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Curso de Escatologia Bíblica

Estude sobre Escatologia Bíblica e o que acontecerá com a humanidade,


conforme ensinamentos exarados da Bíblia Sagrada, e em especial e livro
de Apocalipse.

INTRODUÇÃO 

ESCATHOS E LOGOS, são duas palavras gregas que constitui o


termo “escatologia”. A primeira palavra quer dizer “últimas coisas” a
segunda “tratado ou estudo”. 
Em resumo, escatologia é o estudo acerca de coisas e eventos futuros
profetizados na Bíblia.
Revelação de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu para mostrar aos
seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e pelo seu
anjo as enviou e as notificou a João, seu servo (Ap 1.1 ARC).

A ESCATOLOGIA BÍBLICA TEM SUAS BASES:


1 - Na Revelação Divina. 
A Bíblia é sem dúvida a revelação da vontade de Deus à
humanidade. Inicialmente, Deus escolheu a semente de Abrão, ou
seja, o povo de Israel, para revelar a sua vontade. Mas tarde Deus
forma um novo povo, a igreja, constituída de judeus e gentios, (Ef
2.11-19). 
A partir de então, a igreja é o alvo da revelação divina. Agora toda
revelação aponta para o futuro e a igreja caminha neste mundo com
uma esperança, pois é identificada como “peregrina e forasteira” 1Pe
2.11. Ela existe por causa da esperança, Rm 5.2; 8.24 Ef 4.4; 1 Ts
4.13. 
Já o mundo pagão é o contrário, pois, se fecha dentro de um fatalismo
histórico, sem expectativas, sem futuro, mas a Bíblia revela o futuro, e
em toda história humana tem sido assunto de interesse constante da
parte do homem, e principalmente neste século.
2 - No Campo da Profecia. 
Os textos proféticos das escrituras tem sido a principal preocupação
do estudo da escatologia. Quando seguimos os princípios de
interpretação, observando o seu contexto histórico e doutrinário, as
verdades proféticas se tornam mais claras e definidas de modo que
passamos a perceber a inerrância e infalibilidade da Bíblia. O
apóstolo Pedro teve o cuidado de explicar essa questão: 2Pe 1.19-21.

TIPOS DE ESCATOLOGIA

QUATRO TIPOS DE ESCATOLOGIA.


Segundo nos apresenta o dicionário Teológico da (CPAD).

1 - Escatologia Consistente:
Termo nascido com Albert Schweitzer, segundo o qual as ações e a
doutrina de Cristo tinham um caráter essencialmente escatológico. 
É certo que Jesus haja se preocupado em ensinar as doutrinas das
últimas coisas aos seus discípulos, todavia sua preocupação básica
era a salvação do ser humano. Além do mais Cristo não exagerou ou
deformou seus ensinos, pois, nele cada conselho de Deus teve o seu
devido lugar.

2 - Escatologia Idealista:
Corrente doutrinária que relaciona a escatologia bíblica às verdades
infinitas. Os que defendem tal posicionamento alegam que a doutrina
das últimas coisas não terá qualquer efeito prático sobre a história da
humanidade. Porém eles se esquecem das profecias que já se
cumpriram.

3 - Escatologia Individual.
Estudo das últimas coisas que fala a respeito exclusivamente do
indivíduo, tratando de sua morte, estado intermediário, ressurreição e
destino eterno. 
Neste contexto, nenhuma abordagem é feita, quer a Israel, quer a
igreja.

4 - Escatologia Realizada.
Ponto de vista defendido por C.H. Dodd segundo o qual as previsões
escatológicas das sagradas escrituras foram todas cumpridas nos
tempos bíblicos. De acordo com o ensino de Dodd, já não nos resta
nenhuma expectativa profética. 
Segundo este equivocado pensamento a segunda vinda de Cristo já
foi realizada, também a grande tribulação e o julgamento final já foi
“consumado. Esse ponto de vista, sem dúvida é contraditório com o
genuíno ensino bíblico.

MÉTODOS DE INTERPRETAÇÃO 

Na história da igreja não é de se admirar o surgimento de


vários métodos de interpretação concernente às escrituras
proféticas, eles têm contribuído para explicações e posições que
obrigam os cristãos a serem mais cautelosos nesse assunto que é
escatologia. 
As ideias mais divergentes têm sido quanto ao arrebatamento da
igreja. Alguns admitem que esse evento ocorrerá antes e outros
creem que se dará no meio da grande tribulação. 
Por isso devemos levar em considerações pelo menos dois métodos
de interpretação.

1 - Método Alegórico ou Figurado.


Quando interpretamos uma profecia bíblica, sem atentarmos para o
sentido real, figurado ou literal, negamos o seu valor histórico, dando
uma interpretação de somenos importância.
Corremos o risco de anular a revelação de Deus naquela profecia.
Tanto as palavras como os eventos proféticos perdem o seu real
significado. 
Quando o sentido de uma profecia é literal e se interpreta
alegoricamente, se está de fato, pervertendo o verdadeiro sentido da
escritura, e na maioria dos casos, é só pretexto particular de pessoas
que procuram um sentido mais profundo espiritual. Por exemplo, os
que interpretam o milênio alegoricamente.
Não acreditam num milênio literal, pois acabam anulando a esperança
da igreja. O apóstolo Paulo ao escrever aos crentes na Galácia,
utilizou-o as figuras ilustrando o texto com fatos literais. Da antiga
dispensação, mas apresentou-as como sombras de eventos futuros,
Aleluia, (Gl 4.21-31).

2 - O Método Literal e Textual


Esse é o método gramático-histórico. Isto é: se preocupa em dá um
sentido literal às palavras da profecia, interpretando-as conforme o
significado ordinário, de uso normal.
Uma vez que cremos na inspiração plena das escrituras através do
Espírito Santo, devemos atentar para o fato de que há textos, que tem
apenas um sentido espiritual, sem que exija, obrigatoriamente,
uma interpretação literal ou uma interpretação figurada. Ambos os
métodos são válidos, mas devem ser utilizados com cuidado não
pouco e muita precisão.
Temos o exemplo bíblico da apresentação de João Batista no texto
de João 1.6, que diz: “Houve um homem enviado de Deus, cujo nome
era João”. Notemos que o texto está falando literalmente de um
homem, cujo nome, de fato era João. 
Os termos empregados referem-se literalmente a alguém fisicamente.
Mas tarde, João Batista, ao identificar Jesus, usou uma linguagem,
figurada quando diz: ”Eis aí o cordeiro de Deus”, João 1.29. Na
verdade Jesus era um homem real e literal, mas João usou a forma
figurada para denotar o sentido literal da pessoa de Jesus.

DOUTRINA DA MORTE 

“Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo,


e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os
homens, porquanto todos pecaram”. (Rm 5.12).
Os mortais sempre evitam falar, ou comentar a respeito da morte,
embora o viver humano encontre na sua jornada e todos os dias é
ameaçado por ela. 
Mesmo sem ser esse, um assunto simpático a humanidade,
entendemos na perspectiva bíblica e escatológica, que a morte é a
maldição divina contra o pecado e só Jesus foi capaz de cravar essa
maldição no lenho da sua cruz no calvário, Aleluia 1Co 15.54-57.

I - SISTEMAS FILOSÓFICOS QUE TRATAM DA MORTE.


1 - Existencialismo.
Preocupam-se com a vida, mas reconhecem a presença da morte
constante na existência humana. 
Os seus filósofos veem a morte como o fim de uma viagem ou como
um perpetuo acompanhamento do ser humano desde o berço até a
sepultura. Para eles, a morte é um elemento natural da vida.

2 - Materialismo.
Não admitem as coisas espirituais. Par eles, tudo é matéria.
Entendem que a matéria é incriada e indestrutível substância da quais
todas as coisas compõem e a qual todas se reduzem. 
Afirmam ainda que, a geração e a corrupção das coisas obedecem a
uma necessidade natural, não sobrenatural, nem ao destino, mas as
leis físicas, portanto, o sentido espiritual da morte não é aceito pelos
materialistas.

3 - Estoicismo.
Os estoicos seguem a ideia fatalista que ensina que a morte é algo
natural e devemos admiti-la sem temê-la, uma vez que os homens não
conseguem fugir do seu destino.

4 - Platonismo.
Platão que foi considerado um dos grandes filósofos grego, não
conseguiu entender a real interpretação a respeito da morte, pois,
ensina que a matéria é má e desprezível, só o espírito é que importa. 
Haja vista que a sabedoria dele não foi suficiente para ajudá-lo a
livrar-se do mau comportamento moral, pois era homossexual ativo
como relata o historiador romano Suetônico. (A bíblia através do
século. Pr. Antônio Gilberto).

RAZÕES BÍBLICAS PARA A MORTE.  


1 - Necrológica.
A palavra nekros (no grego) quer dizer “morto”. Refere-se aquilo que
não tem vida, seja um cadáver ou matéria inanimada. 
Essa palavra tem na sua raiz “nek” o sentido de “calamidade”,
“infortúnio” e passou a fazer parte do vocabulário médico par indicar o
estado de morte de um a pessoa, ou então par significar o processo
de morte em alguma parte do corpo, devido a alguma doença.
Do ponto de vista bíblico, necrológico indica a parte física do homem,
seu corpo (soma), o escritor aos Hebreus fala da separação que a
morte faz entre o corpo e a parte espiritual do homem, quando ele
diz: ”O como aos homens está ordenado a morrerem uma vez; vindo
depois disso o juízo” (Hb 9.27). Esse texto indica que há algo que
sobrevive no homem após a morte, ou seja, após a necrose do seu
corpo.

