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MANDAMENTOS DA CRASE

1- Diante de pronome, crase passa fome


2- Diante de masculino, crase é pepino
3- Diante de ação, crase é marcação 
4- Palavras repetidas: crases proibidas 
5- "A" + "aquele" - crase nele!
6- Vou a, volto da = crase há!
7- Vou a, volto de = crase pra quê?
8- Diante de cardinal, crase faz mal
9- Quando for hora, crase sem demora
10- Palavra determinada, crase liberada
11- Sendo à moda de, crase vai vencer
12- Adverbial, feminina e locução = manda crase, meu irmão!
13 - A no singular e palavra no plural crase nem a pau!  

1) De acordo com o contexto, estaria também correto o emprego do sinal indicativo de crase em “quanto a” (l.32).

ERRADA = Não se usa crase diante de verbos.


2) O emprego do sinal indicativo de crase em “à luz da tradição iluminista” (l.2) é facultativo, ou seja, a sua
retirada não prejudicaria a correção gramatical nem o sentido original do texto.
ERRADA = O sentido é:  "a maneira"   "a moda"   "o jeito" que a a tradição iluminista era organizado. 
Por isto, existe a obrigatoriedade do emprego deste sinal. Ao retirar o sinal indicativo da frase, daria outro
sentido.
P.Ex.:  Comi à francesa (isto é, a moda francesa).
Agora, retiremos o sinal indicativo: "Comi a francesa (hum!!! Tem outro sentido)

3) O emprego de acento indicativo de crase na expressão “A ele" (l.12) —  À ele — prejudicaria a correção
gramatical do texto
CERTA = Diante de masculino, crase é pepino;

5)
Estaria também correto o emprego de sinal indicativo de crase em “a cada” (l. 4 e 5).
ERRADA = a cada pronome indefinido (diante de pronome, crase passa fome)

6)
O acento indicativo de crase em “às injunções” ( l.12) justifica-se pela regência de “independência” ( l.11), que
exige complemento regido pela preposição “a”, e pela presença de artigo definido feminino plural antes de
“injunções”.
ERRADA = A crase ocorre por causa da regência do verbo "relação", e não da palavra independência.
Em relação A alguma coisa.  (VTI)
 
...independente em  relação A as injuções...

1) Haveria prejuízo para a correção gramatical do texto caso se empregasse o sinal indicativo de crase em “a projetos e
formas" (l.7).
CERTA = Por dois motivos:  a preposição "a"  antecede palavra  masculina   e que está no  plural.
2) Em “a preços” (L.6), estaria correto o emprego do sinal indicativo de crase.
ERRADA = A no singular e palavra no plural crase nem a pau!
3) É facultativo o emprego do sinal indicativo de crase em “A partir do século XVII” (L.2).
ERRADA = Antes de verbo, crase proibida, Nunca irá existir um artigo antes de um VERBO, caso contrário seria
um substantivo.
4) No trecho “envio de astronaves à Lua e a Marte” (l.6), a ausência do acento grave indicativo de crase em “a
Marte” justifica-se pela presença do conectivo “e”, empregado para ligar duas expressões de mesma função.
ERRADA = A ausência do acento grave indicativo de crase se dá porque Marte é um substantivo masculino.
5) No trecho “deu início à sua caminhada cósmica” (l.16 e 17), o emprego do acento grave indicativo de crase é
obrigatório.
ERRADA =
Minha, sua, tua, nossa, vossa:  o uso de crase antes de pronomes possessivos no singular é facultativo.
Minhas, suas, tuas, nossas, vossas:  o uso de crase antes de pronomes possessivos no plural é obrigatório.

LEMBREM-SE: CADA TEXTO É UM TEXTO.

Vejam o exemplo:
"O indivíduo deve aferrar-se à sua própria moral e aos seus costumes."

Neste caso a crase é facultativa? NÃO!


Pois a retirada da mesma irá ferir o paralelismo sintático.
Notem o uso do artigo "o" em "aos seus costumes".

