Você está na página 1de 15

Introdução

O processo de ensino – aprendizagem é muito complexo, exige uma definição clara dos
objectivos, finalidades na realização, na leccionação de uma aula. Na tentativa da consolidação
de uma prática foram realizadas as práticas pedagógicas que resultaram deste trabalho.

Essa prática na direcção da escola tinha como objectivo geral: observar as actividades realizadas
na área pedagógica, e este foi operacionalizado em objectivos específicos; que têm em vista a
análise documental, recolha e interpretação dos dados.

As práticas pedagógicas são de extrema importância, pois estamos sendo preparados para seguir a
carreira de administradores. Por isso, é imperioso saber analisar um documento, planificar a aula,
recolher e interpretar os dados e saber a maneira de como é feita á leccionação para o
desempenho na futura profissão.

Este organizado em ∶ capa e contra capa, introdução, desenvolvimento, conclusão e bibliografia.

De referir que este relatório em uso no seu desenvolvimento encontra-se estruturado em capítulos
que seguem:

CAPITULO I: conceito e Objectivos das Práticas Pedagógicas e Aspectos da Escola Primária de


Napipine e fases das praticas;

CAPITULO II: Historial e Localização Geográfica da Escola Primária de Napipine;

CAPITULO III: Aspectos Organizacionais;

Capitulo IV: Técnicas de recolha de dados;

CAPITULO V: apresentação e análise dos dados.

Para a colecta de dados e concretização do presente relatório, usaram-se os métodos de


observação directa, entrevista, e consulta bibliográfica respectivamente, e posteriormente análise.
3

Capitulo I:
1. Práticas Pedagógicas Geral

1.1. Conceitos

Segundo artigo 21 do Regulamento Académico dos cursos de Bacharelato e Licenciatura da


Universidade Pedagógica (2005:8), “as práticas pedagógicas são actividades curriculares,
articuladoras da teoria e da prática, que garantem o contacto experiencial em situações
psicopedagógicas e didácticas concretas e que contribuem para preparar, de forma gradual, o
estudante para a vida profissional”.

Na PPG, descrever-se-á as actividades de preparação de trabalho do campo desenvolvidas na UP,


tais como: conceito das práticas pedagógicas, escola como instituição de ensino, aplicação dos
métodos de recolha de dados e aspectos observados no trabalho do campo sobretudo, na área
organizacional. Esta fase subdividiu-se em duas partes a saber: sub fase teórica e a outra fase a do
campo que consistia na observação directa do ambiente escolar.

1.2. Objectivos gerais da disciplina

Segundo DIAS etall (2008:15), a disciplina das Práticas Pedagógicas tem os seguintes objectivos
gerais:

 Integrar, progressivamente, o estudante em contextos reais de ensino – aprendizagem de


uma certa disciplina;

 Contribuir para a formação de um professor que possua saberes teóricos e práticos, um


professor que saiba fazer a gestão de um currículo, que saiba diferenciar as aprendizagens
e orientar a seu auto – formação;

 Proporcionar a aquisição de habilidades e competências que possibilitem a intervenção, a


investigação e a prática de projectos pedagógicos;
4

 Contribuir com as suas variadas actividades para a formação de um professor que saiba
ser autónomo, que saiba diferenciar o ensino e a aprendizagem.

1.3. Fases das Práticas Pedagógicas

De acordo com DIAS etall (2008:17), “a prática pedagógica que ocupa 318 horas no currículo,
está organizada em quatro fases e acompanha todo o percurso da formação inicial dos
professores na UP”.

1.4. Trabalho de campo


As actividades do trabalho de campo que resultaram na presente descrição tiveram lugar na
escola primária do 1º e 2º grão de napipine.

