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Guia do Usuário

Gerador Eletrocirúrgico
Force FX™
com Tecnologia Instant Response™
FABRICANTE

Valleylab, Inc.
5920 Longbow Drive - Boulder
Colorado 80301 – Estados Unidos

Ou

Covidien llc
15 Hampshire Street
Mansfield, MA, 02048 U.S.A

Para obter informações ligue:


1-303-530-2300

Importado e distribuído por:


Auto Suture do Brasil Ltda.
Av. Nações Unidas, 12.995 – 23º and
São Paulo – SP
CGC nº 01.645.409/0001-28
Inscr.Est. 114.963.553.113
Resp. Téc.: Dra. Daniela Félix Pinto
CRBM 10.146 – 1ª região

Assistência Técnica
Auto Suture do Brasil Ltda.
DDG: 0800 179944

Gerador Eletrocirúrgico FORCE FX™ Valleylab

Registro ANVISA nº: 10349000190

Gerador Eletrocirúrgico Force FX i


Prefácio

Este manual e o equipamento que descreve são de uso


exclusivo por profissionais médicos qualificados e treinados
no procedimento cirúrgico específico a ser realizado.
Destina-se a servir de guia para o uso exclusivo do Gerador
Eletrocirúrgico Valleylab Force FX™. Informações
técnicas adicionais estão disponíveis no Manual de
Manutenção do Gerador Eletrocirúrgico Force FX™ .

Equipamento a que se refere este manual


Gerador Eletrocirúrgico Force FX™ com Tecnologia
Instant Response™ de 100–127 V (FX-CS) ~ Nominal,
220–240 V (FX-8CS) ~ Nominal e com auto-seletor (FX-
8CAS).

Reconhecimento de marca comercial


Sistema de Argônio Force GSU™, Condutor Adesivo
PolyHesive™, Sistema de Monitorização de Qualidade de
Contato REM™, Gerador Eletrocirúrgico Force FX™,
Sistema Force Argon™ II, Sistema de Tecnologia Instant
Response™, Eletrodo Revestido The EDGE™, Acessório
de Evacuação de Fumaça AccuVac™, Aspirador Cirúrgico
Ultra-sônico CUSA™, Aspirador Cirúrgico Ultra-sônico
CUSA EXcel™ e Módulo Eletrocirúrgico CEM™ CUSA
são marcas registradas da Valleylab.

Protegido pela patente dos EUA Nº 4.416.276; 4.416.277;


4.658.820; 5.599.344 e 5.628.745.

Representante na Europa
Tyco Healthcare UK Ltd.
Gosport, PO13 0AS, Reino Unido

Made in China

©2001 Valleylab Todos os direitos reservados.

ii Gerador Eletrocirúrgico Force FX


Convenções utilizadas neste guia
Advertência
Indica uma situação potencialmente perigosa que, se não for evitada, poderá
resultar em morte ou ferimentos graves.

Cuidado
Indica uma situação de risco que, se não for evitada, pode resultar em ferimentos
leves ou moderados.

Importante
Indica sugestões de operação ou de
Aviso
manutenção.
Indica um risco que pode resultar em danos ao produto.

Guia do usuário Force FX iii


Sumário
Prefácio ii
Convenções utilizadas neste guia iii
Lista de figuras viii

Seção 1. Apresentação do Gerador Eletrocirúrgico Force FX


Tecnologia de Instant Response 1-2
Modos bipolares 1-2
Modo autobipolar 1-3
Modos de corte e coagulação 1-3
Coagulação simultânea 1-4
Sistema de Monitorização da Qualidade do Contato REM 1-4
Como funciona o sistema REM 1-5
Eletrodos sem o recurso de segurança REM 1-5
Eletrocirurgia ultra-sônica 1-5

Seção 2. Controles, indicadores e tomadas


Painel dianteiro 2-2
Controles bipolares 2-3
Tomada de instrumento bipolar 2-4
Controles de corte monopolar 2-5
Controles de coagulação monopolar 2-6
Tomadas de Instrumento Monopolar 2-7
Indicador de Alarme REM 2-7
Painel Traseiro 2-8
Tomadas para comutador a pedal 2-9
Tomadas para comutador a pedal monopolar 2-9
Tomada para comutador a pedal bipolar 2-9
Modo de alimentação 2-9
Controle de volume do tom de ativação 2-10
Painel de seleção 2-10

Seção 3. Segurança do paciente e da sala de cirurgia


Geral 3-2
Incêndio/explosão 3-3
Risco de incêndio nas conexões dos circuitos de oxigênio 3-3
Fumaça eletrocirúrgica 3-3
Queimaduras acidentais provenientes de radiofreqüência (RF) 3-4

iv S Guia do usuário Force FX


Assegure condições adequadas nas conexões 3-4
Acessórios 3-5
Manutenção 3-5
Antes da cirurgia 3-5
Acessórios ativos 3-5
Eletrodos de retorno do paciente 3-6
Cabos de derivação 3-6
Gerador 3-7
Durante a cirurgia 3-8
Ajustes de potência do gerador 3-8
Pinças 3-8
Coaguladores por sucção 3-8
Contato com objetos metálicos 3-9
Acessórios ativos 3-9
Eletrodos de retorno do paciente 3-10
Procedimentos laparoscópicos 3-11
Após a cirurgia 3-12

Seção 4. Antes da cirurgia


Instruções rápidas para instalação 4-2
Ajuste do gerador 4-3
Preparo para cirurgia bipolar ou macrobipolar 4-5
Conexões para cirurgia bipolar ou macrobipolar 4-5
Ajuste da saída bipolar 4-6
Preparo para cirurgia monopolar 4-7
Conexões para cirurgia monopolar 4-7
Aplicação do eletrodo de retorno do paciente no paciente 4-9
Uso simultâneo de dois geradores 4-10
Marca-passos 4-10
Seleção de modos de corte e coagulação 4-11
Mudança do modo de dessecação 4-11
Coagulação simultânea 4-12
Preparação para eletrocirurgia ultra-sônica 4-13
Conexão do eletrodo de retorno do paciente 4-13
Conexão da caneta CUSA com o adaptador cônico CEM 4-13
Ajuste da potência de saída 4-14

Seção 5. Durante a cirurgia


Verificação das conexões dos acessórios 5-2
Verificação do eletrodo de retorno do paciente 5-2
Mudança do modo 5-3
Seleção do ajuste de potência 5-3

Guia do usuário Force FX v


Seleção do ajuste de potência 5-3
Técnicas para manter baixos os ajustes de potência 5-4
Ajustes típicos de potência 5-5
Ativação do instrumento cirúrgico 5-6
Ativação autobipolar 5-6
Modo de configuração autobipolar 5-8
Indicadores de ativação 5-10
Ajuste do volume dos tons de ativação 5-10
Resposta a alarmes 5-11
Alarme REM 5-11
Alarme de eletrodo de retorno de paciente não REM 5-11
Alarme de sistema 5-11

Seção 6. Após a cirurgia


Preparo do gerador para reutilização 6-1
Desconecte os acessórios 6-1
Limpe o gerador 6-2
Armazenamento do gerador 6-2

Seção 7. Correção de problemas


Orientações gerais para correção de problemas 7-1
Correção da condição de alarme REM 7-2
Aplicação de eletrodos de retorno do paciente adicionais 7-2
Correção de mau funcionamento 7-5
Resposta aos alarmes do sistema 7-9

Seção 8. Manutenção e consertos


Responsabilidade do fabricante 8-1
Manutenção de rotina 8-2
Devolução do gerador para Assistência Técnica 8-2
Obtenha um número de autorização de devolução 8-2
Limpe o gerador 8-3
Envie o gerador 8-3
Centros de Assistência Técnica 8-4

Apêndice A. Especificações técnicas


Características de desempenho A-1
Geral A-1
Dimensões e peso A-2
Parâmetros de operação A-2
Transporte e armazenamento A-2
Ciclo de trabalho A-2

vi S945 101 347 Guia do usuário Force FX


Memória interna A-3
Volume de áudio A-3
Monitor de qualidade de contato REM A-4
Porta serial A-4
Porta de ativação de RF A-5
Porta de expansão A-5
Corrente de fuga de baixa freqüência (50-60 Hz) A-5
Corrente de fuga de alta freqüência (RF) A-6
Potência de entrada A-6
Padrões e classificações IEC A-7
Equipamento Classe I (IEC 60601-1) A-7
Equipamento tipo CF (IEC 60601-1)/À prova de desfibrilador A-7
À prova de respingo (IEC 60601-2-2) A-8
Interferência eletromagnética A-8
Compatibilidade eletromagnética (IEC 60601-1-2 e IEC 60601-2-2) A-8
Voltagens transitórias (transferência de alimentação do
gerador de emergência) A-8
Características de saída A-9
Saída máxima para os modos bipolar e monopolar A-9
Saída máxima para eletrocirurgia ultra-sônica A-9
Ajustes de potência disponíveis em watts A-10
Formas de onda de saída A-12
Gráficos de potência de saída versus resistência A-13
Gráficos bipolares A-13
Gráficos de corte monopolar A-17
Gráficos de corte monopolar A-20

Apêndice B. Acessórios

Apêndice C. Princípios básicos da eletrocirurgia


Introdução C-1
Eletrocirurgia monopolar C-2
Eletrocirurgia bipolar C-2
Eletrocirurgia ultra-sônica C-3

Apêndice D. Glossário

Apêndice E. Garantia

Guia do usuário Force FX vii


Lista de figuras
Figura 2-1. Controles e indicadores no painel frontal 2-2
Figura 2-2. Botões e indicadores usados para controle bipolar 2-3
Figura 2-3. Botões e indicadores usados para controle de Corte monopolar 2-5
Figura 2-4. Botões e indicadores usados para controle de
Coagulação monopolar 2-6
Figura 2-5. Tomadas e controles no painel traseiro 2-8
Figura 2-6. As portas estão localizadas atrás do painel de seleção, na parte
traseira da unidade 2-10

Figura 4-1. Conexão para cirurgia bipolar ou macrobipolar utilizando uma


ativação por comutador a pedal e instrumento de comutação a pedal
ou manual 4-5
Figura 4-2. Conexão para cirurgia bipolar ou macrobipolar utilizando instrumento
de ativação por comutação manual 4-6
Figura 4-3. Conexão para cirurgia monopolar através do uso de ativação por meio
de comutador a pedal ou instrumento ativado por meio de comutador
manual — uso de uma tomada para Comutador a Pedal Monopolar 1
e tomada para instrumento Monopolar1/CEM 4-8
Figura 4-4. Conexão para cirurgia monopolar através do uso de ativação por meio
de comutador a pedal ou instrumento ativado por meio de comutador
manual — uso de uma tomada para Comutador a pedal Monopolar 2
e tomada para instrumento Monopolar1/CEM 4-8
Figura 4-5. Conexão para cirurgia monopolar utilizando ativação por comutador
manual e instrumento de comutação manual — uso de qualquer uma
das tomadas para Instrumento monopolar 4-9
Figura 4-6. Conexão para coagulação simultânea através do uso de dois
instrumentos de ativação por comutador manual 4-12
Figura 4-7. Conexão para cirurgia combinada monopolar/ultra-sônica 4-14

Figura A-1. Potência de saída versus impedância para o modo


bipolar Preciso A-13
Figura A-2. Voltagem de circuito aberto versus potência de saída para o modo
Bipolar Preciso A-14
Figura A-3. Potência de saída versus impedância para o modo
bipolar Padrão A-15
Figura A-4. Voltagem de circuito aberto versus potência de saída para o modo
Bipolar Padrão A-15
Figura A-5. Potência de saída versus impedância para o modo Macrobipolar A-16
Figura A-6. Voltagem de circuito aberto versus potência de saída para o modo
Macrobipolar A-16
Figura A-7. Potência de saída versus impedância para o modo Corte Baixo A-17

viii Guia do usuário Force FX


Figura A-8. Voltagem de circuito aberto versus potência de saída para o modo
Corte Baixo A-17
Figura A-9. Potência de saída versus impedância para o modo Corte Puro A-18
Figura A-10. Voltagem de circuito aberto versus potência de saída para o modo
Corte Puro A-18
Figura A-11. Potência de saída versus impedância para o modo
Corte Combinado A-19
Figura A-12. Voltagem de circuito aberto versus potência de saída para o modo
Corte Combinado A-19
Figura A-13. Potência de saída versus impedância para o modo de Coagulação
Dessecação 1 A-20
Figura A-14. Voltagem de circuito aberto versus potência de saída para o modo
Coagulação Dessecação 1 A-20
Figura A-15. Potência de saída versus impedância para o modo Coagulação
Dessecação 2 A-21
Figura A-16. Voltagem de circuito aberto versus potência de saída para o modo
Coagulação Dessecação 2 A-21
Figura A-17. Potência de saída versus impedância para o modo Coagulação
Dessecação 3 A-22
Figura A-18. Voltagem de circuito aberto versus potência de saída para o modo
Coagulação Dessecação 3 A-22
Figura A-19. Potência de saída versus impedância para o modo coagulação com
fulguração A-23
Figura A-20. Voltagem de circuito aberto versus potência de saída para o modo
coagulação Fulguração A-23
Figura A-21. Potência de saída versus impedância para o modo
Fulguração LCF A-24
Figura A-22. Voltagem de circuito aberto versus potência de saída para o modo de
fulguração LFC A-24
Figura A-23. Potência de saída versus impedância para o modo Coagulação
Vaporização A-25
Figura A-24. Voltagem de circuito aberto versus potência de saída para o modo de
Coagulação Vaporização A-25

Figura C-1. Sistema eletrocirúrgico monopolar C-2


Figura C-2. Sistema eletrocirúrgico bipolar C-3

Guia do usuário Force FX ix


SEÇÃO
1

Apresentação do Gerador
1

Eletrocirúrgico Force FX

Esta seção inclui informações sobre

• Tecnologia Instant Response


• Modos bipolares
• Modos de corte e coagulação
• Coagulação simultânea
• Sistema de Monitorização de Qualidade de Contato REM
• Eletrocirurgia ultra-sônica

Cuidado
Leia todas as advertências, precauções e instruções fornecidas com este
gerador antes de utilizá-lo.

Leia as instruções, advertências e precauções fornecidas com os acessórios


eletrocirúrgicos antes de utilizá-los. Não estão incluídas neste manual instruções
específicas.

Guia do usuário Force FX 1-1


Tecnologia de Instant Response

O Gerador Eletrocirúrgico Force FX é um gerador eletrocirúrgico


com Tecnologia de Instant Response de saída isolada que fornece energia
para cortar, dessecar e fulgurar tecidos durante cirurgias bipolares e
monopolares.
O gerador possui as seguintes características:
• Tecnologia de Instant Response
• Três modos bipolares: preciso (baixo), padrão (médio) e macro
(macrobipolar)
• Modo autobipolar
• Três modos de corte monopolar: baixo, puro e combinado
• Três modos de coagulação monopolar: dessecação (baixo), fulguração
(médio) e vaporização (alto)
• Suporte para coagulação simultânea
• Sistema de Monitorização de Qualidade de Contato REM
• Suporte para eletrocirurgia ultra-sônica através do uso do Sistema
Valleylab CUSA 200 ou do sistema CUSA Excel e a caneta CUSA com
adaptador cônico CEM
• Ativação por meio de comutador manual ou a pedal
• Rechamada dos ajustes de modo e de potência mais recentemente
utilizados
• Volume de tom de ativação ajustável
• Uma porta de ativação RF, porta serial RS-232 e porta de expansão
• Compatibilidade com o Sistema GSU Force e Sistema de Argônio Force

Tecnologia de Instant Response


O Gerador Force FX-8 capta automaticamente a resistência e ajusta a
voltagem de saída para manter um efeito consistente através de tecidos de
densidades diversas. Este ajuste se baseia no modo selecionado (bipolar e
de corte apenas), no ajuste da potência e no nível de resistência do tecido.
A voltagem de saída máxima é controlada para reduzir o acoplamento
capacitivo e interferência de vídeo para minimizar o centelhamento.

Modos bipolares
Tecidos delicados exigem menos calor para uma dessecação rápida. O
gerador Force FX-8 oferece uma corrente contínua de baixa voltagem
para uma dessecação mais rápida sem centelhamento.
A possibilidade de centelhamento aumenta à medida que o tecido
dessecado se resseca, tornando-se mais resistente. O gerador protege
contra o centelhamento limitando a voltagem bipolar em níveis
relativamente altos de resistência do tecido.

1-2 Guia do usuário Force FX


Modo autobipolar

Eletrocirúrgico Force FX
Há disponibilidade de três modos bipolares: preciso, padrão e

Apresentação do Gerador
macrobipolar.
• Preciso (baixo) pode ser utilizado quando um maior grau de precisão e
controle fino sobre a quantidade de tecido a ser dessecado é essencial.
A voltagem é mantida baixa para evitar centelhamento. A potência
permanece constante ao longo de uma faixa específica de resistência de
tecido, permitindo um efeito consistente sobre o tecido.
• Padrão (médio) pode ser utilizado para a maioria das aplicações
bipolares. A voltagem é mantida baixa para evitar centelhamento. A
potência permanece constante ao longo de uma faixa específica de
resistência de tecido, permitindo um efeito consistente sobre o tecido.
• Macro (macrobipolar) pode ser utilizado para corte bipolar ou
coagulação rápida. A voltagem é mais alta e há mais potência que com
os outros dois modos bipolares.
Para obter detalhes sobre as características de saída, consulte o Apêndice A.

Modo autobipolar
O recurso autobipolar capta a impedância do tecido entre os dois
eletrodos bipolares, depois utiliza as informações de impedância para
iniciar ou interromper automaticamente o ajuste de RF. Opcionalmente, o
usuário pode escolher entre início por pedal e início automático ou
programar um atraso entre o início automático e a ativação de RF. A
função autobipolar está disponível apenas nos módulos Preciso e Padrão no
gerador Force FX. Não está disponível para o modo Macrobipolar.

Modos de corte e coagulação


Três modos de corte – baixo, puro e combinado – permitem uma faixa
mais ampla de ajustes de potência necessária para realizar diversos
procedimentos cirúrgicos.
• Baixo pode ser utilizado para um corte com pouco ou nenhum
centelhamento; útil para tecidos delicados ou para cirurgia
laparoscópica.
• Puro pode ser utilizado quando se deseja um corte limpo, preciso em
qualquer tecido com pouca ou nenhuma hemostasia.
• Combinado pode ser utilizado quando se deseja um corte mais lento e
hemostasia adicional.
Os três modos de coagulação—dessecação, fulguração e vaporização—
ajudam a controlar o tamanho da área e a profundidade durante a
coagulação do tecido.
• Dessecação, desidrata e destrói o tecido sem centelhamento ou corte.
Devido ao fato de o eletrodo ativo tocar diretamente o tecido, mais
corrente chega até o paciente. A dessecação exerce uma maior
demanda sobre o eletrodo de retorno do paciente.

Guia do usuário Force FX 1-3


Sistema de Monitorização da Qualidade do Contato REM

• Fulguração coagula tecido por centelhamento a partir do eletrodo ativo,


através do ar, até o tecido do paciente. Considerando que as faíscas
podem se espalhar de maneira imprevisível a partir do eletrodo
durante a fulguração, a utilização de fulguração para tecidos delicados
ou em áreas confinadas pode complicar a cirurgia. Pode ocorrer
centelhamento acidental para áreas adjacentes à medida que o tecido
no local cirúrgico seca e se torna mais resistente ao fluxo da corrente.
• A vaporização permite uma fulguração ótima, a penetração é menos
profunda e a área de tecido é maior do que com o modo de fulguração.
Para obter detalhes sobre as características de saída, consulte o Apêndice A.

Coagulação simultânea
Se você conectar um instrumento a cada tomada monopolar e os ativar
simultaneamente para coagulação, cada um recebe uma porcentagem do
ajuste de potência para o modo de coagulação específico, dependente da
resistência do tecido captada pelo gerador em cada local cirúrgico. O
Force FX somente se ativará nos modos de coagulação para
fulguração e vaporização. Geralmente o local com resistência mais baixa
recebe proporcionalmente maior potência. A energia total combinada de
saída não ultrapassa os ajustes de potência da coagulação.
É possível utilizar-se uma caneta CUSA com um adaptador cônico CEM
para obter uma coagulação simultânea ao conectar um instrumento à
tomada de Instrumento Monopolar 2. Para o Force FX, encontra-se
disponível somente coagulação para Dessecação 1. A potência máxima é
de 70 watts.

Sistema de Monitorização da Qualidade do Contato REM


Durante a eletrocirurgia monopolar, o eletrodo de retorno do paciente é
sempre necessário para recuperar com segurança a corrente que flui pelo
corpo do paciente e retorná-la ao gerador. Uma redução na superfície da
área de contato ou uma condutividade deficiente entre o paciente e o
eletrodo de retorno poderá fazer com que a corrente se concentre, com
potencial de causar queimaduras no local do eletrodo de retorno.
O gerador Force FX utiliza o Sistema de Monitorização da Qualidade
do Contato REM Valleylab para monitorar a qualidade do contato elétrico
entre o eletrodo de retorno do paciente e o paciente. O sistema REM foi
projetado para eliminar os riscos de queimaduras no local do eletrodo de
retorno. A utilização de qualquer eletrodo de retorno que não seja um
eletrodo de retorno do paciente REM poderá comprometer o recurso de
segurança REM. O que poderá resultar em queimadura no paciente.

1-4 Guia do usuário Force FX


Eletrocirurgia ultra-sônica

Eletrocirúrgico Force FX
Como funciona o sistema REM

Apresentação do Gerador
O sistema REM mede continuamente a resistência no local do eletrodo de
retorno e a compara com uma faixa padrão de resistência segura (entre 5 e
135 ohms), eliminando assim alarmes falsos intermitentes que poderiam
resultar de pequenas mudanças na resistência. O sistema REM também se
adapta a pacientes individuais medindo a resistência de contato inicial
entre o paciente e o eletrodo de retorno do paciente.
Um alarme REM soa e o gerador pára de produzir energia de saída
quando qualquer um destes casos ocorre:
• A resistência medida está abaixo de 5 ohms ou acima de 135 ohms, dos
limites da faixa padrão de resistência segura.
• Um aumento na resistência de contato é maior que 40% a partir da
medida inicial.

Eletrodos sem o recurso de segurança REM


Advertência
A utilização de um eletrodo de retorno de paciente convencional sem o recurso
de segurança REM não ativará o Sistema de Monitorização da Qualidade do
Contato REM.

Quando se utiliza um eletrodo de retorno do paciente sem o dispositivo


de segurança REM, o sistema REM não fará a monitorização da área de
contato do paciente. O sistema REM poderá apenas monitorar a
resistência de pino-para-pino no conector, podendo detectar fios ou
conectores rompidos no cabo do eletrodo de retorno.

