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12/1/2011

ACIDENTE DE TRABALHO
ACIDENTE DE TRABALHO

ACIDENTE DE TRABALHO

ACIDENTE DE TRABALHO
12/1/2011 ACIDENTE DE TRABALHO Conceitos Video Créditos  Videos publicitários da Work Safe Victoria.  Site:
Conceitos
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Créditos  Videos publicitários da Work Safe Victoria.  Site: www.worksafe.vic.gov.au
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Créditos

Créditos  Videos publicitários da Work Safe Victoria.  Site: www.worksafe.vic.gov.au

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Prevencionista  É toda ocorrência não programada ou prevista, estranha ao andamento normal do trabalho,
Prevencionista  É toda ocorrência não programada ou prevista, estranha ao andamento normal do trabalho,

Prevencionista

Prevencionista  É toda ocorrência não programada ou prevista, estranha ao andamento normal do trabalho, da

É toda ocorrência não programada ou prevista, estranha ao andamento normal do trabalho, da qual possa resultar danos físicos e/ou funcionais ou lesões ao trabalhador e/ou danos materiais e econômicos à empresa.

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Técnico

NBR 14.280

Ocorrência imprevista e indesejável, instantânea ou não, relacionada com o exercício do trabalho, de que resulte ou possa resultar lesão pessoal.

Considera-se AT

 

Consideram-se acidente do trabalho (art. 20):

Doença

Profissional

É

desencadeada

pelo

exercício do trabalho; Doença do Trabalho –É desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado.

Legal  Lei 8.213/91 – art. 19  É aquele que ocorrer pelo exercício do
Legal  Lei 8.213/91 – art. 19  É aquele que ocorrer pelo exercício do

Legal

Legal  Lei 8.213/91 – art. 19  É aquele que ocorrer pelo exercício do trabalho

Lei 8.213/91 – art. 19 É aquele que ocorrer pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal, ou perturbação funcional, que cause perda ou redução da capacidade de trabalho (temporária ou permanente) ou morte.

Equipara-se AT

Equiparam-se ao acidente do trabalho (art. 21):

I.

o acidente ligado ao trabalho que, embora não tenha sido a causa única, haja contribuído diretamente para a morte, para redução ou perda da sua capacidade para o trabalho, ou produzido lesão que exija atenção médica para a sua recuperação.

Exemplo: Uma infecção por tétano, depois de pequeno ferimento de um trabalhador.

Equipara-se AT

Equipara-se AT

II.

o acidente sofrido no local e no horário do trabalho, em consequência de:

III.

a doença proveniente de contaminação acidental do empregado no exercício de sua atividade;

 

a)

ato de agressão, sabotagem ou terrorismo praticado por terceiro ou companheiro de trabalho;

Exemplo: enfermeiro que sofre um corte ao quebrar um frasco contendo sangue e é contaminado pelo vírus HIV.

b)

ofensa física intencional, inclusive de terceiro, por motivo de disputa relacionada ao trabalho;

c) ato de imprudência, de negligência ou de imperícia de terceiro ou de companheiro de trabalho;

 

d) ato de pessoa privada do uso da razão;

e) desabamento, inundação, incêndio e outros casos fortuitos ou decorrentes de força maior.

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Equipara-se AT

IV.

o acidente sofrido pelo segurado ainda que fora do local e horário de trabalho:

a) na realização de serviço sob a autoridade da empresa;

 

Exemplo: Ir a uma papelaria comprar materiais de escritório ou ir

 

a

um banco pagar uma conta, ambos sob ordem da empresa, e

se

acidentar.

b) na prestação espontânea de qualquer serviço à empresa para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito;

 

É

o caso do empregado ir a uma loja, por conta própria, já

 

sabendo do seu trabalho, comprar uma peça para reposição de

estoque e se acidentar.

Comunicação de AT
Comunicação de AT
Estudos, Pesquisas e Estatísticas
Estudos, Pesquisas e Estatísticas

Equipara-se AT

de AT Estudos, Pesquisas e Estatísticas Equipara-se AT c) em viagem a serviço da empresa, inclusive
de AT Estudos, Pesquisas e Estatísticas Equipara-se AT c) em viagem a serviço da empresa, inclusive

c) em viagem a serviço da empresa, inclusive para estudo quando financiada por esta dentro de seus planos para melhor capacitação da mão-de-obra, independentemente do meio de locomoção utilizado, inclusive veículo de propriedade do segurado;

d) no percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo de propriedade do segurado.

