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01
Q720523
Direito Constitucional 
 Direitos da Nacionalidade
Ano: 2016
Banca: FCC
Órgão: SEGEP-MA
Prova: Técnico da Receita Estadual - Arrecadação e
Fiscalização de Mercadorias em Trânsito - Conhecimentos
Gerais
A nacionalidade brasileira
 a)
é incompatível com a nacionalidade originária reconhecida
por Estado estrangeiro.
 b)
é incompatível com a nacionalidade derivada outorgada por
Estado estrangeiro que a exija para fins de exercício de
direitos civis.
 c)
é compatível com a nacionalidade derivada outorgada por
Estado estrangeiro como condição para permanência do
brasileiro em seu território.
 d)
nata é condição para a investidura nos cargos de Presidente
da República, de Vice-Presidente da República, de
Presidente da Câmara dos Deputados, de Presidente do
Senado Federal, de Ministro do Supremo Tribunal Federal,
de Ministro da Defesa, da carreira diplomática e do oficialato
das forças armadas e das polícias militares.
 e)
derivada deverá ser reconhecida aos estrangeiros residentes
no Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e sem
condenações judiciais, desde que a requeiram.
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Comentários do professor    
Aulas (6)   




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adriana alves 
19 de Novembro de 2016, às 09h33
Útil (157)
A nacionalidade brasileira
 a)
é Compatível com a nacionalidade originária reconhecida
por Estado estrangeiro.
 b)
é Compatível com a nacionalidade derivada outorgada por
Estado estrangeiro que a exija para fins de exercício de
direitos civis.
 c)
é compatível com a nacionalidade derivada outorgada por
Estado estrangeiro como condição para permanência do
brasileiro em seu território.
 d)
nata é condição para a investidura nos cargos de Presidente
da República, de Vice-Presidente da República, de
Presidente da Câmara dos Deputados, de Presidente do
Senado Federal, de Ministro do Supremo Tribunal Federal,
de Ministro da Defesa, da carreira diplomática e do oficialato
das forças armadas.
 e)
Secundária - Naturalização extraordinária deverá ser
reconhecida aos estrangeiros residentes no Brasil há mais
de quinze anos ininterruptos e sem condenações PENAIS,
desde que a requeiram.
 
Será declarado perda da nacionalidade o brasileiro que
adquirir outra Nacionalidade, exceto em dois casos:
1) de ele já possuir uma outra nacionalidade Nata.
2) imposição de naturalização, como condição de
permanência em território estrangeiro ou exercício de
direitos civis.
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Arlei Lima 
19 de Dezembro de 2016, às 10h01
Útil (129)
Diferentemente do que alguns colegas comentaram sobre
a LETRA E, segundo os quais, o erro dela reside na parte
que afirma "deverá ser reconhecida" [a naturalização], o
erro não está aí, pois tal hipótese trata-se de naturalização
extraordinária, sendo sua concessão ato vinculado, ou
seja, uma vez preenchido os requisitos, "deverá ser
reconhecida" mesmo. Creio que o erro está na parte que
afirma "sem condenações judiciais", visto que o texto
constitucional não se refere a qualquer condenação judicial
(uma cível, por exemplo), mas sim à condenação penal.
Bons estudos.
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Marguinha dorio
02 de Janeiro de 2017, às 21h07
Útil (121)
LETRA C)   
 
A nacionalidade brasileira: 
 
(a)  é incompatível com a nacionalidade originária
reconhecida por Estado estrangeiro.( È COMPATIVEL nos
termos do Art. 12 § 4º, incíso II, alínea A). 
  
( b) é incompatível com a nacionalidade derivada outorgada
por Estado estrangeiro que a exija para fins de exercício de
direitos civis., AQUI A NACIONALIDADE BRASILEIRA É
COMPATÍVEL, nos termos do Art. 12 § 4º, incíso II, alínea
b.
 
X ( c) é compatível com a nacionalidade derivada outorgada
por Estado estrangeiro como condição para permanência do
brasileiro em seu território.( SIM É COMPATIVEL )
 
(d) nata é condição para a investidura nos cargos de
Presidente da República, de Vice-Presidente da República,
de Presidente da Câmara dos Deputados, de Presidente do
Senado Federal, de Ministro do Supremo Tribunal Federal,
de Ministro da Defesa, da carreira diplomática e do oficialato
das forças armadas e das polícias militares. ( NÃO FAZ
PARTE).
 
(E) derivada deverá ser reconhecida aos estrangeiros
residentes no Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e
sem condenações judiciais*, desde que a
requeiram. ( ATO VINCULADO) 
(*) O certo é condenações PENAIS.
NOTA:  
 
- NACIONALIDADE ORIGINÁRIA = NATO
- NACIONALIDADE DERIVADA = NATURALIZADO.
- OUTORGADA = CONCEDIDA.
 
 
 
 
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Gustavo Barbosa
18 de Fevereiro de 2017, às 01h43
Útil (85)
Andre Mckenzie.
Eu sou brasileiro porque nasci no Brasil, mas filho de pais
alemães. Esses tempos atrás descobri que a alemanha
reconhecia como nacional (nacionalidade originária) os que
tinham sangue alemão (jus sanguinis), então pedi o
reconhecimento por que sou filho de pais alemães, eles
reconheceram minha naturalidade e me naturalizaram
alemão com nacionalidade originária. Então procurei saber
se eu tinha deixado de ser brasileiro por ter me
naturalizado alemão, descobri que não tinha deixado de ser
brasileiro por que a nacionalidade brasileira
é compatível com nacionalidade originária reconhecida
por Estado estrangeiro. Hoje sou brasileiro e alemão ao
mesmo tempo.
Espero ter ajudado e ter sido claro. Bons estudos!
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Hugo Freitas 
04 de Junho de 2017, às 15h47
Útil (74)
a) ERRADA. É compatível, pois o Estado reconhece sua
nacionalidade quando outro país reconhece sua
nacionalidade originária
b) ERRADA. É compatível, pois o Estado reconhece sua
nacionalidade quando você é obrigado a se naturalizar para
permanecer no estrangeiro
c) GABARITO
d) ERRADA. MP3.COM, está tudo corretinho, se não fosse
pelo último item, Polícias Militares.
e) ERRADA. Sem condenação PENAL, tomar um
processinho judicial não impede o pedido de nacionalidade. 
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Realidade Concurseira 
09 de Junho de 2017, às 08h30
Útil (46)
Fui na Letra E , com todo gosto, me achando  kkkkkkkkk
Tomei na Cara.
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Tania Kato 
20 de Janeiro de 2017, às 14h09
Útil (43)
Só para frisar: TOMAR MUITO CUIDADO COM ALGUNS
COMENTÁRIOS! Infelizmente alguns comentários estão
errados e se não prestar atenção acaba aprendendo errado.
Principalmente sobre a explicação da alternativa E, o erro
está no termo "sem condenações judiciais"; o correto é "sem
condenações PENAIS".
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eder exitium) 
18 de Novembro de 2016, às 17h13
Útil (31)
art.12
 
§ 4º - Será declarada a perda da nacionalidade do brasileiro
que:
I - tiver cancelada sua naturalização, por sentença judicial,
em virtude de atividade nociva ao interesse nacional;
II - adquirir outra nacionalidade, salvo nos casos: (Redação
dada pela Emenda Constitucional de Revisão nº 3, de 1994)
a) de reconhecimento de nacionalidade originária pela lei
estrangeira; (Incluído pela Emenda Constitucional de
Revisão nº 3, de 1994)
b) de imposição de naturalização, pela norma estrangeira,
ao brasileiro residente em estado estrangeiro, como
condição para permanência em seu território ou para o
exercício de direitos civis
 
 
quanto a letra "e": 
art.12(...)
 b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade, residentes na
República Federativa do Brasil há mais de quinze anos
ininterruptos e sem condenação penal, desde que
requeiram a nacionalidade brasileira
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André Aguiar 
16 de Janeiro de 2017, às 11h37
Útil (30)
Gabarito letra c).
 
FUNDAMENTO ESTÁ NA CF/88.
 
Art. 12. São brasileiros:
 
II - naturalizados: (NATURALIZAÇÃO
DERIVADA/SECUNDÁRIA)
 
a) os que, na forma da lei, adquiram a nacionalidade
brasileira, exigidas aos originários de países de língua
portuguesa apenas residência por um ano ininterrupto e
idoneidade moral; (VIA ORDINÁRIA) 
 
b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade, residentes
na República Federativa do Brasil há mais de quinze anos
ininterruptos e sem condenação penal, desde que
requeiram a nacionalidade brasileira. (*VIA
EXTRAORDINÁRIA)
 
OBS. O erro da letra "e" está aqui. A CF diz "condenação
penal", e não "condenação judicial". São termos
diferentes. Ela restringe o tipo de condenação, especificando
a área da condenação. Um exemplo para essa diferença é
um servidor público perder o cargo por uma sentença judicial
transitada em julgado, mas sua conduta não caracterizar um
ilícito penal e não ser condenado na área penal (LEI 8.112
TRAZ UMA EXPLICAÇÃO SOBRE A INDEPENDÊNCIA
DAS CONDENAÇÕES).
 
 
* SOBRE A NATURALIZAÇÃO EXTRAORDINÁRIA
 
Ementa: ADMINISTRATIVO.NATURALIZAÇÃO EXTRAOR
DINÁRIA. ATO VINCULADO. REQUISITOS.
CONDENAÇÃO PENAL. REABILITAÇÃO. 1. A concessão
da naturalização com base na alínea b do inciso II do art.
12 da Constituição Federal configura hipótese de ato
vinculado da Administração, estando sujeito a controle
de legalidade pelo Poder Judiciário. 2. Para adquirir
a naturalização extraordinária, o estrangeiro deve residir
no país há mais de 15 anos, não possuir condenação
criminal e postular a concessão.
 
Fonte: http://www.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/busca?
q=NATURALIZA%C3%87%C3%83O+EXTRAORDIN
%C3%81RIA
 
 
(ERRO DA LETRA "D") Art. 12, § 3º São privativos de
brasileiro nato os cargos: (FAMOSO "MP3.COM")
 
I - de Presidente e Vice-Presidente da República; ("P3")
 
II - de Presidente da Câmara dos Deputados; ("P3")
 
III - de Presidente do Senado Federal; ("P3")
 
IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal; ("M")
 
V - da carreira diplomática; ("C")
 
VI - de oficial das Forças Armadas; ("O")
 
VII - de Ministro de Estado da Defesa. ("M")
 
 
DICA:
 
Forças Armadas = Exército, Marinha e Aeronáutica.
 
Forças Auxiliares = Polícia Militar, Corpo de Bombeiros
Militares, entre outros.
 
* NÃO HÁ POLÍCIAS MILITARES NA LISTA (RECOMENDO
A RESOLUÇÃO DA Q104774, POIS CONFIRMA A NÃO
OBRIGATORIEDADE DE SER PRIVATIVO DE
BRASILEIRO NATO).
 
 
Art. 12, § 4º - Será declarada a perda da nacionalidade do
brasileiro que:
 
I - tiver cancelada sua naturalização, por sentença judicial,
em virtude de atividade nociva ao interesse nacional;
 
II - adquirir outra nacionalidade, salvo nos casos:
 
a) de reconhecimento de nacionalidade originária pela
lei estrangeira; (ERRO DA LETRA "A", POIS É
COMPATÍVEL SIM).
 
b) de imposição de naturalização, pela norma
estrangeira, ao brasileiro residente em estado
estrangeiro, como condição para permanência em seu
território ou para o exercício de direitos civis; (ERRO DA
LETRA "B" E JUSTIFICATIVA PARA A LETRA "C" ESTAR
CORRETA, POIS É COMPATÍVEL TAMBÉM).
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Jefferson Santos
28 de Janeiro de 2017, às 11h09
Útil (29)
Pessoal, com todo respeito, Ministro da Defesa está correto.
O motivo pelo qual a alternativa "d" está incorreta, é
o "oficilato das polícias militares."
Se esta parte fosse suprimida, a alternativa "d" estaria
correta.
.
Outra coisa, cuidado com a alternativa "e". O que está
errado é o termo "condenações judiciais". O correto é
condenção PENAL.
Da nacionalidade – Art. 12 da CF/88: São brasileiros:
II- Naturalizados
a) os que, na forma da lei, adquiram a nacionalidade
brasileira, exigidas aos originários de países de língua
portuguesa apenas residencia por um ano ininterrupto e
idoneidade moral; (ato discricionário)
b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade, residentes na
República Federativa do Brasil há mais de quinze anos
ininterruptos e sem condenação penal, desde que requeiram
a nacionalidade brasileira. (ato vinculado)
.
Dúvidas?
↓↓↓↓↓↓↓↓↓
https://www.youtube.com/watch?v=i4-WnwoRdeU
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Márlon Maia
12 de Dezembro de 2016, às 02h17
Útil (25)
A Nacionalidade Brasileira
 A) é incompatível com a nacionalidade originária
reconhecida por Estado estrangeiro.
COMENTÁRIO: Nesse caso, a nacionalidade brasileira é
compatível, nos termos do Art. 12 § 4º, incíso II, alínea A
§ 4º - Será declarada a perda da nacionalidade do brasileiro
que:
II - adquirir outra nacionalidade, salvo nos casos:
a) de reconhecimento de nacionalidade originária pela
lei estrangeira
 
 B) é incompatível com a nacionalidade derivada outorgada
por Estado estrangeiro que a exija para fins de exercício de
direitos civis.
COMENTÁRIO: Nesse caso, a nacionalidade brasileira é
compatível, nos termos do Art. 12 § 4º, incíso II, alínea b.
Vejamos:
§ 4º - Será declarada a perda da nacionalidade do brasileiro
que:
II - adquirir outra nacionalidade, salvo nos casos: 
b) de imposição de naturalização, pela norma
estrangeira, ao brasileiro residente em estado
estrangeiro, como condição para permanência em seu
território ou para o exercício de direitos civis
 C) é compatível com a nacionalidade derivada
outorgada por Estado estrangeiro como condição para
permanência do brasileiro em seu território.
COMENTÁRIO: Alternativa correta pelo mesmo fundamento
da alternativa anterior, com destaque para a
palavra "COMPATÍVEL"
 d) nata é condição para a investidura nos cargos de
Presidente da República, de Vice-Presidente da República,
de Presidente da Câmara dos Deputados, de Presidente do
Senado Federal, de Ministro do Supremo Tribunal Federal,
de Ministro da Defesa, da carreira diplomática e do oficialato
das forças armadas e das polícias militares.
COMENTÁRIO: O Roll de cargos privativos de brasileros
natos não inclui as POLÍCIAS MILITARES, conforme art.
12 § 3º e incisos, com destaque para o incísio VI - "de
oficiais das forças armadas".
 
 e) derivada deverá ser reconhecida aos estrangeiros
residentes no Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e
sem condenações judiciais, desde que a requeiram.
COMENTÁRIO:  A palavra destacada "reconhecida" torna a
questão incorreta, pois, nesse caso, a naturalização poderá
ser negada ao estrangeiro q esteja a requerendo. confirme
Art. 12, inciso II, alínea b.
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Jakison Rodrigues 
07 de Dezembro de 2016, às 01h00
Útil (25)
Nacionalidade originária = nato
Nacionalidade derivada = naturalizado
Outogarda = concedida
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james santos
20 de Dezembro de 2017, às 21h26
Útil (19)
A) INCORRETA. Poder haver o reconhecimento da
nacionalidade originária pela lei estrangeira, conforme art.
12, parágrafo 4º, II, alínea a da CF. 

