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TERAPIA MANUAL INTEGRADA NAS

HÉRNIAS DISCAIS LOMBARES

HÉRNIA DE DISCO
LOMBAR
Terapia Manual Integrada
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Estatística
• A dor lombar acomete de 60% a 80% da população adulta em
alguma época da vida.
Mcdowell, 2000.
• 70% das lombalgias pacientes tratados não possui diagnóstico
clínico.Bogduk , 1995
• Degeneração discal é fortemente implicada na gênese da dor
lombar (bogduk 1991,Freemont 2009)
• 78% dor irradiada para perna mais longa. Fahrni
• Discrepância de membros demonstra risco de 2 a 5 vezes maior de
dor lombar crônica.
• Cyriax atribui que 90% das dores lombares provém do disco.
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História Natural
•Lombalgia aguda 90% recupera-
se entre 4 a 7 semanas
•Tendência de recorrência de
sintomas 50% , em 1 ano.
•40 a 44% dos pacientes
apresentam cronificação dos
sintomas.
•1- 3% - tratamento
operatório(.Iamamura e col.2001)

•Nos EUA a lombalgia é a 2ª


razão de visita médica.
5ª causa de admissão hospitalar
e 3ª causa de procedimento
cirúrgico.
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Embriogênese
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Ossificação do Platô
vertebral
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Degeneração:

Embora a degeneração do disco não é muito presente até


idade adulta (Monteiro et al., 1998), as mudanças no
microambiente do disco começa a degenerar dentro de poucos
anos de nascimento (Boos et al., 2002).
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Degeneração
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Patogenese da Degeneração do Disco
Intervertebral.
Menos hidratada, NP mais fibrosas não é capaz de distribuir uniformemente
forças de compressão entre os corpos vertebrais. As forças são
transferidos de maneira não uniforme ao redor AF (Adams
et al. 1996), que pode resultar em propriedades mecânicas alteradas AF
(Acaroglu et al, 1995;. O'Connell et al, 2009). e progressiva
deterioração estrutural, incluindo a formação de circunferenciais
e lesões radial (Vernon-Roberts, 1988).
Na ocasião, lesões radiais podem evoluir para uma protuberância radial
posterior ou hérnia de NP material (Vernon-Roberts, 1988), resultando em
sintomas dolorosos.
 Diminuição da altura do disco também é comumente associado com avançado
degeneração discal (Videman et al., 2003) e resulta em dor compressão de
estruturas vizinhas.
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PORQUÊ ANGUNS
INDIVÍDUOS APRESENTAM
DISCOPATIAS E OUTROS
NÃO?
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Quais são os fatores predisponentes?


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SS-Slope Sacral

Kuntz et all,2007
Levejoy, 2005
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A B C A B C

A-Chimpanzé
B-Lucy(Australoptecus Afarensis
C-Homem moderno

Lovejoy ,2005
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Piramidalização
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Balanço Sagital Espino pélvico


“objetivo é: fazer com que o centro de pressão no polígono de apoio, em posição
ortostática, permaneça posicionado a cerca de 60% de sua distância anteroposterior.
Geiger, et al. 2007

Loram e Lakie 2002)


Pêndulo Inverso
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PRINCIPAIS PARÂMETROS DO BALANÇO ESPINO
PÉLVICO.

IP- Incidência Pélvica Legaye, Duval-Beaupère, et


DS- Declive sacral al. 1998
VP- Versão Pélvica
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IP= É invariável

Soma geométrica da
Versão Pelvica +
Declive sacral=IP
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Grupos de risco de degeneração .

IP - Normal - 45-59º
IP- Baixa- <45
IP – Alta > 60º
IP<45º risco para
Discopatias e HD.
IP > 60º -grupo de risco
espondilolisteses e
síndromes facetárias
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Classificação das Lordoses - Rossouly

Valor médio =
41º
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Classificação das Lordoses - Rossouly

Valor médio = 44º


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Classificação das Lordoses - Rossouly

Valor médio = 51º


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Valor médio = 63º


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Dados estatísticos das Lordoses

O grupo 1 e 2 = 32 % da população assintomática.

No grupo de degenerações e hérnias discais, os grupos 1 e


2= 53%.

63% dos pacientes <45 anos de idade, se tornaram


sintomáticos, estão nos grupos 1 e 2.