2 - Antropológica.
Vem de antropos (vem do grego), que quer dizer “homem” para fazer
diferença com os animais irracionais. É o homem criado por Deus com
a capacidade de pensar, sentir, e realizar, (Gn 1.26,27 - 2.7). 
No âmbito na antropologia bíblica o corpo humano aparece como
uma dádiva de Deus ao homem e, por isso, o corpo tem a sua própria
dignidade. 
Do ponto de vista bíblico é dignificado pela sua razão de ser, como
instrumento de serviço e glorificação do criador. 
Por isso, é o templo do espírito de Deus, 1 Co 3.16; 6.19. Portanto,
a razão antropológica nesse sentido refere-se ao que o homem é o
que pensa acerca da morte, como ele a enfrenta e o que sobrevive
dele depois da morte.

3 - Pneumatológica.
Trata-se da parte espiritual do homem. A palavra “pneuma” refere-se
ao espírito. 
Em primeiro lugar valorizamos o corpo físico e a sua dignidade na
existência humana; 
Em segundo, tratamos do homem como ser racional; 
Em terceiro preocupam-nos em revelar o milagre da transformação do
corpo físico do crente em corpo espiritual. 
Nossos corpos materiais e mortais serão ressuscitados em “soma
pneumatikos”, Isto é “corpo espiritual”, 1Co 15.54 - A nossa esperança
é que Cristo ressuscitou primeiro e definitivamente e, assim, ele é o
“primogênito dentre os mortos” Cl 1.18 - Ap 1.5 - A vitória de Cristo
também foi tríplice, ele venceu a morte, o túmulo e o diabo, At 2.24.

4 - Escatológica.
Nessa parte habita a preocupação com a esperança. Qual é a
esperança cristã? 
É a ressurreição dos nossos corpos na vinda do Senhor, a
transformação dos mesmos, se estivermos vivos no arrebatamento da
igreja. 1 Co 15.54.

DOUTRINA DA MORTE

A BÍBLIA REJEITA FALSAS TEORIAS A RESPEITO DA MORTE


ETERNA DOS ÍMPIOS.
1 - Teoria Universalista. Ensina que Deus é bom demais para excluir alguém.
Jesus morreu por todos, por isso todos serão salvos. Ver Hb 12.14; At 16.31;
Mt 11.12; Rm 10.9ss. A bíblia é clara quando nos apresenta a salvação em
Cristo Jesus de forma condicional; se creres, atentarem, permanecer,
perseverar até o fim, obedecerdes.
2 - Teoria Restauracionista. Ensina que Deus, ao final de todas as coisas,
restaurará todas as coisas, e todos, enfim, serão salvos. A bíblia diz: Jo 5.29;
Mt 25.45,46; Ap 20.5.

3 - Teoria do purgatório. Ensina que, quando uma pessoa morre neste


mundo, tem a oportunidade de recuperação num período probatório. Nesse
período, a culpa dos seus pecados cometidos poderá ser aliviada enquanto
aquele pecador paga por seus pecados, tendo, ainda, a ajuda da oração pelos
mortos da parte dos amigos e parentes. A bíblia refuta, Lc 23:43,44; João
14.6, ainda Lc 16.ss. 1 Tm 2.5.

4 - Teoria da Aniquilação. Essa por sua vez, destaca a expressão “eterna


perdição”, e a traduzem por “eterna extinção”. Seus adeptos costumam basear-
se em 2 Ts 1.8,9. Vejamos a palavra “extinguir” no lugar de “aniquilar” dá
uma ideia que contraria a doutrina do castigo eterno como ensinada na bíblia
Mt 25.41... De fato, o sentido real da expressão é de banimento da presença de
Deus, e não de extinção, como a folha de papel se extingue no fogo.

5 - A Bíblia Define a Morte.


 O sentido literal e metafórico da palavra morte.
a - Separação. No grego a palavra morte é thanatos que quer dizer separação.
A morte separa as partes materiais e imateriais do ser humano. A matéria volta
ao pó e a parte imaterial separa-se e vai ao mundo dos mortos, sheol - hades,
onde jaz no estado intermediário entre a morte e a ressurreição, Mt 10.28; Lc
12.4 Ec 12.7 Gn 2.7.
b - Saída ou partida. A morte física é como a saída de um lugar para outro,
Lc 9.31; 1 Pe 1.14-19.
c - Cessação. Cessa a existência da vida animal, física, Mt 2.20.
d - Rompimento. Ela rompe as relações naturais da vida material. Não há
como relacionar-se com as pessoas depois que morrem. A ideia de
comunicação que já morreram não passa de uma fraude diabólica.
e - Distinção. Ela distingue o temporal do eterno na vida humana. Toda
criatura humana não pode fugir do seu destino eterno: Salvação ou perdição,
Mt 10.28, Qual será a opção?
O SENTIDO BÍBLICO E DOUTRINÁRIO DA MORTE.
1- A morte como o salário do pecado (Rm 6.23).
Há muitos anos atrás o império romano pagava os seus soldados com sal. O
documento que permitia a retirada de uma determinada quantidade de sal dos
estoques imperiais tinha o nome latino de “salarium”, o que gerou a palavra
“salário”, em português. Desde o dia de Roma até hoje, quando nos referimos
a um trabalhador que não cumpre os seus deveres de modo adequado, dizemos
que “ele não vale o salário que recebe”. 
Na referência mencionada acima, o apóstolo Paulo usando uma linguagem
figurada, apresenta o pecado como um cruel feitor de escravos que dar a morte
como pagamento. Como pagamento, a morte não aniquila o pecador. Quando
morre, o pecador está ceifando na forma de corrupção aquilo que plantou na
forma de pecado, Gl 6.7,8 / 2 Co 5.10.Portanto a morte física é o primeiro
efeito externo e visível da ação do pecado. Gn 2.17; 1 Co 15.21; Tg 1.15.

2 - A morte é sinal e fruto do pecado.


O homem vive inevitavelmente dentro da esfera da morte e não pode fugir da
condenação. Somente quem tem a Cristo e o aceitou está fora dessa esfera.
Tiago o apóstolo do Senhor, nos mostra a relação entre o pecado e declara que
o pecado frutifica e gera a morte, Tg 1.14-15.

3 - No calvário Cristo venceu a morte.


Cristo conforme a sua palavra e ação na cruz do calvário é a resposta evidente
e independente de quaisquer ideias filosóficas a respeito da morte. Ele é sem
dúvida a única solução para o problema do pecado e a crueldade da morte, Rm
5.17 - Aleluia!

4 - Tipos distintos de morte.


a - Morte Física.
O texto que melhor elucida esta morte é II Sm 14.14, o que acontece com o
corpo morto quando é sepultado? Depois de alguns dias terá se desfeito e
esvaído como águas derramadas na terra. É isso que a morte física acarreta
literalmente.
b - Morte Espiritual.
Este tipo tem duplo sentido na perspectiva bíblica: negativo e positivo. No
sentido negativo, a morte pode ser identificada pela expressão bíblica “morte
no pecado”. É um estado de separação da comunhão com Deus. Significa está
debaixo do pecado, sob o seu domínio.
Ef 2.1-5. O seu efeito é presente e futuro. No presente, refere-se a uma
condição temporal de quem está separado da vida de Deus Ef 4.18. No futuro,
refere-se ao estado de eterna separação de Deus, o que acontecerá no juízo
final Mt 25.46. 
Já no sentido positivo, é a morte espiritual experimentada pelo crente em
relação ao mundo. Isto é: a sua pena do pecado foi cancelada, e agora vive
livre do domínio do pecado Rm 6.14. Quanto ao futuro, o cristão autêntico
terá a vida eterna. Ou seja; A redenção do corpo do pecado Ap 21.27; 22.15.
c - Morte Eterna.
É conhecida na bíblia como a segunda morte, porque a primeira é física Ap
2.11 - identificada como punição do pecado, assunto já anteriormente
argumentado Rm 6.23 - também denominada de castigo eterno é a eterna
separação do homem da presença de Deus, nesse a bíblia afirma que fica
impossibilitado o arrependimento e o perdão Mt 25.46. 
Os ímpios, depois de julgados, receberão a punição da rejeição que fizeram a
graça de Deus e, serão lançados no geena (lago de fogo) Ap 20.14-15; Mt
5.22,29-30; 23.14-15,33. Restringe-se a penas aos ímpios, At 24.15. As falsas
teorias que já citamos anteriormente rejeitam esse ensino real da bíblia

A Morte é para o Cristão: A porta que se abre para o céu de glória. Quando
o cristão morre, ele descansa, dorme 2 Ts 1.7. Além de tudo a morte significa
para o crente salvo, a vitória, ganho segundo a bíblia. A palavra de Deus ainda
afirma que para os salvos em Cristo a morte é agradável aos olhos do Senhor,
Sl 116.15. Diz também, que o morrer em Cristo é estar “presente com o
Senhor” 2 Co 5.18 Aleluia!!

ESTADO INTERMEDIÁRIO DOS MORTOS

ARGUMENTOS ACERCA DO ESTADO INTERMEDIÁRIO DOS


MORTOS
O estado intermediário representa um lugar espiritual fixo onde as
almas e os espíritos dos mortos aguardam a ressurreição de seus
corpos, para apresentarem-se, posteriormente, perante o supremo
juiz.

1 - Argumento Bibliológico. 
A maioria dos israelitas, porém olhava para a vida com uma atitude
positiva (Sl 128.5-6). O suicídio era extremamente raro, e uma vida
longa era considerada uma bênção de Deus (Sl 91.16). 
A morte trazia tristeza, usualmente expressada com lamentações em
voz alta e com luto profundo (Mt 9.23; Lc 8.52). “Os costumes
israelitas de sepultamento eram diferentes daqueles praticados pelos
povos em derredor. 
Os túmulos dos Faraós ficavam repletos de móveis e de muitos outros
objetos visando proporcionar-lhes o mesmo nível de vida no além. Os
cananitas colocavam uma lâmpada, um vasilhame de óleo e um vaso
de alimentos no esquife de cada pessoa sepultada. Os israelitas
agiam de outra forma. 
O corpo, era envolvido em pano de linho, usualmente ungido com
especiarias, era simplesmente deitado no túmulo ou enterrado numa
cova. 
Isso não significa, porém, que não acreditassem na vida. Falavam
ainda, da ida do espírito a um lugar que, em hebraico, era
chamado “Sheol”, às vezes, mencionavam a presença de Deus.
(sobre sheol falaremos um pouco mais adiante).

