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O abandono à vontade de Deus, quando é imperfeito, se pode chamar de resignação cristã;

quando é perfeito, amoroso, chama-se santo abandono. La santidad es el resultado conjunto


de la acción de Dios y de la libre cooperación del hombre.
Vontade significada (manifestada. Conhecida de antemão. abraza cuatro partes, que son: los
mandamientos de la ley de Dios y de la Iglesia, los consejos, las inspiraciones, las Reglas y
las Constituciones ); de beneplácito (o que nos acontece: enfermidades, consolações, morte
etc.). a voluntad significada constituye el dominio de la obediencia, la voluntad de
beneplácito pertenece al del abandono en las manos de Dios.
San Francisco de Sales hace, a este propósito, una observación muy atinada: «Hay cosas en
que es preciso juntar la voluntad de Dios significada a la de beneplácito» . Y cita como
ejemplo el caso de enfermedad (cumprir o dever mesmo estando doente, exceto nas exceções
próprias de que está na situação)

“O homem é a perfeição do universo, o espírito a perfeição do homem, o amor a do espírito e


a caridade a do amor: por isso o amor de Deus é o fim, a perfeição, a excelência do
universo”. (SF Sales, Tratado Amor Deus)
Tudo ocorre pela vontade de Deus, de um modo ou de outro. “José es vendido, se le lleva
como esclavo, y se le encarcela; si se afligiera de sus desgracias, se afligiría de su
felicidad (...)¿entregáis vuestro cuerpo a un hombre [médico] que puede equivocarse y
cuyos menores errores pueden quitaros la vida, y no podéis someteros a la dirección del
Señor? (...)Si viéramos todo lo que Él ve, querríamos infaliblemente todo lo que Él quiere; se
nos vería pedirle con lágrimas las mismas aficiones que procuramos apartar por nuestros
votos y nuestras oraciones. A todos nos dice lo que dijo a los hijos del Zebedeo: Nescítis
quid petatis; hombres ciegos, tengo piedad de vuestra ignorancia, no sabéis lo que pedís” (S.
Claudio de La Colombiere, Abandono confiado à Divina Prov)

Fiat mihi secundum verbum tuum. Aqui contém toda a teologia do santo abandono.

Santidade consiste simplesmente na fidelidade à vontade de Deus, e a prática ativa desta


fidelidade é cumprir os deveres de estado e as leis gerais de Deus e da Igreja. A passiva
é a aceitação amorosa de tudo o que Deus nos envia a cada instante.
Na santidade, não ser meramente teórico, curioso, especulativo. É o fogo que produz o calor,
não o conhecimento teórico desse elemento e seus efeitos. Ler livros espirituais só por
curiosidade, sem estar unido à vontade de Deus, é letra morta.
“que hacen consistir su santidad en practicar muchas penitencias, comuniones,
oraciones vocales, viven evidentemente en la ilusión. Todas estas cosas no son
buenas sino en cuanto Dios las quiere, de otra suerte, en vez de aceptarlas las
detesta, pues tan sólo sirven de medios para unirnos a la voluntad divina (...) toda la
perfección se puede resumir y expresar en estos términos: «Hacer lo que Dios
quiere, querer lo que Dios hace»." (D. Vital Lehodey, “El santo abandono”)
"toda la perfección del amor divino consiste a su vez en la unión de nuestra voluntad con la
suya... Si deseamos, pues, agradar y complacer al corazón de Dios, tratemos no sólo de
conformarnos en todo a su santa voluntad, sino de unificarnos con ella (si así puedo
expresarme), de suerte que de dos voluntades no vengamos a formar sino una sola..." (s.
Afonso)
“Sem ela [a vontade de Deus] o pão é veneno; por ela, o veneno é remédio salutar”.
O espírito quer uma coisa; a carne, outra. Mas eu Senhor não desejo senão a tua
vontade. *Eis a forma de superar a guerra, o “faço o que abomino...”.

Lo único que se debe hacer es desear nuestra propia salvación, no sólo ni


principalmente porque con ella alcanzaremos nuestra felicidad, sino ante todo porque
Dios lo quiere. El motivo de la gloria de Dios ha de ser el primero, y debe prevalecer
por encima del de nuestra propia felicidad, pero sin renunciar jamás a esta última, que
entra plenamente—aunque en segundo lugar—en El mismo querer y designio de Dios.

