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PEDAGOGIA DO

DESPORTO

Curso Motricidade Humana


Modelo de Formação Pedagógica

 1ª etapa
 conhecimentos e competências técnicas,
didáctica da especialidade desportiva
 prática pedagógica em pequenos grupos, em
situações condicionadas, na duração e na
complexidade
Modelo de Formação Pedagógica

 2ª etapa
 conhecimentos e competências pedagógicas e
técnicas, didáctica da especialidade desportiva,
 prática pedagógica em grupos-classe, em
situações condicionadas, ensino real com alunos-
colegas
Modelo de Formação Pedagógica

 3ª etapa
 conhecimentos e competências pedagógicas e
técnicas, Pedagogia do desporto
 prática pedagógica em grupos-classe, em situação
de estágio profissional, com grupos reais.
Pedagogia do Desporto - Âmbito
 Dotar de um conjunto de conhecimentos em pedagogia
que lhes permite uma escolha consciente das técnicas
pedagógicas, de forma a poderem actuar no processo
de treino, utilizando estratégias de intervenção
adequadas.

 Objecto da Pedagogia do Desporto

 Educação ou formação desportiva (Homem).

 Aplicar de diferentes conteúdos disponíveis de diversas áreas


científicas, com o objectivo de potenciar o processo de formação
desportiva.
Questões sobre a Eficácia
 O que é um processo de treino de
qualidade (formação desportiva) ?
 O que é ser um bom treinador/professor
de Desporto ?
 O que é um bom processo de formação
de treinadores/professores de Desporto ?
Eficácia Pedagógica
 Manifesta a preocupação de todas as decisões e
procedimentos que concorrerem para a superação
efectiva das necessidades e insuficiências da
população escolar (alunos/atletas) visada, verificando
ainda a dimensão e o grau de consecução dos efeitos
educativos alcançados.

(Carreiro da Costa, 1995)

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Sucesso Pedagógico
 Existem comportamentos ou estratégias de ensino que
permitam identificar a diferença entre os professores
ou treinadores com sucesso pedagógico e os que não
evidenciam esse sucesso ?

 Existem relações significativas entre os


comportamentos na aula ou treino e as aquisições dos
alunos ou atletas?

(Pierón, 1986)

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Os professores “mais”
eficazes
 gerir o tempo da sessão, aumentar o tempo de
prática motora específica;

 proporcionar aos alunos instrução de qualidade


científica e técnica, utilizando demonstrações
frequentes;

 apoiar a prática motora com feedback focado nos


aspectos críticos do desempenho;

 obter dos alunos maior empenhamento motor e


cognitivo durante as sessões.

(Carreiro da Costa, 1995)


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Indicadores do processo de ensino
eficaz
 gestão do tempo (total, útil e de aprendizagem efectiva)
 gestão dos recursos (humanos e materiais)
 gestão comportamental (técnicos e praticantes)
 tarefas relevantes
 taxas de sucesso e de empenhamento
 feedback pedagógico (positivo, prescritivo e focado)
 clima da aula (satisfação, motivação, entusiasmo)
 planeamento (decisões pré-interactivas, objectivos,
programação)
 interacção verbal e não-verbal (comunicação, relação pessoal)
 questionamento (indicador de controlo das aprendizagens)
 avaliação regular (coerência do plano, reajustamentos)
 segurança (qualidade, responsabilidade, profissionalismo)

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Actividade Educativa
 ACÇÃO CONSCIENTE
 ACÇÃO ORGANIZADA

 ACÇÃO PARTICIPADA

 ACÇÃO COERENTE

 INTENCIONALIDADE
 PREVISIBILIDADE

 CONTROLO

 EFICÁCIA

 ENSINO
(Carreiro da Costa, 1995)
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Modelo de Análise da Relação
Pedagógica em Desporto (Rodrigues, 1997)

Ensino/reino
PROCESSO
Professores/
PRESSÁGIO Treinadores
• formação inicial Alunos/Atletas PRODUTO
• exp. profissional Pais Aprendizagens
Performances
• conhecimentos Funcionários/
Resultados
• motivação Dirigentes
• inteligência Massagistas
• personalidade Médicos
• valores

PROGRAMA
• objectivos CONTEXTO
• conteúdos • nível dos atletas
• condições materiais
• envolvimento

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Modelo de Análise da Relação Pedagógica
em Desporto (Rodrigues, 1997)
COMPETIÇÃO

PROCESSO
Treinadores
Atletas
PRESSÁGIO Adversários
• formação inicial PRODUTO
Juízes Rendimento
• exp. profissional Pais Performances
• conhecimentos Dirigentes Resultados
• motivação Massagistas Classificação
• inteligência Médicos
• personalidade Media
• valores Público

PROGRAMA
• objectivos
• conteúdos
CONTEXTO
• nível dos atletas
• condições materiais
• envolvimento
• regulamentos
• institucional
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Modelo de Análise da Relação
Pedagógica em Desporto (Rodrigues, 1997)
VARIÁVEIS DE PRESSÁGIO
 Características do Professor/treinador que podem exercer
influência no processo de treino:
– Formação inicial;
– Formação contínua;
– Experiência profissional;
– Motivação;
– Inteligência;
– Personalidade;
– Valores, etc…

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Modelo de Análise da Relação
Pedagógica em Desporto (Rodrigues, 1997)
VARIÁVEIS DE PROGRAMA
 O professor ao decidir acerca dos objectivos e conteúdos,
influencia os seus comportamentos e os dos diversos
intervenientes no processo de treino.

