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Sistema de Certificação de

Entidades Formadoras

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL


DIRECÇÃO-GERAL DO EMPREGO E DAS RELAÇÕES DE TRABALHO
Direcção de Serviços de Qualidade e Acreditação
SUMÁRIO
SUMÁRIO

• Enquadramento jurídico
• Transição Acreditação – Certificação
• O que é a certificação?
• Destinatários
• Vantagens da certificação
• Requisitos de certificação
• Processo de certificação
• Pedido de certificação
• Manutenção da certificação
• Auditorias
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ENQUADRAMENTO
ENQUADRAMENTO JURÍDICO
JURÍDICO

 Resolução do Conselho de Ministros nº 173/2007, de 17 de Outubro:


aprova a Reforma da Formação Profissional

 Decreto-Lei nº 396/2007, de 31 de Dezembro: estabelece o Sistema


Nacional de Qualificações

 Portaria nº 851/2010, de 6 de Setembro: regula o Sistema de


Certificação de Entidades Formadoras e revoga o Sistema de
Acreditação de Entidades Formadoras

 Portaria nº 1196/2010, de 24 de Novembro: estabelece o valor, prazo e


modo de pagamento das taxas aplicáveis aos pedidos de certificação,
alargamento e transmissão da certificação e auditorias
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NOVIDADES
NOVIDADES DA
DA CERTIFICAÇÃO
CERTIFICAÇÃO –– DESTAQUES
DESTAQUES
 Certificação sem distinção por domínio

 Certificação por áreas de educação e formação segundo a CNAEF


(Portaria nº 256/2005, de 16 de Março)

 Requisitos prévios e referencial de qualidade da certificação

 Certificação sem prazo e auditorias regulares

 Pedido de certificação e auditorias sujeitos a taxa

 Avaliação qualitativa do desempenho com base em indicadores

 Pedido de certificação electrónico

 Órgãos consultivos
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NORMA
NORMA TRANSITÓRIA
TRANSITÓRIA –– Artigo
Artigo 21º
21º

Mantêm a sua acreditação sem


prazo de validade

Entidades com acreditação


válida a 6 de Setembro
(inclusive)

Vão ser notificadas pela DGERT,


de forma faseada, para
requererem a certificação

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O
O QUE
QUE ÉÉ A
A CERTIFICAÇÃO?
CERTIFICAÇÃO?

Reconhecimento global da capacidade de


desenvolvimento das diferentes fases do ciclo formativo,
concedido por áreas de educação e formação (referência
à CNAEF), nas quais a entidade actua

O que significa a atribuição da certificação por áreas de educação e formação?

Significa que foi reconhecida à entidade a capacidade para organizar


e executar formação especializada em determinadas áreas temáticas
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DESTINATÁRIOS
DESTINATÁRIOS

Entidades privadas Entidades públicas ou de


(pessoa colectiva ou direito privado que
singular) prossigam fins públicos

Desenvolver Formação não


prevista na
formação profissional e
lei orgânica, diploma de
ter estrutura formativa
criação, homologação,
adequada autorização de funcionamento
ou outro regime aplicável

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VANTAGENS
VANTAGENS DA
DA CERTIFICAÇÃO
CERTIFICAÇÃO

 Reconhecimento de qualidade no mercado

Divulgação

Logótipo de entidade certificada

 Acesso a financiamento público para a formação

 Isenção de IVA nos produtos e serviços de formação

 Dedução de despesas em IRS com formação profissional

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TAXAS
TAXAS DE
DE CERTIFICAÇÃO
CERTIFICAÇÃO

PEDIDOS DE CERTIFICAÇÃO VALORES (euros)

Certificação com 3 áreas de educação-formação 500

Áreas de educação-formação (cada) 150

Transmissão de certificação 200

Auditorias de manutenção 750

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REQUISITOS
REQUISITOS DE
DE CERTIFICAÇÃO
CERTIFICAÇÃO

Condições legais de base


que permitem
REQUISITOS PRÉVIOS
a entidade formadora
requerer a certificação

Condições mínimas de estruturação


REQUISITOS DE da entidade formadora que
QUALIDADE traduzem a capacidade instalada e
as práticas formativas