CAT

Comunicação de Acidente do Trabalho

Ocorrido o acidente de trabalho, isto é, aquele que envolva trabalhadores, a empresa deverá comunicá-lo à Previdência Social, através da CAT, até o primeiro dia útil ao acidente e, quando fatal, de imediato à autoridade policial.

No caso da não comunicação, o INSS poderá aplicar multas.

Estas regras estão previstas no art. 22 da Lei 8.213/91

ACT - 01.3.1 - CAT.pdf

Estudos dos acidentes e incidentes Lesões graves ou fatais 1 Lesões menores 10 Acidentes com
Estudos dos acidentes e incidentes
Lesões graves ou fatais
1
Lesões menores
10
Acidentes com
danos à propriedade
30
Incidentes sem
lesões ou danos visíveis
600
Não Comunicados

12/1/2011

Fonte: Previdência Social (tabelas extraídas da Revista Proteção)
Fonte: Previdência Social (tabelas extraídas da Revista Proteção)

Fonte: Previdência Social (tabelas extraídas da Revista Proteção)

PARAÍBA
PARAÍBA

Fonte: Previdência Social (tabelas extraídas da Revista Proteção)

Setor Elétrico

 

Fundação COGE - Fundação Comitê de Gestão Empresarial

Constituída

por

63

empresas

do

Setor

Elétrico

Brasileiro;

 

Missão

de

promover

o

aprimoramento

da

gestão

empresarial e da cultura técnica do Setor Elétrico Brasileiro;

Pesquisas e Estatística do Setor Elétrico (Contratada da Eletrobrás); Projetos referentes à Segurança e Saúde no Trabalho;

http://www.funcoge.org.br/

 
PARAÍBA
PARAÍBA

Fonte: Previdência Social (tabelas extraídas da Revista Proteção)

AS ESTATÍSTICAS DOS ACIDENTES DE TRABALHO NÃO REFLETEM A DOR E O SOFRIMENTO QUE TRAZEM
AS ESTATÍSTICAS DOS ACIDENTES DE TRABALHO NÃO REFLETEM A DOR E O SOFRIMENTO QUE TRAZEM

AS ESTATÍSTICAS DOS ACIDENTES DE TRABALHO NÃO REFLETEM A DOR E O SOFRIMENTO QUE TRAZEM PARA SUAS VÍTIMAS, FAMÍLIAS, COLEGAS E AMIGOS

Relatório de Estatística de Acidentes do Setor Elétrico Brasileiro - 2008
Relatório de Estatística de Acidentes do
Setor Elétrico Brasileiro - 2008

12/1/2011

Relatório de Estatística de Acidentes do Setor Elétrico Brasileiro - 2008
Relatório de Estatística de Acidentes do
Setor Elétrico Brasileiro - 2008
NBR14.280 – CADASTRO DE ACIDENTES
NBR14.280 – CADASTRO DE
ACIDENTES

Suponhamos duas fábricas:

A
A
B
B

Trabalhadores acidentados:

10

20

Qual das duas fábricas teve uma proporção mais alta de acidentados? A fábrica B?

Relatório de Estatística de Acidentes do Setor Elétrico Brasileiro - 2008
Relatório de Estatística de Acidentes do
Setor Elétrico Brasileiro - 2008

O cadastro

A manutenção de um cadastro de acidentes permitirá:

Avaliar se o programa de segurança está sendo bem orientado e bem conduzido.

Avaliar se os gastos feitos com o programa estão sendo compensado.

Criar interesse na prevenção de acidentes.

Determinar as fontes principais dos acidentes.

Suponhamos:

 
A
A
B
B

Trabalhadores:

100

200

Cada fábrica, portanto, teve o mesmo número de acidentados para cada 100 trabalhadores.

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Mas, suponhamos agora:

 
A
A
B
B

Jornada (h/semana):

40

44

Conclusão: em termos de prevenção de acidentes, a B é melhor do que a A, já que cada operário trabalhando mais horas, a exposição ao risco é maior.

