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Projeto Pedagógico
CURSO DE MEDICINA

Novo Hamburgo
2018
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SUMÁRIO

1 DADOS DO CURSO ............................................................................................. 4

1.1 INSTITUTO ....................................................................................................... 4

1.2 DENOMINAÇÃO ................................................................................................4

1.3 CARGA HORÁRIA .............................................................................................4

1.3.1 Atos Regulatórios .................................................................................... 4

2 OBJETIVOS DO CURSO ..................................................................................... 5

2.1 OBJETIVO GERAL ............................................................................................5

2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS.............................................................................. 5

3 PROPOSTA PROFISSIONAL .............................................................................. 6

3.1 COMPETÊNCIAS GERAIS DESENVOLVIDAS AO LONGO DO CURSO ....... 6

3.2 HABILIDADES GERAIS DESENVOLVIDAS AO LONGO DO CURSO ............ 6

3.3 PERFIL PROFISSIONAL ...................................................................................8

4 JUSTIFICATIVAS ............................................................................................... 11

4.1 JUSTIFICATIVA SOCIAL .................................................................................11

4.2 JUSTIFICATIVA ACADÊMICA ........................................................................13

4.3 JUSTIFICATIVA LEGAL ..................................................................................16

5 ENSINO .............................................................................................................. 17

5.1 REGIME ACADÊMICO ....................................................................................17

5.2 ABORDAGENS DE ENSINO ...........................................................................17

5. 3 TUTORIA ........................................................................................................22

5.4 AVALIAÇÃO ....................................................................................................23

5.5 TURMAS, VAGAS E FORMAS DE INGRESSO ...............................................24

5.6 CONDIÇÕES DE ACESSIBILIDADE E PERMANÊNCIA .................................25

6 PESQUISA ............................................................................................................. 27

7 EXTENSÃO............................................................................................................ 30
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8 INTEGRAÇÃO ENSINO-PESQUISA-EXTENSÃO ................................................ 31

9 CURRÍCULO .......................................................................................................... 33

9.1 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ......................................................................33

9.1.1 Estrutura curricular ............................................................................... 36

9.1.2 Políticas de Educação Ambiental ......................................................... 38

9.1.3 Políticas para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino


de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena e para a Educação em
Direitos Humanos ........................................................................................... 41

9.1.4 Libras ...................................................................................................... 42

9.2 MÓDULOS E BLOCOS TEMÁTICOS ............................................................. 42

9.2.1 Módulos .................................................................................................. 43

9.2.2 Áreas de conhecimento optativas ....................................................... 72

9.2.3 Área de Conhecimento eletiva .............................................................. 73

9.2.4 Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde .............................. 73

9.2.5 Internatos................................................................................................ 74

9.2.5.1 Internatos Obrigatórios .................................................................. 74

9.2.5.2 Internato Eletivo .............................................................................. 75

9.2.5.3 Objetivo Geral dos Internatos Obrigatórios e Internato Eletivo . 75

9.2.5.4 Objetivos Específicos dos Internatos Obrigatórios e Internato


Eletivo .......................................................................................................... 76

9.3 ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO ............................................. 77

9.4 ATIVIDADES COMPLEMENTARES ............................................................... 77

10 CARGA HORÁRIA E INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO..................................... 81

11 MATRIZ CURRICULAR...................................................................................... 82

12 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS .......................................................................... 85

13 PESSOAL TÉCNICO E DOCENTE .................................................................. 125

14 EDIFICAÇÕES E INSTALAÇÕES ................................................................... 126

15 LABORATÓRIOS E DEMAIS EQUIPAMENTOS ............................................. 128


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1 DADOS DO CURSO

1.1 INSTITUTO

Instituto de Ciências da Saúde.

1.2 DENOMINAÇÃO

Curso de Graduação em Medicina.

1.3 CARGA HORÁRIA

7.550 horas.

1.3.1 Atos Regulatórios

Resolução CNE/CES N.º 3, de 20 de junho de 2014/ Diretrizes Curriculares


Nacionais para o Curso de Graduação em Medicina.
Portaria - CONSU N. º 121/2015.

Portaria de Autorização – DOU N° 810 de 1º de agosto de 2017.


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2 OBJETIVOS DO CURSO

2.1 OBJETIVO GERAL

O curso de Medicina da Universidade Feevale tem por objetivo formar


profissionais críticos, reflexivos, éticos, generalistas, que busquem educação
continuada e com competências para atuar nos diferentes níveis de atenção à saúde,
desenvolvendo ações de prevenção, promoção, proteção, recuperação e reabilitação,
nos níveis individual e coletivo, tendo como transversalidade em sua prática, a
determinação social do processo saúde-doença, a responsabilidade social e o
compromisso com a defesa da cidadania.

2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Formar profissionais, por meio de conhecimentos teórico-práticos, capazes de


considerar a diversidade humana na dimensão biológica, subjetiva, étnico-
racial, de gênero, orientação sexual, socioeconômica, política, ambiental,
cultural e religiosa.
 Desenvolver competências requeridas no exercício profissional, nas áreas de
Atenção à Saúde, Gestão em Saúde e Educação em Saúde.
 Formar profissionais éticos, orientados por valores sociais e morais, próprios
de uma sociedade plural e democrática, com sólida formação humanista e
atuação pautada nos princípios que regem o Código de Ética Médica.
 Formar profissionais pesquisadores, com base na reflexão acerca da própria
prática e na troca de saberes com profissionais de outras áreas, objetivando a
busca de respostas cientificamente consolidadas.
 Desenvolver, por meio de áreas de conhecimento, formação voltada para a
gestão, liderança e visão empreendedora na administração e no gerenciamento
tanto da força de trabalho quanto dos recursos físicos, materiais e de
informação.
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3 PROPOSTA PROFISSIONAL

3.1 COMPETÊNCIAS GERAIS DESENVOLVIDAS AO LONGO DO CURSO

 Identificar as necessidades de saúde individual e coletiva, praticando a escuta


como uma forma de investigação diagnóstica com intuito de compreender as
necessidades da pessoa sob cuidado.
 Desenvolver planos terapêuticos e intervenção individual e coletiva, para
promoção, prevenção e reabilitação da saúde, comunicando-se de maneira
clara, utilizando diferentes recursos e linguagens, considerando os princípios
éticos e humanísticos, na defesa da saúde, da cidadania e da dignidade
humana.
 Solucionar os problemas de saúde utilizando dados e informações embasado
no raciocínio clínico, executando procedimentos apropriados aos diferentes
contextos, garantindo a segurança dos envolvidos no processo de Atenção e
Gestão em Saúde.
 Assumir o compromisso com a manutenção, a construção, a produção e a
instrumentalização do pensamento e do conhecimento científico e crítico,
compartilhando-os e apoiando as novas propostas pertinentes aos mesmos.

3.2 HABILIDADES GERAIS DESENVOLVIDAS AO LONGO DO CURSO

O curso de Medicina da Universidade Feevale proporciona ao estudante o


desenvolvimento das seguintes habilidades:

 Atenção nas ações de prevenção, promoção, proteção, tratamento e


reabilitação, tanto em nível de saúde individual quanto coletiva, a partir de
práticas integradas às demais instâncias do Sistema Único de Saúde (SUS).
 Comprometimento e compromisso com a comunidade pautados nos princípios
da ética e da bioética, nos mais elevados padrões científicos.
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 Percepção e análise crítica, baseadas em evidências científicas, para a tomada


de decisão sobre tratamento, prevenção e reabilitação, em nível individual ou
coletivo, buscando a eficácia e o custo-efetividade, no uso de força de trabalho,
de emprego de recursos e equipamentos, de procedimentos e de práticas
médicas.
 Organização do raciocínio clínico visando a administração de situações-
problemas complexas, a tomada de decisões, de maneira a identificar a
relevância, a urgência, as implicações, a estrutura e os recursos disponíveis,
priorizando a preservação da saúde e a integridade física e mental das pessoas
sob cuidado, mantendo postura ética e responsável.
 Consideração ao contexto de vida da pessoa sob cuidado, respeito aos seus
valores, crenças, elementos biológicos, psicológicos e sócios-culturais,
destreza técnica e postura na realização da investigação, da inspeção, de
manobras e de procedimentos físicos geral e específico, cuidando da
segurança, da privacidade e do conforto dessa pessoa.
 Interação de forma acessível, inteligível, com a comunidade, com membros de
equipes técnicas, com as pessoas sob seus cuidados e também com seus
familiares ou responsáveis, com empatia e preservando a confidencialidade
das informações conforme previsto pela legislação brasileira.
 Comunicação por meio do uso de tecnologias existentes e domínio de língua
estrangeira de largo emprego na literatura médica mundial.
 Manutenção dos registros médicos nos prontuários atualizados, precisos e
inteligíveis de acordo com a realidade dos fatos.
 Liderança e visão empreendedora na administração e no gerenciamento, tanto
da força de trabalho quanto dos recursos físicos, materiais e de informação na
pesquisa, ensino e extensão.
 Capacidade para aprender a aprender de forma responsável e comprometida
com a sua educação permanente.
 Qualificação no cuidado centrado na pessoa, na família e na comunidade, no
qual também se leve em consideração a relação e a compreensão destes sobre
o conceito saúde-doença, observando as responsabilidades comuns dos
médicos e de profissionais de saúde.
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 Foco na aprendizagem individual e coletiva em todos os momentos do


envolvimento com o trabalho em saúde, aberto à transformação do
conhecimento e da sua prática, bem como a socialização dos saberes,
auxiliando no processo de novas significações para o cuidado, promoção e
prevenção à saúde.
 Pró-atividade frente as diversas situações cotidianas, hábil no trato interpessoal
e organizado na rotina diária.
 Autoavaliação e avaliação permanente dos processos de trabalho em saúde.
 Promoção de um ambiente solidário de trabalho, estando aberto a discussões,
sabendo respeitar as diferentes opiniões e reconhecendo a importância do
trabalho em equipe multi e interdisciplinar.
 Consciência do constante processo de transformação e atualização do
conhecimento, bem como de sua própria prática, identificando e indicando a
necessidade de pesquisas e produções científicas voltadas à área da saúde,
favorecendo e estimulando a educação permanente na área.
 Aperfeiçoamento dos conhecimentos desenvolvidos, tornando-se um
protagonista de sua formação ao longo da vida acadêmica e profissional.

3.3 PERFIL PROFISSIONAL

O Curso de Medicina da Universidade Feevale em consonância com o exposto


na Resolução CNE/CES N.º 3, de 20 de junho de 2014 que institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Medicina e, a partir de um
percurso formativo constituído por diferentes experiências de aprendizagem que
abrangem estudos teóricos e práticos, a participação ativa do estudante no processo
ensino-aprendizagem e a articulação, desde o início do curso, com os diferentes
cenários de atuação médica, especialmente com a rede pública de saúde local e
regional, visa formar médicos com perfil generalista, humanista, ético, crítico e
reflexivo, competentes para o exercício da profissão, atuando na prevenção, na
pesquisa, na proteção, no diagnóstico, no tratamento e na reabilitação das demandas
de saúde, com base em princípios científicos, éticos e bioéticos, na perspectiva da
integralidade da assistência ao ser humano.
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O médico egresso do Curso de Medicina da Universidade Feevale deverá


apresentar o seguinte perfil profissional:

 Crítico na interpretação dos dados, na identificação da natureza dos problemas


da prática médica e em sua resolução;
 Generalista, apto a atuar nos diferentes níveis de Atenção à Saúde;
 Atuante na prevenção e no tratamento das doenças, na reabilitação do
indivíduo e na promoção da saúde;
 Comprometido com o papel social da profissão, participante no planejamento,
implementação e aperfeiçoamento contínuo do trabalho e de Políticas Públicas
de Saúde;
 Responsável pela formação permanente das equipes de saúde e pela
educação em saúde da comunidade;
 Ético, orientado por valores sociais e morais, próprios de uma sociedade plural
e democrática, com sólida formação humanista e atuação pautada nos
princípios que regem o Código de Ética Médica;
 Consciente das responsabilidades e deveres éticos do médico, perante a
pessoa sob cuidado, a instituição e a comunidade;
 Pesquisador, capaz de produzir conhecimentos e avanços nos estudos na área
da saúde;
 Agregador e flexível para atuar em equipe multi e interdisciplinar;
 Conhecedor dos processos, princípios e saberes necessários para atender às
demandas de gestão dos serviços de saúde;
 Comprometido com seu processo de formação, atento ao dinamismo das
mudanças sociais e científicas que possam afetar o cuidado e a formação do
médico;
 Comprometido em ampliar, integrar, aplicar e consolidar os conhecimentos
construídos ao longo da graduação;
 Apropriado das competências e habilidades indispensáveis ao exercício da
Medicina;
 Conhecedor e propositor de Políticas Públicas de Saúde locais, regionais e
nacionais voltadas ao atendimento da população;
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 Comprometido e participativo no contexto político e social para o exercício e


preservação da cidadania;
 Promotor da saúde, mediante atuação articulada às políticas e tecnologias
desenvolvidas no Sistema de Saúde brasileiro, contribuindo para o
desenvolvimento de ações em resposta às necessidades sociais em saúde;
 Comprometido com a preservação da biodiversidade com sustentabilidade no
desenvolvimento da prática médica, respeitando as relações entre ser humano,
ambiente, sociedade e tecnologias.
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4 JUSTIFICATIVAS

4.1 JUSTIFICATIVA SOCIAL

A região do Vale do Rio dos Sinos cuja população, em 2012, quando iniciado o
processo para autorização e funcionamento do curso, para concorrer ao chamamento
público referente a Lei nº 12.871 que instituía o Programa Mais Médicos, contava com
1.309.480 habitantes em uma área de 1.398,5 km² e densidade demográfica de 928,4
hab./km² está situada no nordeste do Estado do Rio Grande do Sul. É formada por 14
municípios pertencentes ao Conselho Regional de Desenvolvimento do Vale do Rio
dos Sinos (COREDE): Araricá, Campo Bom, Canoas, Dois Irmãos, Estância Velha,
Esteio, Ivoti, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Portão, São Leopoldo,
Sapiranga e Sapucaia do Sul.
Em 2011, o Produto Interno Bruto (PIB) da Região ficou em torno de 36,5
bilhões (13,85% do PIB estadual). A indústria respondia por 30,39% desse total, já o
setor de serviços teve uma participação de 69,36% e a agropecuária contribuiu com
0,24%. No PIB per capita, em 2011, o Vale do Rio dos Sinos chegou a R$ 28.127,00.
É importante destacar que a economia da região, em 2011, estava voltada
principalmente para o setor de serviços, que correspondia a 69,36% do total, seguido
pela indústria com 30,39%.
A região do Vale dos Sinos apresentava média superior à média estadual nos
itens renda e saúde no Índice de Desenvolvimento Socioeconômico (IDESE) geral. O
município de Esteio apresentou o maior IDESE da região. O maior índice na área de
educação encontrava-se no município de Esteio e o quesito renda obteve maior índice
nos municípios de Canoas e de Esteio. O município de Campo Bom destacava-se
pelo índice de saneamento. Já o município de Dois Irmãos tinha o maior índice na
área da saúde. O índice de mortalidade infantil foi de 10,59 por mil nascidos vivos
(IBGE, 2010) e expectativa de vida era de 71,76 anos (IBGE, 2000).
Novo Hamburgo, município contemplado para a oferta de Curso de Medicina,
está localizado a 40 km de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, conta com uma
população de 240 mil habitantes e constitui-se como ponto central tanto
geograficamente como organizacional para o Sistema Único de Saúde (SUS) da
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região e também para as regiões vizinhas. Para a implantação do Curso de Medicina


o município de Novo Hamburgo estabeleceu um consórcio com os municípios de
Campo Bom, Dois Irmãos, Ivoti e Sapiranga. A população destes cinco municípios
totalizava 421.445 habitantes.
Em Novo Hamburgo assim como nos demais municípios da região identificam-
se inúmeros problemas que atingem mais frequentemente as pessoas de baixa renda
e com acesso precário às condições de saúde. Dentre estas condições destacamos
deficiências nutricionais, doenças infecciosas (como a tuberculose) e parasitárias,
doenças respiratórias e doenças relacionadas à cárie dentária. Também se observa
alta prevalência de morte relacionada a seguintes indicadores: neoplasias (20,51%),
doenças do aparelho circulatório (30,96%), doenças do aparelho respiratório
(12,23%), afecções originadas no período perinatal (1,46%), causas externas
(11,79%) e demais causas definidas (19,3%). A mortalidade infantil varia de 11,13
(menor índice) em Campo Bom e 12,8 (maior índice) em Sapiranga. Em Novo
Hamburgo este índice é de 12,26%.
Este cenário aponta para a necessidade de desenvolver e consolidar efetiva
atenção à saúde de qualidade, com medidas de prevenção e de erradicação de
doenças, com orientação qualificada aos usuários/cidadãos, além de melhoria e
qualificação das áreas físicas e de equipamentos, do desenvolvimento de processos
de educação e qualificação permanentes dos estudantes, preceptores e docentes de
Medicina. Entretanto, observa-se um quadro de insuficiência de médicos no município
de Novo Hamburgo e região para o atendimento das demandas de saúde da
população.
De acordo com levantamento do Ministério da Saúde o déficit de médicos no
país, em 2013, era de aproximadamente 54 mil profissionais. O Brasil possui apenas
1,8 médicos por mil habitantes frente a uma perspectiva de 2,7 médicos por mil
habitantes (BRASIL, 2013). Essa defasagem é constatada principalmente no Sistema
Único de Saúde (SUS), tanto na atenção básica com nos demais serviços
especializados. Outro aspecto é a desigual distribuição destes profissionais junto ao
sistema, havendo concentração especialmente nos grandes centros urbanos em
detrimento das cidades pequenas e localizadas no interior do Brasil. Este déficit que
poderia ser sanado com formação médica local aponta para a viabilidade da oferta do
curso no município de Novo Hamburgo e sua rede parceira.
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Dessa forma o Curso de Medicina contribuirá para a redução de importantes


indicadores epidemiológicos, tais como, mortalidade materno-infantil e mortalidade
decorrente de traumatismos. Associa-se a isto a contribuição para a redução da
ocorrência de doenças crônicas que pode ser alcançada a partir de estratégias de
promoção da saúde.
Tal condição pode contribuir para a redução da dependência de serviços
médicos especializados de Porto Alegre e da região metropolitana, reduzindo a
superlotação das estruturas da capital, qualificando e ampliando o acesso à saúde na
região do Vale dos Sinos e Paranhana, gerando maior sustentabilidade econômica,
técnica e tecnológica dos serviços de saúde regionais.
Adicionalmente, a oferta dos Programas de Residência Médica e a ampliação
e qualificação das estruturas de saúde podem contribuir para a fixação de médicos na
região e propiciar maior resolutividade dos problemas de saúde.

4.2 JUSTIFICATIVA ACADÊMICA

A Universidade Feevale situada na cidade de Novo Hamburgo, no Vale dos


Sinos, identificada com sua condição de universidade comunitária, regional e
inovadora, a partir de seus cursos de graduação, busca formar profissionais
qualificados para a atuação frente às demandas emergentes da sociedade em sua
região de abrangência e também do Brasil. Com significativa experiência na oferta de
cursos na área da saúde, mantém convênios com as redes de saúde da região, que
constituem importantes espaços de aprendizagem para os estudantes. Nessa direção,
o Projeto Pedagógico do Curso de Medicina propõe uma organização curricular que
privilegia a formação do médico, em articulação com a realidade e as demandas do
sistema de saúde da região e do país, com as Políticas Públicas de Saúde e as
necessidades de saúde dos indivíduos e das populações. Para tanto, o currículo do
curso contemplará as três grandes áreas de abrangência da Medicina: Atenção em
Saúde, Gestão em Saúde e Educação em Saúde, desdobrando-se em eixos de
formação que organizam e articulam os conhecimentos essenciais à formação do
médico.
A formação do médico terá como princípios orientadores a integração entre
ensino, pesquisa e extensão, o aprofundamento teórico-científico, a relação teórico-
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prática e a atuação multi e interdisciplinar, utilizando-se de metodologias que


privilegiem a participação ativa e o protagonismo do estudante no processo de
construção do conhecimento e na busca de soluções para os problemas de saúde da
população. Dessa forma, a interação ensino-serviço-comunidade é uma proposta que
visa superar o descompasso entre o ensino e as práticas de cuidado que venham a
dar conta das necessidades de saúde da população, permitindo a formação de
profissionais com maior embasamento das políticas públicas de saúde e capazes de
articular ações de prevenção, de promoção, de educação e de recuperação da saúde.
Nesse sentido o trabalho coletivo, pactuado e integrado entre estudantes,
professores e profissionais que compõem as equipes dos serviços de saúde visa,
também, à qualificação da atenção à saúde individual e coletiva e da formação
profissional e ao desenvolvimento e satisfação dos trabalhadores dos serviços de
saúde (Albuquerque, 2008)1.
Para além disso, a ação educativa em saúde busca a ampliação de espaços
que promovam a efetiva participação dos indivíduos e grupos locais. Na visão de
Vasconcelos (2015)2, o intercâmbio entre o saber popular e o saber técnico e a multi
e interdisciplinaridade da prática profissional em saúde, podem apontar novas formas
de abordar os problemas de saúde da população.
A superação desta dicotomia, entre o científico e o empírico, se dá diretamente
com a criação do vínculo entre a ação médica e a população, considerando o seu
pensar e fazer cotidiano. A educação popular em saúde objetiva a compreensão e a
valorização da diversidade e da heterogeneidade dos grupos sociais, leva em conta
os sabres prévios da população e as especificidades locais e regionais, qualificando
os processos e os serviços em saúde.
Tendo a humanização como pressuposto para a formação de médicos conscientes da
integridade da pessoa sob cuidado e da importância dos papeis da prevenção, da promoção,
da proteção, do tratamento e da reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto
coletivo, a valorização dos saberes populares também contribui para romper com a ideia de

1 ALBUQUERQUE, V. S.; GOMES, A. P.; REZENDE, C. H. A. de; SAMPAIO, M. X.; LUGARINHO, R.


M. A integração ensino-serviço no contexto dos processos de mudança na formação superior dos
profissionais da saúde. REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MÉDICA, V. 32 (3): 356–362; 2008.
Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbem/v32n3/v32n3a10>. Acesso em: 29 ago. 2018.
2
VASCONCELOS, Eymard Mourão. Educação popular e a atenção à saúde da família. 6. Ed. São Paulo:
Hucitec, 2015.
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ensino tecnicista em saúde, de racionalidade puramente objetiva, desprovido de consideração


aos aspectos do cuidado, do respeito aos valores, crenças, elementos biológicos, psicológicos
e sócios-culturais da população.
Para tanto, a fim de promover a interação ensino-serviço-comunidade e a formação
integral do futuro médico, na Universidade Feevale a inserção do estudante nos diferentes
cenários de atuação médica ocorre desde o início do curso, tomando a prática social como
ponto de partida e ponto de chegada do processo ensino-aprendizagem no Curso de
Medicina.
Ao longo do Curso é possível observar esta interação, a partir de estratégias que visam
articular os saberes pertinentes a formação médica com atividades curriculares dentro das
áreas do conhecimento de antropologia, psicologia, saúde coletiva, epidemiologia, ética, entre
outras, delineando os aspectos humanísticos a partir de observações e reflexões no contato
direto com a comunidade. Estas interações oportunizam ao acadêmico conceber a
centralidade e integralidade das pessoas sob seus cuidados, além disso esta integração entre
estudantes, docentes e profissionais da rede de atenção à saúde, em uma perspectiva
problematizadora, favorece a reflexão sobre a realidade social em que estão inseridos. Estas
atividades integrativas contribuem para transformar a organização dos serviços, os processos
formativos, as práticas de saúde e pedagógicas.
Assim o Curso de Medicina busca avançar no delineamento dos possíveis
cenários sociais onde seja possível inserir os estudantes para que estes, em contato
direto com as pessoas em sua comunidade, possam conhecer melhor a realidade
sanitária e as possibilidades de intervenção e resolução, ou minimização, dos
problemas de saúde locais.
A aprendizagem significativa decorrente desta integração permite, ainda, o
desenvolvimento de pesquisas acadêmicas oriundas da realidade local e regional.
Para tanto, as metodologias de ensino, favorecem a compreensão sobre a dinâmica
e a natureza do serviço público de saúde e dos seus diferentes níveis de atenção,
bem como dos modelos de gestão relacionados à assistência em saúde, contribuindo
para a formação de profissionais de saúde a partir de uma perspectiva multi e
interdisciplinar.
Ainda, a formação profissional de médicos, desenvolvida sob a óptica da
interdisciplinaridade, da humanização, da atenção, da integralidade, da
intersetorialidade e interinstitucionalidade visa propiciar a melhor atenção à saúde dos
usuários do SUS. Permite, assim, a inserção dos estudantes na rede de atenção em
saúde, possibilitando o reconhecimento das diferentes formas de acesso dos usuários
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e a elaboração de estratégias para a construção de sistemas de referência e


contrarreferência entre os serviços, visando garantir a continuidade e a integralidade
nos diversos níveis de atenção à saúde.
A imersão dos estudantes do Curso de Medicina da Universidade Feevale se dará, na
prática, através do desenvolvimento das atividades curriculares que perpassam os blocos
temáticos de Semiologia Médica, de Saúde da Criança e da Mulher, de Saúde do Adulto e do
Idoso e Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde. Porém, cabe salientar que esta
vinculação transversaliza a proposta curricular deste Curso, posto que relaciona todos os
blocos temáticos que abordam aspectos voltados à Saúde Pública, considerando a Atenção,
a Gestão e a Educação em Saúde.

4.3 JUSTIFICATIVA LEGAL

O Curso de Medicina está alinhado às Diretrizes Curriculares Nacionais


conforme exposto na Resolução CNE/CES N.º 3, de 20 de junho de 2014 e na Lei n°
12.871, de 22 de outubro de 2013, que institui o Programa Mais Médicos. Da mesma
forma, mantém coerência com o que define o Regimento, o Plano de Desenvolvimento
Institucional e o Projeto Pedagógico Institucional.
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5 ENSINO

5.1 REGIME ACADÊMICO

O regime acadêmico adotado pelo Curso de Medicina é seriado, a


integralização é, no mínimo de doze semestres e, no máximo de vinte e quatro. Sendo
dois ingressos anuais, cada um deles ofertando trinta vagas.

5.2 ABORDAGENS DE ENSINO

Mitre (2008)3 apresenta como grande desafio deste século a perspectiva do


desenvolvimento da autonomia individual em coalizão com o coletivo. E, para tanto,
ressalta a necessidade da promoção da educação integral do indivíduo o que pode se
dar a partir de propostas inter e transdisciplinares. Diante desse contexto, segundo o
mesmo autor: “[...] um dos seus méritos está, justamente, na crescente tendência à
busca de métodos inovadores, que admitem uma prática pedagógica ética, reflexiva
e transformadora, ultrapassando os limites do treinamento puramente técnico, para
efetivamente alcançar a formação do homem como um ser histórico, inscrito na
dialética da ação-reflexão-ação” (MITRE, 2008, p. 2134).
Assim sendo, a Universidade Feevale prima para a formação de médicos
críticos e reflexivos, privilegiando-se, para tanto, a adoção de métodos que
proporcionem a curiosidade criativa, questionadora e ativa, e que desenvolva a leitura
do mundo como uma realidade mutável, permitindo a aplicação do conhecimento em
diferentes situações.
Da mesma forma, as relações teórico-práticas são potencializadas a partir das
experiências acadêmicas ao longo do processo formativo e nos diferentes espaços de
ensino-aprendizagem. Com a intenção de promover conhecimentos capazes de
mobilizar as diversas leituras de mundo e buscando significá-las nas esferas de

3 MITRE, S. M.; SIQUEIRA-BATISTA, R.; GIRARDI-DE-MENDONÇA, J. M. et al. Metodologias ativas


de ensino-aprendizagem na formação profissional em saúde: debates atuais. Ciência & Saúde Coletiva,
v. 13, 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-
81232008000900018>. Acesso em: 30 jan. 2018.
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atuação médica, já no primeiro módulo do curso está prevista a inserção dos


estudantes na rede municipal de saúde, permitindo-os observar e vivenciar as práticas
em saúde, elaborando assim suas percepções e os levando a reflexões baseados nos
saberes populares, nas Políticas Públicas de Saúde, nos referenciais epidemiológicos,
entre outras.
Segundo Perrenoud (2002, p. 109)4 a contextualização dos saberes dos
estudantes com os olhares à realidade, à imersão na prática, quando dados de
maneira paralela às teorias “desenvolve capacidades de aprendizagem, auto-
observação, autodiagnóstico e autotransformação.” Visto assim, a ação-intervenção
pedagógica na formação do médico se faz essencial e privilegiará a compreensão e o
aprofundamento teórico na relação com a prática e a realidade dos serviços de saúde
pública, especialmente local e regional. Os Cenários de Aprendizagens em Atenção à
Saúde estão previstos do primeiro ao oitavo módulo do Curso de Medicina, sendo
ancorados pelos eixos Saúde e Sociedade e Processo Saúde-Doença. Constituem-
se como espaços que buscam promover a articulação de conhecimentos abordados
nos diferentes blocos temáticos que compõem o módulo ao qual cada cenário está
inserido, contextualizando conceitos e teorias com a realidade percebida na prática, a
partir da aproximação do estudante com a atuação médica nos espaços públicos de
saúde e da experimentação de diferentes aprendizagens e vivências de forma
interdisciplinar.
A formação médica constitui, pois, um espaço privilegiado para a transformação
e a consolidação dos modelos de atenção à saúde, pautados pelos valores do SUS
de forma a assegurar a qualificação dos futuros médicos e a construção de
conhecimentos sustentados na prática profissional e social. Neste espaço político e
social os estudantes são desafiados a desenvolver propostas de intervenção na
realidade a partir das demandas da comunidade.
O processo de formação do estudante do Curso de Medicina da Universidade
Feevale ocorrerá em múltiplos cenários de aprendizagens, visando a prevenção, o

4 PERRENOUD, Philippe. A prática reflexiva no ofício de professor: a profissionalização e razão


pedagógica. Porto Alegre: Artmed, 2002.
19

diagnóstico, o tratamento, a reabilitação e a recuperação da saúde das pessoas nos


níveis primário, secundário e terciário. A realização destas atividades educacionais
que promovam o desenvolvimento de competências e habilidades para a prática
médica incluirão os diversos laboratórios de ensino (anatomia, bioquímica, fisiologia,
habilidades e simulação, técnica operatória, entre outros), o Centro Integrado de
Especialidades em Saúde (CIES), as Unidades de Saúde da Família, a Rede de
Atenção Psicossocial, as Unidades de Pronto Atendimento, o Departamento de
Vigilância em Saúde, o Conselho Municipal de Saúde e os Hospitais de Ensino
(Hospital Municipal de Novo Hamburgo, Hospital Regina, Hospital de Sapiranga e o
Hospital de Campo Bom). Nestes cenários os estudantes terão a oportunidade de
realizar, sob supervisão do docente e/ou do preceptor, observações e atendimento
médico aos usuários do SUS, possibilitando a diversificação das experiências de
aprendizagem e a aproximação da prática profissional. As atividades curriculares
serão organizadas de maneira a evitar a sobrecarga de tarefas, otimização dos
recursos humanos e materiais, favorecendo o bem-estar dos estudantes e o devido
tempo destinado ao estudo e a autoaprendizagem.
Para tanto, a proposta curricular do curso de Medicina pressupõe a adoção de
estratégias metodológicas que transcendem a sala de aula, buscando o
aprimoramento do estudante, no sentido de ampliar conhecimentos teóricos,
aplicando-os à prática social e profissional. Os estudantes são estimulados a atuar
nos serviços de saúde a partir de uma perspectiva integradora e articulada com os
usuários do Sistema Único de Saúde sob o enfoque da problematização, de modo a
permitir a construção de conhecimentos e a vivência de experiências significativas
para interagir com a cultura sistematizada de forma ativa, como principal ator do
processo de construção do conhecimento.
Em sendo assim, a formação do médico na Universidade Feevale objetiva
avançar no delineamento e inserção de estudantes em diversos cenários sociais para
que estes, em contato direto com as pessoas em sua comunidade, possam conhecer
melhor a realidade social e as possibilidades de intervenção e de resolução dos
problemas de saúde locais, superando a dicotomia entre o saber científico e o saber
popular e permitindo que a população passe a ser protagonista do processo de
prevenção e cuidados em saúde. Da mesma forma, as diferentes experiências de
aprendizagem atingem maior grau de complexidade a cada etapa de imersão no
20

Curso, proporcionando o aprofundamento dos conhecimentos teóricos e práticos


relacionados à Atenção em Saúde, abrangendo a promoção, a prevenção, a
recuperação e a reabilitação da saúde, individual e coletiva, bem como o
desenvolvimento das competências necessárias ao exercício pleno da Medicina.
Para tanto, serão utilizadas, entre outras, metodologias ativas e
problematizadoras a fim de desenvolver no estudante, docentes, tutores e preceptores
um perfil crítico e reflexivo. A organização do processo de ensino-aprendizagem
baseada nas metodologias ativas, que consiste em uma estratégia pedagógica
centrada no estudante, pressupõe a autoaprendizagem uma vez que permite o
desenvolvimento do pensamento crítico dos estudantes e a construção de soluções
mais criativas para os problemas da realidade. Este processo garante o
desenvolvimento de uma aprendizagem significativa, que segundo Moreira, Masini &
Salzano (2001, p. 17)5, tomando o pensamento de Ausubel, referem que “é um
processo pelo qual uma nova informação se relaciona com um aspecto relevante da
estrutura de conhecimento do indivíduo. Ou seja, neste processo a nova informação
interage com uma estrutura de conhecimento específica (...) existentes na estrutura
cognitiva do indivíduo.”
Dentre as diferentes experiências de aprendizagem, que serão oportunizadas
aos estudantes, destacam-se: estudos teóricos, estudos teórico-práticos, atividades
individuais e em grupos, estudos de casos, análise de problemas, problematização de
situações observadas na prática, atividades práticas em laboratórios especializados,
no Centro Integrado de Especialidades em Saúde e nos serviços de saúde local e
regional, privilegiando a estreita relação entre usuários, docentes e estudantes. Os
atendimentos à comunidade/população ocorrerão nas Unidades Básicas de Saúde,
Unidades de Pronto Atendimento, Equipes de Estratégia de Saúde da Família,
Centros de Atenção Psicossocial, Serviço de Vigilância em Saúde, Centro Integrado
de Especialidades Médicas, bem como nos hospitais conveniados. Tais experiências
são proporcionadas desde o primeiro módulo do curso, perpassando assim os sete
eixos que compõem e organizam a formação médica.

