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01.

Segundo a Lei de Drogas,

a)

a natureza e a quantidade da droga apreendida impedem o reconhecimento da causa de


diminuição que caracteriza o tráfico privilegiado.

b)

a natureza e a quantidade da droga são valoradas na primeira fase de aplicação da pena (pena-
base).

c)

a tipicidade do crime de associação para o tráfico se completa com a prática dolosa da venda
de drogas por duas ou mais pessoas.

d)

o tráfico internacional configura tipo autônomo, enquanto o tráfico interestadual é causa de


aumento de pena.

GABARITO: B

COMENTÁRIO: A) Falsa. Não impede. Conforme dispõe o artigo 33, §4° da Lei de
Drogas, para que haja incidência do crime de tráfico privilegiado, o agente deve ser
primário, ter bons antecedentes, não integrar organização criminosa e nem se dedicar às
atividades criminosas. 
 
B) A natureza e a quantidade são valoradas na primeira fase da pena;
 
C) Não se completa com a venda. É crime formal;
 
D) Ao contrário do que muitos pensam, o tráfico internacional não é considerado crime
autônomo. Assim como o tráfico interestadual, o tráfico internacional é causa de aumento
de pena;

02. Está em conformidade com a Lei no 11.343/2006, que instituiu o Sistema Nacional de
Políticas Públicas sobre Drogas − SISNAD, e com o entendimento do Superior Tribunal de
Justiça acerca do assunto:

a)

Compete ao juiz estadual do local da apreensão da droga remetida do exterior pela via postal
processar e julgar o crime de tráfico internacional.

b)
É incabível a aplicação retroativa da Lei no 11.343/2006, ainda que o resultado da incidência
das suas disposições seja mais favorável ao réu do que o advindo da aplicação da Lei no
6.368/1976, sendo possível, também, a combinação das referidas leis.

c)

Para a incidência da majorante prevista no art. 40, V, da Lei no 11.343/2006, é desnecessária a


efetiva transposição de fronteiras entre Estados da Federação, sendo suficiente a
demonstração inequívoca da intenção de realizar o tráfico interestadual.

d)

Em razão de alteração legislativa recente, quem adquirir, guardar, tiver em depósito,


transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em
desacordo com determinação legal ou regulamentar não terá praticado qualquer delito.

GABARITO: C

COMENTÁRIO: A) Compete ao  juiz estadual  do local da apreensão da droga remetida


do exterior pela via postal processar e julgar o crime de tráfico internacional . ERRADO
 
Súmula 528 STJ: Compete ao juiz federal do local da apreensão da droga remetida do
exterior pela via postal processar e julgar o crime de tráfico internacional.
 
 
B) É incabível a aplicação retroativa  da Lei no 11.343/2006, ainda que o resultado da
incidência das suas disposições seja mais favorável  ao réu do que o advindo da aplicação
da Lei no 6.368/1976, sendo possível,também,  a combinação das referidas leis. ERRADO
 
Súmula 501 STJ: É cabível a aplicação retroativa da Lei n. 11.343/2006, desde que o
resultado da incidência das suas disposições, na íntegra, seja mais favorável ao réu do
que o advindo da aplicação da Lei n. 6.368/1976, sendo vedada a combinação de leis.
 
 
C) CERTO
 
Súmula 587 STJ: Para a incidência da majorante prevista no art. 40, V, da Lei n.
11.343/2006, é desnecessária a efetiva transposição de fronteiras entre estados da
Federação, sendo suficiente a demonstração inequívoca da intenção de realizar o
tráfico interestadual.
D) Em razão de alteração legislativa recente, quem adquirir, guardar, tiver em depósito,
transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em
desacordo com determinação legal ou regulamentar  não terá praticado qualquer delito.
ERRADO
03. A Lei nº 11.343/2006 é a atual Lei sobre drogas. Tendo por base os ditames do citado
diploma, assinale a alternativa correta.

a)

Referido diploma legal institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas.

b)

O porte e o cultivo para consumo próprio não configuram crime.

c)

O sujeito ativo do delito previsto no Artigo 33, caput, da lei em comento pode ser qualquer
pessoa. Trata-se de crime comum. No entanto, a coautoria e a participação não são possíveis
nas condutas descritas no tipo penal.

d)

Denomina como objeto material dos crimes nela previstos a seguinte expressão: “substância
entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica”.

