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DISCIPLINA: DIREITO CIVIL

PROFESSOR: BRUNO ZAMPIER


MATÉRIA: PARTE GERAL

Indicações Bibliográficas:
 Manual do Prof. Flavio Tartucce

Leis e artigos importantes:


 Art. 1 ao art. 211 do CC.

TEMA: PARTE GERAL

PROFESSOR: BRUNO ZAMPIER

Livro I – DAS PESSOAS

Livro II – DOS BENS

Livro III – FATOS JURIDICOS

PESSOA

 Conceito: é o ser dotado de personalidade

O que é PERSONALIDADE? Sentidos técnicos:

 JURIDICA ou CIVIL (Cap I): seria uma aptidão genérica ou abstrata para que qq pessoa pudesse
vir a ser titular de direitos na ordem civil; tem nítido aspecto patrimonial; já era prevista no CC/16 e
agora esta prevista no art. 1 do NCC;

 DIREITOS DA PERSONALIDADE (Cap II): conjunto de atributos inerentes a condição de ser


humano (direito a vida, integridade física, imagem, honra, nome, privacidade...); tem nítido aspecto
extra patrimonial e sim existencial; QQ SER HUMANO TEM – PELO SIMPLES FATO DE SER
HUMANO!

Quando se da o inicio da personalidade?

Jurídica ou Civil: desde o momento que ele vier a NASCER COM VIDA; se inicia com nascimento
com vida = ser separado do corpo da mãe e respirar autonomamente; Teoria Natalista; art. 2 – 1
parte

Ser já concebido e ainda não nascido = NASCITURO; Nascituro não é detentor de personalidade
civil, porque ele não nasceu com vida!!! Logo, nascituro não pode ser titular de direitos. Mas direitos
de que natureza? Direitos de índole patrimonial.

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Nascituro pode receber doação? Art. 542 CC – Sim, sendo aceita pelo seu representante legal.
Quando esta doação terá EFICACIA? Quando ele nascer com vida; enquanto não nascer, teremos
mera expectativa de direito.

O nascituro pode ser beneficiado por uma liberalidade, porem enquanto não nascer com vida, ele
terá uma MERA EXPECTATIVA DE DIREITO PATRIMONIAL.

Nascituro que nasce sem vida = NATIMORTO = não adquiriu personalidade jurídica ou civil. Então
se o nascituro nasce morto, a doação feita ao nascituro não valerá, então a expectativa se extingue
– não se converterá em efetivo direito patrimonial.

Agora se ele nasceu com vida, ele respirou e depois morreu – ele recebeu a herança e depois
morreu, então seus pais virarão seus herdeiros.

Anencefalia – mesmo sem cérebro ele pode nascer com vida; se ele respirou = nasceu com vida;
doação será feita; e os pais também neste caso irão herdar os bens. Nos casos é possível que o
nascituro nasça com vida e adquira personalidade jurídica. Nestes casos, as expectativas se
convertem em verdadeiros direitos. Portanto, se o anencefalo falecer em seguida, seus genitores
serão seus herdeiros necessários.

Inicio da personalidade da pessoa natural: NASCIMENTO COM VIDA;

Inicio da personalidade da PJ: com o registro dos atos constitutivos (art. 45)

Quanto aos direitos da personalidade: Inicio da vida: I – desde a concepção ------------ II –


nascimento (com vida ou sem vida) ----------------III – morte  INICIO DA VIDA É COM A
CONCEPÇÃO!

Já no caso de direitos da personalidade, o inicio da proteção se da com a concepção. Aqui


nascituro já é titular de direitos da personalidade = aborto é crime! A vida do nascituro já é
protegida.

O NASCITURO JÁ TEM A PROTEÇÃO DOS SEUS DIREITOS DA PERSONALIDADE, EMBORA


NÃO TENHA PERSONALIDADE JURIDICA OU CIVIL. A proteção aos direitos da personalidade
(vida, imagem, integridade física...) são protegidos desde a concepção.

Aqui adota a teoria CONCEPCIONISTA.

Personalidade: No CC/16 só tinha o sentido jurídico ou civil, por isso havia uma briga
das teorias adotadas; Hoje no NCC já existem 2 sentidos de personalidade:

PERSONALIDADE JURIDICA OU CIVIL  COMEÇA COM O NASCIMENTO COM


VIDA  TEORIA NATALISTA  ASPECTO PATRIMONIAL

DIREITOS DA PERSONALIDADE  COMEÇA DESDE A CONCEPÇÃO  TEORIA


CONCEPCIONISTA  ASPECTO EXTRA PATRIMONIAL

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Natimorto – não tem personalidade jurídica, pois não nasceu com vida; tem direitos da personalidade?
Sim, pois esta se da desde a concepção. Em que pese não adquirir personalidade jurídica, ele será titular
de direitos da personalidade = Enunciado n. 1 CJF.