5
MOREIRA, Marco Antonio; MASINI, Elcie F. Salzano. Aprendizagem Significativa: a teoria de David
Ausubel. São Paulo: Centauro, 2001.
21

Buscando o desenvolvimento de uma formação crítica e transformadora, a


inserção do estudante, desde o primeiro ano do curso, nos diferentes serviços de
saúde e na rede de saúde dos municípios conveniados, propiciará o conhecimento e
a vivência das políticas de saúde em diversas situações, a partir da interação ativa
com diferentes profissionais e usuários dos serviços de saúde, especialmente do SUS.
O educador por sua vez, deve estabelecer relações entre as atividades,
conhecimentos, práticas e a realidade social. Essas relações ocorrerão de forma
transversal ao longo do percurso formativo, nas diferentes áreas de conhecimento,
espaços de formação, Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde e Internatos
a partir, sobretudo, dos métodos ativos. Nos métodos ativos de aprendizagem é
importante que o professor desempenhe um papel de incentivador do diálogo, da
participação e da interação dos estudantes com os materiais do curso e com os pares.
Sua função efetiva-se como um facilitador da aprendizagem, intelectualmente crítica,
estimulante e desafiadora, mas dentro de um contexto que enfatize o apoio e o
respeito mútuo.
As atividades acadêmicas (aulas, trabalhos em grupo, práticas, estágios) serão
organizadas de forma a contemplar a participação ativa e o comprometimento do
estudante, em articulação com as ações de pesquisa e extensão. Serão utilizadas
diferentes estratégias de ensino e experiências de aprendizagem, bem como recursos
tecnológicos, que privilegiam a ação dos estudantes e a interação entre os mesmos
com o professor e, o estabelecimento de relações entre teoria e prática de forma
interdisciplinar, de acordo com os conhecimentos abordados, competências e
habilidades a serem desenvolvidas.
Sob essa perspectiva o processo pedagógico deverá envolver docente, tutor,
preceptor, residente e estudante de modo que educador e educando exercitem
continuamente o processo de busca e sistematização da teoria, na sua articulação
com a prática. Para tanto o docente, tutor, residente e preceptor assumem o papel de
mediadores do processo educativo cabendo ao estudante um papel protagonista no
processo de aprendizagem.
Contudo, cabe salientar que a concepção pedagógica deste curso, procura
propiciar um movimento de transformação da formação médica pautada no
pressuposto da aprendizagem significativa e da participação ativa dos estudantes.
22

5.3 TUTORIA

O Curso de Medicina prevê a existência de tutorias considerando esta como


mais uma estratégia pedagógica para ampliar as aprendizagens e contribuir para a
formação integral do estudante e fomentar a pesquisa.
As tutorias acontecem em forma de encontros entre tutores e estudantes, com
temas que podem ou não serem pré-definidos, as estratégias de ensino utilizadas para
o desenvolvimento dos mesmos apoiam-se em metodologias ativas de aprendizagem.
Com isso, busca-se desenvolver e aperfeiçoar cada vez mais a autonomia do
estudante, instigando-o a pesquisar, a identificar e a resolver problemas, bem como o
torna cada vez mais autor da construção do seu conhecimento. De maneira geral, os
tutores priorizam a resolução dos problemas, estudos de casos ou estudos dirigidos,
trabalhando com o grupo como um problematizador, levando-os a refletir sobre as
questões propostas, sem trazer-lhes as respostas antes de ampla discussão e
verificação das aprendizagens.
Cada grupo tutorial é constituído de um professor tutor e dez estudantes. O
grupo elege um coordenador e um secretário. Este coletivo constitui pequenos grupos
de aprendizado, onde estudantes compartilham conhecimentos e responsabilidades
entre si, sob a orientação do tutor.
A função de tutor é exercida por um docente do curso, geralmente um médico
experiente, com amplas competências clínicas que seja capaz de trazer ao grupo sua
vivência empírica, a compreensão da prática profissional em sua essência e exercer
o papel de mediador na resolução de problemas, de forma a estimular o aprender a
aprender e o desenvolvimento integral do estudante.
O tutor é responsável pela coordenação do grupo de tutorados e pela
articulação deste grupo com a Coordenação do Curso, Coordenação Pedagógica e
demais Assessores de Áreas, que compõem o Núcleo de Apoio Pedagógico (NAP).
Deve planejar e coordenar as sessões de tutoria e sessões de estudos, bem como
propor atividades ou eventos que contribuam com o aprendizado de seu grupo e
consequente qualificação do curso e está pautado em Diretriz de Tutoria Específica.
23

5.4 AVALIAÇÃO

A avaliação no Curso de Medicina assume papel estratégico, tanto no


desenvolvimento e qualificação do processo ensino-aprendizagem, quanto na gestão
pedagógica do curso. Para tanto, respeita o que define o Regimento da Universidade
Feevale e o Projeto Pedagógico Institucional, devendo a abordagem qualitativa
preponderar sobre a quantitativa.
A avaliação ocorre ao longo do processo de formação, em diferentes momentos
e a partir de diversos instrumentos, tendo como pressuposto a integração das áreas
de conhecimento pertencentes aos blocos temáticos, considerando, conforme
Gutiérrez (2017) as relações entre conhecimentos, habilidades e atitudes.
O processo de avaliação é contínuo e abrangente, leva em conta os aspectos
cognitivos, afetivos, psicomotores e atitudinais, visando promover o crescimento
pessoal e profissional do estudante, contribuindo para o aprimoramento do processo
educativo.
A avaliação observa a comprovação da assiduidade conforme a legislação
específica e considera a efetiva aprendizagem nas diferentes áreas de conhecimento
do Curso, devendo estar voltada tanto para o processo de construção de
conhecimento do estudante quanto para o processo de ensino organizado pelo
professor, permitindo a este o constante redimensionamento do planejamento. A
avaliação é pautada pelos objetivos propostos, bem como pelas competências e
habilidades, expressas nos respectivos planos de ensino.
Esta proposta de avaliação focada no desenvolvimento de cada estudante,
pressupõe devolutivas constantes, indicando o que ainda é preciso aprimorar, de
modo a reorientar o processo de desenvolvimento das competências profissionais.
Os critérios e instrumentos de avaliação para cada bloco temático são
discutidos e planejados entre os docentes que neles atuam e, posteriormente, com os
estudantes quando da apresentação do plano de ensino. A relação com a prática
médica é o mote dos critérios e instrumentos avaliativos propostos pelo Curso de
Medicina da Universidade Feevale, com objetivo de levar o estudante a mobilizar os
conhecimentos na aplicação da rotina profissional, elaborando de forma complexa os
pensamentos na resolução de problemas, buscando soluções a partir da relação entre
as diversas áreas do conhecimento que compõem cada bloco temático.
24

As avaliações poderão ser realizadas de forma individual e/ou em pequenos


grupos, devendo ser, no mínimo, 03 avaliações, por bloco temático. Para tanto,
poderão ser utilizados diversos instrumentos, monografias, análises teórico-práticas,
pesquisa acadêmica, estudos de casos, projetos, estudos baseados em problemas,
trabalhos individuais e em grupos, problematização de situações reais, simulações,
provas e testes, entre outros.
A realização de atividades integradas, estudos e avaliações processuais tem o
objetivo de auxiliar no desenvolvimento de graus mais complexos de competências,
habilidades e atitudes além de identificar eventuais dificuldades na aprendizagem para
saná-las, ainda, durante o processo pedagógico ao longo do andamento do bloco
temático.
Os resultados são calculados a partir de médias aritméticas simples e
expressos em graus de 0 (zero) a 10 (dez). Os estudantes com média entre três (3,0)
e inferior a sete (7,0) no bloco temático, devem realizar avaliação complementar. A
média final mínima de aprovação em cada bloco temático é igual a cinco (5,0). Em
caso de reprovação em um dos blocos temáticos o estudante deverá cursá-lo no
período subsequente e estará apto a cursar o próximo módulo se atingida a média
para aprovação em todos os blocos temáticos. Para os Cenários de Aprendizagens
em Atenção à Saúde e Internatos não há avaliação complementar e o grau mínimo
para aprovação é sete (7,0).

5.5 TURMAS, VAGAS E FORMAS DE INGRESSO

Nos blocos temáticos que utilizam laboratórios as vagas são ofertadas de


acordo com a capacidade dos mesmos, de forma que se garanta as condições
necessárias à aprendizagem a todos os estudantes da turma. No Curso de Medicina
são oferecidas 60 vagas anuais.
O ingresso no curso se dá a partir de processo seletivo baseado no Exame
Nacional do Ensino Médio (ENEM). Além disso, poderão ingressar no curso
estudantes de Medicina transferidos de outras instituições de ensino, conforme
disponibilidade de vagas.
25

5.6 CONDIÇÕES DE ACESSIBILIDADE E PERMANÊNCIA

De forma coerente com as políticas de inclusão, acesso e permanência


previstas no Projeto Pedagógico Institucional (PPI), o Curso de Medicina desenvolve
ações de apoio aos estudantes com necessidades de atendimento diferenciado, no
que se refere ao planejamento, à organização de recursos e materiais, à promoção
da acessibilidade arquitetônica, nas comunicações, nos sistemas de informação,
contando, para tanto, com o apoio do Núcleo de Acessibilidade e Permanência
(NUAP). Tais ações são desenvolvidas desde o ingresso do estudante até a conclusão
dos seus estudos. O NUAP é responsável pelo atendimento educacional
especializado aos estudantes com diferentes especificidades, dentre elas, os
estudantes com deficiência e com necessidades educacionais especiais,
acompanhando seu processo de aprendizagem e providenciando os recursos
necessários ao seu atendimento. Ainda cumpre destacar o atendimento mediado por
profissionais especializados e a possibilidade de encaminhamento dos estudantes
para atendimento psicológico e psicopedagógico pelo Centro Integrado de Psicologia
da instituição. Atualmente, a Universidade Feevale dispõe de títulos em audiolivros,
braile e material com conteúdo em libras, lupas de mão para pessoas com baixa visão,
softwares com sintetizadores de voz e impressora Braile, scanner para adaptação de
materiais e fotocopiadora para a ampliação de textos, dentre outros recursos de forma
a favorecer as aprendizagens.
Os estudantes surdos são acompanhados por tradutores/intérpretes de Libras.
No que concerne ao atendimento de pessoas com deficiência física, os câmpus
dispõem de rampas de acesso, banheiros adaptados, telefones públicos e bebedouros
adaptados, cadeira de rodas, elevadores. Dispõe de totem em braile para localização
nos prédios, piso tátil, sinalização de prédio e estacionamento adequados, entre
outros. Os estudantes com dificuldades de aprendizagem são acompanhados por
docentes com formação pedagógica e psicopedagógica. Têm ainda, a possibilidade
de atendimento por monitorias específicas realizadas por estudantes que apresentem
aproveitamento comprovadamente satisfatório e que, mediante seleção, demonstrem
conhecimento necessário para auxiliar os colegas em aulas, pesquisas e outras
atividades didático-pedagógicas. Da mesma forma, como mecanismos de
nivelamento, a instituição disponibiliza os Projetos de Língua Portuguesa, Matemática,
26

Biologia e Química que oportunizam diferentes possibilidades de aprendizagem dos


conhecimentos básicos construídos nas escolas de ensino médio.
27

6 PESQUISA

Com base no seu Projeto Pedagógico Institucional (PPI), a Universidade


Feevale define, entre outras questões, sua política institucional de pesquisa,
compreendo-a como sendo a produção do conhecimento em ciência e tecnologia, a
partir da problemática regional e de suas dimensões com o plano nacional e
internacional, cujo ponto de chegada será sempre o conhecimento em sua dimensão
de universalidade. Dessa forma, a concepção de pesquisa adotada pela Feevale
articula-se a partir do regional ao mundial, à ciência básica, à tecnologia e à cultura.
Desta concepção, decorre o reconhecimento de que a vida social e produtiva
exige uma crescente apropriação do conhecimento científico, tecnológico e sócio-
histórico diante da complexidade do viver na contemporaneidade. Assim, a pesquisa
passa a ser fundamental no processo de formação do sujeito ético-político quando
associada/articulada aos espaços de Ensino e Extensão.
A concepção de pesquisa na Universidade Feevale parte do entendimento de
que o trabalho científico é um movimento do pensamento no pensamento, que tem
como ponto de partida as problemáticas que nascem da experiência no confronto do
sujeito com a realidade. Essa concepção compreende o processo de produção do
conhecimento como resultante da relação entre o homem e as relações sociais em
seu conjunto, através da atividade humana. Trata-se de uma visão epistemológica que
rejeita tanto o entendimento de que o conhecimento se produz através da mera
contemplação, como se bastasse observar a realidade para apreender o que nela está
naturalmente e a priori inscrito, como o entendimento de que o conhecimento é mero
produto de uma consciência que pensa a realidade, mas não nela e a partir dela, ou
seja, através de uma iluminação metafísica. Esta visão reforça, por consequência, a
necessidade da superação de um conceito de ciência como conjunto de verdades ou
sistemas formais de natureza cumulativa, em nome da compreensão de que as teorias
científicas que vão se sucedendo, ao longo do tempo, são modelos explicativos
parciais e provisórios de determinados tempos históricos. Portanto, a pesquisa,
articulada ao ensino, fornece conhecimentos, problemas de investigação e espaços
para programas, projetos e cursos de extensão, na perspectiva da formação
ético/política. Da mesma forma, os projetos e cursos de extensão contribuem para a
28

identificação de novas linhas de investigação e para a proposição de projetos que


articulem de modo interdisciplinar, apropriação do conhecimento e intervenção.
Assim compreendida, a pesquisa, no Curso de Medicina, tem suas linhas
definidas a partir das relações entre os diferentes cursos da área de saúde em
consonância com o PPI. Os pesquisadores são docentes na graduação e, da mesma
forma, atuam na extensão e na Pós-Graduação Lato e Stricto Sensu já consolidadas
na Universidade, estabelecendo-se um modelo institucional que contempla o
incremento à qualidade do ensino e da extensão por meio da produção do
conhecimento e da participação de docentes e estudantes na pesquisa e nas três
dimensões que compõem a formação.
A pesquisa é entendida no currículo do Curso de Medicina como princípio
investigativo e formativo, compreendida como uma das ferramentas para a produção
de novos conhecimentos com vistas ao desenvolvimento profissional e da cidadania.
Nesse contexto, o Curso de Medicina tem articulação com os grupos e linhas
de pesquisa institucionais, visando a produção de conhecimentos e avanços
tecnológicos, procurando atender às demandas sociais da região. Em sua
organização, o curso articula-se com os grupos e as linhas de pesquisa institucional,
estruturando-se a partir de uma concepção científica geral que investe em pesquisas
na área específica. Poderão ser desenvolvidas ações junto aos grupos de pesquisa
da Feevale, como: Ambiente e Sociedade, Bioanálises e Saúde Humana e Ambiente.
A partir das políticas institucionais de Pesquisa e Pós-graduação Lato e Stricto
Sensu fomentar-se-á a proposição de novos cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu
possibilitando, assim, a abertura de programas e cursos de residência médica, de
mestrado e doutorado na área da saúde e mais especificamente na área da Medicina.
Cabe destacar, por fim, que o curso prevê uma formação continuada, pautada
na relação de permeabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. Dessa forma,
estimula o corpo docente, a preceptoria, a tutoria, e os estudantes a divulgar os
trabalhos resultantes de suas investigações, participando de eventos científicos da
área e publicando-os em periódicos qualificados, com vistas à circulação do saber
produzido na Instituição.
Entendendo que a formação médica não se esgota na graduação, os egressos
terão a oportunidade de participar dos Programas de Residência Médica oferecidos
pela Universidade Feevale em parceria com a rede pública de saúde dos municípios
29

conveniados. As vagas serão oferecidas gradativamente a cada ano de implantação


do Curso de Medicina.
A Residência Médica abrangerá, prioritariamente, as seguintes áreas: Medicina
de Família e Comunidade; Clínica Médica; Pediatria; Ginecologia e Obstetrícia; e,
Cirurgia Geral.
30

7 EXTENSÃO

Conforme previsto no Projeto Pedagógico Institucional (PPI), a Universidade


Feevale, como Instituição de Educação Superior, comunitária, regional e inovadora,
tem como missão promover a produção do conhecimento, a formação integral das
pessoas e a democratização do saber, contribuindo para o desenvolvimento da
sociedade. Em consonância a Instituição, cumpre um papel de produção e
socialização do conhecimento por meio de Programas, Projetos Sociais e Ações
Comunitárias, através de programas interinstitucionais sob a forma de parcerias,
redes, intercâmbios nacionais e internacionais, sendo que se organizam através das
áreas temáticas e programas de extensão, que agrupam e identificam as áreas de
ação definidas pelos Institutos Acadêmicos, conforme seu Plano de Desenvolvimento
Institucional (PDI).
As áreas temáticas oferecidas procuram operacionalizar e sistematizar,
segundo proposta da Rede Nacional de Extensão (RENEX), os programas
desenvolvidos pela Instituição, bem como o seu atendimento às suas políticas de
extensão. As demandas que emergem da sociedade dada à característica plural da
mesma, comumente, possuem uma complexidade que só pode ser acolhida sob a
perspectiva multi e interdisciplinar. Esta perspectiva é viabilizada, pois, a partir da
participação associada de docentes e discentes dos diferentes cursos e Institutos
Acadêmicos. Nesse sentido, os Programas e Projetos Sociais que o curso estará
inserido terão, na sua maioria, caráter interdisciplinar e transversal propiciando ao
mesmo tempo a minimização dos problemas sociais e a formação integral dos
estudantes.
Atento aos avanços científicos e tecnológicos pertinentes à sua área de
abrangência, continuamente são oferecidos cursos e eventos de extensão com a
premissa de aprofundar e/ou atualizar estudantes, egressos e profissionais na sua
prática para atender a sociedade. Intercâmbios nacionais e internacionais com outras
instituições norteiam a busca de novos conhecimentos e também contemplam a
proposta de formação através da extensão.
31

8 INTEGRAÇÃO ENSINO-PESQUISA-EXTENSÃO

A Feevale, uma instituição com perfil comunitário e inovador, ao assumir o


compromisso social com a produção, desenvolvimento e difusão do conhecimento,
vai além do seu compromisso com o ensino superior, incorporando a pesquisa e a
extensão como dimensões indissociáveis do ensino, a conferir excelência acadêmica
às ações institucionais (PPI, 2016-2020, p.17).
A Universidade Feevale oportuniza aos estudantes do Curso de Medicina um
processo formativo, embasado não apenas em pressupostos científicos e
tecnológicos, mas essencialmente, no princípio da responsabilidade social, que se
traduz pelo compromisso da Universidade no preparo de um sujeito autônomo e crítico
e em busca constante do conhecimento, comprometido com ações políticas e sociais
que resultem em processos democráticos geradores de equidade social. Durante o
processo educativo dos estudantes, será priorizada a indissociabilidade entre o
ensino, a pesquisa, a extensão, buscando ressignificar os saberes, estabelecendo a
investigação e a prática científica como elemento permanente da sua formação.
Dessa forma, se busca estabelecer a relação social entre os saberes acadêmicos e
aqueles do senso comum.
A extensão contribui com o ensino e a pesquisa através de processos que lhe
são próprios, para a articulação entre as diferentes formas de conhecimento de modo
a relacionar conhecimentos populares, tácitos e científicos, qualificando a formação
profissional e estreitando os laços entre universidade e sociedade. Neste sentido, os
estudantes, poderão aprimorar suas habilidades na vivência prática de diferentes
situações junto com a comunidade e retornar estes conhecimentos para a
universidade, articulando com o ensino e a pesquisa.
Por fim, as Ligas Acadêmicas de Medicina, sem fins lucrativos, constituem-se
em mais um mecanismo que visa complementar a formação acadêmica em uma área
específica do campo médico, por meio de atividades que atendam os princípios de
ensino, pesquisa e extensão. Têm por finalidade, complementar, atualizar, aprofundar
e/ou difundir conhecimentos e técnicas em áreas específicas da Medicina, estendendo
à sociedade serviços advindos das atividades de ensino e pesquisa, articulando-os de
forma a viabilizar a interação entre a universidade e a sociedade. Funcionarão em
32

acordo com o previsto nas Diretrizes Nacionais para Ligas Acadêmicas de Medicina
normatizadas pela Associação Brasileira de Ligas Acadêmicas (ABLAM).
A partir disto, o Curso de Medicina prioriza a pesquisa, enquanto atividade-meio
para a construção do conhecimento, e a extensão, enquanto espaço de prática e
fomento para a pesquisa técnico-científica. Desta forma, a articulação entre as
atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão permearão a formação do estudante de
Medicina, de acordo com o que preconiza o PPI (2016-2020).
33

9 CURRÍCULO

9.1 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

O currículo do Curso de Medicina proposto pela Universidade Feevale está


organizado atendendo as Diretrizes Curriculares Nacionais6, de modo a qualificar o
ensino do futuro profissional, tendo como foco metodologias que entendam o
estudante como o protagonista da aprendizagem e o professor como um mediador
dos conhecimentos.
Este currículo está organizado a partir das três grandes áreas que constituem
a formação médica, a saber: I) Atenção à Saúde; II) Gestão em Saúde e III) Educação
em Saúde.
A Atenção à Saúde, tanto em âmbito individual quanto coletivo, envolvendo a
identificação das necessidades de saúde, o desenvolvimento e a avaliação de planos
terapêuticos e projetos de intervenção coletiva, constitui área central na formação do
médico perpassando toda a formação acadêmica. A Gestão em Saúde que perpassa
as diferentes áreas e saberes da prática médica com vistas a sensibilizar o estudante
às ações de gerenciamento e administração em saúde, sobretudo para a atuação
articulada ao trabalho multiprofissional, nos âmbitos que estiver inserido, preocupados
em produzir qualidade, segurança e eficiência na atenção à saúde. A Educação em
Saúde, ao longo do curso, dar-se-á mediante a identificação das necessidades de
aprendizagens individuais e coletivas, da capacidade de aprender a aprender ao longo
de toda sua trajetória, bem como, seu comprometimento com a produção e construção
de conhecimentos científicos.
Os programas de aprendizagem contemplam os sete eixos de formação
médica, a seguir:
Eixo I – Bases Moleculares e Celulares: aborda o estudo dos conhecimentos
das bases moleculares e celulares dos processos normais e alterados, da estrutura e

6
BRASIL. Ministério da Educação. CNE/CES. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em
Medicina. Brasília, 2014.
34

função dos tecidos, órgãos, sistemas e aparelhos, aplicados aos problemas da prática
médica.
Eixo II – Saúde e Sociedade: apresenta a compreensão dos determinantes
sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos
níveis individual e coletivo do processo saúde-doença.
Eixo III – Investigação Diagnóstica: contempla o processo saúde-doença do
indivíduo e da população, em seus múltiplos aspectos de determinação, ocorrência e
intervenção.
Eixo IV – Processo Saúde-Doença: desenvolve a propedêutica médica,
contemplando a capacidade de realizar história clínica, exame físico, conhecimento
fisiopatológico dos sinais e sintomas, capacidade reflexiva e compreensão ética,
psicológica e humanística da relação médico-pessoa sob cuidado.
Eixo V – Promoção da saúde: compreende os processos fisiológicos dos seres
humanos, bem como atividades físicas, desportivas e das relacionadas ao meio social
e ambiental na promoção da saúde.
Eixo VI - Estágio Curricular Obrigatório – Internato: promove a articulação de
todos os conhecimentos abordados ao longo do percurso formativo, a partir da
formação em serviço, em regime de internato, sob supervisão, desenvolvido nas
diferentes áreas de atuação médica.
Eixo VII – Flexibilização Curricular: busca enriquecer o currículo ao permitir que
o estudante escolha no seu percurso formativo parte das áreas de conhecimento que
confiram certa originalidade à sua formação. São oportunizadas diferentes
possibilidades de flexibilização curricular, a saber: atividades complementares, área
de conhecimento optativa, área de conhecimento eletiva e estágio curricular eletivo.
Os sete eixos perpassam os diferentes módulos, percorrendo os blocos
temáticos e, a partir do conjunto das áreas de conhecimento que os compõem,
articulam, de forma transversal, a construção dos saberes e o desenvolvimento das
competências, habilidades e atitudes requeridas do estudante, em cada uma das
etapas de formação.
A organização curricular integra as áreas de conhecimento buscando a
interdisciplinaridade. Nessa lógica curricular está pressuposta uma interlocução entre
as distintas áreas de conhecimento, facilitando assim a promoção de atividades que
35

se complementam e subsidiam umas às outras. Esta interlocução dá origem aos


blocos temáticos, que compõem cada um dos módulos deste currículo.
Ao romper com a lógica puramente disciplinar, este Projeto Pedagógico
propõem uma organização curricular interdisciplinar alinhada aos princípios e
pressupostos epistemológicos que conferem sustentação a este curso. Entre tais
princípios, consonantes à visão desta Universidade, encontram-se a
interdisciplinaridade (Perrenoud, 2002), a aprendizagem significativa (Ausubel, 2001),
a autonomia intelectual (Gutiérrez, 2017), a ecologia da aprendizagem (Maturana,
2001), entre outros.
Nesta concepção busca-se, nesse curso, mobilizar os conhecimentos e
saberes na construção de alternativas que deem conta dos desafios relacionados aos
processos saúde-doença, no âmbito das áreas de Atenção à Saúde, Gestão em
Saúde e Educação em Saúde evidenciando o compromisso com a cidadania e com a
promoção da saúde integral do ser humano (DCN’s, 2014).
A concretização desta concepção interdisciplinar de currículo efetiva-se em
uma estrutura modular constituída por blocos temáticos. No Curso de Medicina da
Universidade Feevale os módulos são entendidos como um conjunto articulado de
conhecimentos nos quais se promove a interdisciplinaridade, favorecendo a
aprendizagem significativa, contextualizando as temáticas de cada bloco e dando
sentido às áreas de conhecimento que dialogam e articulam-se na busca da
efetivação do processo ensino-aprendizagem.
Os blocos temáticos são compostos por áreas de conhecimento e estão
organizados em níveis de complexidades crescentes, da seguinte forma:
Medicina e Sociedade I, II, III e IV, voltados para a compreensão dos aspectos
sociais, culturais, psicoafetivos, epidemiológicos, éticos e de processos de Gestão em
Saúde; Conhecimentos Biofuncionais I, II, III e IV, que buscam o entendimento das
funções, estruturas e sistemas do corpo humano, englobando os aspectos
anatômicos, biológicos, bioquímicos, embriológicos, imunológicos, fisiológicos,
genéticos e farmacológicos; Processo Saúde-Doença I e II, que focam a relação dos
mecanismos fisiopatológicos, englobando os diferentes agentes que ocasionam
infecções e infestações, bem como os fármacos empregados na terapêutica clínica,
com intuito de desenvolver a compreensão dos processos capazes de alterar as
funções normais da saúde do ser humano; Semiologia Médica que promove os
36

conhecimentos referentes às questões de investigação diagnóstica, anamneses e


exame físico e complementares para o diagnóstico da pessoa sob cuidado, que
servirão como base para a prevenção, a reabilitação e o tratamento da saúde da
mesma; Saúde Materno Infantil I, II e III que contextualiza os conhecimentos acerca
da saúde do recém-nascido, da criança, do adolescente e da mulher desde os
contextos socioculturais, psicopatológicos, nutricionais, gestacionais, considerando a
investigação diagnóstica baseada em exames laboratoriais e de imagens, entre
outros; Saúde do Adulto e do Idoso I, II, III e IV que integra os aspectos de saúde do
adulto e do idoso, englobando a observação, a identificação e o tratamento integral
da pessoa sob cuidado; Prática cirúrgica I, II e III desenvolve as habilidades de
técnicas operatórias, anestesiológicas e da cirurgia geral para a promoção e a
reabilitação da saúde da pessoa sob cuidado; Medicina e espiritualidade que busca
aprimorar o entendimento no que se refere as experiências espirituais na vida médica,
bem como os efeitos da espiritualidade na saúde, compreendendo o ser humano em
sua integralidade; Medicina Legal onde são articulados os conceitos sobre os direitos
e deveres dos médicos e das pessoas sob cuidado, a responsabilidade e o
comprometimento inerentes à profissão; Cenários de Aprendizagens em Atenção à
Saúde I ao VIII que inserem os estudantes na rede de saúde, buscando a integração
dos mesmos com a comunidade e suas necessidades, a interlocução da prática
vivenciada com a teoria e a possibilidade de problematização a partir de demandas
oriundas do campo de prática; Internato I, II, III e IV que articulam os conhecimentos
teórico-práticos desenvolvidos ao longo do Curso com o exercício da Medicina, sob a
orientação e supervisão de docentes e preceptores.
Para promover o caráter interdisciplinar desta proposta os blocos temáticos
foram planejados de forma a garantir o diálogo entre as diferentes áreas de
conhecimento, proporcionando o desenvolvimento de competências e habilidades
expressas nos planos de ensino de cada bloco temático, ementas, programas de
aprendizagem, avaliação e bibliografias.

9.1.1 Estrutura curricular


37

O Curso de graduação em Medicina proposto pela Universidade Feevale, em


consonância com o que preconizam as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso
de Medicina totaliza 7.550 horas, sendo dessas 2.650h destinadas aos Internatos.
Atento às demandas de saúde da região e do país o curso visa a formação
geral, humanística, crítica, reflexiva e ética do estudante que estará habilitado a atuar
nos diferentes níveis de atenção à saúde, com ênfase na promoção, na prevenção,
no diagnóstico, na recuperação e na reabilitação da saúde, nos âmbitos individual e
coletivo, bem como nas áreas de gestão e educação em saúde.
Para tanto, o currículo toma como princípios pedagógicos:
 Integração ensino-serviço-comunidade, a partir da inserção do estudante,
desde o início do curso, nos diferentes cenários de prática médica.
 Interdisciplinaridade na abordagem dos conteúdos, em especial, por meio da
problematização de situações simuladas ou reais, vivenciadas na prática.
 Aprendizagem significativa, a partir do confronto com situações-problema
relacionadas ao processo saúde-doença, reais ou simuladas, que dão sentido
às competências desenvolvidas e que pressupõem a participação ativa do
estudante.

O desenvolvimento curricular tem como foco central as necessidades dos


indivíduos e da população, identificadas pelo setor de saúde, especialmente pelo
SUS, integradas às dimensões biológicas, as psicológicas, as étnicas, as
socioeconômicas, as culturais, as ambientais e as educacionais. Para tanto a inserção
do estudante desde o início do curso nas redes de atenção à saúde, constitui-se como
um dos elementos centrais na sua formação, proporcionando-lhe o conhecimento e a
vivência na realidade, em diferentes e crescentes níveis de complexidade.
Assim, busca-se a vinculação da formação do médico às necessidades das
comunidades local, regional e nacional que são atendidas principalmente nas redes
públicas de saúde, a articulação das áreas de conhecimento de forma interdisciplinar,
priorizando a participação ativa do estudante no processo de aprendizagem.
Destaca-se, ainda, a adoção da pesquisa como princípio educativo,
favorecendo o desenvolvimento da curiosidade e a formação do estudante de
Medicina com perfil investigativo, capaz de aprender a aprender, bem como produzir,
aplicar e generalizar conhecimentos, com criticidade, ética e autonomia.
38

A organização curricular do curso prevê, ainda, a abordagem de temáticas


contemporâneas nas diferentes áreas de conhecimento, de forma que elas
problematizem e agreguem valor à formação global do estudante, desenvolvendo não
só aspectos técnico-profissionais, como também humanos e de formação da
cidadania, cumprindo assim o que prevê o Projeto Pedagógico Institucional.
Assim, os fenômenos sociais, humanistas e ambientais não podem ser
compreendidos como um conjunto de conhecimentos dissociados da formação
profissional. Dessa forma, a lógica da formação transcende a disciplinaridade,
prevendo a abordagem de temáticas contemporâneas que permeiam o contexto da
formação em saúde, tanto de forma transversal como em áreas de conhecimento
específicas, atividades complementares e outras formas de concretizar o currículo.
Terão espaço na formação acadêmica do futuro médico as relações étnicas, a
abordagem dos direitos humanos e a educação ambiental, visando à formação do
cidadão ético, democrático e solidário em relação à comunidade. Tais questões serão
abordadas também de forma articulada aos conhecimentos específicos da Medicina
quando da problematização de situações reais ou simuladas, bem como nos
momentos de vivência da prática profissional ao longo do curso.

