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01
Q777872
Direito Constitucional 
 Princípios da Administração Pública,  Administração
Pública – Disposições Gerais e Servidores Públicos,
Reclamação Constitucional (+ assunto)
Ano: 2017
Banca: FCC
Órgão: TRE-SP
Prova: Analista Judiciário - Área Administrativa
O ato de nomeação de irmão de ocupante de cargo
de direção em Secretaria de Estado para cargo em
comissão de assessoramento do Governador 
 a)
é compatível com a Constituição da República. 
 b)
viola a Constituição da República e pode ser objeto
de mandado de segurança perante o Supremo
Tribunal Federal. 
 c)
viola a Constituição da República e pode ser objeto
de reclamação perante o Supremo Tribunal Federal. 
 d)
viola a Constituição da República e pode ser objeto
de ação direta de inconstitucionalidade perante o
Supremo Tribunal Federal. 
 e)
viola a Constituição da República e pode ser objeto
de ação popular perante o Supremo Tribunal
Federal. 
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Comentários do professor    
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Cassiano Messias 
15 de Fevereiro de 2017, às 10h50
Útil (1619)
LETRA C
 
Questão capciosa ... se você ler rápido marca que
está de acordo com a CF . Se a nomeaçao fosse
para ocupar o cargo na secretaria do estado estaria
correto , pois não se aplica a vedação da sumula
vinculante 13 aos cargos políticos , porém a
nomeação é do irmão da pessoa que ocupa esse
cargo para assessor de governador o que fere o
dispositivo.
 
Súmula Vinculante 13

 
A nomeação de cônjuge, companheiro
ou PARENTE em linha reta, colateral ou por
afinidade, até o TERCEIRO grau, inclusive, da
autoridade nomeante ou de servidor da mesma
pessoa jurídica investido em cargo de direção,
chefia ou assessoramento, para o exercício
de CARGO EM COMISSÃO ou de confiança ou,
ainda, de função gratificada na administração
pública direta e indireta em qualquer dos poderes da
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios, compreendido o ajuste mediante
designações recíprocas, viola a Constituição
Federal.

"1. A jurisprudência do STF preconiza


que, ressalvada situação de fraude à lei, a
nomeação de parentes para cargos públicos
de natureza política não desrespeita o conteúdo
normativo do enunciado da Súmula Vinculante 13."
(RE 825682 AgR, Relator Ministro Teori Zavascki,
julgamento em 10.2.2015, DJe de 2.3.2015) , logo de
acordo com o STF  não se aplica a súmula
vinculante 13 aos cargos POLÍTICOS.
Ex: Secretários de Estado , Ministros , Presidentes
de Autarquia.
 
CF
 
Art. 103 -A  § 3º Do ato administrativo ou decisão
judicial que contrariar a SÚMULA aplicável ou que
indevidamente a aplicar,
caberá RECLAMAÇÃO ao STF que, julgando-a
procedente, ANULARÁ o ato
administrativo ou cassará a decisão judicial
reclamada, e determinará que outra seja
proferida COM ou SEM a aplicação da súmula,
conforme o caso.
 
Tente uma, duas, três vezes e se possível tente a
quarta, a quinta e quantas vezes for necessário. Só
não desista nas primeiras tentativas, a persistência é
amiga da conquista. Se você quer chegar aonde a
maioria não chega, faça o que a maioria não faz
Reportar abuso

Danilo Menegussi 
17 de Fevereiro de 2017, às 15h53
Útil (175)
Basta lembrarmos do recente caso do prefeito do
Rio de Janeiro que nomeou o o filho para Secretário
da Casa Civil e o STF disse que se aplica sim, segue
na íntegra:
 
Ministro suspende nomeação de filho de Crivella
para cargo na Prefeitura do Rio
 
O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal
Federal (STF), suspendeu a eficácia de decreto por
meio do qual o prefeito do Município do Rio de
Janeiro, Marcelo Crivella, nomeou seu filho Marcelo
Hodge Crivella para o cargo de secretário chefe da
Casa Civil da Prefeitura. A decisão foi tomada na
análise do pedido de liminar na Reclamação (RCL)
26303.
De acordo com o advogado autor da reclamação, a
nomeação questionada ofenderia o teor da Súmula
Vinculante 13 do STF, que veda a prática de
nepotismo na administração pública. O reclamante
sustenta que o filho do prefeito possui formação em
psicologia cristã, sem experiência em administração
pública, e que ele morava nos Estados Unidos antes
de ser nomeado para o cargo. Ao pedir a concessão
de liminar, ele citou como fundamento os princípios
republicano, da moralidade e da impessoalidade.
Em sua decisão, o ministro argumentou que a
alegação trazida nos autos é relevante. “Ao indicar
parente em linha reta para desempenhar a
mencionada função, a autoridade reclamada,
mediante ato administrativo, acabou por
desrespeitar o preceito revelado no verbete
vinculante 13 da Súmula do Supremo”.
O enunciado contempla três vedações distintas
relativamente à nomeação para cargo em comissão,
de confiança ou função gratificada em qualquer dos
Poderes de todos os entes integrantes da
Federação, salientou o ministro Marco Aurélio. A
primeira diz respeito à proibição de designar parente
da autoridade nomeante. A segunda se refere a
parente de servidor da mesma pessoa jurídica
investido em cargo de direção, chefia ou
assessoramento. A terceira refere-se ao nepotismo
cruzado, mediante designações recíprocas. “No
mais, o teor do verbete não contém exceção quanto
ao cargo de secretário municipal”, destacou.
Com esse argumento, o relator deferiu o pedido de
liminar para suspender a eficácia do Decreto “P” nº
483, de 1º de fevereiro de 2017, do prefeito do Rio
de Janeiro.
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AFONSO ROSA
08 de Março de 2017, às 19h35
Útil (139)
Simplificando:

Mesma pessoa jurídica + cargo de direção, chefia ou


assessoramento 
                    =
IMPEDE: cargo em comissão, de confiança ou
função gratificada
de cônjuge, companheiro ou parente (até 3º grau em
linha reta)

Remédio: 
Reclamação por contrariar Súmula

fundamento:
Art. 103 -A  § 3º Do ato administrativo ou decisão
judicial que contrariar a SÚMULA aplicável ou que
indevidamente a aplicar,
caberá RECLAMAÇÃO ao STF que, julgando-a
procedente, ANULARÁ o ato
administrativo ou cassará a decisão judicial
reclamada, e determinará que outra seja
proferida COM ou SEM a aplicação da súmula,
conforme o caso.
Reportar abuso

Audrey Hepburn 
20 de Junho de 2017, às 14h08
Útil (102)
Desenhando para entender a pergunta:
          1                  -                  2                       -        

 Secretário A          -            Irmão B                  -       
Governador
(cargo de direção)    -        (cargo em comissão)    -
 
A súmula vinculante nº 13 diz que é vedado a
autoridade nomeante, investida em cargo de
direção, chefia ou assessoramento (secretário A),
nomear parente até terceiro grau (irmão B), para
cargo o exercício de cargo em comissão.
 
Súmula Vinculante nº 13: A nomeação de cônjuge,
companheiro ou parente em linha reta, colateral ou
por afinidade, até o TERCEIRO grau, inclusive,
da autoridade nomeante ou de servidor da
mesma pessoa jurídica investido em cargo
de direção, chefia ou assessoramento, para o
exercício de CARGO EM COMISSÃO ou de
confiança ou, ainda, de função gratificada na
administração pública direta e indireta em qualquer
dos poderes da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios, compreendido o ajuste
mediante designações recíprocas, viola a
Constituição Federal.
 
Art. 103-A§ 3º: Do ato administrativo ou decisão
judicial que contrariar a SÚMULA aplicável ou que
indevidamente a aplicar,
caberá RECLAMAÇÃO ao STF que, julgando-a
procedente, anularpa o ato
administrativo ou cassará a decisão judicial
reclamada, e determinará que outra seja
proferida com ou sem a aplicação da súmula,
conforme o caso.
 
Gabarito: C
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rodrigo hussein
20 de Fevereiro de 2017, às 23h27
Útil (86)
não é mimimi, mas a redação é bizarra. Somente se
a nomeação se desse para o mesmo órgão do irmão
(ocupante de cargo de confiança) é que haveria
vedação. A nomeação em outro órgão do governo
do estado, sem influencia da autoridade, nao
encontra qualquer óbice
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SD. Vitório 
27 de Março de 2017, às 21h06
Útil (69)
Gabarito C
 
Súmula Vinculante 13
A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente
em linha reta, colateral ou por afinidade, até o
terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou
de servidor da mesma pessoa jurídica investido em
cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o
exercício de cargo em comissão ou de confiança ou,
ainda, de função gratificada na administração pública
direta e indireta em qualquer dos poderes da União,
dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios,
compreendido o ajuste mediante designações
recíprocas, viola a Constituição Federal. 
 
Cabimento do Instituto da Reclamação
A Reclamação é cabível em três hipóteses:
a) uma deelas é preservar a competência do
STF – quando algum juiz ou tribunal, usurpando a
competência estabelecida no artigo 102 da
Constituição, processa ou julga ações ou recursos
de competência do STF; 
b) outra, é garantir a autoridade das decisões do
STF, ou seja, quando decisões monocráticas ou
colegiadas do STF são desrespeitadas ou
descumpridas por autoridades judiciárias ou
administrativas;
c) também é possível ajuizar Reclamação para
garantir a autoridade das súmulas vinculantes:
depois de editada uma súmula vinculante pelo
Plenário do STF, seu comando vincula ou subordina
todas as autoridades judiciárias e administrativas do
País;
 
No caso de seu descumprimento, a parte pode
ajuizar Reclamação diretamente ao STF. A medida
não se aplica, porém, para as súmulas
convencionais da jurisprudência dominante do STF.
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Harvey, Advogado. 
19 de Julho de 2017, às 15h07
Útil (67)
Sei que muito já foi dito, mas aí vai uma explicação
sucinta. Eu errei essa questão, mas aprendi uma
lição a respeito dessa súmula.
A solução está no parâmetro. O nepotismo está
sendo analisado em relação a quem? Veja, o
nepotismo se aplica: 1) à autoridade nomeante; e 2)
ao servidor da mesma pessoa jurídica investido em
cargo de Direção, Chefia e Assessoramento.
Súmula Vinculante 13
A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente
em linha reta, colateral ou por afinidade, até o
terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou
de servidor da mesma pessoa jurídica investido
em cargo de direção, chefia ou assessoramento,
para o exercício de cargo em comissão ou de
confiança ou, ainda, de função gratificada na
administração pública direta e indireta em qualquer
dos poderes da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios, compreendido o ajuste
mediante designações recíprocas, viola a
Constituição Federal. 
 
Quem será nomeado? O irmão (parente de 2º grau)
de ocupante de cargo de direção na Secretaria do
Estado.
Quem é a autoridade nomeante? pressuponho que
seja o Governador do Estado (não é parente,
cônjuge, nem companheiro do nomeado) .
Há nepotismo em relação à autoridade nomeante?
Não.

Há nepotismo em relação ao servidor ocupante de


cargo de direção na mesma pessoa jurídica? Sim, é
o caso do ocupante de cargo de direção na
Secretaria do Estado.

O cargo de assessor do Governador não é um cargo


político por excelência como seria o caso do cargo
de Secretário de Estado, para fins de aplicação
daquela jurisprudência do STF sobre a possibilidade
de nomeação de parente para exercer cargo político.

Quanto á reclamação, é o instrumento cabível para


atos administrativos ou judiciais que afrontam a
autoridade do STF estampada na edição da Súmua
Vinculante. 
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Lorena Bernardo 
16 de Fevereiro de 2017, às 15h16
Útil (64)
A situação afronta a súmula vinculante número 13
(nepotismo). 
No caso, o que cabe fazer é direcionar uma
reclamação ao STF devido a afronta à súmula
vinculante.
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Israel Morais 
25 de Fevereiro de 2017, às 11h37
Útil (56)
Pessoal, segue um julgado interessante
do STF15/02/2016
Nomeação para cargo político não afasta
aplicação da súmula sobre nepotismo
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal
(STF), determinou o prosseguimento de ação civil
pública, por ato de improbidade administrativa,
proposta pelo Ministério Público de São Paulo (MP-
SP) contra o prefeito afastado da cidade de Campina
do Monte Alegre (SP). Acusado da prática de
nepotismo, Orlando Dozinete Aleixo nomeou o
sobrinho para o cargo de secretário municipal de
administração, planejamento e finanças, e o
cunhado para o cargo de secretário municipal de
segurança pública e trânsito. O Tribunal de Justiça
de São Paulo (TJ-SP) extinguiu a ação pública, sem
resolução de mérito, alegando impossibilidade
jurídica do pedido, sob o entendimento de que a
Súmula Vinculante nº 13 do STF (que veda o
nepotismo) não se aplica aos cargos de natureza
política, como os cargos de secretários,
questionados na ação. Na Reclamação (RCL) 17102
ajuizada no Supremo, o MP-SP alegou que a
interpretação dada pelo TJ-SP à SV nº 13 está
equivocada, já que os juízes não podem criar direito
novo na interpretação de súmulas vinculantes.  Ao
julgar procedente a reclamação e determinar que a
ação civil pública contra o prefeito afastado retome
seu curso, o ministro Fux afirmou que o
entendimento fixado pelo STF foi o de que a
vedação ao nepotismo é consequência lógica
do caput do artigo 37 da Constituição Federal, em
obediência aos princípios da moralidade e da
impessoalidade. O ministro Fux lembrou que, nesses
casos, a configuração ou não do nepotismo deve
ser analisada caso a caso, a fim de verificar a
eventual ocorrência de “nepotismo cruzado” ou outra
modalidade de fraude à lei e descumprimento dos
princípios administrativos. “Nessa seara, tem-se que
a nomeação de agente para exercício de cargo na
administração pública, em qualquer nível, fundada
apenas e tão somente no grau de parentesco com a
autoridade nomeante, sem levar em conta a
capacidade técnica para o seu desempenho de
forma eficiente, além de violar o interesse público,
mostra-se contrária ao princípio republicano”,
asseverou.Citando precedentes como a RCL 17627
(de relatoria do ministro Luís Roberto Barroso), a
RCL 11605 (do ministro Celso de Mello), o ministro
Fux enfatizou que, quanto aos cargos políticos,
deve-se analisar, ainda, se o agente nomeado
possui a qualificação técnica necessária ao seu
desempenho e se não há nada que desabone sua
conduta. Acrescentou que a Proposta de Súmula
Vinculante nº 56 do STF, a ser analisada pelo
Plenário, tem a seguinte redação sugerida:
“nenhuma autoridade pode nomear para cargo em
comissão, designar para função de confiança, nem
contratar cônjuge, companheiro ou parente seu, até
terceiro grau, inclusive, nem servidores podem ser
nomeados, designados ou contratados para cargos
ou funções que guardem relação funcional de
subordinação direta entre si, ou que sejam
incompatíveis com a qualificação profissional do
pretendente”.   
 
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Antonio F 
03 de Março de 2017, às 12h20
Útil (46)
O comentário do Cassiano Messias é
perfeito. A Súmula Vinculante 13 deixou uma
brecha quanto aos cargos de natureza política desde
que tenha qualificação profissional para exercer o
cargo. 
 
O exemplo do filho do Crivella ainda não pode ser
considerado para o caso em questão. Pois o filho do
Crivella foi nomeado para o cargo de SECRETÁRIO
(existe outras decisões do STF aceitando a
nomeação), já a questão coloca o cargo de
ASSESSOR do Governador (violando a citada
Súmula). Além que ainda pode reverter a liminar
concedida pelo Ministro Marco Aurélio Mello,
inclusive é uma decisão de grande importância para
futuras questões e devemos ficar atentos. 
 
No mais, o ponto principal da questão é a forma de
bloquear o ato. Portanto, quando um ato
administrativo ou decisão judicial que contrariar a
súmula aplicável ou que indevidamente a aplicar,
caberá reclamação ao Supremo Tribunal Federal.
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Ed Carvalho
21 de Fevereiro de 2017, às 02h43
Útil (43)
Fernando, a Ação Popular é cabível, o erro está na
competência, que não é do STF, já que não há foro
por prerrogativa de função nas ações populares.
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Samuel Barros
06 de Julho de 2017, às 14h30
Útil (41)
A questão não é tão simples quanto alguns julgam
pela primeira vista.
 
A súmula vinculante (SV) nº 13 proíbe "a nomeação
de cônjuge, companheiro ou (I) parente em linha
reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro
grau, inclusive, da autoridade nomeante ou (II) de
servidor da mesma pessoa jurídica investido em
cargo de direção, chefia ou
assessoramento, (III) para o exercício de cargo em
comissão ou de confiança ou, ainda, de função
gratificada na administração pública direta e
indireta".
 
No caso hipotético apresentado na questão,
houve: (I) nomeação de irmão (que é parente de
segundo grau) de (II) diretor de Secretaria (que
é servidor da mesma pessoa jurídica - o Estado X
- para o qual foi nomeado o irmão) (III) para o
exercício do cargo (de servidor em comissão) de
assessor do governador .
 
Portanto, na questão, o desrespeito à SV sob
comento se deu em razão de nomeação indevida
para cargo de servidor em comissão,
circunstância essa que não teve nada que ver com
nomeação de agente para cargo político, como
alguns colegas deram a entender.
 
Caso o enunciado da questão indicasse a existência
de nomeação de agente para cargo político, não
seria correto concluir pelo cabimento de
reclamação por descumprimento da SV nº 13.
Esse entendimento, inclusive, já foi consagrado
em pelo menos três Reclamações (Rcl 7590/PR,
em 30/09/2014; Rcl 22286 AgR, em 16/02/2016; e
23131 AgR/SC, em 17/03/2017), nas quais o STF
assentou que o exame quanto à ilegitimidade da
nomeação de agentes para cargos políticos deve
ser feito caso a caso, demandando dilação
probatória que não é possível na via processual
da reclamação.
 
Assim, não é nem um pouco recomendável concluir
que o entendimento monocrático do Min. Marco
Aurélio - na reclamação na qual determinou
liminarmente o afatamento do filho do Crivela -
espelha a jurisprudência consagrada no STF.
Inclusive, o Ministro encaminhou a
Reclamação 26303 para que o Pleno aprecie e,
considerando o histórico das decisões do STF, é
provável que a liminar dada por Marco Aurélio seja
derrubada. É aguardar para ver...
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Alquimista Federal 
24 de Abril de 2017, às 14h05
Útil (34)
Nepotismo é legalmente regulado por uma Súmula
Vinculante.  
 
Súmulas vinculantes são alvo de reclamações nos
tribunais que as emitiram, no caso em tela, no
STF;
Caso ferisse diretamente a Constituição seria alvo
de uma ADI (ação direta de inconstitucionalidade)
perante o Supremo Tribunal Federal;
Caso fosse um ato ilegal, seria uma ação pública ou
privada;  e por aí  vai..
 
Embasamento legal:
 
Lei 11.417/2006, art. 7º: Da decisão judicial ou
do ato administrativo que contrariar enunciado de
súmula vinculante, negar-lhe vigência ou aplicá-lo
indevidamente caberá reclamação ao Supremo
Tribunal Federal, sem prejuízo dos recursos ou
outros meios admissíveis de impugnação.
§ 1o  Contra omissão ou ato da administração
pública, o uso da reclamação só será admitido após
esgotamento das vias administrativas. 
 
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Eliel Madeiro 
12 de Abril de 2017, às 16h21
Útil (33)
meu resumo dessa sumula vinculante 13 do STF:
NOMEAÇÃO DE mulher, conjuge ou parente até
''3 grau''. PARA :
DIREÇÃO
CHEFIA
ASSESSORAMENTO
em cargos em comissão ou função de confiança =
CONFIGURA NEPOTISMO E É VEDADA NO
ORDENAMENTO JURIDICO. 
 
sei que tá uma bosta, o resumo, mas dessa forma eu
gravo.. em recortes.
GABARITO ''C''
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ESTÉFANO SANTOS 
15 de Agosto de 2017, às 18h30
Útil (33)
                      O professor aparenta não ter entendido
a questão, a dúvida vai muito além dos esdrúxulos
textos legais trazidos por ele, o que resta claro
diante de todos os comentários. Definitivamente, o
QC tem que rever seus professores, comentarios
como este, são verdadeiros insultos aos estudades.  
                      No que refere-se a questão, sabe-se,
que ao agente político não se aplica a SV 13, logo,
não há nepotismo em relação ao governador, por
outro lado, em recente julgado (inf.815) o STF firmou
o entendimento de que não se considera
nepotismo, a nomeação de parente para o mesmo
órgão, quando não existir influência hierarquia,
assim, também não há nepostismo em relação ao
que está na secretaria. Definitivamente não consegui
entender o erro da alternativa "a". 
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Fiscal 2019 
05 de Março de 2018, às 14h58
Útil (32)
RESUMO...
 
Pra questões de concurso o entendimento
observado é:
 
1 caso - Secretário ou Ministro (cargo político) não
há nepotismo. 
2 caso - Cargo em comissão há nepotismo.
 
Porém a nova posição do STF, no caso crivella,
orienta que a análise nos cargos políticos deverá ser
analisada caso a caso, e o nomeado deverá
preencher requisitos de qualificação técnica. Cita-
se , como exemplo, a esposa do governador médica
na Secretária de Sáude, ou o irmão engenheiro do
Prefeito na Secretaria de Obras.
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BRUNO VAZ
31 de Julho de 2017, às 23h22
Útil (30)
Súmula Vinculante 13 “A nomeação de cônjuge,
companheiro ou parente em linha reta, colateral ou
por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da
autoridade nomeante ou de servidor da mesma
pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia
ou assessoramento, para o exercício de cargo em
comissão ou de confiança ou, ainda, de função
gratificada na administração pública direta e indireta
em qualquer dos poderes da União, dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios, compreendido o
ajuste mediante designações recíprocas, viola a
Constituição Federal”.
Portanto, o ato feriria a Súmula Vinculante, sendo o
instrumento cabível para reparação do ato a
Reclamação. Nesse sentido, conforme a CF/88:
Art. 103-A, § 3º “Do ato administrativo ou decisão
judicial que contrariar a súmula aplicável ou que
indevidamente a aplicar, caberá reclamação ao
Supremo Tribunal Federal que, julgando-a
procedente, anulará o ato administrativo ou cassará
a decisão judicial reclamada, e determinará que
outra seja proferida com ou sem a aplicação da
súmula, conforme o caso”.
 
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Claire marie 
28 de Agosto de 2017, às 15h56
Útil (27)
Pessoal
conquanto concorde com vários argumentos
utilizados nos comentários, só quero lembrar para
fins de prova que a FCC ADOOOORA essa exceção
a SV 13, de que nomear parente para cargo político
não fere a SV13.
Nomear parente para cargo político pode.
Nomear para cargo em comissão que não seja
político NÃO PODE.Seja parente do nomeante ou
parente de nomeado político, que geraria nepotismo
cruzado.
Fixe isso.
 
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wendel machado 
12 de Março de 2017, às 16h57
Útil (23)
Atenção porque futuramente o conteúdo desta
questão pode ser cobrada tbm de outra forma, no
caso o próprio Governador nomeando um parente
qualquer (filho, irmão, esposa) para um cargo em
uma Secretaria de Estado. Neste caso não violaria a
CF/88, pois estaria de acordo com a exceção da SV
nº 13 do STF a qual permite a nomeação de parente
para cargos de natureza política, atendendo a
necessária qualificação profissional.  
 
Este não é o fórum adequado, mas apenas como
efeito meramente ilustrativo desta discussão acerca
da nomeação de parentes para cargos políticos,
deixo aqui uma matéria que trás a nomeação de 19
parentes da gatuna que governa Roraima, eleita em
2014.
 
http://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2015/01/parent
es-nomeados-por-governadora-de-rr-ganharao-
juntos-r-398-milmes.html
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Thiago Souza
30 de Agosto de 2017, às 23h51
Útil (23)
É uma boa pegadinha. Quem lê rápido assimila logo
quê: Secretaria-Cargo político-Livre de Nepotismo.
Mas nã verdade ele sai de um cargo político e vai
para um cargo Administrativo, onde a regra do
Nepostismo é viva.
Boa pegadinha. Eu errei kkkk
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Juli Li
15 de Agosto de 2017, às 14h35
Útil (22)
Rapaz, juro que entendi o enunciado assim:
 
Pode nomear um irmão de um cara ,que é
ocupante de cargo de direção em Secretaria de
Estado, para exercer cargo em comissão de
assessoramento do Governador . 
 
Aí fui seca: MAS É CLARO QUE PODE, PODE SIM.
 