42% dos paciente >45 anos de idade, estão nos grupos 1 e


2.
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Estenose do Canal lombar

 Discreta diminuição da Lordose


Lombar.

Grande maioria está próximo da


população normal, quanto a IP,VP e DS.
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A SÍNDROME DEGENERATIVA QUADRIL-COLUNA (HIP-SPINE
SYNDROME)

150 pacientes com artrose de quadril, comparados com um grupo


controle normal.

IP = do grupo sintomático do quadril era de 58º


IP = do grupo assintomático 51º

Conclusão: quanto maior o IP, maior probalidade de Osteoartrose do


quadril.

Offierski e MacNab 1983.


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Resumão:

VP – 12º
IP - Normal - 45-59º VP – 17º Grupo de risco-
IP- Baixa- <45 prevalência de hérnia discal
IP – Alta > 60º

IP > 60º -grupo de risco


espondilolisteses.
Artroses Facetárias: relação
direta com aumentos dos ângulos
de lordose e DS.
Síndrome Hip-Spine: grupo
de risco IP= 58º
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O MICRO-EQUILÍBRIO SAGITAL: A IMPORTÂNCIA DA INTEGRAÇÃO


TENSIONAL NAS PATOLOGIAS DEGENERATIVAS

Em geral, se tivermos uma boa funcionalidade elástica segmentar e global,


temos uma boa defesa mecânica contra as degenerações, sejam elas discais,
facetárias, espondilólises, listeses, etc... Isto se deve ao fato de os
componentes elásticos saudáveis manterem os componentes vertebrais em
um estado de suspensão elástica, impedindo a continuidade compressiva e
reações mecanobiológicas próprias, pois as estruturas discais e articulares
exibem respostas biológicas diversas a estímulos mecânicos, dependendo do
tipo de carregamento, magnitude, direção e zona anatômica da célula de
origem. (Setton e Chen 2006). Por outro lado, se tivermos um quadro de
falência tensiva, os morfotipos passam então a determinar sobrecargas de
acordo com seus comportamentos mecânicos, daí surgem as degenerações.

Da Mota Henrique,2010
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Diagnóstico Diferencial
• Trigger Points
• Pseudociatalgia
• Osteoartrose de quadril
• Síndrome da Charneira Tóraco - lombar
• Hérnia de disco .
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A Hérnia de disco é geralmente


precedida por uma ou mais
crise lombar . Nachemson-1976

Visão de Cyriax

anular Nuclear
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Estudo de Revisão de 23 casos.2007-2009.

13 -feminino
10-masculino
Idade média – 48 anos-desvio padrão-7,84 anos.
8 tinham diagnóstico de imagem positivo.
15 diagnóstico clínicos.ortopedistas.
19 pacientes tinham Laseg positivo <60º=78%)- ( Acta ortopédica
Scandinavca:Laseg = 30º-60º :76% )
10,95 -média de sessões.
21 obtiveram remissão dos sintomas .
2 fracassaram
14 tinham pontos gatilhos :61%( glúteos médio e mínimo)
4 recorrência de sintomas.
3 recorrência com período inferior a um ano.
1 recorrência com período superior a um ano.
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Fisiopatologia da disfunção
somática-Korr

• Facilitação medular

• Lesão neuro-vascular

• Simpáticotonia
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Hiperatividade gama
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Hiperatividade gama
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Facilitação Medular-Irwin Korr


• Nível medular metâmero

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Metâmeros:

Modificação de textura dos tecidos, devido a simpaticotonia local.

Estende-se para os vários metâmeros:


Dermátomo- dermalgias reflexas ao nível dos nervos sensitivos.
Esclerótomo-Dor no périósteo, articulações e ou ligamentos, local ou a distância
Miótomo – alteração da tonicidade, pontos gatilhos desequilíbrio biomecânico.
Enterótomo- disfunção neurovegetativa.
Vicerótomo-Influência do nervo espinhal sobre as víceras.
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Fatores que controlam a atividade nervosa

Princípio da reciprocidade – Associação de neurônios de associação , que


Fazem conexão entre os mesmos níveis ou em diferentes níveis medulares.

Princípio da convergência – Neurônios motores recebem fibras de vários


Pontos . Neurônios eferentes representam a via final comum.

