicar que FoxCal está sendo desativado, MCALOFF
aparecerá brevemente no display se FoxCal estava ativado antes do início da calibração.
CALWAIT aparece no display enquanto a calibração ocorre, e URV Done aparece quando o
processo é concluído.

61
MI 020-602 – Outubro de 2014 4. Calibração

Tabela 5. Menu Calibration (Continuação)


Item Descrição
ADJ 4mA (c) Essa opção de menu ajusta a saída nominal de 4 mA.

Se você tiver configurado o modo operacional do transmissor como 4 a 20 mA, poderá ajustar
a saída de 4 mA acessando ADJ4mA pelo botão Next e pressionando Enter.

As opções de menu de ajuste de mA não estão disponíveis quando a saída de miliamperes é


fixada em 4,0 mA (isto é, quando LOOP MD é definido como MA DIS).
A 4mA Aumenta a saída de 4 mA por uma etapa grande (0,095 mA).
A 4mA Reduz a saída de 4 mA por uma etapa grande (0,095 mA).
A 4mA  Aumenta a saída de 4 mA por uma etapa pequena (0,003 mA).
A 4mA  Reduz a saída de 4 mA por uma etapa pequena (0,003 mA).
ADJ20mA Essa opção de menu ajusta a saída nominal de 20 mA.

Se você tiver configurado o modo operacional do transmissor como 4 a 20 mA, poderá ajustar
a saída de 20 mA acessando ADJ20mA pelo botão Next e pressionando Enter.

As opções de menu de ajuste de mA não estão disponíveis quando a saída de miliamperes é


fixada em 4,0 mA (isto é, quando LOOP MD é definido como MA DIS).
A20mA Aumenta a saída de 20 mA por uma etapa grande (0,095 mA).
A20mA Reduz a saída de 20 mA por uma etapa grande (0,095 mA).
A20mA  Aumenta a saída de 20 mA por uma etapa pequena (0,003 mA).
A20mA  Reduz a saída de 20 mA por uma etapa pequena (0,003 mA).
CALDATE Essa opção de menu permite inserir a data de calibração.

Isso não é obrigatório, mas pode ser usado para manutenção registro ou para fins de
manutenção da fábrica. Para editar a data de calibração, acesse CALDATE com o botão Next e
pressione Enter. Em seguida, é possível alterar o dia, o mês e o ano. O display mostra a última
data com o dia intermitente. Use o botão Next para percorrer o menu de dígitos e selecionar o
dia desejado e, em seguida, pressione Enter. Repita esse processo para o mês e o ano.
USRDAYS Semelhante à forma como um odômetro permite ao proprietário do automóvel acompanhar o
número de quilômetros percorridos desde a última troca de óleo, por exemplo, o medidor de
Tempo em Serviço acompanha o número de dias em que o transmissor de pressão tem estado
em serviço desde a última vez que esse medidor foi redefinido. Por exemplo, o medidor de
Tempo em Serviço pode ser zerado quando o transmissor é calibrado.

Redefina o número de dias que o transmissor ficou em serviço navegando até USRDAYS usando
o botão Next.
a. Essa função não é aplicável aos transmissores de pressão absoluta
b. Execute a função CAL URV e FoxCal será desativado automaticamente.
c. Não é necessário usar as seleções de menu ADJ4mA ou ADJ20mA (conhecidas como Ajuste de mA) a menos que a
fábrica exija transformar os valores de saída de 4 e 20 mA em leituras exatamente iguais a certos equipamentos de
calibração da fábrica e as operações de calibração resultem em pequenas diferenças inaceitáveis entre a saída de mA
do transmissor e os valores de leitura de mA do equipamento de teste.

Ajuste Zero Usando o Botão de Zero Externo


Um mecanismo de ajuste de zero externo opcional no invólucro dos componentes eletrônicos
permite a calibração na pressão diferencial zero (a função CAL AT0) ou na pressão diferencial de
valor do intervalo inferior (a função CAL LRV) sem remover a tampa do compartimento de
componentes eletrônicos. O mecanismo é ativado magneticamente por meio da parede do
invólucro para evitar a entrada de umidade no invólucro.
OBSERVAÇÃO
Não use CAL AT0 se as vedações de pressão forem usadas em elevações diferentes do
transmissor.

62
4. Calibração MI 020-602 – Outubro de 2014

Para usar esse recurso em transmissores com display opcional:


1. Solte o botão zero externo girando-o 90° no sentido anti-horário para que as fenda
para a chave de fenda se alinhe com os dois furos na face da peça adjacente. Não aperte
o botão com a chave de fenda enquanto faz isso.
2. Para definir ou redefinir o ponto zero na pressão diferencial zero, aplique pressão
diferencial zero ao transmissor ou use uma válvula de desvio para equalizar a pressão
em ambos os lados do transmissor. Pressione o botão zero externo até que o display
mostre CAL AT0. Solte o botão. O display mostra CALWAIT e depois AT0done
(calibração concluída).
Para definir ou redefinir a entrada de intervalo de 0%, aplique a pressão diferencial do
valor do intervalo inferior (LRV) ao transmissor e pressione e segure o botão zero
externo até que o display mostre CAL LRV (de início ele mostra CAL AT0). Solte o
botão. O display mostra CALWAIT e depois LRVdone (calibração concluída).
Outras mensagens possíveis são:
 DISABLD se EX ZERO estiver configurado como EXZ DIS.
 EXZ DIS IGNORED se o transmissor não estiver no modo on-line.
 WP ENAB se o jumper de proteção contra gravação estiver na posição de
proteção contra gravação.
Se for preciso zerar novamente após as Etapas 1 e 2, repita a Etapa 2.
3. Trave novamente o botão zero externo, girando-o 90° no sentido horário para evitar
pressioná-lo acidentalmente. Não aperte o botão com a chave de fenda enquanto
faz isso.
Se o display opcional não estiver presente, execute as mesmas funções utilizando o botão zero
externo. Diferentes funções são realizadas pressionando o botão zero externo em diferentes
períodos. Pressione o botão por 1 a 3 segundo para executar CAL AT0 e pressione-o por 5
segundos ou mais para executar CAL LRV.
Para usar esse recurso em transmissores sem display opcional:
1. Solte o botão zero externo girando-o 90° no sentido anti-horário para que as fenda
para a chave de fenda se alinhe com os dois furos na face da peça adjacente. Não aperte
o botão com a chave de fenda enquanto faz isso.
2. Para definir ou redefinir o ponto zero na pressão zero, aplique pressão diferencial zero
ao transmissor, pressione o botão zero externo por 1 a 3 segundos e solte o botão. Para
definir ou redefinir a entrada de intervalo de 0%, aplique a pressão diferencial do valor
do intervalo inferior (LRV) ao transmissor, pressione e segure o botão zero externo por
pelo menos 5 segundos e solte o botão.

! ADVERTÊNCIA
Tenha cuidado ao usar o botão zero externo sem o display opcional. Você dependerá
apenas do tempo que pressionará e segurará o botão zero externo para diferenciar entre
CAL AT0 e CAL LRV.

Se for preciso zerar novamente após as Etapas 1 e 2, repita a Etapa 2.

63
MI 020-602 – Outubro de 2014 4. Calibração

3. Trave novamente o botão zero externo, girando-o 90° no sentido horário para evitar
pressioná-lo acidentalmente. Não aperte o botão com a chave de fenda enquanto
faz isso.

Mensagens de Erro
Tabela 6. Mensagens de Erro de Calibração
Mensagem
Parâmetro Condição Testada de Erro Ação do Usuário
Password Senha BAD PWD Foi inserida uma senha ruim. Use outra.
Protection
Write Proteção contra gravação REJECT Exibida quando o usuário tenta executar uma ação
Protection ativada protegida contra gravação.
ZERO Offset interno grande demais BADZERO Verifique a pressão aplicada; M1_LRV e M1EOFF
configurados.
SPAN Inclinação muito grande ou BADSPAN Verifique a pressão aplicada; M1_LRV e M1EFAC
muito pequena configurados.
M1 URV M1URV > pressão máx. em URV>FMX A pressão inserida é maior do que a pressão
EGU nominal máxima do transmissor. Verifique a entrada.
Verifique EGUs.
M1URV < pressão mín. em URV<FMN A pressão inserida é menor do que a pressão
EGU nominal mínima do transmissor. Verifique a entrada.
Verifique EGUs.
M1 URV = M1 LRV LRV=URV Não é possível definir a variação como 0. Verifique a
entrada. Verifique M1_LRV.
A modulação M1 ultrapassa BADTDWN Verifique a entrada. Verifique M1_LRV.
o limite
URV < 0 com M1 ou M2 em URV<LRV O modo de raiz quadrada com LRV diferente de
raiz quadrada zero não é válido. Altere LRV para 0.
M1 LRV M1LRV > pressão máx. em LRV>FMX A pressão inserida é maior do que a pressão
EGU nominal máxima do transmissor. Verifique a entrada.
Verifique EGUs.
M1LRV < pressão mín. em LRV<FMN A pressão inserida é menor do que a pressão
EGU nominal mínima do transmissor. Verifique a entrada.
Verifique EGUs.
M1 URV = M1 LRV LRV=URV Não é possível definir a variação como 0. Verifique a
entrada. Verifique M1 URV.
A modulação M1 ultrapassa BADTDWN Verifique a entrada. Verifique M1_URV.
o limite

