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19/04/2019 Questões de Provas - Questões de Concursos | Qconcursos.

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1 Q978732 Português >


Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2019 - MGS - Auxiliar Administrativo

Leia o poema para responder a questão.

Soneto de Fidelidade - Vinicius de Moraes

“De tudo ao meu amor serei atento

Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto

Que mesmo em face do maior encanto

Dele se encante mais meu pensamento [...]”

Assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente a sequência de classificação morfológica dos termos destacados.

A Adjetivo, pronome, substantivo, artigo.

B Verbo, conjunção, advérbio, verbo.


C Adjetivo, advérbio, preposição, verbo.

D Pronome, preposição, conjunção, preposição.

2 Q978730 Português >


Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2019 - MGS - Auxiliar Administrativo

De acordo com o novo acordo ortográfico, assinale a alternativa que não possui erro de acentuação.

No dia 12 de novembro de 1746 nascia, na Fazenda do Pombal (MG), Joaquim José da Silva Xavier, mais conhecido como Tiradentes,
A
mártir da Inconfidência Mineira, patrono cívico do Brasil e da Polícia Militar, além de ser herói nacional.

Tiradentes ficou órfão muito cedo, fato que resultou na perda do patrimonio da família por causa de dívidas e também em estudos
B
irregulares.
C Também adquiriu conhecimentos em mineração, tornando-se tecnico no reconhecimento de terrenos e na exploração dos seus recursos.

Ele tambem trabalhou em projetos para a melhoria da infraestrutura no Rio de Janeiro, mas não conseguia verbas para todos os seus
D
projetos.

Português > Pontuação , Morfologia - Verbos , Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
3 Q947786
Formas nominais do verbo (particípio, gerúndio, infinitivo)
Ano: 2018 Banca: IBFC Órgão: SEAP-MG Prova: IBFC - 2018 - SEAP-MG - Agente de Segurança Penitenciário

Observe.

Não era a frase, nem a crase, era o modo de persuadir, de falar, encantar, vislumbrar, dedicar, compartilhar. E todas essas coisas que
nos faz perder o ar, o respir(ar). Andressa. S

Quanto à analise verbal e pontual do texto é possível inferir:

I. Os verbos: persuadir, falar, encantar, vislumbrar, dedicar, compartilhar, perder e respirar estão todos em suas formas infinitivas.

II. Persuadir, falar, encantar, vislumbrar, dedicar, compartilhar, perder e respirar estão no infinitivo impessoal, pois apresenta sentido genérico,
em uma forma invariável.

III. Há um erro proposital na pontuação, pois o correto seria: “Não era frase e nem crase, era o modo de persuadi...” Nem uma coisa e nem a
outra.

IV. O verbo “SER” está empregado no pretérito imperfeito.

V. O verbo “FAZER” está empregado no pretérito perfeito.

Assinale a alternativa correta:

A I, II e IV, apenas.

B II, IV e V, apenas.
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C III e V, apenas.
D I e IV, apenas.
19/04/2019 Questões de Provas - Questões de Concursos | Qconcursos.com
E II e V, apenas.

4 Q932520 Português > Morfologia , Adjetivos


Ano: 2018 Banca: IBFC Órgão: Prefeitura de Divinópolis - MG Provas: IBFC - 2018 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Técnico de Enfermagem |
IBFC - 2018 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Técnico em Segurança do Trabalho | IBFC - 2018 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Técnico de Laboratório
...

Texto

O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma
que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só
pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de
impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes
interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não
armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu
caixote...”[...]

Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se
acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10)

Cumprindo papel caracterizador, os adjetivos e locuções adjetivas são instrumentos que podem contribuir para indicação do
posicionamento do autor. Dessa forma, assinale a alternativa em que a locução adjetiva assume um caráter mais subjetivo, sinalizando
um posicionamento do autor.

A “parado no sinal de trânsito” (1º§).

B “o menino de rua só pode brincar” (2º§).

C “A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades” (2º§).

D ”sair do útero da mãe” (3º§).

Português > Interpretação de Textos , Morfologia - Pronomes , Pronomes possessivos


5 Q932513
Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2018 Banca: IBFC Órgão: Prefeitura de Divinópolis - MG Provas: IBFC - 2018 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Técnico de Enfermagem |
IBFC - 2018 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Técnico em Segurança do Trabalho | IBFC - 2018 - Prefeitura de Divinópolis - MG - Técnico de Laboratório
...

