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FUNDAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS E EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA DO

ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE


FLUMINENSE DARCY RIBEIRO
LICENCIATURA EM PEDAGOGIA

jaqueline de freitas

Jogos Dramáticos na Alfabetização

Monografia apresentada à banca examinadora da Universidade Estadual do


Norte Fluminense Darcy Ribeiro – Campos dos Goytacazes, como requisito
parcial para a obtenção do título de Licenciatura em Pedagogia.

2020
jaqueline de freitas

Jogos Dramáticos na Alfabetização

Monografia apresentada à banca examina-


dora da Universidade Estadual do Norte
Fluminense Darcy Ribeiro – Campos dos
Goytacazes, como requisito parcial para a
obtenção do título de Licenciatura em Peda-
gogia.

Orientador: Isabel

2020
jaqueline de freitas

Jogos Dramáticos na Alfabetização

IMPORTANTE: ESSE É APENAS UM


TEXTO DE EXEMPLO DE FOLHA DE
APROVAÇÃO. VOCÊ DEVERÁ SOLICITAR
UMA FOLHA DE APROVAÇÃO PARA SEU
TRABALHO NA SECRETARIA DO SEU
CURSO (OU DEPARTAMENTO).

Trabalho aprovado. :

Isabel
Orientador

Professor
Convidado 1

Professor
Convidado 2

2020
Dedicatória. . .
“Dedico a Deus por sempre estar ao meu lado nos momentos mais difíceis desse
trabalho”.
Agradecimentos

Agradeço a minha familía, em especial minha filha que sempre esteve ao meu
lado, a professora Vanilce que me incentivou muito, sem ao menos me conhecer. Sou
grata também a minha orientadora que sempre esteve presente quando precisei. Não
poderia esquecer da Praia dos Sonhos, cujo lugar me trouxe paz para produzir este
trabalho.
O único lugar onde o sucesso vem antes do
trabalho é no dicionário.
Resumo

O presente estudo apresenta uma abordagem sobre os jogos dramáticos como


instrumento pedagógico facilitador no processo de alfabetização, visando o desenvolvi-
mento emocional, social e cognitivo. Deste modo trata se de uma pesquisa bibliográfica,
a qual utilizou referenciais teóricos do teatro, documentos oficias como a BNCC, a LDB,
PNE, Constituição que contribuem para um entendimento mais amplo e significativo de
como a arte pode enriquecer o processo de ensino aprendizagem na alfabetização.
Abstract

Assim como o título, o resumo e o abstract do seu trabalho é a porta de entrada


para o leitor, além de dar uma visão geral do seu trabalho, deve despertar o interesse
do mesmo. Como o resumo e abstract possui uma quantidade de texto limitada, muitas
pessoas tem dificuldade em elaborar um texto conciso e interessante. Desta forma,
vamos apresentar uma técnica para facilitar a elaboração do resumo e o abstract
que consiste em dividi-los em cinco partes: contexto, objetivo, método, resultados e
conclusão.
Para mais informações acesse nosso post sobre Abstract: https://blog.fastformat.
co/5-passos-resumo-e-o-abstract/
Palavras-chave: Abstract. Resumo. ABNT.
[Este é apenas um texto explicativo. Altere através do menu esquerdo.]
Lista de tabelas

Tabela 1 – Legend . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
Sumário

1 A Arte na BNCC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18

2 metas como: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19

3 3.1 Diversidade na sala de aula . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23