Todos os impulsos advindos de várias regiões que convergem par o corno


Anterior da medula espinhal exercerão ação inibitória ou excitatória
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 Uma disfunção somática a


nível vertebral pode
Lesão neurovascular produzir, ao movimento
desse segmento, uma
sobrecarga ligamentar da
região afetada, gerando
uma hiper-estimulação dos
gânglios simpáticos látero-
vertebrais, levando a uma
congestão vascular local
 (Irwin Koor)
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Resultado final da sub luxação -Processo inflamatório ( medicina)

Fase 0 – Pré-inflamatória
Fase 1 - Inflamação articular circunscrita e
transitória.
Fase 2 - Inflamação articular circunscrita,
mas persistente.
Fase 3 - Inflamação articular não
circunscrita com perineurite.
Fase 4 - Inflamação articular não
circunscrita com neurite
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Fase =0

Disfunção Miofacial Axial

Cervical
Dorsal
Lombar
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Fase 1 - Inflamação articular circunscrita e transitória

O peso da gravidade e a sobrecarga causada pelos


movimentos da coluna, podem gerar inflamações articulares
localizadas e provocar pequenas dores, aquelas que
qualquer pessoa pode ter ao longo de sua vida, após fazer
um maior esforço.Isto é normal. Esta seria uma dor pré-
lesional. É uma dor de aviso, que impede que a sobrecarga
prossiga e leve a uma lesão do tecido. Estas dores e suas
pequenas inflamações associadas são circunscritas às
articulações, e voltam à normalidade em poucos dias, sem
deixar sequelas. Nesta fase, a dor característica é de poucos
dias.
DR. Henrique da Mota, 2010.
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Fase 2 - Inflamação articular circunscrita, mas persistente

Se as sobrecargas prosseguem e as pequenas inflamações se


somam, de tal forma que o poder de normalização seja
ultrapassado, as articulações, mesmo assim curam, sem
comprometimento que vá além da própria articulação, mas em
uma quantidade maior de dias e com sequelas, que
constituem o que chamamos de artroses, ou seja,
degenerações da estrutura articular. Nesta fase, a dor
característica é de duração de algumas semanas.
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Fase 3 - Inflamação articular não circunscrita com


perineurite

Com a progressão das sobrecargas e degenerações que


se somam, as articulações não mais
conseguem circunscrever e conter o processo inflamatório,
que agora atinge a superfície dos nervos, produzindo
disfunções específicas. É o início de um processo de dor
que pode durar até 3 meses.
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Fase 4 - Inflamação articular não circunscrita com neurite

Com a progressão das sobrecargas, das degenerações que se


somam e do aumento do processo inflamatório perineural, a
inflamação agora atinge a intimidade dos nervos, produzindo
lesões estruturais. É o início de um processo de dor que pode
durar além de 3 meses, ou se tornar crônico.
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Subluxação

Em uma convenção na Bélgica em 1936, definiu-


se que a subluxação é uma lesão ou disfunção em
uma articulação, ou segmento com
desalinhamento, onde a integridade e ou função
fisiológica estão alteradas. Entretanto o contato
entre as superfícies articulares estão intactas .É
essencialmente uma entidade funcional que pode
influenciar biomecanicamente a integridade neural.
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COMPLEXO DE SUBLUXAÇÃO

A Subluxação acarretará alterações e compensações


histopatológicas, biomecânicas, neuropatológicas,
fisiológicas e miológicas.
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Subluxação Quiropráxica

Teoria do “ Pinçamento”.

O Mau “alinhamento” produz “pinçamento”, trações e tensões neurais


no nível subluxado, provocando liberação de neuropeptídeos no disco
intervertebral e articulação facetária, que são as substâncias “P” e VIP
(peptídeo vasoativo) que provocam degeneração discal.

Charles Handerson.
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Teoria da Alteração da Aferência Somática

As investigações sugerem que na subluxação há significante


alteração da resposta sensório e motora pela alteração do “Imput”
articular como liberação nociceptiva, cinestésica, sensibilidade, tônus
Muscular, reflexos profundos, mobilidade articular e estimulação
simpática.
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Estudos de Monney e Robertson , notaram que injeções salinas em