Texto

O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma
que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só
pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de
impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes
interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não
armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu
caixote...”[...]

Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se
acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10)

“Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina,

os meios-fios, os postes.

Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama.” (1º§)

O autor estabelece, argumentativamente, uma distinção inicial que é marcada pelo uso dos pronomes possessivos e revela um
posicionamento discursivo. Com esses pronomes, o autor:

A insere-se na realidade do menino de rua, sendo solidário a ele.


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B aproxima-se do leitor que teria uma realidade semelhante a dele.
19/04/2019 Questões de Provas - Questões de Concursos | Qconcursos.com
C desloca o menino de rua para a realidade dos leitores.

D afasta-se da realidade dos leitores aos quais faz referência.

6 Q892845 Português > Morfologia , Conjunções: Relação de causa e consequência


Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: Câmara Municipal de Araraquara - SP Prova: IBFC - 2017 - Câmara Municipal de Araraquara - SP - Agente
Administrativo

Considere o trecho abaixo para responder a questão abaixo.

“Mas quando os fãs perceberam que uma verdadeira

ressurreição se tinha operado, passaram a incentivá-lo.”

(2º§)

As duas conjunções destacadas no fragmento introduzem, respectivamente, as seguintes orações:

A subordinada adverbial e subordinada substantiva.

B coordenada sindética e subordinada adjetiva.

C subordinada substantiva e subordinada adjetiva.

D subordinada substantiva e coordenada sindética.

7 Q892838 Português > Morfologia , Advérbios


Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: Câmara Municipal de Araraquara - SP Prova: IBFC - 2017 - Câmara Municipal de Araraquara - SP - Agente
Administrativo

Considere o fragmento abaixo para responder a questão abaixo.

“Nos sete primeiros assaltos, Raul foi duramente castigado.

Não era de espantar: estava inteiramente fora de forma.”

(1º§)

Os advérbios destacados expressam, respectivamente, as seguintes circunstâncias:

A modo e modo.

B intensidade e tempo.

C intensidade e intensidade.

D modo e intensidade.

8 Q892837 Português > Morfologia - Pronomes , Pronomes pessoais oblíquos


Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: Câmara Municipal de Araraquara - SP Prova: IBFC - 2017 - Câmara Municipal de Araraquara - SP - Agente
Administrativo

Texto I

O vencedor: uma visão alternativa

Nos sete primeiros assaltos, Raul foi duramente castigado. Não era de espantar: estava inteiramente fora de forma. Meses de
indolência e até de devassidão tinham produzido seus efeitos. O combativo boxeador de outrora, o homem que, para muitos, fora
estrela do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo. O público não tinha a menor complacência com ele:
sucediam-se as vaias e os palavrões.

De repente, algo aconteceu. Caído na lona, depois de ter recebido um cruzado devastador, Raul ergueu a cabeça e viu,
sentada na primeira fila, sua sobrinha Dóris, filha do falecido Alberto. A menina fitava-o com o olhos cheios de lágrimas. Um olhar
que trespassou Raul como uma punhalada. Algo rompeu-se dentro dele. Sentiu renascer em si a energia que fizera dele a fera do
ringue. De um salto, pôs-se de pé e partiu como um touro para cima do adversário. A princípio o público não se deu conta do que
estava acontecendo. Mas quando os fãs perceberam que uma verdadeira ressurreição se tinha operado, passaram a incentivá-lo.
Depois de uma saraivada de golpes certeiros e violentíssimos, o adversário foi ao chão. O juiz procedeu à contagem
regulamentar e proclamou Raul o vencedor.
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Todos aplaudiram. Todos deliraram de alegria. Menos este que conta a história. Este que conta a história era o adversário. Este
que conta a história era o que estava caído. Este
19/04/2019 que conta
Questões a história
de Provas era odederrotado.
- Questões Concursos Ai, Deus.
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(SCLIAR, Moacyr. Contos reunidos. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. p.58-59)

Assinale a alternativa na qual o pronome oblíquo átono esteja empregado em desacordo com as normas gramaticais.

A “sucediam-se as vaias e os palavrões.” (1º§).