Eletrocirurgia ultra-sônica
O gerador Force FX opera em conjunto com o Sistema Valleylab
CUSA 200 e CUSA Excel para procedimentos em que a dessecação ultra-
sônica e o corte e coagulação ultra-sônicos forem desejados, seja de forma
simultânea ou independente. Além da conveniência, a combinação da
vibração ultra-sônica com a corrente eletrocirúrgica simultânea evita a
carbonização da ponta reduzindo a aderência e a interferência com o
processo de coagulação assegurando uma hemostasia mais eficiente.
Quando se conecta uma caneta CUSA a um adaptador cônico CEM ao
gerador para efetuar eletrocirurgia ultra-sônica, este limita a saída
monopolar de forma automática.
• O ajuste máximo de potência para corte monopolar é de 100 watts.
• O ajuste máximo de potência para coagulação monopolar é de 70 watts.
Quando é ativada a caneta para saída de corte ou coagulação, é
automaticamente ativado o modo de corte Baixo ou o modo de coagulação
com Dessecação 1. Os outros modos de corte e coagulação não estão
disponíveis.

Guia do usuário Force FX 1-5


SEÇÃO
2

Controles, indicadores e tomadas


2

Esta seção descreve os painéis dianteiros e traseiros, inclusive todos os


controles, indicadores, tomadas, gaveta de fusíveis e portas.

Guia do usuário Force FX 2-1


Painel dianteiro

Painel dianteiro
Figura 2-1.Controles e indicadores
no painel frontal

Botão de chamada
Ao acionar este botão o gerador se configura para o
modo mais recentemente utilizado, bem como para
os ajustes de energia. Indicador de
Indicador CEM
alarme REM
Controles
Controles bipolares Controles de corte de coagulação

Tomada de Monopolar 1/CEM Monopolar 2


instrumento bipolar Tomada do Tomada do instrumento
instrumento
Chave de energia Tomada do eletrodo de
Esta chave fornece energia retorno do paciente
ao gerador. Para eletrocirurgia monopolar,
Para ligar o gerador, pressione ( | ). conecte um eletrodo de
Para desligar o gerador, pressione (O). retorno de paciente a esta

2-2 Guia do usuário Force FX


Controles bipolares

Controles bipolares
Figura 2-2.
Botões e indicadores usados para
controle bipolar

Indicador bipolar
Quando o modo bipolar for
ativado, este indicador se ilumina
em azul e soa um tom de ativação.
Display bipolar
Indica o ajuste de potência, em
watts, para o modo selecionado.

Controles, indicadores e tomadas


Indicadores de modo Botão autobipolar
Ilumina-se em verde quando for Selecione para modo
acionado o botão do modo autobipolar.*
correspondente.
Botões de potência
Aperte ∆ para aumentar a
potência.
Aperte ∇ para diminuir a
potência.

Botão de modo preciso


Selecione para dessecação
Indicador de modo macro
bipolar de tecido com
Selecione para saída
controle preciso.
macrobipolar.

Botão de modo padrão


Selecione para dessecação
bipolar de tecido com controle
padrão.
Este é o modo bipolar padrão.

*Quando este modo estiver selecionado, o dígito Bipolar mais à esquerda exibirá um “A” ou
“P”, em maiúsculas, indicando se o ajuste é automático (A) ou obtido através de um
comutador a pedal (P).

Guia do usuário Force FX 2-3


Tomada de instrumento bipolar

Tomada de instrumento bipolar


Cuidado
Os acessórios devem ser conectados ao tipo adequado de tomada.
Especificamente, os acessórios bipolares devem ser conectados apenas na
tomada de Instrumento bipolar. Uma conexão inadequada poderá resultar em
ativação inadvertida do gerador ou do alarme do Monitor da Qualidade do
Contato REM.

É possível conectar um instrumento bipolar com comutador a pedal ou


manual à tomada para Instrumento bipolar.
Conecte o instrumento ativado por comutador a pedal com um conector
de dois pinos.
ou
Conecte um instrumento de ativação por meio de um comutador manual
com um conector de três pinos.

2-4 Guia do usuário Force FX


Controles de corte monopolar

Controles de corte monopolar


Figura 2-3.
Botões e indicadores usados para
controle de Corte monopolar

Indicador de corte
Quando o modo corte for ativado, este
indicador ilumina-se em amarelo e soa um
Mostrador de corte tom de ativação.
Indica o ajuste de potência,
em watts, para o modo
selecionado.

Controles, indicadores e tomadas


Indicadores de modo Botões de potência
Ilumina-se em verde quando for
Aperte ∆ para aumentar a
acionado o botão do modo
correspondente. potência.
Aperte ∇ para diminuir a
potência.

Botão do modo baixo


Selecione para corte com
Botão do modo combinado
pouco ou nenhum
Selecione para um corte mais
centelhamento.
lento e hemostasia adicional.

Botão do modo puro


Selecione para um corte uniforme
com pouca ou nenhuma hemostasia.
Este é o modo monopolar padrão.

Guia do usuário Force FX 2-5


Controles de coagulação monopolar

Controles de coagulação monopolar


Figura 2-4.
Botões e indicadores usados para
controle de Coagulação monopolar

Indicador de coagulação
Quando for ativada a coagulação,
este indicador se ilumina em azul
e soa um tom de ativação.
Mostrador de coagulação
Indica o ajuste de potência,
em watts, para o modo
selecionado.

Indicadores de modo Botões de potência


Ilumina-se em verde quando for Aperte ∆ para aumentar
acionado o botão do modo a potência.
correspondente. Aperte ∇ para diminuir
a potência.

Botão modo de vaporização


Botão modo de dessecação Selecione para obter a coagulação de uma área
Selecione para dessecar a área ampla de tecido com vaporização de centelhas,
de tecido que está em contato a penetração é menos profunda do que no
direto com o eletrodo ativo. modo de fulguração.

Botão modo de fulguração


Selecione para fulgurar uma área de tecido com uma
vaporização de faíscas.
Esta unidade é equipada com um modo adicional de
fulguração que incorpora um fator de pico mais
baixo (LCF) do que o fator default do modo de
fulguração. Para obter detalhes sobre este modo
adicional de fulguração, fulguração LCF, vide a
Seção 4, Antes da cirurgia.
Fulguração é o modo de coagulação monopolar
default. Entretanto, o modo de coagulação default
poderá ser modificado ou para Dessecação ou para
Vaporização através da porta serial localizada no
painel traseiro; entre em contato com o
Departamento de Engenharia Biomédica da sua
instituição.

2-6 Guia do usuário Force FX


Tomadas de Instrumento Monopolar

Tomadas de Instrumento Monopolar


Advertência
As tomadas de instrumento deste gerador são projetadas para aceitar apenas
um instrumento de cada vez. Não tente conectar mais de um instrumento de
cada vez em uma determinada tomada. Isso provocará a ativação simultânea
dos instrumentos.

É possível conectar-se instrumentos monopolares ativados por meio de


comutador manual ou ao pedal às tomadas monopolares. Alguns
instrumentos de ativação pedal podem exigir um adaptador de pino
simples (Série E0502), disponível na Valleylab.

Controles, indicadores e tomadas


Conecte um instrumento monopolar à tomada para instrumento
Monopolar 1/CEM:
• Um instrumento por comutador a pedal de um só pino ou um
instrumento de comutador manual de três pinos
ou
• Peça de mão CUSA de quatro pinos com adaptador cônico CEM. (O
indicador CEM na parte superior direita do painel dianteiro se ilumina
em verde. Consulte Conectando a peça de mão CUSA com o Nosecone
CEM, na Seção 4.)
Conecte um instrumento monopolar na tomada do Instrumento
Monopolar 2:
• Um instrumento por comutador a pedal de um só pino ou um
instrumento de comutador manual de três pinos

Indicador de Alarme REM


Este indicador acende em vermelho até que haja uma aplicação adequada
do eletrodo de retorno do paciente REM e a sua conexão ao gerador. É
então que o indicador se ilumina em verde. (Quando um eletrodo sem o
recurso de segurança REM é conectado, o indicador não acende.)
Se o sistema REM perceber uma condição de alarme, o indicador pisca em
vermelho até que você corrija a condição de alarme – então o indicador
acende em verde. (Se você estiver utilizando um eletrodo de retorno do
paciente sem o recurso de segurança REM, a luz vermelha do indicador
apaga quando você corrige a condição de alarme.)

Guia do usuário Force FX 2-7


Painel Traseiro

Painel Traseiro
Figura 2-5.
Tomadas e controles no painel
traseiro

Modo de Alimentação

Controle de volume

Tomadas para Painel de seleção Tomada para


comutador a pedal comutador a pedal Alça de aterramento
monopolar bipolar equipotencial
Use para conectar o gerador
ao fio terra.

2-8 Guia do usuário Force FX


Tomadas para comutador a pedal

Tomadas para comutador a pedal


O painel traseiro contém três tomadas para comutador a pedal: duas para
comutador a pedal monopolar e uma para comutador a pedal bipolar.

Tomadas para comutador a pedal monopolar


É necessário conectar um comutador a pedal monopolar se for conectar
um instrumento monopolar de ativação por meio de comutador a pedal
ao gerador.
1 Conecte um comutador a pedal monopolar de pedal duplo à tomada de
comutador a pedal monopolar 1.

Controles, indicadores e tomadas


O pedal conectado ativa a saída monopolar para o instrumento conectado
à tomada para instrumento monopolar 1/CEM localizado no painel
dianteiro.
2 Conecte um comutador a pedal monopolar de pedal duplo à tomada de
comutador a pedal monopolar 2.
O pedal conectado ativa a saída monopolar para o instrumento conectado
à tomada para instrumento monopolar 2 localizado no painel dianteiro.

Tomada para comutador a pedal bipolar


É necessário conectar um comutador a pedal monopolar se for conectar
um instrumento monopolar de ativação por meio de comutador a pedal
ao gerador.
Conecte um comutador a pedal bipolar simples à tomada do comutador a
pedal bipolar.
O pedal conectado ativa a saída bipolar para o instrumento conectado à
tomada para instrumento bipolar localizado no painel dianteiro.

Modo de alimentação
O modo de alimentação consiste de uma tomada para fio de energia e uma
gaveta de fusíveis.

Gaveta de fusíveis
A gaveta de fusíveis contém dois fusíveis.
Consulte o Manual de Manutenção do Gerador
Eletrocirúrgico ForceFX para obter
instruções do procedimento para troca de
fusíveis.

Tomada para cabo de alimentação

Guia do usuário Force FX 2-9


Controle de volume do tom de ativação

Controle de volume do tom de ativação


Gire para ajustar o volume dos tons que soam quando o gerador é ativado
(tom de ativação). Para assegurar-se de que a equipe cirúrgica esteja alerta
quanto à ativação inadvertida, estes tons não podem ser silenciados.
Para aumentar o volume dos tons de ativação, gire o botão no sentido
horário.
Para reduzir o tom, gire o botão no sentido anti-horário.

Painel de seleção
Uma placa removível no painel traseiro cobre a porta serial, a porta de
expansão e a porta de ativação de RF (radiofreqüência). Para revisar as
especificações técnicas para cada porta, consulte o Apêndice A.
Figura 2-6.
As portas estão localizadas atrás do
painel de seleção, na parte traseira da
unidade

Porta de expansão
Permite que um dispositivo conectado receba
informações referentes à voltagem da RF e da
corrente que está sendo gerada bem como sinal
do gerador para deter a saída de RF.

Porta serial
Permite a conexão de um computador ao gerador. Porta de ativação de RF
É possível obter informações a respeito do Permite que um dispositivo conectado
gerador utilizando o protocolo de comunicações receba informações durante a ativação de
RS-232 ou mudar o modo de coagulação padrão RF do gerador, que poderá então gerar
de fulguração para dessecação ou vaporização. uma resposta no dispositivo.
Consulte o Manual de Manutenção do Gerador
Eletrocirúrgico ForceFX

2-10 Guia do usuário Force FX


SEÇÃO
3

Segurança do paciente e da
3

sala de cirurgia

O uso eficaz e seguro da eletrocirurgia depende amplamente de muitos


fatores que estão totalmente sob o controle do operador. Não há substituto
para uma equipe cirúrgica adequadamente treinada e vigilante. É importante
que as instruções de operação fornecidas com este ou com qualquer
equipamento eletrocirúrgico sejam lidas, compreendidas e observadas.

A eletrocirurgia tem sido aplicada com segurança em muitos


procedimentos. Antes de iniciar qualquer procedimento cirúrgico, o
cirurgião deve ser treinado na técnica e procedimento cirúrgico específico
que vai desempenhar, deve estar familiarizado com a literatura relacionada
ao procedimento bem como com os riscos em oposição aos benefícios da
utilização da eletrocirurgia no procedimento.

Guia do usuário Force FX 3-1


Geral

Geral
Advertência
Não utilize o equipamento eletrocirúrgico a menos que esteja treinado
apropriadamente para o seu uso no procedimento específico a ser realizado. O
uso por médicos sem este treinamento tem resultado em graves lesões não
intencionais ao paciente, inclusive perfuração intestinal não intencional, bem
como necrose tecidual irreversível.

Saída elétrica perigosa Este equipamento deve ser utilizado apenas por médicos
licenciados e treinados.

Sempre utilize o ajuste de saída mais baixo necessário que atinja o efeito
cirúrgico desejado. O eletrodo ativo deve ser utilizado apenas durante o tempo
mínimo necessário para reduzir a possibilidade de lesões por queimaduras
acidentais. Aplicações pediátricas e/ou procedimentos realizados em estruturas
anatômicas pequenas podem requerer ajustes de potência reduzidos. Quanto
maior o fluxo de corrente e quanto mais longo o período de aplicação de
corrente, maior o risco de lesões térmicas ao tecido, especialmente durante o
uso em estruturas pequenas.

Utilize eletrocirurgia com cuidado na presença de marca-passos internos ou


externos. A interferência produzida pelos dispositivos eletrocirúrgicos pode fazer
com que o marca-passo entre em modo assíncrono ou pode bloquear por
completo o seu efeito. Consulte o fabricante do marca-passo ou o Departamento
de Cardiologia do hospital para obter mais informações quanto à utilização de
aparelhos eletrocirúrgicos planejada com pacientes portadores de marca-passos
cardíacos.

Se o paciente possuir um desfibrilador cardioversor implantável (DCI), entre em


contato com o fabricante do DCI para obter instruções antes de executar um
procedimento eletrocirúrgico. A eletrocirurgia pode causar múltipla ativação de
ICDs.

A Valleylab não recomenda o uso de cirurgia laparoscópica em pacientes


grávidas.

Cuidado
Leia todas as advertências, precauções e instruções fornecidas com este
gerador antes de utilizá-lo.

Para procedimentos cirúrgicos nos quais a corrente possa fluir através de partes
delicadas do corpo, o uso de técnicas bipolares pode ser desejável de modo a
evitar coagulação indesejada.

3-2 Guia do usuário Force FX


Geral

Incêndio/explosão
Advertência
Perigo: Risco de explosão Não use na presença de anestésicos inflamáveis.

Risco de incêndio/explosão As seguintes substâncias contribuirão para o


aumento do perigo de incêndio e explosão na sala de cirurgia:
• Substâncias inflamáveis (tais como agentes de preparação da pele à base de
álcool e tinturas)
• Gases inflamáveis de ocorrência natural que podem se acumular nas
cavidades corporais, tais como no intestino
• Atmosferas ricas em oxigênio
• Agentes oxidantes (tais como atmosferas com óxido nitroso [N2O])
O centelhamento e o aquecimento associados com a eletrocirurgia podem
fornecer uma fonte de ignição. Observe sempre as precauções contra incêndio.
Ao realizar uma eletrocirurgia em salas com a presença de substâncias como as
já mencionadas ou gases, evitar que se acumulem ou se combinem sob os
campos cirúrgicos, ou em uma área em que a eletrocirurgia esteja sendo
realizada.

Risco de incêndio nas conexões dos circuitos de oxigênio


Advertência
Risco de incêndio/explosão Verifique todas as conexões de circuito de oxigênio
para verificar a ocorrência de qualquer vazamento antes e durante o uso do

Segurança do paciente e da
aparelho eletrocirúrgico. Verifique se os tubos endotraqueais não apresentam
qualquer vazamento e se os manguitos encontram-se bem vedados para evitar
vazamento de oxigênio. Atmosferas ricas em oxigênio podem causar incêndio e

sala de cirurgia
queimaduras aos pacientes e à equipe cirúrgica.

Fumaça eletrocirúrgica
Cuidado
Estudos demonstraram que a fumaça gerada durante os procedimentos
eletrocirúrgicos pode ser potencialmente prejudicial aos pacientes e à equipe
médica. Esses estudos recomendam a ventilação da fumaça através do uso de
evacuador de fumaça cirúrgica ou outros meios.1

1. U.S. Department of Health and Human Services. National Institute for Occupational Safety
and Health (NIOSH). Control of Smoke from Laser/Electric Surgical Procedures. HAZARD
CONTROLS, Publicação Nº 96-128, Setembro, 1996.

Guia do usuário Force FX 3-3


Geral

Queimaduras acidentais provenientes de radiofreqüência (RF)


Advertência
Eletrodos e sondas usados com dispositivos de monitorização, estímulo e de
imagem (ou equipamento similar) podem representar um caminho para correntes
de alta freqüência mesmo que os eletrodos ou sondas estejam isolados a 50-60
Hz, e/ou funcionando por baterias.

Para reduzir o risco de queimadura eletrocirúrgica no local do eletrodo de retorno


ou sonda do paciente, colocar o eletrodo e/ou sonda tão longe quanto possível
do local da eletrocirurgia e/ou eletrodo de retorno do paciente. Impedâncias de
proteção (resistores ou indutores RF) instalados nos fios de monitorização
podem reduzir o risco dessas queimaduras. Consulte o engenheiro biomédico do
hospital para mais informações.

Não use agulhas como eletrodos de monitorização durante os procedimentos


eletrocirúrgicos. Podem ocorrer queimaduras eletrocirúrgicas acidentais.

Em algumas circunstâncias, há um potencial para queimaduras em locais


alternativos dos pontos de contato da pele (por exemplo, entre o braço e a parte
lateral do corpo). Isto ocorre quando uma corrente eletrocirúrgica busca uma via
até o eletrodo de retorno do paciente que inclui o ponto de contato pele a pele. A
corrente que passa através de pequenos pontos de contato da pele é
concentrada e pode causar uma queimadura. Isto procede para geradores
aterrados, referenciados para a terra e de saída isolada.

Para reduzir o potencial de queimaduras em locais alternados, proceda de


acordo com uma ou mais das seguintes opções:
• Evite pontos de contato pele a pele, como deixar que os dedos toquem a
perna, quando estiver posicionando o paciente.
• Coloque sete a dez centímetros de gaze seca entre os pontos de contato para
assegurar que o contato não ocorra.
• Posicione o eletrodo de retorno do paciente de modo a haver uma via de
corrente direta entre o local da cirurgia e o eletrodo de contato do paciente, o
que evita áreas de contato pele a pele.
• Além disso, posicione o eletrodo de retorno do paciente de acordo com as
instruções do fabricante.
As possibilidades de queimadura em locais alternados aumentam caso o
eletrodo de retorno esteja com seu funcionamento comprometido. A Valleylab
recomenda o uso de eletrodo de retorno do paciente REM e geradores Valleylab
com sistema REM.

Assegure condições adequadas nas conexões


Cuidado
Examine todos os acessórios e conexões para o gerador eletrocirúrgico antes de
utilizá-lo. Certifique-se do funcionamento dos acessórios de acordo com a forma
prevista. Uma conexão inadequada poderá resultar em centelhamento, faíscas,
mau funcionamento dos acessórios ou efeitos cirúrgicos indesejados.

3-4 Guia do usuário Force FX


Antes da cirurgia

Acessórios
Advertência
Não enrole os cabos dos acessórios ou os cabos do eletrodo de retorno do
paciente ao redor de objetos metálicos. Isto pode induzir correntes que poderiam
ocasionar choques, incêndios ou lesões ao paciente ou à equipe cirúrgica.

Manutenção
Advertência
Risco de choque elétrico Não remova a tampa. Chame a assistência técnica para
manutenção.

Aviso
Consulte o manual de manutenção do gerador para obter recomendações de
manutenção e procedimentos de verificação de saída de energia e função.

Antes da cirurgia

Acessórios ativos
Advertência

Segurança do paciente e da
Risco de choque elétrico Não conecte acessórios molhados ao gerador.

sala de cirurgia
Conecte todos os acessórios nas tomadas adequadas. Uma conexão
inadequada pode resultar em uma ativação inadvertida do acessório ou outras
condições potencialmente perigosas. Siga as instruções fornecidas com os
acessórios eletrocirúrgicos para obter uma conexão e utilização adequadas.

Risco de choque elétrico Certifique-se de que todos os acessórios e adaptadores


estejam corretamente conectados e que nenhuma superfície de metal esteja
exposta.

Cuidado
Leia as instruções, advertências e precauções fornecidas com os acessórios
eletrocirúrgicos antes de utilizá-los. Não estão incluídas neste manual instruções
específicas.

Conecte todos os acessórios nas tomadas adequadas. Especificamente, os


acessórios bipolares devem ser conectados somente na tomada de instrumento
bipolar. Uma conexão inadequada poderá resultar em ativação inadvertida do
gerador ou do alarme do monitor da qualidade do contato REM.

Defina os níveis de potência no ajuste mais baixo antes de testar um acessório.

Guia do usuário Force FX 3-5


Antes da cirurgia

Cuidado
Inspecione os acessórios e cabos (especialmente os acessórios e cabos
reutilizáveis) com relação a rupturas, rachaduras, amassamentos ou outros
danos antes de cada utilização. Se estiverem danificados, não utilize. A
inobservância desta precaução poderá resultar em lesão ou choque elétrico no
paciente ou na equipe cirúrgica.

Não reutilize ou reesterilize acessórios com o rótulo “descartável” ou “para único


uso apenas”.

Eletrodos de retorno do paciente


A Valleylab recomenda o uso de eletrodos de retorno do paciente REM
para maximizar a segurança do paciente.

Advertência
A utilização segura de eletrocirurgia monopolar exige a colocação adequada do
eletrodo de retorno do paciente. Para evitar queimaduras eletrocirúgicas sob o
eletrodo de retorno do paciente, siga todas as instruções contidas na
embalagem do produto para ter uma colocação e utilização adequadas do
eletrodo de retorno.

Não corte o eletrodo de retorno de paciente para reduzir seu tamanho. Este
procedimento, devido à alta densidade da corrente, poderá provocar
queimaduras no paciente.

Não aplique eletrodo de retorno do paciente se apenas acessórios bipolar forem


ser utilizados. Caso contrário, o efeito eletrocirúrgico pode não se limitar aos
tecidos localizados entre os eletrodos bipolares.

A utilização de um eletrodo de retorno de paciente sem o recurso de segurança


REM não ativará o sistema de monitorização da qualidade do contato REM da
Valleylab.

A Valleylab não recomenda a utilização de placas capacitivas. Essas placas não


ativam o sistema de monitorização da qualidade do contato REM e exigem a
utilização de ajustes de potência mais elevados para alcançar o efeito cirúrgico
desejado. Isto aumenta a possibilidade de queimaduras em locais alternados.

