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Capítulo 4: Acesso à Rede

Material do instrutor

CCNA Routing and Switching

Introduction to Networks v6.0


Material do instrutor – Capítulo 4 Guia de planejamento
 Esta apresentação de PowerPoint é dividida em duas partes:

 Guia de planejamento do instrutor


• Informações para ajudar você a se familiarizar com o capítulo
• Material didático
 Apresentação para aulas
• Slides opcionais que podem ser usados em sala
• Começa no slide 12

 Observação: Remova o Guia de planejamento desta apresentação antes de compartilhar com


outra pessoa.

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Capítulo 4: Acesso à Rede
Guia de planejamento de
Introduction to Networks 6.0

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Capítulo 4: Atividades
Quais atividades estão relacionadas a este capítulo?
Nº da página Tipo de atividade Nome da atividade Opcional?
4.0.1.2 Atividade em sala de aula Gerenciamento da rede Opcional

4.1.2.4 Laboratório Identificação de Dispositivos de Rede e Cabeamento Recomendada

4.1.3.5 Atividade Terminologia da camada física Recomendada

4.2.1.7 Atividade de Características dos meios físicos de cobre Recomendada

4.2.2.6 Atividades Pinagens de cabo T568A e T568B Recomendada

4.2.2.7 Laboratório Construção de um cabo Ethernet cruzado Opcional

4.2.3.7 Atividade Terminologia das fibras ópticas Recomendada

4.2.4.4 Packet Tracer Conexão de uma LAN com e sem fio Recomendada

4.2.4.5 Laboratório Exibição de Informações da Placa de Rede com e sem Fio Recomendada

A senha usada nas atividades do Packet Tracer neste capítulo é: PT_ccna5


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Capítulo 4: Atividades (cont.)
Quais atividades estão relacionadas a este capítulo?
Nº da página Tipo de atividade Nome da atividade Opcional?
4.4.4.3 Atividades Parte 1 e 2: campos genéricos de quadro Recomendada

4.5.1.1 Atividade em sala de aula Conexão! Opcional

A senha usada nas atividades do Packet Tracer neste capítulo é: PT_ccna5


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Capítulo 4: Avaliação
 Os alunos devem concluir a "Avaliação" do Capítulo 4 após o Capítulo 4.

 Testes, laboratórios, Packet Tracers e outras atividades podem ser usados para avaliar
informalmente o progresso dos alunos.

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Capítulo 4: Melhores Práticas
Antes de ensinar o Capítulo 4, o instrutor deve:
 Concluir a leitura do Capítulo 4.

 Os objetivos deste capítulo são:


• Identificar as opções de conectividade do dispositivo.
• Descrever a finalidade e as funções da camada física na rede.
• Descrever os princípios básicos dos padrões da camada física.
• Identificar as características básicas do cabeamento de cobre.
• Criar um cabo UTP usado em redes Ethernet.
• Descrever o cabeamento de fibra óptica e suas principais vantagens em relação a outros meios físicos.
• Conectar dispositivos usando meio físico com e sem fio.
• Descrever o objetivo e a função da camada de Enlace de Dados na preparação da comunicação para transmissão em
determinado meio físico.
• Comparar as funções de topologias lógicas e de topologias físicas.
• Descrever as características básicas de métodos de controle de acesso ao meio físico nas topologias WAN e LAN.
• Descrever as características e as funções do quadro de Enlace de Dados.