:-(
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Marcela Pimentel 
26 de Julho de 2017, às 15h09
Útil (22)
A dúvida é como saber quando o cargo é puramente
de comissão sem ser político?? 
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Fabiana Sanchez 
04 de Novembro de 2017, às 19h15
Útil (19)
GABARITO C
 
Comentários: 

A sumula vinculante n o  13 veda a pratica


do nepotismo, nos termos a seguir: 

A  nomeação  de  conjuge,  companheiro  ou


parente  em  linha  reta, colateral  ou  por  afinidade,
até  o  terceiro  grau,  inclusive,  da autoridade
nomeante  ou  de  servidor  da  mesma  pessoa
jurídica, investido  em  cargo  de  direção,  chefia  ou
assessoramento,  para  o exercicio de cargo em
comissão ou de confiança, ou, ainda, de função
gratificada  na  administração  pública  direta  e
indireta,  em  qualquer dos  poderes  da  União, dos
Estados,  do  Distrito  Federal  e  dos Municipios,
compreendido o ajuste mediante designações
recíprocas, viola a Constituição Federal. O irmão de
Secretário de Estado, portanto, não pode ser
nomeado assessor do Governador, sob pena
de reclamação ao STF. Esse instrumento está
previsto no  art.  103-A, § 3 o ,  da  Constituição,
sendo  cabível  quando  há  o descumprimento de
Súmula Vinculante por ato administrativo.
 
Art.  103-A,  §3  Do  ato  administrativo  ou  decisão 
judicial  que contrariar a súmula aplicavel ou que
indevidamente a aplicar, caberá reclamação ao
Supremo  Tribunal  Federal  que,  julgando-
a procedente, anulará o ato administrativo ou
cassará a decisão do judicial reclamada,  e
determinará  que  outra  seja  proferida  com  ou
sem  a aplicação  da súmula, conforme o caso.   
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Nelson Vieira
03 de Março de 2017, às 17h37
Útil (19)
Súmula Vinculante 13
 
A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente
em linha reta, colateral ou por afinidade, até o
terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou
de servidor da mesma pessoa jurídica investido em
cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o
exercício de cargo em comissão ou de confiança ou,
ainda, de função gratificada na administração pública
direta e indireta em qualquer dos poderes da União,
dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios,
compreendido o ajuste mediante designações
recíprocas, viola a Constituição Federal. 
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Thaisa Marques 
06 de Abril de 2018, às 15h54
Útil (18)
Em 06/04/2018, às 15:48:22, você respondeu
a opção A.Errada!
Em 06/01/2018, às 21:49:59, você respondeu
a opção A.Errada!
Em 03/10/2017, às 16:38:35, você respondeu
a opção A.Errada!
ainda vou acertar!
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JOAO AVELAR 
25 de Outubro de 2017, às 09h56
Útil (18)
Algumas pessoas já mencionaram aqui, mas vale
reforçar. A dúvida não tem nenhuma relação com o
cargo ser ou não político. E a súmula todo mundo
conhece... Ocorre que a questão da a entender que
quem nomeou o irmão do diretor foi o Governador! E
nesse caso não há nenhum problema! Entendo que
o gabarito é letra A. Não está escrito em lugar
nenhum que foi o Diretor que nomeou o próprio
irmão, nem que o Governador é parente dos irmãos.
Não há nenhum impedimento em um chefe do
executivo nomear, por exemplo, um irmão S. de
Saúde e outro S. de Educação. Alguém falou aí que
não há problema nenhum no enunciado e que é
claro que foi o irmão Diretor que nomeou o outro. De
jeito nenhum isso pode ser concluído do enunciado.
Lembremos ainda do INFORMATIVO 815 DO STF
- Não haverá nepotismo se a pessoa nomeada
possui um parente no órgão, mas sem influência
hierárquica sobre a nomeação - já mencionado por
outros colegas. Portanto, não é possível concluir que
um irmão teve influência na nomeação do outro, que
inclusive foi parar em outro órgão. O gabarito é
absurdo...
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Gustavo JT
20 de Março de 2017, às 16h27
Útil (17)
Para mim, essa questão não deu subsídios
suficientes para se verificar se há ou não nepotismo.
E na dúvida, entendo que não há nepotismo
 
"O ato de nomeação de irmão de ocupante de cargo
de direção em Secretaria de Estado para cargo em
comissão de assessoramento do Governador"
 
O que entendi aqui (e acredito que 62% das pessoas
que também erraram entenderam) é que a pessoa
que efetuou o ato de nomeação (Governador) não
tem qualquer grau de parentesco com a pessoa que
ocupa "cargo de direção em Secretaria de Estado" e
com a pessoa que foi nomeada para "cargo em
comissão de assessoramento do Governador". O
único grau de parentesco que ocorre na questão é
entre essas pessoas (entre as nomeadas), e não
entre elas e o sujeito (Governador) que nomeou.
 
E até onde eu sei, não há qualquer impedimento
legal ou jurisprudencial de um Governador ou
qualquer outro chefe do poder executivo, em nomear
para cargo em comissão, por exemplo, duas
pessoas da mesma família (contanto que não seja
da sua família).
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Julyanna Neves
04 de Junho de 2017, às 01h50
Útil (17)
Súmula Vinculante 13
A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente (o
irmão) em linha reta, colateral ou por afinidade, até o
terceiro grau (IRMÃO DO SECRETÁRIO DE
ESTADO)  inclusive, da autoridade nomeante ou
de servidor (que seria o secretário de estado) da
mesma pessoa jurídica investido em cargo de
direção, chefia ou assessoramento (SECRETÁRIO
DE ESTADO) para o exercício de cargo em
comissão ou de confiança ou, ainda, de função
gratificada na administração pública direta e indireta
em qualquer dos poderes da União, dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios, compreendido o
ajuste mediante designações recíprocas, viola a
Constituição Federal. 
SV editada pelo STF, reclama no STF.
 
Letra C
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TÁSSIA NUNES 
16 de Fevereiro de 2017, às 18h45
Útil (16)
Complementando o que foi dito por Cassiano, o fato
de a nomeação ser para cargo político não afasta de
imediato a hipótese de nepotismo, devendo ser
avaliado caso a caso, segundo esta
fonte... http://www.stf.jus.br/portal/jurisprudencia/men
usumario.asp?sumula=1227
Bons estudos e força pra todos nós!
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Renata Nates
23 de Março de 2017, às 16h00
Útil (16)
O ruim de estudar para concursos onde a FCC é a
banca organizadora é que o candidato se prepara,
estuda e na hora da prova não entende o que a
questão quer dizer. 
Muitas questões da FCC não são tão claras.
Induzindo o candidato ao erro não por falta de
conhecimento e sim por interpretação.
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Marildinha ☕☕☕ 
19 de Julho de 2017, às 17h02
Útil (15)
Vamos ficar atentos! Já é a segunda vez, nesse ano,
que a FCC cobra o conhecimento de Reclamações
ao STF sobre descumprimento de SV (cobrou em
2017 no TRE SP - prova de técnico)
=)
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Tiago Jorge 
11 de Março de 2017, às 15h54
Útil (14)
Errei pela dúvida do cargo politico, comentário do
CASSIANO MESSIAS muito bom ...
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Leonardo Silva 
23 de Julho de 2017, às 19h18
Útil (13)
Embargos de Declaração para o enunciado dessa
questão já! rs
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Danilo Orben 
30 de Agosto de 2017, às 16h26
Útil (13)
Fico aliviado em ver que 60% das pessoas
responderam errado essa questão, assim como eu!
Gostei do esquema da Claire marie, vou para os
meus resumos:
"Nomear parente para cargo político pode.
Nomear para cargo em comissão que não seja
político NÃO PODE."
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Corujita . 
24 de Maio de 2017, às 14h27
Útil (12)
Cai igual pato qdo li  "secretaria do Estado.."
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JUAREZ júnior 
27 de Março de 2017, às 14h50
Útil (12)
IRMÃO DE OCUPANTE!!!!
IRMÃO DE OCUPANTE!!!!

IRMÃO DE OCUPANTE!!!!

IRMÃO DE OCUPANTE que vai ocupar o cargo de


assessor. 

REPITA e REFLITA.

Valeu Cassiano.

GAB LETRA C, questão nível magistratura fácil


hein..
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Go Forward! 
13 de Setembro de 2017, às 09h05
Útil (11)
GABARITO: C
 
Súmula Vinculante n. 13
 
A nomeação de cônjuge, companheiro
ou parente em linha reta, colateral ou por
afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da
autoridade nomeante ou de servidor da mesma
pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia
ou assessoramento, para o exercício de cargo em
comissão ou de confiança ou, ainda, de função
gratificada na administração pública direta e indireta
em qualquer dos poderes da União, dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios, compreendido o
ajuste mediante designações recíprocas, viola a
Constituição Federal.
 
Constituição Federal
 
Art. 103-A, § 3º Do ato administrativo ou decisão
judicial que contrariar a súmula aplicável ou que
indevidamente a aplicar, caberá reclamação ao
Supremo Tribunal Federal que, julgando-a
procedente, anulará o ato administrativo ou cassará
a decisão judicial reclamada, e determinará que
outra seja proferida com ou sem a aplicação da
súmula, conforme o caso.
 
Não há erro na assertiva. Questão está perfeita.
 
 
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fer. l. 
21 de Abril de 2017, às 16h14
Útil (10)
em um primeiro momento errei a questão, pois
acreditava que a fcc estava se referindo ao
informativo 815:
Não há nepotismo na nomeação de servidor para
ocupar o cargo de assessor de controle externo
do Tribunal de Contas mesmo que seu tio
(parente em linha colateral de 3º grau) já exerça o
cargo de assessor-chefe de gabinete de
determinado Conselheiro, especialmente pelo
fato de que o cargo do referido tio não tem
qualquer poder legal de nomeação do sobrinho.
A incompatibilidade da prática enunciada na SV 13
com o art. 37 da CF/88 não decorre diretamente da
existência de relação de parentesco entre pessoa
designada e agente político ou servidor público, mas
de presunção de que a escolha para ocupar cargo
de direção, chefia ou assessoramento tenha sido
direcionado à pessoa com relação de parentesco
com quem tenha potencial de interferir no processo
de seleção.
Porém, observei novamente e percebi que a questão
não trata desse caso. vejamos:
a) a S.V.  não decorre da relação de parentesco,
mas sim de uma presunção da existência de ato
contrário aos princípios da administração pública
(moralidade principalmente)
b) de acordo com o informativo 815, percebemos
que essa presunção da S.V 13 é relativa, de forma
que, caso se consiga provar que não houve
influência na escolha do CC pelo seu parente que já
trabalha no órgão, ou seja, que o parente não tem
potencial para interferir na escolha, é possível que a
S.V 13 não seja aplicada (como feito no info 815).
Trata-se de uma exceção a presunção da S.V.
concluindo, para que não possamos aplicar a SV 13,
deverá estar bem claro na questão que o parente
não tem influência para interferir na escolha do CC,
do contrário, a S.V 13 é aplicada, pois a influência é
presumida. 
 
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Gabarito vitória 
12 de Abril de 2018, às 11h53
Útil (10)
Secretaria de Estado e Assessor de Governador são
parte da mesma pessoa jurídica, no caso, o Estado-
membro. Nepostismo, segundo SV nº 13. 
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wendel machado 
06 de Agosto de 2017, às 02h26
Útil (9)
O pessoal é mto criativo: "Embargos de
Declaração para o enunciado dessa questão já!
rs"
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Jeferson Silva 
28 de Setembro de 2017, às 11h55
Útil (9)
A súmula vinculante (SV) nº 13 proíbe "a nomeação
de cônjuge, companheiro ou (I) parente em linha
reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro
grau, inclusive, da autoridade nomeante ou (II) de
servidor da mesma pessoa jurídica investido em
cargo de direção, chefia ou
assessoramento, (III) para o exercício de cargo em
comissão ou de confiança ou, ainda, de função
gratificada na administração pública direta e
indireta".
 
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Epaminondas Oliva 
17 de Outubro de 2017, às 09h58
Útil (9)
Galera,  fiquem atentos, muito raro mas acontece,
às vezes o gabarito muda a resposta, na primeira
vez que fiz a resposta correta foi a
D) viola a Constituição da República e pode ser
objeto de ação popular perante o Supremo Tribunal
Federal. E depois mudou para a
C) viola a Constituição da República e pode ser
objeto de reclamação perante o Supremo Tribunal
Federal. 
Acontece com várias questões !!
 
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Davi Sales-Especialista-Antaq///ex-TJAA-
TRT18 
15 de Fevereiro de 2018, às 01h26
Útil (8)
CASO SIMILAR AO DO FILHO DO CRIVELLA -
FALTA DE CAPACIDADE TÉCNICA - NEPOTISMO
.
NOMEAÇÃO PARA CARGO POLÍTICO BASEADA
SOMENTE EM PARENTESCO. FALTA DE
CAPACIDADE TÉCNICA. NEPOTISMO.
CABIMENTO.
.
Nomeação para cargo político não afasta
aplicação da súmula sobre nepotismo
O min. Fux, do STF, determinou o prosseguimento
de ACP, por ato de improbidade administrativa,
proposta pelo MP-SP contra o prefeito afastado de
Campina do Monte Alegre (SP). Acusado da prática
de nepotismo, Orlando Dozinete Aleixo nomeou o
sobrinho para o cargo de secretário municipal de
administração, planejamento e finanças, e o
cunhado para o cargo de secretário municipal de
segurança pública e trânsito.
O TJ-SP extinguiu a ação pública, sem resolução de
mérito, alegando impossibilidade jurídica do pedido,
sob o entendimento de que a SV nº 13 do STF (que
veda o nepotismo) não se aplica aos cargos de
natureza política, como os cargos de secretários,
questionados na ação. Na Reclamação (RCL) 17102
ajuizada no STF, o MP-SP alegou que a
interpretação dada pelo TJ-SP à SV nº 13 está
equivocada, já que os juízes não podem criar direito
novo na interpretação de súmulas vinculantes. 
Ao julgar procedente a reclamação e determinar que
a ação civil pública contra o prefeito afastado retome
seu curso, Fux afirmou que o entendimento fixado
pelo STF foi o de que a vedação ao nepotismo é
consequência lógica do caput do artigo 37 da CF,
em obediência aos princípios da moralidade e da
impessoalidade.
Fux lembrou que, nesses casos, a configuração
ou não do nepotismo deve ser analisada caso a
caso, a fim de verificar a eventual ocorrência de
“nepotismo cruzado” ou outra modalidade de
fraude à lei e descumprimento dos princípios
administrativos. “Nessa seara, tem-se que a
nomeação de agente para exercício de cargo na
administração pública, em qualquer nível,
fundada apenas e tão somente no grau de
parentesco com a autoridade nomeante, sem
levar em conta a capacidade técnica para o seu
desempenho de forma eficiente, além de violar o
interesse público, mostra-se contrária ao
princípio republicano”, asseverou.
Citando precedentes como a RCL 17627 (de
relatoria do min. Luís Roberto Barroso), a RCL
11605 (do min. Celso de Mello), Fux enfatizou que,
quanto aos cargos políticos, deve-se analisar, ainda,
se o agente nomeado possui a qualificação técnica
necessária ao seu desempenho e se não há nada
que desabone sua conduta. Acrescentou que a
Proposta de SV nº 56 do STF, a ser analisada pelo
Plenário, tem a seguinte redação sugerida:
“nenhuma autoridade pode nomear para cargo em
comissão, designar para função de confiança, nem
contratar cônjuge, companheiro ou parente seu, até
terceiro grau, inclusive, nem servidores podem ser
nomeados, designados ou contratados para cargos
ou funções que guardem relação funcional de
subordinação direta entre si, ou que sejam
incompatíveis com a qualificação profissional do
pretendente”.
.
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.as
p?idConteudo=309934&caixaBusca=N
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B Lopes 
01 de Setembro de 2017, às 11h19
Útil (8)
Questoes como esta separam o joio do trigo!
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wendel machado 
04 de Março de 2017, às 12h33
Útil (7)
Comentário do Lucas Monteiro é de uma ignorância
que vou te falar PQP...
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Caio Sá
22 de Agosto de 2017, às 09h14
Útil (7)
GAB: (C)
Resumo: NEPOTISMO CRUAZADO!
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Jr Queiroz
18 de Março de 2017, às 14h26
Útil (6)
Tá esquisita a questão, não diz quem efetivou a
nomeação, aliás, deixa a entender que não há
relação entre as nomeações, que ocorreram para
orgãos distintos, vejamos entendimento do STF:
Não há nepotismo na nomeação de servidor para
ocupar o cargo de assessor de controle externo do
Tribunal de Contas mesmo que seu tio (parente em
linha colateral de 3º grau) já exerça o cargo de
assessor-chefe de gabinete de determinado
Conselheiro, especialmente pelo fato de que o
cargo do referido tio não tem qualquer poder
legal de nomeação do sobrinho. STF. 2ª Turma.
Rcl 18564/SP, rel. orig. Min. Gilmar Mendes, red. p/
o acórdão Min. Dias Toffoli, julgado em 23/2/2016
(Info 815).
A incompatibilidade da prática enunciada na SV 13
com o art. 37 da CF/88 não decorre diretamente da
existência de relação de parentesco entre pessoa
designada e agente político ou servidor público, mas
de presunção de que a escolha para ocupar cargo
de direção, chefia ou assessoramento tenha sido
direcionado à pessoa com relação de parentesco
com quem tenha potencial de interferir no processo
de seleção. - De acordo com o julgado em questão.
O caso proposto na questão se amoldaria
claramente ao entendimento firmado, pelo que não
entendi existir na quesão elementos que
conduzissem ao entendimento adotado no gabarito
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EL AP
05 de Julho de 2017, às 17h12
Útil (6)
O duro é: Achei que sabia a Súmula. Tive
dificuldades de interpretar esse texto horroroso da
FCC. 
* Tive que interpretar melhor a Súmula n.13
 
"O  ato  de  nomeação  de  irmão  de  ocupante  de
cargo  de  direção  em  Secretaria de  Estado  para
cargo  em  comissão
de assessoramento do Governador"
 
* O 2 irmãos trabalhariam para o Governo, um na
Direção da Secretaria de Estado e o outro irmão na
Comissão do Governo -- > NÃO PODE.
 
A BENDITA RESPOSTA: Viola a CF se a
nomeação for de parente em linha reta da autoridade
nomeante ou (parente) de servidor da mesma
pessoa jurídica!!!!!!!!!!! Exceção a de cargos
Políticos. 
 
Lendo pela milésima vez, de forma metódica, e
sendo redundante pra confirmar essa resposta:
 
**** há irmão que ocupa o cargo de direção em
Secretaria de Estado (do Governo do
Governador) 
****  há irmão do Secretário de Estado indo para
o cargo de Comissão de assessoramento do
Governador (mesmo Governo)  para esse último
cargo, fere a Súmula Vinculante 13:
 
"nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em
linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro
grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de
servidor da mesma pessoa jurídica investido em
cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o
exercício de cargo em comissão ou de confiança ou,
ainda, de função gratificada na administração pública
direta e indireta em qualquer dos poderes da União,
dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios,
compreendido o ajuste mediante designações
recíprocas, viola a Constituição Federal. "
 
Não gostei dessa questão... Mas, sigamos!
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Marcos Camargo 
01 de Dezembro de 2017, às 21h27
Útil (6)
A questão é sobre a sumula vincunlante nº 13 que
diz:
"A nomeação de cônjuge, companheiro, parente
em linha reta, colateral ou por afinidade, até o
terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante
ou de servidor da mesma pessoa jurídica
investido em cargo de direção, chefia ou
assessoramento, para o exercício de cargo em
comissão ou de confiança ou, ainda, de função
gratificada na administração pública direta e indireta
em qualquer dos poderes da União, dos
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios,
compreendido o ajuste mediante designações
recíprocas, viola a Constituição Federal"
 
 
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CLAUDIA MIRANDA 
12 de Fevereiro de 2018, às 16h38
Útil (6)
Minha dúvida era não em relação a ser um cargo
político ou não, mas devido ao fato de que o
ocupante de cargo em comissão não foi nomeado
para trabalhar no mesmo órgao do irmão
(Secretaria), e sim como assessor direto do
governador. Por isso achei que não houvesse a
incidência da súmula. 
Entretanto, a súmula fala em servidor da MESMA
PESSOA jurídica, e o governador e a secretaria
pertencem à mesma PJ, que é o estado. Se a
nomeação fosse por exemplo para uma entidade da
adm indireta, que é PJ distinta do estado, não
haveria problema...
 
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David Melo 
01 de Dezembro de 2017, às 12h20
Útil (5)
Ocupante de cargo de direção em Secretaria de
Estado - Não se aplica a SV 13, posto que é um
cargo político.
Nomeação cargo em comissão de assessoramento
do Governador - No caso em tela, não é um cargo
pólítico, aplicando-se pois a SV 13.
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Jonailson Silva 
22 de Março de 2017, às 07h40
Útil (5)
Veja o comentário de Cassiano Messias.
Perfeito!!
 
 
 
 
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Pedro Barbosa 
20 de Março de 2017, às 18h46
Útil (5)
Indiquem para comentário pessoal !
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Mariana M. 
11 de Outubro de 2017, às 11h54
Útil (5)
O comentário de Cassiano Messias é melhor que o
do professor.
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Lilian Nunes
07 de Março de 2017, às 14h53
Útil (5)
pessoal... como eu faço para mandar dúvidas aos
professores do site?
 
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Dedé Viana 
19 de Março de 2018, às 09h32
Útil (5)
Errei a questão. Marquei A.
 
Creio que a resposta dada pela banca está incorreta,
tendo como base uma decisão recente da segunda
turma do STF.
 
Confira:
 
Não há nepotismo na nomeação de servidor para
ocupar o cargo de assessor de controle externo do
Tribunal de Contas mesmo que seu tio (parente em
linha colateral de 3º grau) já exerça o cargo de
assessor-chefe de gabinete de determinado
Conselheiro, especialmente pelo fato de que o cargo
do referido tio não tem qualquer poder legal de
nomeação do sobrinho. A incompatibilidade da
prática enunciada na SV 13 com o art. 37 da
CF/88 não decorre diretamente da existência de
relação de parentesco entre pessoa designada e
agente político ou servidor público, mas de
presunção de que a escolha para ocupar cargo
de direção, chefia ou assessoramento tenha sido
direcionado à pessoa com relação de parentesco
com quem tenha potencial de interferir no
processo de seleção.STF. 2ª Turma. Rcl 18564/SP,
rel. orig. Min. Gilmar Mendes, red. p/ o acórdão Min.
Dias Toffoli, julgado em 23/2/2016 (Info 815). 
 
Não há nepotismo se a pessoa que será
nomeada para o órgão público possui ali um
parente mas este não detém competência legal
para selecioná-la ou nomeá-la para o cargo de
chefia, direção ou assessoramento pleiteado, ou
não exerce ascendência hierárquica sobre quem
possui essa competência. Vedar o acesso de
qualquer cidadão a cargo público apenas por conta
de relação de parentesco com servidor público que
não tenha competência para selecionar ou nomear
para o cargo pleiteado é, em alguma medida, negar
o princípio constitucional da impessoalidade. 
 
Fonte: Dizerodireito - Informativo 815 do STF.
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Rogério Lima
25 de Julho de 2017, às 09h56
Útil (5)
Pessoal, apenas complementando os comentários
dos colegas abaixo, que por sinal são de extrema
qualidade e utilidade. 
 
Uma das hipóteses cabíveis de reclamação
constitucional presente na CF/88 é para garantir a
aplicação de Súmula vinculante(Apenas editadas
pelo STF) ou a sua não-aplicação. 
 
Outrora, para propor revisão ou cancelamento de
Súmula vinculante faz-se necessários demonstrar
um dos seguintes requisitos: 
- Modificação na legislação;
- Mudança na jurisprudência;
- Alteração no cenário que ensejou a edição; 
 
Sendo os Legitimados para propor a revisão ou
cancelamento, os mesmos que os da ADI. 
 
Grande abraço e bons estudos. 
 
 
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joao luis 
15 de Novembro de 2017, às 23h13
Útil (5)
Eu continuo achando a redação tosca. Eu ainda
acho que o governador nomeou o irmão do diretor
para ser assessor dele. Até ai n vejo nada de mais.
Reli 200 vezes. E, de verdade, não consegui
interpretar como os colegas.
O ato de nomeação de irmão de ocupante (A
NOMEAÇÃO É DO IRMÃO DO DIRETOR E NÃO
DO GOVERNADOR) de cargo de direção em
Secretaria de Estado para cargo em comissão de
assessoramento do Governador.
 
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Carminha Delícia 
13 de Novembro de 2017, às 22h32
Útil (5)
Errei a questão pela segunda vez, mas dessa vez
fiquei 5 minutos lendo e sinceramente é claro o que
o colega JOAO AVELAR disse. Estou procurando o
nepotismo até agora, bem como quem nomeou
quem...
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lucas monteiro 
28 de Fevereiro de 2017, às 23h52
Útil (5)
Questões assim deviam ser anuladas por não medir
conhecimento. É mais um problema lógico.
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Leonora Devensi 
25 de Setembro de 2017, às 09h50
Útil (5)
Afronta à Súmula Vinculante ----> Reclamação STF.
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Maga Rodrigues 
05 de Maio de 2018, às 21h03
Útil (4)
Conforme a Súmula Vinculante 13 “A nomeação de
cônjuge, companheiro ou parente em linha reta,
colateral ou por afinidade, até o terceiro grau,
inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da
mesma pessoa jurídica investido em cargo de
direção, chefia ou assessoramento, para o exercício
de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de
função gratificada na administração pública direta e
indireta em qualquer dos poderes da União, dos
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios,
compreendido o ajuste mediante designações
recíprocas, viola a Constituição Federal”.
Como violou SV, cabe Reclamação ao STF.
Resposta: C
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Carlinhos República 
24 de Dezembro de 2017, às 21h13
Útil (4)
Eu errei.
 