2 - Argumento Histórico. 
É certo que a questão da vida além-morte não está fundamentada
apenas em teorias e conjecturas filosóficas, se fosse assim ela já teria
desaparecido. A própria experiência da humanidade tem se tornado e
provado a crença na imortalidade.

3 - Argumento Teleológico. 
Procuram provar que a vida do ser humano tem uma finalidade além
da própria vida física. Há algo que vai além da matéria de nossos
corpos, é a parte espiritual. 
Quando Jesus Cristo aboliu a morte e trouxe à luz a vida e a
incorrupção, estava, de fato, desfazendo a morte espiritual e
concedendo a vida eterna, a imortalidade (2 Tm 1.10). 
A vida humana tem uma finalidade superior, uma razão de ser, um
desígnio. Com isso fica claro e evidente que, a nossa vida humana
tem um propósito elevado, além de renovar a nossa esperança de
estar para sempre com o Senhor.      

4 - Argumento Moral. 
Dentro de cada ser humano, existe um governador moral chamado
consciência que rege as suas ações. Sua existência dentro
do espírito humano indica sua função interna, como um sensor
moral, aliado à soberania divina.

5 - Argumento Metafísico. 
Os elementos imateriais do ser humano, denunciam o sentido
metafísico que compõe a sua alma e espírito. Esses elementos são
indissolúveis; portanto, como evitar a realidade da vida além-morte? É
possível! A palavra imortalidade no grego é “Athanasia” e significa
literalmente ausência de morte. 
No sentido pleno, somente Deus possui vida total, imperecível e
imortal (1 Tm 1.7). Ele é a fonte de vida eterna e ninguém mais pode
dá-la. No sentido relativo, o crente possui imortalidade conquistada
pelos méritos de Jesus no calvário (1 Tm 1.8-12).

TEORIAS ANTI-BÍBLICAS, ACERCA DO ESTADO


INTERMEDIÁRIO.
1 - Teorias Reencarnacionista. 
Várias religiões, por causa do seu conceito cíclico da história, ensinam
à reencarnação. Segundo essa doutrina a pessoa recebe uma nova
identidade, e nasce noutra vida como animal, um ser humano, ou até
mesmo um deus. 
Sustentam que as ações da pessoa geram uma força, karma, que
exige a transmigração das almas e determina o destino da pessoa da
próxima existência. Também gostam de usar o texto de Lucas
16.22,23, para afirmarem que os mortos podem ajudar os vivos. 
Mas Jesus ao ensinar sobre o assunto, declarou que era impossível
que Lázaro ou algum outro que estivesse no paraíso saísse do lugar
para entregar mensagem aos familiares do rico. Jesus disse que os
vivos tinham “a lei e os profetas” isto é, eles tinham as escrituras. 
Usam também equivocadamente (Jo 3.3)  e outros textos bíblicos
isolados para alimentarem as suas distorcidas opinião sobe esse
assunto (vida além - morte). 
Na verdade o estado intermediário não é um lugar de migrações e
perambulações espaciais como afirma os reecarnacionistas ou
espirituais como também são conhecidos. A bíblia refuta (Dt 18.9-14;
Jó 7.9,10; Ec 9.5-6; Lc 16.31)

2 - Teoria do Purgatório. 
Heresia essa criada e defendida pelos católicos romanos para
identificar o sheol-Hades, que segundo eles é um é lugar de prova e
proporciona uma segunda oportunidade, para as almas daquelas
pessoas que não conseguiram se purificarem o suficiente para
galgarem o céu. 
Afinal se a doutrina do purgatório fosse uma realidade, então a obra
de Cristo não teria sido completa. Se alguém quer garantir sua
salvação precisa garanti-la em vida física. Depois da morte, só resta à
ressurreição (Jo 5.28-29).

3 - Teoria Limbus Patrum. 


O vocábulo Limbus significa borda, orla. A ideia é paralela ao
purgatório e foi criada pelos católicos romanos para denotar um lugar
na orla ou borda do inferno, onde as almas dos antigos santos ficavam
até a ressurreição. 
Ensina ainda essa igreja que Limbus Patrum (pais) era aquela orla do
inferno onde Cristo desceu após sua morte na cruz, para libertar os
pais (santos do A.T). 
Do seu confinamento temporário e leva-los em triunfo para o céu.
Identificam o “seio de Abraão) como sendo limbus patrum (Lc 16.23).
Assim não existe uma orla para os pais (santos antigos) também não
existe limbus patrum na bíblia.
4 - Teoria limbus Infantus. 
A palavra infantus refere-se à criança. Na doutrina romana, havia no
sheol-hades um lugar especial de habitação das almas de todas as
crianças não batizadas. 
Segundo essa doutrina, nenhuma criança não batizada pode entrar no
céu. Por outro lado, é inaceitável a ideia do limbus infantus como um
lugar de prova, também para crianças.

A VERDADEIRA DOUTRINA BÍBLICA DO ESTADO


INTERMEDIÁRIO.
1 - Habitação Espiritual fixa e temporal. 
Biblicamente falando, o estado intermediário é um modo de existir
entre a morte física e a ressurreição final do corpo sepultado. 
No Antigo Testamento esse lugar é identificado como sheol (no
hebraico), e no Novo Testamento como hades (no grego os dois
termos dizem respeito o reino da morte (Is 18.5; 2 Sm 22.5,6). 
É lugar espiritual em que as almas e espíritos dos mortos habitam
fixamente até que seus corpos sejam ressuscitados, para a vida
eterna ou para a perdição eterna. 
É o estado das almas e espíritos, fora dos seus corpos, aguardando o
tempo em que terão de comparecer perante Deus.

2 - É um Lugar de Consciência ativa e ação racional. 


Mais uma vez enfatizamos aqui, o que Jesus descreveu sobre a
conversa do rico Lázaro (Lc 16.19-31). 
Em consonância como assunto, o apóstolo PAULO descreve-o no que
se refere aos salvos, como um lugar comunhão com o Senhor (2 Co
5.6-9; Fp 1.23). A bíblia denomina-o como um lugar de consolação
“seio de Abraão” ou “paraíso” (Lc 16.22-25; 2 Co 12.2-4).
Se fosse um lugar neutro para as almas e espíritos dos mortos, não
haveria razão para Jesus identifica-los com os nomes que deu. 
Da mesma forma, “o lugar de tormento” não teria razão de ser, se não
houvesse consciência naquele lugar. Rejeita-se segundo a bíblia, a
teoria de que o sheol-hades é um lugar de repouso inconsciente.
A bíblia fala dos crentes falecidos como os “que dormem no Senhor
(1 Co 15.6; 1 Ts 4.13), e isto não se refere a uma forma de dormir
inconsciente, mas de repouso, de descanso. As atividades existentes
no sheol-hades não implicam que os mortos possam sair daquele
lugar, mas que estão retidos até a ressurreição de seus corpos para
apresentar-se perante o Senhor (Lc 16.19-31; 23.43; At 7.59)

3 – Sheol/Hades. Antes e Depois do Calvário.


a) Antes do Calvário.
O Sheol/hades dividia-se em três partes distintas.
1ª Parte - Paraíso - Seio de Abraão - Lugar de Consolação / Lc 16.22-
25.
2ª Parte - Abismo - Lugar de trevas - Prisão eterna. Lá podem ter sido
aprisionados os anjos caídos - Lc 16.26 / 2 Pe 2.4 / Jd 7. Onde não há
contato com esses espíritos caídos.
3ª Parte - Parte dos ímpios - Lugar de tormentos - Lc 16.23. Onde se
encontra o rico depois de sua morte.

b) Depois do Calvário
Houve uma mudança dentro do mundo das almas e espíritos dos
mortos após o evento do calvário Ef 4.9-10 / Ap 1.17-18. 
A parte do “paraíso” foi translada para o terceiro céu, na presença de
Deus, 2 Co 12.2,4. Separando-se completamente das partes inferiores
onde continuam os mortos. 
Quanto a mudança do paraíso para o terceiro céu, somente os justos
gozam deste estado de gozo inexplicável. Aleluia!

ARGUMENTO TEOLÓGICO
A palavra “paraíso” é de origem persa e significa uma espécie de
jardim, usada simbolicamente quanto ao lugar dos justos mortos. 
No paraíso, Lázaro podia conversar com o rico que ali sofria o
tormento dos ímpios, havendo entres eles um “abismo” instransponível
(Lc 16.18-31). Depois de sua morte Jesus esteve “três dias e três
noites” no coração da terra. Paulo descreve esse lugar como as
regiões inferiores da terra (Ef 4.9).
Portanto entendemos que o paraíso em que Jesus e o malfeitor (agora
convertido) entraram estava no coração da terra. Foi nessa descida no
hades, que Cristo efetuou uma grande e permanente mudança na
região dos salvos, isto é, nas condições dos justos mortos. 
Ali Jesus anunciou a sua vitória aos espíritos retidos. Conforme disse
o apóstolo S. Pedro (1 Pe 3.18-20). A palavra usada no original
implica em anunciar, comunicar, não pregar, como se entende em
homilética.  

DOUTRINA DA RESSURREIÇÃO DOS MORTOS

A RESSURREIÇÃO EM SÍNTESE
A ressurreição dos mortos é obra especifica de Deus, e diz respeito
à revivificação dos corpos físicos. Essa doutrina está baseada
essencialmente sobre o fato da ressurreição de Cristo. 
O mestre além de enfatizar essa doutrina ele deu um sentido especial
(Jo 5.28,29) - Deixando claro que não haverá uma única, geral e
simultânea ressurreição para os mortos, e assim, que acontecerá
em duas fases distintas: Ressurreição dos justos e a dos ímpios.