Cabos de derivação
Advertência
Alguns instrumentos cirúrgicos (p. ex., colonoscópios) podem permitir uma fuga
importante de corrente que pode queimar a mão do cirurgião. Se o fabricante do
instrumento recomendar o uso de um cabo de derivação (cabo s) para direcionar
a corrente de volta ao alternador, você também deve usar um adaptador
Valleylab E0507-B. Para evitar um alarme REM, é necessário o uso de um
eletrodo de retorno ao paciente REM com um adaptador E0507-B.

3-6 Guia do usuário Force FX


Antes da cirurgia

Gerador
Advertência
Segurança do paciente Use o gerador apenas quando o autoteste tiver sido
finalizado de acordo com a forma descrita. Caso contrário, poderão ocorrer
saídas imprecisas de potência.

Risco de choque elétrico Conecte o cabo de alimentação do gerador a uma


tomada adequadamente aterrada. Não utilize adaptadores de plugue de energia.

Risco de incêndio Não utilize fios de extensão.

As tomadas de instrumento deste gerador são projetadas para aceitar apenas


um instrumento de cada vez. Não tente conectar mais de um instrumento de
cada vez em uma determinada tomada. Isso provocará a ativação simultânea
dos instrumentos.

Cuidado
Não empilhe equipamento em cima do gerador nem coloque o gerador sobre
equipamentos elétricos (exceto a unidade GSU Force ou a unidade de argônio
Force). Essas configurações são instáveis e/ou não permitem um resfriamento
adequado.

Ao utilizar um aspirador de fumaça junto com o gerador eletrocirúrgico, coloque o


aspirador de fumaça a uma certa distância do gerador e ajuste o controle de
volume do gerador em um nível que assegure que os sons de ativação possam
ser ouvidos.

Proporcione a maior distância possível entre o gerador eletrocirúrgico e outros

Segurança do paciente e da
equipamentos eletrônicos (tais como monitores). Um gerador eletrocirúrgico
ativado pode causar interferência nestes outros equipamentos.

sala de cirurgia
Não reduza o tom de ativação para nível inaudível. O tom de ativação alerta a
equipe cirúrgica quando um acessório encontra-se ativo.

O não funcionamento do gerador pode provocar interrupção da cirurgia. Deve


estar disponível para uso um gerador de reserva.

Aviso
Se for exigido pelos códigos locais, conecte o gerador ao conector de
equalização do hospital por meio de um cabo equipotencial.

Conecte o cabo de alimentação a uma tomada de parede com a voltagem


correta. Caso contrário poderá ocorrer dano ao produto.

Guia do usuário Force FX 3-7


Durante a cirurgia

Durante a cirurgia

Ajustes de potência do gerador


Advertência
Confirme os ajustes de potência adequados antes de prosseguir com a cirurgia.
Utilize o ajuste de potência mais baixo possível durante o mínimo de tempo
necessário para alcançar o efeito desejado.

Nunca aumente os ajustes de potência sem antes verificar tanto o eletrodo ativo
como o eletrodo de retorno do paciente e suas conexões. Utilize o eletrodo ativo
ou pinças apenas pelo tempo mínimo necessário para alcançar o efeito cirúrgico
desejado minimizando a possibilidade de queimaduras. Isto procede
especialmente para pacientes pediátricos ou recém-nascidos ou qualquer
paciente onde haja envolvimento de pequenas estruturas.

Cuidado
O gerador Force FX corta com eficiência em ajustes de potência mais
baixos que os modelos anteriores fornecidos pela Valleylab. Se o ajuste
adequado não for conhecido, defina o gerador em ajuste muito baixo e aumente
cuidadosamente até que seja obtido o efeito desejado.

Pinças
Advertência
No modo autobipolar, o gerador é ativado automaticamente todas as vezes que
uma impedância (por exemplo, tecido) for percebida como estando em contato
com as pontas das pinças. Deve-se tomar um cuidado extremo quando se utilizar
este modo. As pinças nunca devem ser colocadas sobre o paciente ou
seguradas pelas pontas em função da possibilidade de ativação. Sempre
coloque a pinça no estojo quando ela não estiver em uso.

Aviso
Não ative o gerador até que as pinças tenham feito contato com o paciente. O
produto pode ser danificado.

Coaguladores por sucção


Advertência
Para evitar qualquer risco de queimaduras para o cirurgião, sempre ligue o
gerador antes de dobrar ou dar um novo formato ao tubo de sucção do
coagulador.

Verifique se a parte externa do tubo de sucção do coagulador encontra-se livre


de sangue ou muco. Se o tubo de sucção do coagulador não estiver bem limpo
ele pode tornar-se um meio condutor de energia através de contaminantes que
podem provocar queimaduras no paciente.

3-8 Guia do usuário Force FX


Durante a cirurgia

Advertência
Não mergulhe o mecanismo do comutador manual do coagulador de sucção em
solução salina ou outros líquidos condutores. Este procedimento poderá resultar
em ativação não intencional.

Contato com objetos metálicos


Advertência
O contato do eletrodo ativo com qualquer metal aumentará em muito o fluxo de
energia e pode resultar em efeito cirúrgico indesejado.

Ao operar com objeto eletrocirúrgico, o paciente não deve entrar em contato


direto com objetos de metal aterrados (tais como estrutura da mesa cirúrgica,
mesa de instrumentação, etc.). Caso não seja possível durante alguns
procedimentos (por exemplo, naqueles nos quais são usados suporte não
isolado para cabeça), tenha o máximo de cuidado para garantir a segurança do
paciente:
• Use ajustes de potência nos níveis mais baixos possíveis para atingir o efeito
desejado.
• Coloque o eletrodo de retorno do paciente o mais próximo possível do local da
cirurgia.
• Se for possível, coloque gaze seca entre o paciente e o objeto aterrado.
• Verifique continuamente o(s) ponto(s) de contato.

Segurança do paciente e da
Acessórios ativos
Advertência

sala de cirurgia
Risco de incêndio Não coloque acessórios eletrocirúrgicos próximo ou em
contato com materiais inflamáveis (tais como gaze ou campos cirúrgicos).
Acessórios eletrocirúrgicos ativados ou quentes em decorrência do uso podem
provocar incêndio. Utilize um estojo para manter os acessórios eletrocirúrgicos
em segurança, longe do paciente, da equipe cirúrgica e de materiais inflamáveis.

A ativação simultânea da função de sucção/irrigação e da corrente


eletrocirúrgica poderá provocar um aumento do centelhamento na ponta do
eletrodo, queimaduras em tecidos não incluídos na cirurgia ou queimaduras na
equipe cirúrgica.

Guia do usuário Force FX 3-9


Durante a cirurgia

Advertência
Alguns cirurgiões podem optar por “energizar a hemostática” durante
procedimentos cirúrgicos. Este procedimento não é recomendado e os riscos
desta prática provavelmente não podem ser eliminados. É possível que ocorram
queimaduras nas mãos do cirurgião. Para minimizar o risco:
• Não se debruce sobre o paciente, a mesa ou os afastadores quando estiver
em processo de energização hemostática.
• Ative o modo corte ao invés de coagulação. O corte tem uma voltagem mais
baixa do que a coagulação.
• Utilize o ajuste de potência mais baixo possível para o tempo mínimo
necessário para conseguir a hemostasia.
• Ative o gerador após o acessório entrar em contato com a hemostática. Não
utilize arco elétrico na hemostática.
• Segure a hemostática da maneira mais firme possível antes de ativar o
gerador. Este procedimento dispersa a corrente sobre uma área maior e
minimiza a concentração de corrente na ponta dos dedos.
• Energize a hemostática abaixo do nível da mão (tão próximo quanto possível
do paciente) para reduzir a oportunidade de seguimento da corrente em rotas
alternadas, passando pelas mãos do cirurgião).
• Ao utilizar um eletrodo de lâmina de aço inoxidável, coloque a superfície plana
contra a hemostática ou outro instrumento metálico.
• Ao utilizar um eletrodo com lâmina revestida ou antiaderente, coloque a borda
do eletrodo contra a hemostática ou outro instrumento de metal.

Quando os acessórios ativos não estiverem em uso, coloque-os em um estojo ou


em uma superfície não condutora, limpa, seca, bem visível e que não esteja em
contato com o paciente. O contato inadvertido com o paciente pode resultar em
queimaduras.

Eletrodos de retorno do paciente


Advertência
Para evitar queimaduras no paciente, assegure-se de que o eletrodo de retorno
do paciente esteja firmemente em contato com a pele. Sempre verifique o
eletrodo de retorno do paciente periodicamente, depois que o paciente tiver sido
reposicionado e durante procedimentos que envolvam longos períodos de
ativação.

3-10 Guia do usuário Force FX


Durante a cirurgia

Procedimentos laparoscópicos
Advertência
Para procedimentos laparoscópicos esteja sempre alerta dos seguintes riscos
em potencial:
• Uma cirurgia de laparoscopia pode resultar em uma embolia gasosa devido à
insuflação de gás no abdome.
• A ponta do eletrodo normalmente fica suficientemente quente para causar
queimaduras após a desativação da corrente eletrocirúrgica.
• O movimento ou o uso inadvertido do eletrodo ativado fora do campo de visão
pode resultar em lesão ao paciente.
• Queimaduras localizadas no paciente ou no médico podem resultar de
correntes elétricas oriundas de objetos condutores (tais como cânula ou ótica).
A corrente elétrica pode ser gerada por objetos condutores em contato direto
com um eletrodo ativo ou com um acessório ativo (eletrodo ou cabo) muito
próximo ao objeto condutor.
• Não utilize trocartes híbridos que possuam componentes de metal e de
plástico. Para o canal cirúrgico, use sistemas compostos somente de metal ou
de plástico. A energia elétrica não deve, sob hipótese alguma, passar por
sistemas híbridos. O acoplamento capacitivo de corrente de RF pode provocar
queimaduras indesejáveis.
• Quando do uso de instrumentação laparoscópica com cânulas de metal, há
potencial de provocar-se queimaduras das paredes abdominais devido ao
contato direto com o eletrodo ou acoplamento capacitivo de corrente de RF. É
mais provável que isso ocorra quando o gerador eletrocirúrgico for ativado
durante longos períodos de tempo em altos níveis de potência, o que induz a
altos níveis de corrente na cânula.

Segurança do paciente e da
• Assegure-se do não comprometimento do isolamento de instrumentos
laparoscópicos reutilizáveis ou descartáveis. O isolamento comprometido

sala de cirurgia
poderá levar ao centelhamento acidental de metal para metal e estimulação
neuromuscular e/ou centelhamento acidental do tecido adjacente.
• Não ative eletrodos quando em contato com outros instrumentos devido à
possibilidade de provocar lesão ao tecido de forma não intencional.
• Não ative o gerador em condição de circuito aberto. Para reduzir as chances
de queimaduras indesejáveis, somente ative o gerador quando o eletrodo ativo
estiver próximo ao tecido alvo.
• Utilize o ajuste de potência mais baixo possível que consiga o efeito cirúrgico
desejado e utilize uma forma de onda (corte puro ou dessecação) que reduza
o potencial de criação de correntes capacitivas.
• Insira e retire cuidadosamente os eletrodos ativos das cânulas para evitar
possíveis danos aos dispositivos e/ou lesões ao paciente.

Guia do usuário Force FX 3-11


Após a cirurgia

Após a cirurgia
Advertência
Risco de choque elétrico Sempre desligue e tire da tomada o gerador antes de
limpá-lo.

Cuidado
Não reutilize ou reesterilize acessórios com o rótulo “descartável” ou “para único
uso apenas”.

Aviso
Não limpe o gerador com limpador abrasivo ou compostos desinfetantes,
solventes ou outros materiais que possam arranhar os painéis ou danificar o
gerador.

3-12 Guia do usuário Force FX


SEÇÃO
4

Antes da cirurgia
4

Esta seção contém as seguintes informações:

• Preparo do gerador para a cirurgia


• Preparo para a cirurgia bipolar ou macrobipolar
• Preparo para a cirurgia monopolar
• Preparo para eletrocirurgia ultra-sônica.

Cuidado
Leia todas as advertências, precauções e instruções fornecidas com este
gerador antes de utilizá-lo.

Leia as instruções, advertências e precauções fornecidas com os acessórios


eletrocirúrgicos antes de utilizá-los. Não estão incluídas neste manual instruções
específicas.

Guia do usuário Force FX 4-1


Instruções rápidas para instalação

Instruções rápidas para instalação


Se você estiver familiarizado com o gerador Force FX, você poderá
preferir seguir este procedimento resumido.
Entretanto, se você não estiver familiarizado com a instalação do gerador,
consulte Instalação do gerador para obter instruções detalhadas.
1. Ligue o cabo de alimentação do gerador na tomada do painel traseiro.

2. Conecte o cabo de alimentação do gerador em uma tomada de parede


aterrada.
3. Ligue o gerador e verifique se o autoteste foi concluído com sucesso.

4. Prepare para eletrocirurgia bipolar, monopolar ou ultra-sônica:

Prepare para cirurgia bipolar ou monopolar:


 Se for utilizar um comutador a pedal, conecte-o à tomada do
comutador a pedal adequada no painel traseiro.
 Conecte o instrumento na tomada de instrumento adequada no
painel frontal.
Para cirurgia monopolar com coagulação simultânea, conecte o
acessório monopolar à tomada de Instrumento monopolar 1/CEM.
Conecte um segundo acessório monopolar à tomada de
Instrumento monopolar 2.
 Apenas para cirurgia monopolar, aplique o eletrodo de retorno do
paciente ao paciente e conecte-o à tomada para Eletrodo de retorno
do paciente no painel frontal.
 Verifique ou mude o modo e os ajustes de potência.
(Opcional — para exibir e utilizar o ajuste anterior, pressione o
botão de chamada no painel frontal).
Prepare para cirurgia ultra-sônica:
• Monte e esterilize a caneta CUSA e o adaptador cônico CEM.
Configure o Sistema CUSA.
• Se for utilizar um comutador a pedal, conecte-o à tomada do
Comutador a pedal localizada no painel traseiro.
• Aplique o eletrodo de retorno do paciente ao paciente e conecte-o à
tomada do Eletrodo de retorno do paciente localizado no painel
dianteiro.
• Conecte a caneta à tomada de Instrumento Monopolar 1/CEM no
painel dianteiro.
• Verifique ou mude os ajustes de potência para corte Baixo ou
coagulação com Dessecação 1.

4-2 Guia do usuário Force FX


Ajuste do gerador

Ajuste do gerador
Advertência
Risco de choque elétrico Conecte o cabo de alimentação do gerador a uma
tomada adequadamente aterrada. Não utilize adaptadores de plugue de energia.

Risco de incêndio Não utilize fios de extensão.

Segurança do paciente Use o gerador apenas quando o autoteste tiver sido


finalizado de acordo com a forma descrita. Caso contrário, poderão ocorrer
saídas imprecisas de potência.

Cuidado
Não empilhe equipamento em cima do gerador nem coloque o gerador sobre
equipamentos elétricos (exceto a unidade GSU Force ou a unidade de argônio
Force). Essas configurações são instáveis e/ou não permitem um resfriamento
adequado.

Proporcione a maior distância possível entre o gerador eletrocirúrgico e outros


equipamentos eletrônicos (tais como monitores). Um gerador eletrocirúrgico
ativado pode causar interferência nestes outros equipamentos.

O não funcionamento do gerador pode provocar interrupção da cirurgia. Deve


estar disponível para uso um gerador de reserva.

Não reduza o tom de ativação para nível inaudível. O tom de ativação alerta a
equipe cirúrgica quando um acessório encontra-se ativo.

Ao utilizar um aspirador de fumaça junto com o gerador eletrocirúrgico, coloque o


aspirador de fumaça a uma certa distância do gerador e ajuste o controle de
volume do gerador em um nível que assegure que os sons de ativação possam
ser ouvidos.

Aviso
Se for exigido pelos códigos locais, conecte o gerador ao conector de
equalização do hospital por meio de um cabo equipotencial.

Conecte o cabo de alimentação a uma tomada de parede com a voltagem


correta. Caso contrário poderá ocorrer dano ao produto.

1. Verifique se o gerador encontra-se desligado desligando a chave de


alimentação (O).
2. Coloque o gerador sobre uma superfície estável e plana, como uma
mesa, plataforma ou carrinho Valleylab. São recomendados carrinhos
Antes da cirurgia

com rodízios condutores. Para obter mais detalhes, consulte os


procedimentos de sua instituição ou os códigos locais.
Deixe pelo menos dez a quince centímetros de distância nos lados e na
parte superior do gerador para resfriamento. Normalmente há
aquecimento da parte superior, lados e painel traseiro quando o
gerador é utilizado continuamente por longos períodos de tempo.

Guia do usuário Force FX 4-3


Ajuste do gerador

É igualmente possível montar o gerador sobre o


Sistema Valleylab CUSA 200 (utilizando a montagem opcional CUSA)
ou o sistema CUSA Excel.
3. Ligue o cabo de alimentação do gerador na tomada do painel traseiro.

4. Conecte o cabo de energia do gerador a uma tomada aterrada.

5. Ligue o gerador acionando o interruptor de energia para a posição de


ligado (|). Verifique o seguinte:
 Todos os indicadores visuais e mostradores no painel dianteiro se
iluminam.
 Os tons de ativação soam para verificar o funcionamento correto do
alto-falante.

Importante
Se o modo de coagulação foi 6. Se o autoteste for bem-sucedido, soa um tom. Verifique o seguinte:
trocado de forma opcional para o
modo de dessecação ou  Os indicadores acima dos botões do modo padrão (Bipolar padrão,
vaporização, o indicador Corte puro e coagulação com Fulguração) se iluminam em verde.
correspondente ilumina-se após o
 Cada mostrador exibe um ajuste de potência de 1 watt.
autoteste ter tido um desempenho
bem-sucedido.  O indicador de Alarme REM se ilumina em vermelho.
Se o autoteste não bem-sucedido, soa um tom de alarme. Poderá aparecer
momentaneamente um número no mostrador de corte e, na maioria
dos casos, o gerador é desativado. Anote o número e consulte Resposta
a alarmes do sistema na Seção 7.
Uma vez bem-sucedido o autoteste, conecte os acessórios e defina os
controles do gerador. Consulte Preparo para cirurgia bipolar ou macrobipolar,
Preparo para cirurgia monopolar ou Preparo para eletrocirurgia ultra-sônica,
mais adiante nesta seção.

4-4 Guia do usuário Force FX


Preparo para cirurgia bipolar ou macrobipolar

Preparo para cirurgia bipolar ou macrobipolar


Se você estiver planejando utilizar um instrumento bipolar com
comutador a pedal, será preciso conectar um comutador a pedal bipolar.
Você também pode utilizar um comutador a pedal para ativar um
instrumento de acionamento por comutador manual.

Conexões para cirurgia bipolar ou macrobipolar


Advertência
Risco de choque elétrico
• Não conecte acessórios molhados ao gerador.
• Certifique-se de que todos os acessórios e adaptadores estejam conectados
corretamente e que não haja nada em metal exposto.

Não aplique eletrodo de retorno do paciente se somente forem utilizados


acessórios bipolares. Caso contrário, o efeito eletrocirúrgico pode não se limitar
aos tecidos localizados entre os eletrodos bipolares.

Cuidado
Leia as instruções, advertências e precauções fornecidas com os acessórios
eletrocirúrgicos antes de utilizá-los. Não estão incluídas neste manual instruções
específicas.

Inspecione os acessórios e cabos (especialmente os acessórios e cabos


reutilizáveis) com relação a rupturas, rachaduras, amassamentos ou outros
danos antes de cada utilização. Se estiverem danificados, não utilize. A
inobservância desta precaução poderá resultar em lesão ou choque elétrico no
paciente ou na equipe cirúrgica.

Conecte todos os acessórios nas tomadas adequadas. Especificamente, os


acessórios bipolares devem ser conectados apenas na tomada de Instrumento
bipolar. Uma conexão inadequada poderá resultar em ativação inadvertida do
gerador ou do alarme do Monitor da qualidade do contato REM.

Figura 4-1.
Conexão para cirurgia bipolar ou
macrobipolar utilizando uma ativação
por comutador a pedal e instrumento
de comutação a pedal ou manual
Antes da cirurgia

Instrumento de
ativação por
comutação a Comutação a pedal
pedal ou manual bipolar

Guia do usuário Force FX 4-5


Preparo para cirurgia bipolar ou macrobipolar

Figura 4-2.
Conexão para cirurgia bipolar ou
macrobipolar utilizando instrumento
de ativação por comutação manual

Instrumento de
ativação por
comutação manual

Ajuste da saída bipolar


Cuidado
Defina os níveis de potência no ajuste mais baixo antes de testar um acessório.

1. (Opcional) Para exibir os ajustes anteriores, aperte o botão de


Chamada.
2. Para ajustar o modo bipolar, pressione o botão Baixo (Preciso), Médio
(Padrão) ou Macrobipolar (Macro). O indicador correspondente se
ilumina em verde.
3. Para selecionar o modo autobipolar, pressione o botão Auto.

4. Para aumentar a potência do modo selecionado, acione o botão branco


com seta para cima ( ∆ ). Para reduzir a potência, acione o botão
branco com seta para baixo ( ∇ ). O ajuste máximo de potência é de
70 watts.

4-6 Guia do usuário Force FX


Preparo para cirurgia monopolar

Preparo para cirurgia monopolar


Se estiver planejando utilizar um instrumento bipolar com comutador a
pedal, será preciso conectar um comutador a pedal bipolar. É possível
também a utilização de um comutador a pedal para ativar instrumento de
ativação por comutador manual ou caneta CUSA com adaptador cônico
CEM.

Conexões para cirurgia monopolar


Advertência
Risco de choque elétrico
• Não conecte acessórios molhados ao gerador.
• Certifique-se de que todos os acessórios e adaptadores estejam conectados
corretamente e que não haja nada em metal exposto.

Conecte todos os acessórios nas tomadas adequadas. Uma conexão


inadequada pode resultar em uma ativação inadvertida do acessório ou outras
condições potencialmente perigosas. Siga as instruções fornecidas com os
acessórios eletrocirúrgicos para obter uma conexão e utilização adequadas.

As tomadas de instrumento deste gerador são projetadas para aceitar apenas


um instrumento de cada vez. Não tente conectar mais de um instrumento de
cada vez em uma determinada tomada. Isso provocará a ativação simultânea
dos instrumentos.

Cuidado
Leia as instruções, advertências e precauções fornecidas com os acessórios
eletrocirúrgicos antes de utilizá-los. Não estão incluídas neste manual instruções
específicas.

Inspecione os acessórios e cabos (especialmente os acessórios e cabos


reutilizáveis) com relação a rupturas, rachaduras, amassamentos ou outros
danos antes de cada utilização. Se estiverem danificados, não utilize. A
inobservância desta precaução poderá resultar em lesão ou choque elétrico ao
paciente ou à equipe cirúrgica.

