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Índice

Introdução........................................................................................................................................2

Objectivos...................................................................................................................................................2.1

Geral............................................................................................................................................................2.2

Específicos..................................................................................................................................................2.3

1. Relação Vontade e Liberdade do homem na sociedade..............................................................3

2. Liberdade de Agir e principais soluções da liberdade.................................................................3

2.1. Principais soluções da Liberdade:............................................................................................4

3. O Conhecimento como valor ético..............................................................................................4

4. A Responsabilidade social no acto humano................................................................................5

5. O bem e os sistemas morais (ético).............................................................................................5

5.1. Podemos classificar o Bem em:................................................................................................6

5.2. Sistemas Morais/éticos.............................................................................................................6

6. Consciência e o valor ético..........................................................................................................6

6.1. Tipos de consciência.................................................................................................................7

6.2. Classificação das consciências.................................................................................................7

7. Autonomia e Auntenticidade Moral/Compromisso Social- A profissão Educativa....................8

7.1. Compromisso social – A actividade educativa.........................................................................9

8. Conclusão..................................................................................................................................10

Referências Bibliográficas.............................................................................................................11
Introdução

Não se pode falar da liberdade sem que antes se faça a reflexão sobre a vontade Humana. Na
analise sobre o acto humano voluntario sempre se faz no intuido de que este tenha exercido
perante a sua liberdade, caso contrario será pelo coersão de alguem que detenha um Poder ou que
a tenha ameaçado para a prática desta acção.
O pensamento outroro sobre a liberdade surge com o estudo da ética, na tentativa de entender o
fim último do agir humano, mas sempre os pensadores não tiram a ideia de que o homem faz
parte da natureza e consiquentemente deve estar sujeito às leis gerais que governam a natureza e
pode ter vários comportamentos conforme as leis do condicionamento. “Santo Agostinho
sustentou sobre a liberdade do homem no seu agir social atarvés de passagem biblica”, “Deus
revela que o Homem tem livre escolha da vontade”. Mas como o problema fundamental não era
Teocentrico, a liberdade passa a ser analisada no contexto das relações humanas revelando assim
como um valor ético e um facto ético do homem e social.
A moral é uma ciência do Bem que se realciona com a ética e, o fim da moral é dirigir as acções
humanas de tal modo que o homem assuma o Bem Supremo e, a Ética Social levam-nos a
analisar os costumes é hábitos e distinguir os bons do maus dentro da Sociedade. Em Ética
Social a pessoa como actor é o centro das analise e a essência que se pretende é que o homem
alcança o Bem e se tornem feliz.

Objectivos
Geral
 Conhecer a Ética Social como Fundamento da Humanidade
Específicos
 Explicar a relação vontade e liberdade do homem na sociedade
 Comprender a liberdade de agir e principais soluções da liberdade
 Descrever o conhecimento como valor ético
Metodologia
Para esta pesquisa usou se a combinação de dois métodos, bibliográfico e explicativo. E quanto
ao instrumento de colecta de dados foi de consulta de livros e manuais científicos relacionado
com a matéria, e também pela internet. Os resultados desta pesquisa teórica foram amplos assim
concluindo.
1. Relação Vontade e Liberdade do homem na sociedade
O querer ou vontade é forma de inclinação, é uma maneira de ser e estar, tendência do apitites,
qualquer inclinação para o Bem, neste caso, ao relacionarmos com a ética social constata-se que
o Bem é o objecto, algo que sustenta que provoca que estimula a inclinação do agir do homem
dentro da sociedade, um agir perante a liberdade do seu conhecimento e consciência. Pode ser
considerado um Bem querer de assumir um hábito ou costume pelo qualquer individuo dentro da
sociedade como algos de liberdade de escolha. Portanto, à vontade e a liberdade passam a ser um
facto ético, logo são dois considerados elementos que se relacionam e passam a ser considerados
é algo social e que determinam o agir social.

Em vontade humana não se pode deduzir que existem Boas Vontades e Nem más vontades, pois
cada indivíduo na sociedade tem seus apitite depedendo dos hábitos e costumes vividos. No
entanto, as vontades define a conduta no acto livre de agir, pois, estes resultam de processos
mentais que se manifestam no exterior da pessoa e da capacidade avaliativa do individuo que vai
pensar, vai agir em relação ao impulso social. Portanto, podemos dizer que a arte de agir é
preciso refletir, e admite-se que todos actos humanos ou pessoas constituem um comportamento
que se manifesta num seio social que pode ter suas implicações positivas ou negativas
(SALVADOR, 2020).