articulações facetárias provocaram dor irradiada para membro inferior.
Eles notaram que doenças degenerativas provocaram sintomas
similares ao de protusão discal e injeção de anestésicos nestas
facetas aboliram totalmente ou diminuiram o TEPE.
Thabe conclui que manipulações normalizam o “Imput” nociceptivo.
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Cadeia simpática
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Evidência científica para
Inibição Simpática.
 Kapler e kelso-1984-simpatoinibição na manip de T2 aT5
 Harris e Wagnon-1987-simpatoinibição na manip C1 a C7
 Korr e Butler 1991-manip T4 –T9-influência no fluxo-
axoplasmático.
 Wright 1995,2000-TME-simpatoexitatório e analgesia pela
estimulação da SDID(sistema descendente inibitório da dor)
 Sato 1995-estimulação da art. Vertebral diminui a FC e PA.
 Santos ,Gisele e Silva Rodolfo-simpatoinibição(p<0,005)Bio-
Express-”dog-Tecnic” .
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Influência da Manipulação sobre o SNS

Para cabeça e Pescoço - C8 - T5


- Para Membros Superiores - T2 - T10
- Para Membros Inferiores - T10 - L2
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Efeitos Bilógicos - Evidência Ciêntíficas
compressões?Trações?

1-Gwendolyn Sowa, MD, PhD(1) and Sudha Agarwal, PhD-Cyclic Tensile Stress Exerts a Protective
Effect on Intervertebral Disc Cells.2008.
metalloprotease-13 showed a 50% decrease in expression.
Collagen II showed a modest decrease.no DIV.

2-Departamento de Medicina Física e Reabilitação, Laboratório de Pesquisa Ortopédica Ferguson,


Pittsburgh, PA 15213, EUA-Effects of mechanical compression on metabolism and distribution of
oxygen and lactate in intervertebral disc. Huang CY,GU WY-2008
Aumento na concentração de oxigênio e decrescimo de lactado no DIV.

Cyriax – As Oscilações de separação dos corpos vertebrais promovem uma pressão negativa
favorecendo a sucção do nucleo pulposo para centralização.
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QUIROPRAXIA SACRO
ILÍACA E LOMBAR

Ficha de avaliação
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CYRIAX
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1-Tipos de Hérnia

Anular Nuclear
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Lombalgia/Lombociatalgia
- Conflito disco dural pronunciado
- Protusão anular ou nuclear
- Dor constante e dores em queimação severas
- Irradiação da duramater e dor
- Sintomas duramater :- espirro e tosse ( dor )
- Sinais articulares pronunciados , desvio na flexão e flx lat.
- Sinais da duramater : SLR bilateral + e dor lombar flx de cabeça
- Sem déficit neurológicos
TRATAMENTO :- MANIPULAÇÃO para HD anular
MOBILIZAÇÃO/-para hérnia de disco nuclear
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Localização
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Hérnia de disco
Segundo Fennel et al 1996, concluíram
em estudos RM que é imprevisível o
movimento do núcleo pulposo durante
a flexo-extensão da coluna vertebral
em discos anormais
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Avaliação funcional de cyriax
 Ext/flex/incl.lat D e E ativos:esquema parcial de dor.
 S1 e S2: apoio unipodal
 Teste sacro ilíaca:wolkman
 SLR
 Teste de quadril
 Flex do quadril contra resistência - raiz nervosa L2-L3.
 Dorsilfexão do pé resistida- raiz nervosa L4.
 Extensão do hálux contra resistência- raiz nervosa L4-L5.
 Pronação do pé contra resistência-raiz nervosa L5-S1
 Extensão do joelho contra resistência-raiz L3
 Flexão do joelho contra resitência-raiz S1 – S2
 Contração de glúteos – raiz S1-S2
 PKB, flexão passiva do joelho-raiz L3
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Condução sensitiva
• L3 face anterior da perna até o tornozelo
• L4 hálux
• L5 hálux mais artelhos II e III
• S1 Bordo externo do pé e artelhos IV e V
• S2 região do calcâneo
Reflexos
• Reflexo patelar L3 e L4
• Reflexo aquileu S1
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Teste de SLR

Duramater é
sensível e
tem
mobilidade
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Teste de Lasegue
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Hérnia de disco mediana

TESTE SLR
CONTRALATERAL
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Hérnia de disco lateral
TESTE DE LASEG (slr)
CONTALATERAL
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Charneira tóraco lombar
T12-L1

