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N-1693 REV.

E JAN / 2004

CONTEC SC-17
CRITÉRIO PARA PADRONIZAÇÃO DE
Tubulação MATERIAL DE TUBULAÇÃO

2ª Emenda

Esta é a 2ª Emenda da Norma PETROBRAS N-1693 REV. E, devendo ser grampeada na


frente da Norma e se destina a modificar o seu texto nas partes indicadas a seguir.

No Capítulo 2, Documentos Complementares:

Excluir as normas:

API SPEC 6D - Petroleum and Natural Gas Industries Pipeline


Transportation Systems;
API STD 600 - Bolted Bonnet Steel Gate Valves for Petroleum and
Natural Gas Industries;
API STD 602 - Compact Steel Gate Valves - Flanged, Threaded,
Welding and Extended Body-Ends.

Incluir as normas:

ISO 10434 (API STD 600) - Bolted Bonnet Steel Gate Valves for Petroleum and
Natural Gas Industries;
ISO 14313 (API SPEC 6D) - Petroleum and Natural gas Industries - Pipeline
Transportation Systems - Pipeline Valves;

Alterar a norma:

De:

ISO 15761 - Steel Gate, Globe and Check Valves for Sizes DN
100 and Smaller, for the Petroleum and Natural Gas
Industries.
Para:

ISO 15761 (API STD 602) - Steel Gate, Globe and Check Valves for Sizes DN
100 and Smaller, for the Petroleum and Natural Gas
Industries.

Substituir as TABELAS 13, 14 e 16 conforme a seguir:

PROPRIEDADE DA PETROBRAS 4 páginas


N-1693 REV. E JAN / 2004

2ª Emenda

TABELA 13 - SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA VÁLVULAS NOS DIÂMETROS


1/2” A 1 1/2”

Bloqueio Regulagem Retenção Bloqueio


Diâmetro 1/2” - 1 1/2”
Gaveta Globo Portinhola/Pistão (ver Nota 1) Esfera/Macho

Internos Internos
Aplicação Classe Corpo Corpo
(ver Nota 2) (ver Nota 2)

200 Bronze ASTM B 62 Bronze ASTM B 62

Bronze AFO ASTM


300 Bronze ASTM B 61
ASTM B 61 A 182 Gr. F6a
Água
AFO ASTM A 182
800 AFO ASTM A 105
Gr. F6a
AFO ASTM A 182
1 500 AFO ASTM A 105 2)
Gr. F304 / Stellite®
AFO ASTM A 182
VAPOR ATÉ 400 °C AFO ASTM A 105
Gr. F304 / Stellite®
Hidrocarbonetos até AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 182
AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 105
400 °C sem H2S Gr. F6a Gr. F6a
Hidrocarbonetos até AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 182
AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 105
400 °C com H2S Gr. F304 Gr. F304
Hidrocarbonetos
AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 182
corrosivos em alta
Gr. F5a Gr. F304
temperatura até 540 °C
Hidrocarbonetos com AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 182
ácido naftênico Gr. F317L Gr. F317L
AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 182
Vapor a alta pressão
Gr. F11 Gr. F304 / Stellite®
Gás natural à baixa AFO ASTM A 350 AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 350 AFO ASTM A 182
temperatura até - 29 °C Gr. LF2 Gr. F304 Gr. LF2 Gr. F304
Hidrocarbonetos à baixa AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 182
AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 105
temperatura até - 29 °C Gr. F304 Gr. F304
Hidrocarbonetos à baixa AFO ASTM A 350 AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 350 AFO ASTM A 182
temperatura até - 45 °C Gr. LF2 Gr. F304 Gr. LF2 Gr. F304
Hidrocarbonetos à baixa AFO ASTM A 350 AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 350 AFO ASTM A 182
temperatura até - 60 °C Gr. LF3 Gr. F304 Gr. LF3 Gr. F304
Hidrocarbonetos até AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 182
AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 105
150 °C sem H2S Gr. F6a Gr. F6a
Hidrocarbonetos até AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 182
AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 105
150 °C com H2S Gr. F304 Gr. F304

Notas: 1) Usar o tipo portinhola, somente para água na classe 200.


2) Como alternativa para os internos da válvula pode ser aceita a especificação
AISI equivalente.

2
STELLITE é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de revestimentos endurecidos de obturadores e
sedes de válvulas. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa
uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser utilizado produto equivalente,
desde que conduza a resultado igual.

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N-1693 REV. E JAN / 2004

2ª Emenda

TABELA 14 - SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA VÁLVULAS NOS DIÂMETROS 2”


E MAIORES

Bloqueio Retenção Bloqueio


Diâmetro 2” e
Maiores Gaveta Globo/Portinhola Esfera/Macho

Aplicação Classe Corpo Internos Corpo Internos Corpo Internos

FFU ASTM A 126 FFU ASTM Bronze FFU ASTM


125 Bronze ASTM B 62
Cl. B A 126 Cl. B ASTM B 62 A 126 Cl. B

AFU ASTM A 216 AFU ASTM A 216


150 Bronze ASTM B 62 Bronze ASTM B 62
Gr. WCB Gr. WCB

FFU ASTM A 126 FFU ASTM


Água 250 Bronze ASTM B 61 Bronze ASTM B 61
Cl. B A 126 Cl. B

AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 Gr. AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182
900
Gr. WCB F6a/Stellite® Gr. WCB Gr. F6a/Stellite®

AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 Gr. AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182
1 500
Gr. WCB F6a/Stellite® Gr. WCB Gr. F6a/Stellite®

AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 Gr. AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182
Vapor até 400 °C
Gr. WCB F304/Stellite® Gr. WCB Gr. F304/Stellite®

Hidrocarbonetos até AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182
400 °C sem H2S Gr. WCB Gr. F6a Gr. WCB Gr. F6a Gr. WCB Gr. F6a

Hidrocarbonetos até AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182
400 °C com H2S Gr. WCB Gr. F304 Gr. WCB Gr. F304 Gr. WCB Gr. F304

Hidrocarbonetos
AL ASTM A 217 AFO ASTM A 182 AL ASTM A 217 AFO ASTM A 182
corrosivos em alta
Gr. C5 Gr. F304 Gr. C5 Gr. F304
temperatura até 540 °C

Hidrocarbonetos com AFU ASTM A 351 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 351 AFO ASTM A 182
ácido naftênico Gr. CG8M Gr. F317L Gr. CG8M Gr. F317L

AL ASTM A 217 AFO ASTM A 182 AL ASTM A 217 AFO ASTM A 182
Vapor a alta pressão
Gr. WC6 Gr. F304/Stellite® Gr. WC6 Gr. F304/Stellite®

Gás natural à baixa AFU ASTM A 352 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 352 AFO ASTM A 182
temperatura até - 29 °C Gr. LCB Gr. F304 Gr. LCB Gr. F304

Hidrocarbonetos à baixa AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182
temperatura até - 29 °C Gr. WCB Gr. F304 Gr. WCB Gr. F304 Gr. WCB Gr. F304

Hidrocarbonetos à baixa AFU ASTM A 352 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 352 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 352 AFO ASTM A 182
temperatura até - 45 °C Gr. LCB Gr. F304 Gr. LCB Gr. F304 Gr. LCB Gr. F304

Hidrocarbonetos à baixa AFU ASTM A 352 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 352 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 352 AFO ASTM A 182
temperatura até - 60 °C Gr. LC3 Gr. F304 Gr. LC3 Gr. F304 Gr. LC3 Gr. F304

Hidrocarbonetos até AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182
150 °C sem H2S Gr. WCB Gr. F6a Gr. WCB Gr. F6a Gr. WCB Gr. F6a

Hidrocarbonetos até AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182
150 °C com H2S Gr. WCB Gr. F304 Gr. WCB Gr. F304 Gr. WCB Gr. F304

Nota: Como alternativa para os internos de válvula podem ser aceita a especificação
AISI equivalente.

