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Livro Eletrônico

Aula 00

RETA FINAL - Questões Comentadas de Português p/ AFT


Professor: Fabiano Sales

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Reta Final de Português AFT
Questões comentadas (CESPE/UnB)
Prof. Fabiano Sales Aula 00

AULA 00
Reta Final de Português - AFT

SUMÁRIO PÁGINA
01. Saudação e Apresentação 01
02. Objetivo e Cronograma do Curso 02
03. Ortografia Oficial e Acentuação Gráfica 03
04. Lista das Questões Comentadas na Aula 23
05. Gabarito 36
0

SAUDAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR

Olá, futuros Auditores-Fiscais do Trabalho!

É com imensa empolgação que daremos início à Reta Final de


Português para o cargo de Auditor-Fiscal do Trabalho, preparatório
direcionado para a banca CESPE/UnB.
Primeiramente, farei uma sucinta apresentação sobre mim: Meu
nome é Fabiano Sales. Tenho formação em Letras pela Universidade
Federal do Rio de Janeiro. Iniciei minhas atividades docentes há dez anos,
no Rio de Janeiro, onde leciono aulas de gramática, de técnicas de
redação, de compreensão e interpretação de textos e de redação de
correspondências oficiais. Leciono em cursos preparatórios, auxiliando
diversos candidatos para os principais certames públicos do país (Receita
Federal, Senado Federal, Tribunais de Contas, BACEN, BB, CEF, INSS,
TRTs, TREs, TRFs, entre outros). Tenho experiência com as principais
bancas examinadoras do país, dentre as quais se destacam ESAF,
NCE/UFRJ, Cesgranrio, FCC, FGV e CESPE/UnB.
Desde já, coloco-me à inteira disposição de vocês para ajudá-los a
conquistar a almejada CLASSIFICAÇÃO. Sempre que for preciso, façam
contato por meio do fórum de dúvidas. Responderei o mais breve
possível!

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OBJETIVO E CRONOGRAMA DO CURSO

No próximo certame para o cargo de Auditor-Fiscal do Trabalho


(AFT), a disciplina de Língua Portuguesa será uma das mais
importantes. Por essa razão, o objetivo do presente curso é comentar
questões de Língua Portuguesa já apresentadas em concursos
anteriormente organizados pela banca CESPE/UnB.
No decorrer deste preparatório, obedeceremos ao seguinte
calendário de aulas:

AULA CONTEÚDO DATA

Questões comentadas da CESPE/UnB:


Aula 0 18/04
Ortografia oficial e acentuação gráfica.
Aula 1 Questões comentadas da CESPE/UnB: 25/04
Emprego das classes gramaticais.
Aula 2 Questões comentadas da CESPE/UnB: 02/05
Sintaxe da oração e do período.
Aula 3 Questões comentadas da CESPE/UnB: 09/05
Concordância nominal e verbal.
Questões comentadas da CESPE/UnB:
Aula 4 16/05
Regência nominal e verbal. Emprego do
acento grave indicativo de crase.
Aula 5 Questões comentadas da CESPE/UnB: 23/05
Emprego dos sinais de pontuação.
Questões comentadas da CESPE/UnB:
Aula 6 Compreensão e interpretação textual. 30/05
Semântica. Mecanismos de coesão e
coerência textual. Tipos de discurso.
Aula 7 Questões comentadas da CESPE/UnB: Prova 06/06
comentada na íntegra.
Aula 8 Questões comentadas da CESPE/UnB: Prova 13/06
comentada na íntegra.

Observação: As questões apresentadas no decurso


deste preparatório serão as mesmas elencadas no
decorrer do curso teórico para Auditor-Fiscal do
Trabalho. Portanto, a aquisição do curso “Reta Final de
Português” só é recomendável àqueles que não
adquiriram o curso teórico de Língua Portuguesa.

Vamos iniciar nossa trajetória rumo à classificação!

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ORTOGRAFIA OFICIAL E ACENTUAÇÃO GRÁFICA

(CESPE/UnB-2010-IPAJM)

Tendo por base o texto acima, julgue o item seguinte, no que se refere à
correção gramatical e ortográfica.

1. O substantivo referente ao verbo “Suspende” (linha 4) se grafa corretamente


assim: suspenção.

Comentário: Segundo as lições de ortografia, emprega-se S em palavras


derivadas de verbos que possuem “ND” no radical: suspender – suspensão.
Logo, a afirmação do examinador está errada.

Gabarito: Errado.

(CESPE/UnB-2011/CBM-ES) O item a seguir apresenta um fragmento adaptado de


textos diversos. Julgue-o no que se refere à correção gramatical e ortográfica.

2. As creches para cães tornaram-se comuns na cidade de São Paulo. Os animais


passam o dia todo lá e tem contato com os “colegas”. Caraguatatuba passará a
exigir ficha criminal de quem quizer ocupar algum imóvel na cidade na temporada.

Comentário: Devemos empregar o S nos verbos PÔR e QUERER (e nos


respectivos derivados): pus, puser, puseram; quis, quiser, quiseram. Além disso, o
verbo “ter” (linha 2) deveria assumir a forma “têm”, concordando em número com o
sujeito “os animais”.

Gabarito: Errado.

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(CESPE/UnB-2008-TRT-1ª REGIÃO-Adaptada) Com referência à ortografia oficial,


julgue os itens seguintes.

3. Apesar de a grafia correta do verbo poetizar exigir o emprego da letra "z", o


feminino de poeta é grafado com s.

Comentário: Devemos empregar o S nos sufixos -ESA e –ISA (formam o feminino


de substantivos concretos ou designam títulos): marquesa, baronesa, duquesa,
consulesa, poetisa. Por outro lado, o verbo “poetizar” deve ser grafado com Z,
tornando correta a afirmação do examinador.

Gabarito: Certo.

4. O vocábulo traz corresponde apenas a uma das formas do verbo trazer; a forma
trás é empregada na indicação de lugar (equivale a parte posterior).

Comentário: A forma “traz” é uma das formas correspondentes ao verbo “trazer”,


significando “transportar, levar (alguém ou algo) em direção a um lugar”. Não
confundam com a forma “trás” (grafada com S), a qual significa “depois de, após;
parte posterior; atrás”.

Gabarito: Certo.

5. (CESPE/UnB-2010/Serpro) No trecho “O episódio colocou em xeque a


viabilidade do modelo”, a palavra “xeque” poderia ser, facultativamente, grafada da
seguinte forma: cheque. Nesse caso, seriam mantidos a correção gramatical do
texto e seu sentido original.

Comentário: Existem os vocábulos “cheque” e “xeque”. Por “cheque” compreende-


se uma “ordem de pagamento, documento fornecido por uma instituição financeira”.
Por sua vez, “xeque”, conforme a acepção apresentada no contexto, significa
“situação perigosa, arriscada ou difícil; risco, perigo, contratempo”. Sendo assim,
não poderíamos empregar “cheque” no contexto em análise.

Gabarito: Errado.

(CESPE/UnB-2010/MPU-Adaptada) No item a seguir, é apresentado um trecho


adaptado de jornal de grande circulação. Julgue-o quanto à correção
gramatical.

6. Visto apenas pelo ângulo econômico, o problema da exploração da mão de obra


infantil é, ao mesmo tempo, reflexo e impecílio para o desenvolvimento. Quando
crianças e adolescentes deixam de estudar para entrar precocemente no mercado
de trabalho, trocam um futuro mais promissor pelo ganho imediato.