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REQUISITOS PRÉVIOS

 Personalidade jurídica

 Ausência de proibição ou suspensão do exercício da actividade

 Situação contributiva regularizada

 Ausência de dívidas relativas a apoios comunitários ou nacionais

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REQUISITOS DE QUALIDADE

Dimensões

A – ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO INTERNA

B – PROCESSOS NO DESENVOLVIMENTO DA FORMAÇÃO

C – RESULTADOS E MELHORIA CONTÍNUA

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A – ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO INTERNA

RECURSOS HUMANOS
COM AS COMPETÊNCIAS  Gestor de formação
ADEQUADAS
 Coordenador pedagógico
 Formadores e outros agentes
 Colaborador(es) para atendimento diário
 Colaborador para a área da contabilidade
 Colaborador FADIS (quando aplicável)

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GESTOR DE FORMAÇÃO

 Habilitação superior

 Experiência profissional: 3 anos de funções técnicas em gestão e


organização da formação
Ou

Formação profissional: mínima de 150h na área da gestão e


organização da formação e, eventualmente , na área pedagógica
 Exercício de funções a tempo completo ou que assegure o período de
funcionamento da entidade
 Contrato escrito

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COORDENADOR PEDAGÓGICO

 Habilitação superior

 Experiência profissional: 3 anos de funções no desenvolvimento de


actividades pedagógicas
Ou

Formação profissional: mínima de 150h na área pedagógica ou


profissionalização no ensino
 Exercício de funções regulares na entidade

 Contrato escrito

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ACUMULAÇÃO DE FUNÇÕES

Possível para o gestor e o coordenador pedagógico desde que:

 Sejam respeitados os requisitos em termos de competências

requeridas para as respectivas funções

 Não seja afectado o exercício das actividades associadas a cada

função por incompatibilidade das respectivas responsabilidades ou


pelo tempo que a ambas deve ser disponibilizado

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FORMADORES E OUTROS AGENTES

FORMADORES
 Formação científica ou técnica e pedagógica nas áreas de educação
e formação a certificar
 Experiência de 3 anos de funções nas áreas de educação e
formação desenvolvidas (1 formador por área de educação e formação)

OUTROS AGENTES
 Qualificações adequadas às modalidades, formas de organização e
destinatários

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FORMAÇÃO A DISTÂNCIA

Formação ou experiência profissional mínima de 1 ano em:


• Organização ou gestão de FADIS

ou
• Implementação de programas de formação e estratégias
pedagógicas em FADIS

ou
• Concepção de métodos e técnicas de tutoria em contexto FADIS

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ATENDIMENTO E CONTABILIDADE

Atendimento
 Colaborador(es) que assegure(m) atendimento diário, a tempo
completo em todos os estabelecimentos com contacto com o
público

Contabilidade
 Colaborador qualificado ou recurso a prestação de serviço para
assegurar a contabilidade segundo o POC aplicável

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A – ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO INTERNA

 Existência de instalações específicas e


ESPAÇOS E
equipamentos adequados às intervenções
EQUIPAMENTOS
formativas a desenvolver
 Espaço de atendimento ao público e clientes
 Requisitos mínimos ao nível de áreas, condições
ambientais e de higiene e segurança,
acessibilidade para pessoas com necessidades
especiais* e equipamentos para a componente
prática da formação
* Decreto-Lei nº163/2006, de 8 de Agosto

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ATENDIMENTO AO PÚBLICO OU CLIENTES

 Instalações de “porta aberta” para atendimento ao público com:


• Identificação e horário de funcionamento visível no exterior
• Mobiliário adequado
 Local de atendimento aos clientes devidamente identificado (para
formação exclusivamente dirigida a empresas/organizações clientes)
 Não aplicável a entidades com formação dirigida exclusivamente aos
próprios colaboradores

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SALAS DE FORMAÇÃO TEÓRICA

 2m2 de área útil mínima por formando

 Condições ambientais adequadas

 Condições de higiene e segurança

 Equipamentos de apoio adequados

 Mobiliário adequado

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SALAS DE FORMAÇÃO EM INFORMÁTICA

