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INSTRUÇÃO DO TRABALHO OPERACIONAL 10/10/2018


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ITO-028 XXXX-YYY-00.000 0 1/18 10/10/2019
Título: IDENTIFICAÇÃO DE ELEMENTOS DA REDE FTTH Área Emitente:
PLANEJAMENTO
Elaborador: Paulo Takeuti Aprovador: Edgard Manhães de Andrade Junior

Especialista Telecom Consultor Gerente Planejamento de Rede Externa

1 OBJETIVO

1.0.1 Estabelecer procedimentos a serem empregados durante a identificação de Elementos de


Rede FTTH.

1.0.2 A utilização de Plaqueta de Identificação na rede aérea objetiva cumprir o disposto no item 5.2
da norma ABNT 15.214 de 30/05/2005.

2 RESPONSÁVEIS

2.0.1 Este procedimento se aplica as áreas da Oi envolvidas na implantação e operação de Rede


FTTH, assim como pelos empregados das Empresas Prestadoras de Serviços.

2.0.2 Durante a execução dos trabalhos, devem ser aplicadas todas as disposições legais de
Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho, bem como normas e manuais de Segurança do
Trabalho e Prevenção de Acidentes vigentes estabelecidas pela Oi nos Regulamentos REG
611 - Segurança em Rede Externa – Rede Aérea e REG 615 - Segurança em Rede Externa –
Caixa Subterrânea.

3 REQUISITOS GERAIS

3.1 DESCRIÇÃO DO PRODUTO

3.1.1 Plaqueta de Identificação de Cabo é uma pequena placa de material plástico, que se instala em
cabos telefônicos com o objetivo de identificação. As formas da Plaqueta de Identificação de
Cabo estão apresentadas na Figura 1. A Plaqueta de Identificação de Cabo deve ser embalada
em saco plástico transparente lacrado, que preserve suas características originais.

Figura 1 – Plaqueta de Identificação de Cabos


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3.1.2 Fita Adesiva PVC para Identificação de Rede: fita de PVC com uma face preparada para
impressão por transferência térmica e, a outra face revestida com adesivo acrílico protegido por
papel especial retirado no momento de sua aplicação. Produto para ser utilizado na
identificação de elementos de rede de uso interno e externo. A aplicação da Fita Adesiva em
superfícies limpas não deve requerer nenhuma ferramenta específica. A Fita Adesiva utilizada
na identificação de elementos de rede deve ser de cor vermelha com impressão na cor branca
e deve ter as seguintes dimensões: 5,50 m x 19 mm, conforme Figura 2.

Figura 2 – Cartucho de fita adesiva PVC

3.1.3 Impressora Portátil PL 300/Rhino 6000, DYMO500TS: Instrumento portátil para impressão por
transferência térmica, para uso da Fita Adesiva de PVC. Possui interface gráfica para
visualização em tela LCD, possibilitando a correção das informações antes da impressão e
ajuste do tamanho do texto. Instrumento com interface USB, teclas de atalho, cortador da fita
operado por toque de tecla, capa protetora contra impactos, conectividade com PC.
Funcionamento por bateria de íon de lítio recarregável, adaptador de alimentação CA 110-240
V, ou seis pilhas alcalinas AA, conforme Figura 3.

Figura 3 – Impressoras portáteis

Cód. SAP Tipo


320602 IMPRESSORA PORTATIL PL300/Rhino 6000/ DYMO500TS
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3.2 CAMPO DE APLICAÇÃO


3.2.1 Os exemplos das figuras mostram a marcação nas plaquetas com impressão em fita adesiva
PVC.

(A) Posicionamento das Plaquetas de Identificação nos Cabos Aéreos

3.2.2 A Plaqueta de Identificação de Cabo deve ser fixada com abraçadeira ajustável plástica –
ABRAP, e instalada na rede aérea de cabos ópticos, conforme Quadro A.

CABOS AÉREOS ÓPTICOS


Local da Identificação Observações
Subida de Lateral
Topo do duto Colocar a plaqueta a +/- 20 cm do topo do duto
Cabo Aéreo
Colocar a plaqueta de 20 cm a 40 cm do poste por onde
Ao longo do cabo
passa o cabo, mesmo em pontos sem emenda
Colocar a plaqueta A +/- 10 cm do conjunto no cabo
Conjunto de Emenda de Cabos alimentador. Essa plaqueta deve estar antes da emenda, no
sentido estação para emenda
Ambiente do Cliente
Caixa de entrada Colocar a plaqueta próxima ao duto de acesso do cabo

Quadro A – Posicionamento das plaquetas nos cabos aéreos

(B) Posicionamento das Plaquetas de Identificação nos Cabos Subterrâneos Ópticos

3.2.3 As Plaquetas de Identificação devem ser fixadas aos cabos ópticos subterrâneos, através de
abraçadeiras plásticas (ABRAP 1).