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Capítulo 4: Melhores Práticas (Continuação)
• Você pode usar um roteador sem fio para a demonstração.
• Ofereça aos alunos aplicativos que possam usar em casa para testar as velocidades de
download e upload (por exemplo: https://www.speakeasy.net/speedtest).
• Dê um exemplo de largura de banda em termos de uma tubulação de água. Quanto maior for a
tubulação, mais água poderá fluir por ela.
• Dê um exemplo de produtividade em termos de uma tubulação de água. Conforme a válvula é
aberta, maior é o fluxo de água.
• Mostre exemplos de diferentes tipos de meios físicos em cobre. Com sorte, você salvou alguns
cabos mal feitos!
• Peça aos alunos para dar exemplos de interferência eletromagnética (por exemplo: telefones
sem fio residenciais, micro-ondas, aspirador de pó, etc.)
• Mostre que os pares de fios em UTP possuem um número diferente de torcidas para aumentar o
cancelamento.
• Demonstre os tipos de cabos UTP usando um testador de cabos para mostrar o mapa de fiação.
• Certifique-se de que os alunos saibam que a cor é importante no cabeamento de fibra ótica.
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Capítulo 4: Melhores Práticas (Continuação)
• Use este vídeo sobre cabo submarino:
https://www.youtube.com/watch?v=v1JEuzBkOD8
• Use este vídeo sobre como os cabos submarinos são colocados:
https://www.youtube.com/watch?v=XQVzU_YQ3IQ
• "Um quadro é como um estrado. Possui uma cabeceira (cabeçalho) e estribo (trailer)."
• Comece um exercício de Modelo OSI usando notas post-it: Peça a cada aluno para pegar 10 notas de post-it e
escrever 5 palavras-chave para a camada física e 5 palavras-chave para a camada de enlace de dados. As
palavras serão colocadas em um envelope para serem usadas depois. Eventualmente, todas as 7 camadas
serão abordadas e os alunos poderão trocar os envelopes e alinhar as descrições com o nome da camada
corretamente.
• Descreva como as camadas física e de enlace de dados do modelo OSI interoperam juntas.
• Explique que LLC e MAC funcionam em conjunto como subcamadas na camada de enlace de dados. LLC se
conecta à camada 3 e MAC se conecta à camada 1.
• Desenhe exemplos de topologias WAN físicas comuns no quadro e faça com que os alunos façam prós e contras
para cada tipo.
• A malha completa exige n* (n-1)/2 links para uma malha completa (n=número de dispositivos em malha
completa).
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Capítulo 4: Ajuda adicional
 Para obter mais ajuda com estratégias de ensino, incluindo planos de aula, analogias para
conceitos difíceis e tópicos para discussão, visite a comunidade do CCNA em:
https://www.netacad.com/group/communities/community-home

 Melhores práticas globais sobre o ensino do CCNA Routing and Switching.


https://www.netacad.com/group/communities/ccna

 Se você tiver planos de aula ou recursos que queira compartilhar, carregue-os na comunidade do
CCNA para ajudar outros instrutores.

 Os alunos podem se inscrever em Introduction to packet tracer (no ritmo do aluno)

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Capítulo 4: Acesso à Rede

CCNA Routing and Switching

Introduction to Networks v6.0


Capítulo 4 – Seções e Objetivos
 4.1 Protocolos de Camada Física
• Explicar como os protocolos e os serviços de camada física possibilitam as comunicações em redes de
dados.
• Identificar as opções de conectividade do dispositivo.
• Descrever a finalidade e as funções da camada física na rede.
• Descrever os princípios básicos dos padrões da camada física.
 4.2 Meio físico de rede
• Criar uma rede simples usando o meio físico apropriado.
• Identificar as características básicas do cabeamento de cobre.
• Criar um cabo UTP usado em redes Ethernet. (escopo – não inclui a discussão sobre área de
cabeamento)
• Descrever o cabeamento de fibra óptica e suas principais vantagens em relação a outros meios físicos.
• Conectar dispositivos usando meio físico com e sem fio.
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Capítulo 4 – Seções e Objetivos (Cont.)
 4.3 Protocolos da Camada de Enlace de Dados
• Explique a função da camada de enlace de dados no suporte a comunicações em redes de dados
• Descrever o objetivo e a função da camada de Enlace de Dados na preparação da comunicação para
transmissão em determinado meio físico.
 4.4 Controle de Acesso ao Meio Físico
• Comparar as técnicas de controle de acesso ao meio físico e às topologias lógicas usadas nas redes.
• Comparar as funções de topologias lógicas e de topologias físicas.
• Descrever as características básicas de métodos de controle de acesso ao meio físico nas topologias
WAN.
• Descrever as características básicas de métodos de controle de acesso ao meio físico nas topologias
LAN.
• Descrever as características e as funções do quadro de Enlace de Dados.