B) INCORRETA. Nesse caso não haverá incompatibilidade,


uma vez que o art. 12, parágrafo 4º, II, alínea b da CF é
expresso em dizer que se for para exercer direitos civis, o
brasileiro residente em outro país poderá adquirir outra
nacionalidade sem que seja declarada a perda da
nacionalidade brasileira. 

C) CORRETA.é compatível com a nacionalidade derivada


outorgada por Estado estrangeiro como condição para
permanência do brasileiro em seu território.

D) INCORRETA. A assertiva erra do dizer no final "polícias


militares", não é requisito para ser policial ser brasileiro nato,
não há qualquer exigência prevista no art. 12, parágrafo 3º
da CF.

E) INCORRETA. A assertiva erra do dizer condenação


judicial, na verdade os requisitos para o estrangeiro não
falante da língua portuguesa, é a residência por mais de 15
anos ininterruptos e inexistência de condenação PENAL
(não judicial como falado na questão), conforme art. 12, II,
alínea b da CF.

GABARITO DO PROFESSOR: LETRA C


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R.C.M. Santos 
03 de Dezembro de 2016, às 09h31
Útil (18)
Sobre a letra E- 
II - naturalizados:
b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade, residentes na
República Federativa do Brasil há mais de quinze anos
ininterruptos e sem condenação penal, desde que
requeiram a nacionalidade brasileira. 

Faltou a parte de condenação penal.

errado

gabarito C
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Leo 
12 de Julho de 2017, às 19h52
Útil (17)
 
 
 
II - NATURALIZADOS:  SECUNDÁRIA. NACIONALIDADE
DERIVADA
 
a) ATO DISCRICIONÁRIO:    os que, na forma da
lei (norma de eficácia contida – lei infraconstitucional),
adquiram a nacionalidade brasileira, exigidas aos originários
de países de língua portuguesa apenas residência por UM
ANO ININTERRUPTO +  IDONEIDADE
MORAL;      naturalização ORDINÁRIA
 
NATURALIZAÇÃO    DAQUELES QUE FALAM     
PORTUGUÊS
 
OBS:  NÃO é automática, depende de REQUERIMENTO.
 
A concessão da naturalização ordinária é ato discricionário
do Chefe do Poder Executivo.
 
b)    ATO VINCULADO    os estrangeiros de QUALQUER
NACIONALIDADE, residentes na República Federativa do
Brasil HÁ MAIS DE QUINZE ANOS ININTERRUPTOS +
SEM CONDENAÇÃO PENAL, desde que requeiram a
nacionalidade brasileira.   naturalização
EXTRAORDINÁRIA
                     03 REQUISITOS, ato vinculado
a)            Residência ininterrupta no Brasil por mais de
quinze anos;
b)             Ausência de condenação penal;      NÃO É
CONDENAÇÃO JUDICIAL
c)               Requerimento do interessado.
 
O reconhecimento da naturalização extraordinária gera
EFEITOS DECLARATÓRIOS (e não constitutivos),
retroagindo à data de apresentação do requerimento.
 
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Joyanara Araújo
26 de Janeiro de 2017, às 08h34
Útil (17)
Caro colega, ministro da Defesa é a mesma coisa que
ministro de Estado da Defesa. Comumente fala-se só em
ministro da Defesa, ministro da Justiça o " de Estado"
subtende-se até porque todo ministro ( no âmbito do
Executivo ) é de Estado.
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Caroline Serpa 
12 de Dezembro de 2016, às 11h44
Útil (15)
Marlon Maia, o seu comentário sobre o erro da letra E está
errado!!
A nacionalidade extraordinária, que é a citada na respectiva
assertiva, deve ser reconhecida sim aos q cumprirem os
requisitos estabelecidos na CF, pois é ato vinculado. O erro
foi trocar condenações JUDICIAIS, qndo a CF traz PENAIS!!
 
Sigamos!!! 
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Malu A.
01 de Fevereiro de 2018, às 19h36
Útil (14)
Gabarito: letra C
 
Art. 12: § 4º - Será declarada a perda da nacionalidade do
brasileiro que:
 
II - adquirir outra nacionalidade, salvo nos casos: 
 
b) de imposição de naturalização, pela norma estrangeira,
ao brasileiro residente em estado estrangeiro, como
condição para permanência em seu território ou para o
exercício de direitos civis; 
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Alexandre Henrique 
05 de Maio de 2017, às 23h02
Útil (12)
Art. 12.
§ 4º - SERÁ DECLARADA A PERDA DA
NACIONALIDADE DO BRASILEIRO QUE:
II - ADQUIRIR OUTRA NACIONALIDADE, SALVO NOS
CASOS:
a) de reconhecimento de nacionalidade originária pela
lei estrangeira;
b) de imposição de naturalização, pela norma
estrangeira, ao brasileiro residente em estado
estrangeiro, como condição para permanência em seu
território OU para o exercício de direitos civis;
 
GABARITO -> [C]
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Fernandinha ✐ 
04 de Outubro de 2017, às 10h16
Útil (11)
-
péssima a redação da questão
¬¬
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Concurseiro LV
18 de Novembro de 2016, às 08h59
Útil (11)
Gab C
 
A perda da nacionalidade brasileira encontra-se regulada no
artigo 12, § 4.º, da Constituição Federal de 1988,
estabelecendo as respectivas causas, uma das quais consta
do inciso II, nos seguintes termos:
 
“adquirir outra nacionalidade, salvo nos casos:
 
a) de reconhecimento de nacionalidade originária pela lei
estrangeira;
b) de imposição de naturalização, pela norma
estrangeira, ao brasileiro residente em Estado
estrangeiro, como condição para permanência em seu
território ou para o exercício dedireitos civis.”
 
ex: jogadores de futebol em times europeus.
 
https://ruicastro.jusbrasil.com.br/artigos/151625747/perda-
da-nacionalidade-brasileira-por-naturalizacao-voluntaria-
estrangeira
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@vou. serprocuradora 
24 de Outubro de 2017, às 14h56
Útil (10)
O erro da letra é consite em dizer CONDENAÇÃO
JUDICIAL. O Coreto seria condenção penal. 
 
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Geovana Santana
24 de Abril de 2017, às 11h58
Útil (8)
Você perde sua nacionalidade brasileira se adiquirir
outra, salvo:
 
- Se a lei estrangeira reconhecer a nacionalidade originária
(brasileira)
- Ou se o país estrangeiro impor sua naturalização lá para
permanência ou exercício de direitos (Ex. EUA)
 
a) Diz o contrário do art. 12, par 4º, II, a.
b) Diz o contrário do art. 12, par 4º, II, b.
d) Policias militares não fazem parte.
e) Sem condenação penal.
 
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audioleis.com.br Acesse! 
12 de Janeiro de 2017, às 12h47
Útil (7)
REQUISITOS PARA NATURALIZAÇÃO EXTRAORDINÁRIA
a) Residência ininterrupta no Brasil por mais de quinze
anos; 
b) Ausência de condenação PENAL; 
c) Requerimento do interessado.
 
Marguinha dorio, apenas corrigindo o motivo de a
letra Eestar errada. Cumprido esses requisitos o Chefe do
Executivo NÃO poderá negar.
Trata-se de ato VINCULADO. O erro, como já comentado,
está em dizer condenações judiciais. O certo é
condenações PENAIS.
Bons estudos!!!
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Simone Silva 
21 de Novembro de 2016, às 17h46
Útil (6)
sobre a letra d;
d) nata é condição para a investidura nos cargos de
Presidente da República, de Vice-Presidente da República,
de Presidente da Câmara dos Deputados, de Presidente do
Senado Federal, de Ministro do Supremo Tribunal Federal,
de Ministro da Defesa, da carreira diplomática e do oficialato
das forças armadas e das polícias militares.
art.12
§ 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:
I - de Presidente e Vice-Presidente da República;
 
II - de Presidente da Câmara dos Deputados;
III - de Presidente do Senado Federal;
IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;
V - da carreira diplomática;
VI - de oficial das Forças Armadas.
VII - de Ministro de Estado da Defesa (Incluído pela Emenda
Constitucional nº 23, de 1999)
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Thiago Mariotti
18 de Janeiro de 2017, às 11h37
Útil (6)
Galera podia maneirar nos comentários, muito comentário
repetido aqui!

Absolutamente desnecessário ter 27 (28 com o meu rsrs)


comentários nessa questão.
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Graziele Cristina
01 de Dezembro de 2016, às 18h42
Útil (6)
Questão atípica da FCC para nível médio,mas dava para
acertar! O proplema foi que li rápido demais e depois de um
dia tão cansativo não enxerguei "polícias militares" 
FAZER ISSO NA PROVA JAMAIS!
#FORÇA
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concurseiro Tribunais 
20 de Janeiro de 2018, às 11h23
Útil (5)
O erro da letra é ,como já citado pelo james logo abaixo,
dizer condenação judicial.
No meu entendimento uma condenação judicial não
necessáriamente será uma condenação penal, já que uma
pessoa pode ser condenada judicialmente na esfera cível ou
penal.
 
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fabio macedo
17 de Maio de 2017, às 13h28
Útil (5)
A alternativa e) é muita maldade. Se eu leio rápido, me fod...
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ANA LEAL 
14 de Janeiro de 2017, às 13h23
Útil (4)
atenção tem gente falando ERRADO
A naturalização extraordinária é VINCULADA, já a ordinária
é que é DISCRICIONÁRIA !!!!!!!!!
 
Fonte: material Estratégia.
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Jaqueline Nopes 
26 de Novembro de 2016, às 21h17
Útil (4)
Jhonnathan Machado, o gabarito é C
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Tais Milene
21 de Novembro de 2017, às 11h01
Útil (3)
 
letra C
art. 12
§ 4º - Será declarada a perda da nacionalidade do brasileiro
que:
I - tiver cancelada sua naturalização, por sentença judicial,
em virtude de atividade nociva ao
interesse nacional;
II - adquirir outra nacionalidade, salvo nos casos:
a) de reconhecimento de nacionalidade originária pela lei
estrangeira;
b) de imposição de naturalização, pela norma estrangeira,
ao brasileiro residente em estado
estrangeiro, como condição para permanência em seu
território ou para o exercício de direitos
civis;
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FILIPE CARVALHO 
16 de Janeiro de 2017, às 19h55
Útil (3)
A nacionalidade brasileira NATA também é condição para se
ingressar no quadro de oficiais das policias militares e corpo
de bombeiros militares das unidades da federação, uma vez
que estas são forças auxiliares das Forças Armadas. 
Não se pode afirmar que, por não estar no §3º do artigo 12,
da CF/88, essa condição não seja necesssária. Pelo
contrário, ela é necessária e deve ser observada.
Entretanto, a questão (embora não tenha mencionado
explicitamente nos termos da CF) dá a entender que está
cobrando o comando constitucional em sua literalidade.
Logo, neste ponto, a letra "D" está incorreta (Ressalto,
novamente, que É CONDIÇÃO INDISPENSÁVEL TAMBÉM
PARA OS OFICIAIS DA PM/CBM A NACIONALIDADE
BRASILEIRA NATA, embora não prevista no artigo 12, §3º,
da CF/88).
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THIAGO MARTINS
07 de Dezembro de 2016, às 20h42
Útil (3)
GABRIEL GRAÇA;
PEGADINHA DA LETRA E: deverá ser reconhecida aos
estrangeiros residentes no Brasil há mais de quinze anos
ininterruptos e sem condenações judiciais, desde que a
requeiram. No caso, cabe ao estrangeiro requerer a
nacionalidade, não há reconhecimento
automático. Quanto aos requisitos, tudo correto.
LETRA D: quase tudo certo, mas a restrição é para oficiasis
das 3 forças e não as PMs e Bombeiros.
Nas letra A e B não são COMPATÍVEIS,conforme o artigo 12
da CF .Pegadinha: incompatíveis.  
Espero ter ajudado,
Bons estudos.
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André Luiz 
08 de Fevereiro de 2017, às 19h23
Útil (2)
não entendi a letra a)  é incompatível com a
nacionalidade originária reconhecida por Estado
estrangeiro.  Como assim reconhecida por Estado
estrangeiro... alguem poderia dar um exemplo em uma
situação
 
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Leandro Mendonça 
27 de Dezembro de 2016, às 22h10
Útil (2)
Questão bem trabalhos. Precisei ler três vezes para acertar.
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Vívian Olly 
27 de Agosto de 2017, às 20h56
Útil (2)
Tem gente questionando até o sobrenome do colega...Rsrs
Comentário tipo: momento descontração
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ruben bringhenti 
05 de Dezembro de 2016, às 23h21
Útil (2)
Fui de E esqueci do sem condenações penais. Questão
ótima para ficar ligado !
 
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diego henrique 
05 de Dezembro de 2016, às 23h35
Útil (2)
 continuo sem enteder alguem pode me ajudar
 
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Gabriel graça 
15 de Dezembro de 2016, às 17h46
Útil (1)
THIAGO MARTINS
Obrigado meu brother, bons estudos pra ti!
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MICHELE BISPO
28 de Novembro de 2016, às 14h42
Útil (1)
Gabarito: Letra C
Quanto ao erro da letra D
nata é condição para a investidura nos cargos de Presidente
da República, de Vice-Presidente da República, de
Presidente da Câmara dos Deputados, de Presidente do
Senado Federal, de Ministro do Supremo Tribunal Federal,
de Ministro da Defesa, da carreira diplomática e do oficialato
das forças armadas e das polícias militares (ERRO) É
preciso conhecer a letra da lei e se atentar na leituta
completa da alternativa. 
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Gabriel Duarte
30 de Novembro de 2016, às 20h31
Útil (1)
Oficiais SOMENTE das forças armadas. 
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Kel concurseira 
19 de Maio de 2018, às 22h20
Útil (1)
Artigo 12, parágrafo 4ª, inciso II, alínea B da CRFB/88 é uma
forma de adquirir nacionalidade derivada. Se o brasileiro
adquire uma nacionalidade derivada ele, via de regra, perde
a nacionalidade brasileira, mas não no caso explicitado no
artigo supracitado, que é uma exceção. Cuidado!
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Thiago Moser 
05 de Dezembro de 2016, às 08h42
Útil (1)
Entendo que a B e a C identificam o mesmo dispositivo
legal.
 
Enquanto a B traz o texto da lei, tornando a alternativa
errada com a inversão do 'compatível' pelo 'incompatível', a
C traz o caso concreto, com a releitura desse mesmo trecho
da Constituição.
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Márcio Meireles
01 de Abril de 2017, às 21h46
Útil (1)
Vlw Gustavo Barbosa!!!
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jhonnathan machado
26 de Novembro de 2016, às 08h05
Útil (1)
Gabarito  - D.
 