CAPITULO II: Historial e Localização Geográfica da Escola Primária de Napipine

2. Breve historial da Escola

A escola primária do 1º e 2º grão de napipine surgi-o desde o tempo colonial o nome foi dado
pela localização do rio nos tempos abundavam muitas aves que chamavam de Anaphiphi, as aves
faziam ninho nas grandes árvores que se encontravam em arredores das estalacões da escola.
Assim a escola foi fundada em 1948, com o nome oficial de escola missionária de São Pedro e na
altura só estudavam os filhos dos assimilados, cujos níveis leccionados eram mais baixos, apenas
saber ensinar a ler e comunicar com os brancos. Em 1957 a escola é elevada a centro de formação
de professores com 4ª classe mais quatro anos.
Em 1982 lançou-se a primeira pedra de construção de mais cinco salas de aulas enfrente do social
de São Pedro, na actual escola secundaria de Napipine, cuja inauguração foi em Janeiro de 1988.
Em 1989 a escola é proposta para implementação de EPC de Napipine, nesta versão houve
separação entre EP1 e EP2 sendo EP1 a actual EPC de Napipine e EP2 a actual escola secundaria
de Napipine.
Actualmente a EP de Iº e IIº grão de Napipine lecciona de 1ª a 7ª classes.
5

2.1. Localização geográfica

A escola primária do I e II grão de napipine esta localizada no centro do bairro de Napipine de


lado da antiga universidade pedagógica que agora é Unirovuma.

CAPITULO III: Aspectos Organizacionais

3. Aspectos físicos da Escola Primária Completa de Napipine


Segundo RODRIGUES et. all (2000:204), “estrutura é um conjunto das funções e das relações
que determinam formalmente missões que cada unidade da organização deve realizar os modos
de colaboração entre essas unidades”.
Uma escola deve ser implantada de acordo com a área do terreno disponível, sua situação
topográfica e as características físicas e climáticas do local, contemplando árvores de sombras,
acesso etc. Sendo no entanto aconselhável a separação entre as casas e as escolas, para garantir a
privacidade” Segundo GEPE (2000:9).
A observação da escola teve incidência nas seguintes áreas:

3.1. Característica física

Segundo CHIAVENATO (2002:25), a organização é um sistema de actividades conscientemente


organizadas de duas ou mais pessoas.
A Escola Primária Completa Carrupeia tem 6 blocos, 30 salas de aulas, 2 casas de banho e 3
gabinetes, um para cada um dos três membros da direcção da escola, uma secretaria.

a) Problemas da escola
Não tem campo onde as crianças possam se divertir na hora do recreio, a escola tem
insuficiência de salas de aulas visto que tem algumas turmas que funcionam nas varanda, não tem
sala de professores, também não tem salas para material da escolar, não tem cantina escolar,
algumas crianças chegam tarde a escola para entoar o hino nacional, a escola tem falta de
6

carteiras em algumas salas, há crianças que não sabem ler e escrever em alguns caso nos
primeiros tempos a falta de professores.

b) Área organizacional
Segundo SILVA (2001:62), “estrutura organizacional é um sistema de suporte de
relacionamento consistente entre várias posições dentro de uma organização”.
Como foi referido anteriormente, a escola funciona com três membros de direcção:
 Um director;

 Um director adjunto pedagógico;

 Uma chefe de secretaria.

Estes três elementos formam a hierarquia da direcção da escola e, para tornar possível o
funcionamento da escola, aos quais cabe a tarefa principal de coordenar as actividades da Escola,
embora cada um dos membros tenha funções específicas. Com efeito e de acordo com artigo 14,
da sessão III do regulamento geral das Escolas do Ensino Básico (2003: 9). Trabalham na base de
alguns documentos orientadores fornecidos pelo MINED, tais como: O Regulamento Geral das
Escolas do Ensino Básico, Regulamento Interno, Estatuto Geral dos Funcionários do Estado,
Estatuto do Professor, Regulamento de Avaliação, Livros de turma, entre outros.
Sendo a escola uma organização constituída por uma estrutura formal, onde são estabelecidas
regras e regulamentos das actividades dos seus diferentes membros, regulamentos, e segundo a
direcção da escola visitada, estes estabelecidos especialmente pela administração, funciona da
seguinte forma:

a) Conselho da Escola

O conselho da escola é um órgão máximo do estabelecimento e tem como objectivos:


 Ajustar as directrizes e metas estabelecidas, a nível central e local, à realidade da escola;

 Garantir a gestão democrática, solidária e co-responsável.