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4.1 Protocolos de Camada
Física

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Conexão de camada física
Tipos de conexões
 Antes que ocorram
comunicações de rede,
deve ser estabelecida
uma conexão física a
uma rede local.

 Uma conexão física


pode ser uma conexão
com fio usando um
cabo ou uma conexão
sem fio usando ondas
de rádio.

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Conexão de camada física
Placas de Interface de rede

 As placas de interface de rede (NICs) conectam um


dispositivo a uma rede.
 Usadas para uma conexão com fio.

 As placas de rede de área local


sem fio (WLAN) são usadas
para conexões sem fio.
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Objetivo de camada física
A camada física
• Fornece os meios para
transportar os bits que
formam o quadro da
camada de enlace de
dados na mídia de rede.
• Ela aceita um quadro
completo da camada de
enlace de dados e o
codifica como uma série de
sinais que são transmitidos
para o meio físico local.
• Os bits codificados que
formam um quadro são
recebidos por um
dispositivo final ou por um
dispositivo intermediário.

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Propósito da camada física
Meios da camada física

Há três formas
básicas de meio
físico de rede

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Propósito da camada física
Padrões da camada física

 International Organization for


Standardization (ISO)

 Telecommunications Industry
Association/Electronic
Industries Association
(TIA/EIA)

 União Internacional de
Telecomunicações (ITU)

 Instituto Nacional de
Padronização Americano
(ANSI)

 Institute of Electrical and


Electronics Engineers (IEEE)

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Propósito da camada física
Laboratório – Identificação dos dispositivos de rede e cabeamento

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Características da camada física
Funções
 Codificação
A transição ocorre no meio
• Método de converter um fluxo de
de cada período de bit.
bits de dados em um "código"
predefinido.
 Método de Sinalização
• Método de representação de bits.
• Os padrões da camada física
devem definir que tipo de sinal A modulação é um
representa um "1" e que tipo de processo pelo qual
sinal representa um "0". a característica de
• Um pulso longo pode representar uma onda (o sinal)
o valor 1, enquanto um pulso modifica outra onda
curto representa o valor 0. (a portadora).

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Características da camada física
Largura de banda
 A capacidade de um meio transportar dados.

 A largura de banda digital mede a quantidade de dados que podem fluir de um lugar para outro
durante um determinado tempo.
 Às vezes, a largura de banda é pensada como a velocidade em que os bits viajam, no entanto,
isso não é preciso. Tanto na Ethernet de 10Mb/s quanto na de 100Mb/s, os bits são enviados na
velocidade da eletricidade. A diferença é o número de bits que são transmitidos por segundo.

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Características da camada física
Taxa de transferência
 A medida da transferência de bits através
do meio físico durante um determinado
período.

 Geralmente não corresponde à largura de


banda especificada nas implementações
da camada física, devido a vários fatores.
• Quantidade de tráfego
• Tipo de tráfego
• A latência criada pelos dispositivos de rede
encontrados entre a origem e o destino

 O goodput é a taxa de transferência


(throughput) menos a sobrecarga de
tráfego para estabelecer sessões,
confirmações e encapsulamento.

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Características da camada física
Tipos de meios físicos
A figura mostra diferentes tipos de interfaces e portas disponíveis em um roteador 1941.

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4.2 Meio físico de rede

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Cabeamento de cobre
Características dos meios físicos em cobre
 Transmitidos por cabos de cobre como pulsos elétricos.

 Atenuação – quanto mais o sinal viaja, mais se


deteriora.

 Todos os meios físicos de cobre devem seguir


limitações de distância rigorosas.

 Interferência eletromagnética (EMI) ou interferência de


radiofrequência (RFI) – distorce e danifica os sinais de
dados transportados pela mídia de cobre.
• Para contrabalançar, os cabos de cobre são envolvidos
em blindagem.

 Crosstalk (Diafonia) – um distúrbio causado pelos


campos elétricos ou magnéticos de um sinal em um
cabo para o sinal em um cabo adjacente.
• Para cancelar o crosstalk, os pares de fios de circuitos
opostos são trançados.

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Cabeamento de cobre
Mídia em cobre
Há três tipos principais de mídias de cobre usadas em redes.

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Cabeamento de cobre
Cabo de par trançado não blindado
 O cabeamento UTP é o meio físico de rede mais comum.