64
5. Configuração
Parâmetros Configuráveis
A tabela a seguir alista todos os parâmetros configuráveis e os valores padrão de fábrica para os
Transmissores IDP10S. Os valores padrão de fábrica foram personalizados se o transmissor tiver
sido encomendado com o recurso opcional -C2. A tabela também mostra quais parâmetros
podem ser configurados com o display local e/ou com configuradores remotos.
Tabela 7. Parâmetros Configuráveis
Configurável
com
Display Config. Requisitos
Parâmetro Capacidade Padrão de Fábrica Local Remota de Aplicação
Descritores
Tag Number 8 caracteres no máximo Tag Number Não Sim
Long Tag 32 caracteres, no máximo Long Tag Não Sim
Descriptor 16 caracteres, no máximo Tag Name Não Sim
Message 32 caracteres, no máximo Inst Location Não Sim
Entrada
Calibrated Range LRV para URV especificados em Veja a nota (b) abaixo Sim Sim
qualquer das unidades alistadas na quando não especificado
nota (a) por pedido de venda
Saída
Saída de Medição 4 a 20 mA ou Corrente Fixa. Defina o 4 a 20 mA Sim Sim
N.° 1 (PV) modo da corrente em loop como “fixed”
ou “disabled” para corrente fixa.
Modo de Medição Linear ou raiz quadrada Os tipos de raiz Linear Sim Sim
N.° 1 quadrada incluem interrupção abaixo de
1% do intervalo de pressão calibrado ou
linear abaixo de 4% do intervalo de
pressão calibrado.
EGUs de Medição Se for linear, selecione a partir das Especificado de acordo Sim Sim
N.° 1 unidades que constam na nota (a); com o pedido de venda
Se for raiz quadrada, selecione a partir (o padrão é psi)
das unidades que constam na nota (c).
Modo de Medição Linear ou raiz quadrada Os tipos de raiz Linear Sim Sim
N.° 2 (SV) quadrada incluem interrupção abaixo de
1% do intervalo de pressão calibrado ou
linear abaixo de 4% do intervalo de
pressão calibrado.
EGUs de Medição Se for linear, selecione a partir das Unidades do Intervalo Sim Sim
N.° 2 unidades que constam na nota (a); Calibrado
Se for raiz quadrada, selecione a partir
das unidades que constam na nota (c).
Temp. Sensor Fail Operação normal ou à prova de falhas S2NOFTL Sim Sim
Strategy
À prova de falhas High ou Low High Sim Sim
External Zero Enabled ou Disabled Enabled Sim Sim
Damping 0 a 32 segundos 0,25 segundo Sim Sim
Poll Address 0 a 63 0 Sim Sim
Loop Mode Enabled (Active) ou Disabled (Fixed) Enabled (Active) Sim Sim

65
MI 020-602 – Outubro de 2014 5. Configuração

Tabela 7. Parâmetros Configuráveis (Continuação)


Configurável
com
Display Config. Requisitos
Parâmetro Capacidade Padrão de Fábrica Local Remota de Aplicação
LCD Indicator (d) Meas #1 EGU ou % Lin Meas #1 EGU Sim Não
a. psi, inHg, ftH2O, inH2O (a 68 °F), atm, bar, mbar, MPa, Pa, kPa, kg/cm2, g/cm2, mmHg, torr, mmH2O, inWC60 (a 60 °F), mWC4,
inWC4, mmWC4.
b. Código de Variação B: 0,5 e 200 inH2O; Código de Variação C: 2,5 e 1000 inH2O; Código de Variação D: 3,75 e 300 psi; Código de
Variação E: 37,5 e 3000 psi.
c. gal/s, gal/m, gal/h, gal/d, Mgal/d, ft3/s, ft3/m, ft3/h, ft3/d, Igal/s, Igal/m, Igal/h, Igal/d, l/s, l/m, l/h, Ml/d, m3/s, m3/m, m3/h, m3/d, bbl/s,
bbl/m, bbl/h, bbl/d, %fluxo.
d. A Measurement #2 pode ser exibida a qualquer momento pressionando o botão Enter, independentemente da configuração do
display local. O display reverte para Measurement #1 ou % Lin (conforme a configuração) após alguns segundos.

Configuração Usando PC50


Para configurar o transmissor usando um Configurador PC50, siga o procedimento em MI 020-
501 e MI 020-520.

Configuração Usando um Comunicador HART


Para configurar o transmissor usando um comunicador HART, siga os procedimentos em
Capítulo 6, “Uso do Comunicador HART” .

Configuração Usando o Display Local Opcional


Para acessar o modo de configuração (a partir do modo operacional normal), pressione o botão
Next. Pressione várias vezes o botão Next para navegar até o menu CONFIG e depois pressione
Enter. O display mostra o primeiro item do menu Configuration. Então, é possível configurar os
itens mostrados na tabela a seguir. A configuração padrão de fábrica também é fornecida nessa
tabela.
A configuração padrão de fábrica não é utilizada se a opção de configuração personalizada -C2
tiver sido especificada. A opção -C2 é uma configuração de fábrica completa de todos os
parâmetros de acordo com as especificações do usuário.
OBSERVAÇÃO
1. É possível configurar a maioria dos parâmetros usando o display local. No entanto,
para recursos de configuração mais completos, use um comunicador HART ou
configurador baseado em PC.
2. Durante a configuração, uma única alteração pode afetar vários parâmetros. Por
essa razão, se uma entrada for inserida em erro, reexamine todo o banco de dados
ou use o recurso Cancel para restaurar o transmissor a sua configuração inicial e
começar de novo.

Continue configurando seu transmissor usando o botão Next para selecionar o item e o botão
Enter para especificar sua seleção, de acordo com as três figuras a seguir. Em qualquer ponto da

66
5. Configuração MI 020-602 – Outubro de 2014

configuração é possível selecionar Cancel para cancelar as alterações e voltar ao modo on-line ou
Save para salvá-las.

Figura 39. Estrutura do Menu Configuration

E N N N
POLLADR 0 1 2 63
N E E E E

E N
LOOP MD MA DIS MA ENA
N E E

E N
EX ZERO EXZ DIS EXZ ENA
N E E

E N
S2 FAIL S2FATAL S2NOFTL
N E E

E N
OUT DIR(1) OUT FWD OUT REV

N E E

E N
FAIL LO FAIL HI
OUTFAIL(2)
N E E

E N E Consulte “Inclusão de Valores


OFFL MA(1) LAST_MA USER_MA
Numéricos” na página 44 para
definir USER_MA.
N E

E N N N E
DAMPING DAMP 0(3) DAMP1/4 DAMP 32
N E E E

Observações:
Continuação na página seguinte 1. Essa seleção não está disponível quando LOOP MD é definido como
MA DIS.
2. OUTFAIL define a saída de mA como High ou Low em certas
condições de falha, como falha de sensor. Essa seleção não está
disponível quando LOOP MD é definido como MA DIS.
3. A configuração “DAMP 0” no menu de amortecimento ativa a resposta
mais rápida.

67
MI 020-602 – Outubro de 2014 5. Configuração

Figura 40. Estrutura do Menu Configuration (Continuação)


Continuação da página anterior

E N N N
M1 MODE M1 LIN M1SQ<1C(1) M1SQ<4L(1) M1SQ<nC(1)

N E E E E

N
Display Digit Increment Digit
(3) E (2)

E N
M1 DISP(4) M1 EGU LIN PCT(5)
E
N E

N
E N N E
M1_EGU ou psi bar mmHg
E E
N

N
N N
%fluxo gal/s MMSCFD
E E E

E N
M1EFAC Display Digit Increment Digit
N (3) E (2)

E N
M1EOFF Display Digit Increment Digit
N (3) E (2)

E N
M1_URV Display Digit Increment Digit
N (3) E (2)

(6) E N
M1_LRV Display Digit Increment Digit
N (3) E (2)

Observações:
1. As funções de raiz quadrada não estão disponíveis para transmissores
de pressão absoluta, de medidor ou de nível.
2. Se o caractere não for a última posição na linha do display, avance para o
Continuação na página seguinte
próximo caractere.
3. Se o caractere for a última posição na linha do display, avance para o
próximo item de menu.
4. M1 DISP está disponível apenas se M1 MODE for linear (M1 LIN).
5. Saída de porcentagem LIN PCT apenas no display local (modo linear).
O fluxo em porcentagem na raiz quadrada pode ser selecionado em
M1_EGU.

68
5. Configuração MI 020-602 – Outubro de 2014

Figura 41. Estrutura do Menu Configuration (Continuação)


Continuação da página anterior

E N N N
M2 MODE M2 LIN M2SQ<1C(1) M2SQ<4L(1) M2SQ<nC(1)

N E E E E

N
Display Digit Increment Digit
(3) E (2)

N
E N N E
M2_EGU ou psi bar mmHg
E E
N

N
%fluxo N N
gal/s MMSCFD
E E E

E N
M2EFAC Display Digit Increment Digit
N (3) E (2)

E N
M2EOFF Display Digit Increment Digit
N (3) E (2)

E N
M2_URV Display Digit Increment Digit
N (3) E (2)

E N
M2_LRV Display Digit Increment Digit
N (3) E (2)

Continuação na página seguinte

Observações:
1. As funções de raiz quadrada não estão disponíveis para transmissores de
pressão absoluta, de medidor ou de nível.
2. Se o caractere não for a última posição na linha do display, avance para o próximo
caractere.
3. Se o caractere for a última posição na linha do display, avance para o próximo item
de menu.