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N-1693 REV. E JAN / 2004

2ª Emenda

TABELA 16 - NORMAS DIMENSIONAIS PARA VÁLVULAS

Material do Corpo e Extremidades da Válvula


Tipo de Bronze Ferro Fundido Aço Fundido Aço Forjado
Válvula Solda de
Rosca Flange “WAFER” Flange Encaixe de solda
Topo
Gaveta MSS SP-70 ISO 10434 (ver Nota 1)

Globo MSS SP-80 CEN EN 13789 BSI BS 1873 ISO 15761 (Ver Nota 2)

Retenção MSS SP-71 API STD 594 BSI BS 1868

ISO 14313
Esfera BSI BS 5351
(Ver Nota 3)

Borboleta API STD 609

Macho API STD 599

Notas: 1) Esta norma é baseada na norma API STD 600.


2) Esta norma é baseada na norma API STD 602.
3) Esta norma é baseada na norma API SPEC 6D.

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N-1693 REV. E SET / 2003

CRITÉRIOS PARA PADRONIZAÇÃO


DE MATERIAL DE TUBULAÇÃO

Procedimento
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.
Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do
texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o
responsável pela adoção e aplicação dos seus itens.

Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que


CONTEC deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma
eventual resolução de não segui-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve
Comissão de Normas ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo
Técnicas Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:
“dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo.

Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições


previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de
alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A
alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da
PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:
“recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter
não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].
Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a
SC - 17 CONTEC - Subcomissão Autora.

Tubulação
As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -
Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o
item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica.
As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma.

“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO


S.A. – PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução
para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa
autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação
pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades
cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de
Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade
industrial.”

Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho
- GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas
Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs
(formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e
as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das
Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a
revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para
ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em
conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informações completas sobre as Normas
Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

PROPRIEDADE DA PETROBRAS 22 páginas e Índice de Revisões


N-1693 REV. E SET / 2003

1 OBJETIVO

1.1 Esta Norma estabelece os critérios para padronização dos materiais de tubulação a
serem usados nas classes de pressão 125, 150, 250, 300, 600, 900 e 1 500, nas instalações
da PETROBRAS, compreendendo:

a) instalações terrestres e marítimas de perfuração e produção;


b) instalações de processo e utilidades em refinarias;
c) parques de armazenamento em refinarias;
d) estações de bombeamento, compressão e medição de oleodutos/gasodutos
em refinarias;
e) tubovias dentro dos limites de refinarias;
f) drenagem industrial;
g) oleodutos, gasodutos, bases de armazenamento e terminais (incluindo
estações de bombeamento, compressão e medição, parques de
armazenamento, estações de tratamento de efluentes) em áreas fora de
refinaria.

1.2 Esta Norma não se aplica a tubulações que pertençam aos seguintes sistemas:

a) instrumentação e controle;
b) despejos industriais;
c) tubulações pertencentes a equipamentos fornecidos por sistema de pacote
(compactos).

1.3 Esta Norma se aplica a projetos para a PETROBRAS, iniciados a partir da data de sua
edição.

1.4 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos.

2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

Os documentos relacionados a seguir contêm prescrições válidas para a presente Norma.

PETROBRAS N-57 - Projeto Mecânico de Tubulação Industrial;


PETROBRAS N-76 - Materiais de Tubulação;
PETROBRAS N-115 - Montagem de Tubulações Metálicas;
PETROBRAS N-381 - Execução de Desenho e Outros Documentos Técnicos
em Geral;
PETROBRAS N-1647 - Material para Tubulação - Folha de Padronização;
PETROBRAS N-1673 - Critérios de Cálculo Mecânico de Tubulação;
PETROBRAS N-1706 - Projeto de Vaso de Pressão para Serviço com H2S;
PETROBRAS N-1744 - Projeto de Oleodutos e Gasodutos Terrestres;
PETROBRAS N-2232 - Válvula Gaveta de Aço Fundido e Forjado;
PETROBRAS N-2247 - Válvula Esfera em Aço para Uso Geral e Fire Safe;
PETROBRAS N-2296 - Válvula de Retenção Tipo Portinhola Flangeada de
Aço Fundido;
PETROBRAS N-2299 - Válvula de Retenção Wafer Tipo Portinhola Dupla e
Simples;
PETROBRAS N-2444 - Material de Tubulação para Dutos, Bases, Terminais e
Estações;

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N-1693 REV. E SET / 2003

ABNT NBR 5893 - Papelão Hidráulico para Uso Universal e Alta Pressão
(Material para Juntas);
ABNT NBR 7669 - Conexão de Ferro Fundido Cinzento;
ISO 15761 - Steel Gate, Globe and Check Valves for Sizes DN 100
and Smaller for the Petroleum and Natural Gas
Industries;
API RP 14E - Design and Installation of Offshore Production Platform
Piping Systems;
API SPEC 5L - Specification for Line Pipe;
API SPEC 6A - Wellhead and Christmas Tree Equipment;
API SPEC 6D - Petroleum and Natural Gas Industries Pipeline
Transportation Systems;
API STD 594 - Check Valves: Wafer, Wafer-Lug and Double Flanged
Type;
API STD 599 - Metal Plug Valves - Flanged, Threaded and Welding
Ends;
API STD 600 - Bolted Bonnet Steel Gate Valves for Petroleum and
Natural Gas Industries;
API STD 602 - Compact Steel Gate Valves - Flanged, Threaded,
Welding and Extended Body-Ends;
API STD 609 - Butterfly Valves: Double Flanged, Lug-and
Water-Type;
ASME B1.1 - Unified Inch Screw Threads (UN and UNR Thread
Form);
ASME B1.20.1 - Pipe Threads, General Purpose (Inch);
ASME B16.1 - Cast Iron Pipe Flanges and Flanged Fittings Classes
25, 125 and 250;
ASME B16.3 - Malleable Iron Threaded Fitting Classes 150 and 300;
ASME B16.5 - Pipe Flanges and Flanged Fittings NPS 1/2 Through
NPS 24;
ASME B16.9 - Factory - Made Wrought Steel Buttwelding Fittings;
ASME B16.10 - Face-to-Face and End-to-End Dimensions of Valves;
ASME B16.11 - Forged Fittings, Socket - Welding and Threaded;
ASME B16.14 - Ferrous Pipe Plugs, Bushings and Locknuts with Pipe
Threads;
ASME B16.15 - Cast Bronze Threaded Fittings Classes 125 and 250;
ASME B16.20 - Metallic Gaskets for Pipe Flanges Ring-Joint, Spiral-
Wound and Jacketed;
ASME B16.21 - Nonmetallic Flat Gaskets for Pipe Flanges;
ASME B16.24 - Cast Copper Alloy Pipe Flanges and Flanged Fittings
Class 150, 300, 400, 600, 900, 1500 and 2500;
ASME B16.25 - Buttwelding Ends;
ASME B16.28 - Wrought Steel Buttwelding Short Radius Elbows and
Returns;
ASME B16.34 - Valves-Flanged, Threaded and Welding End;
ASME B16.39 - Malleable Iron Threaded Pipe Unions Classes 150,
250 and 300;
ASME B16.47 - Large Diameter Steel Flanges NPS 26 Through
NPS 60;
ASME B18.2.1 - Square and Hex Bolts and Screws (Inch Series);
ASME B18.2.2 - Square and Hex Nuts (Inch Series);
ASME B31.3 - Process Piping;
ASME B31.4 - Pipeline Transportation Systems for Liquid
Hydrocarbons and Other Liquids;
ASME B31.8 - Gas Transmission and Distribution Piping Systems;
ASME B36.10 - Welded and Seamless Wrought Steel Pipe;
ASME B36.19 - Stainless Steel Pipe;

