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Aprenda PARTITURA - Guia para você aprender notação, escrita musical:

cifras tablaturas notas


Autor: BEMOL_ONLINE (6859)
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43 de 43 qualificaram esse guia como útil. Atualizado em 24/09/2007

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Notação musical
Notação musical é o nome genérico de qualquer sistema de escrita utilizado para representar
graficamente uma peça musical, permitindo a um intérprete que a execute da maneira
desejada pelo compositor ou arranjador. O sistema de notação mais utilizado atualmente é o
sistema gráfico ocidental que utiliza símbolos grafados sobre uma pauta de 5 linhas, também
chamada de pentagrama. Diversos outros sistemas de notação existem e muitos deles também
são usados na música moderna.

O elemento básico de qualquer sistema de notação musical é a nota, que representa um único
som e suas características básicas: duração e altura. Os sistemas de notação também
permitem representar diversas outras características, tais como variações de intensidade,
expressão ou técnicas de execução instrumental.

Origem

O epitáfio de Seikilos é um exemplo da notação musical praticada durante a Grécia Antiga.

Os sistemas de notação musical existem há milhares de anos. Foram encontradas evidências


arqueológicas de escrita musical praticada no Egito e Mesopotâmia por volta do terceiro
milênio a.C.. Outros povos também desenvolveram sistemas de notação musical em épocas
mais recentes. Os gregos utilizavam um sistema que consistia de símbolos e letras que
representavam as notas, sobre o texto de uma canção. Um dos exemplos mais antigos deste
tipo é o epitáfio de Seikilos, encontrado em uma tumba na Turquia. Os Gregos tinham pelo
menos quatro sistemas derivados das letras do alfabeto;

O conhecimento deste tipo de notação foi perdido juntamente com grande parte da cultura
grega após a invasão romana.

O sistema moderno teve suas origens nas neumas(do latim: sinal ou curvado), símbolos que
representavam as notas musicais em peças vocais do canto gregoriano, por volta do século
VIII. Inicialmente, as neumas , pontos e traços que representavam intervalos e regras de
expressão, eram posicionadas sobre as sílabas do texto e serviam como um lembrete da
forma de execução para os que já conheciam a música. No entanto este sistema não permitia
que pessoas que nunca a tivessem ouvido pudessem cantá-la, pois não era possível
representar com precisão as alturas e durações das notas.

Para resolver este problema as notas passaram a ser representadas com distâncias variáveis
em relação a uma linha horizontal. Isto permitia representar as alturas. Este sistema evoluiu
até uma pauta de quatro linhas, com a utilização de claves que permitiam alterar a extensão
das alturas representadas. Inicialmente o sistema não continha símbolos de durações das
notas pois elas eram facilmente inferidas pelo texto a ser cantado. Por volta do século X,
quatro figuras diferentes foram introduzidas para representar durações relativas entre as
notas.

Grande parte do que desenvolvimento da notação musical deriva do trabalho do monge


beneditino Guido d'Arezzo (aprox. 992 - aprox. 1050). Entre suas contribuições estão o
desenvolvimento da notação absoluta das alturas (onde cada nota ocupa uma posição na
pauta de acordo com a nota desejada). Além disso foi o idealizador do solfejo, sistema de
ensino musical que permite ao estudante cantar os nomes das notas. Com essa finalidade
criou os nomes pelos quais as notas são conhecidas atualmente (Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si)
em substituição ao sistema de letras de A a G que eram usadas anteriormente. Os nomes
foram retirados das sílabas iniciais de um Hino a São João Batista, chamado Ut queant Laxis.
Como Guido d'Arezzo utilizou a italiano em seu tratado, seus termos se popularizaram e é
essa a principal razão para que a notação moderna utilize termos em italiano.

