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DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DE SAÚDE

TRABALHO DE FIM DO CURSO DE LICENCIATURA EM ENFERMAGEM

Realizada Por:
Manuela Mazengo Correia Capanga

CONHECIMENTO DOS ESTUDANTES DO 1º ANO DOS ISPAJ SOBRE A


GASTRITE NO Iº SEMESTRE DO ANO 2019

Orientadora: Msc. Maribel Caballero Riveri

Registro Nº:

Luanda/2020
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DE SAÚDE

TRABALHO DE FIM DO CURSO DE LICENCIATURA EM ENFERMAGEM

CONHECIMENTO DOS ESTUDANTES DO 1º ANO DOS ISPAJ SOBRE A


GASTRITE NO Iº SEMESTRE DO ANO 2019

Apresentado Por:
Manuela Mazengo Correia Capanga

Orientadora:Msc. Maribel Caballero Riveri

Luanda/2020

2
EPÍGRAFE

Salmos 130:2 – Senhor, escuta a minha voz; estejam os teus ouvidos atentos à voz
das minhas súplicas.

Apocalipse 22:16 – Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas a
favor das igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da
manhã.

Grande é aquele que acredita em Deus todo-poderoso. Amem.

I
DEDICATÓRIA

Esta monografia é dedica a minha família, amigos, colegas e companheiros que


cederam seu tempo de convivio para que fosse possivel realizar esta monografia.

É um prevlégio e uma honra dedicar a professora Maribel Caballero Riveri, pela sua
disposição exclusivamente voltada para educação e formação de profissionais de
enfermagem para os mais altos padrões de cuidado o que tornou este trabalho uma
realidade.

II
AGRADECIMENTOS

A Deus, que mesmo após momentos tão difíceis, acolheu-me em seus braços,
nunca me deixando desistir com seu amor incondicional, por guiar meus
caminhos e escolhas, por transformar minha vida, minha mente e meu coração.

Aos meus pais, André e Domingas são as pessoas a quem deixo tudo o que sou e
por estrarem sempre de forma incansável a meu lado.radeço a minha orientadora
Maribel Caballero Riveri por ter disponibilizado o seu tempo para me orientar neste
trabalho, pois sem ela não seria possível produzir toda informação concretizada.

Aos meus irmãos Moisés, Diogo, Isabel, Aninha, por me transmitirem toda a
cumplicidade e toda a energia necessário nos bons e maus momentos e por me
acompanharem sempre em todas as etapas da vida.

Ao meu esposo Alfredo por me acompanhar de uma forma tão intensa e próxima na
minha vida académica e por ter o orgulho que tem em mim.

Aos meus filhos/as Emanuel, Esmeralda, Eunice, Isa, por me ajudarem a ultrapassar
todas as etapas que passei e por terem dado força e alegria que me acompanham
sempre na minha vida.

A todos os meus amigos por terem feito parte destre trabalho, pois sem eles não me
seria possível percorrer todo este percuso de forma tão fácil e natural.

III
LISTAS DE TABELA

Tabela 1: Distribuição dos estudantes do 1º ano do ISPAJ, de acordo a

residência ........................................................................................... 29

Tabela 2: Distribuição dos estudiantes do 1º ano do ISPAJ sobre conhecimento


. de gastrites, segundo faxia etaria ...................................................... 30

Tabela 3: Distribuição dos estudiantes do 1º ano do ISPAJ sobre conhecimento

gastrites, segundo gênero ................................................................ 31

Tabela 4: Distribuiçâo dos estudantes do 1º ano do ISPAJ segundo conhecimento

sobre definiçao de gastrite ................................................................... 31

Tabela 5: Distribuiçâo dos estudantes do 1º ano do ISPAJ segundo conhecimento

das principais causas de gastrite ........................................................ 32

Tabela 6: Distribuição dos estudantes do 1º ano do ISPAJ segundo conhecimento

dos factores que influenciam no aparecimento da gastrite .................. 33

Tabela 7: Distribuição dos estudantes do 1º ano do ISPAJ segundo conhecimento

dos sinais e sintomas de gastrite ......................................................... 34

Tabela 8: Distribuição dos estudantes do 1º ano do ISPAJ segundo conhecimento

dos hábitos alimentares ea gastrite. (Refeições por dia ) ................... .34

Tabela 9: Distribuição dos estudantes do 1º ano do ISPAJ segundo conhecimento

dos hábitos alimentares e a gastrite. (Consumo de alimentos durante

ao dia ) ................................................................................................ 35

Tabela 10: Distribuição dos estudantes do 1º ano do ISPAJ segundo conhecimento

dos hábitos alimentares ea gastrite (Alimentos com muito sál) ........... 36

IV
LISTA DE ABREVIATURAS

AINEs – Anti inflamatório não esteróide

H.P – Helicobacter Pylori

G.A – Gastrite Aguda

G.C – Gastrite Crónica

ISPAJ – Instituto Superior Alvorecer da Juventude

UG – Úlcera Gástrica

C.G – Câncer Gástrico

V
RESUMO

Introdução: A gastrite é uma inflamação da mucosa causada pela bactéria


helicobacter pylori, que acomete 70% da população, onde acometem mais adultos e
idosos, mas estão surgindo também em crianças, para auxiliar no tramento dessa
patologia. Objectivo:avaliar o nivel de conhecimento dos estudantes do 1º ano do
Ispaj sobre a gastrite. Metodologia: foi realizado um estudo descritivo transversal de
abordagem quantitativa. O universo foi constituído por 120 estudantes do 1º ano do
Instituto Superior Alvorecer da Juventude.Resultados: A análise dos resultados
evidenciou que a maioria dos estudantes residem no municipio de Talatona com um
apercentagem de 50%. No que concerne a faixa etária, a maioria dos estudantes
encontram-se no intervalo dos 18 aos 23 anos de idade, representando 67.167%.
Quanto ao genero, 58,333% são do género femenino e de acordo a definição de
gastrite, 50% dos estudantes responderam inflamação no estômago. Quanto as
principais causas de gastre, a maioria respoderam alimentos contaminados, com
64,167%. De acordo com os factores que influênciam no aparecimento de gastrite,
46,667% dos estudantes respoderam estilo de vida e quanto sinais e sintomas,
54,167% dos estudantes afirmaram dores abdominais. Quanto ao habitos
alimentares 75% dos estudantes fazem refeição 1-3 vezes por dia, 58,33% dos
estudantes alimentam pão com chá durante o dia e 44,667% dos estudantes as
vezes consome alimentos com muito sal. Conclusão: A gastrite é uma doença que
constitui um problema de saúde, podendo acarretar a carcinogênese gástrica, porém
pode ser revertida e prevenida através do diagnóstico precoce, tratamento
medicamentoso e principalmente por meio de mudanças na dieta e no estilo de vida
saudável.