Mas o comentário do David pra mim foi o melhor:
"(...) Ocupante de cargo de direção em Secretaria de
Estado - Não se aplica a SV 13, posto que é um
cargo político.
Nomeação cargo em comissão de assessoramento
do Governador - No caso em tela, não é um cargo
pólítico, aplicando-se pois a SV 13".
 
Realmente.
 
 
A distinção que o STF faz é para "nomeação de
cargo político". Cargo político = cargos ocupados por
AGENTES POLÍTICOS, de cúpula/direção. Ex.
Secretário de Estado.
 
Cargo em comissão NÃO É cargo político (apesar da
investidura pressupor isso rs). É cargo público de
livre nomeação e exoneração.
 
Mesmo assim, as distinções feitas pelo STF ainda
dão margem ao erro.. a principal delas é que se tem
exigido uma "influência hierárquica entre o nomeante
e o nomeado".
 
No "Dizer o Direito" tem um link explicando tudo.
 
PS:
 
Bráulio, eu não me esqueci que de ato administrativo
que viole súmula vinculante cabe reclamação,
apesar de ter errado também =P hahahaha
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Paulo Marques 
26 de Agosto de 2017, às 00h24
Útil (4)
Concordo com o Rodrigo: 
UM IRMÃO: cargo de direção em Secretaria de
Estado
OUTRO IRMÃO: assessor do Governador
Até aí, pela organização e composição do Governo
do Estado, não vejo serem a mesma pessoa jurídica.
Não vejo a afronta à SV 13.
 
 
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Leleca Martins 
02 de Março de 2017, às 15h55
Útil (4)
PARA COMPLEMENTAR
Não há nepotismo na nomeação de servidor para
ocupar o cargo de assessor de controle externo do
Tribunal de Contas mesmo que seu tio (parente em
linha colateral de 3 grau) já exerça o cargo de
assessor-chefe de gabinete de determinado
Conselheiro, especialmente pelo fato de que o cargo
do referido tio não tem qualquer poder legal de
nomeação do sobrinho.
A incompatibilidade da prática enunciada na SV 13
com o art. 37 da CF/88 não decorre diretamente da
existência de relação de parentesco entre pessoa
designada e agente político ou servidor público, mas
de presunção de que a escolha para ocupar cargo
de direção, chefia ou assessoramento tenha sido
direcionado à pessoa com relação de parentesco
com quem tenha potencial de interferir no processo
de seleção.
STF. 2a Turma. Rcl 18564/SP, rel. orig. Min. Gilmar
Mendes, red. p/ o acórdão Min. Dias Toffoli, julgado
em 23/2/2016 (Info 815).
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Rhuan Ferreira 
30 de Maio de 2017, às 23h21
Útil (4)
Questão muito maldosa, porém, se bem
compreendida na hora da leitura facil de assinalar a
resposta correta, reparem na estatística, foi uma das
questoes que mais erraram que eu vi por aqui, e
quase todo mundo marcou a letra A); No texto é dito
que o irmão daquele que foi indicado pelo prefeito
para o cargo cargo de direção em Secretaria de
Estado, este não está sendo sendo abordado pelo
Sum.vinc. 13, portanto, é uma nomeção
inconstitucional.
Súmula Vinculante 13
A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente
em linha reta, colateral ou por afinidade, até o
terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou
de servidor da mesma pessoa jurídica investido em
cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o
exercício de cargo em comissão ou de confiança ou,
ainda, de função gratificada na administração pública
direta e indireta em qualquer dos poderes da União,
dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios,
compreendido o ajuste mediante designações
recíprocas, viola a Constituição Federal. 
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Thiannetan S 
10 de Outubro de 2017, às 12h26
Útil (4)
Marquei a letra A pelo que decidiu o STF sobre a
não aplicação da SV 13 quando mesmo possuindo
parente no órgão, a pessoa que já trabalha no órgão
não possa influir no ato de escolha da nomeada. Pq,
no caso, quem nomeou foi o governador e a pessoa
ocupante do cargo na secretaria não tem poder
hierárquico sobre o governador
Enfim, trata-se do julgado veiculado no
INFORMATIVO 815 DO STF (2016)
Não haverá nepotismo se a pessoa nomeada
possui um parente no órgão, mas sem influência
hierárquica sobre a nomeação
Não há nepotismo na nomeação de servidor para
ocupar o cargo de assessor de controle externo do
Tribunal de Contas mesmo que seu tio (parente em
linha colateral de 3º grau) já exerça o cargo de
assessor-chefe de gabinete de determinado
Conselheiro, especialmente pelo fato de que o
cargo do referido tio não tem qualquer poder
legal de nomeação do sobrinho. A
incompatibilidade da prática enunciada na SV 13
com o art. 37 da CF/88 não decorre diretamente
da existência de relação de parentesco entre
pessoa designada e agente político ou servidor
público, mas de presunção de que a escolha
para ocupar cargo de direção, chefia ou
assessoramento tenha sido direcionado à
pessoa com relação de parentesco com quem
tenha potencial de interferir no processo de
seleção.
STF. 2ª Turma. Rcl 18564/SP, rel. orig. Min. Gilmar
Mendes, red. p/ o acórdão Min. Dias Toffoli, julgado
em 23/2/2016 (Info 815).
 
 
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Fernando Guedes 
19 de Fevereiro de 2017, às 15h35
Útil (4)
Porque este caso não caberia ação popular por ser
ato lesivo à moralidade administrativa?
Alguém poderia me ajudar?
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Mauricio Pascoal
27 de Março de 2017, às 20h47
Útil (4)
Sobre a C, não marquei pois a reclamação se dá
quando o dispositivo viola súmula, e a alternativa diz
que cabe reclamação por que violou a CF; ora, se
violou a CF é controle de constitucionalidade. Acho
que a Alternativa deveria ser: Cabe reclamação ao
STF por violar súmula vinculante. assim estaria certa
a questão. mas estamos falando de FCC...
 
 
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Raskolnikov pavlovich
30 de Novembro de 2017, às 02h55
Útil (4)
Se o irmao ocupante de cargo em comissao laborar
na secretaria de educaçao, qual o problema nomear
o outro irmão num cargo comissionado ligado ao
governador? Nao haveria nenhuma relação
hierarquica entre eles. Faltou elementos no
enunciado.
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Murilo Marques
06 de Março de 2017, às 22h32
Útil (3)
63% de erros... 
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RAFA TRT 
02 de Dezembro de 2017, às 16h46
Útil (3)
Conforme a Súmula Vinculante 13 “A nomeação de
cônjuge, companheiro ou parente em linha reta,
colateral ou por afinidade, até o terceiro grau,
inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da
mesma pessoa jurídica investido em cargo de
direção, chefia ou assessoramento, para o exercício
de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de
função gratificada na administração pública direta e
indireta em qualquer dos poderes da União, dos
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios,
compreendido o ajuste mediante designações
recíprocas, viola a Constituição Federal”.
Portanto, o ato feriria a Súmula Vinculante, sendo o
instrumento cabível para reparação do ato a
Reclamação. Nesse sentido, conforme a CF/88:
Art. 103-A, § 3º “Do ato administrativo ou decisão
judicial que contrariar a súmula aplicável ou que
indevidamente a aplicar, caberá reclamação ao
Supremo Tribunal Federal que, julgando-a
procedente, anulará o ato administrativo ou cassará
a decisão judicial reclamada, e determinará que
outra seja proferida com ou sem a aplicação da
súmula, conforme o caso”.
 
Gabarito do professor: letra c.   
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Oscar Rocha
06 de Novembro de 2017, às 12h57
Útil (3)
Típica questão facíl que se você ler rapido o
enunciado e as alternativas acaba errando
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DOLORES NOGUEIRA 
04 de Novembro de 2017, às 12h46
Útil (3)
 
Treino dfícil, jogo fácil!!!!
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Carminha Delícia 
27 de Setembro de 2017, às 19h34
Útil (3)
Se não falam, nem ia ver nomeação do cargo de
direção :D
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NATALIA BEZERRIL 
02 de Março de 2017, às 16h40
Útil (2)
Contra violação a SV cabe Reclamação ao STF.
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Kleber Ryck
05 de Março de 2017, às 19h39
Útil (2)
Marcos Andreíco, como o colega Ed Carvalho bem
colocou, não há prerrogativa de foro na Ação
Popular.
De acordo com a LEI Nº 4.717, DE 29 DE JUNHO
DE 1965 que regula a ação popular em seu artigo 5º:
"  Art. 5º Conforme a origem do ato impugnado, é
competente para conhecer da ação, processá-la e
julgá-la o juiz que, de acordo com a organização
judiciária de cada Estado, o for para as causas que
interessem à União, ao Distrito Federal, ao Estado
ou ao Município."
     ou seja, o juiz ESTADUAL de primeira instância.
e quando houver conflito de competência entre a
justiça federal e a estadual prevalece a federal,
conforme o §2º:
" § 2º Quando o pleito interessar simultaneamente à
União e a qualquer outra pessoas ou entidade, será
competente o juiz das causas da União, se houver;
quando interessar simultaneamente ao Estado e ao
Município, será competente o juiz das causas do
Estado, se houver."
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Priscila Oliveira 
13 de Novembro de 2017, às 20h03
Útil (2)
Também fui na "a" de acordo com a jurisprudência
citada pelos colegas.
Penso que o erro está na minha leitura, pois a
questão não diz "de acordo com a jurisprudência do
STF", então deveria ir na Súmula Vinculante/Lei
Seca.
 
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Marcos Andreico 
04 de Março de 2017, às 07h23
Útil (2)
Quanto à dúvida do Fernando em relação ao erro da
opção "E", sobre a Ação popular, e o esclarecimento
do colega Ed Carvalho que o erro está na
competência, que não é do STF....daí surgiu uma
dúvida, de quem é a competência então, a quem
deve ser direcionada a ação popular afinal? ....se
alguém puder ajudar eu agradeço, pois procurei e
não achei nada... Obrigado!
 
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Gabriella Oliveira 
16 de Novembro de 2017, às 11h59
Útil (1)
"A  nomeação  de  conjuge,  companheiro  ou
parente  em  linha  reta, colateral  ou  por  afinidade,
até  o  terceiro  grau,
inclusive,  (irmão) da autoridade nomeante  ou  de
servidor  da  mesma  pessoa  jurídica, investido
em  cargo  de  direção,  chefia  ou
assessoramento (ocupante de cargo de direção
em Secretaria de Estado) para  o exercicio
de cargo em comissão ou de confiança (cargo
em comissão de assessoramento do
Governador), ou, ainda, de função gratificada  na
administração  pública  direta  e  indireta,  em
qualquer dos  poderes  da  União, dos  Estados,  do
Distrito  Federal  e  dos Municipios, compreendido o
ajuste mediante designações recíprocas, viola a
Constituição Federal." 
 
 
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Fernando Gomes 
26 de Novembro de 2017, às 15h24
Útil (1)
Galera, somente há um problema: o tal  ocupante de
cargo de direção em Secretaria de Estado que teve
um irmão nomeado para cargo em comissão ERA
SERVIDOR EFETIVO? Ou, será o tal ocupante a
respectiva Autoridade nomeante?
Acho que a questão está com ausência de maiores
esclarecimentos, pois o teor da Súmula Vinculante
13 é expresso:
" A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente
em linha reta, colateral ou por afinidade, até o
terceiro grau, inclusive, da autoridade
nomeante ou de servidor da mesma pessoa
jurídica investido em cargo de direção, chefia ou
assessoramento, para o exercício de cargo em
comissão ou de confiança ou, ainda, de função
gratificada na administração pública direta e indireta
em qualquer dos poderes da União, dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios, compreendido o
ajuste mediante designações recíprocas, viola a
Constituição Federal. "
 
 
 
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Lu . 
22 de Janeiro de 2018, às 00h01
Útil (1)
Cassiano salvando mais uma vez...
Valeu, amigo!
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Eu Juíza
10 de Março de 2017, às 08h41
Útil (1)
Marcos Andreico
De acordo com o artigo 5º da Lei 4.717/65, que
regula a ação popular, a competência para
julgamento da ação popular é determinada pela
origem do ato lesivo a ser anulado, via de regra, do
juízo competente de primeiro grau, conforme as
normas de organização judiciária. Ainda que se trate
de ato praticado pelo Presidente da República, não
haverá foro privilegiado, sendo competente a justiça
de primeira instância.
A competência originária do Supremo Tribunal
Federal é admitida nos casos previstos no artigo
102, I, f e n , da Constituição Federal de 1988:
CF/88, Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal
Federal, precipuamente, a guarda da Constituição,
cabendo-lhe:
I - processar e julgar, originariamente:
(...)
f) as causas e os conflitos entre a União e os
Estados, a União e o Distrito Federal, ou entre uns e
outros, inclusive as respectivas entidades da
administração indireta;
(...)
n) a ação em que todos os membros da magistratura
sejam direta ou indiretamente interessados, e aquela
em que mais da metade dos membros do tribunal de
origem estejam impedidos ou sejam direta ou
indiretamente interessados;
Neste sentido, STF/AO 859 QO / AP - Julgamento
em 11/10/2001:
 
AÇAO ORIGINÁRIA. QUESTAO DE ORDEM. AÇAO
POPULAR. COMPETÊNCIA ORIGINÁRIA DO
SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL: NAO-
OCORRÊNCIA. PRECEDENTES. 1. A competência
para julgar ação popular contra ato de qualquer
autoridade, até mesmo do Presidente da República,
é, via de regra, do juízo competente de primeiro
grau . Precedentes. 2. Julgado o feito na primeira
instância, se ficar configurado o impedimento de
mais da metade dos desembargadores para apreciar
o recurso voluntário ou a remessa obrigatória,
ocorrerá a competência do Supremo Tribunal
Federal, com base na letra n do inciso I, segunda
parte, do artigo 102 da Constituição Federal. 3.
Resolvida a Questão de Ordem para estabelecer a
competência de um dos juízes de primeiro grau da
Justiça do Estado do Amapá. (Destacamos)
Fonte: https://lfg.jusbrasil.com.br/noticias/2555880/a
-quem-compete-o-julgamento-da-acao-popular-
contra-o-presidente-da-republica-denise-cristina-
mantovani-cera
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Davi Sales-Especialista-Antaq///ex-TJAA-
TRT18 
15 de Fevereiro de 2018, às 01h22
Útil (1)
COMENTANDO O CASO DO FILHO DO CRIVELLA
E OUTRO SIMILAR.
.
NOMEAÇÃO PARA CARGO POLÍTICO BASEADA
SOMENTE EM PARENTESCO. FALTA DE
CAPACIDADE TÉCNICA. NEPOTISMO.
CABIMENTO.
.
A vedação com base na SV 13 refere-se à falta de
capacidade técnica dos nomeados, que são
parentes. Desse modo, a nomeação se pautou
somente no parentesco, o que fez incidir a
vedação trazida pela SV 13, pois a nomeação não
considerou outros critérios, além do parentesco.
.
Vejamos.
.
CASO CRIVELLA.
.
Rcl 26303 TA / RJ - RIO DE JANEIRO
TUTELA ANTECIPADA NA RECLAMAÇÃO
Relator(a):  Min. MARCO AURÉLIO
Julgamento: 08/02/2017
1. 
(...)
Segundo argumenta, por meio do Decreto “P” nº
483, de 1º de fevereiro de 2017, o Chefe do
Executivo local nomeou o próprio filho, Marcelo
Hodge Crivella, para exercer o cargo em
comissão de Secretário Chefe da Casa Civil, do
que decorreria a ofensa ao paradigma. Discorre
sobre as atribuições do citado cargo, bem assim
acerca dos princípios republicano, da moralidade e
da impessoalidade. Consoante destaca, o nomeado
possui formação em psicologia cristã, sem
experiência em administração pública, além de ter
residido, no momento anterior ao da indicação para
a referida posição, nos Estados Unidos.
.
2. Mostra-se relevante a alegação. Por meio do
Decreto “P” nº 483, o atual titular do Poder Executivo
do Município do Rio de Janeiro nomeou, em 1º de
fevereiro último, o próprio filho para ocupar o cargo
em comissão de Secretário Chefe da Casa Civil
local. Ao indicar parente em linha reta para
desempenhar a mencionada função, a autoridade
reclamada, mediante ato administrativo, acabou por
desrespeitar o preceito revelado no verbete
vinculante nº 13 da Súmula do Supremo...
(...)
Sinalizando o alcance da Constituição Federal, o
enunciado contempla três vedações distintas
relativamente à nomeação para cargo em comissão,
de confiança ou função gratificada em qualquer dos
Poderes de todos os entes integrantes da
Federação. A primeira diz respeito à proibição de
designar parente da autoridade nomeante. A
segunda concerne a parente de servidor da mesma
pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia
ou assessoramento. A terceira refere-se ao
nepotismo cruzado, mediante designações
recíprocas. No mais, o teor do verbete não contém
exceção quanto ao cargo de secretário municipal.
.
COMENTANDO O CASO:
.
No caso concreto do filho de Crivella, diz a OAB,
houve afronta ao interesse público e aos
princípios da moralidade administrativa, da
impessoalidade e da eficiência. "Há ainda uma
segunda forma, qual seja, observar se o
nomeado possui qualificação técnica necessária
e idoneidade moral para assumir o cargo. Caso
tais requisitos não forem preenchidos, há a
incidência da hipótese de nepotismo", diz trecho
do documento, assinado pelo presidente da OAB,
Claudio Lamachia.
.
Boa explicação extraí daqui, que trata do lado da
OAB: http://www.valor.com.br/politica/4889476/oab-
filho-de-crivella-nao-tem-capacidade-tecnica-para-
ser-secretario
 
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Alceu Neto 
11 de Janeiro de 2018, às 09h49
Útil (1)
Ou faltam elementos no enunciado ou não há
nepotismo na questão
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Bráulio Assis 
13 de Dezembro de 2017, às 21h27
Útil (1)
Verificando a porcentagem de acertos da questão,
as mais respondidas são letra A e C.
 
Todavia, quem responde letra A, se esquece que há
súmula vinculante e que, no caso de desobediência
à mesma, cabe na verdade reclamação.
 
 
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L'hoana Miranda
15 de Março de 2017, às 07h00
Útil (0)
Leleca, eu errei por causa do teor desse informativo!
Info 815 STF (sitio do dizer o direito)
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Tales Barreto 
29 de Janeiro de 2018, às 14h34
Útil (0)
Não sei se eu entendi bem esse esquema de ser na
mesma pessoa jurídica. Isso significa que será
proibido em todos os órgãos ligados à mesma PJ?
Por exemplo, se eu tenho cargo de direção no
senado, não posso ter parente com cargo em
comissão na câmara dos deputados?
 
no caso da questão,  os cargos da secretaria de
estado e assessoramento do governador são
órgãos relacionados à PJ do estado e dessa forma
existe a proibição?
 
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Júlio Juncioni
06 de Julho de 2017, às 15h26
Útil (0)
E seo Governador tivesse nomeado o irmão do
secretário, mesmo assim seria conta a sumula?
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VeniVidi Vici 
06 de Fevereiro de 2018, às 18h18
Útil (0)
A explicação correta está com o Samuel Barros!! 
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Rodrigo Mendes 
15 de Novembro de 2017, às 11h45
Útil (0)
Nepotismo cruzado? 
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Estudo YTB
28 de Agosto de 2017, às 14h26
Útil (0)
"O Prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella
(PRB), causou revolta ao nomear seu próprio filho,
Marcelo Hodge Crivella, para o cargo de Secretário
Chefe da Casa Civil do município, nesta quinta (2).
Muitas pessoas, inclusive, acusaram o prefeito de
agir ilegalmente, por se valer de nepotismo, prática
de lotear cargos públicos com parentes.
Entretanto, o prefeito se valeu de uma interpretação
do Supremo Tribunal Federal (STF), em 2008,
quando o então ministro Ayres Britto afirmou que
havia uma brecha na súmula vinculante n. 13 da
corte, que vedava a prática do nepotismo (íntegra
abaixo). Para o ministro, a vedação não englobava a
nomeação de cargos políticos, mas tão somente
técnicos."
FONTE: http://justificando.cartacapital.com.br/2017/0
2/02/julgamento-de-nepotismo-no-stf-permitiu-
crivella-indicar-parente-para-secretaria/
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Obama B. 
02 de Novembro de 2017, às 21h04
Útil (0)
Na moral esse enunciado tem 2 interpretações
 
1ª - A que faz ter a resposta certa
2ª - O mesmo que Juli Li (eu entendi esse)
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Bruno Mendes 
28 de Maio de 2018, às 10h11
Útil (0)
GABARITO C
 
Descumprimento de súmula
vinculante cabe reclamação perante o STF.
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02
Q777875
Direito Constitucional 
 Servidores Públicos,  Administração Pública –
Disposições Gerais e Servidores Públicos
Ano: 2017
Banca: FCC
Órgão: TRE-SP
Prova: Analista Judiciário - Área Administrativa
Ao disciplinar o regime de previdência dos
servidores públicos titulares de cargos efetivos, a
Constituição da República 
 a)
estabelece a obrigatoriedade de os servidores se
aposentarem, com proventos proporcionais ao
tempo de contribuição, aos 70 anos de idade, na
forma de lei complementar. 
 b)
admite a adoção de requisitos e critérios
diferenciados para os casos de servidores cujas
atividades sejam exercidas sob condições especiais
que prejudiquem a saúde ou a integridade física,
devendo ser aplicadas, no que couber, as regras do
regime geral sobre aposentadoria especial, até a
edição de lei complementar específica. 
 c)
veda a percepção de mais de uma aposentadoria à
conta do regime de previdência em questão, ainda
que decorrentes do exercício de cargos passíveis de
acumulação, como dois de professor ou dois
privativos de profissionais de saúde, com profissões
regulamentadas. 
 d)
 prevê que a concessão do benefício de pensão por
morte, regulamentado por lei complementar, será
igual ao valor da totalidade da remuneração do
servidor no cargo efetivo em que se deu o
falecimento, até o limite máximo estabelecido para
os benefícios do regime geral, caso em atividade na
data do óbito. 
 e)
autoriza a instituição, por lei de iniciativa do Poder
Legislativo da esfera correspondente, de regime de
previdência complementar para os servidores da
União, Estados, Distrito Federal e Municípios,
podendo fixar, para valor das aposentadorias e
pensões, nesse caso, o limite máximo estabelecido
para os benefícios do regime geral. 
Responder
Comentários do professor    
Aulas (2)   




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Hallyson . 
15 de Fevereiro de 2017, às 14h12
Útil (660)
Olá pessoal (GABARITO = LETRA B)
---------------------------------------------------------
LETRA A - ERRADO. CF 88, art. 40, § 1º Os
servidores abrangidos pelo regime de previdência de
que trata este artigo serão aposentados, calculados
os seus proventos a partir dos valores fixados na
forma dos §§ 3º e 17:
II - compulsoriamente, com proventos proporcionais
ao tempo de contribuição, aos 70 (setenta) anos de
idade, ou aos 75 (setenta e cinco) anos de idade, na
forma de lei complementar;      
---------------------------------------------------------
LETRA B -  CERTO. CF 88, art. 40, § 4º É vedada a
adoção de requisitos e critérios diferenciados para a
concessão de aposentadoria aos abrangidos pelo
regime de que trata este artigo, ressalvados, nos
termos definidos em leis complementares, os casos
de servidores:
I portadores de deficiência;
II que exerçam atividades de risco;
III cujas atividades sejam exercidas sob condições
especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade
física.
STF - Súmula Vinculante 33
 
Aplicam-se ao servidor público, no que couber, as
regras do regime geral da previdência social sobre
aposentadoria especial de que trata o artigo 40, § 4º,
inciso III da Constituição Federal, até a edição de lei
complementar específica.
---------------------------------------------------------
LETRA C - ERRADO. CF 88, art. 40, § 6º
- Ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos
cargos acumuláveis na forma desta Constituição, é
vedada a percepção de mais de uma aposentadoria
à conta do regime de previdência previsto neste
artigo.
CF 88, art. 37, XVI - é vedada a acumulação
remunerada de cargos públicos, exceto, quando
houver compatibilidade de horários, observado em
qualquer caso o disposto no inciso XI:
a) a de dois cargos de professor;
b) a de um cargo de professor com outro técnico ou
científico;
c) a de dois cargos ou empregos privativos de
profissionais de saúde, com profissões
regulamentadas;
---------------------------------------------------------
LETRA D - ERRADO.
§ 7º Lei disporá sobre a concessão do benefício de
pensão por morte, que será igual:
II - ao valor da totalidade da remuneração do
servidor no cargo efetivo em que se deu o
falecimento, até o limite máximo estabelecido para
os benefícios do regime geral de previdência social
de que trata o art. 201, acrescido de setenta por
cento da parcela excedente a este limite, caso em
atividade na data do óbito.
---------------------------------------------------------
LETRA E - ERRADO.
§ 15. O regime de previdência complementar de que
trata o § 14 será instituído por lei de iniciativa do
respectivo Poder Executivo, observado o disposto
no art. 202 e seus parágrafos, no que couber, por
intermédio de entidades fechadas de previdência
complementar, de natureza pública, que oferecerão
aos respectivos participantes planos de benefícios
somente na modalidade de contribuição definida.
 
