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Norma DNV 2.

7-1
Língua Portuguesa
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
59 pag.

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NORMA PARA CERTIFICAÇÃO


l
No. 2.7-l
'l
CONITEINERES TIMOS
ABRIL/z006

Dpr Nonsrp Vpnrras

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PREFÁCIO
A DET NORSKE VERITAS (DbÐ é uma fundação autônoma e independente, cujo objetivo é
salvaguardar vidas, patrimônios e o meio ambiente, no mar e em terra. A DNV classifica" cefüftca e faz
outras verificações e serviços de consultoria relacionados à qualidade de embarcações, unidadcs -e
instalações marítimas e industrias em ter¡a em todo o mundo, e faz pesquisas em relação a essas
funções.

Normas para Certificação


As Normas para'Certlfrgação (anteriormente, Noras de Certificação) são publicações. q¡te cqntêm
princípios, critérios de aceitação e infonnações práticas relacionadas à consideraçao da^ Sociedade
Classificadora sobre objetos, pessoal, empresas, serviços e operações. As Norrras para ClasSlfrcação
tar'nbém se aplicam como base para emissão de certificados e/ou declarações qué podep:não esta,
' necessariaglente.rçlacionadas à classificação. :

Uma lista'de Nonnas para Çertificação pode ser encontrada na ultima edição do,Pt. 0, Capítulo l'das. - l
'iReg¡qs.para, Cfassi;ncaçao de Embãcuções" e "Regras para Classificaçáo de Embic"ç*i i.:mtã:¡r r.
.Velócidàde,Em'barc3çõesI:eveseEmbarcaçõesparaSuperficiesNavais,?.
A lista de Normas para Certíficação também está incluída nas "Publicações - Serviços de:Classific-ação:: , . . "
'
atuaiS emilidas pela,sociedadè Clàsbificador4 que pode ser obtida mediante solicitaçao, Io_¿åSias,',,,ì,. ,'
po.dem ser solicitadas a partfu' do site . da Sociedade Clæsificad,9ia,r"....è''p,j ,, ,;
¡ubti,gaçO¡s ,
htþ://eachangadäi:cQm.
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Comentáriqs. podem ser enäadòs.por'e-mait p ua rules@y'ni.com


. . Informa@es mais abrangcirtes solireo.s serviços tla DNV e da Sociedade Classificadora podem ser èncontradas em hnp:/www.dnv.bom:

8'ffirÏ:ËíiY;äffi .i oo u o", *onke veritas

'
Se qualquer pessoa sofrer uma perda ou dano que tenha sido comprovadamente causado por qualquer ato ou.omissão negl¡gente da Det Norske Ver¡ias, a.DNV inderi¡zãrá tal
pessoape|ás,suasperdasoudanosdifeto5.Noentanto,âindenizaçãonãodeVeexcederova|orequ¡Va|enteaúe,uezesova|orcobradope|o5e¡ço
compensâção máx¡ma nünca exceda USD 2 m¡lhões.

pèlso?atuandoemiìomeepelaDet.NoiskêVéiilas. . I . .,,,, ,:t ..-t' ..,...:,...,...r ,

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Norma para Certifica ção - 2 7 -1
'cril /2006

lntrodução
,,/ As mudanças mais importantes foram:
/ Esta Norma para Certificação foi primeiramente publicada em maio de
-i 1989 como Nota de Certificaçâo da DNV 2 7-l Contêtneres para
- Seção l: foi alongada para incluir referências detalhadas a outras

,i ' TransÞorte Ma¡ítimo. Ela foi.preparada porque outros regulamentos' na


-
normas e regulamentos sobre contêineres.
As exigências para materiais foram reti¡adas da seção de projeto e
ocasião, quer fossem códigos internacionais ou eúgências ou regras
mudadas para uma Seção 3 seParada-
nacionais publicadas pela Det Norske Verítas, não englobavam
especificamente contêineres marítimos. Uma Nota de Certihcação ievisada
- Na seção de projeto (agor4 Seção 4), houve diversas alterações e
adições, incluindo a proteção do topo de contêineres abertos, esforços
foi emitida em maio de 195. As eúgências básicas de résistêicia e projeto
permissíveis em alumínio, folgas em orificios de olhais de suspensão,
da ediçã9 original foram mantidas.
exi!ências de encaixes para garfo de"empilhadeiras e muitas outras
l.
Mui* outras norm'as, códigos e regulamentos existem para contêineres,
' turidades simila¡es.a contêi¡eres e tipos de equipamentos associados- As -
orientações e notas.
Seção 5 @abricãção): foram adicionadas exigências detalhadas para
. lormãs, códigoq e regulalieentos intemacionais considerados relevantes END, e a quantidade_de testes de fabricação foi reduzida
forarh levados em coíta ao preparar esta Norma para Certifica@o- Destes - Seção 8: conjuntos de içamento foram exaustivamente revisados.
documentos; o mats importante são os da circula¡ MO MSC.860 e Eì{ Foram adicionadas normas dé referênci4 um novo método de cálculo e
12079. Em 1991 o'Comitê Europeu de Normatização, CEN, iniciou o ceàificados de coìnponentds: Etiquetas de identificação e eslingas de
desenvolíimerito de uma Norma Europeia @N) sobre contêineræ içamento foram revisadas.
marítimos. O Comitê Técnico CEN TC 280 Þreperou a EM 12079, que foi - Seção 9: o crorÍograma de exames e testes periódicos foi alterado.
emitiala' lggg, e . uma edição revisada será emitida em 2006' As - Um novo apêndice C foi âdicionado, com instruções e exemplos de
"^
exigÊncias de projeto, teste e fabricação de contêineres marítimos em EN
'cálculos
de resistência .
. 12079 esño diretamente bæeadas na Norma para Certificação da DNV. 2 7- - Um qovo apêndice D foi adiçionado, com instruções sobre projeto e

. 1. A rehbâq enté.estaNorma para Certifica@o e as outras normas- codigós cáLlculós de olhais de buspehsõq-
. êregulamrnþóéencontradanbsutcanítulo l.-2. :' ,.,1. .. - foi aumentado.
O Apêqdice E solíre c¡álculos de conjrintos de içamento
" À circula¡ [vfO sobre contêineres marítimos, Circular MSC 860 foi
A Normâ para Certificação r" r"fír. à certificação de todos os tipos de ' adicionadanoApeidic€I.l
contêineres marítimos como unidades de trãNpôrte- As três fases tipicas'de - ;Os,ááexos .l ç 2'.éitistentes agora sêrão incluídos no mesmo livro que o
aanSporte são: eni t€rra (ex: empilhadei¡a), þor embarcação supridora e resto danorma
içamento de/para instalacõe.s'maríti¡næ. A Nòrma páraCertiñi-fiâo incliri - Urtiinovo: Aiièxó 3.'sobre contêiñeres para climas temperados foi
exigências de projeto rçlacionadas atodas as,t€s, fases." '
idgoilirâido.,Os:contêineres. certiñcados no Anexo têm uma3
são' . temper4tura, de pr.ojgto maiqr do que a exigida nas exigências
prfuicrp4is d€tå Nonna parâ Certificação, mas são de outra forma
idénticas aos dos contêineres marftimos padrão.

', ì "-- : '' "'-:, .


ca¡srèd¡.e!!1þrì..',,,¡,,, . '.
. :

: g3.ç6nteineiés mrit¡¡nq-s existeûtes quc a DNV tem certificado de


- äcordci:co¡ärú,férsõgs. ariþriorçs da:Nórma pdn Cefificação 2 7-l

ihclúída sem custo €xtra

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Norma para Certifi ca ção - 2 7 -1.
Abril / 2006

CONTEUDO

43 Solda
+-J. t
+-) -¿
L.2 Relação com Outras Normas, Códigos e Rqgulamentos.-.....8
4.4
A Organiza@o Marítima Intemacional (IMO) ...........-......-....... 8
.
1.2.1
4.4.1
r.2.2 Contêineres de Carga Padrão L50 (Contêineres /,lO) -..... -... -. -. -. 8
4.4.2
t.2.3 Norma Europeia EN 12079.........
4.4.3
1.2.4 Norma para Certlfração 2 7-2 - ContêirÍeres para Serviço
Ofshore ....--....................... I 4-4.4
4.4.5
:1,.2.5 Unidades p.ara Transporte Ma¡itimo............................-.........-... 8
4.4.6
1.2.6 Regulamentos para Dispositivos de Içamento.......-...,............... 9
4.4;1
4.4.8
l3 Autorid¡des Nacionais.... 4.4.9
Definições-.
4.4.10 Pontos de Reboque....... .............................,.-19
1.4
r.(.r 4.4.11 Equipam.",o................... .:......:.:,.:.::.:::::.............................. rs
4.4.12 Pintura e Proteção Anticorrosão.....
1.4.2
r.4.3 45 Contêineres-TanquesedeGranel-------------...'.--..19
1.4-4 4.5. I Contêineres-Tariques.-.j........-.....,.....-.......:....:......................... l9
L+.s'. 4.5.2 - Contêineres-Tanques para Produtos Perigosos.:...................... t9
t.4.6. 4.5.3 Contêineres para.Granel Sólido....-.........................-...........,-. l9
l-4'7 4.5.4. Contêineres Granelekos pam Produtos Perigosos ..:..............:.20
1.4.8
4.6 Teste
r.4.9
4.6.1
1.4.10
4.6.2
15 Lista de Símbolos..----.. l0 4.6.3
4.6.4
', 4.6.5

2i:L,;
5. .. FABRICAÇÁO..............,......-....-...å.....r.....ó.n--.--.;.:';.:- 2l
5;l' ,27

S2
52,1 Soldadores Aprovados....-.....-.,.,..........j.::.:.:,.........:..r...,.-..,;i 2l'
5.2.2 Procedimentoì de Soidasem........,..:.......,,..........:............,--.1::.:.'y)
5.2.3
s.?.4 ,lr,,i-;,,i, I
'.;:) :.tt:
i3
5.4
s.4.1.
s:4.2..

J.5
--
5.O
)

6. MARCACAO
-wtarcaçad'
f.l de Segurrnça -..-;-,¡r..:.r1i--.-¡.*!1..-...-r.:t¡ 23

6.ì
ic rdentifi cação e iú*oieo aÀ ç*taøo..t:."-.-:-.-lî. äi:
63 Márcirçãô de IhformaçOrs..--.:r.,..:...;,.,:.-:,.,.,;:......--...,i*- Z¿

6.4 Marcação dd'Conjunto:'deÎçarn.oio.;....,.-r-,..,:,....,-,;i.:íi-,:t


..JJ,l,'
'-3|12:.
6s OùtrasMarcaç¡*:..,,-...-,..;,.-.-,...1;...¡:;:.¡:-,...-.,,*f.i, i¿
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73
4. t4
4.1 IA E.
4.i.1 Projeto Estiutural........i.,.....-.......:'.....................-.-.-..............,. l5 8.1
1.r.2 Estabilidade Contra Tombamento ................. 15
8.2
4.1.3 Pa¡tes Protuberanùes e Proteção do Topo ................................ I 5
4.1.4 Temperatura de Projeto ... l5 83 Projeto dos.Conjuntos de Içamento 25
t5 8.3.1 Dimensões e Resistência dos Conjuntos d9 lçamento ........: 26
4.2 Resistência Estrutural
4.2.1
8.3.2
4.2.2 E.4
4.2.3
8.5
4.2.4
4.2.5
8.5.1 CertificadosdeEs1ineas..........................................................28

:
I

'1.
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Norma para Certifica ção - 2 7 -L
Abril / 2006

8.5.2 Certificados de Componentes 28 l-

8.6 Marcação de Conjuntos de lçamento 28 z. fJ

o EXAMES, TESTES E REPAROS PERIODICOS ...........:. 29 3. GERAL


9.1 Gera1........-...... to 3.1 Documentacão a Ser Enviada JJ
9.2 Inspeçäo, Teste e Reparo dos Contêineres........................... 29 3.1 I Documentação para Aprovação de Tipo de Eslingas de
9.2.r Cronograma de Exames eTestes.- .................29 Içarnentõ....-...... -.....-.--...... 53
9.2.2 Inspeção Vísual ..-....-.-.........29 3.1.2 Documentação para Aprovação de Tipo de Componentes
9.2.3 Teste Não Destrutivo.....,.,............ .................30 do Conjunto de Içamento 53
9.2.4 Reparos e Modificações em Contêineres................................. 30 3. r.3 Documentação Geral do Fabricante......-.....-............................ 53
92.5 Ma¡cação'da Placa de lnspeção.:....-...............,. .................t... 30 32 ú¿¡4"¿. f,J

93 Inspeção, Teste e Reparo dos Conjuntos de Içamento.......,30 33


9.3.1 Cronograma de Vistorias e Testés- ........-....... 30
9.3.2 Tesfe de Carga das Pernas da Eslinga dp Corrente......,........... 30 4:
9.3.3 Exame Não Destutivo dos Componentes da Esling4
'Exc€to
Pemas de Cabos-de Aço. ...............30 5.
9.3.4 Inspeção Visual do Coqirmto de lçamento..............................30
9.3.5 Eslingas de Conente e Cabo de Aço e Componentes.--.-.........30 6.
9.3.6 Ma¡i1has............-........................ ................... 3 I
9.3.7 Marc4@ da Etlqueø d.o Conjunto de Içamento...,..-.-............ 3 I 1

9:4 luspeção, Teste e Reparo em Contêineres.T.anques........r...31


- '95 Relatórios de fnspeção..-.--.....

AP.A
LISTÀ-DE TT¡TCRÊNCIAS 32

INSTRUçÕESE E)GÌfßLoS bE tÁLct[Jos D-E


RESISTENCI]\ ,i:i' -. - -'-- - -

i*¡iõäËml¡r,n¡*nol¡caoÞ-iln¿,nrsr.lr,lcÕnsunrESTE
nÑoivm,ls ¡röstoffiô DgcÀrica E nrspÉcÃo
DE T.ND DE CbITrÊnrERES M4ßÍI.IMOS¡.,.;.-........................ s6

2.9 . Pi'ocedinìèÌi-tös.Adninistrativi¡s 5E

2.10 Verificação..........:.:.... .............................. 58

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Norma para Certifica ção - 2 7 -t
Abril / 2006
3. REPAROS EIII CONTEINERES IDENTIFICADOS 6.
COMO RESULTADO DO TESTE DE CARGA
ourND.......-.. ,..-............ s8
6.1
3.1 Gera1.................---.--..,---.-- -.------.-. 58
6.2

4. OJ

4.1- 7. REFERÊNCIAS 59
42 Auditoria Inicid..--........ 58
A¡TEXO 3
43 Procedimentos Espççigis. Rclacionados ag Controle do
CONTÊII\ERES MA,RÍTIIÍOS PARA USO SOMENTE EM
Relâcionâmento dô Fornecedor com a Metriz-da
CLIMAS TEMPERADOS......... ...........................- 60
Bmpresa 58

4.4 Certificadp de Aþrovação.. s9 I. INTRODUÇÁO 60


45 Renovação da Apiovação 59
2. AREA 60
INFOR]vÍAçÕES SOBRE A ALTERAÇÃ.O DO
J.
SISTEMA DE OPERAçÃO DO SERYIçO
3. TEÙIPERATT]RA DE PROJETO. .............60
CERTIFJCADO ..59
4. NÍARCACÃO -60
5.1 Alterâção:-.....,,....-,..........-..-.................-....-:.--?{------. 59
PI.ACADE IIYFORMACOES 60

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Norma para Certificação -27-t
Abril /2006
A IL{0 emitiu ¿ Convenção Intemacional para Conrêineres
l. Geral Seguros. CSC, e o Código Intemacional para Produtos Perigosos
Ma¡ítimos. IMDG. Ambos são regulamentos intemacionais
. 1.1 Escopo
obrigatórios. A IMO reconhece que a Convenção CSC não é
Esta Norma para Certificação se aplica aos requisitos de transPorte diretamente aplicávet a contêineres marítimos que sejam
para contêineres marítimos, com relação a projeto, fabricação- manuseados em mar aberto, e emitiu uma circular (MSC 860) com
teste, certificação, marcação e inspeção periódica instruções sobre a certif,rcação desses contêineres. O IMDG Code
A Norma para Certificação inclui a estrutura do contêiner e também exige que contêineres e tanques portáteis que sejam
qualquer equipamento pçrmanente para fins de manuseio, manuseados em mar aberto sejam certificados para esse fim.
enchimento, esvaziamento,.refrigeração, aquecimento e segurança
Contêineres certificados por esta Norma para Certificação também
A intenção é que os contêineres marítimos atendam os seguintes cumprem com a Ci¡cular MSC 860, e isto é mencionado nos
requisitos:
certificados- A circular pode ser enconûada no Apêndice I.
Sejam seguros com relação a:
'- vidas
A IMO também emitiu o Código de Pratica Segura para Transporte
dé Cargas e Pessoas por Embarcações Supridoras Offshore (OSV
- meio ambiente
Code), que inclui instruções para o manuseio, estiva e segurança de
- perigos para aLe'mbarcação/instalação
ca.rgas. I
Sejam adequados para o uso, através da escolha de:
1.2.2 Contêineres de Carga Padrão LIO (Contêineres
-
1^SO)
material
- proteção Contêineres destinados ao transporte por mar em embarcações
- facilidade de reparo ç mariutenção transportadoras de contêineres normalmente são projetados de
acordo com.uina parte_aplicável da 1SO 1496. Contêineres que são
Os reqùisitos nesta Norma para Certificaç{o são baseados em
e operação de certi-ficados pela CSC são, em geral, lambém projetados como
diversas presunções relacionadas ao. manPséio
cor¡têineres 1SO.
contêineres marítimos:
- Eles são içados'individualmentg.por um gançho de guindaste e çs¡ilcad-qs de acordo com
Contêinéres marít-imos projetadirs
preso ao elo supgrior do conjunto dq içammto. esta Norma para Certificação t4$bém podem ser projetados e
- Eles não são içados, por disFibuidores ou usando acessórios para certíficados de acordo comaCSC e ISO 1496.
contéineres y'SO. 12079
1.23 Norma Europeia.EN
- Elês podem ser içados em qualquer parte (no mundo todo) por
j

qualquei gqindáste ciim capagi$de e 1'elocidade sufibi9ni9: _ , (Na data de êmissão: irov'a versão soméiie disponível conforme
- !ai.a coirtêiièr,çs¡;ap¡ova$oq soinen(e para a¡ea+:limitâitas dè
prEN12079).
operação (ClimaTemperado), vgr,o Anexo 3. A Norma- Eui<i¡eia ¿¡r:lzOZg:¿¿òpn!êín9ris \farít'unos é Conjunto
- Eles só são çsdaiadbs,em.irista!4ções ffihore ou em teira- Não de'Icanìento
de lçamento ,{ssociadosl' coDst$e de
Associados?3 õoDsistè.de3'Dartes. a'Tabela l-1.
ver a
ã"i..* t.'i ettuianotra*aot" Íe!þþoti. e¡q¡embarcåçQes. 'Tabelal-1 ,. '':.. ' r,,.;'-"
- "
As carggs ou insialações soltas:estão devidamente seguras no
EN 12079 $eções pquivalentes
contêin€r. . .: , .;. - .._.. 'Farte:
14,;Norùapara
- O contêinerrfoiÞr.ojcta.dq Pdra proporciÖnar aprotqÊo ad.eqúailà eèrtifrcacão 2.7.1
ptaraacarÈaouinstalaçõesdenti.ódele, :
I '.pon¡Qþri¡-ç{rffiJii,äosì1 Seção.I,:3;4, 5,6,7
- Eles'são inanu¡eados:de'gcorëo"com o 'lCédigo de Prátic¿'
,P-¿rte
:. pr_oj e!o-,{Sbriô açÃo ; e
Segura para Embarclções SupiiÍloras". '
marcãôão".,, ;:' ,,; 'Ì.
- O man¡¡seio'e operação estäo'confrormq ol reeulamentos locais._
,' Paíç,2
A Sociedade Classiiicadorã poáepprovar soluçoes; g\emativa-s quä
sejarn consideradas representatiyas'de uma eqirivalêqcia padrão de
r.þ.*çu,p*á. os requisitos -nésøNorma para Certificação: Tal Pártê 3 Secãb 9
apioyáção pode ser revbgacla ¡e, informações subsequentes

*Orientação- e :Notâ"
!ão são cçnsideradÍls como exigênciás pela
Det.:Norske Veritas. lal Orieitaçao e Nota são'degtinadas ao
conselho pøtico e 'infoimaçOeS do projetist4 fàbricante- ou
operador.
Esta Norma para Certificação geralmente Se refeie diretamente a
várias nornias (EN, ISO, etc.), ou a "outras'normas reconhecidas". 1.2,5 Unidades pàra Tíansporte Marítimo
Norma reconhecida significa uma norma que é aceitavel pela Muitas unidades portáteis destinadas ao uso no meio ofshore não
Sociedade Classifi cadora- são contêineres, conforme definido nesta Norma para Certificação.
1.2 Relação co4 Outras Normas, Códigos e Contudo, geralmente há uma neces5idade de verificar e certifica¡
tais unidades. Por isso, a DNV preparou uma nova Norma para
Regulamentos
Certificação 2.7-3 par:a Unidades. Ma¡ítimas Portáteis, com
1.2.1 Organização Marítima Internacional (,IllO) exigências para projeto, fabricâção, teste, etc. para unidades
^ portáteis de até 50.000 kg.

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Norma para Certifica ção - 2 7 -1,
Abril / 2006
As Unidades lvfa¡ítimas certilicadas por essa Norma para
- C-trnrèincr para qranel: contêiner para transporte de sólidos cm
gra¡el.
Certificação não se destinam ao transporte de cargâs como função
primiíri4 mas podem tra¡sportar equipamentos soltos que sejam
- Contêiner especial: contêiner para transporte de cargas
especiais (ex: compactadores de lixo, caixas de equipamentos,
relacionados ao serviço pretendido.
estaleiros de cilindros).
A principat diferença entre contêineres marítimos e "Unidades para
b) Contêiner para Serviço Ofshore
Trânsporte Ma¡ítimo" é: Pa¡a essas unidades,'sua adequação para o
uso deve ser avaliada para cada tipo de projeto, e pode ter que ser Contêiner marítimo construído e equipado para serviços especiais,
considerada para cada transporte. Restrições operaðionais podem principalmente como instalação temporária (Ex:' laboratórios,
ser info'rmadas no certifícado, ou pode ser exigido que o operador
' oficinas, paiol, estações de forç4 estações de controle, unidades de
avalie sua adequação para cada transporte. cabos de perfilagem).

c) Caçamba de Lixo Marítima


1.2.6 Regulamentos pare Dispositivos de lçamento '

Contêineres marítimos não são corisiderados como equiparrentos Contêiner ma¡ítimo aberto ou fechado usado para armazenamento
de içamento pela OIT, pela Diretiva de Maquinas da Comunidade e remoção de lixo. Normalmente, é constuído de chapas de aço
planas, que formam as seções de carregamento. do -contêiner,
Furopeia ou pelas Regras para Certificação de Dispositivos de
Içamento da DNV. Em vez disso, são consideradas como unidades reforçado com perfis de aço, ex: perfil U ou tubula¡ instalados
de carg4 conforme defurido nesses códigos e diretivas. horizontalmente ao redor das laterais e extremidades. Caçarnbas de
lixo podem ser abertas ou ter tåmpas soltas ou com dobradiças.
Contudo,'as exigências desses regulamentbs e nonnas foram
Ievgdas em conta.nas exigências dèsø- Norma para Certificação,, Além disso, os olhais de suspensão do conjunto de'içamento desses
ex: nos intervalos pará vistorias per.iódicas. contêineres tainbém podem ter orelhas laterais adequadas para
- conexão do equipamento de içamento montâdo em um veículo dê
içamento de caçamba-

L4.2 Contêiner de Carga


, Contêi¡eres de carga reutiliáveis, usados para transport€
' intemacional" e projetados para facilitar o tansporte de produtos
por um ou mais modais de transporte (incluindo marítimo) sèm
recruregam€nto intemedi¡ário. Ver. Regras para Certificação dl
Contêineres de Carga da DlW, 1981. Também são conhecidoò
copo Contêineres CSC ou /.SO

,' l..4¡ Unidadeit þara Transporte M.arítimé,


Unídade ou recipiente porkitil com massabruta máxima não maior
i..quq.50.000kg,'p4¡4 uso iepetldo ou turico; co¡n firnção se serviÇo;.
trfu4ário; manuseado em mar aberto,lde, para ou'entre instalações
fixas e/ou flutuantes e Embar-caçþes. U:ridades deste tipo não.¡po
' consideradas como contêineiés marítimos.'
'..;,'.'."i-

.,',:-., :''
. |'

1::íic¡+nquipamenios.lirrmanentes .'." .

l' ..':

Es:ruturas para transportet e:sqporte de carga e painéis dehanspo.,rte


,fls.car[aj':: ''
i:--:.:-Þ: ,, r. . :.... I .- - :
- primária'inclui gs seguintes componentes estruturais:
l- 'pstnitura
t- ,
': r.
estutura para'transporte e suporte de øirgas_
. .painëis
para tranþortade cargas (piso, cobert4 etc:)- :

1 'eñcaixes para garfo de çmpilhadeira


. olhais de suspensão
- estruoras de:suportepara tanques :

: suportes para equipamentos pèsados


: suport€s de canto{oelho
Contêineres ma¡ítimos podem'.sèr diVididoì em 3 categorias
As estruturas primáriæ estão divididas em dois subgrupos:
principais:
a) Estrutura primória essencial e não redi¿ndante são os elementos
a) Contêiner ma¡ítimo de carga
estruturais principais que transferem a carga. resultante para o
Contêiner nr¿¡ítimo construído para traûsporte :de prodqtos. .gancho
do guindaste ou garfo da empilhadeira (i.e., formando o
, Exemplos de contêineres marítimo dê carga são:' "paminho da carga" da carga útil até a eslinga de içamento), e
- Contêinerpalacargaem geral: contêinerfechado compoitas. inclui, pelo menos:
- Cesta paracarga:. conlêiner de topo aberto para cargas em geral -' elementos laterâis supériores e inferiores
ou especiais (ex: tubos, rrsers) - elementos das extremidades superiores e inferiores
- Contêiner-tanque: contêiner para transporte de fluídos - elementos do canto
perigosos ou não. - olhais de suspensão

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10 Norma para Certifica ção - 2 7 -1
Abril / 2006
- cncaixes para eart'o de empilhadeira
:
T Tara. Massa do contêiner vazio, incluindo qualquer
Outras estruturas primárias também podem ser consideradas equipamento permanente, mas excluindo a carga e o
essenciais / não redundantes. conjunto de içamento, em kg.
b)Estrutura primaria não essencial são, por exemplo, P : Carga útil. O peso m¿áximo perrnissível de carg4 que
chapeamento do piso e outros elementos estruturais cuja função pode ser transportado com segurança pelo contêiner, em
principal não seja ouha que não a descrita'en a). Chapas kg. (P:R-T)
defletoras, acessórios de estaiamento e tenninais em perfis S = Massa do conjunto de içamento
tubulares estZio considerados néssa categoria Este subgrupo F : Cargadeprojeto,ernN
também inclui elementos estruturais de proteção- L : Comprimento da Unidade, em mm.
& : Limite mínimo de deformação especificado em
Paínéis laterais e de teto (þcluindo painéis comrgados) não são
temperatura ambiente, em N/nutr2
considerados parte da estrutura prima¡ia e não devem ser levados
em conta ao se avalia¡ a resistência do contêiner. Para caçambas de
R. : Resistência à tração mínima especificada em temperatura
. ambiente, emN/mm2
\o.z :
lixo, são aplicadas as exigências de 4.1.1.
0;2%o de limite de elasticidade em temperatura ainbiente,
1.4.6 Estrútura Secundária em N/mmz

Partes que não.são consideradas como transportadoras da carga


RSL : Ca,rga desultante da Eslinga sobre os olhais de

para fins de cálculos de projeto. A estrutura secundária inclui os


sÍ.rspensão, em N
seguintes componentes esfufurais:
TD : Temperatura de projeto é urna.temperatura de referência
usada þara a escolha dos graus do aço usado em
- painéis de pbrtaS, paredes e tetö,em sh'ds ccintêineres ma¡ítimos e eqúipamentos.
- reforços e corrugações de painéis
.uiàdos
: Aceleração padrão da gravi{ade (;9,E1 m/f).
- componentes - eStniturais somente p¿ìra proteção de - Comprimento nomiqal fl-o elemento esfiuhrral, em mm
tanques : Número de pemas de eslinga-
- pontos de seguran{a intema : Espessura do material; em mm.
=.Anguloda pernada esling4 na vefrcal; em graus.
= Deflexão do elenento e3trutural. em inm

da,. co¡rtêine.r marítimo ou. séu- substituto

', :-,'.i'.,-.,,-. . .. ì' .ì

eslingade içarñento..Ver 9,3 :