Nesta época o sistema tonal já estava desenvolvido e o sistema de notação com pautas de
cinco linhas tornou-se o padrão para toda a música ocidental, mantendo-se assim até os dias
de hoje. O sistema padrão pode ser utilizado para representar música vocal ou instrumental,
desde que seja utilizada a escala cromática de 12 semitons ou qualquer de seus subconjuntos,
como as escalas diatônicas e pentatônicas. Com a utilização de alguns acidentes adicionais,
notas em afinações microtonais também podem ser utilizadas.

Notação padrão
A notação musical padrão é escrita sobre uma pauta de cinco linhas. Por isso também
é chamada de pentagrama. O conjunto da pauta e dos demais símbolos musicais,
representando uma peça musical é chamado de partitura. Seguem-se alguns dos
elementos que podemos encontrar numa partitura.

Representação das durações

Tempo e compasso - regulam quantas unidades de tempo devem existir em cada compasso.
Os compassos são delimitados na partitura por linhas verticais e determinam a estrutura
rítmica da música. O compasso escolhido está diretamente associado ao estilo da música.
Uma valsa por exemplo tem o ritmo 3/4 e um rock tipicamente usa o compasso 4/4.

Em uma fórmula de compasso, o denominador indica em quantas partes uma semibreve deve
ser dividida para obtermos uma unidade de tempo (na notação atual a semibreve é a maior
duração possível e por isso todas as durações são tomadas em referência a ela). O numerador
define quantas unidades de tempo o compasso contém. No exemplo abaixo estamos perante
um tempo de "quatro por quatro", ou seja, a unidade de tempo tem duração de 1/4 da
semibreve e o compasso tem 4 unidades de tempo. Neste caso, uma semibreve iria ocupar
todo o compasso.

Figuras musicais - Valores ou figuras musicais são símbolos que representam o tempo de
duração das notas musicais. São também chamados de valores positivos.

Os símbolos das figuras são usados para representar a duração do som a ser executado. As
notas são mostradas na figura abaixo, por ordem decrescente de duração. Elas são:
semibreve, mínima, semínima, colcheia, semicolcheia, fusa e semifusa.

Antigamente existia ainda a breve, com o dobro da duração da semibreve, a longa, com o
dobro da duração da breve e a máxima, com o dobro da duração da longa, mas essas notas
não são mais usadas na notação atual. Cada nota tem metade da duração da anterior. Se
pretendermos representar uma nota de um tempo e meio (por exemplo, o tempo de uma
mínima acrescentado ao de uma colcheia) usa-se um ponto a seguir à nota.

A duração real (medida em segundos) de uma nota depende da fórmula de compasso e do


andamento utilizado. Isso significa que a mesma nota pode ser executada com duração
diferente em peças diferentes ou mesmo dentro da mesma música, caso haja uma mudança de
andamento.

Pausas - representam o silêncio, isto é, o tempo em que o instrumento não produz som
nenhum, sendo chamados valores negativos. As pausas se subdividem também como as notas
em termos de duração. Cada pausa dura o mesmo tempo relativo que sua nota
correspondente, ou seja, a pausa mais longa corresponde exatamente à duração de uma
semibreve. A correspondência é feita na seguinte ordem:

Representação das alturas

Clave - clave de Sol, clave de Fá, clave de Dó. Propõe toda a representação musical a uma
que mais se adeque ao instrumento que a irá reproduzir. Por exemplo, as vozes graves usam
geralmente a clave de Fá, enquanto que as mais agudas usam a clave de Sol. Costuma dizer-
se que a clave de Fá começa onde acaba a clave de Sol. De um modo geral, é a clave que
define qual a nota que ocupará cada linha ou espaço na pauta.