• Zona de transição que recebe


influências ascendentes e
descendentes e todo
conteúdo torácico.
• Tensões musculares
importantes do, diafragma, do
quadrado lombar e psoas
ilíaco.
• Importantes nervos:Ílio
inguinal e ílioipogástrico,
surgem do primeiro nível
lombar.
• L2 recebe forte influênciencia
simpática.
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Repercurssões das Lesões da dobradiça


tóracolombar

• Dorso lombalgias
• Lombalgia baixa ou dorsalgia alta
• Dor referida na parte póstero-externa da nádega
• Dor na virília e região lateral do trocanter maior
• L1 dor na região lateral do quadril
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Diagnóstico da lesão tóracolombar (charneira)

• Pressão na espinhosa de T12, provocará dor referida na


parte superior da sacroilíaca.
• Manobra de rolamento na face póstero lateral da
nádega, face lateral da coxa.
• Membro superior mais curto homolateralmente pela
tração do psoas e MI curto do lado oposto pelo espasmo
do quadrado lombar.
• Pode haver dor na sínfise púbica.
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Disfunção da charneira tóraco-lombar


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Lesão em extensão Lesão em flexão-osteopatia


Hipomobilidade em flexão Hipomobilidade em extensão
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Tratamento
• Para lesões acima de T12 tratar com técnicas
de “Dog”.(thrust)
• Para lesões abaixo de T12, tratar com técnica
de “lumbar Roll”.(thrust)
• Liberar miofacial:quadrado
lombar/diafragma/psoas ilíaco
• Nunca manipular paciente hipermóveis, utilizar
outras técnicas, braço de alavanca curtos.
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SUB –AGUDA - CRÔNICA

Manipulação da charneira dorso-lombar


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Termoterapia
CALOR LOCAL
• ÚMIDO > SECO
• DOR PÓS TERAPIA
• TENSÃO MUSCULAR
• SISTEMA “HYDROCOLLATOR”
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SÍNDROME DOLOROSA MIOFACIAL E


TRIGGER POINTS

• “ENFERMIDADE NÃO SISTÊMICA COM DOR


REFERIDA E FENÔMENOS AUTONÔMICOS A
PARTIR DE UM PONTO DE GATILHO DE UM
MÚSCULO OU DE SUA FÁSCIA.”

(Travell & Simons, 1990)


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Hipóstese integrada
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Trigger points do ílio-psoas
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Trigger points do glúteo máximo


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SDM-Trigger points-(Pontos gatilhos)


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HÉRNIAS DISCAIS LOMBARES
Quadro clínico – quadrado lombar
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TP glúteo mínimo
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Trigger points do glúteo médio
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Pseudociatalgia
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Síndrome do Piriforme Protusão Discal


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Liberação do piriforme
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Hérnia de disco
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Pesquisas
• Evidência de suporte ao alívio imediato para dor ciática através de
intervenção cirúrgica.

• Estudos recentes mostraram que tratamentos não cirúrgicos


Mostraram resultados semelhantes á curto prazo.

• Resultados á longo prazo( 6 meses), a literatura não mostra nenhuma


diferença estatística entre tratamento cirúrgico e conservador.

• Fisioterapia agressiva e controle eficaz de dor é superior a outros


métodos se comparado custo, complicações e morbidade associado a
cirurgia (Lumbar disc herniations: Review of surgical and non-surgical
Indications and outcomes.Pietro A.Memo, Scott Nadler, Gerard
MalangaJournal of Back Musculoskeletal Rehabilitation – 2.000
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Justificativas para Manipulação


Kalterborn, 1958-Técnicas de mob. Restauram o deslizamento articular.
Mireau et all 1988-Mobilização: normaliza a barreira patológica, e
manipulação : quebra a barreira patológica, aumento do efeito da
tração.
Cyriax-HD do tipo anular-técnica AVBA.
HD do tipo nuclear-mobilização, oscilação.Efeito de sucção.
S.Paris: recuperação de movimentos acessórios, melhora ADM.
Drenagem de edema, diminui a pressão intradisco, quebra barreira
patológica (AVBA), diminui espasmo protetor.
Karason,2003-Manipulação aumenta o fluxo sanguíneo no dermátomo
correspondente.
Childs, 2004- simetria dos ilíacos e descarga de peso , melhoram com a
manipulação vertebral.
McCarthy,2001-Localização,Combinação de movimentos,end-feel
(Grieve, 1991), vital importância na manobra.
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Artigo de revisão para técnica de AVBA-
Justificativas
Góis, R.M e coll. – ” é um método válido para melhora do quadro de lombalgia
crônica”.
Oliveira AS, e coll-2008-Efeitos da Quiropraxia sobre a EA.-19 pacientes do
sexo feminino entre 45-69 anos, Conseguiram 100% de redução de redução de
dor lombar.
MR Gudavalli, EUA-31% do americanos procuram a Quiropraxia para um
primeiro episódio de dor.
Gilles & Miller- 120 pacientes , 3 grupos (acupuntura, medicamento AINH,
Quiropraxia) o grupo de quiro teve resultados estatisticamente significativos,
redução da dor 33% cervical, 46% torácicas e 50% lombar.
Cherkin et al, dor de coluna levam a terapias complementares, 40% ,
quiropraxia, 20% massagem e 14% acupuntura.
Browfort, 1999, Análise estatística ramdomizada , que a TM na dor lombar tem
efeito moderado a grande, Na fase crônica tem efeito moderado.
EUA, SPPS-1994, Até 1 Mês de evoluçãoTM é Segura e eficaz em pacientes
sem radículopatia.Para >1mês, é seguro.
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Fase Aguda