SUMÁRIO 10

Sumário
INTRODUÇÃO 2
DESENVOLVIMENTO 3
CAPÍTULO I - UM OLHAR SOBRE A ALFABETIZAÇÃO NO BRASIL 4
2.1 A Arte na BNCC 5
CAPITULO II - A DRAMATIZAÇÃO COMO INSTRUMENTO FACILITADOR NA
ALFABETIZAÇÃO 6
3.1 Diversidade na sala de aula 7
CONSIDERAÇÕES FINAIS 9
REFERENCIA BIBLIOGRÁFICAS 10
INTRODUÇÃO
Uma pesquisa intitulada Jogos Dramáticos na Alfabetização visa aprimorar o
processo inicial de leitura e escrita que sofre um alarme de desatenção e baixos índices
de rendimento escolar. Pretende incentivar o professor a fazer uso da forma dramática
musical para o exercício da expressão corporal, que automaticamente contribui para o
desenvolvimento da comunicação verbal, construindo assim uma forma prazerosa de
aprender os usos da leitura e escrita.
Os jogos Dramáticos se constituem em promover brincadeiras ao universo infantil
no intuito de que exercitem seu exterior e o interior num faz de conta. Considerando o
grande potencial criativo das crianças podemos investir nas diversas formas de ludificar
o ensino da escrita e leitura através de atividades imaginativas que oportunizam a
criança ousar das suas próprias habilidades, e consequentemente adquirindo mais
confiança em si mesmo.
É preciso um contexto visual harmônico, interligado, preparado para dinamizar o
encontro das letras e do leitor, que por sua vez, se decepciona a partir do momento
que lhe é imposto uma demanda enorme de exercícios desconectado com a realidade,
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primeiramente se encontrar dentro da sua expressão para depois assimilar o externo.
Não podemos mais ignorar que as aulas precisam ser dinâmicas e voltadas para as
diferentes personalidades, competências. A dramatização possibilita o professor a fazer
uma investigação das possibilidades e das limitações do aluno e nesta vertente que ele
poderá avançar ou até recuar.
O jogo dramático pode ser o diferencial na alfabetização porque ele é capaz
de elevar o nível da aprendizagem de forma individual e coletiva. O jogo exercitará o
aluno a expressar suas ideias e encorajá-los a transcreve-las de forma organizada e
compreensível.
SUMÁRIO 11

O que se objetiva com a abordagem dos jogos dramáticos é contribuir para uma
alfabetização mais significativa e interativa a qual permitirá ao aluno uma aprendizagem
muito mais ampla e rica no sentido de enxergar o mundo das letras.
O jogo é uma forma natural de grupo, uma atividade espontânea, sadia, criativa
e dinâmica que traduz o comportamento real dos seres humanos. O jogo propicia o
envolvimento e a liberdade necessários para a experiência pessoal, desenvolvendo
habilidades e talentos. O jogo consegue envolver, facilitar a comunicação, que leva a
pensar, comprovar, trabalhar, lembrar, ousar, criar e absorver. Segundo Ingrid Koudela
a imaginação dramática, sendo parte fundamental no processo de desenvolvimento
da inteligência deve ser cultivada por todos os métodos modernos de educação. Reali-
zando jogos dramáticos, a criança se diverte e libera espontaneamente suas fantasias
e seus fantasmas interiores. . . dão a crianças um meio de exteriorizar seus sentimentos
profundos e suas observações pessoais, pelo exercício do movimento e da voz ( Olga
Reverbel, 1997)
Essa é uma pesquisa qualitativa, que estuda a utilização dos jogos dramáticos
na alfabetização. E bibliográfica, baseada na importância dos estudos teóricos da área
de teatro e educação como Olga Reverbel, Maria Novelly, Viola Spolin.
Para o melhor entendimento falarei no primeiro capítulo sobre o contexto histórico
da alfabetização no Brasil, onde apresentarei as sucessivas lutas da sociedade em
prol da educação para todos. E ainda a perspectiva da arte na BNCC a qual trás
uma proposta contemporânea da Base Comum Curricular visando uma equidade
educacional.
Por fim, o segundo capítulo abordará a dramatização como instrumento facilitador
na alfabetização, que pretende através de autores como Olga Reverbel, Maria Novelly,
Viola Spolin.para situar a importância dos jogos dramáticos no desenvolvimento integral
do individuo.
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CAPÍTULO ID –oUM
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• 1) Um breve histórico da alfabetização no Brasil


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colonos a fim de catequizar e instruir em prol de elevar o número de fiéis naquela região.
Em 1549 foi criada a primeira escola de ler e escrever no Brasil. Para Oliveira (2005),
o processo de alfabetização no período colonial não priorizava a todos os cidadãos,
pois meninas eram instruídas somente quanto aos afazeres domésticos e, as crianças
negras não tinham acesso às escolas.
Mais a frente no período Imperial, 1808 a 1889, a família real chega ao Brasil a
qual se instala e não encontram uma estrutura educacional para atender os filhos da
SUMÁRIO 12