--:f-i-m--d-a--N-o-t:a--.
1.5 Lista de Símbolos

= Taxa ou massa bruta m¡íxima do contêiner marítimo,


incluindo equipamentos permanentes e sua cargq em
kg, mas excluindo o conjunto de içamento.
Nota 2:
A massa do conjunto dé içamento não está incluída em R porque o
conjunto de içamento. geralmente não está disponível na hora da
certiflicação, e porque ele pode ser substituído durante o tempo de
vida útil do contêiner
-f-i-m--d-a--N-o-t-a---

t,
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Norma para Certifica ção - 2 7 -7 1l_

Abrtl120O6
- Uma breve descrição do(s¡ tipo(s) do contêiner (tamanho. como os mltenals r screm usados. As norrnas dos rnatcrilis
função, ca¡acterísticas especiais, etc.). devem scr cspeciiìcadas.
- Especificação das norrnas e regulamentos cobertos. - Detalhes dos métodos de uniào isold4 parafusarnento-
- Tipo de plano de aprovação preferido (er 2.2.1) rebitamento). As soldas devem ser indicadas com símbolos de
- Local de fabricação (se aplicável) sold4 para uma norrna reconhecída-
- Se é buscada uma aprovação individual: o número de
Para informações (uma cópia)
contêineres a ser fabricado. - cálculo de projeto, se disponível, incluindo cálculos do
2.2 Lprovago conjunto de içamento.
- outra documentação necessá¡ia para contêineres para fins
2.2.I Planos de Aprovação especiais, ou equipamentos especiais.
Se o fabricante planeja construir soment€ um contêiner, ou um Nota l:
úhico lote de bontêineres, a Sociedade Classificadora poderá dar Se arequisição com _a documentação for enviado por e-mail, a
(caso a caso) uma aprovaþão individual viílida para aquele lote docum€ntação deve esi¿¡ impressa ho formato Adobe@ PDF. Os
somente.O'fabrica¡rte deve especificar o número de contêineres a desenhos e documentação devem esta¡ compactados em um arquivo com
-número limitado de arquivos, conetamente formatados para impressão.
serem aprovados.
--f-i-m--d-a-N-o-t-a:
Nota 2:
A Sociedade Classificadora sempre verifica a resistência de um
contêiner, e isso geralmente inclui òiálculos de resistência que são feitos
pela Sociedade Classificadora. Contr.rdo, os calculos para otimizar o
projeto não são feitos por ela
' -Êi-m-d-a-N-o-ha-

Alte¡nativamente, a certificação pode ser baseada na vistoria da


Sociédade Classificadora do Sistema-de Gâiantia de Qualidalde
2.23 DocumeriÍos paÍa Aprovação e InformaÇão
.do fabricante. Corí base nesse sisterñ4 os termos da vistoria. e
Para análise de projeto, a seguinte.documentação deve sér teste, ç a frequência de atendimento por um vistoriadór, poderão
encaminhada pa.ra o departamento de âprovação por meiò dos
serdefinidos em um Arranjo de Vistoria dé'Fabricação (MSA).
esciitórios locais da DNV, com basiante antecedência anteJ da
'lJm:MSA é um ananjo aprovado na forma dé um documenro que
fabricação:
informa o papel da Det Norske Veritas e do fabricante em
Par4 aprovação, em três cópias:
relação à Vistoria de Fabricação e certificação para uma linha de
- .. Pla¡ros, mostrando o arranjo, dimensões, mÍIssa bruta mráxim4 materi aiVcomponentes.
carga útil, escantilhões dos elementos de sustentação, ângulo
Para cada contêiner oroduzido. há um certifrcado de oroduto. o
de eslingas, olhais de suspensão e detalhes do projeto, beni

i
I

t,.
litr;

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12 Norma para Certificação -27-1
Abril / 2006
"Cenitlcado dc Cìontêiner Marítimo'' lFormulário 19.07a- ver Os órgãos de inspcção normalmente atendem as exieências da
..\pêndice G) que será emitido por um Vistoriador da Sociedade ISOiIEC 17020 ou norTnas equivalentes.
Classitìcadora- O vistoriador da DNV precisará somente
Inspeções periódicas em contêineres-tanques para produtos
preencher e assina¡ a primeira pagina do certificado na hora da
perígosos, de acordo com o IMDG Code só podem ser feitas
entrega. Se outras informações estiverem disponíveis, ele
pela DNV ou outras entidades certificadoras autorizadas para
também poderá incluí-las na piigina 2 do certificado.
lanlo.
Notâ:
Uma vez que o conjunto de içamento geralmente não é enFegue pelo 2.ó Resumo de Procedimentos
fabricante do contêiner, e normalmente é substituído durante a vida útil Os procedimentos para aprovação individual e de tipo estão
de um contêineç o certifíc¿do não precisa incluí-lo. indicados abaixo.
--f-i-m-d-a-N-o-t-a- Antes de inicia¡ a produção, a DNV deve verifica¡ as
Pa¡a contêineres-tanques para produtos perigosos, o Certificado qualificações do fabricante.
da DNV para contêiner-tanque ou tanque portátil (Fonnulirio Emblemas numerados de certificação conforme os mostrados no
49.04a\ deve ser emitido além do certificado de contêiner Apêndice H são alocados e distribuídos para o escritório de
ma¡ítimo. Os dois certifrcados devem ter o mesmo número. vistoria local.pelo departamento responsável na DNV.
2.3.2 Teste e Inspeção 2.6.1 Procedimento (Caso a Caso) para Aprovação e.
2.3.2.1 Teste de Protótipo Certificação Individual
Quer seja construído somente um contêiner ou uma série de DNV local pâra o escritórib de
1) Requisição enviada através da
contêineres, deve ser realizado teste de protótipo. Como esses aprovação.
testes não danificam o contêiner, rienhUm protótipo especial tem - 2) Pedido confirmado e t¿:<as acordadas.
que ser construído para o teste. Os requisitos para o teste estão 3) Desenhos, documentação e cálculoq a¡alisados e aprovação.
em 4.6. dada pelo departamento de aprovação.
4) Protótipo contêiner marítimo fabricado sob zupervisão do
¿-J-Z.Z teSrc Ae rADrrcaCAo
vistoriador da Sociedade Classificadora
Se for construída uma.i.i. ¿, contêineres, devem ser realizados 5)Contêiner testado .oitfo.*. exigências de teste do piotótipg,
testes de resistência em uma porcentagem deles. Os requisitos testemunhado pelo vistoriador da Sociedade Classifi cadora-
para o teste estão em 5.4. 6)Fabricação prossegue confo¡rne o Plano de Qualidade do
2.3.2.3 Inspeção da Produção fab{can1e, com as .vistorias necessqriasrfeiþl pelq, Sociedade
A fabricação deve ser feita sob vistoria, de acordo com desenhos Classificadora.(ou vistorias conf¡rrne úin Arranjo dé Vistoria
e especifiçqÇões aprovados- As exig$ncias para in{iitiäo de de Fabricação acordado,:'se aplièáve!). leqtes de' fabricaçlo
produção estão em 5.6. conforme alista na Seção 5.6. -- .

7)O visiòriador da.Dl-tV emi.te o Certfücado de'Cohtêiner


2.4 Certificação de Contêiner.es Existentes Marífimo (fo.rmulário 49.07) e colo'cao emllemq - r, ,
Contêineres existenïes' que não tenh'am sido' certificados 2:6.2 Procéd jmento paia' Aprovaçãó e'CgrtifùäCao de'Tipo
anteriórmente, de acgrdo'com: gsta Nor-r.na pa¡a Cèi¡ifi-cação.
pgderão, 9rp algunsiplsos; ser conqide,ry{op pa¡1 certifig.4çãoì:
l)Req¡risição enviadâ atravésì da, pÑV lócal para o
. depaftamento de ,aprqvqção, ,'
2) Pedido conñrmado e taxáS âçôidadas;' : ' '
Contêineres oue tenham, sido cértifièádos Dôr:outras,entidades
certifi cad<jres .nao ser{o,automæiø'rne¡É,ã¿eitas como. gstando
.
3) e 'gacùi,os,ánqlisädos' e. 4prova,
em òonformiäade cóm e¡igenéiæ 'ôcsø Ñon¡a para fe,senhod, .docy-qentaçãg
Certificação A Sociedacle,Ci?rssifiädoqa. iege*¡,ô'¿l"itå O. .dadgpglo departámento
protóïpo Oe contêinei
de 3pigv.çQg. lì .-
9e 4)P..r-olóliqo9?cXf
+j in¡l.m1f fi+,g,ifâb.r!Fêdþsitsùpè¡iøóao
maritimOløîripâdo. sob iripérvisao
analisar ó piojçtq inspÉcio.naf g æ$4q quäqu¿t'.qnt iti.! *tgS f
vistoriadsr da Sociedade Classifiçad. qra-. ,1, ;. ,,
aciuia- : "
.
de emitir,os iertificados'ilescritos.erh 2.3;1 5) Contêiner testado conforme,exigências .de lggþ dp p¡otótipo,
Toda a documentaçãoldispônivel relevante déve ser eirvíadà þara testemunhado pelo v-istoriador ¿la Sôêiçd44è,çlassificadora-
aniílise. Se a documentação çStiver.incomplit4 novas e,xrgências 6) Relatório de lþste analisàdo pelo dèparta'hiqnlode af,iovdção.
poderâo sçr feitas pela Soiiedade C.lris*sifi,.cadpra- Isto pode 7)"Certificado de Aprgv4çpg dê Tip.o': !¿lido,fOi,¿ aaós çmitido
incluii cálculog;-¡cof.L ¿e:..gqç'tqaq: pga; detetminar as : para o.fabriÇæte pelo{eparlagrenfü ¡dp¡qpj.d$f{tr: .,,',',' .'
- 1
prop¡iedades do material e re¡soldade srildas. importantes. 8) Coqtêinpr m?rrítimdpl tipo .anrolirdo.iijlúído Uo "Rpgishg dé
Cada contêinìr existén!e',ðeíâ,, sei :'tôämente ilþecioriado, Pro{utq-sdeTipoA¡írò-vadb¿i'D¡W,'i:''i !r' .-'. :,...
incluindo'o,uso do TND dçnto da necessidade aval¡ada peto 9) Fab'ricaçâo prosçegrie rñnforme .tf
"Plang -ip-,Quälidade'do
visto-riador. Os teste's.de içqmento deso¡i-tos em 4,6..3.2.dev,em. 'fabricante, com as vistorias necgsqárias.-feitg¡ peJa Soìiedade
se¡. feitps.'Outos-.te,stes, qomo q tesie de ipr,nèhto,em dois Classificadora (ou'viloriq¡ conøimp. um liciä¡jb.äe Vistb¡a
pontob deqcrito em'{.6,3.3 gu têste de impacto.vertitåi descrito de Fabric¿ção açordado,, se aplicáveÐ, .Testps-dc: fatiiicação
em 4.6.4-poden¡ em alguns casosrtambémser exigido* conloime a i¡sta im s.¿. ' 1 :.; ' '"

Caso um contêiner irão eS,eja conforme as exígências,desta tO¡üistoriaOor da DNV emite. o Certificadp de Côntêiner
Nonira para Certificação, a Sociedade- Classificadora poderá Mai'iiimo (formufrírio 49,07) e coitica o emblema,
especificar modificações necessáiias; redução da capacidade ou 2.63 Procedimento para Avaliação de Projeto pâra
outras limitações. Aprovação e Certificqção de Tipo.
2.5 Manutenção do Certificado l) Requisição enviada para o depai.tamento de aprovação.
Para manter a validãde de um certificado; o contêiner deve ser 2) Pedido confirmado e taxas acordadas.
inspecionado anualmente, conforme descrito na Seção 9. 3) Desenhos, documentação e cálculos a¡ralisados e aprovação
Tal inspeção periódica pode ser feita pela Sociedade dada pelo departamento de aprovação.
Classificadora ou por outras entidades de vistorias reconhecidas 4) Uma "Avaliação de Projeto para Certificado de Aprovação de
pelas autoridades nacionais. Contudo, grandes reparos ou Tipo" válida por 4 anos é emitida para o projetista pelo
modificações que possam alterar o certificado devem ser departamento de aprovação.
aprovados pela Sociedade Classificadora- Uma avaliação de projeto para certificado de aprovação de tipo
possibilita que o projetista aprove o tipo do produto com mais de

li¡
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Norma para Certifica ção - 2 7 -1 IJ

/2006
^bril
um fabricante, sem repetir o processo de revisão do projeto. Para
obter um "Certificado de Aprovação de Tipo" e certifìcadoS para 944
cada unidade sendo fabricad4 o procedimento descrito na Seção o+¿
2-6.2 (parte 4 à pute l0) deve ser seguido. O "Certificado de ã¿o
9JO
Aprovação de Tipo" deve conter uma referência à "Avaliação de És5
Projeto para Certificado de Aprovação de Tipo". 2 3a,
u11
a--
3. Materiais <30
t2s
3.1Aço 8,,
ú24
3.1.I Geral 20 Æ0 300 340 380 420 460 500
As exigências para materiais de conjuntos de içamento estão em r-¡rr¡rtg n¡íulwto DE DEFoRMAçÃo ESpECtFtcADo, N/mm2
8.4.
Figura 3.1
Nestâ seção, ¿ls referências das eigências detalhadas Requisitos Charpy edtalhe em Y para aço
geralmente são das nornas Ei[ ou Regras para Classificaçãò de
Embarcações da DNV. Outras normas reconhecidas para Para espécimes de material base com eixos transversais à
materiais equivalentes também podem ser usadas. dteção final de laminação, a exigência é 2/3 daquela pua
A composição quimica propriedades mecânicas, tratamento por espécimes orientadós longitudinalmente. Nenhum valor único
, calor e soldabilidade devem ser satisfatórios para o propósito. deve ser inferior a TOYI dos valores médios exigidos. Se os
Aços devgq cumprir com a,s exigências para materiais d9 uma espécimes padrão não puderem ser feitos, os valores de energia
norma recoihecid4 e. exigênôias.. adicionais eSpecificadas exigrdop são reduzidos como segue:

eþaixq. i '. ,
l0 x 7,5mm
Aços þara- solda devem ser feitos com forùalhas tipo open- ' - 5/6 dos valores acima
l0 x 5,0mm + 2/3 dos valores acima
hàanir"fomos elétricos ou-proqessg ae oxigènio básico, Àçós
'na estnihira príinriria devem sèr acalniados.
'
"someirte mäteriais P¿¡ra elementos de àço com espessura inferior a 6 mnL o teste de
com piopried'ades antienvelhecidrentô deveni ser usaãos. impacto ñão é exigipo.. Aços austenítiios não prècisam ser
Aços'com 'èitra alta resistênci4 coin limite de defoìmação Submetidos a'teste de impacto.
gspgcifico gcima.dp {00 N/iruh' não devem.ser usados: 3:L2 -4,çoiLqmi¡4dos, Forjâdos e Fundidos em Estruturas
Qùandp, niate¡lah, ttq iliferente¡ -potenciais,. griLly{niçqq são de Contêiperes,MSrítimos
,u1i{p;,,o. projeto.dgvg se¡ fçito de fonna a eyitar a_ qorrpSiq
g¿ilV¿tiia;. t'Ë ,'-:t "' 1 :''". 1:i;' .". : .' ':':.':') - ::: '
'
,,' ,'
deveni , ser

enconlraildS ricjstà seção:


õu :aus-teníiicoVferríticos podem ser usados,
10"8-t: :òú a¡,:Regr,as- para Classificação de
\Y, parte 2; capítuIo 2;seção2'.

3, Fo¡jarnento,de Aço com molde aberto para hns gerais de


gngenharia ParÌe'Z; Aços especiais com lig4 ou Regras para
encontrada na Figura 3-1.
Classificação de Embarca@es da DNV, parte 2, capítulo 2,
seção 5.
A composição química deve ser adequada para a espessura em
questão.
Aços ligados devem ser entregues em condições resfriadas e
temperadas.
A fundição de aço deve cumprir com a ISO 3755.
Acessórios'de canto ISO feitos de aço fundido devem cumprir
com as exigências da Tabela 3.2 e 3 .3.

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74 Norma para Certifica ção - 2 7 -1
Abril / 2006

i 'fabela J-2 Com mica (Análise de Cadinho) r)

Compostção Ouímica

C lt{ár Mn Si Max Máx Máx Cr Max Ni Máx Cr+Ni+Cu+Mo


P S Cu Max Mo Max Al2)Mín
Max
0.20 0.90 a t-50 0.50 0.035 0,035 0,25 0.30 0.20 0,08 0.0 l5 0.70
I)
O equivalente carbono Ceq:
C + Mnl6 + (Cr+Mo+V)/s + (Ni+Cu)/l 5 (%) nãodeve exceder 0,452o
2)
Outros rehnadores glanulares podem ser aceitos

Tabela 3-3 Propriedades Mecânicas Tabela 3-5 Ligas e Têmperas de Al_umínio para- Produtos
Energia Extrudados
Resist. à
Resist. à Redução de Liga
Resistência à Deþmiação Resßî¿ncø
deformação Alongaménto Têmpero
R" míry.
tração R. de Area Z Impacto a N/mmz) à tação fu
A5 mín.9ó 'Jondição de nínimo ou
N/mm2 mín 96 -20"C mín Soldado
N/mmj ISO 209-l ISO/AA entrega 2)
ioule (HAz)
tp-.1 N/mm2)
220 430 a 600 25 40 27 TBÆ4 ó5
AISi0,sMg
OJ 130
6063 -tTtf6 170 205
3.1.2-3 Parafusos, Porcas e Pinos Forjados TBN4 l¡o 205
de
!.10
Conjuntos parafusos considerados essenciais para a AIS¡lMgMn 6082 I¡¡IO 250(pdat:;5m) n0 290
irna 260 lom K5mmì u0 3t0
segurança estruJural e operacional {evem seguii a ISO 898 ou
out-a norma reconhecida- A enprgia de impacto deve
r)
AA :
Associação Americana de Aluniínio
. _ .
ser 2)
Nos cálculos, a resistência à defoniração não deve exceder 70Zo da
documentada onde o tamanho do parafrso permitfu a-retiradade
resistência à tração final
um espécime Charpy-V, e deve ser no míäimo 42J a -20'C
(para espécimes de pequeno tamanho, ver 3. l. I ). .

3.2 Atumínio 3.3 Materiais NãÒ'Met¡ílicos


A composição químic4 tratamento de'calor, sotdabilidadê e Madeiramè, compensados, plásticos reforçados com frbrâ e
propriedades mecânicas clevem ser a{eqga$as para <i propósito. outos ma-teriais não metillicos normalmente não devem ser
Quando matèriais de diferentes potenCiais galvânicosr fôrem usados em estruturas primárias, porém, são gsados nas
unidos, o proj-eto deve sêr tal que a corrosão.galvânica,,iéja estruturas secundári3q.
evitada- :
Alumínio lem poritêinéres'i¡arítimos ôçvem sei: fçtiþ lde,
usado
liga ou sej4 feitö por: lamina@o ou._eltrysão.,As'rliÉas äé
alumínio e têmperas espècificadäs nas Tabelas 3.4:e 35.podem '
ser usad¿rs. O uSo de-pwâs.: ¡ig¿s' .deúè,ber ôònúderdäâ'èm-'
câráter eSpecial
\
3_r4:!rigas' e1Tê[y-e¡1s 4e ntum,hio n4¡þ PfóAûiól Täb'ela3{,Döc ni6ùitåeãödô3:Materiais.l" ;"' r .::. i
JabeJa
Lamiùadìis,i 1-,, ,:,.:i : ..;.;.,.:, . i:r::i,., .,i,:::,.-;-,--, :-'Cè¡itfrèado'
Liga Têinperq:
R"'Èê'tp;]f' :!1o
-þlhþe1go..
x,:'Tíòài3it?¡'
:Gonrliçãoj
:: :..tr. .¡:riì-n
rso 209-t ,4,4t) ISO/iL]l 4e ëûlregq
AcessórioS de
càiiro iso. x 1." .;:... ;-:
\': i.-. .r .'i:
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4. Projeto
4.l Geral
Um contêiner marítimo deve ter resistência suficiente de-forma
apermitir o seu c¿uregamento e desca¡regamento em mar aberto
a partir do convés de uma embarcação em condição de mar com
altura de onda significante de 6 metros. Deve-se considerar no
projeto as cargas de impacto locais, ou sej4 impactos com
outras cargas de convés ou partes rígidas da istrufura da
embarcação que possam causar cargas extremas nessas
condicões.

l;
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Norma para Certificação -27-1, 15
Abril12006
¡iota de Orietrtação l:
Paa contêineres com cæcteristicæ especiais, podem ser aplicáveis exigências de Uma estrutura de proteção ou chapas defletoras podem ser
prcjeto adicionais- Essæ caacrerísticas especiais podem esta relacionadas 4 por solicitadas nas protuberâncias.
exemplo, aæssórios exfæ pæ ouFâs fomæ de mæueio, ou contêineres
térmicos com equipmenlos de refrigemção, etc. Portas. maçanetas, castanhas de escotilhas. etc. devem ser
. -f-i-m--d-a--N-o-t-a--l+-O-r-ia-D-t-a{-ã-o- colocadas ou protegidas de forma que não prendam na lingada-
Notâ de Orientacâo 2:
Suportes ou enciìixes para garfos de empilhadeiras podem ser
Se os equipmentos trffiportados ou instaÌados Do contêiner maitimo não
projetar abaixo da armação inferior de contêineres. mas devem
sqlrcrtãem æ øgð de içamento pu choque, eles devem sa prctegidos - ou
suportados por mofiffidores, ou o contêiner deve ser maruseado somente quândo ter chapas defletoras para evitar prendimento.
houver condìções favoráveis. NoÞ de Orientação:
Chapas defletoras devem ser projetadæ de foma que o ângulo enhe o pla¡o
-f-i-m--d-a-N+t-a--l+---O'r-i+-n-t-a-c-ã-o-
Nota de Orientação 3: extemo (ex: grades ou paedæ infeiiores) e a borda liwe.da chapa aão sejã maior
que 35': As chapas defletoras na parte inferior do contêiner deve ser colocada m
Para contêineres de æriço, recomenda-se que a tau R seja emlhida maior do
bordæ extemæ do contêiner ou o mais próximo possível delæ-
que a massa extema instaladâ" ou sej4 pm especificar ma deteminada carga útil,
mesmo que o contêiner nào seja destinado a b-ansþorte de carga. Isso pemitirá -f-i-4-d-a-N-o-.t-a-ì+-Gr-i+-o-r-af
-ã.r
mudarçai na qwtidade e massa dos equipanentos instalados em um contêiner de
Olhais de suspensão podem se projetar acima do nível superior
sen'iço drrmte su r.ida de opemção, e possibilitæá ao contêiner tmnsportd ma
deteminada qmtidade de equipmentos não pemilentes. da armação do contêiner (ver também 4.4.1).

-f-i-m--d-a--N-+'t-a---d+Gr-i-e-n-t-a-c-ã-o-
Nota de Orienlação 4:
Para contÊinerescom alumínio.exposto, o porigo de c€ntelhas causadas
pelo impacto do alumínio conü-a aços enfenujados (reaçõ.es explosivas)
deve ser fev¿do em conta- As autoridades naciónais-podem ter restrições
para o uso de .contêineres de alumínio em instalações ofshore.
-.. :'- -J-i-m-l-a-N-o-t-a-de' O-r-i-e-n-t-a-c-ã-o--'

. ;:: : , :. ¡
4.f.1 Esforços Permissíveis
Para as cargas deprojeto definidas a seguir,,nenhum nível de
4-1.3 f,a_rtes Protuber.ântes e Proteção do Topo esforço gquivalentè (armenos que especificad'o de ouha forma)
Paries proû:berantes do lado de-fora da armação do contêiner þode exceder:
que poss¿rm prender ou dariificar outros contêineres ou
os :0,85 x C
estrutuÍas devem ser evitad¿¡s. Pequenas protuberâncias nas
laterais podem ser permitidas apóS consideração especial. onde oe é o esforço equivalente em Von Mises, e C é definido
abaixo:
Para'aço:
c: Re,

l:"'.-

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16 Norma para Certifica ção - 2 7 -1,
Abril /2006
t'|:t'.: ,:iMt!:ì::. ) Contôineres com somentÈ um olhal de suspensão podem ser
C - ilp0.2 r¡ìa^s não devc ser ¿rssumido como maior que 0-7 x A carga de projeto desse
aprovados após consideração especial.
olhal deve ser assumida como sendo:
K¡¡ Fn:5xRxg
Zona atètada por calor e solda: Para os requisitos dos conjuntos de içamento, ver a Seção 8.
C : resistência à deformação na zona afetzda pelo calor ou
solda. 4.2.3.2 Içamento com Empilhadeira
Ver tabelas 3-4 e 3-5 para a resistência à deformação das A massa do conjunto de içamento, S, deve ser levada €m conta
qualidades de alumínio aprovadas. ao se calcular a resistência dos encaixeS dos earfos de
Nota: empilhadeira-
A resistência de ligæ de alumínio é consideravelmente reduzida em Nota de Orieutação:
zonæ afetadas por solda e calor. A redução dêpende da propriedade do Se S não for co¡hecido, ma massa estimada do mnjuto de içamento poderá ser
material, têmpera inicial e tipo do prodrfo (laniinado, extrudado). wda nos cálculos
Materiais não listados nas Tabelas 3-4 e 3-5 serão considerados caso a
-f-i-m-d-a--N+t-a-d-c--Gr-i+-n-t-an-ã-ù-
caso.
A carga de projeto na estrutura primária deve ser assumida como
--f-i-m-{-a-N-o-t-a- sendo:
4.2.2 Distribuíção da Carga FF:1,6xlR+S)xg
Nesses cálculos, ri cargas intemas devem ser assumidas como Pa¡a se conseguir isto, a carga intema deve ser assumida c0mo
distribuídas uniformemênte no piso do contêiner marítimo. Para sendo:
contêineres-tanques, outros contêineres còm equipamentó
pesado montado em caráter permanente e para contêins¡s5:pa¡a
fins específicos; a distribuição real da carga'interna deve ser
usada nos cálculos.
4.23 Cargas de Içamento
4.2.3.1 lçamento com Conjunto de lçamento
A carga de projeto na estrutura primrária deve ser assrimila
como:

O{de 1é-.9 ângulo


'assumindo ser -45o:
eípecifioado;,
Nota.de0rient¡ção'l: . i... ..