“A alma precisa de não seguir inspiração alguma que julgue recebida de Deus antes de se
ter certificado de que essa inspiração não se afasta dos deveres do seu estado. Esses deveres
são a manifestação mais certa da ordem de Deus, e nada lhes deve ser anteposto”
(Caussade, p. 49-50). “Além dos deveres impostos a cada um pelo próprio estado, Deus
pode ainda pedir certas ações que não estão contidas nesses deveres, conquanto não lhe
sejam opostas” (p. 51).
Se entendêssemos que os reveses que nos acontecem são vontade de Deus, repreender-nos-
íamos de nossas próprias murmurações como de verdadeiras blasfêmias. *Como os
judeus rejeitaram Cristo, também eu O rejeito ao murmurar.
“Devo admirar-me de que um mistério desconcerte a razão? Deus fala-me, é um mistério. É
a morte para os meus sentidos e a minha razão, porque os mistérios são de natureza a
imolá-los. O mistério é a vida do coração pela fé; tudo o resto é contradição. A ação divina
mortifica e vivifica com um mesmo golpe; quanto o mistério é mais obscuro, maior luz
encerra. É por isso que a alma simples nada encontra de mais divino do que aquilo que na
aparência o é menos. A vida da fé está toda nesta luta contra os sentidos”. (p. 107-108)
O conhecimento especulativo das coisas de Deus por si só só ensoberbece. A teologia
virtuosa é prática e experimental.
Nossa semelhança com o Verbo não se faz no espírito por ideias, mas na vontade pelo
abandono.
Último grau de abandono: o desprendimento mais perfeito de todo o desígnio e de todo
interesse próprio, por mais santo que seja.
“O amor divino concede tudo a quem lhe não recusa nada. E como ele é que inspira
todos os desejos duma alma que só vive dele, não pode deixar de os ouvir: porventura
pode o amor não querer aquilo que quer?” (p. 186)

“Certamente que a nossa vontade, como o nosso espírito, não pode morrer (...) Que é a
claridade das estrelas, quando o sol desponta no horizonte ? Não morre, por certo ;
contudo a soberana luz do sol, fundindo-a e absorvendo-a, une-a a si num conjunto e união
feliz, sem permitir que a distingamos. E em que se transforma a vontade do homem, quando
se entrega incondicionalmente à vontade divina ? Não morre absolutamente, mas de tal
modo se abisma e une à vontade de Deus que não mais se manifesta nem tem outro querer
senão o de Deus, (...) O coração então já lhe não diz : Seja feita a vossa vontade e não a
minha, porque já não tem vontade a renunciar ; mas dirá estas palavras : Senhor, nas
vossas mãos entrego a minha vontade como se a vontade não estivesse já ao seu dispor, mas
ao da divina Providência”.
“E se lhe replicassem : Mas enfim, ó suavíssimo Infante, é por vossa vontade que vossa
Mãe vos leva ? É-me indiferente, poderia ainda dizer, eu não quero nada ; minha
querida Mãe, assim como anda por mim, assim também quer por mim: a ela deixo
igualmente o cuidado de ir e de querer ir por mim, para onde melhor lhe pareça. E
como não ando senão pelos seus pés, também não quero senão pelo seu querer ;
achando-me em seus braços, não me preocupo com querer ou não querer, deixo a
minha santa Mãe todos os cuidados, excepto o de me unir ao seu seio, de haurir dele o
leite suavíssimo, abraçar-me ternamente ao seu colo e cobri-lo com os beijos dos meus
lábios (Ct 1, 1)”

“Bendizer a Deus e agradecer-lhe todos os desígnios da sua Providência é certamente uma


