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PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ

ORTOCURSO SBOT-RJ / Pé e Tornozelo


CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT
19 de Julho de 2014
NOME: ____________________________________________________________

HOSPITAL: ________________________________________________________

( ) R1 ( ) R2 ( ) R3 ( ) R4 ( ) Não Residentes

1) Na incidência radiográfica oblíqua interna do pé, a borda lateral do terceiro metatarsiano


deve estar alinhada com a borda
a) medial do cuboide.
b) lateral do cuneifome lateral.
c) medial do cuneiforme lateral.
d) lateral do cuneiforme intermédio.
Couglin M, Saltzman C, Anderson R. Mann´s surgery of then foot and ankle. 9a. edição.
Elsevier; 2014. p. 1935.
R=B

2) A lesão do tendão de Aquiles ocorre mais frequentemente


a) no corpo.
b) na origem.
c) na inserção.
d) na junção miotendinosa.
Couglin M, Saltzman C, Anderson R. Mann´s surgery of then foot and ankle. 9a. edição.
Elsevier; 2014. p. 1623.
R=A

3) O ligamento avaliado no teste da gaveta anterior do tornozelo é o


a) deltoide.
b) fibulocalcâneo.
c) tibiofibular anterior.
d) tibiofibular posterior.
Couglin M, Saltzman C, Anderson R. Mann´s surgery of then foot and ankle. 9a. edição.
Elsevier; 2014. p. 1560-1561.
R=C

4) Na fratura de JONES, na região proximal do 5º metatarsiano, a complicação mais comum é a


a) refratura.
b) pseudartrose.
c) necrose de pele.
d) consolidação viciosa.
Browner B, Jupiter J, Levine A, Trafton P. Skeletal Trauma. 4a. ed. Saunders. p. 2712.
R=B
5) No tratamento cirúrgico da fratura do pilão tibial, a redução deve usualmente ser iniciada
pelo fragmento
a) anterolateral.
b) anteromedial.
c) posterolateral.
d) posteromedial.
Rockwood and Green’s - Fraturas em Adulto - Editora Manole - 7ª edição - Volume 2 - página
1958.
R=C

6) Segundo a classificação de LAUGE-HANSEN, a fratura de MAISONNEUVE ocorre em


a) supinação-adução.
b) pronação-abdução.
c) pronação-rotação externa.
d) supinação-rotação externa.
Rockwood and Green’s - Fraturas em Adulto - Editora Manole - 7ª edição - Volume 2 - página
1983.
R=C

7) No tratamento cirúrgico da fratura do colo do tálus, a incidência radiográfica de CANALE &


KELY é útil para avaliar a região
a) lateral.
b) medial.
c) subtalar.
d) faceta posterior.
Rockwood and Green’s - Fraturas em Adulto - Editora Manole - 7ª edição - Volume 2 - página
2024.
R=B

8) Na fratura do calcâneo “em língua”, a fixação deve ocorrer com o pé em posição de


a) pronação.
b) supinação.
c) dorsiflexão.
d) flexão plantar.
Rockwood and Green’s - Fraturas em Adulto - Editora Manole - 7ª edição - Volume 2 - página
2066.
R=D

9) Na fratura triplanar do tornozelo no paciente esqueleticamente imaturo, as radiografias em


AP e perfil exibem, respectivamente, lesão de SALTER-HARRIS dos tipos
a) II e II.
b) II e III.
c) III e II.
d) III e III.
Rockwood and Wilkins – Fraturas em crianças – Manole – Quinta edição - Pág 1130.
R=C
10) Na insuficiência do tendão do tibial posterior, de acordo com a classificação de JOHNSON e
STROM modificada por MYERSON, a rigidez do retropé aparece no estágio
a) I.
b) II.
c) III.
d) IV.
Canale S. T. Campbell's operative orthopaedics. St. Louis: Mosby. 11th Edidtion, page 4783.
R=C

11) Na fascite plantar, mais de 50% dos pacientes apresentam dor


a) unilateral, na origem medial da fáscia plantar.
b) unilateral, na origem lateral da fáscia plantar.
c) bilateral, na origem medial da fáscia plantar.
d) bilateral, na origem lateral da fáscia plantar.
Canale S. T. Campbell's operative orthopaedics. St. Louis: Mosby. 10th ed., p. 4219.
R=A

12) Na instabilidade lateral do tornozelo, a reconstrução ligamentar pela técnica de


BROSTROM-GOULD utiliza como reforço
a) a bainha do tendão do tibial posterior.
b) os tendões dos fibulares curto e longo.
c) o tendão do extensor longo do 4º dedo.
d) o retináculo do tendão do extensor curto dos dedos.
Canale S. T. Campbell's operative orthopaedics. St. Louis: Mosby. 10th ed., p. 2142.
R=D

13) No tratamento cirúrgico do hálux valgo grave, com hipermobilidade da 1a articulação


tarsometatarsal, está mais bem indicada a cirurgia de
a) AKIN.
b) LAPIDUS.
c) CHEVRON.
d) MITCHELL.
Canale S. T. Campbell's operative orthopaedics. St. Louis: Mosby. 10th ed., p. 3919.
R=B

14) O pé diabético apresentando úlcera que ultrapassa o subcutâneo, com exposição óssea, é
classificado por BRODSKY como sendo do grau
a) I.
b) II.
c) III.
d) IV.
Canale S. T. Campbell's operative orthopaedics. St. Louis: Mosby. 11th Edition, page 4700
R= C