69
MI 020-602 – Outubro de 2014 5. Configuração

Figura 42. Estrutura do Menu Configuration (Continuação)


Continuação da página anterior

E N N
DISPLAY SHOW M1 SHOW M2 TOGGLE
N E E E

E
CALDATE

N
Display Day Increment Day
E

N
N Display Month Increment Month
E

N
Display Year Increment Year
E

E N N N
ENA PWD NO PWDS CFGONLY CFG+CAL

E E E

CFG PWD CAL PWD

N ou E N ou E

Display N Increment
Character Character Display N Increment
Character Character
(2) E (1)
E

CFG PWD
N ou E

E E Display N Increment
SET GDB Clear DB Executa redefinição e volta Character Character
a ficar ONLINE
N N (2) E (1)

CANCEL Descartar todas as alterações, voltar a ficar ONLINE


N

SAVE Salvar as alterações do banco de dados, voltar a ficar ONLINE

N
Observações:

1. Se o caractere não for a última posição na linha do display, avance para o


próximo caractere.
2. Se o caractere for a última posição na linha do display, avance para o próximo
item de menu.

70
5. Configuração MI 020-602 – Outubro de 2014

Tabela 8. Menu Configuration


Configuração
Inicial de
Item Descrição Fábrica
POLLADR O endereço de consulta do transmissor pode ser definido com um valor de 0 a 63. 0
Um endereço 0 é usado em uma configuração padrão de ponto a ponto com um
sinal de saída de 4 a 20 mA. Os endereços de 1 a 63 são usados no modo
multidrop.

Para configurar o endereço de consulta do transmissor, pressione Enter no prompt


POLLADR. Use o botão Next para selecionar um endereço entre 0 e 63 e depois
pressione Enter.
LOOP MD O modo da corrente de loop de mA pode ser ativado ou desativado. Enabled (MA ENA)

Para configurar o modo de loop de mA, navegue até o menu LOOP MD e pressione
Enter. Use o botão Next para selecionar MA DIS e desativar o modo de loop de mA
ou MA ENA para ativar esse modo.

Por padrão, o parâmetro LOOP MD é definido como ativo (MA ENA), permitindo que o
transmissor opere com sinal de saída de 4 a 20 mA.

Para travar a saída de miliamperes do transmissor em um valor fixo de 4,0 mA,


defina LOOP MD como desativado (MA DIS). Quando o modo de loop é desativado,
as seleções de ajuste OUTFAIL, OUT DIR, OFFL MA e mA ficam indisponíveis na
estrutura do menu depois de a configuração ser salva.
EX ZERO (a) O recurso External Zero permite ativar o botão zero externo opcional ou desativar o Enabled
botão para aumentar a segurança. (EXZ ENA)

Para ativar ou desativar o botão zero externo, navegue até a seleção de menu EX
ZERO e pressione Enter. Use o botão Next para selecionar EXZ DIS ou EXZ ENA e
pressione Enter.
S2 FAIL O sensor de temperatura compensa as mudanças de temperatura nos A saída vai para o
componentes eletrônicos do transmissor. A falha desse sensor pode provocar uma valor configurado
mudança de precisão de 4 a 20 mA de até 0,25%. O recurso S2 FAIL permite em OUTFAIL
especificar a ação (ou nenhuma ação) caso ocorra uma falha dessas. (S2NOFTL)

Para configurar esse recurso, navegue até a seleção de menu S2 FAIL e pressione
Enter. Use o botão Next e selecione S2FATAL se quiser que a saída vá para o valor
configurado em OUTFAIL ou selecione S2NOFTL para continuar a operação com
falha do sensor de temperatura.

Essa opção de menu não está disponível quando a saída de miliamperes é fixada
em 4,0 mA (isto é, quando LOOP MD é definido como MA DIS) e é ignorada se M1
MODE ou M2 MODE estiver configurado como raiz quadrada.
OUT DIR A direção de saída de 4 a 20 mA pode ser definida à frente ou à ré. Forward
(4 to 20 mA)
Para configurar a direção da saída, navegue até a seleção de menu OUT DIR e (OUT FWD)
pressione Enter. Use o botão Next para selecionar OUT FWD (4 a 20 mA) ou OUT
REV (20 a 4 mA) e pressione Enter.
OUTFAIL O modo de falha de saída de 4 a 20 mA pode ser configurado de modo que a saída High (FAIL HI)
do transmissor seja definida para o valor alto ou baixo em condições específicas de
falha.

Para configurar a saída do modo de falha, navegue até a seleção de menu OUTFAIL
e pressione Enter. Use o botão Next para selecionar FAIL LO ou FAIL HI e
pressione Enter.

Essa opção de menu não está disponível quando a saída de miliamperes é fixada
em 4,0 mA (isto é, quando LOOP MD é definido como MA DIS).

71
MI 020-602 – Outubro de 2014 5. Configuração

Tabela 8. Menu Configuration (Continuação)


Configuração
Inicial de
Item Descrição Fábrica
OFFL MA Esse parâmetro permite configurar a saída de 4 a 20 mA no modo offline. OFFL MA User set
pode ser configurado de modo que a saída do transmissor seja definida para o (USER MA)
último valor de saída ou para um valor especificado pelo usuário se o transmissor
ficar offline.

Para configurar a saída offline, pressione Enter no prompt OFFL MA.

Para usar o último valor bom de saída, pressione Next para selecionar LAST MA
e depois pressione Enter.
Se quiser especificar o valor com o qual a saída será definida, navegue até
USER MA pressionando Next e depois pressione Enter. Aparece o display que
permite inserir dígitos. Digite o valor desejado e pressione Enter. O display
avança para o próximo item de menu. Consulte “Inclusão de Valores
Numéricos” na página 44.

Essa opção de menu não está disponível quando a saída de miliamperes é fixada
em 4,0 mA (isto é, quando LOOP MD é definido como MA DIS).
DAMPING O amortecimento pode ser definido em 0, 1/4, 1/2, 1, 2, 4, 8, 16 ou 32 segundos. 0.25 second
(DAMP1/4)
Para configurar o amortecimento, navegue até a seleção de menu DAMPING e
pressione Enter. Use o botão Next para selecionar DAMP 0, DAMP1/4, DAMP1/2,
DAMP1, DAMP2, DAMP4, DAMP8, DAMP16 ou DAMP32 e pressione Enter.
M1 MODE O modo de saída primária pode ser definido como linear ou de raiz quadrada. (Raiz Linear (M1 LIN)
quadrada não é aplicável à pressão absoluta, pressão de medidor e medição de
nível.)

Para configurar o modo de saída primária, pressione Enter no prompt M1 MODE e


use o botão Next para selecionar um dos seguintes:
M1 LIN: Linear (unidades de pressão)
M1SQ<1C: cálculo de fluxo de raiz quadrada com interrupção abaixo de 1% do
intervalo de pressão diferencial calibrado
M1SQ<4L: cálculo de fluxo de raiz quadrada com extrapolação linear abaixo de
4% do intervalo de pressão calibrado
M1SQ<nC: cálculo de fluxo de raiz quadrada com interrupção abaixo de 0 e 20%
do valor do intervalo superior, M1EFAC

Observação:
A interrupção em M1SQ<1C e M1SQ<4L é em porcentagem de pressão diferencial,
mas em M1SQ<nC é em porcentagem de vazão.
M1 DISP Se a saída primária estiver em modo linear, o parâmetro M1 DISP permite configurar Engineering units
o display local opcional para mostrar unidades de engenharia ou porcentagem. Se a (M1 EGU)
saída primária estiver em cálculo de fluxo da raiz quadrada, a opção de menu M1
DISP não estará disponível.

A fim de configurar o display local opcional para mostrar unidades de engenharia ou


porcentagem, navegue até a seleção de menu M1 DISP e pressione Enter. Use o
botão Next para selecionar M1 EGU ou LIN PCT e pressione enter Enter.

LIN PCT fornece leituras de porcentagem apenas no display local. A unidade de


engenharia M1 é usada para comunicação remota da Measurement #1, mesmo que
LIN PCT esteja selecionado.

72
5. Configuração MI 020-602 – Outubro de 2014

Tabela 8. Menu Configuration (Continuação)


Configuração
Inicial de
Item Descrição Fábrica
M1_EGU Esse parâmetro permite definir as unidades de engenharia para a medição primária. inH2O ou psi

Quando M1 MODE é definido como M1 LIN:


Configure uma das seguintes unidades de engenharia de pressão para sua
exibição e transmissão: psi, bar, mbar, g/cm2, kg/cm2, Pa, kPa, MPa, torr,
atm, inWC60 (a 60 °F), mWC4, inWC4, mmWC4, inH2O (a 68 °F), inHg, ftH2O,
mmH2O ou mmHg.
O transmissor ajusta então automaticamente M1EFAC (fator de engenharia), M1
URV (valor do intervalo superior), M1 LRV (valor do intervalo inferior) e usa zero
como padrão para o parâmetro M1EOFF.

Quando M1 MODE é definido como qualquer das configurações de raiz quadrada


(M1SQ<1C, M1SQ<4L ou M1SQ<nC):
Configure uma das seguintes unidades de engenharia de pressão para sua
exibição e transmissão: %fluxo, gal/s, gal/m, gal/h, gal/d, Mgal/d, ft3/s,
ft3/m, ft3/h, ft3/d, Igal/s, Igal/m, Igal/h, Igal/d, l/s, l/m, l/h, Ml/d,
m3/s, m3/m, m3/h, m3/d, bbl/s, bbl/m, bbl/h, bbl/d, T/h, lb/h, kg/h, Nm3/h
(m3/h normal), Sm3/h (m3/h padrão), Am3/h (m3/h real) ou MMSCFD (milhões de
scfd).
Verifique M1EFAC (fator de engenharia M1, descrito abaixo) e ajuste-o, se
necessário.
M1EFAC O parâmetro M1EFAC representa a relação numérica entre a variação medida em ---
unidades de pressão e a variação exibida (e transmitida) em unidades de fluxo. É a
URV exibida em unidades de fluxo (que também é a variação em unidades de fluxo,
visto que os intervalos de fluxo devem ser baseados em zero).