Horas-homem

mais horas, a exposição ao risco é maior. Horas-homem  As horas-homem são calculadas pelo somatório
mais horas, a exposição ao risco é maior. Horas-homem  As horas-homem são calculadas pelo somatório

As horas-homem são calculadas pelo somatório das horas de trabalho de cada empregado.

Quando o número de horas trabalhadas varia de grupo para grupo, calculam-se os vários produtos, que devem ser somados para obtenção do resultado final.

Exemplo: 25 homens, dos quais 18 trabalham, cada um, 200 h por mês, quatro trabalham 182 h e três, apenas, 160 h, totalizam 4 808 horas-homem, como abaixo indicado:

160 h, totalizam 4 808 horas-homem, como abaixo indicado: Taxa de frequência    Se na

Taxa de frequência

 

Se na fábrica A ocorreram 10 acidentes com perda de tempo, no ano passado e, se foram trabalhadas 200.000 horas-homens durante o ano, obtemos, aplicando a fórmula:

 

10 1000000

x

F A

50,0

 

200000

Isto significa, que durante o ano os trabalhadores da fábrica A sofreram lesões que provocaram uma perda de tempo à razão de 50, por cada milhão de horas que trabalharam.

 Com o objetivo de podermos fazer uma verdadeira comparação das lesões ocorridas na fábrica
 Com o objetivo de podermos fazer uma verdadeira comparação das lesões ocorridas na fábrica
 Com o objetivo de podermos fazer uma verdadeira comparação das lesões ocorridas na fábrica
 Com o objetivo de podermos fazer uma verdadeira comparação das lesões ocorridas na fábrica

 Com o objetivo de podermos fazer uma verdadeira comparação das lesões ocorridas na fábrica A
 Com o objetivo de podermos fazer uma verdadeira comparação das lesões ocorridas na fábrica A

Com o objetivo de podermos fazer uma verdadeira comparação das lesões ocorridas na fábrica A e na fábrica B durante um mesmo período devemos levar em consideração o total de horas-homens (H) em cada fábrica, no mesmo período.

Taxa de frequência

em cada fábrica, no mesmo período. Taxa de frequência  Número de acidentes por milhão de
em cada fábrica, no mesmo período. Taxa de frequência  Número de acidentes por milhão de

Número de acidentes por milhão de horas-homem de exposição ao risco, em determinado período.

F A

Nx 1000000

H

F A é a taxa de freqüência de acidentes; N é o número de acidentes; H representa as horas-homem de exposição ao risco.

Taxa de frequência

A taxa de frequência indica apenas a quantidade de acidentes, mas não indica a gravidade das lesões.

Numa empresa pode ter havido 50 acidentes com lesões de pequena importância, enquanto que numa outra empresa poderia ter havido apenas 5 acidentes com perda de falanges e perda de visão de um olho. Portanto, como o número de acidentes não expressa realmente a gravidade dos acidentes, torna-se necessário levantar o coeficiente de gravidade.

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Taxa de gravidade

12/1/2011 Taxa de gravidade  Tempo computado por milhão de horas-homem de exposição ao risco, em
12/1/2011 Taxa de gravidade  Tempo computado por milhão de horas-homem de exposição ao risco, em

Tempo computado por milhão de horas-homem de exposição ao risco, em determinado período.

de exposição ao risco, em determinado período.  G é a taxa de gravidade;  T

G é a taxa de gravidade;

T é o tempo computado (dias perdidos + dias debitados);

H representa as horas-homem de exposição ao risco.

 H representa as horas-homem de exposição ao risco.  Se no nosso exemplo incluirmos uma
 H representa as horas-homem de exposição ao risco.  Se no nosso exemplo incluirmos uma

Se no nosso exemplo incluirmos uma lesão da qual resultou a perda de 2 dedos da mão, a carga correspondente é de 750 dias (tabelado), os quais acrescidos à perda de tempo proveniente das 9 lesões restantes, que equivalem a 180 dias, nos dá um total de 930 dias, e o coeficiente de gravidade será:

G

(180

750) 1000000

x

200000

4650

será: G  (180  750) 1000000  x 200000 4650 Taxa de gravidade  Se

Taxa de gravidade

(180  750) 1000000  x 200000 4650 Taxa de gravidade  Se no caso da
(180  750) 1000000  x 200000 4650 Taxa de gravidade  Se no caso da