1 – Ressurreição no sentido original. 


Duas palavras gregas (anastasis e Egeiró). Indicam; Tornar a vida,
levantar, erguer-se despertar, acordar.

2– Sentido Doutrinário
a) Outorga a vida que havia se extinguido fisicamente. É também
o ato daquilo que havia estado no sepulcro.
Às vezes aparecem na bíblia com a expressão “ressurreição dos
mortos” (1 Co 15.12-13, 21,42). Que se refere a uma ressurreição
geral, de justos e ímpios.
 b) Ressurreição dos Justos.
Traduz por ressurreição de entre os mortos, que quer dizer os mortos
tirados do meio de outros mortos.

RESSURREIÇÃO NO ÂMBITO GERAL DA BÍBLIA


1 - Vários personagens do Antigo Testamento mostram sua
crença e confiança na ressurreição.

 Abraão acreditava - Gn 22.5; Hb 11.17-19.


 Jó declarou confiança no ato - Jó 19.25-27.
 Um dos filhos de Core - Sl 49.15.
 Isaías acreditava e profetizava a respeito - Is 26.19
 Daniel também declarou sua crença - Dn 12.2-3.
 Oséias fez o mesmo - Os 13.14.

2 - No Novo Testamento também houve vários personagens que


abordaram sobre o assunto.

 O próprio Jesus ensinou - Jo 5.28-29; 6.39-40 44,54; Lc


14.13,14; 20.35,36.
 Ensinada pelos apóstolos e pais da igreja primitiva - At 4.2.
 Paulo pregou em Atenas, na Grécia sobre esse assunto e
repetiu aos filipenses At 17.18; Fp 3.11. 1 Co 15.20. 1 Ts 4.14-
16. Perante o governador Félix At 24.15.
 O apóstolo João relatou e ensinou sobre o assunto - Ap 20.4-6.

3 - Alguns exemplos de ressurreição literais da bíblia.


a) Antigo Testamento. 
O filho da mulher sunamita 2 Rs 4.32-37.
Quando um grupo de moabitas, para fugir de uma perseguição
inimiga, lançou o seu morto na cova onde estava os restos mortais do
profeta Elizeu - 2 Rs 13.20-21.0.
b) No Novo Testamento.
A filha de Jairo - Mt 9.24-25
O filho da viúva de Naim - Lc 7.13-15.
O amigo de Jesus, Lázaro - Jo 11.43-44.
O próprio Jesus venceu a morte e reviveu - Lc 24.6.
Corpos dos santos mortos anteriormente ressuscitaram e foram vistos
em Jerusalém Mt 27.52-53. E o mais interessante que isso aconteceu
depois da ressurreição de Jesus Cristo.
Posteriormente Pedro orou e o Senhor fez reviver a Dorcas At 9.37-
40,41.

TIPOS DE RESSURREIÇÃO
1 - Nacional. 
É em linguagem metafórica, a restauração e renovação do povo de
Israel em termos políticos, materiais e espirituais (Dt 4.23-30; 28.62-
64; Lv 26.14-25; Ez 11.17; 36.24,28; 37.21; Jr 24.6).
Terá o seu cumprimento cabal, na vinda pessoal do Messias, o
Senhor Jesus (Zc 14.1-5).

2 - Espiritual. 
Também no seu sentido metafórico a um renascimento espiritual dos
que, tendo estado mortos em delitos e pecados (Ef 2.1). Foram
vivificados espiritualmente (Rm 6.4). 
Quanto ao sentido literal tange a ressurreição corporal. O aspecto
físico diz respeito a ressurreição dos corpos levantados da sepultura,
os quais sofreram uma metamorfose, isto é, uma transformação do
físico para o espiritual - 1 Co 15.52; 1 Ts 4.17-17.

3 - Física. 
Esse tipo de ressurreição é distinguido sob dois ângulos: O temporal e
o escatológico. No sentido temporal, temos o exemplo de pessoas que
morreram, foram sepultadas, e pelo poder de Deus ressuscitou:
Posteriormente, voltaram a morrer (2 Rs 4.32-37; Mt 9.24-25). 
No sentido escatológico, tanto os justos quantos os ímpios vão
ressuscitar fisicamente. Os justos levantar-se-ão dos seus sepulcros
na vinda do Senhor (1 Co 15.44-52; Jo 5.29). Os ímpios se levantarão,
não com os santos, mas no fim de todas as coisas, no juízo final (Ap
20.11-15).

EXPLICAÇÃO SOBRE A RESSURREIÇÃO DOS JUSTOS E A DOS


IMPIOS.
1 - Primeira Ressurreição
a) Quanto ao tempo. 
Divide-se em três fases distintas. 
A primeira fase refere-se a ressurreição de Cristo e de muitos santos
do Antigo Testamento, identificados como as “primícias dos mortos’ (1
Co 15.20; Mt 27.52-53). Jesus e aqueles santos ressurretos são o
primeiro molho de trigo colhido (Lv 23.10-12; 1 Co 15.23).
Jesus foi o grão de trigo que caiu na terra, morreu, e produziu muito
fruto (Jo 12.24), isto é, aquele grupo de pessoas (Mt 27.52-53).
A segunda refere-se à ressurreição dos mortos em cristo na era
neotestamentária, a qual se efetuará no chamamento especial por
ocasião da volta do Senhor Jesus sobre as nuvens (1 Co 15.51-52; 1
Ts 4.14-17 - Essa ressurreição está relacionada a colheita geral;
A terceira fase da primeira ressurreição refere-se aqueles mortos no
período da grande tribulação, os quais são chamados de “mártires da
grande tribulação’. Refere-se ao restolho da ceifa, isto é: as respigas
da colheita (Ap 6.9-11; 7.9-19; 14.1-5; 20.4-5).

b) A natureza dos corpos ressurretos. 


Não importa como os corpos foram sepultados, se em covas na terra,
ou em fundo dos mares e rios, queimados. Na realidade os mesmos
corpos mortos serão ressuscitados. Já no caso dos mortos em Cristo,
seus corpos serão transformados (1 Co 15.35-38) - iguais ao corpo
ressurreto de Cristo (Ap 3.21). 

2 - A Segunda Ressurreição
a) Quanto tempo. 
Já abordamos anteriormente que Jesus distinguiu as duas
ressurreições: A DOS JUSTOS E A DOS ÍMPIOS (Jo 5.28-29). 
Alguns interpretes entendem a ressurreição dos mortos como um só
evento, num mesmo tempo. Declaram que a única distinção é que
“uns ressuscitam para a vida” e outros “para a perdição”. 
Essa teoria não pode nem merece crédito, pois no estudo mais
cuidadoso percebemos que haverá um intervalo entre duas
ressurreições (a dos justos e a dos ímpios) como já explica dentro
desse assunto.

b) A Natureza dos Corpos Ressuscitados dos Ímpios. 


Quanto à ressurreição o processo será o mesmo que o dos justos.
Seus corpos terão todas as partículas físicas reunidas e
transformadas em corpos espirituais, mas sem qualquer glória. 
A semelhança dos justos no hades, as almas e espíritos se unirão aos
seus corpos sepultados para serem julgados por suas obras (Ap
20.12; Dn 12.2). 
Nenhuma glória, nenhuma beleza, mas totalmente inglório, para que
sejam prestadas as contas perante o supremo Juiz (Hb 4.13; 9.27; Rm
2.5,6.

c) O Estado Final dos Ímpios. 


Os ímpios ressuscitarão para uma “segunda morte’ não significa
aniquilamento, mas banimento da presença de Deus (1 Ts 1.9). 
Esse banimento implica que todos os ímpios serão lançados em
Geena, chamado “lago de fogo” (Mt 25.41,46) - Que arde
continuamente com fogo inapagável. O tormento eterno (Ap 14.10,11).
CINCO ASPECTOS DA NATUREZA DA RESSURREIÇÃO
1 - Seletiva e não Discriminativa. 
Deus não seleciona raça, nação, tribo ou classe social para a
salvação. Porém, a ressurreição será seletiva em relação aos que
fazem parte da primeira e os da segunda, ou seja, ela será seletiva
quanto ao modo como se processará.

2 - A Ressurreição será Universal. 


Porque os justos e injustos hão de ressuscitar (Jo 5.28,29; At
21.14,15). A bíblia descreve esse fato como a “ressurreição dos
mortos” que tem um caráter geral.

3 - A Ressurreição na sua Duplicidade. 


(Será dupla) - porque se trata da distribuição dos justos e dos ímpios
(Jo 5.29; Dn 12.2; Ap 20.13-15). Os justos participarão da primeira
ressurreição. Os ímpios por sua vez participarão da segunda
ressurreição (Ap 20.13-15).

4 - A Ressurreição Literal e corporal. 


Jesus ressuscitou corporalmente, por isso, o seu corpo ressurreto,
mesmo estando revestido de espiritualidade, podia ser tocado e visto
(Lc 24.39; At 1.9-11). 
Quando a bíblia fala de “corpo espiritual” não anula a realidade da
ressurreição de um corpo material, porque o mesmo será revestido de
um corpo espiritual (1 Co 15.42).

5 - A Ressurreição é Obra da Trindade Divina. 


Há uma relação triuna na obra da ressurreição. Há textos bíblicos que
atribuem à ressurreição a Deus, sem especificar qual a pessoa da
trindade (Mt 22.29; 1 Co 1.9). 
Algumas vezes a obra da ressurreição é atribuída ao filho Jesus (Jo
5.21-25,28,29; 6.38-40,44,54; 1 Ts 4.16). Outras vezes, temos a
mesma obra atribuída ao Espírito santo (Rm 8.11). Não há divisão,
nem competição entre as três pessoas da trindade.

SINAIS DA VINDA DE CRISTO

RELAÇÃO DE SINAIS NA BÍBLIA


1 - Sinais precedidos por Deus desde a criação de todas as
coisas. Gênesis 1.14 - muitos acontecimentos relatados na bíblia
estão precedidos por sinais, como:

 Deus pôs um sinal em Caim Gn 4.15.