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Comentário: A grafia correta do vocábulo é “empecilho”, e não impecílio.

Gabarito: Errado.

7. (CESPE/UnB-2011-Correios) No tempo em que se andava a cavalo para


entregar cartas, era preciso pôr arreios no cavalo, ou seja, era preciso:

a) Arriar-se o cavalo.
b) Arreiar o cavalo.
c) Arreiar-se o cavalo.
d) Arrear o cavalo.
e) Arriar o cavalo.

Comentário: O examinador tentou confundir os candidatos com as formas verbais


“arrear” (pôr arreio) e “arriar” (abaixar-se). Na forma infinitiva, o verbo “arrear” (pôr o
arreio) não recebe “i” após o radical: “Arrear o cavalo”. Só receberá um “i” após o
radical nas formas rizotônicas (sílaba tônica dentro do radical: eu arreio, tu arreias,
ele arreia, eles arreiam. “Nós” e “vós” são formas arrizotônicas, ou seja, a sílaba
tônica está fora do radical: nós arriamos, vós arriais.

Gabarito: D.

(CESPE/UnB-2010/TCU)

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A partir das estruturas linguísticas que organizam o texto acima, julgue o item
subsecutivo.

8. O uso das letras iniciais maiúsculas em "Império Romano" (linha 7),


"Cristianismo" (linha 8) e "Revolução Francesa" (linhas 10-11) são exemplos de que
substantivo usado para designar ente singular deve ser grafado com inicial
maiúscula, como, por exemplo, Lei n.º 8.888/1998.

Comentário: As letras iniciais maiúsculas são usadas, entre outras possibilidades,


para designar nomes de épocas e eras históricas – “Império Romano”,
“Cristianismo”, “Revolução Francesa” – e nomes que designam atos das
autoridades da República, quando seguidos no numeral correspondente (“Lei nº
8.888/1998”).

Gabarito: Certo.

(CESPE/UnB-2009/Instituto Rio Branco–Adaptada)

A diferença na linguagem

“Para os gramáticos, a arte da palavra quase se esgota na arte da escrita, o


que se vê ainda pelo uso que fazem dos acentos, muitos dos quais fazem alguma
distinção ou evitam algum equívoco para os olhos, mas não para os ouvidos.” Neste
texto Rousseau nos sugere que, para ler bem, é preciso prestar ouvidos à voz
original, adivinhar as diferenças de acento que a articulam e que se tornaram
imperceptíveis no espaço homogêneo da escrita. Na leitura, o olho treinado do
Gramático ou do Lógico deve subordinar-se a um ouvido atento à melodia que dá
vida aos signos: estar surdo à modulação da voz significa estar cego às
modalidades do sentido. Na oposição que o texto faz entre a arte de falar e a arte
de escrever, podemos encontrar não apenas as razões da desqualificação da
concepção gramatical da linguagem, mas também a indicação do estatuto que
Rousseau confere à linguagem. O que é importante notar aqui é que a oposição
entre falar e escrever não se funda mais na oposição entre presença e ausência:
não é a ausência do sujeito falante que desqualifica a escrita, mas a atonia ou a
homogeneidade dos signos visuais. Se a essência da linguagem escapa à

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Gramática, é porque esta desdobra a linguagem num elemento essencialmente


homogêneo.

Bento Prado Jr. A retórica de Rousseau. São Paulo: Cosac Naify, 2008, p. 129-130.

Com relação às ideias e aos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.

9. É a mesma a justificativa para o uso de inicial maiúscula em “Gramático” (linha 6)


e em Gramática (linha 13).

Comentário: Em “Gramática” (linha 13), o emprego da inicial maiúscula se justifica


por designar o domínio do saber de uma disciplina – valendo frisar que se trata de
um caso facultativo. Já em “Gramático” (linha 6), o emprego da letra inicial
maiúscula justifica-se pela designação do profissional do ramo, também sendo um
caso facultativo, tal como ocorre na linha 1 (“gramáticos”).

Gabarito: Errado.

(CESPE/UnB-2009/DETRAN-DF)

Com um alto grau de urbanização, o Brasil já apresenta cerca de 80% da


população nas cidades, mas, como advertem estudiosos do assunto, o país ainda
tem muito a aprender sobre crescimento e planejamento urbanos.
(...) o alerta: onde morar em metrópoles? É melhor optar por uma casa ou um
apartamento o mais distante possível — a dois quarteirões, no mínimo — das ruas e
avenidas mais movimentadas. (...)
Gazeta do Povo (PR), 8/1/2009 (com adaptações).

10. Manteria a correção gramatical e o sentido do texto a inserção de há dois


quarteirões no lugar de “a dois quarteirões” (linha 5).

Comentário: No texto, em “a dois quarteirões”, o “a” é uma preposição,


indicando uma relação de distância. Sendo assim, não pode ser substituído por pela
forma verbal “há” em “há dois quarteirões.

Gabarito: Errado.

(CESPE/UnB-2009/DETRAN-DF)

Com um alto grau de urbanização, o Brasil já apresenta cerca de 80% da


população nas cidades, mas, como advertem estudiosos do assunto, o país ainda
tem muito a aprender sobre crescimento e planejamento urbanos.
(...) o alerta: onde morar em metrópoles? É melhor optar por uma casa ou um
apartamento o mais distante possível — a dois quarteirões, no mínimo — das ruas e
avenidas mais movimentadas. (...)

Gazeta do Povo (PR), 8/1/2009 (com adaptações).

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11. A substituição de “cerca de” (linha 1) por acerca de manteria a correção


gramatical do período.

Comentário: As expressões cerca de e acerca de são diferentes. Cerca de


transmite ideia de “aproximadamente”, “perto de”. Já acerca de significa “a respeito
de”, “sobre”. Sendo assim, se houvesse a substituição, o período ficaria
gramaticalmente incorreto.

Gabarito: Errado.

(CESPE/UnB-2010/INCA)

(...) Criada em 1983 pela doutora Zilda Arns, a Pastoral da Criança monitora
atualmente cerca de 2 milhões de crianças de até 6 anos de idade e 80 mil
gestantes (...)

12. Mantém-se a correção gramatical do período ao se substituir “cerca de” por


acerca de.

Comentário: Os valores apresentados pelas locuções prepositivas cerca de e


acerca de são diferentes. No contexto, cerca de transmite ideia de “quantidade
aproximada”. Já a locução prepositiva acerca de traz a noção de “a respeito de”,
“sobre”. Sendo assim, se houvesse a substituição, o período ficaria gramaticalmente
incorreto.

Gabarito: Errado.

(CESPE/UnB-2010/ANEEL)

O planejamento caiu em descrédito com a queda do Muro de Berlim, a


implosão da União Soviética e a contrarreforma neoliberal baseada no mito dos
mercados que se autorregulam. Seria ingênuo pensar que esse mito desapareceu
com a recente crise, mas, que ele está mal das
pernas, está. Chegou, portanto, o momento de reabilitar e atualizar o planejamento.
Até Jeffrey Sachs — diretor do Earth Institute, da Columbia University, em Nova
Iorque, e conselheiro do secretário-geral das Nações Unidas — pronuncia-se em
favor de um planejamento flexível a longo prazo, voltado para o enfrentamento dos
três desafios simultâneos da segurança energética, segurança alimentar e redução
da pobreza, buscando uma cooperação tripartite entre
os setores público e privado e a sociedade civil. (...)