santa ocupação. Todavia se, enquanto deixamos a Deus o cuidado de querer e fazer o que
lhe aprouver, sem repararmos no que se realiza em nós, embora bem o sintamos, pudermos
voltar o coração e aplicar todo o nosso sentido à Bondade e Doçura divina, bendizendo-a,
não nos efeitos e acontecimentos que ordena, mas em si mesma e na própria excelência,
faremos sem dúvida um exercício muito mais eminente”.
“Uma donzela, filha de ilustre médico (...) sentindo-se atacada de febre (...): ‘Sinto-me
muito mal, mas não penso nos remédios porque não sei quais me fariam bem; podia
querer uma coisa e convir-me outra; na:o vale mais entregar todo esse cuidado a meu
pai, que sabe, pode e quer tudo o que melhor convém à minha saúde. Mal faria em
pensar nisso, quando meu pai pensa por mim: faria mal em pedir remédios, porque
ninguém melhor que ele escolherá o mais eficaz. Esperarei que ele me aplique o
remédio que julgar melhor e quando estiver junto de mim na:o empregarei meus olhos
sena:o em contemplá-lo e as minhas palavras sena:o em asseverar-lhe a minha inteira
confiança e terno amor de filha’ (...) Esta filha não afirmou um amor mais intenso e
mais profundo a seu pai, entregando-se confiadamente à sua ternura e ciência do que se
lhe pedisse a todo 0 momento remédio para o seu mal? (...) Deus quererá sempre para ti
o que tu não és capaz de querer, sem te afligires. Espera tranquilamente os efeitos do
beneplácito divino e basta-te o que ele determinar, que é sempre o melhor. Era assim
que o Senhor ordenava à sua eleita Santa Catarina de Sena, quando lhe dizia : «Pensa
em mim, que eu pensarei por ti»”.
A alma deve ficar em expectativa, não agir, mas ter uma simples disposição (indiferente ao
que o divino beneplácito houver por bem ordenar), e, quando as coisas acontecem, a
expectativa se transforma em consentimento.

“O amor realizou tudo isso, Teotimo : e é também o amor que, entrando numa alma para a
fazer morrer ditosamente para si e reviver para Deus, a despoja de todos os desejos humanos
e da estima própria, que não é menos inerente ao nosso espírito do que a pele o é à carne
[como sofreu Nosso Senhor, tendo a pele arrancada pelo açoite], e a desnuda enfim das
afeições mais queridas, como são as que tinha às consolações espirituais, aos exercícios de
piedade, à perfeição das virtudes, que pareciam constituir a mesmíssima vida da alma devota
(...)Ele mesmo nos tira _a afeição às virtudes e a todos os exercícios espirituais, para com
mais placidez, pureza e simplicidade nos afeiçoarmos apenas ao beneplácito da sua divina
Majestade.”.
“Não podemos ficar muito tempo nesta nudez, despidos de todas as afeições. Por isso,
segundo o conselho do santo Apóstolo, depois de despirmos o velho Adão, temos de nos
vestir do novo homem, que é Jesus Cristo. Tendo renunciado a tudo, até à afeição das
virtudes, para não lançar mão delas senão na medida que o beneplácito divino
determinar, temos novamente de tomar outras afeições, talvez as mesmas a que
tínhamos renunciado. Mas é preciso, então, que nos revistamos delas não por nos serem
agradáveis, úteis, honrosas e aptas a satisfazerem o nosso amor próprio, mas por serem
agradáveis a Deus, úteis à sua honra e destinadas à sua glória (...) Se nos despimos da velha
afeição às consolações espirituais, aos exercícios da devoção, à prática das virtudes, e
inclusivamente ao próprio adiantamento na perfeição, é necessário que nos revistamos doutra
afeição nova,· estimando essas graças e favores celestes, não já como perfeição e ornamento
do nosso espírito, mas porque, dessa maneira, o nome de Nosso Senhor é santificado, o seu
reino aumenta e o seu beneplácito é por nós glorificado”.

Conta-se que um devoto de S. Tomás de Cantuária foi à sua sepultura para recuperar a saúde.
Melhorou e voltou a seu país, mas pensou: se minha enfermidade fosse vantajosa para minha
salvação, que uso poderei fazer da saúde? Voltou ao sepulcro e pediu ao Santo que
suplicasse a Deus para que lhe concedesse o melhor para a sua salvação. Depois disso, recaiu
com a mesma doença, ficando satisfeito. Não ha melhor occasião para a oonformidade com a
vontade de Deus, do que ó tempo da seccura espiritual. Não digo que não seja sensível lt
perda da divina presença : impossivel é que a alma a não sinta, e a não lamente (“Meu
Deus, por que me abandonaste?”)
“S. João de Ávila escreveu a um sacerdote qne estava enfermo: « Amigo, não Yos inquieteis
eom o bem que poderíeis fazer, se estivesseis bom, ma.s contentae-vos de continuar doente
todo o tempo que Deus quizer. Se procuraes a vontade de Deus, indifferente vos deve ser o
estar mal ou de. saude. »
Sales diz que Deus é mais bem servido por nossos padecimentos do que por nossas
fadigas. E é certo, que um único pecado venial desagrada mais a Deus, do que lhe
agradam todas as obras boas que possamos fazer”