Por exemplo, para um transmissor de 200 inH2O com intervalo medido de 0 a 100
inH2O e intervalo exibido de 0 a 500 gal/m, M1EFAC deve ser definido como 500.

Observação: As vazões reais no processo dependem da sua instalação específica


(diâmetro da tubulação, por exemplo). Certifique-se de usar valores para M1EFAC e
M2EFAC que correspondam a sua instalação e condições de processo específicas.

Para editar a variação em suas unidades de fluxo configuradas, navegue até a


seleção de menu M1EFAC e pressione Enter. Use o procedimento “Inclusão de
Valores Numéricos” na página 44 para editar esse parâmetro.
M1EOFF Esse parâmetro permite configurar um valor de offset a aplicar na medição primária. 0

É possível introduzir um offset inserindo um valor diferente de zero em M1EOFF. O


offset afeta o valor de PV, que é transmitido em unidades de engenharia como um
sinal de mA analógico e exibido no display local opcional.

Esse recurso pode ser utilizado em aplicações, como tanque de água elevado, em
que o transmissor está em nível de graduação, mas a saída corresponde ao nível do
tanque. Um valor de offset também pode ser usado para um tanque de água de
nível de graduação, no qual o transmissor está instalado por cima do fundo do
tanque e a saída deve corresponder ao nível no tanque.
M1_URV Esse parâmetro permite configurar o valor do intervalo superior da medição URL
primária.

Para editar o valor do intervalo superior de M1, navegue até a seleção de menu
M1_URV e pressione Enter. Use o procedimento “Inclusão de Valores
Numéricos” na página 44 para editar esse parâmetro.
M1_LRV Esse parâmetro permite configurar o valor do intervalo inferior da medição primária. 0

Para editar o valor do intervalo inferior de M1, navegue até a seleção de menu
M1_LRV e pressione Enter. Use o procedimento “Inclusão de Valores
Numéricos” na página 44 para editar esse parâmetro.

73
MI 020-602 – Outubro de 2014 5. Configuração

Tabela 8. Menu Configuration (Continuação)


Configuração
Inicial de
Item Descrição Fábrica
M2 MODE M2 é uma medição secundária lida pelo comunicador HART e que pode ser exibida Linear (M2 LIN)
no display opcional. É possível usar esse recurso para exibir M1 em suas unidades
de pressão primárias e M2 em um conjunto diferente de unidades de pressão, ou
em unidades de fluxo.

O modo de saída secundária pode ser definido como linear (unidades de pressão)
ou de raiz quadrada (unidades de fluxo). Raiz quadrada não é aplicável à pressão
absoluta, pressão de medidor e medição de nível.

Para configurar o modo de saída secundária, pressione Enter no prompt M2 MODE e


use o botão Next para selecionar um dos seguintes:
M2 LIN: Linear (unidades de pressão)
M2SQ<1C: cálculo de fluxo de raiz quadrada com interrupção abaixo de 1% do
intervalo de pressão diferencial calibrado
M2SQ<4L: cálculo de fluxo de raiz quadrada com extrapolação linear abaixo de
4% do intervalo de pressão diferencial calibrado
M2SQ<nC: cálculo de fluxo de raiz quadrada com interrupção abaixo de 0 e 20%
do valor do intervalo superior, M1EFAC

Observação:
A interrupção em M1SQ<1C e M1SQ<4L é em porcentagem de pressão diferencial,
mas em M1SQ<nC é em porcentagem de vazão.
M2_EGU Esse parâmetro permite definir as unidades de engenharia para a medição Igual a M1_EGU
secundária.

Quando M2 MODE é definido como M2 LIN:


Configure uma das seguintes unidades de engenharia de pressão para sua
exibição e transmissão: psi, bar, mbar, g/cm2, kg/cm2, Pa, kPa, MPa, torr,
atm, inWC60 (a 60 °F), mWC4, inWC4, mmWC4, inH2O (a 68 °F), inHg, ftH2O,
mmH2O ou mmHg.
O transmissor ajusta então automaticamente M2EFAC (fator de engenharia), M2
URV (valor do intervalo superior), M2 LRV (valor do intervalo inferior) e usa zero
como padrão para o parâmetro M2EOFF.

Quando M2 MODE é definido como qualquer das configurações de raiz quadrada


(M2SQ<1C, M2SQ<4L ou M2SQ<nC):
Configure uma das seguintes unidades de engenharia de pressão para sua
exibição e transmissão: %fluxo, gal/s, gal/m, gal/h, gal/d, Mgal/d, ft3/s,
ft3/m, ft3/h, ft3/d, Igal/s, Igal/m, Igal/h, Igal/d, l/s, l/m, l/h, Ml/d,
m3/s, m3/m, m3/h, m3/d, bbl/s, bbl/m, bbl/h, bbl/d, T/h, lb/h, kg/h, Nm3/h
(m3/h normal), Sm3/h (m3/h padrão), Am3/h (m3/h real) ou MMSCFD (milhões de
scfd).
Verifique M2EFAC (fator de engenharia M2, descrito abaixo) e ajuste-o, se
necessário.
M2EFAC O parâmetro M2EFAC representa a relação numérica entre a variação medida em ---
unidades de pressão e a variação exibida (e transmitida) em unidades de fluxo. É a
URV exibida em unidades de fluxo (que também é a variação em unidades de fluxo,
visto que os intervalos de fluxo devem ser baseados em zero).

Por exemplo, para um transmissor de 200 inH2O com intervalo medido de 0 a 100
inH2O e intervalo exibido de 0 a 500 gal/m, M2EFAC deve ser definido como 500.

Observação: As vazões reais no processo dependem da sua instalação específica


(diâmetro da tubulação, por exemplo). Certifique-se de usar valores para M1EFAC e
M2EFAC que correspondam a sua instalação e condições de processo específicas.

Para editar a variação em suas unidades de fluxo configuradas, navegue até a


seleção de menu M2EFAC e pressione Enter. Use o procedimento “Inclusão de
Valores Numéricos” na página 44 para editar esse parâmetro.

74
5. Configuração MI 020-602 – Outubro de 2014

Tabela 8. Menu Configuration (Continuação)


Configuração
Inicial de
Item Descrição Fábrica
M2EOFF Esse parâmetro permite configurar um valor de offset a aplicar na medição 0
secundária.

É possível introduzir um offset inserindo um valor diferente de zero em M2EOFF. O


offset afeta o valor de PV, que é transmitido em unidades de engenharia como um
sinal de mA analógico e exibido no display local opcional.

Esse recurso pode ser utilizado em aplicações, como tanque de água elevado, em
que o transmissor está em nível de graduação, mas a saída corresponde ao nível do
tanque. Um valor de offset também pode ser usado para um tanque de água de
nível de graduação, no qual o transmissor está instalado por cima do fundo do
tanque e a saída deve corresponder ao nível no tanque.
M2_URV Esse parâmetro permite configurar o valor do intervalo superior da medição URL
secundária.

Para editar o valor do intervalo superior de M2, navegue até a seleção de menu
M2_URV e pressione Enter. Use o procedimento “Inclusão de Valores
Numéricos” na página 44 para editar esse parâmetro.
M2_LRV Esse parâmetro permite configurar o valor do intervalo inferior da medição 0
secundária.

Para editar o valor do intervalo inferior de M2, navegue até a seleção de menu
M2_LRV e pressione Enter. Use o procedimento “Inclusão de Valores
Numéricos” na página 44 para editar esse parâmetro.
DISPLAY Esse parâmetro permite configurar se um display local opcional exibe M1, M2 ou M1 (SHOW M1)
alterna entre M1 e M2.

Para configurar o valor de exibição, navegue até a seleção de menu DISPLAY e


pressione Enter. Use o botão Next para selecionar SHOW M1, SHOW M2 ou TOGGLE
e pressione Enter.
CALDATE CALDATE permite definir a data da última calibração. Não é obrigatório definir a data ---
de calibração, mas esse parâmetro pode ser usado para manutenção registro ou
para fins de manutenção da fábrica.

Para editar a data de calibração, navegue até a seleção de menu CALDATE e


pressione Enter. Em seguida, é possível alterar o dia, o mês e o ano. O display
mostra a última data com o dia intermitente. Use o botão Next para percorrer a
biblioteca de dígitos e selecionar o dia desejado e, em seguida, pressione Enter.
Repita esse processo para o mês e o ano.

75
MI 020-602 – Outubro de 2014 5. Configuração

Tabela 8. Menu Configuration (Continuação)


Configuração
Inicial de
Item Descrição Fábrica
ENA PWD Esse parâmetro permite ativar ou desativar senha(s). Por padrão, as senhas estão Senhas
desativadas. desativadas
(NO PWD)
Observação: CAL PWD permite acesso apenas ao modo de calibração, mas
CFG PWD permite acesso à configuração e calibração.