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Gabriela Ciannella 
17 de Fevereiro de 2017, às 18h40
Útil (92)
Tá certo a B, mas não é a CONSTITUICAO QUE
FALA QUE SE APLICARÁ AS REGRAS DO RGPS e
sima jurisprudência.  Fala-se tanto em ficar ligado no
enunciado, que quando a questão não está tao bem
feita,a gente erra... 
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Sabrina Samu
22 de Julho de 2017, às 22h49
Útil (84)
Copiei os comentários do Hallyson, pois alguns não
viram e estão mais fáceis de compreender cada
alternativa.
Obrigada Hallyson
 
Olá pessoal (GABARITO = LETRA B)
---------------------------------------------------------
LETRA A - ERRADO. CF 88, art. 40, § 1º Os
servidores abrangidos pelo regime de previdência de
que trata este artigo serão aposentados, calculados
os seus proventos a partir dos valores fixados na
forma dos §§ 3º e 17:
II - compulsoriamente, com proventos proporcionais
ao tempo de contribuição, aos 70 (setenta) anos de
idade, ou aos 75 (setenta e cinco) anos de idade, na
forma de lei complementar;      
---------------------------------------------------------
LETRA B -  CERTO. CF 88, art. 40, § 4º É vedada a
adoção de requisitos e critérios diferenciados para a
concessão de aposentadoria aos abrangidos pelo
regime de que trata este artigo, ressalvados, nos
termos definidos em leis complementares, os casos
de servidores:
I portadores de deficiência;
II que exerçam atividades de risco;
III cujas atividades sejam exercidas sob condições
especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade
física.
STF - Súmula Vinculante 33
 
Aplicam-se ao servidor público, no que couber, as
regras do regime geral da previdência social sobre
aposentadoria especial de que trata o artigo 40, § 4º,
inciso III da Constituição Federal, até a edição de lei
complementar específica.
---------------------------------------------------------
LETRA C - ERRADO. CF 88, art. 40, § 6º
- Ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos
cargos acumuláveis na forma desta Constituição, é
vedada a percepção de mais de uma aposentadoria
à conta do regime de previdência previsto neste
artigo.
CF 88, art. 37, XVI - é vedada a acumulação
remunerada de cargos públicos, exceto, quando
houver compatibilidade de horários, observado em
qualquer caso o disposto no inciso XI:
a) a de dois cargos de professor;
b) a de um cargo de professor com outro técnico ou
científico;
c) a de dois cargos ou empregos privativos de
profissionais de saúde, com profissões
regulamentadas;
---------------------------------------------------------
LETRA D - ERRADO.
§ 7º Lei disporá sobre a concessão do benefício de
pensão por morte, que será igual:
II - ao valor da totalidade da remuneração do
servidor no cargo efetivo em que se deu o
falecimento, até o limite máximo estabelecido para
os benefícios do regime geral de previdência social
de que trata o art. 201, acrescido de setenta por
cento da parcela excedente a este limite, caso em
atividade na data do óbito.
---------------------------------------------------------
LETRA E - ERRADO.
§ 15. O regime de previdência complementar de que
trata o § 14 será instituído por lei de iniciativa do
respectivo Poder Executivo, observado o disposto
no art. 202 e seus parágrafos, no que couber, por
intermédio de entidades fechadas de previdência
complementar, de natureza pública, que oferecerão
aos respectivos participantes planos de benefícios
somente na modalidade de contribuição definida.
Reportar abuso
Max Alves 
22 de Fevereiro de 2017, às 17h00
Útil (42)
Letra B: ESTÁ ERRADA.
A CF não fala nada de aplicar as regras do regime
geral. Quem fala é o STF, na SV 33. Questão mal
feita que atrapalha o candidato que estuda.
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Pri. . 
13 de Agosto de 2017, às 01h21
Útil (37)
Quem te vê, quem te viu, FCC.... era a banca da
"letra da lei", agora tá colocando no enunciado "De
acordo com a CF" e cobrando entendimento sumular
do STF...... eita queima reparigal.
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BRUNO VAZ
31 de Julho de 2017, às 23h31
Útil (36)
LETRA B -  CERTO. CF 88, art. 40, § 4º É vedada a
adoção de requisitos e critérios diferenciados para a
concessão de aposentadoria aos abrangidos pelo
regime de que trata este artigo, ressalvados, nos
termos definidos em leis complementares, os casos
de servidores:
I portadores de deficiência;
II que exerçam atividades de risco;
III cujas atividades sejam exercidas sob condições
especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade
física.
STF - Súmula Vinculante 33
 
Aplicam-se ao servidor público, no que couber, as
regras do regime geral da previdência social sobre
aposentadoria especial de que trata o artigo 40, § 4º,
inciso III da Constituição Federal, até a edição de lei
complementar específica.
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rocha mello 
18 de Março de 2017, às 11h25
Útil (18)
ART 40 CF  
P4*-  É VEDADA A ADOÇÃO DE REQUESITOS E
CRITÉRIOS DIFERENCIADOS PARA A
CONSEÇÃO DE APOSENTADORIAS AOS
ABRANGIDOS PELO REGIME DE QUE TRATA
ESTE ARTIGO, RESSALVADOS, NOS TERMOS
DEFINIDOS EM LEIS COMPLEMENTARES, OS
CASOS DE SERVIDORES:
 
I- PORTADORES DE DEFICIÊNCIA ( EMD N47, DE
2005)
II- QUE EXERÇAM ATIVIDADES DE RISCO ( EMD
N47, DE 2005)
III- CUJAS ATIVIDADES SEJAM EXERCIDAS SOB
CONDIÇÕES ESPECIAIS QUE PREJUDIQUEM A
SAÚDE OU A INTEGRIDADE FÍSICA. ( EMD N47,
DE 2005)
 
STF- SÚMULA VINCULANTE N33. APLICAM-SE
AO SERVIDOR PÚBLICO, NO QUE COUBER, AS
REGRAS DO REGIME GERAL DA PREVIDÊNCIA
SOCIAL SOBRE APOSENTADORIA ESPECIAL DE
QUE TRATA O ART 40,P4*, INCISO III DA CF, ATÉ
A EDIÇÃO DE LEI COMPLEMANTAR
ESPECIFÍCA.
 
DEUS NO COMANDO.
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Marina . 
27 de Maio de 2017, às 09h49
Útil (17)
Na letra A, a lei complementar em questão é a LC
152/2015, que preconiza: 
Art. 2º Serão aposentados compulsoriamente, com
proventos proporcionais ao tempo de contribuição,
aos 75 (setenta e cinco) anos de idade: 
I - os servidores titulares de cargos efetivos da
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios, incluídas suas autarquias e fundações; 
II - os membros do Poder Judiciário; 
III - os membros do Ministério Público; 
IV - os membros das Defensorias Públicas; 
V - os membros dos Tribunais e dos Conselhos de
Contas. 
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Otávio Moreira 
16 de Fevereiro de 2017, às 15h42
Útil (14)
Não fiz a prova, mas recorreria.
O enunciado da questão faz referência ao que está
disciplinado na Constituição, e não no entendimento
sumulado do STF.
A assertiva de letra "b" apresenta uma afirmação
verdadeira, porém não de acordo exclusivamente
com o texto constitucional, que era o que o
enunciado pedia.
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JUAREZ júnior 
03 de Abril de 2017, às 13h29
Útil (14)
Pabrlo, sobre a LETRA C, não caberia, pois nos
casos de acumulação de cargos, ou comissão tais
hipóteses podem se acumular quanto à
aposentadoria, o que não pode são duas
aposentadorias sem ser acumulativas.

Súmulas OJS e informativos dos Tribunais


Superiores devem fazer parte dos estudos, direitos
são compilados em tudo, qualquer tipo de fonte: seja
súmulas, jurisprudências, leis, cf etc. Pessoal, ainda
insiste em dizer que súmulas não são assim
cobradas, que eram quanto à CF... etc. Não é de
hoje que os enunciados não precisam explicitar e
cobram entendimento dos tribunais.. então nos
atemos às súmulas e jurisprudências.
Principalmente, STF e STJ.
 
STF - Súmula Vinculante 33 (é bem batida já)
Aplicam-se ao servidor público, no que couber, as
regras do regime geral da previdência social sobre
aposentadoria especial de que trata o artigo 40, § 4º,
inciso III da Constituição Federal, até a edição de lei
complementar específica.
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Leandro Porto
03 de Março de 2017, às 17h30
Útil (9)
CORRETA B.
Embora eu também tenha errado, achei que a
questão estava com enunciado estranho, mas
segundo li: "Essas decisões deram origem à Súmula
Vinculante 33..." devido aos mandados de injunção
encaminhados ao STF, que por falta de lei
complementar específica que regule, o próprio STF
mandava se basear no inciso III do § 4º. do art. 40
da CF.  FCC é do capeta!  A referência é do livro do
Vicente Paulo & Marcelo Alexandrino, páginas 394 e
395.  
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Ronaldo Filho 
27 de Fevereiro de 2017, às 07h15
Útil (9)
Que provinha de Constitucional mais cabulosa essa
do TRE/SP. Deus tome conta. Gabarito B somente
por ser a menos errada, considerando que é a
Jurisprudência (SV 33) que afirma algo sobre o
regime geral ser aplicado.
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mvb analista 
18 de Março de 2017, às 11h46
Útil (9)
Eu acertei, mas concordo com a reclamação dos
colegas. A FCC quando menciona apenas a CF,
deixa margem pra recurso e dúvidas sim. A Súmula
Vinculante é uma interpretação da CF, não é texto
constitucional. Assim como qualquer juiz pode
interpretar, em julgamento difuso, a CF. 
 
e mais, é deselal esse tipo de enunciado, dado o
histórico das bancas de, quando desejam saber o
entendimento jurisprudencial, usar as expressões
"Segundo o STF...OU segundo entendimento
jurisprudencial e a CF...", algo assim. Não é correto
fazer isso, ponto. 
 
 
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Jeferson Silva 
28 de Setembro de 2017, às 15h51
Útil (8)
§ 4º É vedada a adoção de requisitos e critérios difer
enciados para a concessão de aposentadoria aos ab
rangidos pelo regime de que trata este artigo,
ressalvados, nos termos definidos em leis compleme
ntares, os casos de servidores:       

II que exerçam atividades de risco;       (Incluído pela 
Emenda Constitucional nº 47, de 2005) III cujas ativi
dades sejam exercidas sob condições especiais que 
prejudiquem a saúde ou a integridade física.       (Incl
uído pela Emenda Constitucional nº 47, de 2005)
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Leandro Dwarf 
05 de Agosto de 2017, às 07h37
Útil (7)
GABARITO - B
 
Acertei a questão, mas concorda com a galera.
Questão passível, sim, de anulação, já que o
enunciado foi expresso ao mencionar que a
resposta estaria na Constituição. Correto nesse
caso seria o enunciado dizer algo como "De
acordo com a Constituição da República e com a
jurisprudência do STF..."
 
FORÇA GUERREIROS!
 
 
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Vinicius Peres
13 de Março de 2017, às 13h20
Útil (7)
Se eu fosse a banca, responderia o recurso assim:
"A constituição federal, ao implementar a EC 45 em
seu texto, admitiu a existências das chamadas
súmulas vinculantes. Nesse diapasão, entendimento
sumulado passa a ser entendido como
constitucional. RECURSO NEGADO" 
Sei lá, não vejo motivo para anular... Falou que a CF
admite, não que a CF, expressamente em seu texto,
blablabla
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Helder Tavares 
22 de Maio de 2017, às 08h17
Útil (5)
Sobre a alternativa B:
A Súmula Vinculante nº 33, publicada no dia
24/04/2014, refere-se apenas à aposentadoria
especial em decorrência de atividades exercidas em
condições prejudiciais à saúde ou à integridade
física dos servidores. 
Com a edição desta súmula não é mais necessária o
ajuizamento de Mandado de Injunção pelo servidor
público para ter analisado o seu requerimento
administrativo para concessão de aposentadoria
especial, permitindo que a Administração conceda a
aposentadoria especial quando implementados os
requisitos para a sua concessão, observando-se a
legislação do RGPS no que couber.
Seguindo os julgamentos do STF e o entendimento
do TCU, a súmula vinculante restringe-se à
concessão da aposentadoria especial, não sendo
possível ainda a conversão parcial de tempos de
serviço, com acréscimos, laborados em condições
especiais após a criação do Regime Jurídico Único,
ante a falta de regulamentação por lei complementar
exigida pela Constituição Federal.
Para os casos de aposentadoria especial para
servidor público deficiente e para os que exercem
atividades de risco, como os oficiais de justiça, ainda
é necessário a interposição de Mandado de Injunção
para fins de concessão de aposentadoria especial,
ante a falta de regulamentação legislativa,
destacando que a Lei Complementar nº 142/2013 é
restrita para os segurados submetidos ao Regime
Geral da Previdência Social.
FONTE:
http://www.conteudojuridico.com.br/artigo,a-
aposentadoria-especial-do-servidor-publico-e-a-
sumula-vinculante-no-33-do-stf,48440.html
 
RESPOSTA: LETRA "B"
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Johnny Rodrigues 
19 de Fevereiro de 2018, às 17h49
Útil (5)
Trata-se da aposentadoria especial prevista
no Art. 40, §4º da CF/88
 
"É vedada a adoção de requisitos e critérios
diferenciados para a concessão de aposentadoria
aos abrangidos pelo regime de que trata este artigo,
ressalvados, nos termos definidos em leis
complementares, os casos de servidores: 
 
I portadores de deficiência;
 
II que exerçam atividades de risco; 
 
III cujas atividades sejam exercidas sob
condições especiais que prejudiquem a saúde ou
a integridade física. 
 
Gabarito: B
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Pablo M. 
23 de Março de 2017, às 10h53
Útil (5)
Acabei errando a questão, pois, ao meu ver, a C
também está correta.
O art. 40, § 10º veda a acumulação simultânea de
proventos
de aposentaoria com REMUNERAÇÃO como regra
geral e estabelece como exceção as hipóteses de
cargos acumuláveis, mandato eletivo ou CC.
Todavia, mesmo nesses casos a acumulação de
APOSENTADORIA nunca vai ser possível. O que a
CF permite é acumular proventos + remuneração. 
 
Nesse sentido  segee a EC 20/1998:
Art. 11 - A vedação prevista no art. 37, § 10, da
Constituição Federal, não se aplica aos membros de
poder e aos inativos, servidores e militares, que, até
a publicação desta Emenda, tenham ingressado
novamente no serviço público por concurso público
de provas ou de provas e títulos, e pelas demais
formas previstas na Constituição Federal, sendo-
lhes proibida a percepção de mais de uma
aposentadoria pelo regime de previdência a que
se refere o art. 40 da Constituição Federal,
aplicando-se-lhes, em qualquer hipótese, o limite de
que trata o § 11 deste mesmo artigo
 
Corrijam-me se eu estiver equivocado.
 
Reportar abuso

Bruno Vasconcelos 
02 de Setembro de 2017, às 13h16
Útil (5)
Gente, apesar da letra B ser um fato, ela não condiz
com o enunciado da questão. pois se trata de algo
originario da jurisprudencia e não da CF. 
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Erivan Silva
03 de Julho de 2017, às 22h26
Útil (3)
SV Nº 33: "Aplicam-se ao servidor público, no que
couber, as regras do regime geral da previdência
social (RGPS) sobre aposentadoria especial de que
trata o artigo 40, § 4º, inciso III da Constituição
Federal, até a edição de lei complementar
específica."
 
 
A constituição veda critérios diferenciados, salvo
L.C. Como o artigo 40, § 4º, III é norma de eficácia
limitada (depende de lei), houve vários mandados de
injunção pedindo a regulamentação, diante disso, o
STF editou a súmula vinculante acima sendo
aplicada até a edição dessa norma.
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Gabriel Picolo 
22 de Fevereiro de 2018, às 16h34
Útil (3)
Correção da alternativa "E"
 
[CF/88, Art. 40. § 14]
 
A União, os Estados, o Distrito Federal e os
Municípios, desde que instituam regime de
previdência complementar para os seus respectivos
servidores titulares de cargo efetivo, poderão fixar,
para o valor das aposentadorias e pensões a
serem concedidas pelo regime de que trata este
artigo (Regime Próprio de Previdência Social -
RPPS) , o limite máximo estabelecido para os
benefícios do regime geral de previdência
social (RGPS) de que trata o art. 201. 
 
Entendendo o §14:
 
O teto da aposentadoria no regime próprio (RPPS)
pode ser igual ao teto da aposentadoria no RGPS,
desde que instituam regime de previdência
complementar para os seus respectivos servidores
titulares de cargo efetivo.
 
Ou seja, criação de um fundo que vai garantir o
pagamento desses benefícios de natureza
complementar.
 
Obs.: A lei que institui esse regime é de iniciativa do
Poder Executivo.  LEI Nº 12.618, DE 30 DE ABRIL
DE 2012, que: Institui o regime de previdência
complementar para os servidores públicos federais
titulares de cargo efetivo, inclusive os membros dos
órgãos que menciona;
 
--- > fixa o limite máximo para a concessão de
aposentadorias e pensões pelo regime de
previdência de que trata o art. 40 da Constituição
Federal;
 
--- > autoriza a criação de 3 (três) entidades
fechadas de previdência complementar,
denominadas:
 
a) Fundação de Previdência Complementar do
Servidor Público Federal do Poder Executivo
(Funpresp-Exe),
b) Fundação de Previdência Complementar do
Servidor Público Federal do Poder Legislativo
(Funpresp-Leg) e
c)Fundação de Previdência Complementar do
Servidor Público Federal do Poder Judiciário
(Funpresp-Jud);
 
--- > altera dispositivos da Lei no10.887, de 18 de
junho de 2004; e dá outras providências.
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Breno Silva
31 de Maio de 2017, às 10h20
Útil (1)
Ao meu ver, mesmo sendo a SV 33 do STF, está
presente na Constituição. Portanto, a Constiuição
veda sim. Seria errado se a Constituição fosse um
órgão. 
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Carlos Almeida
17 de Outubro de 2017, às 21h19
Útil (1)
Enunciado da questão: Ao disciplinar o regime de
previdência dos servidores públicos titulares de
cargos efetivos, a Constituição da República:
REsposta: ADMITE a adoção de requisitos e critérios
diferenciados para os casos de servidores cujas
atividades sejam exercidas sob condições especiais
que prejudiquem a saúde ou a integridade física,
devendo ser aplicadas, no que couber, as regras do
regime geral sobre aposentadoria especial, até a
edição de lei complementar específica.
 
Bom, na minha humilde opinião, se existe súmula
sobre o assunto, a Constituição da República
ADMITE. O enunciado da questão não está dizendo,
está EXPRESSO na Constituição.
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felipe fernandez 
26 de Fevereiro de 2017, às 01h13
Útil (1)
a galera vai entrar com recurso...
essa questão é passível de ser anulada.
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Vinicius Borges 
27 de Julho de 2017, às 11h59
Útil (0)
Não concordo com o gabarito pois não é a CF que
estebele a aplicação do RGPS sobre aposentadoria
compulsória, mas sim uma SV. Dava pra acertar por
eliminação, mas, ao meu ver, a banca errou no
enunciado da questão ao limitar ao que está previsto
na CF.
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03
Q777918
Direito Constitucional 
 Disposições Gerais na Administração Pública,
Administração Pública – Disposições Gerais e
Servidores Públicos
Ano: 2017
Banca: FCC
Órgão: TRE-SP
Prova: Técnico Judiciário – Área Administrativa
Em conformidade com a Constituição Federal,
implicará a nulidade do ato e a punição da
autoridade responsável, nos termos da lei, a
inobservância da regra constitucional segundo a
qual 
 a)
é vedado aos estrangeiros o acesso a cargos,
empregos e funções públicas. 
 b)
o prazo de validade do concurso público será de até
dois anos, prorrogável uma vez, por igual período. 
 c)
é vedada a acumulação remunerada de dois cargos
ou empregos privativos de profissionais de saúde,
com profissões regulamentadas. 
 d)
os acréscimos pecuniários percebidos por servidor
público deverão ser computados para fins de
concessão de acréscimos ulteriores. 
 e)
as funções de confiança, exercidas exclusivamente
por servidores ocupantes de cargo em comissão,
destinam-se apenas às atribuições de direção, chefia
e assessoramento. 
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Maria Gtt 
15 de Fevereiro de 2017, às 22h26
Útil (905)
Que diabo de enunciado é esse? 
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CÉSAR TRT 
15 de Fevereiro de 2017, às 14h18
Útil (324)
Letra A: errada. A Carta Magna permite o acesso
dos estrangeiros a cargos, empregos e funções
públicas, na forma da lei (art. 37, I, CF).
 
 
Letra B: correta. É o que determina o art. 37, III,
da Constituição.
 
 
Letra C: errada. A Constituição Federal permite a
acumulação remunerada de dois cargos ou
empregos privativos de profissionais de saúde, com
profissões regulamentadas, desde que haja
compatibilidade de horários (art. 37, XVI, “c”, CF).
 
 
Letra D: errada. A Constituição determina que os
acréscimos pecuniários percebidos por servidor
público não serão computados nem
acumulados para fins de concessão de acréscimos
ulteriores (art. 37, XIV, CF).
 
 
Letra E: errada. As funções de confiança são
exercidas exclusivamente por servidores ocupantes
de cargo efetivo (art. 37, V, CF).
 
PROF- RICARDO VALE 
 
 
O ENUNCIADO FOI PÉÉÉÉSSIMO . ALÉM DISSO ,
A FCC NUNCA COBROU ESSE § ... PRIMEIRA
VEZ QUE EU VI ..  TÁ AMARRADO EM NOME DE
JESUS . 
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cleiton santos 
06 de Março de 2017, às 20h54
Útil (142)
QUE PORRA DE ENUNCIADO É ESSE ?? O
EXAMINADOR USOU LSD ?? FIQUEI 5 MINUTOS
TENTANDO ENTENDER O QUE ELE QUERIA 
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CO Mascarenhas 
16 de Fevereiro de 2017, às 10h15
Útil (110)
CF, art. 37...
II - a investidura em cargo ou emprego público
depende de aprovação prévia em concurso público
de provas ou de provas e títulos, de acordo com a
natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na
forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações
para cargo em comissão declarado em lei de livre
nomeação e exoneração; (Redação dada pela
Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
III - o prazo de validade do concurso público será de
até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período;
§ 2º A não observância do disposto nos incisos II e
III implicará a nulidade do ato e a punição da
autoridade responsável, nos termos da lei.
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Tiffany Concurseira 
01 de Agosto de 2017, às 19h00
Útil (79)
FOI DILMA QUE FEZ ESSE ENUNCIADO
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Rodrigo inacio
15 de Fevereiro de 2017, às 22h53
Útil (71)
Quando ver um enunciado meio sem noção
 vá com o pensamento " qual alternativa está correta
ou errada " 
O importante é marca o X no lugar certo. 
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Israel F 
02 de Novembro de 2017, às 13h24
Útil (45)
Gab. B
 
O comentário mais curtido é o que critica o
enunciado, e, ainda, leva uma penca de gente
atrás apoiando com outros comentários. Não
seja Maria vai com as outras! O que ocorre é que
a FCC já foi conhecida como Fundação Copia
e Cola. O povo que estuda por ela grava uma
quantidade alta de artigos cobrados, mas quando
ela INOVA, a galera dança!
 
É o caso da questão, que cobrou um parágrafo
de onde Judas perdeu as botas:
 
art. 37, § 2º A não observância do disposto
nos incisos II e III implicará a nulidade do ato e a
punição da autoridade responsável, nos termos da
lei.
II - a investidura em cargo ou emprego público
depende de aprovação prévia em concurso público
de provas ou de provas e títulos, de acordo com a
natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na
forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações
para cargo em comissão declarado em lei de livre
nomeação e exoneração; (Redação dada pela
Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
III - o prazo de validade do concurso público será
de até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período;
 
Remédio:
1 - Fazer duas setas gigantes na sua
Constituição, nesse parágrafo, com dois itens:
NECESSIDADE DE CONC. PÚBLICO e 2
PRORROGÁVEL POR MAIS 2.
2 - Manda para a memória fotográfica e corra
para o abraço!
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JUAREZ júnior 
03 de Abril de 2017, às 13h47
Útil (43)
CACAAAAAAAAAAAAAAACAS, que enunciado é
esse? 5 minutos para compreendê-lo, lia relia, e
pensei, poow a única que é plausível anulação do
ATO e punição do AGENTE COMPETENTE é a
LETRA B, mas marquei esperando o "você errou".
Não me lembrava do artigo 37, § 2º. Questão literal,
mas a analisei no sentido do direito administrativo,
artigo nunca cobrado na FCC marcado com muito
amor e carinho. Então vejamos:
 
CF. Art. 37: II - a investidura em cargo ou emprego
público depende de aprovação prévia em concurso
público de provas ou de provas e títulos, de acordo
com a natureza e a complexidade do cargo ou
emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as
nomeações para cargo em comissão declarado em
lei de livre nomeação e exoneração;
III - o prazo de validade do concurso público será de
até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período;
§ 2º A não observância do disposto nos incisos II
e III implicará a nulidade do ato e a punição da
autoridade responsável, nos termos da lei.