9.1.2 Políticas de Educação Ambiental

O atendimento às Políticas de Educação Ambiental está previsto no PDI e no


PPI a partir de proposições que se refletem no Projeto Pedagógico dos cursos de
graduação e consequentemente na formação do graduado na Feevale.
Constitui uma das políticas de ensino, previstas no PPI, promover a educação
ambiental de maneira integrada ao currículo dos cursos de graduação em articulação
com as atividades de pesquisa e extensão, visando à formação de valores, atitudes e
habilidades que propiciem a atuação individual e coletiva voltada para a conservação
do meio ambiente.
A Universidade Feevale atende ao requisito legal, na forma prevista no artigo
16 da Resolução CNE/CP Nº 2, de 15 de junho de 2012, seja pela combinação da
transversalidade e do tratamento nos componentes curriculares, em concordância
com o previsto no Projeto Pedagógico Institucional, seja pelo reconhecimento da
39

sociedade civil organizada do compromisso da Universidade no que concerne à


Educação Ambiental.
Os estudos e as pesquisas que apontam para os princípios, objetivos e
diretrizes para o desenvolvimento da Educação Ambiental em nosso país são
importantes referências para a efetivação da Política de Educação Ambiental da
Universidade. Entre eles destaca-se a Política Nacional de Educação Ambiental (Lei
Nº 9.795/1999) e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental
(BRASIL, 2012).
Aprofundando-se nestes temas e percebendo a necessidade de delimitar um
conceito que represente o modo de ser e agir da Universidade Feevale, definiu-se a
compreensão dos temas Educação Ambiental e Meio Ambiente, que irão conduzir as
práticas de ensino, pesquisa, extensão e gestão na Instituição.
Educação Ambiental: A educação ambiental é um processo de construção de
uma relação entre o ser humano e o meio ambiente, pautada nos princípios éticos, de
preservação e sustentabilidade, a partir da compreensão da correlação entre os
fenômenos sociais e naturais, buscando a efetivação do ambiente equilibrado e da
qualidade de vida.
Meio Ambiente: Meio ambiente é um conjunto dos elementos que integram as
relações múltiplas e complexas das interações entre os ambientes natural, artificial,
cultural, laboral, digital e o patrimônio genético que constituem o Planeta Terra.
A Instituição estimula a reflexão crítica e propositiva da inserção da Educação
Ambiental na formulação, execução e avaliação dos seus projetos institucionais e
pedagógicos. Nesse sentido, destacam-se as práticas institucionais de gerenciamento
de resíduos e de responsabilidade social, que já se encontram incorporadas à ação
docente e da comunidade acadêmica em geral.
A adoção de uma abordagem que considere a interface entre a natureza, a
sócio cultura, a produção, o trabalho, o consumo, superando a visão despolitizada,
acrítica, ingênua e naturalista da educação ambiental é incentivada nos diversos
blocos temáticos que compõem o currículo do Curso de Medicina. Porém, é
amplamente discutida nos debates dos blocos temáticos de Medicina e Sociedade,
nas áreas do conhecimento de Antropologia, Saúde Coletiva, Fundamentos da
Realidade Brasileira e Cidadania, Epidemiologia, entre outras, através de temas que
tratam sobre Capitalismo e Globalização, Movimentos Sociais e Culturais, Relações
40

de Poder e Sistemas Políticos, Cidadania e Direitos Humanos, Sociedade e Questões


Ambientais, Identidades Culturais e Relações Étnico-raciais, assim atendendo as
interfaces entre natureza, sócio cultura, produção, trabalho e consumo.
Para além dessas áreas de conhecimento, as questões ambientais são
abordadas também nos blocos temáticos de Conhecimentos Biofuncionais, Processo
Saúde-Doença, Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde, Saúde Materno
Infantil, Saúde do Adulto e do Idoso e Internato nos quais são abordados temas como:
estabelecimentos de saúde e normas da vigilância sanitária e gerenciamento de
resíduos. Existe, ainda, a oportunidade de cursar a área de conhecimento optativa de
Ecologia Geral.
Além disso, oferece um programa de pós-graduação stricto sensu denominado
Qualidade Ambiental, conceito CAPES 5, e linhas de pesquisa que se articulam e
contribuem com a formação de graduação, quais sejam: Diagnóstico ambiental
integrado e Tecnologias e intervenção ambiental, bem como o programa de extensão
em Educação e Ambiente. A valorização e oferta de atividades complementares
privilegiam também a abordagem da Educação Ambiental por meio de eventos,
cursos, palestras, projetos, dentre outras ações que ampliem e enriqueçam a
formação do futuro profissional.
As ações de gestão, de pesquisa e de extensão da Universidade Feevale, além
das previstas no Projeto Pedagógico do Curso são orientadas pelos princípios e
objetivos da Educação Ambiental. O Plano de Desenvolvimento Institucional (2016 -
2020) ao definir a Política de Responsabilidade Social da Universidade, apresenta os
seguintes objetivos voltados às práticas de gestão ambiental: Observar os princípios
de sustentabilidade socioambiental na elaboração e execução de projetos de novas
obras e empreendimentos; Finalizar corretamente o tratamento dispensado aos
resíduos produzidos e coletados na Instituição, principalmente materiais não
recicláveis ou perigosos; Desenvolver ações que minimizem a utilização dos recursos
naturais reduzindo o impacto das atividades da instituição sobre o ambiente.
Cabe salientar que a abordagem das questões ambientais na Universidade
Feevale está pautada nos seguintes princípios: Promover a abordagem interdisciplinar
e transversal; Enfatizar os aspectos positivos do ambiente/local e das relações
socioambientais; Fomentar enfoque articulado nas questões ambientais locais,
regionais, nacionais e globais; Promover a ética ambiental; Abordar a temática meio
41

ambiente em sua totalidade; Priorizar vivências em ambiente natural; Estimular a


sustentabilidade; Valorizar a pluralidade e a diversidade individual e cultural e
Promover a Educomunicação socioambiental.

9.1.3 Políticas para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de


História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena e para a Educação em Direitos
Humanos

Considera-se que Direitos Humanos são aqueles direitos fundamentais da


humanidade por sua natureza e pela dignidade que a ela é inerente, como
reconhecidos universalmente.
Destaca-se que as Diretrizes Nacionais em Direitos Humanos se referem à sua
condição de serem inalienáveis, tais como: o direito à vida, à família, à alimentação, à
educação, ao trabalho, à liberdade, à religião, à orientação sexual e ao meio ambiente
sadio, entre outros, são direitos fundamentais que devem ser reconhecidos no âmbito
internacional afiançados pelo sistema social do qual tais sujeitos fazem parte.
Nesse sentido, a Universidade Feevale tem construído um contínuo processo
sistemático e multidimensional, gerando uma formação que promove cidadanias
ativas e participantes, em especial, o respeito à pluralidade e à diversidade sexual
étnica, racial, cultural, de gênero e de crenças religiosas.
A prática pedagógica institucional está sempre respaldada pela “adoção do
princípio de empoderamento em benefício de categorias historicamente vulneráveis
(mulheres, negros (as), povos indígenas, idosos (as), pessoas com deficiência, grupos
raciais e étnicos, gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, entre outros)”
(PNDH-37, p. 21-22), bem como crianças e adolescentes.
Destaca-se, igualmente, a preservação da memória histórica e a construção
pública da verdade com o objetivo de incentivar as iniciativas de preservação da
memória histórica e da construção pública da verdade sobre os períodos autoritários.
A “memória histórica é componente fundamental na construção da identidade social e
cultural de um povo e na formulação de pactos que assegurem a não-repetição de

7
BRASIL. Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. B823 Programa Nacional de Direitos
Humanos 3 (PNDH – 3) / Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República - - rer. e atual.
– Brasília: SEDH/PR, 2010.
42

violações de Direitos Humanos, rotineiras em todas as ditaduras, de qualquer lugar


do planeta” (PNDH-3, p. 20).
Evidencia-se que novas formas de consolidar uma convivência mais pacífica
entre as pessoas pautadas pelos princípios da Declaração dos Direitos Humanos
inclui igualmente questões ligadas ao Programa de Combate à Intimidação
Sistemática (bullying), sancionado pela Lei nº 13.185, de 6 de novembro de 2015.
Nesse sentido, inclui-se como pressupostos da Educação em Direitos Humanos o
combate à intimidação sistemática física, psicológica em atos de intimidação,
humilhação na rede mundial de computadores, entre outros.
Em síntese, a Universidade Feevale compreende e efetiva a educação em
Direitos Humanos no desenvolvimento do poder e da dignidade de categorias
historicamente vulneráveis (mulheres, negros(as), povos indígenas, idosos(as),
pessoas com deficiência, grupos raciais e étnicos, gays, lésbicas, bissexuais, travestis
e transexuais, entre outros), da preservação da memória histórica e dos pactos que
assegurem a não-repetição de violações de Direitos Humanos. Acrescidas a isso,
estão as questões ligadas ao Programa de Combate à Intimidação Sistemática
(bullying), que oportunizam um processo pelo qual podem acontecer transformações
nas relações sociais, políticas, culturais, econômicas e de poder.
Diversos componentes curriculares integrantes dos núcleos de formação
básica e/ou de formação Geral tratam das temáticas de Direitos Humanos que são
abordados a partir de uma visão ética e responsável, fomentando e articulando
questões não apenas de âmbito internacional e nacional, mas igualmente local
amparada por diretrizes e princípios pertinentes ao tema, valorizando desta forma a
pluralidade e a diversidade constitutiva da sociedade.

9.1.4 Libras

O Curso prevê a oferta da área de conhecimento optativa de Libras, atendendo


ao que prevê o Decreto n.º 5626/2005.

9.2 MÓDULOS E BLOCOS TEMÁTICOS


43

O Curso de Medicina é organizado em módulos, constituídos por blocos


temáticos.

9.2.1 Módulos

A elaboração da sequência curricular, modular e por blocos temáticos, busca


manter equilíbrio e integração entre as várias áreas de conhecimento, evitando
sobreposição de uma sobre a outra. Entende-se que esta integração possibilita a
formação médica com vistas à uma integralidade do cuidado, a compreensão do ser
humano para além do processo saúde-doença, considerando os aspectos sociais,
culturais, psicológicos, éticos e a qualidade da atenção à saúde.
Os módulos são constituídos por um conjunto articulado de conhecimentos, de
habilidades e atitudes que promovem o desenvolvimento de competências visando à
formação integral do médico e estão organizados em níveis de complexidades
crescentes expressos da seguinte forma:

Módulo I

Bloco Temático: Medicina e Sociedade I

Áreas de Conhecimento: Antropologia, Deontologia e História da Medicina,


Psicologia, Informática Médica e Saúde Coletiva

Competências
- Estabelecer relações entre os aspectos históricos, éticos, sociais, políticos,
psicológicos e tecnológicos, ampliando saberes para uma práxis que compreenda as
necessidades de saúde da população.
- Reconhecer a importância das singularidades e subjetividades dos sujeitos a fim de
desenvolver escuta qualificada e empática da realidade para um fazer ético voltado à
promoção da saúde.
- Reconhecer a responsabilidade médico-profissional baseada pelo Código de Ética
Médica para a promoção, a prevenção, a proteção, a recuperação e a reabilitação,
44

desde os níveis individual e coletivo pautados pelas normas e regulamentação da


profissão.

Habilidades
- Capacidade de analisar a influência de fatores culturais, éticos, históricos, sociais,
políticos, econômicos e psicológicos na organização do SUS, dos serviços de saúde
e desenvolvimento humano.
- Análise do envolvimento do controle social como estratégia fundamental na
promoção da saúde.
- Aplicação da tecnologia a favor da promoção da saúde dos indivíduos e da melhoria
do atendimento à comunidade.
- Reconhecimento do trabalho em equipe multi e interdisciplinar em prol da promoção
da saúde.
- Discernimento da realidade de saúde que o cerca.
- Compreensão dos documentos legais relacionados ao exercício da Medicina e suas
aplicações.

Bloco Temático: Conhecimentos Biofuncionais I


Áreas de Conhecimento: Anatomia Humana, Biologia Celular e Histologia, Biofísica
e Bioquímica

Competências
Interpretar, identificando e relacionando os sistemas biomorfofuncionais para
viabilização e compreensão da inter-relação com o processo saúde-doença visando a
fundamentação da prática médica.

Habilidades
- Identificação e análise funcional dos aspectos micro e macroscópicos do sistema
nervoso e seus envoltórios.
- Conhecimento dos planos de construção do corpo, analisando funcional os
aspectos micro e macroscópicos da anatomia topográfica do dorso e nuca, membros
superiores e inferiores.
45

- Associação entre a estrutura e a função das biomoléculas (proteínas, lipídeo,


glicídios e ácidos nucléicos).
- Comparação e identificação das estruturas celulares a partir do domínio das
técnicas histológicas e uso do microscópio.
- Interpretação das implicações das Leis Físicas aplicadas ao organismo humano.

Bloco Temático: Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde I


Áreas de Conhecimento: Atenção, Educação e Gestão em saúde

Competências
- Identificar a Rede de Atenção à Saúde (RAS) SUS, com ênfase na Atenção Primária
em Saúde (APS) para compreensão dos processos relacionados à Atenção,
Educação e Gestão em saúde.
- Observar a prática médica em equipes multi e interdisciplinares, analisando,
refletindo e compreendendo as abordagens individual e coletiva das necessidades de
saúde da população para constituir uma relação ética e solidária com as equipes de
saúde e a população.

Habilidades
- Análise da complexidade da rede de APS, distinguindo os princípios, as diretrizes, os
diferentes ciclos vitais e os determinantes sociais do processo saúde-doença.
- Reconhecimento e observação do processo de trabalho em equipe e a estrutura das
UPA, USF e UBS.
- Interação com a população e os profissionais de saúde, a partir da fundamentação
ética e do respeito à realidade local, nos seus diferentes aspectos socioeconômicos e
culturais, atendendo a legislação vigente.
- Análise dos modelos de atenção primária à saúde, comparando com os países onde
ela é utilizada.
- Categorização entre as diferentes diretrizes das políticas de atenção à saúde nos
ciclos vitais do ser humano, as principais ações previstas nas mesmas e os
instrumentos de acompanhamento da situação de saúde.
- Entendimento da rede de urgência e emergência como porta de entrada ao sistema,
que realiza a atenção pré-hospitalar.
46

- Distinção entre os níveis de promoção da saúde e prevenção das doenças realizados


nos Cenários de Aprendizagens, a fim de entender o funcionamento do sistema de
saúde.

Módulo II

Bloco Temático: Conhecimentos Biofuncionais II


Áreas de Conhecimento: Anatomia Humana, Biologia Celular e Histologia e
Embriologia

Competências
- Interpretar, identificando e relacionando os sistemas biomorfofuncionais e o
desenvolvimento do ser humano para viabilização e compreensão da inter-relação
com o processo saúde-doença visando a fundamentação da prática médica.

Habilidades
- Identificação e análise funcional dos aspectos micro e macroscópicos da anatomia
topográfica da região cervical, tórax, abdome e pelve.
- Reconhecimento das estruturas celulares, dos tecidos, das estruturas normais ou
anormais durante o desenvolvimento do ser humano.

Bloco Temático: Conhecimentos Biofuncionais III


Áreas de Conhecimento: Imunologia, Fisiologia Humana e Bioquímica

Competências
- Interpretar, identificando e relacionando os processos bioquímicos, imunológicos e
fisiológicos do organismo humano e suas potenciais alterações para a compreensão
da inter-relação com o processo saúde-doença visando a fundamentação e
consolidação da prática médica.

Habilidades
- Entendimento dos mecanismos envolvidos no funcionamento dos sistemas nervoso,
muscular, endócrino e reprodutivo.
47

- Análise dos componentes do sistema imune e a integração entre estes nos


processos de resposta a agressões e nos distúrbios de autoimunidade.
- Domínio dos conceitos e técnicas relativos aos processos de imunização e
imunodiagnóstico.
- Compreensão das rotas metabólicas.
- Análise bioquímica de interesse no processo saúde-doença.

Bloco Temático: Medicina e Sociedade II


Áreas de Conhecimento: Epidemiologia, Gestão em Saúde, Fundamentos da
Realidade Brasileira e Cidadania e Saúde Coletiva

Competências
- Analisar as Políticas Públicas em Gestão e Saúde, as condições físicas, mentais e
sociais da população visando a promoção das mudanças sociais e científicas que
incrementem a qualidade da saúde pública.
- Aplicar os referenciais epidemiológicos comunitários propondo ações de prevenção
e intervenção para a promoção da saúde.
- Utilizar o pensamento científico para a compreensão da produção de conhecimentos
que promovam a educação em saúde.

Habilidades
- Identificação e análise do diagnóstico comunitário, utilizando o raciocínio
investigativo-epidemiológico.
- Preenchimento adequado das fichas de investigação do Sistema de Informação de
Agravos e Notificação (SINAN) e Sistema de Informação de Mortalidade (SIM).
- Preservação da segurança, da privacidade e da confidencialidade pautados na ética
vigente.
- Elaboração de hipóteses diagnósticas populacional a partir de dados
epidemiológicos, considerando os contextos do trabalho, ambiental e outros
pertinentes.
- Reconhecimento e análise dos conceitos de cidadania e gestão em saúde
relacionados às práticas sócio-políticas envolvidas no processo saúde-doença.
48

Bloco Temático: Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde II


Áreas de Conhecimento: Atenção, Educação e Gestão em Saúde

Competências
- Identificar a organização do território e os determinantes sociais do processo saúde-
doença da população, buscando as informações na comunidade, junto à equipe de
saúde e aos sistemas de informação nos níveis federal, estadual e municipal para a
construção dos indicadores de saúde deste território.

Habilidades
- Diagnóstico das situações de risco e de vulnerabilidade nos territórios.
- Interpretação dos dados sociodemográficos e epidemiológicos, utilizando as
informações para aprofundar o conhecimento crítico da realidade.
- Elaboração dos principais indicadores de morbidade e mortalidade do território,
tendo como referência a análise de situação de saúde do Estado e município.
- Compreensão das diferenças entre os indicadores de saúde nas áreas estudadas.
- Comparação e análise das estratégias de promoção da saúde e prevenção de
doenças nos Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde.
- Utilização dos indicadores de saúde na avaliação dos programas de saúde
desenvolvidos na rede de atenção à saúde.
- Propostas de intervenção com enfoque na promoção da saúde, com a participação
da equipe de saúde do local de aprendizagem.

Módulo III

Bloco Temático: Conhecimentos Biofuncionais IV


Áreas de Conhecimento: Anatomia Humana, Fisiologia Humana, Farmacologia
Básica e Genética

Competências
- Interpretar, identificando e relacionando os processos morfofuncionais,
farmacológicos e genéticos envolvidos no funcionamento normal do organismo e suas
49

potenciais alterações para a compreensão da inter-relação com o processo saúde-


doença visando a fundamentação e consolidação da prática médica.

Habilidades
- Identificação e entendimento dos mecanismos envolvidos no funcionamento dos
sistemas hematológico, cardiovascular, respiratório, renal e digestório.
- Identificação e análise funcional anatômica do viscerocrânio, olho, órbita, orelha,
bem como, as vias motoras, sensitivas e neuroanatomia topográfica, aplicadas à
prática clínica e cirúrgica e a imaginologia.
- Aplicação dos conhecimentos biofuncionais e anatômicos ao topodiagnóstico clínico
e exames de imagem.
- Identificação dos fundamentos e alterações da genética humana, a epigenética e a
farmacogenética.
- Identificação e compreensão dos conceitos de farmacologia, incluindo a
farmacocinética, a farmacodinâmica, assim como os fundamentos de toxicologia.

Bloco Temático: Processo Saúde-Doença I


Áreas de Conhecimento: Patologia Geral, Parasitologia e Microbiologia

Competência
- Discriminar os mecanismos fisiopatológicos básicos do organismo, patologias com
maior prevalência, a biologia, a estrutura e as funções dos parasitas e procariotos,
reconhecendo a importância do estudo destes para o diagnóstico das alterações do
estado de saúde que acometem o ser humano para intervir nos processos de
promoção, prevenção e reabilitação da saúde.

Habilidades
- Construção de saberes da diversidade microbiana e parasitária, a morfologia, a
fisiologia, a ecologia, a taxonomia e a genética desses agentes, sua adaptação e sua
morte celular.
- Desenvolvimento de conhecimentos acerca do controle físico e químico de
microrganismos, parasitas e mecanismos de patogenicidade.
- Reconhecimento das doenças de acúmulo e de calcificação patológica.
50

- Relação do contexto e dos elementos biológicos, psicológicos e socioeconômico-


culturais envolvidos no processo saúde-doença e investigação clínica.
- Identificação dos processos de inflamação, cicatrização, infarto, choque e neoplasia
que acometem o ser humano formulando hipóteses diagnósticas, considerando os
contextos pessoal, familiar, epidemiológico e ambiental.

Bloco Temático: Medicina e Sociedade III


Áreas de Conhecimento: Psicologia Médica, Bioestatística, Ética e Saúde Coletiva

Competências
- Estabelecer a relação médico-paciente-família, para a promoção da saúde em seus
aspectos psicoafetivos, socioeconômicos, culturais e éticos, os conceitos da
bioestatística aplicados na área da saúde para a promoção da integralidade do
cuidado médico.

Habilidades
- Reconhecimento das diferentes relações pessoais, profissionais e sociais no
contexto saúde-doença.
- Respeito a pessoa sob cuidado, familiares e comunidade em suas diversidades.
- Promoção, com a equipe multi e interdisciplinar, de momentos de discussão para as
questões que envolvem a comunicação de notícias difíceis.
- Reflexão acerca da vida e da morte, do morrer e do luto na contemporaneidade.
- Discussão das reações psicológicas decorrentes da necessidade de hospitalização.
- Inclusão empática e acolhedora do paciente, o incluindo nas decisões relativas ao
seu processo saúde-doença.
- Entendimento do paciente a partir de uma perspectiva integral, considerando a
Medicina Baseada em Evidências.
- Reconhecimento de estratégias de humanização na Atenção à Saúde.
51

Bloco Temático: Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde III


Áreas de Conhecimento: Atenção, Educação e Gestão em Saúde

Competências
- Analisar a situação de saúde da comunidade e os programas educacionais vigentes
utilizando os conhecimentos da medicina baseados em evidências para o
desenvolvimento de linhas de cuidado e produção de planos terapêuticos visando a
melhoria das práticas e indicadores de saúde.

Habilidades
- Elaboração de planos terapêuticos individuais e coletivos a partir das informações e
necessidades da equipe de saúde.
- Realização do acompanhamento das pessoas e das famílias, identificando e
analisando situações de risco e vulnerabilidade.
- Utilização de linguagem compreensível as pessoas sob cuidado, favorecendo o
vínculo, privacidade e autonomia das mesmas.
- Identificação das dimensões e capacidade de atendimento dos serviços de saúde
correlacionando-as às necessidades da população e do indivíduo.
- Avaliação dos resultados das ações desenvolvidas, compartilhando-os com equipes
de saúde, de gestão e de educação em saúde efetivando a relação de integração
ensino-serviço-comunidade.

Módulo IV

Bloco Temático: Semiologia Médica


Áreas de Conhecimento: Semiologia e Diagnóstico por imagem

Competência
- Realizar através da anamnese, do exame físico e de exames complementares a
construção do processo diagnóstico para possibilitar a prevenção, a reabilitação e o
tratamento do paciente considerando os aspectos culturais, sociais e epidemiológicos.
- Analisar queixas, evitando julgamentos pessoais, correlacionando a anamnese e o
exame físico com a utilização de raciocínio clínico-epidemiológico, investigando sinais
52

e sintomas, hábitos, fatores de riscos, antecedentes pessoais e familiares, registrando


os dados relevantes, para consolidação das hipóteses diagnósticas.
- Informar com linguagem adequada, mantendo postura ética, os procedimentos de
exame físico e exames diagnósticos, assegurando o consentimento da pessoa sob
seu cuidado ou do responsável.

Habilidades
- Elaboração da anamnese e exame físico do paciente analisando e sugerindo exames
complementares que possibilitem o diagnóstico clínico-cirúrgico.
- Identificação dos sinais e sintomas do organismo humano.
- Planejamento de exames complementares analisando-os com a intenção de
consolidação diagnóstica.
- Aplicação, em ambiente de simulação ou real, técnicas que possibilitem a
aprendizagem semiológica.
- Reconhecimento do objetivo da semiologia como uma ferramenta no alívio do
sofrimento humano, devendo para tal preservar eticamente a relação médico-
paciente.

Bloco Temático: Medicina e Sociedade IV


Áreas de Conhecimento: Epidemiologia e Gestão em Saúde

Competências
Relacionar os conceitos básicos da epidemiologia e das principais ferramentas de
gestão em saúde para sua promoção e prevenção, individual e coletiva, efetivando o
diagnóstico, planejamento e gestão em saúde.

Habilidades
- Aplicação dos conceitos de epidemiologia descritiva e analítica.
- Identificação dos indicadores de saúde, operacionais e epidemiológicos, seus
conceitos, suas classificações e suas metodologias.
- Utilização do sistema de informação em Gestão, em Atenção e em Educação em
Saúde, entendendo a importância de sua aplicação na Saúde Pública.
53

- Reconhecimento dos diagnósticos em Saúde Pública estabelecendo suas


prioridades.
- Identificação e construção do conhecimento acerca da avaliação das medidas de
controle dos problemas de Saúde Pública.
- Identificação dos conceitos previstos na Lei nº 8.666/93, de auditoria, de gestão, de
regulação, de tecnologia de informação, de orçamento, de execução e de licitação em
Saúde Pública.

Bloco Temático: Processo Saúde-Doença II


Áreas de Conhecimento: Farmacologia Clínica, Patologia Clínica e Cirúrgica e
Microbiologia

Competência
- Relacionar os conceitos de farmacologia clínica e indicação terapêutica para o
tratamento medicamentoso da pessoa sob seu cuidado, avaliando seus efeitos na
Atenção em Saúde.
- Identificar os conceitos das patologias clínicas e cirúrgicas através da análise dos
exames de tecidos, visando a adequação terapêutica que possibilite o incremento da
qualidade e estilo de vida.
- Compreender os fenômenos referentes à virologia relacionando-os aos aspectos
epidemiológicos, para diagnosticar, prevenir, tratar, promover e reabilitar a pessoa sob
seu cuidado de forma eficaz.

Habilidades
- Identificação dos aspectos da farmacologia clínica, da taxonomia, da morfologia, da
classificação dos vírus, sua replicação, as viroses humanas, os fungos e suas
patologias.
- Categorização das patologias, das viroses e da atuação de fármacos nos diversos
sistemas e tecidos, relacionando-os com os referenciais em epidemiologia.
- Concatenação, para fins de diagnóstico, das técnicas de punção aspirativa e exame
transoperatório de congelação.
- Reconhecimento da ação dos fármacos utilizados na terapia da inflamação, dos
processos alérgicos, dos analgésicos, dos anestésicos, dos psicofármacos, das
drogas de abuso, das intoxicações e dos quimioterápicos.
54

Bloco Temático: Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde IV


Áreas de Conhecimento: Atenção, Educação e Gestão em saúde

Competências
- Analisar as necessidades da pessoa e da comunidade, articulando com a rede de
atenção que incluam a vigilância em saúde, a saúde mental, a urgência e a
emergência, ampliando a compreensão do processo saúde-doença.
- Avaliar a produção de cuidado nos territórios de referência, agregando os elementos
do controle social visando o compromisso com a qualificação do serviço e
comunicação entre profissionais, familiares e comunidade.

Habilidades
- Utilização das ferramentas disponíveis para diagnóstico de saúde e planejamentos
de ações e estratégias para enfrentamento dos problemas e necessidades
identificados.
- Promoção da articulação entre a comunidade, gestão municipal, instituição de ensino
e serviço de saúde para a implementação das linhas de cuidado, conforme o
diagnóstico de saúde e demandas do controle social.
- Participação ativa na produção científica e tecnológica da instituição formadora,
estimulando a inclusão dos trabalhadores nos serviços, como incentivo à inovação e
melhoria das práticas.
- Desenvolvimento das atividades de vigilância em saúde no território, participando
das etapas de notificação, investigação e análise dos eventos.
- Promoção da aproximação entre a atenção primária e saúde mental, participando de
atividades vinculadas aos centros de atenção psicossocial.

Módulo V

Bloco Temático: Saúde Materno Infantil I


Áreas de Conhecimento: Diagnóstico por Imagem, Saúde da Criança, Saúde da
Mulher
55

Competência
Realizar a anamnese, o exame físico, sugerindo exames complementares e
formulando hipóteses diagnósticas que possibilitem a prevenção, reabilitação e
tratamento do recém-nascido, da criança, do adolescente e da mulher, considerando
a integralidade do ser humano.

Habilidades
- Elaboração da anamnese e exame físico do recém-nascido, da criança, do
adolescente e da mulher, analisando e sugerindo exames complementares que
possibilitem o diagnóstico e o tratamento médico.
- Estabelecimento de adequada relação médico-paciente, com familiares, com
cuidadores e equipes assistenciais.
- Identificação dos sinais e sintomas do recém-nascido, da criança, do adolescente e
da mulher e suas patologias.
- Concatenação e interpretação dos sinais e sintomas do recém-nascido, da criança,
do adolescente e da mulher, com os métodos de diagnóstico por imagem e exames
laboratoriais subsidiários.
- Aplicação, em laboratório de simulação e em situações reais, sob supervisão
docente, condutas ginecológicas, obstétricas e pediátricas que possibilitem a
aprendizagem.
- Reconhecimento dos indicadores do alto risco materno, neonatal, pediátrico e da
mulher.
- Realização da avaliação da idade gestacional e do desenvolvimento
neuropsicomotor da criança.
- Formulação de ações de cuidado na prevenção, na reabilitação e no tratamento das
entidades nosológicas que acometem o recém-nascido, a criança, o adolescente e a
mulher.
- Atendimento da pessoa no período pré-natal, perinatal e pós-natal, avaliando a idade
gestacional.
- Identificação do recém-nascido correlacionando a idade gestacional com o risco de
mortalidade.
- Aplicação de técnicas de puericultura quanto ao aleitamento materno e imunizações.
56

- Reconhecimento dos desenvolvimentos sexual e neuropsicomotor da criança e do


adolescente.
- Aplicação de medidas de prevenção a injúrias físicas, não intencionais, de abuso, de
maus tratos, de negligência e de doenças sexualmente transmissíveis.
- Realização da avaliação e o do aconselhamento pré-concepcional.

Bloco Temático: Saúde do Adulto e do Idoso I


Áreas de Conhecimento: Cardiologia, Pneumologia, Gastroenterologia, Saúde
Mental, Saúde do Idoso e Diagnóstico por Imagem

Competência
Discutir a anamnese e o exame físico, sugerindo exames complementares,
formulando hipóteses diagnósticas que possibilitem a prevenção, a reabilitação e o
tratamento, considerando os aspectos cardiológicos, pneumológicos,
gastroenterelógicos, psiquiátricos e geriátricos proporcionando qualidade e segurança
na promoção da saúde do adulto e do idoso.

Habilidades
- Elaboração da anamnese e do exame físico do paciente analisando e sugerindo
exames complementares e de imagem que possibilitem diagnosticar a relação saúde-
doença.
- Identificação dos sinais e sintomas do adulto e do idoso, suas psicopatologias,
quanto às doenças gastroenterológicas, pneumológicas e cardiovasculares.
- Análise dos sinais e sintomas do adulto e do idoso, correlacionando-os com a
psicopatologia, com os métodos de diagnóstico por imagem dos diversos tecidos e
sistemas do adulto e do idoso, incluindo os gastroenterológicos, pneumológicos,
cardiológicos, psiquiátricos e exames laboratoriais subsidiários.
- Aplicação, em laboratório de simulação e em situações reais, sob supervisão
docente, condutas cardiológicas, pneumológicas, gastroenterológicas que
possibilitem a aprendizagem.
- Formulação de ações de cuidado na prevenção, na reabilitação e no tratamento das
entidades nosológicas que acometem o adulto e o idoso.
- Reconhecimento dos aspectos do envelhecimento para abordagem integral do
57

adulto e o idoso nos ambientes familiar, institucional e hospitalar.


- Identificação dos princípios da assistência ao idoso, do papel do médico na
prevenção, na manutenção da saúde e na continuidade de tratamento.
- Aplicação das Políticas de Atenção ao Idoso, nos serviços de saúde, na atenção
domiciliar e no cuidado com o idoso.
- Conhecimentos acerca do Estatuto do Idoso, correlacionando-o com a avaliação
multidimensional e o domínio de saúde físico-funcional.
- Reconhecimento das Atividades de Vida Diária (AVD's), da Atividade
Instrumentalizada da Vida Diária (AIVD's), do estado e do risco nutricional, do domínio
de saúde mental, cognitiva, social e ambiental.
- Identificação das disfunções de saúde nos idosos, como demências, incontinências,
distúrbios osteomusculares, respiratórios, circulatórios e endocrinológicos.
- Capacidade para realizar indicações farmacológicas utilizadas no envelhecimento.
- Reconhecimento da fragilidade no idoso, previdência, qualidade de vida, os aspectos
como a aposentadoria, a mudança de papel social, os psicológicos, a "melhor idade"
e a terminalidade.
- Conhecimentos acerca da relação da espirometria, da gasometria arterial e da
oximetria às pneumopatias.
- Reconhecimento dos distúrbios funcionais e das doenças do trato gastrointestinal,
seus aspectos nutricionais, da microbiota e sua influência sobre o organismo.
- Identificação do impacto global da doença cardiovascular na população, estratégias
de prevenção e exames complementares.
- Reconhecimento da indicação e uso de marca-passos e de cardioversores-
desfibriladores.
- Identificação de fatores causadores de síncope e de morte súbita.
- Identificação e indicação de tratamento e profilaxia nas doenças do coração,
envoltórios, vascularização e hipertensão arterial sistêmica.
- Reconhecimento da história, dos conceitos, da reforma da psiquiatria brasileira, da
Política de Saúde Mental, da magnitude, do significado e da dinâmica dos agravos em
saúde mental e do diagnóstico sob o ponto de vista biológico e cultural.
- Identificação dos transtornos orgânicos ou não na saúde mental.
58

- Atuação, sob supervisão docente, em equipes multi e interdisciplinar, com a


terapêutica e a reabilitação psicossocial e orgânica das pessoas com transtornos
mentais.