13. O sentido da expressão “mal das pernas” (linhas 3–4), característica da


oralidade, seria prejudicado caso se substituísse “mal” por mau.

Comentário: “Mal” e “mau” não se confundem. No contexto, em “mal das pernas”, o


vocábulo “mal” é um advérbio (antônimo de “bem”). Por essa razão, não pode ser
substituído pelo adjetivo “mau” (antônimo de “bom”).

Gabarito: Certo.

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(CESPE/UnB-2009/ANTAQ)

No mundo moderno em que vivemos, é certamente difícil reconstituir as


sensações, as impressões que tiveram os primeiros homens em contato com a
natureza. (...)

José Leite Lopes. Tempo = espaço = matéria. In: Adauto Novaes (Org.). Tempo e História. São
Paulo: Companhia das Letras, 1996, p. 167 (com adaptações).

14. No desenvolvimento da textualidade, a substituição do trecho “em que vivemos”


(linha1) por no qual vivemos ou por onde vivemos não acarreta prejuízo para a
coerência nem para a correção gramatical do texto.

Comentário: A questão abordou o emprego do “onde”. Seu emprego deve ser


realizado quando houver verbos estáticos, que regem preposição “em” (vivemos em
algum lugar), quando nos referimos a lugar. Por sua vez, o pronome relativo “que” é
anafórico, ou seja, retoma o termo anterior, podendo ser substituído por “o qual” (em
+ o qual = no qual).

Gabarito: Certo.

(CESPE/UnB-2009/Polícia Federal)

Nossos projetos de vida dependem muito do futuro do país no qual vivemos.


E o futuro de um país não é obra do acaso ou da fatalidade. Uma nação se constrói.
E constrói-se no meio de embates muito intensos — e, às vezes, até violentos —
entre grupos com visões de futuro, concepções de desenvolvimento e interesses
distintos e conflitantes.
(...)

15. Na linha 2, mantendo-se a correção gramatical do texto, pode-se empregar em


que ou onde em lugar de “no qual”.

Comentário: Novamente o examinador abordou o emprego do pronome relativo


“que”. Por ser anafórico, refere-se a um termo anterior, podendo ser substituído por
“o qual” (em + o qual = no qual). Admite-se, também, sua substituição por “em que”
ou “onde”, já que, neste último caso, refere-se a lugar. Atenção ao seguinte: seria
errado dizer “Estou numa situação onde ...”. Nesse caso, como não se refere a
lugar, só se admite o emprego do pronome relativo “que”/”a qual”: Estou numa
situação em que/na qual...”

Gabarito: Certo.

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16. (CESPE/UnB-2009/Instituto Rio Branco) As palavras “líderes”, “empréstimo”,


“econômico” e “públicas” recebem acento gráfico com base na mesma justificativa
gramatical.
Comentário: Os vocábulos “líderes”, “empréstimo”, “econômico” e “públicas” são
proparoxítonos. Logo, todos deverão ser acentuados graficamente.
Gabarito: Certo.

(CESPE/UnB-2011-TJ-ES)

Com referência ao texto acima, julgue o item a seguir.

17. Os vocábulos “analítica” e “teríamos” recebem acento gráfico com base na mesma
regra de acentuação.

Comentário: As palavras “analítica” e “teríamos” são proparoxítonas (o acento tônico


recai na antepenúltima sílaba). Logo, são acentuadas com base na mesma regra de
acentuação.
Gabarito: Certo.

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(CESPE/UnB-2010-TRT-21ª Região)

Com referência às ideias do texto, julgue o item a seguir.

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18. O emprego do acento gráfico em “primórdios” e “existência” atende à mesma


regra de acentuação gráfica.

Comentário: As palavras “primórdios” e “existência” são paroxítonas terminadas


em ditongo oral. Logo, são acentuados pela mesma regra.

Gabarito: Certo.

19. (CESPE/UnB-2011-Correios) São acentuados graficamente de acordo com


a mesma regra de acentuação gráfica os vocábulos:

a) também e coincidência;
b) quilômetros e tivéssemos;
c) jogá-la e incrível;
d) Escócia e nós;
e) correspondência e três.

Comentário: As palavras “quilômetros” e “tivéssemos” são proparoxítonas. Por


isso, são acentuadas com base na mesma regra de acentuação.

Gabarito: B.

(CESPE/UnB-2008-TRT-1ªREGIÃO-Adaptada) Com referência às regras de


acentuação de palavras, julgue os itens a seguir.

20. Os vocábulos “lágrima” e “Gênesis” seguem a mesma regra de acentuação.

Comentário: Por serem proparoxítonos, os vocábulos “lágrima” e “Gênesis”


seguem a mesma regra de acentuação.

Gabarito: Certo.

21. As palavras “oásis” e “lápis” são acentuadas pelo mesmo motivo.

Comentário: As palavras “oásis” e “lápis” são paroxítonas terminadas em i


(seguido de s). Logo, obedecem à mesma regra de acentuação.

Gabarito: Certo.

(CESPE/UnB-2011-Correios)

Os garotos da Rua Noel Rosa


onde um talo de samba viça no calçamento,
viram o pombo-correio cansado
confuso
aproximar-se em voo baixo.

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Tão baixo voava: mais raso
que os sonhos municipais de cada um.
Seria o Exército em manobras
ou simplesmente
trazia recados de ai! amor
à namorada do tenente em Aldeia Campista?

E voando e baixando entrançou-se


entre folhas e galhos de fícus:
era um papagaio de papel,
estrelinha presa, suspiro
metade ainda no peito, outra metade
no ar.

Antes que o ferissem,


pois o carinho dos pequenos ainda é mais desastrado
que o dos homens
e o dos homens costuma ser mortal
uma senhora o salva
tomando-o no berço das mãos
e brandamente alisa-lhe
a medrosa plumagem azulcinza
cinza de fundos neutros de Mondrian
azul de abril pensando maio.
283235-58-Brasil
dizia o anel na perninha direita.
Mensagem não havia nenhuma
ou a perdera o mensageiro
como se perdem os maiores segredos de Estado
que graças a isto se tornam invioláveis,
ou o grito de paixão abafado
pela buzina dos ônibus.
Como o correio (às vezes) esquece cartas
teria o pombo esquecido
a razão de seu voo?

Ou sua razão seria apenas voar


baixinho sem mensagem como a gente
vai todos os dias à cidade
e somente algum minuto em cada vida
se sente repleto de eternidade, ansioso
por transmitir a outros sua fortuna?

Era um pombo assustado


perdido
e há perguntas na Rua Noel Rosa
e em toda parte sem resposta.

Pelo quê a senhora o confiou


ao senhor Manuel Duarte, que passava

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para ser devolvido com urgência
ao destino dos pombos militares
que não é um destino.

Carlos Drummond de Andrade. Pombo-correio.


In: Carlos Drummond de Andrade: obra completa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002, p. 483.
Internet: <www.releituras.com>

No que se refere à estrutura linguística e vocabular do texto, julgue o item a seguir.

22. As palavras “ônibus” e “invioláveis” são acentuadas de acordo com a mesma


regra de acentuação gráfica.