2. Liberdade de Agir e principais soluções da liberdade

O pensamento outroro sobre a liberdade surge com o estudo da ética, na tentativa de entender o
fim último do agir humano, mas sempre os pensadores não tiram a ideia de que o homem faz
parte da natureza e consiquentemente deve estar sujeito às leis gerais que governam a natureza e
pode ter vários comportamentos conforme as leis do condicionamento. “Santo Agostinho
sustentou sobre a liberdade do homem no seu agir social atarvés de passagem biblica”, “Deus
revela que o Homem tem livre escolha da vontade”. Mas como o problema fundamental não era
Teocentrico, a liberdade passa a ser analisada no contexto das relações humanas revelando assim
como um valor ético e um facto ético do homem e social (SALVADOR, 2020).
No periodo Moderno e Contemporêneo, o centro de atenção passa a ser o homem e se aceita que
este é livre e que a liberdade deve ser tratada como um fenómeno social e as sua consequências
como problemas sociais originadas pela acção do agir voluntário e livre do homem
(SALVADOR, 2020).

2.1 Principais soluções da Liberdade:

 Determinista: As correntes filosoficas nega que o homem seja livre. Não é livre por
razões intrinsecas da natureza do homem e extrinsecas do próprio homem;
 Determinismo Extrinseco Metológico: Nega que o homem seja livre por razões de mitos,
costumes, hábitos, fados ou tudo que faz parte dos mitos;
 Determinismo Extrinseco Teologico: Defende que o homem não está livre por razões
Teológicas ( Deus) ou devido o problema de Omnipotência , Omnisciência e
Omnispresença;
 Determinismo intrinseco Fisiológico: (Lambros) ele vê nos movimentos da vontade
simples reacção e, estas reacções estam determinados por combinações quimicas e os
tecidos humanos;
 Determinismo Intrinseco Sociológico: (Marcuse) Defende que o agir humano é
determinadopelas pressões que a sociedade humana exerce sobre o individuo e pela suas
estruturas sobre o individuo;
 Determinismo Intrinseco Psicológico: (Leibnitzi/Freud) Defendem que a acção da
vontade do homem é determinada pelo intelecto e pelos seus conhecimentos. Em relação
à Liberdade dizem que os instintos é que comanda o homem a liberdade de agir;
 Determinismo Intrinseco Metafisico: (S.Pinoza/Schopenhauer), consederam a vontade
humana um momento e um modo da vontade suprema e da substância Divina;
 Determinismo Intrinseco Politico: (Maquivel/Hobbis), a vontade humana depende da
vontade do suberano ou das classes governantes (SALVADOR, 2020).

3. O Conhecimento como valor ético


Eticamente, o conhecimento é uma advertência ou reflexão. No acto de procura de conhecimento
ou virtude a pessoa sabe o que está a deliberar sobre o que está a decider ou pretender, a pessoa
está consciente de si mesmo. Antes de efectuar o procedimento de procura de conhecimento
excita a acção da consciência que adverte a mente humana. A advertência estara ligada ao
intelecto do homem. Por isso que, a ignorância pode ser enquadrada no acto Mau, pois,
pressupõem a não reflexão ou não conhecer factos éticos.
O conhecimento é um valor ético social, pois, o agir humano, embora livre e voluntário, de ve
ser virtuoso, cheio de conhecimento para poder discernir valores Bons e Maus, desenvolver e
divulgar os actos Bons garantindo a sua continuidade e evolução, seleccionar Bons valores
(SALVADOR, 2020).
4. A Responsabilidade social no acto humano
Podemos dizer que o homem é o sujeito da responsabilidade social, pois é ele que detem a
liberdade, vontade, efectua a escolha da vontade, avaliando aquilo que se efectua dentro da
sociedade em relação ao Bem e ao Mal, através do seu conhecimento. Neste caso, a pessoa
humana é que tem capacidade de distinção e responsabilidade de responder pelas coisas e formas
de agir das sociedades.
O homem, além das suas funções racionais (Inteligência, conhecimento e responsabilidade, etc.),
é um ser completo devido as suas composições e capacidade de analise em prol da sociedade.
Desenvolve a sua capacidade, orienta-se para moldar a sua personalidade integrada aos valores
éticos e morais de modo que a vida deste esteja orientada para a procura da sua própria vida e
fazer sentido em relação aos outros.
Em todas as dimensões a responsabilidade social é vista como uma nova estratégia para
aumentar e potencializar o progresso e desenvolvimento. Nas organizações, nos grupos sociais a
responsabilidade social é um movimento que passou a fazer parte de uma cobrança da sociedade
e de parte do mercado global que diferencia e valoriza as costumes e hábitos em virtude de seu
comprometimento social (SALVADOR, 2020).

5. O bem e os sistemas morais (ético)

Para compreender o Bem, Arestótes analisou a metafisica é verificou que o Bem é o fim, é uma
perfeição e uma analogia das coisas e o Homem so pode chegar a um bem como finalidade
livremente sem constrangimento (Violencia/Coersão).