La voluntad de Dios, simplicísima en sí misma, se divide assim: a) Voluntad absoluta,


cuando Dios quiere alguna cosa sin ninguna condición, como la creación del mundo; y
condicionada, cuando lo quiere com alguna condición, como la salvación de un pecador si
hace penitencia o se arrepiente. B) Voluntad antecedente es la que Dios tiene en torno a una
cosa en si misma o absolutamente considerada (v.gr., la salvación de todos los hombres en
general), y voluntad consiguiente es la que tiene en torno a una cosa revestida ya de todas sus
circunstancias particulares y concretas (v.gr., la condenación de un pecador que muere
impenitente). C) Voluntad de signo y voluntad de beneplácito. Esta es la que más nos
interesa aquí. He aquí cómo las expone el P. Garrigou-Lagrange: «Se entiende por voluntad
divina significada (o voluntad de signo) cierto signos de la voluntad de Dios, como los
preceptos, las prohibiciones, el espíritu de los consejos evangélicos, los sucesos queridos o
permitidos por Dios. La voluntad divina significada de ese modo, mayormente la que se
manifiesta en los preceptos, pertenece al dominio de la obediencia. A ella nos referimos,
según Santo Tomás (1,19,11), al decir en el Padrenuestro: Fiat voluntas tua. La voluntad
divina de beneplácito es el acto interno de la voluntad de Dios aún no manifestado ni dado a
conocer. De ella depende el porvenir todavia incierto para nosotros: sucesos futuros, alegrías
y pruebas de breve o larga duración, hora y circunstancias de nuestra muerte, etc. Como
observa San Francisco de Sales (Amor de Dios 1.8 c.3; l.g c.6), y con él Bossuet (Etats
d'oraison 1,8,9), si ' a voluntad significada constituye el dominio de la obediencia, la
voluntad de beneplácito pertenece al del abandono en las manos de Dios. Como largamente
diremos más tarde, ajustando cada día más nuestra voluntad a la de Dios significada,
debemos en lo restante abandonarnos confiadamente en el divino beneplácito, ciertos de que
nada quiere ni permite que no sea para el bien espiritual y eterno de los que aman al Señor y
perseveran en su amor». principios teológicos en que puede apoyarse esta omnímoda
sumisión y conformidad con la voluntad de Dios? £1 P. Garrigou-Lagrange señala los
siguientes (La Providencia y la confianza en Dios): i.° Nada sucede que desde toda la
eternidad no lo haya Dios previsto y querido o por lo menos permitido. 2.0 Dios no puede
querer ni permitir cosa alguna que no esté conforme con el fin que se propuso al crear, es
decir, con la manifestación de su bondad y de sus infinitas perfecciones y con la gloria del
Verbo encarnado, Jesucristo, su Hijo unigénito (1 Cor. 3,23). 3.0 Sabemos que «todas las
cosas contribuyen al bien de los que aman a Dios, de aquellos que, según sus designios, han
sido llamados» (Rom. 8,28) y perseveran en su amor. 4.0 Sin embargo, el abandono en la
voluntad de Dios a nadie exime de esforzarse en cumplir la voluntad de Dios significada en
los mandamientos, consejos y sucesos, abandonándonos en todo lo demás a la voluntad
divina de beneplácito por misteriosa que nos parezca, evitando toda inquietud y agitación.

De cinco maneras, dice Santo Tomás (1,19,12), se nos manifiesta o significa la voluntad de
Dios: 1.a Haciendo algo directamente y por sí mismo: Operatio.
2.a Indirectamente, o sea, no impidiendo que otros lo hagan: Pertnissio.
3.a Imponiendo su voluntad por un precepto propio o de otros: Praeceptum.
4.a Prohibiendo en igual forma lo contrario: Prohibitio.
5.a Persuadiendo la realización u omisión de algo: Consilium.
El Doctor Angélico advierte (ibid.) que la operación y el permiso se refieren al presente; la
operación al bien, y el permiso al mal. Los otros três modos se refieren al futuro en la
siguiente forma: el precepto, al bien futuro necesario; la prohibición, al mal futuro, que es
obligatorio evitar, y el consejo,a la sobreabundancia del bien futuro. No cabe establecer una
división más perfecta y acabada.