Alturas - a altura de cada nota é representada pela sua posição na pauta em referência à nota
definida pela clave utilizada, como mostrado abaixo:
Deslocações de tom ou acidentes: o sustenido, o bemol, o dobrado sustenido e o dobrado
bemol. São representados sempre antes do símbolo da nota cuja altura será modificada e
depois do nome das notas, cifras e tonalidades. Um sustenido desloca a nota meio-tom acima
(na escala), um dobrado sustenido desloca o som um tom acima, um bemol desloca a nota
meio-tom abaixo e o dobrado bemol desloca o som um tom abaixo. Por exemplo, pode-se
dizer que um "Fá sustenido" (Fá#) é a mesma nota que um "Sol bemol" (Sol♭), porém,
devido às características de cada instrumento (e à sua própria disposição da escala), o timbre
pode variar. Considere, como exemplo, o caso da guitarra, em que um Dó tocado na segunda
corda (Si), primeira posição, é equivalente a um Dó tocado na terceira corda (Sol) na quinta
posição, embora o timbre seja diferente.

Uma vez que um sustenido ou bemol tenha sido aplicado a uma nota, todas as notas de
mesma altura manterão a alteração até o fim do compasso. No compasso seguinte, todos os
acidentes perdem o efeito e, se necessário, deverão ser aplicados novamente. Se desejarmos
anular o efeito de um acidente aplicado imediatamente antes ou na chave de tonalidade,
devemos usar um bequadro, que faz a nota retornar à sua condição natural. No exemplo visto
acima podemos notar que a terceira nota do primeiro compasso também é sustenida, pois o
acidente aplicado à nota anterior permanece válido e só é anulado pelo bequadro que faz a
quarta nota voltar a ser um Lá natural. O segundo compasso é semelhante a não ser pelo
acidente aplicado que é um bemol. No terceiro compasso, uma nota Sol, um Lá dobrado
bemol e um Fá dobrado sustenido. Embora tenham nome diferente e ocupem posições
diferentes na clave, os acidentes aplicados fazem com que as três notas soem exatamente
iguais.

Chave ou tonalidade, que não é mais que a associação de sustenidos ou bemóis


representados junto à clave, indicando a escala em que a música será expressa. Por exemplo,
uma representação sem sustenidos ou bemóis, será a escala de Dó Maior. Ao contrário dos
acidentes aplicados ao longo da partitura, os sustenidos ou bemóis aplicados na chave duram
por toda a peça ou até que uma nova chave seja definida (modulação). Na figura vemos a
chave de tonalidade de uma escala de Lá maior. Nesta escala todas as notas Fá, Dó e Sol
devem ser sustenidas, por isso os acidentes são aplicados junto à clave.

Expressão

Ver artigo principal: Expressão (música)

Certos símbolos e textos indicam ao intérprete a forma de executar a partitura, incluindo as


variações de volume (dinâmica) e tempo (cinética), assim como a maneira correta de
articular as notas e separá-las em frases (articulação e acentuação).

Dinâmica musical

A intensidade das notas pode variar ao longo de uma música. Isso é chamado de dinâmica.
A intensidade é indicada em forma de siglas que indicam expressões em italiano sob a pauta.

• pp - pianissimo. a intensidade é mais baixa que no piano


• p - piano. o som é executado com intensidade baixa
• mp - mezzo piano. a intensidade é moderada, não tão fraca quanto o piano.
• mf - mezzo forte. a intensidade é moderadamente forte
• f - forte. A intensidade é forte.
• ff - fortissimo. A intensidade é muito forte.

Símbolos de variação de volume ou intensidade: crescendo e diminuindo, em forma de


sinais de maior (>) e menor (<) para sugerir o aumento ou diminuição de volume,
respectivamente. Estes devem começar onde se deverá iniciar a alteração e esticar-se até à
zona onde a alteração deverá ser interrompida. O volume deve permanecer no novo nível até
que uma nova indicação seja dada. A variação também pode ser brusca, bastando que uma
nova indicação (p, ff, etc) seja dada.

A figura abaixo mostra um solo de trompa da Sinfonia número 5 de Tchaikovsky. Esta


partitura apresenta várias marcas de dinâmica.

Cinética musical

Cinética Musical ( do grego kine = movimento )ou agógica define a velocidade de execução
de uma composição. Esta velocidade é chamada de andamento e indica a duração da unidade
de tempo. O andamento é indicado no início da música ou de um movimento e é indicada por
expressões de velocidade em italiano, como Allegro - rápido ou addagio - lento. Junto ao
andamento, pode ser indicada a expressão com que a peça deve ser interpretada, como: com
afeto, intensamente, melancólico, etc.

