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Tabelas e Dados

Adicionais para
Projetos de Sistemas
de Vapor

Abril / 2005
1

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CÁLCULO DE FORMAÇÃO DE CONDENSADO EM
TUBULAÇÕES DE VAPOR
QUANTIDADE DE CONDENSADO FORMADO
AQUECIMENTO INICIAL

Qc = M . 0, 125 . ( T2 - T1 ) . L / Cl
Qc = Quantidade de condensado formado ( Kg )
M = Peso do tubo a ser aquecido ( Kg/ m )
0, 125 = Calor específico do aço ( Kcal / Kg ºC )
T2 = Temperatura do vapor ( ºC )
T1 = Temperatura inicial ( ºC )
L = Comprimento da tubulação ( m )
Cl = Calor latente do vapor da linha ( Kcal / Kg )

EXEMPLO: Determinar a quantidade de condensado formado durante o aquecimento de uma


tubulação de vapor sch 40, de 120m de comprimento e diâmetro de 4”, operando com uma
pressão de 10 Bar.
Qc = 16, 07 . 0, 125 . ( 180 - 25 ) . 120 / 481 = 77, 7 Kg.

SERÃO FORMADOS 77, 7 Kg DE CONDENSADO DE VAPOR.

PESO DE TUBOS DE AÇO EM Kg / m

ø nom Schedule 40 Schedule 80 Schedule 160

pol mm Kg / m Kg / m Kg / m

3/8 10 0, 85 1, 10 -
1/2 15 1, 27 1, 62 1, 94
3/4 20 1, 68 2, 19 2, 90
1 25 2, 25 3, 23 4, 14
11/2 40 4, 05 5, 41 7, 22
2 50 5, 44 7, 49 11, 08
21/2 65 8, 68 11, 42 14, 88
3 80 11, 29 15, 27 20, 98
4 100 16, 07 22, 31 33, 48
6 150 28, 26 42, 56 67, 22

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PERDA POR RADIAÇÃO
AS TUBULAÇÕES DE VAPOR, MESMO ISOLADAS POSSUEM UMA PERDA DE CALOR
PARA A ATMOSFERA, POR RADIAÇÃO, QUE É CONTÍNUA E CONSTANTE.

Qr = A . U . ( T2 - T1 ) . E . L / Cl

Qr = Quantidade de condensado formado (Kg/h);


A = Área externa do tubo por metro linear (m2/m);
U = Coeficiente global de troca de calor (Kcal/h. m2. ºC);
T2 = Temperatura do vapor (ºC);
T1 = Temperatura ambiente (ºC);
E = 1- Eficiência do isolamento (%);
L = Comprimento do tubo (m);
Cl = Calor latente do vapor à pressão da linha (Kcal/Kg).

EXEMPLO 1: Calcular a quantidade de condensado formado por hora numa tubulação de


diâmetro de 3” com pressão de 8, 0 Bar e comprimento de 100 m , sem isolamento.
Qr = 0, 275 . 14, 9 . ( 170 - 25 ) . 1, 0 . 100 / 488,8 = 121, 55
SERÃO FORMADOS 121, 55 Kg / h DE CONDENSADOS

EXEMPLO 2 : Idem acima, com a tubulação isolada, e com 75 % de eficiência.


Qr = 0, 275 . 14, 9 . (170 - 25). 0,25 . 100 / 488,8 = 30,4
SERÃO FORMADOS 30, 4 Kg / h DE CONDENSADOS.

ÁREA EXTERNA DE TUBOS PARA VAPOR

ø nom Área ø nom Área ø nom Área


Pol mm m2 / m Pol mm m2 / m Pol mm m2 / m
3/8 10 0, 053 2 50 0, 0187 10 250 0, 844
1/2 15 0, 066 21/2 65 0, 226 12 300 1, 00
3/4 20 0, 083 3 80 0, 275 14 350 1, 10
1 25 0, 103 4 100 0, 353 16 400 1, 26
1 1 / 4 32 0, 130 6 150 0, 520 18 450 1, 41
1 1 / 2 40 0, 149 8 200 0, 677 20 500 1, 57

COEFICIENTE DE TRANSMISSÃO DE CALOR

Pressão Kcal / h . m2 . ºC
Bar 1” 2” 3” 5” 6” 10” Sup. Plana
1, 5 13, 2 12, 6 12, 1 11, 7 11, 5 11, 2 10, 5
1, 7 13, 7 12, 9 12, 5 12, 0 11, 7 11, 5 11, 3
4, 5 15, 1 14, 4 13, 9 13, 5 13, 0 12, 8 12, 5
8, 0 16, 4 15, 6 14, 9 14, 7 14, 1 13, 9 13, 4
19, 0 18, 1 17, 6 16, 7 16, 5 16, 1 15, 7 15, 4
43, 0 21, 5 21, 0 20, 5 19, 5 19, 0 18, 6 18, 1

TUBOS NÃO ISOLADOS, COM TEMPERATURA AMBIENTE DE 25 ºC.