Nascituro/Concepto – não tem personalidade jurídica, mas tem direitos da personalidade.

Reprodução Assistida – pode ser:

Inseminação artificial – esperma é levado ao útero da mulher

Fertilização in vitro – esperma e ovulo são juntados fora e depois levados ao útero da mulher

Obs.: lei de bio segurança manda congelar os embriões que não forem utilizados, que forem descartados =
EMBRIOES EXCEDENTARIOS = pelo prazo de 3 anos = após o prazo, a ciência esta autorizada a
proceder a manipulações genéticas nestes embriões, especialmente em relação as células tronco. ADI
3510 contra a lei no seu art. 5  PGR Claudio Fonteles alegou que a vida estava sendo descartada, que a
CF protege a vida em todos os seus estágios e forma  ADI IMPROCENDENTE = Ministro Carlos Ayres
Brito entendeu que se deve sim permitir o tipo de pesquisa e o artigo é constitucional. A CF quis proteger a
vida viável e não a vida congelada no laboratório. A VIDA MERECE PROTEÇÃO A PARTIR DA
IMPLANTAÇÃO NO UTERO DE UMA MULHER. Se o embrião não for implantado, esta vida em
laboratório não deve ser protegida.

Obs.: E as PJ, elas são titulares dos direitos da personalidade? Art. 52 CC – “aplica-se os direitos da
personalidade no que couber”;

O que é dano moral? É o dano oriundo de uma lesão a direito da personalidade; contrato veicula
direito patrimonial, então violação de contrato, via de regra, não enseja dano moral, mas se violar direito
pessoal pode ensejar dano moral. SUM 227 STJ – a PJ pode sofrer dano moral, quando sua imagem,
honra, nome forem utilizados indevidamente. Ex.: caso em SP que a escola quebrou por fofocas de
pedofilia... na verdade a PJ não sofre dano moral e sim DANO INSTITUCIONAL!

Melhor entendimento então é que a PJ não é titular de direitos da personalidade; a melhor doutrina diz que
a PJ tem direito a honra, imagem, nome, tais direitos que podem ser avaliados economicamente e direitos
da personalidade são extra patrimoniais.

CAPACIDADE

Conceito: é a medida da personalidade jurídica ou personalidade civil; se divide em:

CAPACIDADE DE DIREITO ou DE GOZO = personalidade civil ou jurídica = aptidão genérica para


adquirir direitos e contrair obrigações = adquire com nascimento com vida = art. 1 CC; aqui não
existe graduação, ou vc tem ou vc não tem!

CAPACIDADE DE FATO ou DE EXERCICIO = liga-se a possibilidade do sujeito vir a praticar atos


da vida civil pessoalmente; sem necessidade de participação de terceiro; esta podemos
graduar/quantificar – mais ou menos capaz;

Teoria das INCAPACIDADES

Qual a finalidade desta teoria? Proteger pessoas que não alcançaram ou que perderam o seu
discernimento, quer seja por aspectos ligados a maturidade (idade) ou sanidade (doença).

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Como se da esta proteção? Através da necessidade da presença/participação de um terceiro. Que pode
assumir esta responsabilidade de 2 formas:

REPRESENTANTE = substitui a vontade do interessado; ex.: Pais em relação aos filhos menores

ASSISTENTE = pega a vontade do interessado e adiciona a dele;

Se o incapaz praticar atos sem esta participação através de representação ou assistência, haverá sanção:
ATO SERÁ INVALIDO (nulo ou anulável)!

A lei para fixar as hipóteses de incapacidade se valeu de 2 critérios:

SUBJETIVO: a lei procurou analisar a sanidade da pessoa; verificar se ela tem alguma causa que
reduz ou suprimi o entendimento; aqui o Juiz vai declarar!!! Art. 1177 CPC; nomeia um
CURADOR pode ser:

Redução do discernimento = assistente  RELATIVAMENTE INCAPAZES art. 4

Supressão do discernimento = representante; ex.: pessoa em coma  ABSOLUTA INCAPACIDADE art. 3

Obs.: O que acontece com os fatos praticados pelo incapaz antes da declaração? Comprei um
apartamento em Julho/2014 e em Janeiro/2015 o vendedor foi declarado interditado. Nomeia-se um
curador; Curador pode invalidar o ato praticado antes da interdição? Se a ação é declaratória gera efeito
ex tunc? Valores que entram em choque – proteção da pessoa x proteção da pessoa que contratou
(segurança jurídica); Regra geral os atos praticados não devem ser invalidados para preservar a
segurança jurídica das relações; Mas devem ser analisados 2 requisitos na avaliação do ato: houve
prejuízo para o incapaz & verificar se havia pela contra parte a má fé!