 Houve um sinal de aliança de Deus com os homens nos dias de
Noé - Gn 9.12-13.
 Deus ao encorajar Moisés, usa sinais - Ex 4.8.
 O fogo consome duzentos e cinquenta homens que se opõem a
Moisés, sendo assim como um sinal em que Deus estava com
Moisés - Nm 26.10.
 Doze pedras foram por sinal em que Deus fez Josué e todo o
seu povo passar o Jordão de pé enxuto - Js 4.6.
 Gideão pede um sinal - Jz 6.17. 
 Sinal na profecia contra a casa de Elias -  Sm 2.34
 Na profecia do nascimento de Josias, houve um sinal quando o
profeta predisse - 1 Rs 13.3.
 Isaías fala de um sinal para o nascimento de Cristo - Is 7.14.
 Sinal de castigo nos dias de Jeremias - Jr 44.9.
 Ezequiel, um profeta enviado por Deus a casa de Israel por sinal
- Ez 12.6.
 Até o rei Nabucodonozor reconheceu sinais de Deus - Dn 4.2,3.
 JESUS enfatiza o sinal do profeta Jonas no ventre do peixe,
semelhante ao estado do seu corpo físico entre a sua morte e
ressurreição - Mt 12.39.
 Haverá sinais para os que crerem no nome de Jesus - Mc 16.17.
 Os discípulos indagam a respeito da vinda de Cristo e do fim do
mundo, e o mestre Jesus responde relatando sobre os sinais -
Mt 24.3.

CATEGORIAS DE SINAIS QUE PRECEDERÃO A VINDA DE


CRISTO.

 Sinal Histórico - No ano 70 d.C. O general Tito com seus


exércitos entrou em Jerusalém e destruiu tudo, inclusive o
templo.de fato, não ficou pedra sobre pedra. Mt 24.1,2.
 Sinais Atuais - Principio de dores - A angustia na terra - Mt
24.8; Lc 21.25.
 Sinal em Cima no Céu. Espanto, fumaça, fofo, trevas, sangue.
At 2.19; Jl 2.30,31; Lc 21.11.
 Sinais na Terra - O véu do templo se rasga - Mt 2.6,7,
terremotos - rumores de guerras. Os mortos ressuscitam. Mt
27.51; At 2.19; Fumaça, sangue, fogo. Lc 21.11,12.
 Sinais na Vida Religiosa - Falsos cristãos - tomentos, mortes,
ódio, por causa do nome de Cristo. Mt 24.5,9,10.
 Esfriamento do amor a Cristo. Lc 1.12; Ap 6.9-11. Falsos
profetas Mt 24.11.
 Sinais na Vida Social - Os povos desaparecidos
comprometidos mais com os prazeres terrenos Lc 17:26-28. Mt
24.37,38.
 Ricos opressores prantearão e chorarão as suas riquezas -
escândalos, traição, aborrecimentos Tg 5.1-6; Mt 21.10.
 Sinal Entre as Nações - Nação contra nação e reino contra
reino Mt 24.7.
 Sinal na Vida Física. Pestes, fomes, princípios de dores Mt
24.7,8.
 Sinais na Vida Moral - Corrupção e degradação do gênero
humano como nunca visto. Violência, pornografia, ameaças ao
casamento. Lc 17.28-30; 2 Tm 3.1-9; 1 Tm 4.3.
 Sinal entre o povo de Deus - Esfriamento espiritual
acompanhado da apostasia - Comodismo, egolatrismo espiritual
- Distorções doutrinárias, etc.
 O ÚLTIMO SINAL - O evangelho do reino será pregado em todo
o mundo, em testemunho as todas as gentes, então virá o fim.
Mt 24.13,14.

EM DESTAQUE, DOIS SINAIS CONCRETOS DA VINDA DO


SENHOR INDICADOS EM MT 24.7 E EM LC 21.11
1 - A Possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial. 
Os poderes químicos, bélicos e atômicos de algumas nações, são
assustadores. Antes de uma catástrofe mundial, certamente o Senhor
virá e arrebatará a sua igreja.

2 - A Produção de alimentos está comprometida. 


Por causa de alimentos químicos e outros, em decorrência da
ganância e da falta de temor a Deus. Só no século 20 a estatística
mundial apresenta mais de 6.500 terremotos que muito tem
contribuído para a falta de alimentos.

O RELÓGIO ESCATOLÓGICO

 Israel é o eixo central do programa escatológico divino.


 Predição sobre a dispersão de Israel Lv 26.33,36, 37.
 As promessas de Deus ao pai da nação israelita, Abraão. Gn
12.1,2, 7; 17.8.
 Deus continua fiel as suas promessas Dt 7.9; 32.9-11; Sl 89.1.
 Predição da volta de Israel à sua terra Jr 24.6; Ez 36.24,28.
 A promessa de restauração material e espiritual de Israel Am
9.14,15; Jl 2.28-32; Ez 34.27,28.
 A restauração de Israel no “dia da angustia de Jacó” Ez 37.21-
28; jr 30.9; Ez 34.23; 5.3,5.
 E disse-lhe uma parábola: “Olha para a figueira e para todas as
árvores. Quando já começam a brotar, vós sabeis por vós
mesmos, vendo-as, que perto está o verão” Lc 21.27,30.

DISPERSÃO E REGRESSO DE ISRAEL.


Dispersão em agosto de 586 a.C. Nabucodonozor, rei da Babilônia,
destruiu Jerusalém e o templo com fogo e exilou o povo na Babilônia,
lembrando que o mesmo já havia levado uma boa parte dos judeus
cativos. 2 Rs 24.20: 25.21: Jr 32.24. A partir dessa data (586) é que se
contam os setenta anos de cativeiro de Israel na Babilônia.
REGRESSO - O retorno se deu pelo edito de Ciro (Ez 1.1-4) e
Artaxexes (Ed 7) e foi considerado os setenta anos só depois da
construção e dedicação do templo em (516 a.C). 
Segundo alguns estudiosos este acontecimento tem alguma relação
com as setenta semanas de Daniel (Dn 9.24). Pois ainda veem um
cumprimento parcial pelo estabelecimento do estado moderno de
Israel, em 1948. Sendo assim, nesse âmbito a profecia terá finalmente
o seu cumprimento no reino milenial.

DUAS REUNIÕES IMPORTANTES NA TERRA DE ISRAEL.


1 - A Primeira. 
Diz respeito ao sentimento de volta ao lar que tiveram todos os
israelitas dispersos pelas nações. Esse sentimento se tornou forte
com o movimento sionista iniciado em 1897 por Teodoro Herzl. Pouco
a pouco, sistematicamente, o povo começou a voltar. 
Não era simplesmente um sentimento de homem ou de um povo, e,
sim, um impulso do Espírito de Deus na mente e no coração de cada
judeu disperso, cumprimento da palavra de Deus (Jr 24.6; Ez 36.24-
28). 
Em 1948, Israel já estava bem instalado na Palestina e a sua
proclamação pela ONU como Estado foi o clímax da efetivação da
promessa divina quanto ao seu retorno.

2 - A Segunda. 
Acontecerá no futuro próximo por ocasião da “angustia de Jacó”,
conhecida como a grande tribulação (Ap 16.12-21). 
Esse evento será terrível para Israel e estará mobilizado para a
grande batalha do Armagedom. Os governantes da terra estarão
reunidos com seus exércitos e armas destrutivas para o maior
combate já registrado no cenário da história humana. 
Talvez seja a terceira guerra mundial, haja vista que se acontecer pelo
domínio do próprio homem, não sobrará ninguém nem que seja para
contar a história, devido à evolução cientifica e tecnológica, mas nesse
dia Cristo assumirá o comando e lutará por Israel.

A DESTRUIÇÃO PROGRESSIVA DO POVO DO NORTE


1 - Os textos de Ezequiel 38-39 e Jl 2.20 tratam a respeito da
profecia bíblica sobre um bloco de nações ao norte de Israel.
Por causa das etnias dos povos que habitam aquela região vários
nomes geográficos podem ser identificados.
Magogue, Meseque, e Tubal - Regiões ocupadas pelos antigos citas e
tártaros, as quais hoje correspondem à Rússia. O nome Meseque
converteu-se em Moscou mou Moskua. (Ez 38.2,3)
TUBAL - É moderna cidade Russa de tobolsk em (Ez 38.2). Temos a
palavra “chefe” tradução do termo rosh, dando ideia do nome Rússia.
NAS NAÇÕES ALIADAS - Gômer, Togarma, (Ez 38.6) Gômer veio a
ser Germânia (atual Alemanha) e Togarma corresponde a Armênia e a
Turquia. Em (Ez 38.5). Destacam-se os Persas, os Etíopes e Pute.
Hoje os Persas são o Irã, Os Etíopes a Etiópia e, Pute a Líbia.

2 - Queda e Ressurgimento da Confederação do Norte


É bom entendermos que a queda da União Soviética não significa que
a profecia tenha perdida a validade. Na verdade, essa potência
mundial está se levantando e mostrando sua força, quando se esforça
para participar das conversações de paz entre Israel e os países
árabes, as quais ela sempre apoiou. 
Ela perdeu o seu poder sobre o aludido bloco das nações, e alguns
estudiosos interpretam essa queda como algo para acontecer em
plenitude no futuro. Parte dessa profecia já começou a ter o seu
cumprimento porque a Rússia caiu como potência econômica.