Artigo 12 pagráfo 3° e seus incisos. 
É uma das distinções que nosso Constituição faz aos
brasileiro nato dos demais. 
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Gabriel graça 
06 de Dezembro de 2016, às 12h59
Útil (0)
Ainda não entendi o gabarito da questão. Se alguém puder
me explicar, eu agradeço.
Um abraço.
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Flávia . 
28 de Abril de 2018, às 20h41
Útil (0)
É condição para os demais estrangeiros de Língua NÃO
PORTUGUESA - Residência por mais de 15 anos
ininterruptos, NÃO CONDENAÇÃO PENAL.
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thiago brandao
05 de Abril de 2017, às 09h07
Útil (0)
se É MINISTRO DE ESTADO de DEFESA OU MINISTRO
DE ESTADO NÃO SEI, MAS ESSA FOI A LITERALIDADE
EM UMA QUESTÃO DA FCC...., aliás é uma banca que
cobra o que esta exatamente na lei.
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AMILTON ANDRADE 
15 de Novembro de 2017, às 12h47
Útil (0)
Letra E "deverá" ???? Acredito que poderá ou seja uma
hipotese por se tratar de ato discricionário.
Gabarito C.
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EDRIEL SILVA
30 de Novembro de 2016, às 01h18
Útil (0)
As questões dessa prova são muito teóricas. 
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02
Q669377
Direito Constitucional 
 Direitos da Nacionalidade
Ano: 2016
Banca: FCC
Órgão: PGE-MT
Prova: Procurador do Estado
Juliana, brasileira nata, obteve a nacionalidade norte-
americana, de forma livre e espontânea. Posteriormente,
Juliana fora acusada, nos Estados Unidos da América, da
prática de homicídio contra nacional daquele país, fugindo
para o Brasil. Tendo ela sido indiciada em conformidade
com a legislação local, o governo norte-americano
requereu às autoridades brasileiras sua prisão para fins de
extradição. Neste caso, à luz da Constituição Federal e da
jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, Juliana,  
 a)
poderá ser imediatamente extraditada, uma vez que a perda
da nacionalidade brasileira neste caso é automática. 
 b)
não poderá ser extraditada, por continuar sendo brasileira
nata, mesmo tendo adquirido nacionalidade norte-
americana. 
 c)
poderá ter cassada a nacionalidade brasileira pela
autoridade competente e ser extraditada para os Estados
Unidos para ser julgada pelo crime que lhe é imputado. 
 d)
não poderá ser extraditada, pois, ao retornar ao território
brasileiro, não poderá ter cassada sua nacionalidade
brasileira
 e)
não poderá ser extraditada se optar a qualquer momento
pela nacionalidade brasileira em detrimento da norte-
americana. 
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Tiago Costa 
08 de Agosto de 2016, às 09h06
Útil (575)
Letra (c)
 
 
A questão teve como base o recente julgado:
 
O brasileiro – ainda que nato – pode perder a
nacionalidade brasileira e até ser extraditado, desde que
venha a optar, voluntariamente, por nacionalidade
estrangeira. A decisão inédita foi tomada nesta terça-feira
(19/4), pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal,
por 3 votos a 2, ao confirmar, em julgamento de mandado de
segurança, portaria do Ministério da Justiça, de julho de
2013, que declarou a “perda da nacionalidade brasileira” de
Claudia Cristina Sobral, carioca, 51 anos.
 
A maioria foi formada pelo ministro-relator do caso, Roberto
Barroso, que foi acompanhado por Rosa Weber e Luiz Fux.
Ficaram vencidos os ministros Edson Fachin e Marco
Aurélio.
 
A autora do MS 33.864 adquiriu voluntariamente a
nacionalidade americana em setembro de 1999, mesmo já
sendo portadora de um “green card”; jurou fidelidade e
lealdade aos Estados Unidos, renunciando à cidadania
brasileira; casou-se depois com o cidadão americano Karl
Hoerig, que foi assassinado, em 12 de março de 2007, no
mesmo dia em que Claudia Sobral – principal suspeita do
crime – retornou ao Brasil.
 
Considerada foragida pela Justiça dos Estados Unidos e
com processo de extradição em curso, a defesa de Claudia
ajuizou o mandado contra a portaria do Ministério da Justiça,
alegando a prevalência do inciso 51 do artigo 5º da
Constituição: “Nenhum brasileiro será extraditado, salvo o
naturalizado, em caso de crime comum, praticado antes da
naturalização, ou de comprovado envolvimento em tráfico de
entorpecentes e drogas afins, na forma da lei”.
 
A maioria dos cinco ministros da Primeira Turma considerou
válida a portaria do Ministério da Justiça, e cassou liminar do
Superior Tribunal de Justiça favorável à autora,
considerando legítima a decretação da perda da
nacionalidade, com fundamento, também, em outro
dispositivo constitucional (parágrafo 4º do artigo 12),
segundo o qual “será declarada a perda da nacionalidade do
brasileiro que (…) adquirir outra nacionalidade”, salvo em
dois casos (reconhecimento de nacionalidade originária pela
lei estrangeira; imposição de naturalização por norma
estrangeira a brasileiro residente em Estado estrangeiro).
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Renan Lima 
08 de Agosto de 2016, às 09h43
Útil (437)
Para que seja declarada a perda da nacionalidade do
brasileiro, se faz necessária a instauração de um
procedimento administrativo perante o Ministério da Justiça
(art. 23 da Lei 818/49), não ocorrendo automaticamente; por
isso a alternativa "A" está incorreta.
 
Com relação à perda da nacionalidade por brasileiro nato, o
STF decidiu, no MS 33.864, julgado em 19/04/2016
(Informativo 822), que a situação elucidada pela questão
não incidiria em nenhuma das exceções previstas no inciso
II do §4º do artigo 12 da CF/88, com destaque àquela
prevista pela alínea "b", já que houve opção livre e
espontânea por parte de "Juliana".
 
Portanto, a alternativa "C" é a correta.
 
Bons estudos!
 
Texto  dos artigos mencionados:
 
Art. 23, Lei 818/49: "A perda da nacionalidade, nos casos do
art. 22, I e II, será decretada pelo Presidente da República,
apuradas as causas em processo que, iniciado de ofício, ou
mediante representação fundamentada, correrá no Ministério
da Justiça e Negócios Interiores, ouvido sempre o
interessado".
 
Art. 12, §4º, CF/88: - Será declarada a perda da
nacionalidade do brasileiro que:
[...]
II - adquirir outra nacionalidade, salvo nos casos:
[..]
b) de imposição de naturalização, pela norma estrangeira,
ao brasileiro residente em estado estrangeiro, como
condição para permanência em seu território ou para o
exercício de direitos civis; (Incluído pela Emenda
Constitucional de Revisão nº 3, de 1994)
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Walter Cardoso
22 de Outubro de 2016, às 02h55
Útil (176)
Quando erra a mesma questão 3 vezes, tem direito a pedir
música?
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Débora Suzan 
29 de Agosto de 2016, às 12h12
Útil (143)
O assunto está absolutamente bem explicado no informativo
822 do Dizer o Direito. Seguem ementa e link:
 
Se um brasileiro nato que mora nos EUA e possui o green
card decidir adquirir a nacionalidade norteamericana, ele irá
perder a nacionalidade brasileira. Não se pode afirmar que a
presente situação se enquadre na exceção prevista na
alínea “b” do § 4º do art. 12 da CF/88. Isso porque, como ele
já tinha o green card, não havia necessidade de ter adquirido
a nacionalidade norte-americana como condição para
permanência ou para o exercício de direitos civis. O
estrangeiro titular de green card já pode morar e trabalhar
livremente nos EUA. Dessa forma, conclui-se que a
aquisição da cidadania americana ocorreu por livre e
espontânea vontade. Vale ressaltar que, perdendo a
nacionalidade, ele perde os direitos e garantias inerentes ao
brasileiro nato. Assim, se cometer um crime nos EUA e fugir
para o Brasil, poderá ser extraditado sem que isso configure
ofensa ao art. 5º, LI, da CF/88. STF. 1ª Turma. MS
33864/DF, Rel. Min. Roberto Barroso, julgado em 19/4/2016
(Info 822).
 
Disponível
em: https://dizerodireitodotnet.files.wordpress.com/2016/05/i
nfo-822-stf.pdf
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Mônica Melo 
20 de Janeiro de 2017, às 11h45
Útil (101)
QUESTÃO FRESQUINHA: de 2016 o texto da Suprema
Corte, e no mesmo ano a questão em prova:
NOVO: “A Primeira Turma, por maioria, >>>>>denegou
mandado de segurança em que se questionava ato do
ministro da Justiça que declarara a perda da
nacionalidade brasileira da impetrante (CF, art. 12, § 4º,
II), por ter adquirido outra nacionalidade<<<<< (Lei
818/1949, art. 23). No caso, a impetrante, brasileira nata,
obtivera a nacionalidade norte-americana de forma livre e
espontânea e, posteriormente, fora acusada, nos Estados
Unidos da América, da prática de homicídio contra seu
marido, nacional daquele país. Diante disso, o governo
norte-americano indiciara a impetrante e requerera às
autoridades brasileiras a prisão para fins de extradição. O
Colegiado entendeu que o ato do ministro da Justiça de
cassação da nacionalidade brasileira é legítimo, pois a
impetrante perdera a nacionalidade brasileira ao adquirir
outra em situação que não se enquadraria em qualquer
das duas exceções constitucionalmente previstas (...).”
[MS 33.864, rel. min. Roberto Barroso, j.19-4-2016, 1ª
T, Informativo 822.]
Visite o site:
http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/artigoBd.asp?
item=189
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Eli Carlos 
17 de Maio de 2017, às 22h35
Útil (96)
Só eu que fui de letra "A" fugindo da palavra CASSADA da
letra "C"?
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Aninha HR 
08 de Agosto de 2016, às 14h30
Útil (91)
É certo falar em "cassação" da nacionalidade?
Não há dúvida de que no caso em questão poderá a pessoa
"perder" a nacionalidade, mas "cassar"? Fiquei em dúvida
com relação a nomenclarura, já que quando estudamos
direitos políticos apenas podemos falar em perda ou
suspensão, sendo proibída a cassação.
Além disso, nos julgados correlacionados fala-se
em "cassar" a liminar, em nenhum momento se diz
"cassação da nacionalidade".
Alguém pode me ajudar?
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Rafa Moko
08 de Agosto de 2016, às 14h29
Útil (73)
Informativo 822- STF
Se um brasileiro nato que mora nos EUA e possui o green
card decidir adquirir a nacionalidade norte-americana, ele irá
perder a nacionalidade brasileira. Não se pode afirmar que a
presente situação se enquadre na exceção prevista na
alínea “b” do § 4º do art. 12 da CF/88. Isso porque, como ele
já tinha o green card, não havia necessidade de ter adquirido
a nacionalidade norte-americana como condição para
permanência ou para o exercício de direitos civis. O
estrangeiro titular de green card já pode morar e trabalhar
livremente nos EUA. Dessa forma, conclui-se que a
aquisição da cidadania americana ocorreu por livre e
espontânea vontade. Vale ressaltar que, perdendo a
nacionalidade, ele perde os direitos e garantias inerentes ao
brasileiro nato. Assim, se cometer um crime nos EUA e fugir
para o Brasil, poderá ser extraditado sem que isso configure
ofensa ao art. 5º, LI, da CF/88.
Art. 12 (...) § 4º - Será declarada a perda da nacionalidade
do brasileiro que: II - adquirir outra nacionalidade, salvo nos
casos: a) de reconhecimento de nacionalidade originária
pela lei estrangeira; b) de imposição de naturalização, pela
norma estrangeira, ao brasileiro residente em estado
estrangeiro, como condição para permanência em seu
território ou para o exercício de direitos civis;
 
FONTE: Dizer o Direito
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Leo 
07 de Janeiro de 2017, às 22h53
Útil (67)
DICA: LER as alternativas até o final... Sabe-se que a perda
da nacionalidade brasileira, neste caso, NÃO É
AUTOMÁTICA. Depende de processo ADMINISTRATIVO.
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Na Luta 
08 de Setembro de 2016, às 21h14
Útil (67)
Esta questão é daquelas que faz tremer as bases até
mesmo dos candidatos mais preparados.
Isto porque o termo "cassação" da nacionalidade utilizado no
item B, pode levar muitos (como eu) a não achar que estaria
correta.
Pensei que no caso deveria ser aplicada a PERDA da
nacionalidade e não a cassação.
Ocorre que na própria notícia do STF, referente ao
MS33864, que trata de caso semelhante, foi utilizado o
termo "cassação".
Deste modo, o gabarito está corretíssimo.
Fica a fonte da
notícia: http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.as
p?idConteudo=314867
Espero ter contribuído!
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Bárbara Silva
04 de Outubro de 2016, às 17h53
Útil (55)
O erro da alternativa A reside no fato da mesma dizer que a
perda da nacionalidade brasileira é AUTOMÁTICA! Tal
perda se dá por processo administrativo, e ocorre por meio
de DECRETO, segundo lição de Pedro Lenza.
 
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Márcio Martins
16 de Junho de 2017, às 16h17
Útil (53)
Letra C:
Obs: Situação do brasileiro titular de “green card” que
adquire nacionalidade norte-americana: (Q669377)
 
Se um brasileiro nato que mora nos EUA e possui o “Green
card” decidir adquirir a nacionalidade norte-americana, ele
irá perder a nacionalidade brasileira.
Não se pode afirmar que a presente situação se enquadre
na exceção prevista na alínea “b” do § 4º do art. 12 da
CF/88. Isso porque, como ele já tinha o “Green card”, não
havia necessidade de ter adquirido a nacionalidade norte-
americana como condição para permanência ou para o
exercício de direitos civis.
O estrangeiro titular de green card já pode morar e trabalhar
livremente nos EUA.
Dessa forma, conclui-se que a aquisição da cidadania
americana ocorreu por livre e espontânea vontade.
Vale ressaltar que, perdendo a nacionalidade, ele perde os
direitos e garantias inerentes ao brasileiro nato. Assim, se
cometer um crime nos EUA e fugir para o Brasil, poderá ser
extraditado sem que isso configure ofensa ao art. 5º, LI, da
CF/88.
STF. 1ª Turma. MS 33864/DF, Rel. Min. Roberto Barroso,
julgado em 19/4/2016 (Info 822).
-
Exemplo:
Maria possuía green card, de forma que poderia trabalhar e
morar livremente nos EUA.
Ocorre que Maria não estava ainda satisfeita e queria ser
cidadã norte-americana.
Então, em 2014, Maria requereu e conseguiu obter a
nacionalidade norte-americana.
Tudo ia bem, até que, em 2015, Maria matou seu marido e
fugiu para o Brasil.
Os EUA pediram a extradição de Maria. Esta alegou em sua
defesa que o Brasil não poderia conceder a extradição em
virtude de ela ser brasileira nata, havendo óbice no art. 5º,
LI, da CF/88.
-
Perdendo a nacionalidade brasileira, Maria poderá ser
extraditada para os EUA?
SIM. A partir do momento em que for concluído o processo
administrativo e sendo declarada a perda da nacionalidade
pelo Ministro da Justiça, Maria deixa de ser brasileira nata e
poderá, com isso, ser extraditada. Repare bem: o brasileiro
nato não pode nunca ser extraditado. Essa regra não
comporta exceção. No entanto, se o brasileiro nato perder a
sua nacionalidade, ele poderá ser extraditado normalmente
porque, neste caso, deixou de ser brasileiro nato, não
havendo, portanto, mais o óbice do art. 5º, LI, da CF/88.
-
Fonte: Dizer o Direito
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André Fls 
21 de Agosto de 2016, às 14h15
Útil (47)
Acredito que a dúvida de grande maioria ficou também na
alternativa "a". As provas estão abordando de forma massiva
essa questão de perda automática da nacionalidade. Mas
lemrem, o §4º do artigo 12, CF, é claro ao dizer que será
DECLARADA a perda da nacionalidade, assim, não se dá de
forma automática. 
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Roberto Ximenes
13 de Agosto de 2016, às 17h31
Útil (44)
A questão teve como base o recente julgado:
 
O brasileiro – ainda que nato – pode perder a
nacionalidade brasileira e até ser extraditado, desde que
venha a optar, voluntariamente, por nacionalidade
estrangeira. A decisão inédita foi tomada nesta terça-feira
(19/4), pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal,
por 3 votos a 2, ao confirmar, em julgamento de mandado de
segurança, portaria do Ministério da Justiça, de julho de
2013, que declarou a “perda da nacionalidade brasileira” de
Claudia Cristina Sobral, carioca, 51 anos.
 