7

Fazem parte do conselho da escola o Director, representante dos professores, representante do


pessoal administrativo, representante dos pais e encarregados de educação, representantes da
comunidade e representante dos alunos.

b) Conselho pedagógico

O conselho pedagógico é o órgão de apoio técnico, científico e metodológico do director da


escola em matéria pedagógica. Este é composto pelo director da escola, directores adjuntos
pedagógicos do 1º, 2º e 3º ciclos, coordenadores de ciclos e coordenadores de áreas, que de entre
várias funções compete-lhe organizar o processo docente, metodológico e educativo.
c) Assembleia geral da escola

A Assembleia-geral é uma sessão de consulta e de informação global promovida pelo director da


instituição que a preside, coadjuvado pelos restantes membros de direcção, que é composta pelos
membros do conselho da escola, membros de direcção, autoridades locais, professores, alunos,
outros trabalhadores da instituição, pais e encarregados de educação dos alunos a comunidade e
associações de pais, reunindo-se ordinariamente, duas vezes por ano, sendo no início e no meio
do ano lectivo escolar.

d) Assembleia-geral da turma
A Assembleia-geral da turma é uma reunião convocada e dirigida pelo director da turma onde
participam os pais e encarregados de educação, os professores da turma, os alunos e outros
intervenientes do processo de ensino – aprendizagem, se necessário, que entre outras funções
compete-lhe deliberar sobre qualquer assunto que diga respeito à turma.

e) Conselho da turma
O conselho da turma é o órgão que contempla a organização, acompanhamento e avaliação da
aprendizagem e comportamento dos alunos, elaborando estratégias para o sucesso educativo e
escolar dos alunos.

f) Funcionamento administrativo
8

Administração é uma actividade humana, pois somente o homem é capaz de estabelecer objectivo
livremente e utilizar-se dos recursos de modo racional (MARTINS, 1999:24). A área
administrativa é um sector da escola que tem a responsabilidade de fazer a gestão de recursos
humanos e financeiros da escola cujo responsável se denomina de chefe de secretaria. O chefe de
secretaria ou, simplesmente, chefe administrativo responde pela conservação e manutenção de
recursos humanos e materiais, organização de processos de funcionários, dos alunos, do arquivo,
do processo de contas e pagamento dos funcionários e compra de material didáctico
Nesta óptica o sector administrativo é dirigido pelo chefe administrativo que também
desempenha as funções de chefe da secretaria. Para além do chefe administrativo trabalham neste
sector o pessoal menor que auxilia o sector administrativo.

Assim, o sector administrativo realiza as seguintes actividades:


 Garantir o pagamento de salários aos funcionários da escola;
 Gestão do fundo do Orçamento de Estado alocado a escola relativo a bens e serviços e
outros para a actividade educativa;
 Assegurar, conservar e alocar mobiliário escolar e da secretaria;
 Inventariação do património da escola;
 Gerir a conta bancária da escola dentro dos prazos legais;
 Providencias à aquisição de fardamentos e de mais artigos necessários ao correcto
funcionamento das actividades da escola;
 Orientar o funcionamento da cantina de modo a garantir um serviço de apoio aos alunos,
professores e outros trabalhadores;
 Assegurar a organização e controlo dos processos individuais dos alunos e professores e
restantes trabalhadores da escola, mantendo o controlo de toda a documentação relativa a
sua situação laboral;

 Organização do expediente;
 Arquivo de toda informação atinente a organização;
 Atendimento ao público que necessita de qualquer informação destes serviços.
9

Ainda no sector administrativo fez-se o registo de toda correspondência oriunda de outras


instituições, assuntos do público e dos próprios funcionários no que diz respeito aos pedidos de
dispensas, o registo e controlo dos documentos que a instituição faz para as outras instituições.

Assim, de acordo SANT etall (1993:32), os objectivos devem ser.