• Com terminação de conectores RJ-45.


• Usado para interconexão de hosts de rede com dispositivos, como switches de rede.
• Consiste em quatro pares de fios codificados por cores que foram trançados para ajudar a proteger contra interferência de sinal de outros
cabos.
• Auxílio de códigos de cor na terminação do cabo.

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Cabeamento de cobre
Cabo de par trançado blindado (STP)

 O STP oferece maior proteção contra ruído


que o UTP.

 O cabo STP é bem mais caro e difícil de


instalar.

 Ele usa um conector RJ-45.

 Ele combina as técnicas de blindagem para


contrabalançar a EMI e a RFI e é trançado
para conter o crosstalk.
 Ele usa quatro pares de cabo, envolvidos em
blindagens, que são colocados em uma
proteção ou revestimento geral metálico.

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Cabeamento de cobre
Cabo coaxial
 O coaxial consiste em:
• Um condutor de cobre usado para transmitir os sinais
elétricos.
• Uma camada de isolamento plástico flexível em volta de
um condutor de cobre.
• O material de isolamento é envolvido em uma malha de
cobre com tecido, ou uma folha metálica, que atua como o
segundo cabo no circuito e uma proteção para o condutor
interno.
• Todo o cabo é coberto com um revestimento para evitar
danos físicos menores.
 O cabo UTP basicamente tem substituído o cabo coaxial
nas instalações modernas de Ethernet, mas é usado em:
• Instalações sem fio: cabos coaxiais ligam antenas a
dispositivos sem fio.
• Instalações de Internet a cabo
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Cabeamento de cobre
Segurança do meio físico de cobre
O meio físico de cobre é suscetível a incêndios e perigos elétricos.

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Cabeamento UTP
Propriedades de cabeamento UTP
 Consiste em quatro pares de fios de cobre
codificados por cores que foram trançados e, em
seguida, inseridos em uma blindagem plástica
flexível.

 O tamanho reduzido pode ser vantajoso durante a


instalação.

 O cabo UTP não usa blindagem para Observe que o par


contrabalançar os efeitos de EMI e RFI. laranja/laranja e branco
• Cancelamento: quando dois fios em um circuito é menos trançado do que
elétrico são colocados próximos um do outro, os o par azul/azul e branco.
campos magnéticos serão opostos entre si e Cada par colorido é trançado
bloquearão quaisquer sinais externos de EMI e RFI. um número de vezes
• O número de trançados por par de fios varia para diferente.
aumentar ainda mais o efeito de bloqueio de um
circuito pareado.

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Cabeamento UTP
Padrões de cabeamento UTP
 O cabeamento UTP está em conformidade com os padrões
estabelecidos pela TIA/EIA.
• A EIA/TIA-568 estipula os padrões de cabeamento para instalações de
LAN
 Cabo Cat 3
• Usado para comunicação por voz
• Usado com mais frequência para linhas telefônicas
 Cabo Cat 5 e 5e
• Usado para transmissão de dados
• A Cat5 é compatível com 100 Mb/s e pode permitir até 1.000 Mb/s, mas
não é recomendado
• A Cat5e permite 1.000 Mb/s
 Cabo Cat 6
• Usado para transmissão de dados
• Um separador é adicionado entre cada par de fios, o que permite seu
funcionamento em velocidades mais elevadas
• Compatível com 1.000 Mb/s a 10 Gb/s, embora 10 Gb/s não seja
recomendado
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Cabeamento UTP
Conectores UTP
 O cabo UTP é terminado com um conector
RJ-45.

 O padrão TIA/EIA-568 descreve os códigos


de cores de cabos para atribuições dos
pinos (pinagem) para cabos Ethernet.

 O conector RJ-45 é o componente macho,


crimpado na extremidade do cabo.

 O socket é o componente fêmea de um


dispositivo de rede, parede, tomada de
divisória ou patch panel.

 É importante que todas as conexões de


mídia de cobre sejam de boa qualidade para
garantir o máximo desempenho com as
atuais e futuras tecnologias de rede.