A maioria foi formada pelo ministro-relator do caso, Roberto
Barroso, que foi acompanhado por Rosa Weber e Luiz Fux.
Ficaram vencidos os ministros Edson Fachin e Marco
Aurélio.
 
A autora do MS 33.864 adquiriu voluntariamente a
nacionalidade americana em setembro de 1999, mesmo já
sendo portadora de um “green card”; jurou fidelidade e
lealdade aos Estados Unidos, renunciando à cidadania
brasileira; casou-se depois com o cidadão americano Karl
Hoerig, que foi assassinado, em 12 de março de 2007, no
mesmo dia em que Claudia Sobral – principal suspeita do
crime – retornou ao Brasil.
 
Considerada foragida pela Justiça dos Estados Unidos e
com processo de extradição em curso, a defesa de Claudia
ajuizou o mandado contra a portaria do Ministério da Justiça,
alegando a prevalência do inciso 51 do artigo 5º da
Constituição: “Nenhum brasileiro será extraditado, salvo o
naturalizado, em caso de crime comum, praticado antes da
naturalização, ou de comprovado envolvimento em tráfico de
entorpecentes e drogas afins, na forma da lei”.
 
A maioria dos cinco ministros da Primeira Turma considerou
válida a portaria do Ministério da Justiça, e cassou liminar do
Superior Tribunal de Justiça favorável à autora,
considerando legítima a decretação da perda da
nacionalidade, com fundamento, também, em outro
dispositivo constitucional (parágrafo 4º do artigo 12),
segundo o qual “será declarada a perda da nacionalidade do
brasileiro que (…) adquirir outra nacionalidade”, salvo em
dois casos (reconhecimento de nacionalidade originária pela
lei estrangeira; imposição de naturalização por norma
estrangeira a brasileiro residente em Estado estrangeiro).
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Einstein Concurseiro 
08 de Agosto de 2016, às 08h31
Útil (40)
GABARITO C 
 
 
Essa questão baseia-se em um julgado recente do STF 
 
 
O brasileiro – ainda que nato – pode perder a nacionalidade
brasileira e até ser extraditado, desde que venha a optar,
voluntariamente, por nacionalidade estrangeira.
 
A decisão inédita foi tomada nesta terça-feira (19/4/16), pela
Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, por 3 votos a
2, ao confirmar, em julgamento de mandado de segurança,
portaria do Ministério da Justiça, de julho de 2013, que
declarou a “perda da nacionalidade brasileira” de Claudia
Cristina Sobral, carioca, 51 anos.
 
A maioria foi formada pelo ministro-relator do caso, Roberto
Barroso, que foi acompanhado por Rosa Weber e Luiz Fux.
Ficaram vencidos os ministros Edson Fachin e Marco
Aurélio.
 
A autora do MS 33.864 adquiriu voluntariamente a
nacionalidade americana em setembro de 1999, mesmo já
sendo portadora de um “green card”; jurou fidelidade e
lealdade aos Estados Unidos, renunciando à cidadania
brasileira; casou-se depois com o cidadão americano
Karl Hoerig, que foi assassinado, em 12 de março de
2007, no mesmo dia em que Claudia Sobral – principal
suspeita do crime – retornou ao Brasil.
 
Considerada foragida pela Justiça dos Estados Unidos e
com processo de extradição em curso, a defesa de Claudia
ajuizou o mandado contra a portaria do Ministério da Justiça,
alegando a prevalência do inciso 51 do
artigo 5º daConstituição: “Nenhum brasileiro será
extraditado, salvo o naturalizado, em caso de crime comum,
praticado antes da naturalização, ou de comprovado
envolvimento em tráfico de entorpecentes e drogas afins, na
forma da lei”.
 
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Lucas Bulcão 
27 de Novembro de 2016, às 22h54
Útil (38)
STF: O brasileiro – ainda que nato – pode perder a
nacionalidade brasileira e até ser extraditado, desde que
venha a optar, voluntariamente, por nacionalidade
estrangeira.
De onde a FCC tirou o "cassada"? No meu entendimento, a
questão não tem resposta certa...
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Ítalo Rodrigo
06 de Setembro de 2016, às 15h18
Útil (37)
Gabarito - Letra "C"
 
Assunto de muita repercursão no mês de abril do corrente
ano. Precedente (MS) 33864 STF
Brasileiro – ainda que nato – pode perder a
nacionalidade brasileira e até ser extraditado, desde que
venha a optar, voluntariamente, por nacionalidade
estrangeira.
A decisão inédita foi tomada nesta terça-feira (19/4), pela
Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, por 3 votos a
2, ao confirmar, em julgamento de mandado de segurança,
portaria do Ministério da Justiça, de julho de 2013, que
declarou a “perda da nacionalidade brasileira” de Claudia
Cristina Sobral, carioca, 51 anos.
A maioria foi formada pelo ministro-relator do caso, Roberto
Barroso, que foi acompanhado por Rosa Weber e Luiz Fux.
Ficaram vencidos os ministros Edson Fachin e Marco
Aurélio.
 
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?
idConteudo=314867
 
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Isis Silvia 
12 de Agosto de 2016, às 22h35
Útil (36)
Achei o gabarito da questão absurdo. Não há na
Constituição Federal/1988 previsão de cassação de
brasileiro nato, a única previsão é de perda da
nacionalidade. Outra coisa, precisa de instauração de
processo? A questão não menciona brasileiro naturalizado e
sim nato. No julgado acima, colacionado pelos colegas, o
STF em momento algum menciona a necessidade de
processo de cassação. A banca errou feio. Mais um absurdo
de concurso público. O examinador não sabe aplicar a
decisão do STF ao caso concreto. Abusivo!
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Samila Lima 
23 de Janeiro de 2018, às 22h31
Útil (32)
Para quem, como eu, ficou na duvida entre as alternativas A
e C...Das dezenas de comentarios abaixo, o comentário do
colega Leo responde breve e diretamente a duvida.
....a perda da nacionalidade brasileira, neste caso, NÃO É
AUTOMÁTICA. Depende de processo ADMINISTRATIVO.
Assim eliminasse a alternativa A sobrando apenas a C como
correta!!!
GABARITO: C
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luizent luizent
16 de Novembro de 2016, às 03h25
Útil (31)
A perda da nacionalidade não é automática pois depende de
processo administrativo junto ao Min. da Justiça. Mas, como
bem dito pela colega que se reportou às alegações do
Procurador da República, este reconhecimento é de cunho
apenas declaratório, de sorte que ele apenas declara uma
situação fática já ocorrida (a perda da nacionalidade). Ou
seja, apenas declara que a perda da nacionalidade ocorreu
quando a esposa optou pela nacionalidade americana. Daí
que , de fato, penso que têm razão os que discordam do uso
do termo cassação, que é diferente de declaração da perda
de nacionalidade. E não só o termo cassação é infeliz como
também a expressão "PODE ter cassada", pois, no meu
entender, a declaração de perda da nacionalidade é ato
vinculado e não discricionário.
O problema é que o próprio STF usou o "infeliz" termo
"cassar" e a questão foi baseada no julgado que utilizou tal
termo e aí , de fato, a FCC tem embasamento no
ordenamento jurídico para a resposta da questão. 
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Bernardo Camargos 
04 de Novembro de 2016, às 21h25
Útil (29)
"A Primeira Turma, por maioria, denegou mandado de
segurança em que se questionava ato do ministro da Justiça
que declarara a perda da nacionalidade brasileira da
impetrante (CF, art. 12, § 4º, II), por ter adquirido outra
nacionalidade (Lei 818/1949, art. 23). No caso, a impetrante,
brasileira nata, obtivera a nacionalidade norte-americana de
forma livre e espontânea e, posteriormente, fora acusada,
nos Estados Unidos da América, da prática de homicídio
contra seu marido, nacional daquele país. Diante disso, o
governo norte-americano indiciara a impetrante e requerera
às autoridades brasileiras a prisão para fins de extradição. O
Colegiado entendeu que o ato do ministro da Justiça de
cassação da nacionalidade brasileira é legítimo, pois a
impetrante perdera a nacionalidade brasileira ao adquirir
outra em situação que não se enquadraria em qualquer das
duas exceções constitucionalmente previstas (...).”
[MS 33.864, rel. min. Roberto Barroso, j.19-4-2016, 1ª
T, Informativo 822.]
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Ana Carolina 
20 de Outubro de 2016, às 09h44
Útil (28)
eu só marquei A pq pensei q como ela voluntariamente
escolheu outra nacionalidade a perda da brasileira era
automática.
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Tâmara Jardim
04 de Janeiro de 2017, às 16h32
Útil (25)
questão fdp!
o que deu pra entender, depois da leitura de alguns
comentários, é o seguinte:
 
---> quando a questão falar apenas que a pessoa "adquiriu
outra nacionalidade, de forma espontânea", devemos
entender que ela ABDICOU da nacionalidade brasileira e,
portanto, DEIXOU de ser brasileira nata, perdeu sua
nacionalidade brasileira. 
logo, ela pode ser extraditada, já que não é mais brasileira
nata.
 
---> apenas se a questão trouxer algo que especifique, que
deixe claro que o país tal "admite o reconhecimento da
nacionalidade originária" ou então falar que o país tal "impôs
a naturalização como forma de permitir a permanência da
Fulana em seu território" - só assim é que estaremos diante
das execeções do art. 12, NÃO havendo, portanto, a perda
da nacionalidade brasileira.
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Kelly Sene
22 de Dezembro de 2016, às 22h40
Útil (24)
NOVO: “A Primeira Turma, por maioria, denegou mandado
de segurança em que se questionava ato do ministro da
Justiça que declarara a perda da nacionalidade brasileira da
impetrante (CF, art. 12, § 4º, II), por ter adquirido outra
nacionalidade (Lei 818/1949, art. 23). No caso, a impetrante,
brasileira nata, obtivera a nacionalidade norte-americana de
forma livre e espontânea e, posteriormente, fora acusada,
nos Estados Unidos da América, da prática de homicídio
contra seu marido, nacional daquele país. Diante disso, o
governo norte-americano indiciara a impetrante e requerera
às autoridades brasileiras a prisão para fins de extradição. O
Colegiado entendeu que o ato do ministro da Justiça de
cassação da nacionalidade brasileira é legítimo, pois a
impetrante perdera a nacionalidade brasileira ao adquirir
outra em situação que não se enquadraria em qualquer das
duas exceções constitucionalmente previstas (...).”
[MS 33.864, rel. min. Roberto Barroso, j.19-4-2016, 1ª
T, Informativo 822.]
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Carolina Rocha 
25 de Agosto de 2016, às 14h44
Útil (23)
Eu ainda não havia me conformado com esta questão.rs,
mas o informativo trazido pela Soraia Alves foi esclarecedor.
Obrigada. Então, se alguém mais tinha dúvida, fica aqui o
comentário acerca do tema, extraído do site "Dizer o
Direito": A doutrina denomina de “perda-mudança”. Se um
brasileiro, nato ou naturalizado, adquirir voluntariamente
uma nacionalidade estrangeira, perderá, então, a
brasileira. Esta perda ocorre por meio de um processo
administrativo, assegurado contraditório e ampla defesa,
que tramita no Ministério da Justiça. Este processo poderá
ser instaurado de ofício ou mediante requerimento (art. 23
da Lei nº 818/49). Após a tramitação do processo, a perda
efetiva-se por meio de Decreto do Presidente da
República. Esta hipótese de perda atinge tanto o brasileiro
nato como o naturalizado. Os efeitos do Decreto serão ex
nunc.
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Rhander Teixeira 
19 de Agosto de 2016, às 08h28
Útil (22)
O art. 12, § 4 da CF/88 diz que será DECLARADA a perda
da nacionalidade do brasileiro que:
II - adiquiri outra nacionalidade...
Ao meu ver, o gabarito está equivocado. Devendo ser
considerado como correto a alternativa "A".
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Carolina Rocha 
16 de Agosto de 2016, às 21h23
Útil (22)
Roberto Ximenes, com relação ao julgado que você
mencionou: 
Memorial entregue pela Procuradoria Geral da República.
Ref.: MS 33.864/DF e PPE nº 694 (18 de abril de 2016)
"[...] Aliás, note-se que a efetiva perda da nacionalidade
brasileira de CLAUDIA CRISTINA SOBRAL já havia ocorrido
desde a aquisição de sua naturalização norte-americana,
uma vez que o Ministro da Justiça limitou-se a declarar tal
ato. Isto porque, consoante leciona Francisco Rezek, o ato é
meramente declaratório e não constitutivo:
Nesta hipótese, em face da prova da naturalização
concedida lá fora, o presidente da República se limita a
declarar a perda da nacionalidade brasileira. Seu ato não
tem caráter constitutivo, vale dizer, não é dele que
deriva a perda, mas da naturalização, que o antecede, e
por força da qual se rompe o primitivo vínculo, restringindo-
se o Chefe do Governo, a posteriori, a dar publicidade
ao fato consumado”. (grifou-se)
Portanto, ao ingressar no Brasil, após o cometimento do
crime nos EUA, CLAUDIA CRISTINA SOBRAL já não mais
gozava do status de cidadã brasileira. [...]"
Ou seja, assim como a maioria - pelo que pude observar na
estatística - acho que a perda da nacionalidade, neste caso,
é automática. :(
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Examinador reprovado
17 de Agosto de 2016, às 16h34
Útil (20)
Não costumo criticar gabaritos, mas esse aí foi viajado na
marola do querido BOB MARLEY. Muitos ainda errarão esta
questão. Aprendi estudando Direito Constitucional que, no
momento em que se opta de forma livre por outra
nacionalidade, há a perda da antiga, razão pela qual não
haveria qualquer óbice para a extradição neste caso.
 
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vanda santos 
15 de Novembro de 2016, às 18h24
Útil (18)
Como se cassa algo que já está perdido. Se ele adquiriu a
outra nacionalidade espontaneamente, perde a brasileira.
Pra mim seria a letra A
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Marcela Carvalho
10 de Agosto de 2016, às 09h27
Útil (18)
Errei por causa da palavra "cassação".
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Einstein Concurseiro 
08 de Agosto de 2016, às 08h32
Útil (17)
Continuação...
A maioria dos cinco ministros da Primeira Turma considerou
válida a portaria do Ministério da Justiça, e cassou liminar do
Superior Tribunal de Justiça favorável à autora,
considerando legítima a decretação da perda da
nacionalidade, com fundamento, também, em outro
dispositivo constitucional (parágrafo 4º do artigo 12),
segundo o qual “será declarada a perda da nacionalidade do
brasileiro que (…) adquirir outra nacionalidade”, salvo em
dois casos (reconhecimento de nacionalidade originária pela
lei estrangeira; imposição de naturalização por norma
estrangeira a brasileiro residente em Estado estrangeiro).
 