3 - A Confederação do Norte Combaterá a Besta na Grande


Tribulação.
Segundo a profecia estudada, o líder de Gogue, colocará seus
exércitos contra a autoridade da besta, ou seja, o anticristo (Ez 38.2-
6). Gogue chefe da terra invadirá a terra de Israel nos últimos dias (Ez
38.8-16) - provavelmente no período da grande tribulação. Os motivos
principais para a invasão do “rei do Note” estão expostos em (Ez
38.11,12). 
A ideia de “tomar o despojo e arrebatar a presa” não é difícil entender
pelo fato de a antiga União Soviética ter perdido seus principais
intelectuais e cientistas (na maioria judeus), os quais retornaram para
Israel. 
Diz a bíblia que esse invasor será destruído pela internação divina (Ez
38.20). Nos montes de Israel (Ez 39.4). Não tem nada a ver com a
batalha do Armagedom e a guerra no início da “semana profética” de
Daniel (Dn 9.27). A batalha do Armagedom se dará no final da
“semana” e o seu líder será o anticristo (Zc 12.3).

RESSURGIMENTO DO ANTIGO IMPÉRIO ROMANO


Textos Dn 2.33,34, 44; 9.24-27; 7.7,8 24,25; Ap 13.3,7, 17; 12,13.
Relativos à profecia sobre uma confederação de nações formadas na
área geográfica do antigo império Romano.
1 - O Sentido Duplo da Interpretação.
Essa profecia, numa parte refere-se literalmente aquelas nações
adjacentes ao mediterrâneo, as quais formavam o núcleo do império
romano e, na outra parte, figuradamente referem-se apenas as
características daquele império. Tal como existiu o império Romano,
também, se levantará um da mesma forma dentro da realidade atual.

2- A União europeia, Uma Sombra do Antigo Império Romano.


Especula-se muito sobre a atual União Europeia como um retrato
dessa confederação profetizada. Não temos base consistente na bíblia
para afirmar positivamente. Mas não podemos evitar o fato de que as
características dessa confederação profetizada (Dn 2.33,34, 44),
conferem com a profecia de Daniel. 
É perigo fazer suposições e estabelecê-las como fatos. Por isso, o
aconselhável é ficarmos dentro dos limites impostos pela profecia
bíblica. Até porque a evidência dos sinais da vinda do Senhor JESUS
em nossos dias é fortalecida pela certeza profética e do seu
cumprimento.

Sem Dúvida, Israel é a Figueira Brotando.

O ARREBATAMENTO - Parte 1

Referências 1 Ts 4.13-18; Jo 14.3.


DEFINIÇÃO
No português vem do verbo “arrebatar”, no latim “raptar” da
palavra “raptus”, ambas significa tirar com força. No grego vem do
verbo “harpazo” significa rapidez, algo repentino, e encontramos
várias palavras relativas ao arrebatamento, mas destacaremos duas
palavras principais:

1. Parousia: Literalmente quer dizer “presença”, “chegada


rápida”, “visita”. Ocorre 24 vezes. O seu sentido abrange tanto
a vinda de Cristo até ou sobre as nuvens, como também pode
referir-se a vinda de Cristo pessoa a terra, 1 Co 15.23; 1 Ts
2.19; 4.13; 5.23; 2 Ts 2.1; Tg 5.7,8.
2. Epiphanéia: Literalmente significa “manifestação”, “vir a luz”,
“resplandecer” ou “brilhar”, enquanto “parousia”, abrange a
volta de Cristo tanto a igreja a ao mundo, o termo “epiphanéia”
já tem um sentido mais especifico a volta pessoal e gloriosa de
Cristo a terra 1 Ts 2.8; 1 Tm 6.14; 2 Tm 4.6-8.

A SEGUNDA VOLTA DE CRISTO EM DUAS ETAPAS DISTINTAS.


1° Etapa.
Cristo virá até ou sobre as nuvens (1 Ts 4.17) - será de modo invisível
para a terra, porque virá para os seus santos nos ares.
Nessa primeira etapa Cristo virá com poder e voz de arcanjo e
arrebatará, num abrir e fechar de olhos a sua igreja redimida pelo
sangue (1 Co 15.52).

2ª Etapa.
Essa etapa terá o seu cumprimento no final dos sete anos da grande
tribulação, onde Cristo virá visível, quando irá destruir o domínio do
anticristo e instalar seu reino de mil anos (Ap 19.11: 20.1-6).
É nessa etapa que entra o termo “epiphanéia” denotando a volta
pessoal e visível ao mundo rodeado de exércitos no monte das
oliveiras (Zc 14.3, 4; Ap 1.6,7).

O ARREBATAMENTO - Parte 2

QUEM PARTICIPARÁ DO ARREBATAMENTO.


O texto de (1 Ts 4.13 ss) nos dar um resumo geral dos participantes do
arrebatamento da igreja.

1 - O Próprio Senhor Jesus Cristo.


“Porque o mesmo Senhor... Descerá do céu” (1 Ts 4.16). Essa expressão (o
mesmo Senhor) dada pelo apóstolo Paulo talvez seja para dar ênfase ao
Senhorio de Cristo conquistado no calvário. Também quer dizer que o próprio
Senhor dará ordem aos vivos e mortos em Cristo.
2 - O Arcanjo
Do grego (apxayyelo, arkhangelos, principal entre os anjos).
Nas escrituras ocorre somente duas vezes (1 Ts 4.16; Jd 9). Miguel é o único
arcanjo mencionado na bíblia, e suas atividades são: Comandante de um
exército celestial (Ap 12.7). E príncipe da nação israelita (Dn 10.13,21; 12.1). 
Nessa última referência Daniel indica que o Arcanjo Miguel participará do
evento da segunda vinda de Cristo, mui especialmente da “epiphanéia”
quando Cristo, rodeado de exércitos celestiais, descerá sobre a terra no monte
das oliveiras (Zc 14.3,4; Ap 1.6,7).
Observação.: Os livros apócrifos mencionam supostos companheiros de
Miguel, subentendendo-se como de iguais classe e funções: Uriel, Raguel,
Zariel e Gabriel. Este último é citado também pelos canônicos, embora apenas
com a designação de “anjo” (Dn 8.16; 9.21; Lc 1.19,26).

3 - Os Mortos em Cristo
A palavra “mortos” diz respeito aos santos que ressuscitaram com corpos
transformados em corpo espiritual (soma pneumatikon). 
Já os corpos dos ímpios permanecerão em suas sepulturas até o juízo final (Ap
20.12). Do mesmo modo que Deus trouxe Jesus dentre os mortos, o Senhor
fará isso com os que antes de participarem creram em Jesus e foram salvos
(Rm 10.9).

4 - Os Vivos Preparados
Os corpos mortais dos vivos serão revestidos de imortalidade, porque nada
terreno ou mortal poderá entrar na presença de Deus. Será o poder do Espírito
sobre a matéria, isto é, do incorruptível sobre o corruptível (1 Co 15.53-54).

5 - Teorias divergentes acerca do arrebatamento


Apresentaremos aqui algumas teorias existentes, porém destacaremos a que
mais se harmoniza com a bíblia sem contrastes:
6 - Após o arrebatamento da igreja, ocorrerá o tribunal de Cristo,
enquanto na terra se processará o período de 7 anos (chamado de grande
tribulação).

O TRIBUNAL DE CRISTO

O tribunal de Cristo será a concessão de prêmios (galardão) aos vencedores


deste mundo tenebroso. (2 Co 5.10).

JULGAMENTO ESCATOLÓGICO NA BÍBLIA, ALÉM DO


TRIBUNAL DE CRISTO.
TIPOS DE JULGAMENTO.
1 - Auto-Análise.
1 Co 3.9-16
9 Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavouras de Deus e
edifícios de Deus.
10 Segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei eu como sábio
construtor, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como
edifica sobre ele.
11 Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que já está posto,
o qual é Jesus Cristo.
12 E, se alguém sobre este fundamento levanta um edifício de ouro, prata,
pedras preciosas, madeira, feno, palha,
13 a obra de cada um se manifestará; pois aquele dia a demonstrará, porque
será revelada no fogo, e o fogo provará qual seja a obra de cada um.
14 Se permanecer a obra que alguém sobre ele edificou, esse receberá
galardão.
15 Se a obra de alguém se queimar sofrerá ele prejuízo; mas o tal será salvo
todavia como que pelo fogo.
16 Não sabeis vós que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus
habita em vós?

2 - Arquitetura Ilustrada.
 3 - O sentido claro da palavra tribunal.
Duas palavras distintas na língua original, (grego).
a - Criterion.
Tg 2.6 e 1 Co 6.2-4. Esse termo significa “instrumento ou meio para provar ou
julgar qualquer coisa”, ou seja, “ A regra pela qual alguém julga”, ou “o lugar
onde se faz juízo”, o tribunal de um juiz ou de juízes.

b - BIMÁ.
2 CO 5.10; Ne 8.4. Significa uma “plataforma ou um banco de assento onde o
juiz julga”. Havia naqueles tempos tribunais militares; e também, o tribunal
(bimá ou assento) da recompensa, especialmente usados nos jogos gregos de
Atenas. Os atletas vencedores eram julgados perante o juiz da arena e
galardoados por suas vitórias.

 O TRIBUNAL DE CRISTO E OS SEUS ASPECTOS GERAIS


1 - Propósito - Manifestar as obras praticadas pelo cristão e coloca-las a
prova de fogo, para que se identifique os materiais mediante os quais
praticamos nossas obras.

2 - O Tempo - Se dará por ocasião de um tempo espacial após o


arrebatamento da igreja.
3 - Lugar - Inevitavelmente nas regiões celestiais.

4 - Os Julgados - Os santos remidos. Não haverá lugar nesse tribunal para


julgamento condenatório. (2 Co 5.1-10).

5 - Juíz - Certamente o próprio filho de Deus, que foi exaltado depois da sua
conquista no calvário, pois recebeu do pai toda autoridade e poder para julgar
(Mt 28.18).