Comentário: A palavra “ônibus” é proparoxítona, razão por que deve ser


acentuada. Já o vocábulo “Invioláveis” é acentuada por ser paroxítona terminada
em ditongo oral. Logo, não obedecem à mesma regra de acentuação gráfica.

Gabarito: Errado.

(CESPE/UnB-2008-MTE)

Nós, chefes de Estado e de Governo dos 21 países ibero-americanos,


reunidos na XIII Conferência Ibero-Americana, na cidade de Santa Cruz de la Sierra,
Bolívia, reiteramos o nosso propósito de continuar a fortalecer a Comunidade Ibero-
Americana de Nações como fórum de diálogo, cooperação e concertamento político,
aprofundando os vínculos históricos e culturais que nos unem, e admitindo, ao
mesmo tempo, as características próprias de cada uma das nossas múltiplas
identidades, que permitem reconhecer-nos como uma unidade na diversidade.
(...)
Na trilha de Salvador: a inclusão social pela via do trabalho decente.
Brasília: MTE, Assessoria Internacional, 2004, p. 27, 30 e 35 (com adaptações).

23. De acordo com as regras de acentuação gráfica da língua portuguesa, a palavra


"ibero-americanos" (linha 1) também poderia ser corretamente escrita da seguinte
forma: íbero-americanos.

Comentário: O vocábulo “ibero” possui acento tônico na penúltima sílaba; portanto,


deve ser classificada como paroxítona. Sendo assim, não receberá acento gráfico,
pois termina em -o. A pronúncia equivocada de sílaba tônica é chamada de
silabada. A seguir, apresentarei alguns exemplos de vocábulos com as respectivas
silabadas tônicas:

PROPAROXÍTONAS PAROXÍTONAS OXÍTONAS


aeródromo alanos cateter
aerólito austero cister
ágape avaro condor
álcool aziago fidel

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PROPAROXÍTONAS PAROXÍTONAS OXÍTONAS
alcoólatra batavo gibraltar
âmago caracteres hangar
aríete ciclope mister
arquétipo decano nobel
bávaro edito (lei) novel
bígamo exegese obus

(CESPE/UnB-2009/Ministério do Meio Ambiente-Adaptada) Julgue o item que


se segue, acerca das regras de acentuação gráfica.

24. O emprego do acento agudo nos vocábulos país e aí se justifica pela mesma
regra de acentuação gráfica.

Comentário: Devemos empregar o acento agudo nas vogais “I” e “U” tônicas,
desde que:

a) estejam sozinhas (ou seguidas de -s) na sílaba; e

b) não estejam antecedidas de vogal idêntica.

É o que ocorre nos vocábulos “país” e “aí”.

Gabarito: Certo.

(CESPE/UnB-2011-TRE-ES)

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Julgue o item que se segue, a respeito dos sentidos, de aspectos textuais e


gramaticais do texto acima.
==0==

25. Em “contribuíram”, o emprego do acento gráfico justifica-se pela presença de


ditongo em sílaba tônica.

Comentário: Na forma verbal “contribuíram”, a letra “i” é tônica, precedida de vogal


e forma sílaba sozinha. Logo, é acentuada em virtude de hiato, e não de ditongo.

Gabarito: Errado.

(CESPE/UnB-2011/TJ-RR)

Nos anos 70 do século passado, durante o auge dos grandes projetos de


infraestrutura implantados pelos governos militares, a Amazônia era conhecida
como o inferno verde. Uma mata fechada e insalubre, empestada de mosquitos e
animais peçonhentos, que deveria ser derrubada a todo custo – sempre com
incentivo público – pelos colonos, operários e garimpeiros que se aventuravam pela
região. Essa visão mudou bastante nas últimas duas décadas, à medida que os
brasileiros perceberam que a região é um patrimônio nacional que não pode ser
dilacerado sem se comprometer o futuro do próprio país.
Mesmo agora, com o reconhecimento de sua grandeza, a floresta amazônica
permanece como um domínio da natureza no qual o homem não é bem-vindo. No
entanto, vivem lá 25 milhões de brasileiros, pessoas que enfrentaram o desafio do
ambiente hostil e fincaram raízes na porção norte do Brasil. Assusta observar que,
no intenso debate que se trava sobre a melhor forma de preservar (ou, na maior
parte das vezes, ocupar) a floresta, esteja praticamente ausente o maior
protagonista da saga amazônica: o homem. É uma forma enviesada de ver a
situação, pois o destino da região depende muito mais de seus habitantes do que de
papelórios produzidos em Brasília ou da boa vontade de organizações não
governamentais. A prioridade de todas as iniciativas deveria ser melhorar a
qualidade de vida e criar condições econômicas para que seus habitantes tenham
alternativas à exploração predatória. Só assim eles vão preservar a floreta em vez
de destruí-la, porque terão orgulho de sua riqueza natural única no mundo.

Veja Especial Amazônia, set/2009, p. 22-4 (com adaptações)

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A partir da compreensão do texto acima apresentado e da análise de palavras e
expressões linguísticas nele contidas, julgue o próximo item.

26. O acento gráfico empregado em “destruí-la” justifica-se pela mesma regra que
obriga a acentuação de “raízes”.

Comentários: Na forma verbal “destruí-la” e no substantivo “raízes”, a letra “i” é


tônica, precedida de vogal e forma sílaba sozinha. Logo, são acentuadas pela
mesma regra.

Gabarito: Certo.

(CESPE/UnB-2007/TCU)

Num país territorialmente gigante, em que a censura restringe o acesso à


rede para milhões de usuários, a Internet tende a ser tornar a ferramenta de maior
integração nacional ao aproximar moradores urbanos e rurais, que falam dialetos
variados, mas que têm apenas um tipo de escrita. A China ganha 100 novos
internautas por minuto. É o segundo país com mais usuários online no mundo –
cerca de 162 milhões –, atrás apenas dos Estados Unidos da América (EUA), onde
há quase 200 milhões.
Jornal do Brasil, 22/7/2007, p. A25 (com adaptações).

27. A palavra “têm” (linha 3) é acentuada porque está no plural para concordar com
“moradores” (linha 3.

Comentário: O verbo “ter” deve ser grafado com acento circunflexo para concordar
com “moradores”, seu sujeito, o qual, no contexto, foi substituído pelo pronome
relativo “que” (linha 3).

Gabarito: Certo.

(CESPE/UnB-2007/TCU-Adaptada)

O avanço da publicidade na Internet

Desde 2003, os gastos em publicidade na Internet quase triplicaram no


Brasil. A expansão se deve à elevação do número de usuários, das conexões em
banda larga e do tempo de conexão. Por mês, os brasileiros passam, em média, 22
horas e 43 minutos na rede. Apesar do crescimento, a Internet só detém 2% do
mercado publicitário do país.

28. Respeita as regras gramaticais a seguinte informação: “Os 43% dos usuários de
banda larga detém os maiores gastos publicitários no período de 2003 a 2007.

Comentário: O verbo “deter” deve concordar em número e pessoa com o


percentual: “Os 43% dos usuários de banda larga detêm os maiores gastos
publicitários no período de 2003 e 2007.

Gabarito: Errado.

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(CESPE/UnB-2007-TCU)

Julgue os itens a seguir, a respeito da organização das ideias e das estruturas


linguísticas do texto acima.

29. A retirada do acento circunflexo na forma verbal "vêm" (linha 7) provoca


incorreção gramatical no texto porque o sujeito a que essa forma verbal se refere
tem dois núcleos: "compreensão" (linha 7) e "necessidade" (linha 9).