GABARITO: A

COMENTÁRIO: LETRA A: CERTO: Art. 1º  Esta Lei institui o Sistema Nacional de


Políticas Públicas sobre Drogas - Sisnad;  (...)
LETRA B: ERRADO: Art. 28.  Quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou
trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com
determinação legal ou regulamentar será submetido às seguintes penas (...)
LETRA C: ERRADO: os crimes da Lei de Drogas são crimes comuns, portanto
admitem coautoria e participação, com exceção do art. 38 (prescrição culposa), que
é crime próprio de médicos e dentistas (prescrever ou
ministrar), farmacêutico e enfermeiro (só ministrar). Maior aprofundamento sobre isso,
estudar a classificação da parte geral de direito penal, que divide os crimes
em: comuns (regra geral), próprio (ex.: peculato, infanticídio) e de mão própria (ex.:
falso testemunho). De todo modo, os dois primeiros admitem autoria e participação,
já os de mão própria só admitem participação (ex.: advogado pode induzir, instigar
ou auxiliar a testemunha a mentir no seu depoimento, mas ele, advogado, não pode
substituir a testemunha no depoimento).
LETRA D: ERRADO: descreve-se no objeto material "drogas".
Art. 1º, Parágrafo único.  Para fins desta Lei, consideram-se como drogas as
substâncias ou os produtos capazes de causar dependência, assim especificados em lei ou
relacionados em listas atualizadas periodicamente pelo Poder Executivo da União.
Art. 66.   Para fins do disposto no parágrafo único do art. 1o desta Lei, até que seja
atualizada a terminologia da lista mencionada no preceito, denominam-se drogas
substâncias entorpecentes, psicotrópicas, precursoras e outras sob controle
especial, da Portaria SVS/MS no 344, de 12 de maio de 1998.
04. Dentre os crime tipificados na Lei n. 10.826/2003, é de menor potencial ofensivo o crime
de

a)omissão de cautela.

b)posse irregular de arma de fogo de uso permitido.

c)porte ilegal de arma de fogo de uso permitido.

d)disparo de arma de fogo.

GABARITO: A

COMENTÁRIO: Omissão de cautela


Art. 13. Deixar de observar as cautelas necessárias para impedir que menor de 18
(dezoito) anos ou pessoa portadora de deficiência mental se apodere de arma de fogo que
esteja sob sua posse ou que seja de sua propriedade:
Pena – detenção, de 1 (um) a 2 (dois) anos, e multa.
Parágrafo único. Nas mesmas penas incorrem o proprietário ou diretor responsável de
empresa de segurança e transporte de valores que deixarem de registrar ocorrência
policial e de comunicar à Polícia Federal perda, furto, roubo ou outras formas de
extravio de arma de fogo, acessório ou munição que estejam sob sua guarda, nas
primeiras 24 (vinte quatro) horas depois de ocorrido o fato.
ATENÇÃO   O único crime culposo previsto no Estatuto é a omissão de cautela (art.
13, caput).

05. A guarda de arma desmuniciada, de uso permitido, em sua própria residência, constituirá
crime

a)na hipótese de a arma, em exame pericial, se mostrar apta a efetuar disparo.

b)

na hipótese em que, na residência, houver disponibilidade de munição compatível com a arma


apreendida.

c)se o implicado não possuir licença para o porte da arma apreendida.

d)caso o implicado não possua o registro de propriedade válido da arma.

e)se a residência estiver situada em área urbana.