10) Mantêm-se o sentido e a correção gramatical do texto caso se suprima o acento grave no trecho “fez sentar à
mesma mesa” (l.6-7)
ERRADA = Errado. Caso se omitisse a crase, ficaria como se a mesa quem fosse o sujeito da ação verbal. A mesa
que sentaria, e não alguém sentaria à mesa. 
São casos obrigatórios de crase:
MESMA (s)
OUTRA (s)
PRÓPRIA (s)

11) Seria mantida a correção gramatical do texto caso fosse empregado o sinal indicativo de crase no “a” em
“ligados a computação, informática, TI e análise de sistemas” (l.30-31).
ERRADA = Estamos diante da regra do  paralelismo sintático  que prescreve a harmonia no uso de artigos e
preposições,  ou se coloca crase em todos os, ou não se coloca em nenhum. Portanto para a questão estar
certa teria que ser escrita da seguinte forma: 
* Há cursos superiores ligados à computação, à informática, à TI e à análise de sistemas.

12)
A eliminação do sinal indicativo de crase em “à demanda” (l. 11) prejudicaria a correção gramatical do texto.
ERRDA = Atender:
> variações:
a) VTI - prestar atenção (coisas / fatos)  EX: Alguém atenda ao telefone (atenda a ele)
b) VTD / VTI - prestar atenção (pessoas) EX: O Diretor atendeu o / ao aluno (atendeu-o / atendeu-lhe)
c) VTD - ouvir / conceder EX: Deus atendeu a suplica do seu servo (atendeu-a)
> Conclusão:
- Como o verbo em questão aceita variações a correção gramatical não ficaria prejudicada, pois a crase depende
da Preposição. 
- Contudo, o sentido do texto ficaria prejudicado, haja visto que de acordo com o complemento o sentido muda. 

13)
O emprego do sinal indicativo de crase em “à condição” (l. 10) deve-se à regência de “passaram” (l. 9), que exige
complemento antecedido pela preposição “a”, e à presença de artigo definido feminino antes de “condição”.
CERTA = Passaram  de uma coisa  à outra.
14) "... o ato de sonhar relaciona-se ao desenvolvimento da autoconsciência e da criatividade, relaciona-
se a+a(à) capacidade de planejamento e de improvisação, relaciona-se a+a(à) possibilidade de reflexão..."
CERTA = RELACIONAR-SE  COM  --- «dizer respeito a». 
Exemplos: 
Relacionar com  a educação. 
Relaciona-se com  desconhecidos
Relaciona a coluna com  a da esquerda
Isto relaciona-se  com o problema que discutimos ontem.

RELACIONAR-SE  A  ---   «estabelecer  relação lógica» ou «analogia». 


Exemplos:
Relacionar um fato  a outro.  É O QUE OCORRE NA QUESTÃO
Não relacionei a pessoa ao  nome.

01) É facultativo o emprego do sinal indicativo de crase na expressão “respeito à saúde do trabalhador” (l.7), de
modo que sua supressão não prejudicaria a correção gramatical do texto.
ERRADA = A palavra "respeito" sozinha é VTD e não pede preposição portanto não haveria crase mas a questão se
refere a um trecho do texto que aparece o termo " dizem respeito" e dizer respeito e VTI e exige preposição (o
que diz respeito, diz respeito a algo).

02) Nos trechos “se contrapõe à possibilidade do presente” (l.7-8) e “dá à ação humana” (l.17-18), o emprego do
sinal indicativo de crase justifica-se pela regência das formas verbais e pela presença de artigo definido feminino
precedendo os vocábulos “possibilidade” e “ação”.
CERTA = Contrapor:  verbo transitivo direto e indireto - exige preposição.
Dar:  verbo transitivo direto e indireto - exige preposição.
Possibilidade e ação: vocábulos femininos - admitem artigo artigo definido feminino.