Contêineres,marítincis sem t€to podem ter:reqístência.p ngidttz insrúcientes pqa-


passar Do teste de içamento.em 2 pontos (4.6.3:3). Pri,ra evitar constiuir,prcitótþs
que não passem no teste, a oapacitláde de un contêinerde tço aberto de resis.tir a
wga.feita em um'teste de içamento em 2.ponæs deve se.r_lerifiAda por meio de
Um.Eétodo de_cálculo adeqindo. Nebses cálculos; o limite de defornapo ngni"al
oe:C
R. do nnteriãl não deve ser exceilido. Os qálòulos não substituèri ó,teste d"
protótipo.
C é definido na seção 4.2. l.
As deflexões máximas calculadas com não devem
-f-i-m--d-a-N-o t-a-d-e-Gr-i-e-n-t-a-ç-ã-o- ess¿ts.c¿rrgas
Nöta de Orientação 2: ser excedidas:
Contêineies podem ser excessivamente flexíveis sem ter vâlores de esforços muiio l"
altos. Esses cálculos devem, portanto, tamHm ser usados para verificar se,a 250
deflexão (máxima e relativa) seÉ aceitável.
. Onde:
-f-i-m--d-a-N-o-t-a--d-e--O:r-i+-n-t-a-ç-ã-o--
Para colunas de canto e grades laterais'inferiores.
In = comprimento total da grade ou coluna-

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Norma para Certificação - 2 7 -t t7
Abril/ 2006

P ara ou t r os e le me ntos es rruturais : Encaixes de garf-os de empilhadeira devem ser conectados uLs
ln = comprimento da extremidade mais curta da parede sendo grades com solda de penetração total. Porém- se os cncaixes
considerada- passarem através da grade de fundo, o cordão de solda pode ser
Para impacto horizontal em contêineres-tanques para cargas usado. Para outras estruturas primarias, cordões de solda podem
perigosas, ver também 4.5.2-1. ser permitidos após acordo especial com a Sociedade
Classificadora-
4.2.4. 2 Impacto Vertical
Solda na estrutura secundáLria-
As forças de impacto verticais máxímas são prováveis de Estruturas secundá¡ias podem ser soldadas com cordões de solta.
ocorrerem quando. um contêiner é abaixado até o convés de uma Cordões. de solda intermitentes em estruturas secundá¡ias são
embarcação arfando. Se o convés estiver em ângulo, o primeiro aceiláveis, porén¡ deve-se tomar providências para evitar
impacto sprá no'canto. Essas forçes de impacto não podem ser conosão, c¿tso ocorra um problema de ingresso de água-
prontamente simuladas por forças estáticas. Como cálculos Soldas enfre estruturas Priqa¡ias e secundá¡ias são consideradas
dinâmicos são muito complexos, nonnalmente é suficiente como solda de estrutura secundária-
verifica¡ a resistência através de um testg de impacto vertical,
4.4 Detalhes de Projeto
conforme descrito em 4.6.4.
4.4.1 Olhais de Suspensão
Além disso; as grades lateraió e no fundo devem poder resistir às
forças pontuais verticais no vão,central de é:
Veja também o Apêndice D para orientação sobre o
posicionamento e projeto dos olhais de suspensão.
Fy¡:0,25xRxg Os olhais de susperisão não devem qe projetar para fora dos
As tensões equivalentes caÍôuladas não devem exceder: limites laterais do contêiier, mas podem se projetar acima do
seu topo.
og-=c Para evitar' movimentos -làterqis no5 olhais de suspensão, eles
. ..: -.
C esø ¿enni¿o na Seção 4.2. I. devem estar alinl¡ádos com a eslinga-no.centro- da lingada com
uma tolerância.máxima defabricação {e + 2,5 graus.
As deflexões calculádas não devem exceder:
v: l" Qualquerdifereriça nas medidas diagcinais entre os centros do
ñ ponto de içamentci não-deve'excedçr 0;2%;o do comprimento
, nominal da diagónal; ,ou 5 'mrr¡ ,o 'qúe for maiof.
Q diâmetro dos orificios: dos olhais de zuspensão devem
coincidir.com a manllh4usad4,ea folga çnüe o pino da manilha
e o orificio do:ollialìnãoiJevè'éxbeder 6%o do-diâmeto do pino
dàmanillia_ ,, I,-\.,r."l
';.,

Fr:0;5xPxYxg
onde o fafor de carga:
Y=3.0
Quando plataformas de carga intermediárias forem pro¡?tadas
somente para -uso com cargas dedicadas que tenham outra
distribuição diferente do que a metade dos olhais de suspensão
totais, a exigência de carga de projeto pode ser modificada de
acordo.

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t8 Norma para Certifìca ção - 2 7 -1,
Abril / 2006
4.4.i i:nrpiih:rmento c Acessórios de änrpiihamento Os cncaixes para gart'o devern se estender por toda a largura da
Se os contêineres iorem pro.jetados para serem empilhados em estrutura da base e passar pela ou ser presa à base. Se instaladas
insnlações em terra ou no mar, ¿ altura de empilhamento não na parte intèrior das grades da base. chapas defletoras devem ser
deve normalmente exceder 2 níveis de contêineres. Caçambas de usadas.
liro com laterais em formato trapezoidal podem ser projetadas Os encaixes para garfo devem ter o alto e as laterais fechadas. A
para que várias unidades sejam empilhadas vazias. superficie inferior dos encaixes pode ser totalmente fechada ou
As guias de empilhamento nas grades superiores ou na parte ter aberturas parciais. As aberturas nas chapas inferiores devem
inferior do contêiner devem ser projetadas para evitar o tèr tamanho e Ser localizadas de fornia tal que minimize o riSco
movimento lateral e tombamento do contêiner que estiver em o risco das pontas do garfo- penetrarem ou danificarem a
cima- abertur4 ou que se danifiquem as extremidades liwes dos vãos.
As aberturas na parte inferior'dos encaixes não são permitidas
Notâ de Orientâção:
Deve-se assui¡ um ângulo de inclinação de 15", bem como considera¡ a pressão
no caminho da viga mestra da'lateral inferior ou que tenham
do vento sobie a lateral do contêiner- menos que 200 mm desde a parte intema dessas vigas meshas.
-ã-o- Note de Orientâção 2:
-f-i-m-d-a-N+t-a-d+--Gr-i+-h-t-af
Contêineres marítimos que sejam certificados segundo a CSC As aberturas no fiudo dos encaixes deven facilita¡ a inspeção e manutenção, e
reduir o risco de que objetos soltos sejam retidos no seu interio¡ que venban a
e/ou ISO 1496 devem, aind4 ser projetados para serem cair dur¿¡te as op€rações de içamento. Ma¡ter os encaíxes longe do chão para
empilhados em embarcações hansportadoras de contêineres, reduir o risco de erit-¿da de cascathos e pedr¿s-
confonne a CSC e ISO 1496. Ver também 4.1.3. Tâjs aber¡ras no ñndo podem ser danifiç¿d¿5 pela empilhadeim. Isto deve ser
' - levado em cotrta no prgjeto, e ao se inspeciom os contêineres, Ver 9.2.2-8
4.4.4 Acessórios de Canto ISO
-m-d-a-N-o't-a-dæ--Gr-i:e'ntaf -ã-o-
-f-i
Contêineres marítimos de carga podem possuir acessórios de Quando uni
contêiner possuir encaixes para garfos de
canto, conforme a ISO 116l, no alto e êm baüo, para fi¡s'de empilhadeira para mânuseio do contêiner 'vazio Somente, o
reforço e peiação. Contudo, os contêineres não devem ser içados contêiner deve ser rharcado conforme a Seção 6. t .
no mar com manilhas, através desses acessórios.
A iirea .de cisalhamento na grade lateral .de fundo deve ser
Notå de Orientâção:
Recomenda-se não imtalar acessórios de cânto .ISO no topo de contêineres
suficienÌe, levando em conta a redução da area de çisalha¡riento
narítimos, a menos que o contêiner ten-ha as dimensões confome a ISO 668. vertical no caminho dos eniaixes d4 empilliadeira- Se for
colocado um,reforçó adicioriado no alto da longarina-lateral; ele
-f-!m-d-a-N-o-t-a--d-e--O-r-i+-n-t-a{-ã-o-
deve esta¡ alinhado com o tiamo na ,longarina'inferior, se
. 4.4.5 Piso - estender.pelo rdeños. 100.'m4 par-a' fora da abeitrúa.do encâiÍe. ' , . ì

Contêineres marítimos po.dem possuir um ou rqais conjuntos dF, em cada Donta ê ser soldado com solda de Denetração.total:
encaixes para garfo {e empilhadeirana.eíd'uturainfe{or',., , . ' ' : .'ll ..::'
..;
.'.,'.:'
.\.oÉÈS,Of"4$ção,ri. ,Ì; , .: i t .:-
,. . ¡-:,,.,,-
Empilhadeirri . ',:- ,,1: ,1 , i .
4.4.6 Encaixes para Garfo de , A.árEa að redor dàs 'ab€rtrras dos encai¡es.pode set ¿aqiqcada pelá erirpilhadeiø,
dé , '
,

Unidadés marítimas podem.. possuir ury ou inais grypgs ' Reforço, proteçio ou, guias. næ,.ionþrinas láærais. úas, abert .r¡ras dos.è¡caixes - ì'
;
.
encaixes de.empilhadeira na parte infêrior da estrutura- .podemreduzirodo"oàslönga¡i44slater¿is.. : ._

'''' : d-a1ì.{.qt-1¡{1¡Q¡:i-+n-t-a-sã:ù-
. A abertura mínima do encaixe devt
ì
ser de 200 mm x 90 mm, ;, -Ê-1m.,
i4.4:7ParedesdoContêinei,.''..]'':.-.i..
- j .. . : .'í ., I .,:.. .* ::, ..- ''t,',' :
Os encaixes devem estar localizados de forma:qrre o corliêinâ ,:. .r: ..
.
.

fique estável dúranti, o manuseio' .coní empilhadgifas. O: . i CadaparedeÈccir4¡Çinèr, inðltr;ihdog¡por-tas,.deve¡êrpro-jetada .-


para suport4r-umarcgrga.iiternà'ile fn, 4 x g disnibuídas
cofrpriiiiento, altur4llargura è öapaci$ade devem:ser lelädôC'eñ-, ' .
ìçonta os ênåaixesräeuã* eståt ìosaliâ<losibemígf.aiåitòs,'¡ifp:'' . ';.' irniformemgqlE igab.rg: lodq ä =,bì6Ì
supes.g¡ë1 spm :qire'' so.fra -
t
,

dos outios,. A distZìn, cia cental,O*"ia¡gç no ¡iinimoíg0og¡4 . ¿èroniræâoiieRiiãnènte:'.'/--..:..'''i.:.;].'..'''..''


(sepõssível),rhas¡ãõdeveexççd9r2p50mgt'., . '.?.+t port"ò,e.Þoitas'àevilita. .'
'NgtedeOrièntação.l:
' .

. .

i
,"¡.-
"' i'
Recome¡da:gg <jue os éncaixes,estejam l'qcälizaalòs osLdo" *rifo-ù"
.':
,,

abela 4,l. " . . .i :l

f"U.¡" -+f Distânci{s iecom:eñdràîi,,para o},,eqcåk{s.,iC¡


. emnilhadeirs elimitacões ooeracioneis. ., - . . .:). . ,',
. Distâncîa
'míiína gntrç os
' centrOs dôs
',onl"',ùi¿i
hnI.
$3ooo<I-<6oQo;bs'.: ,

De acordo-com. encai¡esparamanuseio'
L < 6000 as exigências carregadodevemser ...
acima :, espaçados a pelo menos - niecessária-
1500 mm 4.4.9 Pontos de Proteção Interna
Encaixès.para ¡nanuqêió Os contêineres ma¡ítimos pqra calga geral devem possuir pontos
6000<LS
2050
ca¡regado -: '
de proteção intema-
12000 Encaixes para manuseio.
900 Nota de Orientação:
vazio Nomalmente, pelo menos 12 pontos são recomendados. Pontos de anara$o com
12000 s L < dobradiças sâo remmendados.
2050 $omente manuseiar vazio i-e-n-t-a-ç-ã{ --
18000 -f-i-m--d-a--N+t-a--d-e-O-r-
L > 18000 Sem encaixes

-f-i-in--d-a-N-o-t-a--d-e:O-r-i-e-n-t-a{-ã-o-
Exigências .especiais se aplicam a encaixes para grafos em
contêineres-tanques para cargas perigosas. Yer 4.5.2.

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I
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Norma para Certifica ção - 2 7 -1 LA

Abril / 2006

Cada ponto de amarração interna deve ser projetado para t-orças Deve-se também Levar em conta o transbordamenio tle iiuídos
de amarração de pelo menos l0 kN. que possa ocorrer em tanques parcialmente cheios.
Contêineres-tanques marítimos para produtos perigosos devem
4.4.I0 Pontos de Reboque cumprir com as seguintes exigências para encaixes de garf-os de
Se houver pontos de reboque (pontos para manuseio sem empilhadeiras ém contêineres ma¡ítimos, segundo o IÌvtDG
içamento). eles devem: Code:
"6.7.3.13.4 Encaixes para garfos de empilhadeira devem poder
- ser projetados para uma carga igual à capacidade do contêi¡er,
ser fechados. Os meios de fechamento de encaixes para garfos
R
de empilhadeira deve ser parte permanente da estrutura ou ser
- ser presos à estnrtura primária
permanentemenie ircnlada . nela. Tanques portáteis de
- ser colocados o mais baixo possível na estrufura .
compartimento único com comprimento inferior a 3.65 m não
- ser colocados dentro das bôrdas externas do contêiner.
precisam ter fechamento dos encaixes para garfos de
4.4.11 Equipamentos empílhadeira, desde que:
Os equipamentos instalados em contêineres marítimos devem .l a carapaça e todos os acessóríos estejam bem protegidos
ser projetados e instalados de forma a suportar as carg¿ìs contra impactos dos garfos da empilhadeira; e
dinâmicas e outras forças ambientais paú as quais fiquem .2 a distância entre os centros dos encaixes seja de pelo. menos
I
expostos. metade do comprimento máximo do tanque portátil.
Os seguintes fatores devem ser considerados: Nota:
.v:3,00 O IMDG Code (capi¡tlo 42) não permiæ que tanques portáteis com
produtos perigosos sejain içadqs com èhþilliadeiras, a menos que eles
. SF=2;0
tenham menos que 3.{5 m de compriríento, e cumpram com os
subpanígrafos -l e 2 acim¿

-f-i-ml-a+Ni.o't-a-
Nota de Orientação:
Qua¡do houver,risc¡ dê derramàmento pelas válvulas ou cone õe3, é recomendado
çe se use baldejas de contenç¡o-

-f-i-mìd-a+N-o-t-a:-d+-.:,Gr;i-e-¡-þa{-ão:
4. 5.2- i
Proteção Conittr¿ þnp'a;toi;lènl'dan¡¿inereslanqùes para
Produio¡ Perigosos

J^'. f'.

conexão- direta entre- o


estnitura çuperior estão

4.5.3 Coritêineres para Granel-Sólido .


Esses contêineres podem ser tanques pressurizados ou não
presòurizados para descarga por gravidade.'t

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2C Norma para Certificação -27-1.
Abril/ 2006
r I -:iLìicirr ,la il(riìt¿!nùfa) liliJliiùil-(rS ,lc'. i' :(i'C()lli(ìriìlÙ AS pÙ1(-S \ot¿ dc Oricntação i:
E aconseihável tÞe¡ uma estimativa consewadora da mæsa bntta mixinlr parr o
i-cicr':rnics ¡.r ISO I .1.)(¡, j ,¡il ì.l9ar .1. r ,lcr crt ¡inda Ser contêine¡ de seviço. O re-teste de contêineres de seruiço que se tomem mais
ridequedtrs para scn'iço rt ¡jls lzore. pesdos do que o valor estimativo é wo e demmda temPo, cæo se tenha que
retiru o isolmento e equipamentos.
4.5.4 Contêineres Graneleiros para Produtos Perigosos
-f-i-m--d-a-N+t-a-d*-4-r-i+-n-t-a-ç-ã{--
Contêineres graneleiros para prrldutos perieosos devem cumprir 4.6.2 Equipamentos de Teste e Calibração
com o Il¡lDG Code capíTulo 6.9.
4.6.2.1 Massa e Carga de Teste
Somente contêineres graneleiros fechados 2, do tipo BK
conforme definido no ILIDG Code, são permitidos como A massa de teste (ou carga de teste) deve ser verificada usando
contêineres graneleiros ma¡ítimos para transporte de produtos pesos calibrados ou célula de carga calibrada (com ajudte
perigosos. manual ou leitor diieto).
Nota:
Contêineres graneleiros devem ser a prova de espalhamento a
Exemplos dos meios apropriados de aplicação da massa / carga de teste
c¿rJg4 ou sej4 não devem vaza¡ a carga de grânulo fino-
são:
O tanque ou carcaça- dispositivos de enchimento e
- blocos de teste calibr¿dos
descarregamento, etc. devem ser construídos de forma a ficarem - sacos de foua
protegidos contra o risco de desmontagem ou dano durante o
- sacos de a¡eia
transporte e manuseio.
- pesos liwes
Os dispositivos de enchimento e descarregamento devem poder - aparelho de teste
ser trancados para evitar abertura não intencional. Os arranjos de
proteção devem ser considerados em caráter especial.
-f-i-m-d.a-N-o-t-a-
4.6.2.2 Calibração
4.6 Teste de Protótipo
Caso uma célula de carga e ajustg manual sejam utilizados, eles
4.6.1 Introdução deverão ser calibrados anualmente, conforme a EN ISO 7500-1,
Os testes descritos em 4.6.3 e 4.6.4 são exigidos p-u todot ot ou outra norma.reconhecid4 .com precisão de.+ 2o/o.
tipos de contêineres marítimos, e devem ser considerados como Nota:
requisitos de projeto. Testes de protótipo devem ser Caso a celulà de.carga flqu¡ sobrecarregada ou rec¿ba uma carga de
testemunhados pela DNV. choque (ex: deiorrente de uma queda),. recomenda-,se que a célula de
cargà e o ajuste manual sejam re-calibrados antes de serem novamente
Nota:
üs?rdos.
O teste de protótipo não pode substitui¡ a revisão do projeto, Poré¡rL:
pode, em alguns casos, ser um subitituto parcial de cálculos de
resistência O contêinér usado para o teste de tipo deve.ser um protótipo
conforme definido em 1.4.7.
-f-i-m-d-a--N-o-t'a--
A tara (excluindo o conjunto de içamento) deve ser verificada
por pesagem antes da realização dos testes. Caso a tara dewie dq
valor estimado, a carga útii deve ser ajustada de acordO.
, ,
As massas de teste devem ser, distribuidas'uniformemenie dento
do protótipo.
13
:. "
Nota de Orientsçqo .

Qrundo forem usados pesos de aço.ou coûsreto, é aconselhável qu€-est€s


pesos
sejaia colooados sobre sa¡r¿fos de.madeira parir una distnitiuição mais unifdrme, e
para evitar danos ao piso.
. :Êí-m-La-N<i-t-a-d-e-O-r-i+-n-t-a{¡ã-o:
Caso não seja possível colocar todas as massas.de testè dentio
com contêiner marítimo, algi¡mas defaq podEm sercolgg{ç do
lado de fora ou abâixo dë1e; 9esa3.gye-istg qropgrcione riml
carga pobie. a esbqtur4 similar à dishibúição dâ !arg9' qþ:
contêiner marítimo ha condíção real.
Caso o contêinêr tenha uqra plataforma de carga adiciónal, a
carga de testej dey€:nomtalmente ser dividida g.nifPrmèmente
e¡rte o-piso infêrior q a pìatafor¡na adiôional Vgi {.4¡2, Cgso.a
plaráforma adicional seja removível; sení necesSârio ïéalizar., o
i"rt" iorn a carg;ade teste diiidida entre a platafoima adicioûq¡'ê
o piso, bem coäro com toda abarga de.testè sobre o piso'inferiör'
'--Êi-m.-d-a:-l.i.!-?-,.. .
Nota de Orientação 2: 4..6.3.2 lçamento em Todos os Pontos
Caso a þlataforma adiiional esteja próxima do topo ou fundo do contêiner, ouu'as
distn'buições da carga de teste diferentes da descrita acim4 poderão ser O protótipo deve ser:cariêgado até uma'massa bruta total de 2,5
consideradæ. x Rr A carga de teste podê ser obtida coloqando {¡ma massa de
- f-i-m-d-a--N-o-t-a-dæ-O-r-i+-n-t-a-ç-ã'o- teste intema de (2,5 xiR-T)-
TND de soldas importantes devem ser feitos após o teste de Nenhuma deflexão durante o teste deve exceder l/300 do vão do
protótipo ter sido concluido. elemento. O contêiner não deve demonshar deformações'
Contêineres de serviço devem ser testados antes de serem permanentes ou outros danos após o teste.
equipados com isolamento e outros equipamentos.

lt,
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Norma para Certifica ção - 2 I -1' 21

Abril / 2006
\,,t¡ de Oricntação: .1.6.5 Outros Testes
!)ara pemitir a deflexão lirre de todas æ panes do contêiner' nomalmente ele
dever ser içado bem afætado do piso. Deve-se coßideø' em especial, o uso de
Outros testes podem ser necessários. Eles deverão ser

equipmentos de teste que pemitam uma deflexâo liwe. acordados antecipadamente com a Sociedade Classificadora-
-ã-o-- Quando aplicável, o rùétodo de teste deve esta¡ o miáximo
-f-i-m--d-a-N-+'t-a--d<--O-r-i+-n-t-af
possível de acordo com os testes descritos nas normas ISO
4.6.3.3 lçamento em Dois Pontos (Ieste de Içamento Diagonal)
releva¡tes para contêineres de carga-
Contêineres marítimos com quadro olhais de suspensão também Contêi¡eres de topo aberto com comprimento total de 6,5. m ou
devem ser içados somente por dois dos olhais, localizados maiores, com encaixes de garfo de empilhadeir4 projetados
diagonalmente em lados opostos um do outro, com m¿¡ssa de para içamento carregados, devem ser carregados até uma massa
teste intema de 1,5 x R. Isto pode ser conseguido c¿rregarldo o bruta total uniforme de 1,6 (R+S), e içados afastados do piso
contêiner com uma massa de teste intema de (1,5 x R-7). Caso usando os encaixes de em¡ilhadeira- Nenhuma deflexão durante
o contêiner seja assimétrico, dois testes de içamento diagonais o teste deve ser maior que l/300 do vão do elemento. O
são necessários. contêiner marítimo não deve demonSûar uma deformação
Após o teste, não deve haver'deformação Þermanente permanente ou outros danos após o teste.
significante. Exemplo de outros testes que podem s€r exigidos:
Nota de Orientação: - carga interna em paredes, portaq ou Iaterais removíveis
dmte o içmetrto devem tambem ser obseludos. O
Deformaçöes elásticas
vistoriador da DNV deve assegurar que as deformações elásticas este¡am - teste de inclinação a 30 graus
aceitáveis. - teste dè içamento pelos encaixes de empilhadeira
N-+ t-a--d-e-+r-i€-n-t-a{rã'o J
-f-i-m-d-a-. - testes restritivos intemos em contêineres-tanques'
4.6,,4 Testes de Impacto Vertigl . Os tanques para cargas-perigosas' dévem,-"in4q ser testados
O contêiner, com uma m¿qsa intema d€ teste corresPo¡dènte à cónforme as exigências do IMDG Code,
carga útil P; deve ser baixada ou soita sobre o piso de cbncreto
ou outa estnití¡ra rígida de umá oficina'O piso da oficina pode 5. Tabricação
esta¡ cobertô com pranch¿Is de madeira com esÉessura não' 5.1GeÍal
superior a 50 mm;
Nota:

5J.1 SoldadoiesAprovailos . .,.,. ,.l',',, ,, '


o prso a .uma
Os soldadores devem . ser aprovados þelâ'
Soçiedade
Classificadora segundo uma nonna reconhecidq por exemplo,
Nota:
EN 287-1, EN 287-2, ASIvfE- Seção do cf4leo nara caldeiras ou
em uma
Aviso: Estes testqs podem causar hemqres consideráÙeis
tãnques pressurizados, seçãb:D( oú et{SÚ eWS'¡t¡.
edificação!
--f-i-m-d-a-N-o-t-a- Quando a certificação {ds soldadores forfEfta por outas
organizações independentes. ou membros. -de. associações
intemacionais de Sociedades Classificadoras, Pqr exemplo,
órgãos de certificáção reconhecidos ou aprovados
nacionálmente, o reconhecimento de tal certificação será
avaliado casd a caso.
A Sociedade Classificador4 entr€tanlo, se reserva o direito de

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22 Norma para Certificação -27-t
Abril / 2006
i(riieliiiì \ilrllliiì!¡(),lii i!nri)\lìùli().lrl,li,!:\r irliliil :lCaa:S(ìfl(1. llll 5.2.J Procedinrentos e Operadores de END
r it ilielc:ìr' puue ;ic'rrrr :i:l(: Iì.i,, .:u)ìrLrl: . r .rJieirrûlriS e. rìu
5.2.1.1 ,\lerr¡dos de Exame Não Desrrutivo (END)
rcsics ije soldagenr-
Os métodos de END devem ser de acordo com a Tabela 5-2- ou
5.2.2 Procedimentos tle Soldagem com as Regras para Classificação de Embarcações da DNV
Procedimentos de soìdagem aprovados devem ser usados para a Parte 2, Capítulo 3, Seção 7 ou outras norrnas reconhecidas.
soldagcm a ser fèita na estrutura primária. Tabela 5-2 Normas oara Métodos de END
Partícala Tinta
O piocedimento preliminar de soldagem deve ser a base da Visual
Maøética Penetranle
Utrassom Radiografa
preparação dos testes de procedimento de solda-
EN
EN 1290 EN 571-r EN l7t4 EN t435
Os procedímentos de soldagem. testes de qualihcação de 970
procedimentos de soldagem e aprovação de procedimentos de 5.2.4.2 Crítérios de Aceitação da Solda
soldagem devem.estar de acordo com partes relevantes da EN
A solidez dé juntas soldadas deve obedecer à Tabela 5-2 ou as
ISO 15614-1. Regras da DNV para Classificação de Regras para Classificação de Embarcações da DNV. Pute 2,
Embarcações, Parte 2, Capítulo 3, Seção 2, ou outras noÍnas
Capítulo 3, Seção 7 ou outras nornas reconhecidas.
reconhecídas, por exemplo. ANSI/AWS Dl.l. e com as
exigências abaixo. Tabela 5-3 Critérios de Aceitacão de END
Partíczla Tinta
Os testes de impacto são necessários como parte dos testes de Visual Utrassom Radiografa
Mapnética Penetrante
qualificação dos procedimentos de soldagem. As temperaturas EN ISO
de teste e resultados dos testes devem cumprir com as exigências
EN 1290 EN 1289 EN 1712 EN 12517
5817
de 3.1.1. Nivel B Nível I Nível I Nível2 Nível I
" para alumínio EM 30042
Nota:
As ¡egras e norrnas especificam a extensão em que o procedimento de Os critérios de aceitação estipulados podem ser modificados ou
soldagem é válido, dependendo do material, espessur4 posição, etc. À ficar rhais rigorosos em certos cäsos, a critério da Sociedade
temperatura de teste de impacto deve ser a temperatura aplicável'à maior Classificador4 dependendo das condições locais de tensão e das
espessura coberta pelo WPS (Ver a Tabela 3-1) limitações doÉ métodos de END para determinar alocalização e
--[-i-m--d-a---N-o-t-a--
tamanho dos defeilos.
5.2.3 Inspeção da Solda
5.2.4.3 Operadores do-Exame Não Destrutivo (END)
As soldas estão sujeitas a inspeção visual e exame não deStrutivo Os ooeradores do END devem ser certificados de acordo com
(END). Todas as soldas devem ser 100% inspecioúadas *t pi-o de certificação nâcional ou ter as quafificações aceitas
visualmente, a menos que acordado doutro modo. pela,Sociddade,Classificadôr4.numnívefsimila¡, :!r;
Métodos de exame não destrutivo devem ser escolhidos com a Os operadores do END'deveø spr qr¡alihcados confiihiie a EN
devida atenção às condições que influenciam a sensibilidade dos 473, no mírümo a,nível 2, ou'nível compativel; de acordo:com
métodos e ao méJodo de soldagem utiliz¿do. Soldas esfuturais ¡uhAs rronnas reconlìecidas, :
devem ser examinadas conforme estipulado nas cohmas I e Il da Os operadbres do END devem realiza¡ ex¿rmes não.destrutivos,
Tabela 5-1 após o. tpste de fabricação. Inspsções confórme -de acordo,com a.Tâbela:5.1..e emitir relatórios dedcrevendo a
estipulado nas colunas IIJ e IV ou outas inspeções serão qualidade .rda, sold4 , qge:' contenha :þêlo menos as seguinteù
decididas pelo vistoriàdor da Sociedade Classifióadoià caso'a irifomrações: .. ,' ,' ', . :
caso.
- os métödòsìe procelimèntos irtilizadoslno€ND .

Caso a solda seja feita pelo processo de oxiacetileno (soldagem . ;..


- os parâmetros do END' necessários pÍrr4 uma, avaliação
ôom oxiêombustlvel), exames de ultrassom e radiográficô serão adeóu¿ida ':
necessiírios, além do exame por partícula magnética-
- u nor-u ¿. ,t
Os percentuais especificados se referem ao comprimento total
- a con-firúacão"ftuçaoutillzada-
da aceitacão ou. reieicão.
da solda para cada montagem estrutural. em questão. As .g ., .