OBJETIVO: se liga a maturidade – critério etário; menores de 16 – absolutamente; maiores de 16 e


menores de 18 – relativamente; maiores de 18 – plenamente capazes.

Obs.: SE LIGA A CAPACIDADE CIVIL – ASPECTO PATRIMONIAL, e em relação a aspectos extra


patrimoniais é necessário levar em consideração a vontade do incapaz? Ex.: Juiz ouve o menor sobre a
adoção, na guarda... a incapacidade deve ser observada para aspectos patrimoniais se liga a
personalidade civil ou jurídica, logo no que tange a aspectos existenciais, a vontade do menor deve
ser levada em consideração. Ex.: cessão de imagem, adoção e guarda = desde que os menores
apresentem discernimento.

Obs.: A lei permite que os relativamente incapazes possam praticar certos atos personalíssimos sozinhos
– independentemente do assistente; Exemplos:

1. FAZER TESTAMENTO – art. 1860


2. SER MANDATARIO – art. 666
3. SER TESTEMUNHA – art. 228

Obs.: o relativamente incapaz que pratica um ato e oculta um ato, depois não pode se prevalecer da
sua própria torpeza; e o absolutamente incapaz se ocultar a idade depois pode ser considerado
nulo? Aqui pode sim suscitar a nulidade do ato! Se o relativamente incapaz ocultar a sua idade ao
celebrar um negocio jurídico, depois ele não poderá arguir tal incapacidade para fins de uma não
responsabilização (art. 180); se tratar de absolutamente incapaz, ele poderá invocar sua idade para eximir-
se da obrigação.

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Obs.: capacidade de fato se adquire com a maioridade – pode praticar os atos da vida civil pessoalmente –
para ele ser incapaz aos 18 anos precisa de alguma enfermidade. Certas pessoas podem adquirir esta
capacidade antes do tempo = EMANCIPAÇÃO.

Conceito: Aquisição antecipada da plena capacidade de fato; não adquire MAIORIDADE, esta
somente aos 18! Emancipado continua sendo menor, só que com plena capacidade de fato.
Continua sendo tutelado pelo ECA, emancipado se comete um crime, na verdade comete um ato
infracional análogo a crime.

Ele continua sem poder praticar atos que a lei exige 18 anos: CNH, adoção e casamento.

Pode se casar antes de 16 anos? Pode desde que exija uma situação de gravidez.

Doutrina/Polemica: Menor de 18 quiser casar precisa ter autorização dos pais? Se ele foi emancipado
pode casar, outros autores ainda que sejam emancipados precisam de autorização dos pais.

Art. 5, §u do CC, espécies:

EMANCIPAÇÃO VOLUNTARIA (inciso I): deriva da manifestação de vontade de alguém = PAIS; a


lei estabelece uma forma para esta declaração – lei exige instrumento publico! Eles devem ir no
cartório de notas; pega a escritura no cartório de notas e leva a registro no registro civil das
pessoas naturais. Art. 9, II; pais so podem fazer isso para adolescentes com mais de 16 anos. Não
precisa de homologação judicial. É ato cartorário.
Polemicas:
A Emancipação voluntaria é ato de vontade dos pais = se um quiser e outro não = Juiz deve
substituir a vontade de um deles; o Juiz vai verificar o melhor interesse do menor. Quem resolve é a
vara do menor e da juventude.
O Pai pode se arrepender da emancipação e voltar atrás? Ele pode revogar? Não.
Emancipação é incondicionada e não se sujeita a termo final. Não existe emancipação temporária.
É ato de vontade dos Pais – deve ser livre e consciente. Se receber ameaça do filho não terá
validade. Vicio de consentimento – pais coagidos – será anulada.
O pai é responsável pelos filhos menores? Sim e os pais continuam respondendo pelos atos
praticados pelos seus filhos menores. A emancipação voluntaria não retira dos pais a
responsabilidade prevista no art. 932, I CC. A emancipação voluntaria é ineficaz em relação a
vitima quanto a responsabilidade dos pais – ou seja – pais não deixam de ser responsáveis pelos
atos dos filhos.

EMANCIPAÇÃO JUDICIAL (inciso I): nesta vamos ter necessariamente menores que foram
colocados em regime de tutela: menores cujos pais são mortos, ausentes ou pais que foram
destituídos do poder familiar. Se o menor tiver mais de 16 anos, ele ou seu tutor poderão solicitar
que o Juiz emancipe aquele pupilo ou tutelado. Pq a lei exigiu sentença judicial? Principio da
Simetria – quem nomeia o tutor é o Juiz, então quem pode destituir o tutor deste munus é somente
o Juiz.