 3m2 de área útil mínima por formando


 Condições ambientais adequadas
 Condições de higiene e segurança
 Equipamentos de apoio adequados
 Mobiliário adequado, suficiente, em bom estado de conservação
 Computadores equipados com software adequado, ligação em rede
e acesso à internet
 1 computador para 2 formandos e 1 computador para o formador

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ESPAÇOS E EQUIPAMENTOS PARA A COMPONENTE PRÁTICA

As características dos espaços e equipamentos devem:

 Permitir o cumprimento dos objectivos de aprendizagem da


componente prática prevista no programa

 Ter em conta os requisitos previstos na legislação especifica


existente

Em casos de especial relevância e na ausência de legislação, os


requisitos podem ser determinados pela entidade certificadora,
nomeadamente, com base nas melhores práticas observadas

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REQUISITOS DE QUALIDADE

Dimensões

A – ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO INTERNA

B – PROCESSOS NO DESENVOLVIMENTO DA FORMAÇÃO

C – RESULTADOS E MELHORIA CONTÍNUA

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B – PROCESSOS NO DESENVOLVIMENTO DA FORMAÇÃO

PLANO DE ACTIVIDADES ANUAL


 Caracterização da entidade e da sua actividade
PLANIFICAÇÃO E
GESTÃO  Projectos a desenvolver em coerência com a
estratégia e o contexto de actuação
 Objectivos e resultados a alcançar, com os
respectivos indicadores de acompanhamento
 Recursos humanos e materiais a afectar aos
projectos, tendo em conta as áreas de educação e
formação
 Parcerias e protocolos

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B – PROCESSOS NO DESENVOLVIMENTO DA FORMAÇÃO

PROCESSO ESTRUTURADO EM FASES:


CONCEPÇÃO E
DESENVOLVIMENTO DA a. Concepção dos programas de formação e dos
ACTIVIDADE FORMATIVA
recursos técnico- pedagógicos

b. Organização e execução dos cursos e acções

c. Avaliação do cumprimento dos objectivos de


formação

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a.
a. Concepção
Concepção dos
dos programas
programas de
de formação
formação ee dos
dos recursos
recursos técnico-
técnico- pedagógicos
pedagógicos

 Definição das competências a desenvolver pelos formandos

 Definição dos objectivos de aprendizagem a atingir pelos


formandos

 Definição dos itinerários de aprendizagem com a identificação dos


módulos e sua sequência pedagógica

 Concepção ou adaptação de recursos técnico pedagógicos

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b.
b. Organização
Organização ee execução
execução dos
dos cursos
cursos ee acções
acções

 Identificação e aplicação da metodologia e instrumentos de selecção de


formandos e formadores (quando aplicável)
 Identificação e aplicação de estratégias de aprendizagem (métodos,
actividades, recursos técnico pedagógicos)
 Identificação e aplicação de critérios de selecção das entidades receptoras
de formandos para o desenvolvimento da formação prática em contexto
de trabalho (quando aplicável)
 Definição e aplicação de planos pedagógico de formação prática em
contexto de trabalho, que contemplem os mecanismos de
acompanhamento e avaliação dos estágios (quando aplicável)

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c.
c. Avaliação
Avaliação do
do cumprimento
cumprimento dos
dos objectivos
objectivos de
de formação
formação

 Identificação e aplicação das metodologia e instrumentos de


avaliação da aprendizagem e de satisfação da formação

 Identificação e aplicação da metodologia e instrumentos de


acompanhamento a utilizar durante e após a formação
(empregabilidade e inserção profissional)

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Concepção
Concepção ee desenvolvimento
desenvolvimento -- formação
formação aa distância
distância

Especificidades:

@ Conteúdos de aprendizagem estruturados segundo as normas


internacionais específicas

@ Sistema de tutoria activa


@ Controlo da evolução da aprendizagem do formando

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B – PROCESSOS NO DESENVOLVIMENTO DA FORMAÇÃO

Regulamento da formação

 Requisitos de acesso e formas de inscrição


REGRAS DE
 Critérios e métodos de selecção de formandos
FUNCIONAMENTO
 Condições de funcionamento da formação