O ministro-relator do mandado de segurança fez um
histórico do processo, até o momento em que o STJ acabou
por declinar de sua competência, e enviar o processo ao
STF, em face do pedido de extradição feito pelo governo
norte-americano. Ele sublinhou que não se estava
julgando a extradição da autora do mandado de
segurança, mas a preliminar constitucional sobre a
questão dos direitos do brasileiro nato que optou por
naturalização. E sublinhou que – no caso – a autora fez
questão de optar pela cidadania norte-americana,
mesmo sendo possuidora de um “green card”, o que lhe
dava o direito de permanecer e trabalhar nos Estados
Unidos.
 
O ministro Edson Fachin divergiu do relator, qualificou a
questão de “instigante”, e acabou por considerar que,
mesmo tendo se naturalizado cidadão norte-americana,
Claudia Cristina Sobral não poderia deixar de ser tida como
“brasileira nata que optou por outra nacionalidade’ e,
portanto, sob o abrigo do inciso 51 do artigo 5º, cláusula
pétrea da Constituição. Fachin foi seguido por Marco Aurélio
que falou em “direito constitucional indiscutível”.
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Soraia Alves
24 de Agosto de 2016, às 16h08
Útil (16)
NACIONALIDADE
 
A Primeira Turma, por maioria, denegou mandado de
segurança em que se questionava ato do ministro da Justiça
que declarara a perda da nacionalidade brasileira da
impetrante (CF, art. 12, § 4º, II), por ter adquirido outra
nacionalidade (Lei 818/1949, art.23). No caso, a impetrante,
brasileira nata, obtivera a nacionalidade norte-americana de
forma livre e espontânea e, posteriormente, fora acusada,
nos Estados Unidos da América, da prática de homicídio
contra seu marido, nacional daquele país. Diante disso, o
governo norte-americano indiciara a impetrante e requerera
às autoridades brasileiras a prisão para fins de extradição. O
Colegiado entendeu que o ato do ministro da Justiça de
cassação da nacionalidade brasileira é legítimo, pois a
impetrante perdera a nacionalidade brasileira ao adquirir
outra em situação que não se enquadraria em qualquer das
duas exceções constitucionalmente previstas: (i) tratar-se de
mero reconhecimento de outra nacionalidade originária,
considerada a natureza declaratória desse reconhecimento
(art. 12, § 4º, II, “a”); e (ii) ter sido a outra nacionalidade
imposta pelo Estado estrangeiro como condição de
permanência em seu território ou para o exercício de direitos
civis (art. 12, § 4º, II, “b”  INFO-STF- 822- FONTE: ESINF
LETRA C
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Juli Li
19 de Setembro de 2016, às 19h45
Útil (15)
Redação tosca, a criatura abriu mão espontaneamente da
nacionalidade- ou seja- deixou de ser nata e passou a ser
americana.
Concordo que o termo "automaticamente" utilizado na letra A
é errado, pois depende de um processo, porém dizer que
poderá ser cassada a nacionalidade brasileira? Essa já foi
pro brejo,não é? Vai cassar o quê?
 
Uma reportagem sobre o 1º caso de extradição de nato (nato
que não é mais nato...que bagunça).
 
http://www.brazilianvoice.com/bv_noticias/brasileira-que-
matou-marido-pode-ser-condenada-morte-nos-eua.html
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Fabrício Acunha 
04 de Abril de 2017, às 09h08
Útil (15)
CASSAÇÃO de direitos políticos?????????????
 
Na CF diz que não pode...  O STF é apenas o guardião da
CF; e o fato de, no seu julgado, ele usar a
palavra CASSAÇÃO, não pode tornar essa questão correta,
pois contraria o que está escrito na CF que veda
a CASSAÇÃO...
 
Não concordo...
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Ester M 
09 de Agosto de 2016, às 00h13
Útil (14)
Perda da nacionalidade tudo bem, mas Cassação?
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Jeremias Barreto
18 de Janeiro de 2017, às 18h05
Útil (14)
A questão foi até inteligente, mas as alternativas não
contemplam 100% a resposta. A letra C estaria,
integralmente, correta se fosse utilizado o termo anulada em
detrimento de cassada. Francamente FCC! 
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LEVI TERCEIRO 
12 de Setembro de 2016, às 20h46
Útil (13)
Detalhe:
FCC-2009-PGE-SP- Q12829
A obtenção de outra nacionalidade Acarretará a perda
automática da nacionalidade brasileira e,
consequentemente, dos direitos políticos. CORRETA
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Jean Trechaud
13 de Dezembro de 2016, às 03h20
Útil (13)
Na decisão do STF não fala em cassação, apenas na perda
da nacionalidade, o termo foi mal empregado pela banca,
questão passível de anulação, pois pode ser declarada a
perda da nacionalidade e não a sua cassação. (art. 12, § 4º,
da CF). 

Para quem quiser ver o


julgado http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAnd
amento.asp?
numero=33864&classe=MS&origem=AP&recurso=0&tipoJul
gamento=M
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Aline And
31 de Agosto de 2016, às 08h18
Útil (12)
A palavra "cassação" parece mal utilizada mesmo, em
nenhum momento a decisão do STF refere-se à cassação
da nacionalidade.
 
Outra coisa que me deixa na dúvida é que a questão não
explicita que houve reconhecimento de nacionalidade
originária pela lei estrangeira, então devemos presumir que
não houve? Sei que no caso concreto julgado pelo STF a
pessoa optou livremente pela nacionalidade, mas na prática
poderia muito bem o país estrangeiro reconhecer a
nacionalidade brasileira como originária, não? 
Apesar do enunciado dizer que ela optou "de livre e
espontânea vontade", ainda haveria a segunda exceção,
do reconhecimento de nacionalidade originária pela lei
estrangeira. Não é por que no caso concreto do STF não
houve que não poderia haver na questão. Acho que é uma
omissão que induz a erro.
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Top Gun 
16 de Outubro de 2016, às 13h01
Útil (11)
Sobre a perda automática ou não.
1. Sobre a posição da FCC em 2009, ocorre gente que o
mundo muda e já estamos em 2016. Direito muda com a
jurisprudência.
2. Segundo, a perda automática de algo tão importante
como a nacionalidade não deixa de ser um absurdo...
principalmente quando a CF NÃO É EXPRESSA SOBRE
ISSO. Não se pode interpretar restrições a direitos de forma
ampliativa.
3. Todavia, sinto que a questão deveria ter sido anulada,
porque a CF veda a cassação de direitos políticos. A
nacionalidade é a base dos direitos políticos, logo não
poderia ser cassada.
bons estudos
 
 
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franz BM
14 de Agosto de 2016, às 17h58
Útil (10)
Pela decisão do STF não há cassação. O que ocorreu
foi uma declaração do Ministro da Justiça da perda da
nacionalidade, eis que essa perda ocorreu no exato
momento em que a pessoa aceita outra nacionalidade. 
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Otoniel Filho 
23 de Agosto de 2016, às 21h53
Útil (10)
Errei a questão por causa da  palavra "cassada" nunca vi ser
aplicada nestes termos, este ano 2016 o STF jugou caso
parecido:
Se um brasileiro nato que mora nos EUA e possui o green c
ard decidir adquirir a nacionalidade norte americana, ele irá 
perder a nacionalidade brasileira.  Não se pode afirmar que
a presente situação se enquadre na exceção prevista na
alínea “b” do § 4º do art. 12 da CF/88. Isso porque, como ele
já tinha o green card, não havia necessidade de ter adquirido
a nacionalidade norte-americana como condição para
permanência ou para o exercício de direitos civis.  O
estrangeiro titular de green card já pode morar e trabalhar
livremente nos EUA.  Dessa forma, conclui-se que a
aquisição da cidadania americana ocorreu por livre e
espontânea vontade. Vale ressaltar que, perdendo a
nacionalidade, ele perde os direitos e garantias inerentes ao
brasileiro nato. Assim, se cometer um crime nos EUA e fugir
para o Brasil, poderá ser extraditado sem que isso configure
ofensa ao art. 5º, LI, da CF/88. STF. 1ª Turma. MS
33864/DF, Rel. Min. Roberto Barroso, julgado em
19/4/2016 (Info 822).
FONTE: DIZER O DIREITO
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Rodrigo inacio
10 de Janeiro de 2017, às 12h58
Útil (10)
Povo posta um monte de comentário repetido
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Bu bu 
06 de Fevereiro de 2018, às 22h10
Útil (10)
cita-se o informativo 859 STJ:
NACIONALIDADE- Brasileiro, titular de green card, que
adquire nacionalidade norte-americana, perde a
nacionalidade brasileira e pode ser extraditado pelo Brasil
Se um brasileiro nato que mora nos EUA e possui o green
card decidir adquirir a nacionalidade norte-americana, ele irá
perder a nacionalidade brasileira. Não se pode afirmar que a
presente situação se enquadre na exceção prevista na
alínea “b” do inciso II do § 4º do art. 12 da CF/88. Isso
porque, como ele já tinha o green card, não havia
necessidade de ter adquirido a nacionalidade norte-
americana como condição para permanência ou para o
exercício de direitos civis. O estrangeiro titular de green card
já pode morar e trabalhar livremente nos EUA. Dessa forma,
conclui-se que a aquisição da cidadania americana ocorreu
por livre e espontânea vontade. Vale ressaltar que, perdendo
a nacionalidade, ele perde os direitos e garantias inerentes
ao brasileiro nato. Assim, se cometer um crime nos EUA e
fugir para o Brasil, poderá ser extraditado sem que isso
configure ofensa ao art. 5º, LI, da CF/88. STF. 1ª Turma. MS
33864/DF, Rel. Min. Roberto Barroso, julgado em 19/4/2016
(Info 822). STF. 1ª Turma. Ext 1462/DF, Rel. Min. Roberto
Barroso, julgado em 28/3/2017 (Info 859).
Importânte ressaltar que a perda da nacionalidade depende
de processo administrativo instaurado pelo Ministro da
Justiça, ou seja, não é uma perda automática. 
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ceifa dor 
29 de Agosto de 2016, às 11h34
Útil (9)
Cassação de nacionalidade? No Brasil? Só rindo mesmo
desta banca desqualificada
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Marco M
04 de Outubro de 2016, às 16h59
Útil (8)
Acredito que o cerne da questao, esta na interpretacao do
enunciado, que diz  "à luz da Constituição Federal e da
jurisprudência do Supremo Tribunal Federal", pois se
formos analisar a questão apenas conforme a CF, ela estaria
errada pois a CF, fala que será declara a perda, isto é, em
uma leitura rápida, alguns podem entender que esta perda
seria automatica. Porém lendo o informarico 822 STF de
2016, chega-se a conclusão que esta perda não é
automatica como diz a alternativa a), mas sim que precisa
de um processo adminstrativo, assegurada a ampla defesa e
o contraditorio, para ao final o MInistro da Justiça decidir se
perde ou não a nacionalidade, para só então verificar-se a
possibilidade de extradição
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Cainã Gomes 
23 de Dezembro de 2016, às 20h58
Útil (8)
Houve, realmente, uma certa impropriedade da banca no
termo ''cassada'', aqui entra o fator sorte para o concursando
entender a malicia da banca também.
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Tiago Costa 
08 de Agosto de 2016, às 09h06
Útil (8)
O ministro-relator do mandado de segurança fez um
histórico do processo, até o momento em que o STJ
acabou por declinar de sua competência, e enviar o
processo ao STF, em face do pedido de extradição feito
pelo governo norte-americano. Ele sublinhou que não se
estava julgando a extradição da autora do mandado de
segurança, mas a preliminar constitucional sobre a
questão dos direitos do brasileiro nato que optou por
naturalização. E sublinhou que – no caso – a autora fez
questão de optar pela cidadania norte-americana,
mesmo sendo possuidora de um “green card”, o que lhe
dava o direito de permanecer e trabalhar nos Estados
Unidos.
O ministro Edson Fachin divergiu do relator, qualificou a
questão de “instigante”, e acabou por considerar que,
mesmo tendo se naturalizado cidadão norte-americana,
Claudia Cristina Sobral não poderia deixar de ser tida como
“brasileira nata que optou por outra nacionalidade’ e,
portanto, sob o abrigo do inciso 51 do artigo 5º, cláusula
pétrea da Constituição. Fachin foi seguido por Marco Aurélio
que falou em “direito constitucional indiscutível”.
Os ministros Luiz Fux e Rosa Weber seguiram Roberto
Barroso.
 
Fonte: http://jota.uol.com.br/stf-decide-brasileiro-nato-pode-
perder-nacionalidade-e-ser-extraditado
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Marcele Muller
04 de Outubro de 2016, às 09h26
Útil (8)
Questão medonha! Cassar o quê se ela por vontade abre
mão da nacionalidade brasileira! No momento do crime ela
já não era mais brasileira nata! Mesmo não tendo a melhor
redação (porque você não perde de forma automática,
depende de um processo administrativo que tramitará no
Ministério da Justiça e a perda é efetivada através de um
Decreto do PR produzindo efeitos Ex Nunc), a letra A
deveria ser a resposta. 
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Cibele Vergo
08 de Março de 2018, às 09h11
Útil (7)
Essa questão foi baseada m fatos reais. Houve o primeiro
caso de extradição de brasileira nata, que adquiriu outra
nacionalidade e não se enquadrava em nenhum dos casos
de exceção de perda da nacionalidade brasileira. .
 https://www.conjur.com.br/.../turma-stf-autoriza-extradicao-
brasileira-acusada-homicidio
 
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beatriz palhau
22 de Outubro de 2016, às 15h21
Útil (7)
Ahhhhh Walter Cardoso!!!
Acho que pode sim pedir música!! kkkkkkkkkkkkkkkkk
Eu errei 2 vezes!!! E já tö querendo pedir!!!
 
Deus nos abençõe e fortaleça!!
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Thiago Mariotti
18 de Janeiro de 2017, às 11h54
Útil (7)
60 comentários já é piada galera ¬¬
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Priscila :) 
12 de Agosto de 2016, às 09h36
Útil (6)
errei bonito
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Murilo . 
15 de Novembro de 2016, às 14h58
Útil (6)
"Juliana, brasileira nata, obteve a nacionalidade norte-
americana, de forma livre e espontânea (...)"
Ela não poderia ter dupla nacionalidade e, então, continuar
como brasileira nata? Descartei a alternativa "a" justamente
pelo fato de imaginar que os EUA aceitassem duplica
nacionalidade e, por isso, ela ainda manter a nacionalidade
brasileira (nata). A questão não fala que ela abriu mão da
nacionalidade brasileira, tampouco tenho como saber isso.
Estou viajando muito?
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Marcita Mattos 
21 de Outubro de 2016, às 22h31
Útil (6)
Questão ultra mega Power ... continuemos com o foco!
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HeiDePassar . 
31 de Outubro de 2016, às 23h18
Útil (4)
Nada é imediato.
 