EMANCIPAÇÃO LEGAL:
1. Art. 5, §u, II – CASAMENTO; quem tem maturidade para casar, tem maturidade para praticar
atos da vida civil;
Vinculo conjugal se dissolve: morte ou divorcio – NÃO FAZEM COM QUE O SUJEITO
RETORNE A CONDIÇÃO DE INCAPAZ;
E se o casamento for invalidado? Cara casou com a sogra? Quando a gente invalida um
ato estamos cassando seus efeitos, então se a emancipação é um efeito do casamento;
maioria da doutrina entende que a invalidação do casamento faz com que o sujeito

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retorne a condição de incapaz – as partes retornam a condição de incapaz. As partes voltam
a condição de incapaz. Doutrina minoritária entende que o casamento deve ser mantido.

2. Art. 5, §u, III – EMPREGO PUBLICO EFETIVO;

3. Art. 5, §u, IV – COLAÇÃO DE GRAU;

4. Art. 5, §u, V - Sujeito exercer uma atividade civil ou empresarial ou relação de emprego que lhe
permita viver com economia própria.

MORTE = FIM DA PERSONALIDADE (tanto a civil ou jurídica quanto os direitos da personalidade)

 REAL: cadáver (medico irá indicar as causas); quando o medico esta autorizado a lavrar este
atestado  art. 3 da lei 9434/97: medico pode atestar quando ocorrer a chamada morte
ENCEFALICA (parada total as funções vitais são comandadas pelo tronco encefálico – morte
encefálica é morte do tronco) # morte CEREBRAL (morte do cérebro)  certidão de óbito

 PRESUMIDA: aqui não tem cadáver – houve um desaparecimento;

1. SEM DECLARAÇÃO DE AUSENCIA: pessoa desapareceu numa situação que envolva risco
de morte – ex.: acidente aéreo, deslizamento na serra, acidente em navio...
Art. 7 do CC – pode ser declarada a morte presumida SEM que se fale em decretação de
ausência = 3 CASOS:
I – se for extremamente provável a morte de quem estava em perigo de vida;
II- se alguém, desaparecido em campanha OU feito prisioneiro, não for encontrado até 2 anos
após o termino da guerra;

§u – a declaração da morte presumida, SOMENTE PODE SER REQUERIDA, após esgotadas


as buscas e averiguações, devendo a sentença fixar a data da possível morte.

2. COM DECLARAÇÃO DE AUSENCIA: quem é o ausente? Art. 22 CC – o ausente será aquele


sujeito que desaparecer de seu domicilio sem deixar noticias ou representante constituído.

 SE ELE DEIXAR PROCURADOR NÃO PODERÁ SER DECRETADA SUA AUSENCIA


 AUSENCIA é regulada do art. 22 ao art. 39
 Como há duvida se ele sumiu por vontade própria ou não, o instituto da ausência é feito como
forma de tutela DOS BENS deixados pelo ausente – ou seja – proteção do próprio ausente.
 A lei até admite a sucessão de bens, mas este não é o foco, esta é a consequência. Tanto que se o
ausente voltar a qq momento ele terá direito aos bens no estado em que se encontrar.

FASES DO PROCEDIMENTO DE AUSENCIA

FATO: DESAPARECIMENTO  PRAZO PARA DECLARAÇÃO DE AUSENCIA: NÃO TEM PRAZO (deve
ser prazo razoável para o Juiz fixar)  AUSENCIA NÃO É CAUSA DE INCAPACIDADE, NOMEIA-SE
CURADOR PATRIMONIAL = ADM. DOS BENS DEIXADOS:

1 FASE – CURADORIA DOS BENS: função do curador é identificar quais foram os bens deixados
pelo ausente e passar a sua administração;

Obs.: No CC/16 ele era considerado incapaz

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2 FASE – 1 ANO após A DECLARAÇÃO JUDICIAL DE AUSENCIA – SUCESSÃO PROVISORIA;
SE DEIXOU PROCURADOR, NÃO PRECISA DA 1 FASE, CAI DIRETO NA 2 FASE APÓS 3 ANOS!

Aqui os herdeiros identificados pelo curador serão investidos/imitidos na posse.

 Herdeiros necessários = não precisa prestar caução


 Herdeiros não necessários = precisam prestar caução

3 FASE – 10 ANOS após A SUCESSÃO PROVISORIA – SUCESSAO DEFINITIVA: herdeiros que


eram meros possuidores se convertem em verdadeiros proprietários dos bens.

Obs.: Mesmo prazo para usucapião ordinário = 10 anos!!!

Quando será considerado presumidamente morto? Com a sucessão definitiva = art. 6 c/c art. 37; aqui é o
momento que a mulher se torna viúva, mas ela pode pedir o divorcio antes.

Se o ausente reaparecer após a sucessão definitiva? Art. 39 - regressando o ausente nos 10 ANOS
SEGUINTES a sucessão definitiva = propriedade resolúvel = se o ausente retorna ele vai reaver os bens
da maneira que tiver.

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