 Critérios e métodos de avaliação da formação

 Descrição de funções e responsabilidades

 Tratamento de reclamações
@ Especificidades para FADIS

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B – PROCESSOS NO DESENVOLVIMENTO DA FORMAÇÃO

DOSSIER TÉCNICO  Organizado por acção de formação, com


PEDAGÓGICO
integração de toda a informação relativa
à sua execução

 Estrutura proposta idêntica à exigida


pelo programa operacional

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B – PROCESSOS NO DESENVOLVIMENTO DA FORMAÇÃO

Celebração de contrato de formação com os


CONTRATOS DE formandos ou contrato com a entidade
FORMAÇÃO
cliente, com a designação da acção,
duração, data e local de realização,
condições de frequência, pagamentos, etc…

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B – PROCESSOS NO DESENVOLVIMENTO DA FORMAÇÃO

 Livro de Reclamações para entidades com


TRATAMENTO DE
serviço de atendimento ao público (Decreto-
RECLAMAÇÕES
Lei nº 371/2007, de 6 de Novembro)

 Definição de procedimento próprio (forma


de apresentação, prazo e forma de resposta,
registos do tratamento e medidas tomadas)
e sua divulgação

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REQUISITOS DE QUALIDADE

Dimensões

A – ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO INTERNA

B – PROCESSOS NO DESENVOLVIMENTO DA FORMAÇÃO

C – RESULTADOS E MELHORIA CONTÍNUA

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C – RESULTADOS E MELHORIA CONTÍNUA

AVALIAÇÃO DE Balanço de actividades anual


RESULTADOS
 Avaliação do cumprimento dos
objectivos planeados

ACOMPANHAMENTO  Avaliação da satisfação e


PÓS-FORMAÇÃO desempenho dos formadores,
 Análise crítica dos resultados
 Identificação de melhorias
MELHORIA
CONTÍNUA

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PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO

CERTIFICAÇÃO INICIAL MANUTENÇÃO DA CERTIFICAÇÃO

Indicadores de
Pedido de
desempenho e
certificação
resultados

CERTIFICAÇÃO
Avaliação Auditorias
técnica

Alargamento e transmissão Revogação


da certificação (parcial ou total)

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CERTIFICAÇÃO INICIAL

Para obter a certificação, a entidade formadora tem de demonstrar que:

 As suas práticas e estrutura formativa são adequadas à oferta que


desenvolve

 Cumpre os requisitos do referencial de qualidade

Pedido de certificação

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CERTIFICAÇÃO INICIAL

Pedido de certificação

Submetido electronicamente através da plataforma disponível em

http://certifica.dgert.mtss.gov.pt

 Acesso à plataforma mediante registo prévio sujeito a aprovação


 Entidade tem acesso a uma área reservada onde submete o seu pedido

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FORMULÁRIO DE REGISTO

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ÁREA RESERVADA

42
FORMULÁRIO PEDIDO DE CERTIFICAÇÃO

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CERTIFICAÇÃO INICIAL

O pedido de certificação na fase de transição....

Entidades formadoras
A qualquer momento
sem acreditação

Notificação faseada
Previsão de início:
2º semestre 2011

Entidades formadoras Quando notificadas


com acreditação válida pela DGERT

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PREPARAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO

• Conhecer o referencial de qualidade


• Avaliar e melhorar a sua estrutura e
Preparar a certificação
práticas de formação
• Organizar o pedido de certificação

Documentos apoio disponíveis:

 Guia do Sistema de Certificação de Entidades Formadoras


 Etapas para a certificação da entidade formadora
 Manual do Utilizador da plataforma electrónica

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PREPARAÇÃO DO PEDIDO

Requisitos prévios Requisitos de qualidade

Oferta formativa por


• Recursos humanos com competências na
área de educação e
formação gestão e execução da formação
• Recursos físicos adequados à oferta
formativa
• Práticas de planificação da formação
Demonstração
• Práticas de concepção, organização e
através de
evidências execução da formação
objectivas • Práticas e resultados de avaliação

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PREPARAÇÃO DO PEDIDO

Práticas de concepção, Manual da qualidade


organização e execução
da actividade
da formação
formativa

 Descreve processos, metodologias, procedimentos, intervenientes


e recursos utilizados na formação
 Traduz as práticas existentes ou a implementar pela entidade
 Deve ser permanentemente actualizado

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Cont.