03) No trecho “o acesso à infraestrutura pedagógica” (l.13-14), o emprego do acento indicativo de crase é
obrigatório em decorrência de regra de regência nominal.
CERTA = regência nominal pede uma preposição. No caso acesso é um nome e por isso pede a preposição a + ao
fato de infraestrutura ser uma palavra feminina e por isso admite o artigo a = a + a = à

Sim, é um nome. A palavra "ACESSO" está precedida de artigo definido "o"! 

Caso ela estivesse escrita "ACESSAR" estaria como um verbo.


Verbo Acessar:  acessar algo ou alguma coisa.
O  acesso:  o acesso A que? À infraestrutura!

04)
CERTA = “Quando o “a” vem antes de uma palavra no plural, não se usa crase.
Ex: Não falo a pessoas estranhas./Não falo às pessoas estranhas. (ambos correto)
foi suprimido o artigo "a" antes de "frases " por isso não precisa usar o acento indicativo de crase
às (a artigo + a preposicão) frases
a (a preposição) frases 

05) Dado o sentido indefinido associado a “certa”, no trecho “a certa distância” (L.7), o emprego do acento grave,
indicativo de crase, no “a” prejudicaria a correção gramatical do texto.
CERTA = a crase é proibida antes de palavras indefinidas.

09) No trecho “agrupamento familiar e social a que pertence o indivíduo” (l.12-13), a substituição de “o indivíduo”
por a pessoa tornaria obrigatório o emprego do acento grave, indicativo de crase, no “a” que antecede “que”: à
que pertence a pessoa.
ERRADA = DIANTE DO PRONOME RELATIVO "QUE"  OCORRERÁ CRASE SOMENTE QD HOUVER ANTES DELE A
PREP. "A" OU "AS', QUE PODEM SER SUBSTITUIDOS POR OUTRO PRONOME DEMONSTRATIVO, COMO  AQUELE,
AQUELA, AQUILO, ESTE, ESTA, ISTO, ESSE, ESSA, ISSO.  SE, PORTANTO, PUDER SUBSTITUIR-SE "A
QUE"  POR " A ESTE" .."A ESTA", ETC.., HAVERÁ O ACENTO INDICADOR DE CRASE: "Á QUE"
Logo:
  “agrupamento familiar e social a que pertence o indivíduo”
"agrupamento familiar e social A ESTE pertence o individuo. Substituição inadequada, logo, não á crase.
Ex 2: Essa bolsa é igual á que me roubaram ontem.
Essa bolsa é igual A ESTA que me roubaram ontem. - (haverá crase)

11) Em “inversa à” (l.7), o sinal indicativo de crase é empregado porque a palavra “inversa” exige complemento
regido pela preposição a; e, antes de “necessidade”, há elipse de termo precedido de artigo definido feminino.
CERTA = O movimento seguiu na direção inversa  à (direção) da necessidade."
Elipse - Consiste na omissão de um ou mais termos numa oração que podem ser facilmente identificados, tanto
por elementos gramaticais presentes na própria oração, quanto pelo contexto. Nesse caso_direção.

12) Em “a privatização” (l.1) e em “a cobrança” (l.1-2), o emprego do sinal indicativo de crase é opcional.

ERRADA = Em expressões como "contra a", "perante a" entre outras, inadmite-se o uso do sinal indicativo de
crase, SALVO se fosse o adjetivo “contrário a”

13) No primeiro período do texto, a expressão “a aproximadamente 2.000 m de profundidade”, é facultativo o uso
de sinal indicativo de crase, dada a possibilidade de contração da preposição a, requerida pela forma verbal
“repousa”, e do artigo definido a, que poderia ser empregado para determinar o substantivo “profundidade”.

ERRADA = Crase proibida, não existe a + a, só tem o artigo e não tem a preposição.

14) Na linha 5, o emprego do sinal indicativo de crase justifica-se pela presença da preposição a na expressão
“com vistas à” e do artigo definido feminino que antecede a palavra “criação”.
CERTA = Uma forma de saber quando usar crase neste contexto é tentar substituir "à" por "ao", se couber e não
alterar o sentido é porque existe a preposição "a" e o artigo "o", logo "à" também é = (prep. + artigo) e cabe
perfeitamente a crase.