5.1. Podemos classificar o Bem em:

 Bem Metafisico: a própria existências das coisas realciona-se com o belo, activo,
cognocidade e vontade, logo tudo que aparece na natureza é bom;
 Bem Fisico: do ser concreto, da visão das coisas, compara-se ao oposto Ex; Doença,
tristeza, etc.;
 Bem Mora/Etico: trata-se da vida dos costumes bom ou Modus vivendi bom;
 Bem verdadeiro: é um bem real, não é abstrato e é concreto das coisas;
 Bem aparente: trata-se de um bem superficial (aparência/dedutivo);
 Bem útil: é aquele que tem certa utilidade;
 Bem agradável; é um bem que satisfaz certo aspecto;
 Bem adequado; a que corresponde o fim total e;
 Bem intrinseco; que corresponde a qualidade da natureza de um ser humano
(SALVADOR, 2020).

5.2. Sistemas Morais/éticos

A moral é uma ciência do Bem que se realciona com a ética e, o fim da moral é dirigir as acções
humanas de tal modo que o homem assuma o Bem Supremo e, a Ética Social levam-nos a
analisar os costumes é hábitos e distinguir os bons do maus dentro da Sociedade. Em Ética
Social a pessoa como actor é o centro das analise e a essência que se pretende é que o homem
alcança o Bem e se tornem feliz. O Bem para o homem passa a ser aquela que condiciona todo o
comportamento e deve ser considerada como a razão do ser da vida na sociedade e o
comportamento das pessoas devia depende das ideias do Bem para garantir o melhor ambiente
social. As ideias que surgem sobre o Bem, dão origem ao aparecimento de sistemas Morais e
éticos (SALVADOR, 2020).

6. Consciência e o valor ético

Consciência é a capacidade que o homem tem de conhecer de modo imediato, os seus estados,
sentimentos, impressões, intuições, etc.
No sentido ético, considera-se consciência como a capacidade de julgar sobre os valores do acto
humano em termo de Bem e Mal.
De finace, apresenta também a sua definição, para ele a consciência é a reflexão que o
homem faz sobre a responsabilidade, isso significa que o homem tem capacidade de julgar
que alguns actos são feitos e devem ser feitos, são errados, podem ser feitos como também não
devem ser e outras ainda devem ser considerados neutros (Wikipédia org, 2020).
A Origem da consciência humano desde sempre se admitiu que seja inata e adequirida. Tem
carácter inata, pois, o homem é por natureza um homem que conhece e à medida que cresce se
desenvolve a sua consciência e; tem carácter adequirida, porque o homem basea-se as realidades
da sociedade para amadurecer a sua consciência perante os seus acto. Quer dizer o Homem nasce
com a consciência e desenvolve com andar do tempo (Wikipédia org, 2020).

6.1. Tipos de consciência

 Consciência antecidente- é a que tomamos antes de agir ou fazer algo, este tipo de
conciência guia-nos para a futura reacções e acções;
 Conciência consequente- é aquela que tomamos depois de executar um acto;
 Consciência Moral- que é dependente da consciência psicologica e reflectiva;
 Consciência Moral contínuo- que se considera como sendo aquela que ilumina a mente
humano e identifica à verdade do ser humano;
 Consciencia Psicológica- aquela que nos dá conta da influência externa do facto ético.
Este tipo de conscência dá-nos conta duma realidade, não só, denuncia, distingue o medo
e omite factos de reações do homem.
 Consciência reflexiva: Aquela que nos leva a reflitir sobre os nossos instintos. Aqui (Id,
Ego e Supergo) estão todos e são controlados pela consciência, a base deste controlo é
o sistema nervoso humano, tem a capacidade reflexiva que esta a sua volta e, é
diferente entre as pessoas, mesmo que estes tenham mesmos costumes , hábitos, etc.
(SALVADOR, 2020).

6.2. Classificação das consciências

Segundo (SALVADOR, 2020). Para classificar a consciência depende do seu ajuste com a
realidade vivida e do agir do homem. A classificação também pode ser denominada de forças
constragentes à consciência, dentre estes, podemos encontrar:

 Consciência erronea/Invensível;
 Consciência duvidosa;
 Consciência lasser;
 Consciência Cega;
 Consciência perplexa;
 Consciência escurpulosa;

Alguns Sentimentalistas defendem que a consciência é uma especie de estado que nos dá a
conhecer o Bem e o Mal e o juizo da consciência está no homem. Os Evolucionistas, defende
que a natureza do juizo da consciência é adequirida pela experiência, aperfeiçoamento e pela
educação. O Racionalista apresenta a sua visão, admitem que a natureza do juizo da consciência
seja a razão ou intelecto e que as leis morais e éticas são criação da razão humana. Exite uma
obrigatoriedade sobre o juizo da consciência humano fazer uma distinção entre razão teórica e
prática (Wikipédia org, 2020).