Bloco Temático: Prática Cirúrgica I


Áreas de Conhecimento: Atenção, Educação e Gestão em Saúde

Competências

- Reconhecer os princípios básicos da cirurgia geral para a resolução dos processos


patológicos-cirúrgicos, a indicação e abordagem peri-operatória médica necessária à
pessoa sob cuidados visando a evolução normal de cicatrização e a cura, promovendo
e recuperando a qualidade de vida.

Habilidades

- Indicação de abordagem peri-operatória da pessoa a ser submetida a procedimento


cirúrgico, observando os princípios de cirurgia geral.
- Realização adequada da antissepsia, da paramentação cirúrgica, do manuseio do
instrumental cirúrgico e do posicionamento do paciente.
- Compreensão dos atos operatórios fundamentais, dos procedimentos técnicos e
táticos que compõem as etapas do ato operatório.
- Identificação das técnicas de cirurgia ambulatorial baseadas nos aspectos de
anatomia, fisiologia e bioquímica do processo cicatricial dos tecidos e repercussões
dos vários estados patológicos sobre a evolução normal da cicatrização.
- Identificação das complicações de cirurgia, bem como os procedimentos especiais
para sua prevenção e resolução
- Ordenação, coordenação e execução das manobras operatórias básicas dos atos
cirúrgicos, sob supervisão docente.

Bloco Temático: Medicina e Espiritualidade


Áreas de Conhecimento: Atenção, Educação e Gestão em Saúde
59

Competência
- Reconhecer o impacto da espiritualidade no processo saúde-doença considerando
os cuidados físicos, emocional, mental e espiritual promovendo a abordagem
multidimensional em saúde.

Habilidades
- Identificação dos aspectos da espiritualidade, religiosa ou não, que se relacionam
com o tratamento, a prevenção e a recuperação da pessoa sob seu cuidado.
- Reconhecimento dos princípios da tanatologia e da educação para a morte,
identificando a experiência de quase morte.
- Incentivo às ações educacionais e lúdicas para pacientes hospitalizados.
- Consideração da espiritualidade na propedêutica médica visando efeitos favoráveis
na saúde.

Bloco Temático: Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde V

Áreas de Conhecimento: Atenção, Educação e Gestão em Saúde

Competência
- Realizar o diagnóstico, indicando, ações de promoção, de tratamento, de prevenção
e de resolução dos problemas e das necessidades de saúde da pessoa e comunidade
sob seu cuidado, visando a reabilitação e o incremento da qualidade e estilo de vida
considerando a integralidade do ser humano.

Habilidades
- Prestação de assistência médica, sob supervisão docente/preceptor, no Centro de
Integrado de Especialidades (CIES), da Universidade Feevale, na rede hospitalar, nas
Unidades Básicas de Saúde, nas Unidades de Pronto Atendimento, nas Unidades de
Estratégia da Família, nos Centros de Especialidades Municipais.
- Diagnóstico e indicação do tratamento, da reabilitação e das medidas profiláticas
baseados na anamnese, no exame físico e complementares observando os aspectos
éticos e socioculturais.
- Capacidade de correlacionar, nas discussões de casos clínicos de criança, de
mulher, de adulto e de idoso com ênfase aos aspectos gastroenterológicos,
60

cardiológicos, pneumológicos, mentais, de diagnóstico de imagem, de técnicas


operatórias e de espiritualidade, à literatura médica atual.
- Problematização das situações cotidianas e discussão de artigos científicos,
contextualizando-as com a Medicina Baseada em Evidências.

Módulo VI

Bloco Temático: Saúde Materno Infantil II


Áreas de Conhecimento: Saúde da Criança, Saúde da Mulher e Saúde Mental

Competência
Realizar a anamnese, o exame físico, sugerindo exames complementares e
formulando hipóteses diagnósticas que possibilitem a prevenção, a reabilitação e o
tratamento do recém-nascido, da criança, do adolescente e da mulher considerando
os aspectos que incrementam o estilo e a qualidade de vida da pessoa sob cuidado.

Habilidades
- Elaboração de anamnese e de exame físico do recém-nascido, da criança, do
adolescente e da mulher, analisando e sugerindo exames complementares que
possibilitem o diagnóstico e o tratamento médico.
- Estabelecimento de adequada relação médico-paciente, com familiares, com
cuidadores e equipes assistenciais.
- Identificação dos sinais e sintomas da mulher, do recém-nascido, da criança, do
adolescente e suas psicopatologias.
- Interpretação dos sinais e sintomas do recém-nascido, da criança, do adolescente e
da mulher, correlacionando-os com os métodos de exames diagnósticos.
- Aplicação, em laboratório de simulação e em situação real, sob supervisão
docente/preceptor, de técnicas ginecológicas, obstétricas e pediátricas que
possibilitem a aprendizagem.
- Identificação das sintomatologias relacionadas à deficiência intelectual, transtornos
comportamentais e dependência de substâncias psicoativas
- Identificação dos fatores envolvidos na prevenção, no tratamento e no
acompanhamento dos usuários de substâncias químicas.
61

- Identificação das malformações congênitas, de infecções e outros


comprometimentos inerentes a medicina fetal e a gestação de alto risco.
- Capacidade de reconhecer nas crianças, alergias, doenças cardiovascular, diarreica,
gastroenterite, desidratação, respiratória aguda, infecção de via aérea superior, no
trato urinário, estado nutricional e distúrbios alimentares.

Bloco Temático: Saúde do Adulto e do Idoso II


Áreas de Conhecimento: Saúde Mental, Nefrologia, Neurologia e Endocrinologia

Competências
Discutir a anamnese e o exame físico sugerindo exames complementares formulando
hipóteses diagnósticas que possibilitem a prevenção, a reabilitação e o tratamento
considerando os aspectos neurológicos, nefrológicos, endocrinológicos e de saúde
mental, correlacionando-os à integralidade do ser humano, proporcionando qualidade
e segurança na promoção da saúde do adulto e do idoso.

Habilidades
- Elaboração de anamnese e exame físico do paciente, analisando e sugerindo
exames complementares que possibilitem diagnosticar a relação saúde-doença.
- Identificação dos sinais e sintomas do adulto e do idoso, suas psicopatologias,
quanto às doenças neurológicas, nefrológicas e endocrinológicas.
- Identificação dos sinais e sintomas do adulto e do idoso, correlacionando-os com os
métodos de diagnóstico por imagem, dos diversos tecidos e sistemas do adulto e do
idoso, incluindo os neurológicos, nefrológicos, endocrinológicos, psiquiátricos e
exames laboratoriais subsidiários.
- Aplicação, em laboratório de simulação e em situações reais, sob supervisão
docente/preceptor, condutas neurológicas, nefrológicas, endocrinológicas que
possibilitem a aprendizagem.
- Formulação de ações de cuidado na prevenção, na reabilitação e no tratamento das
entidades nosológicas que acometem o adulto e o idoso.
- Reconhecimento dos aspectos pertinentes ao envelhecimento para a abordagem
integral nos ambientes familiar, institucional e hospitalar.
62

- Identificação dos princípios da assistência ao idoso, do papel do médico na


prevenção, manutenção da saúde e na continuidade de tratamento.
- Aplicação das Políticas de Atenção ao Idoso, nos serviços de saúde, na atenção
domiciliar e no cuidado com o idoso.
- Capacidade de relacionar o Estatuto do Idoso com a avaliação multidimensional e o
domínio de saúde físico-funcional.
- Identificação das disfunções de saúde prevalentes nos adultos e idosos nos
comprometimentos mentais, nefrológicos, neurológicos e endocrinológicos.
- Conhecimento acerca das bases gerais sobre psicoterapias e psicofarmacologia
relacionados aos projetos de saúde mental em todos os níveis de atenção.
- Atuação, sob supervisão docente, em equipes multi e interdisciplinar, com a
terapêutica e a reabilitação psicossocial e orgânica das pessoas com transtornos
mentais.

Bloco Temático: Prática Cirúrgica II


Áreas de Conhecimento: Atenção, Educação e Gestão em Saúde

Competências
- Reconhecer os princípios da cirurgia geral e digestiva para a resolução dos
processos patológicos-cirúrgicos, a indicação e abordagem peri-operatória visando a
evolução normal de cicatrização e a cura, promovendo e recuperando a qualidade de
vida

Habilidades
- Indicação da abordagem peri-operatória do paciente submetido a procedimento
cirúrgico, observando os princípios de cirurgia geral e abdominal, da estrutura física e
equipe cirúrgica.
- Reconhecimento dos atos operatórios fundamentais, dos procedimentos técnicos e
táticos que compõem as etapas do ato operatório, da cirurgia de abdome e do
aparelho digestório.
- Identificação de complicações de cirurgia do abdome e do aparelho digestório.
63

Bloco Temático: Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde VI

Áreas de conhecimento: Atenção, Educação e Gestão em Saúde

Competências
- Realizar o diagnóstico, indicando, ações de promoção, de tratamento, de prevenção
e de resolução dos problemas de saúde, visando a reabilitação e o incremento da
qualidade e estilo de vida considerando os aspectos de adequada atenção, gestão e
educação em saúde.

Habilidades
- Prestação de assistência médica no Centro de Integrado de Especialidades (CIES),
da Universidade Feevale, nas Unidades Básicas de Saúde, na rede hospitalar, nas
Unidades de Pronto Atendimento, nas Unidades de Estratégia da Família, nos Centros
de Especialidades Municipais, com supervisão docente/preceptor.
- Diagnóstico e indicação do tratamento, da reabilitação e medidas profiláticas
baseados na anamnese, no exame físico e complementares observando os aspectos
éticos e socioculturais.
- Discussões de casos clínicos na saúde da criança, da mulher, do adulto e do idoso,
com ênfase aos aspectos nefrológicos, endocrinológicos, neurológicos, mentais e de
práticas operatórias, correlacionando-os à literatura médica atual.
- Problematização das situações cotidianas e discussão de artigos científicos
contextualizando-as com a Medicina Baseada em Evidências.

Módulo VII

Bloco Temático: Prática Cirúrgica III


Áreas de Conhecimento: Atenção, Educação e Gestão em Saúde

Competências
- Reconhecer os princípios de intervenção cirúrgica com ênfase na resolução dos
processos patológicos-cirúrgicos do trauma, oncológicos, plásticos, pediátricos e
neurocirúrgicos, bem como os procedimentos anestesiológicos visando a evolução
normal de cicatrização e a cura, promovendo e recuperando a qualidade de vida.
64

Habilidades
- Conhecimento dos princípios das cirurgias pediátrica, plástica, do trauma,
oncológica e neurológica.
- Identificação dos fundamentos e das indicações anestesiológicos.
- Desenvolvimento dos conceitos e domínio de cirurgia plástica e reparadora,
angiológica e cardiovascular.

Bloco Temático: Saúde Materno Infantil III


Áreas de Conhecimento: Saúde da Criança, Saúde da Mulher e Genética Clínica

Competência
Realizar a anamnese, o exame físico, sugerindo exames complementares e
formulando hipóteses diagnósticas que possibilitem a prevenção, reabilitação e
tratamento do recém-nascido, da criança, do adolescente e da mulher considerando
também a integralidade do ser humano.

Habilidades
- Elaboração de anamnese e exame físico do recém-nascido, da criança, do
adolescente e da mulher analisando e sugerindo exames complementares que
possibilitem o diagnóstico e o tratamento.
- Estabelecimento de adequada relação médico-paciente, com familiares, com
cuidadores e equipes multi e interdisciplinares.
- Identificação dos sinais e sintomas das doenças da mulher, do recém-nascido, da
criança e do adolescente.
- Interpretação dos sinais e sintomas do recém-nascido, da criança, do adolescente e
da mulher, correlacionando-os com os métodos de exames diagnósticos e de genética
clínica.
- Aplicação, em laboratório de simulação e em situação real, sob a supervisão
docente/preceptor, de técnicas ginecológicas, obstétricas e pediátricas que
possibilitem a aprendizagem.
- Identificação das sintomatologias da pessoa que tenha comprometimento genético.
- Aquisição de conhecimentos sobre as doenças genéticas mais frequentes, os
distúrbios da diferenciação sexual, a infertilidade e os abortamentos de repetição, a
teratologia e o diagnóstico pré-natal.
65

- Conhecimento acerca dos conceitos fundamentais de oncogenética, de terapia, de


prevenção e de tratamento das doenças genéticas.
- Identificação das doenças, eleição de tratamento, reabilitação e profilaxia das
afecções do trato reprodutivo feminino e da mama.
- Reconhecimento do processo saúde-doença, na criança e no adolescente, a
infecção, as doenças desmielienizantes do sistema nervoso, a doença exantemática,
os distúrbios os metabólicos, os hematológicos, os reumatológicos, os ortopédicos, as
neoplasias, a epilepsia, os erros inatos do metabolismo, os sinais de alerta quando
hospitalizados e os fatores ambientais no processo saúde-doença.

Bloco Temático: Saúde do Adulto e do Idoso III


Áreas de Conhecimento: Oncologia, Infectologia, Medicina Intensiva e de Urgência
e Reumatologia

Competências
Discutir a anamnese e o exame físico sugerindo exames complementares, formulando
hipóteses diagnósticas que possibilitem a prevenção, reabilitação e tratamento do
paciente, considerando os aspectos oncológicos, infectológicos, reumatológicos, de
medicina intensiva e de urgência, relacionando-os a integralidade do ser humano.

Habilidades
- Identificação dos sinais e sintomas do adulto e do idoso quanto às doenças de
medicina intensiva e de urgência, as oncológicas, as infectológicas e as
reumatológicas.
- Identificação dos sinais e sintomas do adulto e do idoso, correlacionando-os com os
métodos de diagnóstico por imagem, dos diversos tecidos e sistemas dos mesmos,
enfatizando os aspectos de medicina intensiva e de urgência, os oncológicos, os
infectológicos, os reumatológicos e os exames laboratoriais subsidiários.
- Aplicação, em laboratório de simulação e em situações reais, sob supervisão
docente/preceptor, de condutas de emergência e de urgência que possibilitem a
aprendizagem.
- Identificação dos princípios da assistência ao adulto e idoso, o papel do médico na
prevenção e manutenção da saúde, o tratamento, a reabilitação em pessoas com
66

infecção e infestação, com comprometimento em nível de medicina intensiva e de


urgência, oncológicos e reumatológicos.
- Identificação dos critérios de admissão e alta em emergência e de Unidade de
Tratamento Intensivo (UTI), assim como tratamento e protocolos de acolhimento de
classificação de risco na emergência, escalas de coma de Glasgow e outras,
monitorização hemodinâmica, morte encefálica e protocolo de doação de órgãos.
- Atuação, sob supervisão docente, em equipes multi e interdisciplinar, com a
terapêutica e a reabilitação psicossocial e orgânica das pessoas com transtornos
mentais.

Bloco Temático: Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde VII

Áreas de Conhecimento: Atenção, Educação e Gestão em Saúde

Competências
- Realizar o diagnóstico, indicando, ações de promoção, de tratamento, de prevenção
e de resolução dos problemas de saúde, visando a reabilitação e o incremento da
qualidade e estilo de vida considerando os aspectos de adequada atenção, gestão e
educação em saúde.

Habilidades
- Prestação de assistência médica no Centro de Integrado de Especialidades (CIES),
da Universidade Feevale, na rede hospitalar, nas Unidades Básicas de Saúde, nas
Unidades de Pronto Atendimento, nas Unidades de Estratégia da Família, nos Centros
de Especialidades Municipais, com supervisão docente/preceptor.
- Diagnóstico e indicação do tratamento, da reabilitação e das medidas profiláticas
baseados na anamnese, no exame físico e complementares observando os aspectos
éticos e socioculturais.
- Discussões de casos clínicos na saúde da criança, da mulher, do adulto e do idoso,
com ênfase aos aspectos anestesiológicos, pediátricos, ginecológicos, obstétricos,
genéticos, oncológicos, infectológicos, reumatológicos, de medicina intensiva e de
urgência e de práticas operatórias, correlacionando-os à literatura médica atual.
- Problematização das situações cotidianas e discussão de artigos científicos
contextualizando-as com a Medicina Baseada em Evidências.
67

Módulo VIII

Bloco Temático: Saúde do Adulto e do Idoso IV


Áreas de Conhecimento: Dermatologia, Otorrinolaringologia, Oftalmologia, Urologia,
Traumatologia e Ortopedia, Coloproctologia e Prática Cirúrgica

Competências
Discutir a anamnese e o exame físico sugerindo exames complementares e
formulando hipóteses diagnósticas que possibilitem a prevenção, a reabilitação e o
tratamento da pessoa sob cuidado, considerando os aspectos dermatológicos,
otorrinolaringológicos, oftalmológicos, urológicos, traumatológicos, ortopédicos,
coloproctológicos e procedimentos cirúrgicos relevantes à saúde do adulto e do idoso
proporcionando qualidade e segurança na promoção, prevenção e reabilitação da
saúde.

Habilidades
- Identificação dos sinais e sintomas do adulto e do idoso quanto às doenças cirúrgicas
ou não, dermatológicas, otorrinolaringológicas, oftalmológicas, urológicas,
traumatológicas, ortopédicas e coloproctológicas.
- Identificação dos sinais e sintomas do adulto e do idoso, correlacionando-os com os
métodos de diagnóstico por imagem, dos diversos tecidos e sistemas dos mesmos,
enfatizando os aspectos dermatológicos, otorrinolaringológicos, oftalmológicos,
urológicos, traumatológicos, ortopédicos e coloproctológicos e exames laboratoriais
subsidiários.
- Aplicação, em laboratório de simulação e em situações reais, sob supervisão
docente/preceptor, de manobras relacionadas as práticas dermatológicas,
otorrinolaringológicas, oftalmológicas, urológicas, traumatológicas, ortopédicas e
coloproctológicas que possibilitem a aprendizagem.
- Identificação das disfunções e doenças dermatológicas, urológicas,
otorrinolaringológicas, coloproctológicas, oftalmológicas, traumatológicas e
ortopédicas.
- Aplicação da anatomia e da fisiologia dos tecidos/sistemas dermatológicos,
urológicos, otorrinolaringológicos, coloproctológicos, oftalmológicos, traumatológicos
68

e ortopédicas no tratamento, na prevenção e na recuperação de suas disfunções e


doenças.
- Conhecimento acerca dos conceitos, da indicação, das técnicas, das limitações de
neurocirurgia, cirurgia torácica, dermatológicas, urológicas, otorrinolaringológicas,
coloproctológicas, oftalmológicas, traumatológicas e ortopédicas.

Bloco Temático: Medicina Legal


Áreas de Conhecimento: Atenção, Educação, Gestão em Saúde aplicadas à
Legislação

Competências

- Empregar os conhecimentos da ciência médica relacionados aos aspectos jurídicos


para manutenção de adequadas práticas periciais, investigações criminais, perícias
médicas e outras responsabilidades civis e penais relativas ao exercício da Medicina,
visando a ética, a equidade e as implicações sociais derivadas destas ações.

Habilidades
- Compreensão dos conceitos relacionados à Medicina Legal e forense.
- Fundamentos acerca de questões que envolvem a infortunística.
- Identificação dos princípios que competem aos estudos da asfixiologia.
- Compreensão dos conceitos da criminologia na prática médica.
- Identificação dos conceitos envolvidos na perícia médica.
- Identificação de técnicas periciais, laudos e parecer técnicos que envolvam a ciência
médica.

Bloco Temático: Cenário de Aprendizagens de Atenção à Saúde VIII


Áreas de Conhecimento: Atenção, Educação e Gestão em Saúde

Competências
- Realizar o diagnóstico, indicando, ações de promoção, de tratamento, de prevenção
e de resolução dos problemas e das necessidades de saúde, visando a reabilitação e
o incremento da qualidade de vida considerando os aspectos da integralidade do ser
humano.
69

Habilidades
- Prestação de assistência médica com supervisão do docente/preceptor.
- Diagnóstico e indicação do tratamento, da reabilitação e de medidas profiláticas
baseados na anamnese, no exame físico e complementares observando os aspectos
éticos e socioculturais.
- Discussões de casos clínicos da saúde do adulto com ênfase aos aspectos
dermatológicos, otorrinolaringológicos, oftalmológicos, urológicos, coloproctológicos,
de neurocirurgia, cirurgia torácica, prática cirúrgica, medicina legal, traumatológicos e
ortopédicos, correlacionando-os à literatura médica atual.
- Problematização das situações cotidianas e discussão de artigos científicos
contextualizando-as com a medicina baseada em evidências.

Módulo IX

Bloco Temático: Internato I


Áreas de Conhecimento: Atenção, Educação e Gestão em Saúde

Competências
Desenvolver a prática médica nas Unidades de Saúde da Família, compreendendo as
interfaces deste cenário e partindo dos princípios de gestão e vigilância em saúde
para promoção, prevenção e reabilitação da integralidade do ser humano.

Habilidades
- Aplicação dos conhecimentos relacionados à Atenção, Educação e Gestão em
saúde nas Unidades de Saúde da Família, desenvolvidos ao longo do curso, sob
supervisão do docente/preceptor.
- Compreensão das necessidades de saúde da comunidade em suas diferentes
nuances socioculturais, contemplando os valores éticos e humanísticos em sua
prática.
- Utilização da propedêutica médica, avaliando e elaborando planos terapêuticos,
visando estabelecer relação médico-paciente adequada, voltada para o cuidado e
entendendo o indivíduo em sua integralidade.
- Incentivo constante à interação da equipe assistencial, visando a atuação multi e
interdisciplinar.
70

- Busca de conhecimentos e experiências, visando a atualização profissional e


aprimoramento de todos envolvidos, de forma crítica e respeitosa.
- Desenvolvimento de ações de promoção de saúde na comunidade em que está
inserido.

Módulo X

Bloco Temático: Internato II


Áreas de Conhecimento: Atenção, Educação e Gestão em Saúde

Competências
- Desenvolver a prática médica de Urgência, Emergência e de Terapia Intensiva, nos
diversos cenários, compreendendo as interfaces destes, utilizando os princípios de
gestão, educação e vigilância em saúde para promoção, prevenção e reabilitação da
saúde.

Habilidades
- Aplicação dos conhecimentos relacionados à Atenção, Educação e Gestão em
saúde desenvolvidos ao longo do curso, em todos os níveis da prática médica de
emergência, urgência e terapia intensiva, sob supervisão do docente/preceptor
- Compreensão das necessidades de saúde da comunidade em suas diferentes
nuances socioculturais, contemplando os valores éticos e humanísticos em sua
prática.
- Utilização da propedêutica médica, avaliando e elaborando planos terapêuticos,
visando estabelecer relação médico-paciente adequada, voltada para o cuidado e
entendendo o indivíduo em sua integralidade.
- Incentivo constante à interação da equipe de trabalho visando a atuação multi e
interdisciplinar.
- Busca de conhecimentos e experiências, visando a atualização profissional e
aprimoramento de todos envolvidos, de forma crítica e respeitosa.
- Desenvolvimento de ações de promoção em saúde da comunidade em que está
inserido.
71

Módulo XI

Bloco Temático: Internato III


Áreas de Conhecimento: Atenção, Educação e Gestão em Saúde

Competências
Desenvolver a prática médica voltada ao atendimento da criança e da mulher em nível
ambulatorial, domiciliar e hospitalar na assistência preventiva, curativa, promocional e
bem-estar da saúde desta população visando a melhoria da qualidade e estilo de vida.

Habilidades
- Aplicação dos conhecimentos relacionados à Atenção, Educação e Gestão em
Saúde desenvolvidos ao longo do curso, em todos os níveis da prática médica na
saúde da mulher e da criança, sob supervisão do docente/preceptor.
- Compreensão das necessidades de saúde da comunidade em suas diferentes
nuances socioculturais, contemplando os valores éticos e humanísticos em sua
prática.
- Utilização da propedêutica médica, avaliando e elaborando planos terapêuticos,
visando estabelecer relação médico-paciente adequada, voltada para o cuidado e
entendendo o indivíduo em sua integralidade.
- Incentivo constante à interação da equipe de trabalho visando a atuação multi e
interdisciplinar.
- Busca de conhecimentos e experiências, visando a atualização profissional e
aprimoramento de todos envolvidos, de forma crítica e respeitosa.
- Desenvolvimento de ações de promoção em saúde da comunidade em que está
inserido.

Módulo XII

Bloco Temático: Internato IV


Áreas de Conhecimento: Atenção, Educação e Gestão em Saúde

Competências
72

Desenvolver a prática médica voltada ao atendimento nos serviços de clínica cirúrgica,


em nível ambulatorial, domiciliar e hospitalar, para a promoção da saúde individual e
coletiva, reconhecendo os diferentes aspectos do processo saúde-doença
prevalentes na comunidade atendida, com abordagem terapêutica e da gestão em
saúde, visando a melhoria da qualidade e estilo de vida das pessoas.

Habilidades
- Aplicação dos conhecimentos relacionados à Atenção, Educação e Gestão em
Saúde desenvolvidos ao longo do curso, em todos os níveis da prática clínica e
cirúrgica, sob supervisão do docente/preceptor.
- Compreensão das necessidades de saúde da comunidade em suas diferentes
nuances socioculturais, contemplando os valores éticos e humanísticos em sua
prática.
- Utilização da propedêutica clínica-cirúrgica, avaliando e elaborando planos
terapêuticos, visando estabelecer relação médico-paciente adequada, voltada para o
cuidado e entendendo o indivíduo em sua integralidade.
- Incentivo constante à interação da equipe de trabalho visando a atuação multi e
interdisciplinar.
- Busca de conhecimentos e experiências, visando a atualização profissional e
aprimoramento de todos envolvidos, de forma crítica e respeitosa.
- Desenvolvimento de ações de promoção em saúde da comunidade em que está
inserido.

9.2.2 Áreas de conhecimento optativas

O estudante deverá eleger um componente curricular de 50h dentre a relação


das optativas oferecidas pelo Curso, a fim de flexibilizar, enriquecer e diversificar sua
formação, a saber: Ecologia Geral; Ecotoxicologia e Bioindicação; Gestão e
Tecnologia de Resíduos Sólidos; História da África; Libras; Sociologia Geral.
73

9.2.3 Área de Conhecimento eletiva

O estudante poderá escolher um componente curricular dentre os oferecidos


por qualquer curso de graduação da Universidade Feevale o qual tenha interesse em
cursar, com o objetivo de ampliar, diversificar e enriquecer sua formação.

9.2.4 Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde

As atividades práticas são componentes do percurso formativo dos estudantes,


traduzindo-se como um espaço que privilegia a participação ativa do mesmo na
construção do conhecimento. Possibilitam a compreensão das diferentes situações
de saúde e atendimento dos agravos prevalentes na comunidade atendida. Permite
também, o desenvolvimento das competências e habilidades afins às áreas de
Atenção à Saúde, Gestão em Saúde e Educação em Saúde previstas para cada
módulo, sendo que estas apresentam níveis de complexidades crescentes.
Durante o desenvolvimento das atividades dos Cenários de Aprendizagens em
Atenção à Saúde os estudantes têm a possibilidade de desenvolver atividades a partir
da observação, diagnóstico e atendimento da comunidade nos serviços voltados à
atenção primária, secundária e terciária, cujas estruturas incluem: as Unidades de
Pronto-Atendimento (UPA), Unidades Básicas de Saúde (UBS), Unidades de Saúde
da Família (USF), o Centro Integrado de Especialidades em Saúde (CIES), Rede de
Atenção Psicossocial, Departamento de Vigilância em Saúde, Hospital Municipal de
Novo Hamburgo (HMNH), Hospital Regina e Hospital de Sapiranga.
As atividades de campo realizadas totalizam 400 horas, são acompanhadas e
supervisionadas pelos docentes e preceptores do curso e organizadas dentro dos
módulos e compõem um bloco temático, fazendo um movimento dialético entre o que
é estudado e as vivências do campo empírico. Esta imersão na rede de saúde faz-se
pertinente devido ao diálogo dos Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde
com as áreas de conhecimento que compõem o módulo. Logo, os cenários são
desencadeadores de reflexões e relações ainda mais significativas, na perspectiva de
articulação e compreensão da realidade e da integralidade do ser humano.
74

Para além disto, os Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde criam


diferentes oportunidades de aprendizagem, a partir de diálogos de vivências com as
equipes que atendem a rede de saúde e usuários que a frequentam.
No decorrer dos módulos em que estão previstos os Cenários de
Aprendizagens em Atenção à Saúde, o processo será avaliado considerando
principalmente os seguintes critérios: articulação, análise e aprofundamento teórico
prático, planejamento e coerência das propostas de intervenção. A avaliação será
realizada conforme os princípios deste documento.

9.2.5 Internatos

9.2.5.1 Internatos Obrigatórios

O Curso de Medicina prevê a realização de 2650 horas de internato obrigatório,


correspondendo a 35,10% da carga horária total do curso, que será realizado nos dois
últimos anos de formação e está dividido em quatro (4) módulos, denominados
Internato I, II, III e IV.
Cada Internato, comtempla as seguintes áreas: Internato I - Atenção Básica
(500h), Saúde Coletiva (50h) e Saúde Mental (200h); Internato II - Serviço de Urgência
e Emergência (300h) e Clínica Médica (450h); Internato III - Pediatria (375h) e
Ginecologia e Obstetrícia (375h); Internato IV - Cirurgia Geral (400h), atendendo
assim, o disposto nas DCN’s.
As atividades dos internatos ocorrerão nos hospitais e nas redes de saúde
públicas dos munícipios de Novo Hamburgo, Campo Bom, Dois Irmãos, Ivoti e
Sapiranga, contemplando a assistência dos pacientes usuários do SUS. Da mesma
forma, essas atividades de atendimento ambulatorial das diferentes áreas também
ocorrerão no Centro Integrado de Especialidades de Saúde (CIES) da Universidade
Feevale.
As atividades a serem desenvolvidas na rede de atenção básica (UBS, ESF,
CAPS, UPAs, etc.) e hospitais conveniados serão supervisionadas por médicos
preceptores e pelos docentes do curso de Medicina da Universidade Feevale.
As atividades desenvolvidas no CIES serão supervisionadas pelos docentes do
Curso de Medicina.
75

Estas diferentes práticas serão desenvolvidas em diferentes cenários, que


incluem os serviços próprios da Universidade Feevale, acima citados, bem como os
conveniados pelos COAPES, que visam o fortalecimento da integração entre ensino-
serviço-comunidade no âmbito do SUS. Tais ações têm como objetivos garantir o
acesso a todos os estabelecimentos de saúde já mencionados, sob a
responsabilidade do gestor da área de saúde, como ambiente de práticas para
formação no âmbito da graduação e da residência de saúde e estabelecer as
atribuições das entidades envolvidas no funcionamento desta integração.

9.2.5.2 Internato Eletivo

A carga horária do Internato Eletivo corresponde a 350h que, quando


cursadas, serão somadas à carga horária dos Internatos Obrigatórios, totalizando
3000h.
O Internato Eletivo poderá ser realizado em qualquer uma das cinco grandes
áreas (Clínica Médica, Cirurgia, Ginecologia-Obstetrícia, Pediatria e Medicina de
Família e Comunidade) em que o estudante tenha interesse em complementar e
aprimorar seus conhecimentos. Este internato poderá também ser realizado fora da
Instituição (na mesma Unidade da federação ou fora desta) desde que atendidas as
seguintes exigências: instituição conveniada com a Universidade Feevale voltada ao
atendimento do SUS e que disponha de serviço de residência médica credenciado
pela Comissão Nacional de Residência Médica.

9.2.5.3 Objetivo Geral dos Internatos Obrigatórios e Internato Eletivo

Promover a articulação dos conhecimentos produzidos ao longo do curso, em


uma perspectiva teórico-prática e interdisciplinar, bem como o exercício das
competências e habilidades desenvolvidas, por meio da atuação profissional da
Medicina, sob supervisão, nos diferentes serviços de saúde.
76

9.2.5.4 Objetivos Específicos dos Internatos Obrigatórios e Internato Eletivo

 Oferecer oportunidades para ampliar, integrar e aplicar os


conhecimentos voltados à assistência, ao planejamento, à gestão, à educação e à
pesquisa em saúde;
 Aprofundar os conhecimentos sobre os valores, princípios e atributos de
um sistema de saúde orientado na atenção primária de saúde;
 Favorecer a compreensão dos modelos de atenção à saúde, linhas de
cuidado e territorialização;
 Favorecer a compreensão das necessidades sociais de saúde e dos
princípios do SUS, a partir da atuação nos diferentes níveis e cenários de atenção em
saúde;
 Aprofundar os conhecimentos sobre a propedêutica médica e conduta
terapêutica buscando estabelecer uma relação médico-paciente eficaz, com respeito
pela autonomia do paciente;
 Promover um espaço de interação e de atuação interdisciplinar com os
demais integrantes da equipe de saúde;
 Possibilitar a interação ensino-serviço proporcionando um espaço de
troca de conhecimentos e experiências potencializando a interlocução com os
diferentes profissionais da rede de saúde e o conhecimento dos problemas de saúde
da população;
 Promover o desenvolvimento de competências e habilidades para o
exercício da medicina no que tange aos processos administrativos e técnicos,
proporcionando subsídios para a melhoria da qualidade dos serviços prestados aos
usuários do SUS;
 Propiciar o desenvolvimento de ações de promoção, de prevenção, de
recuperação e de reabilitação da saúde da comunidade onde atua;
 Estimular o desenvolvimento de novos conhecimentos e o uso de uma
postura curiosa e compromissada com as demandas de formação individual e coletiva.
77

9.3 ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO

O Curso de Medicina prevê a realização de estágio curricular não obrigatório,


o qual compreende a realização de atividades práticas e de complementação da
aprendizagem, ligadas direta e especificamente à área de formação em Medicina,
sendo prevista sua remuneração, podendo ser realizado em instituições públicas ou
privadas, permitindo ao estudante o aproveitamento da carga horária de estágio não
obrigatório como atividade complementar.
Cabe ao Núcleo de Apoio ao Estudante da Universidade Feevale regulamentar
os estágios curriculares não obrigatórios, criando um sistema próprio de
acompanhamento, que garanta o planejamento, a orientação, a avaliação e a
validação do mesmo, bem como orientar às unidades concedentes do estágio, às
quais deverão designar um profissional da mesma área de estudos do estudante para
realizar a supervisão local do estagiário.
As atividades relacionadas à área de conhecimento do Curso a serem
desenvolvidas pelo estudante estagiário serão especificadas pelo respectivo
Coordenador, através das Normas de Estágio do Curso, disponibilizadas no Núcleo
de Apoio ao Estudante.