3.2.4 As Plaquetas de Identificação devem ser fixadas no cabo principal (entrada e saída) e nos
cabos derivados, posicionadas a ± 20 cm da saída da caixa de emenda óptica, de forma
intercalada, para melhor visibilidade da identificação, conforme ilustrado na Figura 4.

Plaqueta de
identificação

Figura 4 – Emenda óptica


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3.2.5 Em cabos ópticos que passam direto ou possuam reserva na caixa subterrânea, deve ser
colocada uma Plaqueta de Identificação na proximidade do centro dos suportes para degraus,
conforme a Figura 5.

Figura 5 – Cabo óptico passante


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3.3 PROCEDIMENTOS DE MARCAÇÃO

3.3.1 As marcações estão indicadas no Quadro B, contendo os itens orientados pela Engenharia e
os itens mínimos necessários atendendo a solicitação das Regionais. O texto e fotos que se
seguem após o Quadro B são de caráter orientativo e contempla a totalidade dos itens
orientados pela Engenharia. Os exemplos orientativos das figuras mostram a impressão em fita
adesiva PVC, no Quadro B.

MARCAÇÃO ORIENTAÇÃO DA ENGENHARIA ITENS MÍNIMOS NECESSÁRIOS


Plaqueta de Fita adesiva PVC Fita adesiva PVC
Identificação de Cabo Face frontal: logomarca da Oi, tipo Face frontal: logomarca da Oi e
Óptico de cabo, mês e ano de instalação tipo de cabo
Face traseira: identificação da Face traseira: identificação da
estação, cabo, quantidade de fibras estação, cabo
ativas, fibras mortas e contagem
das fibras ativadas
Conjunto de Emenda Fita adesiva PVC Não identificar o elemento de
Aérea Óptica Sigla da estação, número do cabo rede
e contagem do cabo de entrada

Quadro B – Marcação nos elementos de rede

(A) Plaqueta de Identificação de Cabo

3.3.1 A Plaqueta de Identificação de cabo deve ser aplicada utilizando abraçadeira ajustável plástica
– ABRAP – e fita adesiva PVC na cor vermelha.

3.3.2 A Plaqueta de Identificação indica o cabo óptico e a operadora ocupante da rede de


distribuição de energia, em compartilhamento de infraestrutura.

3.3.3 A utilização de Plaqueta de Identificação na rede aérea objetiva cumprir o disposto no item 5.2
da norma ABNT 15.214 de 30/05/2005.

3.3.4 Para identificação dos dados na parte frontal e traseira da Plaqueta de Identificação deve ser
utilizada a fita adesiva PVC, de 19 mm, na cor vermelha com impressão na cor branca.

3.3.5 Para marcação das Plaquetas de Identificação deve ser utilizado o alfanumérico maiúsculo
(CAPS), no tamanho L (Grande) e no estilo B (Bold – Negrito).
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3.3.6 Na face frontal da Plaqueta de Identificação deve conter em alto relevo na cor preta, a
logomarca da Oi, o tipo de cabo e espaço para identificar o mês e ano de instalação do cabo,
conforme ilustrado na Figura 6.

Figura 6 – Face frontal da plaqueta

3.3.7 A face traseira da Plaqueta de Identificação de Cabo Óptico da rede de acesso deve ser
utilizada para identificação da estação telefônica, do cabo, da quantidade de fibras ativas (FA)
e fibras mortas (FM) e a contagem das fibras ativadas, conforme ilustrado na Figura 7.

Figura 7 – Face traseira da plaqueta

(B) Marcação de Rede FTTH

3.3.8 A correta identificação da rede GPON é de extrema importância para a implantação e para a
manutenção da rede. Por ser uma rede ponto-multiponto, existem muitas rotas ópticas. Sem
uma identificação adequada não é possível rastrear as ligações.

3.3.9 Os cabos e nós GPON são identificados nos diagramas unifilares e cartográficos por dois
grupos de informações:

a) Etiqueta: Identifica o lance de cabo ou o nó óptico. Consiste na informação que deve


ser fixada no elemento em campo;

b) Complemento: Traz informações relevantes para a instalação do cabo ou do nó óptico,


e informa o encaminhamento das fibras ópticas.
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3.4 ETIQUETAS DE CABOS

3.4.1 Cabo Primário

[UF].[EST ABAST].F-[Nº CABO PRIM].[ELEM DEST]

F: Cabo de Fibra óptica.