Palavra Chave: Gastrite; Hábitos Alimentares; Helicobacter Pilory

VI
ABSTRACT

Introduction: Gastritis is an inflammation of the mucosa caused by the bacterium


helicobacter pylori, which affects 70% of the population, affecting more adults and
the elderly, but also appearing in children, to help treat this pathology. Objective: To
evaluate the level of knowledge of ISPAJ 1st year students about gastritis.
Methodology: A cross-sectional descriptive study of quantitative approach was
performed. The universe was constituted by 120 students of the first year of the
Superior Institute Dawn of Youth. Results: The analysis of the results showed that
the majority of students live in the municipality of Talatona with a percentage of 50%.
Regarding the age group, most students are between 18 and 23 years old,
representing 67,167%. Regarding gender, 58.333% are female and according to the
definition of gastritis, 50% of students responded to stomach inflammation.
Regarding the main causes of gastre, most respond to contaminated food with
64.167%. According to the factors that influence the onset of gastritis, 46.667% of
students breathed their lifestyle and regarding signs and symptoms, 54.167% of
students said abdominal pain. As for food habits 75% of students eat 1-3 times a
day, 58.33% of students feed bread with tea during the day and 44.667% of students
sometimes eat salt foods. Conclusion: Gastritis is a disease that constitutes a health
problem and may lead to gastric carcinogenesis, but it can be reversed and
prevented through early diagnosis, drug treatment and mainly through changes in
diet and healthy lifestyle.

Keyword: Gastritis; Eating habits; Helicobacter Pilory

VII
ÍNDICE

EPÍGRAFE ................................................................................................................... I
DEDICATÓRIA ............................................................................................................ II
AGRADECIMENTOS ................................................................................................. III
LISTAS DE TABELA ................................................................................................. IV
RESUMO.................................................................................................................... V
ABSTRACT .............................................................................................................. VII
INTRODUÇÃO .......................................................................................................... 10
Problematização........................................................................................................ 13
Justificativa ................................................................................................................ 14
OBJECTIVOS............................................................................................................ 15
Objectivo Geral.......................................................................................................... 15
Objectivos Esprcíficos ............................................................................................... 15
CAPÍTULO I. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICO.......................................................... 16
1.1. Conceitos ........................................................................................................... 16
1.2. Breve histórico................................................................................................... 16
1.2.1. Anatomia do estómago.................................................................................... 16
1.2.2. Epidemiologia .................................................................................................. 17
1.2.3. Classificação da Gastrite ................................................................................. 18
1.2.3.1 Gastrite Aguda .............................................................................................. 18
1.2.3.2 Gastrite Crônica ............................................................................................ 19
1.3- Manifestaçôes .................................................................................................... 20
1.4. Causas ............................................................................................................... 20
1.4.1. Factores de risco ............................................................................................. 21
1.4.2. influência da alimentação no aparecimento da gastrite ................................... 21
1.5. Consequências................................................................................................... 23
1.6. Diagnostico......................................................................................................... 23
1.6.1. Clinico.............................................................................................................. 24
1.6.2. Laboratorial ..................................................................................................... 24
1.7. Tratamento ......................................................................................................... 24
VIII
1.7.1. Tratamento não farmacologico ........................................................................ 25
1.7.2. Tratamento farmacologico ............................................................................... 25
1.8. Prevençâo .......................................................................................................... 25
CAPÍTULO II. TRATAMENTO METODOLOGICO ................................................. 256
2.1. Tipo de Estudo ................................................................................................... 26
2.2. Campo de estudo ............................................................................................... 26
2.3. População e Amostra ......................................................................................... 26
2.4. Critérios de Selecção ......................................................................................... 26
2.4.1. Critério de Inclusão.......................................................................................... 26
2.4.2. Critério de Exclusão ........................................................................................ 26
2.5. Variáveis............................................................................................................. 27
2.5.1. Variável dependente ....................................................................................... 27
2.5.2. Variáveis Independente ................................................................................... 27
2.6. Método de Recolha de dados............................................................................. 27
2.7. Procedimento Éticos .......................................................................................... 27
2.8. Análise e Processamento de Dados .................................................................. 27
CAPÍTULO III. APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS ................ 29
CONCLUSÃO ........................................................................................................... 37
RECOMENDAÇÕES ................................................................................................. 38
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ......................................................................... 39
ANEXOS ................................................................................................................... 41
APÊNDICES ............................................................................................................. 45

IX
INTRODUÇÃO

A gastrite é uma inflamação da mucosa do estômago que pode ser do


tipo agudo, de rápida aparência e resolução em poucos dias, ou do tipo
crônico, caso em que pode persistir por anos e produzir úlcera péptica. O
crônico é mais difícil de diagnosticar que o agudo, e duas variantes devem ser
distinguidas: a associada ao aumento da secreção de ácido gástrico e aquela
com baixa secreção de ácido gástrico, na qual os antiácidos não são prescritos.
É freqüentemente causada por uma infecção causada pela bactéria
helycobacter pylori. Outras causas incluem consumo excessivo de álcool e
outras transgressões alimentares (refeições abundantes, abuso de
condimentos fortes e irritantes), intoxicação alimentar, tabaco, estresse, uso
prolongado de certos medicamentos (anti-inflamatório e anti-reumático) ou
tomar muitos aspirina. (KEITH et al., 2013).

Os sintomas característicos são sensação de queimação na boca do


estômago que pode atingir o peito, azia, náusea, às vezes vômito e flatulência
(consulte o capítulo sobre meteorismo ou flatulência). Um estilo de vida
saudável e hábitos alimentares adequados podem impedir essa doença e, se
sofrerem, melhorar os sintomas e evitar possíveis recaídas. (KEITH et al.,
2013).

O termo "gastrite" refere-se a uma série de distúrbios inflamatórios


digestivos da mucosa do estômago. Outros autores usam o nome para
designar algumas doenças vagas que curam espontaneamente e são
caracterizadas por náusea, anorexia, desconforto epigástrico com ou sem
vômitos e alguns sintomas sistêmicos. (KEITH et al., 2013).

As gastrites são caracterizadas por reações inflamatórias na parede do


estômago e quando essa barreira mucosa é danificada permite que o suco
gástrico produzido pelo estômago cause erosões ou possibilite infecções
no revestimento de proteção do estômago (AGUIAR et al., 2002).

As doenças gastrointestinais, principalmente a gastrite, são


caracterizadas por deixar grande parte da população em estado mórbido.
Sendo que indi-víduos diagnosticados com gastrite devem primei-ramente

10
passar por uma reeducação alimentar. Além de uma boa dieta, o tratamento
inclui a associação de medicamentos alopáticos, hemeopáticos ou
fitoterápicos. (AGUIAR et al., 2002).

De acordo Fawer e Zaid (2013) um factor que está associado com o


surgimento da gastrite é a Helicobacter pylori uma bactéria microaerófila gram-
negativa que tem uma maneira única de se adaptar no ambiente hostil do
estômago. A infecção com H. Pylori foi reconhecida como um problema de
saúde pública em todo o mundo e mais prevalente em paises em
desenvolvimento do que nos países desenvolvidos, sendo um colaborador
conhecido em gastrite, úlceras podendo influenciar na capacidade do
estômago em absorver a vitamina B12 consumida, provocando sua deficiência.