GRÁFICO - Mostrando as coroas cristãs no novo testamento, como


recompensas.
1 Co 9.24-25 - O apóstolo Paulo usa uma linguagem especial dos tempos do
primeiro século da era cristã relativa ao tipo de galardão que os vencedores
das olimpíadas gregas e romanas recebiam como prêmio. Ainda disse o
apóstolo dos gentios... “Todo crente receberá o seu louvor (elogio) da parte de
Deus” (1 Co 4.3).
DEPOIS DO TRIBUNAL DE CRISTO VIRÁ AS BODAS DO
CORDEIRO
Estaremos abordando um pouco sobre esse assunto.
Texto base Mt 22.2-14.
2 O reino dos céus é semelhante a um rei que celebrou as bodas de seu filho.
3 Enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas, e estes não
quiseram vir.
4 Depois enviou outros servos, ordenando: Dizei aos convidados: Eis que
tenho o meu jantar preparado; os meus bois e cevados já estão mortos, e tudo
está pronto; vinde às bodas.
5 Eles, porém, não fazendo caso, foram um para o seu campo, outro para o seu
negócio;
6  e os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram.
7 Mas o rei encolerizou-se; e enviando os seus exércitos, destruiu aqueles
homicidas, e incendiou a sua cidade.
8 Então disse aos seus servos: As bodas, na verdade, estão preparadas, mas os
convidados não eram dignos.
9 Ide, pois, pelas encruzilhadas dos caminhos, e a quantos encontrardes,
convidai-os para as bodas.
10 E saíram àqueles servos pelos caminhos, e ajuntaram todos quantos
encontraram, tanto maus como bons; e encheu-se de convivas a sala nupcial.
11 Mas, quando o rei entrou para ver os convivas, viu ali um homem que não
trajava veste nupcial;
12 e perguntou-lhe: Amigo, como entraste aqui, sem teres veste nupcial? Ele,
porém, emudeceu.
13 Ordenou então o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, e lançai-o nas
trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes.
14 Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.

PRINCIPAIS ASSUNTOS DA PARÁBOLA DAS BODAS DO


CORDEIRO.
A ceia das bodas do Cordeiro é a expressão máxima da relação entre Cristo e
a igreja. É a figura do casamento, do esposo, e a esposa, que aparece na bíblia
em várias passagens (Jo 3.29; 2 Co 11.2; Ef 5.25-33; Ap 19.7,8; Ap 21.1;
22.7).
A GRANDE TRIBULAÇÃO

DEFINIÇÃO E SENTIDO DA PALAVRA


No grego “Thilipsis” significa “colocar uma guerra sobre o espírito das
pessoas”. Na tradução vulgata latina, é “Tribulum” se refere a uma
espécie de grade para debulhar o trigo. Ou seja: Instrumento que o
lavrador usa para separar trigo da sua palha. A ideia aqui, é figurada
que é o mesmo que afligir, pressionar.
Sentido técnico: Fala da provocação ou sofrimento que o indivíduo
enfrenta.
Sentido não técnico: Se refere ao período de sete anos que se
seguirá após o arrebatamento da igreja.
Jesus afirma ser a grande tribulação, a maior aflição desde o princípio
do mundo, e não haverá semelhança, quer dizer, será uma aflição
indescritível, (que não se pode descrever igual Mt 24.24).
A GRANDE TRIBULAÇÃO DENOMINADA NA BÍBLIA.
1 - Dia do Senhor - Sf 1.14.
2 - Dia da Angústia de Jacó - Jr 30.7. A palavra “angústia” no
hebraico é: “Tsará” significa necessidade e esposa rival. Este termo
evoca as contendas que havia entre Penina e Ana, que levaram está a
uma aflição quase que indescritível (1 Sm 1.15.
3 - Ira do Cordeiro. Ap 6.15-17.

 OBJETIVOS DA GRANDE TRIBULAÇÃO.


1 - Levar os homens a se arrependerem dos seus pecados. (Israel e
gentios) Ap 16.11; Jr 30.7.
2 - Destruir o império do anticristo. Ap 16.10. 
3 - Desestabilizar o atual sistema mundial - Dn 2.34-35.
4 - Implantar o reino de nosso Senhor Jesus cristo - Dn 2.24.

AS SETENTA SEMANAS DE DANIEL E A GRANDE TRIBULAÇÃO.


Desde que Nabucodonozor invadiu Judá e levou o povo acorrentado,
a cidade de Jerusalém ficou prostrado em ruínas e o monte santo
abandonado. Até parecia que aquelas promessas que Deus fez a
Abraão, Jacó, Davi, e na verdade toda a nação, haviam sido
esquecidas.
Quando os Judeus olhavam das margens do rio tigre para Jerusalém,
choravam. Como quem diz: Será que um dia voltaremos para a nossa
terra natal? Será que a gloria do Senhor, habitará novamente no
templo? No futuro Deus ainda remirá o seu povo? Compreendemos
tudo isso na revelação feita a Daniel sobre “às setenta semanas” (Dn
9.24-27). Com essa base entendemos que as promessas feitas por
Deus ao seu povo escolhido serão cumpridas e que Deus reinará no
trono de Davi sobre um Israel restaurado.
1 – Esboço da Setenta Semanas
No final de um período das “setenta semanas”, Israel terá se
arrependido totalmente da sua desobediência a Deus. A nação viverá
para sempre em retidão (Dn 9.24).
Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua
santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados,
e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a
profecia, e para ungir o Santíssimo. (Dn 9.24)

Há 69 “Semanas” Entre o tempo da ordem para a reconstrução de


Jerusalém até o tempo da revelação do messias, compreendendo um
período de 62 “semanas” (v. 5). Esta ordem foi expedida em 444 a.C.
por Artaxerxes.
Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para
edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete
semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se
reedificarão, mas em tempos angustiosos. (Dn 9.25)

Depois das 62 “Semanas” (ou das 69 “semanas totais). O messias


seria morto e Jerusalém seria destruída (v. 26). Esta destruição não
terminará até o fim da septuagésima semana.
E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas
não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a
cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao
fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. (Dn 9.26)  

A Última “Semana” se iniciará quando. “Um príncipe que que há de


vir” faz uma aliança. Então, no meio da septuagésima “semana” ele
romperá esta aliança e trará desolações (v, 27). Foi esta a desolação
tão severa que jesus se referiu (Mt 24.21).

2 – Contando as Semanas
Cada “semana” é vista como um período de sete anos. (Lv 25.8; Nm
14.34; Ez 4.6).
Os anos são contados segundo o calendário lunar adotado pelos
judeus, compostos de 360 dias. Fazendo-se os reajustes necessários
de compatibilizarão das datas com o calendário gregoriano, chegamos
a um período de 476 anos para as 69 “semanas”. Portanto, partindo
do decreto de Artarxexes em 445 - 444 a.C., chegamos a data de 32 -
33 d.C. 
O tempo do ministério de ensino, pregação e cura de Jesus, finalizado
pela sua entrada triunfal em Jerusalém e sua crucificação. A
septuagésima “semana” começará no fim da era da igreja, momento
chamado de “arrebatamento”.

3 - Sintetizando a contagem

EVENTOS ESCATOLÓGICOS DA GRANDE TRIBULAÇÃO QUE


PRECEDEM A VOLTA TRIUNFAL DE CRISTO
Textos. Ap 6.2-27; 8; 9.21; 11.15-19; 15.1; 16-17; 19.11-21.3.
A GRANDE TRIBULAÇÃO CONSIDERADA
BATALHA DO ARMAGEDOM E EVENTOS FINAIS

Dn 11.4; Ez 38.9; Jl 3.2; Zc 12.2; 14.2; Mt 24.27-30 “Porque eles são espíritos
de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com
o fim, de ajuntá-los para a peleja do grande dia de deus, Todo-Poderoso...
Então, os ajuntaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom (Ap
14.14-16).

BIBLICAMENTE “ARMAGEDOM” SIGNIFICA “grande colheita”,


Esdrelom, localizado entre o mar da Galileia e o monte Carmelo, e, também é
conhecido como “o vale da decisão” (Jl 3.2,9-14).
Obs.: Este dia é conhecido na bíblia como o julgamento das nações (Jl 3.3; Mt
25.31-40.

1 - 300 Quilômetros de Sangue.


Ajuntando todos estes versículos mencionados acima, chegamos à conclusão
que: A batalha do Armagedom cobre toda a região. Ela começa nas planícies
de Megido no Norte, descendo através do vale de Josafá, incluindo a terra, de
Edom, no Sul e Leste, e Jerusalém.
Em Ap 14.19, lemos sobre o Armagedom: Então o anjo meteu a sua foice à
terra, e vindimou as uvas da vinha da terra, e lançou-as no grande lagar da ira
de Deus. E o lagar foi pisado fora da cidade, e saiu sangue do lagar até os
freios dos cavalos, pelo espaço de mil e seiscentos estádios.
Seiscentos estádios são equivalentes a 300 quilômetros. Veja o mapa “os
reinos de Israel e Judá” no território do reino de Israel você descobrirá que da
parte do Norte de Israel até a parte Sul se atingem aproximadamente 300
Quilômetros.

A SEQUÊNCIA DOS EVENTOS FINAIS. Dn 4; Ez 38.9; Jl 3.2; Zc 12.2;


14.2; Mt 24.27-30; Ap 16.14-16.
1 - AÇÃO SATÂNICA.
a - Satanás tentará exterminar o povo judeu no final da grande tribulação
(Dn 11.40 - Zc 12:3 - Ap 12:6).
b - Três espíritos de demônios que operarão sinais levarão as nações do
mundo para o Armagedom (Ap 16.14,16).
c - A Nação do Norte. Provavelmente a Rússia. A Rússia tentará se tornar
uma superpotência militar novamente, conquistando o Golfo Pérsico. Os
fundamentalistas radicais islâmicos se ajuntarão a eles num esforço para
mudarem os judeus para o mar mediterrâneo.
d - A Aliança Russo-Àrabe. Após essa aliança eles se retirarão para a
planície de Megido, que é o armagedom.
e - A Nação do Sul. Provavelmente é o Egito, que se juntará com uma força
militar Pan-islâmica em direção a Israel para a terra santa.
Obs.: As nações Norte e Sul (Rússia - Egito) estarão aliados com as nações
Árabes e os Estados (países) confederados da Europa procurarão levar o
governo mundial do anticristo para Jerusalém (terra santa).     