GAB LETRA B
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MARIA ESTUDA 
13 de Junho de 2017, às 10h11
Útil (37)
a) é vedado aos estrangeiros o acesso a cargos,
empregos e funções públicas. 
I - os cargos, empregos e funções públicas são
acessíveis aos brasileiros que preencham os
requisitos estabelecidos em lei, assim como aos
estrangeiros, na forma da lei;
 
b) o prazo de validade do concurso público será de
até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período.
III - o prazo de validade do concurso público será
de até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período;
 
c) é vedada a acumulação remunerada de dois
cargos ou empregos privativos de profissionais de
saúde, com profissões regulamentadas.
XVI - é vedada a acumulação remunerada de
cargos públicos, exceto, quando houver
compatibilidade de horários, observado em
qualquer caso o disposto no inciso XI:
c) a de dois cargos ou empregos privativos de
profissionais de saúde, com profissões
regulamentadas;
 
d) os acréscimos pecuniários percebidos por
servidor público deverão ser computados para fins
de concessão de acréscimos ulteriores. 
XIV - os acréscimos pecuniários percebidos por
servidor público não serão computados nem
acumulados para fins de concessão de
acréscimos ulteriores;
 
e) as funções de confiança, exercidas
exclusivamente por servidores ocupantes de cargo
em comissão, destinam-se apenas às atribuições de
direção, chefia e assessoramento. 
V - as funções de confiança, exercidas
exclusivamente por servidores ocupantes de
cargo efetivo, e os cargos em comissão, a serem
preenchidos por servidores de carreira nos
casos, condições e percentuais mínimos
previstos em lei, destinam-se apenas às
atribuições de direção, chefia e
assessoramento; 
 
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ana alves
16 de Março de 2017, às 19h57
Útil (31)
Li, reli, li, reli...e não entendi. Rindo pra não chorar
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Sergio Jr 
01 de Março de 2017, às 15h23
Útil (30)
Art. 37. A administração pública direta e indireta de
qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos
princípios de legalidade, impessoalidade,
moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao
seguinte:
II - a investidura em cargo ou emprego público
depende de aprovação prévia em concurso público
de provas ou de provas e títulos, de acordo com a
natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na
forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações
para cargo em comissão declarado em lei de livre
nomeação e exoneração; 
§ 2º A não observância do disposto nos incisos II e
III implicará a nulidade do ato e a punição da
autoridade responsável, nos termos da lei.
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david leite 
14 de Março de 2017, às 14h38
Útil (29)
ELA PEDIU O Q MSM????
TO LENDO ATE AGORA
 
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Priscila T. 
23 de Fevereiro de 2017, às 07h41
Útil (26)
A)
ARTIGO 37, I ERRADA
os cargos, empregos ou funções públicas são
acessíveis ao brasileiros que preencham os
requisitos estabelecidos em lei, assim como os
estrangeiros, na forma da lei. SÓ A LEI PODE
DIZER SE O CARGO É PASSÍVEL DE SER
OCUPADO PELO ESTRANGEIRO. PORTANTO, A
AUTORIDADE, AO VEDAR O CARGO AO
ESTRANGEIRO, ESTÁ CORRETA. 
B) 
ARTIGO 37, III.
o prazo de validade do concurso público será de até
dois anos, prorrogável uma vez, por igual período. É
A CORRETA, MAS QUESTIONÁVEL, AO MEU
VER. 
C) 
ARTIGO 37, XVI, A ERRADA
 é vedada a acumulação remunerada de dois cargos
ou empregos privativos de profissionais de saúde,
com profissões regulamentadas. NESSA
SITUAÇÃO, NÃO É VEDADA. 
D)
 ARTIGO 37, XIII ERRADA
os acréscimos pecuniários percebidos por servidor
público deverão ser computados para fins de
concessão de acréscimos ulteriores. - É VEDADA A
ACUMULAÇÃO
E) 
ARTIGO 37, V - ERRADA
as funções de confiança, exercidas exclusivamente
por servidores ocupantes de cargo em comissão,
destinam-se apenas às atribuições de direção, chefia
e assessoramento. SERVIDORES OCUPANTES DE
CARGOS EFETIVOS.
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Marina . 
16 de Fevereiro de 2017, às 06h50
Útil (24)
Função de confiança: 
- Exercida exclusivamente por servidores ocupantes
de cargo efetivo.
- Destinam-se apenas às atribuições de direção,
chefia e assessoramento
Cargo em comissão: 
- De livre nomeação e exoneração
- Sem concurso público, ressalvado o percentual
mínimo reservado ao servidor de carreira.
- Destinam-se apenas às atribuições de direção,
chefia e assessoramento.
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Jota ka
06 de Março de 2017, às 10h31
Útil (22)
FCC e seus enunciados no melhor estilo "advinhem
o que eu quero"
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CO Mascarenhas 
16 de Fevereiro de 2017, às 10h15
Útil (21)
oh provinha de técnico maldita....!!!
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Patrulheiro Ostensivo 
01 de Março de 2017, às 13h55
Útil (18)
Essa FCC é muito escrota, esse é o tipo de questão
em que você marca a alternativa menos errada,
porque nada faz sentido, enfim, alternativa correta,
letra B.

Constituição Federal, Artigo 37, incíso III - o prazo


de validade do concurso público será de ATÉ dois
anos, prorrogável uma vez, por igual período.
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VALÉRIA MEIRA 
22 de Julho de 2017, às 15h23
Útil (18)
COMENTÁRIO DO PROFESSOR: O enunciado é a
própria transcrição do art. 37, §2º da CF/88, o qual
dispõe apenas duas situações que ensejam a
nulidade do ato e a punição da autoridade
responsável, na forma da lei: a não observância da
realização de concurso público para a investidura de
cargo ou emprego público; a não observância
do prazo de validade do concurso público. Assim:

a) ERRADO. Não é vedado aos estrangeiros o


acesso a cargo, emprego e função pública (art. 37,
I), mas, caso isto não seja respeitado, não ensejará
nulidade do ato e nem punição da autoridade
competente.

b) CERTO. De acordo com o §2º, o ato será nulo e a


autoridade responsável punida caso não seja
observado o prazo de validade do concurso público,
que será de até dois anos, prorrogável uma vez, por
igual período.

c) ERRADO. É possível a acumulação remunerada


de dois cargos ou empregos privativos de
profissionais da saúde, com profissões
regulamentadas, desde que haja compatibilidade de
horários, e se respeite o teto constitucional
remuneratório (art, 37, XVI, "c"), mas regra
contrária não enseja nulidade do ato e nem punição
da autoridade competente.

d) ERRADO. Os acréscimos pecuniários percebidos


pelo servidor não serão computados e nem
acumulados para fins de concessão de acréscimos
ulteriores (art. 37, XIV), mas regra contrária  não
enseja nulidade do ato e nem punição da autoridade
competente.

e) ERRADO. A alternativa erra nos conceitos, uma


vez que as funções de confiança são exercidas por
servidores públicos efetivos; e os cargos em
comissão são destinados à direção, chefia e
assessoramento (art. 37, V).

Gabarito do professor: letra B.


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EDSON SILVA
25 de Fevereiro de 2017, às 02h31
Útil (18)
ESSE(S) IDIOTA(S) QUE ELABOROU(ARAM) O
ENUNCIADO DA QUESTÃO, ESTAVA(M) CAINDO
DE BÊBADO(S) QUANDO A(S)
FORMULOU(ARAM)!!!
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Samira Andrade 
16 de Novembro de 2017, às 10h46
Útil (17)
Quando não entender o enunciado de questão de
múltipla escolha, leia-o simplesmente como "qual
alternativa é diferente das outras?".
Independentemente da questão pedir o item correto
ou incorreto, avalie cada item como verdadeiro ou
falso. O resultado será um de dois: ou quatro itens
serão falsos e um verdadeiro, ou quatro serão
verdadeiros e um será falso. De qualquer forma,
marcando a alternativa que tem valor diferente das
outras, você estará acertando a questão.
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Leo 
26 de Agosto de 2017, às 10h15
Útil (15)
DESCOMPLICA:
 
VIDE  Art. 37
 
§ 2º         A não observância do disposto nos incisos
II e III implicará a nulidade do ato e a punição da
autoridade responsável, nos termos da lei.
 
Q830137       Q636742
 
 
SÍNTESE:
 
 
CONCURSO   ESTRANGEIRO    =     
PROFESSOR UNIVERVISTÁRIO
 
NA FORMA DA LEI:
 
Lei nº 8.745, de 9 de dezembro de 1993 - Planalto
 
Lei nº 12.772, de 28 de dezembro de 2012 - Planalto
 
Autor: Patrícia Riani , Advogada, Especialista em
Direito Público e Direito Constitucional Aplicado.
O enunciado é a própria transcrição do art. 37, §2º
da CF/88, o qual dispõe apenas duas situações que
ensejam a nulidade do ato e a punição da autoridade
responsável, na forma da lei: a não observância da
realização de concurso público para a investidura de
cargo ou emprego público; a não observância
do prazo de validade do concurso público. Assim:

a) ERRADO. Não é vedado aos estrangeiros o


acesso a cargo, emprego e função pública (art. 37,
I), mas, caso isto não seja respeitado, não ensejará
nulidade do ato e nem punição da autoridade
competente.

b) CERTO. De acordo com o §2º, o ato será nulo e a


autoridade responsável punida caso não seja
observado o prazo de validade do concurso público,
que será de até dois anos, prorrogável uma vez, por
igual período.

c) ERRADO. É possível a acumulação remunerada


de dois cargos ou empregos privativos de
profissionais da saúde, com profissões
regulamentadas, desde que haja compatibilidade de
horários, e se respeite o teto constitucional
remuneratório (art, 37, XVI, "c"), mas regra
contrária não enseja nulidade do ato e nem punição
da autoridade competente.

d) ERRADO. Os acréscimos pecuniários percebidos


pelo servidor não serão computados e nem
acumulados para fins de concessão de acréscimos
ulteriores (art. 37, XIV), mas regra contrária  não
enseja nulidade do ato e nem punição da autoridade
competente.

e) ERRADO. A alternativa erra nos conceitos, uma


vez que as funções de confiança são exercidas por
servidores públicos efetivos; e os cargos em
comissão são destinados à direção, chefia e
assessoramento (art. 37, V).

Gabarito do professor: letra B.


 
 
 
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Luana Vilela 
21 de Fevereiro de 2017, às 16h47
Útil (14)
to no grupo da galera que pecou na interpretação
kkkkkkkkkkkkk
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Johnny Rodrigues 
03 de Outubro de 2017, às 15h29
Útil (13)
EU ERREI NAS 3 VEZES EM QUE TENTEI
RESPONDER ESSA QUESTÃO, NEM DECORAR A
ALTERNATIVA CERTA CONSEGUI MUITO MENOS
ENTENDER O ENUNCIADO. 
 
ACHO QUE ELE QUIS A ALTERNATIVA CORRETA
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jeconias guilherme
16 de Março de 2017, às 14h13
Útil (13)
CF/88
Art. 37
II - a investidura em cargo ou emprego público
depende de aprovação prévia em concurso público
de provas ou de provas e títulos, de acordo com a
natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na
forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações
para cargo em comissão declarado em lei de livre
nomeação e exoneração;
III - o prazo de validade do concurso público será
de até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período;
§ 2º A não observância do disposto nos incisos II e
III implicará a nulidade do ato e a punição da
autoridade
responsável, nos termos da lei.
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Vitor S. 
21 de Fevereiro de 2017, às 18h49
Útil (13)
Em conformidade com a Constituição Federal,
implicará a nulidade do ato e a punição da
autoridade responsável, nos termos da lei, a
inobservância da regra constitucional segundo a
qual 
b)  o prazo de validade do concurso público será de
até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período. 
O que o enunciado tem a ver com a resposta ? kkkkk
Juro que não entendi.
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Virgínia Freitas
27 de Março de 2017, às 14h17
Útil (12)
Acertei a questão porque percebi que haviam 4
alternativas erradas e uma certa, o enunciado é meio
confuso, não entendi direito.
 
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Jardel Lima 
17 de Setembro de 2017, às 17h52
Útil (12)
Que pergunta mal perguntada! Parece que o
examinador queria só reprovar e não avaliar
conhecimento.
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Matt Murdock 
04 de Julho de 2017, às 18h03
Útil (12)
viajei nesse enunciado...
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Lucas Bernardo 
19 de Fevereiro de 2017, às 12h36
Útil (10)
Errei por falha de interpretação, achava que era pra
marcar a alternativa que fosse contrária a CF,
justamente por me atinar "a inobservância da regra
constitucional"
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Amanda Souza
22 de Fevereiro de 2017, às 13h40
Útil (10)
Explicando o enunciado:
Pessoal, percebam que há várias vírgulas, que
dentro delas há uma explicação, então vocês
deveriam retiram essas explicações e deveria ler
assim:
"Em conformidade com a Constituição
Federal (....) nos termos da lei (...):"
Ou também poderia ler assim:
"(...), implicará a nulidade do ato e a punição da
autoridade responsável (...) a inobservância da
regra constitucional segundo a qual:"
B) Art. 37, III, CF: O prazo de validade do concurso
público será de até dois anos, prorrogável uma vez,
por igual período;
Espero ter ajudado, bons estudos!
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Ana Holanda 
27 de Abril de 2017, às 16h05
Útil (9)
A resposta tá no art. 37:
III - o prazo de validade do concurso público será
de até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período;
§ 2º A não observância do disposto nos incisos II
e III implicará a nulidade do ato e a punição da
autoridade responsável, nos termos da lei.
O problema é se lembrar disso!
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Bernardo Franco 
29 de Junho de 2017, às 15h27
Útil (9)
Imagine vc no dia da prova cansado ,com a mente
atribulada já, pegar uma questão assim kkkkkkkk
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André Marcel 
05 de Março de 2017, às 16h38
Útil (9)
Eu acertei na prova e errei aqui no QC e até agora
não entendi o enunciado, respondendo com a
sangue frio, eu marcaria a letra D, mas não faço a
menor ideia até aonde a questão quer chegar! =/
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Stella Myrian
25 de Maio de 2017, às 15h38
Útil (9)
O enunciado não tem nada de errado, ele só pede
qual a regra que, sendo inobservada, implicará
nulidade do ato e a punição da autoridade
responsável por tal ato. Isso é descrito no art. 37,
parágrafo 2º:
Art. 37. A administração pública direta e indireta de
qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos
princípios de legalidade, impessoalidade,
moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao
seguinte:  (Redação dada pela Emenda
Constitucional nº 19, de 1998)
[...] § 2º A não observância do disposto nos incisos II
e III implicará a nulidade do ato e a punição da
autoridade responsável, nos termos da lei.
e os incisos são estes, ou seja, estas são as
regras que, se não forem observadas,
causarão nulidade do ato e a punição da
autoridade responsável.
I - os cargos, empregos e funções públicas são
acessíveis aos brasileiros que preencham os
requisitos estabelecidos em lei, assim como aos
estrangeiros, na forma da lei; (Redação dada pela
Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
II - a investidura em cargo ou emprego público
depende de aprovação prévia em concurso público
de provas ou de provas e títulos, de acordo com a
natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na
forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações
para cargo em comissão declarado em lei de livre
nomeação e exoneração; (Redação dada pela
Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
III - o prazo de validade do concurso público será de
até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período;
No caso desta questão, o inciso que aparece nas
alternativas é o III, sendo então o gabarito: item B.
 
 
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Tamires Barreto 
22 de Janeiro de 2018, às 17h01
Útil (8)
O enunciado é a própria transcrição do art. 37, §2º
da CF/88, o qual dispõe apenas duas situações que
ensejam a nulidade do ato e a punição da autoridade
responsável, na forma da lei: a não observância da
realização de concurso público para a investidura de
cargo ou emprego público; a não observância
do prazo de validade do concurso público. Assim:

a) ERRADO. Não é vedado aos estrangeiros o


acesso a cargo, emprego e função pública (art. 37,
I), mas, caso isto não seja respeitado, não ensejará
nulidade do ato e nem punição da autoridade
competente.

b) CERTO. De acordo com o §2º, o ato será nulo e a


autoridade responsável punida caso não seja
observado o prazo de validade do concurso público,
que será de até dois anos, prorrogável uma vez, por
igual período.

c) ERRADO. É possível a acumulação remunerada


de dois cargos ou empregos privativos de
profissionais da saúde, com profissões
regulamentadas, desde que haja compatibilidade de
horários, e se respeite o teto constitucional
remuneratório (art, 37, XVI, "c"), mas regra
contrária não enseja nulidade do ato e nem punição
da autoridade competente.

d) ERRADO. Os acréscimos pecuniários percebidos


pelo servidor não serão computados e nem
acumulados para fins de concessão de acréscimos
ulteriores (art. 37, XIV), mas regra contrária  não
enseja nulidade do ato e nem punição da autoridade
competente.

e) ERRADO. A alternativa erra nos conceitos, uma


vez que as funções de confiança são exercidas por
servidores públicos efetivos; e os cargos em
comissão são destinados à direção, chefia e
assessoramento (art. 37, V).

Gabarito do professor: letra B.


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Taiguara Almeida 
29 de Maio de 2017, às 20h37
Útil (8)
what
the
fuck
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The Joker 
28 de Maio de 2017, às 18h05
Útil (8)
A- ERRADA: Estrangeiros podem exercer cargos
públicos, mas precisa de autorização da lei
 
B- GABARITO
 
C- ERRADA:  XVI - é vedada a acumulação
remunerada de cargos públicos, EXCETO,
quando houver compatibilidade de horários,
observado em qualquer caso o disposto no
inciso XI: 
a) a de dois cargos de professor; 
b) a de um cargo de professor com outro técnico
ou científico; 
c) a de dois cargos ou empregos privativos de
profissionais de saúde, com profissões
regulamentadas; 
 
D- ERRADA:  A Constituição determina que os
acréscimos pecuniários percebidos por servidor
público não serão computados nem
acumulados para fins de concessão de
acréscimos ulteriores (art. 37, XIV, CF).
 
E- ERRADA:  as funções de confiança, exercidas
exclusivamente por servidores ocupantes de
cargo efetivo, destinam-se apenas às atribuições
de direção, chefia e assessoramento. 
 
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Lidiane Coelho 
30 de Outubro de 2017, às 06h56
Útil (8)
Gab: B
 
Em conformidade com a Constituição Federal,
implicará a nulidade do ato e a punição da
autoridade responsável, nos termos da lei, a
inobservância da regra constitucional segundo a
qual 
 
ou seja,
 
qual regra que, não observada, implicará a
nulidade do ato e a punição da autoridade
responsável ?
a única alternativa que tem o texto de acordo
com a CF é a letra B.
 
Vejamos:
a) Art. 37 I - os cargos, empregos e funções públicas
são acessíveis aos brasileiros que preencham os
requisitos estabelecidos em lei, assim como aos
estrangeiros, na forma da lei
 
b) Art. 37 III
 
c) Art. 37 XVI - é vedada a acumulação remunerada
de cargos públicos, exceto, quando houver
compatibilidade de horários:
1) a de dois cargos de professor;
2) a de um cargo de professor com outro, técnico ou
científico;
3) a de dois cargos ou empregos privativos de
profissionais de saúde, com profissões
regulamentadas
 
d) Art. 37 XIV - os acréscimos pecuniários
percebidos por servidor público não serão
computados nem acumulados para fins de
concessão de acréscimos ulteriores
 
e) Art. 37 V - as funções de confiança,
exercidas exclusivamente por servidores
ocupantes de cargo efetivo, e os cargos em
comissão, a serem preenchidos por servidores de
carreira nos casos, condições e percentuais mínimos
previstos em lei, destinam-se apenas às atribuições
de direção, chefia e assessoramento.
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Tiago Oliveira 
28 de Agosto de 2017, às 20h36
Útil (8)
Amigos, esse enunciado tem fundamento no Art 37,
XXII, § 2º A não observância do disposto nos
incisos II e III implicará a nulidade do ato e a
punição da autoridade responsável, nos termos
da lei. 
Art 37, II - a investidura em cargo ou emprego
público depende de aprovação prévia em concurso
público de provas ou de provas e títulos, de acordo
com a natureza e a complexidade do cargo ou
emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as
nomeações para cargo em comissão declarado em
lei de livre nomeação e exoneração;

Art 37, III - o prazo de validade do concurso


público será de até dois anos, prorrogável uma
vez, por igual período;
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Danilo Freitas 
13 de Setembro de 2017, às 11h25
Útil (8)
Eu estou vendo que muita gente está reclamando do
enunciado, realmente, está uma bosta, pois é cópia
de literalidade do Art. 37, inciso XXII, § 2º, CF.
 
Art. 37, inciso XXII, § 2º - A não observância do
disposto nos incisos II e III implicará a nulidade do
ato e a punição da autoridade responsável, nos
termos da lei.
 
Inciso II - a investidura em cargo ou emprego
público depende de aprovação prévia em concurso
público de provas ou de provas e títulos, de acordo
com a natureza e a complexidade do cargo ou
emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as
nomeações para cargo em comissão declarado em
lei de livre nomeação e exoneração. (Redação dada
pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
 
Inciso III - o prazo de validade do concurso público
será de até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período. (Resposta da questão)
 
Agora eu lhes digo uma coisa: leiam a constituição
"pura", quando eu peguei essa questão, foi lendo o
enunciado e já sabendo o que ela queria.
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Uriel Altheman 
26 de Julho de 2017, às 16h33
Útil (7)
Uma enunciado tão cheio de "firulas" para
nos perguntar qual alternativa está em conformidade
com a CF/88. Questões assim é mais fácil resolver
desconsiderando o enunciado, vá direto para as
alternativas e ache os erros. Eu fiz assim e não tive
problemas.
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Alexandre Henrique 
05 de Maio de 2017, às 22h55
Útil (7)
Art. 37.
III - o prazo de validade do concurso público será
de até 2 ANOS, prorrogável UMA vez, por igual
período;
§ 2º A não observância do disposto nos incisos II
e III implicará a nulidade do ato e a punição da
autoridade responsável, nos termos da lei.
 

GABARITO [B]
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Percy Melo 
25 de Agosto de 2017, às 14h05
Útil (7)
Errei até o enunciado.
kkkk
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Pedro Santos
27 de Fevereiro de 2017, às 16h37
Útil (7)
pergunta boa.. apanhei.. e apanhei e entendi!
haahahahah
Tipica questao que pega o candidato afoito pra
responder..
 
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Renata Nates
23 de Março de 2017, às 16h47
Útil (7)
Em conformidade com a Constituição Federal,
implicará a nulidade do ato e a punição da
autoridade responsável, nos termos da lei, a
inobservância da regra constitucional segundo a
qual 
GABARITO B) o prazo de validade do concurso
público será de até dois anos, prorrogável uma
vez, por igual período. 
 
CF ART.37 § 2º - A não observância do disposto
nos incisos II e III implicará a nulidade do ato e a
punição da autoridade responsável, nos termos
da lei.
CF ART.37 - II - a investidura em cargo ou emprego
público depende de aprovação prévia em concurso
público de provas ou de provas e títulos, de acordo
com a natureza e a complexidade do cargo ou
emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as
nomeações para cargo em comissão declarado em
lei de livre nomeação e exoneração; 
III - o prazo de validade do concurso público será
de até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período;
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Filipe Menezes 
23 de Setembro de 2017, às 15h29
Útil (7)
Essa só acertava quem tinha acabado de ler a
constituição literal com muita atenção. Mais uma
questão que mede pouco conhecimento e muita
decoreba.
 
Ele quis ligar dois pontos distantes e relacionados do
Art 37
 
Art. 37, inciso XXII, § 2º - A não observância do
disposto nos incisos II e III implicará a nulidade do
ato e a punição da autoridade responsável, nos
termos da lei.
 
Inciso II - a investidura em cargo ou emprego
público depende de aprovação prévia em concurso
público de provas ou de provas e títulos, de acordo
com a natureza e a complexidade do cargo ou
emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as
nomeações para cargo em comissão declarado em
lei de livre nomeação e exoneração. (Redação dada
pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
 
Inciso III - o prazo de validade do concurso
público será de até dois anos, prorrogável uma
vez, por igual período. 
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Lucas Menezes
11 de Maio de 2017, às 18h09
Útil (7)
Art. 37
§ 2º A não observância do disposto nos incisos II e
III implicará a nulidade do ato e a punição da
autoridade responsável, nos termos da lei.
II - a investidura em cargo ou emprego público
depende de aprovação prévia em concurso público
de provas ou de provas e títulos, de acordo com a
natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na
forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações
para cargo em comissão declarado em lei de livre
nomeação e exoneração;           (Redação dada pela
Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
III - o prazo de validade do concurso público será de
até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período;

A questão pede entendimento do parágrafo 2o do


artigo 37 da constituição...é um parágrafo
praticamente esquecido pelos concurseiros, primeira
vez que vejo cobrarem ele. Cada vez mais as
bancas recorrem a essas loucuras diante da enorme
concorrência.
 