 Expressos em temos do desempenho esperado do aluno, observável e mensurável;
 Explícitos quanto ao conteúdo ao qual o desempenho se relaciona;
 Realistas e alcançáveis nos limites do tempo;
 Complementares, derivando-se dos gerais, contribuindo para os objectivos do curso em
coerência entre si;
 Claros, e sem alternativa, sem palavras inúteis mencionando só um desempenho em
relação ao conteúdo, inteligíveis para aluno.
 Inspirados nas actividades diárias;
 Importantes e significativos para o aluno;
 Conhecidos pelos alunos.

g) Área Pedagógica

Como vimos anteriormente, no exercício das suas funções, o Director da Escola conta com a
colaboração dos outros membros do colectivo da direcção dentre os quais, Director-adjunto
pedagógico é um professor, nomeado pelo Director Provincial da Educação, sub proposta do
Director da Escola e com parecer do Director distrital e, para o cumprimento das suas atribuições,
deve estar habilitado, como o director, a leccionar a classe mais elevada existente na respectiva
Escola.

De entre outras funções, compete o director adjunto pedagógico: garantir a aplicação dos
currículos aprovados pelo Ministério da Educação, orientar e controlar a formação das turmas e a
elaboração dos horários lectivos, proceder a distribuição dos professores pelas turmas, disciplinas
e classes, de acordo com as orientações superiormente definidas, garantir o garantir o
enquadramento e integração de novos professore e dos recém-formados, assegurar a distribuição
e controlo do material básico Escolar, orientar e controlar a planificação e desenvolvimento do
10

processo de ensino e aprendizagem a nível da Escola, orientar e assistir as aulas dos professores e
fazer a respectiva avaliação.

Identificar as insuficiências científicas e pedagógicas – didácticas dos professores e auxilia-los na


superação, emitir orientações com vista a melhor a actividade docente, propor cursos de
aperfeiçoamento sempre que se revelar necessários, propor cursos pedagógicos – didácticos entre
professores e escolas, orientar o processo de elaboração de provas de avaliação periódicas, de
acordo com o sistema em vigor e controlar os respectivos resultados. O director adjunto
pedagógico é o responsável pela distribuição dos alunos e professores por classes e turmas,
elaboração de horário, nomeação de directores de turmas e coordenadores de ciclos e de áreas.

Capitulo IV: Técnicas de recolha de dados

4. Técnicas de recolha de dados

De acordo com NÉRICI (1998:264), “técnica indica o modo de agir objectivamente, para
alcançar um objectivo”.
Para a realização do presente trabalho foram usadas as técnicas que a seguir se descrevem:
observação directa e indirecta.

4.1. Observação directa


Para QUIVY e COMPENHOUDT apud DIAS etall (2008:61), “a observação directa acontece
quanto o investigador procede directamente a recolha de dados ou informações, sem se dirigir
aos sujeitos interessados”.

4.1.1. Observação indirecta


Ibidem “na observação indirecta, o inquiridor contacta o sujeito para obter a informação
desejada. Os instrumentos usados para a recolha de informações são os questionários, guião de
entrevista e a análise documental”.

4.1.2. Entrevista
11

MOSER e KALTON apud DIAS (2008:69), afirmam que a entrevista é “uma conversa entre um
entrevistador e um entrevistado que tem objectivo de extrair determinada informação do
entrevistado”.
GIL (1999:10), afirma que “… podem ser definidos diferentes tipos de entrevista, em função de
seu nível de estruturação (…). A partir desse princípio as entrevistas podem ser classificadas em
informais, focalizadas, por pautas e formalizadas”.

CAPITULO V: apresentação e análise dos dados

5. Efectivo dos Professores

Tabela 1

Homens M HM

10 83 93

Fonte: autores

5.1.1. Estruturas da Direcção

Presidente do Conselho da Escola

Directora da Escola

Director Adjunto Pedagógico

Chefe da secretaria

5.1.2. A direcção é Composta Por:

1º Presidente do Conselho da Escola;

2º Director da Escola;
12

3º Director Adjunto Pedagógico;

4º Chefe da Secretaria;

5º Professores e Alunos

6º Agente de Serviço (Auxiliares).