Os andamentos são os seguintes:

• Grave - É o andamento mais lento de todos


• Largo - Muito lento, mas não tanto quanto o Grave
• Larghetto - Um pouco menos lento que o Largo
• Adagio - Moderadamente lento
• Andante - Moderado, nem rápido nem lento
• Andantino - Semelhante ao andante, mas um pouco mais acelerado
• Allegretto - Moderadamente rápido
• Allegro - Andamento veloz e ligeiro
• Vivace - Um pouco mais acelerado que o Allegro
• Presto - Andamento muito rápido
• Prestissimo - É o andamento mais rápido de todos

Alguns exemplos de combinações de andamento com expressões:

• Allegro moderato - Moderadamente rápido.


• Presto con fuoco - Extremamente rápido e com expressão intensa.
• Andante Cantabile - Velocidade moderada e entoando as notas como em uma canção.
• Adagio Melancolico - Lento e melancólico
Notações de variação de tempo:

• rallentando - Indica que a execução deve se tornar gradativamente mais lenta


• accelerando - Indica que a execução deve se tornar mais rápida.
• A tempo ou Tempo primo - Retorna ao andamento original.
• Tempo rubato - Indica que o músico pode executar com pequenas variações de
andamento ao seu critério.

Outras notações
Tablatura

Ver artigo principal: Tablatura

A tablatura é uma notação que representa como colocar os dedos num instrumento (nos
trastes de uma guitarra, por exemplo) em vez das notas, permitindo aos músicos tocar o
instrumento sem formação especializada. Esta notação tornou-se comum para partilhar
músicas pela Internet, já que permite escrevê-las facilmente em formato ASCII.

Cifras

Ver artigo principal: Cifra (música)

Cifras é um sistema de notação musical usado para indicar através de símbolos gráficos ou
letras os acordes a serem executados por um instrumento musical (como por exemplo uma
guitarra).

As cifras são utilizadas principalmente na música popular, acima das letras ou partituras de
uma composição musical, indicando o acorde que deve ser tocado em conjunto com a
melodia principal ou para acompanhar o canto.

São elas:

A: nota lá ou acorde de LÁ Maior

B: nota si ou acorde de SI Maior ( H em alemão)

C: nota dó ou acorde de DÓ Maior

D: nota ré ou acorde de RÉ Maior

E: nota mi ou acorde de MI Maior

F: nota fá ou acorde de FÁ Maior

G: nota sol ou acorde de SOL Maior

Os acordes menores são grafados pelas letras acima, acompanhados da letra "m" minúscula.
Ex: Cm acorde de Dó menor.

Acorde
Acorde são notas tocadas simultaneamente, fazendo a Harmonia de uma peça musical. Os
acordes são formados a partir da nota mais grave, onde são acrescentadas as outras notas
constituíntes. Por isso, um acorde deve ser lido de baixo para cima. A formação dos acordes,
assim como as escalas está intimamente ligada com a chamada série harmônica.
Referências
• BENNETT, Roy. Como Ler uma partitura. 1990. Jorge Zahar ISBN 8571101175
• BENNETT, Roy. Elementos básicos da música. 1998. Jorge Zahar ISBN 8571101442
• BONA, Pascoal. Curso completo de divisão musical. Irmãos Vitalle ISBN 85-7407-
070-X

• CARDOSO, Belmira e MASCARENHAS, Mário - Curso completo de teoria musical


e solfejo. 1996. Irmãos Vitalle ISBN 8585188170

CURSO DE PIANO
PARA PRINCIPIANTES

INDICE

1. Introducción
2. Las claves
3. Figuras: Negras
4. Figuras: Blancas
5. Dos manos
6. Melodía, ritmo y armonía
7. Escala Mayor
8. Acordes
9. Figuras: Corcheas
10. Marcando el ritmo

INTRODUCCÓN
Aunque tenemos dos manos, existe solo un juego de teclas. Si tocamos de izquierda a derecha
estas teclas, notaremos que los sonidos graves o bajos están en la izquierda y que a medida que
vamos hacia la derecha se convierten en más agudos o altos. Si trazamos un gráfico de líneas y
ponemos en las líneas y los espacios que hay entre ellas un punto negro que represente cada
tecla del piano, de izquierda a derecha, se vería de esta manera.