Comentário: Quando o verbo está anteposto ao sujeito composto, admite-se a


concordância com o núcleo mais próximo (concordância atrativa) – “compreensão” –
ou com os núcleos (concordância gramatical) – “compreensão” e “necessidade”.
Sendo assim, não há incorreção gramatical com a retirada do acento circunflexo da
forma verbal “vêm”: “Desde então, vem se impondo, entre especialistas ou não a
compreensão sistêmica ...” .

Gabarito: Errado.

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30. (CESPE/UnB-2012/IBAMA-Técnico Administrativo) As palavras “pó”, “só” e “céu”


são acentuadas de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.

Comentário: Os vocábulos “pó” e “só” são monossílabos tônicos. De acordo com as lições
gramaticais, os monossílabos (aqueles que têm uma única sílaba) tônicos finalizados em
“a(s)”, “e(s)” e “o(s)”, são acentuados graficamente, como ocorreu com as duas primeiras
palavras.
Por outro lado, o monossílabo tônico “céu” não se enquadra na regra acima. A
palavra “céu” foi acentuada graficamente em virtude do ditongo aberto /eu/, o que invalida a
afirmação da banca examinadora.

Gabarito: Errado.

31. (CESPE/UnB-2012/ANAC-Analista Administrativo) Os termos “Três” e “Vã”


são acentuados em decorrência de igual justificativa gramatical.
0
Comentário: O gabarito preliminar da banca apontou o item como correto. De fato, os
vocábulos “três” e “vã” são acentuados por serem monossílabos tônicos. Segundo as regras
gramaticais, os monossílabos terminados em a(s), e(s) e o(s) recebem acento gráfico.
Entretanto, à época, a questão foi alvo de diversos recursos, indicando que, por se
tratar de terminações distintas – “vã” termina em “a” ao passo que “três” termina em “e(s)” –,
não há a mesma justificativa gramatical para acentuar tais vocábulos. Por fim, evitando
divergências, a banca anulou o item.

Gabarito: Anulado.

Texto para as questões 32 e 33.

Compreende-se que a festa, representando tal paroxismo de vida e rompendo


de um modo tão violento com as pequenas preocupações da existência cotidiana,
surja ao indivíduo como outro mundo, em que ele se sente amparado e transformado
por forças que o ultrapassam. A sua atividade diária, colheita, caça, pesca, ou criação
de gado, limita-se a preencher o seu tempo e a prover as suas necessidades
imediatas. É certo que ele lhe dedica atenção, paciência, habilidade, mas, mais
profundamente, vive na recordação de uma festa e na expectativa de outra, pois a
festa figura para ele, para a sua memória e para o seu desejo o tempo das emoções
intensas e da metamorfose do seu ser.

Roger Caillois. O homem e o sagrado. Lisboa: Edições 70, 1988, p. 96-7 (com adaptações)

32. (CESPE/UnB-2012/ANCINE-Técnico Administrativo) O vocábulo “cotidiana”


(linha 2) pode ser corretamente substituído por quotidiana.

Comentário: Algumas palavras sofrem fenômeno de variação, devido a uma adequação


ortográfica à realização fonética desses vocábulos. Esse fenômeno ocorre em “quotidiano”
(forma mais usada em Portugal: a sílaba quo- se pronuncia como a primeira de “quórum”) e
“cotidiano (forma mais usada no Brasil: a sílaba co- se pronuncia como a primeira de “cola”).
Esse mesmo fenômeno ocorre, por exemplo, nos pares “catorze/quatorze”, “quota/cota”,
entre outros. Portanto, a afirmação do examinador está correta.

Gabarito: Certo.

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33. (CESPE/UnB-2012/ANCINE-Técnico Administrativo) Os vocábulos “indivíduo”,


“diária” e “paciência” recebem acento gráfico com base na mesma regra de
acentuação gráfica.

Comentário: Questão muito simples, acerca do tema acentuação gráfica. Conforme


prescrevem as lições gramaticais, as palavras paroxítonas são acentuadas graficamente
quando terminadas em:

 L, N, R, X (Para memorizar: LoNaRoXa).


Exemplos: útil, hífen, éter, ônix.

 UM(NS).
Exemplos: médium, álbuns.
 U e I(S).
Exemplos: vírus, júri.

 Ã(S), ÃO(S).
Exemplos: órfã(s), bênção(s).

 ON(S)
Exemplos: elétron(s), próton(s).

 PS
Exemplos: fórceps, Quéops.

 Ditongo oral.
Exemplos: história, série, imóveis.

Com relação aos vocábulos “indivíduo”, “diária” e “paciência”, identificamos que, na


linguagem falada (portanto, na pronúncia), essas palavras integram o rol dos proparoxítonos
eventuais: /in-di-ví-du-o/ - /di-á-ri-a/ - /pa-ci-ên-ci-a/.
Na escrita, entretanto, tais vocábulos são classificados como paroxítonos por serem
finalizados em ditongo crescente (semivogal + vogal). Em que pese a existência de
divergências gramaticais, este é o atual posicionamento do CESPE.
Desse modo, a afirmação contida no item está correta.

Gabarito: Certo.

34. (CESPE/UnB-2012/ANATEL-Técnico Administrativo) Nas palavras “análise” e


“mínimos”, o emprego do acento gráfico tem justificativas gramaticais diferentes.

Comentário: O item está incorreto. O acento tônico das palavras pode recair na última, na
penúltima ou na antepenúltima sílaba, vocábulos classificados, respectivamente, como
oxítonos, paroxítonos e proparoxítonos. Pois bem, as palavras “análise” e “mínimos” têm o
acento tônico localizado na antepenúltima sílaba e, conforme nos ensinam as lições
gramaticais, todos os vocábulos proparoxítonos devem ser acentuados graficamente. Logo,

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a acentuação ocorreu em razão da mesma justificativa gramatical, invalidando a afirmação
feita pela banca.

Gabarito: Errado.

35. (CESPE/UnB-2013/Polícia Rodoviária Federal) O emprego do acento nas


palavras “ciência” e “transitório” justifica-se com base na mesma regra de
acentuação.

Comentário: Nas palavras “ciência” e “transitório”, o acento tônico recai na penúltima


sílaba, o que as caracteriza como paroxítonas. No caso em tela, ambos os
vocábulos são finalizados em ditongo crescente oral ( /ci-ên-cia/ e /tran-si-tó-rio/ ),
sendo acentuados em razão da mesma regra de acentuação. Logo, o item está
correto.

Gabarito: Certo.

36. (CESPE/UnB-2014/Polícia Federal-Agente) Os termos “série” e “história”


acentuam-se em conformidade com a mesma regra ortográfica.

Comentário: Os vocábulos “série” e “história” são finalizados em ditongo crescente


(semivogal + vogal). De acordo com os principais gramáticos, tais palavras são
paroxítonas (posicionamento atual da banca CESPE), razão por que recebem
acento gráfico. Logo, o item está correto.

Gabarito: Certo.

37. (CESPE/UnB-2014/ANTAQ) O emprego de acento gráfico em “água”,


“distância” e “primário” justifica-se pela mesma regra de acentuação.

Comentário: À feição do que ocorreu no item anterior, as palavras “água”, “distância”


e “primário” são paroxítonas finalizadas em ditongo crescente. Por essa razão,
obedecem à mesma regra de acentuação.