'
categorias dos'elementos, estrutwais devem. ser acordadas com a
- a distirição clara ente ¿¡ gqltaÀ acçilæ e ?q rejeitadas.
Sociedade'Classifiçadora em cada c4¡o, - o '.::.
número.de reparos r,êaltzadas'parx'atender
,ji;t: : .i.;'i .,. '.,.r-: a uma
.r.'. norma de,
r
Tábele 5-1 Ex¡mes Nãô Destrutivos nsrâ Soldâs Estruftirais : -.
acelraçqo ç9p9p4c+ ".,' i
- o;i'""i aglqu¿tn.uøo ¿b ope.aao.ao''ulo.
T II
Tim de Exame
ITT TV
-' '
CATEC,ORIA. Exanie de 5.3EstrutÍira Secun¿¿ria
DO ITEM Eimede. ExÌne
Erame Panícttla qontêr4er '
Utrusom RødiográJico A esn'útUra'securidáriâ;deve evitar q¡¡e qcar.ga caia do
ì
Visual Magnétíu
r)..
2)
e, setnecessário,l l"iiiá'qo" u.aguaìp.í-èt na carga- os
'Estrrft¡ra 10tr/o :procedimrcritos de fabricação:devem r.efleti¡,isto.'
Pämá¡ia: olhaís. de 'As srúdas êntfe.ås e'stirturåS priã¿riu e se"u¡á¿¡a devem est¿r
Essencial l00o/o tooy"1' suspeisão l0o/o
Não 20% todos de acbrdo com â parte releçante dà eN 288,'ISO 1561,1-l ou
Redundante os ouùos ouFa norma reconhecida-
EstRrhr¿
Primrária: Não l0O6/o 20% 20% lOYo As soldas em ,estruturas secundárias devem ser examinadas
Essencial con&rme indicado na Îabçla 5-1. A qualificação dos operadores
Estrutura
Sco,nãária
100% SPOT SPOT SPOT
do ENE e os seus métodos devêm estar à satisfação do
l) Exame de liquido peneh-¿nte deve ser usado quando o exame de partícula vistoriador da Sociedade Classificadora-
mag¡ética Bão for possível.
2) Dependendo da espessrm e ge.ometrià do material. 5.4 Teste de Fabricação
3) Esta quanti{ade de END não præisa ser aplimda a soldas enûe encaixes de
5.4.1 Teste de Içamento
empilhadeim e chapas de piso, ou.esrutur¿s intemediá¡ias destâs- A extensão
dos ENDs neS'tas soldas seÉ decidida pelo vistoriador da Sociedade Durante a fabricaçãõ, alguns contêineres ma¡ítimos devem ter a
Classificadora caso a c¿so.
4) Spot simifiø exme aleatório de a critério do exminador
resistência testada- Um teste de içamento de ponto único,
descrito em 4.6.3.2, deve ser realizado.

O número de contêineres marítimos a 3erem testados deve seì da fabricação. Contêineres marítimos para teste devem
àcordado antecipadamente, e depende do número total de séries

lt,l
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Norma para Certificação -27-I 23
Abril / 2006
tscrrlilidos rri¡rrtoriamente. lpris o tórmino da labricação de um relatório da inspeção 1ìnal.
l0tc.
- Cenificado da DNV para contêineres marítimos (tbrmulário
-
.{ i-abcla 5--t pode ser usada como guia p¿Ira que o vistoriador 49.07)
decida sobre o número de contêineres ma¡ítimos a serem 5.6 lnspeção e Certificação
testados-
A inspeção de produção exigida em 2.3 deve incluir:
Número total na sërie Número a ser teslado Controledimensional:
I-5 I - Inspeção visual da preparação da sold4 soldagem.
6- r0 2 - alinhamento, marcação do material, etc.;
il -20 3r Revisão dos certificados do material;
2t-40 A
- Revisão do WPS/WPQ, Testes de Qualificação dos
>40 Ltr/o - Soldadores, consumíveis de soldagem;
l) Incluindo o teste de DrotóhDo.
Revisão da documentação dos equipamentos, conforme
5.4.2 Teste de Estanqueidade ao Tempo - necessário;
Se um tipo de contêiner marítimo for especificado como sendo Revisão da documentação do END e relatório;
estanque ao tempo, os seguintés testes de estanqueidade ao - Révisão da marcação e chapeamento exigidos nas Seções 6
tempo devem ser feitos: - e7.
Para o protótipo e l0% dos contêineres marítimos em uma série Quando o vistoriador tiver feito a inspeção de fabricação,
de produção, este teste deve ser feito com iígu4 conforme tèstemunhado o teste e revisado a documentaçâo de produção:
descrito na ISO I 496l I (ver 6. I 4) "Teste No. I 3 Estanqueidade". Um "certificado para contêiner marítimo" (Formulário
Para os contêineres marítimos restantes, o teste com agua podeÉ
- 49.07a\ será emitido;
ser substituído por testes simples de lua utilizando o seguinte O emblemâ da Sociedade Classificadora par,¿t contêineres
procedimento:
- marítimosÆfá colocado no contêiner;
Um vistoriador deve entrar no contêiner. As portas são entäo
,lY ou I e o número do certificado será e$ampado na
- estutura infèrior, abaixg do emblema.
fechadas, e o inspêtor se acostuma¡á à escuridão por pelo menos
3 minutos antes que uma luz forte seja acesa sobre todas'as
superficies externas.
O interior deve estar liwe de qualquer peletracão de luz visível.
5.5 Documentação, de Fâbricação
A certificação de çada.contêine¡ d_eve sèr baseada na segginte
documentação, que é man-tida.pelo fabriiante:por peló iäèno¡;s,
anos: : '

desenhos aprovados, incluindo um deseóho do ana¡{o


- geral; r .

cálculos estruturais;
- certificadodeaprovpçãodetipo,(quandolrelêvante);,'
- documentação do material' . -.j .,
- qualificações do procedimento de'soldagea (WPQ);:
.

- especificações paraprbcedimentos de sgldaggm (WPS);


- certificados de qualificaçãodós-Esldadcres; , - : '
- relatório'da rasteabiii¿ø" dår' *ateriais na estrutur¿
- pr-lmáTiq . '. .' ,'t ',' ,'.. " ' '. i
,
6. Marcação
':. ". .,
- ;;iló.i¡da,inspççãcid-e.fa-þri"êç4"; , '.''' 6;1'Marcaçeo-dé$9gu¡anca.,.ìi,,.-.'.u]-.....
-relatório do contole ¡liineùSionãlt '= O,S:1opós: de. con¡êùieíes :roatiti-ql 'gfles, !e1",to¡o '09
- relatório do exameãeô ¿estnitvo,(eNDJ ' ' . " : rr .: '9
-; relatfrio do testç deprotó{fn,; ,. ,. , ' contêineres'abertòs cõm esb:ritura déyeqil,ser marcados¡ para
. .:; .

,9:irr*,:tpg13tntssçu.lpgl,r4stso¡pa¡ti¡l¡t¡ggente,.,T,.4S;ppuca
- refatório dp'lgste d9 plo.-dqç-ãþ;: '''
^. , .,
' liirninòsidadçj Estä@icft{o,;dei$ se.ti:b¡qorjr*ìgue:.,.1-:I i.', :: -
-Os diversos relatório s' Dódgrn,, *-{- i''
'.
relai:óriodainspeção;fiiial;
.

a) 'uma f4ixa .de.cor' confias@è- não .infþrion a t0Qrrpm de


:

gs cor.r,fg_r-r.np
largura ao: Jedor do p-e¡ímeüo do':teto de .cpnlêþe¡es
prático. :- ': ' :":-þinad.
,;.. ., ;,lol', ' - .fechados; tasb o teto {ö eó-á¡ê1¡e¡
,' lenha- iiin.reb-4i¡þeúlo'
Ëärtes dessa documentaÇão devem-è' - i¡seridà em:ùmdgssiê abirixo da grqde.i do ií.grfiiieto: ilo.topo, pe[o ménos a
rçomo Constniído"quã deve se. eng-"ÉUs jrmt¿¡¡qqte.ómo , superÊcie do topo tia grade supeiÍor ldevc sel dut:aita -
.
contêiner, (Um,dossiê"þode
',:1t: cobrü:"um :lote de unidades b) cqntêinereÈ aberios drcòm :esrutuizìrdoveñ.:Ser. ma¡õ¿idos
idê-nticas.), ',,ì', - .,. .. , ' co* a traúa em lor ccinúiãnteãnas-,gr'¿h¿S'aetppo;ou'þsÊ
O dqssiê "Como Construídol: deyç.incluir, pelo.-u.renoS: g¡ade deverá gg¡ piqtadô com co¡ clära,sólida .

desenho do arranjó geral; Quando o contêiner tiver eñcâixes p¿i¡a:garfos de empi[tadeira


- documentação do material; ' para manuseio dcj co-ntêiner êom.enûe q!¡alôo estiver vazio (êx:
- especificaçã.r p*
p.o."dimentoî de soldagém (I7?,$;
-
èm alguns tanques e cestas cómpridgs),,entÍió1 as:pdpfras
- relatório da ras¡eabilidade dosmateriais; "Somente Içar Vazio" deyem estar clarainente visíveis próximo
- relatório da inspeção de fabricação; de cada conjùnto de encaixes; com ca¡acteres não inferiores â 50
- relatório do controle dimensional; mm de altura
- relatório do exame não destiutivo (END); dealumínio devem sêr m¡rcados com
- relatório dos testes de fabricação;
Contêineres
*CONTÊINER DE ALUMÍNIO'I em
- todos oS quatro laàos, com
letras de pelo menos 75 mm de altura- Ver Orientação 4 em 4.1..
'Outræ marcações de segurança que p.odem ser exigidas pela
Sociedade Classificadora devem estar com caracteres não
inferiores a 50 mm de altura.

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24 Norma para Certificação - 27-1
Abril / 2006

(i.l ldcntiÍic:tcitrl e,"çlarcscão ii:i (':i-stl o contêiner possua urna platat-orma intermeciiária- lr carga
".-ti-iiilc:¡cit.r Litil da plataf-orma deve ser visualizada dentro do contêiner. em
() ¡iúmcro de séric cìa tabric¡ntc úcvt scr:rriiil.i,r iia cstrlllu¡a do
uma posição.que seja cla¡amente visível o tempo todo. em
contêiner em caracteres dc pelo mentts J0 nint ilc lliura.
caracteres de cor contrastante. não inferiores a 50 mm de alh¡ra-
Cada contêiner der,e também ser ma¡cado com o número do
contêiner emitido pelo proprietário como i'jentificação única- Nota:
que deve ser uma referência cruzada comum em certìficilcão tm Contêineres marítimos não são cobertos pela Diretiva de Máquinas da
serviço, e em documentação de embarquè. EU e marcação CE não é exigida nesses contêineres. No entanto, os
conjturtos de içamento devem ter a marcação CE, confo¡me a Di¡etiva
Este número de contêiner deve ser visualizado para Máquinæ-
proemìnentemente em todos os lados do contêiner. em caracteres --f-i-m--{-a-N-o-t-a-
com cor contrastante. não inferior a 75 mm de altura-
Nota: 7. Placa dos Contêineres
Pa¡a contêineres de lateral abert4 poderá ser necessário prender painéis
especificamente para se colocar o número do contêiner- 7.1 Geral
--f-i-m-l-a--N-o-t-a--- Contêineres devem possuir uma placa de dados e uma placa de
Caso um contêiner tenha um teto. o número do contêiner deve inspeção. As placas devem ser feitas de material resistente, e
ser colocado no teto. em caracteres de pelo menos 300 mm de devem ser bem presas extemamente, da forma projetad4 para
altura ou menos, se a área for limiada- A marcação deve ser evitar remoção não'autorizada ou acidental. As placas devem ser
feita de forma a evita¡ má interpretação (ex: sublinhando). colocadas em uma port4 ou, em contêineres sem portas, em
Quaado aplicável, a extremidade inferior da marcação deve estar local proeminentè.
posicionada próxima do lado do contêiner em que estiver Rebites de alumínio são considerados inadequados como. meio
localizada a porta defxação em amöiente ofshore, e não devem se¡ utilizados.
O número do contêiner pode ser mudado pelo proprietario caso
As informações nas placas devem ser escritas em inglês; (urn
ele mude de dono. Neste caso. a marcação deve ser alterad4 a
segundo idioma pode ser feito à escolha do proprietário).
placa de inspeção deve ser trocada ou substituíd4 e o certificado
revisado. O texto será marcadq permanente e legiYelmente nas placas em
Para marcação de certif,rcação aplicada peta DNV. ver 5.6. caracteres não menores que 4 mm de altura-
Nota:
ó.3 Marcação de Informações
A placa de dados e a'placa de.inspeção po__dem ser combinadas em uma
A marcaçâo de informações normalmente é colocada na port4 só placa
ca5o o contêiner tenha portas, ou em local proeminente na lateral
do contêiner que não tenha portas.
-Êi.¡¡-:-di¿-|r[.s-f:¿:
A-placa de dados não deve ser removida do gontêiner, mas.c¿tso
Cada contêiner deve estar claramente marcado, com caracteres ela esteja ilegível; ela.poderá se¡ óubstituída por-outra idêntica-
.de -pelo menos 50 mm de altur4 com cor contrastante, A placa de inspeção.;pode ser.substituída'quando não houver
indi'cando: mais espaço para iegistrar.inspeções.
Massa bruta máxima (em kg); 7.2 Placa de Infgrmações
- Tara (em kg)
- Cargaútil (em kg). A placa devera ter um títulg
-Nota de Oriedûição: "PLACA DE.INiIORMAEÕES. DE CONTÊÑER IT,TENTTO
Ei¡i Cadâ conte-fuer, deve haver um quaìrado preto de tamanho suficiente para . DNV'2:7-1".
narcirção de infrimaçõès'coqo destino, carg4 perigos, etc. Nota de Orientaçâo:
-.Quando o proprietáriofor rma empresa de leæilg ou locação, as palawas "alugado _marcaSao pode selçoinbinada com.a E?rcãçã.g.conforne EN 12079-1, então
!sþ
para'l ¡íodérão 4parecer no alto para identifica¡ o usuário. ficria
'"lAcApE ßrFoRMAçÕES MARTflMO DIW 2.7-llEìl
-f-i-m--{-a-N-o'ça-d+-+r-i+-n-t-a{-ã-o--
Ñota:
rQu-an(o ur4 contêiner marítimo estiver transportando cargaperigos4 ele . ì.
- deVérá-estar marçado,com placas, confor.me o IMDG Code. As placas -fi:E::¡:a::Nilt-a-.d+-ô.r:i-e-n-!a-9ã-o-
....\,_::.-::_..r---,:l'. :,.,_. ....i.
: pirþ pród,utcis periþosos devem sei'de acordo ùim o IlvIIiG Cod¿t, A placa de inform4çõeS dêvti conter as'æguintes informações: '

i:apltrlo 5-.3. -Deve hfver espaço suficiente.para uma plãca no painel


..; ;., .:.
a) Nqme do fabricante,
pietd Glacas tem formado de diamante, 250 x 250 mni). Essas placas
. dev¡in serie4ovidas quando o contêiner não estivei mais transportando
b) MêlAno defabricæ4o., ' r :

- 'piodrfos psrigosos. c) Número de'série do fabricante: -


'' -'-,-- .., ,- ãi Mqij"'bil*t.i-"'CEl'iiJ
': a¡ggl¿ ¿ep.içto daes.linga :
, ''
-f-im--dja-N-oþt:a! ' " '...
S-e-þl!cá,yel, um-conlèiner deve estar claramente marcado com a e)Tara "-. ..
'

cfásilcåÇão de perigo elétrico relevante e ê mrircaÉo da zon4 0 Çaigà úiil (kg):e carga útil da pleitafomra intermediária (Se
: ¡:oriformela Diretiva ATEX (94l9tEC).
aplicável) :
g) Número do certificado DNV e selo da DìIV (ver 5:6)
6.4 iVlarcação do Conjunto de lçamento h) Temperatura de projeto
O conjunto de içamento e seus componentes devem ser Um formato recomendâdo de placa é mostrado na Figura 7-1.
marcados conforme descrito na Seção 8.

6.5 Outras Marcações


O ìrsu:á¡io do ccintêiner pode adicionar marcações de
informações adicionais, tais como nome do proprietário, etc.
Entretanto, .para evitar má-interpretação, marcações adicionais
dever.ser mantidas em um mínimo.

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ñ1 ñ^.î / ^r.,i,-- -^1 _ 27_t 25
^r^f il rd l,/dr õ uEt
t\ur Lr¡ rLdçdL
1t-,-;l 'Ia,ìa

Nota de Oricntação 2:

pr..\c1 Contêineres com menos de 30 diæ de cenifìcação não devem ser embtrcados em
f)F- r\spEÇåo DE CONTËINER ñfARiTIllfO - DNV 2.7-1*
instalaçöes ofshore, exceto se previmente acordado com o embacador.

Nome do fàbricmte: -f-i-m-d-a--N+t-a-d+--O-r-i+-n-t-a{-ã-o-


Mês,/ mo de fàbricação:
N" Seriai do Fabricæte:
Mæs Bruta Máxima: Kga ' máximo da eslinga 8. Conjuntos de Içamento
Tæ: Kg
Caga útil: Contêiner Kg 8.1 Requisitos Gerais
Platafoma intemediá¡ia Kg O conjunto de içamento (eslingas de corrente ou de cabo de aço
N'Cenificado:
Tempemtm do Projeto: "c e manilhas) deve ser especificamente projetado p¿Ira uso em
contêineres marítimos, e normalmente nãÒ devem ser removidos
do contêiner, exceto em caso de substituição.
no alto de 7.2
FiguraT-l As eslingas devem ser conectadas aos olhais de suspensão no
Placa de Informaçõs contêiner por meio de manilhas. Os pinos das manilhas devem
ser piesos para evitar a abertura das manilhas-
7.3 Placa de Inspeção
Nota:
O cabeçaiho da placa de inspeção deve ser Quando um contêiner de sewiço ou outro contêiner ma¡ítimo for
instalado por um longo período em uma instalaçäo marítim4 o conjunto
..PLACA DE INSPEÇÃO DE CONTÊINER MARÍTMO DNV de içamento pode ser retirado pelo tempo da instalação.
2.7-1"
-f-i-m-d-a-N.o't.a-
Notâ de Orientâção: cle içaniento gm. um contêiner for
Esta marcação pode ser combinada cÆm a mårcação conforme EN 12079-3, então conjunto deve ser feito conforrne a
ñca¡ia
*PLACA DE DADOS DE COI.ITEINER lr,t¿RÍrruO O¡W 2.7-11û:112r{079-3?.
ou equivalente, e deve ser marcadó e

-f-i-m--d-a--N-e't-a-{-e--Gr-i-e.n-t-an-ã-o--
e Certificação de Conjuntos de
A placa deve conter as seguintes informações:
a) Número do contêiner do proprietário
b) Nome do proprietrário
c) Data da última inspeção.
Pa¡a evitar conñ¡são, a placa não deve constrir a data da próxirna
inspeção: Devêm spr feitas prepa¡açõe¡, n4 placa para' fqilitar
ma¡cação permanente para registr?,¡; um mínimo definsp-eçõpsi
Um formato recomondado pma a placa de irispeção é mostrado
'::..: l:a :
D:---^. t ..
naFigaruT-2:
-- ^.

Figura.7.2
Pl¡ca de Inspeção

[m ca,da inspeção perióitiça{ou Þuqa, gttu


marcaéa conforiheid€scrito na cláustila 9.2. -

Nota dè Orient¡çãq l:
Usuáiios dos contêhäes devem consi<leri a placa de ¿lados coîiq pø:"as pit^o-
faciedasttuaçãodaccrtiûcação. . ], '
-Êi*i¡L-d-¿:\ait-a+ .'' t..

lçariento ' l-
-f-i-m-d-a-N-o-t-a-d-e-Gr-iqn-t-a-ç-ã:û- ó.1r*¡"to d-os Conjuntosdê
As êslingas devem ter capa;idade .sufic¡erifq parâ.seu ânguloide
uso pretendido. Em to{os os casos,.eslingas'de quato pemàs
devem ser classificadas como .as eslinlas de três pernas.
Normalmente, o ângulo da pema da eslinga da vgrtical para
edlingas de duas e quatro pemas deve ser de 45o, porérL ângulos
mènores podem sçr usados. Em nenhum Caso a eslinga deveser
projetada com um ângulo.de pernas nairertical màior que 45o.

f,
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26 Norma para Certifica ção - 2 7 -1
Ab ril I 20O6

Pa¡a iàcilira¡ () inanusùio c mclìlo¡ar iì scguranail ú llcriiilncnte


I-¿bclr ll-l Determin¿ção do LimÍte de e Traba
Limite de Carga de
aconselhável usar uma perna c\tn (superior) com unl uiel e¡ou i l,rpacrdude
elo acima do master link. O elo superior deve ser dimensionado i ús,)
Fator de Melhoria Trabalho Mínimo ftYLL^¿J
(t)
para facilitar a conexão do gancho no cabo do guindixte. i00 7.00
Notâ: r 000 7.00
E recomendado que o ma:ter link a ser conectado ao sa¡cho do r 500 7.00
guindaste tenha as dimensões mínimas de 270 x 140 mm 2000 3.500 7-00
2500 2_880 720
--f-i-m--d-a--N-o-t-a-- 3000 ?,600 7.80
O conjunto de içamento deve ter comprimento suficiente para 3500 2.403 8.41
permitir um fácil manuseio pelos operadores. O elo superior ou 4000 2.207 8.83
master link deve ser capaz de chegar a uma altura não superior a 4500 i¿ .83
1,3 m acima do fundo do contêiner quando a eslinga estiver 5000 766 8.83
pendurada no lado comprido do contêiner. 5500 766 9.71
Quando eslingas de duas pemas forem escolhidas para 6000 766
'133
0.59
funciona¡em òomo eslingas de quatro pemas- elas devem ser 6500 1.26
calculadas como para eslingas de quatro pemas. Ver também 8.6 7000 700 )0
7500 .666 2.s0
para os requisitos especiais de marcação.
8000 -633 3.07
Nota: 8500 .600 3.60
Quando 2 eslingas separadas de duas pemas forem usadas, o ângulo na 9000 .567 4:10
vertical não é o mesmo que o ângulo entre,as 2 partes. 9500 .534 t7
0000 i0l 5.01
-f-i-m-d-a--N-o{-a-- t,479 55?
As tolerâncias permissíveis das manilhas até os olhais de 0500
1000 457 6.02
suspensão estÍio em 4.4.1.
1500 ;435 6.s0
O Apêndice E contém exemplos de como escolher as eslingas de 2000 6.95
.413
içamento e
componentes do conjunto de içamento para 2500 .391 7.38
cònjuntos de içamento padrão e não padrão. Este apêndice 3000 Jhx 7-79
tiimbém ipclui tabelas com os limites de carga de trabalho para 3500 a4lr' 8-18
eslingas de cabo de aço e conente simples, de duas e quatro 4000 )¿ 8,54
:lernas. 4500 -3UZ I.E8
5000 l2E0r 920
E:3.l Dimensões e Resistência dos Conjuntos de lçamento
5500 r267 9.@
Pà¡aperrnitir a amplificação dinâmica que é experimentada em 6000 t254 20.06
içamènto'rii?rítiiho em condições de tempo e estado de mar 6500 20.47
.adyesqs; o limite mínimo de carga de trabalho, WLL.¡' dos 7000 t ¿¿t tf|
conjuntqs de iÇ-ar¡eato para contêineres marítimos deve se¡ 7500 2124
detel4þado para o conjunto de içamento e cada um de seus 8000 ¿0t 2t;
compQnentes,, confoúne os requisitos abaixo. 8500 ..rl l8l 2l;97 ..' . -
;-,
. _

A taÙela.8.i'deve sei usada para determinar o'limite mínimo de 19000 1;174r, 22t3t.
' çqrga dg itr-abalho, WLt"ù para conjuntos de içamento. Nesta 19500:
20000
1.t61
--1. 48 'a¿2:ø,
,6
tabel4'a.c,Tpapidade de ùm contêi¡rer é multiplicada pelo limite
20500 43, ,1 t4
da'carga de trabalho: Este fator de melhoria reflete as cargas 19,
21000
dinemibas:øiêionais em icamentos marítimos. O fator de 21 500 J,.: 24_39
mêlho¡ia- ;i maioï par¿ tontêinçres leves porque esses "'t '24-i 86:
22ffi0 l;130
iontêinefes e_Stão'zujeitos às amplificações dinâmicas mais t2500 ;126- ,2533
pputgirer€s,com capacidade aÎé 200Qkg o WLL.¡0 23000
'É.e,y-qas;,Pirê
úäd foi'e,äièuladìiúslrndo'o fator-de melhori4 mas, em vez dissõ, :¡23500 l , ¿625 "'
u"*Uqo iäioin¡íiimo ¿ädo ira Tabela 8.1. 240/00 17, '2( 70 .\
24500 I 08t, 27:15',
: ' 250UU l;104 27.59,.
-,., ::

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Nornra para Certifica cão - 2 7-7 27
Abrii / 2006
(-) r l,lL,; :¡iclir,,r:rc¡ \\ i.-l-,:r,r i¡ I ¿bcla 8- 1 e usado para
de¡erminar o ra¡n¿nho nominal de c¿da pane do conjunto de Se uma eslinga de cabo de aço for projetada baseado nas
içarnenio. e é aplicado a rodos os componentes e conhgurações, propriedades do cabo de aço. isto pode ser calculado conforme
ou seja- para eslingas simples. de duas e quatro pernas, com indicado no Apêndice E, exemplo 3. Sapatilhos e virolas de
qualquer ângulo. para manilhas. elos e acoplamentos- tamanho apropriado para a dimensão do cabo de aço devem ser
Para capacidades de contêineres intermediiários, os valores usados.
limites da carga de trabalho podem ser interpolados. 832 Componentes de Conjuntos de Içamento
8-3- l.l Conjuntos de lçamento Padrão 8.3.2.1 Eslingas de Corrente
Eslingas de Corrente ou Cabo de Aço de Quatro Pernas Eslingas de corrente devem ser conforme EN 818-4 grau 8 ou
Eslingas com pernas a 45o da vertical. Lingas principais (5" outra norma reconhecida- Outros graus podem ser aceitos após
perna) são calculadas como pemas simples. consideração especial.
Eslingas devem òer selecionadas a partir de uma norma 8.3.2.2 Eslingas de Cabo de Aço
reconhecida para eslingasde içamento, ou através do certificado Eslingas de cabo de aço devem ser confonne EN 13414-1 ou
de aprovação de tipo da DNV, e devem ter o WLL pelo menos outra norma reconhecida
'grande
como o WLL-¡' da Tabela 8-1. O Apêndice E inclui Cabo de aço grau 1770 ot 1960 deve ser usado. O limite de
tabelas com WLL para eslingas de corrente e cabo de aço cruga de úabalho pode ser determinado baseado no grau do cabo
baseadas na EN 8 l8-4 e EN 13414-1. especificado.
Manilhas O cabo de aço deve ter 6 araines, e ser do tipo 6xl9 ou 6x36;
O limite mínimo de carga de trabalho de cada manilha (WLL) , .ppdendo, aiid4 ter alma de fibra gu de aço.
WLL.¡
_

deve ser calculado. conforme a Tabela 8-2; onde o é


As tenrünaçõèS das pemasde cab-o d9 aço devem possuir'olhais
determinado pela Tabela 8-1. prçsos por virolas com'sapAtilhog e cimprürcom.a EN 1341l-3
Tabela 8-2 Limite Mínimo--de Carga de Trabalho ds Man¡lha. ' öu outra norma reconhecidd-
lwLL-ì
WL] . Mínimo Exisido para a Manilha
Eslinga de 4
Eslinga de 2 pernas Eilinga simples
neml
WLL-;JI3 x cos 45') WLL-;,(2 x cos 45") WLfáh
As ma¡lilhas devem ser selecionadas a partir de uma nor,m4
reconhecida para martilhas e componenlès':de içaÍneúto;.du.a 16771\,. o4
pártir de um. certificadô de aprpyação de tipo.da ÐNV,,e-dpyeslì
ter o WLL pelo menos grande cômo o \VtL" da'Talielia:8-2;' ,',: , - .ser

8.3.t.2 Co;njuntos Qe lçamento Ñão Podr4o ', ' '


. :1,';'.¡' "'' :
;
't
Cada componente de um conjuntd de èstiigepoae sêr cathtàao
individualmente. Isto pode ser necessário casg o ângulo & p,"itra
da,eslinga seja diferente de 45o, caso a ç$ing" *jq assi¡hétïiea
'.: ',..i,.i,.1,,']
ou se componertgl não ladqão fo¡em ugaoos. L 'i'

Eslinga de 4 .Eslinga de pslii¡gai'sinplbs;


pemas
remr 2

WLL-;/13 x cos ßì WLI#J(z x c¡s $) Wl.l-


Onde: acciplirmento se danifique.na

WLL,¡' : conforme determinado na Tabela 8-l


falhar quandoìforçpda para a

ô: o ângulo da pema da eslinga na vertical.


, -f-i-m;d1a-.f-o-t-a-
ComponenteS (corrente, cabo de aço, manilhas, elos e
8.4 Materiais
acoplamentcis) com WLL, exigidos devem então ser
selecionados a partír de norrnas reconhecidas ou certificados Ce Os aços devem cumprir com as exigências para m¿teriais.de
aprovação de tipo da DNV. normas reconhecidas, devemiter boa maleabilidade em baixas
Para conjuntos de içamento com perna simples, lingas þrincipais temperaturas e ser capazes de suportar cargas dinâinicas.
e master links, oWLL exigido = WLL,¡..