A infecção é obtida principalmente na infância sendo determinada


pela cronicidade, predeterminando sua evolução patológica em adultos, tais
como carcinoma gástrico e doença ulcerativa péptica. As populações de alto
risco, como famílias socialmente desfavorecidas, são as mais acometidas com
essa infecção sendo que higiene insegura, domicílios aglomerados e carência
de saneamento básico são fatores que contribuem para a aquisição e
disseminação da doença (SILVERIO et al., 2012).

Segundo Villanueva (2016) afirma, em relação ao conhecimento da


gastrite que (13%) é para o sexo masculino e (86%) corresponde ao sexo
feminino, mostrando em seu estudo uma prevalência no sexo feminino em
relacão ao masculino.

A gastrite é etiologicamente multifatorial, observando que múltiplos


fatores exógenos e endógenos podem intervir em um único
paciente.Numerosas classificações de gastrite foram feitas. O mais prático os
classifica em dois tipos principais: gastrite aguda e gastrite crônica. Gastrite
aguda: podem ser exógenas ou endógenas. A gastrite exógena aguda ou
gastrite irritativa é causada por qualquer tipo de irritante químico, térmico,
mecânico ou bacteriano que pode ser engolido pela boca. Os mais frequentes
são alimentos e bebidas extremamente quentes ou frios, alimentos
condimentados, molhos, temperos do tipo mostarda, bem como medicamentos
à base de salicilato, cloreto, iodeto e brometo. Como casos especiais, devemos

11
lembrar da gastrite corrosiva, pela ingestão de substâncias cáusticas, bem
como pela gastrite alérgica, de origem alimentar, bacteriana ou química,
causada pela hipersensibilidade da mucosa a essas substâncias. Gastrite
crônica: Acreditava-se anteriormente que, quando causas irritativas persistiam
por um longo tempo, a gastrite aguda se tornava gastrite crônica. Isso está em
desacordo com a observação clínica que mostra que muitos casos de gastrite
crônica não apresentaram uma história irritante para explicá-la. Atualmente, a
hipótese de um mecanismo imunológico está sendo amplamente aceita. Na
prática clínica, o termo gastrite é utilizado tanto para gastrite propriamente dita
quanto para gastropatias, pois apresenta manifestações clínicas muito
semelhantes e achados endoscópicos. (Guimarães et al. 2008)

Segundo dados do Sistema de Informação do Ministério da Saúde


(2007), as doenças do aparelho digestivo ocupam a segunda posição de
prevalência em relação aos problemas que acometem homens e mulheres
idosos hospitalizados, classificados de acordo com CID-10 (MOTTA et al.,
2010).

Portanto este estudo é de grande importância, pois ajudará em uma


melhor compreensão de como a alimentação influncia diretamente na
prevenção e tratamento da gastrite.

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Problematização

A convivência com pessoas portadoras de gastrite e o aumento do


índice de casos por todo o mundo despertou o interesse por este estudo,
verificando a influência dos hábitos alimentares com relação a gastrite, pois
diversos estudos apontam a alimentação inadequada como fator primordial
para desenvolver a gastrite. Ela pode ser identificada através de sintomas
como, vômitos, náuseas, mal-estar, dor epigástrica e hemorragias.
Dependendo se ela se estender tornando-se crônica pode ocasionar perda
de células parietais do estômago, atrofia, perda de ácido clorídrico e fator
intrínseco, levando a uma anemia perniciosa severa. Ainda pode acontecer
déficits nutricionais pela má absorção dos nutrientes necessários para
cicatrização da própria mucosa e uma digestão adequada, tendo assim uma
melhor qualidade de vida com a redução ou erradicação desses sintomas.

Com base nesta situação, levantou-se a seguinte questão ciêntifica: Que


informações têm os estudantes do 1º ano do Ispaj sobre a gastrite no Iº
semestre de 2019?

13
Justificativa

A presente tematica surgiu durante o meu estágio curricular no Ispaj,


onde apareceu muitos casos de dor de estômago. E muito destes estudantes
não sabem a definição de gastrite, seus sintomas, prevenção e tratamentos e
não fazem a refeição a tempo e horas.

É de grande importância, que a instituição implementa palestra a


respeito a temática, pós ajudaráos estudantes em uma melhor compreensão de
como a alimentação influência diretamente na prevenção e tratamento da
gastrite, como hábitos nutricionais.

14
OBJECTIVOS

Objectivo Geral

 Avaliar o nivel de conhecimento dos estudantes do 1º ano do Ispaj sobre a


gastrite.

Objectivos Específicos

 Caracterizar amostra de acordo o perfil sociodemográfico (idade, género e


residência).
 Indentificar e descrever o conhecimento dos estudantes do ispaj sobre a
definição, factores de risco, as principais causas e os sinais e sintomas de
gastrite.
 Identificar a percepção dos estudantes do 1º ano sobre a importância da
dieta alimentares.
 Verificar os habitos alimentares dos estudantes com relação a gastrite.

15
CAPÍTULO I. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICO

1.1- Conceitos
A gastrite é uma lesão gástrica caracterizada pela infiltração de células
inflamatórias, incluindo linfócitos e células plasmáticas. Esta inflamação
envolve principalmente a mucosa superficial e ondas gástricas que podem
causar atrofia da mucosa (RAHMANI et al., 2015).

A gastrite é uma inflamação da mucosa gástrica, é causada devido o


aumento da produção da secreção ácida, sendo transmitida através da
bactéria helicobacter pylori formada por uréia e amoníaco liberando a
enzima uríase que gera em meio básico e neutraliza o ácido deixando a
mucosa lesada (RAMOS et al., 2015).

1.2- Breve histórico


1.2.1- Anatomia do Estômago

Segundo (JUNQUEIRA et al., 2017) e (Celmo Celeno, 2009). O


estômago é uma dilatação secular do digestivo, interposta entre o esófago e o
duodeno. Esta situada na cavidade abdominal, abaixo do diafragma. Suas
paredes são susceptíveis de distensão, permitindo que a sua capacidade varie
amplamente de acordo com o volume ingerido e o tempo decorrido da refeição.
Sua principal função é a digestão parcial dos alimentos, através de
mecanismos que envolvem a liberação de secreção gástrica com baixo Ph e
pela liberação de enzimas e hormônios (funções exócrinas e endócrinas). O
bolo alimentar ao passar pelo estômago é transformado em uma massa
viscosa (quimo) por meio da atividade muscular e química da mucosa gástrica.
A digestão química se deve a adição de ácido gástrico (ácido clorídrico – HCl)
ao alimento ingerido e digestão parcial de proteínas (ação da pepsina)

Histologicamente, o estômago é dividido em quatro camadas com base


no tipo de glândula que cada uma contém. Entretanto, o estômago tem
o mesmo plano estrutural em toda a sua extenção, consistindo em
mucosa, submucosa, muscular externa e serosa (ROSS et al., 2012).