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Cabeamento UTP
Tipos de cabeamento UTP

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Cabeamento UTP
Teste de cabos UTP
Parâmetros de teste de UTP

 Mapa de fios

 Comprimento do cabo

 Perda de sinal devido a atenuação

 Crosstalk (Diafonia)

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Cabeamento UTP
Laboratório – Construção de um cabo Ethernet cruzado

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Cabeamento de fibra ótica
Propriedades do cabeamento de fibra ótica
 Transmite dados por longas distâncias e em
maior largura de banda.
 Transmite sinais com menos atenuação e é
completamente imune à EMI e à RFI.
 Usado para interconectar dispositivos de rede.

 Fio flexível, extremamente fino e transparente


 Agora, o cabeamento de fibra de vidro muito puro, não muito maior do que
óptica é usado em quatro setores: um fio de cabelo humano.
 Redes corporativas
• Fiber-to-the-home (FTTH)  Os bits são codificados na fibra como pulsos
• Redes de longo alcance de luz.
• Redes de cabo submarino

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Cabeamento de fibra óptica
Projeto do cabo de meio físico de fibra
Capa
Protege a fibra contra abrasão, umidade e outros contaminantes.
A composição pode variar dependendo do uso do cabo.
Material de reforço
Envolve o buffer, impedindo que o cabo de fibra seja esticado
quando for puxado. Frequentemente, o mesmo material é usado
para produzir coletes à prova de balas.
Buffer
Usado para ajudar a proteger o núcleo e o revestimento interno
contra danos.
Revestimento Interno
Tende a atuar como espelho, refletindo a luz de volta ao núcleo
da fibra. Mantém a luz no núcleo ao passar pela fibra.
Núcleo
Elemento de transmissão de luz no centro da fibra óptica. O
núcleo normalmente é de silício ou vidro. Os pulsos de luz
passam pelo núcleo da fibra.

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Cabeamento de fibra óptica
Tipos de meio físico de fibra

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Cabeamento de fibra óptica
 A luz só pode viajar em uma direção na fibra
Conectores de fibra óptica óptica, duas fibras são necessárias para a
operação full duplex.

 Conectores de Ponta Reta (Straight-Tip – ST)


• Um dos primeiros tipos de conectores usados.
• Bloqueia com segurança com ao
"rosquear/desrosquear".

 Conectores SC (Conectores de Assinante)


• Chamados de conector quadrado ou padrão.
• Usam um mecanismo "push-pull" para assegurar a
inserção correta.
• Usados com fibra de multimodo e monomodo.

 Conectores Lucent (LC) Simplex


• Versões menores do SC e populares devido ao
tamanho.

 Conectores LC duplex, multimodo


• Similares ao LC mas usam um conector duplex.
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Cabeamento de fibra óptica
Conectores de fibra óptica (continuação)

 Os cabos de fibra são necessários para


interconectar dispositivos da
infraestrutura.
 O revestimento amarelo é para cabos de
fibra de monomodo
 Laranja (ou aqua) para cabos de fibra
multimodo.
 Os cabos de fibra devem ser protegidos
com uma pequena tampa de plástico
quando não estiverem em uso.

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Cabeamento de fibra óptica
Testes de cabos de fibra
 A terminação e a fusão do cabeamento de fibra
óptica exige treinamento e equipamento
especial.

 Os três tipos comuns de erro de terminação e


fusão de fibra óptica são:
• Alinhamento incorreto: o meio físico de fibra
óptica não foi alinhado corretamente ao outro
quando foi fundido.
• Gap no final: o meio físico não toca
completamente o conector ou a fusão.
• Impurezas: a extremidade da mídia não está
O reflectômetro de domínio de tempo bem limpa ou há sujeira na terminação.
óptico (OTDR) pode ser usado para testar
cada segmento de cabo de fibra óptica  Pode ser testado em campo ao refletir uma
ponteira laser em uma das extremidades da
fibra enquanto se observa a outra extremidade.
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Cabeamento de fibra ótica
Fibra versus cobre

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Meio físico sem fio
Propriedades do meio físico sem fio
 O meio físico sem fio transporta sinais eletromagnéticos que
representam os dígitos binários de comunicações de dados
usando frequências de rádio ou de micro-ondas.
 Aspectos a serem considerados sobre o meio físico sem fio:
• Área de cobertura: os materiais de construção utilizados em
prédios e estruturas, e o terreno local, limitarão a cobertura.
• Interferência: prejudicada por dispositivos comuns, como luzes
fluorescentes, fornos de micro-ondas e outras comunicações
sem fio.
• Segurança: os dispositivos e usuários que não estão
autorizados a acessar a rede podem obter acesso à transmissão.
• Meio compartilhado: apenas um dispositivo pode enviar ou
receber de cada vez e o meio físico sem fio é compartilhado com
todos os usuários sem fio.