B “A menina fitava-o com o olhos cheios de lágrimas.” (2º§).

C “Algo rompeu-se dentro dele” (2º§).

D “passaram a incentivá-lo.” (2º§).

Português > Morfologia - Verbos , Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro) ,
9 Q845637
Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: TJ-PE Provas: IBFC - 2017 - TJ-PE - Técnico Judiciário - Função Administrativa | IBFC - 2017 - TJ-PE - Técnico
Judiciário - Função Judiciária | IBFC - 2017 - TJ-PE - Técnico Judiciário - Programador de Computador | IBFC - 2017 - TJ-PE - Técnico Judiciário -
Suporte Técnico ...

Texto

Camelos e beija-flores...

(Rubem Alves)

A revisora informou delicadamente que era norma do jornal que todas as “estórias” deveriam ser grafadas como “histórias”. É assim que os
gramáticos decidiram e escreveram nos dicionários.

Respondi também delicadamente: “Comigo não. Quando escrevo ‘estória’ eu quero dizer ‘estória’. Quando escrevo ‘história’ eu quero dizer
‘história’. Estória e história são tão diferentes quanto camelos e beija-fores...”

Escrevi um livro baseado na diferença entre “história” e “estória”. O revisor, obediente ao dicionário, corrigiu minhas “estórias” para
“história”. Confiando no rigor do revisor, não li o texto corrigido. Aí, um livro que era para falar de camelos e beija-flores, só falou de camelos.
Foram-se os beija-flores engolidos pelos camelos...

Escoro-me no Guimarães Rosa. Ele começa o Tutameia com esta afirmação: “A estória não quer ser história. A estória, em rigor, deve ser
contra a história.”

Qual é a diferença? É simples. Quando minha filha era pequena eu lhe inventava estórias. Ela, ao final, me perguntava: “Papai, isso
aconteceu de verdade?” E eu ficava sem lhe poder responder porque a resposta seria de difícil compreensão para ela. A resposta que lhe daria
seria: “Essa estória não aconteceu nunca para que aconteça sempre...”

A história é o reino das coisas que aconteceram de verdade, no tempo, e que estão definitivamente enterradas no passado. Mortas para
sempre. [...]

Mas as estórias não aconteceram nunca. São invenções, mentiras. O mito de Narciso é uma invenção. O jovem que se apaixonou por sua
própria imagem nunca existiu. Aí, ao ler o mito que nunca existiu eu me vejo hoje debruçado sobre a fonte que me reflete nos olhos dos outros.
Toda estória é um espelho. [...]

A história nos leva para o tempo do “nunca mais”, tempo da morte. As estórias nos levam para o tempo da ressurreição. Se elas sempre
começam com o “era uma vez, há muito tempo” é só para nos arrancar da banalidade do presente e nos levar para o tempo mágico da alma.

Assim, por favor, revisora: quando eu escrever “estória” não corrija para “história”. Não quero confundir camelos e beija-flores...

“A resposta que lhe daria seria: “Essa estória não aconteceu nunca para que aconteça sempre...”(5º§)

O emprego do futuro do pretérito do indicativo cumpre um papel expressivo no trecho. Isso porque, no contexto, sinaliza ações:

A passadas ocorridas em um momento específico.

B do presente que se relacionam com o passado.


C presentes apontando para o futuro.

D do passado que continuam até o presente.

E futuras que não serão realizadas.

10 Q845635 Português > Morfologia - Pronomes , Pronomes demonstrativos


Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: TJ-PE Provas: IBFC - 2017 - TJ-PE - Técnico Judiciário - Função Administrativa | IBFC - 2017 - TJ-PE - Técnico
Judiciário - Função Judiciária | IBFC - 2017 - TJ-PE - Técnico Judiciário - Programador de Computador | IBFC - 2017 - TJ-PE - Técnico Judiciário -
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Suporte Técnico ... 4/10
Texto
19/04/2019 Questões de Provas - Questões de Concursos | Qconcursos.com
Camelos e beija-flores...

(Rubem Alves)

A revisora informou delicadamente que era norma do jornal que todas as “estórias” deveriam ser grafadas como “histórias”. É assim que os
gramáticos decidiram e escreveram nos dicionários.