Si quisiera utilizar este esquema para escribir o representar gráficamente lo que toco, sería
muy complicado y difícil seguir con la vista ya que hay muchas líneas y se prestaría a
confusión, por otro lado de esta manera no sabría que tocar con la mano derecha y que con la
izquierda.

Bien,ahora supongamos que hacemos desaparecer la línea del medio, obtendríamos un


esquema o gráfico mas claro y fácil de leer, por otro lado podríamos asignar que la mano
izquierda toque todas las notas que están en el grupo de líneas mas bajas, y que la mano
derecha haga lo propio con las de arriba.

mano derecha

mano izquierda

¿Querés tocar tus primeras notas? Busca el par de teclas negras que están en el centro del
teclado (justo a la derecha de la tecla central) Una vez localizadas estas teclas, tocá la tecla
blanca que esta a la izquierda de estas dos negras(la que llamamos tecla central. Esta tecla
blanca es usada para tocar la nota DO media o central "Middle C"

Ahora coloque sus dos manos en el teclado como está en la foto y toque el Do central o
"Middle C" .

"Middle C" o DO central, es la nota que estaba en la línea que ahora es invisible. Para escribir
esa nota apenas le agregamos un pedacito de línea, suficiente como para que se entienda en
que lugar va. Te propongo hagas un ejercicio tocando varias veces con el dedo pulgar
izquierdo el Do central y luego con el derecho otras tantas.

Oops! ¿Descubriste el problema? Si! ¿Cómo sé cual Do tocar con el pulgar izquierdo y cual
con el pulgar derecho? No veo ninguna diferencia ni indicación especial. Bien, no desesperar,
aquí va la solución. Moveremos los dos grupos de líneas un poco para separarlos y ¡¡VOILA!!
Ahora dibujaremos 4 Do en el grupo superior y 4 en el inferior, y tocaremos alternativamente
con las dos manos como ya hemos aprendido. ¡¡A tocár!!

Definiciones de esta lección:

PENTAGRAMA - Cada grupo de 5 líneas y 4 Espacios, la línea mas baja se llama primera
línea, la siguiente segunda línea y así sucesivamente.
LECCIÓN 2. CLAVES

Ejercicio: Con las manos colocadas como en la lección anterior donde el dedo pulgar tocaba
el Do central o Middle C, ahora vamos a tocar con los restantes dedos de cada mano
simultaneamente las otras notas o teclas en direcciones contrarias, la mano izquierda hacia
la izquierda y la derecha hacia la derecha.
La nota que está en la segunda línea del pentagrama superior desplazándonos hacía arriba y
que tocaremos con el dedo meñique de la mano derecha, se llamará SOL o G (cifrado alemán)
que coincide con la clave de ese mismo pentagrama que se coloca en la segunda línea y es por
eso que la llamaremos CLAVE DE SOL

La nota que está en la segunda línea del pentagrama inferior desplazándonos hacia abajo y
que tocaremos con el dedo meñique de la mano izquierda, se llamará FA o F que coincide con
la clave de ese mismo pentagrama que se coloca en esa misma línea y es por eso que la
llamaremos CLAVE DE FA

En otras palabras: Si subimos dos líneas tocamos la nota SOL o G

Si bajamos dos líneas, tocamos la nota FA o F

LECCIÓN 3: FIGURAS NEGRAS


Cantidad de figuras por cada compás: 4

Vale: 1 tiempo

Líneas divisorias: El espacio entre dos líneas divisorias se llama COMPÁS

En el ejemplo superior cada pentagrama contiene:


- Cuatro compases de 4 tiempos cada uno
- El número superior (4) marca cuantas figuras habrá en cada compás.
- El número inferior de la fracción marca la figura elegida

Explicación

Así como cuando queremos medir algo sólido, utilizamos la unidad de medida llamada
METRO, y así como cuando queremos medir algo líquido, utilizamos la unidad de medida
llamada LITRO En la música utilizaremos la unidad de medida o figura llamada REDONDA
cuyo valor es de cuatro tiempos.

Por lo tanto el 4 representará a la figura llamada NEGRA porque necesito 4 negras para una
REDONDA, el último compás contiene justamente la figura llamada REDONDA

PRÁCTICA

Vamos a practicar en nuestro teclado.

1.- Primero vamos a marcar con nuestro pié izquierdo cada uno de los tiempos en forma
pareja, a esta marca la llamaremos PULSO, una vez establecido el pulso o velocidad
tocaremos primero con una mano y luego con las dos simultáneamente los cuatro compases
del ejemplo superior, respetando el dedo que corresponde a cada nota.

2.- En nuestro segundo ejercicio, inmediatamente debajo de este texto, pondremos atención
especial al nombre de cada una de las notas que tocamos, observando que cada una de ellas
tienen dos nombres posibles

Recordar : C=Do // D=Re // E=Mi // F=Fa // G=Sol // A=La // B=Si

No te dejes ganar por la fatiga, seguí trabajando, el premio está a tu alcance!!

LECCIÓN 4. FIGURAS BLANCAS


Ahora es tiempo de probar otra coordinación de dedos. En este próximo ejemplo tu mano
izquierda comenzará con el dedo meñique y la mano derecha con el dedo pulgar.

Mirá los números para que sepas qué dedo usar para cada nota. Lentamente al principio y
entonces acelerando cuando vayas tomando confianza.

Una vez que hayas practicado varias veces, harás la misma secuencia pero iniciándola en la
nota siguiente ( re) y así sucesivamente hasta llegar al extremo derecho del teclado

En el próximo ejemplo, vas a poner tu mano izquierda en una nueva posición llamada la
"Posición del DO o C". Utilizá la foto como una guía para poner tus manos en el teclado luego
de estar seguro que la posición es la correcta, comenzá con el ejercicio.

LA BLANCA

Conocemos una nueva figura que dura


2 tiempos
Ahora ya estás listo para tocar tu primera partitura o música con ambas manos

LECCIÓN 5. DOS MANOS


USANDO LA MANO IZQUIERDA PARA TOCAR EL BAJO O
ACOMPAÑAMIENTO

Una de las cosas que debés decidir al enfrentar una nueva partitura, es donde tocar o ejecutar
las notas. Con el siguiente ejercicio empezaremos a identificar en que lugar del teclado se
tocan o ejecutan las notas que encontraremos en las partituras.

El sombreado rosa en el teclado coincide con el sombreado de la partitura, por lo tanto en toda
partitura que esten estas notas se ejecutaran en este sector del piano

Ejercitate observando la imagen y llevandolo a la práctica en tu piano o teclado


El siguiente ejercicio muestra la misma melodía con la mano derecha que en la lección
anterior pero con un acompañamiento de la mano izquierda diferente.

Esta es la primera vez que vas a tocar una música donde la mano derecha hará algo diferente
que la izquierda. Comenzá en forma lenta pero sin pausa. ¡¡Adelante vos podés!!