'.:j.. :,,... .- ' ' ..it,,':;.,


.j, ..,.'.:.., lì r:;.: i
lr
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28
Norma para Certificação - 27-L
Abril / 2006
..r¡ìiliirts .ic qullquer teste tìnal tl¿ propriedades
()s ltctls.ic cr';rrcnits- ai()s- i:liililiiì.::ì.'.ri"í:ii!ilìL'fll{ìì li\'lìl .''
-'¡':r ": (nlill:l'' r,c.:,ii¡c¡s epós tratatnento il quente
resrados para impecto pcltt iitcl,'i' ' .:e i:it:¡lte l,l ' i)rli.ll conjLtnto de eslinga-s montadas. referência aos
cm V). de acordo com i.l.i.,\ ielì-rpcrrìlllra.ie testc ue ;mpltlt'
deve ser iguat à temperatura do ar .ic projero
'f¡ c I média ccnitìcirdos d¿u manilhas.

mínima de energia de impacto dcve scr de 42J. Ctlntudo- para O Âpêndice J mostra um exemplo de como um certificado para
componentes soldados (correntes. elos- etc-)- é suticiente csÌingas de içamento se Parece.
somente ter amostras de teste de impactt'r na solda com o cha¡lio 8.5.2 Certificados de Componentes
centralizado na linha de fusão. A posição da solda deve ser Cenificados de correntes. manilhas; master links e conjuntos de
precisamente identihcada por meio de impressão com um
naster links e acoplamentos devem pelo menos incluir as
reagente adequado antes de cortar os cha¡fios. A média mínima guintes i nformações :
se
de energia de impacto da solda deve ser de 27J'
Nome do fabricante, marca e localizzção.
Materiais em cabos de aço, virolas -e sapatilhos devem ser - Data de emissão do certificado (preferivelmente no formato
conforme as norrnas aplicáveis.
- ISO' Ardd{-MM-DD)
Número do certificado
A galvanização só deve ser feita sob o controle do fabricante do - Referência ao certificado de aprovação de tipo de DNV
componente. - quando relevante.
Mateúais utilizados em cada componente individual do conjunto Descrição do componente
de içamento (ex: correntes. curvas e parafusos para manilhas' - Informações sobre qual norma a eslinga estil seguindo
elos e cabos de aço) devem ser fomecidos com certificados de - Referência aos certificados ou especificação do material,
material de trabalhd rastreáveis (certificados de inspeção- tipo - inctuindo a composição química e propriedades mecânicas.
3.1), conforme aEN 10204. Resultados dos testes especificados na norna relevante do
- produto, inctuindo esta Norma para Certificação.
Outros itens, como sapatilhos e terminaís devem ser fornecidos
com certificados de material conforme EN 10201, relatório de Registro do número de identificação único ou marca do
teste, tipo 2.2.
- componente.
Aslinatura do vistoriador da DNV e do fabricante de
8.5 Certificados Para Conjuntos de lçamento e - quando o certihcado foi emitido segundo um acordo da
Componentes MSA com a DNV.
Os certificados exigidos em 8.2 para conjuntos de içamento e
O Apêndice K mostra um exemplo de como um certificado para
seus componèntes dèvem cont€r as informações especificadas na
componentes para conjtmtos de iç¿mento se Pafece.
norma relevante do produto, juntamente com que está o
especificado em 8.5. I ou'8,5.2,, conforme apropriado. 8.6 Marcação de Co¡juntos de fçSmqnto
Oi números dos certificados do conjunto
içamento de Os diversos componentes no conjuntô de içàmento devem ser
normalmente dgvem ser incluídos na página 2 do certificado do marcados conforme a.norma aplicável.
contêiùei niarítimò, e certificados anexados a este. No entanto, As manilhas devem ser indelevèlmente ma¡cadas com. uma
se o proprietárioou operador tiver um sistema para rastrear cada identificação única
contêiner e çonjunto de içamento, outros procedimentos podem
Nota:
ser usados.
Tal marcação deve sei aplicada usando estâm¡æ de baixa comp¡es5ão'
E.5.'1'Certifi cados de Eslingas cuja alnrra deve ser de no minimo 5 mn¡ e po3icioladzilongè de áreas de
Os certìñcadcis de eslingas'de corrente ou cabo de aço devem .riotçor de tração maiores, ou sej4 apficadas':na seção ieta do co¡po,
pelo mpnos inp-lUii seguütes informações: adjacente ao olhal
"s
,- Nomë do fabrióante;,marca,e localizaqão. -., f-i-m-d-a--N+'t-a'+
: Dâtàde érdssáo do certifièado (preferivelmente no formato As ser marcadas com uma etiqueta de
eslingas. devem
ISO..AAAA.MM,DD) identificação perrnarlentementer presa ao cqnjunto supe-rior da
Númeródo'cerfificado da eslinga eslinga- Uri.r exemplo é'mostrailo naliitira,S-l' A etiqueta deVe
- Referência ao certificado de aprovação de
'tipo de DNV
ser feita de metal, com a m4rcação:perm4n€nte em bâixo relevo
- quandg releYante. ou estampada A etiqueta'deve ser,8'larìps paç.9¡lirigas de
I ÈScricæ âà:"il¡nea: iiicluindo o rnimpro .de identificação corrente grau 8 è ¡edondas,para eslingas de cabg de aç9".1-O texto
' - üiiico- oùmarca íeferêncià, à marca' de identifi caçãô'única deve ser perinanentemrjnte e leþivelment€'marcado na etiqueta'
dè cada componente único'(se,n-ovos'componentes forem com caracteres não menqres que 4 mm de altura-
instalados aniè-s,ila ¡e-certif,cação' fazet referência ao
Qupndo duas esliúgas de duaÈ-psnias'.þÈþ selecionadgs Para
lnúmero de certifiôado anterior e a marca de identificação funcionarem como eslingas de 4'pgmas, arhbas devem ser
' f-i"â ¿lor novoS:componentes. ma¡cadas conioime a eslinga dê.4 piírnq¡.,
Tamanho ë compúmento nominal da eslinga-
-.- iimite de cârga dé trabãlho (WLL) e o ângulo projetado na A marcação na etiqueta de eslingó de -corrente e cabo de aço
deve incluir:
veftlcel pEa esliigas com vá¡ias per-nas..
quando aplicável: a marca CP.
Data da fabäcação e re-certificação da eslinga - referência a esta Norina para Certificação"
- Confirmàção dp que a eslinga descrita foi projetada - o número do certificado e, se aþlicável, o número de
- fabricada e testadâ conforme a Norma pan Cettificação 2- - identificação único da eslinga2)
7.1.
Assinatura do vistoriador da DNV e do fabricante de -
o número de pernas
- quando o certificado foi emitido segundo um acordo da -
o diâmetro da corrente ou cabo de aço uiilizado, incluindo a
perna superior, se houver.
MAS comaDNV.
WLL do conjunto de içamento.
Além disto: - ângulo máximo das pernas da eslinga na vertical
Perz eslingas de cabo de aço, o grau dos terminais e cabo, -
- junt4mente com informações sobre qual norma a eslinga -I
número de identificação de cada manilha
está seguindo. ) Esta marcação deve ser "DNV 2-7. I "
Para eslingas de corrente, a marca do grau, juntamente com A marcação pode ser combinâda com a marcação conforme
- informações sobre qual norma a eslinga está seguindo. Para EN 12079-1, então "DNV 2-7.lÆN 12079-1"
eslingas de corrente montadas por sold4 referência cruzada

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tlulrild ^^-^ . ^-at{;.
LilìLctol -t _ 2 7 _I
_^= 29
iJdrd LE¡
Ar.¡.i¡'f006
Iii :;n r/ùz Lturl ,r a.ÌÍiiia:r(l\ -{ruJ iill:iìllger di\L'rsos conJunlos 9. Erames. Testes e Reparos Periódicos
dc ic¡mcnto. poricrlt sÈr nccdssário incluir tautt-l o número do 9.I Geral
ceiliÛùado quânto o rìúmerLr ,ic identit-icação único, para se ter
As condições basicas para manter a vaiidade do certificado do
uma identificação única
contêiner estão em 2.5.
Para marcação de inspeção na eliqueta nas vistorias periódicas.
ver 9.4.2.
É responsabílidade do proprietario ou rep¡esentante apontado-
reter a certificação atual para cada contêineb providenciar a
Um exemplo de etiqueta de identifìcação para- eslinga de
inspeção periódic4 registrar reparos, modificações ou alterações
corrente é mostrado abaixo.
substanciais na identificação, etc., bem como manter registros
1 adequados para assegurar a rastreabilidade.
Nota:
Caso um contêiner não tenha sido usado e tenha excedido a data da sua.
inspeção periódic4 ele deve ser inspecionado antes de ser usado. O
mesmo se aplica a contêineres parâ æwiço ofshore que tenham ficado
em serviço em uma instalafo marítima depois da data de vencimento da
inspeção.
--f-i-m-d-a-N+-þâ-
Antes de realþar o exame ou tpste periódico, o inspetor deve
consultar o certificado inicial e, se possível, o último relatório de
inspeção.

9.2 Inspeção, Teste.e Reparo dos Contêineres


9,2.1 Cronograma de Exames.e Testes
Os contêineres devem ser periodicamente exaninados e
testados, confQrmê o cronog{ama listado na Tabela 9-1. O
vistoriâdor poderá solicitar outros testes e exames adicionais, e
até mesmo o.desnionte, se for considerado necessário.
Notâ:
As autoädadei nacicinais têm exigêircias maiS rigorosas para inspeç@s
periódicâs.
Figura 8.1 . .:' .,
Exemþlo de etiquetà de ideútilicação para eslinga de:coÛente -.
'
-¡iJ¡¡1-4-¿*N-o-..t-a- -

Frente dr efiqueta de identificação Quândq um teste de i(:apdnto*é necessfui-o,;o'teste não des@tiiô


e o'exàmé visual lcompleto deyêm:.sel ámbos re'iliza4ös' após' o
.

l) Marca CE e referência a esta Norma Pa¡a Cenifiìação . testedé,içarnento.' :, , ., ,t.)..-' .', !

2) 4 pernas de 13 mm, I linga principal de22 mm (exemplo)


3) Marca do fabricante
4) Ângulo da eslinga
5) Tamanho damanilha '. ' ''¿:xnhte,{IÃA|i. ';Sítfuo,
6) WLL nèitîi¡irto:',1 . (efi¡,:.:
.:ir¡rbiøj|: ñarQlrq.e.
'-¿iu¡i¡i.:ipi:=:,
iiå¡iìtQ)i',
',sú#¿Áíãò!:
Eni.ihtervalos
'nao:supengF,! vj
.a-tr2 meses . -
:Eih. iiritervalos
'qæ'íuPeii,¡rsi
-,á{8'iiik'irË::i: I
; ,i.l*';
j;:',--s..;J-ii¡.
,'r ::;;iì;r. :
:ii;l#,,:
..

ì{,':$lirì¡''.'
:t.i-¡:i . ',t, . r; "i.ìi, r;ij:t,

- l. ,':.

Figura E.2
Eñmplo de etiqueta de identificação para eslinga de corrente -
Costas da etiquetâ de identifieaÇão

1) Número do certificado (e número de identificação único, se


aplicável)
2) Coluna I: mârca do vistoriador, sufixo de inspeção e data
9.2.2 Inspeção Visual
da inspeção periódica (deve estar no formato AA-MM-DD)
3) Coluna 2: número de identificação da manilha 9.2.2.1 Geral
4) O nome do proprietário pode ser incluído opcionalmente. A inspeção visual deve ser feita-extêma e internamente no
contêiner, sem crlrgq para assçgurar que'ele esteja adequado
para uso.

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30 Norma para Certificação -27-t
Abril / 2006
IOdILJ rS PanCSqUt SUpOnenì J Jlìrqír- i:::)aaiiriiìì,'lii'lÌ (:iìi.iiitii:ì ir.-ì ji¡sr)cr':1ti. -ieste e Reparo dos Conjuntos de
da b15e. rlevem scr inspcci,'naju<. i)irril .(':l;cineic: i(ìnl lr.'lritento
equipamcntos lìxos, o vistoriador de ve dcicrminar -\È r) iìùùSSr) ùs
paftes que suportam o peso é adequado. 9.3.i Cronograma de E.xames e Testes
A.inspeção deve ser realizada em uma situação que otèreça Os coniuntos de içamento devem ser inspecionados em
iluminação suficiente e outras tãcilidades necessírias para inrervaìos não superiores a I ano, conforme o cronograma
permitir que ela seja feita com segurança e eficiênci¿r- A lisrado na Tabela 9-2. O vistoriador poderá solicitar outros testes
facilidade deve incluir meios adequados de içar e sustentar o e exames adicionais, e até mesmo o desmonte. se for
considerado necessário.
contêiner para fins de inspeção na sua parte de baixo.
Na conclusão satisfatória do exame. o vistoriador deve verificar
9.2.2.2 Marcação
se o conjunto de içamento está marcado conforme detalhado na
As marcações e placas devem ser verificadas para assegur¿r que Seção 8.6.
elas estejam atendendo as exigências desta Norma para
Quando o cronograma exigir um teste de carg4 qualquer exame
Certificação e outras nornas e regulamentos relevantes.
não destrutivo e inspeção visual deve ser realizada após o teste
9.2.2.3 Soldas de carga.
As soldas na estrutura primária devem ser inspecionadas Manilhas que não sejam presas ao conjunto podem ser
visualmente para assegurar que esteja livre de defeitos visíveis. inspecionadas independentemente da eslinga. de içamento. As
9-2.2-4 Olhais de Suspensão e Pontos de Amarração manilhas que forem presas ao conjunto devem ser inspecionadas
como parte da eslinga de içamento. Ver também 9.4.
Todos os olhais de suspensão e pontos de amarração devem ser
ifispecionados visualmelte quanto a distorções, danos mecânicos Tabela 9-2 Cronograma de Eiameò e Testbs de Conjuntos de
Icamento oara Contêineres.Marítimos
ou qualquer outro sinal de desgdste ou sobrecarga
Tioo de Insoecã
9.2.2.5 Est.rutura . lesle de
Tempo Erame Nãt Suful
A esfutura deve ser inspecionada visualmente quanto à ou
rçamento
coÍio
Desfrufivo
Inspeçãõ
(a -ser
corrosão, danos mecânicos oú deformações. danosas. Aplicnel a @ND) dos marcadti
intertalo descrito vinal
olhaß de na
em
9'.2.2.6 Travas de Portas 4.6-3.i
suspercão2) plaæ)
Portas, estruturas, yedaçõ.es, dobradiças, trancas, etc. devem ser Em
Conjmto
inspecionadas visualinèritë e a sua. funcionalidade deve ser intemlos
de
verificada pdra assegurar que estejam funcionando de maneira
não
içamènto
N/A NiA Sin v
superiores
satisfatória, qem q!¡ç sejariecessário usar força indevid¿ compléto
a 12 meses
Componentes
9.2.2.7 Piso da eslinga e
Taûto END qita¡to'tde
O piso deve ser. i.n5pecionado para' se verifiÒa¡ se ele não está 'Em . elosde
de cârga (testè confoime Sim.'
tleformado e,tenha sinais äe desgaste ou sobrecarga- Os meios interyalos 'Fæçao' nomaaplicável) I.
excluindó as
de drenagerr¡ Sê h'öuver,lclevem ser inspecionados, è os orificios não
superiores
devem estar livres de sujgirá Pernas d¿.
a 48 meses Tanto EI:ID gyLrTg rlgste
ëslinga de sid.: VìrI ou-'Î
9,2.2.8 Enèaixèi d9 Gadop-de Enpilttadeira mrmte l.:-g€c.ãga -

Os-. qúatro inspeciofados visualmente por Mmilhài. , N/A N/A sftr V¡-
' '
I

deritro. "ìruiìrr,dévend,.sei,
.,,, ,,'t..
APOS.
rcpafo ou
Lo¡Juûto
de, Sin., - Sim, T
, Noø¿eO.¡.otiøo¡'..i.: . . altemção içatriento/.
äJä*ä.¿çl#nän"Èén oo.þfieoie rião':são.pinraias por dehro; e podem mmnleto

Sufixo T

Sufixo VN e exame
'j-i:.:

Oa¡iifiødas:¿a estr4ry p,ribAia ãe urå.contêinçr, ele deve ser


' 1eice.$ñcãito,.,I;to,.l-o<te,.ürclq" -¡1q ,test" dþ resistênciá. A
-¡enp.-v-açfloO9..rçlùo.'d9;p?iiles¿anifi"ca¿aÈãevê.serfeit¿usaído

nelo meäirs eauivalent¡is .'


i-, ':. . : ¿ ao:orieinal.
'- Y
Oq.reparos dçvem ser anotadoi.iro'eeftificado e o relatório do
reparg déve sèianeÌado ao csrtifibadö.como Apêndice.
Caso qm contêiner seja reconstuído; reparado cqm materiais
. ,íliferentes ou perfis .com seções cri¡z¿¿as diferentes, ou
mòdificado significantemente de outra forma (iircluindo um
- aumento'de capacidade); ele deve ser re-aprovado, e novos testes
de protótipo conforme 4.6 podem ser requeridos, e um novo
'certificado emitido- O certificado antigo deve ser marcado com
"Cancelado" e anexado ao certificado novo.
9.2.5 Marcação da Placa de Inspeção
Na conclusão sati5fatória do exame e/ou teste, a placa de
inspeção, descrita em 7.3, deve'ser marcada com a data da
inspeção, a marca do vistoriador e o sufixo relevante, conforme
detalhado na Tabela 9-l

1.,

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hl^/.¡- ^--^ lçt
Potd -^--ifr^^-^1.
aa
r\ur¡rrd LtrtLdçd\ 2j.7 JI
'. l..ii / lnnÁ

l.Ì.i.ó l1¿niihas Os relatórios de inspeção devem ser anexados ao ceniticado do


\laniiha-s devem se r inspecionada.s isualme nt¿. contêiner ou inseridos no dossiê "Como Construido".
"
9.3.'7 A Marcação da Etiqueta do Conjunto de lçamento O relatório de inspéção deve conter, pelo menos- a seguinte
informação: i
Na finalização satisfatória do exame eiou teste. a etiqueta de
identificação da eslinga- descrita em 8.6. deve ser marcada na a) identificação do contêiner/conjunto de içamento (incluindo
ccluna I atras da etiqueta de identificação, com a data de número do proprieùário do contêiner).
inspeção. a marca do vistoriador e o sufixo relevante conforme b) nome do proprietírio, ou representante designado.
det¿lhado na T ab ela 9 -2. c) número do certificado.
d) data e número do certificado de exame anterior, nome da
Caso as manilhas sejam substituídas, a coluna 2 atnás da etiqueta pessoa que o emitiu e do empregador.
deve ser revisada ou a etiqueta substituída.
e) o massa bruta total em quilogramas aplicável ao teste de
9.4 Inspeção, Teste e Reparos em Contêineres- içamento em todos os pontos e o método do teste (quando
relevante)
Tanques
que são certificados
I detalhes do END realizado (quando relevante)
Contêineres-knques marítimos para g) declaração de que o contêiner/conjunto de içamento descrito
produtos perigosos, de acordo com o IMDG Code e*ão zujeitos foi completamente examinado e que os detalhes estão
a inspeções e testes periódicos a cada 5 ¿uros, e a inspeções e corretos.
testes periódicos intermediáL¡:ios a cada 2,5 anos. h) ;f.;d;;t4 quando apropriàdo, a qualquer relarório emirido
Tais inspeções e testes, que só podem ser feitos pela DÑV og ao pro¡rietário, fgito a partir do procçl:g de teste.li-{speção,
'que;'
outros órgãos certificadores autorizados, deve incluir o tanque, i) confirmação de + Placa de InspeçãoÆtiqueiø do
seus acessórios, a estrutura do contêiner e ,seu conjunto de. - gonjunto de.lçaqents foi ma¡éada."
içamento e as placas de dados e marcações. O-s itens que j) AaIa da inspeçflo (a dà&i do relalório ta¡nbém deve ser
normalmente devem ser inspêcionados estäo listados no mostráda casordeja diferente.dadata dç lnspççãô).
Formul¡írio DNV 49.05a: Relatório de Inspeção / Certificado de k) a ma¡ca da DNV e:ã,assi4atruà e marca de identificação
Renovação de Contêiner-Tanque / Tanque Portátil. única do vistoriador.

9.5 Relatórios de Inspeção


Quando, ¡a opiriião do vistoriador, um contêinere seu conjunto
de içamento estiverem adequados para o.serviço, um Relatório
tie I¡speçðo deÍe ser èmitido. Caso os contêineres e ôgnjuntoi
de,içamgnto sejam inspecionados separadamentç,,relatóriös'
separadoS de¡rem ser usados, e. se manilhas que não são presas
ao :conjuhtci foiem inspecionadas separadamente da esliingarde;
içamento, outro relatório pode ser usado para as manilhas. -,'

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32 Norma para Certifica ção - 2 7 -L
Abril / 2006
:.'. .,1 ,')-, .tcùcs csÍruturris soitiada: moldadi¡:l iiitr
Apêndice,\ .:c rrc¡s Ìsii-i.rii.rfais,ic grurulação iìna e não ligaiios.
iì.clui::ilrls Iriinie,rs Jc ittmecimcnto
l-ista de Referências
- EN I 0250-2 - \'loldes abenos forjados de aço para usos em
4.1 Normas parâ Contêineres engenharia cm seral - Parte 2: Aços especiais e de qualidade
não lieados.

-
Norma para Certificação DNV No. 2.7-2 - Contêineres de EN 10250-3 - \'foldes abertos forjados de aço para usos em
Serviço Ofßhore; - engenharia em geral - Parte 3: Aços especiais ligados
Regras DNV para certif,rcação de Contêineres de Carg4
- prEN 12079-l - contêineies marítimos e conjuntos de - EN ISO 7500-l - Materiais Metálicos- Verificação de
máquinas de teste estiítico uniaxial. Máquinas de Teste de
- içamento associados - Pa¡te l: contêiner marítimo - Projeto, tensão/compressão. Verificação e calibração do sistema
fabricação e marcação, medidor de força-
prEN 12079-2 .contêineres marítimos 'e conjuntos de ISO 209-l - Alumínio forjado e ligas de alumínio -
- içamento associados - Parte 2: Conjuntos de lçamento - - Composição química e formas dos produtos- Parte l:
Projeto, fabricação e marcação; Composição química
prEN lm79-3 contêineres marítimos e conjuntos de -
tSO 630. Aços estmturais - Chapas, ba¡ras laminadas,
- içamento associados - Parte 3: lnspeção, exame e teste - barras. seções e perfis.
periódicos; ISO tl61 - Contêineres de Carga Série I - Acessórios de
ISO 668 - Contêineres de Carga Série I- Classificação- - canto - Especificações:
- dimensões e índices:
I- -
ISO 3755 - Aços de carbono fundido para usos em

-
ISO 116l - Contêineres de Carga Série Acessórios de engenharia em geral.
canto -Especificações;
ISO 1496-l - Contêineres de Carga Série I - Especificações - ISO 10474 - Aço e produtos de aço - Documentos de
Inspeção.
- e teste - Parte l: Contêineres de carga geral para frrs gerais;
IS-O 1,496-3 - Contêineres de Carga Série I - Especificações .{.4 Normas para Soldagem e Soldadores
- 287-l - Teste de aprovação de sbldadores -
- - EN
e teste - Pa¡te 3: Contêineres-Tanques paralíquidos, gases e
Solda de
granel seco pressurizado; fusão - Parte 1: Aços;
ISO 14964 - Contêineres de Carga Série I - Especificações EN 101 l-l - Soldagem - Recomendações para soldagem de
- e teste - Parte 4:Contêineres não preszurizados para granel
- materiais met¿licos - Pirte l: Orientações gerais para solda
seco.
;"^i ti:::2 - Recomendações para soldagem de materiais
4.2 Regulamentps Internacionais - - metálicos - Parte 2: Orientações para aços ferríticos;
CSC - A Convenção . Intemacional Pa¡a Contêineres
- EN ISO 5817 - Soldagem. Juntas de äço soldàdas porfirsão,
- Seguros; níquel, titânio e suas ligas (excluída a Soldagem por feixe de

-
IADG Agde - O Código Ma¡ítim-o Intqrnapional para eléhons). Níveis de qualidade para imperfeições'
EN ISO 9606-l - Teste de aprovação de soldadoies - Solda
Produtos Perigosos;
MSCiCirc.860 - Direhizes pqra aprovlção de contêineres
- de Fusão - Parte l: Aços
- marítimos manusçados, dm ma! gberto; EN ISO 9606-2 - Teste de aprovação de solcladores: Solda
Diretiva ATEXI94/9ÆC - Equipamentg.dçstinado ao uso em
- - Pa¡te 2: Alumínio e ligas de alumínio
de Fusão
- Atmosferas Potencialmente Exþ[osiúas; EN ISO 15614.1 - Especifiôação e qinlificaçãg ,de
- Código,de prática segirra de,transporté dç cargas e pessoas
- procedimentos de soldaçm para materiais metáficos - Tgste '
- em embafc4ções de sqlmrSltg ofshar.é,(OSV Cgde)- de procedimentos de sgldagem - P'erte l: Soldaãeæ de aþs
com arcó e a g:ás, e soldagem d9 níquet e ligas de niquel com
4.3 Normas para MateriaÞ .:- arco
EN 10002"1,- Materiai¡ Metálic<iS -Teste de Traçãg - Parte
EN 30042 - Juntas, de alumínio ç suas ligits soldáveis
. : l: Método de Tesæ (em temperaturaram- Þiente) ' - soldadas, por fusão com arco. Orientaþo pâra níúeisl dti
EN -, :Produto$ Laminadosla Queqte de aços
{0025, qualidade para iùperfeições
eshuturais gão ligados .-, Condições Téqicas de .ANSVAWS Dl.l - Código {e Soldêgem Estrqtural : Aço *
j Fomeõiinentoì
j ' :-, ir.-",r.\t-- r':,:t' , : ' - Código ASME para Caldãiras e ReiãrvatóriOs:Èressuriø¿tis
EN t0ilti.t"-ì !¡odriìog 4m.þiãris S"Quente em aços - SeçãolX-Qualificæõesþara'Sol@gémeB¡aggem . f:l
estruilirais'sòldáveis de gr'amrlação fina.- Parte.l : Condições
-:'; ' -
' Geraisd.eFomecimçnto- 4.5 NorÍhas para Inspeçlo e ENP .'
EN l0ll3-2 :
.

-
Produtos: Laminadps,.a.Quentp èm 4ços EN 473
- END; - '''
Princípios gerais e certificação dq pessoal p,qra
ësruturais so,ld-áveis de granul¡rç{o.fþ I Partg 2:..Condiçoes : I.

de .Fomecimenio pam açpg nörmalizqdod|ços laminados EN 970 - Exame rião desfr.uÍivo de sqidai poi,ûr-São'1"Ex!rûe
- visual;
r

nonnalizados ' , , ' ,'"'


.- EN 101Ï3J -:?¡gdutop
.

Lamþadps a Queite em aços EN 571-l - Teste-ùão destutivo. Teste de Penei¡ação.


èsruturais soldáveis de gr-¿nulação fina'Partè 3i Condições
- Princípios gerais;
de Foáe¿iménio par¿i.irói-t¡'¡i;ados ternio-mecânicos EN 1289 - Exame não destrutivo'de soldas. Teste tle
EN !0045-l - Materiais Metálicos - Teste de Impacto
- penefiação de soldas. Níveis.de aceitação;
-. Charpy-Pa¡te l: Método de Teste EN 1290 - Exame não dêstrutivo de soldas. Exame 'de
EII10088 - Aços Inoxidávèis -''Parte. 1: List¿ de Aços
- soldas por partículas magr,réticas;
- EN 1291 - Teste não destrutivo de soldas. Teste de soldas
._ EN
Inoxidáveis
-
- Produtos de Aço com propriedades de
10164 por partículas magnéticas. Níveis de aceitação
deformação melhoradas perppndiculares à superficie do
produto - Condições Técnicas de Fomecimento
- EN 1435 - Exame não destrutivo de soldas. Exame
radiográfi co de juntas soldadas;
EN 10204 - Materiais Metálicos - Tipos de documentos de EN l7l2 - Exame não destrutivo de soldas. Exame por
- inspeção.
- ultrassom de juntas sol{adas. Níveis de aceitação;
EN 10210-l Seções estruturais vazadas e acabadas a
- EN I7l4 - Exame não destrutivo de soldas. Exame por
- quente de aços estruturais de granulação fina e não ligados.
- ultrassom de juntas soldadas;
Requisitos Técnicos de Fomecimentô
-
EN 12517 - Exame não destrutivo de soldas. Exame
radiográfico de- juntas soldadas. Níveis de aceitação.