Respondi também delicadamente: “Comigo não. Quando escrevo ‘estória’ eu quero dizer ‘estória’. Quando escrevo ‘história’ eu quero dizer
‘história’. Estória e história são tão diferentes quanto camelos e beija-fores...”

Escrevi um livro baseado na diferença entre “história” e “estória”. O revisor, obediente ao dicionário, corrigiu minhas “estórias” para
“história”. Confiando no rigor do revisor, não li o texto corrigido. Aí, um livro que era para falar de camelos e beija-flores, só falou de camelos.
Foram-se os beija-flores engolidos pelos camelos...

Escoro-me no Guimarães Rosa. Ele começa o Tutameia com esta afirmação: “A estória não quer ser história. A estória, em rigor, deve ser
contra a história.”

Qual é a diferença? É simples. Quando minha filha era pequena eu lhe inventava estórias. Ela, ao final, me perguntava: “Papai, isso
aconteceu de verdade?” E eu ficava sem lhe poder responder porque a resposta seria de difícil compreensão para ela. A resposta que lhe daria
seria: “Essa estória não aconteceu nunca para que aconteça sempre...”

A história é o reino das coisas que aconteceram de verdade, no tempo, e que estão definitivamente enterradas no passado. Mortas para
sempre. [...]

Mas as estórias não aconteceram nunca. São invenções, mentiras. O mito de Narciso é uma invenção. O jovem que se apaixonou por sua
própria imagem nunca existiu. Aí, ao ler o mito que nunca existiu eu me vejo hoje debruçado sobre a fonte que me reflete nos olhos dos outros.
Toda estória é um espelho. [...]

A história nos leva para o tempo do “nunca mais”, tempo da morte. As estórias nos levam para o tempo da ressurreição. Se elas sempre
começam com o “era uma vez, há muito tempo” é só para nos arrancar da banalidade do presente e nos levar para o tempo mágico da alma.

Assim, por favor, revisora: quando eu escrever “estória” não corrija para “história”. Não quero confundir camelos e beija-flores...

O emprego do pronome demonstrativo em ‘Ele começa o Tutameia com esta afirmação:” (4º§) está correto uma vez que:

A é catafórico e antecipa a informação que será apresentada.

B faz referência temporal e reporta a um tempo específico.

C é anafórico e resgata um referente anteriormente citado.

D cumpre função espacial indicando a proximidade do emissor.


E indica uma referência textual genérica sem necessidade de especificação.

11 Q830121 Português > Fonologia , Acentuação gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: EMBASA Prova: IBFC - 2017 - EMBASA - Agente Administrativo

Assinale a alternativa em que as duas palavras devem ser obrigatoriamente acentuadas.

A Critica – sofa.

B Violencia – reporter.

C Enfase – vivencia.

D Especifica – lamentavel.

12 Q830118 Português > Morfologia - Verbos , Formas nominais do verbo (particípio, gerúndio, infinitivo)
Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: EMBASA Prova: IBFC - 2017 - EMBASA - Agente Administrativo

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.

I. Mesmo tendo ________________ a conta, o cliente teve a sua assinatura cancelada.

II. Até ontem à noite, as mercadorias não tinham ________________.

III. Eu deveria ter ____________ o pen drive.

A pagado - chegado - trazido.

B pagado - chego - trazido.

C pago - chego- trago.


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D pago - chegado - trago.
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13 Q830116 Português > Morfologia , Adjetivos


Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: EMBASA Prova: IBFC - 2017 - EMBASA - Agente Administrativo

Notícia de jornal

Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu
de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de
fome.

Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local,
mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de
Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu
de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um
mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa – não é homem. E os outros homens cumprem seu
destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de
nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre
os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é de alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com
isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos
comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o
corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse
de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem
morreu de fome.

Morreu de fome.

Com base na leitura, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.

I. O cronista considera que o homem era um vagabundo, um mendigo, um bicho e, por isso, seu destino era previsível.

II. Ao atribuir o adjetivo “pleno” a “centro” e “rua”, o cronista destaca o descaso das pessoas.

Estão corretas as afirmativas:

A I e II.

B I, apenas.

C II, apenas.

D Nenhuma.

14 Q830115 Português > Morfologia , Adjetivos


Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: EMBASA Prova: IBFC - 2017 - EMBASA - Agente Administrativo

Notícia de jornal

Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu
de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de
fome.

Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local,
mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de
Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu
de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um
mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa – não é homem. E os outros homens cumprem seu
destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de
nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre
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os homens, sem socorro e sem perdão.
Não é de alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com
isso? Deixa o homem morrer de fome.
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E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos
comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o
corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse
de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem
morreu de fome.

Morreu de fome.

Com base na leitura, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.

I. “Presumíveis” é adjetivo e indica que não se tem certeza da idade do homem que morreu.

II. “Escarmento” é substantivo concreto e pode ser substituído no texto por “indignação”.

Estão corretas as afirmativas:

A I e II.

B I, apenas.

C II, apenas

D Nenhuma.

15 Q785998 Português > Morfologia - Verbos , Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: MGS Provas: IBFC - 2017 - MGS - Técnico Contábil | IBFC - 2017 - MGS - Todos os Cargos de Nível Médio ...

Texto I
Paternidade Responsável
Quantos filhos você gostaria de ter?
Ao responder a essa pergunta com certeza uma outra vai passar pela sua cabeça: “Será que vou conseguir sustentar um filho?”.
Certamente você gostaria de ter tantos filhos quantos pudesse sustentar, garantindo-lhes uma boa escola, um lugar com algum conforto para
morar e remédios quando necessários.
Segundo especialistas, pode ser perigoso para a mãe a para a criança engravidar durante a adolescência porque o corpo da menina ainda não
está preparado para o parto. Problemas como a gestante adolescente apresentar anemia ou o bebê nascer prematuramente são comuns.Além de
eventuais problemas de saúde, tem-se um problema de ordem social: como sustentar uma criança, já que, para tanto, o adolescente, se não
contar com a ajuda dos pais ou responsáveis, terá de abandonar a escola?
Desesperadas, muitas jovens acabam optando pelo aborto. Vale lembrar que, salvo raras exceções (estupro ou risco de morte para a mãe), o
aborto no Brasil, é considerado crime. A mulher recorre, então, a clínicas clandestinas, sem fiscalização, e põe sua saúde em risco. Quem não
tem condições de pagar tais clínicas faz uso de métodos ainda mais precários.
Isso acontece, em parte, porque não existe no Brasil um projeto amplo de planejamento familiar que assegure aos mais pobres o direito de
decidir quantos filhos desejam ter. Assim, muitos casais têm quatro, seis, dez filhos, quando, na verdade, conseguiriam sustentar apenas um ou
dois.
(DIMENSTEIN, Gilberto. O cidadão de Papel. Ed. Ática. São Paulo, 2011, p. 106)

A forma verbal “gostaria”, presente no primeiro parágrafo, está flexionada no seguinte tempo verbal:

A futuro do pretérito.

B pretérito perfeito.

C pretérito imperfeito.

D futuro do presente.

Português > Morfologia - Verbos , Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro) ,
16 Q778321
Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: AGERBA Prova: IBFC - 2017 - AGERBA - Técnico em Regulação

Texto
Primeira classe
(Moacyr Scliar)
Durante anos, o homem teve um sonho: queria viajar de avião na primeira classe. Na classe econômica, ele, executivo de uma empresa
multinacional, era um passageiro habitual; e, quando via a aeromoça fechar a cortina da primeira classe, quando ficava imaginando os pratos e
as bebidas que lá serviam, mordia-se de inveja. Talvez por causa disso trabalhava incansavelmente; subiu na vida, chegou a um cargo de chefa
que, entre outras coisas, dava-lhe o direito à primeira classe nos voos.
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E assim, um dia, ele embarcou de Nova Délhi, onde acabara de concluir um importante negócio, para Londres. E seu lugar era na primeira
classe. Seu sonho estava se realizando. Tudo era exatamente
19/04/2019 como
Questões de ele -imaginava:
Provas coquetéis
Questões de de excelente
Concursos quantidade, um jantar que em qualquer
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lugar seria considerado um banquete. Para cúmulo da sorte, o lugar a seu lado estava vazio.
Ou pelo menos estava no começo do voo. No meio da noite acordou e, para sua surpresa, viu que o lugar estava ocupado. Achou que se tratava
de um intruso; mas, em seguida, deu-se conta de que algo anormal ocorria: várias pessoas estavam ali, no corredor, chorando e se lamentando.
Explicável: a passageira a seu lado estava morta. A tripulação optara por colocá-la na primeira classe exatamente porque, naquela parte do
avião, havia menos gente.
Sua primeira reação foi exigir que removessem o cadáver. Mas não podia fazer uma coisa dessas, seria muita crueldade. Por outro lado, ter um
corpo morto a seu lado horrorizava-o. Não havendo outros lugares vagos na primeira classe, só lhe restava uma alternativa: levantou-se e foi
para a classe econômica, para o lugar que a morta, havia pouco, ocupara. Ou seja, ao invés de um upgrade, ele tinha recebido, ainda que por
acaso, um downgrade.
Ali ficou, sem poder dormir, claro. Porque, depois que se experimenta a primeira classe, nada mais serve. Finalmente, o avião pousou, e ele,
arrasado, dirigiu-se para a saída, onde o esperavam os parentes da falecida para agradecer-lhe. Disse um deles, que se identificou como filho da
senhora: “Minha mãe sempre quis viajar de primeira classe. Só conseguiu morta graças à sua compreensão. Deus lhe recompensará”.
Que tem seu lugar garantido no céu, isso ele sabe. Só espera chegar lá viajando de primeira classe. E sem óbitos durante o voo.