Para definir uma senha apenas para configuração ou para configuração e


calibração:
Navegue até ENA PWD e pressione Enter.
Navegue até CFGONLY ou CFG+CAL e pressione Enter.
Se for selecionado CFG+CAL, o prompt CAL PWD aparecerá.
Se for selecionado CFGONLY, o prompt CFG PWD aparecerá.
Pressione Next ou Enter.
Use o botão Next para percorrer a biblioteca de caracteres e selecionar o
primeiro caractere desejado e, em seguida, pressione Enter. Sua seleção será
inserida e o segundo caractere ficará intermitente. Repita esse procedimento
até ter criado sua senha.
Se a senha tiver menos de seis caracteres, utilize espaços em branco nos
espaços restantes.
Se for selecionado CFG+CAL, o prompt CFG PWD aparecerá. Use o mesmo
procedimento para criar a senha de configuração.
Quando você tiver configurado o sexto espaço, o display avançará para o
próximo item de menu.
IMPORTANTE: Grave sua nova senha antes de salvar as alterações no banco
de dados.

Para desativar senhas:


Navegue até a seleção de menu ENA PWD e pressione Enter.
Navegue até a seleção de menu NO PWDS e pressione Enter.
Se uma senha de configuração tiver sido previamente configurada, ela será
solicitada.
CFG PWD Senha de configuração definida pelo usuário (seis caracteres) ---
CAL PWD Senha de calibração definida pelo usuário (seis caracteres) ---
SET GDB SET GDB permite reescrever valores de calibração (inclinação e offset) com valores - - -
padrão.

Se o banco de dados do transmissor ficar corrompido e você receber uma


mensagem de INITERR na inicialização, essa função permitirá reescrever os
valores de calibração com valores padrão.

Advertência: Quaisquer valores de calibração de usuário que você tenha inserido


serão perdidos. Portanto, SET GDB não deve ser selecionado se o transmissor
estiver funcionando normalmente.
a. Aplicável apenas se o transmissor tiver a opção External Zero.

76
5. Configuração MI 020-602 – Outubro de 2014

Listas de Caracteres
Tabela 9. Listas de Caracteres
Listas de Caracteres Alfanuméricos (a) Listas de Caracteres Numéricos
@ ‘ –
, (vírgula) ( , (separador decimal)
A-Z (maiúsculas) ) 0a9
[ *
\ +
] -
^ .
_ (sublinhado) /
espaço 0-9
! :
“ ;
# <
$ >
% =
& ?
a. A lista se aplica apenas a um comunicador HART, não ao display local opcional.

Mensagens de Erro
Tabela 10. Mensagens de Erro de Configuração
Mensagem
Parâmetro Condição Testada de Erro Ação do Usuário
Password Senha BAD PWD Foi inserida uma senha ruim. Use outra.
Protection
Write Write Protection Ativada REJECT Exibida quando o usuário tenta executar uma ação
Protection protegida contra gravação.
M1 MODE M1 LRV  0 LRVnot0 O modo de raiz quadrada com LRV diferente de zero não é
(sendo válido. Altere M1 LRV para 0.
alterado para M1 URV < 0 URV<LRV O modo de raiz quadrada com URV negativo não é válido.
raiz quadrada) Altere M1 URV para um valor positivo.
OUT DIR é OUT REV URV<LRV O modo de raiz quadrada com URV < LRV não é válido.
Altere M1 LRV para 0 e M1 URV para um valor positivo.
M1EFAC < 0 -M1EFAC M1EFAC negativo não é válido. Altere M1EFAC para um valor
positivo.
M2EFAC < 0 -M2EFAC M2EFAC negativo não é válido. Altere M2EFAC para um valor
positivo.
M1EFAC = 0 0M1EFAC M1EFAC = 0 não é válido. Altere M1EFAC para um valor
positivo.
M2EFAC = 0 0M2EFAC M2EFAC = 0 não é válido. Altere M2EFAC para um valor
positivo.
M1EOFF  0 ou M2EOFF BADEOFF O modo de raiz quadrada com M1EOFF diferente de zero e
0 M2EOFF não é válido. Altere M1EOFF e M2EOFF para 0.
M1EFAC M1EFAC < 0 -M1EFAC M1EFAC negativo não é válido. Altere M1EFAC para um valor
positivo.
M1EFAC = 0 0M1EFAC M1EFAC = 0 não é válido. Altere M1EFAC para um valor
positivo.

77
MI 020-602 – Outubro de 2014 5. Configuração

Tabela 10. Mensagens de Erro de Configuração (Continuação)


Mensagem
Parâmetro Condição Testada de Erro Ação do Usuário
M1 URV M1URV > pressão máx. URV>FMX A pressão inserida é maior do que a pressão nominal
em EGU máxima do transmissor. Verifique a entrada. Verifique EGUs.
M1URV < pressão mín. URV<FMN A pressão inserida é menor do que a pressão nominal
em EGU mínima do transmissor. Verifique a entrada. Verifique EGUs.
M1URV = M1LRV LRV=URV Não é possível definir a variação como 0. Verifique a
entrada. Verifique M1 LRV.
A modulação M1 BADTDWN Verifique a entrada. Verifique M1 LRV.
ultrapassa o limite
URV < 0 com M1 ou M2 URV<LRV O modo de raiz quadrada com LRV diferente de zero não é
em raiz quadrada válido. Altere M1 LRV para 0.
M1 LRV M1LRV > pressão máx. LRV>FMX A pressão inserida é maior do que a pressão nominal
em EGU máxima do transmissor. Verifique a entrada. Verifique EGUs.
M1LRV < pressão mín. LRV<FMN A pressão inserida é menor do que a pressão nominal
em EGU mínima do transmissor. Verifique a entrada. Verifique EGUs.
M1URV = M1LRV LRV=URV Não é possível definir a variação como 0. Verifique a
entrada. Verifique M1 URV.
A modulação M1 BADTDWN Verifique a entrada. Verifique M1 URV.
ultrapassa o limite
M2 MODE M1 LRV  0 LRVnot0 O modo de raiz quadrada com LRV diferente de zero não é
(sendo válido. Altere M1 LRV para 0.
alterado para M1 URV < 0 URV<LRV O modo de raiz quadrada com URV negativo não é válido.
raiz quadrada) Altere M1 URV para um valor positivo.
OUT DIR é OUT REV URV<LRV O modo de raiz quadrada com URV < LRV não é válido.
Altere M1 LRV para 0 e M1 URV para um valor positivo.
M1EFAC < 0 -M1EFAC M1EFAC negativo não é válido. Altere M1EFAC para um valor
positivo.
M2EFAC < 0 -M2EFAC M2EFAC negativo não é válido. Altere M2EFAC para um valor
positivo.
M1EFAC = 0 0M1EFAC M1EFAC = 0 não é válido. Altere M1EFAC para um valor
positivo.
M2EFAC = 0 0M2EFAC M2EFAC = 0 não é válido. Altere M2EFAC para um valor
positivo.
M1EOFF  0 ou M2EOFF BADEOFF O modo de raiz quadrada com M1EOFF diferente de zero e
0 M2EOFF não é válido. Altere M1EOFF e M2EOFF para 0.
M2EFAC M2EFAC < 0 -M2EFAC M2EFAC negativo não é válido. Altere M2EFAC para um valor
positivo.
M2EFAC = 0 0M2EFAC M2EFAC = 0 não é válido. Altere M2EFAC para um valor
positivo.

78
6. Uso do Comunicador HART
Os transmissores de pressão da Série S com comunicador HART podem ser configurados,
operados e calibrados usando o comunicador HART.

Conexão do Comunicador com o Transmissor


Conecte o comunicador com o transmissor como mostrado em “Configuração de Calibração” na
página 56. Consulte também MAN 4250, fornecido com o comunicador.

Operação
O valor da variável primária em unidades de engenharia (PV), o valor de saída da variável primária
em mA (PV AO), o valor do intervalo inferior (LRV) da variável primária e o valor do intervalo
superior (URV) da variável primária são exibidos no menu principal.

Configuração Online
Há duas maneiras de configurar seu transmissor de pressão usando um comunicador HART:
online e offline. A prática mais comum é configurar o transmissor de pressão online. Para
configurar o transmissor online com o comunicador:
1. Conecte o comunicador HART ao loop do transmissor.
2. Selecione 1 Device Setup no menu Online.
3. Selecione 3 Basic Configuration ou 4 Full Configuration no próximo
menu.
4. Se tiver selecionado 4 Full Configuration, selecione 1 View Parameters
para visualizar os parâmetros existentes ou 2 Edit Parameters para editar um ou
mais parâmetros.

79
MI 020-602 – Outubro de 2014 6. Uso do Comunicador HART

Figura 43. Fluxograma de Configuração Online


1 Device Setup Device Setup
1 Measurements 1 PV Setup
Device
2 PV 2 Calibration Device Setup
1 PV Rerange 2 PV % rnge
3 PV AO 3 Basic Configuration 1 Tag 2 SV Rerange 3 SV
4 LRV 4 Full Configuration 2 Long tag 3 Zero trim 4 TV
5 URV 5 Test 3 PV Units 4 Scaled D/A trim 54V
6 Diagnostic Information 4 PV Mode 5 Apply Pressure 6 PV AO
5 PV Flow URV(1) 6 Pressure Calibration
6 Damp 7 Time in Service Meter
Device Setup
1 Firmware Version 7 Edit LRV URV 8 Reset User Days
2 DD Revision 8 PV Rerange 9 MultiCl ON/OFF

1 View Parameters 1 Tag


2 Edit Parameters 1 Poll addr 2 Long tag
2 Tag 3 Descriptor
Device
1 Loop test Setup 3 Long tag 4 Date
2 Send REINIT 4 Descriptor 5 Message
5 Date 6 Model
6 Message 7 PV Mode
7 PV Mode 8 Loop current mode
8 Loop current mode LRV
9 PV Units
9 PV Units LRV
PV Flow URV(1) PV Offset
URV
PV Offset(2) PV Offset(2)
Damp
Damp
E Temp Fail
AOTemp
E AlrmFail
typ
AO Alrm Typ
AO Alrm typ
Extrn Zero
Extrn Zero
SV Mode
URL
SV Units
LRL
SV Offset(2)
Min span
Final asmbly num
SV Mode
Display
SV Units
SV Offset(2)
Display
Software rev
PV Snsr s/n
Write protect
Universal rev
Fld dev rev
Hardware rev
Physicl signl code
Final asmbly num
Dev id
Poll addr
Num req preams
Manufacturer
Distributor
Observações: Firmware Version
User Days
1. Essa seleção não está disponível quando PV Mode (ou SV Mode) é linear. Total Days
2. Essas seleções de offset estão disponíveis apenas quando PV Mode (ou SV Mode) MultiCl ON/OFF
é linear.