Antes da cirurgia

Guia do usuário Force FX 4-7


Preparo para cirurgia monopolar

Figura 4-3.
Conexão para cirurgia monopolar
através do uso de ativação por meio
de comutador a pedal ou
instrumento ativado por meio de
comutador manual — uso de uma
tomada para Comutador a Pedal
Monopolar 1 e tomada para
instrumento Monopolar1/CEM
Instrumento de
ativação por
comutação a pedal
ou manual

Comutador a pedal
monopolar

Eletrodos de retorno do
paciente

Figura 4-4.
Conexão para cirurgia monopolar
através do uso de ativação por meio
de comutador a pedal ou
instrumento ativado por meio de
comutador manual — uso de uma
tomada para Comutador a pedal
Monopolar 2 e tomada para
instrumento Monopolar1/CEM
Instrumento de
ativação por
comutação a pedal
ou manual
Comutador a pedal
monopolar

Eletrodos de retorno do
paciente

4-8 Guia do usuário Force FX


Preparo para cirurgia monopolar

Figura 4-5.
Conexão para cirurgia monopolar
utilizando ativação por comutador
manual e instrumento de comutação
manual — uso de qualquer uma das
tomadas para Instrumento monopolar

Instrumento de
ativação por
comutação
manual

Eletrodos de retorno do paciente

Aplicação do eletrodo de retorno do paciente no paciente


Advertência
A utilização segura de eletrocirurgia monopolar exige a colocação adequada do
eletrodo de retorno do paciente. Para evitar queimaduras eletrocirúgicas sob o
eletrodo de retorno do paciente, siga todas as instruções contidas na
embalagem do produto para ter uma colocação e utilização adequadas do
eletrodo de retorno.

Não corte o eletrodo de retorno de paciente para reduzir seu tamanho. Este
procedimento, devido à alta densidade da corrente, poderá provocar
queimaduras no paciente.

A utilização de um eletrodo de retorno de paciente sem o recurso de segurança


REM não ativará o Sistema de monitorização da qualidade do contato REM.

A Valleylab recomenda o uso de eletrodos de retorno do paciente REM


para maximizar a segurança do paciente. A utilização de eletrodo de
Antes da cirurgia

retorno do paciente sem o dispositivo de segurança REM poderá resultar


em queimadura no paciente.
Consulte as instruções do fabricante para obter o local da aplicação e
procedimentos de colocação. Ao utilizar eletrodos de retorno com placa de
metal, utilize um gel condutor especificamente projetado para
eletrocirurgia.

Guia do usuário Force FX 4-9


Preparo para cirurgia monopolar

Uso simultâneo de dois geradores


Cuidado
Não empilhe equipamento em cima do gerador nem coloque o gerador sobre
equipamentos elétricos (exceto a unidade GSU Force ou a unidade de argônio
Force). Essas configurações são instáveis e/ou não permitem um resfriamento
adequado.

Podem ser utilizados simultaneamente no mesmo paciente dois geradores


(e dois eletrodos de retorno de paciente), desde que os geradores sejam do
mesmo tipo (ambos sejam isolados ou ambos sejam referenciados para
terra). No entanto, os dois geradores não são sincronizados. O eletrodo de
retorno freqüentemente adquire uma alta voltagem positiva enquanto que
o outro adquire uma voltagem negativa oposta. Quando isto ocorre, a
diferença potencial de voltagem entre os mesmos pode fazer com que a
corrente flua de um eletrodo de retorno do paciente para o outro. A
corrente não causa danos se não produzir faíscas ou altas densidades de
corrente no paciente. Com base na seqüência e momento das ativações dos
dois geradores, é possível criar uma condição de erro em uma ou em
ambas as unidades, o que interromperia a ativação RF.
Coloque cada eletrodo de retorno do paciente tão próximo quanto
possível ao local da cirurgia que vai ser atendida pelo gerador ao qual está
conectado. Assegure-se de que os dois eletrodos de retorno do paciente
não entrem em contato.

Marca-passos
Advertência
Utilize eletrocirurgia com cuidado na presença de marca-passos internos ou
externos. A interferência produzida pelos dispositivos eletrocirúrgicos pode fazer
com que o marca-passo entre em modo assíncrono ou pode bloquear por
completo o seu efeito. Consulte o fabricante do marca-passo ou o Departamento
de Cardiologia do hospital para obter mais informações quando a utilização de
aparelhos eletrocirúrgicos for planejada com pacientes portadores de marca-
passos cardíacos.

Se o paciente possuir um desfibrilador cardioversor implantável (DCI), entre em


contato com o fabricante do DCI para obter instruções antes de executar um
procedimento eletrocirúrgico. A eletrocirurgia pode causar múltipla ativação de
DCIs.

Para evitar interferência com marca-passos, coloque o eletrodo de retorno


do paciente tão próximo quanto possível do local da cirurgia. Certifique-
se de que o percurso que a corrente percorre a partir do local da cirurgia
para o eletrodo de retorno não passe pelas proximidades do coração ou do
local onde está implantado o marca-passo.

4-10 Guia do usuário Force FX


Preparo para cirurgia monopolar

Seleção de modos de corte e coagulação


Cuidado
Defina os níveis de potência no ajuste mais baixo antes de testar um acessório.

Corte
1. (Opcional) Para exibir os ajustes anteriores, aperte o botão de
Chamada.
2. Para selecionar um modo de corte, pressione o botão Baixo, Puro ou
Combinado. O indicador correspondente se ilumina em verde.
3. Para aumentar a potência do modo de corte, pressione o botão amarelo
com a seta para cima ( ∆ ). Para aumentar a potência, pressione o botão
com a seta amarela para baixo ( ∇ ). O ajuste máximo de potência para
o modo Baixo e Puro é de 300 watts. O ajuste máximo de potência para
o modo Combinado é de 200 watts.

Coagulação
1. Para selecionar um modo de coagulação, acione o botão Baixo (Dessecação),
Médio (Fulguração) ou Alto (Vaporização). O indicador correspondente
se ilumina em verde.
Para selecionar o modo de fulguração LCF, pressione o botão Médio e
mantenha-o pressionado por dois segundos. Soa um tom e aparece um
“L” do lado esquerdo do mostrador de Coagulação.
Para retornar para o modo de fulguração padrão, pressione o botão
Médio e mantenha-o pressionado por dois segundos. Soa um tom e
desaparece o “L” do lado esquerdo do mostrador de Coagulação.
2. Para aumentar a potência do modo selecionado de coagulação,
pressione o botão azul com seta para cima (∆). Para aumentar a
potência do modo selecionado de coagulação, pressione o botão azul
com seta para cima ( ∇ ). O ajuste máximo de potência para o modo
Combinado é de 120 watts.
3. No modo de fulguração LCF, aparece um “L” no lado esquerdo do
mostrador de Coagulação. Quando a potência de fulguração LCF for
definida para acima de 95 watts, o mostrador de ajuste de potência
alterna entre a indicação de “L--” e o ajuste de potência (por exemplo,
110 watts).

Mudança do modo de dessecação


Antes da cirurgia

O modo padrão de coagulação com Dessecação é o Dessecação 1;


entretanto, este pode ser mudado para Dessecação 2 ou Dessecação 3.
Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica de sua
instituição para obter auxílio. O modo de coagulação com Dessecação não
precisa ser ajustado todas as vezes que o gerador é preparado para
cirurgia. O gerador fará a chamada do modo programado mais recente
quando o mesmo for ligado.

Guia do usuário Force FX 4-11


Preparo para cirurgia monopolar

Coagulação simultânea
Conecte dois instrumentos monopolares para coagulação simultânea. Cada
um recebe uma porcentagem do ajuste total de potência. A quantidade de
potência fornecida a cada instrumento depende da resistência do tecido
captada pelo gerador em cada local cirúrgico. Geralmente o local com
resistência mais baixa recebe proporcionalmente maior potência. A
potência total combinada de saída não ultrapassa os ajustes globais de
potência de coagulação para o modo de coagulação selecionado.
Figura 4-6.
Conexão para coagulação simultânea
através do uso de dois instrumentos
de ativação por comutador manual

Instrumento
monopolar

Eletrodo de retorno do paciente

Instrumento monopolar

4-12 Guia do usuário Force FX


Preparação para eletrocirurgia ultra-sônica

Preparação para eletrocirurgia ultra-sônica


Para preparar para eletrocirurgia ultra-sônica, prepare inicialmente o
sistema CUSA. Consulte o Guia do usuário do Sistema CUSA 200 ou o
Guia do usuário do Sistema Cusa Excel para obter instruções de
montagem e configuração.
Monte e esterilize a caneta CUSA e o adaptador cônico CEM.

Conexão do eletrodo de retorno do paciente


A Valleylab recomenda o uso de eletrodos de retorno do paciente REM
para maximizar a segurança do paciente. Para obter mais informações,
consulte Preparo para cirurgia monopolar – aplicação do eletrodo de retorno do
paciente no paciente, anteriormente, nesta seção.

Conexão da caneta CUSA com o adaptador cônico CEM


Advertência
Risco de choque elétrico
• Não conecte acessórios molhados ao gerador.
• Certifique-se de que todos os acessórios e adaptadores estejam conectados
corretamente e que não haja nada em metal exposto.

Conecte todos os acessórios nas tomadas adequadas. Uma conexão


inadequada pode resultar em uma ativação inadvertida do acessório ou outras
condições potencialmente perigosas. Siga as instruções fornecidas com os
acessórios eletrocirúrgicos para obter uma conexão e utilização adequadas.

Cuidado
Inspecione os acessórios e cabos (especialmente os acessórios e cabos
reutilizáveis) com relação a rupturas, rachaduras, amassamentos ou outros
danos antes de cada utilização. Se estiverem danificados, não utilize. A
inobservância desta precaução poderá resultar em lesão ou choque elétrico ao
paciente ou à equipe cirúrgica.

Antes da cirurgia

Guia do usuário Force FX 4-13


Preparação para eletrocirurgia ultra-sônica

Figura 4-7. Se você decidir usar um


Conexão para cirurgia combinada comutador a pedal monopolar,
monopolar/ultra-sônica você deve conectá-lo à tomada
do Comutador a pedal
Monopolar 1.

O indicador CEM se
ilumina em verde

Conecte ao Sistema CUSA

Caneta CUSA com


adaptador cônico CEM

Eletrodos de retorno do paciente

Ajuste da potência de saída


Cuidado
Defina os níveis de potência no ajuste mais baixo antes de testar um acessório.

Ao usar a caneta CUSA com o adaptador cônico CEM para a eletrocirurgia


ultra-sônica, somente encontra-se disponível corte em modo Baixo ou
coagulação com Dessecação quando a caneta for ativada.
Para verificar ou mudar o ajuste de potência de corte Baixo:
Para aumentar a potência, pressione o botão amarelo com a seta para
cima (∆). Para reduzir a potência, pressione o botão amarelo com a seta
para cima (∇). A potência máxima de corte é de 100 watts.
Para verificar ou mudar o ajuste de potência de coagulação com Dessecação 1:
Para aumentar a potência, pressione o botão azul com a seta para cima
(∆). Para reduzir a potência, pressione o botão azul com seta para
baixo (∇). A potência máxima de coagulação é de 70 watts.

4-14 Guia do usuário Force FX


SEÇÃO
5

Durante a cirurgia
5

Esta seção abrange as seguintes informações:

• Verificação das conexões dos acessórios


• Verificação do eletrodo de retorno de paciente
• Mudança do modo
• Seleção do ajuste de potência
• Ativação do instrumento cirúrgico
• Ajuste do volume dos tons de ativação
• Resposta aos alarmes.

Cuidado
Leia todas as advertências, precauções e instruções fornecidas com este
gerador antes de utilizá-lo.

Leia as instruções, advertências e precauções fornecidas com os acessórios


eletrocirúrgicos antes de utilizá-los. Não estão incluídas neste manual instruções
específicas.

Guia do usuário Force FX 5-1


Verificação das conexões dos acessórios

Verificação das conexões dos acessórios


Advertência
Não enrole os cabos dos acessórios ou os cabos do eletrodo de retorno do
paciente ao redor de objetos metálicos. Isto pode induzir correntes que poderiam
ocasionar choques, incêndios ou lesões ao paciente ou à equipe cirúrgica.

Cuidado
Examine todos os acessórios e conexões do gerador eletrocirúrgico antes de
utilizá-lo. Certifique-se do funcionamento dos acessórios de acordo com a forma
prevista. Uma conexão inadequada poderá resultar em centelhamento, faíscas,
mau funcionamento dos acessórios ou efeitos cirúrgicos indesejados.

Verifique se todos os acessórios encontram-se adequadamente conectados


ao gerador. Quando forem utilizados múltiplos acessórios, mantenha os
cabos separados. Para reduzir acoplamento cruzado, não torça, enrole ou
grampeie os cabos.

Verificação do eletrodo de retorno do paciente


Advertência
Para evitar queimaduras no paciente, assegure-se de que o eletrodo de retorno
do paciente esteja firmemente em contato com a pele. Sempre verifique o
eletrodo de retorno do paciente periodicamente, depois que o paciente tiver sido
reposicionado e durante procedimentos que envolvam longos períodos de
ativação.

Se parecer ser necessário um ajuste de potência maior do que o esperado


ou se o paciente for reposicionado, examine o eletrodo de retorno do
paciente para verificar se a colocação está segura e verifique todos os
cabos de conexão para assegurar-se de sua integridade.

5-2 Guia do usuário Force FX


Mudança do modo

Mudança do modo

Durante a cirurgia
Verifique com o cirurgião o modo selecionado. Não é possível mudar o
modo enquanto o gerador encontra-se ativado.
Para mudar o modo, pressione o botão desejado para o modo bipolar,
corte ou coagulação. O indicador acima deste botão se iluminará em
verde. Só é possível ativar um modo de cada vez.
Quando você muda de modos dentro de uma mesma função (bipolar, corte,
coagulação), o ajuste de potência permanece o mesmo, a não ser que exceda
o máximo permitido para o novo modo. Neste caso, o ajuste é revertido
para o máximo do novo modo. Por exemplo, se você ajustar a potência para
250 em Corte puro, quando você seleciona Combinado, o ajuste de potência
muda para 200, o máximo para Combinado. Se, no entanto, você ajustar a
potência para 65 em Dessecação, quando você seleciona Fulguração, o
ajuste de potência não muda pois ele cai dentro da faixa desse modo.

Seleção do ajuste de potência


Advertência
Confirme os ajustes de potência adequados antes de prosseguir com a cirurgia.
Utilize o ajuste de potência mais baixo possível durante o mínimo de tempo
necessário para alcançar o efeito desejado.

Nunca aumente os ajustes de potência sem antes verificar tanto o eletrodo ativo
como o eletrodo de retorno do paciente e suas conexões. Utilize o eletrodo ativo
ou pinças apenas pelo tempo mínimo necessário para alcançar o efeito cirúrgico
desejado minimizando a possibilidade de queimaduras. Isto é importante
especialmente para pacientes pediátricos ou recém-nascidos ou qualquer
paciente onde haja envolvimento de pequenas estruturas.

Seleção do ajuste de potência


Verifique os ajustes de potência para o modo selecionado com o cirurgião.
Não é possível mudar o ajuste de potência quando o gerador está ligado,
inclusive quando estiver ativado.
Para aumentar a potência do modo selecionado, pressione o botão para cima ( ∆ ).
Para reduzir a potência do modo selecionado, acione o botão com a seta para
baixo ( ∇ ).
À medida que você pressiona e libera o botão de potência, a potência
muda seqüencialmente em um ajuste (1, 5 ou 10 watts), com base nos
ajustes disponíveis para o modo selecionado. Os ajustes de potência
disponíveis estão listados no Apêndice A.
Para alcançar o ajuste de potência máxima ou mínimo para um modo
selecionado, pressione e segure o botão com a seta para cima ( ∆ ) ou com
a seta para baixo ( ∇ ). O ajuste muda lentamente no começo, depois mais
rapidamente. Solte o botão quando for exibido o ajuste desejado. Se você
tentar ajustar a potência acima do ajuste máximo para o modo
selecionado, soa um tom.

Guia do usuário Force FX 5-3


Seleção do ajuste de potência

Técnicas para manter baixos os ajustes de potência


O ajuste de potência necessário para produzir o efeito cirúrgico desejado
varia dependendo da técnica do cirurgião, do modo selecionado e do
tamanho do eletrodo ativo. Ajustes de potência mais baixos reduzem a
quantidade de corrente fornecida ao paciente, minimizam a demanda no
eletrodo de retorno do paciente e ajudam a proteger o paciente e a equipe
cirúrgica de queimaduras ou choques acidentais.
Os seguintes itens são técnicas para manter os ajustes de potência baixos.

Concentração da corrente através do uso de um eletrodo ativo pequeno.


Quanto menor o eletrodo ativo, maior a densidade de corrente que ele
emite para o tecido e menor a potência de que ele precisa para produzir
um determinado efeito cirúrgico. Por exemplo, um eletrodo de agulha
corta a um ajuste de potência mais baixo que um eletrodo de lâmina. Um
eletrodo de esfera pequeno desseca ou fulgura tecido a um ajuste de
potência mais baixo que um eletrodo de esfera grande.

Coagulação de tecido através do uso de fulguração ao invés de dessecação.


Uma vez que a fulguração centelha para uma área maior de tecido, pode
ser obtida uma coagulação superficial com um ajuste mais baixo de
Fulguração ao invés de Dessecação.

Corte por centelhamento ao invés de dessecação tecidual.


O corte produz faíscas contínuas que cortam de forma limpa e
rapidamente quando eletrodos ativos são mantidos acima do tecido e em
movimento. Colocar o eletrodo ativo em contato com o tecido produz
uma dessecação que aumenta a resistência tecidual. Um ajuste de potência
mais alto pode ser necessário para superar essa resistência aumentada.

Uso de cirurgia bipolar.


A cirurgia bipolar requer potência menor porque a quantidade de tecido
incluído no circuito eletrocirúrgico se limita ao tecido que é captado pelo
instrumento bipolar.

5-4 Guia do usuário Force FX


Seleção do ajuste de potência

Ajustes típicos de potência

Durante a cirurgia
Utilize a seguinte lista de ajustes de potência típicos para vários
procedimentos cirúrgicos como orientação geral.

Cuidado
O gerador Force Force FX corta com eficiência em ajustes de potência mais
baixos que os modelos anteriores fornecidos pela Valleylab. Se o ajuste
adequado não for conhecido, defina o gerador em ajuste muito baixo e aumente
cuidadosamente até que seja obtido o efeito desejado.

Potência Procedimento cirúrgico

Baixa potência Dermatologia


<30 watts
Esterilização laparoscópica (tanto bipolar como monopolar)
Neurocirurgia (tanto bipolar como monopolar)
Cirurgia oral
Cirurgia plástica
Vasectomias

Potência média Cirurgia geral


Corte: 30–100 watts
Cirurgia de cabeça e pescoço (ENT)
Coagulação: 30–70 watts
Laparotomia
Cirurgia ortopédica (extensa)
Polipectomia
Cirurgia torácica (rotina)
Cirurgia vascular (extensa)

Alta potência Cirurgia oncológica ablativa, mastectomias, etc.


Corte: >100 watts (corte de 180 a 300
Coagulação: >70 watts watts; coagulação de 70 a 120
watts)
Toracotomia (fulguração pesada, de 70 a 120 watts)
Ressecções transuretrais
(corte de 100 a 170 watts; coagulação de 70 a 120 watts,
dependendo da espessura da alça de ressecção e da técnica)

G 5-5
Ativação do instrumento cirúrgico

Ativação do instrumento cirúrgico


Para ativar um instrumento de ativação por comutador manual, utilize os
controles no instrumento ou no pedal apropriado. Para ativar um
instrumento de ativação por comutador a pedal, você precisa utilizar um
comutador a pedal.
Para reduzir a possibilidade de queimaduras em outros locais, que pode
ser causada por fugas de corrente de RF, evite a ativação desnecessária e
prolongada do gerador.
Se for utilizada uma saída bipolar quando da aplicação de um eletrodo de
retorno, o circuito do eletrodo de retorno fica automaticamente desativado
para eliminar a possibilidade de dispersão da corrente.

Ativação autobipolar
A ativação autobipolar permite que o cirurgião pegue tecido entre as
pontas de uma pinça bipolar durante um período predeterminado de
tempo antes que o gerador seja automaticamente ativado. O gerador é
desativado quando a impedância do tecido alcança um determinado
nível.
No modo autobipolar, o gerador monitora continuamente a impedância
entre as pontas da pinça. A saída do gerador encontra-se ativada quando
esta impedância medida permanece abaixo de um valor predeterminado
para uma quantidade de tempo preestabelecida. O gerador emite potência
de saída até que a impedância medida alcance um limite definido pelo
usuário. Além disso, o gerador não emitirá potência de saída em
impedâncias abaixo de aproximadamente 20 ohms. Isto evita a ativação se
as pontas da pinça se tocarem.
Entre e saia do módulo autobipolar pressionando o botão Auto no painel
dianteiro. O dígito bipolar à extrema esquerda exibe ou um “A” ou um
“P”, em maiúsculas, conforme a descrição da próxima seção, para indicar
que o gerador encontra-se no modo autobipolar. Enquanto estiver no
modo autobipolar, apenas os modos Preciso e Padrão estão disponíveis. O
pressionamento do botão Macro em modo autobipolar colocará o gerador
novamente em modo bipolar normal. Além disso, o botão Auto fica
inativo quando o gerador encontra-se em modo macrobipolar.

5-6 Guia do usuário Force FX


Ativação do instrumento cirúrgico

Início automático versus pedal


Quando o gerador estiver ajustado para início por pedal (padrão da

Durante a cirurgia
fábrica), o mostrador Bipolar exibirá “PXX”, onde “XX” é o ajuste de
potência bipolar. A unidade será ativada quando a impedância captada
estiver entre o valor de ativação de 20 ohms e a impedância de desativação
especificada pelo usuário e quando o pedal for pisado. Uma vez ativada, a
unidade prosseguirá até que o limite de impedância de desativação seja
alcançado, independentemente do estado de ativação do pedal.
Quando o gerador estiver ajustado para início automático, o mostrador
Bipolar exibirá “AXX”, onde “XX” é o ajuste de potência bipolar. Neste
estado, tão logo o gerador capte uma impedância de entrada de ativação
válida, será iniciada a seqüência de ativação de RF.

Função de retardo autobipolar


Uma vez que o gerador detecte uma impedância de entrada de ativação
válida, ele inicializa uma seqüência de ativação bipolar. Se o tempo de
retardo de ativação for zero, a ativação de RF inicia imediatamente. Se o
tempo de retardo de ativação for maior que zero, a unidade exibirá o
retardo predefinido quando receber uma impedância de entrada de
ativação válida e, então, é iniciada uma “contagem regressiva” do retardo
em etapas de 0,5 segundo (0,0 não será exibido). No final do tempo de
retardo, o mostrador Bipolar reverte para o ajuste de potência atual e
começa a ativação de RF. Um tom de áudio curto (660 Hz nominal)
acompanha cada etapa na contagem regressiva. O usuário pode ajustar o
volume deste tom de modo idêntico ao dos tons de ativação descritos na
Seção 2, Controle de volume de tom de ativação.

Desativação autobipolar
A ativação de RF continuará até o gerador captar que foi alcançado o seu
limite de impedância superior. Nesse momento, a ativação de RF
interrompe-se automaticamente.