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33
Norma para Certificação -27-1
Abril / 2006

,4..6 Normas para Conjurttos de icamento -:::i;eci;Ìcirçãtt i--cderal dos Estados Unidos RR-C-271 -
\{¡¡iilirri-s. i-ipo l\i. Cla-sse 6
EN l34l t - Terminações para cabos de aço - Segurança -
- parte 3: Terminais e segurarìça do terminal ,4'.7 Ðiversos
EN 13414-1 - Eslingas de cabo de aço - Segura¡ça - parte ISO 9001 - Sistemas de Gestão de Qualidade - Requisitos
- - lSOilEC 11020
l: Eslinga de cabo de aço
- ripos de órgãos que- Critérios Gerais para operação de diversos
EN 13414-2 - Eslingas de cabo de aço - Segurança - parte realizam inspeção
- 2: Critérios dè segurança e procedimentos de inspeção Classifica$o de Embarcações
- Regras da DNV para
EN 13889 - Mairilhas de aço forjado para içamentos em BS 8118 parte 1 - Uso estrutu¡al do alumínio - Código de
- geral - manilhas em "D" e manilhas curvas - Grau 6 - - Prática para projeto
Segurança ISO 8501-l - Preparação de substratos de aço antes da
EN 1677-l - Componentes para eslingas - Segurança - Parte - aplicação de tintas e produtos relacionados - Avaliação
forjado - Grau 8
1: Componentes de aço Visual da limpeza de superficies - Parte l: Graus de
EN 1677- 4 Componentes para eslingas - Segurança - Parte Femrgem e graus de preparação de substratos de aço não-
- 4: Elos, Grau 8 pintado e de substratos de aço após remoção de camadas
EN 8184 - Corrente de elo curto para içamentos - anteriores de pintura
- Segurança - Parte 4: Eslingas de corrente - Grau 8 ISO 898 - Propriedades mecânicas de amarrações-
ISO 2415 Manilhas forjadas para içamentos em geral - -
- manilhas e manilhas curvas

'i,';ttl:','i: ','.
-.r,,.,
,

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aÁ i\r/
.
rc lJd¡¿
. - --t{i
-- Lçr ^^ -= ) _ 2 7 _1,
t|rLdudL

Abrit 12006

Apêndice B
Eremplo de Contêiner Marítimo

CONJUNTO DE ¡çAMEr-lTO

GRADE DA EXTREMIDADE
GRADE I.ATERAL SUPERIOR SUPERIOR

CHAPA DO TETO OLHAL DE SUSPENSAO


(ESTRUTURA SECUNDÁRn) I AcESSÓRIO DE
CANTO rSO

COLUNA DE
CANTO

DOBRADTçA

PORTA

TRAVAS DA
PORTA

GRADE LATERAI-
INFERIOR ,

ENCAIXES PARA GARFO

Figura B-l
Contêinèr pari carla em ger4l

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Norma para Certifica ção - 2 7 -1 35
Abril / 2006
j:Dçfriìiì:ì iirel Lluc ser instaiado. cargas pontuais podem ser
Apêndice C Lrsarir.is :io-s rnotielos dc vigas. 1Em modelos MEF, podem ser
lnstruções e Exemplos cíe Cáiculo de usacias cargas que descrevam á¡eas de ocupação). Caso
Resistência conrrário- a carga deve ser distribuída uniformemente nas vigas.
Para carregar o contêiner da forma mais realisticamente
C.1 Cálculo da Estrutura possível. o conjunto de içamento também deve ser iniluído no
Considerando que estruturas secundá¡ias (paredes. teto) não modelo. Devem ser usados elementos que não transñram
devem ser incluídas nos cálculos de resistência um modo momentos de flexão. (Terminações com dobradiças ou vígas
preferível para verificar a resistência total do contêiner é fazer com momento de inércia próximo azero).
um modelo de viga tridimensional. Caso a modelagem MEF seja
As condições limítrofes aplicadas ao modelo são importantes
usado, apenas elementos da estrutura primária devem ser para atingir bons resultados. Elas devem ser consideradas para
incluídos.
cada contêiner e cada caso de carga individualmente. Mas como
Antes de gerar o modelo devem-se levar em conta qiÌais regra para Casos de Carga de 4 pontos e de 2 pontos, o
-eeral,
elementos esfufurais incluir. Essa deve ser basicamente a contêiner só deve ser fixado no ponto de içamento. Devem ser
estrutuia prim:íria da unidade, como definido em 1.4.5. aplicadas cargas. quando necess¡á¡io. Para alguns progfiImas
elementos, para tornar as equações de matriz solucionáveis,
Considerações especiais devem ser feitas, por exemplo. se. há
podem ser usadas condições limítrofes apoiadas em molas pâra
vigas removíveis, portas, grades superiores, etc. ou se estão
parafusados ou não-contínuos.'Um bom procedimento é caicular transformação nas direções x e y nos cantos inferiores. Veja a
a resistência sèm levar em consideração as partes removíveis. Figura C-1. Pa¡a contêineies carregados simetricamente, isto
Uma avaliação de ci¡mo as deflexões da estrutura remanescente
influencia¡á os resultados num grau muito pequeno. Para
contêineres com carg¿ìs assimétricas, o centro de gravidade deve
influenciarão a esFutura removívél / mecanismos de travamento
estar alinhado com o ponto de içarnento.
{eve então se¡ feita Caso a estrutura removível seja incluída no
cálèulo de resïstên,ci4 uma análise cuidadosa da capacidade de Sempre lembrar de checa¡ se a força de rçação nos pontos de
transferência de forças e 'läomentos deve ser feita antes do içamento confere com a carga total. Exemplo:
cálculo/modelagern
Tabela C-l - Condições de limite para içamento de 4 pontos
D,epeqdendo da geometri4 detalhes especiais podem também
precisar de verificação atravé; da utiliTação de modelos locais x-trans- y-îans; z-ïana. x-ro|: y-roI. Z-rOt.

ou ciílculos 'manuais . baseados . nas informações resultantes Ponto de fixo ñxo 6xo tivre livre Iiwe
geradas a partir do arquivo de resultado, por exemplo, MÈF ou içmento
c¡íLlculos detalhados.
Cantos þlON/m k=l0N/m
l¡vre üí're livre livre
O modçlô deve'ser_çarrggbdo o mais realisticamente quanto inferiores m m
possível. Quando um equiþamgnto,com uma iárea' de ocupação

Figûrq,C:l r
-
fcemento e¡ú
. .4 Pontos
'- l
'.. :

C.2 Cálculo dg Forçe de Cisglhamento nos Enèaixes de Por isso, é importante qqe seja deixada área de. cisalhamento
vertlcal suficientê na grade lateral na direção dos encaixes dos
Garfos de.Empilhldei¡a:n. Giade Lale-ral Inferior
garfos de empilhadeira, Quando não houver ;área de
A força de cisalliamento.pode induzir a fratura na longarina cisalhamento suficiente acima dos encaixes dos garfos de
lateral-porlcausa da fedujão da,rirg4 de cisalhamento na grade empilhadeira deve ser adicionada á¡ea de cisalhamento vertical
latçraL por caùsa do encaixe do garfo de empilhadeira- Quando extq por exemplo, como mostrado na figura C-2.
içado pelos olhai-s,de'susþensão, a ¡á¡ea de cisalhamento vertical
na tra¡¡ia acima e abaixo do'encaixe do garfo de empilhadeira NB! A iírea nos flahges inferiores e superiores não deve ser
deve ser suficiente pam absbrver a força de cisalhamento. Mas é incluída como aréa de cisalhamento no calculo do esforço de
gerálmente mais crítico para o projeto quando o contêiner é cisalhamento.
içado pelos encaixes de garfos de empilhadeira. Então, somente
a fuea vertical la grade lateral,r acima dos garfos de
empilhadeir4 sorá eficiente.

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36 Norma para Certiíicacão - 27-I
,r¡i'ìl i 2006

Area de cisalhar¡ento
pera kFmento com
encaixes de garfo
de empílhdeira
fuea de cisalhamenb
para içamento com
oltnis de $Jsoensão

a) Içamento pelos olhais de suspensão b) Içamento pelos encaixes de garfos de empilhadeira

FigureC-2
Área de ciselhamento nos encåixes de garfos de empilbadeira Para alguns contêineres pode ser considerado necessá¡io
verificar a resistência (ex: para grandes painéis não-rígidos).
Exemplo C-l: Içamento pelos olhais de suspensão Dependendo da geometria e apoio, fórmulas aplicáveis a placas
planas seriam aceitáveis.
t: F
Para contêineres com paredes cornrgadas, um reforço com
Acßalhmento
- módulo Z de seção equivalente, como a comr-eação com
Onde: espaçamento s, pode ser feito para fins de cálculo. (Veja a
Figura C-3)
F : Força de cisalhamento na grade lateral do garfo de
empilhadeira (garga a ser baseada no \y aplicável)
Aisalhmmto
: Área vertical òima e abaixo de cada encaixe
de garfo de empilhadeira
\y : fator de carga para içamento em,{ pontos :2,5

C.3 Cálculo das Placas da'Parede e da Porta Figura C-3


Painel Corrugado
Çònforme mencionado n o 4,4,7 as paredes e portas devem ser
capq¡es- de suportar uma cargà' intemä-de F*,': .Q.S*P*g
z=h.t( h +slcm'
distribuída uniformemente por toda a supefioiè, sçm sofrer
defornàagão permanente. 7 L3*." " )
Onde 'h', 't' e'sl estão em cm

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Norma para Certificacão -21-7 3l
Abr-Ìi / lCCS

apêneiiee i)
Frojero do ûlhal de Suspensão Nota:
O Limite de Carga de Trabalho nominal de manilhas do mesmo tamanho
Além dos requisitos basicos em 4.4. l. o projetista de contêineres
pode variar devido ao uso de materiais com diferentes resistências. A EN
marítìmos deve leva¡ em conta o seguinte:
13899 é para manilhas de Grau 6, mæ também é possível projetar
D.l Posição do Olhal de Suspensão manilhas de acordo com. por exemplo, a EN I 6774 (para componentes
de içamento fo{ados de grau 8) combinados com os tamanhos padrão
Os olhais de suspensão devem ser posicionados no contêinei
listados acima-
para prevenir. tanto quanto possível, o risco das eslingas de
fìca¡em batendo no contêiner ou sua carga durante o uso normal- -F-i-m-da-N-ot-a-
Olhais de suspensão devem ser projetados de modo a permitir o Como manilhÍIs com pino roscado não são permitidas (ver
movimento livre da maniiha e terminação da eslinga de sem 8.3.2.3), os olhais de suspensão devem estar localizados de
fìca¡ batendo no olhal de suspensão. Eles deven¡ tanto quanto modo que haja espaço suficiente para encaixar manilhas com
possível. ser projetados para evitar da¡ros caudados por outros pino, porca de segurança e contra-pino.
contêineres-
Olhais de suspensão que são dispostos verticalmente e alinhados D.3 Resistência do Olhal de Suspensão
em direção ao ponto central podem normalmente acomoda¡ De acordo com 4.4.1, as tensões márimas concentradas no
variações nos ângulos das eslingas, ou sej4 um conjunto de orificio (efeitos de geometria e tensões de contato) devem estar
içamento com pemas a 45o da vertical pode ser substituído por 2 vezes abaixo do limite mínimo de deformação especificado,
um conjunto de içamento mais longo, forma¡rdo um .ângulo isto é, 2 x \ na carga de projeto. O método abaixo pode ser
menor na vertical sem qualqtier efeito prejudicial aos olhais de usado para determinar o tamanho mínimo do olhal de suspensão
que satisfaça esta exigência:
suspensão ou ao contêiner.'Caso os olhais de suspaisão gstejaÍl
posicionados em ângulo na vertical, eles não podem acomodar as bordas não devem exceder 2 x R* na carga de projeto.
qualquer variação no ângulo da esling4 e as pemas devem
Métodos mais.refinados poderq certamente, ser utilizados, caso
sempre ter o comprimento exato.
um projeto de olhal de suspensão otimizado seja necessário. Em
Contêineres que são projetados para ter o centro de gravidade tais c¿rsos, os cálculos devem ser submetidos juntamente com a
compensado em relação ao cento geoméfico podem ser documentação de aprovação. .

dotados de conjuntos de içamento de comprimento assiniétrico,


Os dois critérios a seguir devem ser atendidos:
de modo que o contêiner fique na horizontal quando içado. Caso
o conjunto de içamento seja assimétrico, os olhais de suspensão
dedem estar alinhados em direção ao centro do içamento.

D.2 Projeto
Olhais de suspensão que são parcialmente encaixados erñ partes
de elementos estruturais geralmente são considerados
preferíveis, mas ouúos projetos podem ser avaliadog,.para
aprovação.
O projeto do olhal de suspensão deve levar em conta o tamanho
e forma das manilhas que vão. ser' utilizad¡is.'Uma vez-quq o-
olhal de suspensão tènha sido p¡ojét4do, âpenas trm'tame¡ho 9e
manilha servira para ele.
Considerando que manilhas vêm em tama¡hos padronizados, o
projetista deve determinar o tamanho das ma¡ülhas a ser usado
antes de projetar os olhais de suspensãö. Ele deve levar em cönta
a espessura:do pi4o da manilh4 a largura intema e compiimgntq
dd manilha,çb'iispâço livre necessá¡iÒ :þaãcncaixar rimaq!-lhlc ; ;,. 'H"
ß!li:=,
-
Maniltlas em "Di ou em nrco (Omggq) sao nonnalm.Slte
projetadas de alo¡do com yn do.s padrões comuns, us{dos. DH'=
inteniacionalmenie (EN 13889, Especificação ,,F,9deral- {os - t=
Estados Uäi4os Rn-C-ZZt ou ISO'2415); Ennèuntp,'álg¡r¡rs'
fabriò¿intes de manilhas' uSàrir seus piópriirs'padiões,. com
projetos e tamanhós diferentes de m4gilhas. Tainanhos-paalrao
de manilhas, de adordo com o EN 13889; sãb dados ña tabela a
segU[. : --
I trb€lâ lr-l - lanilhas Pedrão
L¡mite de Carga Comprimqrto
Diâmeffo Largura Conprinento
de Tmbalho inlemo de Caso as chapzis laterais presas com cordão de sôlda sojamwadas
do Pinor
@LL) nmilhas "D" amas (nn) para obter a espessura do olhal de suspensão exi$da etil 3.4.1
(nn) pino (nn)
Itoneladdsl lññl
t?5 À1 57
(folga enfe o olhal de suspensão e o interior da manilha) elas
27
não devem ser levadas em cohta na. equação L O critério de
19
4.75 22 3l 52 65
ó.5 25 36 65 76 tensão de contato pode ser calculado usando a espessura totâl do
8.5 28 74 .88 olhal de suspensão e as chapas laterais
05 32 46.5 83 t0l
12 J) ll,5 87 108
lJ-) 38 104 t26
T7 42 60 I15 139
'74 I39 168
25 50
* De acordo com 8.3.2.3 os pínos da mmilha devem ter uma tolerância de -
0/+3 % no diâmeüo.

l¡,
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1^-.::t---=
^^-^d Lcr
r\urrtd Pdl il¡rLd!dL . _:7_'r.
38
Abr-ii I1006

Apêndice E ¡ Master link (elc suoerior¡


Cálculos dos Conjuntos de [çamento
Pa¡a auxilia¡ aos que necessitam de seleciona¡ conjuntos de
içamento de acordo com a Seção 8 desta Norma para + Linga Principal
Certificação, este Apêndice incluí diversos exemplos de cálculo
e seleção de diversos tipos de conjuntos de içamento para
contêineres marítimos. Ele.também inclui tabelas com WLLs
para eslingas de correntes e ðabos de aço em diversos ângulos de + Conjunto de 4 elos
(Master Link + elos
pemas, baseado em correntes e cabos de aço padrão.
intermedÍários)

E.1 Exemplos de Cálculos


Exemplo l:
Selecionando um conjunto de içamento padrão: Eslinga de Perna da Eslinga
corrente (45') com linga principal.

Escolha de uma eslinga de corrente e manilhas para um


contêiner com Massa Bruta Maxim4 R : 12 toneladas, com
eslinga de quatro pernas, ângulos de pemas 45o.

Dimensões da corrente:
DaTabela8-1, vejaWLL.¡' =16,95 toneladas;
- Da Tabela E-1, coluna para eslingas de quatro pernas'com
Figura E -1
Eslinga de Corrente de Quatro Pernas - Eslinga de lçamento com
- 45o, selecionar um valor de WLL de pelo menos 16,95 Linga Principal
toneladas; Dimensões do master link:
Veja a dimensão da corrente das pemas na coluna,da
:
- Na Tabela 8-1, ver WLL,¡' 12,50 toneladas
esquerd4 16 mm;
Da Tabela E-1, coluna para perna simples,.selecioné um
- Selecionar trm master link com um WLL de pelo menos
- valor de-WLL de pelo menos 16,95 toneladas;
- 12,50 toneladas, de. uma norma (ex: EN 1677-4) ou de um
Vej4 a dimensão da corrente para a linga principal. na Certificado de Aprovação de Tipo da DNV.
coluna da èsquerd4 25 mm. Dimensões da linga principal:

Dimensão damanilha: Na Tabela 8-1, ver WLL.¡' :


12,50 toneladas;
.
- Da Tabela E-1, coluna para perna simples, .seleciona¡ um
- Da Tebela 8-1, veja WLL,¡' = 16,95 toneladas; - valor de WLL de pelo menos 12,50 toneladas;
-
-
Da Tabela 8-2, veja 'WLL, : Ver dimensões de c'orrente para a linga principal na coluna
. WLLò= ) 16.95 . :7.99'toheladâs daesquerdà,20 mm
.

3 ' cos ¿SS Dim..ensQeq do conjunto de 4 elos:


Tabela 8-1, ver WLL,¡' : 12,54 tonelaclas;
gelegio-ne uma nìanilha,.,c9m WLD.de pçlg menps.T¡9.9
- 'toneladas de.'urÍra nonna (ex: EN' 13E89)' our!e.-.qm - 'Da
Selecionar um conjunto de 4 e[os coni WLL de:pelô menos
' , Ceø-n9ado,dè.Áprov¿içãp dç:Tìrpo ¿a DNV (que..pòd9r'Sø - - 12;50 toneladas, de uma norma (ex: EN 16774) ou de um
no
énôonfiado da
seguþte endefeço intemet ' Certificado de Aprovação de Tipo da DNV.
, h.ttp://exchange.Onv.comftari4. '- a

'E5!ingç,dg çsçs¡16 padrãô são normalmente montadà!-com '


. Nbta d.e orientação:
Orieqiáçãò: OS,eios intermediários podem ser calculados separadamente,
sold4 e'os iamanhos dos cqnjunJos dç mastei links e 4 elos (i.e,
- ' u5ardo da.fórmula. seguinte:
elo e inqgrmgdiárilÐ para ç¡li¡gas de gòrré¡te pa*ão
"rincipa! '. ij r' úLL¿¡o¡*;** 'wtl-* ..
sãô selecionailosþèi<i.falricantede
.i..i-..... eslingàdøcorreité,', -r_ 2.òosc,
;
E¡gEþlo2_. ",
..'. t, I ' ' . :. -- .:. :,
- .: '
. I
Oir.i"' wLL; é retiødo,da Tabela 8-i, e ø é o ângulo da.dos
-
Montando um.conjuntô de iþ¡iIenlo não-'padÉão: Eslinia de elQsinte-rmediário¡;na Vertii,al.
co¡¡énte coÏ, ôgqr¡to {¡ n.foa dè3.0o¡ com lþga pringipal,: .,, ,.
., . .:F,i-ril-da:-n-o-t:a-de-:O-r-iæ-n-t.af-ã-G-
Vöni¿u uma eslinga de conr Je- urir.co¡têiner.com Masé4 . ' '.

Bruta M8im4 R: 7,5 toneladas, com uma eslinga dgQ-uatio ¡DimêlisQes dâ.perna da esliiga:
^ j'": Perna .
:
"
pçrnqs,:flfigulo q9 sa3Oodavertical. --: Na,Tabela 8¡!, vei WT-L,¡': 12,50 toneladas;
':-
1. :. , .
Ða Tabela E-1, ioluna p4ra eslingas de quarto pemas com
Dados requerido3:
30", selecionar um valor de WLL de pelo menos 12,50
MasSaBrutaMáximo: R:7.500kg toneladas;
Angulo da perna da eslinga: : 30" Ver dimensões de corrente para a linga principal na coluna
Configuração:
t F
Quatro pernas com linsa - da esquerd4 13 mm.
principal
Dimensão da Manilha:
Tipo da eslinga: Eslinea de corrente
Tabela 8-1, ver WLL,¡¡. : 12,50 toneladas;
-'Na
Na Tabela 8-2, ver WLLs
- WLLs: WLL.I.- = 12.50 = 4'81 'toneladas
3.cosp 3.cos30o

Ir,
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39
Norma para Certificacão -27-1
ebril / 2006
!..rIda
ie Ì)ci(ì iììcllrlj i-S I
S¿lecione uin¿ Ila.rtiiil¿ conl i'Ìnì \'r'Ì-l-
- toneladas. tie uma norma (e x: l::-\ illl89) otr 'i¡ illl
af = Ijorç¿ de rupntra mínima do cabo em kN
K¡ = iàror que pemite a eficiência da teminaçâo, pam teminaçôes pre$s
Ceniticado de Aprovação .te'fipo da DNV. com virola Kr:0,9, Pæ teminações corn alçs Kr = 0,8
tr = I pm esli¡gas de pena simples e linga princÍpal
Exemplo 3: : 2 pm eslingæ de 2 Pemas
:3 pæ eslingæ de 3 e 4 pemæ
Montando um conjunto de içamento não-padrão: Eslinga de ß = ângulo da pema da eslinga m vertical
cabo de âço com 37,5" de ângulo na perna, com linga : aælemção da gravidade
principal.
- F-i-m-da-n+ça--de-O-r-iå-n-t-a-ç-ã-o--
Monta¡ uma eslinga de cabo de aço para um contêiner com Dimensões do conjunto dè 4 elos:
Massa Bruta Miá.xima R : 17 toneladas- com uma eslinga de Na Tabela 8-1, ver WLL.¡. :20,86 toneladas
quatro pemas, angulo das pemas a 37.5" da vertical. - Selecionar um conjunto de quatro elos com WLL de pelo
- menos 20,86 toneladas, de uma -norma (ex: EN 16774) ou
Dados necessários:
de um Certificado {e Aprovação de Tipo da DNV.
Massa Bruta Máxima: R = 17.000 kg
Â"gulo da pema da eslinga: g:37,5" Orientação: Os elos intermediáriod podem ser calculâdos

Configruação: Quatro pemas com linga separadamente usandoá seguinte foniula:


pnnclpal
. WLL"¡.¡¡*
Tipo de cabo de aço: Cabo de aço com alma de hbra-
gralu 1770
Em que o WLL"¡, é tþdo da Tabela 8-1, e ø é o ângulo dos elos
intermediários na vertical..
<- Master Link (Elo superior)
Dimensões Ca perna da eslinga . . .: .
-- loneldas;
.

Na Tabela 8-i, ver WLt6":20,8^6 i


¡- Calcula¡,o IYLL ûecessário para cdda perna u-segdg a
Linga Principal
- fórmuta dadà em 8.3;i.2: . 1
<- Conjunto de 4 Elos
WLL necesdário = 2Ó.86 : 8.76: tònçladas
(Master link + elos 3.cos 37,5o.
¡ntermediários)
Selecionar um ç4bo de',aço com :WiLI- de pêlg'menos' 8,76
- toneladas (Caso cabos ds aço,nflg pad¡onizados tenham:que
ser úsados;' ver a'ffñíula Conforme daila Èa¡¿'a, linga
Pema da Eslinga
" "".' :- ,-, ' .' ' .' ',', . .'1ì¡i:.I-¡;.
principâl) . ._ _i,.1,-

Dirlenslesda$Fl --t--.'. :. i, .: :,,;:...',, -':,ri.-,,


^^
Na Tabela 8:1, ver WLL.i, = 20,86 ton-eladas
- Na Tabela 8-3, v-er WI-Ls
-

.i'r.i:

'. :,.-,. ....:t- . :,-'.;,t.,: ' r':'::: l1:''.,:.^1..: -r. . r ,..


;, ::'. .'i:,'î.'^:rìi;.!',
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40 Norma oâra Certific¿ç;c -. . -.

Abr,i i:if-li;

E.2 Dimensões para Eslinga de Corrente


Baseado na EN 8i8-.1

Tabela E-l Limites de Carsa de Trabalho oara eslinsa de 1. 2 e 4 oernas de corrente em diferentes ângulos
Limites de Trabalho em tonelados
Tananho
Eslinga de pema sirnples e
Nominal Eslingas de quatro pernas a Eslingas de duas pernas c
Iinga principal
da eslinga
(mm) 45" 40" 35' 30' 25" 45" 40' J¡- 30" 25"
l0'/ 3,15 16,11 724 11 82 8,6 [4,s1 t4,81
f<
lJ)-l
tl tsSl Is,71
13 sJ0 tr2 1'r', t3.0 13.8 14,4 E.1 8.7 92 9.6
16 8,00 t7,0 18.4 19.7 20.8 2l.E 113 J l3.t t3.9 1{.5
TE 10.0 2r2 23,0 24,6 26,0 71 ) t4.t 15J t6.4 t7J 18.i
19 tl2 23.8 25.7 27,5 29,1 305 15,8 a l8J 19,4 20J
20 12.5 26.5 28.7 30,7 32.5 34.0 17,7 19.2 20.5 21,7 ?2.7
)) 15.0 31.8 34.5 36.9 39.0 40,8 21,2 23.0 24,6 26.0 )1 ''
23 r6,0 33,9 36.8 39J 41.6 43.s 22.6 24.5 262 )'7 1 29.0
25 20.0 42,4 46,0 49,1 52-n 54.4 283 30.6 32.8 34.6 JOJ
26 2L2 4s.0 48,7 52,1 55,1 57,6 30,0 325 34.7 JOt / 38,4
28 25.0 53.0 f,/5 6t.4 65,0 68.0 35,4 38J 41,0 43J 45J
32 3t5 66.E 72.4 77.4 81.E 85.6 44.5 483 51.6 54.6 57.1
36 40,0 84.9 91. 983 103J 1083 56.6 613 o55 69J 1'' <
40 50.0 106,1 1t4S L22S 70J
129 l35J
76.6 E1.9 86.6 90.6
l) Eslineas com valores de WLL abaixo de 7,0 não podem ser usadas em contêineres marítimos, ref. Iabela 8- Seção 8.

E.3 Dimensões pâra Eslinga de Cabo de Aço


Baseado naEN 13414-l

Tabefa E-2 Limites de Carga de Trabalho parâ eslinga de 1,2 e.4 pernas de cabo de aço em diferentes ângulos
Limites de Carsa de Trabalho em toneladas
Tamanho
Eslinga de peina simples e
Nominal Eslingas de quatro pemas. a Eslingas de duas penøs a
linga principal
da eslinga
(mm) 45: 40" 35' 30: 25" 45" 40' 35" 30' 25"
IE 310 1',' 7,8 8t 8r8 e2 f4,81 ts2l [5,61 [5,91 16.21

20') 4,î5 ea 10,0 t0:7 lr,3 ll,E Í621 [6,71 7rl l.) 7,9
",' 5-2|l 11.0 t2-o t2-t 13.5 t4.r 7.4 E.0 E5 9.0 9.4
24 6JO 13.4 t4-5 l5--5' 16.4 -17.1 89 9.7 103 10.9 ll.4
26 720 f53 . | 6-5, t7J 18.7 19.6 t02 I1.0 1l.E 12.5 l3.l
2E 8.40 l7.E lvJ Zal-Ír' 21.8 22ß n.9 -t2s t3.E 145 15.2
32 1r.0 233 253 27,0 ax-6 29.9 ls.6 16.9 18.0 19.t 19.9
36 t¿-fl '29-7 322 t4A 36;4 38,1 19,8 21,4 ,'r', a 24', 25,4
40 l7-o ,36.1 39.1 4lr8 44.2 46.'. 24,0 26,0 27,9 29,4 30.E
u 2t-tl 44.5 - 483 51.6 54¡6
-65.0
. 57.1 29:7 322 34.4 36.4 3E.r
4A 25.0 53.0 .575 h¡-4 68.0 35:4 38J 41.0 433 45J
s2 29.0 6lJ bó.ó 7t3 , 753 7E.E 41.0 44.4 47.5 50¿ 52.6
56 33.5 7l:l: .77,0 . x2--t ,,ð7.0 91.1 47.4 513 54J 58.0 60.7
60 39.O ' ..t2j 8!h6, :; . 95.8. .AUIJ IUÓ.U .' ss¿ .59.ü .ó3.9 67.5 : 70,7
l) Cabos com valores de WLL abaixo de 7.0 não Dodemlser usadosrrú contêioéres rim¡ítimos, r€f.Tabela 8.1. Secão 8.

t,
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4I
r',lorma para CertificaÇão -27't
Abrii / 2006

Ð.J llimensões para Eslinga de Cabo de Aço


ila-seado no EN 13414-l

raes|ingade|,2e4pernasdecabodeaçoemdiferentesângulos
Cabo com alma de aço, grau 1770

Eslinga de pema simples e Eslingas de quatro Penøs a Eslingas dz duas pernas a

,¡ | .'.