----
"Como a abelha trabalha na escuridão, o pensamento
trabalha no silêncio e a virtude no segredo." Mark Twain.
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julia vieira 
17 de Fevereiro de 2018, às 10h34
Útil (4)
A questão trata de um caso específico, pra quem quiser
entender melhor indico ler a explicação do dizer o direito
inteira sobre o caso, que é a mais didática possível.. A FCC
já cobrou uma vez e pode cobrar novamente.
 
Muitas vezes as decisões dos tribunais são totalmente
incongruentes, mas elas caem nas provas e quando você
entende os fundamentos da decisão, mesmo que ela não
faça sentido de acordo a letra da lei, você não esquece e
não erra mais.
 
link da explicação:
https://dizerodireitodotnet.files.wordpress.com/2017/05/info-
859-stf1.pdf
A tese de defesa de Maria foi aceita?
 
NÃO. A situação de Maria não se enquadra em nenhuma
das duas exceções dos incisos I e II do § 4º do art. 12 da
CF/88. Isso porque como a interessada já tinha o green
card, não havia necessidade de ela ter adquirido a
nacionalidade norte-americana como condição para
permanência ou para o exercício de direitos civis. Com o
green card, ela já poderia morar e trabalhar livremente
nos EUA. Dessa forma, conclui-se que a aquisição da
cidadania americana ocorreu por livre e espontânea
vontade. Vale ressaltar que Maria não tinha nenhuma
relação com os EUA que lhe garantisse o direito de
adquirir a nacionalidade originária americana, nos
termos da alínea “a” do inciso II do § 4º do art. 12 (ex:
Maria não era filha de norte-americanos nem nasceu em
solo estadunidense).
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Dyego Porto 
16 de Agosto de 2016, às 23h49
Útil (4)
Tinha conhecimento do informativo, mas errei porque
simplesmente não se fala em "cassação" da nacionalidade
da mulher envolvida. Não acho razoável levar o
entendimento da FCC para outras bancas, como CESPE,
FGV. 
 
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Darth Iurle
25 de Agosto de 2016, às 11h58
Útil (4)
Já vi isso no mundo real > http://g1.globo.com/rj/regiao-
serrana/noticia/2016/04/mulher-acusada-de-matar-marido-
nos-eua-e-presa-pela-pf-no-brasil.html
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LUCAS ",)_/
14 de Outubro de 2016, às 12h09
Útil (4)
Só achei estranho o termo "CASSADA" utilizado na
alternativa C, pois o texto constitucional apenas fala
"DECLARADA A PERDA".
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Kamilla
17 de Outubro de 2016, às 19h41
Útil (4)
Embora não concorde, parece que o gabarito foi mantido
com a letra: C
Bons estudos! Jesus Abençoe!
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Washington Matos 
18 de Janeiro de 2018, às 11h08
Útil (4)
Troca-se o nome de Juliana para Cláudia que fica tudo certo.
 
A propósito, em Julho de 2013 o Ministério da Justiça
confirmou a anulação da nacionalidade brasileira, ou seja,
pôde ser extraditada para ser julgada nos EUA.
 
http://www.bbc.com/portuguese/brasil-42727904
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george martins
03 de Novembro de 2016, às 11h07
Útil (3)
O problema é que na decisão não fala na palavra "cassada",
mas a FCC quer impor isso ao candidato. 
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Jonathan Bradley 
29 de Dezembro de 2016, às 22h08
Útil (3)
A questão deveria ser anulada porque ela se naturalizou
americana por livre e espontânea vontade, então não entra
nas exceções do Art. 12, p 4º, II da CF.
 
 
 
 
 
 
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Kelvyn
10 de Março de 2017, às 15h43
Útil (3)
Eu acertei a questão, mas fiquei em dúvida se a lei
estrangeira, no caso a americana, poderia reconhecer a
nacionalidade brasileira da moça. Assim sendo, ela teria
dupla nacionalidade e como ainda poderia ser brasileira nata
não seria extraditada. Fiquei procurando alguma opção que
comentasse sobre este reconhecimento, mas como não
houve, elegi a alternativa que me pareceu mais correta.  
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Pâmella Almeida
22 de Fevereiro de 2018, às 18h58
Útil (2)
Muito boa a questão. GABARITO: LETRA C.
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Wendell Pablo 
28 de Maio de 2018, às 12h04
Útil (1)
NOTÍCIA ATUALIZADA !!!
http://www.bbc.com/portuguese/brasil-42727904
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Ricardo Ribeiro
28 de Maio de 2018, às 16h42
Útil (1)
questão mal elaborada, o enunciado não deixou claro se os
estados unidos permitem ou não a dupla nacionalidade,
nesse sentido, o brasileiro que possui dupla nacionalidade
não poderá ser extraditado pois ainda continua sendo nato
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Gabriel Cury 
13 de Agosto de 2016, às 16h20
Útil (1)
Concordo isis
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Dangello Santos
28 de Setembro de 2016, às 13h04
Útil (1)
Concordo com a Juli Li, pois não entendo como cassar algo
que já não existe.
Outra dúvida que me veio é como fazer para obter a
nacionalidade brasileira nesses casos, basta regressar ao
Brasil?
Indiquei a questão para comentário. 
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sarath machado 
26 de Outubro de 2017, às 15h51
Útil (1)
Confusa mas exelente questão...inteligente ee vamos
estudar povo
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VICTOR MOREIRA 
04 de Outubro de 2016, às 16h40
Útil (0)
BOAS CONSIDERAÇÕES DA AMIGA MARCELE FAUSTO,
IDEM. 
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Carmem Assis
11 de Setembro de 2016, às 11h50
Útil (0)
Meus amigos a acusada renunciou a nacionalidade brasileira
quando aceitou a norte americana nesse caso pode ser
extraditada sem problema algum, vejam que se fosse
condição para permanecer nos EUA não perderia a
nacionalidade brasileira ficaria com as duas, na minha opião
o termo cassação foi utilizado incorretamente no julgado do
STF mais fazer o que eles que são Ministros sou apenas
bacharel kkkkkkkkkkkk 
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AMANDA ANDRADE 
21 de Janeiro de 2018, às 20h25
Útil (0)
Aberração júridica. No Brasil a Justiça usa venda rasgada
kkkkkkk
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Carlos Dias
09 de Janeiro de 2018, às 20h56
Útil (0)
Acho melhor nem fazer concurso da FCC, vai que cassam
minha nacionalidade, não quero me tornar
apátrida/heimatlos.
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03
Q628927
Direito Constitucional 
 Direitos da Nacionalidade
Ano: 2016
Banca: FCC
Órgão: TRF - 3ª REGIÃO
Prova: Analista Judiciário - Área Administrativa
Abenebaldo, originariamente holandês, solicitou e obteve a
sua naturalização brasileira no ano de 2014. Após o
decurso de um mês do encerramento do processo de
naturalização, apurou-se que em 2011, em seu país natal,
Abenebaldo esteve comprovadamente envolvido em tráfico
ilícito de entorpecentes. Sendo assim, 
 a)
a naturalização será automaticamente cassada, devendo
Abenebaldo ser imediatamente extraditado. 
 b)
a naturalização será automaticamente cassada, devendo
Abenebaldo ser imediatamente deportado. 
 c)
Abenebaldo poderá ser extraditado, vez que o crime ocorreu
antes de sua naturalização, o que não seria possível caso o
delito tivesse sido praticado após tal ato. 
 d)
Abenebaldo não poderá ser extraditado, vez que o crime
ocorreu antes de sua naturalização. 
 e)
Abenebaldo poderá ser extraditado, independentemente de
o crime ter sido praticado antes ou após a sua
naturalização. 
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Tiago Costa 
17 de Abril de 2016, às 12h00
Útil (548)
Letra (e)
 
 
CF.88, Art. 5º, LI - nenhum brasileiro será extraditado, salvo
o naturalizado, em caso de crime comum, praticado antes da
naturalização, ou de comprovado envolvimento em tráfico
ilícito de entorpecentes e drogas afins, na forma da lei;
 
 
Tráfico ilícito de entorpecentes é o único crime
praticado após a naturalização que possibilita a
extradição do brasileiro naturalizado. Nas demais
hipóteses, o brasileiro naturalizado somente poderá ser
extraditado se o crime houver sido praticado antes da
naturalização.
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HELB COSTA 
23 de Abril de 2016, às 22h56
Útil (253)
Brasileito nato:
O brasileiro nato não pode ser extraditado.
 
Brasileiro naturalizado:
O braileiro naturalizado pode ser extraditado em 2
hipóteses:
                a) prática crime comum cometido antes da
naturalização;
                b) ou em envolvimento com tráfico de
entorpecentes a qualquer tempo.
 
 
 
1) Estrangeiro comete o crime e foge para o Brasil:
                            Se for crime político ou de opinião, não
ocorrerá extradição.
2) Brasileiro naturalizado comete crime e foge para o Brasil:
                             Será extraditado se for delito cometido
antes da naturalização ou se for delito de tráfico de drogas.
3) Brasileiro nato comete crime e foge para o Brasil:
                             Extradição impossível.
 
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Erica Moreira 
22 de Abril de 2016, às 01h13
Útil (127)
Alternativa correta:  E
 
Abenebaldo, originariamente holandês, solicitou e obteve a
sua naturalização brasileira no ano de 2014. Após o decurso
de um mês do encerramento do processo de naturalização,
apurou-se que em 2011, em seu país natal, Abenebaldo
esteve comprovadamente envolvido em tráfico ilícito de
entorpecentes. Sendo assim, 
 
 
a) INCORRETO. A naturalização não será automaticamente
cassada. Aliás, a cassação se refere aos direitos políticos
(art. 15, CF/88), não à naturalização, que pode ser
cancelada.  De todo modo, no Brasil, a cassação de direitos
políticos, não é admitida em nenhuma hipótese, conforme
art. 15, já mencionado.
 
 
b) INCORRETO. No que tange à cassação, a ideia é a
mesma da alternativa “a”, todavia, a deportação também não
seria aplicável ao caso, haja vista que esta, apesar de ser
uma forma de devolução do estrangeiro ao exterior, não está
ligada à prática de delito, mas sim, de entrada ou estada
irregular de estrangeiro no país (diferente da situação
narrada no texto).
 
c) INCORRETO.  Aqui, o examinador tentou confundir o
candidato, pois isso ocorreria caso Abenebaldo tivesse
praticado crime comum antes da naturalização e não tráfico
ilícito de entorpecentes, conforme narrado no texto.
 
 
d) INCORRETO. Não interessa em que momento
Abenebaldo praticou o crime, se antes, ou depois da
naturalização, pois o comprovado envolvimento do brasileiro
naturalizado com tráfico ilícito de entorpecentes e drogas
afins, autoriza a extradição dele independentemente da
prática do crime ter ocorrido antes ou depois da
naturalização.
 
 
e) CORRETO.  Pedro Lenza ( Direito Constitucional
Esquematizado, 16ª. ed. p. 1104), ao fazer referência ao
artigo 5º, LI da CF/88, aduz que “ o brasileiro nato nunca
poderá ser extraditado. Já o naturalizado poderá ser
extraditado em duas situações:
 
Crime comum: o naturalizado poderá ser extraditado
somente se praticou o crime comum antes da naturalização;
 
Tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins: no caso
de comprovado envolvimento em tráfico ilícito de
entorpecentes e drogas afins, na forma da lei, o brasileiro
naturalizado poderá ser extraditado, não importando o
momento da prática do fato típico, seja antes, seja depois da
naturalização”(grifos meus).  
 
Art. 5º, LI, CF/88- nenhum brasileiro será extraditado, salvo
o naturalizado, em caso de crime comum, praticado antes
da naturalização, ou de comprovado envolvimento em tráfico
ilícito de entorpecentes e drogas afins, na forma da lei;
 
Bons estudos! =)
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OCTAVIO NETO
28 de Abril de 2016, às 16h50
Útil (76)
Brasileiro naturalizado:
O braileiro naturalizado pode ser extraditado em 2
hipóteses:
                a) prática crime comum cometido antes da
naturalização;
                b) ou em envolvimento com tráfico de
entorpecentes a qualquer tempo.
 
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samuel cal 
19 de Outubro de 2016, às 12h08
Útil (69)
Galera, só pra descontrair, mas ABENEBALDO lá é nome de
holandês?? kkkkkkkkkkkkkk!
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Marcio Antonelli
14 de Junho de 2016, às 23h00
Útil (55)
Gabarito letra E
Crime comum antes da naturalização ele pode ser
extraditado, depois da naturalização ele responde no Brasil.
Envolvimento em trafico ilícito poderar ser extraditado
independentemente de o crime ser praticado antes ou após
a sua nacionalização.
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Rodrigo Gois 
23 de Abril de 2016, às 22h04
Útil (55)
CRIME COMUM = ANTES > TRÁFICO ILÍCITO = ANTES
OU DEPOIS.
DEPORTAÇÃO > entrou irregularmente no país 
EXPULSÃO> crime contra a nação, grave desordem
EXTRADIÇÃO> crime comum  antes> tráfico depois
FUNDAMENTAÇÃO 
Deportação consiste em devolver o estrangeiro ao exterior,
por meio
de medida compulsória adotada pelo Brasil, quando o
estrangeiro entra ou
permanece irregularmente no nosso territóri
-
Expulsão é medida coercitiva tomada pelo Estado, para
retirar forçadamente de seu território um estrangeiro que
praticou atentado à ordem jurídica do país em que se
encontra. A expulsão é medida de caráter político-
administrativo, não dependente de requisição do país
estrangeiro, sendo medida de exclusiva conveniência e
discricionariedade do Presidente da República.
*> Não existe deportação ou expulsão de brasileiro.
A extradição passiva é aquela em que o Estado
estrangeiro pede ao Brasil a
entrega do criminoso. A extradição passiva inicia com o
requerimento do Estado
estrangeiro, que deve ser examinado pelo Poder Judiciário
brasileiro, a quem cabe
decidir sobre o atendimento dos pressupostos para a
entrega do criminoso, e se
completa no plano administrativo, com o atendimento do
pedido, se for o caso
.A competência para processar e julgar o pedido de
extradição feito
por Estado estrangeiro é do Supremo Tribunal
Federal (CF, art. 1 02, I,
"g"), mas a entrega do extraditando ao Estado requerente
é atribuição do
Presidente d a República, na condição de chefe de
Estado (CF, art. 84, VII).
-
O brasileiro nato jamais será extraditado. O
brasileiro naturalizado, em
regra, também não será extraditado, feitas exceções,
porém, no caso de crime
comum, praticado antes da naturalização, e na hipótese de
comprovação do
seu envolvimento, a qualquer tempo, em tráfico ilícito de
entorpecentes ou
drogas afins.