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Meio físico sem fio
Tipos de meio físico sem fio
 Wi-Fi: Padrão IEEE 802.11
• Usa a Detecção de Portadora para Múltiplo Acesso com Prevenção
de Colisões (CSMA/CA)
• A NIC deve esperar até que o canal esteja livre.
 Bluetooth: Padrão IEEE 802.15
• Wireless Personal Area Network (WPAN) (Rede Pessoal sem fio)
• Usa um processo de pareamento de dispositivos para distâncias de
1 a 100 metros
 WiMAX: Padrão IEEE 802.16
• Worldwide Interoperability for Microwave Access
• Acesso de banda larga sem fio.

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Meio físico sem fio
LAN sem fio

 A LAN sem fio requer os seguintes


dispositivos de rede:
• Access Point (Ponto de Acesso) Sem
Fio (AP): concentra os sinais sem fio dos
usuários e se conecta, geralmente por
meio de um cabo de cobre, a uma
infraestrutura de rede de cobre existente,
como a Ethernet.
• Placas de Rede Sem Fio: fornecem o
recurso da comunicação sem fio para
Roteadores sem fio domésticos e de cada host da rede
pequenas empresas integram as funções
de um roteador, switch e access point em
um único dispositivo.

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Meio físico sem fio
Packet Tracer – Conexão de uma LAN com e sem fio

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Meio físico sem fio
Laboratório – Exibição de informações de NIC com e sem fio

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4.3 Protocolos de enlace de dados

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Finalidade da camada de enlace de dados
A camada de enlace de dados

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Finalidade da camada de enlace de dados
A camada de enlace de dados (continuação)

Endereços
de Enlace de
Dados da
Camada 2

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Finalidade da camada de enlace de dados
Subcamadas de enlace de dados
 A camada de enlace de dados é dividida em
duas subcamadas:
• Logical Link Control (LLC)
• Comunica-se com a camada de rede.
• Identifica qual protocolo de camada de rede está
sendo usado para o quadro.
• Permite que vários protocolos da camada 3, como
IPv4 e IPv6, o mesmo meio físico e a mesma interface
de rede.
• Media Access Control (MAC)
• Define os processos de acesso ao meio físico
executados pelo hardware.
• Fornece à camada de enlace de dados endereços e
acesso a várias tecnologias de rede.
• Comunica-se com a Ethernet para enviar e receber
quadros pelo cabo de fibra óptica ou de cobre.
• Comunica-se com tecnologias sem fio como Wi-Fi e
Bluetooth.
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Propósito da camada de enlace de dados
Controle de acesso ao meio físico

 Como os pacotes trafegam do


host de origem para o host de
destino, eles normalmente se
deslocam por diferentes redes
físicas.

 As redes físicas podem ser


constituídas de diferentes tipos
de meios físicos, como fios de
cobre, fibras ópticas e conexão
sem fio, que consiste em sinais
eletromagnéticos, frequências
de rádio e de micro-ondas,
além de links de satélite.

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Finalidade da camada de enlace de dados
Fornecimento de acesso ao meio físico

 Em cada salto ao longo do caminho, um roteador:

• Aceita um quadro de um meio


• Desencapsula o quadro
• Encapsula novamente o pacote em um novo quadro
• Encaminha o novo quadro apropriado para o meio desse segmento
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Propósito da camada de enlace de dados
Padrões de camada de enlace de dados

 As organizações que definem os padrões


e protocolos abertos que se aplicam à
camada de acesso à rede incluem:
• Institute of Electrical and Electronics
Engineers (IEEE)
• União Internacional de
Telecomunicações (ITU)
• International Organization for
Standardization (ISO)
• Instituto Nacional de Padronização
Americano (ANSI)

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4.4 Controle de Acesso ao Meio
Físico

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Topologias
Controle de acesso ao meio físico
 O controle de acesso ao meio físico é o
equivalente às regras de trânsito que
regulam a entrada de veículos motores em
uma rodovia.