LECCIÓN 6. MELODÍA, RITMO Y ARMONÍA


La música está compuesta de 3 elementos:

MELODÍA - RITMO - ARMONÍA

MELODÍA- Llamaremos melodía a la sucesión de los sonidos. Ejemplo: do, mi, sol, re, fa
etc. Es decir cualquier secuencia de sonidos uno después de otro, será una melodía. RITMO-
Llamaremos ritmo a la relación que hay entre acento y duración de los sonidos .Así como
cuando hablamos utilizamos acentos, ejemplo: "mamá" marcamos con mas énfasis o fuerza
una de las sílabas, también lo haremos con algunos de los sonidos que utilizamos por
ejemplo: ta - ta -tá - ta - ta - tá etc. Si relacionamos la duración de cada sonido con su
respectivo acento tendremos lo que llamamos RITMO. Por lo tanto si en una sucesión de
sonidos no hay acento determinamos que no existe ritmo, por ejemplo el tic tac del reloj, eso
no es ritmo. ARMONÍA - Llamaremos armonía a la simultaneidad de varios sonidos, por lo
menos 3 sonidos a la misma vez. Cuando esto sucede decimos que esos tres o mas sonidos
simultáneos forman un acorde.
ACORDES Tocá los acordes con la mano izquierda
Colocá los dedos como lo indica la foto. Observá la
foto y practicá los acordes relacionando los colores de
cada uno.El acorde que está en azul se deberá tocar
sobre las notas pintadas en azul y el rojo igual. No te
preocupes por el nombre de los acordes, mas adelante
lo veremos.

Una vez que hayas practicado lo suficiente seguí con


el ejercicio de abajo con las dos manos.
LECCIÓN 7. ESCALA MAYOR

Ya estas listo para aprender nuevas notas que ejecutaras con la mano derecha. Para alcanzar
todas las notas en la melodía, necesitarás mover tu mano derecha un poco mas hacia la
derecha. Deberás estudiar las nuevas notas y sus posiciones en el teclado y deberas
practicarlas observando las imágenes.

LA ESCALA MAYOR

Una ESCALA, es una progresión o sucesión de notas. Las escalas son la base para la creación
de melodía y armonía y son una parte esencial del proceso de aprender a tocar el piano. Para el
pianista, las escalas son muy utilizadas como base para desarrollar los hábitos de una buena
digitación. En la imagen inferior encontraras tu primera escala musical completa y se llama la

ESCALA DEL DO (C)


porque empieza en la nota Do (C).

LECCIÓN 8. ACORDES

TOCANDO MAS ACORDES

En esta lección, vas a conocer y tocar 3 nuevos acordes.Deberás practicar cada uno de los
acordes que ves en la imagen inferior con la mano izquierda hasta que los manejes con soltura.
La velocidad óptima para ejecutarlos sería de 1 segundo entre cada acorde.

Los acordes que ves en la figura se llaman (de izquierda a derecha)

DO mayor (C) - LA mayor (A) - SI mayor (B)


NUEVA CANCIÓN PARA QUE TE EJERCITES

LECCIÓN 9. FIGURAS: CORCHEAS

CONOCIENDO Y UTILIZANDO LA CORCHEA

La figura CORCHEA, dura la mitad del valor de la figura NEGRA.

Como vemos en las imágenes, en el mismo espacio de tiempo que hago sonar una negra, ahora
deberé hacer sonar dos corcheas, dividiendo ese espacio en dos iguales
Una sola corchea se escribe así

Como vas a ver en esta nueva canción , al utilizar la figura CORCHEA podras poner mas
sonidos en el mismo espacio en el que antes poníamos 1.

Para hacerlo primero deberás determinar el pulso de la canción ( con el pie o con la mano
determinaras la velocidad de la canción, marcando cuanto tiempo hay entre negras o tiempos)

Una vez establecida la velocidad, ponete comodo y ¡¡ a disfrutar de la música!!

LECCIÓN 10. MARCANDO EL RITMO

MARCANDO EL RITMO

Con esta animación vas a poder practicar el valor real de cada figura, por ejemplo: la redonda
va a durar 4; la blanca 2; la negra 1 y la corchea 1/2; para descubrir lo que dura la corchea
deberas seguir el ritmo y leer con las "y" incluídas

Toca la canción que esta abajo ayudado por el ritmo que marca la figura que está arriba

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