 
 
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Murilo TRT 
06 de Março de 2017, às 16h37
Útil (54)
GABARITO ITEM E
 
NUNCA ESQUEÇA ESSE ESQUEMA:
 
BRASILEIRO NATURALIZADO SERÁ EXTRADITADO:
 
-CRIME COMUM ---> ANTES DA NATURALIZAÇÃO
 
-TRÁFICO --->QUALQUER MOMENTO.
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wilson ss
03 de Maio de 2016, às 12h00
Útil (52)
Art. 5º, LI, da CF: Nenhum brasileiro será extraditato.
                             Salvo: o naturalizado:  em caso de crime
comum praticado antes da naturalização ou de comprovado
envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas
afins, neste caso a qualquer tempo.
                                        
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GUERREIRA CONCURSEIRA 
25 de Agosto de 2016, às 22h42
Útil (44)
EXTRADITADO SOMENTE O NATURALIZADO 
POR CRIME COMUM - ANTES NATURALIZAÇÃO
POR TRAFICO: PRATICADO A QUALQUER TEMPO
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Arthur Camacho 
18 de Abril de 2016, às 11h26
Útil (37)
Art. 5º, Inciso LI CF/88: nenhum brasileiro será extraditado,
salvo o naturalizado, em caso de crime comum, praticado
antes da naturalização, ou de comprovado envolvimento
em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, na
forma da lei;
 
“Extradição passiva de caráter executório. Tratado de
extradição entre o Brasil e o Equador. Extraditando
condenado pela prática de crime comum (estupro) no Estado
requerente. Brasileiro naturalizado antes do cometimento do
delito. Proteção constitucional (CF, art. 5º, LI). Pedido de
extradição indeferido. (...) O brasileiro naturalizado, em tema
de extradição passiva, dispõe de proteção constitucional
mais intensa que aquela outorgada aos súditos estrangeiros
em geral, pois somente pode ser extraditado pelo
Governo do Brasil em duas hipóteses excepcionais:
crimes comuns cometidos antes da naturalização e tráfico
ilícito de entorpecentes e drogas afins praticado em
qualquer momento, antes ou depois de obtida a
naturalização.” (Ext 1.223, rel. min. Celso de Mello,
julgamento em 22-11-2011, Segunda Turma, DJE de 28-2-
2014.)
 
GABARITO: e) Abenebaldo poderá ser extraditado,
independentemente de o crime ter sido praticado antes
ou após a sua naturalização.
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thiago brandao
21 de Janeiro de 2017, às 13h11
Útil (36)
tráfico ilícito de entorpecentes----- >>>> INDEPENDE DO
MOMENTO= EXTRADIÇÃO
CRIME COMUM --->>> PRATICADO ANTES DA
NATURALIZAÇÃO = EXTRADIÇÃO
CF/88
ART. 5 LI - nenhum brasileiro será extraditado, salvo o
naturalizado, em caso de crime comum, praticado antes da
naturalização, ou de comprovado envolvimento em tráfico
ilícito de entorpecentes e drogas afins, na forma da lei;
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Examinador reprovado
25 de Agosto de 2016, às 11h25
Útil (32)
Prisicla, cuidado com o que vc escreve, pois sua afirmação
inicial está muito equívocada. BRASILEIRO NATO NÃO
PODE SER EXTRADITADO.
 
Vc interpretou mal esse julgado do STF. O brasileiro que
adquiri por livre e espontânea vontade outra nacionalidade
deixa de ser brasileiro nato, por isso pode ser extraditado.
Assim, é um tremendo equívoco afirmar que o brasileiro nato
pode ser extraditado, pois há expressa vedação nesse
sentido.
 
Repito, o brasileiro que opta voluntariamente por outra
nacionalidade não será mais considerado brasileiro nato, por
isso que pode ser extraditado.
 
Deve-se ter mais atenção. Bons estudos.
 
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Carolina C 
27 de Novembro de 2017, às 12h18
Útil (25)
NATO-NUNCA
NATURALIZADO- CRIME PRATICADO:
CRIME COMUM-ANTES
TRAFICO-ANTES OU DEPOIS
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Alonso Jose
05 de Junho de 2016, às 09h47
Útil (24)
brasileiro nato não pode ser extraditado
brasileiro naturalizado por crime comum antes da
naturalizaçao e antes ou depois se envolvimento com
drogas ilicitas
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Washington Matos 
13 de Agosto de 2017, às 18h06
Útil (23)
Para fixar
Crime comum - O naturalizado só poderá ser extraditado
caso o crime tivesse ocorrido antes da naturalização.
Tráfico de entorpecentes - O naturalizado poderá ser
extraditado a qualquer tempo.
Gab. E
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G B 
06 de Janeiro de 2017, às 16h00
Útil (21)
a) a naturalização será automaticamente
cassada, devendo Abenebaldo ser imediatamente
extraditado. 
 b) a naturalização será automaticamente cassada,
devendo Abenebaldo ser imediatamente deportado. 
 
As alternativas "a" e "b" estão incorretas, pois a perda da
naturaliação não se opera de forma automática, devedo
se dar por meio de processo judicial com trâsito,
provocado pelo Ministro da Justiça, solicitação de
qualquer cidadão ou por provocação do Ministério
Público Federal, correndo perante a Justiça Federal. 
 
c) Abenebaldo poderá ser extraditado, vez que o crime
ocorreu antes de sua naturalização, o que não seria possível
caso o delito tivesse sido praticado após tal ato. 
 d) Abenebaldo não poderá ser extraditado, vez que o crime
ocorreu antes de sua naturalização. 
 e)Abenebaldo poderá ser extraditado, independentemente
de o crime ter sido praticado antes ou após a sua
naturalização. 
 
Em relação às alternativas "c", "d" e "e ", elas estão erradas,
pois no caso do crime de tráfico não importa se ele ocorreu
antes ou depois da naturalização, conforme art. 5, LI, da
CF/88.
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Jéssica Silva 
18 de Agosto de 2017, às 14h39
Útil (20)
Queria saber o nome da doença que faz a pessoa comentar
exatamente o que já foi comentado umas 50x igual.
Carência, eu acho.
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Willians Costa
15 de Julho de 2016, às 15h37
Útil (19)
TRÁFICO ILÍCITO DE ENTORPECENTE SERÁ
EXTRADITADO A QUALQUER TEMPO ! 
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Jorge Azevedo 
22 de Dezembro de 2016, às 22h33
Útil (17)
Entendo que não cabe analogia da situação apresentada
pela questão com qualquer outra. Se a banca expôs a
situação acima, deve-se se analisar tão-somente a
situação acima.

Brasileiro nato: NÃO poderá ser extraditado. (STF decidiu o


contrário, recentemente, mas não vem ao caso)
Brasileiro naturalizado: PODERÁ ser extraditado, QUANDO:
     - (qualquer) crime (comum) praticado antes da
naturalização;
     - crime de tráfico de entorpecentes praticado a
qualquer tempo. --> Caso exposto na questão.

Logo, gabarito LETRA "E".


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Oliver Queen 
01 de Novembro de 2017, às 14h39
Útil (17)
GAB''E''
 
CLÁSSICA FCC
 
EXTRADIÇÃO NATO:  NUNCA
 
 
EXTRADIÇÃO NATURALIZADO: 
                                                             -CRIME COMUM  -->
PRATICADO ANTES DA NATURALIZAÇÃO
                                                         -TRÁFICO
ENTORPECENTE -->  A QUALQUER TEMPO
 
 
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vitor m
20 de Abril de 2016, às 16h46
Útil (14)
Severo e Marcella, na verdade o erro da assertiva A (e da B)
está na palavra cassação. A CF/88 proíbe a cassação de
direitos políticos. Admite-se a perda e suspensão nas
hipóteses do Art. 15. Se me lembro bem, apenas o
cancelamento da naturalização é causa de perda, o resto é
de suspensão.
Art. 15. É vedada a cassação de direitos políticos, cuja perda
ou suspensão só se dará nos casos de:
I - cancelamento da naturalização por sentença transitada
em julgado;
II - incapacidade civil absoluta;
III - condenação criminal transitada em julgado, enquanto
durarem seus efeitos;
IV - recusa de cumprir obrigação a todos imposta ou
prestação alternativa, nos termos do art. 5º, VIII;
V - improbidade administrativa, nos termos do art. 37, § 4º.
 
Importante lembrar que a 1a Turma do STF em 19.04.16 por
3 a 2 admitiu a extradição de brasileiro nato que tenha
adquirido a dupla naturalização. O caso era na hipótese de
aquisição de nacionalidade estrangeira por opção (sem ser
como requisito para exercício de direitos civis). O STF
entendeu que a extraditando, ao adquirir a nacionalidade
americana por opção, abdicou da nacionalidade brasileira.
 
Severo, acho que você se equivocou no exemplo. Se você,
boliviano, praticou crime comum (homicídio) antes da
naturalização, admite-se a extradição do naturalizado. O que
importa não é a data do pedido de extradição, mas do crime.
 
 
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Leo 
07 de Janeiro de 2017, às 22h56
Útil (13)
 
                                                               EXTRADIÇÃO
É possível a extradição de brasileiro naturalizado em 2
(duas) situações:
 
i)                    crime comum, praticado ANTES DA
NATURALIZAÇÃO e;
 
ii)                  comprovado envolvimento em tráfico ilícito
de entorpecentes e drogas   afins.
 
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André Arraes 
15 de Agosto de 2016, às 16h13
Útil (12)
LETRA E CORRETA 
CF/88
ART. 5 LI - nenhum brasileiro será extraditado, salvo o
naturalizado, em caso de crime comum, praticado antes da
naturalização, ou de comprovado envolvimento em tráfico
ilícito de entorpecentes e drogas afins, na forma da lei;
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Nutty o/ 
14 de Setembro de 2017, às 22h40
Útil (11)
Tem comentario equivocado aqui! A nacionalidade pode sim
ser CASSADA! O erro recai sobre a palavra
automaticamente! 
o tema inclusive foi abordado em outra questão da FCC 
Q669377
Direito Constitucional 
#pas
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Linda Concurseira 
27 de Abril de 2016, às 10h47
Útil (9)
Em decisão inédita, Supremo diz que brasileiro nato pode
perder nacionalidade.
http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2016/04/cadernos/jornal_da
_lei/494901-em-decisao-inedita-supremo-diz-que-brasileiro-
nato-pode-perder-nacionalidade.html
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Erica Alex 
08 de Novembro de 2017, às 15h33
Útil (8)
Abenebaldo
 
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André Pereira
11 de Janeiro de 2018, às 14h58
Útil (8)
Gabarito letra "E"
 
Na verdade Abenebaldo é um abestado e abobado. Foi se
envolver com drogas, salsifufu. E que chorem os
maconheiros e drogaditos.
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Leandro Mendonça 
27 de Maio de 2016, às 15h34
Útil (7)
Muito boa questão, caí na pegadinha.
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Fábio Rodrigues
07 de Setembro de 2017, às 00h23
Útil (5)
Tem de ser extraditado independente de cometer quaisquer
delitos porque alguém com um nome desse precisa ser
punido!
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Zeneida Girão 
23 de Abril de 2016, às 14h54
Útil (5)
A perda e suspensão dos direitos políticos estão elencados
no art.15, da CF/88. Não existe mais no Brasil cassação de
direitos políticos, o que há é a perda e suspensão destes
direitos. A diferença entre ambos é que a perda tem um
prazo indeterminado e a suspensão tem prazo determinado.
Porém nas duas hipóteses é possível readquirir os direitos
políticos.
 
As hipóteses de perda dos direitos políticos são:
- quando cancelada a naturalização, mediante ação para
cancelamento da naturalização - art. 12, 4º CF - ajuizada
pelo MP Federal, sendo cabível em caso de atividade nociva
ao interesse nacional.
- aquisição voluntária de outra nacionalidade - via de regra,
quem se naturaliza perde a nacionalidade originária.
 
As hipóteses de suspensão dos direitos políticos são:
- incapacidade civil absoluta - adquirida novamente a
capacidade, retoma os direitos políticos.
- condenação por improbidade administrativa
- condenação penal transitada em julgado, enquanto
durarem seus efeitos. Independe da prisão do condenado.
 
Fonte: http://lfg.jusbrasil.com.br/noticias/2159541/qual-a-
diferenca-entre-a-perda-e-a-suspensao-dos-direitos-
politicos-renata-cristina-moreira-da-silva
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rocha mello 
06 de Agosto de 2016, às 11h39
Útil (5)
ART 5* CF.
INCISO LI-  NENHUM BRASILEIRO SERÁ EXTRADITADO
SALVO O NATURALIZADO , EM CASO DE CRIME
COMUM, PRATICADO ANTES DA NATURALIZAÇÃO, OU
DE ENVOLVIMENTO EM TRÁFICO ILÍCITO DE
ENTORPECENTES E DROGAS AFINS, NA FORMA DA
LEI.
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Rafaela Martins 
27 de Junho de 2017, às 09h08
Útil (4)
ART 5º LI
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ceifa dor 
06 de Setembro de 2016, às 22h33
Útil (4)
Não estou questionando "de o crime" ou "do crime", mas sim
por não deixar claro crime de trafico de drogas ou outro
crime qualquer.
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@Foco Macetes 
20 de Abril de 2016, às 16h24
Útil (4)
o segredo dessa questao ta em interpretar bem o artigo
constitucional
 
depreende-se dele que :
 
   se eu sou um boliviano e pego a cidadania brasileira,
porem eu matei uma pessoa antes da minha naturalizacao;
agr a Bolivia pede a extradicao --> nao sera possivel
 
fato que no caso de trafico de intorpecente nao ocorre: pode
ser tanto antes como apos a naturalizacao
 
Severo Sonhador
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Thiago Batista 
22 de Novembro de 2016, às 14h32
Útil (3)
Lucas Giffoni, o problema está no motivo.
No envolvimento com tráfico, independente do crime ter sido
cometido antes ou depois da naturalização, pode haver
extradição.
No problema que voce narrou, a moça optou pela
nacionalidade americana ESPONTANEAMENTE, o que a
faz poder perder a brasileira.
Tendo perdido a brasileira, pode ser extraditada.
Nessa questão, a banca queria o conhecimento de que,
mesmo depois da naturalizaçao, é possivel extraditar, por
envolvimento em tráfico ilícito.
 
Bons estudos, vamo q vamo! haha
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Murilo TRT 
23 de Abril de 2016, às 22h03
Útil (3)
ITEM E
TRÁFICO-->ANTES OU DEPOIS DA NATURALIZAÇÃO
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@Foco Macetes 
20 de Abril de 2016, às 16h25
Útil (3)
o erro da a ta em dizer: imediatamente
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Anderson Silva 
06 de Setembro de 2016, às 11h40
Útil (3)
Ceifa Dor,
Na verdade, o uso do termo "de o crime" é o recomendado
pela gramática, ao invés de contrair a preprosição "de" com
o artigo "o", vez que se trata de sujeito.
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Foco Fé 
23 de Agosto de 2016, às 22h47
Útil (2)
Observar alguns comentários dos colegas, pois, segundo
recentíssimo entendimento do STF, o brasileiro nato pode
SIM ser extraditado
 
"Se um brasileiro nato que mora nos EUA e possui o
green card decidir adquirir a nacionalidade
norteamericana, ele irá perder a nacionalidade brasileira.
Não se pode afirmar que a presente situação se enquadre
na exceção prevista na alínea “b” do § 4º do art. 12 da
CF/88. Isso porque, como ele já tinha o green card, não
havia necessidade de ter adquirido a nacionalidade norte-
americana como condição para permanência ou para o
exercício de direitos civis. O estrangeiro titular de green
card já pode morar e trabalhar livremente nos
EUA. Dessa forma, conclui-se que a aquisição da
cidadania americana ocorreu por livre e espontânea
vontade. Vale ressaltar que,perdendo a nacionalidade, ele
perde os direitos e garantias inerentes ao brasileiro
nato. Assim, se cometer um crime nos EUA e fugir para
o Brasil, poderá ser extraditado sem que isso configure
ofensa ao art. 5º, LI, da CF/88. STF. 1ª Turma. MS
33864/DF, Rel. Min. Roberto Barroso, julgado em 19/4/2016
(Info 822)
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Daniel Cabral
30 de Maio de 2017, às 22h47
Útil (1)
Amiga Priscila S, houve um equívoco qnto a sua
interpretação da decisão do STF.. jamais seria considerado
pelo caso em tela no colegiado extradição de brasileiro
nato.. uma vez que o brasileiro em questão extraditado nao
tem mais sua nacionalidade brasileira, nao é mais nato..
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SIMONE SENHORINHO 
17 de Novembro de 2016, às 09h55
Útil (1)
Sei que a intenção de todos é ajudar, mas temos que cuidar
pra não atrapalhar, BRASILEIRO NATO NÃO PODE SER
EXTRADITADO.
O entendimento citado pela colega Priscila S foi
interpretado incorretamente pela mesma, ora, se um
brasileiro nato opta espontaneamente pela naturalização
americana, após isso, claro que ele pode ser extraditado,
pelo simples fato de ele não ser mais brasileiro nato, ele
perdeu essa condição ao optar pela naturalização
americana, sendo assim, não se estará extraditando um
brasileiro nato.
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Leandro Alvim 
23 de Novembro de 2016, às 22h04
Útil (1)
Lucas, 
A questão diz "a naturalização será
automaticamente cassada" na questão mencionada por
você (Q669377) ela diz  "poderá ter cassada a
nacionalidade brasileira pela autoridade competente" 
Tratando-se de FCC temos que analisar cada detalhe como
todos nós já sabemos. Infelizmente não tem como brigar
com a banca.
Abs,
espero ter contribuido. 
 