80
6. Uso do Comunicador HART MI 020-602 – Outubro de 2014

Tabela 11. Parâmetros Online


Parâmetro Descrição
AO Alrm typ Hi, Lo ou None. O modo de falha de saída de 4 a 20 mA pode ser configurado de modo que
a saída do transmissor seja definida para o valor alto ou baixo em condições específicas de
falha.
Apply Pressure Essa função de alteração do intervalo exige a aplicação de pressão. A finalidade dessa
função é permitir que o transmissor determine e altere os valores de URV o LRV com base
nas pressões aplicadas.
Damp Amortecimento de saída em segundos. O amortecimento pode ser definido em 0, 0,25, 0,5,
1, 2, 4, 8, 16 ou 32 segundos.
Date Data inserida no formato mm/dd/aa.
DD Revision Nível de revisão da descrição do dispositivo.
Descriptor Normalmente configurado como Nome da Plaqueta. A descrição se limita a 16 caracteres.
Dev id Identifica o transmissor de forma exclusiva quando combinado com a identificação do
fabricante e o tipo de dispositivo.
Display Esse recurso permite selecionar se o display local opcional mostrará M1 EGU (medição
primária), M2 EGU (medição secundária) ou TOGGLE para alternar entre as duas.
Distributor A empresa responsável pela distribuição do transmissor aos clientes.
E Temp Fail A falha de temperatura externa pode ser definida como Fatal ou Non-Fatal.
Extrn Zero Enabled ou Disabled.
O recurso External Zero permite desativar o botão zero externo opcional para aumentar a
segurança ou ativá-lo.
Final asmbly num Número associado ao transmissor geral.
Firmware Version Versão do firmware do transmissor.
Fld dev rev Nível de revisão da descrição do transmissor específico.
Hardware rev Nível de revisão do hardware.
Long tag Normalmente configurado com o número da plaqueta da fábrica. O Long Tag é o identificador
primário ao se comunicar com um transmissor usando o comunicador HART. A plaqueta se
limita a 32 caracteres.
Loop current mode O modo da corrente em loop pode estar em Active ou Fixed.

Quando esse parâmetro é definido como Active, o transmissor opera de modo padrão de
ponto a ponto com um sinal de saída de 4 a 20 mA. Quando esse parâmetro está em Fixed,
a saída de miliamperes do transmissor é bloqueada no valor fixo de 4,0 mA.

Se o modo de loop for fixo, as seleções de ajuste OUTFAIL, OUT DIR, OFFL MA e mA ficam
indisponíveis na estrutura do menu depois de a configuração ser salva.
Loop test Procedimento para usar o transmissor como fonte de calibração para verificar outros
instrumentos no loop.
LRL Mínimo valor utilizável para PV LRV (limite de intervalo do sensor inferior).
LRV Valor do Intervalo Inferior Primário em unidades de PV.
Manufacturer A empresa responsável pela fabricação do transmissor.
Message Normalmente configurado como a localização do instrumento. A mensagem se limita a 32
caracteres.
Min span Também conhecido como limite de variação inferior, essa é a menor diferença admissível
entre URV e LRV.
Model Número de modelo do transmissor.
MultiCl ON/OFF Ativa/desativa o recurso de calibração múltipla FoxCal.
Num req preams Número de preâmbulos a serem enviados em uma mensagem de pedido do transmissor ao
host.
Physicl signl code O tipo de camada física implementada no hardware e que é responsável pela porta de
comunicação HART.
Poll addr Um número de 0 a 63.
Pressure Calibration Procedimento de calibração utilizando as pressões aplicadas.

81
MI 020-602 – Outubro de 2014 6. Uso do Comunicador HART

Tabela 11. Parâmetros Online


Parâmetro Descrição
PV A variável primária é um valor digital dinâmico, representando a medição do processo em
unidades de engenharia selecionadas.
PV % rnge Essa é uma variável que rastreia a representação do valor digital no que diz respeito ao
intervalo definido por LRV e URV nos modos operacionais normais.
PV AO O valor de saída analógica de PV rastreia a representação do valor digital no modo
operacional normal.
PV Mode Modo de Variável Primária (Linear, Sqrt cut<1% DP, Sqrt lin<4% DP ou Sqrt cut
0-20% Flow).
PV Sqrt Cut O valor definido de n em PV Mode é Sqrt cut 0-20% Flow.
PV Flow URV Se PV Mode for definido como raiz quadrada, esse parâmetro mostrará o valor de vazão
máximo correspondente a PV URV.
PV Offset Offset de PV e mA (não altera LRV nem URV).
PV Rerange Permite o ajuste de valores de intervalo de 0 e 100% para a Variável Primária.
PV Snsr s/n Número de série do sensor a partir do qual a representação de valor digital ou a variável do
transmissor é principalmente derivada.
PV Units Unidades de PV (de pressão) quando PV Mode é linear: inH2O (a 68 °F), inHg, ftH2O,
mmH2O, mmHg, psi, bar, mbar, g/Sqcm, kg/Sqcm, Pa, kPa, MPa, torr, atm, inH2O@60DegF,
mH2O, inH2O4, mmH2O4.

Unidades de PV (de fluxo) quando PV Mode é raiz quadrada: gal/s, gal/min, gal/h, gal/d,
MMgal/d, Cuft/s, Cuft/min, Cuft/h, Cuft/d, Impgal/s, Impgal/min, Impgal/h,
Impgal/d, L/s, L/m, L/h, ML/d, Cum/s, Cum/min, Cum/h, Cum/d, bbl/s, bbl/min, bbl/h,
bbl/d, t/h, lb/h, kg/h, Nm3/h, Sm3/h, Am3/h, MMSCFD, %Flow.
Reset User Days Permite redefinir os dias de usuário (número de dias que o transmissor ficou ligado desde a
última redefinição do medidor de Tempo em Serviço) para zero.
Scaled D/A trim Procedimento de calibração para corresponder à saída de 4-20 mA para a calibração do
dispositivo receptor.
Send REINIT Procedimento para enviar um comando para reinicializar o transmissor.
Software rev O nível de revisão do software ou firmware incorporado no transmissor.
SV A variável secundária é um valor alternativo, representando a medição do processo em
unidades de engenharia selecionadas.
SV Flow URV Se SV Mode for definido como raiz quadrada, esse parâmetro mostrará o valor de vazão
máximo correspondente a SV URV.
SV Mode Modo de Variável Secundária (Linear, Sqrt cut<1% DP, Sqrt lin<4% DP ou Sqrt cut
0-20% Flow).
SV Offset Offset de SV (não altera SV LRV nem SV URV).
SV Rerange Permite o ajuste de valores de intervalo de SV de 0 e 100% para a Variável Secundária.
SV Sqrt Cut O valor definido de n em SV Mode é Sqrt cut 0-20% Flow.
SV Units Unidades de SV (de pressão) quando SV Mode é linear: inH2O (a 68 °F), inHg, ftH2O, mmH2O,
mmHg, psi, bar, mbar, g/Sqcm, kg/Sqcm, Pa, kPa, MPa, torr, atm, inH2O@60DegF, mH2O,
inH2O4, mmH2O4.

Unidades de SV (de fluxo) quando SV Mode é raiz quadrada: gal/s, gal/min, gal/h, gal/d,
MMgal/d, Cuft/s, Cuft/min, Cuft/h, Cuft/d, Impgal/s, Impgal/min, Impgal/h,
Impgal/d, L/s, L/m, L/h, ML/d, Cum/s, Cum/min, Cum/h, Cum/d, bbl/s, bbl/min, bbl/h,
bbl/d, t/h, lb/h, kg/h, Nm3/h, Sm3/h, Am3/h, MMSCFD, %Flow.
Tag Normalmente configurado com o número da plaqueta da fábrica. O Tag Number é o
identificador primário ao se comunicar com um transmissor usando o comunicador HART. A
plaqueta se limita a 8 caracteres.
Time in Service Os transmissores IDP10S têm duas maneiras de rastrear o tempo que determinado
Meter transmissor está em serviço. Total Days é um valor não configurável que representa o número
de dias que o transmissor está ligado em campo ao longo de sua vida útil e User Days é o
número de dias que o transmissor ficou ligado desde a última redefinição do medidor de
Tempo em Serviço.
Total Days Esse parâmetro permite visualizar o número de dias que o transmissor está ligado em campo
ao longo de toda a sua vida útil.