15) Na artropatia de CHARCOT, a articulação mais frequentemente acometida é a


a) tibiotalar.
b) interfalangeana.
c) tarsometatarsal.
d) metatarsofalangeana.
Canale S. T. Campbell's operative orthopaedics. St. Louis: Mosby. 10th ed.
R=C
16) No pé reumatoide, a destruição articular ocorre devido à ação das
a) ureases e lipases.
b) proteases e ureases.
c) colagenases e lipases.
d) proteases e colagenases.
Canale S. T. Campbell's operative orthopaedics. St. Louis: Mosby. 10th ed., p. 4086.
R=D

17) No tratamento cirúrgico da metatarsalgia, os procedimentos de partes moles devem ser


associados à osteotomia quando houver instabilidade metatarsofalangeana a partir de
a) 30%.
b) 50%.
c) 60%.
d) 75%.
Canale S. T. Campbell's operative orthopaedics. St. Louis: Mosby. 10th ed., p. 4049.
R=B

18) Na figura abaixo, as estruturas A, B e C correspondem, respectivamente, aos tendões

a) tibial posterior, flexor longo dos dedos e flexor longo do hálux.


b) tibial posterior, flexor longo do hálux e flexor longo dos dedos.
c) flexor longo dos dedos, tibial posterior e flexor longo do hálux.
d) flexor longo dos dedos, flexor longo do hálux e tibial posterior.
Canale & Beaty: Campbell's Operative Orthopaedics, 11th edition, Cap 85
R=A
19) Na figura abaixo, os ângulos A e B estão, respectivamente,

a) normal e normal.
b) normal e aumentado.
c) aumentado e normal.
d) aumentado e aumentado.
Canale & Beaty: Campbell's Operative Orthopaedics, 11 ed., Cap 78.
R=D

20) O teste para instabilidade metatarsofalângica representado na figura abaixo é denominado

a) JACK.
b) JERK.
c) LACHMAN.
d) KELIKIAN-DUCROQUET.
Canale & Beaty: Campbell's Operative Orthopaedics, 11 ed., Cap 80.
R=C
21) A sensibilidade cutânea da região abaixo representada pela letra (E) é suprida pelo nervo

a) sural.
b) safeno.
c) fibular profundo.
d) fibular superficial.
Barros Filho TEP, Lech O. Exame Físico em Ortopedia. São Paulo: Sarvier; p. 272.
R=D

22) Quando o paciente é solicitado para colocar-se na ponta dos pés, o retropé assume a posição
de
a) varo.
b) valgo.
c) rotação interna.
d) rotação externa.
Barros Filho TEP, Lech O. Exame Físico em Ortopedia. São Paulo: Sarvier; p. 288.
R=A

23) A imagem abaixo representa o teste de

a) JACK.
b) MCBRIDE.
c) COLEMAN.
d) KELIKIAN-DUCROQUET.
Barros Filho TEP, Lech O. Exame Físico em Ortopedia. São Paulo: Sarvier; p. 289.
R=A
24) A imagem abaixo evidencia

a) normalidade.
b) hálux valgo leve.
c) hálux valgo moderado.
d) hálux valgo grave.
Canale S.T. Campbell’s operative orthopaedics. St. Louis: Mosby/Manole. 10a ed.
R=C

25) No pé torto congênito, os ângulos representados pelas letras (A) e (B) nas imagens abaixo
encontram-se respectivamente,

a) aumentado e aumentado.
b) aumentado e diminuído.
c) diminuído e aumentado.
d) diminuído e diminuído.
Lovell & Winter’s Pediatric Orthopaedics, 6th Edition, page 1261
R=D
26) No pé cavo, o teste semiológico ilustrado abaixo avalia a flexibilidade do

a) equino do antepé.
b) varismo do retropé.
c) cavismo do mediopé.
d) equino do primeiro raio.
Lovell & Winter’s Pediatric Orthopaedics, 6th Edition, page 1275
R=B

27) No pé metatarso aduto, como representado na imagem abaixo, a posição em que se encontram
mais frequentemente o antepé e o retropé é, respectivamente, em

a) supinação e neutro.
b) pronação e neutro.
c) supinação e valgo.
d) pronação e valgo.
Lovell & Winter’s Pediatric Orthopaedics, 6th Edition, page 1278
R=B
28) No pé plano flexível, a correção do valgismo do retropé no apoio em flexão plantar, como
ilustrado na imagem abaixo, se deve ao efeito “molinete”

a) do tendão do tibial posterior.


b) do tendão do tibial anterior.
c) do tendão do fibular longo.
d) da fáscia plantar.
Lovell & Winter’s Pediatric Orthopaedics, 6th Edition, page 1278
R=D

29) Na coalizão tarsal, a imagem assinalada abaixo pelas setas pretas, vista na incidência em
perfil do pé, representa o sinal do

a) “C” de LEFLEUR da barra talocalcaneana.


b) “bico de tamanduá” da barra talocalcaneana.
c) “C” de LEFLEUR da barra calcaneonavicular.
d) “bico de tamanduá” da barra cacaneonavicular.

Lovell & Winter’s Pediatric Orthopaedics, 6th Edition, page 1295


R=D
30) A alteração vista na imagem abaixo é encontrada na doença de

a) FREIBERG, acometendo mais meninas, de forma unilateral.


b) FREIBERG, acometendo mais meninos, de forma bilateral.
c) KOHLER, acometendo mais meninas, de forma unilateral.
d) KOHLER, acometendo mais meninos, de forma bilateral.

Lovell & Winter’s Pediatric Orthopaedics, 6th Edition, page 1320


R=A