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N-1693 REV. E SET / 2003

ASME B46.1 - Surface Texture (Surface Roughness, Waviness and


Lay);
ASME BPVC - Boiler and Pressure Vessel Code, Section VIII,
Division I;
BSI BS 1868 - Steel Check Valves (Flanged and Butt-Welding Ends)
for the Petroleum, Petrochemical and Allied Industries;
BSI BS 1873 - Steel Globe and Globe Stop and Check Valves
(Flanged and Butt-Welding Ends) for the Petroleum,
Petrochemical and Allied Industries;
BSI BS 5159 - Cast Iron and Carbon Steel Ball Valves for General
Purposes;
BSI BS 5351 - Steel Ball Valves for the Petroleum, Petrochemical and
Allied Industries;
CEN EN 13789 - Industrial Valves. Cast Iron Globe Valves;
MSS SP-6 - Standard Finishes for Contact Faces of Pipe Flanges
and Connecting - End Flanges of Valves and Fittings;
MSS SP-43 - Wrought Stainless Steel Butt-Welding Fittings;
MSS SP-70 - Cast Iron Gate Valves, Flanged and Threaded Ends;
MSS SP-71 - Gray Iron Swing Check Valves, Flanged and Threaded
Ends;
MSS SP-80 - Bronze Gate, Globe, Angle and Check Valves;
MSS SP-83 - Class 3 000 Steel Pipe Unions, Socket-Welding and
Threaded;
MSS SP-97 - Integrally Reinforced Forged Branch Outlet Fittings -
Socket Welding, Threaded and Buttwelding Ends.

3 CONDIÇÕES GERAIS

Antes da elaboração de uma nova padronização de material de tubulação deve ser


verificado se o serviço em questão já está contemplado nas normas PETROBRAS N-76 ou
N-2444.

3.1 Elaboração

A padronização de material de tubulação deve ser elaborada utilizando o formulário da


norma PETROBRAS N-1647.

3.2 Itens Especiais

Itens especiais de materiais de tubulação que não consigam ser designados no formulário
padronizado pela norma PETROBRAS N-1647 (não cobertos no preenchimento do
formulário), devem ser emitidos em folhas específicas, conforme formulário adequado,
padronizado pela norma PETROBRAS N-381.

3.3 Corrosão Admissível

Deve ser considerada uma sobreespessura mínima para a corrosão conforme determinado
nas normas PETROBRAS N-1673 ou N-1744.

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3.4 Serviço com Hidrocarbonetos

Não é permitido o uso de conexões roscadas, flange sobreposto e uniões.

3.5 Serviços com Hidrogênio, Ácido Sulfídrico (H2S) e Ácido Fluorídrico (HF)

Todas as soldas devem ser de penetração total, não sendo permitido o uso de tubos e
acessórios com solda de encaixe ou rosca.

3.6 Tubulações de Pequeno Diâmetro

Devem ser consideradas a definição e os critérios da norma PETROBRAS N-57.

4 TUBOS DE CONDUÇÃO

4.1 Ferro Fundido

Os tubos de ferro fundido devem ser utilizados apenas para sistemas de drenagem, em
linhas enterradas, usando ferro fundido centrifugado com junta elástica, conforme norma
ABNT NBR 7669.

4.2 Aços-Carbono e Aços-Liga

4.2.1 Os tubos de aços-carbono e aços-liga, nos diâmetros nominais até 80”, devem
atender à norma dimensional ASME B36.10, observando-se os seguintes critérios:

a) não devem ser adotados os diâmetros nominais de 1/8”, 3/8”, 1 1/4”, 3 1/2”, 5”
e 7”;
b) o emprego de tubos com diâmetros nominais de 22”, 28”, 32”, 34”, 38”, 40”, 44”
e 46”, deve ser precedido de análise econômica, sujeito à aprovação da
PETROBRAS;
c) tubos de 2 1/2” devem ser utilizados apenas em sistemas de combate a
incêndio.

4.2.2 As espessuras de tubos para os diâmetros nominais até 10” devem ser designadas
pela série (“schedule”) ou pelas siglas correspondentes à indicação de parede (STD), (XS) e
(XXS) ou pela espessura em polegadas quando necessário; para diâmetros nominais iguais
ou superiores a 12” as espessuras devem, preferencialmente, ser designadas em
polegadas.

4.3 Aços Inoxidáveis

4.3.1 Os tubos em aço inoxidável nos diâmetros nominais até 30” devem atender à norma
dimensional ASME B36.19, observando-se os critérios citados no item 4.2.1.

4.3.2 Quando a espessura não constar da norma ASME B36.19, deve ser utilizada a norma
ASME B36.10 (exceto para tubos ASTM A 409).

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4.4 Espessura de Parede

O critério de seleção para espessura de parede deve ser o definido pela norma
PETROBRAS N-1673, obedecendo-se às espessuras mínimas na norma relacionadas.

4.5 Extremidades

As extremidades devem ser conforme as seguintes normas:

a) ASME B1.20.1 - para extremidades roscadas (NPT);


b) ASME B16.25 - para extremidades para solda de topo;
c) ASME B16.11 - para extremidades para solda de encaixe.

4.6 Seleção de Materiais

Para seleção dos materiais devem ser utilizados os critérios definidos pelas TABELAS 1
(aço-carbono), TABELA 2 (aços-liga), TABELA 3 (aços inoxidáveis) e TABELA 4 (aplicação
em baixa temperatura), que apresentam também alternativas que só devem ser utilizadas
em casos devidamente justificados e sujeitos à aprovação da PETROBRAS. Estes critérios
são os requisitos mínimos para a seleção de materiais. Para cada aplicação devem ser
consideradas todas as condições específicas do processo.

TABELA 1 - SELEÇÃO DE TUBOS DE CONDUÇÃO DE AÇO-CARBONO

Aplicação Diâmetro
Especificação Básica Alternativas
Típica Nominal
s/cost. ou
1/2” a 14” ASTM A53 Gr. B ASTM A 106 Gr. B
c/cost.

ASTM A 134 c/chapa


Uso exclusivo em
ASTM A 283 Gr. C
tubulação de água 16” e
ASTM A53 Gr. B c/cost.
maiores ASTM A 134 c/chapa
ASTM A 285 Gr. C
ASTM A 139 Gr. B
s/cost. ou
Uso com hidrocarbonetos API 5L Gr. B
1/2” a 14” c/cost. ASTM A 106 Gr. B
ou vapor com temperatura PSL 2
(ver Nota)
até 400 °C (exceto para
serviços com H2S) 16” e API 5L Gr. B
c/cost. ASTM A 672 Gr. A55 Cl.12
maiores PSL 2
Uso com hidrocarbonetos
1/2” a 14” ASTM A 106 Gr. B s/cost. -
ou vapor com temperatura
na faixa de 400 °C a
430 °C e para serviços 16” e ASTM A 672
c/cost. ASTM A 106 Gr. B
com H2S e H2 maiores Gr. B 60 Cl. 22
Descarte e carregamento
de catalisador limitado à 1/2” a 10” ASTM A 106 Gr. B s/cost. -
temperatura de 430 °C

Nota: Definido em função do cálculo de espessura (ver norma PETROBRAS N-1673).