82
6. Uso do Comunicador HART MI 020-602 – Outubro de 2014

Tabela 11. Parâmetros Online


Parâmetro Descrição
TV O valor terciário é uma representação digital do sensor de temperatura aproximada, usada
internamente para compensar os cálculos de pressão.
Universal rev Nível de revisão da descrição do dispositivo universal com o qual o transmissor é compatível.
URL Máximo valor utilizável para PV URV (limite de intervalo do sensor superior).
URV Valor do Intervalo Superior Primário em unidades de PV.
User Days Número total de dias que o transmissor ficou ligado desde a última redefinição do medidor de
Tempo em Serviço.
Write protect No ou Yes. Indica se as variáveis podem ser gravadas no transmissor ou se os comandos que
fazem as ações serem executadas no transmissor podem ou não ocorrer.
Zero trim Procedimento de calibração para tornar a entrada do sensor a nova referência de entrada
zero. O ajuste zero não afeta a variação.
4 V O quarto valor é uma representação digital da temperatura aproximada do módulo de
componentes eletrônicos.

Calibração
Alteração de Intervalo PV
A Alteração de Intervalo PV define novos valores para LRV e URV, correspondentes aos valores de
saída de 4 mA e 20 mA. O sinal de saída de 4 a 20 mA sempre está vinculado a PV.
Duas seleções são fornecidas para alteração do intervalo de PV. Nenhuma seleção afeta a
calibração do transmissor.
 Edit LRV URV
 Aplicação de Pressão (Apenas Modo Linear)

Edição de LRV e URV


Essa função de alteração do intervalo não exige a aplicação de pressão. Se houver pressão aplicada
ao transmissor, ele não será utilizado para a função de edição e não afetará o resultado. A
finalidade dessa função é permitir digitar novos valores conhecidos de LRV e URV. Por exemplo,
use essa função para alterar o intervalo de ‘0 a 200 em H2O’ para ‘0 a 100 em H2O’. O LRV e o
URV podem ser editados de forma independente. A alteração de LRV não afeta URV, e vice-versa.
A alteração de um dos valores só altera a variação.

Aplicação de Pressão (Apenas Modo Linear)


Essa função de alteração do intervalo exige a aplicação de pressão. A finalidade dessa função é
permitir que o transmissor determine e altere os valores de URV o LRV com base nas pressões
aplicadas. Use essa função se o intervalo do transmissor precisar ser redefinido para valores
desconhecidos. Por exemplo, se o nível de líquido no tanque ficar no mínimo para corresponder
ao novo LRV (ponto de 4 mA), essa função permitirá ao transmissor regravar seu LRV e fornecer
uma saída de 4 mA nesse nível. Da mesma forma, se o nível for levado ao nível máximo, essa
função permitirá ao transmissor regravar seu URV e fornecer saídas de 20 mA nesse nível.
A alteração de LRV muda automaticamente o URV na mesma proporção, mantendo inalterada a
variação. A alteração de URV não tem nenhum efeito sobre o LRV e, portanto, a variação é
alterada.

83
MI 020-602 – Outubro de 2014 6. Uso do Comunicador HART

PV Offset
Quando PV está no modo linear, uma função chamada PV Offset pode ser acessada em
Device Setup > Full Configuration > Edit Parameters. Edite PV Offset e tanto PV
como a saída de mA terão um offset sem alteração de LRV nem de URV. Por exemplo, se um
transmissor tiver um intervalo de 0 a 100 em H2O (LRV = 0 e URV = 100), inserir um valor de
-10 para PV Offset faz o transmissor fornecer uma leitura de PV de 10 em H2O e uma saída de
mA de 5,6 mA quando a pressão aplicada é 0 em H2O.

PV Flow URV
Quando PV está no modo de Raiz Quadrada, uma função chamada PV Flow URV pode ser
acessada em Device Setup > Full Configuration > Edit Parameters. Também é
exibida automaticamente em modo de Raiz Quadrada quando Unidades de PV são alteradas.
PV Flow URV permite inserir o valor máximo de vazão correspondente à PV URV e à saída de
20 mA.

SV Rerange
Um transmissor com PV no modo de Raiz Quadrada pode ter SV em modo linear, e vice-versa.
Isso permite verificar facilmente a pressão diferencial medida quando o transmissor é configurado
para operação de raiz quadrada.
SV Rerange não funciona como PV Rerange. Em vez disso, permite realizar as funções SV
Offset e SV Flow URV. SV Offset e SV Flow URV fornecem uma função similar às
funções PV correspondentes.

Pressure Calibration
Use esse procedimento se quiser realizar uma calibração com pressão aplicada. Aplique uma
pressão no transmissor igual ou próxima de LRV. Digite essa pressão para o ponto de ajuste
inferior, quando solicitado. Da mesma forma, aplique uma pressão igual ou próxima de URV e
digite-a para o ponto de ajuste superior.
Os transmissores Foxboro são caracterizados e calibrados de fábrica. Normalmente não há
necessidade de o usuário fazer calibração de pressão. A função Zero Trim (descrita abaixo) pode
ser utilizada para corrigir os efeitos de posição e Reranging (descrita acima), para alterar o
intervalo. Seu transmissor usa seus dados de caracterização e calibração inseridos e armazenados na
fábrica para converter qualquer pressão de entrada dentro dos limites de intervalo para um valor
digital de pressão que pode ser transmitido, exibido e convertido em um sinal de corrente de mA.
No entanto, se for desejada uma calibração de pressão, utilize a função Pressure Calibration para
ajustar os valores digitais internos das pressões interpretadas com base em valores precisos
inseridos pelo usuário para as pressões de intervalo inferior e superior aplicadas.
Além disso, às vezes é desejável realizar uma calibração de ponto único (ou zerar) com uma
entrada de pressão diferente de zero, sem afetar a variação. Por exemplo, para zerar um transmissor
de pressão absoluta a uma pressão atmosférica medida, use um ponto de ajuste dentro da função
Pressure Calibration para atingir uma calibração de ponto único que não altere a variação.

84
6. Uso do Comunicador HART MI 020-602 – Outubro de 2014

! ADVERTÊNCIA
A precisão da pressão de entrada para a calibração de variação em campo deve ser, no
mínimo, quatro vezes melhor do que a especificação de precisão de referência do
transmissor. Uma entrada de pressão de variação imprecisa normalmente resultará em
degradação de desempenho do transmissor em relação ao estado calibrado de fábrica.

Zero Trim
Esse procedimento é utilizado para ajustar o ponto de ajuste inferior para compensar os efeitos de
posicionamento. Configure o equipamento de calibração de acordo com a instrução do
transmissor. Veja Capítulo 4, “Calibração” . Zero Trim não tem efeito sobre LRV. Ele exige a
aplicação de pressão zero (ou pressões iguais em ambos os lados de um transmissor de pressão
diferencial). O LRV não precisa ser zero. Não use Zero Trim em um transmissor de pressão
absoluta, a menos que ele tenha vácuo total aplicado.

Scaled D/A Trim


Se você estiver usando a saída de 4 a 20 mA, poderá ajustá-la para 4 mA e 20 mA ou outros
valores, conectando um voltímetro digital e resistor de precisão no loop de saída e ajustando a
saída com esse procedimento. Configure o equipamento de calibração utilizando as instruções em
Capítulo 4, “Calibração” .
Não é necessário aplicar pressão. Esse ajuste não tem nenhum efeito sobre a interpretação digital
interna de pressão ou nos valores digitais exibidos e transmitidos que representam as pressões
aplicadas. Ele apenas ajusta a conversão dos valores digitais de pressão para o sinal analógico
transmitido de 4 a 20 mA.
OBSERVAÇÃO
Normalmente não é necessário utilizar esse procedimento. No entanto, em casos
especiais, ele pode ser usado para eliminar pequenas diferenças entre a saída de mA do
transmissor e as leituras de mA dos equipamentos de teste da fábrica.

Time in Service Meter


Os transmissores IDP10S têm duas maneiras de rastrear o tempo que determinado transmissor
está em serviço. Total Days é um valor não configurável que representa o número de dias que o
transmissor está ligado em campo ao longo de sua vida útil e User Days é o número de dias que o
transmissor ficou ligado desde a última redefinição do medidor de Tempo em Serviço.

Visualização dos Dias Totais


Para visualizar o número de dias que o transmissor está em campo, use a seleção de menu Device
Setup > Calibration > Time in Service Meter.

Redefinição de Dias de Usuário


É possível redefinir o número de User Days como zero em qualquer ponto. Você talvez queira
redefinir esse valor como zero quando o transmissor for calibrado ou redefinido, por exemplo.

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MI 020-602 – Outubro de 2014 6. Uso do Comunicador HART

Para redefinir o número de dias que o transmissor está em serviço desde a última redefinição do
medidor de Tempo em Serviço, use a seleção de menu Device Setup > Calibration >
Reset User Days.

Ativação e Desativação do Recurso de Calibração


Múltipla FoxCal
O transmissor pode ser enviado com o recurso FoxCal ativado ou não. Consulte o Capítulo 4,
“Calibração” para obter informações sobre o recurso de calibração múltipla.
Se for preciso ligar ou desligar o FoxCal, use a seleção de menu Device Setup >
Calibration > MultiCl ON/OFF.

! ADVERTÊNCIA
Ao desativar a calibração múltipla FoxCal, o último intervalo calibrado de dois pontos
talvez não corresponda à configuração atual do valor do intervalo inferior e do valor de
intervalo superior. Para um desempenho ideal, devem ser evitadas grandes
incompatibilidades.

OBSERVAÇÃO
1. Para obter os melhores resultados em aplicações onde é necessária alta precisão, zere
a saída do transmissor depois de estabilizada na temperatura de operação final.
2. Deslocamentos zero resultantes de efeitos de posição podem ser eliminados
zerando a saída do transmissor.