2 - AÇÃO DIVINA.
O texto de Zacarias 14.3,4, indica a intervenção divina sobre os montes das
Oliveiras em Israel.
O texto de Joel 3.2, 12, fala do vale de Josafá identificado com Cedrom,
localizado em Jerusalém e o monte das Oliveiras, o lugar exato onde Cristo
subiu ao céu.
Nesse mesmo lugar haverá o encontro de Cristo com as nações inimigas de
Israel, onde o Senhor o abaterá, (Jd vv, 14,15).

3 - OBJETIVOS DA AÇÃO DIVINA


a - Punir os Ímpios Jd vv,14,15.
b - Socorrer Israel Zc 14.1-4 - Levar a Israel a Conversão Zc 12.7-10.                   
c - Derrota do anticristo
d - Prisão de Satanás
e - Ressuscitar os que morreram durante a grande tribulação  por não aceitar o
sinal da besta.
f - Lançar o anticristo e o falso profeta no lago de fogo
g - Implantar o reino milenial.
O MILÊNIO

Ez 47.13-23 / Zc 14.9 - O milênio se refere ao reinado de mil anos de


Cristo, Is 2.4; 11.6-10; Mq 4.3,4; Ap 20.1-7 - encontrado em Ap 20.
Muitas passagens do Antigo Testamento também apontam para uma
época durante a qual o rei davídico irá reinar sobre todas as nações
do mundo.

GRÁFICO MOSTRANDO O REINO DO MESSIAS.


1 - O QUE É?
Embora o termo não consta na bíblia, mas a expressão corresponde a
“mil anos”. É uma doutrina essencialmente bíblica e consistentemente
teológica.

2 - QUANDO SERÁ?
Após o arrebatamento e a grande tribulação.

3 - QUEM ESTARÁ NA TERRA?


Israel e os gentios que escaparem com vida depois da batalha do
Armagedom.

4 - OBJETIVOS?
Exaltar a cristo e manifestar o reino de Deus.   
Mostrar que o mundo pode ser bem administrado.
Provar que os reinos deste mundo pertencem a Cristo.

5 - COMO SERÁ?
Efusão do espírito e conhecimento da palavra.
Tempo de paz, saúde, segurança e prosperidade.
Recuperação ecológica da terra.
Israel estará seguro e de posse do território prometido.
6 - O QUE ACONTECERÁ COM:
O CRISTIANISMO - Será a religião universal (Is 45.22-25; Zc 13.2).
JERUSALÉM - Será reconhecida como a capital do mundo (1 Sm
7.16; Sl 2.7,8).
A IGREJA - Estará com cristo regendo o mundo como sacerdotes de
Deus e de Cristo (Ap 20.6; 2.26,27).
Obs.: A igreja e os doze apóstolos estarão governando no período do
milênio - Ap 20.4-6: Ap 3.21,22: Lc 22.30. Pois em Ap 20.4-6
aparecem dois grupos de pessoas, embora se trate da igreja universal
de Cristo.

O JULGAMENTO FINAL

Dn 12.1-3; Mt 25.31-4; At 17.3; Rm 2.16; 2 Tm 4.1; 1 Pe 4.5; Ap 20.4-


15.

DEFINIÇÃO
O julgamento final é a sessão judicial que terá lugar na consumação
de todas as coisas temporais que, conduzido pelo Todo-poderoso,
retribuirá a cada criatura moral o que esta tiver cometido através do
corpo durante a sua vida terrena.

1 - COMO SE DARÁ?
Satanás é solto “durante pouco tempo” no final do milênio e enganará
as nações e ataca Jerusalém (Ap 20.7-9).

2 - INTERVENÇÃO DIVINA
O fogo vindo de Deus devora satanás e as nações. Satanás é jogado
no lago de fogo (Ap 20.9-10).

3 - ONDE SERÁ?
Certamente no espaço, pois em Ap 20.11 nos diz que diante do trono
branco o céu e a terra figiu. Obs.: Isto é um ponto de vista nosso.

4 - QUEM SERÁ JULGADO?


Todos os ímpios (Ap 20.11-15).

5- OBJETIVOS:
Mostrar que a justiça de Deus deve ser observada.
Punir os que rejeitaram a cristo.
Destruir a personificação do mal.

Obs.: E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a


segunda morte. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida
foi lançado no lago de fogo (Ap 20.11-15).

A NOVA JERUSALÉM

Isaías cps. 65-66; 1 Pe 3.13; Ap 21.9-27.


DEFINIÇÃO
Conhecida como a Jerusalém celeste. Lugar onde Deus preparou para
que estejamos eternamente como ele (Jo 14.1-4).
1 - Sua Localização: Cubo perfeito numa alusão ao santo dos santos
do tabernáculo. 12 mil estádios Ap 21.16: Equivale 2.260 Km². Isso na
medida ou compreensão terrena, pois na divina será indescritível.

2 - Seu Aspecto: Também sua beleza é indescritível só temos uma


noção em Ap 21.9-15, na visão de João, o apóstolo.

3 - Quem Morará? Todos os salvos de todas as épocas. Aleluia!


Conclusão
PROVA

Prova
Legenda
 Correta      Incompleta      Incorreta      Não respondida

1. 
[ESCATOLOGIA BÍBLICA] Qual a língua de origem dos termos que
formam a palavra Escatologia?

Tipo da Pergunta: Alternativa
Gabarito
B) 
Grego

Sua resposta
B) 
Grego

2. 
[ESCATOLOGIA BÍBLICA] Assinale a opção abaixo que representa o
significado dos termos ESCATHOS e LOGOS.  

Tipo da Pergunta: Alternativa
Gabarito
C) 
Estudo ou tratado acerca das últimas coisas

Sua resposta
C) 
Estudo ou tratado acerca das últimas coisas

3. 
[ESCATOLOGIA BÍBLICA] Assinale a opção cujo tipo de Escatologia
está corretamente ligado à sua definição doutrinária?

Tipo da Pergunta: Alternativa
Gabarito
E) 
Nenhuma das alternativas estão corretas
Sua resposta
E) 
Nenhuma das alternativas estão corretas

4. 
[ESCATOLOGIA BÍBLICA] A respeito das teorias falsas sobre a morte
eterna dos ímpios, assinale a opção cuja teoria está corretamente
ligada à sua definição.

Tipo da Pergunta: Alternativa
Gabarito
E) 
Todas as teorias estão corretamente ligadas às suas definições

Sua resposta
E) 
Todas as teorias estão corretamente ligadas às suas definições

5. 
[ESCATOLOGIA BÍBLICA] Assinale a opção que apresenta a correta
definição da palavra "Paraíso".

Tipo da Pergunta: Alternativa
Gabarito
D) 
A palavra “paraíso” é de origem persa e significa uma espécie de jardim, usada
simbolicamente quanto ao lugar dos justos mortos

Sua resposta
B) 
A palavra “paraíso” é de origem Latina e significa uma espécie de jardim, usada
simbolicamente quanto ao lugar dos justos mortos

6. 
[ESCATOLOGIA BÍBLICA] Assinale a opção cujo tipo de ressurreição
está corretamente definido, segundo o conteúdo estudado.

Tipo da Pergunta: Alternativa
Gabarito
D) 
Todas as afirmativas estão corretas

Sua resposta
C) 
Nacional - É em linguagem metafórica, a restauração e renovação do povo de Israel em
termos políticos, materiais e espirituais (Dt 4.23-30)

7. 
[ESCATOLOGIA BÍBLICA] 
A primeira ressurreição divide-se de três fases distintas, a saber:
I - A primeira fase refere-se a ressurreição de Cristo e de muitos
santos do Antigo Testamento, identificados como as “primícias  dos
mortos’ (I Co 15.20 / Mt 27.52-53).
II - A segunda refere-se à ressurreição dos mortos em cristo na era
neotestamentária, a qual se efetuará no chamamento especial por
ocasião da volta do Senhor Jesus sobre as nuvens (I Co 15.51-52 / I
Ts 4.14-17 - Essa ressurreição está relacionada a colheita geral.
III - A terceira fase da primeira ressurreição refere-se aqueles mortos
no período da grande tribulação, os quais são chamados de “mártires
da grande tribulação’. Refere-se ao restolho da ceifa, isto é: as
respigas da colheita (Ap 6.9-11; 7.9-19; 14.1-5; 20.4-5).
Julgue as afirmativas acima:

Tipo da Pergunta: Alternativa
Gabarito
C) 
Todas as alternativas estão corretas

Sua resposta
C) 
Todas as alternativas estão corretas

8. 
[ESCATOLOGIA BÍBLICA] Qual o último sinal predito por Cristo, que
acontecerá antes da sua vinda

Tipo da Pergunta: Alternativa
Gabarito
D) 
O evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho as todas as gentes,
então virá o fim. Mt 24.13,14.

Sua resposta
D) 
O evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho as todas as gentes,
então virá o fim. Mt 24.13,14.
9. 
[ESCATOLOGIA BÍBLICA] Qual a origem da palavra arrebatamento
que vem do verbo “arrebatar”?

Tipo da Pergunta: Alternativa
Gabarito
B) 
Vem do grego “harpazo" significa rapidez, algo repentino.

Sua resposta
B) 
Vem do grego “harpazo" significa rapidez, algo repentino.

10. 
[ESCATOLOGIA BÍBLICA] Assinale a opção que representa o
propósito do Tribunal de Cristo?

Tipo da Pergunta: Alternativa
Gabarito
B) 
Manifestar as obras praticadas pelo cristão e coloca-las a prova de fogo, para que se
identifique os materiais mediante os quais praticamos nossas obras.

Sua resposta
B) 
Manifestar as obras praticadas pelo cristão e coloca-las a prova de fogo, para que se
identifique os materiais mediante os quais praticamos nossas obras.

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