Se no caso da fábrica A, as 10 lesões provocaram um total de 200 dias perdidos, obteremos empregando a expressão de taxa de gravidade:

G

200 1000000

x

200000

1000

Isto é, o tempo perdido devido aos acidentes ocorridos na fábrica A, no ano passado, foi de 1.000 dias para cada 1.000.000 horas trabalhadas. Supondo-se que cada trabalhador, trabalhou 2.000 horas por ano, a média de tempo perdido foi de 2 dias por homem, por ano.

a média de tempo perdido foi de 2 dias por homem, por ano. Relatório de Estatística
Relatório de Estatística de Acidentes do Setor Elétrico Brasileiro - 2008
Relatório de Estatística de Acidentes do
Setor Elétrico Brasileiro - 2008

12/1/2011

CUSTOS DOS AT
CUSTOS DOS AT

Custos produzidos pelos acidentes

12/1/2011 CUSTOS DOS AT Custos produzidos pelos acidentes  Estudos mostram que para cada: $1 –
12/1/2011 CUSTOS DOS AT Custos produzidos pelos acidentes  Estudos mostram que para cada: $1 –

Estudos mostram que para cada:

$1 – CD
$1 – CD
$5-50 – CI
$5-50 –
CI

BRASIL

Sistema Previdenciário

Sistema de Saúde Pública

Etc

CustosCustos produzidosproduzidos pelospelos acidentesacidentes
CustosCustos produzidosproduzidos pelospelos acidentesacidentes

Custo Direto

Ligados diretamente ao atendimento do acidentado.

Responsabilidade da entidade SEGURADORA.

Despesas médicas, hospitalares e farmacêuticas necessárias para a recuperação do trabalhador acidentado, para que ele possa reassumir a sua ocupação;

Pagamento de diárias e benefícios ao acidentado;

Transporte de acidentado do local de trabalho ao local de atendimento.

SAT – Seguro de Acidentes do Trabalho

É calculada de acordo com o nível de risco de acidentes do trabalho. A contribuição é calculada em relação à folha de salário e é recolhida juntamente com as demais contribuições arrecadadas pelo INSS.

1% para a empresas de riscos de acidente considerado leve;

2% para a empresa de risco médio,

3% para a empresa de risco grave.

FAP – Fator Acidentário de Prevenção

12/1/2011

Custo Indireto

Não atribuídos aos acidentes, mas que se manifestam como consequência indireta dos mesmos. O seu ônus fica a cargo dos empregadores.

Salários pagos durante o tempo perdido por outros trabalhadores, na hora do acidente e após o mesmo; Salários adicionais pagos por trabalhos de horas extras, em virtude do acidente;

Prejuízos

Embora os custos para o empregador aumentem, em função da gravidade do acidente, certamente é o trabalhador quem mais perde:

Preço de uma vida?

Preço da perda de uma mutilação?

Como calcular os prejuízos morais?

Como calcular o valor do sofrimento?

Exemplo
Exemplo

Exemplo

Salários pagos a supervisores durante o tempo despendido em atividades decorrentes do acidente;

Salários pago ao acidentado, não cobertos pela seguradora;

Diminuição da eficiência do acidentado ao retornar ao trabalho;

Despesa com treinamento do substituto do acidentado;

Custo do material ou equipamento danificado nos acidentes;

Custo eventual de interferência na produção (retardamento de entrega, multas, etc.)

CÁLCULO DOS CUSTOS

(retardamento de entrega, multas, etc.) CÁLCULO DOS CUSTOS C = CD + CI  O cálculo
(retardamento de entrega, multas, etc.) CÁLCULO DOS CUSTOS C = CD + CI  O cálculo

C = CD + CI

O cálculo em si não é difícil mas muito trabalhoso.