Depois de calibrar os transmissores que operam com sinal de saída de 4 a 20 mA (ou 1 a 5 VCC),
verifique os valores de saída abaixo ou acima do intervalo para garantir que se estendem além de
4 e 20 mA (ou 1 e 5 VCC) respectivamente.

86
7. Manutenção

! PERIGO
Para instalações não intrinsecamente seguras, a fim de evitar uma possível explosão em
uma área classificada de Divisão 1, desenergize os transmissores antes de remover as
tampas de invólucro rosqueadas. Deixar de cumprir esse aviso pode resultar em
explosão, com ferimentos graves ou morte.

! AVISO
RISCO DE EXPLOSÃO: Para instalações à prova de explosão e não inflamáveis, não
desconecte o equipamento em uma atmosfera inflamável ou combustível.

Mensagens de Erro
No caso de mensagens de erro exibidas no comunicador HART, consulte o Capítulo 6, “Uso do
Comunicador HART” .

Substituição de Peças
A substituição de peças geralmente se limita ao conjunto de bloco de terminais, conjunto do
invólucro, display opcional e anéis em O da tampa.
OBSERVAÇÃO
Para obter o desempenho ideal do transmissor, envie-o para a fábrica para substituir as
peças. A remoção das tampas de processo pode exigir a recalibração do transmissor
para FoxCal.

Substituição do Conjunto do Bloco de Terminais


Para substituir o conjunto do bloco de terminais, faça o seguinte:
1. Desligue a fonte de energia do transmissor.
2. Retire as tampas dos terminais de campo e do compartimento de componentes
eletrônicos girando-as no sentido anti-horário. Parafuse a trava da tampa, se aplicável.
3. Remova o display digital (se aplicável) como segue: segure as duas abas do display e
gire-o cerca de 10° no sentido anti-horário.
4. Remova o módulo dos componentes eletrônicos do invólucro soltando os dois
parafusos fixos que o prendem ao invólucro. Em seguida, puxe o módulo para fora do
invólucro o suficiente para obter acesso aos conectores de cabos na traseira do módulo.
5. Remova os quatro parafusos de cabeça de soquete que prendem o bloco de terminais.
6. Desconecte o conector do cabo do bloco de terminais do módulo de componentes
eletrônicos.

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MI 020-602 – Outubro de 2014 7. Manutenção

7. Remova o bloco de terminais e a gaxeta debaixo dele.


8. Conecte o novo conector do cabo do bloco de terminais ao módulo de componentes
eletrônicos.
9. Instale o novo bloco de terminais e a nova gaxeta e reinstale os quatro parafusos para
com 0,67 Nm (6 pollb) em vários incrementos uniformes.
10. Reinstale o módulo de componentes eletrônicos (e o display digital se for o caso).
11. Reinstale as tampas no invólucro girando-as no sentido horário para assentar o anel
em O no invólucro e depois continue a apertar com a mão até que cada tampa entre
em contato com o invólucro, metal contra metal. Se houver travas da tampa, trave a
tampa de acordo com o procedimento descrito em “Travas de Tampa” na página 35.
12. Ligue a fonte de energia do transmissor.

Remoção e Reinstalação do Conjunto do Invólucro


Para remover e reinstalar o conjunto do invólucro, faça o seguinte:
1. Desligue a fonte de energia do transmissor.
2. Retire a tampa do compartimento de componentes eletrônicos girando-a no sentido
anti-horário. Parafuse a trava da tampa, se aplicável.
3. Remova o display digital (se aplicável) como segue: segure as duas abas do display e
gire-o cerca de 10° no sentido anti-horário. Puxe o display para fora e desconecte
seu cabo.
4. Remova o módulo dos componentes eletrônicos do invólucro soltando os dois
parafusos fixos que o prendem ao invólucro. Em seguida, puxe o módulo para fora do
invólucro o suficiente para obter acesso aos conectores de cabos na traseira do módulo.

! ADVERTÊNCIA
O módulo dos componentes eletrônicos é “um conjunto” nesse ponto e está elétrica e
mecanicamente conectado ao invólucro com um cabo de sinal de fita flexível, um cabo
de energia de dois fios e, em alguns casos, um cabo para um botão zero externo. Não
ultrapasse a folga disponível nesses cabos ao remover o módulo montado.

Manusear os componentes eletrônicos sem aterramento adequado pode causar


danos de ESD em componentes eletrônicos críticos e resultar em falha no módulo
eletrônico.

5. Desconecte todos os conectores de cabos da traseira do módulo de componentes


eletrônicos e coloque o módulo em uma superfície limpa. Tenha cuidado ao remover
os conectores de cabos dos cabeçotes do módulo de componentes eletrônicos para
evitar danos. Para desconectar os conectores, balance-os suavemente enquanto os puxa
para fora.
6. Retire a laca vermelha da reentrância do parafuso na braçadeira de retenção do
invólucro. Retire o parafuso completamente e deslize a braçadeira para fora do
invólucro. Guarde a braçadeira e o parafuso para uso futuro.
7. Remova o invólucro girando-o no sentido anti-horário (quando visto de cima). Tenha
cuidado para não danificar o cabo do sensor.

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7. Manutenção MI 020-602 – Outubro de 2014

8. Inspecione o anel em O do sensor em busca de danos. Se o anel em O estiver


danificado, substitua-o por um anel em O apropriado. (Veja a lista de peças do seu
transmissor.) Lubrifique o anel em O com lubrificante de silicone (Foxboro Número
de Peça 0048130 ou equivalente). Verifique se o anel em O está situado na ranhura do
gargalo.

! AVISO
Deixar de reutilizar ou instalar o anel em O adequado em um produto com rótulo
CSA viola a ANSI / ISA 12.27.01.

9. Torça o cabo do sensor pelo gargalo do invólucro no compartimento de componentes


eletrônicos.
10. Parafuse o invólucro no gargalo do sensor até o fim. Não aperte demais. Tenha
cuidado para não danificar o cabo do sensor ou desalojar o anel em O do gargalo.
11. Insira a braçadeira de retenção sobre a saliência do gargalo do invólucro, de modo que
o furo da braçadeira fique alinhado com o furo da saliência. Instale o parafuso, mas
não o aperte. Gire o invólucro até uma volta completa no sentido anti-horário para
obter o acesso ideal. Aperte o parafuso da braçadeira de retenção e preencha a
reentrância do parafuso com laca vermelha (Foxboro Número de Peça X0180GS ou
equivalente). O invólucro também pode ser girado para obter o acesso ideal.
12. Predetermine a orientação do conector e insira os conectores dos cabos no módulo de
componentes eletrônicos. Substitua o módulo no invólucro com cuidado para não
prender os cabos entre o módulo e o invólucro. Aperte os dois parafusos que fixam o
módulo no invólucro.
13. Conecte o cabo do display digital com o módulo de componentes eletrônicos.
Certifique-se de que o anel em O esteja totalmente encaixado no invólucro do display.
Daí, segurando o display digital pelas abas nas laterais dele, insira-o no invólucro. Fixe
o display no invólucro alinhando as abas nas laterais do conjunto e girando-o cerca de
10° no sentido horário.
14. Ao recolocar a tampa do invólucro, aperte-a manualmente o máximo possível de
modo que o anel em O fique totalmente preso. O flange da tampa deve ficar em
contato com o flange do invólucro.
15. Reinstale a tampa no invólucro girando-a no sentido horário para assentar o anel em
O no invólucro e depois continue a apertar com a mão até que a tampa entre em
contato com o invólucro, metal contra metal. Se houver travas da tampa, trave a
tampa de acordo com o procedimento descrito em “Travas de Tampa” na página 35.
16. Ligue a fonte de energia do transmissor.

Inclusão do Display Opcional


Para incluir o display opcional, consulte a Figura 44 e faça o seguinte:
1. Desligue a fonte de energia do transmissor.
2. Retire a tampa do compartimento de componentes eletrônicos girando-a no sentido
anti-horário. Parafuse a trava da tampa, se aplicável.

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MI 020-602 – Outubro de 2014

3. Conecte o display no receptáculo no alto do conjunto de componentes eletrônicos.


4. Certifique-se de que o anel em O esteja encaixado na respectiva ranhura no invólucro
do display. Depois, insira o display no compartimento de componentes eletrônicos
segurando as duas abas do display e girando-o cerca de 10° no sentido horário.
5. Instale a nova tampa (sem janela) no invólucro girando-a no sentido horário para
assentar o anel em O no invólucro e depois continue a apertar com a mão até que a
tampa entre em contato com o invólucro, metal contra metal. Se houver travas da
tampa, trave a tampa de acordo com o procedimento descrito em “Travas de Tampa”
na página 35.
6. Ligue a fonte de energia do transmissor.

Figura 44. Substituição do Display Opcional


CONJUNTO DO INVÓLUCRO

PARA REMOVER O MÓDULO DE


COMPONENTES ELETRÔNICOS,
REMOVA OS DOIS PARAFUSOS PHILIPS
NA REENTRÂNCIA.

PARA REMOVER O DISPLAY DO MÓDULO


DE COMPONENTES ELETRÔNICOS, TORÇA O
CONTADOR DO DISPLAY NO SENTIDO HORÁRIO
PARA SOLTAR AS ABAS E PUXE PARA FORA.
DEPOIS, DESCONECTE O CONECTOR DO CABO.

DATAS DAS VERSÕES


SET. DE 2014
OUT. DE 2014

Linhas verticais à direita do texto ou de ilustrações indicam as áreas alteradas na data da última versão.

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