9.4 ATIVIDADES COMPLEMENTARES

As atividades complementares permitem a ampliação das possibilidades de


aprendizagem e construção do conhecimento, durante percurso formativo dos
estudantes a partir de experimentos e vivências desenvolvidos em diferentes espaços
e que, desta maneira, estimulam a prática de estudos independentes, transversais,
opcionais, interdisciplinares, de atualização profissional, sobretudo nas relações com
o mundo do trabalho e com as diferentes demandas de saúde da região.
Tais atividades deverão ser estabelecidas e realizadas ao longo do curso, sob
as mais diversas modalidades, consistindo em mecanismos de aproveitamento de
conhecimentos construídos pelos estudantes em práticas fora da sala de aula, as
quais podem incluir atividades de ensino, pesquisa e/ou extensão, como: projetos de
ensino, pesquisa e extensão, estágios curriculares não obrigatórios, monitorias,
78

iniciação científica, seminários, simpósios, congressos, conferências, visitas técnicas,


intercâmbios, missões de estudos ao exterior dentre outras.
O desenvolvimento destas atividades tem como propósito principal diversificar
e enriquecer a formação acadêmica, a partir da participação do corpo discente em
variadas práticas de sua escolha, considerando o interesse pessoal de cada qual.
As atividades complementares integram o currículo do Curso, sendo de caráter
obrigatório, totalizando 100 horas e podem ser desenvolvidas em qualquer período do
curso, respeitada a carga horária máxima prevista por atividade complementar
conforme segue:

Atividades Complementares Carga horária

Disciplinas cursadas em outros cursos e/ou outras Aproveitamento de até


instituições de ensino superior 50h

Estágio curricular não obrigatório realizado na Feevale Aproveitamento de até


ou em instituições conveniadas com a IES (em 60h
conformidade com a legislação vigente):

Premiação de trabalhos científicos e/ou trabalhos Aproveitamento de até


técnicos 12h

Participação em eventos organizados pelo curso ou Aproveitamento de até


entidades parceiras: 20h

Participação em programas e projetos de ensino, Aproveitamento de até


pesquisa e extensão, relacionados com a área do curso. 80h

Publicação de resumos em Anais de Congressos, Aproveitamento de até 5h


Seminários, Iniciação Científica, Eventos de Extensão por item (máximo 4
ou revista científica: publicações)

Publicação de artigos ou trabalhos técnicos em jornais Aproveitamento de até


ou revistas científicas indexadas: 20h por item (máximo de
3 publicações)

Publicação de artigo em Anais de Congressos, Aproveitamento de até


Seminários, Iniciação Científica e Eventos de Extensão: 12h por item (máximo de
3 publicações)

Atuação como mesário nos processos eleitorais Aproveitamento de até


20h
79

Participação em cursos de extensão relacionados com Aproveitamento de até


a área do curso. 60h

Participação em intercâmbios estudantes: Aproveitamento de até


40h

Participação em congressos, seminários, palestras e Aproveitamento de até


outros relacionados com a área de estudos: 40h

Participação como ministrante de palestras, Aproveitamento de até


conferências vinculadas à área de formação acadêmica: 20h

Curso de línguas. Aproveitamento de até


40h

Participação em comissão organizadora de eventos Aproveitamento de até


científicos 30h

Participação em atividade de representação estudantil: Aproveitamento de até


30h

Participação em visitas técnicas vinculadas à área de Aproveitamento de até


formação acadêmica. 10h

Monitoria em disciplinas da Universidade Feevale. Aproveitamento de até


60h

Participação em eventos, seminários, congressos, Aproveitamento de até


cursos e palestras relacionados à Educação Ambiental. 30h

Participação em eventos, seminários, congressos, Aproveitamento de até


cursos e palestras relacionados à Educação das 30h
Relações Étnico-raciais e às temáticas que dizem
respeito à Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena.

Participação em projetos de ensino, pesquisa e Aproveitamento de até


extensão relacionados às temáticas: Educação 80h
Ambiental, Educação das Relações Étnico-raciais e
Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena.

Participação em serviço voluntário (conforme Aproveitamento de até


legislação) 40h

Viagens de Estudos Aproveitamento de até


10h
80

Participação em programas e projetos de ensino, Aproveitamento de até


pesquisa e extensão, relacionados a área de Direitos 80h
Humanos.

Participação em eventos, seminários, congressos, Aproveitamento de até


cursos e palestras relacionados a área de Direitos 80h
Humanos.

Observações: A validação das atividades complementares e das respectivas cargas


horárias de aproveitamento será realizada por uma comissão designada pela
coordenação do curso para tal.
81

10 CARGA HORÁRIA E INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO

O curso possui um total de 7.550 horas distribuídas em módulos e com prazo


mínimo para sua integralização de 6 (seis) anos – 12 semestres e o prazo máximo de
24 semestres.
82

11 MATRIZ CURRICULAR

MÓDULO I

MEDICINA E SOCIEDADE I 225


BLOCOS
CONHECIMENTOS BIOFUNCIONAIS I 275
TEMÁTICOS
CENÁRIOS DE APRENDIZAGENS EM ATENÇÃO À SAÚDE I 50
CH Total 550

MÓDULO II
CONHECIMENTOS BIOFUNCIONAIS II 200
BLOCOS CONHECIMENTOS BIOFUNCIONAIS III 250
TEMÁTICOS MEDICINA E SOCIEDADE II 150
CENÁRIOS DE APRENDIZAGENS EM ATENÇÃO À SAÚDE II 50
CH Total 650

MÓDULO III
CONHECIMENTOS BIOFUNCIONAIS IV 300
BLOCOS PROCESSO SAÚDE-DOENÇA I 150
TEMÁTICOS MEDICINA E SOCIEDADE III 175
CENÁRIOS DE APRENDIZAGENS EM ATENÇÃO À SAÚDE III 50
CH Total 675

MÓDULO IV
SEMIOLOGIA MÉDICA 225
BLOCOS MEDICINA E SOCIEDADE IV 75
TEMÁTICOS PROCESSO SAÚDE-DOENÇA II 275
CENÁRIOS DE APRENDIZAGENS EM ATENÇÃO À SAÚDE IV 50
CH Total 625

MÓDULO V
SAÚDE MATERNO INFANTIL I 225
SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO I 320
BLOCOS
TEMÁTICOS PRÁTICA CIRÚRGICA I 50
MEDICINA E ESPIRITUALIDADE 30
CENÁRIOS DE APRENDIZAGENS EM ATENÇÃO À SAÚDE V 50
CH Total 675
83

MÓDULO VI
SAÚDE MATERNO INFANTIL II 150
BLOCOS SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO II 175
TEMÁTICOS PRÁTICA CIRÚRGICA II 100
CENÁRIOS DE APRENDIZAGENS EM ATENÇÃO À SAÚDE VI 50
CH Total 475

MÓDULO VII
PRÁTICA CIRÚRGICA III 150
BLOCOS SAÚDE MATERNO INFANTIL III 200
TEMÁTICOS SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO III 225
CENÁRIOS DE APRENDIZAGENS EM ATENÇÃO À SAÚDE VII 50
CH Total 625

MÓDULO VIII
SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO IV 375
BLOCOS MEDICINA LEGAL 50
TEMÁTICOS OPTATIVA 50
CENÁRIOS DE APRENDIZAGENS EM ATENÇÃO À SAÚDE VIII 50
CH Total 525

MÓDULO IX
BLOCO
INTERNATO I 750
TEMÁTICO
CH Total 750

MÓDULO X
BLOCO
INTERNATO II 750
TEMÁTICO
CH Total 750

MÓDULO XI
BLOCO
INTERNATO III 750
TEMÁTICO
CH Total 750

MÓDULO XII
BLOCO
INTERNATO IV 400
TEMÁTICO

CH Total 400
84

Atividades Complementares 100

Atividades Complementares: Atividades desenvolvidas ao longo do


Curso, sendo de caráter obrigatório. A validação das atividades
complementares e das respectivas cargas horárias de aproveitamento será
realizada por uma comissão designada pela coordenação do curso para tal.

CARGA HORÁRIA TOTAL 7550

INTERNATO ELETIVO * 350

* Estágio Curricular de caráter não obrigatório, que poderá ser realizado


em qualquer uma das cinco áreas Médicas. Será somado à carga horária
obrigatória, se cursado.

ÁREA DE CONHECIMENTO ELETIVO* 50


* Áreas a escolher dentre as ofertadas por qualquer curso de graduação da
Universidade Feevale. Será somada à carga horária obrigatória, se cursada.
85

12 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS

MÓDULO I

Bloco Temático: Medicina e Sociedade I

O bloco temático propõe o reconhecimento de diferentes ideologias e culturas


ampliando a concepção e visão do mundo, refletindo sobre os múltiplos padrões de
identidade e personalidade constituídas ao longo do ciclo vital no fazer médico em sua
perspectiva ética e histórica para atuação no contexto das Políticas Públicas de Saúde
e do Sistema Único de saúde reconhecendo o papel da informática como ferramenta
de auxílio na prática médica.

Bibliografia Básica:
LAPLANTINE, François. Aprender antropologia. São Paulo, SP: Brasiliense, 2000.
[39 L314a]
ROCHA, Ana Luiza Carvalho da; ECKERT, Cornelia. Etnografia: saberes e práticas.
Iluminuras: Porto Alegre, RS, v. 9, n. 21, 23 f., 2008. Disponível em:
<http://seer.ufrgs.br/iluminuras/article/view/9301>. Acesso em: 20 abr. 2013.
ROCHA, Everardo P. Guimaraes. O que é etnocentrismo. São Paulo, SP:
Brasiliense, 1994. (Coleção primeiros passos 124.) [323.14R672q 10. ed.]
BOTELHO, João Bosco. História da medicina: da abstração à materialidade.
Manaus, AM: Valer, 2013.
FRANÇA, Genival Veloso de. Comentários ao código de ética médica. Rio de
Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, [2010].
CÓDIGO de ética médica: revisão. Brasília, DF: CFM, [2016]. Disponível em:
<http://portal.cfm.org.br/>. Acesso em: 14 nov. 2016.
PAPALIA, Diane E.; OLDS, Sally Wendkos; FELDMAN, Ruth Duskin.
Desenvolvimento humano. Porto Alegre, RS: Mc Graw Hill, 2013.
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes
T. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. São Paulo, SP: Saraiva,
1999. Disponível em:
<https://docs.google.com/file/d/0B_UpzuaKL16MdXdzUXV5cjFPZjA/edit?pli=1>
RIBEIRO, Marianne M. Stolzmann Mendes; LISBOA, Carolina Saraiva de Macedo
(Org.). Conceitos, teorias e discussões atuais em psicologia. Novo Hamburgo, RS:
Feevale, 2004.
MALAGUTTI, William; CAETANO, Karen Cardoso (Org.). INFORMÁTICA em saúde:
uma perspectiva multiprofissional dos usos e possiblidades. São Caetano do Sul,
SP: Editora Yendis, c2013.
MESKÓ, Bertalan. The guide to the future of medicine: technology and the human
touch. United States Of America: Webicina, c2014.
BARBOSA, Alexandre F. (Coord.). TIC saúde 2013: pesquisa sobre o uso das
tecnologias de informação e comunicação nos estabelecimentos de saúde
brasileiros = ICT in the health 2013: survey on the u São Paulo, SP: Comitê Gestor
da Internet no Brasil, 2014. Disponível em:
<http://cetic.br/media/docs/publicacoes/2/tic-saude-2013.pdf>. Acesso em: 4 fev.
2015.
86

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de


Atenção Básica. Política nacional de atenção básica. Brasília, DF: Ministério da
Saúde, 2012. Disponível em:
<http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/pnab.pdf>. Acesso em: 11 nov.
2016.
ROCHA, Juan Stuardo Yazlle. Manual de Saúde Pública e Saúde Coletiva no Brasil.
Rio de Janeiro, RJ: Atheneu, c2013.
ROCHA, Aristides Almeida; Cesar, Chester L. Galvão; Ribeiro, Helena. Saúde
Pública: Bases Conceituais. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Atheneu, 2013.

Bibliografia Complementar:
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro, RJ:
Zahar, c2009. (Antropologia Social) [39 L318c 24. ed.]
MATTA, Roberto da. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Rio de
Janeiro: Rocco, 1997. [39 M425r 5. ed.]
NUNES, Margarete Fagundes. Diálogos nas fronteiras disciplinares: as aventuras do
trabalho antropológico= Dialogues in the disciplinary borders: the adventures of the
anthropological work. Cadernos de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências Humanas,
Florianópolis, SC, v. 11, n. 99, p. 186-206, 2010.
TASSINARI, Antonella Maria Imperatriz; GROSSI, Miriam Pillar; RIAL, Carmen (Org.).
Ensino de antropologia no Brasil: formação, práticas disciplinares e além-fronteiras.
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20 abr. 2012.
NICOLETTI, Juliana; CÉSPERES, Lívia; CURIA, Luiz Roberto (Colab.). PENAL:
códigos 3 em 1 Saraiva. São Paulo, SP: Saraiva, 2016. (Coleção de Códigos
Conjugados).
DANTAS, Flávio; SOUSA, Evandro Guimarães de. Ensino da deontologia, ética
médica e bioética nas escolas médicas brasileiras: uma revisão sistemática = The
teaching of deontology, medical ethics and bioethics in brazilian medical schools: a
systematic review. Revista Brasileira de Educação Médica, Rio de Janeiro, RJ, v. 32,
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compreensão e crítica. Salvador, BA: EDUFBA, 2013.
PAIM, Jairnilson Silva; ALMEIDA-FILHO, Naomar de (Org.). SAÚDE coletiva: teoria e
prática. Rio de Janeiro, RJ: Medbook, c2014.
PINHEIRO, Roseni; CECCIM, Ricardo Burg; MATTOS, Ruben Araujo de (Org.).
ENSINAR saúde: a integralidade e o SUS nos cursos de graduação da área da saúde.
Rio de Janeiro, RJ: CEPESC, 2011.
PAIM, Jairnilson Silva. Reforma sanitária brasileira: contribuição para a compreensão
e crítica. Salvador, BA: EDUFBA, 2013.
PINHEIRO, Roseni; MATTOS, Ruben Araujo de (Org.). CONSTRUÇÃO da
integralidade: cotidiano, saberes e práticas em saúde. Rio de Janeiro, RJ: UERJ,
2010.

MÓDULO I

Bloco Temático: Conhecimentos Biofuncionais I

Aborda os planos de construção e estruturas anatômicas micro e macroscópicas do


corpo humano, os conceitos fundamentais das leis da física no modelamento de
sistemas biológicos, as características físico-químicas, funcionais das biomoléculas e
suas aplicações no processo saúde-doença.

Bibliografia Básica:
BERGMAN, Ronald A.; AFIFI, Adel K.; REIMANN, Paul C. Atlas of human anatomy in
cross section. [United States]: Anatomy Atlases, 2004. Disponível em:
<http://www.anatomyatlases.org/HumanAnatomy/CrossSectionAtlas.shtml>. Acesso
em: 26 jul. 2012.
MOORE, Keith L.; DALLEY, Arthur F.; AGUR, A. M. R. Anatomia orientada para
clínica. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2014.
88

NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2015.
ALBERTS, Bruce et al. Biologia molecular da célula. Porto Alegre, RS: Artmed, 2010.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchôa; CARNEIRO, J. Histologia básica: texto & atlas. 12.
ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2013.
KIERSZENBAUM, Abraham L. Histologia e biologia celular: uma introdução à
patologia. 4. ed. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, 2016.
DURÁN, José Enrique Rodas. Biofísica: conceitos e aplicações. São Paulo, SP:
Pearson Prentice Hall, c2011.
MOURÃO-JUNIOR, Carlos Alberto; ABRAMOV, Dimitri Marques. Biofísica essencial.
Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2012.
GOMES, Lígia Rebelo. Biofísica para ciências da saúde. 2. ed. Porto, Portugal:
Universidade Fernando Pessoa, 2012.
NELSON, David L.; COX, Michael M. Princípios de bioquímica de Lehninger. Porto
Alegre, RS: Artmed, 2014.
HARVEY, Richard A.; FERRIER, Denise R. Bioquímica ilustrada. Porto Alegre, RS:
Artmed, 2012.
BERG, Jeremy M. et al. Bioquímica. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2014.

Bibliografia Complementar:
GILROY, Anne M.; MACPHERSON, Brian R.; ROSS, Lawrence, M. Atlas de
anatomia. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2014
GRAY, John. A anatomia de Gray. Rio de Janeiro, RJ: Record, 2011.
TORTORA, Gerard J.; DERRICKSON, Bryan. Corpo humano: fundamentos de
anatomia e fisiologia. Porto Alegre, RS: Artmed, 2012.
TORTORA, Gerard J.; DERRICKSON, Bryan. Príncipios de anatomia e fisiologia. Rio
de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2016.
WASCHKE, Jeans; NARCISO, Marcelo Sampaio (Coord.). Sobotta: atlas de anatomia
humana. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2012. v.1.
ALBERTS, Bruce et al. Fundamentos da biologia celular. Porto Alegre, RS: Artmed,
2011.
COOPER, Geoffrey M.; HAUSMAN, Robert E. A Célula: uma abordagem molecular.
Porto Alegre, RS: Artmed, 2007.
DE ROBERTIS, E. M. F; HIB, Jose. Bases da biologia celular e molecular. Rio de
Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2006.
ROSS, Michael H.; PAWLINA, Wojciech. Histologia: texto e atlas em correlação com
biologia celular e molecular. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2012.
THOLE, Alessandra; CARVALHO, Jorge José de; CARVALHO, Laís de (Coord.). Atlas
de histologia. [Rio de Janeiro, RJ]: UERJ, [200-]. Disponível em :
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WACHTER, Paulo Harald et al. (Org.). BIOFÍSICA: para ciências biomédicas. Porto
Alegre, RS: Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, 2016.
GARCIA, Eduardo Alfonso Cadavid. Biofísica. São Paulo, SP: Sarvier, 2015.
BUSHBERG, Jerrold et al. The essential physics of medical imaging. 3th. ed.
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BETTELHEIM, Frederick A. et al. Introdução à bioquímica. São Paulo, SP: Cengage


Learning, c2012.
MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo B. Bioquímica básica. Rio de Janeiro, RJ:
Guanabara Koogan, c2015.
RODWELL, Victor W. et al. Bioquímica ilustrada de Harper. Porto Alegre, RS:
AMGH, 2017.
VOET, Donald; VOET, Judith G. Bioquímica. Porto Alegre, RS: Artmed, 2013.
HAN, Ting et al. Effect of whey protein on plasma amino acids in diabetic mice.
Experimental And Therapeutic Medicine, [London], v. 6, n. 6, p. 1449-1454, Dec. 2013.
Disponível em: <http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3829761/>. Acesso
em: 15 set. 2014.

MÓDULO I

Bloco Temático: Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde I

Propõe a observação e reflexão sobre a prática médica e o trabalho em equipe multi


e interdisciplinar na atenção primária em saúde no Sistema Único de Saúde;
conhecimento da rede de atenção à saúde e políticas nacionais de atenção à saúde.

Bibliografia Básica:
ESHERICK, Joseph S.; CLARK, Daniel S.; SLATER, Evan D. Current: diretrizes
clínicas em atenção primária à saúde. Porto Alegre, RS: AMGH, 2013.
MINAYO, Maria Cecília de Souza et al. (Org.). TRATADO de saúde coletiva. São
Paulo, SP: Hucitec, 2016. (Saúde em debate; v. 170).
ROCHA, Aristides Almeida; CESAR, Chester Luiz Galvão; RIBEIRO, Helena (Ed.).
SAÚDE pública: bases conceituais. São Paulo, SP: Atheneu, c2013.

Bibliografia Complementar:
PAIM, Jairnilson Silva. Reforma sanitária brasileira: contribuição para a compreensão
e crítica. Salvador, BA: EDUFBA, 2013.
PAIM, Jairnilson Silva; ALMEIDA-FILHO, Naomar de (Org.). SAÚDE coletiva: teoria e
prática. Rio de Janeiro, RJ: Medbook, c2014.
PINHEIRO, Roseni; CECCIM, Ricardo Burg; MATTOS, Ruben Araujo de (Org.).
ENSINAR saúde: a integralidade e o SUS nos cursos de graduação da área da saúde.
Rio de Janeiro, RJ: CEPESC, 2011.
PINHEIRO, Roseni; MATTOS, Ruben Araujo de (Org.). CONSTRUÇÃO da
integralidade: cotidiano, saberes e práticas em saúde. Rio de Janeiro, RJ: UERJ,
2010.
ROCHA, Juan Stuardo Yazlle. Manual de Saúde Pública e Saúde Coletiva no Brasil.
Rio de Janeiro, RJ: Atheneu, 2013.

MÓDULO II

Bloco Temático: Conhecimentos Biofuncionais II


90

Aborda as estruturas anatômicas micro e macroscópicas do organismo e


desenvolvimento humanos, a embriogênese, características funcionais das
biomoléculas e suas aplicações no processo saúde-doença.

Bibliografia Básica:
BERGMAN, Ronald A.; AFIFI, Adel K.; REIMANN, Paul C. Atlas of human anatomy in
cross section. [United States]: Anatomy Atlases, 2004. Disponível em:
<http://www.anatomyatlases.org/HumanAnatomy/CrossSectionAtlas.shtml>. Acesso
em: 26 jul. 2012.
MOORE, Keith L.; DALLEY, Arthur F.; AGUR, A. M. R. Anatomia orientada para
clínica. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2014.
NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2015.
KIERSZENBAUM, Abraham L. Histologia e biologia celular: uma introdução à
patologia. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2016.
ALBERTS, Bruce et al. Fundamentos da biologia celular. Porto Alegre, RS: Artmed,
2011.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchôa; CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. Rio
de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2012.
MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N; TORCHIA, M. G. Embriologia Clínica. Rio de
Janeiro, RJ: Elsevier, c2016.
SADLER, T. W. Langman: embriologia médica. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara,
2013.
GARCIA. Sonia M. Lauer de; GARCIA FERNÁNDEZ, Casimiro. Embriologia.3. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2012.

Bibliografia Complementar:
GILROY, Anne M.; MACPHERSON, Brian R.; ROSS, Lawrence, M. Atlas de
anatomia. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2014
GRAY, John. A anatomia de Gray. Rio de Janeiro, RJ: Record, 2011.
TORTORA, Gerard J.; DERRICKSON, Bryan. Corpo humano: fundamentos de
anatomia e fisiologia. Porto Alegre, RS: Artmed, 2012.
TORTORA, Gerard J.; DERRICKSON, Bryan. Príncipios de anatomia e fisiologia. Rio
de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2016.
WASCHKE, Jeans; NARCISO, Marcelo Sampaio (Coord.). Sobotta: atlas de anatomia
humana. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2012. v.1.
ROSS, Michael H.; PAWLINA, Wojciech. Histologia: texto e atlas em correlação com
biologia celular e molecular. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2012.
GARTNER, Leslie P.; HIATT, James L. Atlas colorido de histologia. Rio de Janeiro,
RJ: Guanabara Koogan, 2014.
THOLE, Alessandra; CARVALHO, Jorge José de; CARVALHO, Laís de (Coord.). Atlas
de histologia. [Rio de Janeiro, RJ]: UERJ, [200-]. Disponível em:
<http://www.micron.uerj.br/atlas/index.html>. Acesso em: 27 jul. 2012.
PIEZZI, Ramón S.; FORNÉS, Miguel W. Novo atlas de histologia normal de di Fiore.
Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2008.
ROSS, Michael H.; PAWLINA, Wojciech et al. Atlas de histologia descritiva. Porto
Alegre, RS: Artmed, 2012.
MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N; TORCHIA, M. G. Embriologia básica. Rio de
Janeiro, RJ: Elsevier, c2016.
SCHOENWOLF, Gary C. et al. Larsen: embriologia humana. Rio de Janeiro, RJ:
Elsevier, c2016.
91

GÓMEZ DUMM, César. Embriologia humana: atlas e texto. Rio de Janeiro, RJ:
Guanabara Koogan, 2006.
CARLSON, Bruce M. Embriologia humana e biologia do desenvolvimento. Rio de
Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c1996. 2014

MÓDULO II

Bloco Temático: Conhecimentos Biofuncionais III

Abordagem integrada das funções de bioquímica, imunologia e fisiologia para o


estudo do fluxo e metabolismo celular, regulação homeostática dos sistemas
nervoso-muscular e endócrino e as interações com o sistema imune, com suas
células e tecidos, na distinção de processos normais e anormais, a fim de produzir
respostas específicas para a proteção e manutenção do funcionamento adequado
do organismo.

Bibliografia Básica:
ABBAS, Abul K.; LICHTMAN, Andrew H.; PILLAI, Shiv. Imunologia celular e
molecular. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2015.
DELVES, Peter J et al. Roitt fundamentos de imunologia. Rio de Janeiro, RJ:
Guanabara Koogan, c2013.
LEVINSON, Warren. Microbiologia médica e imunologia. Porto Alegre, RS: Artmed,
2016.
RAFF, Hershel; LEVITZKY, Michael. Fisiologia médica: uma abordagem integrada.
Porto Alegre, RS: Mc Graw Hill, 2012.
AIRES, Margarida de Mello. Fisiologia. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan,
c2012.
HALL, John E.; GUYTON, Arthur C. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro, RJ:
Elsevier, c2011.
NELSON, David L.; COX, Michael M. Princípios de Bioquímica de Lehninger. Porto
Alegre, RS: Artmed, 2014.
DEVLIN, Thomas M. (Coord.) Manual de bioquímica com correlações clínicas. São
Paulo, SP: Edgard Blücher, 2011.
BAYNES, John.; DOMINICZAK, Marek. Bioquímica Médica. Elsevier, c2015.

Bibliografia Complementar:
ABBAS, Abul K.; LICHTMAN, Andrew H.; PILLAI, Shiv. Imunologia básica: funções e
distúrbios do sistema imunológico. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2014.
MURPHY, Kenneth et al. Imunobiologia de Janeway. Porto Alegre, RS: Artmed,
2014.
DOAN, Thao T.; MELVOLD, Roger; WALTENBAUGH, Carl. Imunologia médica
essencial. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2006.
VAZ, Adelaide José; TAKEI, Kioko; BUENO, Ednéia Casagranda. Imunoensaios:
fundamentos e aplicações. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2012.
ALTHOFF, Mário Cesar (Org.). BIOSSEGURANÇA em laboratórios biomédicos e de
microbiologia. 3. ed., rev. atual. Brasília, DF: MS, 2004. (Série A. Normas e manuais
técnicos). Disponível em:
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http://proto.ufsc.br/files/2012/03/biosseguranca_laboratorios_biomedicos_microbiolo
gia1.pdf. Acesso em: 11 jun. 2013.
HALL, John E.; GUYTON, Arthur C. Fundamentos de fisiologia. 12. ed. Rio de Janeiro,
RJ: Elsevier, c2012
SILVERTHORN, Dee Unglaub. Fisiologia humana: uma abordagem integrada. Porto
Alegre, RS: Artmed, 2010.
TORTORA, Gerard J.; DERRICKSON, Bryan. Corpo humano: fundamentos de
anatomia e fisiologia. Porto Alegre, RS: Artmed, 2012.
VANPUTTE, Cinnamon L.; REGAN, Jennifer L.; RUSSO, Andrew F. Anatomia e
fisiologia de Seeley. Porto Alegre, RS: AMGH, 2016.
STANTON, Bruce A.; KOEPPEN, Bruce M. (Ed.).BERNE & Levy: fisiologia. 6.
ed. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2009.
VOET, Donald; VOET, Judith G. Bioquímica. Porto Alegre, RS: Artmed, 2013.
RODWELL, Victor W. et al. Bioquímica ilustrada de Harper. Porto Alegre, RS:
AMGH, 2017.
SMITH, Colleen. Bioquímica Médica Básica de Marks. São Paulo: Artmed, 2007.
LI, Jie et al. Oxidative stress and neurodegenerative disorders. International Journal
Of Molecular Sciences, Basel, Switzerland, v.14, p. 24438-24475, 2013. Disponível
em: <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3876121/>
BERG, Jeremy M. et al. Bioquímica. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2014.

MÓDULO II

Bloco Temático: Medicina e Sociedade II

Estuda os condicionantes contextuais do processo saúde-adoecimento, sua


correlação com a formação sociopolítica, econômica e cultural brasileira. Aborda os
conceitos de epidemiologia e delineamentos de pesquisa epidemiológica para
fundamentar uma atuação baseada na integralidade do cuidado, auxiliar no processo
de gestão pública e planejamento em saúde.

Bibliografia Básica:
ROTHMAN, Kenneth J. Epidemiology: an introduction. United States Of
America: Oxford University Press, c2012.
ROTHMAN, Kenneth J.; GREENLAND, Sander; LASH, Timothy L. Epidemiologia
moderna. Porto Alegre, RS: Artmed, 2011.
ALMEIDA FILHO, Naomar de; BARRETO, Maurício Lima. Epidemiologia & saúde:
fundamentos, métodos, aplicações. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2012.
BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde Lei n.º 141/2012 e os Fundos
de Saúde. Brasília: CONASS, 2013.
CASTRO, C.O. Gestão pública contemporânea. Curitiba: Ibpex, 2013.
SANTOS, Lenir. SUS e a lei complementar 141 comentada. Campinas, SP: Saberes,
2012.

COVRE, Maria de Lourdes Manzini. O que é cidadania. São Paulo, SP: Brasiliense,
1999. (Coleção primeiros passos; 250.) [342.71 C873q 3.ed.]
93

FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo, SP: Edusp, 2000. (Coleção didática; 1.)
[981(075.3) F268h 8. ed.]
MARTINS, Rodrigo Perla; MACHADO, Carlos Roberto da Silva (Org.). Identidades,
movimentos e conceitos: fundamentos para discussão da realidade brasileira. Novo
Hamburgo, RS: Feevale, 2013. Disponível em:
<http://www.feevale.br/Comum/midias/729f52f5-c0b6-425d-9c2b-
84c668cdae4f/Fundamentos%20da%20Realidade%20Brasileira.pdf>. Acesso em: 9
ago. 2013.
DUNCAN, Bruce B et al. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária
baseadas em evidências. Porto Alegre, RS: Artmed, 2013.
ESHERICK, Joseph S.; CLARK, Daniel S.; SLATER, Evan D. Current: diretrizes
clínicas em atenção primária à saúde. Porto Alegre, RS: AMGH, 2013.
MINAYO, Maria Cecília de Souza et al. (Org.). TRATADO de saúde coletiva. São
Paulo, SP: Hucitec, 2016. (Saúde em debate; v. 170).

Bibliografia Complementar:
BONITA, R.; BEAGLEHOLE, R.; KJELLSTRÖM, T. Epidemiologia básica. São Paulo,
SP: Santos, [2010]. Disponível em:
<http://whqlibdoc.who.int/publications/2010/9788572888394_por.pdf>. Acesso em: 24
nov. 2016.
BROADBENT, Alex. Philosophy of epidemiology. United States Of America: Palgrave
McMillan, 2013.
HULLEY, Stephen B. et al. Delineando a pesquisa clínica: Stephen B. Hulley ... [et
al.]; tradução Michael Schmidt Duncan, André Garcia Islabão; revisão técnica Michael
Schmidt Duncan. Porto Alegre, RS: Artmed, 2015. (Biblioteca Artmed.
Epidemiologia/Saúde Pública).
KRIEGER, Nancy. Epidemiology and the people's health: theory and context. United
States Of America: Oxford University Press, 2014.
WERNECK, Guilherme Loureiro et al. (Ed.). EPIDEMIOLOGIA. São Paulo, SP:
Atheneu, c2015.
ARAÚJO, Maria Arlete Duarte. Responsabilização na Reforma do Sistema de Saúde.
Catalunha e Brasil. Rio de Janeiro, RJ: FGV, 2014.
BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. A gestão Administrativa no Sus.
Brasília: CONASS, 2007.
BRASIL. Ministério da Saúde. Financiamento Público de Saúde. Brasília: Ministério
da Saúde, 2013.
GAULEJAC, Vicen. A gestão como doença social. Aparecida, SP: Ideias e Letras,
2007.
SANTOS, Lenir. Direito da Saúde no Brasil. Campinas, SP: Saberes Editora, 2010.
ALMEIDA, Alberto Carlos. A cabeça do brasileiro. Rio de Janeiro, RJ: Record, 2007.
MATTA, Roberto da. O Que faz o Brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Rocco, 2001.
NUNES, Margarete Fagundes (Org.). Diversidade e políticas afirmativas: diálogos e
intercursos. Novo Hamburgo, RS: Feevale, 2006.
PAULA, Ana Paula Paes de. Por uma nova gestão pública: limites e potencialidades
da experiência contemporânea. Rio de Janeiro: FGV; 2005.
SCHERER-WARREN, Ilse. Das mobilizações às redes de movimentos sociais.
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ROCHA, Juan Stuardo Yazlle (Ed.). MANUAL de saúde pública & saúde coletiva no
Brasil. São Paulo, SP: Atheneu, c2013
PAIM, Jairnilson Silva. Reforma sanitária brasileira: contribuição para a compreensão
e crítica. Salvador, BA: EDUFBA, 2013.
PAIM, Jairnilson Silva; ALMEIDA-FILHO, Naomar de (Org.). SAÚDE coletiva: teoria e
prática. Rio de Janeiro, RJ: Medbook, c2014
PINHEIRO, Roseni; CECCIM, Ricardo Burg; MATTOS, Ruben Araujo de (Org.).
ENSINAR saúde: a integralidade e o SUS nos cursos de graduação da área da saúde.
Rio de Janeiro, RJ: CEPESC, 2011.
PINHEIRO, Roseni; MATTOS, Ruben Araujo de (Org.). CONSTRUÇÃO da
integralidade: cotidiano, saberes e práticas em saúde. Rio de Janeiro, RJ: UERJ,
2010.