nobreza. A partir dessa necessidade inicia se uma mudança no sistema educacional


do país, porém o período era de base escravocrata e poucos tiveram acesso ao ensino
das primeiras letras. O acesso a alfabetização ficou restrito aos padres, freiras e
aos descendentes das famílias que tinham condições financeiras e pagavam ensino
particular, por sua vez o catolicismo, arcava com os estudos daqueles que optavam por
ser padre ou freira (BRITO, 1997).
Ainda neste período acontece a Proclamação da República Brasileira que vem
seguidas de mudanças importantes no sistema de educação, as quais são garantidas
na 1ª Constituição Brasileira de 1824. Nela garante se um ensino primário gratuito a
todos os cidadãos.
Em outro momento da história brasileira, no período Republicano, grandes
reformas e legislações foram realizadas, mas nenhuma ação significativa no quesito
alfabetização. A qual era vista como inalcançável aos olhos dos menos favorecidos,
uma triste realidade que alimentou o grande número de analfabetos em todo território
brasileiro.
Ramos (2010) enfatiza que, foi somente a partir de 1930 que a alfabetização no
país passou a ser motivo de preocupação devido ás mudanças no cenário nacional
com a Revolução Industrial. O país precisava de pessoas que soubessem ler, escrever
e calcular para ocuparem funções no mercado de trabalho, portanto, exigia mão de
obra qualificada da população para atender a demanda. “Nessa época foi criado o
ensino supletivo para alfabetizar os trabalhadores que não tiveram oportunidade de
estudar durante a infância e juventude”. (SILVA 2011. P53).
Em 1946 uma nova Constituição foi implantada, a qual serviu de inspiração
para a criação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN) em 1948,
mas só em 1961 foi promulgada o que a tornava arcaica por não mais atender as
expectativas da sociedade.
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Delineada pela Ditadura Militar que visava uma educação tecnicista onde o único
objetivo era formar para o trabalho, e não para uma formação ampla e social com base
na liberdade de expressão foi extinto o Movimento
Paulo Freire que objetivava alfabetizar indivíduos com base na liberdade e
respeito as peculiaridades individuais.
O período entre 1964 a 1985 foi um dos mais significativos e transformadores
da história educacional do Brasil. Uma época marcada pela intervenção militar, pela
burocratização do ensino público, por teorias e métodos pedagógicos que buscavam
restringir a autonomia dos educadores e educandos, reprimindo á força qualquer
SUMÁRIO 16

plano tinha um discurso descentralizador, buscando dividir as responsabilidades do


governo federal com os estados e os municípios.

1) Plano Setorial de Ação, 1990.

Vigeu de 1991 a 1995. Tratava-se de um documento oficial, com metas e objeti-


vos a serem atingidos. O programa via como principal problema a ser enfrentada a má
qualidade do ensino.

1) Brasil, um Projeto de Reconstrução Nacional, 1991.

De 1991, conhecido também como “Projetão”, o Projeto de Reconstrução Nacio-


nal continha diretrizes de ações de longo prazo para diversas áreas de responsabilidade
do governo. Neste projeto, a educação era vista como base para a modernização do
país.
Mediante a um extenso histórico de analfabetismo a década de 90 apresentou
políticas mais especificas e firmou um compromisso de relevância internacional na
Conferência Mundial de Educação Para Todos, conhecida como Conferência de Jomtien,
realizada na Tailândia, em 1990.
Nesta conferência foi elaborado um documento, onde o objetivo era estabelecer
compromissos mundiais para garantir a todas as pessoas os conhecimentos básicos
necessários a uma vida digna, condição insubstituível para o advento de uma sociedade
mais humana e mais justa.
E seguindo essa postura mundial o Ministério da Educação produziu o Plano
Decenal de Educação para Todos, elaborado em 1993, que tinha como proposta
atender as resoluções da Conferência de Jomtien no período de uma década (1993 a
2003).
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adultos, provendo-lhes as competências fundamentais requeridas para participação na
vida econômica social, política e cultural do país, especialmente as necessidades do
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mundo do trabalho;
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Universalizar, com equidade, as oportunidades de alcançar e
manter níveis apropriados de aprendizagem e desenvolvimento;
ampliar os meios e o alcance da educação básica;
Favorecer um ambiente adequado à aprendizagem;
Fortalecer os espaços institucionais de acordos, parcerias e compromisso;
Incrementar os recursos financeiros para manutenção e para investimentos
na qualidade da educação básica conferindo maior eficiência e equidade em sua
distribuição e aplicação;
Estabelecer canais mais amplos e qualificados de cooperação e
18

1 A Arte na BNCC

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter norma-


tivo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que
todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação
Básica, de modo a que tenham assegurados seus direitos de aprendizagem e desenvol-
vimento, em conformidade com o que preceitua o Plano Nacional de Educação (PNE,)
COLOCAR O ANO.