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TABELA 2 - SELEÇÃO DE TUBOS DE CONDUÇÃO DE AÇOS-LIGA

Temperatura Diâmetro
AplicaçãoTípica Especificação Básica Alternativas
°C Nominal
ASTM A 335 Gr. P11
1/2” a 14” s/cost. -
Hidrocarbonetos e (1 1/4 % Cr - 1/2 % Mo)
até 520
vapor em temperaturas ASTM A 691 Gr. 1 1/4 CR Cl. 22
16” e maiores c/cost. -
superiores a 430 °C (1 1/4 % Cr - 1/2 % Mo)
ASTM A 335 Gr. P22
Finalidade: 1/2” a 14” s/cost. -
(2 1/4 % Cr - 1 % Mo)
resistir à fluência até 570
ASTM A 691Gr. 2 1/4 CR Cl. 22
16” e maiores c/cost. -
(2 1/4 % Cr - 1 % Mo)
Hidrocarbonetos em
ASTM A 335 Gr. P5
temperaturas superiores a 1/2” a 14” s/cost. -
(5 % Cr - 1/2 % Mo)
430 °C
até 480
Finalidade: ASTM A 691Gr. 5CR Cl. 22
16” e maiores c/cost. -
resistir à corrosão (5 % Cr - 1/2 % Mo)

Descarte de catalizador
acima de 430 °C
ASTM A335 Gr. P5
540 1/2” a 14” s/cost. -
(5 % Cr - 1/2 % Mo)
Finalidade:
resistir à fluência

TABELA 3 - SELEÇÃO DE TUBOS DE CONDUÇÃO DE AÇOS INOXIDÁVEIS


AUSTENÍTICOS
Aplicação Liga Especificação Tipo de
Diâmetro Alternativas
Típica Básica Básica Fabricação
s/cost. ASTM A 358 Gr. TP 304
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 304
(ver Nota 1) Cl. 3 (ver Nota 3)
ASTM A 358 Gr. TP 304 ASTM A 409 Gr. TP 304
16” a 30” c/cost.
Cl. 3 (ver Nota 2)
s/cost. ASTM A 358 Gr. TP 321
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 321
Hidrocarbonetos (ver Notas 1 e 4) Cl. 3 (ver Notas 3 e 4)
com misturas com c/cost. ASTM A 409 Gr. TP 321
16” a 30” ASTM A 358 Gr. TP 321
hidrogênio, água (ver Nota 4) (ver Notas 2 e 4)
18 Cr -8 Ni
decationizada, s/cost. ASTM A 358 Gr. TP 347
água deanionizada 1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 347
(ver Notas 1 e 4) Cl. 3 (ver Notas 3 e 4)
e desmineralizada ASTM A 358 Gr. TP 347 c/cost. ASTM A 409 Gr. TP 347
16” a 30”
Cl. 3 (ver Nota 4) (ver Notas 2 e 4)
s/cost. ASTM A 358 Gr. 304L Cl. 3
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 304L
(ver Notas 1 e 4) (ver Nota 3)
ASTM A 358 Gr. 304L c/cost. ASTM A 409 Gr. TP 304L
16” a 30”
Cl. 3 (Ver Nota 4) (ver Nota 2)
s/cost. ASTM A 358 Gr. 316
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 316L
(ver Nota 1) Cl. 3 (ver Notas 3 e 5)
ASTM A 358 Gr. TP 316L ASTM A 409 Gr. TP 316L
16” a 30” c/cost.
18 Cr - 11 Ni- 2 Mo Cl. 3 (ver Notas 2 e 5)
(ver Nota 5) s/cost. ASTM A 358 Gr. 316L
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 316L
(ver Nota 1) Cl. 3 (ver Notas 3 e 5)
ASTM A 358 Gr. TP 316 ASTM A 409 Gr. TP 316L
Hidrocarbonetos 16” a 30” c/cost.
Cl. 3 (ver Notas 2 e 5)
com presença de
ácido naftênico s/cost. ASTM A 312 Gr. 316L
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 317L
(ver Nota 1) (ver Notas 3 e 5)
ASTM A 358Gr. TP 316L
16” a 30” ASTM A 409 Gr. TP 317L c/cost.
Cl. 3 (ver Notas 2 e 5)
18 Cr - 8 N i- 3 Mo
s/cost. ASTM A 312 Gr. 316L
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 317
(ver Nota 1) (ver Notas 3 e 5)
ASTM A 358 Gr. TP 316L
16” a 30” ASTM A 409 Gr. TP 317 c/cost.
Cl. 3L (ver Notas 2 e 5)
Descarte de s/cost. ou c/ cost. ASTM A 358 Gr. TP 321
17 Cr - 9 Ni - Ti 1/2” a 10” ASTM A 312 Gr. TP 321
catalisador do (ver Nota 4) Cl. 3 (ver Notas 3 e 4)
regenerador antes s/cost. ou c/ cost. ASTM A 358 Gr. TP 321
da injeção de ar 17 Cr - 9 Ni - Cb 1/2” a 10” ASTM A 312 Gr. TP 347
(ver Nota 4) Cl. 3 (ver Notas 3 e 4)

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N-1693 REV. E SET / 2003

Notas: 1) O tubo sem costura deve ser usado como especificação básica para serviços
com hidrogênio ou outros em que for exigido esse tipo de fabricação. Nesse
caso, a alternativa deve ser a especificação ASTM A 376 no grau
correspondente.
2) Os tubos ASTM A 409 são limitados aos diâmetros nominais 14” e 30” e às
espessuras Sch. 10S e 5S.
3) A especificação ASTM A 358 limitado a diâmetros maiores ou igual a 8”.
4) Prever tratamento térmico de estabilização e teste de corrosão intergranular na
aquisição da matéria-prima conforme requisitos suplementares das
especificações listadas abaixo:

a) ASTM A 312 - S6 e S7;


b) ASTM A 358 - S5 e S6;
c) ASTM A 376 - S9 e S10;
d) ASTM A 409 - S5 e S6.

5) Para serviços com ácidos naftênicos deve-se utilizar, em ordem de prioridade,


os seguintes aços inoxidáveis tipo: 317L, 317, 316L e 316. Quando forem
especificados os tipos 316L ou 316, incluir na especificação teor mínimo de
Mo de 2,5 %.

TABELA 4 - SELEÇÃO DE TUBOS DE CONDUÇÃO PARA BAIXA


TEMPERATURA

Faixa de Temperatura de Projeto (T) e Espessuras de Tubo (e) - (Ver Nota 1)


Tipo de
Fabricação 15 °C ≥ T ≥ - 29 °C - 45 °C > T ≥ - 90 °C
-29 °C > T ≥ - 45 °C
esp. até 12,5 mm 12,5 mm > e ≥ 17,5 mm e > 17,5 mm esp. até 51 mm
ASTM A 106 Gr. B
Tubo SC ASTM A 333 Gr. 6 (ver Nota 2)
ASTM A 333 Gr. 3
ASTM A 671 Gr. CC 60 Cl. 32 c/
ASTM A 671 Gr. CC60
teste suplementar S2
Tubo CC ASTM A 333 Gr. 6
ASTM A 333 Gr. 3
ASTM A 671 Gr. CF 71

Notas: 1) Para casos específicos fora dos limites aqui estabelecidos, devem ser
atendidos os requisitos para teste de impacto da norma ASME B31.3.
2) Como alternativa pode ser utilizado o ASTM A 106 Gr. B, com tratamento
térmico de normalização e ensaio de impacto.

5 FLANGES

5.1 Materiais

Os materiais para flanges devem ser compatíveis com a TABELA 5.