Gabarito: Certo.

38. (CESPE/UnB-2014/TJ-CE/Analista Judiciário) O emprego do acento gráfico


nos vocábulos “reúnem” e “fenômeno” justifica-se com base na mesma regra
de acentuação.

Comentário: A forma verbal “reúnem” recebe acento gráfico em razão do hiato (re-ú-
nem). Por sua vez, o substantivo “fenômeno” é um proparoxítono (o acento tônico
recai na antepenúltima sílaba), motivo pelo qual é acentuado graficamente.
Portanto, o item está incorreto.

Gabarito: Errado.

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39. (CESPE/UnB-2014/ICMBio) A mesma regra de acentuação gráfica se aplica


aos vocábulos “Brasília”, “cenário” e “próprio”.

Comentário: As palavras “Brasília”, “cenário” e “próprio” são paroxítonas finalizadas


em ditongo crescente. Logo, são acentuadas em virtude da mesma regra
ortográfica, validando a afirmação da banca.

Gabarito: Certo.

40. (CESPE/UnB-2014/ICMBio) A mesma regra de acentuação gráfica se aplica


aos vocábulos “homogênea”, “médio” e “bromélias”.

Comentário: Os termos “homogênea”, “médio” e “bromélias” são paroxítonos


encerrados por ditongo crescente. Portanto, obedecem à mesma regra de
acentuação gráfica, tornando correto o item.

Gabarito: Certo.

Por hoje é só, pessoal!

Até o próximo encontro!

Fabiano Sales.

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LISTA DAS QUESTÕES APRESENTADAS NA AULA

(CESPE/UnB-2010-IPAJM)

Tendo por base o texto acima, julgue o item seguinte, no que se refere à
correção gramatical e ortográfica.

1. O substantivo referente ao verbo “Suspende” (linha 4) se grafa corretamente


assim: suspenção.

(CESPE/UnB-2011/CBM-ES)

O item a seguir apresenta um fragmento adaptado de textos diversos. Julgue-


o no que se refere à correção gramatical e ortográfica.

2. As creches para cães tornaram-se comuns na cidade de São Paulo. Os animais


passam o dia todo lá e tem contato com os “colegas”. Caraguatatuba passará a exigir
ficha criminal de quem quizer ocupar algum imóvel na cidade na temporada.

(CESPE/UnB-2008-TRT-1ª REGIÃO-Adaptada) Com referência à ortografia oficial,


julgue os itens seguintes.

3. Apesar de a grafia correta do verbo poetizar exigir o emprego da letra "z", o


feminino de poeta é grafado com s.

4. O vocábulo traz corresponde apenas a uma das formas do verbo trazer; a forma
trás é empregada na indicação de lugar (equivale a parte posterior).

5. (CESPE/UnB-2010/Serpro) No trecho “O episódio colocou em xeque a


viabilidade do modelo”, a palavra “xeque” poderia ser, facultativamente, grafada da
seguinte forma: cheque. Nesse caso, seriam mantidos a correção gramatical do
texto e seu sentido original.

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(CESPE/UnB-2010/MPU-Adaptada) No item a seguir, é apresentado um trecho


adaptado de jornal de grande circulação. Julgue-o quanto à correção
gramatical.

6. Visto apenas pelo ângulo econômico, o problema da exploração da mão de obra


infantil é, ao mesmo tempo, reflexo e impecílio para o desenvolvimento. Quando
crianças e adolescentes deixam de estudar para entrar precocemente no mercado
de trabalho, trocam um futuro mais promissor pelo ganho imediato.

7. (CESPE/UnB-2011-Correios) No tempo em que se andava a cavalo para


entregar cartas, era preciso pôr arreios no cavalo, ou seja, era preciso:

a) Arriar-se o cavalo.
b) Arreiar o cavalo.
c) Arreiar-se o cavalo.
d) Arrear o cavalo.
e) Arriar o cavalo.

(CESPE/UnB-2010/TCU)

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A partir das estruturas linguísticas que organizam o texto acima, julgue o item
subsecutivo.

8. O uso das letras iniciais maiúsculas em "Império Romano" (linha 7),


"Cristianismo" (linha 8) e "Revolução Francesa" (linhas 10-11) são exemplos de que
substantivo usado para designar ente singular deve ser grafado com inicial
maiúscula, como, por exemplo, Lei n.º 8.888/1998.

(CESPE/UnB-2009/Instituto Rio Branco–Adaptada)

A diferença na linguagem

“Para os gramáticos, a arte da palavra quase se esgota na arte da escrita, o


que se vê ainda pelo uso que fazem dos acentos, muitos dos quais fazem alguma
distinção ou evitam algum equívoco para os olhos, mas não para os ouvidos.” Neste
texto Rousseau nos sugere que, para ler bem, é preciso prestar ouvidos à voz
original, adivinhar as diferenças de acento que a articulam e que se tornaram
imperceptíveis no espaço homogêneo da escrita. Na leitura, o olho treinado do
Gramático ou do Lógico deve subordinar-se a um ouvido atento à melodia que dá
vida aos signos: estar surdo à modulação da voz significa estar cego às
modalidades do sentido. Na oposição que o texto faz entre a arte de falar e a arte
de escrever, podemos encontrar não apenas as razões da desqualificação da
concepção gramatical da linguagem, mas também a indicação do estatuto que
Rousseau confere à linguagem. O que é importante notar aqui é que a oposição
entre falar e escrever não se funda mais na oposição entre presença e ausência:
não é a ausência do sujeito falante que desqualifica a escrita, mas a atonia ou a
homogeneidade dos signos visuais. Se a essência da linguagem escapa à
Gramática, é porque esta desdobra a linguagem num elemento essencialmente
homogêneo.

Bento Prado Jr. A retórica de Rousseau. São Paulo: Cosac Naify, 2008, p. 129-130.

Com relação às ideias e aos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.

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9. É a mesma a justificativa para o uso de inicial maiúscula em “Gramático” (linha 6)


e em Gramática (linha 13).

(CESPE/UnB-2009/DETRAN-DF)

Com um alto grau de urbanização, o Brasil já apresenta cerca de 80% da


população nas cidades, mas, como advertem estudiosos do assunto, o país ainda
tem muito a aprender sobre crescimento e planejamento urbanos.
(...) o alerta: onde morar em metrópoles? É melhor optar por uma casa ou um
apartamento o mais distante possível — a dois quarteirões, no mínimo — das ruas e
avenidas mais movimentadas. (...)
Gazeta do Povo (PR), 8/1/2009 (com adaptações).

10. Manteria a correção gramatical e o sentido do texto a inserção de há dois


quarteirões no lugar de “a dois quarteirões” (linha 5).

(CESPE/UnB-2009/DETRAN-DF)

Com um alto grau de urbanização, o Brasil já apresenta cerca de 80% da


população nas cidades, mas, como advertem estudiosos do assunto, o país ainda
tem muito a aprender sobre crescimento e planejamento urbanos.
(...) o alerta: onde morar em metrópoles? É melhor optar por uma casa ou um
apartamento o mais distante possível — a dois quarteirões, no mínimo — das ruas e
avenidas mais movimentadas. (...)
Gazeta do Povo (PR), 8/1/2009 (com adaptações).

11. A substituição de “cerca de” (linha 1) por acerca de manteria a correção


gramatical do período.