• – * Desde a Constituição de 1988 a BNCC vem sendo discutida, o


artigo 210 da mesma prevê a criação de uma Base Comum Cur-
ricular para o Ensino Fundamental. Em 1996 a Lei de Diretrizes
e Bases determina a adoção de uma Base para o Ensino Básico.
O Plano Nacional de Educação define a BNCC como tática para
alcançar algumas de suas

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Capítulo 2. metas como: 20

Neste documento a arte está situada dentro da grande área de linguagens


dividindo-se em: Artes Visuais, Música, Teatro e Dança. Cada linguagem requer um
conhecimento especifico, que possibilite ao estudante perceber o mundo e a si próprio
de um modo único, gerando um i ndivíduo
Autônomo, protagonista da sua própria aprendizagem, a fim de tornar um ser
capaz de ir em busca de novos saberes, novas informações, construção crítica de seu
caminho. A BNCC defende a aplicação dos conhecimentos na vida real, a importância
do contexto para dar sentido ao que se aprende e o protagonismo do estudante, tanto
em sua aprendizagem como na construção de seu projeto de vida. Ela é bem taxativa
no que tange a capacidade do aluno se enxergar como agente principal da sua vida.
As linguagens passam a ser articuladas para produção de saberes que en-
volveram a construção dos fenômenos artísticos e de práticas que trabalham com a
leitura, produção, reflexão, criação e a construção, ou seja, a arte tem a capacidade
de contextualizar suas especificidades em prol de um encontro harmonioso entre elas.
Assim, é importante levar em conta o diálogo entre essas linguagens, o diálogo com a
literatura, além de possibilitar o contato e a reflexão sobre formas estéticas híbridas,
tais como as artes circenses, o cinema e a performance.
Para a própria BNCC tais linguagens articulam saberes referentes a produtos e
fenômenos artísticos e envolvem as práticas de criar, ler, produzir, construir, exteriorizar
e refletir sobre formas artísticas.
Segundo Freire (. . . ..) o processo de aprendizagem da arte se dá através das for-
mas de expressão que envolve a sensibilidade, a intuição, a subjetividade, as emoções
e o pensamento.
Segundo o componente curricular Arte contribui, ainda, para a interação crítica
dos alunos com a complexidade do mundo, além de favorecer o respeito às diferenças
e o diálogo intercultural, pluriétnico e plurilíngue, importantes para o exercício da
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Como uma das linguagens trabalhadas pelo componente curricular arte, o teatro
apresenta contribuições para troca intensa de experiências artística multissensorial
com o outro, levando o corpo como criação de tempos, espaços e sujeitos distintos de
si mesmo, por meio do verbal, não verbal e da ação física.
O teatro aprimora a percepção estética, a imaginação, a consciência corporal, a
intuição, a memória, a reflexão e a emoção. e esse processo passa pela coletividade e
colaborativa através de jogos dramáticos, atuações e encenações.
CAPÍTULO II – A DRAMATIZAÇÃO COMO INSTRUMENTO FACILITADOR NA
ALFABETIZAÇÃO
Capítulo 2. metas como: 21

O processo de alfabetização é uma etapa desafiadora para o educador, por-


quanto a realidade social apresenta novas demandas e necessidades, tornando arcai-
cos os métodos e conteúdos tradicionais. Sabe se que a alfabetização não se limita a
memorização, pelo contrário, é uma construção do conhecimento, levando o indivíduo a
entender de forma critica e consciente. Emília Ferreiro define muito bem esse processo
de alfabetização:
O processo de alfabetização nada tem de mecânico do ponto de vista da criança
que aprende. A criança constrói seu sistema interativo, pensa, raciocina e inventa
buscando compreender esse objeto social complexo que é a escrita. (Ferreiro, 1996).
A criança chega à escola com uma vasta soma de experiências, de aprendi-
zagens, que são muitas vezes ignoradas pelo educador. O que é lamentável, pois
até o seu ingresso à escola a criança já aprendeu inúmeras coisas. Ela, mesmo não
reconhecendo os símbolos do alfabeto, já lê seu meio, estabelecendo relações entre
significantes e significados, relacionando sons, cheiros, texturas, objetos.
É preciso que as escolas considerem a sequência natural na qual o ser hu-
mano manifesta sua forma de falar, ler e escrever. Constata na maioria das vezes,
baixos índices de rendimento escolar, alunos enchendo seus cadernos de símbolos
desconhecidos.
Mas dentro desse processo tão complexo a escola, o educador pode explorar
outros instrumentos de expressão e comunicação. Entre estes, podemos destacar a
dramatização.
O jogo dramático proporciona uma interatividade que incentiva a expressividade
do aluno, enriquecendo suas habilidades, proporcionando prazer e fortalecendo sua
auto confiança. A criança passa a exteriorizar seus sentimentos, o que facilita a relação
não só com os outros, mas com o próprio educador que precisa conhecer o mundo
deste aluno.
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internamente. Desta forma, o jogo na escola, ou na sala de aula, torna-se coletivo,
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O teatro pode possibilitar o desenvolvimento de um trabalho focado na voz,
na pronuncia dos sons das letras, no qual pode oferecer à criança uma série de
atividades de expressão verbal que o leve a identificar a importância da voz e da fala
na comunicação humana, em que o professor poderá identificar dificuldades de fala
(REVERBEL, 1997).
A dramatização segue o desenvolvimento da criança como uma manifestação
espontânea assumindo funções diversas, sem perder jamais o caráter de interpretação
e de promoção de equilíbrio entre ele e o meio ambiente .
Dramatizar não é somente uma realização de necessidade individual na inte-
Capítulo 2. metas como: 22