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TABELA 5 - MATERIAIS PARA FLANGES DE TUBULAÇÃO

Liga Básica Material do Tubo Material do Flange


ASTM A 106 Gr. B
ASTM A 153 Gr. B
Aço-Carbono ASTM A 105
API 5L Gr. B
ASTM A 672 Gr. B60
Aço-Liga ASTM A 333 Gr. 6 ASTM A 350 Gr. LF1
1/2 % Mo ASTM A 335 Gr. P1 ASTM A 182 Gr. F1
1 1/4 % Cr -1 % Mo ASTM A 335 Gr. P11 ASTM A 182 Gr. F11
2 1/4 % Cr -1 % Mo ASTM A 335 Gr. P22 ASTM A 182 Gr. F22
5 % Cr -1/2 % Mo ASTM A 335 Gr. P5 ASTM A 182 Gr. F5
ASTM A 312 TP304
ASTM A 358 TP304
ASTM A 182 Gr. F304
ASTM A 376 TP304
ASTM A 409 TP304
18 Cr - 8 Ni
ASTM A 312 TP304L
ASTM A 358 TP304L
ASTM A 182 Gr. F304L
ASTM A 376 TP304L
ASTM A 409 TP304L
ASTM A 312 TP316
ASTM A 358 TP316
ASTM A 182 Gr. F316
ASTM A 376 TP316
ASTM A 409 TP316
18 Cr - 11 Ni - 2 Mo
ASTM A 312 TP316L
ASTM A 358 TP316L
ASTM A 182 Gr. F316L
ASTM A 376 TP316L
ASTM A 409 TP316L
ASTM A 312 TP317
ASTM A 182 Gr. F317
ASTM A 409 TP317
18 Cr - 11 Ni - 3 Mo
ASTM A 312 TP317L
ASTM A 182 Gr. F317L
ASTM A 409 TP317L
ASTM A 312 TP321
ASTM A 358 TP321
ASTM A 182 Gr. F321
ASTM A 376 TP321
ASTM A 409 TP321
17 Cr - 9 Ni - Ti
ASTM A 312 TP321L
ASTM A 358 TP321L
ASTM A 182 Gr. F321L
ASTM A 376 TP321L
ASTM A 409 TP321L
ASTM A 312 TP347
ASTM A 358 TP347
17 Cr - 9 Ni - Cb ASTM A 182 Gr. F347
ASTM A 376 TP347
ASTM A 409 TP347

Nota: Para os flanges de aço inoxidável austenítico valem as Notas 4 e 5 da TABELA 3,


onde aplicáveis.

5.2 Fabricação

Os flanges de aço devem ser forjados.

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5.3 Padrões Dimensionais

5.3.1 Os flanges de aço e ferro fundido devem atender à padronização estabelecida nas
TABELAS 6 e 7.

TABELA 6 - PADRONIZAÇÃO DOS FLANGES DE AÇO-CARBONO

FLANGES DE AÇOS-CARBONO
Diâmetro CLASSES DE PRESSÃO
Nominal Norma ASME B16.1 Norma ASME B16.5
125 250 150 e 300 400 a 900 1 500 2 500
1” a 12” Usar Flange Usar Flange ASME B16.5
ASME B16.5 ASME B16.5
14” a 24” Classe 150 Classe 300
ASME B16.47 Calculados
26” a 36”
Série A pelo
Usar Flange Usar Flange ASME BPVC
ASME B16.47 ASME B16.47 Sec. VIII
ASME B16.47
42” a 60” Série A Série A Divisão 1
Série B
Apêndice 2
(Ver Nota)

Nota: Para os flanges a calcular, as pressões admissíveis devem estar de acordo com a
norma ASME B16.5.

TABELA 7 - PADRONIZAÇÃO DOS FLANGES DE AÇO-LIGA

FLANGES DE AÇOS-LIGA
Diâmetro CLASSES DE PRESSÃO
Nominal Norma ASME B16.5
150 a 900 1 500 2 500
1” a 12” ASME B16.5

14” a 24” Calculados


pelo ASME
BPVC Sec. VIII
26” a 36” ASME B16.47 Série A
Divisão 1
Apêndice 2
42” a 60” ASME B16.47 Série B (ver Nota)

Nota: Para os flanges a calcular, as pressões admissíveis devem estar de acordo com a
norma ASME B16.5.

5.3.2 Os flanges de bronze devem ser conforme norma ASME B16.24.

5.3.3 Para acoplar flanges de aço com flanges de ferro fundido das classes 125 e 250,
devem ser usados flanges de aço das classes 150 e 300, respectivamente, com face plana.

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5.4 Tipos

5.4.1 Os flanges de DN 2” e maiores devem ser do tipo pescoço, com chanfro para solda de
topo, conforme norma ASME B16.25, com espessura igual à do tubo ao qual se destina,
exceto nas situações previstas no item 5.4.3.

5.4.2 Os flanges de DN 1/2” e menores devem ser de solda de encaixe ou roscados,


dependendo da padronização das conexões, exceto em serviços com hidrogênio, ácido
sulfídrico (H2S) e ácido fluorídrico (HF), quando seu uso não é permitido, conforme item 3.4,
devendo ser utilizados flanges de pescoço, com solda de topo.

5.4.3 Os flanges sobrepostos podem ser utilizados em tubulações para serviço com fluidos
não tóxicos e não inflamáveis, exceto quando soldados diretamente em curva. Esses
flanges devem ser limitados à 300# e temperatura até 150 °C.

5.5 Faces

5.5.1 Face com Ressalto

A utilizada para flanges de aço até classe de pressão 600, inclusive.

5.5.2 Face Plana

Tipo de face das válvulas de ferro fundido ASME B16.1, classes 125 e 250. Este mesmo tipo
de face deve ser usado nos flanges de aço ASME B16.5 e ASME B16.47, nas classes 150 e
300, quando usados como contraflange das válvulas de ferro fundido; nas classes de 125 e
250 respectivamente.

5.5.3 Face Junta Anel

Deve ser usada para as classes de pressão 600 ou maiores, admitindo-se, também, nas
outras classes quando o serviço exigir.

5.6 Acabamento das Faces para Flanges de Aço

5.6.1 O acabamento das faces de contato para vedação dos flanges com face plana ou face
com ressalto deve ser conforme a norma MSS SP-6 e padrão visual conforme norma
ASME B46.1 e obedecendo ao seguinte critério:

a) face com ranhuras espiraladas, excêntricas ou concêntricas, com rugosidade


na faixa de 125 µm RMS a 250 µm RMS quando a junta de vedação for de
papelão hidráulico;
b) face com acabamento liso (“smooth finish”) com rugosidade máxima de 125 µin
ARRH (3,2 µm ARRH) ou 125 µm RMS, quando a junta de vedação for do tipo
semimetálica espiralada (“spiral wound”);
c) face para junta de anel (“ring type”) rugosidade máxima de superfície de
contato do flange e da junta deve ser de 63 µin RMS.

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5.6.2 A face dos flanges que trabalham com junta de vedação tipo anel sólido (“ring type
joint”) deve ter as seguintes durezas mínimas:

a) aço-carbono: 120 Brinell;


b) aço-liga 1 % a 5 % Cr: 160 Brinell;
c) aço inoxidável 304, 316, 317, 321 e 347: 160 Brinell;
d) aço inoxidável 304L, 316L e 317L: 140 Brinell.

6 PARAFUSOS E PORCAS

6.1 Geral

Os parafusos tipo estojo devem ser integralmente roscados. As porcas devem ser
hexagonais, série pesada (“heavy semifinished”).

6.2 Materiais e Padrões Dimensionais

6.2.1 Parafusos

As dimensões dos parafusos para flanges devem ser conforme as normas ASME B16.5 e
ASME B18.2.1. As roscas devem ser conforme a norma ASME B1.1, sendo que para
parafusos de diâmetros 1” e menores devem ser do tipo “coarse thread series” UNC-2A e
para parafusos de diâmetros 1 1/8” e maiores devem ser do tipo “8 thread series” 8UN-2A. O
material deve ser conforme TABELA 8.