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orlan mello
13 de Março de 2017, às 12h48
Útil (7)
cacete! que merada de texto é esse?
 
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Fabio Santos
16 de Fevereiro de 2017, às 17h01
Útil (7)
Queria em conformidade com a lei (caso contrario)
seria nulo o ato.
Eu tb perdi um tempo a mais nessa qestão.
Olhando bem A, C, E estão erradas, bem ele só
pode querer a certa e a letra B está perfeita. Acertei 
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Ewerton Bregalda
02 de Abril de 2017, às 15h06
Útil (7)
Enunciado lixo, mas não é desculpa...é só ver que a
B é a única certa!
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jose moreira
23 de Fevereiro de 2017, às 11h50
Útil (6)
Errei a questão, mas depois percebi que o
enunciado queria a única opção que não admite
exceção.
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Karina Camargo 
24 de Março de 2018, às 09h41
Útil (6)
A inobservância da regra constitucional segundo a
qual [o prazo de validade do concurso público
será de até dois anos, prorrogável uma vez, por
igual período]  implicará a nulidade do ato e a
punição da autoridade responsável.

As demais não devem ser respeitadas, pois estão


incorretas:
a) Não é vedado aos estrangeiros o acesso a
cargos, empregos e funções públicas. 
b) Não é vedada a acumulação remunerada de dois
cargos ou empregos privativos de profissionais de
saúde, com profissões regulamentadas.
d) Os acréscimos pecuniários percebidos por
servidor público não deverão ser computados para
fins de concessão de acréscimos ulteriores. 
e) As funções de confiança, exercidas
exclusivamente por servidores ocupantes de
cargo efetivo, destinam-se apenas às atribuições de
direção, chefia e assessoramento. 
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Tiago Costa 
18 de Fevereiro de 2017, às 15h58
Útil (6)
A Administração é quem decide qual será o período
de validação do concurso, que deve estar presente
no edital. Não existe período mínimo (é raro, mas
existem concursos com prazo de dois, três meses),
mas possui um máximo de dois anos.
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Jaqueline ¯\_(ツ)_/¯
19 de Julho de 2017, às 15h38
Útil (6)
Gabarito: letra B
 
[...] Essas regras sobre a realização de concursos e
seus prazos são tão sérias que a não observância
delas implicará a nulidade do ato de nomeação e
também punição da autoridade responsável (art. 37,
§2º, da CF). 
LÉPORE, Paulo. Direito Constitucional. Coleção
Analista e Técnico de Tribunais e MPU. Editora
Juspodivm. 2017. 
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wendel machado 
14 de Julho de 2017, às 04h03
Útil (6)
Nunca vi provas de concursos que não tentem
induzir o candidato ao erro? Isso aqui é concurso
público (a banca é sua inimiga e é paga pra
te eliminar da jogada). Aprendi uma coisa durante
esse tempo de preparação: não existe prova ou
questão difícil. Ou você sabe ou não sabe a parada,
até porque todo mundo reclama, mas sempre têm
aquelas pessoinhas que gabaritam, aqueles  5 que
erram 1 questão e aqueles outros 10 que erram 2 ou
3. O negócio é corrigir os erros, parar de reclamar e
estudar mais. 
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Cássio Murakami 
15 de Março de 2018, às 11h20
Útil (5)
Essa questão devia estar na disciplina Raciocínio
Lógico, sabe? F e F = V
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ingrid palacio
24 de Março de 2017, às 22h38
Útil (5)
ERREI a questão porque não soube interpretar o
enunciado. :/
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Geovana Santana
26 de Outubro de 2017, às 06h27
Útil (5)
A questão só pede muita atenção.
 
Implicará a nulidade do ato e a punição da
autoridade responsável a inobservância da regra
constitucional: 
 
 b) o prazo de validade do concurso público será de
até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período.
 
 
As demais não implicarão em nada porque
contradizem a legislação.
 
a) é vedado aos estrangeiros o acesso a cargos,
empregos e funções públicas. 
Não é vedado. É permitido na forma da lei. 
 
 c) é vedada a acumulação remunerada de dois
cargos ou empregos privativos de profissionais de
saúde, com profissões regulamentadas. 
Não é vedade. É uma das possibilidades de
acúmulos de cargo.
 
 d) os acréscimos pecuniários percebidos por
servidor público deverão ser computados para fins
de concessão de acréscimos ulteriores. 
Sem concessão de acréscimos ulteriores.
 
 e) as funções de confiança, exercidas
exclusivamente por servidores ocupantes de cargo
em comissão, destinam-se apenas às atribuições
de direção, chefia e assessoramento. 
Só exerce função de confiança o servidor efetivo.
Comissionado exerce cargo. 
Ambos - Função de confiança e Cargo em comissão
- destinam-se apenas às atribuições de direção,
chefia e assessoramento.
 
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Fabricio Jesus
27 de Janeiro de 2018, às 14h17
Útil (5)
O enunciado é simplesmente aberrante. 
REGRA DA ASSERTIVA: Os acréscimos
pecuniários percebidos pelo servidor não serão
computados e nem acumulados para fins de
concessão de acréscimos ulteriores
Se o ato INOBSERVAR essa regra errada,
ele cumpre a regra certa da Constituição, logo, não
há nulidade do ato. O enunciado dá a entender que
o ato será praticado em desacordo com uma norma
errada, o que implica cumprir a norma certa. 
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Rogério Pietroski 
09 de Março de 2017, às 15h19
Útil (5)
Pensei que tinha sido apenas eu a não entender o
enunciado. Examinador em viagem psicodélica.
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Analista TRT 
24 de Março de 2018, às 21h07
Útil (5)
CF, art. 37...
 
§ 2º A não observância do disposto nos incisos II ( a
investidura em cargo ou emprego público depende
de aprovação prévia em concurso público ,
ressalvadas as nomeações para cargo em
comissão); e III (o prazo de validade do
concurso público será de até dois anos, prorrogável
uma vez, por igual período), implicará a nulidade do
ato e a punição da autoridade responsável, nos
termos da lei.
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Wagner Vieira
20 de Julho de 2017, às 21h59
Útil (4)
Relaxa e goza
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orlan mello
28 de Março de 2017, às 23h02
Útil (4)
que raio de enunciado , errei 
não interpretei bem
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Manuel Mendes
24 de Maio de 2017, às 19h28
Útil (4)
Acertei a questão, mais essa banca é maldita, o
enunciado da questão está muito confuso.
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Tiago Jorge 
10 de Março de 2017, às 10h43
Útil (4)
Errei , achei a questão decoreba, induz o
candidato a marcar letra D, concordo com o
gabarito!!!
CADA DIA MAIS PERTO !!!
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Luan Gabriel 
28 de Novembro de 2017, às 10h38
Útil (4)
Art. 37...

§ 2º A não observância do disposto nos incisos II


e III implicará a nulidade do ato e a punição da
autoridade responsável, nos termos da lei.
II - a investidura em cargo ou emprego público
depende de aprovação prévia em concurso público
de provas ou de provas e títulos, de acordo com a
natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na
forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações
para cargo em comissão declarado em lei de livre
nomeação e exoneração;
III - o prazo de validade do concurso público será
de até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período;
Resumindo...
o responsável que nomear uma pessoa sem o
devido concurso público, salvo os cargos em
comissão, ou promover concurso público com prazo
superior a dois anos será responsabilizado.
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SEM MIMIMI
14 de Março de 2018, às 16h55
Útil (4)
MARMININO!
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DIEGO MURCIA 
16 de Fevereiro de 2017, às 17h06
Útil (4)
Errei por interpretação errônea era para marcar a
que está em conformidade com a Constituição ....
Eles tentaram confundir o candidato logo na
introdução da questão ...
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thiago brandao
29 de Junho de 2017, às 00h04
Útil (4)
O enunciado fala  "implicará a nulidade do ato e a
punição da autoridade responsável a
inobservância da regra constitucional segundo a
qual"
simples, pegue uma alternativa que seja verdadeira
que ao descumprir implicara nulidade e etc.
letra B
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Renan Martins
05 de Maio de 2017, às 12h52
Útil (3)
Para os que tiveram dificuldade de entender:
"Em conformidade com a Constituição Federal,
implicará a nulidade do ato e a punição da
autoridade responsável, nos termos da lei, a
inobservância da regra constitucional segundo a
qual " é o mesmo que:
"Não observar a letra ___ implica nulidade e punição
da autoridade responsável." (Resposta: B)
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Hugo Passos
02 de Junho de 2017, às 17h41
Útil (3)
AHHHHH VA PAAAAAAA P...............................
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EMANUELLA SOARES
14 de Março de 2017, às 12h04
Útil (3)
Puts!!! Fiquei me matando relendo a questão e
pensando que estava pedindo a errada... Caracaaa!
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Nilka Kelly 
01 de Maio de 2017, às 23h13
Útil (3)
Art.37, §2º -  A não observância do disposto no
inciso II e III implicará a nulidade do ato e a punição
da autoridade responsável, nos termos da lei.
Art.37, III - o prazo de validade do concurso público
será de até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período.
 
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Cristiana Silva 
13 de Julho de 2017, às 20h55
Útil (3)
Oremos! e vamos mandar exorcizar os
examinadores. Meu pai, que questão é essa?!!!!
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Ivan Jr 
19 de Maio de 2017, às 16h36
Útil (3)
O interessante é que mesmo se todas as alternativas
tivessem o conteudo (letra da lei) correto, só a
inobservância dos incisos II e III é que implicariam
a nulidade do ato e a punição da
autoridade...conforme o dispositivo do art.37, § 2º
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Cristiana Silva 
14 de Julho de 2017, às 10h15
Útil (3)
Wendel machado, concordo com vc, mas é bom
distrair as vezes, e muitos comentários são
realmente só para descontrair, se ficarmos
carregados de pessimismo ou focados demais a
ponto de não percebemos outras coisas boas da
vida, ñ conseguiremos ter êxito nos estudos. Relaxa,
aproveita os momentos cômicos mais ñ desvie do
foco principal. 
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Aline Martins 
24 de Março de 2017, às 15h55
Útil (2)
A resposta da questão está no artigo 37 §2º da
CF/88.
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Ottávio Alves
19 de Abril de 2018, às 00h22
Útil (2)
KKKKKKKKKKKKKKKKK Os comentários são os
melhores!
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cleber andrade
26 de Fevereiro de 2017, às 10h11
Útil (2)
Essa prova não estava absurda,mas também não
estava fácil....
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Lydia Perazzo
28 de Outubro de 2017, às 17h11
Útil (2)
Cara to assustada com os comentarios porque não
achei nada de mais no enunciado..
"qual regra abaixo se for infringida vai ser
tornada nula?"  qual e a dificuldade em entender
isso? meu Deus..
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Joeffeson Ferreira 
12 de Junho de 2017, às 18h42
Útil (2)
essa questão e pra estar errada por q agora são 3
anos 
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SD farias 
12 de Abril de 2017, às 10h57
Útil (2)
só era achar a correta e pronto.
gab:B
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Marcus m
13 de Abril de 2017, às 16h13
Útil (2)
a FCC quer a correta, ok? kkkk FCC no TRE SP veio
com sangue nos zóio.
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NEMESIS TRT-2 
09 de Junho de 2017, às 15h19
Útil (2)
Errei na hora da prova por achar fácil, fui direto
procurar uma alternativa que tivesse algo errado.
Isso pode me custar uma nomeação. Mas é assim
mesmo. Vivendo e aprendendo. 
#NUNCAMAISERRO
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Charles Castro 
23 de Março de 2017, às 11h52
Útil (2)
O enunciado atrapalha mais do que ajuda. Uma boa
estratégia pra esse tipo de questão é encontrar a
alternativa que se destaca das outras, se existe
apenas uma correta ou incorreta de acordo com a
legislação 99% das vezes ela será a resposta.
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Carlos Pessoa 
20 de Janeiro de 2018, às 12h14
Útil (1)
CF, art. 37, § 2º - A não observância do disposto nos
incisos II e III implicará a nulidade do ato e a
punição da autoridade responsável, nos termos
da lei.
II - a investidura em cargo ou emprego público
depende de aprovação prévia em concurso público
de provas ou de provas e títulos, de acordo com a
natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na
forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações
para cargo em comissão declarado em lei de livre
nomeação e exoneração; (Redação dada pela
Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
III - o prazo de validade do concurso público será
de até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período;
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Ludmila . 
28 de Novembro de 2017, às 10h06
Útil (1)
gente que copia e cola a resposta do professor... tsc
tsc. 
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Arthur Dadalto 
01 de Março de 2017, às 10h32
Útil (1)
Caracas, fiquei meio sem entender o enunciado kkkk
tive que ler todas as alternativas pra tentar
responder, e deu certo hehe gabarito letra B
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André Arraes 
20 de Março de 2017, às 09h13
Útil (1)
LETRA B CORRETA 
CF/88
ART. 37 III - o prazo de validade do concurso público
será de até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período;
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Édipo T´s 
19 de Janeiro de 2018, às 12h19
Útil (1)
Rapaz.. a questão misturou tudo! Jogou uma
alternativa com conceito errado, outras com
conceitos certos, tudo para confudir o candidato!!
Mas, no final, queria saber, de todas que citou, a que
gerava nulidade do ato + punição  da autoridade
responsável, no caso a letra D! Muito bem feita!

Errei, mas fica a lição dos incisos II e III do Art. 37

abx
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RAUL HORI
13 de Julho de 2017, às 12h08
Útil (1)
Questão muito mal elaborada e induz o candidato ao
erro.
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LíGIA CORREA 
11 de Julho de 2017, às 19h59
Útil (1)
olha esse enunciado. af. 
 
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Yuri Martins
20 de Fevereiro de 2017, às 17h53
Útil (1)
Eu tb, Lucas.
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Nego Leo 
18 de Março de 2017, às 12h07
Útil (1)
 
DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 37.
III - o prazo de validade do concurso público será de
até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período;
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Júnior Ferreira
08 de Agosto de 2017, às 22h26
Útil (1)
Esse enucniado é de qual questão mesmo??
Fui direto às questões e fui por exlcusões, dentre as
quais apenas a "B" está em conformidade com a
CF/88.
 
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DivaDiPietro * 
17 de Março de 2018, às 14h18
Útil (1)
§ 2º A não observância do disposto nos incisos II e
III implicará a nulidade do ato e a punição da
autoridade responsável, nos termos da lei.
 
 
II - a investidura em cargo ou emprego público
depende de aprovação prévia em concurso
público de provas ou de provas e títulos, de
acordo com a natureza e a complexidade do
cargo ou emprego, na forma prevista em lei,
ressalvadas as nomeações para cargo em
comissão declarado em lei de livre nomeação e
exoneração; (Redação dada pela Emenda
Constitucional nº 19, de 1998)
 
 
III - o prazo de validade do concurso público será
de até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período;
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Livia B 
15 de Março de 2017, às 10h43
Útil (1)
Como se dizia no colégio: a interpretação faz parte
da prova!
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Bruno Mendes 
28 de Maio de 2018, às 10h17
Útil (0)
GABARITO B
 
Quando ví a quantidade de comentários não entendi
nada. Questão fácil, letra da lei. Exatamente como
está na CF. Daria para acertar até por exclusão com
base nos erros grosseiros das demais alternativas. 
 
a) é vedado aos estrangeiros o acesso a cargos,
empregos e funções públicas. (art.37, inciso I)
 
b) o prazo de validade do concurso público será
de até dois anos, prorrogável uma vez, por igual
período. (art.37, inciso III. Lembrando que o prazo é
de até dois anos, pode haver prazo menor e a
prorrogação é no máximo uma vez por igual período,
podendo ser por tempo inferior e é ato discricionário
da administração pública)
 
c) é vedada a acumulação remunerada de dois
cargos ou empregos privativos de profissionais de
saúde, com profissões regulamentadas. (art.37,
inciso XVII)
 
d) os acréscimos pecuniários percebidos por
servidor público deverão ser computados para fins
de concessão de acréscimos ulteriores. (art.37,
inciso XIV)
 
e) as funções de confiança, exercidas
exclusivamente por servidores ocupantes de
cargo em comissão, destinam-se apenas às
atribuições de direção, chefia e assessoramento.
(artigo37, inciso V).
 
 
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Marcus Pacheco 
02 de Setembro de 2017, às 17h08
Útil (0)
Já que mencionou: "regra constitucional", a única
que bate é a letra B mesmo...então...
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Sensei Concursos 
27 de Fevereiro de 2017, às 12h09
Útil (0)
art. 37,§2º, cf/1988
 
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Dhieneffer Maricato
28 de Fevereiro de 2017, às 10h49
Útil (0)
A C.F nao deixa expresso na opção C que desde
que haja compatibilidade de horario, esta é uma
questão de recurso, se fosse seguir ao pé da lei, a C
tbm estaria correta. 
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RL TRIBUNAIS 
16 de Julho de 2017, às 08h18
Útil (0)
A boa e velha Fundação Copia e Cola se
repaginando no modo de perguntar "marque a
assertiva correta". É como disseram aí, a banca é
paga pra te reprovar e errar uma questão simples
dessa te joga lá pra baixo no CR. É bom ficarmos
atentos, levarmos um Carabao pra prova e parar de
reclamar.
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Paulo Maia 
08 de Outubro de 2017, às 22h36
Útil (0)
Os dois casos que a CF elenca como passíveis de
nulidade do ato e responsabilização do agente são:
-não obedecer a regra do concurso para cargos
efetivos
-não respeitar a validade do concursso (até 2 anos +
2)
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daniele vasconcellos 
25 de Outubro de 2017, às 10h13
Útil (0)
é so prestar atenção que a banca com outras
palavras somente quis a resposta correta! Logo, se
ele não observar a regra prevista na letra B, o ato
será anulado e implicará a punição da autoridade
competente!! Questão facil, só que exigindo uma
interpretação do enunciado.... 
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james santos
19 de Dezembro de 2017, às 00h37
Útil (0)
a) ERRADO. Não é vedado aos estrangeiros o
acesso a cargo, emprego e função pública (art. 37,
I), mas, caso isto não seja respeitado, não ensejará
nulidade do ato e nem punição da autoridade
competente.

b) CERTO. De acordo com o §2º, o ato será nulo e a


autoridade responsável punida caso não seja
observado o prazo de validade do concurso público,
que será de até dois anos, prorrogável uma vez, por
igual período.

c) ERRADO. É possível a acumulação remunerada


de dois cargos ou empregos privativos de
profissionais da saúde, com profissões
regulamentadas, desde que haja compatibilidade de
horários, e se respeite o teto constitucional
remuneratório (art, 37, XVI, "c"), mas regra
contrária não enseja nulidade do ato e nem punição
da autoridade competente.

d) ERRADO. Os acréscimos pecuniários percebidos


pelo servidor não serão computados e nem
acumulados para fins de concessão de acréscimos
ulteriores (art. 37, XIV), mas regra contrária  não
enseja nulidade do ato e nem punição da autoridade
competente.

e) ERRADO. A alternativa erra nos conceitos, uma


vez que as funções de confiança são exercidas por
servidores públicos efetivos; e os cargos em
comissão são destinados à direção, chefia e
assessoramento (art. 37, V).

Gabarito do professor: letra B.


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Marcos Roberto
04 de Janeiro de 2018, às 09h26
Útil (0)
quem errou essa pode se enterrar....GABARITO
LETRA B
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Q777919
Direito Constitucional 
 Servidores Públicos,  Advocacia Pública,
Defensoria Pública (+ assunto)
Ano: 2017
Banca: FCC
Órgão: TRE-SP
Prova: Técnico Judiciário – Área Administrativa
Aos integrantes das carreiras da Advocacia Pública
e da Defensoria Pública aplica-se igualmente a
regra constitucional segundo a qual 
 a)
ingressam nas classes iniciais das carreiras
mediante concurso público de provas e títulos, sendo
vedado o exercício da advocacia fora das atribuições
institucionais. 
 b)
exercem, nos termos da lei complementar que
dispuser sobre a organização e o funcionamento da
instituição que integram, as atividades de consultoria
e assessoramento do Poder Executivo. 
 c)
gozam das garantias de inamovibilidade e
vitaliciedade, adquiridas após três anos de efetivo
exercício da função, mediante avaliação de
desempenho perante os órgãos próprios, após
relatório circunstanciado das corregedorias. 
 d)
estão proibidos de receber, a qualquer título e sob
qualquer pretexto, honorários, percentagens ou
custas processuais. 
 e)
farão jus a um abono de permanência, previsto para
os servidores titulares de cargo efetivo, caso
completem as exigências para aposentadoria
voluntária com proventos integrais e optem por
permanecer em atividade. 
Responder
Comentários do professor    
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M C 
15 de Fevereiro de 2017, às 13h26
Útil (559)
GABARITO LETRA E
COMENTÁRIOS PROF. NÁDIA CAROLINA
(ESTRATÉGIA CONCURSOS)
https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/prova-
comentada-de-direito-constitucional-tre-sp-tjaa-2017/
Letra A: errada. Tal vedação é restrita aos
Defensores Públicos (art. 134, § 1o, CF).
Letra B: errada. Trata-se de previsão limitada à
Advocacia Pública (art. 131, CF).
Letra C: errada. Nenhuma dessas autoridades têm
garantia de vitaliciedade. Além disso, somente os
Defensores Públicos gozam de inamovibilidade (art.
134, § 1o, CF).
Letra D: errada. Não há tal proibição na Carta
Magna.
Letra E: correta. Essa é a melhor de todas as
alternativas e tem amparo no art. 40, § 19, da
Constituição:
Art. 40, § 19. O servidor de que trata este artigo que
tenha completado as exigências para aposentadoria
voluntária estabelecidas no § 1º, III, a, e que opte
por permanecer em atividade fará jus a um abono de
permanência equivalente ao valor da sua
contribuição previdenciária até completar as
exigências para aposentadoria compulsória contidas
no § 1º, II.
Entendo, porém, que cabe recurso, uma vez que a
EC nº 41/2003, eliminou a aposentadoria com
proventos integrais (salvo no caso de invalidez
permanente que decorra de acidente em serviço,
moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou
incurável) para os servidores que ingressarem no
serviço público após a sua promulgação.  Para
esses servidores, o valor da aposentadoria baseia-
se na média das remunerações sobre as quais
houve contribuição.
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Jakison Rodrigues 
21 de Fevereiro de 2017, às 01h21
Útil (291)
A) Dispositivo aplicado à Defensoria Pública 
Art. 134, § 1º Lei complementar organizará a
Defensoria Pública da União e do Distrito Federal e
dos Territórios e prescreverá normas gerais para sua
organização nos Estados, em cargos de carreira,
providos, na classe inicial, mediante concurso
público de provas e títulos, assegurada a seus
integrantes a garantia da inamovibilidade e vedado
o exercício da advocacia fora das atribuições
institucionais. 
 
B) Dispositivo aplicado à Advocacia Pública
Art. 131. A Advocacia-Geral da União é a instituição
que, diretamente ou através de órgão vinculado,
representa a União, judicial e extrajudicialmente,
cabendo-lhe, nos termos da lei complementar que
dispuser sobre sua organização e funcionamento, as
atividades de consultoria e assessoramento
jurídico do Poder Executivo.
 
C) Não são vitalícios e somente a Defensoria Pública
tem a garantia da inamovibilidade.
Art. 131. Parágrafo único. Aos procuradores
referidos neste artigo é assegurada estabilidade
após três anos de efetivo exercício, mediante
avaliação de desempenho perante os órgãos
próprios, após relatório circunstanciado das
corregedorias
Art. 134, § 1º Lei complementar organizará a
Defensoria Pública da União e do Distrito Federal e
dos Territórios e prescreverá normas gerais para sua
organização nos Estados, em cargos de carreira,
providos, na classe inicial, mediante concurso
público de provas e títulos, assegurada a seus
integrantes a garantia da inamovibilidade e vedado
o exercício da advocacia fora das atribuições
institucionais.
 
D) Dispositivo aplicado ao Ministério Público
Art. 128, § 5º Leis complementares da União e dos
Estados, cuja iniciativa é facultada aos respectivos
Procuradores-Gerais, estabelecerão a organização,
as atribuições e o estatuto de cada Ministério
Público, observadas, relativamente a seus membros:
II - as seguintes vedações:
a) receber, a qualquer título e sob qualquer
pretexto, honorários, percentagens ou custas
processuais;
 
E) Gabarito
Art. 40. Aos servidores titulares de cargos
efetivos da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios, incluídas suas
autarquias e fundações, é assegurado regime de
previdência de caráter contributivo e solidário,
mediante contribuição do respectivo ente público,
dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas,
observados critérios que preservem o equilíbrio
financeiro e atuarial e o disposto neste artigo.
§ 19. O servidor de que trata este artigo que tenha
completado as exigências para aposentadoria
voluntária estabelecidas no § 1º, III, a, e que opte
por permanecer em atividade fará jus a um abono
de permanência equivalente ao valor da sua
contribuição previdenciária até completar as
exigências para aposentadoria compulsória contidas
no § 1º, II.
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GUSTAVO KA 
26 de Julho de 2017, às 16h44
Útil (114)
ALTERNATIVA A: ERRADA - A restrição quanto ao
exercício da advocacia fora das atribuições
está expressamente prevista na CF em relação ao
Defensor Público. A CF é omissa quando se trata de
Advogado Público.
 