, .-- -:-: \ I -1

': - | -' l^ '

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t\ut tIo ^^-^.^.1,t|-^-.)
pdr d Lgr L¡rrlÕLol | :
42 -
r\brii '' 100i,-

Apêndice F
Exemplo de Teste de Queda

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i\u¡ |ild -pdr^ -^d .Lgt^-+iti-^
tilrududl-z.l _ 2 7 _L 43
Abril,/ 26¡6

Apêndice G
Certificado para Contêiner Marítimo

ffi
Certificado No.:

DBr Nonsrn VnRrras


CERTIFICADO PARA

Efiffi CONTÊINER MARÍTIMO

Tioo de Contêiner Marítimo:

Massa Bruia Máxima (estimativa): Tara: Carga Ut¡l:

Dimensões Extemas (Com. x Larg. x Alt.) Temperatura de Projeto:

No de Aprovaçâo de Tipo da Det Norske Veritas / Referênciá de Projeto de Conjunto No:


Aprovacão de Proieto:
Fabricante:

Designação de Tipo: No de Série do Fabricante: Data de Fabricação:

Teste de Produ-ção:
Este contêiner ìnarítimo. ou outio dâ mesma série, foi submetido ao seguinte.ensaio:

No de Série do Fabricante do contêiner mar¡timo testaclo: Carga total de Prova (2,5 R): I Dgta do.Teste:
Requisitosmínimos'paraoconjunto.de.içamentol'./...
Este certjficado só é válido quando o contê¡ner estiver equipado com um conjunto de içamento aprovado pela DN\f . ,

(Certificados para conjuntos de iæmento/componerites dó conjunto de içamento, pu referência ao registrg do'proprietário, devem ser lístaiios
naPartez:) .'..'. .: . "',.", ..: .. r i, .. :.: . ., :':l:'.
Diâmetro mln. do parefuso da:mân¡lha:' Fqlor {e:Melhoria:

rConteiner.eS

.',I

Obèervações:
i,;,".- I 1-
,: -r ..'- ,i,
¡ t.'
....'1.. ;. ':' .'.': .; , . .. .. ,:.
.. . .,_";".,,!..r,
#:lir:;jl'¡ .i¡liti#.lt
_..

r,¿"ll :-'
' '' '1-1.:: : -
.:'t t;':::.:::-.:' , ttr t
,tÍ.,;
',t,...:r :iij r"i
':' .ij

. 'i::.:_. :..: . :j i,:i .:


Daiâ:, .
.a....r..;...t -,-.,.r..:...,,.,:.,r.,,..: i
,(Trtulo¡. ' 'l
Local: YistoriaCor

D¡r Nonsre VBrurRs, vERtTAsvErEN J, No-1322 Høtll< NoRWAY, TEL INT: +47 67 57 Sg OÓ, TEETAX : +47 6V 57. 99 11
Formulário No.: 49.07a Ed¡ção: Abril /200¿ página 1. de 2

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44
Norma para Certificação - 2 7-l
Abril / 2C0í;

Certificado No.:

CERTIFICADO PARA CONTÊINER OFFSHORE, PATIE 2


do Contêiner do

'.: ' i. .' , : . - ',t .,Ì.;-


-f,
- r- :''. '.

NoBêKEVERlrAs, vERITASVEIEN
DET N9EêKEVFRITAS; 1' ñ0-1322
VERITASVEIEN 1, HørtlK, NoRWAY, IEL INT: +47167 5199:00' TELEFAX: +47 67 57
Ño-1322 l-lØ
99 11 '',, : -

Formuláäo l-.1o.: 49.:07á'Edição: Abríl l2O04


PâginaZ de2

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ÂE
Norma para Certifica ção - 2 7 -1,
Abril / 2006

Apêndice [I
Emblema da DNV para Contêineres Marítimos

a-j

I
t,.

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Norma para Certifica cãa - 2 7'i
^Ê.
;\bril / 2CC,5

åpêndice I
MSC/Circ.860

INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION


4 ALBERT EMBANKMENT
LONDON SE1 7SR

Telefone:
F4
0'171-7357611
0171-5873210
@) rMo
Tdex 23588 IMOLDN G

Ref.T3/1.01
MSCiCirc.860
22 dell{.uo 1998

"Hffiïiåffi *åäftr8$f^?",,ÎRTäffiy'
I O Comitê de Segurança Marítim4 em sua sexagésima nona sessão (de I I a 20 de maio de 1998), analisou e
aprovou a minuta revisadJdas Diretrizes para a aprovação dé contêineres ma¡ítimos manuseados em ma¡ aberto,
conforme definido no anexo desta-circula¡.

2 Estas Direfizes são baseadas nas disposições contidas no anexo MSC/CAc.6I3; que foi atualizado para
refletir de modo,mais- claro as disposições relevantes na Recomendação sobre a Interpretação e lmplementação
Harmonizada da Convenião lnternacional para Contêinêres, Seguros (CSC), de 1972, e qme¡tda,(CSC Cüc.100) e o
IMDG Ço(e e as pníticas recêntes de projeto de contêineres marÍtimos.

3 Os Países-rhembros são convidados a leva¡êm essas Eiretrizes à atenção'de toTæ'äS,panei envolvidas na


' -:
aproVação, fabricação, inspeÇão e operação de contêineres marítimos. '
4 -Esta Ci¡cular substitui a MSN/Circ.6l3 datada de 8 de junho de 1993.

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Norma para Certificação - 2 7 -1,
Abril / 2006

MSC/Circ.860

ANEXO

DIRETRIZF,S PARA APROVAçÃO DE CONTÊINERES


PTMÍTNUOS MANUSEADOS EM MAR ABERTO

O Comitê de Segurança Mæítim4 em sua sexagésima segunda sessão, aprovou as emendas à


Recomeqdação sobre a lnterpretação e Implementação Harmonizada da Convenção lot€macional para
Contêineres Seguros, de 1972 (CSC). A Recomendação revisada foi distribuída como CSC/Circ.l00 datada
de 30 de junho de 1993, e foi incluída como r¡m supleÌnento na edição de 1996 da CSC.

O par¿grafo 3-3 da Recomendaçáo sobre a Interpretação e Implementação Ha¡monizada da Convenção


lntemacional pqra Contêingris Seguios da CSC afirma que a Conienção não se aplica contêineres
marítimos que sejam manuseados em ma¡ aberto. Há diversos motivos para sq aplicar parâmeüos especiais
para projeto e testes para contêineres marítim-os:

.l Os testes definidos no Anexo II da CSC são projetados para abrang-e.rem as fo-r,çqt sobrè os
contÇiner_eq geralmente encontados no transþorte marítimo, rlg çar-r,egam.ento gú desçarregarnento
, . eni portôs é' em transporti terestre. Enhetanto, conlêineres màrítimos são uSàdoò ¡iara abastecêr

parlrasuprimento multiuso, e são iça{os de e para a instalaçio ofshore;pelos.guindastes das


ínslat¿ções: Tais opçr4ções pgfem geralmente ocorrer em condições bástanþ {esfaüor4ieis 4e
cliiñl.ede macl
'.
'i " -, : ì _-.- '', .' ': .\.. . :

,2 \rigas dishibuidoras, iomo'as usadas para.içar contèiíeres òomrms, não'pqilem'¡eriùsåd2rs.iiarâ


içar còntêineres marítimos; e

.3.j üi¡,iør+o .
,4., â:þid,,¡rãhêl- e

J-.

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'j;'":.'..; i
I

It
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48 Norma para Certifica ção - 2 7 -1,
Abril / 2006

MSC/Circ.860
ANEXO
Páginz2

Aprovação

As autoridades certitlcadoras comperentes devem b¿rsea¡ sua aprovação de contêineres ma¡itimos tanto no
cálculo, quanto no teste. Ievando em consideração o içamento dinâmico e as forças de impacto que podem
ocorrer quando manusea¡do em mares abertos.

Projeto

Contêineres marítimos devem ser equipados com olhais de suspensão especiais, adequados à fixação de
eslingas construídas para este propósito conectadas com manilhas. Nos locais em que houver acessórios de
canto instalados juntamente com os olhais de suspensão. esses acessório de canto não são destinados ao
içamento offshore.

para facilita¡ o manuseio em mares abertos, os contêineres marítimos devem ser pré-eslingados. Essas
eslingas devem ser permanentemente hxadas ao contêiner e ser consideradas como parte do contêiner- As
forçà dinâmicas què o.oo.- durante o manuseio de contêineres em mares abertos sèrão maiores tlo que as
encontradas durante o manuseio normal no píer. Isto deve ser levado em conta ao se determinar os
requisitos para eslingas de contêineres marítimos através da multiplicação do fator nonnal de segurança
palã eslingas po. ur fator adicional. O fato de que contêineres leves estarem sujeitos a forças dinâmicas
ielativamente mais altas do que contêineres mais pesados também deve ser levado em consideração.
Requisitos materiais mínimos para resistência a impactos devem ser especificados quaDdo aço de alø -
resistência for usado em, por exemplo. em conéntes, elos e manilhas'.

Considerando que contêineres marítimos podem não ser sempre presos em embarpações supridoras, tais
contêineres devem ser projetados de modo à súportar inclinações de 30o em qualsquer dii'eCões quando
estiverem completamenie carregados. Pode-se assumir que a carga esteja uniformemgple djstribuídà co¡n o
centro de gravidade à meia altuia do contêiner, mas em contêineies paratransporte dèdicado (por exemplo,
contêinerei especiais com estaleiro para cilindros com cilindros de gas em posições fixas) deve-se usar o
centro de gravidade real.

t0 ' Devàm ser evitadas partes proeminentes em um contêiner marítim¡ que poss¿m agrurar em outr.os
contêineres ou estruturas. pórtas e portas de visitas devem ser presas parâ evitar aberhua {itante o
transporte e içamento. Dobradiças e mecanismos de travamento devem sel protegi{os corita danos por

lt Os cálculos de resistência devem incluir içamentos com a eslinga de içamento presa I qualgùer oútro meio
' aplicável para manuseio (por exemplo, içamento com empilhadeiras). Cargas 9". TfTt". nas late¡ais e
fündo dos contêineres também devem ser ionsideradas nesses cálculos e as propri'ed{t: f. impacto devem
ser incluídas nos requisitos para materiais de aço estutural. Enhetanto, os cáIculos, incluindo çquiïâiência
estátic4-de..çarga',pontuaii,emcombinaçãocomostestesmçncionadosnopará!¡a'frc!3,,devem
nor¡palmenteserconsideradossuficientes:
:
'
12 Contêineres.são algumas vezes usados temporariamefrte em instalaçõ€s marítimas !¡as e lutuenjes¡c!{no.
: .rpuçor de armazenamento, laboratórios, estações de acomodação ou controle, 9tÇlSú- dq usi¡dosdessa'
tor"i¡A oq cohtêineres tamþém estarão sujeitos aos regulamentos aplicáveis,a insìtâlações'ofshore,'a1ém
aôs reqúisitos relacionados ao tansporte baseados nessas diretrizes.

t
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¡C
f!orma para Certif¡ca ção - 27-L
:'.bril 12006

MSC/Circ.860
ANEXO
Página 3

Testes

13 Ao menos um contêiner marítimo de cada tipo de projeto deve ser submetido aos seguintes testes:

.l Teste de içamento em 4 Pontos


Carga intema: uma carga distribuída uniformemente de forma tal que a massa total do contêiner e
da carga de teste seja igual a 2,5 R" onde R é a massa máxima combinada permissivel do
contêiner e sua carga- O contêiner deve ser içado com uma eslinga de içamento pre'sa em cada um
de seus quatro olhais de suspensão com um ângulo na vertical igual ao ângulo do projeto. .

.2 Teste, de içamento em 2 pontoS

Carga intema: uma carga distribuída uniformemente de forma tal que a massatotal do contêiner e
da carga de tgste sêja igual a 1,5 R Um contêiner equipado com 4 olhais de suspensão deve ser
içado por apènas dgis deles situados um oposto aó.outo diagonalme,nte

.3 Teste de impacto vertical


Car. gainterna: uma c¿¡rga distribulda uniformemente de forma tat que a massa total do contêiner e
da carga de testeìseja igual a R O contêiner deve s€r suspenso em um ângulo inclinado com o
canto mais þaixo pelo menos 50 m¡q acima do piso rígldo. O contêinerdève ser então
rapidamente liberado de modo a alcançar a velocidade de pelo menos I m/s no impacto inicial.

,.
.+ Outïos testeé ,

Outros testes, projstado¡ para demonstra¡erir a capacidade,dè ury tipo de'contêiner de.suportar
outras {orças de.manuseio ou transporte; taís como.æ descritas nas no¡mas relevantes ou'na CSC,
po¿on tu*uè* auto¡áa¿e certificadora cämpetente:- , " '' .
"¿i "iigi¿ottp.la
l4 O contêiner. marítimo tesøtlô:iào.deve sofrer dano'du deformação Pgrfnangnìte em qualquer dostestes, o
queoincapacitariáâ:serusado-:pararofimrp4r-aoqualf,oiprojeødo.
. '.' :
ì,:'., . .

l5 Pa¡aj¡sspgurar.lu. *oæitr*S marítimos co,Fr.o mesmo tipo de irojeto sej¿rn,fâþriiados ds.acoido.com o


p¡o¡eto apforl'ado, a autoridadè certifióadora competente deye èxâminar g têstar;quantas,q¡!{9dps,çotúSidc.rar
nebessái¡iô.

l6

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50 Norma para Certificação -27-t
Abril/ 2006

MSC/Circ.860
ANEXO
Página 4

Inspeção

t7 Contêineres marítimos devem ser inspecionados pelo menos uma vez por ano, conformejulgado necessário
pela autoridade certificadora competente. A data de inspeção e a marca do vistoriador devem ser marcadas
no contêiner, preferivelmente em uma placa fi-xada para este propósito. A placa de inspeção pode ser
combinada com a placa de aprovação (parágrafo l6) e quaisquer outras placas oficiais de aprovação ou de
dados, em uma única placa basica- Deve-se observar que as placas de inspeção em contêineres marítimos
comumente mosF¿rm a data da última inspeção- diferentemente das Placas de Aprovação de Segurança em
contêineres sujeitos à CSC, que são marcadas com a data de validade da primeira inspeção periódic4 e, no
caso de contêineres parte de um plano de exames periódicos (PET), com a data da próxima inspeção.

Normas e regras

l8 .Sabe.se que as seguintes nofinas e regras sobre contêineres marítimos, as quais nem todas cobrem todos os
aspectos ão projeto e testes destas diietrizes, existem ou estão sendo preparadas, e devem ser con$¡ltadas,
conforme aprópriado:

- BS 70:12: Código de Prática Padrão Britânico para Inspeção e Reparo de Contêineres Marítimos;
- DetNorske Veritas (DNV): Nota para Certificação 2.7-1, Contêineres Ma¡ítimos;
Det Norske Veritas (DNV): Nota para Certificação 2.7-2, Contêineres para Serviço ffihore; e
- prEN 12079: Contêineres Marítimos - Projeto, construção, testes, inspèção e marcação (sendo.

APENDICE

IlCIRC\À4SC\860.WPD

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rvui r ro Par d Lqr ','-^-^a-2i
LilrLdLél i )l-
\l-..i|¡¡ // .-vvu
,_v¡ )^ñl-

Apêndicc.l
Certificado para Eslingas de fçamento de Contêiner Marítimo - EXEMPLO

Certificado No:

<NOME / LOGOTIPO DO FABRICANTE >

CERTTF|CADO PARA ESLTNGAS DE |ÇAMENTO DE CONTÊ|NER MARíT|MO


Fabricante: Endereço:

No de Aprovação de Tipo da Det Norske Veritas: Acordo de Mstoria de Fabricação Designação de Tipo:
com a DNV:

Limite de Carga de Trabalho Angulo das pemas (na Diâmetro das pemas da eslinga / Comprimento das pemas:
(wLL): vertical): linga principãl:

Descrição da Eslinga: Número ou marca de


identificação:

Eslingas de Cabo de Aço'

Norma de referência: Grau do cabo de aço: -Gíaus dtis terminais:

Eslingas de corrente*

Norma de referência: Grau do material: Refere,þgia ao teste. de propriedades


mecânies
"ì::.\'-
aþós Tratamento com Calor:
. . j.

Testes feitos na Eslinga:

D-esøição: Fomecedor/Fabricante:

.,)_t

1.' 1ì

Feca ccitifi¡adn ca haceia na Anrnvanãn ¡'lC Tinn da FìNV No .Q- å aniilidn airì'¡nnfnriiri¿{àda n¡iiú arÂmnià'rlcí \fièfóriâ
de Fabricação no. .i......

Data:

Local:
<TÍtulo>
Fabricante Carimbo e endosso da DNV

*Apagar o parágrafo que não se aplicar

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I\Ut iltd ^pér^ -^ . Lil tLdLoL
o !ç¡^-+.,!i - - -< I _2 7 --,-
52
Abril / 2006

Apêndice K
Certificado para Componentes de Conjuntos de lçamento* de Contêineres Marítimos
EXEMPLO
Certificado No:

<NOME / LOGOTIPO DO FABRICANTE >

CERTIFICADO PARA COMPONENTES DE CONJUNTOS DE IÇAMENTO* PARA


CONTÊINERES MARíTIMOS
Fabricante: Endereço:

No de Aprovação de Tpo da Det Norske Veritas: Acordo de Vistoria de Fabricação Designação de Tipo:
com a DNV:

Limite da Carga de Trabalho (WLL): Carga de Prova (PL): Carga de Ruptura (EL);

Descrição da Eslinga: Número ou marc€t de


identificação:

Teste (Prova) de Produção:

Teste realizado: Resultado do Teste:

Relatório de Teste No:

Marcação:

Norma de.réferêñcia: Grau do cabo de aço:

.
ados de acordo com as Nôtäs para dertificäção da
,
.' . .'' '
''
Det'Norské Veritai no.2.7-i "Certìficaçãó de Contêineres Marítimos de Carga".
.:
Descr!ção: Marca de identiti:açãô: .No 4ó TA dä,DNV:

.11¡ , .

de aco¡:do com as

Esse certificado se baseia na Aprovaçäo de Tipo da DNV No' S' .' .... e:é emitido em conformidade com o Ananjo de Vistoria
de Fabricação no. ........ 4

Data:

Local:
<Titulo>
Fabricante Carimbo e endosso da DNV

* Os t"r-or "componentes" e "componentes do conjunto de içamento" podem'ser substituídos pelo termo correto,
por exemplo, corrente, manilhq master link, etc.

- j
.

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Nolnra para Ceriiflca cãa - )- t': 53
Abr-ii ¡ 2006

ANÐXÛ Â

APR.OVAÇÃû Ðtr ÐE CONJUNTOS DE IçAMENTO PARA


T'IPCþ
C TNTE{N E,RE S IVIARÍTIMOS
Ð Instruções para seleção e montagem de eslingas de içamento
para cada aplicação, incluindo a determinação da resistência
1. Introdução
necessá¡ia e seleção de componentes a serem usados, etc.
Este Anexo descreve os procedimentos e condições para
g) Descrição de todos os procedimentos de fabricação (ex: para
obtenção da aprovaçâo de tipo da Det Norske Veritas para
eslingas de cabo de aço: à montagem das pernas da eslinga
conjuntos de içamento e seus componentes, para contêineres com terminais, etc. e para eslingas de correote ver 3-l-2).
ma¡ítimos- Ele também especifica as condições para fabricação e h) Detalhes da etiqueta de identificação para as eslingas.
certiñcação de equipamentos de tipo aprovado- i) Descrição dos métodos de teste e procedimentos para todos
Os certificados de aprovação de tipo são emitidos para os testes de protótipo e de produSo rdlevantes.
fabricantes de conjuntos de içamento ou de componentes para Pelo menos 2 cópias dos itens listados acima devem .ser
conjuntos de içamento. enviadas.
Ta[ aprovação de tipo é aplicável a conjuntos de içamento e
3.12 Documentàção . pâra 'Aprovação de Tipo de
componentes que sejam certificados de acordo com o item 8.2' Componentes do Conjunto de lça.mento
Conjuntos de içamento que sejam aprovados segundo esta elos, conjuntos de elos, manilhas e
Norma para.CErtificação podem também ser adequados para o
uso em outras aplicações que não sejam contêineres marítimos.
Pa¡a outras aplicações, as exigências para fatores de seguranç4
documentação e marcação podem ser diferentes daqueles
descritos nessa Norma para Certificaç@o.

2. Escopo
b)
O Anexo I se aplica a todas as partes dos conjuntos de içamento
c)
para contêinerés marítimos. Uma äprovação de tipþ pode inclui¡
d)
qualquer dos itens seguintes:
Eslingas de corrente de uma ou viírias pemas montadas;
- Eslingas de cabo de aço de uma ou várias pernas montadas;
- Componentes para conjuntos de içamento (conenles, cabos
- de aço, elos, manilhas, acoplamentos)

Um.certificado de aprovação de.tipo pode se referi¡ a diverso5' . .;


produtos (por exemplo; de tarnanhos,diferentes). , ' . ,1

O anexo é baseado n¿¡s seguintes regras e normas:

Seção 8 desta Norma Para Certificação; '... .r: .'i


,..
deVem .'; sêr

-.-. .Normç européias para çslmg4s


Noffnas europelas e uuulPu¡lçutçr1P!r4ì¡uì
e¡lingæ Ë componenfes p.4!aì'fins. usì
de, ì .t.t.-..
içamerito. Outras normas para eslinqas "ou 'compoqgltgs: ,: .

também podem'ser aceitas após verificação eipeciA- - . rl'

3. Geral'
3..1 Docunientação a Sgr
-Envf4da
. :,. j:
, ...t, .,
,Quando; se 'èstiver::requereúdo. aprov.ação,de.tipo-o(æquere¡tç.:"' ';.
deye informar segirndô qúal(ais) norma(s) bs piodutoi dqvgm. ,
.. der provados; e enùiar a documentação- listada abaixo..' . ' .' , ., ;, ,

3.1,1bo.umentáç¡g papa Aþrovaçao ae iipo oeÐsüngas dË' :j"


' ' ,Içameitq ,.: .rr.
Aplicável'. á,eslingas 'de,corrente móntadas,,poi :solda 9ü. ,' . ,
' mecanicamente, e eslinþ d9 cabo-dd aeo. Manilhl só se¡ão . ''
conSideradas parte do conjuuto de igÍlento caso'sejam'pr-e-saS ,: ì
'
.

noconjunto. .\
a) Especificaçãp. da eslinga de içamento, incluipdo normas
aplicáveis, graus do material, diversidade tte ta¡4aqþog pgr-a
cada componente (exceto pa¡a sapatilhos e
virolas);¡
incluindo dimensões, Limite de Car-ga de Trabalho (llLD;
Carga de Prova (PI) e Carga de Ruptura (8¿).
b) Desenho do conjunto da eslinp de içamento, e desenho
detalhado de cada componente, c¿so relevante. ,

c) Cópias de documentação do material releva¡rte.


d) Lisø de fornecedores para os diversos comPonentes. para eslingas de corrente.ou de
e) Informações das subcôntratadas, caso rèlevante'

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Norma para Certifica cãa - ? i i.
Abril i 2006
-\ciccir-)iì¿ldû- .icsde .luc ir)d¿rs iLi proprr.'úa.ics rcìlcio;i:.Li;is .l :cì;il.rl\'i::
,\ I)N\' ,.icve sei- inibrrnada \obrc novos sub-f'orneccdores ,ie
-se,iun aumentada-s proporcionalmente. ¡Exemplo: Sc uma r,lrlììl;ìi.: : :
rnanilha:;. correntcs e elos que não estejam listados no
cenitrcado de aprovação de tipo. A DNV deve ser intbrmada e aprovada para um þI/LL e MBL maior que o exigi<io pela EN li3E9. o

analisa¡ os novos fomecedores de cabos de aço. A DNV não carga de prova deve ser aumentada proporcionalmente).
precisa ser informada sobre novos fomecedores de sapatilhos e
-F-i-m--da-N-et-a-
virolas. Qualquer outra mudança significativa no produto de tipo
aprovado ou no processo de produção deve ser informad¿ 7. M:a,rcaçáo e Râstreabilidade
Caso necessá¡io. um novo certificado de aprovação de tipo será Eslingas e componentes para conjuntos de içamento devem ser
emitido.A renovação de testes pode ser necessária c¿Lso as ma¡cados de acordo com as no[nas aplicáveis. A etiqueta de
mudanças afetem as propriedades do produto. identifrcação nas eslingas deve esta de acordo com 8.6.
Cada componente do conjunto de içamento deve ser marcado de
4. Requisitos de Projeto modo que ele seja rastreável ao longo do processo de fabricação.
O conjunto de içamento e seus componentes devem cumprir
com as exigências destaNorma para Certificação, Seção 8, e ser 8. Requisitos Relacionados aos Fabricsntes
projetados conforme norrnas reconhecidas para equipamentos de O fabricante deve assegurar a qualidade de produtos através da
içamento e seus componentes- implementação de um sistema qualidade, no mínimo, de acordo
Caso as manilhas sejam presas no conjunto (ver definição em com a EN ISO 9001. O sistema de qualidade deve satisfazer à
1.4.9), elas podem ser incluídas na aprovação de tipo de eslingas Sociedade C lassificadora-
de içamento. Também é recomendável que o fabricante ,solicite um Arranjo
Quando as eslingas de corrente ou de cabo de aço tiverem que para Vistoria de Fabricação (n¿tl) à DI'IV, (ver 10.2). Um MSA
ser de tipo aprovado, as eslingas devem ser feitas de correntes, é um arranjo de vistoria assinado que desqeve o papel da DNV
elos; ma¡rilhas (e-acoplamentos) de tipo aprovado. Quando esses e do fabricante em retação à vistoria de fabricação e certificação.
componentes forem entregues por zubcontatadas eles deveÍn ser Esse arranjo À4Sl é baseado ûos seguintgs elemeitos:
fornecidos com certificados de produto da DNV, baseados em
Um sistema qualidade cer.tificado pela DNV ou outro
Aprovações de Tipo da DNV - orégão de certificação reconhecido Caso o MSI se baseie
- em um certifÌcado de sistema de gualidade que não tenha
5. Materiais e Teste dos Materiais sido emitido pela DNV, a, Sociedade Classificadora
'Os aços devem cumprir com os. requisitos de material desta realizará uma auditciria do sistema de qualidade;
Norma para Certificação, Seção 8. A composição químic4 testes Os testes e vistorias necessários devem sér procedimentos-
de maferial e propriedades mecânicas também devem esta¡ de - padrão incluídos nos þrocedinientos do sistema de
acordo com,a norma reconhecida relevante. Aços deven-r ter boa qualidade do fabricante ou ülicádos,no MSA; :

maleabilidade em b-aixas lemperatuFas e ser eapazes de suportar O fabricante deve ser,experienfe na fa-bricação dos produtos
cargas dinâmicrìs. - em quesião;
Aços em correntes,, elos, anéis, manilhas e acoplamentos devem A DNV deve estar familiârieada com o fabriôante;
ser testados'para impacto pelo método^ de teste de impacto
- Vistorias para manterìo certifi,cg{!:
ChaW @îtalhe,-em V) de açordo.com3.l e B;4'desta Norma -
Caso seja suficientemçnte abrangéäie, a'nível de escopo, esse
pa¡aCertificâção. . ' . MSA pode incluir disposiçõp:que:pemriiàm ao fabricante emitir
A temperatura do teste de impacto deve ser igu4l à temperatura todos os certificados dS Þrogqto.I : : '

do projeto T¡o mas não dgyel,excgdtr;.1 20cC-.Isto taurbém.se Vistorias para manter certifiqdos':dgvegl ser reälizadas pela
4plica ao Anéxo,3 - Contêiúeres para Qlünas TÇmperadoq. '
DNV nÒs intervalos prescritos. Os intèrvalos npg devem
Os testes de impacto devem;ser realizadgs de 4cordo com EN ultrapassar l2'meses
10045-1, fegras para embarcaçõgs da DNV Partè,2, Cagítul9 I
ou outa nonia reconhecida- Barr¿s de aço com díâmeEo menor
que 13 mm (ex: p¿Ira elos de còtlente) rrlao:prdisam-p.as59r por
teste de,impacto. Enffianto; a-escolha:de:materiâis e <l r¡so de
proòésåos'åç. i;aAi'çao-aa*fiaaos ¿èl'em assegrir¿¡ si$cientê:
resistência conta impÊctos.-,Caso'o' comp¡iinento do þrodulo
acaþado (após ry!{ãi ç ratamrnto- de calo¡):sej.4 pequçn4 de4ai5
para.permitü a prep:ira(âo lle.co¡põb dè prov4 corpos de p¡ov-à
êspçciais de comprimeriio sufici9n1e devem;røfeäos do mesmó .
riraterial e'com a. m_esmø sofda € f(atamg.nto- com calor; ,
i
-..:.. ,-.