La necesidad de entrar por esta vía puede demostrarse por tríplice razão: EL DERECHO
DIVINO.—a) Somos siervos de Dios, en cuanto criaturas suyas. Dios nos creó, nos conserva
continuamente en el ser, nos redimió, nos ha ordenado a El como a nuestro último fin. No
nos pertenecemos a nosotros mismos, sino a Dios (r Cor. 6,19). b) Somos hijos y amigos de
Dios: el hijo debe estar sometido a su Padre por amor, y la amistad produce la concordia de
voluntades: idem velle et nolle. 2.0 NUESTRA UTILIDAD, por la gran eficacia
santificadora de esta vía. Ahora bien: la santidad es el mayor bien que podemos alcanzar en
este mundo y el único que tendrá una inmensa repercusión eterna. Todos lós demás bienes
palidecen y se esfuman ante él. 3.0 EL EJEMPLO DE CRISTO.—Toda la vida de Cristo
sobre la tierra consistió en cumplir la voluntad de su Padre celestial. «A! entrar en el mundo
dijo: He aquí que vengo para hacer, Dios mío, tu voluntad» (cf. Hebr. 10, 5-7). Durante su
vida manifiesta continuamente que está pendiente de La voluntad de su Padre celestial: «Me
conviene estar en las cosas de mi Padre» (Le. 2,49); «Yo hago siempre lo que a El le agrada»
(lo. 8,29); «Esta es mi comida y mi bebida» (lo. 4,34); «Este es el mandato que he recibido
de mi Padre» (lo. 10,18); «No se haga mi voluntad, sino la tuya» (Le. 22,42). A imitación de
Cristo, ésta fué toda la vida de María: «he aquí a la sierva del Señor; hágase en mí según tu
palabra» (Le. 1,38), y la de todos lós santos: «mira y obra conforme al ejemplar» (Ex. 25,40).

es cierto que se gana más para el cielo en un día de adversidad que durante varios años
pasados en la alegría, por santo que sea el uso que se haga de ella. (Juan COlombiere)
“Dios mío, dadme tantas riquezas que mi corazón sea satisfecho o inspiradme un desprecio
tan grande que no las desee más; libradme de la pobreza o hacédmela tan amable que la
prefiera a todos los tesoros de la tierra; que cesen estos dolores, o lo que será aún más
glorioso para Vos, haced que cambien en delicias para mí y que lejos de afligirme y de turbar
la paz de mi alma lleguen a ser, a su vez, la fuente más dulce de alegría. Podéis descargarme
de la cruz; podéis dejármela, sin que sienta el peso. Podéis extinguir el fuego que me quema;
podéis hacer, que en lugar de apagarlo para que no me queme, me sirva de refrigerio, como
lo fue para los jóvenes hebreos en el horno de Babilonia. Os pido lo uno o lo otro. ¿Qué
importa el modo como yo sea feliz? Si lo soy por La posesión de los bienes terrestres, os
daré eternas acciones de gracias; si lo soy por la privación de estos mismos bienes, será un
prodigio más gloria a vuestro nombre quedará estaré aún más reconocido” (idem).
La negativa que recibís ahora no es más que un fingimiento del que Dios se sirve para
inflamar más vuestro fervor. Ved cómo obra respecto a la Cananea, cómo rehúsa verla y
oírla, cómo la trata de extranjera y más duramente aún. ¿No diréis que la importunidad de
esta mujer le irrita más y más? Sin embargo, dentro de Él, la admira y está encantado de su
confianza y de su humildad; y por esto la rechaza. ¡Oh clemencia disfrazada, que toma la
máscara de la crueldad con qué ternura rechazas a los que más quieres escuchar! Guardaos
de dejaros sorprender; al contrario, urgid tanto más cuanto más os parezca que sois
rechazados.

EXERCÍCIO DE CONFORMIDADE À DIVINA PROVIDÊNCIA: ato de fé, ato de


esperança (confiança) e de caridade.