GABARITO: D
COMENTÁRIO: A - INCORRETA - O crime de posse ilegal de arma de fogo é crime de
perigo abstrato e de mera conduta, não necessitando da demonstração de que
efetivamente alguém foi exposto a perigo de dano, que é presumido pela lei.
B - INCORRETA - O crime de posse ilegal de arma de fogo é crime de perigo abstrato e
de mera conduta. A arma não precisa estar com munição.
C - INCORRETA - O erro está na palavra PORTE, já que o caso apresentado na questão
se refere a POSSE de arma.
D - CORRETA - Art. 12, Lei 10.826/03 - Possuir ou manter sob sua guarda arma de fogo,
acessório ou munição, de uso permitido, em desacordo com determinação legal ou
regulamentar, no interior de sua residência ou dependência desta, ou, ainda no seu local
de trabalho, desde que seja o titular ou o responsável legal do estabelecimento ou
empresa.

06. Considerando os tipos penais descritos no Estatuto do Desarmamento – Lei nº 10.826, de


22 de dezembro de 2003, assinale a alternativa que contenha uma descrição típica
INCORRETA.

a)

Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via
pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de
outro crime.

b)

Deixar de observar as cautelas necessárias para impedir que menor de vinte e um anos ou
pessoa portadora de deficiência mental se apodere de arma de fogo que esteja sob sua posse
ou que seja de sua propriedade.

c)

Portar, deter, adquirir, fornecer, receber, ter em depósito, transportar, ceder, ainda que
gratuitamente, emprestar, remeter, empregar, manter sob guarda ou ocultar arma de fogo,
acessório ou munição, de uso permitido, sem autorização e em desacordo com determinação
legal ou regulamentar.

d)

Possuir ou manter sob sua guarda arma de fogo, acessório ou munição, de uso permitido, em
desacordo com determinação legal ou regulamentar, no interior de sua residência ou
dependência desta, ou, ainda no seu local de trabalho, desde que seja o titular ou o
responsável legal do estabelecimento ou empresa.

GABARITO: B

COMENTÁRIO: Omissão de cautela


        Art. 13. Deixar de observar as cautelas necessárias para impedir que menor de 18 (dezoito) anos
ou pessoa portadora de deficiência mental se apodere de arma de fogo que esteja sob sua posse ou
que seja de sua propriedade:

07. NÃO se constitui abuso de autoridade:

a)

ordenar ou executar medida privativa da liberdade individual, sem as formalidades legais ou


com abuso de poder.

b)

submeter pessoa sob sua guarda ou custódia a vexame ou a constrangimento não autorizado
em lei.

c)a inviolabilidade do domicílio, quando existir ordem judicial.

d)

deixar de comunicar, imediatamente, ao juiz competente, a prisão ou detenção de qualquer


pessoa.

GABARITO: C

COMENTÁRIO: Lei 13869/19


Art. 13. Constranger o preso ou o detento, mediante violência, grave ameaça ou redução
de sua capacidade de resistência, a:
II - submeter-se a situação vexatória ou a constrangimento não autorizado em lei;
Pena - detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, e multa.
Art. 12. Deixar injustificadamente de comunicar prisão em flagrante à autoridade judiciária
no prazo legal:
I - deixa de comunicar, imediatamente, a execução de prisão temporária ou preventiva à
autoridade judiciária que a decretou;
Art. 9º Decretar medida de privação da liberdade em manifesta desconformidade com as
hipóteses legais:     
Pena - detenção, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa.
I - relaxar a prisão manifestamente ilegal;

08. G., atuando no exercício do poder de polícia repressivo, buscando defender a moralidade
pública, realizou apreensões de adolescentes na praça do município CX sem que estes
houvessem realizado qualquer ato infracional. O crime, nesse caso tipificado no Estatuto da
Criança e Adolescente, tem como pena máxima:

a)dois anos

b)três anos
c)quatro anos

d)cinco anos

GABARITO: A

COMENTÁRIO: Art. 230. Privar a criança ou o adolescente de sua liberdade,


procedendo à sua apreensão sem estar em flagrante de ato infracional ou
inexistindo ordem escrita da autoridade judiciária competente:
Pena - detenção de seis meses a dois anos.
Parágrafo único. Incide na mesma pena aquele que procede à apreensão sem
observância das formalidades legais.