MÓDULO II

Bloco Temático: Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde II

Propõe o estudo da territorialização com foco no espaço-população, nos


determinantes das condições de saúde-doença, nas vulnerabilidades e riscos.
Conhecimento e reflexão sobre a promoção da saúde do indivíduo e da comunidade;
propicia a realização de análise da situação de saúde da comunidade no território e
distrito sanitário onde encontra-se a unidade de atendimento.

Bibliografia Básica:
ESHERICK, Joseph S.; CLARK, Daniel S.; SLATER, Evan D Current: Diretrizes
Clínicas em Atenção Primária à Saúde (Lange). Porto Alegre: McGraw-Hill/Artmed,
2013.
MINAYO, Maria Cecília de Souza et al. (Org.). TRATADO de saúde coletiva. São
Paulo, SP: Hucitec, 2016. (Saúde em debate; v. 170).
ROCHA, Aristides Almeida; CESAR, Chester Luiz Galvão; RIBEIRO, Helena (Ed.).
SAÚDE pública: bases conceituais. São Paulo, SP: Atheneu, c2013.

Bibliografia Complementar:
PAIM, Jairnilson Silva. Reforma sanitária brasileira: contribuição para a compreensão
e crítica. Salvador, BA: EDUFBA, 2013.
PAIM, Jairnilson Silva; ALMEIDA-FILHO, Naomar de (Org.). SAÚDE coletiva: teoria e
prática. Rio de Janeiro, RJ: Medbook, c2014.
PINHEIRO, Roseni; CECCIM, Ricardo Burg; MATTOS, Ruben Araujo de (Org.).
ENSINAR saúde: a integralidade e o SUS nos cursos de graduação da área da saúde.
Rio de Janeiro, RJ: CEPESC, 2011.
PINHEIRO, Roseni; MATTOS, Ruben Araujo de (Org.). CONSTRUÇÃO da
integralidade: cotidiano, saberes e práticas em saúde. Rio de Janeiro, RJ: UERJ,
2010.
ROCHA, Juan Stuardo Yazlle. Manual de Saúde Pública e Saúde Coletiva no Brasil.
Rio de Janeiro, RJ: Atheneu, 2013.
MÓDULO III
95

Bloco Temático: Conhecimentos Biofuncionais IV

Abordagem integrada da anatomia, órgãos dos sentidos, vias sensitivas, fundamentos


de genética, farmacologia básica e fisiologia humana, incluindo o estudo dos sistemas
cardiovascular, respiratório, renal e digestório; assim como sua correlação com
exames de imagens na distinção de processos saúde-doença.

Bibliografia Básica:
MOORE, Keith L.; DALLEY, Arthur F.; AGUR, A. M. R. Anatomia orientada para
clínica. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2014.
NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2015.
WASCHKE, Jeans; NARCISO, Marcelo Sampaio (Coord.). Sobotta: atlas de anatomia
humana. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2012. v.1
AIRES, Margarida de Mello. Fisiologia. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan,
c2012.
HALL, John E.; GUYTON, Arthur C. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro, RJ:
Elsevier, c2011.
RAFF, Hershel; LEVITZKY, Michael. Fisiologia médica: uma abordagem integrada.
Porto Alegre, RS: Mc Graw Hill, 2012.
ROSÁRIO, Beatriz Araújo do; BRUNTON, Laurence L.; CHABNER, Bruce A. (Org.).
AS BASES farmacológicas da terapêutica de Goodman & Gilman. Porto Alegre, RS:
AMGH, 2012.
BRASIL. Ministério da Saúde. Formulário terapêutico nacional 2010: Rename 2010.
Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2011. (Série B. Textos básicos de saúde).
Disponível em: <http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/FTN_2010.pdf>.
Acesso em: 15 mar. 2014.
TOZER, Thomas N.; ROWLAND, Malcolm. Introdução à farmacocinética e à
farmacodinâmica: as bases quantitativas da terapia farmacológica. Porto Alegre, RS:
Artmed, 2009.
BORGES-OSÓRIO, Maria R.; ROBINSON, Wanice M. Genética Humana. 3. ed. Porto
Alegre, RS: Artmed, 2013.
OMIM. USA: Johns Hopkins University School of Medicine, [20--]. Disponível em:
<https://www.ncbi.nlm.nih.gov/omim>. Acesso em: 16 nov. 2016.
SNUSTAD, Peter; SIMMONS, Michael. Fundamentos de Genética. Rio de Janeiro,
RJ: Guanabara Koogan, 2013.
KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul; ASTER, Jon. Robbins: Patologia básica. 9. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2013.
BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Bogliolo: Patologia Geral. 5. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2013.
FRANCO, Marcello et al. (Ed.). PATOLOGIA: processos gerais. São Paulo, SP:
Atheneu, c2015.

Bibliografia Complementar:
STANTON, Bruce A.; KOEPPEN, Bruce M. (Ed.).BERNE & Levy: fisiologia. 6.
ed. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2009.
SILVERTHORN, Dee Unglaub. Fisiologia humana: uma abordagem integrada. Porto
Alegre, RS: Artmed, 2010.
TORTORA, Gerard J.; DERRICKSON, Bryan. Corpo humano: fundamentos de
anatomia e fisiologia. Porto Alegre, RS: Artmed, 2012.
96

VANPUTTE, Cinnamon L.; REGAN, Jennifer L.; RUSSO, Andrew F. Anatomia e


fisiologia de Seeley. Porto Alegre, RS: AMGH, 2016.
HALL, John E.; GUYTON, Arthur C. Fundamentos de fisiologia. 12. ed. Rio de Janeiro,
RJ: Elsevier, c2012
RANG, H. P. et al. Rang & Dale: farmacologia. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2016.
TREVOR, Anthony J.; KATZUNG, Bertram G.; MASTERS, Susan B. (Org.).
FARMACOLOGIA: básica e clínica. Porto Alegre, RS: AMGH, 2014.
WANNMACHER, Lenita; FUCHS, Flávio Danni (Ed.). FARMACOLOGIA clínica:
fundamentos da terapêutica racional. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2010.
BRANCO, Liliana Sofia Nunes. Utilização de modelos farmacocinéticos de base
fisiológica no desenvolvimento de novos fármacos. 2013. Disponível em:
<http://recil.grupolusofona.pt/jspui/bitstream/10437/4374/1/Monografia_Liliana_Branc
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OGA, Seizi; BATISTUZZO, José Antonio de Oliveira; CAMARGO, Márcia Maria de
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TREVOR, Anthony J.; KATZUNG, Bertram G.; MASTERS, Susan B. (Org.).
FARMACOLOGIA: básica e clínica. Porto Alegre, RS: AMGH, 2014.
NUSSBAUM, Robert L.; MCINNES, Roderick R.; WILLARD, Huntington F. Thompson
& Thompson: genética médica. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2016.
OTTO, Paulo Alberto; NETTO, Regina Célia Mingroni; OTTO, Priscila Guimaraes.
Genética médica. São Paulo, SP: Roca, c2013.
PASTERNAK, Jack J. Uma introdução à genética molecular humana: mecanismos
das doenças hereditárias. Rio de Janeiro, RJ: GEN, c2007.
STRACHAN, Tom; READ, Andrew P. Genética molecular humana. Porto Alegre, RS:
Artmed, 2013.
STEEMBURGO, Thais; AZEVEDO, Mirela J. de; MARTÍNEZ, José Alfredo. Interação
entre gene e nutriente e sua associação à obesidade e ao diabetes melito = Gene-
nutrient interaction and its association with obesity and diabetes mellitus. Arquivos
Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, São Paulo, SP, v. 53, n. 5 p. 497-508,
2009. Disponível em: Acesso em: 14 dez. 2016
DACHE, Rafael Rodriguez (Org.). ATLAS de histopatologia. Passo Fundo, RS:
Universidade de Passo Fundo, 2016. Disponível em:
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DANCIU, Mihai et al. Atlas of pathology. Romania: IASI, [2016]. Disponível em:
<http://www.pathologyatlas.ro/index.php>. Acesso em: 11 jul. 2013.
GROSSMAN, Sheila C.; PORTH, Carol. Porth fisiopatologia. Rio de Janeiro, RJ:
Guanabara Koogan, c2016.
HALL, John E.; GUYTON, Arthur C. Fundamentos de fisiologia. Rio de Janeiro, RJ:
Elsevier, c2012.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchôa; CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. Rio
de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2012.

MÓDULO III

Bloco Temático: Processo Saúde-Doença I


97

Estuda os mecanismos fisiopatológicos básicos do organismo, os aspectos da


biologia, estrutura e desvios das funções dos tecidos e sistemas humanos; também
estuda a biologia, a ecologia, a morfologia, a taxonomia dos parasitas e procariotos,
relacionando-os com a patologia tecidual e analisando suas manifestações clínicas, o
diagnóstico, a epidemiologia, a prevenção e o controle das infecções e infestações
nos seres humano.

Bibliografia Básica:
KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul; ASTER, Jon. Robbins: Patologia básica. 9. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2013.
BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Bogliolo: Patologia Geral. 5. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2013.
FRANCO, Marcello et al. (Ed.). PATOLOGIA: processos gerais. São Paulo, SP:
Atheneu, c2015.
NEVES, David Pereira. Parasitologia humana. São Paulo, SP: Atheneu, 2016.
REY, Luis. Bases da Parasitologia Médica. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara-Koogan,
c2010.
FERREIRA, Marcelo Urbano. Parasitologia Contemporânea. Rio de Janeiro, RJ:
Guanabara-Koogan, 2012.
JAWETZ, Ernest et al. Microbiologia médica de Jawetz, Melnick e Adelberg. Porto
Alegre, RS: AMGH, 2014.
MURRAY, Patrick R.; ROSENTHAL, Ken S.; PFALLER, Michael A. Microbiologa
médica. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, [2014].
TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R.; CASE, Christine L. Microbiologia. Porto
Alegre, RS: Artmed, 2017.

Bibliografia Complementar:
DACHE, Rafael Rodriguez (Org.). ATLAS de histopatologia. Passo Fundo, RS:
Universidade de Passo Fundo, 2016. Disponível em:
<http://editora.upf.br/images/ebook/atlas_de_histopatologia.pdf>. Acesso em: 1 dez.
2016.
DANCIU, Mihai et al. Atlas of pathology. Romania: IASI, [2016]. Disponível em:
<http://www.pathologyatlas.ro/index.php>. Acesso em: 11 jul. 2013.
GROSSMAN, Sheila C.; PORTH, Carol. Porth fisiopatologia. Rio de Janeiro, RJ:
Guanabara Koogan, c2016.
HALL, John E.; GUYTON, Arthur C. Fundamentos de fisiologia. Rio de Janeiro, RJ:
Elsevier, c2012.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchôa; CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. Rio
de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2012.
NEVES, David Pereira; BITTENCOURT NETO, João Batista. Atlas didático de
parasitologia. São Paulo, SP: Atheneu, 2009.
ATLAS eletrônico de parasitologia. Porto Alegre, RS: Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, [2016]. Disponível em: http://www.ufrgs.br/para-
site/siteantigo/alfabe.htm. Acesso em: 28 dez. 2016.
CIMERMAN, Benjamin; CIMERMAN, Sérgio. Parasitologia humana e seus
fundamentos gerais. São Paulo, SP: Atheneu, 2001.
FRANCO, Marco Antonio; CIMERMAN, Benjamin (Ed.). ATLAS de parasitologia
humana: com a descrição e imagens de artrópodes, protozoários, helmintos e
moluscos. São Paulo, SP: Atheneu, c2012.
98

KONEMAN, Elmer W. et al. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido. Rio


de Janeiro, RJ: Guanabara, 2008.
LEVINSON, Warren. Microbiologia médica e imunologia. Porto Alegre, RS: Artmed,
2016.
AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (BRASIL). Detecção e
identificação de bactérias de importância médica. [Brasília, DF]: ANVISA, [200-].
Disponível em:
<http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/manuais/microbiologia/mod_5_2004.pdf>.
Acesso em: 15 ago. 2013.
ALTHOFF, Mário Cesar (Org.). BIOSSEGURANÇA em laboratórios biomédicos e de
microbiologia. Brasília, DF: MS, 2004. (Série A. Normas e manuais técnicos).
Disponível em:
<http://proto.ufsc.br/files/2012/03/biosseguranca_laboratorios_biomedicos_microbiol
ogia1.pdf>. Acesso em: 11 jun. 2013.
PERES, Alessandra; FIEGENBAUM, Marilu; TASCA, Tiana. Manual de consulta
rápida em microbiologia. Porto Alegre, RS: Sulina, 2007.
OPLUSTIL, Carmen Paz et al. Procedimentos básicos em microbiologia clínica. São
Paulo, SP: Sarvier, 2010.

MÓDULO III

Bloco Temático: Medicina e Sociedade III

Aborda a relação médico-paciente-família, no contexto saúde-doença em seus


aspectos socioeconômicos, culturais e éticos relacionando-os com a formação da
identidade do indivíduo social, com vista a integralidade do cuidado médico em sua
pluralidade, também estuda os conceitos das estatísticas descritiva e inferencial
aplicados na área da saúde.

Bibliografia Básica:
MEDEIROS, José Givaldo Melquiades de et al. (Ed.). PSICOLOGIA médica: a
dimensão psicossocial da prática médica. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan,
c2012.
PADILHA, Roberto de Queiroz; FUMIS, Renata Rego Lins (Ed.). UTI humanizada:
cuidados com o paciente, a família e a equipe. São Paulo, SP: Atheneu, c2016. (Série
Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa).
GLANTZ, S.A Princípios De Bioestatística. MacGrawHill, 2014.
BLAIR, R. C.; TAYLOR, Richard A. Bioestatística para ciências da saúde. São Paulo,
SP: Pearson Education do Brasil, 2013. Disponível
em:<https://biblioteca.feevale.br/pergamum/biblioteca_s/php/login_usu.php?flag=ind
ex.php>. Acesso em: 22 abr. 2015. Link restrito aos usuários autorizados
BUSSAB, W.de O.; MORETTIN, P.A. Estatística Básica. São Paulo: Editora Saraiva.
2013
99

DUNCAN, Bruce B et al. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária


baseadas em evidências. Porto Alegre, RS: Artmed, 2013.
ESHERICK, Joseph S.; CLARK, Daniel S.; SLATER, Evan D. Current: diretrizes
clínicas em atenção primária à saúde. Porto Alegre, RS: AMGH, 2013.
MINAYO, Maria Cecília de Souza et al. (Org.). TRATADO de saúde coletiva. São
Paulo, SP: Hucitec, 2016. (Saúde em debate; v. 170).
SÁNCHEZ VÁZQUEZ, Adolfo. Ética. Rio de Janeiro, RJ: Civilização Brasileira, 2008.
FERREIRA, Flávio Smania et al. Ética empresarial: um instrumento de alavancagem
nos resultados das organizações. Anais, São Paulo, SP, 7., 2004, São Paulo, SP.
Disponível
em:<http://www.ead.fea.usp.br/Semead/7semead/paginas/artigos%20recebidos/Soci
oambiental/SA13_Etica_Empresarial.PDF>. Acesso em: 26jul. 2012.
SÁ, A. Lopes de. Ética profissional. São Paulo, SP: Atlas, 2001.

Bibliografia Complementar:
BARROS, Maria Elizabeth Barros de; GOMES, Rafael da Silveira. Humanização do
cuidado em saúde: de tecnicismos a uma ética do cuidado = Humanization of health
care: from technicalities to an ethics of care. Fractal: Niterói, RJ, v. 23, n. 3 p. 641-
658, 2011. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/fractal/v23n3/v23n3a13.pdf>.
Acesso em: 14 nov. 2016.
CALDEIRA, Geraldo; MARTINS, José Diogo. Psicossomática: teoria e prática. Belo
Horizonte, MG: Artesã, 2013.
KAUFMAN, Arthur (Org.).DE ESTUDANTE a médico: a psicologia médica e a
construção de relações. São Paulo, SP: Casa do Psicólogo, 2010.
STENZEL, Gabriela Quadros de Lima; FERREIRA, Vinícius Renato Thomé;
PARANHOS, Mariana Esteves (Org.). A PSICOLOGIA no cenário hospitalar:
encontros possíveis. Porto Alegre, RS: Editora da Pontifícia Universidade Católica
do Rio Grande do Sul, 2012.
TOSTES, Maurício de Assis (Org.). (DES)ENCONTRO do médico com o paciente: o
que pensam os médicos? Rio de Janeiro, RJ: Rubio, c2014.
CALLEGARI-JACQUES, Sídia M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre,
RS: Artmed, 2003. (Biblioteca Artmed. Ciências básicas)
LARSON, Ron; FARBER, Betsy. Estatística aplicada. São Paulo, SP: Pearson
Prentice Hall, 2016.
MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica: probabilidade e inferência. São Paulo,
SP: Pearson Prentice Hall, 2010.
LEVIN, Jack; FOX, James Alan; FORDE, David R. Estatística para ciências humanas.
São Paulo, SP: Pearson Education do Brasil, 2012.
VIEIRA, Sônia. Introdução à bioestatística. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2016.
ROCHA, Juan Stuardo Yazlle (Ed.). MANUAL de saúde pública & saúde coletiva no
Brasil. São Paulo, SP: Atheneu, c2013
PAIM, Jairnilson Silva. Reforma sanitária brasileira: contribuição para a compreensão
e crítica. Salvador, BA: EDUFBA, 2013.
100

PAIM, Jairnilson Silva; ALMEIDA-FILHO, Naomar de (Org.). SAÚDE coletiva: teoria e


prática. Rio de Janeiro, RJ: Medbook, c2014
PINHEIRO, Roseni; CECCIM, Ricardo Burg; MATTOS, Ruben Araujo de (Org.).
ENSINAR saúde: a integralidade e o SUS nos cursos de graduação da área da saúde.
Rio de Janeiro, RJ: CEPESC, 2011.
PINHEIRO, Roseni; MATTOS, Ruben Araujo de (Org.). CONSTRUÇÃO da
integralidade: cotidiano, saberes e práticas em saúde. Rio de Janeiro, RJ: UERJ,
2010.
VALLS, Alvaro L. M. O que é ética. São Paulo, SP: Brasiliense, 1994.
OLIVEIRA, Manfredo Araújo de (Org.). Correntes fundamentais da ética
contemporânea. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009. (Coleção Cristianismo e Libertação)
CORTAZAR, Julio. Divertimento. Rio de Janeiro, RJ: Civilização Brasileira, 2003.
HUMBERG, Mario Ernesto. Ética organizacional e relações públicas. Organicom: São
Paulo, SP, v. 5, n. 8, p. 89-98, 2008. Disponível
em:<http://www.revistaorganicom.org.br/sistema/index.php/organicom/article/viewFil
e/146/246>. Acesso em: 27 jul. 2012.
MATOS, Francisco Gomes de. Ética na gestão empresarial: da conscientização à
ação. São Paulo, SP: Saraiva, 2008.

MÓDULO III

Bloco Temático: Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde III

Possibilita a vivência prática das redes de atenção à saúde e linhas de cuidado como
forma de organização do atendimento à saúde da população, elaboração de planos
terapêuticos individuais e coletivos, acompanhamento das pessoas e famílias
atendidas no território da unidade de saúde.

Bibliografia Básica:
DUNCAN, Bruce B et al. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária
baseadas em evidências. Porto Alegre, RS: Artmed, 2013.
MINAYO, Maria Cecília de Souza et al. (Org.). TRATADO de saúde coletiva. São
Paulo, SP: Hucitec, 2016. (Saúde em debate; v. 170).
ESHERICK, Joseph S.; CLARK, Daniel S.; SLATER, Evan D. Current: diretrizes
clínicas em atenção primária à saúde. Porto Alegre, RS: AMGH, 2013.

Bibliografia Complementar:
PAIM, Jairnilson Silva. Reforma sanitária brasileira: contribuição para a compreensão
e crítica. Salvador, BA: EDUFBA, 2013.
PAIM, Jairnilson Silva; ALMEIDA-FILHO, Naomar de (Org.). Saúde coletiva: teoria e
prática. Rio de Janeiro, RJ: Medbook, c2014.
PINHEIRO, Roseni; CECCIM, Ricardo Burg; MATTOS, Ruben Araujo de (Org.).
Ensinar saúde: a integralidade e o SUS nos cursos de graduação da área da saúde.
Rio de Janeiro, RJ: CEPESC, 2011.
PINHEIRO, Roseni; MATTOS, Ruben Araujo de (Org.). Construção da integralidade:
cotidiano, saberes e práticas em saúde. Rio de Janeiro, RJ: UERJ, 2010.
101

ROCHA, Juan Stuardo Yazlle (Ed.). Manual de saúde pública & saúde coletiva no
Brasil. São Paulo, SP: Atheneu, c2013.

MÓDULO IV

Bloco Temático: Semiologia Médica

Relaciona a anamnese aos achados do exame físico na elaboração das hipóteses


diagnósticas; aborda a realização do estudo semiológico dos sistemas e tecidos,
considerando o contexto social e cultural do paciente; introduz o estudante às noções
e particularidades da semiologia do recém-nascido, da criança e do adulto, assim
como os principais métodos de diagnóstico por imagens, enfocando suas indicações
clínicas.

Bibliografia Básica:
MCGEE, Steven. Evidence-based physical diagnosis. Phyladelphia: Elsevier, c2012.
BICKLEY, Lynn S; SZILAGYI, Peter G. Bates's guide to physical examination and
history taking. Philadelphia, Pennsylvania: Wolters Kluwer, c2017.
PORTO, Celmo Celeno. Semiologia médica. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan,
c2014.
BRANT, William E.; HELMS, Clyde A. Fundamentals of diagnostic radiology. 4th ed.
Philadelphia: Wolters Kluwer, 2012.
CHEN, Michael Y. M.; POPE, Thomas L.; OTT, David J. Radiologia básica. Porto
Alegre, RS: AMGH, 2012.
WESTBROOK, Catherine; ROTH, Carolyn Kaut; TALBOT, John. Ressonância
Magnética: Aplicações Práticas. 4.ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2013.

Bibliografia Complementar:
FLETCHER, Robert H.; FLETCHER, Suzanne W.; FLETCHER, Grants S.
Epidemiologia clínica: elementos essenciais. Porto Alegre, RS: Artmed, 2014.
FULLER, Geraint. Neurological examination made easy. New York, NY: Elsevier,
2013.
SCHAFER, Andrew I.; GOLDMAN, Lee (Ed.). GOLDMAN-CECIL medicine.
Philadelphia, Pennsylvania: Elsevier, c2016. v.1
SILVA, Rose Mary Ferreira Lisboa da. Tratado de Semiologia Médica. Rio de Janeiro,
RJ: Guanabara Koogan, 2014.
LOSCALZO, Joseph et al. (Ed.). Harrisons's principleas of internal medicine. New
York: Mc Graw Hill, c2015. v.1
MOELLER, Torsten B.; REIF, Emil. Atlas de anatomia radiológica. Porto Alegre, RS:
Artmed, 2012. (Coleção Diagnóstico por Imagem)
MILLER, Wallace. Diagnostic Abdominal Imaging. Porto Alegre: Editora McGraw-Hill,
2013.
OPHERK, Jan Patrick et al. (Colab.). Diagnóstico por imagem: tórax. Porto Alegre, RS:
Artmed, 2011.
SCHMIDT, Günter. Guia de Ultrassonografia. Porto Alegre: Artmed, 2010.
102

SONIN, Andrew; MANASTER B.J. et al. Diagnóstico por Imagem: Musculoesquelético


– Traumatismo. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.

MÓDULO IV

Bloco Temático: Processo Saúde-Doença II

Estuda a biologia de vírus e de fungos, suas estruturas, funções e suas relações com
as patologias, a farmacologia empregada na terapêutica clínica, às entidades
mórbidas prevalentes dos diversos tecidos e órgãos do ser humano, na vida
intrauterina, na criança, na mulher, no adulto e no idoso, às alterações fisiopatológicas
mais frequentes dos procedimentos cirúrgicos, correlacionando-os com os aspectos
clínicos e cirúrgicos.

Bibliografia Básica:
BRASIL. Ministério da Saúde. Formulário terapêutico nacional 2010: Rename 2010.
Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2010. (Série B. Textos básicos de saúde).
Disponível em:
<http://www.uberlandia.mg.gov.br/uploads/cms_b_arquivos/14514.pdf>. Acesso em:
27 jul. 2012.
ROSÁRIO, Beatriz Araújo do; BRUNTON, Laurence L.; CHABNER, Bruce A. (Org.).
AS BASES farmacológicas da terapêutica de Goodman & Gilman. Porto Alegre, RS:
AMGH, 2012.
WANNMACHER, Lenita; FUCHS, Flávio Danni (Ed.). FARMACOLOGIA clínica:
fundamentos da terapêutica racional. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2010.
KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.; ASTER, Jon. Robbins & Cotran patologia: bases
patológicas das doenças. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2016.
KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.; ASTER, Jon. Robbins patologia básica. Rio de
Janeiro, RJ: Elsevier, c2013.
BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Bogliolo patologia. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara
Koogan, 2016.
JAWETZ, Ernest et al. Microbiologia médica de Jawetz, Melnick e Adelberg. Porto
Alegre, RS: AMGH, 2014.
MURRAY, Patrick R.; ROSENTHAL, Ken S.; PFALLER, Michael A. Microbiologia
médica. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, [2014].
ZAITZ, Clarisse et al. Compêndio de micologia médica. Rio de Janeiro, RJ:
Guanabara Koogan, 2010.

Bibliografia Complementar:
RANG, H. P. et al. Rang & Dale: farmacologia. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2016.
AGENCY for Healthcare Research and Quality: advancing excellence in health care.
[Maryland, USA]: [s.n], [20--?]. Disponível em:
<https://www.guideline.gov/browse/mesh-tag>. Acesso em: 18 nov. 2016.
LEWIN, Neal A. et al. (Ed.). GOLDFRANK’S toxicologic emergencies. New York, NY:
Mc Graw Hill, c2015.
103

TALBERT, Robert L. et al. Pharmacotherapy: a pathophysiologic approach. New York,


EUA: McGraw-Hill, c2014.
TREVOR, Anthony J.; KATZUNG, Bertram G.; MASTERS, Susan B. (Org.).
FARMACOLOGIA: básica e clínica. Porto Alegre, RS: AMGH, 2014.
BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Bogliolo patologia geral. Rio de Janeiro,
RJ: Guanabara Koogan, c2013.
DANCIU, Mihai et al. Atlas of pathology. Romania: IASI, [2016]. Disponível em:
<http://www.pathologyatlas.ro/index.php>. Acesso em: 11 jul. 2013.
FRANCO, Marcello et al. (Ed.). PATOLOGIA: processos gerais. São Paulo,
SP: Atheneu, c2015.
GROSSMAN, Sheila C.; PORTH, Carol. Porth fisiopatologia. Rio de Janeiro,
RJ: Guanabara Koogan, c2016.
HALL, John E.; GUYTON, Arthur C. Fundamentos de fisiologia. Rio de Janeiro,
RJ: Elsevier, c2012.
SANTOS, Norma Suely de Oliveira; ROMANOS, Maria Teresa Villela; WIGG, Marcia
Dutra. Virologia humana. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2015.
LEVINSON, Warren. Microbiologia médica e imunologia. Porto Alegre, RS: Artmed,
2016.
MEZZARI, Adelina; FUENTEFRIA, Alexandre Meneghello. Micologia no laboratório
clínico. Barueri, SP: Manole, [2012].
AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (BRASIL). Detecção e
identificação de bactérias de importância médica. [Brasília, DF]: ANVISA,
[200-]. Disponível em:
<http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/manuais/microbiologia/mod_5_2004.pdf>.
Acesso em: 15 ago. 2013.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
DST, AIDS e Hepatites Virais. Manual técnico para o diagnóstico das hepatites
virais. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2015. Disponível em:
<http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/publicacao/2015/58551/manual_tec
nico_hv_pdf_75405.pdf>. Acesso em: 11 jul. 2013.

MÓDULO IV

Bloco Temático: Medicina e Sociedade IV

Aborda os conceitos básicos, a aplicação da epidemiologia e as principais ferramentas


de gestão em saúde pública, enfocado-as na utilização da epidemiologia para o
diagnóstico, planejamento e gestão em saúde.

Bibliografia Básica:
BONITA, R.; BEAGLEHOLE, R.; KJELLSTRÖM, T. Epidemiologia básica. São Paulo,
SP: Santos, [2010]. Disponível em:
<http://whqlibdoc.who.int/publications/2010/9788572888394_por.pdf>. Acesso em: 10
jul. 2018.
ROTHMAN, K. J.; GREENLAND, S.; LASH, T. L. Epidemiologia Moderna – Rothman.
3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.
ROTHMAN, K.J. Epidemiology an Introduction. 2th.ed. New York, NY: Oxford
University Press. 2012.
104

ARAÚJO, Maria Arlete Duarte Responsabilização na Reforma do Sistema de Saúde.


Catalunha e Brasil: Ed. FGV. 2010.
BRASIL. Ministério da Saúde Sistema de Informação sobre orçamentos públicos em
saúde – SIOPS. Brasília: Ministério da Saúde.
MARRAS, Jean Pierre. Administração de recursos humanos: do operacional ao
estratégico. São Paulo, SP: Saraiva, 2011.

Bibliografia Complementar:
FLETCHER, Robert H.; FLETCHER, Suzanne W.; FLETCHER, Grants S.
Epidemiologia clínica: elementos essenciais. Porto Alegre, RS: Artmed, 2014.
GORDIS, L. Epidemiologia. Rio de Janeiro: Revinter, 2010.
WERNECK, Guilherme Loureiro et al. (Ed.). EPIDEMIOLOGIA. São Paulo, SP:
Atheneu, c2015.
PEREIRA, M.G. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan;
2000.
SCHOENBACH, V.J.; ROSAMOND, W.D. Understanding the fundamentals of
epidemiology: an evolving text. Chapel Hill, North Carolina: University of North
Carolina, 2000. Disponível
em:<http://www.epidemiolog.net/evolving/FundamentalsOfEpidemiology.pdf> Acesso
em:14 nov. 2016.
BRASIL Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão Estratégica e participativa.
Sistema Nacional de auditoria. Auditoria do SUS. Orientações Brasília, DF: Ministério
da Saúde. Disponível em <
http://sna.saude.gov.br/download/LivroAuditoriaSUS_14x21cm.pdf> Acesso em: 06
nov. 2018.
BRASIL. Ministério da Saúde Financiamento Público de Saúde. Brasília: Ministério da
Saúde. Disponível em <
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/financiamento_publico_saude_eixo_1.pdf
> Acesso em: 06 nov. 2018.
PAIM, J S; TEIXEIRA, C.F. Política, planejamento e gestão em saúde: balanço do
estado da arte. Rev. Saúde Pública, 2006. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/rsp/v40nspe/30625. Acesso em:12/12/2014
SALVADOR, Evilásio. Fundo público e seguridade social. São Paulo: SP: Cortez,
2010.
SANTOS, Lenir Direito da Saúde no Brasil. Campinas, SP: Saberes Editora, 2010.

MÓDULO IV

Bloco Temático: Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde IV

Propõe a realização de ações de promoção, prevenção e resolução dos problemas e


necessidades de saúde de uma população de referência, nas dimensões individual,
familiar e coletiva, atuando junto às equipes de saúde da família e ampliando a
participação em outros pontos da rede, incluindo atenção psicossocial, urgência e
emergência, vigilância em saúde e controle social.
105

Bibliografia Básica:
DUNCAN, Bruce B et al. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária
baseadas em evidências. Porto Alegre, RS: Artmed, 2013.
ESHERICK, Joseph S.; CLARK, Daniel S.; SLATER, Evan D. Current: diretrizes
clínicas em atenção primária à saúde. Porto Alegre, RS: AMGH, 2013.
MINAYO, Maria Cecília de Souza et al. (Org.). Tratado de saúde coletiva. São Paulo,
SP: Hucitec, 2016. (Saúde em debate; v. 170).

Bibliografia Complementar:
PAIM, Jairnilson Silva. Reforma sanitária brasileira: contribuição para a compreensão
e crítica. Salvador, BA: EDUFBA, 2013.
PAIM, Jairnilson Silva; ALMEIDA-FILHO, Naomar de (Org.). Saúde coletiva: teoria e
prática. Rio de Janeiro, RJ: Medbook, c2014.
PINHEIRO, Roseni; CECCIM, Ricardo Burg; MATTOS, Ruben Araujo de (Org.).
Ensinar saúde: a integralidade e o SUS nos cursos de graduação da área da saúde.
Rio de Janeiro, RJ: CEPESC, 2011.
PINHEIRO, Roseni; MATTOS, Ruben Araujo de (Org.). Construção da integralidade:
cotidiano, saberes e práticas em saúde. Rio de Janeiro, RJ: UERJ, 2010.
ROCHA, Juan Stuardo Yazlle (Ed.). Manual de saúde pública & saúde coletiva no
Brasil. São Paulo, SP: Atheneu, c2013.