Salomão sabedoria, mas ganhou riquezas Tb, cumpriu ordo amoris: não vos preocupeis

Cristo Rei sobre Intelig, vont e coração; vontade (apetite intelc do bem); Jesus manso,
“Vontade daquele que me enviou” (Jo 6, 38), “Aquele que fizer a vontade do meu Pai, este é
meu irmão” (Mt 12, 50), Oração do Pai-Nosso, "Achei Davi, filho de Jessé, homem segundo
o meu coração, que fará todas as minhas vontades." (At 13, 22); Leproso: Senhor, se você
quiser, pode me purificar " (Lc 5, 40);

Quando falamos da vontade de Deus, distinguimos a vontade significada e a vontade de


aprovação.
A vontade significa é o que Deus nos envia, ou nos aconselha a fazer, ou para de
fazer. Assim, todas as coisas que nos são propostas para alcançar a felicidade celestial,
pertencentes à fé ou aos costumes, devem ser entendidas, isto é, tudo o que nosso Senhor
Cristo, por si ou por sua Igreja, nos ordenou ou nos proibiu. O apóstolo escreve assim: « Não
seja imprudente, mas esteja atento à vontade de Deus » (Ef 5:17) e « Não queira se
conformar com este século, antes se transforme na renovação do seu espírito: para adivinhar
o que é bom, o mais agradável e a coisa perfeita que Deus deseja de você ”(Rm 12, 2).

A vontade de acolher é o que devemos considerar em todos os eventos, isto é, no que