Manual da qualidade da
actividade formativa

1 - Enquadramento do documento e caracterização da entidade

2 - Identificação dos processos da actividade formativa

3 - Caracterização dos processos da actividade formativa

4 - Apresentação dos modelos dos documentos, instrumentos e


registos referenciados em cada processo

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PEDIDO DE CERTIFICAÇÃO

Entidade Pedido de certificação


formadora (electrónico)

Avaliação dos
Audiência
resposta requisitos de certificação
prévia
(DGERT)

Não
resposta Positivo

Negativo
Indeferimento
do pedido
Certificação
Divulgação das
por áreas educação entidades certificadas
e formação
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PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO

CERTIFICAÇÃO INICIAL MANUTENÇÃO DA CERTIFICAÇÃO

Indicadores de
Pedido de
desempenho e
certificação
resultados

CERTIFICAÇÃO
Avaliação Auditorias
Técnica

Alargamento e transmissão Revogação


da certificação (parcial ou total)

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MANUTENÇÃO DA CERTIFICAÇÃO

A entidade certificada deve assegurar a todo o tempo:

 As condições que sustentaram a atribuição da certificação

 O cumprimento dos requisitos de certificação

 Os deveres associados a este reconhecimento

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DEVERES DA ENTIDADE CERTIFICADA

 Divulgar a oferta formativa com informação clara e detalhada

 Desenvolver actividade formativa de acordo com as


competências que foram objecto de certificação

 Cumprir os contratos de formação celebrados

 Publicitar a certificação utilizando o logótipo próprio e de


acordo com as regras definidas

 Realização de processo de auto-avaliação anual com base em


indicadores de desempenho definidos pela DGERT

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INDICADORES DO DESEMPENHO DA ENTIDADE CERTIFICADA

 Recursos humanos e materiais


Estrutura e organização
 Capacidade financeira
interna

Qualidade do serviço  Avaliação interna e externa do


de formação serviço de formação

Resultados da actividade  Resultados de execução alcançados


formativa  Níveis de conclusão
 Níveis de inserção profissional
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AUDITORIAS

Incidem sobre a verificação do


cumprimento dos requisitos e
dos deveres de certificação
Auditorias regulares à
entidade formadora

Constituem uma oportunidade


de estimular a melhoria
Auto-avaliação / contínua das suas práticas
indicadores de resultados

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PROCESSO DE AUDITORIAS

Anual Decisão de realizar Queixas sobre


ENTIDADES auditorias entidades
Painel de DGERT certificadas
Indicadores

Auditorias
no terreno
Audiência AUDITORES EXTERNOS
Prévia Relatório de
auditoria
resposta
Não Análise técnica final
resposta DGERT

Negativo Positivo
Revogação total
ou parcial
Publicitação das
Continuidade da entidades certificadas e
certificação revogações

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PEDIDOS COM A CERTIFICAÇÃO VÁLIDA

Sempre que desenvolva nova oferta formativa e


PEDIDO DE desde que detenha as competências e recursos
ALARGAMENTO DE
adequadosa entidade formadora pode solicitar o
CERTIFICAÇÃO
alargamento desse reconhecimento a outras áreas
de educação e formação

A transmissão da certificação a outra entidade é


PEDIDO DE
possível desde que se mantenham a estrutura e
TRANSMISSÃO DE
CERTIFICAÇÃO organização internas que fundamentaram a
certificação

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Obrigada!

acreditacao@dgert.mtss.gov.pt
http://certifica.dgert.mtss.gov.pt

Direcção de Serviços de Qualidade e Acreditação

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