Relatório de Estatística de Acidentes do Setor Elétrico Brasileiro - 2008
Relatório de Estatística de Acidentes do
Setor Elétrico Brasileiro - 2008

12/1/2011

Custos no Setor Elétrico

12/1/2011 Custos no Setor Elétrico  Custo Mínimo Estimado = 5 (dias perdidos x salário médio/dia
12/1/2011 Custos no Setor Elétrico  Custo Mínimo Estimado = 5 (dias perdidos x salário médio/dia

Custo Mínimo Estimado = 5 (dias perdidos x salário médio/dia no setor)

Exemplo:

CME 2006 = 5 x (144.018 x R$ 92,82) CME 2006 = R$ 66.838.753,80

literatura técnica disponível indica que o custo indireto de um acidente pode variar de 5 a 50 vezes o seu custo direto.

 Relate um acidente de trabalho no qual você possa exemplificar os vários custos indiretos
 Relate um acidente de trabalho no qual você possa exemplificar os vários custos indiretos
 Relate um acidente de trabalho no qual você possa exemplificar os vários custos indiretos
 Relate um acidente de trabalho no qual você possa exemplificar os vários custos indiretos

Relate um acidente de trabalho no qual você possa exemplificar os vários custos indiretos produzidos por este acidente.

Conceito

custos indiretos produzidos por este acidente. Conceito  É um conjunto de técnicas administrativas,
custos indiretos produzidos por este acidente. Conceito  É um conjunto de técnicas administrativas,

É um conjunto de técnicas administrativas, financeiras e de engenharia, que visa a proteção dos recursos humanos, materiais e financeiros de uma empresa, quer através da eliminação ou redução de seus riscos, quer através do financiamento dos riscos remanescentes, conforme

seja economicamente mais viável.

EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
Gerência de Riscos
Gerência de Riscos
dos riscos remanescentes, conforme seja economicamente mais viável . EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO Gerência de Riscos 10

12/1/2011

12/1/2011 PDCA  Check (verificação): monitorar e avaliar periodicamente os resultados, avaliar processos e

PDCA

Check (verificação): monitorar e avaliar periodicamente os resultados, avaliar processos e resultados, confrontando-os com o planejado, objetivos, especificações e estado desejado, consolidando as informações, eventualmente confeccionando relatórios. Atualizar ou implantar a gestão à vista.

Action (ação): Agir de acordo com o avaliado e de acordo com os relatórios, eventualmente determinar e confeccionar novos planos de ação, de forma a melhorar a qualidade, eficiência e eficácia, aprimorando a execução e corrigindo eventuais falhas.

Indentificação de Riscos

 

É

o

processo

através

do

qual

contínua

e

sistematicamente, são identificadas perdas potenciais (a pessoas, à propriedade e por responsabilidade da empresa), ou seja, situações de risco de acidentes que podem afetar a organização.

PDCA

Plan

(planejamento): estabelecer uma meta ou

identificar o problema; analisar o fenômeno; analisar o processo e elaborar um plano de ação.

Do (execução): realizar, executar as atividades conforme o plano de ação.

IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS
IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS
TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO
TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO

TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO

12/1/2011

Checklist (Roteiro)
Checklist (Roteiro)

Checklist (Roteiro)

 

Itens de observação (com base na nr -18)

 

Situação encontrada

18.3

-

Programa

de

Condições

e

Meio

Ambiente

de

 

Trabalho na Indústria da Construção - PCMAT

 

18.4

- Áreas de Vivência

   

18.6

- Escavações, Fundações e Desmonte de Rochas

   

18.7

- Carpintaria

   

18.12

- Escadas, Rampas e Passarelas

   

18.13

- Medidas de Proteção contra Quedas de Altura

   

18.14

- Movimentação e Transporte de Materiais e Pessoas

 

18.15

- Andaimes

   

18.21

- Instalações elétricas

   

18.22

- Máquinas, equipamentos e Ferramentas diversas

   

18.23

- Equipamentos de Proteção Individual

   
Estudo de Caso - Checklist Prof. Dr. Béda Barkokébas Jr. Escola Politécnica da Universidade de
Estudo de Caso - Checklist
Prof. Dr. Béda Barkokébas Jr.
Escola Politécnica da Universidade de Pernambuco
Laboratório de Segurança e Higiene do Trabalho – LSHT

Checklist (Roteiro)

e Higiene do Trabalho – LSHT Checklist (Roteiro)  É uma lista de verificação.  Uma
e Higiene do Trabalho – LSHT Checklist (Roteiro)  É uma lista de verificação.  Uma

É uma lista de verificação.