Alternação entre ativação autobipolar e monopolar


O usuário pode alternar entre ativação autobipolar e monopolar. Quando
o gerador estiver no modo autobipolar e ocioso, tanto as entradas de
ativação monopolar como autobipolar são válidas, e a unidade responde à
primeira entrada detectada. Uma vez iniciada a seqüência de ativação
autobipolar (durante a contagem regressiva ou ativação de RF), não é
processada nenhuma outra entrada de ativação até que tenha sido
concluída a seqüência de ativação.

Guia do usuário Force FX 5-7


Ativação do instrumento cirúrgico

Modo de configuração autobipolar


O modo autobipolar permite ao usuário configurar três parâmetros
autobipolares: entrada de ativação, tempo de retardo de ativação e nível
de impedância para desativação. O modo de configuração bipolar não
pode ser acessado durante a ativação do gerador.

Entrada no modo de configuração autobipolar


Quando o modo de configuração autobipolar estiver ativo, aparece no
mostrador Bipolar um número de etapas (formato de exibição “AbX”,
onde “X” é o número da etapa de configuração). Os botões Bipolares com
setas para cima (∆) e para baixo (∇) são utilizados para selecionar as
etapas de configuração.
Os valores associados com cada etapa de configuração aparecem no
mostrador de Coagulação. Utilize os botões de Coagulação com setas para
cima (∆) e para baixo (∇) para ajustar o valor exibido.
Para acessar o modo de configuração:
1. Verifique se o gerador encontra-se ligado.

2. Pressione e segure o botão Auto durante pelo menos dois segundos.


Os indicadores de modo do gerador (Preciso, Fulguração, etc.) não se
iluminarão durante a configuração autobipolar uma vez que não é
possível a ativação de RF.

Configuração da etapa um – fonte de ativação


Selecione ativação por comutador a pedal ou ativação automática, de
acordo com o procedimento a seguir. A fonte de ativação configurada em
fábrica será pedal (P). Selecione ativação por comutador a peral quando
estiver usando o modo autobipolar para procedimentos laparoscópicos.
1. Verifique se o mostrador Bipolar exibe o número de etapa de
configuração 1.
2. Para selecionar ativação por comutador a pedal, pressione o botão
Coagulação com seta de para cima (∆) ou para baixo (∇) até que
apareça no mostrador de Coagulação a letra “P”. Para selecionar
ativação automática, pressione os botões de Coagulação com seta para
cima (∆) ou para baixo (∇) até que a letra “A” apareça no mostrador
de Coagulação.
3. Pressione o botão Bipolar com seta para cima (∆) para avançar para o
próximo estágio de ajuste ou pressione o botão de Chamada para
salvar o ajuste e sair do módulo de configuração autobipolar ou
desligue o gerador para sair sem salvar.

5-8 Guia do usuário Force FX


Ativação do instrumento cirúrgico

Configuração da etapa dois – tempo de retardo da ativação


Ajuste o tempo de retardo desde o momento em que o gerador capta uma

Durante a cirurgia
carga válida entre os eletrodos bipolares até que ocorra a ativação de RF.
Ajustes disponíveis: 0 a 2,5 segundos em etapas de 0,5 segundo. O retardo
ajustado na fábrica é zero. O recurso de retardo apenas se aplica para
ativação automática. Durante a ativação por comutador a pedal, o recurso
de retardo é desabilitado.
1. Verifique se o mostrador Bipolar exibe o número de etapa de
configuração 2.
2. O valor de tempo de retardo ativo atual aparecerá na janela de
Coagulação (formato de exibição: X.X). Utilize os botões de
Coagulação com seta para cima (∆) e para baixo (∇) para ajustar o
tempo de retardo no valor desejado.
3. Pressione o botão Bipolar para cima (∆) para avançar para a próxima
etapa ou pressione o botão de Chamada para salvar o ajuste e sair do
modo de configuração autobipolar ou desligue o gerador para sair sem
salvar.

Configuração da etapa três – nível de impedância de desativação


Selecione o limite de impedância de desativação escolhendo um dos quatro
valores de impedância. Os níveis de desativação são 1500, 1800, 2000 e
2200 ohms. O nível de desativação configurado de fábrica é 1800 ohms.
1. Verifique se o mostrador Bipolar exibe o número de etapa de
configuração 2.
2. Aparece na janela de Coagulação o número de ajuste da impedância de
desativação ativo atualmente (1, 2, 3 ou 4) (formato de exibição: X).
Utilize os botões de Coagulação com seta para cima (∆) e para baixo (∇
) para ajustar a impedância de desativação no valor desejado. Os
números 1, 2, 3 e 4 correspondem a 1500, 1800, 2000 e 2200 ohms,
respectivamente.
3. Pressione o botão de Chamada para salvar os novos valores e sair do
modo de configuração ou desligue o gerador para sair sem salvar.

Saída do modo de configuração


Saia do modo de configuração autobipolar a qualquer momento. Para sair
e salvar os novos valores de configuração, pressione o botão de Chamada.
O gerador volta imediatamente aos ajustes de potência e modo
selecionados antes de entrar na configuração. Para sair sem salvar os
novos valores configuração, desligue o gerador. Os valores que estavam
em efeito antes de entrar no modo de configuração permanecerão ativos.

Cuidado
No modo autobipolar, o gerador é ativado automaticamente todas as vezes que
uma impedância (por exemplo, tecido) for captada como estando em contato com
as pontas da pinça. Deve-se tomar cuidado extremo ao utilizar este modo. As
pinças nunca devem ser colocadas sobre o paciente ou seguradas pelas pontas
em função da possibilidade de ativação. Sempre coloque a pinça no estojo
quando ela não estiver em uso.

Guia do usuário Force FX 5-9


Indicadores de ativação

Indicadores de ativação
Comutador manual Comutador a pedal Indicador de ativação

Bipolar Feche as pontas da pinça Aperte o pedal Soa o tom de ativação — o indicador
com firmeza Bipolar se ilumina em azul

Monopolar Aperte o botão Corte ou Aperte o botão Corte ou Soa o som de ativação — o indicador de
Coagulação Coagulação Corte se ilumina em amarela ou o
indicador de Coagulação ilumina-se em
ou
azul
Feche as pontas da pinça N/A
com firmeza

Caneta CUSA com Aperte o botão de Corte ou Aperte o botão Corte ou Soa o tom de ativação — o indicador de
Adaptador cônico Coagulação no adaptador Coagulação corte se ilumina em amarelo ou
CEM cônico CEM indicador de coagulação se ilumina em
azul — o indicador CEM no painel
dianteiro se ilumina em verde quando a
caneta está adequadamente conectada
ao paciente e ao gerador

Autobipolar Feche as pontas da pinça Feche as pontas da pinça Soa o tom de ativação — o indicador
com firmeza com firmeza — aperte o Bipolar se ilumina em azul
pedal

Ajuste do volume dos tons de ativação


Cuidado
Não abaixe o som de ativação para um nível inaudível. O tom de ativação alerta a
equipe cirúrgica quando um acessório encontra-se ativo.

Para mudar o volume dos tons de ativação:


Para aumentar o volume, gire o botão de volume no painel traseiro no
sentido horário.
Para reduzir o volume, gire o botão de volume no painel traseiro no sentido
anti-horário.
Não é possível silenciar os tons de ativação ou reajustar o volume do tom
do alarme.

5-10 Guia do usuário Force FX


Resposta a alarmes

Resposta a alarmes

Durante a cirurgia
Alarme REM
Um tom soa duas vezes e o indicador de Alarme REM pisca em vermelho.
O indicador permanece vermelho e a saída de RF é inativada até que a
condição de alarme seja corrigida. Quando você corrige uma condição de
alarme REM, a saída é habilitada e o indicador de alarme REM se ilumina
em verde.

Importante
Após uma finalização do autoteste o Situações de alarme
indicador de alarme REM pisca em
vermelho e um tom soa duas vezes. As seguintes condições podem gerar um alarme REM:
Não é necessária nenhuma ação • O eletrodo de retorno do paciente não se encontra conectado ao
corretiva.
gerador quando o gerador for ativado para cirurgia monopolar.
• O eletrodo de retorno não tem contato adequado com o paciente.
• A área de contato é reduzida devido ao movimento, perda de adesão,
acúmulo de líquidos ou gel de contato seco.
• O cabo do eletrodo de retorno está danificado, causando resistência
excessiva.
Para corrigir uma condição de alarme, consulte Correção de condição de
alarme REM na Seção 7.

Alarme de eletrodo de retorno de paciente não REM


Quando um eletrodo de retorno de paciente não REM for conectado e o
gerador detectar uma condição de falha no cabo, o indicador de alarme
REM ilumina-se em vermelho. Quando esta condição de alarme for
corrigida, o indicador desliga-se.

Alarme de sistema
Quando o gerador percebe uma condição de alarme de sistema, soa um
tom de alarme e o gerador é desativado. Pisca um número de alarme no
mostrador de Corte no painel dianteiro.
1. Desligue o gerador.

2. Ligue o gerador e verifique se o autoteste será concluído com sucesso.


Se o número do alarme reaparecer, anote o número e consulte Resposta
aos alarmes do sistema, na Seção 7.
Se não houver condições de corrigir a condição de alarme do sistema,
utilize um gerador de apoio para completar o procedimento cirúrgico.

Guia do usuário Force FX 5-11


SEÇÃO
6

Após a cirurgia
6

Esta seção abrange as seguintes informações:

• Preparo do gerador para reutilização


• Armazenamento do gerador

Preparo do gerador para reutilização


Cuidado
Não reutilize ou reesterilize acessórios com o rótulo “descartável” ou “para único
uso apenas”.

Etapa 1 – Desconecte os acessórios


A. Desligue o gerador.

B. Se for o caso, remova do paciente o eletrodo de retorno do paciente.


Desconecte todos os acessórios do painel dianteiro.
 Se o acessório for descartável (para único uso apenas), descarte-o
de acordo com os procedimentos da sua instituição.
 Se o acessório for reutilizável, limpe-o e reesterelize-o de acordo
com as instruções do fabricante.
C. Desconecte e guarde qualquer(quaisquer) comutador(es) a pedal que
tenha(m) sido utilizado(s).

Guia do usuário Force FX 6-1


Armazenamento do gerador

Etapa 2 – Limpe o gerador


Advertência
Risco de choque elétrico Sempre desligue e tire da tomada o gerador antes de
limpá-lo.

Aviso
Não limpe o gerador com limpador abrasivo ou compostos desinfetantes,
solventes ou outros materiais que possam arranhar os painéis ou danificar o
gerador.

A. Desligue o gerador e desconecte o cabo de alimentação da tomada de


parede.
B. Limpe cuidadosamente todas as superfícies do gerador e do cabo de
alimentação com uma solução de limpeza suave ou desinfetante e
pano úmido. Siga os procedimentos aprovados por sua instituição ou
utilize um procedimento de controle de infecção validado. Não
permita que fluidos penetrem no chassi. O gerador não pode ser
esterilizado.

Armazenamento do gerador
Se o gerador for guardado a uma temperatura fora do âmbito normal de
operação entre 10° e 40° C (de 50° a 104° F), permita que ele se estabilize
na temperatura da sala durante uma hora antes da utilização.
O gerador pode ser armazenado por tempo indeterminado. Entretanto, se
o mesmo for armazenado por mais de um ano, você deve executar
procedimentos específicos de verificação antes do uso (consulte o manual
de manutenção).

6-2 Guia do usuário Force FX


SEÇÃO
7

Correção de problemas
7

Esta seção abrange os seguintes procedimentos:

• Correção da condição de alarme REM


• Correção de defeitos de operação
• Resposta aos alarmes do sistema.

Orientações gerais para correção de problemas


Se o gerador apresentar mau funcionamento, verifique as condições
óbvias que podem ter causado o problema:
• Verifique o gerador com relação a sinais visíveis de danos físicos.
• Verifique se a gaveta de fusíveis está firmemente fechada.
• Verifique se os cabos estão conectados e ajustados adequadamente.
• Se um código de erro for exibido, desligue-o e torne a ligá-lo.
Se o mau funcionamento persistir, o gerador pode precisar de assistência
técnica. Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica
de sua instituição.

Guia do usuário Force FX 7-1


Correção da condição de alarme REM

Correção da condição de alarme REM


Para corrigir uma condição de alarme REM, siga estas etapas:
1. Verifique se o cabo do eletrodo de retorno encontra-se conectado
corretamente ao gerador.
2. Inspecione o plugue, o cabo e a conexão do cabo com o eletrodo de
retorno. Se houver evidência de desgaste em excesso, rachaduras,
rupturas ou outros sinais visíveis de dano, substitua o eletrodo e/ou o
cabo.
3. Verifique se o eletrodo de retorno está em contato com o paciente, de
acordo com as instruções contidas na embalagem para aplicação do
eletrodo de retorno.
4. Se o alarme REM persistir:

Se estiver utilizando um eletrodo de retorno de paciente REM, aplique


outro eletrodo REM. Consulte Aplicação de eletrodos de retorno do
paciente adicionais, abaixo.
ou
Se estiver utilizando um eletrodo de retorno de paciente sem o recurso
de segurança REM, aplique outro eletrodo de retorno e/ou utilize um
gerador de reserva para completar o procedimento cirúrgico.
Quando você corrige uma condição de alarme REM, o gerador é ativado e
o indicador de alarme REM muda, conforme a descrição a seguir.
• Se estiver utilizando um eletrodo de retorno de paciente REM, o
indicador ilumina-se em verde.
• Se você estiver utilizando um eletrodo de retorno do paciente sem o
recurso de segurança REM, a luz vermelha apaga-se.

Aplicação de eletrodos de retorno do paciente adicionais


Se estiver utilizando um eletrodo de retorno de paciente REM, siga este
procedimento para corrigir um alarme REM.
1. Inspecione o conector do eletrodo de retorno.

a. Desconecte o eletrodo de retorno do paciente do gerador.


b. Verifique se o pino no plugue encontra-se presente e não esteja
entortado. Cuidadosamente, reintroduza o plugue na tomada do
eletrodo de retorno do paciente. Certifique-se de que o pino entre
no orifício e de que o plugue esteja completamente introduzido.
Se o alarme persistir, prossiga para a próxima etapa.
2. Aplique uma pressão firme sobre toda a área da superfície do eletrodo
de retorno do paciente, particularmente o centro. Se o alarme persistir,
prossiga para a próxima etapa.

7-2 Guia do usuário Force FX


Correção da condição de alarme REM

3. Aplique um segundo eletrodo de retorno de paciente.

a. Desconecte o eletrodo de retorno do paciente do gerador. Não o


remova do paciente.
b. Aplique um segundo eletrodo REM em um local apropriado e
conecte-o na tomada de eletrodo de retorno do paciente no gerador.

Segundo eletrodo REM

Se o alarme parar, deixe o gerador ligado enquanto são colocados


os campos cirúrgicos para evitar desajustes no eletrodo de retorno.
Remova o eletrodo de retorno que não estiver sendo utilizado.
Se o alarme persistir, prossiga para a próxima etapa.
4. Aplique um terceiro eletrodo de retorno de paciente.

a. Desconecte o eletrodo de retorno do paciente do gerador. Não


remova qualquer eletrodo de retorno do paciente.
b. Aplique um terceiro eletrodo REM no paciente e conecte-o à
tomada para eletrodo de retorno do paciente. Selecione a próxima

Correção de problemas
área convexa, bem vascularizada próxima ao local cirúrgico.

Terceiro eletrodo REM

Se o alarme parar, deixe o gerador ligado enquanto são colocados


os campos cirúrgicos para evitar desajustes no eletrodo de retorno.
Remova os eletrodos de retorno que não estiverem sendo
utilizados.
Se o alarme persistir, prossiga para a próxima etapa.

Guia do usuário Force FX 7-3


Correção da condição de alarme REM

5. Desconecte o eletrodo de retorno do paciente do gerador.

Utilize um adaptador de retorno múltiplo Valleylab/cabo s (E0507-B)


para conectar dois eletrodos de retorno do paciente ao gerador.
a. Insira o adaptador na tomada do eletrodo de retorno do paciente.

Adaptador

b. Insira os plugues dos dois eletrodos de retorno do paciente no


adaptador. Selecione os dois eletrodos de retorno que estejam nas
áreas convexas mais vascularizadas e mais próximas ao local
cirúrgico.
Se o alarme parar, deixe o gerador ligado enquanto são colocados
os campos cirúrgicos para evitar desajustes nos eletrodos de
retorno. Remova o eletrodo de retorno que não estiver sendo
utilizado.
Se o alarme REM persistir, utilize um gerador de reserva e repita
estas etapas.

7-4 Guia do usuário Force FX


Correção de mau funcionamento

Correção de mau funcionamento


Se não houver uma solução prontamente aparente, utilize a tabela abaixo
para ajudar na identificação e correção de problemas de funcionamento.
Após a correção do mau funcionamento, verifique se o gerador completa o
autoteste conforme descrito na Seção 4.

Situação Causa possível Solução

Estimulação neuromuscular anormal Centelhamento de metal para metal. Verifique todas as conexões do gerador,
(interrompa a cirurgia eletrodo de retorno do paciente e eletrodos
imediatamente). ativos.

Pode ocorrer durante o modo de Utilize um ajuste de potência mais baixo


coagulação para o modo de Fulguração ou Vaporização
e selecione o modo de Dessecação.

Correntes de fuga anormais de 50-60 Hz. Consulte seu Departamento de Engenharia


Biomédica ou entre em contato com um
Representante Valleylab para obter
assistência técnica.

O gerador não responde quando Cabo desconectado ou tomada de parede Verifique as conexões do cabo de
ligado. com defeito alimentação (gerador e tomada de parede)
Conecte o cabo de alimentação a uma
tomada em bom estado de funcionamento.

Cabo de alimentação com defeito Substitua o cabo de alimentação

A gaveta de fusíveis encontra-se aberta ou Feche a gaveta de fusíveis. Substitua o(s)

Correção de problemas
os fusíveis estão queimados. fusível(eis) queimado(s). Consulte o
Manual de manutenção do gerador
eletrocirúrgico Force FX

Mau funcionamento de componente interno Utilize um gerador de reserva. Consulte seu


Departamento de Engenharia Biomédica ou
entre em contato com um Representante
Valleylab para obter assistência técnica.

O gerador está ligado, mas não Mau funcionamento do software. Desligue o gerador e torne a ligá-lo.
conclui o autoteste.
Mau funcionamento de componente interno Utilize um gerador de reserva. Consulte seu
Departamento de Engenharia Biomédica ou
entre em contato com um Representante
Valleylab para obter assistência técnica.

Guia do usuário Force FX 7-5


Correção de mau funcionamento

Situação Causa possível Solução

O gerador está ligado, o acessório Mau funcionamento do comutador a pedal Desligue o gerador. Verifique e corrija todas
ativado, mas o gerador não fornece ou manual. as conexões dos acessórios.
saída.
Ligue o gerador. Substitua o acessório se o
mesmo continuar a apresentar mau
funcionamento.

O comutador a pedal conectado na tomada Conecte o comutador a pedal na tomada


para Comutador a pedal Monopolar 1 está para Comutador a pedal Monopolar 2.
sendo utilizado para instrumento cirúrgico
ou
conectado na tomada Monopolar 2.
Conecte o instrumento na tomada
Monopolar 1/CEM.

O comutador a pedal conectado na tomada Conecte o comutador a pedal na tomada


para Comutador a pedal Monopolar 2 está para Comutador a pedal Monopolar 1.
sendo utilizado para um instrumento
ou
conectado na tomada Monopolar 1/CEM.
Conecte o instrumento na tomada
Monopolar 2.

O ajuste de potência está excessivamente Aumente o ajuste de potência. Consulte


baixo. Alteração do ajuste de potência na Seção 5.

Ocorrência de condição de alarme Verifique o número no mostrador de Corte.


Anote o número e consulte Resposta a
alarmes do sistema, adiante nesta seção.
Em caso de alarme REM, consulte Correção
de condição de alarme REM, anteriormente
nesta seção.

Mau funcionamento de componente interno Utilize um gerador de reserva. Entre em


contato com seu Departamento de
Engenharia Biomédica ou com um
Representante Valleylab para obter
assistência técnica.

Se estiver no modo autobipolar, a Coloque uma quantia menor de tecido entre


impedância captada pode ser muito alta a pinça.
para ativar o gerador.

7-6 Guia do usuário Force FX


Correção de mau funcionamento

Situação Causa possível Solução

Interferência contínua do monitor. Conexões de chassis para terra com defeito 1. Verifique e corrija as conexões do
chassis para a terra para o monitor e
para o gerador.
2. Verifique outros equipamentos elétricos
na sala para identificar aterramentos
com defeitos.

O equipamento elétrico está aterrado a Ligue todos os equipamentos elétricos da


diferentes objetos ao invés de aterramento linha de alimentação no mesmo local. Entre
único. O gerador poderá responder às em contato com seu Departamento de
diferenças de voltagem resultantes entre Engenharia Biomédica ou com um
objetos aterrados. Representante Valleylab para obter
assistência técnica.

Monitor com problemas de funcionamento. Substitua o monitor.

Interferência com outros Centelhamento de metal para metal Verifique todas as conexões do gerador,
dispositivos apenas quando o eletrodo de retorno do paciente e eletrodos
gerador encontra-se ativado. ativos.

Ajustes altos utilizados para fulguração Utilize ajustes de energia mais baixos para
fulguração ou selecione o modo de
Dessecação.

Fios de aterramento inconsistentes na sala Certifique-se todos os cabos de


de cirurgia aterramento estejam os mais curtos
possíveis e que estejam direcionados para o
mesmo metal aterrado.

Correção de problemas
Se a interferência continuar quando o Solicite ao seu Departamento de Engenharia
gerador for ativado, o monitor está Biomédica que verifique com o fabricante
respondendo às freqüências irradiadas. do monitor.
Alguns fabricantes oferecem filtros difusos
de RF para uso nos fios do monitor. Os
filtros reduzem a interferência quando o
gerador é ativado e minimizam o risco de
uma queimadura eletrocirúrgica no local do
eletrodo do monitor.

Guia do usuário Force FX 7-7


Correção de mau funcionamento

Situação Causa possível Solução

Interferência de marca-passo. Conexões intermitentes ou centelhamento Verifique as conexões ativas e do eletrodo


de metal para metal. de retorno do paciente.
Poderá ser necessário reprogramar o
marca-passo.

A corrente que passa do eletrodo ativo para 1. Utilize instrumentos bipolares, se


o eletrodo de retorno durante uma possível.
eletrocirurgia monopolar está passando
2. Se for possível utilize instrumento
perto demais do marca-passo.
monopolar, coloque o eletrodo de
retorno do paciente tão próximo quanto
possível ao local do eletrodo. Assegure-
se de que o caminho da corrente, a
partir do eletrodo de retorno do
paciente, não passa pelas proximidades
do coração ou do local de implantação
do marca-passo.
3. Sempre monitore pacientes com
marca-passo durante uma cirurgia e
mantenha um desfibrilador à
disposição.
4. Consulte o fabricante do marca-passo
ou o Departamento de Cardiologia do
hospital para obter mais informações
quando for planejado o uso de
aparelhos eletrocirúrgicos em pacientes
portadores de marca-passos cardíacos.