TABELA 8 - PADRÕES DIMENSIONAIS PARA PARAFUSOS E PORCAS

Material
Item Válvula Testada a Fogo
T ≤ 540 °C T ≤ - 29 °C PVC
(“Fire Tested Type”)
Parafusos máquina - - - ASTM A307 Gr. B
Parafusos estojo ASTM A193 Gr. B7 ASTM A193 Gr. B16 ASTM A320 Gr. L7 -
Porcas ASTM A194 Gr. 2H ASTM A194 Gr. 2H ASTM A194 Gr. 4 ASTM A194 Gr. 2H

6.2.2 Porcas

As dimensões das porcas devem ser conforme a norma ASME B18.2.2. As roscas devem
ser conforme a norma ASME B1.1, sendo que, para porcas de diâmetros 1” e menores, usar
a série UNC-2B, para diâmetros de 1 1/8” e maiores, usar a série 8UN-2B. O material deve
ser conforme TABELA 8.

Notas: 1) Para ambiente com salinidade utilizar parafuso cadmiado ASTM B 766 Cl. 8
Tipo II, bicromatizado amarelo brilhante, com alívio de tensões e de hidrogênio
e testes suplementares S1, S2 e S3.
2) Para serviço com H2S utilizar estojos em dureza a 235 Brinell, conforme norma
PETROBRAS N-1706.

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7 JUNTAS DE VEDAÇÃO

7.1 Padrões Dimensionais

As normas dimensionais para juntas de vedação devem ser conforme a norma


ASME B16.5 e TABELA 9.

TABELA 9 - PADRÕES DIMENSIONAIS PARA JUNTAS DE VEDAÇÃO

Normas Uso

ASME B16.21 e ABNT NBR 5893 - Para juntas não metálicas

ASME B16.20 e API SPEC. 6A (ver Nota) - Para juntas metálicas tipo anel

- Para juntas metálicas com enchimento não


ASME B16.20 metálico tipo semimetálica espiralada e
semimetálica encamisada

Nota: Aplicável em árvore de natal em instalações “offshore”.

7.2 Anel Metálico

Todas as juntas tipo anel devem ser ovais ou octogonais e com durezas máximas como
segue:

a) aço-carbono: 90 Brinell;
b) aço-liga 1 % a 5 % Cr: 130 Brinell;
c) aço inoxidável 304, 316, 317, 321 e 347: 150 Brinell;
d) aço inoxidável 304L, 316L e 317L: 110 Brinell.

7.3 Critérios para Seleção de Juntas de Vedação para Ligações Flangeadas

Para seleção de juntas de vedação deve ser utilizada a TABELA 10.

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TABELA 10 - CRITÉRIO PARA SELEÇÃO DE JUNTAS DE VEDAÇÃO DE


LIGAÇÕES FLANGEADAS

Metálica Espiralada
Papelão em AISI 304 com Metálica Espiralada
1) ®
Hidráulico em Enchimento de Anel Metálico em Monel com
Aplicação Neoprene
Aramida + NBR Grafite Flexível ASME B16.20 enchimento de PTFE
ASME B16.21 ASME B16.20 ASME B16.20
(ver Notas 1, 2 e 3 )

Água
Vapor
Neoprene
Ar até 150# até 600# a partir de
até 150# _______
Produtos Químicos 0 ≤ T ≤ 150 °C T ≤ 430 °C 600#
0 ≤ T ≤ 100 °C
Nitrogênio, CO2
Espuma
até 150#
Álcool _________ ___________ _______ _______
0 ≤ T ≤ 80 °C
Gases Liquefeitos
Hidrocarbonetos
até 600# a partir de
Glicol _________ ___________ _______
-60 °C ≤ T ≤ 430 °C 600#
Processos Gerais
DEA
Serviços Categoria até 300# a partir
_________ ___________ _______
M T ≤ 430 °C de 600#
Serviços Sujeitos a até 600#
_________ ___________ _______ _______
Ciclos Térmicos T ≤ 430 °C
até 150# até 300 #
MTBE ___________ _______ _______
até 100 °C T ≤ 430 °C
Até 300#
Ácido Fluorídrico _________ ___________ _______ _______
(T ≤ 204 °C)
Hidrocarboneto até 300#
Presença de _______ _______ T ≤ 430 °C _______ _______
Ácidos Naftênicos (ver Nota 2)

Notas: 1) Anel de encosto interno deve ser utilizado para pressões acima de 40 kgf/cm2
ou DN ≥ 8”.
2) Para serviços com ácidos naftênicos usar espirais em AISI 316 ou 317.
3) Para serviços em temperaturas acima de 430 °C usar espiras de
AISI 321 ou 347.

8 CONEXÕES

8.1 Conexões para Solda de Topo

8.1.1 Padrões Dimensionais

Devem ser obedecidas as seguintes normas dimensionais:

a) norma ASME B16.9 - conexões de aço-carbono e aço-liga;


b) norma MSS SP-43 - conexões de aço inoxidável;
c) norma ASME B16.25 - extremidades para solda de topo;
d) norma ASME B16.28 - curvas de raio curto.

1)
MONEL é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de internos de válvulas e outros componentes de
tubulação para maior resistência à corrosão. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização
desta Norma e não significa uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser
utilizado produto equivalente, desde que conduza a resultado igual.

14
N-1693 REV. E SET / 2003

Notas: 1) Exceto onde indicado em contrário, a espessura de parede nas extremidades


da conexão deve ser igual à espessura do tubo conectado.
2) Exceto onde indicado em contrário, as curvas com extremidade para solda de
topo devem ser de raio longo.
3) Preferencialmente a fabricação deve ser sem costura.

8.1.2 Curva em Gomos

Para curvas em gomos, fabricadas de tubo ou chapa, devem ser atendidas as limitações
citadas na norma ASME B31.3, tais como: inflamabilidade e toxidez do fluido transportado,
pressão de projeto, temperatura de projeto e condições cíclicas severas. Para a
determinação do número de soldas e da espessura de parede, devem ser utilizados os
critérios da norma citada.

8.1.3 Ramificações

8.1.3.1 O critério para a seleção do tipo de ramificação deve seguir a orientação da


TABELA 11.

TABELA 11 - CRITÉRIO PARA SELEÇÃO DE RAMIFICAÇÕES

TRONCO

<2” 2” 3” 4” 6” 8” 10” 12” 14” 16” 18” 20” 24” >24”


COLAR ROSQUEADO (VER NOTA 1)
TE
COLAR DE ENCAIXE (VER NOTA 1)
MEIA LUVA (VER NOTA 1) <2”
2”
SEM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR BOCA DE LOBO 3”
SEM NECESSIDADE DE REFORÇO:
COM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR COLAR DE TOPO OU BOCA DE
USAR BOCA DE LOBO OU TE (VER
LOBO COM REFORÇO 4”
NOTA 2) R
6” A
M
COM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR BOCA DE LOBO COM REFORÇO OU COLAR DE
TOPO OU TE (VER NOTA 2) C 8” I
A F
L 10” I
SEM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR BOCA DE LOBO OU TE (VER C C
12”
NOTA 2)
U A
COM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR COLAR DE TOPO
OU BOCA DE LOBO COM REFORÇO OU TE (VER NOTA 2)
L 14” Ç
A Õ
R 16” E
S
18”
20”
24”
>24”

15
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Notas: 1) Para serviço com H2S, H2, fluído enquadrado na categoria M e serviço cíclico
severo, devem ser utilizadas ramificações suscetíveis a exame radiográfico,
tais como: tês forjados, tês extrudados e selas forjadas, sempre que não for
possível utilizar o exame por ultra-som como alternativa. Para limitações no uso
do exame por ultra-som ver norma PETROBRAS N-115.
2) A escolha final deve ser baseada em critérios econômicos, prazos de
instalação ou outras diretrizes. Na folha de padronização devem constar as
diversas alternativas que se aplicam a cada caso.
3) Não é recomendável utilização de boca-de-lobo em plataformas marítimas (ver
norma API RP 14E).