09. Em 2019, o art. 83 da Lei n.º 8.069/1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente) foi
alterado no sentido de determinar que, assim como as crianças, adolescentes, até
determinada idade, não podem viajar para fora da comarca onde residem desacompanhados
dos pais ou responsáveis e sem expressa autorização judicial. Conforme esse dispositivo legal
em vigor, a idade mínima a partir da qual adolescentes podem realizar viagem interestadual
desacompanhados dos pais ou responsáveis e sem autorização judicial é de

a) doze anos, tendo sido mantido o conceito de adolescente como pessoa com idade entre
doze e dezoito anos.

b)doze anos, tendo sido alterado o conceito de adolescente para pessoa com idade entre dez
e quatorze anos.

c)quatorze anos, tendo sido alterado o conceito de adolescente para pessoa com idade entre
quatorze e vinte e um anos.

d)

dezesseis anos, tendo sido mantido o conceito de adolescente como pessoa com idade entre
doze e dezoito anos.

GABARITO: D

COMENTÁRIO:

Viagem nacional:
Criança ou adolescente menor de 16 anos:
Em regra, desacompanhada dos pais ou responsável, necessária autorização judicial.
Exceção: não se exige autorização
1) Comarca contígua à da residência da criança, se na mesma unidade da federação, ou
incluída na mesma região metropolitana;
2) A criança ou o adolescente menor de 16 anos estiver acompanhada: a) de ascendente
ou colateral maior, até o 3° grau, comprovado documentalmente o parentesco; b) de
pessoa maior, expressamente autorizada pelo pai, mãe ou responsável. 
Adolescente maior de 16 anos:
Não precisa de autorização 
.
Viagem internacional:
Criança ou adolescente:
Em regra, é necessária autorização judicial.
Exceção: é dispensável, se a criança ou adolescente
1) Estiver acompanhado de ambos os pais ou responsável;
2) Viajar na companhia de um dos pais, autorizado expressamente pelo outro através de
documento com firma reconhecida (desnecessidade de reconhecer firma se os pais
estiverem presente no embarque).
3) Desacompanhado ou em companhia de terceiros maiores e capazes, designados pelos
genitores, desde que haja autorização de ambos os pais, com firma reconhecida.

10. Nos termos do Estatuto da Criança e do Adolescente, é dever do Estado assegurar à criança
e ao adolescente

a)

oferta de ensino noturno regular, adequado às condições do adolescente trabalhador.

b)

ensino fundamental, obrigatório e gratuito, apenas para aqueles que tiveram acesso na idade
própria.

c)progressiva extensão da obrigatoriedade e gratuidade ao ensino superior.

d)

atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente em


escolas especializadas.

GABARITO: A

COMENTÁRIO: → Segundo o ECA (8069/90):


→ Art. 54. É dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente:
I - ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram
acesso na idade própria;
II - progressiva extensão da obrigatoriedade e gratuidade ao ensino médio;
III - atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência,
preferencialmente na rede regular de ensino;
IV – atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a cinco anos de idade;
(Redação dada pela Lei nº 13.306, de 2016)
V - acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo
a capacidade de cada um;
VI - oferta de ensino noturno regular, adequado às condições do adolescente
trabalhador;
VII - atendimento no ensino fundamental, através de programas suplementares de
material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde.

11. Segundo o Estatuto do Idoso, na admissão do idoso em qualquer trabalho ou emprego,

a)

são vedadas a discriminação e a fixação de limite máximo de idade, exceto para concursos
públicos, em que a idade máxima para admissão será de 60 (sessenta) anos de idade.

b)

é permitida a fixação de limite de idade, inclusive para concursos públicos, desde que assegure
igualdade de condições com os demais candidatos.

c)

são vedadas a discriminação e a fixação de limite máximo de idade, inclusive para concursos,
ressalvados os casos em que a natureza do cargo o exigir.

d)

é permitida a fixação de limite de idade, exceto para concursos públicos, em que não poderá
haver qualquer restrição de idade aplicada aos candidatos.