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Modelo de Análise da Relação
Pedagógica em Desporto (Rodrigues, 1997)
VARIÁVEIS DE CONTEXTO
 Condições em que o treino decorre:
– Envolvimento;
– Equipamento;
– Instalações;
– Características do atletas:
• Nível sócio-económico;
• Estatuto de amador ou profissional;
• Idade;
• Sexo;
• Condição física e motora, etc…

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Modelo de Análise da Relação
Pedagógica em Desporto (Rodrigues, 1997)
VARIÁVEIS DE PROCESSO
 Comportamentos e interacções susceptíveis de ocorrerem no
treino ou na competição:
– Comportamento:
• Treinador;
• Atletas;
• Dirigentes;
• Pais, etc…
– Interacções:
• Treinador – Pais
• Treinador – Atletas
• Treinador – Psicólogo, etc…

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Modelo de Análise da Relação
Pedagógica em Desporto (Rodrigues, 1997)
VARIÁVEIS DE PRODUTO
 Resultado do processo pedagógico:
– Aprendizagem dos atletas;
– Efeitos educativos;
– Melhoria da condição física;
– Melhoria da técnica;
– Melhoria da táctica;
– Melhoria da condição psicológica;
– Performances e resultados das competições.

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Formação de Treinadores
 CONCEPÇÕES  COMPETÊNCIAS

 Científica
 Comportamental  Conhecimento
 Socializante  Pedagógica
 Reflexiva  Técnica
 Intervenção
 Aprendizagem
 Crítica
 Social
Eficâcia
 manifesta a preocupação de todas as decisões e
procedimentos concorrerem para a superação
efectiva das necessidades e insuficiências da
população escolar (ou atletas) visada,
verificando ainda a dimensão e o grau de
consecução dos efeitos educativos alcançados

(Carreiro da Costa, 1995)


UNIDADES EXPERIMENTAIS
DE ENSINO
- Evolução da prestação dos alunos
- Influência do nível inicial
- O empenhamento cognitivo
- O empenhamento motor
- A apresentação dos exercícios/tarefas
Os professores “mais” eficazes

- gerir o tempo da sessão, aumento o tempo de prática


motora específica;

- proporcionar aos alunos instrução de qualidade científica


e técnica, utilizando demonstrações frequentes;

- apoiar a prática motora com feedback focado nos


aspectos críticos do desempenho;

- obter dos alunos maior empenhamento motor e cognitivo


durante as sessões.

(Carreiro da Costa, 1995)


SUPERVISÃO PEDAGÓGICA

#1 - O ensino eficaz implica manipulação das


técnicas de ensino

#2 - A supervisão pedagógica é também um


processo de ensino

#3 - A observação sistemática aumenta a


qualidade da supervisão
SUPERVISÃO PEDAGÓGICA

- actividade sistemática e intencional com o


objectivo de melhorar as técnicas pedagógicas
no ensino da Ed. Física e do Desporto

(Metzler, 1990
Indicadores do processo de
ensino eficaz
- gestão do tempo
- gestão dos recursos
- gestão comportamental
- tarefas relevantes
- taxas de sucesso e de empenhamento
- feedback pedagógico
- clima da aula
- planeamento
- interacção verbal e não-verbal
- questionamento
- avaliação regular
- segurança

(Metzler, 1990)
ACTIVIDADE EDUCATIVA
ACÇÃO CONSCIENTE
ACÇÃO ORGANIZADA
ACÇÃO PARTICIPADA
ACÇÃO COERENTE

INTENCIONALIDADE
PREVISIBILIDADE
CONTROLO
EFICÁCIA

ENSINO

(Carreiro da Costa, 1995)


Pedagogia do Desporto - Bibliografia
 Bento, J.O. (1995), O outro lado do Desporto, Campo das
Letras Editores, Porto
 Franco, S. & Santos, R. (1999), A Essência da Aeróbica.
Edições ESDRM. Rio Maior.
 Rodrigues, J. (1997), Os treinadores de sucesso, Edições
FMH, FMH-UTL,Lisboa
 Sarmento,P., Veiga,A., Rosado,A., Rodrigues,J. &
Ferreira,V. (1998), Pedagogia do Desporto. Instrumentos de
observação sistemática da Educação Física e Desporto,
F.M.H., Serviço de Edições, Lisboa
 Sarmento, P., Rosado, A & Rodrigues, J. (2000), A
Formação de Treinadores Desportivos, Edições ESDRM,
Rio Maior.
 Desporto.Investigação e Ciência - Revista de Científica da
ESDRM – Edições ESDRM
 sebenta de apoio 03/04