8.1.3.2 Os padrões dimensionais dos colares devem ser conforme a norma MSS SP-97.

8.2 Conexões para Solda de Encaixe e Roscadas - Padrões Dimensionais

Devem ser utilizadas as seguintes normas dimensionais:

a) norma ASME B1.20.1 - rosca NPT;


b) norma ASME B16.3 - conexões roscadas de ferro maleável;
c) norma ASME B16.11 - conexões de aço forjado roscadas ou para solda de
encaixe: dimensões, tolerâncias e limites de aplicação;
d) norma ASME B16.14 - bujões e buchas roscadas de ferro maleável;
e) norma ASME B16.15 - conexões roscadas de bronze fundido;
f) norma ASME B16.39 - uniões roscadas de ferro maleável;
g) norma MSS SP-83 - união roscada e encaixe de aço-carbono.

Notas: 1) Os diâmetros nominais utilizados são 1/2”, 3/4”, 1” e 1 1/2”.


2) Somente devem ser utilizadas conexões de ferro maleável da classe de
pressão 300.
3) Deve ser utilizada a TABELA 12 para correspondência entre a classe de
pressão de conexões de aço forjado e espessura de parede de tubo.

TABELA 12- CORRESPONDÊNCIA ENTRE CLASSE DE PRESSÃO E


ESPESSURA DE PAREDE DE TUBO

Tipo de Classes de Espessura de Parede do Tubo


Conexão Pressão da Conexão
Série Designação da Parede
3 000 80 XS
Roscada
6 000 - XXS
3 000 80 XS
Solda de Encaixe 6 000 160 -
9 000 - XXS

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9 VÁLVULAS

9.1 Seleção de Materiais

Para seleção dos materiais devem ser utilizadas as TABELAS 13, 14 e 15.

TABELA 13 - SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA VÁLVULAS NOS DIÂMETROS


1/2” A 1 1/2”

Bloqueio Regulagem Retenção Bloqueio


Diâmetro 1/2” - 1 1/2”
Gaveta Globo Portinhola/Pistão (ver Nota 1) Esfera/Macho

Internos Internos
Aplicação Classe Corpo Corpo
(ver Nota 2) (ver Nota 2)

200 Bronze ASTM B 62 Bronze ASTM B 62

Bronze AFO ASTM


300 Bronze ASTM B 61
ASTM B 61 A 182 Gr. F6a
Água
AFO ASTM A 180
800 AFO ASTM A 105
Gr. F6a
AFO ASTM A 182
1 500 AFO ASTM A 105 2)
Gr. F304 / Stellite®
AFO ASTM A 182
Vapor até 400 °C AFO ASTM A 105
Gr. F304 / Stellite®
Hidrocarbonetos até AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 182
AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 105
400 °C sem H2S Gr. F6a Gr. F6a
Hidrocarbonetos até AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 182
AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 105
400 °C com H2S Gr. F304 Gr. F304
Hidrocarbonetos
AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 182
corrosivos em alta
Gr. F5a Gr. F304
temperatura até 540 °C
Hidrocarbonetos com AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 182
ácido naftênico Gr. F317L Gr. F317L
AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 182
Vapor a alta pressão
Gr. F11 Gr. F6a / Stellite®
Gás natural à baixa AFO ASTM A 350 AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 350 AFO ASTM A 182
temperatura até - 29 °C Gr. LF2 Gr. F304 Gr. LF2 Gr. F304
Hidrocarbonetos à baixa AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 182
AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 105
temperatura até - 29 °C Gr. F304 Gr. F304
Hidrocarbonetos à baixa AFO ASTM A 350 AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 350 AFO ASTM A 182
temperatura até - 45 °C Gr. LF2 Gr. F304 Gr. LF2 Gr. F304
Hidrocarbonetos à baixa AFO ASTM A 350 AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 350 AFO ASTM A 182
temperatura até - 60 °C Gr. LF3 Gr. F304 Gr. LF3 Gr. F304
Hidrocarbonetos até AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 182
AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 105
150 °C sem H2S Gr. F6a Gr. F6a
Hidrocarbonetos até AFO ASTM A 182 AFO ASTM A 182
AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 105
150 °C com H2S Gr. F304 Gr. F304

Notas: 1) Usar o tipo portinhola, somente para água na classe 200.


2) Como alternativa para os internos da válvula pode ser aceita a especificação
AISI equivalente.

2)
STELLITE é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de revestimentos endurecidos de obturadores e
sedes de válvulas. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa
uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser utilizado produto equivalente,
desde que conduza a resultado igual.

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N-1693 REV. E SET / 2003

TABELA 14 - SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA VÁLVULAS NOS DIÂMETROS 2”


E MAIORES

Bloqueio Retenção Bloqueio


Diâmetro 2” e
Maiores Gaveta Globo/Portinhola Esfera/Macho

Aplicação Classe Corpo Internos Corpo Internos Corpo Internos

FFU ASTM A 126 FFU ASTM Bronze FFU ASTM


125 Bronze ASTM B 62
Cl. B A 126 Cl. B ASTM B 62 A 126 Cl. B

AFU ASTM A 216 AFU ASTM A 216


150 Bronze ASTM B 62 Bronze ASTM B 62
Gr. WCB Gr. WCB

FFU ASTM A 126 FFU ASTM


Água 250 Bronze ASTM B 61 Bronze ASTM B 61
Cl. B A 126 Cl. B

AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 Gr. AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182
900
Gr. WCB F6a/Stellite® Gr. WCB Gr. F6a/Stellite®

AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 Gr. AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182
1 500
Gr. WCB F6a/Stellite® Gr. WCB Gr. F6a/Stellite®

AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 Gr. AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182
Vapor até 400 °C
Gr. WCB F304/Stellite® Gr. WCB Gr. F304/Stellite®

Hidrocarbonetos até AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182
400 °C sem H2S Gr. WCB Gr. F6a Gr. WCB Gr. F6a Gr. WCB Gr. F6a

Hidrocarbonetos até AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182
400 °C com H2S Gr. WCB Gr. F304 Gr. WCB Gr. F304 Gr. WCB Gr. F304
Hidrocarbonetos
AL ASTM A 217 AFO ASTM A 182 AL ASTM A 217 AFO ASTM A 182
corrosivos em alta
Gr. C5 Gr. F304 Gr. C5 Gr. F304
temperatura até 540 °C

Hidrocarbonetos com AFU ASTM A 351 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 351 AFO ASTM A 182
ácido naftênico Gr. CG8M Gr. F317L Gr. CG8M Gr. F317L

AL ASTM A 217 AFO ASTM A 182 Gr. AL ASTM A 217 AFO ASTM A 182
Vapor a alta pressão
Gr. WC6 F6a/Stellite® Gr. WC6 Gr. F6a/Stellite®

Gás natural à baixa AFU ASTM A 352 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 352 AFO ASTM A 182
temperatura até - 29 °C Gr. LCB Gr. F304 Gr. LCB Gr. F304

Hidrocarbonetos à baixa AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182
temperatura até - 29 °C Gr. WCB Gr. F304 Gr. WCB Gr. F304 Gr. WCB Gr. F304

Hidrocarbonetos à baixa AFU ASTM A 352 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 352 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 352 AFO ASTM A 182
temperatura até - 45 °C Gr. LCB Gr. F304 Gr. LCB Gr. F304 Gr. LCB Gr. F304

Hidrocarbonetos à baixa AFU ASTM A 352 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 352 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 352 AFO ASTM A 182
temperatura até - 60 °C Gr. LC3 Gr. F304 Gr. LC3 Gr. F304 Gr. LC3 Gr. F304

Hidrocarbonetos até AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182
150 °C sem H2S Gr. WCB Gr. F6a Gr. WCB Gr. F6a Gr. WCB Gr. F6a

Hidrocarbonetos até AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182 AFU ASTM A 216 AFO ASTM A 182
150 °C com H2S Gr. WCB Gr. F304 Gr. WCB Gr. F304 Gr. WCB Gr. F304

Nota: Como alternativa para os internos de válvula podem ser aceita a especificação
AISI equivalente.