7. Autonomia e Auntenticidade Moral/Compromisso Social- A profissão Educativa

Considera-se a autonómia a estrutura da lei Humana ou a realidade humana enquanto tem a


capacidade de ser e agir, com o centro o Sujeito como responsabilidade de ser e da acção.

Para melhor perceber a problemática de autonómia e autencidade, a questão que se coloca no


principio é a seguinte. Como o Homem deve viver a sua consciência?

O que importa não é que o individuo seja o que a Lei diz, mas ele deve ter uma conduta
autonóma, madura e responsável. Para amaturidade o individuo deve relacionar-se com o mundo
e outros individuos e, é na maturidade em que o homem deve ter uma reflexão filosófica e Ética,
o desejo de conhecer, comunicar com outras experiências vividas e viver na abertura com o
Deus. Quando assim compreender, então o homem forma a sua autonómia e auteticidade perante
o seu ser, a sua maneira de agir e determina a sua postura dentro da Sociedade.

Existe enumeros factores significativos que podem influenciar a autonómia e autecidade moral e
ética dum individuo no seu modo de viver, dentre estes se se destaca os seguintes:

 Aumento rápido do conhecimento cientifico;


 A industrialização;
 Urbanização (Crescimento das cidades, Unidades das cidades e Expansão das cidades);
 Aumento rápido da população (Problemas demográficos);
 Repartição de trabalhos nos sectores;
 O aumento da informação;
 O desenvolvimento dos tempos livres;
 Separação da vida em vários factores;
 Influencias dificeis de controlo, etc.

Estes factores que infleuncia a autonómia e autencidade do agir do homem alguns são
acentuados e muito notórios e outro aparecem com influência lenta, provocando mudanças
progressiva no pensar e agir do homem em épocas difrentes. De salientar que, cada factor é
dependente do outro e vária a sua influencia dependendo dos região e dos povos - rico,
pobres, costumes e hábito (SALVADOR, 2020).

7.1. Compromisso social – A actividade educativa

A prática da actividade educativa é um compromisso social, tem o seu valor ético em relação à
transmissão de voress éticos e morais que garantam a subrevivências duma sociendade. Sabemos
que o objectivo principal da actividade educativa é a desenvolvimento integral do homem, é este
homem que está no centro das atençôes nas analises das ciências socias. Os objectivos da
actividade educativa são vários, mas todas se compromete principalmente com o preparação e o
desenvolvimento das actividade da sociedade (SALVADOR, 2020).

A preparação, a implementação da actividade educativa requer uma cientificidade, logo implica


uma delimitação do campo e valores à partida, assim como, sua aprovação, negação para
superação dos problemas que o instituem, isto, implica demonstrar as pressuposições que si
impõem de forma evidente e espontânea a transferência dos valores do senso comum que podem
constituir barreira no processo de transmissão de valores aceitavelmente a nivel universal como
valores ético Bom, sem deixar de mencionar os maus de modo que os educando possam ter a
responsabilidade e capacidade de analise e liberdade na construção do seu conhecimento.
As ciências educativas ou simplesmenta a actividade educativa tem valor ético, assim como
qualquer outra ciência de outras áreas tem sua deontologia para garantir a execução de actos
Bons. Abandonado a visão extreta e mudar os caprichos e a arbitráriedade daqueles que a
dirigem bem afastada da linha recta que havia de ser, quer por preconceitos de uma rotina cega,
quer pelo espirito de má fé, involvendo novos sistema positivos e de inovações (SALVADOR,
2020).
8. Conclusão
Conclui se que o pensamento outroro sobre a liberdade surge com o estudo da ética, na tentativa
de entender o fim último do agir humano, mas sempre os pensadores não tiram a ideia de que o
homem faz parte da natureza e consiquentemente deve estar sujeito às leis gerais que governam a
natureza e pode ter vários comportamentos conforme as leis do condicionamento. “Santo
Agostinho sustentou sobre a liberdade do homem no seu agir social atarvés de passagem
biblica”, “Deus revela que o Homem tem livre escolha da vontade”. Mas como o problema
fundamental não era Teocentrico, a liberdade passa a ser analisada no contexto das relações
humanas revelando assim como um valor ético e um facto ético do homem e social.
No periodo Moderno e Contemporêneo, o centro de atenção passa a ser o homem e se aceita que
este é livre e que a liberdade deve ser tratada como um fenómeno social e as sua consequências
como problemas sociais originadas pela acção do agir voluntário e livre do homem.
9. Referências Bibliográficas
1. SALVADOR, Matateu Armando, Modulo Único da Ética Social 3º Ano, S/Ed., Editora CED
da Universidade Católica de Moçambique, Beira, 2020

2. http://pt.wikipedia.org/wiki/consciência (moral). Acesso em: 08 de Julho de 2020, pelas 11h.

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