A flexão de alguns verbos, sobretudo os irregulares, pode causar confusão. O verbo “quis”, presente em “Minha mãe sempre quis
viajar” (5º§) é um exemplo típico. Nesse sentido, assinale a alternativa em que se indica INCORRETAMENTE a sua flexão.

A queres – Presente do Indicativo.

B queria – Futuro do Pretérito do Indicativo.

C quisera – Pretérito mais-que-perfeito do Indicativo.

D queira – Presente do Subjuntivo.

E quisesse – Pretérito Imperfeito do Subjuntivo.

17 Q778317 Português > Morfologia , Conjunções: Relação de causa e consequência


Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: AGERBA Prova: IBFC - 2017 - AGERBA - Técnico em Regulação

Texto
Primeira classe
(Moacyr Scliar)
Durante anos, o homem teve um sonho: queria viajar de avião na primeira classe. Na classe econômica, ele, executivo de uma empresa
multinacional, era um passageiro habitual; e, quando via a aeromoça fechar a cortina da primeira classe, quando ficava imaginando os pratos e
as bebidas que lá serviam, mordia-se de inveja. Talvez por causa disso trabalhava incansavelmente; subiu na vida, chegou a um cargo de chefa
que, entre outras coisas, dava-lhe o direito à primeira classe nos voos.
E assim, um dia, ele embarcou de Nova Délhi, onde acabara de concluir um importante negócio, para Londres. E seu lugar era na primeira
classe. Seu sonho estava se realizando. Tudo era exatamente como ele imaginava: coquetéis de excelente quantidade, um jantar que em qualquer
lugar seria considerado um banquete. Para cúmulo da sorte, o lugar a seu lado estava vazio.
Ou pelo menos estava no começo do voo. No meio da noite acordou e, para sua surpresa, viu que o lugar estava ocupado. Achou que se tratava
de um intruso; mas, em seguida, deu-se conta de que algo anormal ocorria: várias pessoas estavam ali, no corredor, chorando e se lamentando.
Explicável: a passageira a seu lado estava morta. A tripulação optara por colocá-la na primeira classe exatamente porque, naquela parte do
avião, havia menos gente.
Sua primeira reação foi exigir que removessem o cadáver. Mas não podia fazer uma coisa dessas, seria muita crueldade. Por outro lado, ter um
corpo morto a seu lado horrorizava-o. Não havendo outros lugares vagos na primeira classe, só lhe restava uma alternativa: levantou-se e foi
para a classe econômica, para o lugar que a morta, havia pouco, ocupara. Ou seja, ao invés de um upgrade, ele tinha recebido, ainda que por
acaso, um downgrade.
Ali ficou, sem poder dormir, claro. Porque, depois que se experimenta a primeira classe, nada mais serve. Finalmente, o avião pousou, e ele,
arrasado, dirigiu-se para a saída, onde o esperavam os parentes da falecida para agradecer-lhe. Disse um deles, que se identificou como filho da
senhora: “Minha mãe sempre quis viajar de primeira classe. Só conseguiu morta graças à sua compreensão. Deus lhe recompensará”.
Que tem seu lugar garantido no céu, isso ele sabe. Só espera chegar lá viajando de primeira classe. E sem óbitos durante o voo.