ALTERNATIVA B: ERRADA - A consultoria e o
assessoramento do Poder Executivo são realizados
apenas pela Advocacia Pública, e não pela
Defensoria.
 
ALTERNATIVA C: ERRADA - Nem Advogado
Público nem Defensor Público tem direito à
vitaliciedade, mas à estabilidade.
 
ALTERNATIVA D: ERRADA - acredito que está
errada pelo simples fato de não ter como base
disposição expressa da CF, embora também esteja
em dissonância com os dispositivos
infraconstitucionais, a exemplo da Lei
complementar 80/1994, que assim dispõe:
Art. 4º São funções institucionais da Defensoria
Pública, dentre outras:
XXI – executar e receber as verbas
sucumbenciais decorrentes de sua
atuação, inclusive quando devidas por
quaisquer entes públicos, destinando-as a fundos
geridos pela Defensoria Pública e destinados,
exclusivamente, ao aparelhamento da Defensoria
Pública e à capacitação profissional de seus
membros e servidores;
 
Curiosidade: o STJ já se manifestou por meio de
súmula que, se o ente perdedor for a própria pessoa
que remunera a Defensoria, não há que se falar em
honorários sucumbenciais, indo totalmente contra a
previsão da LC 80/94.
Perceba, portanto, que os honorários são devidos à
Defensoria Pública, mas não a seus membros.
 
Já a Lei 13.327, que dispõe sobre honorários
advocatícios de sucumbência das causas em que a
União for parte, prevê o pagamento de honorários à
Advocacia Pública, contudo, diferentemente dos
defensores públicos, os honorários devidos à
Advocacia Geral da União, por exemplo, vão para
um fundo e, posteriormente, são distribuídos em
cotas-partes aos advogados.
 
ALTERNATIVA E: CORRETO - CF/88; Art. 40. Aos
servidores titulares de cargos efetivos da União, dos
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios,
incluídas suas autarquias e fundações, é
assegurado regime de previdência de caráter
contributivo e solidário, mediante contribuição do
respectivo ente público, dos servidores ativos e
inativos e dos pensionistas, observados critérios que
preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o
disposto neste artigo. - § 19. O servidor de que trata
este artigo que tenha completado as exigências para
aposentadoria voluntária estabelecidas no § 1º, III, a,
e que opte por permanecer em atividade fará jus a
um abono de permanência equivalente ao valor da
sua contribuição previdenciária até completar as
exigências para aposentadoria compulsória contidas
no § 1º, II.
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Nathália Miranda
08 de Março de 2017, às 13h46
Útil (101)
Comentários da Professora Nádia Carolina do
Estratégia:
Letra A: errada. Tal vedação é restrita aos
Defensores Públicos (art. 134, § 1o, CF).
Letra B: errada. Trata-se de previsão limitada à
Advocacia Pública (art. 131, CF).
Letra C: errada. Nenhuma dessas autoridades têm
garantia de vitaliciedade. Além disso, somente os
Defensores Públicos gozam de inamovibilidade (art.
134, § 1o, CF).
Letra D: errada. Não há tal proibição na Carta
Magna.
Letra E: correta. Essa é a melhor de todas as
alternativas e tem amparo no art. 40, § 19, da
Constituição:
Art. 40, § 19. O servidor de que trata este artigo que
tenha completado as exigências para aposentadoria
voluntária estabelecidas no § 1º, III, a, e que opte
por permanecer em atividade fará jus a um abono de
permanência equivalente ao valor da sua
contribuição previdenciária até completar as
exigências para aposentadoria compulsória contidas
no § 1º, II.
Entendo, porém, que cabe recurso, uma vez que a
EC nº 41/2003, eliminou a aposentadoria com
proventos integrais (salvo no caso de invalidez
permanente que decorra de acidente em serviço,
moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou
incurável) para os servidores que ingressarem no
serviço público após a sua promulgação.  Para
esses servidores, o valor da aposentadoria baseia-
se na média das remunerações sobre as quais
houve contribuição.
O gabarito é a letra E.
 
Fonte:
https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/prova-
comentada-de-direito-constitucional-tre-sp-tjaa-2017/
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CO Mascarenhas 
16 de Fevereiro de 2017, às 10h19
Útil (57)
gente,,, eu já disse que essa prova pra técnico tá
mais infeliz do que a de AJAA????;(
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Alex Rezende
13 de Julho de 2017, às 13h58
Útil (48)
CF. ART. 127 A 134
A) sendo vedado oexercício da advocacia fora das
atribuições institucionais. A CONSTITUIÇÃO FALA
APENAS PARA A DEFENSORIA PÚBLICA.
B) atividades de consultoria e assessoramento do
Poder Executivo. A CONSTITUIÇÃO FALA
APENAS PARA PROCURADORES DOS
ESTADOS E DF E VEDA O MP.
C) gozam das garantias de inamovibilidade e
vitaliciedade. QUEM GOZA DISSO É O MP. APÓS 3
ANOS DE EFETIVO EXERCÍCIO AMBOS GOZAM
DE ESTABILIDADE
D) estão proibidos de receber, a qualquer título e sob
qualquer pretexto, honorários, percentagens ou
custas processuais. A CONSTITUIÇÃO FALA
APENAS PARA O MP.
E) CORRETA. IMPORTANTE LEMBRAR DAS
QUESTÕES RELACIONADAS AOS SERVIDORES
PÚBLICOS.
 
AO FAZER ESSAS CORRELAÇÕES VOCÊ
ESTARÁ ESTUDANDO VÁRIOS TÓPICOS DA LEI.
ESPERO TER AJUDADO.
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Diego Prieto 
03 de Abril de 2017, às 14h29
Útil (36)
estudar pra técnico tem que ser não apenas com
questões de nível médio, mas também superior, o
entendimento nescessário para certos certames só
aumenta e as vagas, diminuem.
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Luiz Eduardo
17 de Fevereiro de 2017, às 18h28
Útil (36)
Na minha opinião essa foi a questão mais dificil de
constitucional da prova...
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Clóvis S. 
19 de Abril de 2017, às 13h50
Útil (32)
FCC - RESPOSTA AO RECURSO DA QUESTÃO
 
Sob a égide da sistemática implantada a partir da
Emenda Constitucional 41/03, a designação
‘proventos integrais’ serve para identificar as
situações em que o servidor aposentado fará jus ao
total do que a lei prevê como valor devido a título de
proventos, opondo-se àquelas situações que se
designam como de percebimento de ‘proventos
proporcionais’, calculados proporcionalmente ao
tempo de contribuição do servidor.
 
É o que destaca Celso Antônio Bandeira de Mello,
ao afirmar que a terminologia, embora tradicional,
assume novo significado, dado que ‘a partir da
Emenda 41, de 19.12.2003, ‘proventos integrais’ não
mais significa, como anteriormente, que os
proventos corresponderão ao que o servidor
percebia na ativa.’ E, mais adiante, detalha: ‘(...)
quando se diz que os proventos serão integrais, isto
não significa – como ocorria no passado – que
corresponderão à integralidade dos vencimentos
mensais que [o servidor] percebia na atividade ao se
aposentar. Significa – isto, sim – que corresponderão
ao montante dos valores que serviram de base de
cálculo de sua contribuição previdenciária (art. 40, §
3º), e devidamente atualizados na forma da lei (art.
40, § 17), porém tendo a garantia de um
determinado piso (...)’.
 
Diante do vigente quadro constitucional, é possível
catalogar as espécies de proventos em três
categorias: (1o) proventos integrais, aqueles cujo
valor corresponde ao total do que a lei prevê como a
importância devida a título de proventos; (2o)
proventos limitados, aqueles que equivalem ao limite
máximo de benefícios, embora o servidor auferisse
remuneração superior quando em atividade; (3o)
proventos proporcionais, os que são calculados de
forma proporcional ao tempo de contribuição do
servidor.
 
Resta claro, portanto, que a expressão
‘aposentadoria voluntária com proventos integrais’
serve para designar aquela a que se refere o art. 40,
§ 1º, III, a, da Constituição, cujas exigências, uma
vez preenchidas, ensejarão o recebimento de abono
de permanência ao servidor que optar, mesmo
nessas condições, por permanecer em atividade.
Exatamente como constou da alternativa indicada
como correta no gabarito oportunamente divulgado,
nada havendo nesta a ser reparado.
 
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Letícia :) 
23 de Abril de 2018, às 16h29
Útil (31)
VITALICIEDADE (2 anos)
Magistratura
M.P.
Tribunal de Contas
Não tem (apenas estabilidade - 3 anos): Defensoria
Pública, Advocacia Pública.
 
INAMOVIBILIDADE:
Magistratura
M.P.
Defensoria
Não tem: Advocacia Pública
 
AUTONOMIA (AFO):
Magistratura
M.P.
Tribunal de Contas
Defensoria Pública 
Não tem: Advocacia Pública
 
ADVOCACIA FORA DAS ATRIBUIÇÕES DO
CARGO:
Advocacia Pública
Não pode: M.P e Defensoria Pública 
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Joziel Rhis
16 de Maio de 2017, às 13h21
Útil (28)
Ultimamente está muito mais fácil fazer para Analista
do que para Técnico.
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Diego .
02 de Junho de 2017, às 01h22
Útil (28)
A "ERA CTRL C + CTRL V" da FCC já se foi. Quem
aproveitou, aproveitou. Agora é disso para pior.
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Jeremias Barreto
20 de Julho de 2017, às 11h05
Útil (27)
Letra E. Acertei por eliminação. 
Essa é mais uma questão de técnico que deveria
estar na prova de analista rs
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Marana Sobczack
08 de Maio de 2017, às 10h32
Útil (22)
A FCC é um nojo. Em algumas questões cita a CF
mas cobra entendimento jurisprudencial e considera
correta. Em outras, considera a assertiva incorreta
só por não constar na CF. PQP. Não coloca como
alternativa então. Existe tanta coisa para cobrar em
concurso, custa elaborar uma questão
decente? Essas bancas deveriam primar pelo
conhecimento, não por decoreba. Só falta cobrar o
número do artigo, inciso, alínea. Tá loco.
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DivaDiPietro * 
17 de Março de 2018, às 14h22
Útil (21)
Autor: Patrícia Riani , Advogada, Especialista em
Direito Público e Direito Constitucional Aplicado.
Com base na Constituição Federal:

a) ERRADO. Tal vedação incide apenas aos


Defensores Públicos (art. 134, §1º).

b) ERRADO. Estas atividades se restringe à


Advocacia Pública (art. 131).

c) ERRADO. O vitaliciedade não é uma garantia do


Defensor Público e nem do Advogado Público. A
garantia da inamovibilidade se restringe ao defensor
público (art. 134, §1º).

d) ERRADO. Esta vedação não está prevista na


Constituição Federal.

e) CERTO. É o disposto no art. 40, §19, aplicável a


todos os servidores titulares de cargo efetivo.

Gabarito: letra E.
 
 
§ 19. O servidor de que trata este artigo que
tenha completado as exigências para
aposentadoria voluntária estabelecidas no § 1º,
III, a, e que opte por permanecer em atividade
fará jus a um abono de permanência equivalente
ao valor da sua contribuição previdenciária até
completar as exigências para aposentadoria
compulsória contidas no § 1º, II. (Incluído pela
Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003)
 
 
 
 
 
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Lorena Bernardo 
17 de Fevereiro de 2017, às 10h52
Útil (20)
Provinha capciosa... mas admito que selecionou
bem
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Ricardo Delesderrier
24 de Fevereiro de 2017, às 22h09
Útil (18)
Essa prova foi nervosa.
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Willyziinho Maiia 
14 de Novembro de 2017, às 20h27
Útil (17)
Com base na Constituição Federal:

a) ERRADO. Tal vedação incide apenas aos


Defensores Públicos (art. 134, §1º).

b) ERRADO. Estas atividades se restringe à


Advocacia Pública (art. 131).
c) ERRADO. O vitaliciedade não é uma garantia do
Defensor Público e nem do Advogado Público. A
garantia da inamovibilidade se restringe ao defensor
público (art. 134, §1º).

d) ERRADO. Esta vedação não está prevista na


Constituição Federal.

e) CERTO. É o disposto no art. 40, §19, aplicável


a todos os servidores titulares de cargo efetivo.

Gabarito: letra E.
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Gabriela C 
09 de Março de 2017, às 11h09
Útil (17)
Eu acho que a prova de técnico do TRE-SP foi mais
difícil do que a de AJAJ...
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Priscila Santana 
05 de Outubro de 2017, às 09h23
Útil (17)
Para os colegas que têm dúvidas quanto a
possibilidade de os advogados públicos receberem
honorários, a autorização está no CPC, em relação
aos sucumbenciais.
Art. 85. § 19.  Os advogados públicos perceberão
honorários de sucumbência, nos termos da lei.
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bruna cardoso
20 de Setembro de 2017, às 17h32
Útil (16)
Comentário do professor:
Com base na Constituição Federal:

a) ERRADO. Tal vedação incide apenas aos


Defensores Públicos (art. 134, §1º).

b) ERRADO. Estas atividades se restringe à


Advocacia Pública (art. 131).

c) ERRADO. O vitaliciedade não é uma garantia do


Defensor Público e nem do Advogado Público. A
garantia da inamovibilidade se restringe ao defensor
público (art. 134, §1º).

d) ERRADO. Esta vedação não está prevista na


Constituição Federal.

e) CERTO. É o disposto no art. 40, §19, aplicável a


todos os servidores titulares de cargo efetivo.
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james santos
19 de Dezembro de 2017, às 00h39
Útil (16)
Com base na Constituição Federal:

a) ERRADO. Tal vedação incide apenas aos


Defensores Públicos (art. 134, §1º).

b) ERRADO. Estas atividades se restringe à


Advocacia Pública (art. 131).

c) ERRADO. O vitaliciedade não é uma garantia do


Defensor Público e nem do Advogado Público. A
garantia da inamovibilidade se restringe ao defensor
público (art. 134, §1º).

d) ERRADO. Esta vedação não está prevista na


Constituição Federal.

e) CERTO. É o disposto no art. 40, §19, aplicável a


todos os servidores titulares de cargo efetivo.

Gabarito: letra E.
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André Pereira
03 de Dezembro de 2017, às 16h45
Útil (13)
Gabarito letra "E"
 
Na boa, acho que no mínimo uns 95% erraram essa
na prova. Olha só o que a banca foi desenterrar...
UM ABONO QUE, ACHO EU, NEM MESMO OS
PRÓPRIOS SERVIDORES SABEM QUE TÊM
DIREITO. E para piorar, todas as outras assertivas
são sobre assuntos que SEMPRE GERAM
POLÊMICA NAS PROVAS. 
 
Sério, daqui a pouco as bancas vão começar a
perguntar qual o signo do Advogado Geral da União
ou qual a comida preferida do Procurador Geral da
República. Daí quando começarem a chover
recursos, a banca vai vir com algo desse nível:
 
"Com a sistemática da Jurisprudência assentada
pela máxima e egrégia corte, STF, que coaduna
com a posição de não interferência no mérito
administrativo no tocante à elaboração de
questões pela bancas, a Fundação Carlos
Chagas não vê nenhum fator que possa
prejudicar a utilização de tal questão. Ademais, a
questão também versa sobre o item
"Atualidades", cobrado no Edital do concurso.
Talvez tenha causado estranheza o fato de ser
uma questão que envolva Atualidades com
Direito Constitucional, o que para a banca
está perfeitamente dentro do proposto pela
tendência atual de haver interdisciplinaridade
entre as matérias."
 
Ah sim, antes que me esqueça, VÁ A MERDA FCC!!
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Bala.no Alvo
03 de Abril de 2017, às 17h52
Útil (11)
Então defensor público e advogado público podem
receber honorários, % e custas processuais?
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Cecília Botafogo 
20 de Março de 2017, às 12h59
Útil (10)
Na verdade, a banca não cobrou Funções
Essenciais à Justiça e sim Servidores Públicos. Ao
ler ambos assuntos, percebe-se que, em comum,
eles só têm o disposto no artigo 40.
A resposta E é fundamentada no art 40, par. 19, da
CF/88. 
Questão boa pra pegar aqueles que não se
aprofundaram nos estudos, como eu :-((
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João Filho 
12 de Abril de 2017, às 15h27
Útil (10)
Acertei por eliminação... Questão nível alto. 
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Washington Matos 
24 de Agosto de 2017, às 21h00
Útil (9)
Letra D - A vedação é aplicada aos membros do MP.
Como a questão se refere à Advocacia Pública e à
Defensoria Pública, ela está errada.
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Lucas Menezes
08 de Junho de 2017, às 15h08
Útil (9)
Indico aos colegas este excelente
vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=Im7jNF6V-
Xo

Esse foi um dos únicos artigos de todos que estudei


da CF que passou batido, simplesmente nem havia
estudado....ainda bem que não fiz essa prova 
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RL TRIBUNAIS 
16 de Julho de 2017, às 08h24
Útil (8)
Só acertei agora (e vou acertar sempre) pq lembro
que errei no dia da prova. Detalhe sobre o qual já
tinha ouvido falar, mas NUNCA tinha lido o art. 40
pár. 19 da CF, que dispõe sobre o abono
permanência.
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Obama B. 
17 de Abril de 2018, às 14h46
Útil (8)
Acredito que a dificuldade das provas é diretamente
proporcional ao numero de inscritos para o cargo,
por isso que ultimamente as provas de tecnico vem
arregaçando o candidato.
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Thiago Mariotti
24 de Fevereiro de 2017, às 10h13
Útil (7)
Não marquei a letra E justamente pela menção
à aposentadoria com proventos integrais (leiam o
primeiro comentário da questão).
Se alguém que fez a prova puder nos atualizar
quanto à anulação ou manutenção do gabarito, seria
show :)
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Jeferson Silva 
13 de Novembro de 2017, às 09h42
Útil (6)
A) Dispositivo aplicado à Defensoria Pública 
Art. 134, § 1º Lei complementar organizará a
Defensoria Pública da União e do Distrito Federal
e dos Territórios e prescreverá normas gerais
para sua organização nos Estados, em cargos de
carreira, providos, na classe inicial, mediante
concurso público de provas e títulos, assegurada
a seus integrantes a garantia da inamovibilidade
e vedado o exercício da advocacia fora das
atribuições institucionais. 
 
B) Dispositivo aplicado à Advocacia Pública
Art. 131. A Advocacia-Geral da União é a
instituição que, diretamente ou através de órgão
vinculado, representa a União, judicial e
extrajudicialmente, cabendo-lhe, nos termos da
lei complementar que dispuser sobre sua
organização e funcionamento, as atividades de
consultoria e assessoramento jurídico do Poder
Executivo.
 
C) Não são vitalícios e somente a Defensoria
Pública tem a garantia da inamovibilidade.
Art. 131. Parágrafo único. Aos procuradores
referidos neste artigo é assegurada estabilidade
após três anos de efetivo exercício, mediante
avaliação de desempenho perante os órgãos
próprios, após relatório circunstanciado das
corregedorias
Art. 134, § 1º Lei complementar organizará a
Defensoria Pública da União e do Distrito Federal
e dos Territórios e prescreverá normas gerais
para sua organização nos Estados, em cargos de
carreira, providos, na classe inicial, mediante
concurso público de provas e títulos, assegurada
a seus integrantes a garantia da
inamovibilidade e vedado o exercício da
advocacia fora das atribuições institucionais.
 
D) Dispositivo aplicado ao Ministério Público
Art. 128, § 5º Leis complementares da União e
dos Estados, cuja iniciativa é facultada aos
respectivos Procuradores-Gerais, estabelecerão
a organização, as atribuições e o estatuto de
cada Ministério Público, observadas,
relativamente a seus membros:
II - as seguintes vedações:
a) receber, a qualquer título e sob qualquer
pretexto, honorários, percentagens ou custas
processuais;
 
E) Gabarito
Art. 40. Aos servidores titulares de cargos
efetivos da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios, incluídas suas
autarquias e fundações, é assegurado regime de
previdência de caráter contributivo e solidário,
mediante contribuição do respectivo ente
público, dos servidores ativos e inativos e dos
pensionistas, observados critérios que
preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o
disposto neste artigo.
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David Cruz 
10 de Maio de 2017, às 18h15
Útil (6)
a resposta do recurso dessa questão é a mais
esfarrapada que já li!!!!a cf ,em nenhum momento,
fala de integralidade.
A questão se refere à cf e não à jurisprudências e
entendimento do stf, etc.
BALELA!!!!!!!!
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Renato Souza
06 de Julho de 2017, às 23h31
Útil (6)
Igor Nunes,
 
O conceito de Advocacia Pública não se restringe à
carreira da AGU, mas abrange todas as carreiras
da advocacia da União, Estados, DF e Municípios.
Fato é que muitas procuradorias municipais e PGEs
autorizam a advocacia privada em concomitância
com o exercício do cargo público de procurador lá
exercido.
 
Outrossim, quanto à letra E (que foi motivo de
inconformismo da maioria), a CF diz no art. 40, § 19,
que fará juz ao abono de permanência o servidor
que: A) completar as exigências para aposentadoria
voluntária estabelecidas no § 1º, III, a; + B) optar por
permanecer em atividade.
 
Vejam que o mencionado § 1º, III, a do art. 40 dispõe
sobre os requisitos para aposentadoria com
proventos integrais do servidor público. Embora o
dispositivo não diga expressamente se tratar de
aposentadoria com proventos integrais, essa é uma
conclusão pacífica na doutrina e na jurisprudência.
Além disso, a alínea seguinte (b) contempla
expressamente a expressão "com proventos
proporcionais ao tempo de serviço", elencando
outros requisitos para aposentadoria. Assim, pela
lógica, a alínea "a" só pode se tratar da
aposentadoria com proventos integrais, estando,
assim, em consonância com a alternativa E.
 
Não nego que a FCC muitas vezes cria gabaritos
indefensáveis e absurdos, nos forçando a marcar a
resposta "menos errada", mas sinceramente não
acho que foi o caso dessa questão. A banca
simplesmente se baseou num detalhe negligenciado
pela maioria dos candidatos, inclusive eu, que
também errei a questão.
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Lucas Menezes
08 de Junho de 2017, às 14h47
Útil (6)
Pesadíssimo
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Sergio Jr 
01 de Março de 2017, às 15h25
Útil (6)
Fiquei em dúvida com a A,mas lembrei de um
procurador da prefeitura que também advogava e
por exclusão a E
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Lucas Souza 
13 de Janeiro de 2018, às 18h03
Útil (6)
O abono permanência é algo BEM conhecido. É,
inclusive, umas coisas que obsta novas nomeações.
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Andre Santos
26 de Fevereiro de 2017, às 21h03
Útil (5)
Nojo dessa questão, descartei a letra E de primeira
ao ler "com proventos integrais"!
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Ana Sardinha 
21 de Março de 2017, às 21h30
Útil (5)
Como meu sonho é receber esse abono de
permanência... Aí ficou fácil de resolver a questão.
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Fabiano Ribeiro 
08 de Agosto de 2017, às 16h53
Útil (5)
São funções institucionais da Defensoria Pública,
dentre outras, executar e receber as verbas
sucumbenciais decorrentes de sua atuação,
inclusive quando devidas por quaisquer entes
públicos, reservando-as a fundos geridos pela
Defensoria Pública e destinados, exclusivamente, ao
aparelhamento da Defensoria Pública e à
capacitação profissional de seus membros e
servidores. No entanto, é vedado ao Defensor
Público receber honorários advocatícios. (Lenza) 
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✿Vannessa .✿ 
22 de Abril de 2017, às 16h19
Útil (5)
Complemento...
 