(CESPE/UnB-2010/INCA)

(...) Criada em 1983 pela doutora Zilda Arns, a Pastoral da Criança monitora
atualmente cerca de 2 milhões de crianças de até 6 anos de idade e 80 mil
gestantes (...)

12. Mantém-se a correção gramatical do período ao se substituir “cerca de” por


acerca de.

(CESPE/UnB-2010/ANEEL)

(...)
O planejamento caiu em descrédito com a queda do Muro de Berlim, a
implosão da União Soviética e a contrarreforma neoliberal baseada no mito dos
mercados que se autorregulam. Seria ingênuo pensar que esse mito desapareceu

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com a recente crise, mas, que ele está mal das pernas, está. Chegou, portanto, o
momento de reabilitar e atualizar o planejamento. Até Jeffrey Sachs — diretor do
Earth Institute, da Columbia University, em Nova Iorque, e conselheiro do secretário-
geral das Nações Unidas — pronuncia-se em favor de um planejamento flexível a
longo prazo, voltado para o enfrentamento dos três desafios simultâneos da
segurança energética, segurança alimentar e redução da pobreza, buscando uma
cooperação tripartite entre
os setores público e privado e a sociedade civil. (...)

13. O sentido da expressão “mal das pernas” (linhas 3–4), característica da


oralidade, seria prejudicado caso se substituísse “mal” por mau.

(CESPE/UnB-2009/ANTAQ)

No mundo moderno em que vivemos, é certamente difícil reconstituir as


sensações, as impressões que tiveram os primeiros homens em contato com a
natureza. (...)

José Leite Lopes. Tempo = espaço = matéria. In: Adauto Novaes (Org.). Tempo e História. São
Paulo: Companhia das Letras, 1996, p. 167 (com adaptações).

14. No desenvolvimento da textualidade, a substituição do trecho “em que vivemos”


(linha1) por no qual vivemos ou por onde vivemos não acarreta prejuízo para a
coerência nem para a correção gramatical do texto.

(CESPE/UnB-2009/Polícia Federal)

Nossos projetos de vida dependem muito do futuro do país no qual vivemos.


E o futuro de um país não é obra do acaso ou da fatalidade. Uma nação se constrói.
E constrói-se no meio de embates muito intensos — e, às vezes, até violentos —
entre grupos com visões de futuro, concepções de desenvolvimento e interesses
distintos e conflitantes.
(...)

15. Na linha 2, mantendo-se a correção gramatical do texto, pode-se empregar em


que ou onde em lugar de “no qual”.

16. (CESPE/UnB-2009/Instituto Rio Branco) As palavras “líderes”, “empréstimo”,


“econômico” e “públicas” recebem acento gráfico com base na mesma justificativa
gramatical.

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(CESPE/UnB-2011-TJ-ES)

Com referência ao texto acima, julgue o item a seguir.

17. Os vocábulos “analítica” e “teríamos” recebem acento gráfico com base na mesma
regra de acentuação.

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(CESPE/UnB-2010-TRT-21ª Região)

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Com referência às ideias do texto, julgue o item a seguir.

18. O emprego do acento gráfico em “primórdios” e “existência” atende à mesma


regra de acentuação gráfica.

19. (CESPE/UnB-2011-Correios) São acentuados graficamente de acordo com


a mesma regra de acentuação gráfica os vocábulos:
a) também e coincidência;
b) quilômetros e tivéssemos;
c) jogá-la e incrível;
d) Escócia e nós;
e) correspondência e três.

(CESPE/UnB-2008-TRT-1ªREGIÃO-Adaptada) Com referência às regras de


acentuação de palavras, julgue os itens a seguir.

20. Os vocábulos “lágrima” e “Gênesis” seguem a mesma regra de acentuação.


21. As palavras “oásis” e “lápis” são acentuadas pelo mesmo motivo.

(CESPE/UnB-2011-Correios)
Os garotos da Rua Noel Rosa
onde um talo de samba viça no calçamento,
viram o pombo-correio cansado
confuso
aproximar-se em voo baixo.

Tão baixo voava: mais raso


que os sonhos municipais de cada um.
Seria o Exército em manobras
ou simplesmente
trazia recados de ai! amor
à namorada do tenente em Aldeia Campista?

E voando e baixando entrançou-se


entre folhas e galhos de fícus:
era um papagaio de papel,
estrelinha presa, suspiro
metade ainda no peito, outra metade
no ar.

Antes que o ferissem,


pois o carinho dos pequenos ainda é mais desastrado
que o dos homens
e o dos homens costuma ser mortal
uma senhora o salva
tomando-o no berço das mãos
e brandamente alisa-lhe

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a medrosa plumagem azulcinza
cinza de fundos neutros de Mondrian
azul de abril pensando maio.

283235-58-Brasil
dizia o anel na perninha direita.
Mensagem não havia nenhuma
ou a perdera o mensageiro
como se perdem os maiores segredos de Estado
que graças a isto se tornam invioláveis,
ou o grito de paixão abafado
pela buzina dos ônibus.
Como o correio (às vezes) esquece cartas
teria o pombo esquecido
a razão de seu voo?

Ou sua razão seria apenas voar


baixinho sem mensagem como a gente
vai todos os dias à cidade
e somente algum minuto em cada vida
se sente repleto de eternidade, ansioso
por transmitir a outros sua fortuna?

Era um pombo assustado


perdido
e há perguntas na Rua Noel Rosa
e em toda parte sem resposta.

Pelo quê a senhora o confiou


ao senhor Manuel Duarte, que passava
para ser devolvido com urgência
ao destino dos pombos militares
que não é um destino.

Carlos Drummond de Andrade. Pombo-correio.


In: Carlos Drummond de Andrade: obra completa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002, p. 483.
Internet: <www.releituras.com>

No que se refere à estrutura linguística e vocabular do texto, julgue o item a seguir.

22. As palavras “ônibus” e “invioláveis” são acentuadas de acordo com a mesma


regra de acentuação gráfica.

(CESPE/UnB-2008-MTE)

Nós, chefes de Estado e de Governo dos 21 países ibero-americanos,


reunidos na XIII Conferência Ibero-Americana, na cidade de Santa Cruz de la Sierra,
Bolívia, reiteramos o nosso propósito de continuar a fortalecer a Comunidade Ibero-
Americana de Nações como fórum de diálogo, cooperação e concertamento político,
aprofundando os vínculos históricos e culturais que nos unem, e admitindo, ao

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mesmo tempo, as características próprias de cada uma das nossas múltiplas
identidades, que permitem reconhecer-nos como uma unidade na diversidade.
(...)
Na trilha de Salvador: a inclusão social pela via do trabalho decente.
Brasília: MTE, Assessoria Internacional, 2004, p. 27, 30 e 35 (com adaptações).

23. De acordo com as regras de acentuação gráfica da língua portuguesa, a palavra


"ibero-americanos" (linha 1) também poderia ser corretamente escrita da seguinte
forma: íbero-americanos.

(CESPE/UnB-2009/Ministério do Meio Ambiente-Adaptada) Julgue o item que


se segue, acerca das regras de acentuação gráfica.

24. O emprego do acento agudo nos vocábulos país e aí se justifica pela mesma
regra de acentuação gráfica.

(CESPE/UnB-2011-TRE-ES)

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Julgue o item que se segue, a respeito dos sentidos, de aspectos textuais e


gramaticais do texto acima.