A mucosa gástrica é formada por epitélio glandular, cuja unidade


secretora é tubular e ramificada e desemboca na superfície, em uma

16
área denominada fosseta gástrica. Todo o epitélio gástrico (colunar simples)
está em contato com tecido conjuntivo frouxo (lâmina própia), que contém
células musculares lisas e células linfoídes. Separando a mucosa da
submucosa adjacente, existe uma camada de músculo liso, a muscular
da mucosa. Quando observado em microscópio é possível observar
numerosas invaginações do epitélio de revestimento (aberturas das fossetas
gástricas). As células epitéliais da superfície do estômago secretam muco
alcalino, composto por água (95%), glicoproteínas e lipídeos. O
bicarbonato, também secretado por essas células, forma um gradiente de Ph
que varia de 1 (porção luminal) a 7 (superfície celular). Na lâmina própia e
submucosa existe uma rede de vasos, que possibilita a nutrição e a
remoção de metabólicos tóxicos (JUNQUEIRA et al., 2017).

1.2.3-Epidemiologia da gastrite

Segundo Ddine (2012) Vi que um em cada seis indivíduos infectados


com bactérias da casca parece evoluir para evoluir para quadro de úlcera
péptica; Tenho em vista que 1% a 3% da população dos Estados Unidos e 12%
da população do Japão têm uma chance de longo prazo de viver para o câncer
de estômago

Do ponto de vista epidemiológico, tanto na prevalência de H. Pylori, no


nível de sua relação com os precursores do câncer gástrico, na distribuição de
várias no mundo ou no mundo, estima-se que cerca de 50% da população
mundial esteja infectada, sendo essa prevalência Os melhores países do
desenvolvimento. O Brasil não relata sua prevalência, entre adultos e crianças,
em táxons que variam de 34% a 80% (FERNANDES, 2009)

Segundo Ddine (2012) foi visto que um em cada seis indivíduos


que são infectados pela bactéria apresenta risco de evoluir para o quadro de
úlcera péptica; tendo em vista que 1% a 3% da população dos EUA e 12% da
população do Japão tem possibilidade de ao longo de sua vida progredir para
um câncer de estômago.

17
1.2.4-Classificação da Gastrite

A gastrite tem diversos factores etiológicos e pode ser classificada de


acordo com sua evolução temporal, em aguda e crónica, mecanismo
patogénico, localização anatómica e características histológicas. De acordo
Guimarães et al. (2008)

1.2.4.1-Gastrite Aguda

A gastrite aguda aparece de forma súbita, o que leva a uma evolução


rápida e facilmente associadas a um agente causador. Pode ocasionar uma
inflamação apenas superficial ou escoriações da mucosa gástrica pela
própria secreção do estômago. É um processo inflamatório da mucosa
transitória, que pode ser assintomático ou causar graus variáveis de dor
epigástrica, náuseas e vómito. Em muitos casos pode haver erosão da
mucosa, ulceração, hemorragia, hematémese, melena ou, raramente perda
sanguínea massiva. (GUYTON, 2006).

1-Hemorrágica: Resultam do efeito nocivo e agudo de químicos irritantes


sobre a mucosa gástrica (por exemplo: uso da aspirina, álcool, cortisona, anti-
inflamatórios não esteróides) que se traduzem por erosões múltiplas da
mucosa, edema e hemorragia no córion e congestão vascular. Há, nestes
casos, ausência de polimorfonucleados. Em geral, estas alterações são
autolimitadas e não necessitam hematemeses ou melenas (MÁRIO G. Q.,
2000).
2-Fleimonosas: São infecções purulentas do estômago provocadas pela
colonização de microrganismos, inicialmente na submucosa do estômago mas
que pode atingir todas as camadas da parede gástrica. Associam-se a quadros
de epsis e têm péssimo prognóstico. O agente infeccioso mais frequente é o
Estreptococos alphahemoliticus, podendo no entanto estar envolvido o
bacillussubstilis, Proteusvulgaris e pneumococos. Tipicamente, os doentes
apresentam-se muito debilitados, sépticos, com um quadro de abdómen agudo
e por vezes há hematemeses. (MÁRIO G. Q., 2000).

3-Por H. Pyroli: A helicobacter pylori foi descoberta pelo professor


Warley Jaworski da universidade Jaguelônica, em Cracóvia em 1899.É uma

18
situação raramente observada na prática clínica porque decorre quase sem
sintomas ou, quando estes estão presentes, enquadram-se numa vulgar
gastroenterite aguda e não é profundamente investigada. Na literatura, estão
descritos casos de ingestão voluntária de bactérias cultivadas a que se
seguiram dores epigástricas e náuseas, com ou sem vómitos. (Mário G. Q.,
2000).

A infeção por H. pylori é crónica e muito frequente em todo o mundo,


cerca de 50% da população mundial está infetada com H. pylori, a prevalência,
a incidência, a distribuição etária e as sequelas da infeção são
significativamente diferentes nos países desenvolvidos e em desenvolvimento
a maior prevalência em países em desenvolvimento Há estudos
epidemiológicos que referem que a prevalência de H. pylori varia entre 70% ou
mais nos países em desenvolvimento e menos de 40% nos países
desenvolvidos (ESHRAGHIAN, 2014).

A infecção é obtida principalmente na infância sendo determinada


pela cronicidade, predeterminando sua evolução patológica em adultos, tais
como carcinoma gástrico e doença ulcerativa péptica. As populações de alto
risco, como famílias socialmente desfavorecidas, são as mais acometidas com
essa infecção sendo que higiene insegura, domicílios aglomerados e carência
de saneamento básico são fatores que contribuem para a aquisição e
disseminação da doença (SILVERIO et al., 2012).

De acordo Khalifa et al. (2010) as vias de transmissões do H. pylori


ainda não estão completamente compreendidas na literatura, no entanto,
admitem-se as seguintes vias: (i) fecal-oral, (ii) oral-oral e gastro-oral.

 A via fecal-oral: Ocorre, principalmente, por meio de água contaminada.


 Já a via oral-oral: Baseia-se no fato da bactéria ter sido encontrada no
suco gástrico, em regurgitações e vômitos, tornando-se possíveis fontes
de contaminação.
 E a via gastro-oral ou via iatrogênica: que se dá principalmente, por
equipamentos usados em exames de pessoas contaminadas e que são
esterilizados ou manuseados incorretamente.

19
1.2.4.2-Gastrite Crônica

A gastrite crónica é identificada histologicamente por infiltrado de células


inflamatórias que consiste principalmente em linfócitos e plasmáticos, com
participação muito escassa de neutrófilos (HERRISON, 18º ed, 2013).