Considere o fragmento transcrito abaixo para responder à questão seguinte. Ali ficou, sem poder dormir, claro. Porque, depois que se
experimenta a primeira classe, nada mais serve.(5º§) A conjunção destacada no trecho introduz o valor semântico de:

A consequência.

B tempo.

C concessão.

D finalidade.

E causa.

18 Q778315 Português > Morfologia , Advérbios


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Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: AGERBA Prova: IBFC - 2017 - AGERBA - Técnico em Regulação
Texto
19/04/2019 Primeira
Questões de Provas classe de Concursos | Qconcursos.com
- Questões
(Moacyr Scliar)
Durante anos, o homem teve um sonho: queria viajar de avião na primeira classe. Na classe econômica, ele, executivo de uma empresa
multinacional, era um passageiro habitual; e, quando via a aeromoça fechar a cortina da primeira classe, quando ficava imaginando os pratos e
as bebidas que lá serviam, mordia-se de inveja. Talvez por causa disso trabalhava incansavelmente; subiu na vida, chegou a um cargo de chefa
que, entre outras coisas, dava-lhe o direito à primeira classe nos voos.
E assim, um dia, ele embarcou de Nova Délhi, onde acabara de concluir um importante negócio, para Londres. E seu lugar era na primeira
classe. Seu sonho estava se realizando. Tudo era exatamente como ele imaginava: coquetéis de excelente quantidade, um jantar que em qualquer
lugar seria considerado um banquete. Para cúmulo da sorte, o lugar a seu lado estava vazio.
Ou pelo menos estava no começo do voo. No meio da noite acordou e, para sua surpresa, viu que o lugar estava ocupado. Achou que se tratava
de um intruso; mas, em seguida, deu-se conta de que algo anormal ocorria: várias pessoas estavam ali, no corredor, chorando e se lamentando.
Explicável: a passageira a seu lado estava morta. A tripulação optara por colocá-la na primeira classe exatamente porque, naquela parte do
avião, havia menos gente.
Sua primeira reação foi exigir que removessem o cadáver. Mas não podia fazer uma coisa dessas, seria muita crueldade. Por outro lado, ter um
corpo morto a seu lado horrorizava-o. Não havendo outros lugares vagos na primeira classe, só lhe restava uma alternativa: levantou-se e foi
para a classe econômica, para o lugar que a morta, havia pouco, ocupara. Ou seja, ao invés de um upgrade, ele tinha recebido, ainda que por
acaso, um downgrade.
Ali ficou, sem poder dormir, claro. Porque, depois que se experimenta a primeira classe, nada mais serve. Finalmente, o avião pousou, e ele,
arrasado, dirigiu-se para a saída, onde o esperavam os parentes da falecida para agradecer-lhe. Disse um deles, que se identificou como filho da
senhora: “Minha mãe sempre quis viajar de primeira classe. Só conseguiu morta graças à sua compreensão. Deus lhe recompensará”.
Que tem seu lugar garantido no céu, isso ele sabe. Só espera chegar lá viajando de primeira classe. E sem óbitos durante o voo.

Considere o fragmento transcrito abaixo para responder à questão seguinte. Ali ficou, sem poder dormir, claro. Porque, depois que se
experimenta a primeira classe, nada mais serve.(5º§) As palavras ganham sentido no contexto em que estão inseridas. Desse modo, pode-
se concluir que o advérbio “Ali” é uma expressão locativa que faz referência:

A à primeira classe.

B ao avião.

C à classe econômica.

D a Nova Délhi.

E ao aeroporto.