           Advocacia-G.U -> Representação judicial E
extrajudicial + Consultoria e assessoramento
jurídico ao Executivo
          Procuradores E/DF  -> Representação
judicial e consultoria  a Estados e DF
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George Silva 
06 de Março de 2017, às 19h56
Útil (5)
PRA MIM A QUESTAO MAIS DIFICIL DA PROVA.. 
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ordilei Costa
09 de Julho de 2017, às 13h08
Útil (5)
Errei essa no dia da prova.
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Geovana Santana
04 de Julho de 2017, às 10h33
Útil (4)
Igor,
 
A CF só cita essa vedação pra DEFENSORIA, não
existe a mesma para advocacia, por isso a "A" está
errada.
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Igor Nunes 
18 de Junho de 2017, às 15h15
Útil (4)
Que eu saiba o AGU(advogado geral da União) tem
como "único cliente" a UNIÃO, ou seja, não poderia
advogar fora de suas atribuições institucionais! Pq
não seria a letra A o gaba?
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Tiago Jorge 
10 de Março de 2017, às 10h47
Útil (4)
Como diz Romário, não existe gol feio, RESPOSTA
CERTA, AVANTE GUERREIROS!
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Talita LCB 
01 de Outubro de 2017, às 14h11
Útil (4)
Para aqueles, que assim como eu, confundem
integralidade com proventos integrais (explica, em
outras palavras, a resposta da banca do porque a
letra E estar correta): 
http://www.blogservidorlegal.com.br/paridade-e-
integralidade-na-aposentadoria-dos-servidores/
 
 
 
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Matt Murdock 
04 de Julho de 2017, às 18h47
Útil (4)
5 minutos depois e por eliminação achei meu lugar
ao sol na letra E
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Josias Silva 
19 de Julho de 2017, às 22h43
Útil (3)
Prova easy essa hein
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Bernardo RFB 
20 de Abril de 2018, às 20h19
Útil (3)
Eu não enxergo a E como correta, em virtude do
termo "com proventos integrais". A Constituição não
previu esse requisito para o direito ao abono
permanência.
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thiago brandao
06 de Julho de 2017, às 08h40
Útil (3)
letra E
Art. 40. Aos servidores titulares de cargos
efetivos da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios, incluídas suas
autarquias e fundações, é assegurado regime de
previdência de caráter contributivo e solidário,
mediante contribuição do respectivo ente público,
dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas,
observados critérios que preservem o equilíbrio
financeiro e atuarial e o disposto neste artigo.
§ 19. O servidor de que trata este artigo que tenha
completado as exigências para
aposentadoria voluntária estabelecidas no § 1º, III,
a, e que opte por permanecer em atividade fará
jus a um abono de permanência equivalente ao
valor da sua contribuição previdenciária até
completar as exigências para
aposentadoria compulsória contidas no § 1º, II.
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Concurseira Reguladoras 
05 de Dezembro de 2017, às 12h15
Útil (3)
Vedações:
MP - a) receber, a qualquer título e sob qualquer
pretexto, honorários, percentagens ou custas
processuais;
MP e defensoria pública (fora das atribuições
institucionais) - b) exercer a advocacia;
MP - c) participar de sociedade comercial, na forma
da lei;
MP - d) exercer, ainda que em disponibilidade,
qualquer outra função pública, salvo uma de
magistério;
MP - e) exercer atividade político-partidária; 
MP - f) receber, a qualquer título ou
pretexto, auxílios ou contribuições de pessoas
físicas, entidades públicas ou privadas, ressalvadas
as exceções previstas em lei.
 
Aos juízes é vedado:
I - exercer, ainda que em disponibilidade, outro cargo
ou função, salvo uma de magistério;
II - receber, a qualquer título ou pretexto, custas ou
participação em processo;
III - dedicar-se à atividade político-partidária;
IV - receber, a qualquer título ou pretexto, auxílios ou
contribuições de pessoas físicas, entidades públicas
ou privadas, ressalvadas as exceções previstas em
lei; 
V - exercer a advocacia no juízo ou tribunal do qual
se afastou, antes de decorridos três anos do
afastamento do cargo por aposentadoria ou
exoneração.
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Lucas Fernandes 
24 de Março de 2017, às 21h06
Útil (3)
Assustei quando vi esta questão na prova, que bom
que não estava difícil só pra mim rsrs
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Vinicius Peres
13 de Março de 2017, às 13h31
Útil (3)
Gente... eu tava lendo muito mimimi acerca dessa
prova. Porém, analisando as questões, ela estava
ridiculamente mal redigida mesmo.
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Bruna R. 
22 de Maio de 2018, às 11h36
Útil (3)
Escorreguei na casca de banana 
porque ADVOCACIA PÚBLICA PODE EXERCER
ADVOCACIA FORA DAS ATRIBUIÇÕES
CONSTITUCIONAIS.
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Rodrigo Meirelles 
22 de Março de 2017, às 15h32
Útil (3)
Acertei por eliminação, mas mais uma vez me
solidarizo com os que erraram. Ao meu ver não
existe "a melhor alternativa", mas sim a única que é
correta. Escolher a "menos errada" realmente se
torna uma tarefa árdua para todos nós candidatos.
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Reginaldo Rodrigues 
15 de Março de 2017, às 16h13
Útil (2)
E olha que é pra técnico. fiz a prova da tarde
analista....vixi....
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Wellington Junior 
06 de Julho de 2017, às 23h10
Útil (2)
Aposentadoria voluntária não se dá com proventos
proporcionais, somente a aposentadoria por
invalidez, em certos casos, pode gerar
aposentadoria com proventos integrais. Se
analisarmos com rigor, a anulação é plausível. 
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Gisele Moniz 
05 de Abril de 2018, às 04h06
Útil (2)
Acertei, mas que  questãozinha safada!!!
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Pedro Victor 
19 de Fevereiro de 2018, às 20h52
Útil (1)
com relação a assertiva A, tenho uma dúvida: é
sabido que os Advogados Públicos podem advogar
na iniciativa privada. Eles podem advogar contra o
órgão que atuam?
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Marcelo Castro
20 de Setembro de 2017, às 14h43
Útil (1)
  A EC nº 41/2003 NÃO eliminou a aposentadoria
com proventos integrais? Ela só seria válida
para servidores aposentados por invalidez que
tenham ingressado no serviço público até
31/12/03 (EC 70/12).
O corrreto seria aposentadoria voluntária NÃO
PROPORCIONAL AO TEMPO DE
CONTRIBUIÇÃO.
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Haynna Inada 
09 de Agosto de 2017, às 21h45
Útil (1)
Emerson mesquita, o abono de permanência pros
servidores está ameaçado de cair, mas ainda existe.
Estou enganada?
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Kleydson Viana 
27 de Fevereiro de 2017, às 16h33
Útil (1)
Sempre fiquei na dúvida se a aposentadoria
voluntária traz alguma possibilidade de recebimento
com PROVENTOS INTEGRAIS... pois o art. 40 da
CF 88, não é claro em dizer isso.... ou melhor, fala
só de PROVENTOS PROPORCIONAIS...  e
agora??? qual a fonte que assegura como certa a
letra E da questão????
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Carla Dias 
13 de Maio de 2018, às 01h26
Útil (1)
E. Com artigo fora das FEJ.
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Mauricio Pascoal
16 de Março de 2018, às 19h12
Útil (1)
Thais, tem proibição legal sim e está ono estatuto da
ordem:
Art. 30. São impedidos de exercer a advocacia:
I - os servidores da administração direta, indireta e
fundacional, contra a Fazenda Pública que os
remunere ou à qual seja vinculada a entidade
empregadora;
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Fernando Salomé 
31 de Maio de 2018, às 11h32
Útil (1)
SOS! kkkk
 
 
Em 31/05/2018, às 11:29:47, você respondeu
a opção A.Errada!
Em 25/05/2018, às 11:16:40, você respondeu
a opção D.Errada!
Em 24/05/2018, às 13:09:40, você respondeu
a opção D.Errada!
Em 15/05/2018, às 21:59:47, você respondeu
a opção D.Errada!
Em 10/05/2018, às 20:46:17, você respondeu
a opção A.Errada!
Em 11/04/2018, às 15:01:56, você respondeu
a opção A.Errada!
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Israel Aguiar
07 de Março de 2017, às 12h09
Útil (1)
Letra A - Advogados e Defensores Públicos não
podem exercer a função fora do estado.
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Gustavo Ayres 
17 de Fevereiro de 2018, às 15h38
Útil (1)
CR 
a) Art. 131, par. 2, Art. 134, par. 1. 
b) Art. 131, "caput", e Art. 134, "caput". 
c) Art. 134, par. 1. 
d) Art. 95, par. Ú, II e Art. 128, par. 5, II, "a". 
e) Art. 40, par. 19.
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Nomeado Silva
17 de Junho de 2017, às 21h41
Útil (1)
é muita apelação pqp...
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Bruno Caveira 
09 de Junho de 2017, às 12h24
Útil (1)
Caceta, essa resposta ao recurso foi f*d4!!!
Não adianta... Se quiserem ferrar com o concurseiro,
conseguem; e conseguem bem!!!
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Fernandinha ✐ 
04 de Março de 2017, às 07h41
Útil (1)
-
mandou mal FCC, exigir que o candidato
praticamente faça a comparação 
de cada uma das carreiras ¬¬
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THAIS CARVALHO
21 de Fevereiro de 2018, às 16h24
Útil (1)
Pedro Victor, não há vedação expressa, mas seria
antietico. 
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LíGIA CORREA 
11 de Julho de 2017, às 20h03
Útil (0)
nossa, chegou chutando a porta, hein?
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Emerson mesquita 
01 de Agosto de 2017, às 12h04
Útil (0)
Letra E mais o engraçado é que eles podem optar
por ficarem no cargo ainda que passe o tempo de se
aposentar voluntariamente , e os servidores? ,
isso  fere oque chamos de isonomia materia ? 
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05
Q749444
Direito Constitucional 
 Servidores Públicos,  Administração Pública –
Disposições Gerais e Servidores Públicos
Ano: 2016
Banca: FCC
Órgão: TRT - 20ª REGIÃO (SE)
Prova: Técnico Judiciário - Administrativa
Considere
I. Ministro de Estado.
II. Secretário Estadual.
III. Vereador.
IV. Prefeito
De acordo com a Constituição Federal, serão
remunerados, exclusivamente, por subsídio fixado
em parcela única, vedado o acréscimo de qualquer
gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de
representação ou outra espécie remuneratória,
obedecidas as normas constitucionais pertinentes,
os cargos indicados em 
 a)
II, III e IV, apenas.  
 b)
I, II e III, apenas. 
 c)
I, II, III e IV. 
 d)
I, III e IV, apenas. 
 e)
I e II, apenas. 
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Patrick Rocha 
21 de Dezembro de 2016, às 18h05
Útil (513)
Gabarito: C
 
SÃO REMUNERADOS EXCLUSIVAMENTE POR
SUBSÍDIO FIXADO EM PARCELA ÚNICA:
- detentor de mandato eletivo (item III e IV);
- os Ministros de Estado (item I);
- Secretários Estaduais e Municipais (item II).
 
CF/88 - art. 39
§ 4º O membro de Poder, o detentor de mandato
eletivo, os Ministros de Estado e
os Secretários Estaduais e Municipais serão
remunerados exclusivamente por subsídio fixado
em parcela única, vedado o acréscimo de qualquer
gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de
representação ou outra espécie remuneratória,
obedecido, em qualquer caso, o disposto no art. 37,
X e XI. 
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Suellen Contente
01 de Janeiro de 2017, às 15h02
Útil (188)
RECEBEM SUBSÍDIOS, COM PARCELA
ÚNICA: MP, E³, M
 
O membro de Poder (MP);
O detentor de mandato eletivo (E);
Os Ministros de Estado(E);
Os Secretários Estaduais(E);
e Municipais(M).
 
 
Gab. C
 
Ps. Bom lembrar que o comando da questão afirma
ser de acordo com a CF.
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Drielly Teles 
13 de Fevereiro de 2017, às 15h01
Útil (95)
C.F - art. 39 § 4º 
"O membro de Poder, o detentor de mandato eletivo,
os Ministros de Estado e os Secretários Estaduais e
Municipais serão remunerados exclusivamente por
subsídio fixado em parcela única, vedado o
acréscimo de qualquer gratificação, adicional, abono,
prêmio, verba de representação ou outra espécie
remuneratória, obedecido, em qualquer caso, o
disposto no art. 37, X e XI."
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juliana dunice 
09 de Fevereiro de 2017, às 10h42
Útil (72)
Krisstarah Lobo
Membro do Poder Executivo (Presidente da
República, Vice-Presidente da República,
Ministro de Estado, Governador, Vice-
Governador, Prefeito, Vice-prefeito) 

Membro do Poder Judiciário (Ministro, Juiz e


Desembargador) e de Tribunal de Contas
(Ministro e Conselheiro) 

Membro do Poder Legislativo (Senador,


Deputado Federal, Deputado Estadual e
Vereador)
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Cacciatore vítor 
27 de Dezembro de 2016, às 16h27
Útil (65)
SUBSÍDIO :
 
OBRIGATÓRIO ---->> MEMBRO DE PODER
                                        DETENTOR DE
MANDATO ELETIVO
                                        MINISTRO DE
ESTADO
                                        SECRETÁRIOS
ESTADUAIS E MUNICIPAIS
 
FACULTATIVO ---->>>SERVIDORES PÚBLICOS
ORGANIZADOS EM CARREIRA
 
GABA   C
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Leo 
31 de Dezembro de 2016, às 16h38
Útil (58)
 
                   O SERVIDOR      de CARGO ELETIVO
PODER TER O VENCIMENTO REDUZIDO
(imposto de renda) !!!
 
Art. 37 XV - O subsídio e os vencimentos dos
ocupantes de cargos e empregos públicos são
irredutíveis, RESSALVADO o disposto nos incisos
XI e XIV deste artigo e nos arts. 39, § 4º, 150, II,
153, III, e 153, § 2º, I.
 
SUBSÍDIOS -  SÃO OS "AGENTES PÚBLICOS"
 
O membro de Poder (MP);
O detentor de mandato eletivo (E);
Os Ministros de Estado(E);
Os Secretários Estaduais(E);
e Municipais(M).
 
 
 
VENCIMENTOS:   SERVIDORES PÚBLICOS.
 
 
 VEJA ALGUNS DIREITOS QUE O SERVIDOR
PÚBLICO NÃO TEM DE ACORDO COM A CF : 
 
→ FGTS
→ Seguro Desemprego
→ Aviso Prévio
→ Participação nos lucros
→ Acordos Coletivos
→ Assistência gratuita em creches até os 5 anos
→ Seguro contra acidente de trabalho
→ Jornada de 6 horas para trabalho realizado em
turnos ininterruptos
→ Adicional de Insalubridade
-> Irredutibilidade de salário
 
CUIDADO com os vulgos SALVOS, EXCETOS e
o RESSALVADO, depois da vírgula ...
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Tiago LS 
16 de Junho de 2017, às 14h54
Útil (46)
Agentes políticos são remunerados por subsídio
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Elias Neto
10 de Maio de 2017, às 14h06
Útil (38)
Membros do Poder Executivo : Prefeito, Governador
e Presidente. 
Membros do Poder Legislativo : Vereador, Deputado
Estadual e Federal e Senador
Membros do Poder Judiciário : Juizes,
Desembargadores, Ministros dos Tribunais
Superiores e do Supremo Tribunal.
O Ministério Público não é um poder, mas é
independente e seus Promotores e Procuradores
são chamados de membros .
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VINICIUS ANDRADE 
24 de Dezembro de 2016, às 16h41
Útil (34)
Só pra complementar:
 
Art.39 CF (...)
§ 4º O membro de Poder, o detentor de mandato
eletivo, os Ministros de Estado e os Secretários
Estaduais e Municipais serão remunerados
exclusivamente por subsídio fixado em parcela
única, vedado o acréscimo de qualquer gratificação,
adicional, abono, prêmio, verba de representação ou
outra espécie remuneratória, obedecido, em
qualquer caso, o disposto no art. 37, X e XI. (Incluído
pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998).
(...)
§ 8º A remuneração dos servidores públicos
organizados em carreira poderá ser fixada nos
termos do § 4º. ( Ou seja, servidores organizados
em carreira também podem receber na forma de
subsídios, a exemplo das polícias).
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Daniele . 
30 de Outubro de 2017, às 09h35
Útil (33)
Gabarito letra C

Excluídos os agentes públicos que obrigatoriamente


serão retribuídos por subsídio, a Constituição faculta,
nos termos do § 8° do art. 39, o pagamento por
subsídio aos demais servidores organizados em
carreira.
Em razão disso, o subsídio, como modalidade de
contraprestação pecuniária paga em parcela única
ao servidor pelo exercício do cargo ou função, pode
assumir duas modalidades: a obrigatória  e
a facultativa.

Subsídio obrigatório: 

•Os Chefes do Executivo, os vice e seus auxiliares


diretos {Ministros e Secretários);
• Os Parlamentares em geral;
• Os Magistrados em geral 
• Os Membros do Ministério Público;
• Os Membros da Advocacia Geral da União, das
Procuradorias dos Estados e do Distrito Federal (não
os dos Municípios,pois não foram mencionados pela
emenda 19/98};
• Os Membros da Defensoria Pública;
• Os Servidores policiais das polícias federal,
rodoviária e ferroviária federais, polícias dvi; e
militares, e
• Os Membros dos Tribunais de Contas.

Subsídio facultativo:

Aplicado aos demais servidores públicos


organizados em carreira.

Fonte: Constituição para Concursos- Dirley da


Cunha Junior.
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Einstein Concurseiro 
20 de Dezembro de 2016, às 15h46
Útil (33)
GABARITO C 
 
CF/88 
 
Art. 39. A União, os Estados, o Distrito Federal e os
Municípios instituirão, no âmbito de sua
competência, regime jurídico único e planos de
carreira para os servidores da administração pública
direta, das autarquias e das fundações públicas. 
 
§ 4º O membro de Poder, o detentor de mandato
eletivo, os Ministros de Estado e os Secretários
Estaduais e Municipais serão remunerados
exclusivamente por subsídio fixado em parcela
única, vedado o acréscimo de qualquer gratificação,
adicional, abono, prêmio, verba de representação ou
outra espécie remuneratória, obedecido, em
qualquer caso, o disposto no art. 37, X e XI.
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DivaDiPietro * 
17 de Março de 2018, às 15h55
Útil (21)
§ 4º O membro de Poder,
o detentor de mandato eletivo,
os Ministros de Estado
e os Secretários Estaduais
e Municipais
serão remunerados exclusivamente
por subsídio fixado em parcela única, vedado o
acréscimo de qualquer gratificação, adicional, abono,
prêmio, verba de representação ou outra espécie
remuneratória, obedecido, em qualquer caso, o
disposto no art. 37, X e XI. (Incluído pela Emenda
Constitucional nº 19, de 1998)
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G. Tribunais
07 de Fevereiro de 2017, às 22h50
Útil (21)
GABARITO C 
 
Art. 39 § 4 da CF - O Membro de Poder, Detentor de
Mandato Eletivo, Ministros de Estado e os
Secretários estaduais e Municipais [...]
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Thiago Marques 
01 de Fevereiro de 2017, às 23h12
Útil (18)
MEMBRO DE PODER (AGENTES POLÍTICOS)
DETENTOR DE MANDATO ELETIVO  (AGENTES
POLÍTICOS)
MINISTRO DE ESTADO  (AGENTES POLÍTICOS)
SECRETÁRIOS ESTADUAIS E MUNICIPAIS 
(AGENTES POLÍTICOS)
CARREIRAS POLICIAIS E BOMBEIROS (federais,
civis e militares)
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Glauco P 
26 de Janeiro de 2017, às 16h18
Útil (13)
Só para acrescentar, os policiais também são
obrigatoriamente remunerados por subsídio:
Art. 144. A segurança pública, dever do Estado,
direito e responsabilidade de todos, é exercida para
a preservação da ordem pública e da incolumidade
das pessoas e do patrimônio, através dos seguintes
órgãos:
I - polícia federal;
II - polícia rodoviária federal;
III - polícia ferroviária federal;
IV - polícias civis;
V - polícias militares e corpos de bombeiros
militares.
§ 9º A remuneração dos servidores policiais
integrantes dos órgãos relacionados neste artigo
será fixada na forma do § 4º do art. 39. (Incluído
pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
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RAUL REIS 
20 de Janeiro de 2017, às 14h51
Útil (12)
De Se Me Mi
OBRIGATÓRIO ---->> MEMBRO DE PODER
                                        DETENTOR DE
MANDATO ELETIVO
                                        MINISTRO DE
ESTADO
                                        SECRETÁRIOS
ESTADUAIS E MUNICIPAIS
 
FACULTATIVO ---->>>SERVIDORES PÚBLICOS
ORGANIZADOS EM CARREIRA
 
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Elton Junior 
19 de Setembro de 2017, às 22h15
Útil (12)
Membros do Poder Executivo  : Prefeito, Governador
e Presidente. 
Membros do Poder Legislativo : Vereador, Deputado
Estadual e Federal e Senador
Membros do Poder Judiciário : Juizes,
Desembargadores, Ministros dos Tribunais
Superiores e do Supremo Tribunal.
O Ministério Público não é um poder, mas é
independente e  seus Promotores e Procuradores
são chamados de membros  .
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LC T
03 de Fevereiro de 2017, às 08h57
Útil (12)
O MAPA ELEGEU MENOS SEM
 MP- Membro de Poder
 ELE- Mandato eletivo
 ME- Ministros de Estado
 SEM- Secretários Estaduais e Municipais  
 
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Mariton Sousa
08 de Fevereiro de 2018, às 10h21
Útil (9)
Art. 39 § 4º O membro de Poder, o detentor
de mandato eletivo, os Ministros de Estado e os
Secretários Estaduais e
Municipais serão remunerados exclusivamente por s
ubsídio fixado em parcela única, vedado o acréscimo
de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio,
verba de representação ou outra espécie
remuneratória, obedecido, em qualquer caso, o
disposto no art. 37, X e XI.
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Athalita Oliveira 
19 de Outubro de 2017, às 01h05
Útil (7)
Art. 39. A União, os Estados, o Distrito Federal e os
Municípios instituirão conselho de política de
administração e remuneração de pessoal, integrado
por servidores designados pelos respectivos
Poderes.
(...)
§ 4º O membro de Poder,  o detentor de mandato
eletivo, os Ministros de Estado e os Secretários
Estaduais e Municipais serão remunerados
exclusivamente por subsídio fixado em parcela
única, vedado o acréscimo de qualquer gratificação,
adicional, abono, prêmio, verba de representação ou
outra espécie remuneratória, obedecido, em
qualquer caso, o disposto no art. 37, X e XI.      
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GUERREIRA CONCURSEIRA 
21 de Dezembro de 2016, às 14h37
Útil (7)
RECEBEM SUBSÍDIOS, COM PARCELA ÚNICA:
1) DETENTORES DE MANDATOS
ELETIVOS: QUE É CASO DE PREFEITO E
VEREADOR
2) MINISTROS DE E
3) SECRETÁRIOS - E e MUNIC
 
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bruna barbosa 
26 de Janeiro de 2017, às 09h08
Útil (7)
Dúvida: alguém poderia me dar exemplos de
"membro do Poder"...? Seria Poder Executivo,
Judiciário e Legislativo? 
Obrigada 
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Carolina Azevedo 
09 de Outubro de 2017, às 22h51
Útil (4)
C.F - art. 39 § 4º 
"O membro de Poder, o detentor de mandato
eletivo, os Ministros de Estado e os Secretários
Estaduais e Municipais serão remunerados
exclusivamente por subsídio fixado em parcela
única, vedado o acréscimo de qualquer
gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de
representação ou outra espécie remuneratória,
obedecido, em qualquer caso, o disposto no art.
37, X e XI."
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Willyziinho Maiia 
14 de Novembro de 2017, às 20h00
Útil (3)
De acordo como o art. 39, §4º da CF/88, a
remuneração fixada por subsídio fixado em parcela
única se aplica a todos os cargos indicados na
questão: Ministro do Estado, Secretário Estadual,
Vereador e Prefeito.
Portanto, todas as alternativas estão corretas.

Gabarito do professor: letra C.


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krisstarah lobo 
06 de Fevereiro de 2017, às 14h43
Útil (3)
tbm não consegui achar quem são os 'membros do
poder', alguém sabe?
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JAQUELINE SANTOS 
21 de Maio de 2018, às 23h05
Útil (3)
A Carta Magna estabelece que o membro de Poder,
o detentor de mandato eletivo, os Ministros de
Estado e os Secretários Estaduais e Municipais
serão remunerados exclusivamente por subsídio
fixado em parcela única, vedado o acréscimo de
qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio,
verba de representação ou outra espécie
remuneratória (art. 39, § 4o, CF).
 Gabarito é a letra C.
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Wanderson Rodrigues
25 de Outubro de 2017, às 11h37
Útil (3)
GABARITO C 
 
Art. 39 § 4 da CF - O Membro de Poder, Detentor de
Mandato Eletivo, Ministros de Estado e os
Secretários estaduais e Municipais [...]
G. Tribunais
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Rafael Santos
05 de Fevereiro de 2017, às 20h47
Útil (3)
GABARITO: E
Exceções: Prefeitos e vereadores.
Art. 38:
II - investido no mandato de Prefeito, será afastado
do cargo, emprego ou função, sendo-lhe facultado
optar pela sua remuneração;
III - investido no mandato de Vereador, havendo
compatibilidade de horários, perceberá as vantagens
de seu cargo, emprego ou função, sem prejuízo da
remuneração do cargo eletivo, e, não havendo
compatibilidade, será aplicada a norma do inciso
anterior;
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Larissa Souza 
08 de Maio de 2017, às 15h03
Útil (2)
quem sao os membros de poder?
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bruna gama 
19 de Abril de 2017, às 12h43
Útil (2)
também quero saber quem sao os membros de
poder. alguém ajuda!
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MARIA ESTUDA 
06 de Fevereiro de 2017, às 09h52
Útil (1)
Rol exemplificativo !
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james santos
19 de Dezembro de 2017, às 23h09
Útil (0)
De acordo como o art. 39, §4º da CF/88, a
remuneração fixada por subsídio fixado em parcela
única se aplica a todos os cargos indicados na
questão: Ministro do Estado, Secretário Estadual,
Vereador e Prefeito.
Letra  C
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