acontece conosco; na doença e na morte, na aflição e no consolo, na adversidade e na
prosperidade, em uma palavra, em todas as coisas que não estão previstas.
O principal efeito do amor, diz S. Dionísio, é unir a vontade daqueles que se amam de
maneira que se torne uma e a mesma vontade. Assim, quanto mais uma pessoa está unida
com a vontade divina, maior será o seu amor. Quando as obras não são feitas em
conformidade com a sua vontade, não só lhe são desagradáveis, mas odiosas e merecedoras
unicamente de castigo. Aquelle que trabalha segundo a sua própria vontade, e não conforme
a vontade de Deus, commette uma especie de idolatria. A maior gloria pois que nós podemos
dar a Deus, é cumprir sua bemdita vontade em tudo. Beato Henrique Suso: “Eu antes queria
ser o mais vil insecto que se arrasta pela terra, pela vontade de Deus, do que ser um
Seraphim pela minha vontade”. Se Deus lhes significasse que seriam queimados no fogo do
inferno, os serafins desceriam immediatamente ao abysmo, para cumprirem a vontade divina.
Quem dá seus bens em esmolas, seu corpo ás disciplinas, e seu alimento ao jejum dá uma
parte do que possue: ruas aquelle que entrega a Deus a sua vontade, dá tudo. S. João de Ávila
dizia: “Uma ação de graças no tempo da tribulação mais vale que mil atos de agradecimento
no tempo da prosperidade”. Não devemos portanto receber nossos infortunios, como da mão
do acaso ou da malicia dos homens, mas devemos estar persuadidos que tudo quanto nos
acontece, é pela vontade de Deus.
qnanuo me quizesse precipitar no inferno, o obrigaria a ir alli commigo, e me acharia então
mais feliz com Elle no abysmo, do que gozanuo das delicias do Céo sem Elle
Os escriptores sobre a vida espiritual nos dizem -1ue, ainda que Deus se apraz com o desejo
que algumas almas tem de soffrer por Elle, e de Lhe agradar, muito mais Lhe é a
uniformidade daquelles que nem desejam gozar nem soffrer, ruas que inteiramente se
resignam á sua santa vontade, desejando sómente cumpril-a. Santa Teresa se oferecia a Deus
pelo menos 50 vezes por dia, para que Ele fizesse o que quisesse dela. Se abraçamos todas as
vicissitudes da vida, como vindas da m ão ·de Deus, e mesmo a morte, com submissão á sua
vontade, por certo que morreremos santos, e seremos salvos.
Devemos abster-nos de dizer: que intolerável frio, que horroroso calor! que desagradável
estação! Ou.fazel·mos uso de algum11s expressões que mostrem a nossa repuguancia para
com à vontade de Deus. Quem sabe, se tendo nós tido maiores talentos, uma perfeita saude,
um corpo extremamente bem organizado, nos teríamos perdido! “Senhor, eu não desej o a
saúde nem a doença, desejo unicamente que a vossa vontade seja feita. » E' sem duvida
grande virtude, não lam entar nossas affiicções, durante o tempo da dôr ou enfermidade;
porém, quando estas pesam sobre nós, não nos é vedado descrevêl-a a nossos amigos, nem
mesmo rogar a Deus que nos livre dellas. Falo daquellas dôres ou enfermidades que atacam
severamente, que muitos
ba tão insoffridos, que pela mais leve indisposição ou fadiga, pretendem obter a com paixão
de todos. O mesmo Jesus Christo, começando a sua Paixão, deu a conhecer a seus discipulos
a sua tribulação : « A minha alma está triste até a morte » (S. Math. XXYII 38.) E elle rogou
ao seu Etemo Pai o livrasse della : « Mett Pae, se é possivel, passe de mim este cálice”. Mas
o mesmo Jesus nos ensinou, que o que devemos fazer depois de taes preces, é resignar-nos
imediatamente á vontade divina, dizendo : « não como eu quero, m as como vós quereis. » .
Queremos saúde para servir a Deus? Querer cumprir a vontade de Deus agrada-Lhe mais
que cumprir todas as penitências e mortificações possamos oferecer-lhe. S. Francisco de
Que não peçamos a saúde ou a moléstia, mas nos entregar à vontade de Deus. Mas se
pedirmos a saúde, que seja com a condição de que ela ajude a saúde da alma, ou Deus não
ouvirá.
A enfermidade é a pedra de toque da alma, diz de como está o caráter da virtude que a alma
possui: se o enfermo se resigna à vontade divina, não reclama, obedece a quem o trata, etc.,
significa que possui virtude.
“S. Boaventura relata na vida de S. Francisco, que o Santo achando-se atacado de
extraordinários padecimentos, um dos seus religiosos lhe dissera: « Padre, pedi a Deus que
vos trate mais benignamente : porque a sua mão carrega demasiado sobre vós. » Ao ouvir
isto replicou S. Francisco em alta voz: « Se eu não soubesse que o que dizeis procede da
simplicidade, não vos queriria ver lnais, por vos terdes atrevido a reprehender os juizos de
Deus. » Dizendo isto, posto que fraco e extenuado pelas dôres e pela molestia, lançou-se fóra
da' cama sobre o duro chão, e beijando-o, exclamou: «Mil graças te sejam dadas, ó Senhor,
pelo padecimento que me ma.ndaste. Peço-te que m'o mandes maior, se essa fôr a tua divina
vontade. Desejo que me affiijas e não me poupes na menor coisa; porque o cumprimento da
tua vontade é a maior consolação, que posso receber nesta vida”.
“Santa Gertrudes subindo uma vez a um monte, perdeu o equilibrio e caiu em um valle. Suas
eompanheiras perguntaram-lhe senão temia morrer sem &s sacramentos 7 A o que a Santa
responde u : « Eu tenho grande desejo d e m orrer com os Sacramentos, porém deixo isso á
vontade de Deus, porque a melhor disposição para a morte é voluntar iamente submetter-nos
ao que Deus tiver determinado”. Devemos pedir a salvação e resignarmos.
Nossa conformidade também se deve dar quanto à perda de pessoas que podem nos ajudar
espiritualmente. Foi-nos tirado o diretor espiritual? Não lamentemos.