 A ausência da qualquer controle de acesso


ao meio físico seria o equivalente a
veículos ignorando todo o tráfego e
entrando na rodovia sem respeitar os
outros veículos.

 No entanto, nem todas as rodovias e


entradas são as mesmas. O tráfego pode
entrar na rodovia por um entroncamento,
esperando pela sua vez num sinal de
parada, ou obedecendo os sinais
Compartilhamento do Meio Físico luminosos. Um motorista segue um
conjunto diferente de regras para cada tipo
de entrada.
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Topologias
Topologias físicas e lógicas

 Topologia física – refere-se às


conexões físicas e identifica
como os dispositivos finais e os
dispositivos de infraestrutura,
como roteadores, switches e
access points sem fio estão
interconectados.

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Topologias
Topologias físicas e lógicas (continuação)

 Topologia lógica: refere-se


ao modo como uma rede
transfere quadros de um nó
para o seguinte. Esses
caminhos de sinal lógico são
definidos pelos protocolos
da camada de enlace.

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Topologias WAN
Topologias WAN físicas comuns

 Ponto a ponto – link permanente entre dois


endpoints.
 Hub e Spoke – um local central interconecta
filiais usando links ponto a ponto.

 Mesh – oferece alta disponibilidade, mas


requer que cada sistema final esteja
interconectado cada um dos outros sistemas.
Os custos administrativos e físicos podem ser
significativos.

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Topologias WAN
Topologias ponto a ponto físicas

 Os quadros são
colocados no meio
físico pelo nó em
uma extremidade e
removidos do meio
físico pelo nó na
outra extremidade
do circuito ponto a
ponto.

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Topologias WAN
Topologias ponto a ponto lógicas

• Os nós finais que se comunicam em uma rede ponto a ponto podem ser
fisicamente conectados através de vários dispositivos intermediários.
• No entanto, o uso de dispositivos físicos na rede não afeta a topologia lógica.
• A conexão lógica entre os nós forma o que é chamado de circuito virtual.

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Topologias WAN
Topologias ponto a ponto lógicas (continuação)

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Topologias de LAN
 Estrela – os dispositivos finais são conectados a
Topologias de LAN físicas um dispositivo intermediário central. Use switches
de Ethernet.
 Estrela estendida – os dispositivos intermediários
adicionais centrais interconectam outras topologias
em estrela.
 Barramento – utilizado em redes herdadas. Todos
os sistemas finais são encadeados entre si e
terminados de alguma forma em cada extremidade.
Os switches não são necessários para
interconectar os dispositivos finais. As topologias
em barramento que usam cabos coaxiais foram
utilizadas em redes Ethernet legadas por serem
baratas e fáceis de configurar.
 Anel – os sistemas finais são conectados ao seu
respectivo vizinho formando um anel. Ao contrário
da topologia em barramento, o anel não precisa ser
terminado. As topologias em anel foram usadas em
redes FDDI e Token Ring legadas.
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Topologias WAN
Half e full-duplex

 Comunicação half-duplex
• Ambos os dispositivos podem
transmitir e receber no meio físico,
mas não podem fazer isso
simultaneamente.
• Usado nas topologias de barramento
herdadas e com hubs Ethernet.
• As WLANs também operam em half-
duplex.

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Topologias WAN
Half e full-duplex (continuação)

 Comunicação full-duplex
• Ambos os dispositivos podem transmitir
e receber no meio ao mesmo tempo.
• A camada de enlace de dados supõe
que o meio físico está disponível para
transmissão para ambos os nós a
qualquer momento.
• Os switches Ethernet operam no modo
full-duplex por padrão, mas podem
operar em half-duplex se conectados a
um dispositivo como um hub Ethernet.