25. Em “contribuíram”, o emprego do acento gráfico justifica-se pela presença de


ditongo em sílaba tônica.

(CESPE/UnB-2011/TJ-RR)

Nos anos 70 do século passado, durante o auge dos grandes projetos de


infraestrutura implantados pelos governos militares, a Amazônia era conhecida
como o inferno verde. Uma mata fechada e insalubre, empestada de mosquitos e
animais peçonhentos, que deveria ser derrubada a todo custo – sempre com
incentivo público – pelos colonos, operários e garimpeiros que se aventuravam pela
região. Essa visão mudou bastante nas últimas duas décadas, à medida que os
brasileiros perceberam que a região é um patrimônio nacional que não pode ser
dilacerado sem se comprometer o futuro do próprio país.
Mesmo agora, com o reconhecimento de sua grandeza, a floresta amazônica
permanece como um domínio da natureza no qual o homem não é bem-vindo. No
entanto, vivem lá 25 milhões de brasileiros, pessoas que enfrentaram o desafio do
ambiente hostil e fincaram raízes na porção norte do Brasil. Assusta observar que,
no intenso debate que se trava sobre a melhor forma de preservar (ou, na maior
parte das vezes, ocupar) a floresta, esteja praticamente ausente o maior
protagonista da saga amazônica: o homem. É uma forma enviesada de ver a
situação, pois o destino da região depende muito mais de seus habitantes do que de
papelórios produzidos em Brasília ou da boa vontade de organizações não
governamentais. A prioridade de todas as iniciativas deveria ser melhorar a
qualidade de vida e criar condições econômicas para que seus habitantes tenham
alternativas à exploração predatória. Só assim eles vão preservar a floreta em vez
de destruí-la, porque terão orgulho de sua riqueza natural única no mundo.

Veja Especial Amazônia, set/2009, p. 22-4 (com adaptações)

A partir da compreensão do texto acima apresentado e da análise de palavras e


expressões linguísticas nele contidas, julgue o próximo item.

26. O acento gráfico empregado em “destruí-la” justifica-se pela mesma regra que
obriga a acentuação de “raízes”.

(CESPE/UnB-2007/TCU)

Num país territorialmente gigante, em que a censura restringe o acesso à


rede para milhões de usuários, a Internet tende a ser tornar a ferramenta de maior
integração nacional ao aproximar moradores urbanos e rurais, que falam dialetos
variados, mas que têm apenas um tipo de escrita. A China ganha 100 novos
internautas por minuto. É o segundo país com mais usuários online no mundo –

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cerca de 162 milhões –, atrás apenas dos Estados Unidos da América (EUA), onde
há quase 200 milhões.
Jornal do Brasil, 22/7/2007, p. A25 (com adaptações).

27. A palavra “têm” (linha 3) é acentuada porque está no plural para concordar com
“moradores” (linha 3).

(CESPE/UnB-2007/TCU-Adaptada)

O avanço da publicidade na Internet

Desde 2003, os gastos em publicidade na Internet quase triplicaram no


Brasil. A expansão se deve à elevação do número de usuários, das conexões em
banda larga e do tempo de conexão. Por mês, os brasileiros passam, em média, 22
horas e 43 minutos na rede. Apesar do crescimento, a Internet só detém 2% do
mercado publicitário do país.

28. Respeita as regras gramaticais a seguinte informação: “Os 43% dos usuários de
banda larga detém os maiores gastos publicitários no período de 2003 a 2007.

(CESPE/UnB-2007-TCU)

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Julgue os itens a seguir, a respeito da organização das idéias e das estruturas


linguísticas do texto acima.

29. A retirada do acento circunflexo na forma verbal "vêm" (linha 7) provoca


incorreção gramatical no texto porque o sujeito a que essa forma verbal se refere
tem dois núcleos: "compreensão" (linha 7) e "necessidade" (linha 9).

30. (CESPE/UnB-2012/IBAMA-Técnico Administrativo) As palavras “pó”, “só” e “céu”


são acentuadas de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.

31. (CESPE/UnB-2012/ANAC-Analista Administrativo) Os termos “Três” e “Vã” são


acentuados em decorrência de igual justificativa gramatical.

Texto para as questões 32 e 33.

Compreende-se que a festa, representando tal paroxismo de vida e rompendo


de um modo tão violento com as pequenas preocupações da existência cotidiana,
surja ao indivíduo como outro mundo, em que ele se sente amparado e transformado
por forças que o ultrapassam. A sua atividade diária, colheita, caça, pesca, ou criação
de gado, limita-se a preencher o seu tempo e a prover as suas necessidades
imediatas. É certo que ele lhe dedica atenção, paciência, habilidade, mas, mais
profundamente, vive na recordação de uma festa e na expectativa de outra, pois a
festa figura para ele, para a sua memória e para o seu desejo o tempo das emoções
intensas e da metamorfose do seu ser.

Roger Caillois. O homem e o sagrado. Lisboa: Edições 70, 1988, p. 96-7 (com adaptações)

32. (CESPE/UnB-2012/ANCINE-Técnico Administrativo) O vocábulo “cotidiana”


(linha 2) pode ser corretamente substituído por quotidiana.

33. (CESPE/UnB-2012/ANCINE-Técnico Administrativo) Os vocábulos “indivíduo”,


“diária” e “paciência” recebem acento gráfico com base na mesma regra de
acentuação gráfica.

34. (CESPE/UnB-2012/ANATEL-Técnico Administrativo) Nas palavras “análise” e


“mínimos”, o emprego do acento gráfico tem justificativas gramaticais diferentes.

35. (CESPE/UnB-2013/Polícia Rodoviária Federal) O emprego do acento nas


palavras “ciência” e “transitório” justifica-se com base na mesma regra de
acentuação.

36. (CESPE/UnB-2014/Polícia Federal-Agente) Os termos “série” e “história”


acentuam-se em conformidade com a mesma regra ortográfica.

37. (CESPE/UnB-2014/ANTAQ) O emprego de acento gráfico em “água”,


“distância” e “primário” justifica-se pela mesma regra de acentuação.

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38. (CESPE/UnB-2014/TJ-CE/Analista Judiciário) O emprego do acento gráfico


nos vocábulos “reúnem” e “fenômeno” justifica-se com base na mesma regra
de acentuação.

39. (CESPE/UnB-2014/ICMBio) A mesma regra de acentuação gráfica se aplica


aos vocábulos “Brasília”, “cenário” e “próprio”.

40. (CESPE/UnB-2014/ICMBio) A mesma regra de acentuação gráfica se aplica


aos vocábulos “homogênea”, “médio” e “bromélias”.

GABARITO

01. ERRADO 21. CERTO


02. ERRADO 22. ERRADO
03. CERTO 23. ERRADO
04. CERTO 24. CERTO
05. ERRADO 25. ERRADO
06. ERRADO 26. CERTO
07. D 27. CERTO
08. CERTO 28. ERRADO
09. ERRADO 29. ERRADO
10. ERRADO 30. ERRADO
11.ERRADO 31. ANULADO
12. ERRADO 32. CERTO
13. CERTO 33. CERTO
14. CERTO 34. ERRADO
15. CERTO 35. CERTO
16. CERTO 36. CERTO
17. CERTO 37. CERTO
18. CERTO 38. ERRADO
19. B 39. CERTO
20. CERTO 40. CERTO

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