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Dimensionamento de Purgadores

FATORES DE SEGURANÇA

(FUNÇÃO DA APLICAÇÃO)

- Drenagem de Linha 3
- Tanque de Armazenagem 2
- Tanque de Aquecimento 2
- Aquecedores de Ar 2
- Serpentina Submersa (nível baixo) 2
- Serpentina Submersa (por sifão) 3
- Drenagem de Cilindro 2
- Linhas de Aquecimento (tracers) 2
- Prensas 3

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Tabela 6 – Coeficiente de Transmissão de Calor em Tubos
Submersos em ÁGUA
VALORES MÉDIOS TABELADOS Kcal/h.m²ºC
Tanques com Serpentinas vapor / água 500 à 1.100
Diferença de temperatura: 28 ºC
Tanques com Serpentinas vapor / água 850 à 1.500
Diferença de temperatura: 56 ºC
Tanques com Serpentinas vapor / água 1.100 à 2.300
Diferença de temperatura: 111 ºC

VALORES UTILIZADOS NA Kcal/h.m²ºC


PRÁTICA
Tanques com Serpentinas, baixa pressão, 500
circulação natural
Tanques com Serpentinas, alta pressão, 1.000
circulação natural
Tanques com Serpentinas, baixa pressão, 1.000
circulação forçada
Tanques com Serpentinas, alta pressão, 1.500
circulação forçada

As tabela 6 pode ser utilizada com serpentinas de aço, cobre ou latão. A condutividade do aço
inox. É mais baixa e deverá ser aplicado um fator de correção de 0,6. O chumbo é um condutor
relativamente pobre e recomenda-se um fator de correção de 0,4.

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Tabela 7 – Coeficiente de Transmissão de Calor em Tubos
Submersos em FLUIDOS DIVERSOS
SERPENTINAS A VAPOR, Kcal/h.m²ºC
PRESSÃO MÉDIA, CONVECÇÃO
NATURAL
Óleos leves 150
Óleos pesados 75 à 100
Graxas, Gorduras 25 à 50

SERPENTINAS A VAPOR, Kcal/h.m²ºC


PRESSÃO MÉDIA, CONVECÇÃO
FORÇADA
Óleos leves (viscosidade = 136 SSU à 500
50ºC)
Óleos médios (viscosidade = 550 SSU à 300
50ºC)
Óleos pesados (viscosidade = 1680 SSU 150
à 50ºC)
Melaços (viscosidade = 4100 SSU à 75
50ºC)
Graxas, Gorduras 50

As tabela 7 pode ser utilizada com serpentinas de aço, cobre ou latão. A condutividade do aço
inox. É mais baixa e deverá ser aplicado um fator de correção de 0,6. O chumbo é um condutor
relativamente pobre e recomenda-se um fator de correção de 0,4.

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TABELA PARA ESTIMATIVA DE PERDAS DE VAPOR
PERDAS DE VAPOR POR ORIFÍCIO (kg/h)

Pressão 1/16” 1/8” 3/16” ¼” 3/8”


(bar) (1,6 mm) (3,0 mm) (5,0 mm) (6,0 mm) (9,5 mm)
1 1,8 7,3 14,5 25,4 50,8

2 2,7 10,9 21,8 38,1 76,2

3 3,6 14,5 29,0 50,8 101,6

4 4,5 18,1 36,3 63,5 127,0

5 5,4 21,8 43,5 76,2 152,4

6 6,3 25,4 50,8 88,9 177,8

7 8,2 32,7 65,3 114,3 228,6

8 9,1 36,3 72,6 127,0 254,0

9 10,0 39,9 79,8 139,7 279,4

10 10,9 43,5 87,1 152,4 304,8

12 12,2 49,0 98,0 171,4 342,8

15 14,5 58,0 116,1 203,2 406,3

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Título ou Qualidade do Vapor

É a porcentagem de vapor existente em uma


mistura de vapor saturado. Portanto, se
tivermos 1 kg de vapor saturado com
título X = 75 %, 0.75 kg dessa massa
será vapor e 0,25 kg será água.

X= MASSA DE VAPOR x 100 %


(MASSA DE VAPOR + ÁGUA)

T ítulo
1,0

0,9

0,8

0,7

0,6

0,5

50 60 70 80 90 100
% uso

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Tabela 14.4.2 Perdas de carga para tubulações de condensado (vazões em Kg/h)

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Comprimento equivalente para perda de carga em acessórios (em metros)

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