ração simbólica com a realidade, proporcionando condições para um crescimento


pessoal, mas uma atividade coletiva em que a expressão individual é escolhida.
Desde muito cedo a criança brinca. Mas aos poucos o brincar, principalmente o
jogo simbólico vai cedendo ao jogo de regras. Na escola esse jogo torna-se coletivo, se
até então ele era realizado sem uma finalidade específica, por simples prazer, o que
não queremos dizer que na escola o jogo não tenha essa função, a de dar prazer à
criança, mas agora ele tem uma finalidade, desde que o professor tenha planejado sua
ação e espere um resultado dela.

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Capítulo 3. 3.1 Diversidade na sala de aula 24

direito, a inclusão, a diversidade, a diferença e a permanência da democracia.


A tolerância na sociedade atual contemporânea exige de todos e principalmente
do educador um olhar consciente, atualizado para aprender e promover a tolerância
entre seus educandos. Um exercício tanto complexo, mas que visa uma sociedade
consciente capaz de respeitar o direito do outro.
A legislação garante como principio básico da democracia a igualdade de todos
perante a lei. No campo das politicas educacionais, a Lei de Diretrizes e Bases, o
Plano Nacional da Educação e os Parâmetros Curriculares destacam a importância da
diversidade/inclusão, porém não basta manter a lei estática, ela precisa ser ramificada
para que as reflexões se tornem de fato presentes na hora de fazer valer a lei.
Logo a diversidade como um todo as expressões culturais, diferenças físicas,
étnicas, crenças, modos de vida, classe social e etc. caracterizam exatamente as
diferenças, as quais são positivas no que tange o aprendizado humano, enriquecendo
o em termos de relação interpessoal, crescendo como cidadão. Daí a justificativa de
tornar inesgotável as reflexões ,os diálogos para que se possa a cada dia conquistar
uma educação de qualidade, que venha ser instrumento de transformação.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Através das leituras entende-se que os jogos dramáticos trás vários benefícios
principalmente quando aliado as séries iniciais. Além disso, o jogo dramático também
ajuda na socialização e desenvolvimento da linguagem oral e corporal da criança.
A presença da arte e sua ampla linguagem se mostram fundamentais na forma-
ção global da criança, levando-as a um olhar crítico perante a sociedade. A
REFERENCIA BIBLIOGRÁFICAS
http://www.anped.org.br/news/constituicao-de-1988-e-o-direito-educacao-por-ro
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Ed, São Paulo: Papirus,2011.
Xavier, Maria Elizabete Sampaio Prado
História da educação: a escola no Brasil/Maria Elizabete Prado Xavier, Maria
Luisa Santos Ribeiro, Olinda Maria Noronha. – São Paulo: FTD, 1994. – ( Coleção
Aprender & Ensinar).
BRASIL. Plano Nacional de Educação. 2001. Acesso em: 27/07/2010. Disponível
em http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/pne.pdf.
RAMOS, Fábio Pestana. História do Analfabetismo no Brasil. Revista eletrônica
Para entender a história. uma. 1, v. 10, Série 13/12, 2010
Capítulo 3. 3.1 Diversidade na sala de aula 25

RIDENTI, M. Em busca do Povo Brasileiro - Rio de Janeiro: Record, 2000.


https://brainly.com.br/tarefa/18903290
CURY, CRJ A Educação Escolar, uma exclusão e seus destinatários. Educação
em Revista: Belo Horizonte, n.48, p. 205-222, dez / 2008.

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