Uma relação de itens a serem observados.

É usado para evitar esquecimentos, falhas, desconfortos, prejuízos, acidentes!

Em vários casos um check-list é útil. Em muitos casos um check-list é super-útil. E, numa porção de casos ele é imprescindível!

Imagine a revisão do seu carro ser feita sem um check-list.

Imagine a manutenção de um avião sem um check-list!

 Imagine a manutenção de um avião sem um check-list! Características da empresa  Empresa de

Características da empresa

Empresa de construção civil, sub-setor de edificações;

Localizada na Região Metropolitana do Recife;

Grande porte: cerca de 900 empregados (diretos);

Média anual de 12 canteiros de obras;

Empresa com certificação ISO 9001;

12/1/2011

Diagnóstico

 

Identificação de práticas e procedimentos existentes nos canteiros de obras, bem como o atendimento aos requisitos legais.

As

observações

nos

canteiros

de

obras

são

realizadas através de Checklist da NR 18.

NA – Não se aplica

 

CO – Comforme

 

NC – Não conforme

 

DES – Desacordo

 

GIR – Grave e Iminente Risco

 
   GIR – Grave e Iminente Risco   Diagnóstico  A análise quantitativa das

Diagnóstico

A análise quantitativa das situações “não conforme”

situações em desacordo

situações em grave e iminente risco.

A análise qualitativa indica as áreas que requerem maior atenção. Foram elas: instalações elétricas, medidas de proteção contra queda de altura, equipamentos de proteção individual (EPI), armações de aço e andaimes.

de proteção contra queda de altura, equipamentos de proteção individual (EPI), armações de aço e andaimes.
de proteção contra queda de altura, equipamentos de proteção individual (EPI), armações de aço e andaimes.
de proteção contra queda de altura, equipamentos de proteção individual (EPI), armações de aço e andaimes.

12/1/2011

Diagnóstico  Risco de acidente por choque elétrico devido a partes vivas expostas.
Diagnóstico  Risco de acidente por choque elétrico devido a partes vivas expostas.

Diagnóstico

Diagnóstico  Risco de acidente por choque elétrico devido a partes vivas expostas.

Risco de acidente por choque elétrico devido a partes vivas expostas.

Diagnóstico

elétrico devido a partes vivas expostas. Diagnóstico Diagnóstico Diagnóstico    Risco de
elétrico devido a partes vivas expostas. Diagnóstico Diagnóstico Diagnóstico    Risco de
elétrico devido a partes vivas expostas. Diagnóstico Diagnóstico Diagnóstico    Risco de
elétrico devido a partes vivas expostas. Diagnóstico Diagnóstico Diagnóstico    Risco de
elétrico devido a partes vivas expostas. Diagnóstico Diagnóstico Diagnóstico    Risco de
Diagnóstico
Diagnóstico

Diagnóstico

 

Risco

de

queda por diferença de

nível

e

de

projeção de ferramentas e materiais devido a

ausência de proteção de periferia de laje.

 
e de projeção de ferramentas e materiais devido a ausência de proteção de periferia de laje.

12/1/2011

12/1/2011 Diagnóstico  Risco de queda por diferença de nível devido a falta de utilização do
12/1/2011 Diagnóstico  Risco de queda por diferença de nível devido a falta de utilização do
Diagnóstico  Risco de queda por diferença de nível devido a falta de utilização do
Diagnóstico  Risco de queda por diferença de nível devido a falta de utilização do

Diagnóstico

Diagnóstico  Risco de queda por diferença de nível devido a falta de utilização do cinto

Risco de queda por diferença de nível devido a falta de utilização do cinto de segurança tipo pára-quedista.

Diagnóstico  Risco de queda por diferença de nível devido a abertura no piso.
Diagnóstico  Risco de queda por diferença de nível devido a abertura no piso.

Diagnóstico

Diagnóstico  Risco de queda por diferença de nível devido a abertura no piso.

Risco de queda por diferença de nível devido a abertura no piso.

tipo pára-quedista. Diagnóstico  Risco de queda por diferença de nível devido a abertura no piso.
tipo pára-quedista. Diagnóstico  Risco de queda por diferença de nível devido a abertura no piso.