Ex:
Se substituirmos a palavra criação por processo, teremos "vistas ao processo". 

15) Prejudica-se a correção gramatical do período ao se substituir “ao relacionamento”(l.12-13) por à relação
ERRADA = São expressões sinônimas "ao relacionamento" e "à relação". A crase ocorre porque o nome "respeito"
exige a preposição "a" + "a" (artigo) = à relação.

16) Na linha 2,o emprego do sinal indicativo de crase em “às suas” justifica-se porque o termo “vinculadas” exige
complemento regido pela preposição a e o pronome possessivo “suas” vem antecedido por artigo definido feminino
plural.

CERTA = O artigo definido é facultativo diante de pronome possessivo. Mas, para a crase ser facultativa, esse
pronome possessivo deve ser feminino singular. Refiro-me à minha amiga. - Crase facultativa.
Refiro-me a minha amiga.  - Crase facultativa.
Refiro-me às minhas amigas. - Crase obrigatória.
Refiro-me a minhas amigas. - Crase proibida.
Imediatamente antes do trecho “de hoje” (l.32), está implícita a ideia de “configuração territorial” (l.31), pelo que
se justifica o emprego do sinal indicativo de crase na linha 32.
CERTA

19) Na linha 8, empregou-se o sinal indicativo de crase em “às bacias” porque a regência de “integração” exige
complemento regido pela preposição a e o termo “bacias” vem antecedido por artigo definido feminino plural.
CERTA = Dica da crase: substitui por uma palavra no masculino, se o "a" virar "ao", precisa de crase.
Exemplo, inves de bacias, coloquei baldes.... integracao do sao francisco "aos baldes", portanto, usamos crase.

O acento grave indicativo de crase em “à liberdade” (L.22) está corretamente empregado, visto que
“intimamente” (L.21) rege complemento com a preposição “a”, e a palavra “liberdade” é antecedida pelo artigo
definido feminino no singular.
ERRADA = Pela regência do verbo “enlaça”
A supressão do acento indicativo de crase, em “à sua lista de ações positivas” (L.4), implicaria prejuízo à correção
gramatical do texto.
ERRADA = Por sua vez, o uso da crase torna-se obrigatório, se precedido de pronome possessivo adjetivo   no
plural  ou pronome possessivo substantivo.

Ex: Referiu-se às suas obras. (pronome possessivo no plural)


      Viso a (à) minha salvação e não à tua. (pronome possessivo substantivo)

1) A correção gramatical do texto


seria preservada caso se substituísse
a expressão “a acusação” (l.10) por à
acusação, pois, nesse caso, o
emprego do sinal indicativo de crase é
opcional.
ERRADA = Verbo Promover - VTD. Não pede preposição. Quem promover, promove algo.
O "a" antes de acusação é artigo.
Crase - Casos Facultativos
-Nome de mulher;
-Pronome possessivo;
-Até.

2) Nas linhas 21 e 22, o emprego do


sinal indicativo de crase em “às
diferentes” justifica-se pela regência
de “desrespeito”, que exige
complemento antecedido da
preposição a, e pela presença de
artigo feminino plural antes de
“diferentes”.

CERTA = É caso de regência


Desrespeito A algo ou A alguém
A palavra desrespeito pede preposição (a) + (as)artigo femino no plural que antecede diferentes = ÀS - crase com
certeza
03) No trecho “Chama-lhe à minha vida uma casa” (l.7), é facultativo o emprego do sinal indicativo de crase.
CERTA = Diante de pronome possessivo feminino  a crase é facultativa.

EX: Cedi o lugar  a  minha avó. Cedi o lugar à  minha vó.