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N-1693 REV. E SET / 2003

TABELA 15 - SELEÇÃO DE MATERIAIS NÃO METÁLICOS PARA SEDES DE


VÁLVULAS

Tipo de Material Aplicação Limites de Temperatura °C


Buna-N Água, Ar e Nitrogênio 0 até 100
Ebonite, Neoprene Produtos Químicos 0 até 65
3)
Viton® Hidrocarbonetos 0 até 150
PTFE Hidrocarbonetos - 60 até 150

9.2 Padrões Dimensionais

Devem ser utilizadas as seguintes normas dimensionais conforme TABELA 16.

TABELA 16 - NORMAS DIMENSIONAIS PARA VÁLVULAS

Material do Corpo e Extremidades da Válvula


Tipo de Bronze Ferro Fundido Aço Fundido Aço Forjado
Válvula Solda de
Rosca Flange “WAFER” Flange Encaixe de solda
Topo
Gaveta MSS SP-70 API STD 600

Globo MSS SP-80 CEN EN 13789 BSI BS 1873 ISO 15761

Retenção MSS SP-71 API STD 594 BSI BS 1868

Esfera API SPEC 6D BSI BS 5351

Borboleta API STD 609

Macho API STD 599

9.3 Operação com Redutores

O uso de redutores de engrenagens para melhor operação de válvulas deve ser adotado
nos diâmetros iguais ou maiores que os indicados na TABELA 17.

3)
VITON® é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de revestimentos endurecidos de obturadores e
sedes de válvulas. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa
uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser utilizado produto equivalente,
desde que conduza a resultado igual.

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N-1693 REV. E SET / 2003

TABELA 17 - USO DE REDUTORES DE ENGRENAGENS

Usar Redutores para


Tipo Classe Diâmetros Nominais das
Válvulas ≥
150 14”
300 12”
Gaveta 600 6”
900 6”
1 500 e 2 500 6”
600 e 900 6”
Globo
1 500 e 2 500 4”
150 e 300 6”
Esfera e Macho 600 e 900 6”
1 500 e 2 500 4”
Borboleta 125 12”

9.4 Válvulas de Esfera

9.4.1 As válvulas esfera testadas a fogo (“fire tested type”) devem ser como especificadas
na norma PETROBRAS N-2247.

9.4.2 As válvulas de esfera devem ser do tipo passagem plena.

9.5 Válvulas de Borboleta

Para DN de 2” a 20” deve ser utilizado o tipo “wafer” ou “lug” e para DN de 24” e maiores,
deve ser utilizado o tipo flangeado.

9.6 Válvulas de Retenção

9.6.1 Para DN de 1/2” a 1 1/2” deve ser utilizado o tipo pistão (horizontal ou vertical) quando
a válvula for de aço, e tipo portinhola quando a válvula for de bronze.

9.6.2 Para DN de 2” e maiores deve ser utilizado o tipo portinhola flangeada. Como
alternativa, pode ser utilizado o tipo “wafer” dupla ou simples portinhola com sede em
BUNA-N até 100 °C, Viton® de 100 °C a 150 °C e sede metal-metal acima de 150 °C.

9.7 Ressaltos para Conexões Auxiliares

As válvulas flangeadas e para solda de topo dos tipos gaveta, globo, macho e retenção
devem ser fornecidas com ressaltos para possibilitar instalação de conexões auxiliares,
conforme Figuras 1 e 5 da norma ASME B16.34 e segundo o indicado na TABELA 18.

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TABELA 18 - RESSALTOS PARA CONEXÕES AUXILIARES

Diâmetro Nominal da Diâmetro Nominal da Posições da


Tipo
Válvula Conexão Auxiliar ASME B16.34
2” a 4” 1/2”
Gaveta 6” a 8” 3/4” A, B e H
> 10” 1”
2” a 4” 1/2”
Retenção 6” a 8” 3/4” G
> 10” 1”
2” a 4” 1/2”
Globo G
6” a 8” 3/4”
2” a 4” 1/2”
Esfera 6” a 8” 3/4” G
> 10” 1”

9.8 Intervalo de Diâmetros Utilizados

A TABELA 19 apresenta os diâmetros nominais padronizados para cada tipo de válvula, em


função do material do corpo e tipo de extremidade da válvula.

TABELA 19 - DIÂMETROS NOMINAIS PADRONIZADOS PARA VÁLVULAS

Material do Corpo e Extremidade da Válvula


Tipo
de Bronze FFU AFU AFO
Válvula
RO FLG “WAFER” FLG ST ES
VGA ≥ 2” - ≥ 2” ≥ 2”
VGL 1/2” - 1 1/2” ≥ 2” - ≥ 2” ≥ 2”
1/2” - 1 1/2”
VRE 2” - 24” ≥ 26” ≥ 2” ≥ 2”
VES - - - ≥ 2” -
VBO - - ≥ 2” - -

Nota: Os limites das normas dimensionais para cada tipo de válvula devem ser
atendidos.

9.9 Gaxetas

A TABELA 20 apresenta o critério de seleção de gaxetas para válvulas industriais.

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TABELA 20 - CRITÉRIO PARA SELEÇÃO DE GAXETAS PARA VÁLVULAS


INDUSTRIAIS

Aplicação Padronizações Não-Amianto


Produto Químico
Aa, Ab, Ac, Ad, Ae, Af, Ag, Bh, Bp,
Solventes PTFE (T ≤ 150 °C)
Cf, Ch, Ci, Ta, Xa, Xb, Xc, Xd e Xe
Água
Água de Caldeira
Vapor D’água
CO T ≤ 760 °C, anel superior e
Ba, Bb, Bc, Bd, Be, Bf, Bg, Bj, Bm, Bo, Ca, inferior em grafite flexível
Hidrocarbonetos
Cb, Cc, Cd, Ce, Cf, Cg, Cm, Co, Ea, Eb, Ec, ®
DEA com fios de 4)Inconel e anéis
Ed, Ee, Ef, Eg, Fa, Fb, La, Lb, Lc, Ld, Ma,
Álcool intermediários em grafite
Mb, Mc, Md, Oa, Ob, Pa e Qa
Vapor de Alta expandido.
Hidrocarbonetos a Alta
Pressão e Temperatura

_____________

4)
INCONEL é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de liga metálica de boa resistência à corrosão,
tensão de ruptura e estabilidade térmica. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta
Norma e não significa uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser utilizado
produto equivalente, desde que conduza a resultado igual.

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N-1693 REV. E SET / 2003

ÍNDICE DE REVISÕES

REV. A, B, C e D
Não existe índice de revisões.

REV. E
Partes Atingidas Descrição da Alteração
1.1, 1.2 e 1.4 Revisados
2e3 Revisados
3.6 Revisado
4.5 e 4.6 Revisados
5.5.1 Revisado
5.6.1 e 5.6.2 Revisados
6.2.1 Incluído
6.2.2 Revisado
7.2 Revisado
7.3 Incluído
8.2 Revisado
9.4.1 Revisado
9.8 Incluído
TABELAS 1, 2 e 3 Revisadas
TABELAS 4 e 5 Incluídas
TABELAS 6 Revisada
TABELAS 8 Incluída
TABELAS 8 e 9 Revisadas
TABELA 10 Incluída
TABELAS 12 e 13 Revisadas
TABELAS 14, 15 e 16 Revisadas
TABELA 15 Incluída
TABELA 18 Revisada
TABELAS 19 e 20 Incluídas

_____________

IR 1/1