12/1/2011

12/1/2011 Diagnóstico  Risco de queda devido a utilização de meio inadequado para atingir lugar mais
12/1/2011 Diagnóstico  Risco de queda devido a utilização de meio inadequado para atingir lugar mais
12/1/2011 Diagnóstico  Risco de queda devido a utilização de meio inadequado para atingir lugar mais
Diagnóstico  Risco de queda devido a utilização de meio inadequado para atingir lugar mais
Diagnóstico  Risco de queda devido a utilização de meio inadequado para atingir lugar mais

Diagnóstico

Diagnóstico  Risco de queda devido a utilização de meio inadequado para atingir lugar mais alto

Risco de queda devido a utilização de meio inadequado para atingir lugar mais alto e ao piso do andaime com forração incompleta.

de meio inadequado para atingir lugar mais alto e ao piso do andaime com forração incompleta.
Indicador Quantitativo
Indicador Quantitativo

12/1/2011

Indicador Qualitativo
Indicador Qualitativo
Depois
Depois
Depois
Depois
Antes
Antes
Antes
Antes
Antes
Antes

12/1/2011

Depois
Depois
Depois
Depois
Depois
Depois
Antes
Antes
Antes
Antes
Antes
Antes

12/1/2011

Depois
Depois

Dificuldades

Mudança de cultura organizacional: engenheiros, mestres e encarregados;

Atuação das empresas terceirizadas;

Sistemas de contratos: obrigações contratuais;

Contabilidade de custos diretos e indiretos.

Conclusões

O controle dos indicadores proporciona:

Controle dos riscos de acidentes;

Análise de custo;

Direcionamento de recursos para áreas prioritárias;

Indicação de desempenho em SST por obra.

Indicador Econômico
Indicador Econômico

Conclusões

A implantação do Sistema GSST:

Redução dos riscos de acidentes;

Redução dos embargos e interdições;

Redução dos custos (retrabalho, acidentes, passivo de segurança, etc.)

Melhoria da Qualidade de Vida dos Trabalhadores.

NR 28
NR 28

12/1/2011

28.3 Penalidades  28.3.1 As infrações aos preceitos legais e/ou regulamentadores sobre segurança e saúde
28.3 Penalidades  28.3.1 As infrações aos preceitos legais e/ou regulamentadores sobre segurança e saúde

28.3 Penalidades

28.3 Penalidades  28.3.1 As infrações aos preceitos legais e/ou regulamentadores sobre segurança e saúde do

28.3.1 As infrações aos preceitos legais e/ou regulamentadores sobre segurança e saúde do trabalhador terão as penalidades aplicadas conforme o disposto no quadro de gradação de multas (Anexo I), obedecendo às infrações previstas no quadro de classificação das infrações (Anexo II) desta Norma.

 

GRADAÇÃO DAS MULTAS (EM UFIR)

 
   

Segurança do Trabalho

   

Medicina do Trabalho

 

NUMERO DE

               

EMPREGADOS

I

4

I

4

1-10

630-729

1129-1393

1691-2091

2252-2792

378-428

676-839

1015-1254

1350-1680

11-25

730-830

1394-1664

2092-2495

2793-3334

429-498

840-1002

1255-1500

1681-1998

26-50

831-963

1665-1935

2496-2898

3335-3876

499-580

1003-1166

1501-1746

1999-2320

51-100

964-1104

1936-2200

2899-3302

3877-4418

581-662

1167-1324

1747-1986

2321-2648

101-250

1105-1241

2201-2471

3303-3718

4419-4948

663-744

1325-1482

1987-2225

2649-2976

251-500

1242-1374

2472-2748

3719-4121

4949-5490

745-826

1483-1646

2226-2471

2977-3297

501-1000

1375-1507

2749-3020

4122-4525

5491-6033

827-906

1647-1810

2472-2717

3298-3618

mais de 1000

1508-1646

3021-3284

4526-4929

6034-6304

907-990

1811-1973

2718-2957

3619-3782

Exemplo
Exemplo
 28.3.1.1 Em caso de reincidência, embaraço ou resistência à fiscalização, emprego de artifício ou
 28.3.1.1 Em caso de reincidência, embaraço ou resistência à fiscalização, emprego de artifício ou
 28.3.1.1 Em caso de reincidência, embaraço ou resistência à fiscalização, emprego de artifício ou
 28.3.1.1 Em caso de reincidência, embaraço ou resistência à fiscalização, emprego de artifício ou
 28.3.1.1 Em caso de reincidência, embaraço ou resistência à fiscalização, emprego de artifício ou