OBS 1: Africa, Asia, Europa, França, Espanha, Holanda, Inglaterra: CRASE FACULTATIVA
OBS 2: Nomes próprios femininos determinados: OBRIGATÓRIO: Refiro-me à Joana da quitanda;
OBS 3: Nomes próprios femininos mitológicos/históricos:  NÃO HÁ: Refiro-me a Afrodite/Medusa/Joana D'arc

04) Na linha 4, a forma verbal


“impõe" exige dois complementos:
um, introduzido pela preposição “a"
- por isso, o acento indicativo de
crase em “à organização" -; e outro,
sem preposição - de que decorre o
não uso da crase em “a necessidade".
CERTA = IMPÕE (Verbo Transitivo Direto e Indireto)
Quem IMPÕE... IMPÕE  ALGO (OBJETO DIRETO - "a necessidade de contar...")  A ALGUÉM  (OBJETO
INDIRETO - "à organização").
05) No trecho “Em meio a esse cenário" (L.23), a inserção de sinal indicativo de crase no “a" acarretaria prejuízo à
correção gramatical do texto.
CERTA = Diante de  pronome, crase  passa fome;
Não se usa crase antes de pronome demonstrativo: "Essa, Esta, Ela".  E  também antes de:  "Alguém,
Ninguém, Vossa Excelência".
A crase é facultativa antes de possessivo feminino:  "Minhas, Tuas, Suas, Nossas".

6) O acento indicativo de crase em “à


humanidade e à estabilidade” (L.2) é
de uso facultativo, razão por que sua
supressão não prejudicaria a correção
gramatical do texto.

ERRADA = É de uso obrigatório, dada a regência do verbo “constitui” e devido não se encaixar em nenhum caso
que torne a crase  facultativa.
7) O acento indicativo de crase em “à
sombra” (l.3) poderia ser omitido sem
prejuízo da correção gramatical do
texto, visto que seu emprego é
opcional no contexto em questão.
ERRADA = Crase obrigatória.
Casos em que a crase  SEMPRE ocorre:
Em locuções adverbiais, prepositivas e conjuntivas de que participam palavras femininas. 
Por exemplo:
à tarde, às ocultas, às pressas, à medida que, à noite, às claras, às escondidas, à força, à vontade, à beça, à
larga, à escuta, às avessas, à revelia, à exceção de, à imitação de, à esquerda, às turras, às vezes, à chave, à
direita, à procura, à deriva, à toa, à luz,  à sombra de,  à frente de, à proporção que, à semelhança de, às ordens,
à beira de

A correção gramatical e o sentido


original do período “Áreas
desenvolvidas (...) às em
desenvolvimento” (l.3-5) seriam
preservados, caso se eliminasse,
nesse período, o sinal indicativo de
crase.
ERRADA = O uso da crase é obrigatório, pois há a junção da preposição "a" da regência verbal do termo
"comparadas" mais o pronome demonstrativo "as" (que pode ser substituído por aquelas) . O Pronome
demonstrativo evita a repetição do termo "Áreas", deixando-o elíptico. 
"Áreas desenvolvidas consomem diferentes proporções de alimentos quando comparadas às (áreas) em
desenvolvimento."
No caso da questão, o termo "às" poderia ser trocado por "àquelas".  São equivalentes: preposição mais pronome
demonstrativo.

Na linha 16, o acento indicativo de crase em “à sua casa” é obrigatório, uma vez que o vocábulo “casa” está
especificado pelo pronome “sua” e o verbo ir — “fui” — exige a preposição a.
ERRADA = O erro está em dizer que o uso da crase é obrigatório! 
Há na questão, na verdade, o uso FACULTATIVO, já que a crase vem seguida de pronome possessivo feminino
"sua".
Neste caso, torna-se facultativo!
O emprego do sinal indicativo de crase no “a” que constitui a expressão “pouco a pouco” (l.30) é facultativo.
ERRADA = Não ocorre crase entre palavras repetidas que formam uma locução: "- Quero que você fique cara a
cara e diga a verdade". Portanto, na expressão "pouco a pouco", o uso do sinal indicativo de crase   é proibido  e
não facultativo  como foi proposto pela examinador!