X: Nº do cabo primário
saindo da estação GPON

Estação
GPON origem

UF: Unidade Federativa, Ex:RJ


UF.EST.F-X.CEOS-Y Nó de Destino: CEO|CDO ou CEOS.
Y: Nº do nó de destino.
[M/N] / AS|DD-AA F
Contagem de fibras Tipo de Cabo. AA: Capacidade do
primárias que estão Ex: DD ou AS cabo óptico no lance.
disponíveis no lance. Ex: 24 F, 36 F

RJ.ARC.F-1.CEOS-5
[25/288] / DD-288 F

Figura 8 - Exemplo Etiqueta Cabo Primário

Regras de nomenclatura:
ELEMENTO DE DESTINO: Consiste no elemento no qual o lance termina. O conceito de
elemento significativo não se aplica ao elemento de destino.

Regras de unicidade:
Nº CABO PRIMÁRIO: Deve ser único por estação abastecedora. Não deve possuir zeros à
esquerda e não possui quantidade fixa de caracteres.
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3.4.2 Cabo Secundário

[UF].[EST ABAST].[ELEM SIGNIF ORIG].F-[Nº CABO SEC].[ELEM DEST]

X: Número da
CEOS de
Estação origem do F: Cabo de Fibra óptica.
GPON origem cabo. Y: Nº do cabo secundário

Nó de Destino: CEO|CDO ou CEOS.


UF: Unidade Federativa, Ex:RJ
UF.EST.CEOS-X.F-Y.CDOE-Z Z: Nº do nó de destino.

[M/N] / AS|DD-AA F
Contagem de fibras Tipo de Cabo. AA: Capacidade do
secundárias que estão Ex: DD ou AS cabo óptico no lance.
disponíveis no lance. Ex: 24 F, 36 F

RJ.ARC.CEOS-3.F-2.CDOE-301
[1/24] / AS -36 F

Figura 9 - Exemplo Etiquetas Cabos Secundários

Regras de nomenclatura:
ELEMENTO SIGNIFICATIVO ORIGEM: Consiste no primeiro elemento significativo antes do
lance em questão. São elementos significativos:
CEOS/ARDO

Regras de unicidade:
Nº CABO SECUNDÁRIO: Deve ser único por cabo primário. Não deve possuir zeros à esquerda
e não possui quantidade fixa de caracteres.
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3.4.3 Cabo Misto

ETIQUETA PRIMÁRIA
ETIQUETA SECUNDÁRIA

CEOS-1 RJ.ALV.F-5.CEO-7 CEO-7


RJ.ALV.CEOS-1.F-3.CEO-7

CEOS-1 RJ.ALV.F-5.CEO-7 CEO-7 RJ.ALV.F-5.CEO-8 CEO-8


RJ.ALV.CEOS-1.F-3.CEO-7 RJ.ALV.CEOS-1.F-3.CEO-8

Etiqueta Primária

UF.EST.F-X.CEOS-Y
UF.EST.CEOS-X.F-Y.CDOE-Z
Etiqueta Secundária

RJ.ARC.F-1.CEOS-5
RJ.ARC.CEOS-3.F-2.CDOE-301

Figura 10 - Exemplo Etiqueta Cabo Misto


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3.5 ETIQUETAS DOS NÓS DE REDE

3.5.1 CEO

[SIGLA]-[Nº CEO

CEO-X
X: É número de
identificação da CEO
único por estação GPON.

CEO-101
Figura 11 - Exemplo Etiqueta CEO

Regras de unicidade:
Nº CEO: Deve ser único por estação abastecedora. Não deve possuir zeros à esquerda e não possui
quantidade fixa de caracteres.

Não se utiliza mais o conceito de CEO primária e secundária. A numeração das CEOs é sequencial e
se inicia em 1 em cada estação GPON.
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3.5.2 CEOS

[SIGLA]-[Nº CEL SEC]

CEOS-X X: É numero de identificação da CEOS único por estação GPON.

[M-N]S S: Contagem de fibras topologia A que estão alimentando os


splitters desta CEOS.

[M-N]C C: Contagem de fibras que estão alimentandos CDOs de


topologia C na área desta CEOS

CEOS-1
[1-8]S
[9-11]C

Figura 12 - Exemplo Etiqueta CEOS

Regras de nomenclatura:
Nº CÉLULA SECUNDÁRIA: A área geográfica que envolve todas as CDOs atendidas por uma CEOS
ou ARDO define uma célula secundária. Essa área define uma célula, e a respectiva CEOS ou o
respectivo ARDO deve receber o número dessa célula em sua etiqueta.

Regras de unicidade:
Nº CÉLULA SECUNDÁRIA: Deve ser único por estação GPON. Não deve possuir zeros à esquerda e
não possui quantidade fixa de caracteres.