MÓDULO V

Bloco Temático: Saúde Materno Infantil I

Estuda a relação saúde-doença do recém-nascido, da criança, do adolescente e da


mulher, correlacionando os aspectos semiológicos, clínicos e indicações clínicas dos
métodos de avaliação por imagens, visando o diagnóstico, a terapêutica, a prevenção
e a promoção da saúde, observando os aspectos psicoafetivos, culturais, sociais e a
relação médico-paciente.

Bibliografia Básica:
BRANT, William E.; HELMS, Clyde A. Fundamentos de Radiologia: Diagnóstico por
Imagens. 4ª Ed. 2015, Guanabara Koogan.
SANTOS. Gelvis Cardozo dos. Manual de Radiologia: fundamentos e técnicas. 2010
RUMACK C. M.; CHARBONEAU J. W. Tratado de Ultrassonografia Diagnóstica. 1ª
ed. 2012, Elsevier. KLIEGMAN, R.M. et al Nelson: Tratado de Pediatria. 19. ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2013.
CUNNINGHAM, F. Gary Obstetrícia de Williams. Porto Alegre: MacGraw-Hill/Artmed
MURAHOVSCHI, J. Pediatria: Diagnóstico e Tratamento. Editora Sarvier. 2012.
CAMPOS JÚNIOR, D; BURNS, D.A.R.; LOPEZ, F.A Tratado em Pediatria. 3. ed.
Barueri-SP: Sociedade Brasileira de Pediatria. Editora Manole, 2014
FREITAS, F. et al. Rotinas em Ginecologia. Porto Alegre, RS: Artmed, ano ???.
FREITAS, F. et al. Rotinas em Obstetrícia. Porto Alegre, RS: Artmed, 2011.

Bibliografia Complementar:
106

WESTBROOK, Catherine. Manual de técnicas de ressonância magnética. 2016.


BIASOLI, A. JR. Atlas da Anatomia Radiográfica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2017
MILLER, Wallace. Diagnostic Abdominal Imaging. Porto Alegre: Editora McGraw-Hill,
2013..
OPHERK, Jan Patrick. et al. (Colab.). Diagnóstico por imagem: tórax. Porto Alegre,
RS: Artmed, 2011
MANASTER. B. J. Diagnóstico musculoesquelético. 2018.
STARK, Ann R.; CLOHERTY, John P.; EICHENWALD, Eric C. (Ed.). MANUAL de
neonatologia. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2011.
FERREIRA, J
osé Paulo (Org.). Pediatria: diagnóstico e tratamento. Porto Alegre, RS: Artmed, 2005.
DUNCAN, B.B.; SCHMIDT, M.I.; GIUGLIANI, E.R.J. Medicina ambulatorial: Conduta
de atenção primária baseada em evidências. 4. ed. Porto Alegre: Artmed Editora,
2013.
ALMEIDA, Maria Fernanda Branco de; GUINSBURG, Ruth. Reanimação neonatal em
sala de parto : documento científico do Programa de Reanimação Neonatal da
Sociedade Brasileira de Pediatria. Rio de Janeiro, RJ: 2013. Disponível em:
<http://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/pdfs/PRN-SBP-
Reanima%C3%A7%C3%A3oNeonatal-atualiza%C3%A7%C3%A3o-1abr2013.pdf>.
Acesso em: 19 set. 2018.
MAISELS, M. Jeffrey et al. Hyperbilirubinemia in the newborn infant =35 weeks’
gestation : an update with clarifications. Pediatrics, United States, v. 124, n. 4, 2009.
Disponível em:
<http://pediatrics.aappublications.org/content/pediatrics/124/4/1193.full.pdf>. Acesso
em: 19 set. 2018.
FEDERAÇÃO Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO).
Manual de Orientação Vacinação da Mulher. São Paulo: FEBRASGO. 2013.
FEDERAÇÃO Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO).
Manual de Perinatologia. São Paulo: FEBRASGO. 2013.
MAUAD FILHO, F.; FERREIRA A.C.; AMARAL W.N. Ultrassonografia em Ginecologia
e Obstetrícia: Guia Prático. Rio de Janeiro: Revinter. 2009.
ABDO, C Sexualidade humana e seus transtornos. São Paulo, SP: Leitura
Médica,2010.

MÓDULO V

Bloco Temático: Saúde do Adulto e do Idoso I

Estuda os mecanismos fisiopatológicos, o envelhecimento, as psicopatias e as


doenças dos sistemas cardiovascular, respiratório e digestório mais prevalentes em
nosso meio, no adulto e no idoso, os mecanismos pelas quais acontecem,
correlacionando com os aspectos semiológicos e indicações dos métodos de
avaliação por imagens, visando o diagnóstico, a terapêutica, a prevenção e a
promoção da saúde, observando os aspectos psicoafetivos, culturais e a relação
médico-paciente.
107

Bibliografia Básica:
GOLDMAN, Lee; AUSIELLO, Denis. Tratado de Medicina Interna. 2 Vols. Com
Material Adicional na Internet Expert. 23ª ed. Elsevier, ano?
LONGO, D. l. et al. Medicina Interna de Harrison. 2 Vols. 19ª ed. Amgh Editora, 2016.
BRANT, William E.; HELMS, Clyde A. Fundamentos de Radiologia: Diagnóstico por
Imagens. 4ª Ed. 2015, Guanabara Koogan.
JÚNIOR. Carlos Fernando de Mello. Radiologia Básica. 2016.
BIASOLI, A. JR. Atlas da Anatomia Radiográfica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2017
GARCIA, Eduardo et al. (Org.). Essências em geriatria clínica. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 2018. Disponível em: <http://ebooks.pucrs.br/edipucrs/livro/essencias-
em-geriatria-clinica>. Acesso em: 16/10/2018.
FREITAS, Elizabete Viana de. et al. Manual Prático de Geriatria. Rio de Janeiro: AC
Farmacêutica, 2012.
PY, Ligia; FREITAS, Elizabete Viana de (Ed.). Tratado de geriatria e gerontologia. Rio
de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2011.
CRAWFORD, MICHAEL H. Current diagnóstico e tratamento – Cardiologia. Revinter,
ano????
SILVA, Luiz Carlos Corrêa. Et al. Pneumologia: princípios e prática. Ed. Artmed, 2012.
CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Viral Hepatitis. Atlanta,
Geórgia: CDC, 2017. Disponível em: <https://www.cdc.gov/hepatitis/>. Acesso em: 23
maio 2017.
MANUAL diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5. 5. ed. Porto Alegre,
RS: Artmed.
STAHL, Stephen M. Psicofarmacologia: Bases Neurocientíficas e Aplicações Práticas.
São Paulo, SP: Guanabara Koogan, 2014.
ROSA, Abílio da Costa. Atenção Psicossocial além da reforma psiquiátrica:
contribuição a uma clínica crítica dos processos de subjetivação na saúde coletiva.
São Paulo: Unesp, 2013.

Bibliografia Complementar:
MILLER, Wallace. Diagnostic Abdominal Imaging. Porto Alegre: Editora McGraw-Hill,
2013.
OPHERK, Jan Patrick et al. (Colab.). Diagnóstico por imagem: tórax. Porto Alegre, RS:
Artmed, 2011.
CHARBONEAU, J. W. et al. Tratado de ultrassonografia diagnóstica. 4ª ed. Elsevier,
2012.
MANASTER. B. J. Diagnóstico musculoesquelético. 2018.
WESTBROOK, Catherine. Manual de técnicas de ressonância magnética. 2016.
COELHO, B. T. C. & Yankaskas, J. Novos conceitos em cuidados paliativosna unidade
de terapia intensiva. Ver Bras. Ter Intensiva. 2017; 29(2): 222-230.
FILLIT; Howard M.; ROCKWOOD, Kenneth; WOODHOUSE, Kenneth Brocklehurst's:
Textbook of Geriatric Medicine and Gerontology. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. -
biblioteca: versão português não encontrada - on-line (7ed):
zodml.org/sites/default/files/Brocklehurst%27s_Textbook_of_Geriatric_Medicine_and
_Gerontology.pdf
CHAIMOWICZ, Flávio. Saúde do idoso. 2. ed. Minas Gerais, MG: Nescon, 2013. 167
p. ISBN 9788560914258. Disponível em:
<https://www.nescon.medicina.ufmg.br/biblioteca/imagem/3836.pdf>. Acesso em: 19
set. 2018.
VELASQUES, Bruna Brandão. Neurociências e longevidade. 1ª ed. Rúbio, 2018.
108

VERAS, Renato P. et al. Formação humana em geriatria e gerontologia: uma


perspectiva interdisciplinar. Rio de Janeiro, RJ: EDITORA DOC, 2010. –
FERREIRA, Celso; PÓVOA, Rui. Cardiologia para o clínico geral. São Paulo: Atheneu.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. Consensos / Diretrizes. Rio de
Janeiro, RJ , 2014. Disponível em: <http://publicacoes.cardiol.br/2014/diretrizes.asp>.
Acesso em: 16 nov. 2016.
TIMERMAN, Ari; SERRANO JUNIOR, Carlos V. (Carlos Vicente); STEFANINI, Edson
(Ed.). Tratado de cardiologia SOCESP. Barueri, SP: Manole, 2009.
TOPOL, Eric J. Textbook of cardiovascular medicine. 3rd. ed.: Philadelphia: Lippincott
Williams and Wilkins, 2006.
BRAUNWALD, Eugene, et al. Tratado de doenças cardiovasculares. 9ª ed. (em
Português). Rio de Janeiro/RJ: Ed. Elsevier, 2013.
PAOLA, Angelo Amato Vincenzo de; GUIMARÃES, Jorge Ilha. BARBOSA Márcia de
Melo. Cardiologia: Livro-texto da Sociedade Brasileira de Cardiologia. São Paulo:
Ed. Manole, 2011.
FISHMAN, Alfred; et al. Fishman's Pulmonary Diseases and Disorders. 4rd. New York,
EUA: McGraw-Hill, 2011.
McGEE Steve. Evidence–Based Physical Diagnosis. 3rd edition Philadelphia: WB
Saunders Company, 2012.
MENNA BARRETO, Sérgio S. Pneumologia. Porto Alegre: ArtMed, 2008.
PEREIRA, Carlos Alberto de Castro; HOLANDA, Marcelo Alcantara. Medicina
Respiratória. São Paulo: Ed. Atheneu. 2013
SOCIEDADE Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Prática Pneumológica.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
ANSALDI, Filippo et al. Hepatitis C virus in the new era : perspectives in epidemiology,
prevention, diagnostics and predictors of response to therapy. World Journal Of
Gastroenterology, California, USA, v. 20, n. 29, p. 9633-9652, 2014. Disponível em:
<http://www.wjgnet.com/1007-9327/full/v20/i29/9633.htm>. Acesso em: 23 maio 2017.
DUNCAN, B, B.; SCHMIDT M.I.; GIUGLIANI, E,R,J. Medicina ambulatorial: conduta
de atenção primária baseada em evidências. Porto Alegre: Artmed, 2013.
FELDMAN, M; FRIEDMAN, L.S; BRANDT, L.J. Sleisenger e Fordtran’s:
Gastrointestinal and Liver Disease. Philadelphia: Elsevier Saunders, 2010.
GREENBERGER, Norton J. Current diagnóstico e tratamento: gastroenterologia,
hepatologia e endoscopia. Rio de Janeiro: Di Livros, 2013.
TAVARES, Walter Antibióticos e quimioterápicos para clínico. Rio de Janeiro:
Atheneu, 2014.
BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Saúde mental. Brasília, DF: Ministério da
Saúde, 2013. 176 p. (Cadernos de Atenção Básica; 34). ISBN 9788533420199.
Disponível em:
<http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/publicacoes/caderno_34.pdf>. Acesso
em: 16 maio 2017
ROSÁRIO, Beatriz Araújo do; BRUNTON, Laurence L.; CHABNER, Bruce A. (Org.).
As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman & Gilman. Porto Alegre, RS:
AMGH, 2012.
DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais.
Porto Alegre, RS: Artmed, 2008. (Biblioteca Artmed. Psiquiatria)
SADOCK, Benjamim J.; SADOCK, Virginia A.; RUIZ, Pedro. Compêndio de psiquiatria.
11ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2016.
KAUFMAN, David Myland; MILSTEIN, Mark J Kaufman’s: Clinical Neurology for
Psychiatrists. KAUFMAN, David Myland; MILSTEIN, Mark J. Kaufman’s: Clinical
109

Neurology for Psychiatrists: Elsevier, 2013.

MÓDULO V

Bloco Temático: Prática Cirúrgica I

Aborda os conceitos básicos, as etapas que compõem o ato operatório e a postura do


estudante no bloco cirúrgico; enfoca os procedimentos cirúrgicos ambulatoriais e os
utilizados nos casos de urgência e emergência.

Bibliografia Básica:
DOHERTY, Gerard M. Cirurgia: Diagnóstico e Tratamento. São Paulo: Guanabara
Koogan, 2011.
MAIA, Daniel Eichemberg Fernandes; RIBEIRO JUNIOR, Marcelo Augusto
Fontenelle. Manual de Condutas Básicas em Cirurgia. São Paulo: Editora Roca, 2013.
ZOLLINGER JÚNIOR, Robert M.; ELLISON, E. Christopher Zollinger: Atlas de
Cirurgia. São Paulo: Guanabara Koogan, 2013.

Bibliografia Complementar:
Phillips,N; Sedlak,P. K. NOVO MANUAL DE INSTRUMENTAÇÃO CIRÚRGICA. 2011.
TOWSEND, C. M.; EVERS, B. M. Atlas de técnicas cirúrgicas. Rio de Janeiro, Elsevier,
2011.
PATERSON-BROWN, Simon. Tópicos Essenciais em Cirurgia Geral e De
Emergência. 5ª ed. Elsevier, 2016.
TEIXEIRA, Manoel Jacobsen; MARTINS, Milton de Arruda; SANTANA, Fábio. Manual
de Cuidados Clínicos Perioperatórios Para Operações Não Cardíacas. Editora
Atheneu, 2013.
TOWNSEND Jr, Courtney M. et al. Sabiston: Tratado de Cirurgia. 2 Vols. Elsevier, ano
???

MÓDULO V

Bloco Temático: Medicina e Espiritualidade

Propõe a reflexão sobre as bases da prática médica nos cuidados físico, emocional,
mental e espiritual da pessoa sob seus cuidados em suas diferentes fases de
desenvolvimento, enfatizando o aspecto científico da abordagem multidimensional.

Bibliografia Básica:
JÚNIOR, D. L. et al. Uma Nova Medicina para Um Novo Milênio: a humanização do
ensino médico. 1ª ed. São Paulo, Ame Brasil, 2016.
PEREIRA, V. N. de A. Medicina e Espiritualidade: a importância da fé na cura de
doenças. Santuário, 2015.
SAVIOLI, R.M. Um coração de mulher. São Paulo: Canção Nova, 2011.
110

Bibliografia Complementar:
AMERICAN MEDICAL ASSOCIATION. More schools teaching spirituality im medicine
(on line). AMA, Disponível em: <
http://dental.buffalo.edu/content/dam/www/news/imported/pdf/March08/AMNHolmes
Spirituality.pdf >. Acesso em: 24/09/18.
GAGLIARDI FILHO, J.C.; BERALDI, G.H.; MUINES, M.P. O ensino da espiritualidade
nos cursos de medicina no Brasil e no mundo. ABPE, Disponível em: <
https://educacaoeespiritualidade.webnode.com.br/news/o-ensino-da-espiritualidade-
nos-cursos-de-medicina-no-brasil-e-no-mundo/> Acesso em: 24/09/18.
KOENIG, H.G. Espiritualidade no cuidado com o paciente. São Paulo: Editora
Jornalística Ltda, 2005.
PUCHALSKI, Christina M.; LARSON, David B. Developing curricula in spirituality and
medicine. Academic Medicine, United States, v. 73, n. 10, p. 1038, 1998. Disponível
em:
<https://journals.lww.com/academicmedicine/Abstract/1998/09000/Developing_curric
ula_in_spirituality_and_medicine.15.aspx>. Acesso em: 23 ago. 2018.
DURGANTE, Carlos Eduardo; AGUIAR, Paulo Rogério. Conectando: ciência, saúde
e espiritualidade. Vol. 3. Fergs, 2015.

MÓDULO V

Bloco Temático: Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde V

Propõe a realização de ações de promoção, de prevenção, de resolução dos


problemas e das necessidades de saúde da pessoa sob seu cuidado, nas dimensões
individual, familiar e coletiva; atuação junto às equipes de saúde da família,
considerando o nível secundário de assistência que inclui a atenção psicossocial,
urgência, emergência e vigilância em saúde.

Bibliografia Básica:
MATTOS, W. et al. Semiologia do adulto: diagnóstico clínico baseado em evidências.
Editora: Cidade, 2017.
GOLDMAN, Lee; AUSIELLO, Denis. Tratado de Medicina Interna. 2 Vols. Com
Material Adicional na Internet Expert. 23ª ed. Elsevier, ano?
KLIEGMAN, R.M. et al Nelson: Tratado de Pediatria. 19. ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2013.

Bibliografia Complementar:
BRANT, William E.; HELMS, Clyde A. Fundamentos de Radiologia: Diagnóstico por
Imagens. 4ª Ed. 2015, Guanabara Koogan.
DOHERTY, Gerard M. Cirurgia: Diagnóstico e Tratamento. São Paulo: Guanabara
Koogan, 2011.
ROSÁRIO, Beatriz Araújo do; BRUNTON, Laurence L.; CHABNER, Bruce A. (Org.).
As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman & Gilman. Porto Alegre, RS:
AMGH, 2012.
FREITAS, F; MENKE C.H.; IVOIRE, W.A.; PASSOS E. P. Rotinas em Ginecologia.
Porto Alegre, RS: Artmed, 2017.
FREITAS, Fernando et al. Rotinas em obstetrícia. Porto Alegre, RS: Artmed, 2011.
111

MÓDULO VI

Bloco Temático: Saúde Materno Infantil II

Estuda a relação saúde-doença, seus agravos psicopatológicos e transtornos no


recém-nascido, na criança, no adolescente e na mulher, correlacionando-os aos
aspectos semiológicos, com doenças do sistema nervoso, ginecológicas, obstétricas,
pediátricas, urológicas, respiratórias, metabólicas e hidroeletrolíticas, hematológicas,
ortopédicas, traumatológicas e reumatológicas mais comuns.

Bibliografia Básica:
CUNNINGHAM, F. Gary. et al. Obstetrícia de Williams. 23. ed. Porto Alegre: MacGraw-
Hill/Artmed, 2012.
KLIEGMAN, Robert M et al. Nelson Tratado de Pediatria. 19ª edição. Rio de janeiro:
Elsevier, 2013.
SADOCK, Benjamim J, SADOCK, Virginia A Kaplan e Sadocks: Compêndio de
psiquiatria. Porto Alegre: Artmed, 2011.
DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais.
Porto Alegre, RS: Artmed, 2008. (Biblioteca Artmed. Psiquiatria
SWAIMAN, K. F. et al. Swaiman’s Pediatric Neurology: principles and practice. 6th
Edition. Elsevier, 2017.
FREITAS, Fernando et al. Rotinas em ginecologia. 6ª ed. Porto Alegre, RS: Artmed,
2011.
FREITAS, Fernando et al. Rotinas em obstetrícia. 6ª ed. Porto Alegre, RS: Artmed,
2011.
MURAHOVSCHI, J. Pediatria: Diagnóstico e Tratamento. Editora Sarvier, 2013.
CAMPOS JÚNIOR, Dioclécio; BURNS, D. A. R.; Lopez F. A. Sociedade Brasileira de
Pediatria. Tratado em Pediatria. 3ª ed. Editora Manole, 2014.

Bibliografia Complementar:
AMERICAN Psychiatric Association Diagnostic and Statistical Manual of Mental
Disorders. Arlington, VA: American Psychiatric Publishing, 2013.
STAHL, Stephen M. Psicofarmacologia: Bases Neurocientíficas e Aplicações Práticas.
São Paulo, SP: Guanabara Koogan, 2014.
ROSÁRIO, Beatriz Araújo do; BRUNTON, Laurence L.; CHABNER, Bruce A. (Org.).
As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman & Gilman. Porto Alegre, RS:
AMGH, 2012.
BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Saúde mental. Brasília, DF: Ministério da
Saúde, 2013. 176 p. (Cadernos de Atenção Básica ; 34). ISBN 9788533420199.
Disponível em:
<http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/publicacoes/caderno_34.pdf>. Acesso
em: 16 maio 2017
ROSA, Abílio da Costa. Atenção Psicossocial além da reforma psiquiátrica:
contribuição a uma clínica crítica dos processos de subjetivação na saúde coletiva.
São Paulo: Unesp, 2013..
112

Diethelm Wallnier. Atlas de Cirurgia Ginecológica. 2012. ARTMED


DUNCAN, B.B.; SCHMIDT, M.I.; GIUGLIANI, E.R.J Medicina ambulatorial: Conduta
de atenção primária baseada em evidências. Porto Alegre: Artmed, 2013.
FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS ASSOCIAÇÕES DE GINECOLOGIA E
OBSTETRÍCIA. Manual de teratogênese em humanos. Brasil: FEBRASGO, 2011. 436
p. Disponível em:
<https://www.febrasgo.org.br/images/arquivos/manuais/Manuais_Novos/manual_tera
togenese.pdf>. Acesso em: 19 set. 2018.
FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS ASSOCIAÇÕES DE GINECOLOGIA E
OBSTETRÍCIA. Manual de orientação : trato genital inferior. Brasil: FEBRASGO,
2010. 21 p. Disponível em:
<https://www.febrasgo.org.br/images/arquivos/manuais/Manual_de_Patologia_do_Tr
ato_Genital_Inferior/Manual-PTGI-Cap-16-Lesoes-glandulares-do-colo-uterino.pdf>.
Acesso em: 19 set. 2018
GESTAÇÃO de alto risco: manual técnico. 5. ed. Brasília, DF: Editora MS, 2012. 301
p. (Série A. Normas e Manuais Técnicos) ISBN 9788533417670 Disponível em:
<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_tecnico_gestacao_alto_risco.pd
f>. Acesso em: 27 maio 2006
STARK, Ann R.; CLOHERTY, John P.; EICHENWALD, Eric C. (Ed.). Manual de
neonatologia. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2011.
FERREIRA, José Paulo (Org.). Pediatria: diagnóstico e tratamento. Porto Alegre, RS:
Artmed, 2005.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Obesidade na infância e na adolescência
: manual de orientação. 2. ed. rev. ampl. Rio de Janeiro, RJ, 2012. 146 p. ISBN
9788588520219. Disponível em:
<http://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/pdfs/14297c1-
Man_Nutrologia_COMPLETO.pdf>. Acesso em: 19 set. 2018.
BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária Neonatologia: Critérios Nacionais
de Infecções relacionadas à Assistência à Saúde. Brasília: Critérios Diagnósticos de
Infecção Associada à Assistência à Saúde Neonatologia. ANVISA. Disponível em:
<http://portal.anvisa.gov.br/documents/33852/3507912/Caderno+3+-
+Crit%C3%A9rios+Diagn%C3%B3sticos+de+Infec%C3%A7%C3%A3o+Associada+
%C3%A0+Assist%C3%AAncia+%C3%A0+Sa%C3%BAde+Neonatologia/9fa7d9be-
6d35-42ea-ab48-bb1e068e5a7d>. Acesso em:17/10/2018.

MÓDULO VI

Bloco Temático: Saúde do Adulto e do Idoso II

Propõe ao estudante o estudo dos aspectos pertinentes ao adulto e ao idoso, a partir


de uma abordagem multi e interdisciplinar nos ambientes familiar, institucional e
hospitalar, correlacionados com os processos saúde-doença dos sistemas
neurológico, nefrológico e endocrinológico com vistas a promoção, a prevenção e a
reabilitação da saúde.

Bibliografia Básica:
113

GOLDMAN, Lee; AUSIELLO, Denis. Tratado de Medicina Interna. 2 Vols. Com


Material Adicional na Internet Expert. 23ª ed. Elsevier, ano?
LONGO, D. l. et al. Medicina Interna de Harrison. 2 Vols. 19ª ed. Amgh Editora, 2016.
MATTOS, W. et al. Semiologia do adulto: diagnóstico clínico baseado em evidências.
Rio de Janeiro: Medbook, 2017.
SADOCK, Benjamim J, SADOCK, Virginia A Kaplan e Sadocks: Compêndio de
psiquiatria. Porto Alegre: Artmed, 2011.
ROSA, Abílio da Costa. Atenção Psicossocial além da reforma psiquiátrica:
contribuição a uma clínica crítica dos processos de subjetivação na saúde coletiva.
São Paulo: Unesp, 2013.
DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais.
Porto Alegre, RS: Artmed, 2008. (Biblioteca Artmed. Psiquiatria)
BRENNER; RECTOR`S. The Kidney. 9th edition. Philadelphia: Elsevier, 2012.
JAMESON, J. Larry; GROOT, Leslie J. Endocrinology: Adult and Pediatric. 6rd edition.
Philadelphia: Saunders Elsevier, 2010.
MELMED, Shlomo; POLONSKY, Kenneth S.; LARSEN, P. Reed;KRONENBERG,
Henry M. Williams Textbook of Endocrinology. 12th. edition. Philadelphia: Saunders,
2012..
VILAR, Lucio. Endocrinologia Clínica. 6ª ed. Guanabara Koogan, 2016

Bibliografia Complementar:
AMERICAN Psychiatric Association Diagnostic and Statistical Manual of Mental
Disorders. Arlington, VA: American Psychiatric Publishing, 2013.
STAHL, Stephen M. Psicofarmacologia: Bases Neurocientíficas e Aplicações Práticas.
São Paulo, SP: Guanabara Koogan, 2014.
ROSÁRIO, Beatriz Araújo do; BRUNTON, Laurence L.; CHABNER, Bruce A. (Org.).
As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman & Gilman. Porto Alegre, RS:
AMGH, 2012.
BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Saúde mental. Brasília, DF: Ministério da
Saúde, 2013. 176 p. (Cadernos de Atenção Básica ; 34). ISBN 9788533420199.
Disponível em:
<http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/publicacoes/caderno_34.pdf>. Acesso
em: 16 maio 2017
KAUFMAN, David Myland; MILSTEIN, Mark J Kaufman’s: Clinical Neurology for
Psychiatrists. KAUFMAN, David Myland; MILSTEIN, Mark J. Kaufman’s: Clinical
Neurology for Psychiatrists: Elsevier, 2013.
SCHRIER, R, W. Diseases of the Kidney - Urinary Tract. 9thedition. Philadelphia:
Wolters Kluwer, Lippincott Williams.
JOHNSON, R. J. Fisiologia Renal de Vanders Eaton. Elsevier, ano ????
JOHNSON R.J. Nefrologia Clínica. 5ª ed. Elsevier, ano???
RIELLA MC. Princípios de Nefrologia e Distúrbios Hidroeletrolíticos. 5thed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
ZATZ R. Bases Fisiológicas da Nefrologia. 1st. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2012.
FULLER, Geraint Neurological Examination Made Easy. Churchill Livingstone:
Elsevier, 2012.
CAMPBELL. William W. O Exame Neurológico. 2014

DUNCAN, B, B.; SCHMIDT M.I.; GIUGLIANI, E,R,J. Medicina ambulatorial: conduta


de atenção primária baseada em evidências. São Paulo: Artmed, 2012.
114

CLINICAL practice guideline process manual. Minnesota: American Academy of


Neurology, 2011. 60 f. Disponível em:
<http://tools.aan.com/globals/axon/assets/9023.pdf>. Acesso em: 31 maio 2017
CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Meningitis. Georgia, EUA:
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2017
ESHERICK, Joseph S.; CLARK, Daniel S.; SLATER, Evan D. Current: diretrizes
clínicas em atenção primária à saúde. Porto Alegre, RS: AMGH, 2013.
SPERLING, Mark A. Ensocrinologia Pediátrica. 4ªed. Elsevier, 2015. (Substituindo:
CALLIARI, Luis Eduardo; KOCHI, Cristiane; LONGUI, Carlos A.; MONTE, Osmar.
Endocrinologia Pediátrica. 3. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2007.)
SOCIEDADE Brasileira de Diabetes. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes
(2012-2013). São Paulo: Editora Clannad, 2017. Disponível em:
<https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4293896/mod_resource/content/1/diretrizes
-sbd-2017-2018.pdf.> Acesso em: 17/10/2018.
AMERICAN Diabetes Association (ADA). Professional Practice Committee. Diabetes
Care. 2014:37 (1); S14-S80. Disponível em:
<http://care.diabetesjournals.org/content/37/Supplement_1/S1>. Acesso em: 06 nov.
2018.

MÓDULO VI

Bloco Temático: Prática Cirúrgica II


Aborda a assistência peri-operatória da pessoa sob cuidado submetida à cirurgia
geral, da cavidade abdominal e digestiva.

Bibliografia Básica:
TOWNSEND C.D., BEUCHAMP R.D., EVERS B.M., MATTOX K.L. Sabiston: Tratado
de Cirurgia: a base da prática cirúrgica moderna. 19ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2014. Vol I e II.
SCHWARTZ, S.; MORTON, J. H. Princípios de cirurgia: pré-teste, auto-avaliação,
revisão. 9. ed. São Paulo: Revinter, 2013.
ZOLLINGER JÚNIOR, Robert M.; ELLISON, E. Christopher Zollinger: Atlas de
Cirurgia. São Paulo: Guanabara Koogan, 2013.

Bibliografia Complementar:
MAIA, Daniel Eichemberg Fernandes; RIBEIRO JUNIOR, Marcelo Augusto
Fontenelle. Manual de Condutas Básicas em Cirurgia. São Paulo: Editora Roca, 2013.
PATERSON-BROWN, Simon. Tópicos Essenciais em Cirurgia Geral e De
Emergência. 5ª ed. Elsevier, 2016.
MINTER, Rebecca M; DOHERTY, GERARD M. Current Cirurgia: diagnóstico e
tratamento (Lange). 14ª ed. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2017
115

PAPADAKIS, M. A., MCPHEE, S. J., RABOW, M. W. Current medical diagnosis &


treatment. Lange, 2018.
ROHDE. L., OSWALD. A. Rotinas em cirurgia digestiva. Porto Alegre: Artmed, 2017.

MÓDULO VI

Bloco Temático: Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde VI

Propõe a realização de ações de promoção, de prevenção e de resolução dos


problemas e das necessidades de saúde da pessoa sob seu cuidado, nas dimensões
individual, familiar e coletiva; atuação junto às equipes de saúde da família,
considerando o nível secundário de assistência, incluindo a atenção psicossocial,
urgência, emergência, vigilância em saúde e controle social.

Bibliografia Básica:
MATTOS, W. et al. Semiologia do adulto: diagnóstico clínico baseado em evidências.
Rio de Janeiro: Medbook, 2017.
GOLDMAN, Lee; AUSIELLO, Denis. Tratado de Medicina Interna. 2 Vols. Com
Material Adicional na Internet Expert. 23ª ed. Elsevier, ano?
DOHERTY, Gerard M. Cirurgia: Diagnóstico e Tratamento. São Paulo: Guanabara
Koogan, 2011.

Bibliografia Complementar:
ROSÁRIO, Beatriz Araújo do; BRUNTON, Laurence L.; CHABNER, Bruce A. (Org.).
AS BASES farmacológicas da terapêutica de Goodman & Gilman. Porto Alegre, RS:
AMGH, 2012.
KLIEGMAN, Robert M. et al. Nelson: tratado de pediatria. 19. ed. Rio de Janeiro, RJ:
Elsevier, c2014.
FREITAS, F. et al. Rotinas em Ginecologia. Porto Alegre, RS: Artmed, ano???.
FREITAS, F. et al. Rotinas em obstetrícia. Porto Alegre, RS: Artmed, 2011.
LONGO, D. l. et al. Medicina Interna de Harrison. 2 Vols. 19ª ed. Amgh Editora, 2016.

MÓDULO VII

Bloco Temático: Saúde Materno Infantil III

Estuda a relação saúde-doença e seus agravos no recém-nascido, na criança, no


adolescente, na mulher, correlacionando-a aos aspectos semiológicos, ginecológicos,
obstétricos, pediátricos e genéticos.

Bibliografia Básica:
OTTO, Paulo Alberto; OTTO, Priscila Guimaraes; MINGRONI NETTO, Regina Célia.
Genética Médica. São Paulo, SP: Roca, 2013.
CAMPOS JÚNIOR, D; BURNS, D.A.R.; LOPEZ, F.A Tratado em Pediatria. 3. ed.
Barueri-SP: Sociedade Brasileira de Pediatria. Editora Manole, 2014.
116

KLIEGMAN, Robert M. et al. Nelson: tratado de pediatria. 19. ed. Rio de Janeiro, RJ:
Elsevier, c2014.
FREITAS, Fernando et al. Rotinas em obstetrícia. Porto Alegre, RS: Artmed, 2011.