O emprego do sinal indicativo de crase na expressão “às suas mais difíceis demonstrações” (l.2-3) é facultativo
ERRADA = A crase é facultativa diante de pronome possessivo, mas esse pronome possessivo deve ser
feminino singular!
Se estiver no  plural  é crase obrigatória!

a linha 4, o emprego do acento grave, indicativo de crase, em “à assistência técnica prestada”, justifica-se pela
regência do termo “Articuladas” e pela presença do artigo a, que define o substantivo “assistência”.
ERRADA = Justifica-se pela regência do termo "relativos": "relativo ao", "relativo  à". Neste caso o termo
"relativos" pede a preposição "a".
O verbo "conferir" nada tem a ver com essa crase.

26) Visto que o verbo renunciar — “renuncie” (L.29) — pode tanto ter complementação direta quanto indireta, a
correção gramatical do texto seria mantida se o sinal indicativo de crase em “à ideia” (L.29-30) fosse eliminado.
CERTA = O fator chave para a questão está correta é que devido ao verbo poder ter complemento direto quanto
indireto, ao retirar a crase de "...à
ideia...", linha 29, será mantida a correção gramatical, o que torna a questão CERTA.
1 –  renunciar = «abandonar um cargo ou uma função, abdicar». Rege a preposição a. 
2 – renunciar  = «não aceitar por convicção, recusar, rejeitar». Não rege preposição. 
3 – renunciar  = «renegar uma fé ou crença ou ideologia, abjurar». Não rege preposição. 
4 – renunciar  = «desistir voluntariamente de alguma coisa». Rege a preposição  a. 
No exemplo apresentado, depende da situação, isto é, não sabemos se já possuía o cargo e o abandonou (com   a),
ou se simplesmente o recusou (sem preposição).

As duas ocorrências de sinal indicativo de crase no texto (l.5 e 20) são obrigatórias.
CERTA = É só trocar por um termo   masculino vejamos:
(...) têm À disposição a ajuda (...) / (...) têm AO seu dispor a ajuda (...) 
(...) têm acesso À justiça (...) / (...) têm acesso AO judiciário (...)

Em “o que conduziu à formação” (L.15), o emprego do sinal indicativo de crase é obrigatório, de forma que a
omissão desse sinal alteraria os sentidos do texto e prejudicaria sua correção gramatical.
CERTA = nessa questão o erro gramatical está totalmente vinculado à mudança de sentido. Veja bem:

O verbo conduzir como VTD, estaria no sentido de guiar, transportar ou direcionar. Exemplo: "O pai conduziu
(quem?) a noiva (Objeto direto) ao altar"

Conduziu a formação. (O contexto não permite, gerou também ao erro gramatical)


Já com o emprego da crase (VTI), o verbo conduzir está no sentido de "levar a".
Conduziu à formação = Levou (a que?) à formação (Objeto indireto).
O emprego do sinal indicativo da crase, obrigatório em “indústria às avessas” (l.5) e em “à suprema descoberta”
(l.34-35), deve-se à formação de locuções adverbiais.
ERRADA = 1º caso correto -   “indústria às avessas” - crase obrigatória a locução adverbial. Outras exemplos: à
direita, às vezes, etc.

2º segundo caso está errado  - “à suprema descoberta” - crase obrigatória, pedido pelo verbo chegar, pois quem
chega, chega a algum lugar (a+a=à). Não foi por conta de uma locução adverbial.

Na linha 7, o emprego do sinal indicativo de crase em “a sociedade” e “a verdade” manteria as relações sintáticas
e semânticas e a correção gramatical do texto. 
ERRADA = Reconciliação é com alguém. Deste modo,   reconciliação pede a preposição "com" e não "a". Destarte,
não ficaria gramaticalmente correto o uso da crase, por não existir a contração da preposição "a" com o artigo
definido "a".