19 Q778307 Português > Morfologia , Numerais


Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: AGERBA Prova: IBFC - 2017 - AGERBA - Técnico em Regulação

Texto
Primeira classe
(Moacyr Scliar)
Durante anos, o homem teve um sonho: queria viajar de avião na primeira classe. Na classe econômica, ele, executivo de uma empresa
multinacional, era um passageiro habitual; e, quando via a aeromoça fechar a cortina da primeira classe, quando ficava imaginando os pratos e
as bebidas que lá serviam, mordia-se de inveja. Talvez por causa disso trabalhava incansavelmente; subiu na vida, chegou a um cargo de chefa
que, entre outras coisas, dava-lhe o direito à primeira classe nos voos.
E assim, um dia, ele embarcou de Nova Délhi, onde acabara de concluir um importante negócio, para Londres. E seu lugar era na primeira
classe. Seu sonho estava se realizando. Tudo era exatamente como ele imaginava: coquetéis de excelente quantidade, um jantar que em qualquer
lugar seria considerado um banquete. Para cúmulo da sorte, o lugar a seu lado estava vazio.
Ou pelo menos estava no começo do voo. No meio da noite acordou e, para sua surpresa, viu que o lugar estava ocupado. Achou que se tratava
de um intruso; mas, em seguida, deu-se conta de que algo anormal ocorria: várias pessoas estavam ali, no corredor, chorando e se lamentando.
Explicável: a passageira a seu lado estava morta. A tripulação optara por colocá-la na primeira classe exatamente porque, naquela parte do
avião, havia menos gente.
Sua primeira reação foi exigir que removessem o cadáver. Mas não podia fazer uma coisa dessas, seria muita crueldade. Por outro lado, ter um
corpo morto a seu lado horrorizava-o. Não havendo outros lugares vagos na primeira classe, só lhe restava uma alternativa: levantou-se e foi
para a classe econômica, para o lugar que a morta, havia pouco, ocupara. Ou seja, ao invés de um upgrade, ele tinha recebido, ainda que por
acaso, um downgrade.
Ali ficou, sem poder dormir, claro. Porque, depois que se experimenta a primeira classe, nada mais serve. Finalmente, o avião pousou, e ele,
arrasado, dirigiu-se para a saída, onde o esperavam os parentes da falecida para agradecer-lhe. Disse um deles, que se identificou como filho da
senhora: “Minha mãe sempre quis viajar de primeira classe. Só conseguiu morta graças à sua compreensão. Deus lhe recompensará”.
Que tem seu lugar garantido no céu, isso ele sabe. Só espera chegar lá viajando de primeira classe. E sem óbitos durante o voo.

Considere as palavras destacadas na frase abaixo e assinale a alternativa em que se indica, respectivamente e de modo correto, sua
classificação morfológica. “Durante anos, o homem teve um sonho: queria viajar de avião na primeira classe.” (1º§)

A numeral e numeral.

B numeral e pronome.
https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/questoes?advanced_filter_toggle_input=on&q=&discipline_ids%5B%5D=1&subject_ids%5… 9/10
C artigo e numeral.
19/04/2019 Questões de Provas - Questões de Concursos | Qconcursos.com
D pronome e numeral.

E artigo e pronome.

20 Q766962 Português > Morfologia - Verbos


Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Provas: IBFC - 2017 - EBSERH - Técnico em Enfermagem (HUGG-UNIRIO) | IBFC - 2017 - EBSERH -
Técnico em Necrópsia - (HUGG-UNIRIO) | IBFC - 2017 - EBSERH - Técnico em Radiologia (HUGG-UNIRIO) | IBFC - 2017 - EBSERH - Técnico em
Farmácia - (HUGG-UNIRIO) | IBFC - 2017 - EBSERH - Técnico em Análises Clínicas - (HUGG-UNIRIO) | IBFC - 2017 - EBSERH - Técnico em
Enfermagem - Saúde do Trabalhador - (HUGG-UNIRIO) | IBFC - 2017 - EBSERH - Técnico em Saúde Bucal (HUGG-UNIRIO) | IBFC - 2017 - EBSERH
- Técnico em Citopatologia - (HUGG-UNIRIO) ...

Considere o fragmento abaixo para responder à questão seguinte.

“Juntando-se as duas mãos de um determinado jeito, com os polegares para dentro, e assoprando pelo buraquinho, tirava-se um silvo bonito
que inclusive variava de tom conforme o posicionamento das mãos.” (2º§)

Os verbos que se encontram na forma nominal de gerúndio contribuem para a representação de uma ação que sinaliza:

A um processo.

B uma interrupção.

C um passado remoto.

D uma possibilidade.

E uma descontinuidade.

Respostas

1: C 2: A 3: A 4: C 5: B 6: A 7: D 8: C 9: E 10: A 11: B 12: A 13: C 14: B


15: A 16: B 17: E 18: C 19: A 20: A

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