A quelle que ora a Deus com espiritual doçura e deleite, bem pouco faz. « E' um amigo e
companl1eiro á me�a, mas me deixará no dia de a.fHição. » ( Eccl. VI. 10.) Vós não
considerais como verdadeiro amigo, aquelle que só vier á vossa mesa, e tomar parte em
vossos divertimentos ; mas sim aquelle que vos vem va.ler nos trabalhos, e vos acudir n aR
tribulações, sem que disso tire vantagem propria.
Este mundo é uma prisão, porque estamos continuamente expostos ao risco de perder a alma.
“Isto fazi a Santa Thereza suspirar pela morte. Quando ella ouvia as horas no relogio
alegrava-se, e consolava-se que uma hora de sua vida estava passada; hora de perigo de
perder a Deus. (...)
“devemos estimar aquellaR coisas, que pertencem á gloria de Deus, mas devemos estimar
ainda mais a sua divina vontade : devemos desejar amal-o mais que os Seraphins ; mas não
devemos desejar maior gráo de amor, que não seja aquelle que o Senhor tem determinado
conceder-nos”.
Seria pois grande culpa desejar dons de sobrenatural oração. e particularmente e xtasis e
revelações. Os mestres da vida espiritual nos ensinam, quando as almas são favorecidas com
taes dons, que deveriam orar para serem privadas delles, para poderem amar a Deus pelo
puro caminho da fé, o qual é o mais seguro.
devemos ser cuidadosos de servir a Deus por aqnelle caminho que Ellc quer que o sirvamos.
Digo isto em ordem a evitar a illusão de muitoH, q ne se entretem com a idéa de que estam
perdendo o seu tempo, e dizem : Se eu - estivesse em um deserto, se entrasse em um
mosteiro, se eu est-ivesse em outra qna.!quer parte (:ue não füssl.' esta, distante de parentes e
companheiros, viria. a ser Santo ; praticaria estas ou aqucllas mortificações, e me entregaria
todo a oração. Elles dizem , eu faria, eu faria : mas no entanto,
supportando involuntariamente a cruz que Deus lhes tem dado, não caminhando pelo vereda
que o Senhor lhes tem mostrado, não só se não tornam santos, mas fazem-se máos, pessimos.
Estes desej os são muitas vezes tentações do Diabo. (...) e devemos por isso rejeital-os
La perfecta conformidad con la voluntad divina es uno de los principales medios de
santificación. Escribe Santa Teresa: «Toda la pretensión de quien comienza oración (y no se
olvide esto, que importa mucho) ha de ser trabajar y determinarse y disponerse, a hacer su
voluntad conforme con la de Dios..., y en esto consiste toda la mayor perfección que se
puede alcanzar en el camino espiritual.
Perficere (fazer até o fim, completar). (“A caridade é o vinculo da perfeição”, Coloss. Il.l.
14). Una cosa se dice perfecta cuando tiene todo el ser, toda la realidad que le conviene
según su naturaleza. El hombre ciego es imperfecto, porque le falta uno de los órganos
exigidos por su naturaleza humana; pero el no tener alas no significa en el hombre una
imperfección, porque su naturaleza no está hecha para volar; quiere decir que las ideas de
realidad actual y de perfección son sinónimas. Por eso, Dios, que es acto puro, esto es, el ser
en toda su plenitud actual, es la perfección por esencia. El es, em realidad, el único ser
perfecto. Todos los demás seres—mezcla de potencia y de acto—son tan sólo perfectibles.
Lo que les queda de potencia, eso tendrán de perfectibilidad; y como jamás desaparecerá de
ellos algún aspecto potencial, sigúese que la perfección absoluta es imposible al ser creado.
Ainda, cuando un ser ha alcanzado su fin y descansa en él, puede decirse que ha llegado a su
perfección plena. Mientras se va acercando a él sólo posee una perfección relativa o
progresiva.A perfeição da vida cristã consiste na caridade, diz Santo Tomás, «Pero por
encima de todo
esto, vestios de la caridad, que es vinculo de perfección» (Col. 3,14); porque la caridad—
comenta el Angélico Doctor—en cierto modo liga a todas las demás virtudes en una unidad
perfecta. En el cuerpo del artículo establece la prueba de razón, que no puede ser más
sencilla. Si un ser alcanza su perfección cuando llega a su propio fin, hay que concluir que la
perfección cristiana consiste especialmente en la caridad, ya que es ella precisamente la
virtud que nos une directamente con Dios en cuanto último fin sobrenatural. No queremos
decir que la perfección cristiana consista integra y exclusivamente en la perfección de la
caridad, sino que es ella el elemento principal, mas quem conseguiu a perfeição do amor de
Deus e do próximo pode ser chamado perfeito en el sentido más genuino de la palabra
(simpliciter), mientras que sólo lo serla relativamente (secundum quid) si lo fuera tan sólo en
alguna otra virtud 3. Esto último, por ló demás, es imposible en el orden sobrenatural, dada
la conexión de las virtudes infusas con la gracia y la caridad. La prueba de razón la da Santo
Tomás, diciendo que la perfección de un ser consiste en alcanzar su último fin, más allá del
cual nada cabe desear; pero es la caridad quien nos une con Dios, último fin del hombre;
luego en ella consistirá especialmente la perfección cristiana. La caridad mira a Dios y nos
une a El como fin; la fe y la esperanza le miran y nos unen a El como principio. La fe nos da
un conocimiento de Dios necesariamente obscuro e imperfecto (de non visis) y la esperanza
es también radicalmente imperfecta (de non possessis), mientras que la caridad nos une con
El ya desde ahora de una manera perfectísima, dándonos la posesión real de Dios. Está,
pues, fuera de toda duda que la caridad constituye la esencia misma de la perfección
cristiana. La caridad supone y encierra todas las demás virtudes, que carecen sin ella de
valor, como dice expresamente San Pablo.