Ativação de desfibrilador O DCI é ativado pelo gerador Interrompa o procedimento e entre em


carvioversor implantável (DCI). eletrocirúrgico. contato com o fabricante do DCI para obter
instruções.

Ativação/desativação autobipolar em O cabo inserido na tomada Ativa Bipolar Assegure-se de que esteja inserido um cabo
níveis incorretos de impedância de não é um cabo bipolar. bipolar na tomada Ativa Bipolar.
tecido.
O gerador não está calibrado. 1. Providencie para que o gerador seja
recalibrado por assistência técnica
qualificada.
2. Se os estágios acima não resolverem o
problema, entre em contato com o
Centro de Manutenção da Valleylab da
Valleylab.

7-8 Guia do usuário Force FX


Resposta aos alarmes do sistema

Resposta aos alarmes do sistema


Na ocorrência de condição de alarme, soa um tom de alarme e pisca um
número no mostrador de Corte. O gerador é desabilitado até que
desapareça a condição de alarme.
A maioria dos sistemas de alarme pede alguma ação de sua parte para
corrigir a condição, entretanto, alguns são corrigidos automaticamente.
Use a tabela abaixo para identificar a forma de correção de uma condição
de alarme.
Após corrigir a condição de alarme, verifique se o gerador completa o
autoteste, conforme descrito na Seção 4.

Número Descrição Ação recomendada

0–7 Mau funcionamento do microcontrolador Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.

10 Mau funcionamento do software Desligue o gerador e torne a ligá-lo. Se o número de alarme


reaparecer, anote o número e entre em contato com o Centro de
Manutenção da Valleylab.

11 Mau funcionamento do microcontrolador Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.

12 Mau funcionamento do software Desligue o gerador e torne a ligá-lo. Se o número de alarme


reaparecer, anote o número e entre em contato com o Centro de
Manutenção da Valleylab.

13–14 Mau funcionamento do microcontrolador Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.
de diagnóstico

Correção de problemas
15 Mau funcionamento de componente Entre em contato com Centro de Manutenção da Valleylab.
interno

16 Mau funcionamento do microcontrolador Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.


de diagnóstico

17–18 Mau funcionamento de componente Não tente usar o gerador. Anote o número e entre em contato com
interno o Centro de Manutenção Valleylab.

19–21 Mau funcionamento de componente Desligue o gerador e torne a ligá-lo. Se o número de alarme
interno reaparecer, anote o número e entre em contato com o Centro de
30–32
Manutenção da Valleylab.
40 Mau funcionamento do software
50–53
59
60–66
67
Diagnósticos internos.

68 Mau funcionamento do microcontrolador Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.

69–71 Mau funcionamento do software Desligue o gerador e torne a ligá-lo. Se o número de alarme
reaparecer, anote o número e entre em contato com o Centro de
80
Manutenção da Valleylab.

Guia do usuário Force FX 7-9


Resposta aos alarmes do sistema

Número Descrição Ação recomendada

81 Mau funcionamento de componente Não tente usar o gerador. Anote o número e entre em contato com
interno o Centro de Manutenção Valleylab.

90 Mau funcionamento do microcontrolador Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.


95

100–105 Mau funcionamento do software Desligue o gerador e torne a ligá-lo. Se o número de alarme
110–119 reaparecer, anote o número e entre em contato com o Centro de
Manutenção da Valleylab.

120 Mau funcionamento da calibração Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.

121 Mau funcionamento do software Desligue o gerador e torne a ligá-lo. Se o número de alarme
reaparecer, anote o número e entre em contato com o Centro de
Manutenção da Valleylab.

122 Mau funcionamento da calibração Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.
123–126 Mau funcionamento do microcontrolador

130–138 Mau funcionamento do software Desligue o gerador e torne a ligá-lo. Se o número de alarme
140 reaparecer, anote o número e entre em contato com o Centro de
Manutenção da Valleylab.

141 Mau funcionamento do microcontrolador Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.
142

143 Mau funcionamento do software Desligue o gerador e torne a ligá-lo. Se o número de alarme
reaparecer, anote o número e entre em contato com o Centro de
Manutenção da Valleylab.

144 Mau funcionamento da calibração Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.

150 Mau funcionamento do software Desligue o gerador e torne a ligá-lo. Se o número de alarme
reaparecer, anote o número e entre em contato com o Centro de
Manutenção da Valleylab.

151 Mau funcionamento do microcontrolador Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.

152 Mau funcionamento do software Desligue o gerador e torne a ligá-lo. Se o número de alarme
reaparecer, anote o número e entre em contato com o Centro de
Manutenção da Valleylab.

154 Mau funcionamento do microcontrolador Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.

156–157 Mau funcionamento do software Desligue o gerador e torne a ligá-lo. Se o número de alarme
reaparecer, anote o número e entre em contato com o Centro de
Manutenção da Valleylab.

158–159 Diagnósticos internos Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.

160 Mau funcionamento de componente Não tente usar o gerador. Anote o número e entre em contato com
interno o Centro de Manutenção Valleylab.

7-10 Guia do usuário Force FX


Resposta aos alarmes do sistema

Número Descrição Ação recomendada

161–169 Erro de dosagem Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.


170–173 Mau funcionamento do microcontrolador

174 Mau funcionamento do software Desligue o gerador e torne a ligá-lo. Se o número de alarme
reaparecer, anote o número e entre em contato com o Centro de
Manutenção da Valleylab.

180–185 Diagnósticos internos Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.

189 Mau funcionamento do software Desligue o gerador e torne a ligá-lo. Se o número de alarme
reaparecer, anote o número e entre em contato com o Centro de
Manutenção da Valleylab.

190 O(s) botão(ões) de modo Bipolar com seta 1. Desligue o gerador e torne a ligá-lo. Não acione botões ou
para cima, Bipolar com seta para baixo, dispositivos de acionamento de acessórios durante o
Auto e/ou Bipolar (Preciso, Padrão, autoteste. Se o número de alarme reaparecer, anote o número
Macro) pode(m) estar emperrado(s). e entre em contato com o Centro de Manutenção da Valleylab.
2. Se o número do alarme reaparecer, desconecte todos os
191 O(s) botão(ões) de modo de Corte com
acessórios. Em seguida, desligue e torne a ligar o gerador. Se
seta para cima, Corte com seta para baixo
o número de alarme reaparecer, anote o número e entre em
e/ou botão Corte (Baixo, Puro,
contato com o Centro de Manutenção da Valleylab.
Combinado) pode(m) estar emperrado(s).

192 O(s) botão(ões) de modo de Coagulação


com seta para cima, Coagulação com seta
para baixo e/ou botão Coagulação
(Dessecação, Fulguração, Vaporização)
pode(m) estar emperrado(s).

Correção de problemas
193 O botão de Chamada pode estar
emperrado.

194 O comutador a pedal ou manual


Monopolar 1 pode estar emperrado.

195 O comutador a pedal ou manual


Monopolar 1 pode estar emperrado.

196 O comutador a pedal ou manual


Monopolar 2 pode estar emperrado.

197 O comutador a pedal ou manual


Monopolar 2 pode estar emperrado.

198 O comutador a pedal ou manual Bipolar


pode estar emperrado.

199–203 Mau funcionamento da função de Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.
diagnóstico interno ou do
microcontrolador.

Guia do usuário Force FX 7-11


Resposta aos alarmes do sistema

Número Descrição Ação recomendada

206–207 Mau funcionamento do software Desligue o gerador e torne a ligá-lo. Se o número de alarme
reaparecer, anote o número e entre em contato com o Centro de
Manutenção da Valleylab.

208–209 Mau funcionamento do microcontrolador Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.

210–211 Mau funcionamento do software Desligue o gerador e torne a ligá-lo. Se o número de alarme
reaparecer, anote o número e entre em contato com o Centro de
Manutenção da Valleylab.

212–213 Diagnósticos internos Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.


215–217
220–226 Mau funcionamento da função de
diagnóstico interno ou do
microcontrolador

230–231 Mau funcionamento do software Desligue o gerador e torne a ligá-lo. Se o número de alarme
reaparecer, anote o número e entre em contato com o Centro de
Manutenção da Valleylab.

232 Mau funcionamento do microcontrolador Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.

240–242 Mau funcionamento do software Desligue o gerador e torne a ligá-lo. Se o número de alarme
244–245 reaparecer, anote o número e entre em contato com o Centro de
Manutenção da Valleylab.

246–247 Mau funcionamento do microcontrolador Entre em contato com o Departamento de Engenharia Biomédica.
260 Diagnósticos internos

261–262 Mau funcionamento do software Desligue o gerador e torne a ligá-lo. Se o número de alarme
270–271 reaparecer, anote o número e entre em contato com o Centro de
Manutenção da Valleylab.

451 O limite de temperatura interna foi Verifique se o local do gerador permite um resfriamento
ultrapassado devido à duração do tempo adequado.
de ativação.
Use os ajustes de potência nos níveis mais baixos possíveis para
atingir o efeito desejado. Limite o tempo de ativação, se possível.

7-12 Guia do usuário Force FX


SEÇÃO
8

Manutenção e consertos
8

Consulte esta seção para obter as seguintes informações:

• Responsabilidade do fabricante
• Manutenção de rotina
• Devolução do gerador para manutenção
• Centros de Assistência Técnica.

Responsabilidade do fabricante
A Valleylab é responsável pela segurança, confiabilidade e desempenho
do gerador, apenas sob as seguintes condições:
• O usuário seguiu os procedimentos de instalação e configuração
descritos neste manual.
• Pessoas autorizadas pela Valleylab executaram operações de
montagem, reajustes, modificações ou consertos.
• A instalação elétrica da sala relevante encontra-se em conformidade
com os códigos locais e requisitos reguladores, tais como IEC e BSI.
• O uso do equipamento está de acordo com as instruções da Valleylab
para utilização.
Para obter informações sobre a garantia, consulte a Garantia, no final deste
guia.

Guia do usuário Force FX 8-1


Manutenção de rotina

Manutenção de rotina
Aviso
Consulte o manual de manutenção do gerador para obter recomendações de
manutenção e de função, bem como procedimentos de verificação da energia de
saída.

Quando o gerador precisa ser inspecionado ou consertado?


A Valleylab recomenda que o gerador seja inspecionado por pessoal de
assistência técnica qualificado pelo menos duas vezes ao ano. Essa
inspeção deverá incluir a verificação da calibragem do gerador.

Quando o cabo de alimentação deve ser inspecionado ou substituído?


Verifique o cabo de alimentação cada vez que utilizar o gerador ou em
intervalos recomendados pela sua instituição. Substitua o cabo se
encontrar fios expostos, rachaduras, pontas desfiadas ou conector
danificado.

Quando os fusíveis precisam ser substituídos?


Problemas de funcionamento de componente interno podem danificar os
fusíveis. Poderá ser necessário substituir os fusíveis se o gerador falhar no
processo do autoteste ou se o gerador parar de funcionar, mesmo que
esteja sendo alimentado a partir de uma tomada de parede. Consulte o
manual de manutenção para obter instruções.

Devolução do gerador para Assistência Técnica


Antes de devolver o gerador, ligue para seu representante Valleylab para
obter ajuda. Se você for orientado para enviar o gerador à Valleylab,
obtenha primeiro um número de autorização para devolução. Em seguida
limpe o gerador e mande-o para a Valleylab para conserto.

Etapa 1 – Obtenha um número de autorização de devolução


Entre em contato com o Centro de Serviços ao Consumidor da sua área
para obter um número de autorização de devolução. Tenha as seguintes
informações em mãos quando telefonar:
• Nome do hospital/clínica/número do cliente
• Número de telefone
• Departamento/endereço, cidade, estado e código de endereçamento
postal
• Número do modelo
• Número de série
• Descrição do problema
• Tipo de conserto a ser realizado.

8-2 Guia do usuário Force FX


Devolução do gerador para Assistência Técnica

Etapa 2 – Limpe o gerador


Advertência
Risco de choque elétrico Sempre desligue e tire da tomada o gerador antes de
limpá-lo.

Aviso
Não limpe o gerador com limpador abrasivo ou compostos desinfetantes,
solventes ou outros materiais que possam arranhar os painéis ou danificar o
gerador.

A. Desligue o gerador e desconecte o cabo de alimentação da tomada de


parede.
B. Limpe cuidadosamente todas as superfícies do gerador e do cabo de
alimentação com uma solução de limpeza suave ou desinfetante e
pano úmido. Siga os procedimentos aprovados por sua instituição ou
utilize um procedimento de controle de infecção validado. Não
permita que fluidos penetrem no chassi. O gerador não pode ser
esterilizado.

Etapa 3 – Envie o gerador


A. Prenda uma etiqueta no gerador que inclua o número de autorização
para devolução e as informações (hospital, número de telefone, etc.)
listadas na Etapa 1 - Obtenha um número de autorização para devolução.
B. Certifique-se de que o gerador esteja completamente seco antes de
empacotá-lo para remessa. Embale-o em seu contêiner de remessa
original, se estiver disponível.
C. Envie o gerador, com postagem paga, ao Centro de Assistência Técnica
Valleylab.

Manutenção e consertos

Guia do usuário Force FX 8-3


Centros de Assistência Técnica

Centros de Assistência Técnica


Valleylab Tyco Healthcare Belgium B.V.
Boulder, Colorado, 80301-3299 Generaal De Wittelaan 9/5
EUA B-2800 Mechelen
Fone: 303-530-2300 BÉLGICA
Ligação gratuita: 800-255-8522 Fone: 32-15-298111
Fax: 32-15-217987
Tyco Healthcare Nederland B.V.
Technical Service Center Tyco Healthcare Austria GmbH
De Beverspijken 37 Jochen Rindt Str. 37
5221 EE ’s-Hertogenbosch A-1230 Viena
HOLANDA ÁUSTRIA
Fone: 073-6312412 Fone: 43-1-610-3441
Fax: 073-6314540 Fax: 43-1-615-3808
Auto Suture France S.A. Tyco Healthcare Norden AB (Dinamarca,
2, rue Denis Diderot Finlândia, Islândia, Noruega, Suécia)
La Clef de Saint Pierre Årstaängsvägen 11 B, II
78990 Elancourt, FRANÇA SE-117 43 Estocolmo
Fone: 33 (0)1 30 79 80 40 SUÉCIA
Fax: 33 (0)1 30 79 85 73 Fone: +46 8 585 605 00
Fax +46 8 585 605 06
Tyco Healthcare Deutschland
Tempelsweg 26 Tyco Healthcare PTY Ltd
47918 Tonisvorst, ALEMANHA Service & Technical Support
Fone: 49 (0)2151 7096 92 59 - 69 Halstead Street
Fax: 49 (0)2151 7096 67 Hurstville NSW 2220
AUSTRÁLIA
Para o Reino Unido, Europa,
Fone: 61 2 9579 6066
Oriente Médio e África:
Ligação gratuita: 1800 350 702
Tyco Healthcare UK Limited
Fax: 61 2 9585 1908
Valleylab Service Centre
Unit 1a Tyco Healthcare Japan
Corinium Industrial Estate Departamento de Assuntos Reguladores
Raans Road Seção de Apoio Técnico
Amersham Centro de Apoio ao Consumidor
Bucks. HP6 6YJ 1-2-20 Heiwajima Ota-ku Tokyo-to JAPÃO
REINO UNIDO Ligação gratuita: 0120-073-008
Fone: 44 (0)1494 789200 Fone: 03-3764-0733
FAX: 44 (0)1494 789239 Fax: 03-3764-0744
Tyco Healthcare Italia SpA Auto Suture Company Canada
Via Gaetano Crespi, 12 4490 Garand Street
20134 Milão, ITÁLIA Ville St. Laurent
Fone: 39 02 212181 Quebec, CANADÁ H4R 2A2
Fax: 39 02 2640059 Fone: 514-334 -7602
Fax: 514-331-5983
Tyco Healthcare Spain S.L.
C/Fructuos Gelabert, 6 – 8 planta 8a,
08970 – Saint Joan DESPI
Barcelona
ESPANHA
Fone: 34-93-680-3370
Fax: 34-93-680-2457

8-4 Guia do usuário Force FX


APÊNDICE A

Especificações técnicas
A

Todas as especificações são nominais e sujeitas à mudança sem aviso.


Uma especificação referida como “típica” está dentro de ± 20% de um valor
estabelecido à temperatura ambiente (25° C / 77° F) e uma tensão nominal
de potência de entrada.

Características de desempenho

Geral

Configuração de saída saída isolada

Resfriamento Convecção natural: aberturas de ventilação


laterais e traseira: ventilador.

Mostrador Nove mostradores digitais de sete segmentos:


1,9 cm cada

Montagem Carrinho de montagem universal (UC8009),


console do Sistema CUSA 200 (com uso dos
suportes de montagem opcionais do Sistema
CUSA 200) ou CUSA EXcel, uma unidade
GSUForce , uma unidade de argônio Force ou
qualquer superfície plana estável.

Guia do usuário Force FX A-1


Características de desempenho

Dimensões e peso

Largura 35,6 cm

Profundidade 43,2 cm

Altura 11,1 cm

Peso <8,3 kg

Parâmetros de operação

Faixa de temperatura 10° a 40° C


ambiente

Umidade relativa 30 a 75%, sem condensação

Pressão atmosférica 700 a 1.060 milibares

Tempo de aquecimento Se transportado ou armazenado em


temperaturas fora da faixa de temperatura de
operação, espere uma hora para que o gerador
alcance a temperatura ambiente antes de
utilizá-lo.

Transporte e armazenamento

Faixa de temperatura -40° a 70° C


ambiente

Umidade relativa 10% a 100%, condensação

Pressão atmosférica 500 a 1.060 milibares

Duração do Se for armazenado por mais de um ano, a


armazenamento bateria terá que ser substituída e deverá ser
efetuada uma verificação completa, incluindo
calibragem, antes do uso. Para obter instruções,
consulte o Manual de manutenção do gerador
eletrocirúrgico Force FX.

Ciclo de trabalho
Sob os ajustes de potência máximos e condições de carga nominal (Corte
puro, ajuste de 300 watts, carga de 300 ohms) o gerador é adequado para
tempos de ativação de 10 segundos ligado, 30 segundos desligado,
durante uma hora.
Se a temperatura interna do gerador estiver muito alta, soa um som de
alarme e pisca um número (451) no mostrador de Corte em alternância
com os ajustes de potência. É possível ativar o gerador e mudar os ajustes
de potência durante a ocorrência desta condição.

A-2 Guia do usuário Force FX


Características de desempenho

Memória interna

Especificações técnicas
RAM não volátil, apoiada Tipo de bateria: Pilha de lítio de 3V
por bateria
Duração da bateria: 5 anos

Capacidade de • Uma configuração, incluindo três ajustes de


armazenamento potência e três ajustes de modo
• Os últimos 20 códigos de erros detectados
pelo gerador
• O número de vezes e tempo de ativação de
cada modo
• Ajuste de potência médio utilizado para
cada modo
• Tempo total de gerador ligado
• Outras informações relacionadas à
manutenção

Volume de áudio
Os níveis de áudio declarados abaixo são para os tons de ativação (bipolar,
corte e coagulação) e tons de alarme (alarmes REM e do sistema) a uma
distância de um metro. Os sons de alarme satisfazem as exigências de IEC
60601-2-2.

Tom de ativação
Volume (ajustável) 45 a ≥ 65 dB

Freqüência Bipolar: 940 Hz


Corte: 660 Hz
Coagulação: 940 Hz

Duração contínua enquanto o gerador estiver ativado

Tom de alarme
Volume (não-ajustável) ≥ 65 dB

Freqüência 660 Hz

Duração 250 a 500 ms

Guia do usuário Force FX A-3


Características de desempenho

Monitor de qualidade de contato REM


A corrente REM é medida de acordo com IEC 60601-1, Ed. 1988, Figura 15.

Medição da freqüência 80 kHz ± 10 kHz

Medição da corrente < 10 µA

Faixa aceitável de resistência


As medições de resistência REM são de ± 10% durante a ativação de RF e
de ± 5% quando a saída de RF não estiver ativada.
Retorno de eletrodo do paciente REM: 5 a 135 ohms ou até 40% de
aumento sobre a resistência de contato medida inicialmente (o que for
menor)
O eletrodo de retorno do paciente sem o recurso de segurança REM
(eletrodo de seção simples): 0 a 20 ohms
Se a resistência medida estiver fora da(s) faixa(s) aceitável(eis)
mencionada(s) anteriormente, ocorre uma condição REM.

Ativação do alarme REM


Eletrodo de retorno do paciente REM: quando a resistência medida excede a
faixa padrão de resistência segura (abaixo de 5 ohms ou acima de
135 ohms) ou quando a resistência de contato medida inicialmente
aumenta em 40% (o que for menor), o indicador de Alarme REM pisca em
vermelho, soa um tom duas vezes e a saída de RF é desabilitada. O
indicador permanece iluminado em vermelho até que seja corrigida a
condição que estiver provocando o alarme. Após, o indicador ilumina-se
em verde e a saída RF é ativada.
Eletrodo de retorno do paciente sem o recurso de segurança REM:quando a
resistência medida entre os pinos do eletrodo de retorno do paciente
exceder 20 ohms, o indicador de Alarme REM pisca em vermelho, soa um
tom duas vezes e a saída de RF é desabilitada. O indicador permanece
iluminado em vermelho até que seja corrigida a condição que estiver
provocando o alarme. Após, o indicador ilumina-se em verde e a saída RF
é ativada

Porta serial
Compatível com RS-232; 9600 baud, 8 bits de dados, 1 bit de parada, sem
paridade

um conector de 9 pinos • pino 2 – transmissão isolada


suporta os seguintes (linha de transmissão de saída de dados
sinais serial)
• pino 3 – recepção isolada
(linha de transmissão de entrada de dados
serial)
• pino 5 – aterramento isolado
(referência para transmissão e recepção)

A-4 Guia do usuário Force FX


Características de desempenho

Porta de ativação de RF

Especificações técnicas
A porta de ativação é uma subminiatura de tomada telefônica agregada
aos contatos de um pequeno relé. Os contatos estão fechados quando a
saída é energizada e abertos em todas os outros momentos. Esta porta
fornece os meios para comunicar a outros equipamentos que está sendo
gerada uma corrente de RF. Isto pode ser útil ao se fazer medições de EEG
ou de ECG.