A gastrite crônica, geralmente promovida pela bactéria Helicobacter


pylori (HP) é um grande fator risco para o desenvolvimento de câncer no
estomago, porém somente uma parte dos indivíduos infectados desenvolve
o câncer. O HP é uma bactéria que habita preferencialmente o epitélio
gástrico, sendo a infecção bacteriana mais frequente no mundo, está
presente em até 100% em pessoas com 70 anos. Essa forma de gastrite
aumenta com o decorrer do tempo e pode evoluir a uma pangrastrite, em
média, num tempo de 15 a 20 anos. (BACHIR M et al., 2018), de danificar seu
estômago, do qual você não poderá se recuperar facilmente. (DDINE et al.,
2012; p. 25).

1.3-Manifestaçôes.

Podem aparecer manifestação súbitas de dores abdominais no


epigástreo, náuseas, vómitos, acidez estomacal, desconforto, queimação, falta
de apetite e, às vezes, sangramento também nas fezes. Em alguns estudos da
mucosa, embora limitado, mostram um acentuado infiltrado de neutrófilos com
edema e hiperemia. Se não for tratado, esse quadro evoluirá para o quadro de
gastrite crónica (HARRISON, 18º ed., 2013).

1.4-Causas

De acordo Barbosa (2016) as principais causas do desenvolvimento da


gastrite, é o excesso de estresse, alimentos contaminados e o uso de
alguns medicamentos.

Confirma que o estresse vem sendo uma das causas mais comuns da
gastrite, pois nesse momento de estresse o estômago pode produzir mais
ácido clorídrico e menos muco protetor da mucosa, assim ocorrendo à
gastrite nervosa, aguda ou erosiva que e caracteriza apenas por uma lesão
superficial. Já na contaminação de alimentos eles são contaminados pela

20
bactéria H. Pyroli, que já se tornou uma causa comum na gastrite, pois às
vezes os sintomas ficam sem aparecer por vários anos no paciente, a
bactéria permanece na superfície de alimentos crus, e ao serem ingeridos
colonizam o estômago causando a gastrite, mas nem toda pessoa que ingere
os alimentos contaminados é sensível a essa bactéria.

No uso de alguns medicamentos propriamente os antiinflamatórios


não esteróides (AINE), pode vir a causar a gastrite, sabendo que essa
causa é muito comum nos pacientes idosos. Esse tipo de medicamento vem
fragilizando a mucosa do estômago e causando a gastrite, sabendo que
a gastrite crônica evolui lentamente podendo produzir úlceras e
sangramentos. Barbosa (2016)

Entre suas causas, destaca-se a infecção por Helicobacter pylori. Esse


microrganismo rompe a proteção da camada de muco do Estômago e libera
citosinas, causando um processo inflamatório que pode levar à formação de
gastrite, úlceras, carcinomas, dentre outros. Esse patógeno pode ser detectado
por meio de endoscopia. (MARQUE et al., 2006).

1.4.1-Factores de Risco

Outros fatores causadores de gastrites são: o uso crônico de anti-


inflamatórios não hormonais (como a aspirina), alcoolismo e ingestão de
substâncias erosivas. (MARQUE et al., 2006).

Segundo Mahan, Scott- Stump (2010) a má nutrição e a saúde geral


podem influenciar no surgimento da gastrite: o consumo de alimentos
inadequados que agridam diariamente a mucosa gástrica tais como
(refrigerantes a base de cola, alimentos ricos em purinas como os molhos,
pimentas, alimentos ricos em gordura saturada, etc.) que favorecem a
inflamação da mucosa gástrica, causando a doença, podendo se manifestar
por uma serie de sintomas, incluindo náusea, vômitos, mal estar, anorexia,
hemorragia e dor epigástrica.

De acordo com estilo de vida esses sintomas podem se agravar,


evoluindo para uma ulcera gástrica ou carcinoma de estômago. A gastrite
prolongada pode resultar em atrofia e perda das células parietais do

21
estômago com perda da secreção de HCl (acloridria) e fator intrínseco,
resultando em anemia perniciosa. Mahan, Scott- Stump (2010)

Os principais fatores etiológicos para a gastrite são: o uso de


cigarro, fármacos anti-inflamatórios não esteroídes (AINEs), infecção por
Helicobacter pilori, hábitos de vida estressante e o uso em excesso de bebidas
alcoólicas (FEINSTEIN et al., 2010; THORSEN et al., 2013).

Dentro do contexto dos fatores causadores de lesão gástrica, o


etilismo se destaca ao ter grande associação com o desencadeamento da
gastrite. Independentemente da região, as diferenças parecem relacionar-se a
fatores contextuais, tais como as situações socioeconómicas e sanitárias da
população. De acordo com a literatura, existem inúmeros fatores de risco para
infeção por H. pylori, a idade, o sexo, o baixo nível socioeconómico,
aglomeração doméstica, deficientes condições de higiene, saneamento
inadequado, consumo de água e alimentos contaminados e história familiar
(infeção pela bactéria dentro do agregado familiar) Em países desenvolvidos
e em desenvolvimento, o uso de bebidas álcoolicas é bastante comum e lícito e
tem crescido, especialmente entre jovens e adultos na faixa etária de
18-40 anos (ARAB et al., 2015; SCHEIDT et al., 2015).

1.4.2-A influência da alimentação no aparecimento da gastrite

De acordo com Silva e Martins (2015) o alimento além de ser


considerado um elemento essencial para a permanência da vida humana na
Terra, é imprescindível para o exercício de todas as suas atividades cognitivas,
fisiológicas, intelectuais e sociais, promovendo uma maior interação entre as
pessoas. Porém a má alimentação leva ao surgimento de algumas doenças,
uma dessas é gastrite, uma disfunção no trato gastrointestinal, trazendo aos
indivíduos complicações durante décadas sem apresentar sintomas.

A alimentação e os hábitos de vida influenciam no surgimento da


gastrite; alimentos interferem de forma fundamental na produção de
substâncias e alterações da motilidade gástrica. O consumo de alimentos de
confeçao ràpida ( chatarra ) de forma inadequada diariamente agridam a

22
mucosa gástrica e causa lesão na parede do estomago (DDINE et al., 2012; p.
25).

O sál provou ser prejudicial ao estômago, forçando-o a produzir uma


quantidade maior de ácidos para contribuir com seu processamento. Esses
ácidos são o que causará problemas imediatos, como azia ou refluxo, e
aqueles que causarão úlceras e outros danos internos a longo prazo.Portanto,
você deve evitar, tanto quanto possível, o consumo de sal, pois é uma maneira
de danificar seu estômago, do qual você não poderá se recuperar
facilmente(DDINE et al., 2012; p. 25)..

1.5-Concequências.

Num estudo feito por (MARQUE et al., 2006). lembrou que deixar essa
patologia progredir pode levar a concequências graves como úlceras pecticas,
sangramento do trato gastrointestinal e perfuração da mucosa gastrointestinal,
entre outras complicações, que acabam colocando em risco a vida da pessoa,

1.6-Diagnostico

Segundo Zeitune et al. (2000) para diagnosticar corretamente a gastrite


é necessária a análise de fragmentos da mucosa através de exames
endoscópicos e histológicos onde se observa a hepiremia que é o aumento
da quantidade de sangue no tecido, friabilidade da mucosa, erosões e
ulcerações.