5.2. Efectivos dos Alunos, Professores (Mapa Estatísticos)


A estatística é uma actividade delicada para interpretação de resultados de um espírito crítico e
de uma prudência pouco vulgar.
Quanto ao mapa estatístico abordaremos os de efectivo escolar, dos professores, alunos e
efectivos por ciclos. Escola tem um total de 5466 alunos com idade média de 13 anos,
distribuídos em48 turmas e cada turma tem uma média de 69 alunos, ora vejamos o quadro a
baixo:
Tabela 1 efectivo dos alunos
H M HM TURMAS
1ª Classe 394 422 816 7
2ª Classe 381 504 885 7
3ª Classe 413 497 910 7
4ª Classe 284 419 703 7
5ª Classe 366 403 769 7
6ª Classe 284 318 602 7
7ª Classe 351 430 781 6
Total 2473 2993 5466 48

Fonte: Director Adjunto Pedagógico - 2019

5.3. Disciplinas a Serem Leccionada


 Para 1ª classe são leccionadas 4 disciplinas
 Para 2ª classe são leccionadas 4 disciplinas
 Para 3ª classe são leccionadas 6 disciplinas
 Para 4ª classe são leccionadas 6 disciplinas
 Para 5ª classe são leccionadas 7 disciplinas
 Para 6ª classe são leccionadas 10 disciplinas
 Para 7ª classe são leccionadas 10 disciplinas.
13

5.4. Horário
O horário da escola foi distribuído do seguinte modo:
Turno Horas Ciclo / classe
1º 06:30 – 10:00 1º / 3ª e 5ª
2º 10:20 – 13:15 2º / 1ª, 2ª e 4ª
3º 13:25 – 17:50 3º / 6ª e 7ª
4º 18:00—22:45 3º /6ª e 7ª
Fonte: Autores

Conclusão

Após uma abordagem crítica sobre o caminho percorrido para a elaboração do trabalho chega-se
a conclusão:

O ensino e aprendizagem são um fenómeno muito importante para a progressão de uma


sociedade, razão pela qual, deve ser administrada de forma a corresponder as necessidades e
exigências da mesma. Para que isso aconteça de forma harmoniosa é preciso que aquele que o
administra, o professor/gestor esteja engajado em tais finalidades, não obstante, é necessário que
14

esteja bem preparado de forma a corresponder aquilo que são as expectativas do MINED e da
comunidade.

Por isso as Práticas pedagógicas são de extrema importância na formação dos professor, e
gestores pois elas possibilitam ao estudantes como futuro professor/gestor a inteirar-se da
realidade escolar, conciliado a componente e a prática. São fundamentais na medida em que
interagem implicitamente naquilo que é o funcionamento real da escola.

Em relação ao relacionamento dos gestores professores é muito importante e vital para há saúde
da escola que haja uma boa, relação entre todos os funcionários da escola.

Porque quando não houver uma boa relação, entre os funcionários ou entre o gestor da escola e o
professor, isto vai começar a afectar as aulas, reduzindo assim dessa forma o nível de
aprendizado por parte dos alunos.

Bibliografia

GOMES, Aldónio. Guia do Professor da Língua Portuguesa. 1º Vol., 1º Nível, Edição Fundação
ColoustreGulberKian, Lisboa, 1991.

LUDKE, Menga e ANDRÉ, Marli E.D.A. Pesquisa em Educação: Abordagens qualitativas,


Temas Básicos da Educação e Ensino. Editora Pedagógica, São Paulo, 1986.

Ministério de Educação e Cultura. Regulamento Geral do Ensino Básico. Maputo, 2003.


15

CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da Administração. 7ª Edição, Revisão Actualizada,


Editora Elsevier, Rio de Janeiro, 2002.

MARTINS, José do Prato. Administração Escolar: uma abordagem crítica do processo


Administrativo em educação, 2ª edição, Atlas, São Paulo, 1999.

MEC. Regulamento Geral das Escolas do Ensino Básico, Edição DINEG / MEC, Maputo, 2008.

NERICI, Imídeo G. Introdução à Didáctica Geral. Dinâmica da escola. 7ª Edição, São Paulo,
Fundo das Culturas, S.A. 1968
16

Anexos

Você também pode gostar