GABARITO: C

COMENTÁRIO: Art. 27. Na admissão do idoso em qualquer trabalho ou emprego, é vedada


a discriminação e a fixação de limite máximo de idade, inclusive para concursos,
ressalvados os casos em que a natureza do cargo o exigir.

12. O Estatuto do Idoso assegura o benefício mensal de 1 (um) salário-mínimo, nos termos
da Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS,

a)

aos idosos, a partir de 60 (sessenta) anos, que não possuam meios para prover sua
subsistência, nem de tê-la provida por sua família.

b)

a todos os idosos a partir dos 60 (sessenta) anos, que se declarem pobres, na acepção
jurídica do termo.

c)

aos idosos, a partir de 65 (sessenta e cinco) anos, que não possuam meios para prover sua
subsistência, nem de tê-la provida por sua família.

d)
a todos os idosos, a partir de 65 (sessenta e cinco) anos, que comprovem ser pobres, na
acepção jurídica do termo, desde que autorizados judicialmente a obter o benefício.

GABARITO: C

COMENTÁRIO: Art. 34. Aos idosos, a partir de 65 anos, que não possuam meios para
prover sua subsistência, nem de tê-la provida por sua família, é assegurado o benefício
mensal de 1 salário-mínimo, nos termos da Lei Orgânica da Assistência Social – Loas. 

13. José é pessoa com deficiência e está internado em hospital público para tratamento de
determinada doença. Nos termos da Lei n° 13.146/2015, José tem direito

a)

apenas a acompanhante, devendo o órgão ou a instituição de saúde proporcionar


condições adequadas para sua permanência por, no máximo, doze horas.

b)

a acompanhante ou a atendente pessoal, devendo o órgão ou a instituição de saúde


proporcionar condições adequadas para sua permanência em tempo integral.

c)

a acompanhante ou a atendente pessoal, devendo o órgão ou a instituição de saúde


proporcionar condições adequadas para sua permanência por, no máximo, quinze horas.

d)

apenas a atendente pessoal, devendo o órgão ou a instituição de saúde proporcionar


condições adequadas para sua permanência por, no máximo, doze horas.

GABARITO: B

COMENTÁRIO: Conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência 13.146/2015


Art. 22.  À pessoa com deficiência internada ou em observação é assegurado o direito a
acompanhante ou a atendente pessoal, devendo o órgão ou a instituição de saúde
proporcionar condições adequadas para sua permanência em tempo integral.

14. Consoante a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, assinale a alternativa
INCORRETA.

a)Ninguém será submetido à tortura nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou


degradante.

b)Ninguém será arbitrariamente privado de sua nacionalidade, nem do direito de mudar


de nacionalidade.

c)
A vontade do povo será a base da autoridade do governo. Essa vontade será expressa em
eleições periódicas e legítimas, por sufrágio universal, por voto secreto ou processo
equivalente que assegure a liberdade de voto.

d)

Todo ser humano vítima de perseguição, ainda que esta seja legitimamente motivada por
crimes de direito comum, tem o direito de procurar e de gozar asilo em outros países.

GABARITO: D
COMENTÁRIO: DUDH
Artigo 14°
1.Toda a pessoa sujeita a perseguição tem o direito de procurar e de beneficiar de asilo em
outros países.
2.Este direito não pode, porém, ser invocado no caso de processo realmente existente
por crime de direito comum ou por actividades contrárias aos fins e aos princípios das
Nações Unidas. 

15. Manoel é guarda municipal do município ZX, cujo corpo de funcionários é superior a
duzentos integrantes. Nos termos da Lei federal nº 13.022/2014 (Estatuto Geral das
Guardas Municipais), quando o corpo de guardas municipais supera cinquenta membros, é
obrigatória a criação de órgão de controle interno denominado:

a)auditoria

b)coordenação

c)corregedoria
d)supervisão

GABARITO: C
COMENTÁRIO: Controle interno>>> CORREGEDORIA: naquelas com efetivo
superior a 50 (cinquenta) servidores da guarda e em todas as que utilizam arma
de fogo.
Controle externo>>> OUVIDORIA: independente em relação à direção da
respectiva guarda, qualquer que seja o número de servidores da guarda
municipal.