1.6.1-Clinico

Embora seja provável que o médico suspeite de gastrite após conversar com o
pacente sobre seu histórico médico e fazer um exame, também pode fazer um
ou mais dos seguintes testes para determinar a causa exata. Zeitune et al.
(2000)

23
1.6.2-Laboratorial

Exames de sangue, a fim de analisar o nível de glóbulos vermelhos e


detectar uma possível anemia que pode levar a um enfraquecimento do
revestimento do estômago. (CAETANO et al., 2008)

A endoscopia digestiva alta tem papel fundamental para definir o


diagnóstico e o factor desencadeador de diversas doenças do trato
gastrointestinal, e quando complementada com biopsias da mucosa gástrica
constitui-se um método prevalente na detecção de H. pylori, no mundo
(CAETANO et al., 2008).

Raio- X do sistema digestivo superior. Ás vezes chamadas de “ estudo


da deglutição de bário” ou “ Serie gastrointestinal superior ”, essa série de
raios-X cria imagens do esôfago, estômago e intestino delgado para procurar
anormalidades. Para tornar a úlcera mais visível, talvez seja necessário engolir
um liquido metálico branco (que contém bário) que reveste o trato digestivo.
(CAETANO et. al., 2008).

Um teste de fezes para verificar se há sangramento, que pode ser um


sinal de sangramento gastrointestinal causado por gastrite e também para
detectar a presença da bactéria Helicobacter pylori. (CAETANO et al., 2008).

1.7. Tratamento

A terapêutica actual para a gastrite usa principalmente antagonistas


de receptores de histamina (H 2 ), análogos da prostaglandina, antiácidos
e os inibidores da bomba de prótons. Contudo, a presença de efeitos
adversos, associada à refrataridade de alguns pacientes, instigam a busca
de novas alternativas terapêuticas para o tratamento da gastrite (BRUNTON et
al., 2010).

No entanto, os antiácidos têm de ser tomados várias vezes por dia e,


frequentemente, causam diarreia ou obstipação. Entre os fármacos que
reduzem produção de ácido estão os bloqueadores dos receptores H 2da
histamina e os inibidores da bomba de prótons. Os bloqueadores dos
receptores H2 costumam ser mais eficaz do que os antiácidos no alívio dos
sintomas e muitas pessoas os preferem (MARK H. BEERS, 2010).
24
1.7.1-Tratamento não farmacológico

O tratamento não farmacológico diz respeito às medidas


comportamentais. Nos últimos anos, estas recomendações têm sido
contestadas por alguns autores, alegando que não existe respaldo científico
para elas, além do que prejudicam a qualidade de vida dos pacientes
(MEINING et al., 2013).

1.7.2- Tratamento farmacológico


Vários fármacos podem ser utilizados no tratamento da DRGE.
Atualmente as drogas de primeira escolha são os inibidores de bomba de
prótons (IBP), que inibem a produção de ácido pelas células parietais do
estômago, reduzindo a agressão do esôfago representada pelo ácido. O
omeprazol é o IBP largamente empregado em nosso país, sendo fornecido
gratuitamente pelo Ministério da Saúde para a população de baixa renda. .
(MEINING et al., 2013).

Os IBP em dose plena devem constituir o tratamento de escolha inicial


por período de quatro a oito semanas. Se o paciente não apresentar
abolição dos sintomas, a dose deve ser dobrada, isto é, antes do desjejum e
antes do jantar. (MEINING et al., 2013).

1.8. Prevençâo.

1- Evite alimentos e bebidas que irritam a mucosa gástrica e alimentos que


você sente que são ruins para você.
2- Faça varias refeições em pequenas quantidades durante o dia (5 e 6%)
para não aumentar o tamanho do estômago.
3- É muito importante que voçê não pule nenhum alimento e respeite os
horários.
4- Não consuma alimentos muito gordurosos, fast food (junk food), pois
atrasam o esvaziamento gástrico para aumentar a secreção de ácido no
estomago, causando dor e acidez.
5- Evite tomar medicamentos irritantes para o estômago. Exemplo: aspirina
não revestida, naproxeno, ibuprofeno.
6- Aumente o consumo de fibras em sua dieta. Exemplo: Cascara de
frutas, legumes, grãos integrais e legumes. (MARK H. BEERS, 2010
25
CAPÍTULO II. TRATAMENTO METODOLOGICO

- A metodologia de pesquisa utilizada para este trabalho foi: Uma pesquisa


cientifica descritiva e uma abordagem quantitativo.

- Pequisa científica, pois permite observar casos frequentes de gastrite em


pessoas e quais são os factores que levam á teer á doença.

- Pesquisa descritiva, pois permite descrever os passos, causas,


consequências e tratamento que devem ser prestados a uma pessoa com
gastrite.

- Uma abordagem quantitativa, com predominância de números estatisticos e


matemáticos.

2.1. Tipo de Estudo

Foi realizado um estudo descritivo transversal de abordagem quantitativa


sobre o conhecimento dos estudantes do 1º do Ispaj sobre a gastrite IIº
Semestre do ano 2019.

2.2. Campo de estudo

O presente estudo foi realizado no Instituto Superior Politécnico


Alvorecer da Juventude (ISPAJ), situado na província de Luanda, município de
Belas, no Projecto Nova Vida.

2.3. População e Amostra

A população para o estudo foi constituída por universo de estudantes do


1º ano do Ispaj. A nossa amostra será de 120 estudantes do 1º ano do Ispaj,
seleccionada através do método de amostragem aleatória simples.

2.4. Critérios de Selecção

2.4.1. Critério de Inclusão

Foram incluídos no estudo todos os estudantes do 1º ano do Ispaj que


voluntariamente aderiram o nosso questionário que concordaram em participar
do mesmo durante o período em que decorreu o nosso estudo.

26
2.4.2. Critério de Exclusão

Foram excluídos nos estudos todos os estudantes do 1º ano do Ispaj,


por vontade própria não aderiram o nosso questionário e os que não
frequentam o 1º ano.

2.5. Variáveis

2.5.1. Variável dependentes

 Nível de conhecimento sobre a gastrite.


 Hábitos alimentares

2.5.2. Variáveis Independentes

 Género
 Residência
 Cursos

2.6. Método de Recolha de dados

Os dados foram recolhidos através de um questionário previamente


estruturado com perguntas abertas e fechadas.

2.7. Procedimento Éticos

Para a conclusão deste estudo será enviado uma carta a direcção do


instituto superior politécnico alvorecer da juventude (ISPAJ) solicitando
autorização para a realização da pesquisa.

2.8. Análise e Processamento de Dados

O presente texto será informatizado no programa Microsoft Office 2016,


analisado e processado no Excel, apresentado no PowerPoint com tabelas e
valores percentuais em ambiente Windows.