QUIROPRAXIA E TRIGGER POINTS RELEASE


EUA, U.S Agency for Helth Care policy and Research -
1994, Até 1 Mês de evoluçãoTM é Segura e efetivo em
pacientes sem radículopatia.Para >1mês é segura.

 MR Gudavalli, EUA-1994, 31% do americanos procuram


a Quiropraxia para um primeiro episódio de dor.
Encontramos pontos gatilhos em 61% dos pacientes.
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RISCOS CALCULADOS- TM
Shekelle P, 1994 - 1967-1987- 4 casos para síndrome da cauda
equina para 750.000.000.

1 caso para 187.000.000

Nível muito baixo de complicações.


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Artigo de revisão para técnica de AVBA-
Justificativas
Góis, R.M e coll. – ” é um método válido para melhora do quadro de lombalgia
crônica”.
Oliveira AS, e coll-2008-Efeitos da Quiropraxia sobre a EA.-19 pacientes do
sexo feminino entre 45-69 anos, Conseguiram 100% de redução de redução
de dor lombar.
Gilles & Miller- 120 pacientes , 3 grupos (acupuntura, medicamento AINH,
Quiropraxia) o grupo de quiro teve resultados estatisticamente significativos,
redução da dor 33% cervical, 46% torácicas e 50% lombar.
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Manipulação

• Indicações :- Protusão
• Não muito grande, não muito lateral
• Presença brusca – deslocamento anular =
Manipular
• Presença gradual – deslocamento nuclear =
Não manipular ? mobilizar
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Contra indicação

• Muita tensão sobre o ligamento


vertebral posterior
• Sinais de S4
• Ciática bilateral ao mesmo nível
• Pseudo-claudicação medular
• Anticoagulantes perigo hematoma
• Grampo da aorta
• Gravidez após 4 mês
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Contra indicações relativas

• Muita dor exemplo lombalgia hiperaguda


• Protusão muito grande
• *Deficit Neurológico
• *Ciático em posição antálgica excessiva
• em flexão ou flexão lateral
• Protusão muito mole = tração
• Protusão muito antiga
• Fenômenos de compressão ( estenose )
• Pós laminectomia ao mesmo nível
• Sinais articulares desfavoráveis em pacientes
idosos .
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Manobras de Cyriax
Stretch normal

Stretch
Oposto
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Stretch em extensão
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Stretch Oposto

Com fêmur
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Técnica Anti-
desvio
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Influência da Manipulação sobre o SNS

Para cabeça e Pescoço - C8 - T5


- Para Membros Superiores - T2 - T10
- Para Membros Inferiores - T10 - L2
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Mckenzie

1- Dor mecânica: força suficiente paraproduzir


deformações ou danificar tecidos que contêm
nociceptores.

2- Dor Química: presença de concentração de substâncias


suficientes para causar irritação química nos tecidos que
contêm nociceptores, geralmente são liberado por
tecidos inflamados, traumatizados.
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Mckenzie-Dividiu em três síndromes

1º -Síndrome postural : produzido eventualmente depois do


superestiramente de tecidos moles normais, que circundam a
articulação.

2º- Síndrome de disfunção:produzido imediatamente depois do


superestiramento dos tecidos moles já encurtados, que circundam a
articulação.