3.5.3 CDOI \ CDOE


Toda CDO de topologia A ou B pertence a uma célula secundária. Uma CDO de topologia C pode
pertencer a uma célula secundária, a uma célula primária ou pode não pertencer a nenhuma célula.
Neste caso, a CDO é denominada livre.
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3.5.4 PERTENCENTE A CELULA

[SIGLA]-[Nº CEL SEC / PRIM][Nº CDO]

CDOE-X [A] A: Refere a capacidade de atendiemnto a cliente da caixa.

X: É numero de identificação do CDOE por estação GPON.

[m-n]S S: Referência que está contagem passou por um nível de


splitter na CEOS.

m: Contagem inicial | n: Contagem


final de fibras que ficarão no CDO

CDOE-306 [16]
[11-12]S

Figura 13 - Exemplo Etiqueta CDOE

CDOI-X X: É numero de identificação do CDOI daquela estação GPON.


[m-n]S ou C S: Referência que está contagem passou por um nível de splitter na CEOS.
AT (Li – Ls) C: Referência de contagem de fibras primárias de topologia que alimentam o
CDOI diretamente da Estação GPON.

Área de influência de atendimento da CDOI.


m: Contagem inicial | n: Contagem Li: Andar inferior que a CDOI atende
final de fibras que ficarão no CDO Ls: Andar Superior

CDOI-121
[1-2]S
AT (1 – 2)

CDOI-131
[9]C

Figura 14 - Exemplo Etiqueta CDOI


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CDOIA-X X: É numero de identificação do CDOE daquela estação.


Riser-Y [F-A] Y: Referência do nº do cabo riser que está passando

AT (Li-Ls) pelo CDOIA, vindo CDOI.


F: Identificação das fibras ópticas
A: Número da fibras ópticas que ficou na CDOIA para
alimentar os splitter de 2º e 3º nível
m: Contagem inicial e n: Contagem
Final de fibras que ficarão no CDO

CDOIA-3
Riser-1 [F-3]
AT (7-9)
Figura 15 - Exemplo Etiqueta CDOIA

RISER-X X: É numero de identificação do


cabo riser da prumada vertical.

CDOI-Y Y: Referência do nº do CDOI de


origem.
CDOIA-Z Z: Referência do nº do CDOIA
de destino.

RISER-1
CDOI-101
CDOIA-1

Figura 16 - Exemplo Etiqueta Riser

Regras de nomenclatura:
Nº CÉLULA SECUNDÁRIA: Corresponde ao número da CEOS ou ARDO que abastece a CDO.
Nº CÉLULA PRIMÁRIA: Corresponde ao número da célula primária que abrange a CDO em questão.

Regras de unicidade:
Nº CÉLULA SECUNDÁRIA / PRIMÁRIA: Células primárias e secundárias compartilham o mesmo
sistema de numeração. As células primárias devem ser criadas após a criação de todas as células
secundárias de uma estação. Assim, os números das células primárias são sempre os últimos
números de células de uma estação. O número de uma célula deve ser único por estação GPON. Não
deve possuir zeros à esquerda e não possui quantidade fixa de caracteres.
Nº CDO: deve ser único por célula. Deve possuir obrigatoriamente 2 caracteres. Portanto, números de
1 a 9 devem ser precedidos por zero.
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3.5.5 FORA DE CELULA (Livre)

[SIGLA]-[Nº CDO]L

CDOI-5.326L

Figura 17 - Exemplo Etiqueta CDO Livre de Célula

Regras de unicidade:
Nº CDO: deve ser único por estação abastecedora GPON. Não deve possuir zeros à esquerda, não
possui quantidade fixa de caracteres e possui o marcador de milhar.

3.5.6 A marcação do conjunto de emenda óptica aérea (CEO, CEOS e CDOEs) deve ser realizada
na face central voltada para a rua, com identificação do nome e número do elemento conforme
designado no projeto.
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3.5.7 A marcação de caixa de emenda óptica da rede de entroncamento deve conter na face
superior, a sigla da unidade da federação e o número do cabo tronco e na face central, as
siglas das Estações de origem e destino e a contagem das fibras do cabo, conforme ilustrado
na Figura 18.

Figura 18 – Exemplos de Conjuntos de emenda óptica de tronco


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Figura 19 – Exemplos de CDOI

Figura 20 – Exemplos de CDOE


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4 ANEXOS

4.1.1 Exemplos de Fita Adesiva PVC para Identificação de elementos de Rede FTTH.

Figura 21 – Exemplos de Fita Adesiva PVC


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4.1.2 Exemplos de Fita Adesiva PVC para Identificação de tipo de Rede FTTH.

Figura 22 - Exemplos de Fita Adesiva PVC