27
DISCUÇÃO DOS RESULTADOS.

28
CAPÍTULO III. APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

Tabela # 1: Distribuição dos estudantes do 1º ano do ISPAJ, de acordo a


residência.

Residência nº %

Talatona 60 50

Viana 10 8,33

09 7.5
Luanda

08 6,67

Belas
03 2,5
Cazenga

30 25
Kilamba Kiaxi

Total 120 100

Fonte: Quistionário dirigida aos estudantes do1º ano do ISPAJ

De acordo a residência dos estudantes, numa amostra de 120, (60) moram no


talatona, representando um (50%), em seguida Kilamba Kiaxi (30) para um
(25%), Viana e Luanda (10 e 9) com uma percentagem de (83,33 e 7,5%), os
municipios de Belas e Casenga tem menos afluencias de estudantes na
Institução (8 e 3) para (6,67 e 2,5%) respectivamente.

29
Tabela # 2: Distribuição dos estudiantes do 1º ano do ISPAJ sobre
Conhecimento de gastrites, segundo faixa etaria.
Faixa Etária n. %

18 aos 23 anos 77 64,167

24 aos 29 anos 30 25

30 aos 35 anos 4 3,333

36 aos 41 anos 3 2,5

42 aos 47 anos 6 5

Total 120 100

Fonte: Quistionário dirigida aos estudantes do1º ano do ISPAJ

Na faixa etaria, de 120 estudantes do Ispaj, verificou-se que o mayor porcento


de conhecimento sobe gastrite correspondio a 77 no intervalo dos 18 aos 23
anos representando (64,167% ) eo menor fue no intervalo dos 36 aos 41 anos
com so 3 estudantes, representando (2,5%) da mostra.

De acordo Vergueiro C.V. et al. (2008) a gastrite pode ser obtida em qualquer
faixa etária, desde a infância até a fase adulta do ser humano.

(STELLA etal, 2010). Em su estudo concorda que a presença da gastrite não


é muito comum na infância, mas pode acontecer pero geralmente acomete
mais pessoas adultas e idosas

30
Tabela # 3: Distribuição dos estudiantes do 1º ano do ISPAJ sobre
conhecimento gastrites, segundo gênero.

Género n. %

Masculino 50 41,667

Feminino 70 58,333

Total 120 100

Fonte: Quistionário dirigida aos estudantes do1º ano do ISPAJ

Quanto ao género e conhecimento, dos 120 estudantes do Ispaj, verificou-se


que 70 estudantes são feminino, representando ( 58, 333% ) e 50 (41,667%)
são do gênero masculino respectivamente.

De acordo com Villanueva em um estudo recente sobre conhecimento da


doença (2016), com relação ao género, (13%) foe do género masculino e
(86%) correspondeo ao género feminino.

Tabela # 4: Distribuição dos estudantes do 1º ano do ISPAJ segundo


conhecimento sobre a definiçao de gastrite
Conhecimento da n. %
definição de gastrite

Inflamação no estômago 60 50

Desconforto intestinal 30 25
Desconhecem a definição 30
25

Total 120 100

Fonte: Quistionário dirigida aos estudantes do1º ano do ISPAJ

31
Embora uma amostra de 120 estudantes na metade (60) tenha abordado bem
a définiçao de gastrite para um ( 50% ), a outra metade (60) desconhece, para
um ( 50% ), o que demonstra a justificativa de nosso tema.

De acordo Sandra (2014) a gastrite é uma inflamação na mucosa do estômago,


podendo tornarce aguda ou crônica definida pela atrofia crônica avançada da
mucosa gástrica.

Tabela # 5: Distribuição dos estudantes do 1º ano do ISPAJ segundo


conhecimento das principais causas de gastrite.
Principais causa de gastrite n. %

H. pylori 8 6,67

Alimentos contaminados 77 64,167

Alcoolismo 35 29,163

Total 120 100

Fonte: Quistionário dirigida aos estudantes do1º ano do ISPAJ

A tabela mostra que a principal causa de gastrite referida pelos estudantes


incluídos no estudo, de 120 estudantes 77 referiu alimentos contaminados,
para ( 64,16% ), 35 em (29, 163 %) refirio alcoolismo e um total de 8 para
(6,67 % ) H. Pylori..

De acordo com Silvia e Martins (2015) disseram que uma má alimentação leva
ao surgimento de algumas doenças e uma delas á a gastrite.

Barbosa (2016) concluí que esses alimentos estão contaminados pela bactéria
H. pylori, que é uma das causas comum dessa doença.

32
Tabela # 6: Distribuição dos estudantes do 1º ano do ISPAJ segundo
conhecimento dos factores que influenciam no aparecimento da gastrite.

Factores que influenciam no n. %


aparecimento de gastrite

AINEs 4 3,333

Excesso de bebidas alcoólicas 49 40,833

Estilo de Vida 56 46,667

Estresse 11 9,167

Total 120 100

Fonte: Quistionário dirigida aos estudantes do1º ano do ISPAJ

Entre os factores que influenciam o aparecimento de gastrite, dos 120


estudantes encustados , 56 concordam com o estilo de vida representando
(46,66% ), deixando para trás o estresse com 11, para ( 9,6% ), a pesar de ser
um dos mais comuns desatando a gastrite em recente estuo de Barbosa
(2016).

De acordo Aguiaretal (2002) Há também diversos factores que podem estão


envolvidos no aparecimento da gastrite. Uma dieta inadequada em relação ao
seu valor nutricional, ingestão contínua de bebidas alcoólicas, tabaquismo,
ingestão de substâncias corrosivas, insuficiência hepática, irradiação do
estômago e infecções sistémicas, estresse por traumas, septicemia, e também
o H. pylori

33
Tabela #7: Distribuição dos estudantes do 1º ano do ISPAJ, segundo
conhecimento dos sinais e sintomas de gastrite.

Sinais e Sintomas de n. %
gastrite

Dores abdominais 65 54,167

Náuseas e Vómitos 40 33,333

Azia 15 12,5

Total 120 100

Fonte: Quistionário dirigida aos estudantes do1º ano do ISPAJ

Quanto os sinais e sintomas de gastrite, dos 120 estudantes enquestados


verificou-se que 65 em (54,167%) referiram dores abdominais, seguido por 40
com náuseas e vomitos para ( 33,333 % ) pois apenas 15 estudantes referiram
azia como sinal e sintomas, representando (12% ). Demostrado por
(HARRISON 18 ed., 2013) refletindo a existência de informações e
conhecimentos nesse parâmetro, como esses dois sintomas são as primeiras
manifestações de gastritrite

Tabela # 8: Distribuição dos estudantes do 1º ano do ISPAJ, segundo


conhecimentos dos hábitos alimentares ea gastrite.