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Topologias LAN
Métodos de controle de acesso ao meio físico

 Acesso Baseado em
Contenção
• Os nós operam em half-
duplex.
• Eles competem pelo uso
do meio físico.
• Somente um dispositivo
de cada vez pode enviar
dados.

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Topologias LAN
Métodos de controle de acesso ao meio físico (continuação)

 Acesso Controlado
• Cada nó tem seu
próprio tempo para
usar o meio físico.
• As LANs Token Ring
herdadas são um
exemplo

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Topologias LAN
Acesso baseado em contenção – CSMA/CD
 O processo Carrier Sense Multiple Access/Collision
Detection (CSMA/CD) é usado nas LANs Ethernet
half-duplex.
• Se dois dispositivos transmitirem simultaneamente,
ocorre uma colisão.
1 • Ambos os dispositivos vão detectar a colisão na rede.
• Os dados enviados por ambos os dispositivos serão
corrompidos e precisarão ser reenviados.

2 3

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Topologias LAN
Acesso baseado em contenção – CSMA/CA

 CSMA/CA
• Usa um método para detectar se
o meio físico está livre.
• Não detecta colisões, mas tenta
evitá-las esperando antes de
transmitir.
 Observação: as LANs Ethernet que
usam switches não utilizam um
sistema baseado em contenção
porque o switch e a NIC do host
operam no modo full-duplex.

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Quadro de enlace de dados
O quadro
 Cada tipo de quadro tem três
partes básicas:
• Cabeçalho
• Dados
• Trailer
 A estrutura do quadro e os
campos contidos no cabeçalho e
trailer dependem do protocolo de
Camada 3.

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Quadro de enlace de dados
Campos do quadro
 Flags indicadores de início e fim
de quadro – Identificam os limites
de início e fim do quadro.

 Endereçamento – Indica os nós


origem e destino.

 Tipo – Identifica o protocolo da


Camada 3 no campo de dados.

 Controle – Identifica serviços


especiais de controle de fluxo,
como QoS.

 Dados – contêm o payload do


quadro (ou seja, cabeçalho do
pacote, cabeçalho do segmento e
os dados).
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Quadro de enlace de dados
Endereço da Camada 2

Cada quadro de enlace de dados contém o endereço de enlace de dados da NIC origem que envia o quadro,
e o endereço de enlace de dados da NIC destino que recebe o quadro.
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Quadro de enlace de dados
Quadros de LAN e WAN

 O protocolo de camada 2 usado


para uma topologia é
determinado pela tecnologia.
 Os protocolos da camada de
enlace de dados incluem:
• Ethernet
• 802.11 sem fio
• Protocolo ponto a ponto (PPP)
• HDLC
• Frame Relay

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4.5 Resumo do Capítulo

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Conclusão
Capítulo 4: acesso à rede
 Explicar como os protocolos e os serviços de camada física possibilitam as comunicações em
redes de dados.

 Criar uma rede simples usando o meio físico apropriado.

 Explique a função da camada de enlace de dados no suporte a comunicações em redes de dados

 Comparar as técnicas de controle de acesso ao meio físico e às topologias lógicas usadas nas
redes.

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Seção 4.1
Novos termos e comandos
• Telecommunications Industry
Association/Electronic Industries
Association (TIA/EIA)
• União Internacional de
Telecomunicações (ITU)
• Instituto Nacional de
Padronização Americano (ANSI)
• Institute of Electrical and
Electronics Engineers (IEEE)
• codificação Manchester
• largura de banda
• taxa de transferência
• goodput

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Seção 4.2
Novos termos e comandos
• Interferência eletromagnética (EMI)
• Interferência de radiofrequência (RFI)
• Crosstalk (diafonia)
• par trançado não blindado
• par trançado blindado
• cabo coaxial
• coax
• cabo de fibra ótica

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Seção 4.3
Novos termos e comandos
• Logical Link Control (LLC)
• Media Access Control (MAC)

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Seção 4.4
Novos termos e comandos
• topologia física
• topologia lógica
• circuito virtual
• half duplex
• full-duplex
• Acesso múltiplo sensível à operadora/detecção
de colisão (CSMA/CD)
• Carrier Sense Multiple Access Collision
Avoidance (CSMA/CA)

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