Bibliografia Complementar:
SOCIEDADE Brasileira de Pediatria Reanimação Neonatal em sala de parto:
Documento Científico do Programa de Reanimação Neonatal da Sociedade Brasileira
de Pediatria. Sociedade Brasileira de Pediatria, 2013. Disponível em:
<http://www.sbp.com.br/pdfs/PRN-SBP-Reanima%C3%A7%C3%A3oNeonatal-
atualiza%C3%A7%C3%A3o-> abr2013.pdf>. Acesso em:12 dez. 2014.
CAMPOS JÚNIOR, Dioclécio, BURNS, Dennis Alexander Rabelo, Lopez Fabio
Ancona. Sociedade Brasileira de Pediatria. Tratado em Pediatria. 3ª edição. Editora
Manole, 2014.
SOCIEDADE Brasileira de Pediatria. Obesidade na infância e adolescência: Manual
de Orientação. 2. ed. Rev. e ampl. Departamento Científico de Nutrologia, 2012.
Disponível em: <http://www.sbp.com.br/pdfs/14297c1-
Man_Nutrologia_COMPLETO.pdf>. Acesso em: 12 dez. 2014.
CUNNINGHAM, F. Gary Obstetrícia de Williams. Porto Alegre: MacGraw-Hill/Artmed.
Gestação de alto risco: manual técnico. Brasília, DF: Editora MS, 2012. (Série A.
Normas e Manuais Técnicos). Disponível em:
<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_tecnico_gestacao_alto_risco.pd
f>. Acesso em: 27 mai. 2016.
CUNNINGHAM, F. Gary; et al. Obstetrícia de Williams. 23. ed. Porto Alegre: MacGraw-
Hill/Artmed, 2012.
FREITAS, F; MENKE C.H.; IVOIRE W.A.; PASSOS E. P. Rotinas em Ginecologia. 6.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.
VIEIRA, Tatiane; GIUGLIANI, Roberto. Manual de genética médica para atenção
primária à saúde. Porto Alegre: Artmed, 2013.

MÓDULO VII

Bloco Temático: Saúde do Adulto e do Idoso III

Aborda o diagnóstico e tratamento das síndromes infecciosas e parasitárias de


relevância clínica, as neoplasias, as doenças reumáticas, as urgências, as
emergências e a terapia intensiva para a promoção, a prevenção e a reabilitação da
saúde do adulto e do idoso.

Bibliografia Básica:

CARVALHO, Marco Antonio P.; BÉRTOLO, Manoel Barros, LANNA, Cristina Costa
Duarte. Reumatologia: Diagnóstico e Tratamento. 4. ed. São paulo: Guanabara
Koogan, 2014.
STONE, Keith; HUMPHERIES, Roger L. Current: diagnóstico e tratamento medicina
de emergência. Porto Alegre: Mcgraw Hill, 2012.
DRAGOSAVAC, Desanka. Protocolos de Condutas em Terapia Intensiva. São Paulo,
SP: Atheneu, 2012.
117

DEVITA Júnior, Vincent T.; LAWRENCE, Theodore S.; ROSENBERG, Steven A.


DeVita, Hellman, and Rosenberg's Cancer: Principles e Practice of Oncology. Wolters
Kluver, 2014.
HINRICHSEN, Sylvia Lemos. Biossegurança e controle de infecções: risco sanitário
hospitalar. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2013.

Bibliografia Complementar:

GOLDENBERG; José Reumatologia Geriátrica. São Paulo: Atheneu, 2013.


IMBODEN, John; HELLMANN, David B; STONE, John H. Current: Reumatologia,
diagnóstico e tratamento. 3. Ed. Porto Alegre: Editora McGraw-Hill, 2014.
SENRA, Dante. Medicina Intensiva: fundamentos e prática. Rio de Janeiro: Atheneu
Editora, 2013.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Manual de bases
técnicas da oncologia – SAI/SUS- sistema de informações ambulatoriais Brasília, DF,
Departamento de Regulação, Avaliação e Controle. Coordenação Geral de Sistemas
de Informação. Disponível em:
<ftp://arpoador.datasus.gov.br/siasus/Documentos/APAC/Manual_Oncologia-
17edição>. Acesso em: 09 jan. 2015.
NIEDERHUBE, John; ARMITAGE, James O.; DOROSHOW, James H.; KASTAN,
Michael B.; TEPPER, Joel E. Abeloff's Clinical Oncology. Philadelphia: Elsevier
Saunders, 2013.
BRASIL. Ministério da Saúde Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para manejo
da infecção pelo HIV em adultos. Brasília: Secretaria de Vigilância em Saúde, 2013.
Disponível em:
<http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/publicacao/2013/55308/protocolo_1
3_3_2014_pdf_28003.pdf>. Acesso em: 11 dez. 2014.
GILBERT, David N. et al. Guia Sanford para Terapia Antimicrobiana. Paulo, SP: AC
Farmacêutica, 2014.
MÓDULO VII

Bloco Temático: Prática Cirúrgica III

Propõem que o estudante conheça os conceitos fundamentais de cirurgia e os


principais procedimentos nas áreas de anestesiologia, cirurgia do trauma, oncológica,
plástica, pediátrica e neurocirurgia, enfatizando os aspectos interdisciplinares e a
realidade social.

Bibliografia Básica:
DOHERTY, Gerard M. Cirurgia: diagnóstico e tratamento. 13. ed. São Paulo, SP:
Guanabara Koogan, 2011.
BARASH, Paul G.; CULLEN, Bruce F.; STOELTING, Robert K.; CAHALAN, Michael
K.; STOCK, Christine; Ortega, Rafael. Manual de Anestesiologia Clínica. Porto Alegre:
Artmed, 2015.
118

BUCHOLZ, Robert W; COURT-BROWN, Charles M.; HECKMAN, James D;


TORNETTA III, Paul. Fraturas em Adultos de Rockwood e Green. Barueri-SP: Ed.
Manole, 2013.
DEVITA Júnior, Vincent T.; LAWRENCE, Theodore S.; ROSENBERG, Steven A.
DEVITA, Hellman. Cancer: Principles e Practice of Oncology. Wolters Kluver, 2014.
GREENBERG, Mark Manual de Neurocirurgia. 7. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.
PEREIRA, R.M., SILVA, A.C.S. Pinheiro P.F.M. Cirurgia Pediátrica: condutas clínicas
e cirúrgicas. Guanabara Koogan, 2005.
WEIP & MARDINI S. Retalhos e cirurgia plástica reconstrutora. Ed. Dilivros, 2012.
MAIA, Daniel Eichemberg Fernandes; RIBEIRO JUNIOR, Marcelo Augusto
Fontenelle. Manual de Condutas Básicas em Cirurgia. São Paulo, SP: Editora Roca,
2013.

Bibliografia Complementar:
ZOLLINGER JÚNIOR, Robert M.; ELLISON, E. Christopher. Zollinger: Atlas de
Cirurgia. 9. ed. São Paulo, SP: Guanabara Koogan, 2013.
GIANNOTTI, Regina. Manual de Instrumentação Cirúrgica: procedimentos
minimamente invasivos. São Paulo, SP: Editora Santos, 2011.
MADDEN, John L. Atlas de Técnicas Cirúrgicas. São Paulo, SP: Editora Roca, 2007.
MINTER, Rebecca M; DOHERTY, GERARD M. Current: Cirurgia (Lange). Porto
Alegre: McGraw-Hill, 2012.
MILLER, Ronald D.; PARDO, Manoel C Bases da Anestesia. Rio de Janeiro: Elsevier,
2012.

MÓDULO VII

Bloco Temático: Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde VII

Propõe a realização de ações de promoção, de prevenção e de resolução dos


problemas e das necessidades de saúde da pessoa sob seu cuidado, nas dimensões
individual, familiar e coletiva; atuação junto às equipes de saúde da família,
considerando o nível terciário de assistência, incluindo a atenção psicossocial,
urgência, emergência, vigilância em saúde e controle social.

Bibliografia Básica:
MATTOS, W. et al. Semiologia do adulto: diagnóstico clínico baseado em evidências.
Rio de Janeiro: Medbook, 2017.
GOLDMAN, Lee; AUSIELLO, Denis. Cecil textbook of medicine. Saunders: ed.
Philadelphia, 2012.
DOHERTY, Gerard M Cirurgia: Diagnóstico e Tratamento. São Paulo: Guanabara
Koogan, 2011.

Bibliografia Complementar:
BORGES-OSÓRIO, Maria R.; ROBINSON, Wanice M. Genética Humana. 3. ed. Porto
Alegre, RS: Artmed, 2013.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Manual de bases
técnicas da oncologia – SAI/SUS- sistema de informações ambulatoriais. Brasília-DF:
119

Departamento de Regulação, Avaliação e Controle. Coordenação Geral de Sistemas


de Informação, 2016. Disponível em:
<http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2016/outubro/34/Manual-
Oncologia_23a%20edicao.pdf>. Acesso em:27/06/2018.
BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para manejo
da infecção pelo HIV em adultos. Brasília: Secretaria de Vigilância em Saúde, 2013.
Disponível em: <http://www.aids.gov.br/pt-br/pub/2013/protocolo-clinico-e-diretrizes-
terapeuticas-para-manejo-da-infeccao-pelo-hiv-em-adultos>. Acesso em:27/06/2018.
CARVALHO, Marco Antonio P.; BÉRTOLO, Manoel Barros, LANNA, Cristina Costa
Duarte. Reumatologia: Diagnóstico e Tratamento. 4. ed. São paulo: Guanabara
Koogan, 2014.
SENRA, Dante Medicina Intensiva: Fundamentos e Prática. Rio de Janeiro: Atheneu
Editora, 2013.

MÓDULO VIII

Bloco Temático: Saúde do Adulto e do Idoso IV

Estuda os conceitos fundamentais da dermatologia, otorrinolaringologia, oftalmologia,


urologia, coloproctologia e traumatologia/ortopedia, considerando suas relevâncias
clínicas, epidemiológicas, patológicas, diagnósticos e tratamentos para a promoção,
a prevenção e a reabilitação da saúde.

Bibliografia Básica:
AZULAY, Rubem David; AZULAY, David Rubem; AZULAY-ABULAFIA, Luana Azulay
Dermatologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
DOLCI, José Eduardo Lutalf; SILVA, Leonardo da. Otorrinolaringologia: Guia Prático.
Rio de Janeiro: Atheneu, 2012.
EHLERS, J.P.; SHAH, C.P. Manual de doenças oculares do Wills Eye Hospital. Porto
Alegre: Artmed, 2015.
MCANINCH, Jack W.; LUE, Tom F. Urologia Geral de Smith e Tanagho (Lange). Porto
Alegre: McGraw-Hill, 2014.
CAMARGO, Osmar Pedro Arbix de; AVANZI, Osmar; MERCADANTE, Marcelo.
Ortopedia e Traumatologia: Conceitos Básicos, Diagnóstico e Tratamento. São Paulo:
Roca, 2011.
BECK, David E.; WEXNER, Steven D.; HULL, Tracy L.; ROBERTS, Patricia L. The
RUTHERFORD, R B. Rutheford’s Vascular Surgery. 7th ed. Saunders, 2010.
KHONSARI, S.; COLLEN F. Cirurgia Cardíaca: cuidados especiais e armadilhas. 4ª
ed. Revinter, 2011.

Bibliografia Complementar:
COHN, L.H. Cardiac Surgery in the Adult. 3 ed. New York: McGraw Hill 2008.
TOWNSEND Jr, Courtney M.; BEAUCHAMP, R. Daniel; EVERS, B. Mark; MATTOX,
Kenneth L. Sabiston: Textbook of surgery, 19th Edition. Philadelphia: Elsevier, 2012.
CAMARGO, José J; PINTO FILHO, Darcy R. Tópicos de Atualização em Cirurgia
Torácica. Manole e Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica, 2011.
120

ASCRS. Manual of Colon and Rectal Surgery. New York: Springer, 2014.

MÓDULO VIII

Bloco Temático: Medicina Legal

Aborda os conhecimentos da medicina relacionados aos saberes jurídicos,


considerando os aspectos da prática pericial médica, a investigação criminal, da
responsabilidade civil e penal, da violência, bem como das implicações médicas e
jurídicas da morte, dos transplantes, da esterilização, do aborto, das psicopatologias,
da eutanásia, da clonagem humana, da reprodução assistida e do erro médico.

Bibliografia Básica:
DANTAS, E. Direito Médico. Rio de Janeiro: GZ Editora, 2014.
HERCULES, H.C Medicina Legal: Texto e Atlas. São Paulo: Editora Atheneu, 2014.
OGA, S.; CAMARGO, M.M.A.; BATISTUZZO, J.A.O. Fundamentos de Toxicologia.
São Paulo: Atheneu, 2014.

Bibliografia Complementar:
Códigos 3 em 1 conjugados: Penal, Processo Penal e Constituição Federal. São
Paulo: Saraiva, 2014.
COUTO, R.C Perícias em Medicina e Odontologia Legal. Rio de Janeiro: MedBook,
2011.
FRANÇA, G.V Medicina Legal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.; ASTER, Jon. Robbins & Cotran patologia: bases
patológicas das doenças. 9. ed. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2016.
TABORDA, J.G.V.; ABDALLA-FILHO, E.; CHALUB, M. Psiquiatria Forense. Porto
Alegre: Artmed, 2012.

MÓDULO VIII

Bloco Temático: Cenários de Aprendizagens em Atenção à Saúde VIII

Propõe a realização de ações de promoção, de prevenção e de resolução dos


problemas e das necessidades de saúde da pessoa sob seu cuidado, nas dimensões
individual, familiar e coletiva; atuação junto às equipes de saúde da família,
considerando o nível terciário de assistência, incluindo a atenção psicossocial,
urgência, emergência, vigilância em saúde e controle social.

Bibliografia Básica:
MATTOS, W. et al. Semiologia do adulto: diagnóstico clínico baseado em
evidências. Rio de Janeiro: Medbook, 2017.
GOLDMAN, Lee; AUSIELLO, Denis. Cecil textbook of medicine. Saunders: ed.
Philadelphia, 2012.
DOHERTY, Gerard M Cirurgia: Diagnóstico e Tratamento. São Paulo: Guanabara
Koogan, 2011.
121

Bibliografia Complementar:
AZULAY, Rubem David; AZULAY, David Rubem; AZULAY-ABULAFIA, Luana Azulay
Dermatologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
EHLERS, J.P.; SHAH, C.P. Manual de doenças oculares do Wills Eye Hospital. Porto
Alegre: Artmed, 2015.
MCANINCH, Jack W.; LUE, Tom F. Urologia Geral de Smith e Tanagho (Lange). Porto
Alegre: McGraw-Hill, 2014.
BUCHOLZ, Robert W; COURT-BROWN, Charles M.; HECKMAN, James D;
TORNETTA III, Paul. Fraturas em Adultos de Rockwood e Green. Barueri-SP: Ed.
Manole, 2013.
BECK, David E.; WEXNER, Steven D.; HULL, Tracy L.; ROBERTS, Patricia L. The
ASCRS. Manual of Colon and Rectal Surgery. New York: Springer, 2014.
HERCULES, H.C Medicina Legal: Texto e Atlas. São Paulo: Editora Atheneu, 2014.

MÓDULO IX

Bloco Temático: Internato I

Possibilita a prática de atendimento à atenção básica, saúde coletiva e saúde mental,


sob supervisão docente/preceptor, nas Unidades de Saúde da Família - USF e a
interação dos estudantes com demandas dos usuários do Sistema Único de Saúde -
SUS; propicia a inserção do estudante no território de referência da Unidade de Saúde
da Família - USF; permite a aplicação dos princípios de gestão e da vigilância em
saúde.

Bibliografia Básica:
BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica. Brasília: Ministério
da Saúde, 2012. Disponível em:
<http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/pnab.pdf>. Acesso em: 09 jan.
2015.
ESHERICK, Joseph S.; CLARK, Daniel S.; SLATER, Evan D. Current: Diretrizes
Clínicas em Atenção Primária à Saúde (Lange). Porto Alegre: McGraw-Hill/Artmed,
2013.
LONGO, Dan et al Harrison’s: Principles of Internal Medicine. New York: McGraw-Hill,
2011.

Bibliografia Complementar:
DUNCAN, B. B. et al. Medina ambulatorial: condutas clínicas em atenção primária.
Porto Alegre: Artes Médicas, 2013.
SCHAFER, Andrew I.; GOLDMAN, Lee (Ed.). GOLDMAN-CECIL medicine. 25th ed.
Philadelphia, Pennsylvania: Elsevier, c2016
MINAYO, Maria Cecília de Souza et al. (Org.). Tratado de saúde coletiva. 2. ed., rev.
e aum. São Paulo, SP: Hucitec, 2016.
PAIM, Jairnilson Silva Desafios para a Saúde Coletiva no Século XXI. Salvador:
EDUFBA, 2006. Disponível em:
122

<http://repositorio.ufba.br:8080/ri/bitstream/ri/7078/1/Paim%20J.%20Desafio%20da%
20Saude%20Coletiva.pdf>. Acesso em: 09 jan. 2015.
PORTO, Celmo Celeno. Semiologia médica. 7. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara
Koogan, c2014.

MÓDULO X

Bloco Temático: Internato II

Possibilita ao estudante, sob supervisão docente/preceptor, a prática do atendimento


em clínica médica e nas unidades de urgência, de emergência e de terapia intensiva
e a interação com as rotinas e os recursos terapêuticos utilizados nestas unidades,
empregando tecnologias de monitorização e de tratamento a pessoa gravemente
enferma; permite ainda a aplicação dos princípios de gestão e da vigilância em saúde.

Bibliografia Básica:
CORDEIRO, Daniel Cruz; FIGLIE, Neliana Buzi; LARANJEIRA, Ronaldo. Boas
práticas no tratamento do uso e dependência de substâncias. São Paulo: Editora
Roca, 2011.
SCHAFER, Andrew I.; GOLDMAN, Lee (Ed.). GOLDMAN-CECIL medicine. 25th ed.
Philadelphia, Pennsylvania: Elsevier, c2016.
STONE, Keith; HUMPHERIES, Roger L. Current (Lange): diagnóstico e tratamento:
medicina de emergência. Porto Alegre: Mcgraw Hill, 2012.

Bibliografia Complementar:
AZEVEDO, Luciano; TANIGUCHI, Leandro; LADEIRA, Jose Paulo. Medicina
Intensiva: Abordagem Prática. São Paulo: Manole, 2013.
BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de atenção às urgências / Ministério
da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2003. Disponível em:
<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nac_urgencias.pdf>. Acesso em:
09 jan. 2015.
DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais.
Porto Alegre, RS: Artmed, 2008. (Biblioteca Artmed. Psiquiatria)
GOLIN, Valdir; SPROVIERI, Sandra Regina S. Condutas em Urgências e
Emergências para o Clínico. Rio de Janeiro: Atheneu Editora, 2012.
McGEE, Steve Evidence–Based Physical Diagnosis. Philadelphia: WB Saunders
Company, 2012.

MÓDULO XI

Bloco Temático: Internato III

Possibilita ao estudante, sob supervisão docente/preceptor, à prática do atendimento


médico voltado a criança e a mulher, à assistência preventiva, curativa, promocional
da saúde e bem-estar, em nível ambulatorial e hospitalar; privilegia a interação dos
123

estudantes com os diferentes aspectos do processo saúde-doença prevalentes na


comunidade atendida, da abordagem terapêutica e da gestão e vigilância em saúde.

Bibliografia Básica:
GESTAÇÃO de alto risco: manual técnico. Brasília, DF: Editora MS, 2012. (Série A.
Normas e Manuais Técnicos). Disponível em:
<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_tecnico_gestacao_alto_risco.pd
f>. Acesso em: 27 mai. 2016.
CAMPOS JÚNIOR, D; BURNS, D.A.R.; LOPEZ, F.A Tratado em Pediatria. Barueri:
Manole, 2014.
CUNNINGHAM, F. Gary; et al Obstetrícia de Williams. Porto Alegre: MacGraw-
Hill/Artmed, 2012.

Bibliografia Complementar:
BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária Neonatologia: Critérios Nacionais
de Infecções relacionadas à Assistência à Saúde. Brasília: ANVISA, 2010. Disponível
em:
<http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/manuais/manual_definicao_criterios_nacion
ais_infec%E7%F5es_relacionadas_assistencia_saude_neonatologia.pdf>. Acesso
em: 09 jan. 2015.
STARK, Ann R.; CLOHERTY, John P.; EICHENWALD, Eric C. (Ed.). Manual de
neonatologia. 6. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2011.
DUNCAN, B.B.; SCHMIDT, M.I.; GIUGLIANI, E.R.J. Medicina ambulatorial: conduta
de atenção primária baseada em evidências. Porto Alegre: Artmed, 2013.
FREITAS, F; MENKE C.H.; IVOIRE W.A.; PASSOS E. P. Rotinas em Ginecologia.
Porto Alegre: Artmed, 2011.
MURAHOVSCHI, J. Pediatria: Diagnóstico e Tratamento. São Paulo: Sarvier, 2013.

MÓDULO XII

Bloco Temático: Internato IV

Possibilita ao estudante, sob supervisão docente/preceptor, à prática do atendimento


da pessoa e da população médica nos serviços de Clínica Cirúrgica, em nível
ambulatorial e hospitalar, voltada à Saúde Coletiva nos serviços ambulatoriais,
Unidade de Saúde da Família - USF e Unidade Básica de Saúde - UBS; privilegia a
interação dos estudantes com os diferentes aspectos do processo saúde-doença
prevalentes na comunidade atendida, da abordagem terapêutica e da gestão e
vigilância em saúde.

Bibliografia Básica:
DOHERTY, Gerard M. Cirurgia: Diagnóstico e Tratamento. São Paulo: Guanabara
Koogan, 2011.
DUNCAN, B. B. et al. Medina ambulatorial: condutas clínicas em atenção primária.
Porto Alegre: Artes Médicas, 2013.
124

MAIA, Daniel Eichemberg Fernandes; RIBEIRO JUNIOR, Marcelo Augusto


Fontenelle. Manual de Condutas Básicas em Cirurgia. São Paulo: Roca, 2013.

Bibliografia Complementar:
BRITO, Carlos José de Cirurgia Vascular, Cirurgia endovascular, Angiologia. Rio de
Janeiro: Revinter, 2008.
GREENBERG, Mark. Manual de Neurocirurgia. Porto Alegre: Artmed, 2013.
MINAYO, Maria Cecília de Souza et al. (Org.). Tratado de saúde coletiva. São Paulo,
SP: Hucitec, 2012. (Saúde em debate; v. 170)
ZINNER, Michael J.; ASHLEY, Stanley W Maingot’s. Abdominal Operations. Porto
Alegre: McGraw-Hill, 2012.
ZOLLINGER JÚNIOR, Robert M.; ELLISON, E. Christopher Zollinger: Atlas de
Cirurgia. São Paulo: Guanabara Koogan, 2013.
125

13 PESSOAL TÉCNICO E DOCENTE

O curso de Medicina conta com o corpo docente qualificado composto por mestres
e doutores com experiência profissional em pesquisa científica e nas diferentes áreas
de atuação da Medicina.
126

14 EDIFICAÇÕES E INSTALAÇÕES

O Curso de Medicina utilizará, prioritariamente, as instalações do Câmpus II,


incluindo salas de aula climatizadas, ventiladas, iluminadas e com acesso a rede wi-
fi, laboratórios específicos e de informática, auditórios, salas de reuniões, salas de
professores, gabinetes para o Coordenador do Curso, Coordenador Pedagógico,
Assessor da Área Básica, Assessor da Área Específica, Assessor de Estágios,
Coordenador Administrativo e espaços de lazer.
A Universidade Feevale, conta com 10 salas para uso exclusivo dos docentes
com espaço para descanso, armazenamento de materiais, mesa para trabalho bem
como computadores com acesso à rede administrativa da Instituição e à Internet. As
salas possuem, também, espaço reservado para atendimento aos estudantes e
reuniões. Cada sala possui um funcionário do quadro técnico-administrativo
responsável por auxiliar os docentes quando necessário. Também contará com
gabinetes/estações de trabalho para os docentes, sendo salas bem ventiladas, bem
iluminadas, arejadas e climatizadas e possuem mobiliário e recursos tecnológicos
para o desenvolvimento adequado das atividades. Cada sala possui ainda
computadores para uso individual com acesso à internet, espaço Feevale além da
disponibilidade da rede sem fio wireless.
O Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Universidade Feevale, criado pela
Resolução CONSU n.º 02/2001 e alterado pela Portaria do CONSU n.º 35/2010, em
cumprimento à Resolução n.º 466, de 12 de Dezembro de 2012, do Conselho Nacional
de Saúde, como órgão especializado, é vinculado à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-
Graduação, atuando desde o ano de 2003. De acordo com carta circular n.º 006/2014
CONEP/CNS/GB/MS de 29 de Janeiro de 2014, a Comissão Nacional de Ética em
Pesquisa aprovou a renovação do registro do Comitê de Ética em Pesquisa – CEP da
Universidade Feevale/Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo, por 03
anos a partir desta data. O Comitê de Ética em Pesquisa Feevale, conta com espaço
exclusivo para o desenvolvimento das atividades e atendimento ao público (sala com
computadores e acesso à internet, equipamentos multimídia, sala de reuniões), possui
uma secretária exclusiva para o exercício de todas as demandas (acompanhamento
dos projetos na Plataforma Brasil, auxílio aos componentes do CEP, auxílio no
127

atendimento aos estudantes e professores, emissão de pareceres, levantamentos


estatísticos, entre outros).
128

15 LABORATÓRIOS E DEMAIS EQUIPAMENTOS

A Universidade Feevale possui 39 laboratórios de informática, que contam com


as últimas versões dos mais modernos recursos de hardware e software, todos os
laboratórios possuem acesso à Internet e estão ligados à rede acadêmica da
universidade. Cada laboratório dispõe de, no mínimo, 20 computadores. A
comunidade acadêmica tem a sua disposição laboratórios de estudo livre, para uso
diverso em qualquer turno. Com isto, estão à disposição dos estudantes e professores
mais de 1.800 computadores distribuídos nos diferentes laboratórios.
A Universidade oferece aos estudantes a possibilidade de criar, editar e
compartilhar documentos de modo online, de qualquer local. Além disso, os
estudantes ativos na Instituição têm acesso ao Office Pro Plus, que oferece a
possibilidade de instalar o pacote Office em até cinco dispositivos pessoais.
O ambiente virtual de aprendizagem denominado Plataforma Blackboard pode
ser utilizado como apoio didático-pedagógico em aulas presenciais e a distância. O
ambiente permite a disponibilização de materiais, a interação entre estudantes e
professores, além da realização de inúmeras atividades, tais como: fóruns, chats,
construção coletiva de textos, envio de trabalhos, dentre outros, se constituindo como
mais um canal de comunicação constante entre professores e estudantes, uma vez
que se ampliam as possibilidades comunicacionais para além do espaço da sala de
aula.
O Curso dispõe também de dois laboratórios de simulação realística avançada,
equipados com simuladores de pacientes (modelo SIMAN 3G, entre outros) e
manequins estáticos (modelo SAM para ausculta cardíaca, respiratória e digestiva). A
metodologia da simulação realística apoiada por tecnologias de alta complexidade e
por meio de diferentes cenários clínicos permite a vivência de experiências da vida
real e favorece um ambiente participativo e de interatividade entre os estudantes e
professores. Todo o ambiente de simulação realística possui tecnologias de
informação que possibilitam a interação entre os diferentes cenários e o
compartilhamento das informações e troca de experiências entre os estudantes e os
professores.
O Laboratório de Anatomia possui 540,38m², além de salas de apoio para
dissecação, conservação e preparo das peças. Possui 03 salas de aulas com
129

capacidades entre 50 e 60 estudantes. Conta com 37 cadáveres completos e peças


humanas adequadamente conservadas garantindo a proporção de 01 peça humana
para cada 05 estudantes. Possui também diversas peças artificiais (em resina e
acrílico) para estudo. Em relação aos demais materiais, ossos e peças de acrílicas a
proporção é de 01 peça para cada 02 estudantes. Também é disponibilizado o
software de morfologia digital PRIMAL, uma ferramenta online, auxiliar no ensino da
anatomia. Está prevista a implantação de uma sala de estudos em pequenos grupos
que contará com área de 80 m².
O Laboratório de Histologia possui 294,41m², é constituído por salas de preparo
de lâminas e 02 salas de aulas com microscópios de uso individual (um por estudante)
com capacidade entre 36 e 45 estudantes, laminários diversos para aulas práticas,
além de microscópios acoplados em televisores de 42 polegadas.
O Laboratório de Química, Bioquímica e Farmacologia possui 166,39m² e é
composto por 02 salas com capacidade para até 30 estudantes. Os principais
equipamentos para as atividades são espectofotômetros, banho-maria termostáticos,
ponto de fusão, evaporadores, balanças analíticas, mantas aquecedoras, centrífugas,
agitadores, pipetas, micropipetas, bomba de vácuos, capelas, medidores de pH,
dinamômetros tubulares, cilindros de gazes de oxigênio, nitrogênio e gás carbônico,
termômetros, dessecador de vidro.
O Laboratório de Fisiologia e Biofísica conta com um espaço de 50m² para
desenvolvimento de atividades práticas voltadas para o ensino de disciplinas básicas
das ciências da saúde, acomodando até 30 estudantes. Com o objetivo de atender às
orientações internacionais para redução do uso de animais para ensino prático, o
funcionamento do laboratório se baseia no uso de equipamentos para coleta de dados
fisiológicos não invasivos como o PowerLab 26T da ADInstruments, permitindo que a
prática seja realizada com dados dos próprios estudantes. São 8 equipamentos
disponíveis, com Kits de sensores para coleta e análise de eletrocardiograma (ECG),
eletromiograma de superfície (sEMG) eletroencefalograma (EEG) espirometria
dinâmica, reflexos medulares, estimulação e contração muscular, condutância da
pele, entre outros.
O Laboratório de Patologia e Citopatologia possui uma área de 79,11m²
subdividido em um espaço destinado para a observação de lâminas de microscopia e
outro para a análise macroscópica e processamento das amostras com capacidade
130

para 40 estudantes. Na área de microscopia estão disponíveis 41 microscópios


modelo Nikon E200 para as atividades de observação e análises das amostras, sendo
um deles trinocular acoplado a duas televisões de 42. O espaço de análise
macroscópica e de preparação das amostras possui 25m² e possui uma capela de
exaustão de gases, bancadas e um microscópio E200 trinocular acoplado a um
sistema de captura de imagens em um computador, além da centrifuga citológica e
demais estrutura necessária para a fixação e coloração de materiais.
O Laboratório de Imunologia possui uma área de 23,09 m² e capacidade para
08 estudantes com a disponibilidade de kits e equipamentos para atender este número
simultaneamente em diferentes técnicas. Os principais equipamentos disponíveis
permitem a realização de quimioluminescência, metodologia Elisa além de métodos
manuais como imunocromatografia e testes de aglutinação. O setor dispõe de banho-
maria, microscópio óptico e agitador de placas.
Laboratório de Parasitologia possui uma área de 25,84m2 e capacidade para
até 08 estudantes. Conta com 07 microscópios ópticos, centrífuga, e demais
instrumentos e necessários para o desenvolvimento de técnicas parasitológicas. Os
principais reagentes utilizados são as soluções de corantes, sulfato de zinco,
formaldeído e acetato de etila. Além disso, são utilizados outros materiais como os
cálices de sedimentação, tubos falcon, e materiais descartáveis, como filtros
parasitológicos, gaze, palheta de madeira. Os microscópios estão distribuídos em
áreas individuais de 70 cm proporcionando espaço adequado para desenvolvimento
da técnica, bem como atendem a relação equipamento/estudante adequada para a
capacidade do espaço.
O Laboratório de Microbiologia compreende as áreas de bacteriologia clínica e
micologia clínica. O laboratório de bacteriologia apresenta área de 35,55m² possui
capacidade para até 08 estudantes, com equipamentos em número suficiente para
atender os mesmos. Possui 05 microscópios ópticos, 03 estufas de cultivo, 01 capela
de fluxo laminar, 02 refrigeradores e demais instrumentos e reagentes necessários
para o desenvolvimento de técnicas em bacteriologia. O laboratório de micologia
possui área de 35,02m² conta com 07 microscópios ópticos, 04 estufas de cultivo, 01
capela de fluxo laminar, 01 refrigerador e demais instrumentos e reagentes
necessários para o desenvolvimento de técnicas que permitem o isolamento e
131

identificação de fungos e leveduras. Com esta estrutura, o laboratório possui


capacidade para desenvolvimento de trabalho simultâneo com até 08 estudantes.
O Biotério da Universidade Feevale possui área de 126m² e é dotado de
instalações que permitem a criação de animais voltados à pesquisa científica, nas
fases de criação e reprodução. As instalações são climatizadas e os animais (ratos e
camundongos de diferentes linhagens) são mantidos em gaiolas de contenção
próprias para tal fim. Todos os equipamentos necessários para o manuseio dos
animais, incluindo material de procedimentos, alimentação, medicamentos,
equipamentos de proteção individual estão disponíveis, visando garantir o bem-estar
animal, a segurança dos operadores e a qualidade dos experimentos realizados. Os
principais materiais do Biotério são gaiolas metabólicas, timers eletrônicos,
autoclaves, suportes para as lavagens de Gaiolas e balanças. O Biotério é
inspecionado regularmente pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária, estando
em conformidade com a Lei Federal 11.794/2008 e, de acordo com ofício número
249/2014-SE/CONCEA, emitido em 12/09/2014 e expedido pelo Ministério da Ciência,
Tecnologia e Inovação, a Universidade está credenciada no Conselho Nacional de
Experimentação Animal CONCEA, vinculado a Comissão de Ética no Uso de Animais
- CEUA-Feevale. Assim, todas as atividades de pesquisa e ensino são examinadas e
autorizadas previamente por esta comissão, que se baliza nas normativas
determinadas pelo CONCEA e Conselho Federal de Medicina Veterinária. A
Comissão de Ética no Uso de Animais, da Universidade Feevale conta com espaço
exclusivo para o desenvolvimento das atividades e atendimento ao público (sala com
computadores e acesso à internet, equipamentos multimídia, sala de reuniões), possui
uma Secretária exclusiva para o exercício de todas as demandas (acompanhamento
dos projetos, auxílio aos componentes do CEUA, auxílio no atendimento aos
estudantes e professores, emissão de pareceres, levantamentos estatísticos) e
atende ao público de segunda à sexta-feira nos turnos manhã e tarde.