28.3.1.1 Em caso de reincidência, embaraço ou resistência à fiscalização, emprego de artifício ou simulação com o objetivo de fraudar a lei, a multa será aplicada na forma do art. 201, parágrafo único, da CLT, conforme os seguintes valores estabelecidos:

lei, a multa será aplicada na forma do art. 201, parágrafo único, da CLT, conforme os

Considerações

conforme os seguintes valores estabelecidos: Considerações  No Anexo I, você pode ver os valores de
conforme os seguintes valores estabelecidos: Considerações  No Anexo I, você pode ver os valores de

No Anexo I, você pode ver os valores de acordo com o item da penalidade e o número de funcionários.

UFIR – R$1,0641 (2000)

A Unidade de Referência Fiscal - UFIR foi extinta em decorrência do §3º do Art. 29 da Medida Provisória

2095-76

O valor da penalidade para itens relacionados à Segurança chega ao teto de 6.304 UFIR e da Medicina 3.782.

Dados

Check-list – NR 06

Empresa com 45 funcionários

12/1/2011

NR 28 - Anexo II

 

Item/Subitem

 

Código

Infração

6.2

206.023-0

4

6.3

206.024-8

4

6.6.1

"a"

206.005-1

3

6.6.1

"b"

206.025-6

4

6.6.1

"c"

206.026-4

4

6.6.1

"d"

206.008-6

3

6.6.1

"e"

206.009-4

3

6.6.1

"f"

206.027-2

2

6.8.1

"d"

206.028-0

3

6.8.1

"e"

206.029-9

4

6.8.1

"g“

206.018-3

1

6.8.1

"h"

206.030-2

2

6.8.1

"i"

206.031-0

2

6.9.3

206.032-9

3

Check-list

 
   

Item/Subitem

 

Infração

Não Conforme

 

6.6.1

"a"

 

3

X

6.6.1

"b"

 

4

X

6.6.1

"d"

 

3

X

6.6.1

"e"

 

3

X

6.6.1

"f"

 

2

X

Cálculo     Segurança do Trabalho   I¹ I² I³ I 4 I¹ I² I³

Cálculo

   

Segurança do Trabalho

 

I

4

I

4

Multa

               

(UFIR)

0x831

1x1665

3x2496

1x3335

0x963

1x1935

3x2898

1x3876

 

0

1665

7488

3335

0

1935

8694

3876

Conversão

   

UFIR

Real

 

12488

X 1,0641

   

14505

X 1,0641

 

Multa

   

(R$)

 

13.288,48

   

15.434,77

 

Check-list

 
 

Item/Subitem

Código

Infração

Não se Aplica

Conforme

Não Conforme

6.2

206.023-0

4

   

X

 

6.3

206.024-8

4

   

X

 

6.6.1

"a"

206.005-1

3

   

X

6.6.1

"b"

206.025-6

4

   

X

6.6.1

"c"

206.026-4

4

   

X

 

6.6.1

"d"

206.008-6

3

   

X

6.6.1

"e"

206.009-4

3

   

X

6.6.1

"f"

206.027-2

2

   

X

6.8.1

"d"

206.028-0

3

X

   

6.8.1

"e"

206.029-9

4

X

   

6.8.1

"g“

206.018-3

1

X

   

6.8.1

"h"

206.030-2

2

X

   

6.8.1

"i"

206.031-0

2

X

   

6.9.3

206.032-9

3

X

   

Check-list

 
 

Item/Subitem

Infração

Não Conforme

 

6.6.1

"a"

3

X

6.6.1

"b"

4

X

6.6.1

"d"

3

X

6.6.1

"e"

3

X

6.6.1

"f"

2

X

     

Segurança do Trabalho

   

NUMERO DE

       

EMPREGADOS

 

I

4

 

26-50

831-963

1665-1935

2496-2898

3335-3876

FIM
FIM

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