Refeições por dia n. %

1-3 90 75

4 22 18,33

Mais de 4 8 6,67

Total 120 100

Fonte: Quistionário dirigida aos estudantes do1º ano do ISPAJ

Em relação aos hábitos alimentares em termos de número de refrações diárias


à Tabela, indica que de 120 alunos, 90 responderam de 1 a 3, em (75%) , 22

34
refirerom 4 para ( 18,33% ) e soamente 8 reflejarom mais de 4, para ( 6,67 % )
del total da mostra, sendo esta a forma mas recomendavel e adecuda.

Não em tanto Mahan (2012) en um estudo ressalta que além de evitar


alimentos que potencializem a produção de suco gástrico e irritem a mucosa do
estômago, as refeições devem ser fracionadas sem grandes intervalos entre
elas, pelo menos 5 a 6 vezes no dia, pois um longo período sem se alimentar
intensifica a produção do ácido clorídrico que resulta na inflamação da mucosa
do gastrica.

Tabela # 9: Distribuição dos estudantes do 1º ano do ISPAJ segundo


conhecimento dos hábitos alimentares ea gastrite.

Consumo de alimentos n. %
durante ao dia

Magoga 10 8,333

Pão com chá 70 58,33

Hambuergué 3 2,5

Banana com ginguba 20 16,67

Desconhecem 17 14,167

Total 120 100

Fonte: Quistionário dirigida aos estudantes do1º ano do ISPAJ

Quanto ao o consumo de alimentos durante o dia, vemos existe muito pouco


conhecimento da boa alimentaçao, dos 120 estudantes enquestados verifica-
se que o pãn com cha superou a resposta dos alunos com 70 para um
(58,33%) como a principal refeição do dia, seguido de banana com ginguba 20
em (16, 67 %), 17 para ( 14, 167 % ) desconhecem, magoga 10 em ( 8, 333 % )
e 3 estudantes afirmaram hamburguer representando (2,5%.) da mostra.

35
Segundo (DDINE et al., 2012; p. 25). O consumo de alimentos de confeçao
ràpida ( chatarra ) de forma inadequada diariamente agridam a mucosa
gástrica e causa lesão na parede do estomago.

Tabela # 10: Distribuição dos estudantes do 1º ano do ISPAJ segundo


conhecimento dos hábitos alimentares ea gastrite.

Alimentos com muito sal n. %

Sim 30 25

Não 40 33,333

As vezes 50 41,667

Total 120 100

Fonte: Quistionário dirigida aos estudantes do1º ano do ISPAJ

No que concerne alimentos com muito sal, 50 estudantes responderam às


vezes representando 43,33% da amostra, 40 dice Nâo em 33,333% e 30
concordo com sim o que refleja a falta total de conhecimento que existe sobre
quanto danhina pode ser a sal para nossa saude.

Segundo (DDINE et al., 2012; p. 25).O sal provou ser prejudicial ao estômago,
forçando-o a produzir uma quantidade maior de ácidos para contribuir com seu
processamento. Esses ácidos são o que causará problemas imediatos, como
azia ou refluxo, e aqueles que causarão úlceras e outros danos internos a
longo prazo.Portanto, você deve evitar, tanto quanto possível, o consumo de
sal, pois é uma maneira de danificar seu estômago, do qual você não poderá
se recuperar facilmente.

36
CONCLUSÃO.

1- O presente trabalho permitiu conhecer e analisar a doença denominada,


como ocorre, a partir de suas principais causas até o tratamento e a prevenção

2- Esta doença afeta diretamente o estômago de todas as pessoas que levam


uma vida cheia de estresse e distúrbios alimentares, livres de álcool e frutas
cítricas

3- A elaboração do estudo permitiu que os alunos do 1º ano do ISPAJ fossem


informados sobre as causas, consequências e medidas de prevenção da
gastrite

4 - Os alunos que não conheciam os danos da gastrite, com o estudo foram


informados sobre as medidas que deveriam tomar para evitar a gastrite

37
RECOMENDAÇÕES

1. Tenha horários fixos para consumir alimentos

2. Na dieta, elimine gorduras saturadas, bebidas alcoólicas e reduza o


consumo de refrigerantes condimentados, entre outras substâncias nocivas

3. Coma devagar e mastigue os alimentos adequadamente

4. Mantenha a higiene dos alimentos que serão consumidos, como frutas e


legumes

5. Beba líquidos 30 minutos antes ou depois de comer alimentos sólidos

6. Não vá para a cama imediatamente após comer: faça-o após 30 minutos.

7. Peça a um nutricionista conselhos sobre a dieta certa para os horários


estabelecidos

8. Faça uma rotina de exercícios pelo menos três vezes por semana para
reduzir o estresse causado pelo estudo ou trabalho

9. Não adie o trabalho ou o estudo, pois isso pode causar uma recarga
emocional e aumentar o nível de estresse

10. Antes de qualquer sintoma do estômago, consulte seu médico.

38
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40
ANEXOS

41
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DE SAÚDE

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

Manuela Mazengo Correia Capanga, estudante finalista do Instituto Superior


Politécnico Alvorecer da Juventude. Pretende realizar uma pesquisa para o
trabalho de fim de curso de Licenciatura em Enfermagem. Cuja natureza da
pesquisa, visa avaliar conhecimento dos estudantes do 1º ano dos ispaj
sobre a gastrite no Iº semestre do ano 2019, que poderá contribuir para
melhoria da qualidade no atendimento e assistência aos pacientes. Pelo que,
pedimos a vossa compreensão e colaboração no preenchimento deste
questionário. Os dados que o (a) senhor (a) fornecer serão usados somente
para o estudo, em nenhum momento serão divulgados para outros fins. A sua
participação é livre, sem remuneração e tem o direito de recusar ou
interromper. Concorda em participar do estudo?

Sim concordo
_______________________

Luanda ao ______/______/________.

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DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
CURSO DE EMFERMAGEM

Questionário de recolha de dados

Perfil Demográficos

1.Idade_________ 2.Género: Masculino Femenino

3. Residência_________________________________________________

Conhecimento sobre a Gastrite

4. O que entendes por Gastrite?

R:_____________________________________________________________
_______________________________________________________________
_______________________________________________________________.

5.Qual é a principal causa de gastrite?

H. pylori ( ) Alimentos contaminados ( ) Alcoolismo ( )

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6. Quais são os factores que influênciam no aparecimento de gastrite?

a) AINES ( )
b) Excesso de bebidas alcoólicas ( )
c) Estilo de Vida ( )
d) Estresse ( )

7. Quais são os sinais e sintomas de gastrite?

a) Dores abdominais ( )
b) Náseas e Vómitos ( )
c) Azia ( )

Hábitos Alimentares

8. Quantas refeição fazes por dia?

a) 1-3 ( )
b) 4 ( )
c) Mais de 4 ( )

9. Quais são os alimentos que consomes mais durante o dia?

_______________________________________________________________
_______________________________________________________________
_______________________________________________________________

10. Gostas de alimentos com muito sál?

a) Sim ( )
b) Não ( )

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APÊNDICES

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Dor na Boca de Estomago
Fonte: www.Google.com

Anatomia do Estomago.
Fonte: www.Google.com

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