3º- Síndrome de distúrbio:produzido imediatamente ou


eventualmente, sempre que a ruptura e o deslocamento anatômico
dos conteúdos articulares intervertebrais nas deformação mecânica
dos nociceptores do tecido implicado dentro e em torno do
complexo discal intervertebral.
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Exercícios de MCkenzie
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Extensão lombar
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Extensão Lombar
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Maca de flexo Distração


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Manejo do paciente em crise

Strething reverse
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Orientação para casa-avd´s

Não sentar !
Usar o colete e retirar só para banho e dormir.
Ficar na posição de parafuso pelo menos 20 minutos 2 a 3X/dia.
Assistir TV deitado.
Caso estiver realizando a extensão lombar-fazê-lo 3X ao dia 10X-
Evitar viagens
Não flexionar a coluna
Não pegar peso
Manutenção dos ajustes por 3 meses.
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Söldberg -1956
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Stretching reverse de cyriax + tração unilateral


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ESTABILIZAÇÃO LOMBO PÉLVICA

A estabilização necessita de estratégias e planos de


instabilidades para atender a demanda.

Panjab 1992
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CONSIDERAÇÕES DE CONTROLE LOMBO PÉLVICO.

Sistema muscular necessita de modular exigências internas.ex:


Movimentos de segmentos
O Sistema muscular necessita de modular exigências externas:
Planos de equilíbrios.
Segundo Panjab 1992 o controle estará reduzido quando há redução
do controle pélvico.
Músculos locais são essenciais para controle lombo Pélvico.
Ex: TRa (tranverso do Abdomem) e ME (multífido espinhal)
Músculos globais são essenciais para controle do movimentos frente a
um plano de desequilíbrio.
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EVIDÊNCIAS

O TRa e ME, são diretmente afetados em caso de Lombalgias, com


predominancia na velocidade de disparo. Moressey 1989.
Também foi observado depósito de gordura no músculo multífido lombar
em paciente crônicos .Hodges e Richardson 1996.
Alguns estudos de reabilitação em lomblagicos crônicos por meio de
treinamento da resistência dos músculos abdominais e do tronco, reduz
quadro álgico Deutsch F.E , 1996 e Rodack C.L.N 2008
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AVALIAÇÃO

UPB- Unidade pressórica


Biofeedback.
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TESTE - TRa

Insufle o manguito até a pressão de 70mmhg, peça ao paciente que


inspire e expire com a região do abdomem por duas vezes, então
reinsufle novamente para ajustar a pressão a 70mmgh.

O Comando ao paciente consiste: “inspire e expire e no momento da


expiração Murche a barriga, trazendo a cicatriz umbilical para dentro e
mantenha por 10 segundos, mas não mecha o quadril e a coluna”, pode
continuar respirando mas não enche a barriga.
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RESULTADOS

1º uma eficiente contração do TRa, Espera-se uma diminuição da pressão


que varia de 4 a 10 mmhg.
2º Caso a pressão caia entre 0-4 mmhg, sem que haja compensações pélvica
e torácicas, é possível que o paciente contraiu o TRa, mas houve pouco
encurtamento muscular, isto demonstra fraquesa deste músculo.
3ºAusência total de variação da pressão, significa insuficiência muscular do
TRa.
4ºPode ser visto um padrão global de ativação:
4.1-Se há uma contração do TRa normal e não há compensações da pelve e
nem da coluna, então a pressão inicial de 70mmhg deve ser aumentada.
4.2-A pressão pode cair normalmente, porém pode haver compensações ou da
pelve ou da coluna tóraco lombar, estas regiões podem flexionar e diminuir a
pressão do esfignomanômetro, caracterizando um falso teste.
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TESTE - ME

Este teste mede a habilidade do paciente para ativar o multífido segmentar em


resposta ao 'comando: suavemente inchar seus músculos sob meus dedos sem
mover a coluna vertebral ou da pelve.Segure a contração durante a respiração
normal por 10 segundos.
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ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO.

1º Concientização da contração do TRa e manutenção da Lordose Lombar


durante todos os exercícios.

2º Exercícios começam em plano horizontal em decúbitos ventral , decúbito


lateral e decúbito dorsal.

3º Evolui-se posteriormente para posição sentada.

4º Próximo passo são exercícios em cadeia cinética fechada.

5º E Em seguida evoluímos para exercícios de cadeia cinética fechada e em


palnos instáveis.
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CORE BACK
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