6. Teste de Protótipo ,' , ' '


Testes de piotótipo- de comþonentesle conjuntos de' esliriplas
devem ser iéAiza¿os no fabiiqi¡¡rte ou em'um laboratório
reconhecido e acomþanhados pelo.vistoriador da Dì'tV'
Os relatórios dos resultâdos.dos testes taniMtrr devem descrever
os testes realiâdos. Certificadds de material devein estar
incluíáos. Eles ilevem incluir os resultádos de testes de
resistência a impactos. Os relatórios de testes devem ser
prepar¿rdos ou endossados pelo vistoriador.

Cömponentes è conjuntos de eslingas devem sêr submetidas a


todos os testes especificados na norma aplicavel.
Nota:
Caso um fabricante deseje, ele-pode ter seus componentes aprovados
para um grau maior do que os valores mínimos requeridos pela norma

lr.:

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Àl^rñ. / LilrloçoL _ ? I'- 55
Pdr d lcr^r+,+,-..^1
t\ur¡rrd ^.r-
Abril / 2006

lni'ormações re laiiva; a crigências ()u lcsr.c: lorl rìtt cscopo deste 10.2 Certificado do Conjunto de lçamento
¿ìnexo podem ser adicionadas c¿LS() iìcordadL) com o iàbricante.
Cada conjunto de içamento certificado de acordo com a
aprovação de tipo da DNV deve ser'entregue com um certificado
10. Fabricação e Certificâção
de produto, emitido no formulá¡io 40.91a da DNV, ou no
l0.l Teste de Fabricacão formulá¡io de certificado do próprio fabricante, contendo pelo
Testes durante a
tàbricação devem esm¡ de acordo com as menos as informações listadas no 8.5.
noÍnas relevantes para eSlingas ou componentes. Quando Os documentoS mencionados no certificado de produto
estingas forem montadas com componentes de tipo aprovado (cçrtificados de componente, certificados de inaterial, relatórios
(ex: eslingas de corrente com acoplamentos), os conjuntos de de teste, eic-) devem ser mantidos pelo faþricante.
eslingas montadas deverão ser testadas- Veja também a nota
Desde que o fabricante tenha um MSA completo com a DNV, o
sobre cargas de teste na Seção 6 deste A¡exo-
certificado pode ser emitido pelo fabricante. Cada fabric¿nte
Partindo de cada bobina de cabo de aço. um comprimento de deve ser enviado para escritório local da DNV parã ser
amostra deve ser testado para carga de ruptur4 com as rubricado. Caso fião haja um MSA tal, a Sociedade
terminações normalmente aplicadas pelo fabricante das eslingas. Classificadora emitira certific¿dos para o conjunto de içamento.
Testes de carga de prova adicionais podem ser realizados de Certificados emi¡idos pelo fabricante devem incluir o seguinte
acordocomoEN 13414-1. texto:
Nota de orientação: "Este certificado se baseia na aprovação de tipo da DNV no. S-
Este teste de carga de ruptura está incluso porque experiências têm poor e foi emitido de acorilo com o Arranio de Vistoria de
mostrado que para cada tipo particular de cabo de aço a redução de Fabricação n" .
resistência causada p€las terminações pode variar, e porque falhas ou a
má qualidade nos cabos de aço podem ser dificeis de detectar por ouúos Note:.
métodos, taís como.o teste de carga de prova. Caso um teste mosÚe uma Cæo certificados nacioùais pârá:conjuntos de.içâriento (bæeado no
redução excessiva de resistência na terminação, mais testes e irrspeções "foimuftârio. 3: da OlI;'certificados, para equipamentos aùlsos) sejam
devem 3er realizados e, se necessário, o.cabo de aço deve ser rejeitadb. emitidos por. representantes..de um fabricarte, estes c€rtificados devem
t-a-de-Gr-i+-n-t-a-ç-ã-o-- conúr referências ao certiñcado de produto e à provação de tipo da
-F-i-m-da-N-o- DNV.
O te.ste de impacto de materiais de acordo com a Seçãq 5 deste
'Anexo deve ser.realizado em cada lote de fabricação. Nì>t-a-::
-F-j:fii--da
10.3 Certi{icâdos dos Co4ponentes do Conjunto de
Içâinènto: '. rr . .i,
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-;-1,', --1j
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Norma para Certificação -27-t
56
Abril/ 2006

ANEXT 2

PRoGRA.MA ÐE APRÛvAÇÃÛ P,&R.A KNSTALAÇOES DE TESTE


ENVOLVIDAS EM TESTE, ÐE CAR.GA Ð åNSPÐÇÃO DE TND DE
CONTEINERES MARÍTIMOS
2. Requisitos para o Fornecedor
1. Geral
Um cenihcado de aprovação será concedido e ma¡rtido baseado
1.1 Escopo no cumprimento do que segue-

De acordo com a Nota para Certificação 2'1-l "Contêineres 2.1 Envio de Documentos
Marítimos" da DNV, tais contêineres estão sujeitos as
Os seguintes documentos devem ser apresentados para análise:
exigências para teste de carga. Os testes podem ser testes
de

pro-øtipo (descritos bem 3'7). testes de fabricação 4) esboço da organização e estrutura admi¡ristrativa do
,(Capítulo
òu testes de unidades existentes em inspeções perlodlcas ou
apos - fomecedor: incluindo qualquer subsidiá¡ia a ser incluída na
grandes repa.ros ou modificações (Capítulo 8)' aprovação;
lista de subsidirárias ou representantes- nomeacos' se
Após os testes de carga os contêineres marítimos devem ser - aplicável:
inìpecionados pelos métodos de TND adequados' Consultar
as
eiperiência do fornecedor na area de serviço especificq .
Seções 4 e 8. - lisia do treinamento e experiência documentados dos
Tais testes e inspeções devem realizados de acÓrdo com a Nota - operadores, técnicos e inspetores na área de serviço
pela Sociedade
fara CertincaSo- Z.Z-t de modo aceito das instalações relevante, incluindo qualificações de acordo com nonnas
blassiñcadora- Além disso, é responsabilidade reconhecidas nacionais, internaciònais ou industriais,
de teste que elas obèdeçam a todos'os regulamentos de conforme a relevânci4
segurança aplicáveis. descrição dos equipamentos usados para o serviço
Os testes e TNDs devem ser realizados pelos fabricantes
dos - específ,rco para o qual se busca aprovação;
contêineres marítimos, ou por outros, em nome dos fabricantes guia para os operadores de tais equipamentgs;
ou proprietiírios. Pa¡a ser aprovado de aco¡do com este
- Irogt** de feinamento para operadores, técnicos e

erograàa de Aprovação o requerente deve ser normalmente


- insPetores;
d" ,"^ltiu todos os testes exigidos pela Nota de listas de verificação e formulá¡ios de relatÓriÞs pararegistro
"up|*
Certifrcação 2.7 -1.
- dos resultados dos serviços referidos no item 2'12;' .

manual de qualidade e/ou þrcicedimentos documentadoS que


Firmas que iomeçam tais serviços podem ser aprovadas
de
- incluam os requisitos estabelecidos no item 2'2;
de Aprovação' Esta aprovação é
acordo cbm este Programa I
evidências de aprovação aceitação por ouüos órgãos de
voluntá¡ia e. não substitui as exigências da Nota para
- certificação, caso haj4
2.7'7 emtelaçilo ao acompanhamento pela DNV do
Certifioação informações sobre outras atividades que possam aP-i€sentar-
teste dê carga e rælizâção das vistorias de acordo com aNC
2'7-
- um conflito de interesse-
t. nntetanlo, t¡aseado nest:a aprovação, a DNV pode considerar
elabora¡ um Arranjo dè Vistoria de Fabricação para o teste de 2.2 Sistema de Garantia de Qualidade.
fabricação, onde a þresença'da DNV êm'tais testes seja limitada'
O fomecedor deve ter um sistema de qualidade documentado,
A qegutt, em-presas çe prestam os serviços descritos aqui
-as que inclua pelo menos: ,
serão referidas coì'no e ç edo r'
manutenção e calibração dos equipamen(os; .i
b forn
-
.

l.2.Objetivo prograinas de treinamento para supervisoreseìoperadores;


- sirpervisão e vgrificação, da- op-egeã0. qqa :eqs-çggçr o
O obietivo'deste prograqa de aprovação é assegurar que o - cumprimento dos procediiirentos dé operaÇão aplQvadþs;,
fornecAiòrtentlä o equipdriiento i&nico necessário e instalações gestão'de qualidade das subsidiárias e rgpresentantes (se
compatíveis com o fornêimento de serviço profissional,
que ele
sistemas
- aplicável);
qualificado, e que ienha implementado
tenha'pessoal preparação Para o trabalho; l,
escritos para'tre-inárhento' conhoþ, verificaçãb e relatórios' - registro e relatório das informações; , !
- reiisão periódica dos procgdimentos {o-' proc€,l1 ..dt
l.3 ExtenSão;äir EnvolYimento ' - :

trabalho, reclanaÇões;' ações -colretlvas'' "emlssao'


Este progralqa . de, aprovação define os -- procedimeitos manutenção e controle de documénfos-
neÉcssárioi para obtenção de aprovação pua realizar:'
Será consiàerado aceitável um sistema de'garantia de
qualidade
teste de óarga de produção e protótipo;
-
-1ós TN.D de icste de carga em contêineres ma¡ítimos; implementado e que esteja de acordo com anormd ISO 9000, ou
de contêinèÈs ma¡ítimos existentes; eqùivalente, e que inclua os itens listados acima-
-TND
Os critérios incluem sistemas de qualidade, procedimentos 2.3 Qualificàção de Pessoal
administrativos e procedimentos de tr-abalho' 'O e treinamento
fomecedor é responsavel por que a qualificação -com
de seus suþervisores e operadores cumpram a-s nofrnas
1.4 Validade nacionais, internacionais ou da indústria reconhecidas, conforme
A aprovação sêrá válida por quarto (4) anos' Os procedimentos aplicável (ver itens 2.4 e2-5).
pará emiisao e renovação de aprovação estão descritos no O pessoal responsável deve estar familiarizado com pelo menos:
'Capítulo
4, e o Cancelamento da Aprovação está na Seção 6'
sistema de relatório;
- requisitos e regras regulamentares 'nacionais para os
- contêineres marítimos em questão;

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Norma para Certifica ção - 2 7 -1 5l
Abril / 2006
Com relaçào los contêincrcs ¡tla¡ítinros- o cxaminaiior ilcr e ier.
no mínimo. conhecimento e experiência prática adequados de. Estrurur¿Ls aciequaLìa-s .1c lpoio que possibìlircnl tìuc o tundo do
requisitos regulamentares relativos a contêineres contêiner seja seguramenle inspecionado devem estar
marítimos; disponíveis no local de testes.
disposições da NC 2.7- I
- diversos tipos de contêineres marítimos em serviço,
2.8 Procedimentos e [nstruções
- métodos coretos de conexão de eslingas e manuseio de O fomecedor deve ter'procedimentos de trabalho documentados
- contêineres marítimos; que.contenham pelo menos as informações sobre a preparação
cargas, esforços e tensões que afetem os contêineres quando da inspeção, método de teste de carga e aplicação da massa de
- manuseados em condições marítimas adversas, teste. seleção e identificação dos locais de testes, preparação da
particularmente as que afetem os pontos de içamento; superficie e verificações da calibração. preparação do relatório e
métodos de teste doS contêineres; conteúdo.
- defeitos passíveis de serem encontrados em contêineres e Aplicação das cargas:
- níveis aceitiíveis de desgaste, distorção e deterioração em Normalmente as cargas devem ser uniformemente
relação à segurança no uso; - distribuídas sobre o piso (e plataformas intermediárias);
métodos e procedimentos de soldagem e qualificação dos Contêineres ma¡ítimos para uso específico podem ter cargas
- soldadores; -. concentradas em pontos fixos. Neste caso, as cargas de teste
diversos métodos de teste não-destrutivo (TND) e um bom devem ser aplicadas nos nìesmos Pontos:
- entendimento de como eles funcionarn, bem como se suas Cargas em contêineres-tanques: As cargas de teste que não
limitaçoes; .- puderem ser colocadas dentro do tanque devem ser
a inspeçãÒ visual, conforme exigido naNC 2.7-l; distribuídas, ex: suspendendo os pesos nas cintas (de uma
- os sinais de fraqueza e dEfeitos a procurar; rede) colocada sobre a carcaça do tanque;
-, quaisquer outros itens relevantes dèvem ser incluídos, Equipamentos de tèSe podem ser usados em vez do teste
- convencional, após análise especial. O equipamento de teste
O plano de qualificação deve incluir ta¡nbém a manutenção das
qualificações. . deve proporcionar uma aplicação de carga realística em
todas as partes de um contêiner que tenhâ que ser testado, e
2.4 Supervisor o contêiner deve estar livre para deflexão,
O fomecedor-deve ter um supervisoi respons:âvèl pela execução No mínimo, o procedimento pararealização de testes de carga
correta dos testès, medições e interpretação dos resultados do deve ser conforme o item de 2.8.1 a2.8.3.
TND e pelo 'padrão profissíonal dqs oþçradôqes,e de seus
gquipamentgs, incluindo' o geienciamento'p¡gf,ssional dois 2.8.1 Testes de lçamento
procedimentosdetrabalho. , r I '. 2:.8.1.1 Geial
O supervisordwg ser qualificado emielação ggf¡p;¡È¡" .O contêiner deve ser içado por um conjunto de içamento com
co* umá norma industrial reconhecida para TND.,:ex'EN tt73 ângulo na vertical igual ao ângulo de projeto. O contêiner devè
Nível II,
.ISO
9712 Nível II <iu,um3,úu,tqtu eClival:-nl: estar afasta;Co do solo durante o teste.
qonespondente. . içado de forma que não
-O contêiner deve ser'cuidadosamente
2:5Operadoçcs'' 'ocõìiram; forças de aceleração significantes: Ele deve ser
sultgntado por15 minutos antes da realização das mediçQeg,.
O opeiador que fi2er ô TND develser'¿..tific4dó,.de acsfdq com ' 2..8.I:2.\çamento em Todos os Pontos
EN 473, Nível I; e ISO 9?12, DlivelI ou.qorma,corrgþ99{9n1e¡ 'O
contêiner deve ser canegado até atingir uma,m¿¡ssa bruta total"
de 2,5R é içado até se'afastar.do solo, atiavés de todos os:olhais
ìlg sugpensão (a cargg'de teste Þode sef obtida' colocandp,-
l,internamente uma mass4 de teste de 2,5 (R-Q: Nenliuma
'deffe4ão durante o teste podeÉ sér maior que 1/300 do.vão do
. elgmegto. O,conlêiner marítim9 nãq deve mosüa¡
defor p ação
þenhanenteou ouiÍodanoapósoteste. . - .
:
t::'
':2:8:l:3 lçamento em Doís Pontos : t-í
- ",
- Ugr contêiqer bom quatro olhais de suspensão também'dtüe ser'.
içado somente por dois deles, na diagonal o¡osta um ao outro,
çom massa toøl d.e 1,5 R (Isto pode ser conseguido colocando
'int¿*r-"ot¿
: uma äassä de'te$;de 1;5 ß-D. Ãpoi o,tèòtu,¡ãó.
'iäeve haver Sefoimação'¡enhanente.
-
,2:8.2 Testes de Impacto Vertic¿|, .

2.8.2.1 Geral
0 contêiner deve ser baixado ou jogado sobre o piso de concreto
de uma oficin4 ou outra estrutura rígida-
'Este piso pode ser revestido com tábuas de madeira com
espessura não maiorque 50 mm (2 polegadas). Caso o'contêiner
seja baixado de um guindaste, o cabo e o gancho de suspensão
podem amortecer o impacto, comparado aô teste de queda liwe'
Portanto, a velocidade do impacto deve ser maior se o teste de
abaixamento for utilizado.
Em ambos os casos, o çontêiner deve ser inclinado de forma tal
que cada lado inferior e as grades laterais conectadas ao canto
' mais inferior forme um ângulo não inferior a 5o com o piso.

,, -.-,ì..Jl'.,'ìì
''': I .,.:.:, ; ..: \.,..¡...:t,'¡. ,.. ..':

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58 Norma p¿riì a-cítìíirilc¡,c - I7-1
,\brli 2006
'- rlir:.i,!:iiul ,:iriilì :clt'\ ':i'..' ';::': "
lÌlliirlìlilciì(r
Contudo. a lnaior ditèrença de aitura ùntre o ponto lnlìs itito c ,r

mais baixo do lado intèrior dos cantos do contêincr não istfuiun]i.


nome dir e mDrcs¿ rnarca .le i,ientiliclcão rjnicl i rSSì lìiìtLlIil
precísam ser maiores que 400 mm. -
da pcssoa responsável.
Nenhum dano permanente signifìcante deve ocorrer. Rachaduras
nas soldas ou pequenas deformações podem ser reparadas. 2.t2.2 Testes de Protótipo ou Fabricação
Um dos seguintes procedimentos deve ser feito: Os relatórios devem ser ièitos pelo fornececior e rubrìcados pelo
2.8.2.2 Tesre de Queda vistoriador da DNV. ou totalmentÈ emitido pelo visroriador (a
prática pode variar em diferentes areas geográtìcas)-
O contêiner deve ser inclinado conforme descrito acima- Ele
deve ser suspenso por um gancho de desengate rápido. Quando Informações adicionais nos relatórios de teste de protótipo:
solto, o contêiner deve cair livremente por pelo menos 50 mm Massa líquida confirmada por pesagem.
para atingir uma velocidade no impacto inicial de pelo menos I
-
2.12-3 Testes em Contêineres Existentes
m/s-
Os relatórios devem ser feitos pelo fomecedor. Caso o contêiner
2.83 Outros Testes seja testado para re-certificação após um grande reparo ou
Quando necessário, outros testes poderão ter que ser realizados modificação, os relatórios devem ser feitos pelo t'ornecedor e
p¿Ira contêineres de configuração incomum. Esses testes devem rubricados pelo vistoriados da DNV, ou emitido pelo
ser acordados antecipadamente com a DNV. vistoriador-
Tanques para cargas perigosas devenl aind4 ser testados Informações adicionais devem ser dadas nos relatórios de teste
conforme as exigências do IMDG Code. e inspeção para contêineres existentes:
2.8.4 Exame Não Destrutivo declaração de que o contêiner descrito foi inspecionado
TNDs adequados devem .ser utilizados após a conclusão dos - e/ou testado e que os seus detalhes estão conetos;
testes. O método e abrangência devem ser acordados com o nome da empres4 ma¡ca de idéntificação única e assinatura
vistoriador da DNV. - da pessoa que realizou a inspeção;
Este TND não deve substituir o TND que é exigido durante a confirmação de que a placa de inspeção foi marcada.
-
fabricação de novos contêineres, segundo 4.2.3.
3. Reparos em Contêineres Identificados Como
2.9 Procedimentos Administrativos
Resultado de Testes de Carga ou TND
O fomecedor deve ter um sistema de réferência de. pedidos onde
cada ordem seja rastreável pará identificação do contêin9r. 3.l Geral
2.lQVerificação I .- Caso um contêiner seja danificado (como resultado de um teste
ou se danos existentes forem detêctados pelo fomecedor), o
O fornecedor deve.verificar se o serviço fomeæido.foi rcalizado prop-rietário dève serinformado o quanto antes. O contêiner não
conforme procedimentos aprovados. A verificação realizad? deve ser usado até que seja reparado e inspecionado. Testes
deve ser documentada- adicionais podem ser necessários.após os reparos.

2.llsubcontratadâs ' . .
Os,reparos dèvem ser re,alizados conforme as exigências de
projeto,e îabric4ção .de.contêinergs estabelecidas na NC 2.7-1,
O fornecedor deve passar' informações: sobre os- acõjtdosrè se.ç.õe.s: 3 e 4i No caso de grantles- r€paros, o procedimentp de,
arranjos caso qualquer parte dos serviços fornecidoç Sêja
-deve reparo, os materiais utilizados, tamanhos da seção, solda e
subcontratada Ênfase especial ser dada'à gestão- de procþdimentos de. solda devem ser aprovados pela DNV.'
qualidade peio fomecedor no dê tais
acompanhgmentó :

Nota:
sibcontrataáas. As subcontratadas que fomeçam qualquer cgisd'
qrie não seja pessoal ou equipamentos tam-b-em devè1n âteqder às QUando foî idèntificsda a necessidadç de reparo, poderá ser necessário
.,tàz!i ùanjos adequados para o t¡alsporte seguro. do contêiner
, iexigências dá'seiao 2.1 a 2.l3tneste progr^àfi4 bem èomo seþo da¡rifiôado alé o lqpal especificado pelo proprietrårio.
'3..: : I I :- .'"

'. .r-t '


.: ' :- j . i
.4. Procedimentos para Aprovação
4.,1 AnáliSe da Documentação
,{rdocumçntaçâo: espe.cificad4 em 2.1 seú analisada pela
$oçieúadé;'ehssificadora Infonnaçées.adicionais podem ser
nê'ress{çias. .. :

4;2 Auditoria Iniciai


Após avaliar as informações recebidas do fomecedor;' um
vistoriddoi da Sociedade Classificadora deve fazer uma auditoria
no fomecedor. Além disso, a aprovação do fomecedor depende
cadã um dê dgmons.nações práticas satisfatórias de todos os testes de
. carga de protótipo padrões e inspeções de TND. Os sistemas de

e execução dos teste!;'incluindo relafório também sãö avaliados.


4.3 Procedimentos Especiais Relacionados ao Conttole
do Relaciona¡nento do. Fornecedor com a Mâtriz da
Empresa
Caso uma matriz de empresa solicite à Sociedade Classificadora
inclusão de representantes nómeados e/ou subsidiarias no
certificado de aprovação, a matriz deve ter implementado um
também sistema de garantia de qualidade certificado, conforme. a

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59
Norma para Certifica ção - 2 7 -1,

Abril / 2006
norma ISO 9000. A matriz deve assegurar controles ciètivos dos 6. Cance[¿mento do Certificado tie.\proleção
representantes e/ou subsidiarias mesmo quando estes tiverem um 6.1 Direito ao Cancelamento
sistema de controle de qualidade igualmente eficiente, que
A Sociedade Classificadora se resen'a o direito de retira¡ um
cumpra com a norrna ISO 9000.
certificado de aprovação nos seguintes casos:
Tais- aprovações devem ser baseadas em uma avaliação do quando o sen'iço for realizado indevidamente ou os
sistema de garantia de qualidade implementado pela matriz da - resultados forem indevidamente reportados:
empresa segundo a norma ISO 9000.
quando um vistoriador encontrar defìciências no sistema de
A Sociedade Classificadora deve acompanhar o seguimento do - operação de serviço aprovado do fomecedor, e a ação
sisiema de garantia de qualidade, fazendo, tambérq auditorias corretiva apropriada não for tomada dentro de wn prazo
nos representarites ou subsidiáL¡-ias segundo a norma ISO 9000. razoixel-
4.4 Certificado de Aprovação um fornecedor não conseguir passar informações
-.quando
sobre qualquer altieração, como em 5.1;
Caso a documentação enviad4 a auditoria do vistoriador e as
quando uma auditoria intermediária" se necessá¡i4
derironstrações påi"* sejam consideradas satisfatorías, o - conforme descrito em 4.5, não tiver sido realizada;
fomecedor receberá um Certificado de Aprovação. Uma lista
desses certificados será publicada no site da Sociedade -
quando ltca¡em comprovados dolos ou omissões-
Classifi cadora em http:/iexchange.dnv.com. 6.2 Informações
4.5 Renovafão da Aprovação A Sociedade Classificadora se reserva o direito de informar às
A renovação do certificado de aprovação deve ser ¡e¡6 èm partes interessadas sobre o cancelamento do certificado de
aprovação.
intervalos não supdrilres a 4 anos. A.verificação dçve ser feita
através'de auditoriäi,ou outra forma,' confirmando que. as 6.3 Re.Aprovação
condiçô.es aprovadas estão sendo mantidas. Auditoi'ias Um fomecedor que tenha um Certificado de Aprovação retirado,
intennêdiárias podem ser necessá¡ias, segundo ¿' Çocfedade pode- soliciør re-aprovação após um período de 6 (seis) meses.
Classificadora- Pelo menos tês meses ante5 da validade v9nçer,
o fomecedor ileve solicitar à Sociedade Classificadora a
renovação do, certifiiado de apr.ovação. 7. Referências
Certificação DNV Nota 2.7-l de maio de 1995 Contêineres
- Marítimos
Circular IMO MSC/Circ. 860 de 22 de maio de 1998
- EN 473 Níveis I e II
ISO 9712:Níveis I e II
-
.

ISO 9000- "


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60 Norma para Certiiicecã¡ - I 7-1
,1¡: : . -r-rlC€

ANEXO 3

CONTIIINERES MARITIMOS PARA USO SOME¡{TE EM CLTM.ES" 9

TBMPERÄDOS
r4,
1. Introdução
A temperatura de projeto, conforme especificada na Seção 4 Nota: .t
desta Norma para Certificação, é utilizada para determinar as Agumas a¡eas dentro das zonæ definidas podem, no invemo; ter a
exigências de energia de impacto para o aço utilizado na temperatura média diária mais baixa abaixo de 0'C. Pa¡a tais áreas. os
contêineres devem cumorir com o item 4.1.4 desta Norma para
estrutura primária de contêineres ma¡ítimos-
Certificação. ¿
De acordo com o item 4.1.4 desta Norma para Certificação, a
--f-i-m-d-a-N-o-t-a-- . :
temperatura de projeto, Tp, para contêineres marítimos não deve
ser superior a -20oC. Este Anexo especifica as exigências A temperatura de projeto T¡ para conjuntos de içamento não
alternativai para contêineres ma¡ítimos que só sejam utilizados devem ser assumidas como sendo maior que -20oC.
em áreas tropicais e temperadas no mundo. Nas areas definidas
neste Anexo, uma temperatura de projeto mais elevada poderá
4. Marcação
ser utilizada A temperâtura de projeto para componentes de
conjuntos.de içarnento, conforme a Seção 8, não precisa sér Além da marcação exigida na, Seção 6 desta Norma para
alterada- Certificação, os contêineresque forem projetados conforme este
Anexo devem ser marcados como segue:
É, næoRr¿Nre oBSERv-AR QLJE coNTÊINERES
No mesmo lado do contêiner que esti{er a placa de informações,
CERTTFICADOS CONFORME ESTE ANEXO SÓ SÃO
CERTIFICADOS PARA USO NA ÁNÈE OESCRITA NO o seguinte texto deve estar froeminentemente e indelevelmente
marcado com letras em ior contrastante, não inferiores a 75 mm
PA¡¡iç¡,A¡Ig 2, E NÃO SÃO CERTIFICADOS PARA.PSO
de âtura.;
EMQUALQT.JER OUTRA ÁRr¿" a VARCAÇAO EXI@.ê
NO PARÁGRAFO 4 DEVE SER MANTIDA PARA ESTES PARA USO SOMENTE EM CLIMAS TEMPERADOS
COI.¡-TÊTNERES DESDE QI.JE ELES SEJAM USADOS
COMO CONTEINERES MARÍTTMOS. 5. Placa de. Infoimações
ì Æéin, das linfÒrmações exigidas em 7.2 desta Norma para
2. Area 'Ce¡ti$oação, a placa de informações nos contêineres projetados
Este Anexo só deve ser aplicado a contêineres marítimos que confQrmeeste Anexo devem ser marcados com o seguii.té texto,
exclusiv4mg"te utilizados nas seguintes áreas:
s.eje¡n.-
,. em ôaracteies não infeiisres a4 mm de altura:
Entrç 36'Norte e 36' Sul e em Aguas Australianas. . A placa.deve ter o tlhilo
PLAçA Dq INFORMAÇOES DO CONTEINER MARITIMO
3. Temperatura d-e Projeto
A ternperatura de projetd Tp para a,estrutura tlo.coirtêiner não e.a ternperatirra de piojeto deve ser ma¡cada
deve ' sgr mäor dò que a.' tgmperaturaì média diêria -I Ter.nperaturaie,Projeto:0oC
1ç1a¡sticamente) mais båixa para a'á¡ea oíàe':o contÇi4er, $þ" pkigas de infonnações não devem ser removidas do
mari!._:rp Onefaø; e não deve ser supeiior a CC' ., a contêiner.-

':

,..
, ,.,'.
,

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