Porta de expansão
Conector de 15 pinos; • pino 2 – transmissão isolada
suporta os seguinte sinais (linha de transmissão de saída de dados
serial)
• pino 3 – recepção isolada
(linha de transmissão de entrada de dados
serial)
• pino 5 – aterramento isolado
(referência para transmissão e recepção)
• pino 9 – desabilita RF: sinal de entrada que,
quando ativado por um dispositivo externo,
desabilita a saída de RF ativa
• pino 10 – corrente de RF: sinal de saída
proporcional à corrente de RF ativa
• pino 11 – voltagem de RF: sinal de saída
proporcional à voltagem de RF ativa

Potência de expansão (a + 5 V (pino 6), -12 V (pino 14), +12 V (pino 15) e
partir da alimentação de terra (pinos 12 e 13)
baixa voltagem)

Corrente de fuga de baixa freqüência (50-60 Hz)

Corrente da fonte do < 300 µA


gabinete, terra aberto

Corrente da fonte, fios do Polaridade normal, terra intacto: < 10 µA


paciente, todas as saídas
Polaridade normal, terra aberto: < 50 µA
Polaridade normal, terra aberto: < 50 µA

Corrente de dispersão em < 20 µA


linha alta, todas as
entradas

Guia do usuário Force FX A-5


Características de desempenho

Corrente de fuga de alta freqüência (RF)

Corrente de dispersão de < 60 mA rms


RF bipolar

Corrente de fuga de RF < 150 mA rms


monopolar (tolerância
adicional)

Modos de saída CEM < 150 mA a ≤ 50 W

Potência de entrada

100-120 Volts 220-240 Volts

VA máximo na voltagem nominal de linha: VA máximo na voltagem nominal de linha:


Inativo: 52 VA Inativo: 52 VA
Bipolar: 450 VA Bipolar: 450 VA
Corte: 924 VA Corte: 924 VA
Coagulação: 530 VA Coagulação: 530 VA

Voltagem de alimentação de entrada, faixa Voltagem de alimentação de entrada, faixa


de regulagem completa 90-132 Vac de regulagem completa 208-264 Vac

Voltagem de alimentação de entrada, faixa Voltagem de alimentação de entrada, faixa


de operação: 85-132 Vac de operação: 170-264 Vac

Corrente de alimentação (máxima) Corrente de alimentação (máxima)


Inativo: 0,4 A Inativo: 0,2 A
Bipolar: 2,0 A Bipolar: 1,0 A
Corte: 7,0 A Corte: 3,5 A
Coagulação: 4,0 A Coagulação: 2,0 A

Faixa de freqüência da linha da rede Faixa de freqüência da linha da rede


(nominal): 50 a 60 Hz (nominal): 50 a 60 Hz

Fusíveis (2): F8 A Fusíveis (2): T4 A

Cabo de alimentação conector de grau Cabo de alimentação conector de 3 pinos


hospitalar de 3 pinos aprovado localmente

A-6 Guia do usuário Force FX


Padrões e classificações IEC

Padrões e classificações IEC

Especificações técnicas
ATENÇÃO
Consulte os documentos que acompanham.

A saída do gerador é flutuante (isolada) em relação ao terra.


F

PERIGO
Risco de explosão se utilizado com anestésicos inflamáveis.

Para reduzir o risco de choque elétrico, não retire a tampa.


Deixe o atendimento técnico a cargo de pessoal qualificado de
Caution assistência técnica.

Equipamento Classe I (IEC 60601-1)


Peças condutoras acessíveis não podem se energizar no evento de uma
falha básica de isolamento por causa da forma em que estão conectadas ao
condutor terra de proteção.

Equipamento tipo CF (IEC 60601-1)/À prova de desfibrilador


O gerador Force FX fornece um alto grau de proteção
contra choque elétrico, particularmente em relação a fugas de
corrente permitidas. Tipo de saída CF isolada (flutuante) e pode
ser utilizada para procedimentos que envolvam o coração.
O terminal de eletrodo de retorno do paciente do gerador
Force FX é protegido contra descarga de desfibrilador de
acordo com os regulamentos do ANSI / AAMI HF18 e IEC
60601-2-2.

Guia do usuário Force FX A-7


Padrões e classificações IEC

À prova de respingo (IEC 60601-2-2)


O gabinete do gerador é construído de modo que um derramamento de
líquido durante o uso normal não molhe o isolamento elétrico ou outros
componentes que, quando molhados, tendem a afetar de maneira adversa
a segurança do gerador.

Interferência eletromagnética
Quando colocado sobre ou em baixo de um gerador eletrocirúrgico
Valleylab ativado, o gerador Force FX funciona sem interferência. O
gerador minimiza a interferência eletromagnética para equipamento de
vídeo utilizado na sala de cirurgia.

Compatibilidade eletromagnética (IEC 60601-1-2 e IEC 60601-2-2)


O gerador Force FX satisfaz as especificações apropriadas de IEC
60601-1-2 e IEC 60601-2-2 em relação à compatibilidade eletromagnética.

Voltagens transitórias (transferência de alimentação do gerador


de emergência)
O gerador Force FX opera de maneira segura quando é feita
transferência entre a alimentação CA e uma fonte de voltagem de gerador
de emergência.

A-8 Guia do usuário Force FX


Características de saída

Características de saída

Especificações técnicas
Saída máxima para os modos bipolar e monopolar
As leituras de potência concordam com a potência real em carga nominal
na faixa de 15% ou 5 watts, aquela que for maior.

Voltagem de pico Voltagem de


de circuito Aberto circuito aberto Carga nominal
Modo (máx.) P-P (máx.) (máx.) Potência (máx.) Fator de pico1

Bipolar
Preciso 230 V 450 V 100 Ω 70 W 1,5
Padrão 170 V 320 V 100 Ω 70 W 1,5
Macro 430V 750 V 100 Ω 70 W 1,5

Corte monopolar
Baixo 770 V 430V 300 Ω 300 W 1,5
Puro 1.400 V 2.300 V 300 Ω 300 W 1,5
Combinado 1.710 V 3.300 V 300 Ω 200 W 2,5

Coagulação
monopolar
Dessecação 1 2.500 V 3.500 V 500 Ω 120 W 5,0
Dessecação 2 575 V 1.000 V 300 Ω 120 W 1,5
Dessecação 3 685 V 1.200 V 300 Ω 120 W 1,5
Fulguração 5.000 8.500 V 500 Ω 120 W 7,0
Fulguração 3.660 V 6.900 V 500 Ω 120 W 5,5
LCF
Vaporização 5.550 V 9.000 V 500 Ω 120 W 8,0

Saída máxima para eletrocirurgia ultra-sônica

Voltagem de circuito
Modo aberto P-P (máx.) Carga nominal (máx.) Potência (máx.) Fator de pico1

Corte monopolar
Baixo 1.000 V 300 Ω 100 W 1,5

Coagulação
monopolar
Dessecação 1 3.500 V 500 Ω 70 W 5,0

1. Uma indicação da capacidade de uma forma de onda para coagular sangramentos sem
efeito de corte.

Guia do usuário Force FX A-9


Características de saída

Ajustes de potência disponíveis em watts

Bipolar e autobipolar (todos os modos)


1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

21 22 23 24 25 26 27 28 29 30

31 32 33 34 35 36 37 38 39 40

45 50 55 60 65 70

Corte monopolar: Baixo e puro


1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

21 22 23 24 25 26 27 28 29 30

31 32 33 34 35 36 37 38 39 40

45 50 55 60 65 70 75 80 85 90

95 100 110 120 130 140 150 160 170 180

190 200 210 220 230 240 250 260 270 280

290 300

Corte monopolar: Combinado


1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

21 22 23 24 25 26 27 28 29 30

31 32 33 34 35 36 37 38 39 40

45 50 55 60 65 70 75 80 85 90

95 100 110 120 130 140 150 160 170 180

190 200

A-10 Guia do usuário Force FX


Características de saída

Coagulação monopolar

Especificações técnicas
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

21 22 23 24 25 26 27 28 29 30

31 32 33 34 35 36 37 38 39 40

45 50 55 60 65 70 75 80 85 90

95 100 110 120

Corte CEM
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

21 22 23 24 25 26 27 28 29 30

31 32 33 34 35 36 37 38 39 40

45 50 55 60 65 70 75 80 85 90

95 100

Coagulação CEM
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

21 22 23 24 25 26 27 28 29 30

31 32 33 34 35 36 37 38 39 40

45 50 55 60 65 70

Guia do usuário Force FX A-11


Características de saída

Formas de onda de saída


Tecnologia de Instant Response, um ajuste automático, controla todos os
modos bipolares e todos os modos de corte. Não controla os modos de
coagulação por causa das suas capacidades de fulguração. A resistência
do tecido aumento a partir de zero, gerador libera corrente constante,
seguida por potência constante que é seguida por voltagem constante. A
voltagem de saída máxima é controlada para reduzir o acoplamento
capacitivo e interferência em vídeo e para minimizar o centelhamento.

Bipolar
Preciso 470 kHz sinusóide

Padrão 470 kHz sinusóide

Macro 470 kHz sinusóide

Corte monopolar
Baixo 390 kHz sinusóide. Semelhante ao modo de
corte Puro, exceto que a voltagem máxima é
limitada a um valor mais baixo.

Puro 390 kHz sinusóide

Combinado Concentrações de sinusóides de 390 kHz,


recorrentes a intervalos de 27 kHz. 50% de ciclo
de atividade.

Coagulação monopolar
Dessecação 1 240 sinusóide de 240 kHz, repetido a 39 kHz.
8% de ciclo de trabalho.

Dessecação 2 393 sinusóide 393 kHz.

Dessecação 3 393 sinusóide de 393 kHz.

Fulguração concentrações sinusóides amortecidas a


470 kHz com uma freqüência de repetição de
30 kHz a 500 ohms.

Concentrações sinusóides amortecidas a 470


Fulguração LCF
kHz com uma freqüência de repetição de
57 kHz em 500 ohms.

Vaporização concentrações sinusóides amortecidas a


470 kHz com uma repetição centralizada
randomizada de 28 kHz. As freqüências
incluem 21 kHz<f< 35 kHz. A saída ainda é
modulada por um envelope aleatório de 250 Hz
com um ciclo de trabalho variável.

A-12 Guia do usuário Force FX


Gráficos de potência de saída versus resistência

Gráficos de potência de saída versus resistência

Especificações técnicas
Os gráficos a seguir mostram as mudanças de cada modo em ajustes
específicos de potência.

Gráficos bipolares
A superfície isolante descrita em IEC 60601-2-2 foi utilizada para obter as
medições de saída bipolar.
Figura A-1.
Potência de saída versus impedância 80
para o modo bipolar Preciso
70

60
Potência de saída (watts)

50

40

30

20
70 W

10
35 W

0
0 200 400 600 800 1000
Resistência de carga (ohms)

Guia do usuário Force FX A-13


Gráficos de potência de saída versus resistência

Figura A-2.
Voltagem de circuito aberto versus
potência de saída para o modo
Bipolar Preciso

Voltagem de pico de circuito aberto (Volts)

Potência de saída (watts)

A-14 Guia do usuário Force FX


Gráficos de potência de saída versus resistência

Figura A-3.

Especificações técnicas
Potência de saída versus impedância
para o modo bipolar Padrão

Potência de saída (watts)

Resistência de carga (ohms)

Figura A-4.
Voltagem de circuito aberto versus
potência de saída para o modo Bipolar
Padrão
Voltagem de pico de circuito aberto (Volts)

Potência de saída (watts)

Guia do usuário Force FX A-15


Gráficos de potência de saída versus resistência

Figura A-5.
Potência de saída versus impedância 80
para o modo Macrobipolar
70

60 70 W

Potência de saída (watts)


50

40

30 35 W

20

10

0
0 200 400 600 800 1000
Resistência de carga (ohms)

Figura A-6.
Voltagem de circuito aberto versus
potência de saída para o modo
Macrobipolar
Voltagem de pico de circuito aberto (Volts)

Potência de saída (watts)

A-16 Guia do usuário Force FX


Gráficos de potência de saída versus resistência

Gráficos de corte monopolar

Especificações técnicas
Estas medidas foram tomadas utilizando-se fios curtos (< 0,5 metro).
Figura A-7.
325
Potência de saída versus impedância
para o modo Corte Baixo 300
275
250

Potência de saída (watts)


225
200
175
150
125
100
75
300 W
50 150 W
25
0
0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 1800 2000
Resistência de carga (ohms)

Figura A-8.
Voltagem de circuito aberto versus
potência de saída para o modo Corte
Baixo
Voltagem de pico de circuito aberto (Volts)

Potência de saída (watts)

Guia do usuário Force FX A-17


Gráficos de potência de saída versus resistência

Figura A-9.
Potência de saída versus impedância 325
para o modo Corte Puro 300
275
250

Potência de saída (watts)


225
200 300 W
175
150 150 W
125
100
75
50
25
0
0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 1800 2000
Resistência de carga (ohms)

Figura A-10.
Voltagem de circuito aberto versus
potência de saída para o modo Corte
Voltagem de pico de circuito aberto (Volts)

Puro

Potência de saída (watts)

A-18 Guia do usuário Force FX


Gráficos de potência de saída versus resistência

Figura A-11.

Especificações técnicas
250
Potência de saída versus impedância
para o modo Corte Combinado 225

200
200 W

Potência de saída (watts)


175

150

125
100 W
100

75

50

25

0
0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 1800 2000
Resistência de carga (ohms)

Figura A-12.
Voltagem de circuito aberto versus
potência de saída para o modo Corte
Voltagem de pico de circuito aberto (Volts)

Combinado

Potência de saída (watts)

Guia do usuário Force FX A-19


Gráficos de potência de saída versus resistência

Gráficos de corte monopolar


Estas medidas foram tomadas utilizando-se fios curtos (< 0,5 metro).
Figura A-13.
140
Potência de saída versus impedância
para o modo de Coagulação
Dessecação 1 120

100

Potência de saída (watts)


80 120 W

60

40 60 W

20

0
0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 1800 2000
Resistência de carga (ohms)

Figura A-14.
Voltagem de circuito aberto versus
potência de saída para o modo
Coagulação Dessecação 1
Voltagem de pico de circuito aberto (Volts)

Potência de saída (watts)

A-20 Guia do usuário Force FX


Gráficos de potência de saída versus resistência

Figura A-15.

Especificações técnicas
Potência de saída versus impedância
para o modo Coagulação
Dessecação 2

Potência de saída (watts)

Resistência de carga (ohms)

Figura A-16.
Voltagem de circuito aberto versus
potência de saída para o modo
Coagulação Dessecação 2
Voltagem de pico de circuito aberto (Volts)

Potência de saída (watts)

Guia do usuário Force FX-8CA S945 101 347 A-21


Gráficos de potência de saída versus resistência

Figura A-17.
Potência de saída versus impedância
para o modo Coagulação Dessecação 3

Potência de saída (watts)

Resistência de carga (ohms)

Figura A-18.
Voltagem de circuito aberto versus
potência de saída para o modo
Coagulação Dessecação 3
Voltagem de pico de circuito aberto (Volts)

Potência de saída (watts)

A-22 Guia do usuário Force FX


Gráficos de potência de saída versus resistência

Figura A-19. 140

Especificações técnicas
Potência de saída versus impedância
para o modo coagulação com
fulguração 120

Potência de saída (watts)


120 W
100

80

60 60 W

40

20

0
0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 1800 2000
Resistência de carga (ohms)

Figura A-20.
Voltagem de circuito aberto versus
potência de saída para o modo
coagulação Fulguração
Voltagem de pico de circuito aberto (Volts)

Potência de saída (watts)

Guia do usuário Force FX A-23


Gráficos de potência de saída versus resistência

Figura A-21.
140
Potência de saída versus impedância
para o modo Fulguração LCF
120

100

Potência de saída (watts)


120 W

80

60
60 W
40

20

0
0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 1800 2000
Resistência de carga (ohms)

Figura A-22.
Voltagem de circuito aberto versus
potência de saída para o modo de
Voltagem de pico de circuito aberto (Volts)

fulguração LFC

Potência de saída (watts)

A-24 Guia do usuário Force FX


Gráficos de potência de saída versus resistência

Figura A-23.

Especificações técnicas
140
Potência de saída versus impedância
para o modo Coagulação Vaporização
120

120 W
100

Potência de saída (watts)


80

60
60 W
40

20

0
0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 1800 2000
Resistência de carga (ohms)

Figura A-24.
Voltagem de circuito aberto versus
potência de saída para o modo de
Coagulação Vaporização
Voltagem de pico de circuito aberto (Volts)

Potência de saída (watts)


Os acessórios relacionados nesta seção são recomendados para serem usados com o Gerador
Eletrocirúrgico Force FX Valleylab:

Código Descrição
E6008 Comutador Pedal Monopolar (conector de 3 pinos)

E6009 Comutador Pedal Bipolar (conector de 4 pinos)

E0502-1 ou Adaptador para instrumento com comutador a pedal (pino único) (para conexão
E0502-12 para instrumento de comutação a pedal para o Gerador Force FX-8CA)

Adaptador de retorno múltiplo/cabo S (para conexão de dois eletrodos de retorno


E0507-B
do paciente à tomada do eletrodo de retorno do paciente)

UC8009 Carinho de montagem universal

E0017 Adaptador universal monopolar

E0504-2 Adaptador para placa valleylab

E0600 Adaptador para eletrodo de retorno do paciente

E6008B Pedal monopolar para gerador eletrocirurgico Force FX Valleylab

E2400 Estojo com isolamento (uso único) (ESTÉRIL?)

Gerador Eletrocirúrgico Force FX Valleylab B-1


Alguns acessórios que podem ser utilizados com o produto, mas que são registrados
separadamente:

Código Descrição Nº Registro


E2350H Caneta com comutador manual com lâmina revestida EDGE (descartável)

E2450H Caneta com comutador manual com lâmina revestida EDGE (descartável)

E2515 Caneta com comutador manual (reutilizável) 10349000251

E2516 Caneta com comutador manual (reutilizável)

E2504 Caneta eletrocirúrgica para uso em eletrocirurgia - LECTROCHUCK

Eletrodo Eletrocirúrgico Descartável COM Revestimento Valleylab tipo


E1450X
lâmina

Eletrodo Eletrocirúrgico Descartável COM Revestimento Valleylab tipo


E1452
agulha
10349000277
Eletrodo Eletrocirúrgico Descartável COM Revestimento Valleylab tipo
E1455B
lâmina

Eletrodo Eletrocirúrgico Descartável COM Revestimento Valleylab tipo


E1465B
agulha

E2100 Caneta com comutador manual (reutilizável) 10349000236

E7506 Eletrodo de Retorno Padrão com cabo de 2,7 m

E7507 Eletrodo de Retorno Adulto com cabo de 2,7 m

E7509 Eletrodo de Retorno sem cabo


10349000224
Eletrodo de Retorno infantil com cabo de 2,7 m, para paciente com menos
E7510-25
de 13,5 Kg

Eletrodo de Retorno Neonatal com cabo de 2,7 m, para paciente com 0,5 a
E7512
2,7 Kg

Gerador Eletrocirúrgico Force FX Valleylab B-2


APÊNDICE C

Princípios básicos da eletrocirurgia


C

Esta sessão explica os princípios básicos de eletrocirurgia monopolar,


bipolar e ultra-sônica.

Introdução
Eletrocirurgia é a passagem de corrente elétrica de alta freqüência
(radiofreqüência) através de tecidos para cortar ou coagular tecidos.
Durante a eletrocirurgia, a corrente de radiofreqüência (RF) flui a partir de
um gerador para um eletrodo ativo, que emite a corrente para o paciente.
A resistência à corrente, proporcionada pelo tecido do paciente e/ou pelo
ar entre o eletrodo ativo e o tecido, produz o calor que é necessário para o
efeito cirúrgico. A corrente de RF flui a partir do eletrodo ativo, através do
tecido do corpo do paciente para o eletrodo de retorno, que recupera a
corrente e a devolve ao gerador. A quantidade de tecido corporal incluída
no circuito elétrico depende do tipo de eletrocirurgia — monopolar ou
bipolar.
Os cirurgiões utilizam eletrocirurgia para cortar e coagular tecidos.
• O corte eletrocirúrgico corta o tecido através de centelhas elétricas curtas
e intensas emitidas pelo eletrodo ativo, através do ar, para o tecido do
paciente.
• A coagulação eletrocirúrgica coagula o sangue ou destrói tecido sem
efeito de corte.

Guia do usuário Force FX C-1


Eletrocirurgia monopolar

Eletrocirurgia monopolar
Em eletrocirurgia monopolar, o instrumento cirúrgico contém apenas o
eletrodo ativo. Um eletrodo de retorno separado — o eletrodo de retorno
do paciente — deve ser aplicado ao paciente para recuperar a corrente que
passa através do paciente e levá-la de volta com segurança ao gerador.
A eletrocirurgia monopolar é utilizada na maioria dos procedimentos
cirúrgicos. É especialmente útil para procedimentos que exigem
centelhamento para o tecido, como em tecidos que devam ser cortados ou
coagulados em grandes áreas.
Figura C-1.
Sistema eletrocirúrgico monopolar

Eletrodo ativo

Eletrodo de retorno

Gerador

Eletrocirurgia bipolar
A eletrocirurgia bipolar combina as funções dos eletrodos ativo e de
retorno em um único instrumento cirúrgico. O eletrodo de retorno do
paciente não é utilizado. O instrumento bipolar (pinças) contém um
eletrodo ativo e um eletrodo de retorno. A corrente flui a partir do lado
ativo, através do tecido preso pelas pontas da pinça, para o lado de
retorno do instrumento.
Os sistemas bipolares fornecem dessecação e minimizam os danos ao
tecido adjacente às pinças ativas incorporando os eletrodos ativo e de
retorno no mesmo dispositivo e limitando a quantidade de tecido
envolvido no circuito eletrocirúrgico. Os procedimentos bipolares são
freqüentemente executados em locais cirúrgicos confinados e sob
magnificação. Isto requer um grau de precisão porque estes
procedimentos poderão envolver tecido delicado e altamente condutor,
tais como tecido cerebral, da coluna vertebral ou ocular, em meios
cirúrgicos irrigados.

C-2 Guia do usuário Force FX


Eletrocirurgia ultra-sônica

Figura C-2.
Sistema eletrocirúrgico bipolar
Eletrodos ativos

Gerador

Eletrocirurgia ultra-sônica
A cirurgia ultra-sônica envolve o uso de uma ponta oca, com vibração
mecânica em freqüências ultra-sônicas para fragmentar e remover
seletivamente tecido indesejável. Uma vez que o tecido humano varia de
consistência tanto em conteúdo de água quanto na presença ou ausência
de colágeno (conteúdo elástico), o efeito cavitacional criado pela ponta

Princípios básicos da eletrocirurgia


vibratória fragmentará determinadas estruturas teciduais apresentando
pouco ou nenhum efeito em outras estruturas. Esta seletividade permite
ao cirurgião remover tecidos com alto e baixo conteúdo de água enquanto
identifica e poupa estruturas críticas como vasos e dutos.
É fornecida uma solução de irrigação estéril para o campo cirúrgico para
suspender as partículas de tecido fragmentadas e manter a ponta
vibratória resfriada. É criado um vácuo através do centro da ponta para
aspirar o líquido e o material particulado.
A eletrocirurgia ultra-sônica encontra-se disponível somente em
determinados geradores Valleylab. Para obter informações específicas
sobre o gerador, consulte a Seção 1.
APÊNDICE D

Glossário
D

Este glossário contém os principais termos para todos os produtos da


Valleylab. Alguns desses termos podem não se aplicar a este produto
específico.

A
acoplamento capacitativo Condição que ocorre quando uma carga elétrica é transferida de um
condutor (o eletrodo ativo), através de um isolamento intacto, para os
materiais condutores adjacentes (tecido, trocares, fios, etc.).

acoplamento cruzado Transferência de potência entre dois circuitos adjacentes.


acoplamento direto Condição que ocorre quando um condutor elétrico (o eletrodo ativo) entra
em contato direto com outro condutor secundário (cânulas, prendedores).
A corrente elétrica fluirá do primeiro condutor para o condutor
secundário e o energizará.

adaptador Conector entre plugues (conectores) e tomadas incompatíveis


(receptáculos) que permite uma conexão e uma complementação
correta do circuito elétrico.

adaptador cônico (Nos sistemas CUSA e CUSA EXcel) Seção separável mais extrema da
peça de mão que cobre o corpo de conexão e proporciona uma porta para
conexão do tubo de sucção da tubulação múltipla. Um adaptador cônico
CEM também contém um conectar que acrescenta outras possibilidades à
peça de mão.

adesivo condutor PolyHesive Hidrogel adesivo condutor patenteado pela Valleylab, projetado para
maximizar a segurança no eletrodo de retorno do paciente.

ampère (A) Unidade de medida da corrente elétrica. Um ampère (A) é igual a


6,242 x 1018 elétrons por segundo.

Guia do usuário Force FX D-1


amplitude (Nos sistemas CUSA e CUSA EXcel) Movimento pico-a-pico da
extremidade da ponta vibratória de um aspirador cirúrgico ultra-sônico.

aspiração (Nos sistemas CUSA e CUSA EXcel) Remoção, a vácuo, de fragmentos de


tecido e da solução de irrigação do local cirúrgico.

aspirador cirúrgico ultra-sônico (Nos sistemas CUSA e CUSA EXcel) Sistema que realiza três funções:
fragmentação, irrigação e aspiração.

autobipolar Modo que pode ser selecionado pelo usuário para automaticamente
iniciar e/ou interromper a corrente bipolar, com base na impedância do
tecido entre os tines do instrumento bipolar.

B
bloco capacitativo Eletrodo de retorno do paciente contendo um não-condutor que permite o
deslocamento de cargas elétricas, mas que não permite o fluxo da corrente
elétrica.

bomba peristáltica (Nos sistemas CUSA e CUSA EXcel) Bomba que usa a ação peristáltica
para mover fluidos; ou seja, uma bomba que simula as ondas sucessivas
das contrações que passam ao longo das paredes de uma estrutura oca
(tubo) movendo seu conteúdo para a frente.

C
capacitância Propriedade que um circuito elétrico tem de permitir a transferência de
uma carga elétrica de um condutor para o outro, mesmo estando
separados por um isolante.

carga Fonte de impedância elétrica em um circuito que usa a energia elétrica


para alguma finalidade; em eletrocirurgia, é o tecido corporal envolvido
no circuito eletrocirúrgico.

cavitação (Nos sistemas CUSA e CUSA EXcel) Formação e queda abrupta das
bolhas de baixa pressão nos líquidos por forças mecânicas; por exemplo,
aquelas formadas pela rotação de uma hélice aquática.

centelha Descarga de corrente elétrica através do ar; essencial ao corte e à


fulguração eletrocirúrgica.

centímetro (cm) Unidade de medida do sistema métrico, igual a um centésimo de um


metro.

ciclo de atividade A relação do tempo que uma determinada forma de onda fica ativada em
relação ao período total de ligação e desligamento de dispositivo,
geralmente expresso em forma de percentagem.

circuito Caminho pelo qual flui a corrente elétrica.

circuito eletrocirúrgico Caminho que a corrente terapêutica percorre do gerador até o eletrodo
ativo, através do tecido do corpo, até o eletrodo de retorno, e de volta
ao gerador.

D-2 Guia do usuário Force FX


coag (modo coag) Forma de onda intermitente de alta voltagem otimizada para fulguração
eletrocirúrgica, desiccation ou ambas.

coagulação Coágulo do sangue ou destruição de tecido sem efeito cortante; fulguração


eletrocirúrgica, dissection ou ambos; consulte spray.

coagulador de sucção Instrumento que incorpora um eletrodo ativo e a sucção para


proporcionar coagulação e evacuação do sangue, de modo independente
ou simultâneo.

combinação Forma de onda que combina os recursos das formas de onda Corte e Coag;
corrente que corta o tecido com variados graus de hemostase.

condutor Substância que transporta a eletricidade.

corpo de conexão (Nos sistemas CUSA e CUSA EXcel) Peça de metal exposta em uma peça
de mão CUSA ou CUSA EXcel que acopla o transdutor à ponta e transfere
o movimento do transdutor.

corrente Número de elétrons que passam em um determinado ponto por segundo,


medido em ampères (amps, A).

corrente alternada (CA) Fluxo de elétrons que inverte seu sentido em intervalos regulares;
consulte corrente contínua.

corrente contínua Fluxo unidirecional de elétrons; por exemplo, o fluxo de elétrons de um


terminal da bateria para o outro. (Consulte corrente alternada.)

corrente de dispersão Corrente que flui através de um caminho indesejado, geralmente para a
terra; na eletrocirurgia isolada, é a corrente de radiofreqüência (RF) que
recupera sua referência em relação à terra.

corrente eletrocirúrgica Consulte radiofreqüência (RF).

cortar Forma de onda contínua de baixa voltagem, otimizada para corte


eletrocirúrgico (vaporização de tecido).

corte Efeito eletrocirúrgico resultante de uma alta densidade de corrente no


tecido, que transforma o fluido celular em vapor e que, por sua vez,
queima as paredes da célula, desfazendo sua estrutura. A voltagem é
baixa e o fluxo de corrente é elevado.

curto circuito Status de um circuito eletrocirúrgico, quando o gerador está ativado e o


eletrodo ativo toca diretamente o eletrodo de retorno; circuito elétrico sem
carga e, portanto, essencialmente sem resistência.
Glossário

Guia do usuário Force FX- D-3


D
default (ajuste default) Um modo ou ajuste de potência automaticamente selecionado quando o
sistema é ligado.
densidade da corrente Quantidade do fluxo de corrente por unidade de área da superfície; a
densidade de corrente é diretamente proporcional à quantidade de calor
gerado.
dessecação Efeito eletrocirúrgico da desidratação tecidual e da desnaturação protéica
causado pelo contato direto entre o eletrodo eletrocirúrgico e o tecido. A
dessecação envolve uma densidade de corrente menor a do corte.
divisão de corrente Corrente elétrica que sai do circuito eletrocirúrgico pretendido e que segue
um caminho alternativo de menor resistência até a terra; em geral é a
causa de queimadura em local alternado nos geradores aterrados.

E
eletrocirurgia Passagem da corrente elétrica de alta freqüência através do tecido para
criar um efeito cirúrgico desejado.
eletrocirurgia bipolar Procedimento eletrocirúrgico no qual a corrente flui entre dois eletrodos
posicionados em torno do tecido para criar um efeito cirúrgico específico
(geralmente a desiccation). A corrente passa de um eletrodo, através do
tecido desejado, para o outro eletrodo, daí completando o circuito sem
entrar em qualquer outra parte do corpo do paciente.
eletrocirurgia monopolar Procedimento cirúrgico no qual somente o eletrodo ativo está na ferida
cirúrgica; eletrocirurgia que dirige a corrente através do corpo do paciente
e requer o uso de um eletrodo de retorno do paciente.
eletrodo Condutor que transmite ou recebe corrente eletrocirúrgica; consulte
eletrodo ativo, eletrodo de retorno do paciente.
eletrodo ativo Instrumento eletrocirúrgico ou acessório que concentra a corrente elétrica
(terapêutica) no local cirúrgico.
eletrodo de retorno Consulte eletrodo de retorno do paciente.
eletrodo de retorno do paciente Placa condutora ou coxim (eletrodo dispersivo) que recupera a corrente
terapêutica do paciente durante a eletrocirurgia, dispersa-a por uma
ampla área de superfície e a devolve ao gerador eletrocirúrgico. As placas
são geralmente rígidas e consistem em metal ou cartão laminado; os
coxins geralmente são flexíveis.
elétron Partícula subatômica de carga negativa.
endoscópio Tubo óptico de fibra usado para examinar cavidades ou órgãos do corpo.
energizando o hemostato Técnica cirúrgica para coagular vasos hemorrágicos, na qual o eletrodo
ativo é tocado no hemostato, daí liberando corrente para o tecido-alvo
através do hemostato. A Valleylab não recomenda esta técnica.
estojo Receptáculo isolado utilizado no campo estéril para guardar eletrodos
eletrocirúrgicos ativos quando não estiverem em uso. A Valleylab
recomenda o uso dos estojos.

D-4 Guia do usuário Force FX


F
falha de insuflação Condição que ocorre quando a barreira de isolamento em torno de um
condutor elétrico é rompida. Decorrente disso, a corrente pode viajar para
fora do circuito pretendido.

fator de crista Relação da voltagem de pico de uma forma de onda com a raiz média
quadrada (rms) da voltagem; indicação do grau de fulguração
proporcionado pela forma de onda. Em geral, as formas de onda com
fatores de crista proporcionam um elevado grau de fulguração com um
mínimo de efeito de corte.

forma de onda Representação gráfica da atividade elétrica, que pode mostrar como a
voltagem varia ao longo do tempo, à medida que a corrente alterna.

fragmentação (Nos sistemas CUSA e CUSA EXcel) Destruição do tecido (queimando as


paredes da célula) através de forças mecânicas, pressões hidrodinâmicas e
cavitação criadas quando a ponta vibratória entra em contato com o tecido
na presença de solução de irrigação e de sucção.

freqüência Taxa de repetição de um ciclo; em relação à eletrocirurgia, é o número de


ciclos por segundo em que a corrente se alterna; em relação à cirurgia
ultra-sônica, é o número de ciclos por segundo em que a ponta vibra.

fulguração Uso de arcos elétricos (centelhas) para coagular tecido. As centelhas


saltam do eletrodo até o tecido através do ar.

G
gerador Equipamento que converte corrente alternada de baixa freqüência em
corrente eletrocirúrgica de alta freqüência (gerador eletrocirúrgico, ESU).

gerador ultra-sônico (Nos sistemas CUSA e CUSA EXcel) Sistema eletrônico que converte a
corrente alternada de baixa freqüência em alta freqüência, corrente ultra-
sônica que ativa a ponta vibratória (gerador ultra-sônico).

H
hemostase Coagulação; em eletrocirurgia, é o calor produzido pela corrente
eletrocirúrgica aplicada a um vaso sangüíneo seccionado para fechar
o vaso e estancar a hemorragia.

hemostato Instrumento usado para grampear um vaso com hemorragia, para


Glossário

estancar o fluxo sangüíneo.

hertz (Hz) Unidade de medida da freqüência, igual a um ciclo por segundo.

Guia do usuário Force FX D-5


I
impedância Resistência ao fluxo da corrente alternada, que inclui a resistência simples
à corrente contínua e a resistência produzida por capacitância ou
indutância. Resistência de um material na sua tendência, medida em
ohms, de se opor ao fluxo da corrente elétrica ou, vista de outra maneira,
a tendência do material em não conduzir a corrente.

Instant Response Technology Tecnologia de gerador exclusiva da Valleylab que usa um circuito de
(Tecnologia de Instant Response) realimentação para medir a impedância do tecido. Quando a impedância
do tecido-alvo varia, os microprocessadores do gerador ajustam
automaticamente a voltagem de saída de determinado modo. O resultado
é uma potência constante de saída para produzir um efeito cirúrgico
semelhante em todos os tipos de tecidos.

instrumento bipolar Instrumento eletrocirúrgico ou acessório que incorpora as funções de


saída ativa e de retorno do paciente no local cirúrgico.

instrumento monopolar Instrumento eletrocirúrgico ou acessório que aplica corrente monopolar


ao tecido-alvo a fim de alcançar um efeito cirúrgico desejado.

insuflação Introdução de um gás em uma cavidade do corpo (por exemplo, dióxido de


carbono na cavidade abdominal durante procedimentos laparoscópicos).
irrigação (Nos sistemas CUSA e CUSA EXcel) Aplicação de solução estéril à ponta
vibratória e ao local cirúrgico para suspender fragmentos de tecido. Com
um sistema CUSA ou CUSA EXcel, o fluido de irrigação também resfria a
ponta vibratória.

isolador Substância que não conduz corrente elétrica.

J, K
kilohertz (kHz) Unidade de medida da freqüência, igual a 1000 ciclos por segundo.

L
laparoscopia Exame do conteúdo do peritôneo com um instrumento laparoscópico.

lavagem rápida (Nos sistemas CUSA e CUSA EXcel) Aplicação rápida de grandes
volumes (25 – 30 cc/min) do fluido de irrigação no local cirúrgico para
remover fragmentos de tecido.

LLETZ/LEEP Procedimento de excisão eletrocirúrgica para remoção da zona de


transformação do colo.

D-6 Guia do usuário Force FX


M
macrobipolar Forma de onda eletrocirúrgica usada na cirurgia bipolar, com voltagem e
potência mais altas do que as formas eletrocirúrgicas bipolares padrão.
Destina-se ao corte bipolar ou à coagulação rápida.

microbipolar Forma de onda bipolar de baixa voltagem destinada à desiccation precisa.

modo laparoscópico (modo LAP) (Nos sistemas CUSA EXcel) Modo usado durante procedimentos
laparoscópicos; quando não há vibração na ponta, o modo LAP limita
a sucção e evita a evacuação do pneumoperitôneo.

N
necrose Morte localizada do tecido em resposta a uma doença ou lesão.

O
ohm (Ω) Unidade de medida da resistência elétrica; volts divididos por ampères.

orifícios de pré-aspiração (Nos sistemas CUSA e CUSA EXcel; eletrodos laparoscópicos Opti2
e Opti4) Orifícios perfurados na ponta do instrumento que permitem que
o excesso de fluido de irrigação entre na ponta antes de chegar ao local
cirúrgico; ajuda a evitar o bloqueio do lúmen.

P
potência Quantidade de energia usada por segundo, expressa em watts.

potência auto-limitativa Onde for o caso, é um recurso de desempenho do gerador que limita a
saída de potência a determinados níveis de resistência do tecido.

preparo (Sistemas CUSA e CUSA EXcel) Recurso que rapidamente purga o ar do


tubo de irrigação da tubulação múltipla, trocando o ar pela solução estéril
de irrigação.

proteção contra contaminação (Sistemas CUSA e CUSA EXcel) Filtro hidrófilo que impede fluidos e
partículas de entrarem na bomba à vácuo dos sistemas CUSA ou
CUSA EXcel.
Glossário

Guia do usuário Force FX D-7


Q, R
queimadura eletrocirúrgica Destruição do tecido causada pela concentração de corrente elétrica de alta
freqüência, incluindo o efeito cirúrgico, mas geralmente referindo-se a
algum ferimento acidental. Consulte também queimadura em local alternado.

queimadura em local alternado Queimadura eletrocirúrgica no paciente, em um local diferente do local


cirúrgico pretendido, ou pelo eletrodo de retorno do paciente, causado por
divisão de corrente. A manipulação errônea de um eletrodo ativo também
pode causar uma queimadura em local alternado.

queimadura em local de coxim Queimadura eletrocirúrgica causada por excesso de corrente concentrada,
ao longo do tempo, no eletrodo de retorno do paciente.

radiofreqüência (RF) Corrente de alta freqüência usada em eletrocirurgia; acima de 100 kHz.

resistência Falta de condutividade ou oposição ao fluxo da corrente elétrica, medida


em ohms; consulte também impedância.

resistência do tecido Capacidade do tecido com maior quantidade de colágeno, elastina ou


ambos, de resistir à fragmentação.

S
saída Corrente, tensão ou potência produzida por um dispositivo elétrico, como
por exemplo, um gerador eletrocirúrgico (ESU).

saída bipolar Saída eletrocirúrgica isolada na qual a corrente flui entre dois eletrodos
posicionados em torno do tecido para criar um efeito cirúrgico específico
(geralmente a desiccation).

saída isolada Saída de um gerador eletrocirúrgico que não tem referência com o
aterramento.

saída monopolar Saída aterrada ou isolada de um gerador eletrocirúrgico que dirige a


corrente através do paciente para um eletrodo de retorno do paciente.

selecionar TECIDO (Sistemas CUSA e CUSA EXcel) Recurso dos sistema CUSA EXcel que
varia a seletividade ajustando a potência disponível para acionar a ponta
vibratória quando em contato com tecidos de diferentes resistências.

seletividade (Nos sistemas CUSA e CUSA EXcel) Tendência natural do tecido


colagenado em resistir à fragmentação quando em contato com a
ponta vibratória.

sistema CEM (Nos sistemas CUSA e CUSA EXcel) Adaptador cônico acessório do
Módulo Eletrocirúrgico CUSA em combinação com um gerador de
Força FX. Este sistema envia corrente eletrocirúrgica para a ponta
ultra-sônica.

D-8 Guia do usuário Force FX


sistema de monitoração de Sistema de segurança exclusivo da Valleylab que monitora
qualidade contato REM constantemente os níveis de impedância no contato entre o corpo do
paciente e o eletrodo de retorno do paciente. Se o sistema REM detectar
qualquer comprometimento na qualidade do contato, o gerador soará um
alarme e se desativará até que você corrija o problema.

Sistema CUSA Aspirador cirúrgico ultrasônico fabricado pela Valleylab utilizado para
cirurgia ultrasônica.

T
terra Condutor universal e ponto de retorno comum para circuitos elétricos
(aterramento).

transdutor (Nos sistemas CUSA e CUSA EXcel) Pilha de laminações em liga de


alumínio que converte energia eletromagnética em movimento mecânico.

transformador Nos geradores eletrocirúrgicos, são os circuitos elétricos que trocam as


relações de corrente para voltagem, convertendo formas de onda de baixa
voltagem e alta corrente, em formas de onda de baixa corrente.

tubo coletor (Nos sistemas CUSA e CUSA EXcel) Camisa plástica que se encaixa
sobre a ponta vibratória ultra-sônica e distribui o fluxo de irrigação
nas proximidades da ponta.

tubulação múltipla (Nos sistemas CUSA e CUSA EXcel) Um conjunto de tubo com dois
canais: Um transporta a solução da irrigação até o local cirúrgico;
o outro efetua a sucção do local cirúrgico até um recipiente de sucção.

U
ultra-sônica (Nos sistemas CUSA e CUSA EXcel) Energia mecânica que oscila a uma
freqüência além da faixa da audição humana (acima de 18 kHz).
unidade eletrocirúrgica (ESU) Gerador eletrocirúrgico.

Glossário

Guia do usuário Force FX D-9


V
válvula de compressão de sucção (Sistemas CUSA e CUSA EXcel) Válvula que, quando fechada, oclui o
diâmetro interno do tubo de sucção e interrompe a aspiração (também
chamada de válvula de compressão).

vaporização Modo de coagulação que permite uma fulguração ideal; usando a técnica
da centelha pelo ar com penetração no tecido superficial em uma ampla
área.

vibração (Nos sistemas CUSA e CUSA EXcel) Movimento cíclico e repetitivo no


eixo longo da ponta vibratória.

volt (V) Unidade de medida do potencial elétrico (voltagem).

voltagem Força que impulsiona a corrente elétrica através da resistência; força


eletromotiva ou diferença de potencial expressa em volts.

voltagem de pico Voltagem máxima de uma forma de onda a partir do zero (0) nos sentidos
positivo ou negativo.

voltagem de pico a pico Voltagem de uma forma de onda, medida a partir de seu valor máximo
negativo até seu valor máximo positivo.

voltagem rms Raiz média quadrada da voltagem; voltagem média eficaz (média do
valor da voltagem presente a qualquer instante) de uma forma de onda.

W, X, Y, Z
watt (W) Unidade de medida da potência; trabalho por segundo.

D-10 Guia do usuário Force FX


APÊNDICE E

Garantia
E

A Valleylab, uma divisão da Tyco Healthcare Group LP, garante que cada
um dos produtos que fabrica estão isentos de defeitos de material ou mão
de obra sob condições normais de uso e serviço pelo(s) prazo(s)
estabelecido(s) abaixo. A obrigação da Valleylab, sob esta garantia, se limita
ao reparo ou substituição, sob sua total discrição, de qualquer produto, ou
parte deste, que tenha sido devolvido à Valleylab ou ao seu Distribuidor,
dentro do tempo aplicável indicado abaixo após a entrega do produto ao
comprador original, cuja inspeção indique, segundo critérios da Valleylab,
que o produto está defeituoso. Esta garantia não se aplica a qualquer
produto, ou peças, que tenham sido consertados ou alterados fora da
Valleylab de tal forma que, de acordo com os critérios da Valleylab, afetem a
estabilidade ou que tenha havido mau uso, negligência ou acidente.
Os prazos de garantia para os produtos Valleylab são os seguintes:

Geradores eletrocirúrgicos ou
unidades de argônio: Um ano a partir da data de entrega
Dispositivos de montagem
(todos os modelos): Um ano a partir da data de entrega
Comutadores a pedal
(todos os modelos): Um ano a partir da data de entrega
Eletrodos de retorno Prazo de validade estipulado na
do paciente: embalagem
Descartáveis estéreis: Esterilidade limitada às indicações
da embalagem

ESTA GARANTIA SUBSTITUI TODAS AS OUTRAS GARANTIAS,


EXPRESSAS OU IMPLÍCITAS, INCLUSIVE, SEM LIMITAÇÃO, AS
GARANTIAS DE COMERCIALIZAÇÃO E ADEQUAÇÃO A UM
DETERMINADO OBJETIVO E TODAS AS OUTRAS OBRIGAÇÕES OU
RESPONSABILIDADES POR PARTE DA VALLEYLAB. A Valleylab não

Guia do usuário Force FX E-1


assume nem autoriza qualquer outra pessoa a assumir por ela qualquer
responsabilidade relacionada à venda ou uso de quaisquer produtos
Valleylab.
Não obstante, qualquer outra cláusula deste ou de qualquer outro
documento ou comunicado, a responsabilidade da Valleylab com respeito
a este acordo e produtos aqui mencionados deve se limitar ao preço de
compra agregado para mercadorias vendidas pela Valleylab ao seu
cliente. Não há garantias que ultrapassem os termos aqui mencionados. A
Valleylab renuncia a qualquer responsabilidade, aqui ou em outra parte,
ligada à venda destes produtos por danos indiretos ou causados por
razões circunstanciais.
Esta garantia e os direitos de obrigações descritos neste documento
devem seguir as leis do estado do Colorado, Estados Unidos. A única vara
para resolver disputas, surgidas devido ou relacionadas aos termos desta
garantia, é o Tribunal Regional do Condado de Boulder, estado do
Colorado, Estados Unidos.
A Valleylab, seus distribuidores e representantes reservam-se o direito de
fazer alterações nos equipamentos fabricados e/ou vendidos a qualquer
tempo sem incorrer em qualquer obrigação de fazer as mesmas alterações
nos equipamentos previamente fabricados e/ou vendidos.

E-2 Guia do usuário Force FX


Declaramos verdadeiras as informações apresentadas neste Modelo de Instruções
de Uso.

____________________________ _____________________________
Helio Sgambato Junior Daniela Felix Pinto
Representante Legal Responsável Técnica
CRBM-SP: 10146

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