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Marcella Amorim 
20 de Abril de 2016, às 16h06
Útil (1)
E qual o erro da letra A? Alguém ajuda?
Obrigada.
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Lucas Giffoni
17 de Novembro de 2016, às 12h03
Útil (1)
Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: PGE-MT Prova: Procurador
do Estado 
Juliana, brasileira nata, obteve a nacionalidade norte-
americana, de forma livre e espontânea. Posteriormente,
Juliana fora acusada, nos Estados Unidos da América, da
prática de homicídio contra nacional daquele país, fugindo
para o Brasil. Tendo ela sido indiciada em conformidade com
a legislação local, o governo norte-americano requereu às
autoridades brasileiras sua prisão para fins de extradição.
Neste caso, à luz da Constituição Federal e da
jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, Juliana,  
RESPOSTA:

 c)poderá ter cassada a nacionalidade brasileira pela


autoridade competente e ser extraditada para os Estados
Unidos para ser julgada pelo crime que lhe é imputado. 

Uma banca diz que a nacionalidade pode ser cassada e


agora a outra diz que não pode?

Alguém tem alguma explicação para isso? hahaha


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lexsandro lima
22 de Abril de 2016, às 13h33
Útil (1)
Não importa o momento
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ceifa dor 
30 de Agosto de 2016, às 19h55
Útil (0)
"de o crime" leva a crer qualquer crime. |Usar de redação
ambígua é muita baixaria
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JUAREZ júnior 
24 de Novembro de 2017, às 15h10
Útil (0)
Esse aí deve ser primo do Teobaldo. 

 
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VIVYANN BRANCO
16 de Agosto de 2016, às 21h34
Útil (0)
uma dúvida: ele seria extraditado qualquer que fosse o país
que ele praticasse o tráfico de drogas, independente de ser
o de origem ou o BR?
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04
Q574448
Direito Constitucional 
 Direitos da Nacionalidade
Ano: 2015
Banca: FCC
Órgão: TRE-SE
Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária
Antônio, cidadão brasileiro e empregado público
concursado do Banco do Brasil, sociedade de economia
mista federal, foi transferido para a agência bancária
situada na cidade de Viena, capital da Áustria, em janeiro
de 2009, onde permaneceu até janeiro de 2012. Enquanto
trabalhava nessa cidade, Antônio conheceu Irina, cidadã
russa residente em Lisboa, com quem teve um breve
relacionamento. Dessa relação, nasceu, na cidade de
Salzburg, na Áustria, em abril de 2011, a menina Katia.
Considerando o caso hipotético e o texto da Constituição
brasileira de 1988, a filha de Antônio e Irina 
 a)
será brasileira nata se os pais a tiverem registrado no
consulado brasileiro e caso venha a residir no Brasil até os
18 anos. 
 b)
é brasileira nata, independentemente de qualquer opção ou
registro consular.
 c)
será brasileira nata se vier a residir no Brasil e opte por tal
nacionalidade até um ano após a maioridade. 
 d)
será brasileira nata se os pais a tiverem registrado no
consulado brasileiro e caso opte, a qualquer tempo, por tal
nacionalidade. 
 e)
não poderá acumular a nacionalidade brasileira nata que lhe
seja reconhecida com eventuais nacionalidades natas
austríaca e russa, que lhe sejam garantidas pela legislação
desses países. 
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C. c. 
17 de Novembro de 2015, às 09h19
Útil (394)
GABARITO: B
Art. 12. São brasileiros:
I - natos: b) os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro
ou mãe brasileira, desde que qualquer deles esteja a
serviço da República Federativa do Brasil;
*
O serviço referido na alínea abrange o serviço
diplomático; o consular; e o serviço público de outra
natureza prestado aos órgãos da administração
centralizada ou descentralizada (autarquias, sociedades
de economia mista e empresas públicas) da União, dos
Estados-membros, dos Municípios, do Distrito Federal
ou dos Territórios. -MORAES 1997, p. 209

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Juliano Brito 
07 de Dezembro de 2015, às 19h56
Útil (169)
Manual de Direito Constitucional (Nathalia Masson): estar a
serviço do país significa desempenhar uma função ou
prestar um serviço público de natureza diplomática,
administrativa ou consular, a quaisquer dos órgãos da
administração centralizada ou descentralizada (como as
autarquias, as fundações e as empresas públicas e
sociedades de economia mista) da União, dos Estados-
membros, dos Municípios ou do Distrito Federal.
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Tiago Costa 
12 de Novembro de 2015, às 07h07
Útil (92)
Letra (b)

CF.88

Art. 12. São brasileiros:

I - natos:

b) os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe


brasileira, desde que qualquer deles esteja a serviço da
República Federativa do Brasil;
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Cristiano Ferreira
13 de Novembro de 2015, às 09h29
Útil (90)
a serviço do Brasil?? errei pq não achei q estivesse a serviço
do Brasil.. embora a maioria do capital seja público, Banco
do Brasil é PJ de dir. PRIVADO, que explora atividade
econômica.. enfim... só desabafo msm..
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EDUARDO ANTUNES 
24 de Setembro de 2016, às 23h45
Útil (86)
O conceito adotado pela Constituição Federal de "a serviço
da República Federativa do Brasil" é amplo, abrangendo
tanto a Administração Pública direta quanto a Administração
Pública indireta e, quanto a essa última, abarcando todas as
entidades (entidades autárquicas, fundação pública,
empresa pública e sociedade de economia mista).
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Einstein Concurseiro 
25 de Novembro de 2015, às 09h11
Útil (71)
CF/88 
Art. 12. São brasileiros:

I - natos:

a) os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que


de pais estrangeiros, desde que estes não estejam a serviço
de seu país;
b) os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe
brasileira, desde que qualquer deles esteja a serviço da
República Federativa do Brasil;

c) os nascidos no estrangeiro de pai brasileiro ou de mãe


brasileira, desde que sejam registrados em repartição
brasileira competente ou venham a residir na República
Federativa do Brasil e optem, em qualquer tempo, depois de
atingida a maioridade, pela nacionalidade brasileira;

Obs: A serviço do Brasil entende-se por qualquer


missão de governo federal, estadual ou municipal, até
mesmo de empresas de economia
mista. http://www.investidura.com.br/biblioteca-
juridica/resumos/direito-internacional/279-nacionalidade

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Mariana B.
07 de Abril de 2016, às 15h01
Útil (56)
Estar a serviço da República Federativa do Brasil,
abrange qualquer serviço público prestado pelos órgãos e
entidades da Administração Direta ou Indireta da União,
dos estados, do Distrito Federal ou dos municípios.
 
Direito constitucional descomplicado - Vicente de Paulo e
Marcelo Alexandrino.
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Ezequias Campos 
17 de Agosto de 2016, às 20h54
Útil (53)
Fundamental para resolver esta questão é saber que
trabalhando para uma empresa de sociedade de economia
mista estará o brasileiro a serviço do Estado, logo, a criança
que nascer terá garantida a sua condição de brasileira nata,
independente de registro. Fosse ele empregado de um
banco privado, a estória seria outra, ele deveria registrar a
criança no consulado, e a qualquer tempo a criança depois
de atingida a maioridade poderia clamar pela nacionalidade
brasileira nata.
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Gaysita Ribeiro
17 de Novembro de 2015, às 08h49
Útil (37)
"(...) entende-se que estarão a serviço da República
Federativa do Brasil todos os que estiverem a serviço de
qualquer das pessoas jurídicas com capacidade política
(União, Estados, Distrito Federal e Município), incluídos
também os entes da Administração Pública indireta".
http://lfg.jusbrasil.com.br/noticias/2077874/no-estudo-da-
nacionalidade-o-que-se-entende-pela-expressao-a-servico-
da-republica-federativa-do-brasil-aurea-maria-ferraz-de-
sousa
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Eliel Madeiro 
18 de Novembro de 2015, às 09h23
Útil (36)
RESUMINDO O COLEGA AQUI DE BAIXO : serviços da
RFB significa estar trabalhando para a Adm. Direta ( da
União, Estados, DF, Municipios) e para a Adm.
Indireta ( Autarquia, Fund. Publica, SEM,EP )

GABARITO "B"
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João Filho 
28 de Dezembro de 2015, às 21h12
Útil (26)
O critério utilizado na questão é o jus sanguinis, que é
adotado, via de regra, por países de emigração (Europeus),
pois leva em conta o fato de seus originários saírem para
outros países e lá se estabelecer, de modo que se busca a
manutenção do vínculo político-jurídico (nacionalidade) que
une o nacional ao seu País de origem. O Brasil adota tanto o
jus sanguinis quanto o jus solis como critérios de aquisição
da nacionalidade originária, primária ou de 1º grau, sendo o
caso apresentado hipótese de jus sanguinis combinado com
o aspecto funcional (a necessidade de um dos pais estar a
serviço da RFB em País estrangeiro, no qual o filho nasceu).
Como bem alertou o colega Juliano, a expressão "a serviço
da RFB" é por demais ampla, a abarcar a Administração
Pública direta (centralizada = entes federativos = as pessoas
jurídicas políticas) e indireta (descentralizada =  entidades
administrativas = as pessoas jurídicas administrativas =
Autarquias, Fundações Públicas, Empresas Públicas
e Sociedades de Economia Mista, a exemplo do Banco do
Brasil S/A).
 
 
 
 
OBS: vale lembrar que SEM só adota a forma social de
sociedade anônima, diferente das empresas públicas que
podem assumir qualquer forma societária, inclusive S/A.
 
 
 
 
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nivea moura
19 de Maio de 2017, às 14h03
Útil (23)
Art. 12. São brasileiros:
I - natos:
b) os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro OU mãe
brasileira, desde que qualquer deles esteja a serviço da
República Federativa do Brasil;
ou seja, independente de qq opção, ele será brasileiro nato.
A necessidade de registro consular ou a por opçao apos
atingida a maioridade, se aplica ao fato de pai ou mãe,
sendo brasileiro, não estar a serviço da RFB.
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Oliver Queen 
09 de Novembro de 2017, às 14h28
Útil (19)
GAB ''B'
 
ESTAR A SERVIÇO DA RFB ABRANGE TANTO VÍNCULO
COM A ADM DIRETA, QUANTO INDIRETA
 
LOGO, SUA FILHA É BRASILEIRA NATA INDEPENDENTE
DE REGISTRO, PELO JUS SANGUINI
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André Arraes 
23 de Novembro de 2015, às 11h06
Útil (18)
LETRA B CORRETA 
Art. 12. São brasileiros:
I - natos:
a) os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que
de pais estrangeiros, desde que estes não estejam a serviço
de seu país;
b) os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe
brasileira, desde que qualquer deles esteja a serviço da
República Federativa do Brasil;

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felipe abreu 
08 de Julho de 2016, às 23h15
Útil (15)
Será brasileira nata quando um dos pais brasileiros ou os 2
estejam a serviço do brasil ( esse a serviço engloba
embaixadas, consulados e repartições públicas da
administração direta e indireta) da união , estados e
municípios. Portanto , a menina é brasileira nata. 
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Washington Matos 
22 de Setembro de 2017, às 11h02
Útil (14)
A FCC foi até boazinha em se ater somente às conjunções
do texto constitucional, pois se ela quisesse me ferrar
mesmo, teria um item dizendo que a filha do casal não seria
considerada brasileira nata. Afinal de contas, eu lá ia saber
que empregado do Banco do Brasil trabalhando em agência
de outro País poderia ser considerado "a serviço de seu
País".
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Xangi X 
14 de Novembro de 2015, às 03h52
Útil (14)
Ótima questão. Também pensei que não seria a serviço do
Brasil. Entretanto, como as outras alternativas não batem
com o texto constitucional, acabei optando pela opção B.

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Millor Fernandes
19 de Novembro de 2015, às 17h47
Útil (13)
letra B
São Brasileiros Natos:
b) Nascidos no estrangeiro, de pai ou de mãe
brasileira, desde que qualquer um deles esteja a serviço
da República Federativa do Brasil.
A questão se enquadra nessa condição, já que Antônio é um
cidadão brasileiro e funcionário de uma sociedade de
economia mista (que já sabemos tem 50% de capital
público), o Banco do Brasil. Ou seja, o Banco do Brasil faz
parte da República Federativa do Brasil.  Portanto, o seu
filho se enquadra como brasileiro nato
independentemente de ser registrado em repartição
consular brasileira ou que tenha optado vir morar no Brasil e
pela nacionalidade brasileira,  a qualquer tempo, desde que
atingida a maioridade penal . 

Foco e Fé!

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Gisele Rojas
29 de Abril de 2016, às 13h34
Útil (12)
Fiquei em dúvida em relação ao Banco do Brasil ser
considerado  "a serviço do país" mas com as alternativas
dava pra eliminar:
a)  será brasileira nata se os pais a tiverem registrado no
consulado brasileiro e caso venha a residir no Brasil até os
18 anos. 
Primeira parte da questão está correta mas não há
necessidade de residir no país até os 18 anos. Há outra
opção se ela vier a residir no país e optar, após a
maioridade, pela nacionalidade brasileira. Uma coisa ou
outra.
CF: "os nascidos no estrangeiro de pai brasileiro ou de mãe
brasileira, desde que sejam registrados em repartição
brasileira competente ou venham a residir na República
Federativa do Brasil e optem, em qualquer tempo, depois de
atingida a maioridade, pela nacionalidade brasileira;"
b) é brasileira nata, independentemente de qualquer opção
ou registro consular. - CORRETA
CF: "os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe
brasileira, desde que qualquer deles esteja a serviço da
República Federativa do Brasil"
c) será brasileira nata se vier a residir no Brasil e opte
por tal nacionalidade até um ano após a maioridade. 
Primeira parte da questão está parcialmente correta pois ela
precisa optar pela nacionalidade após a maioridade. Não há
previsão desse prazo de 1 ano.
CF: "venham a residir na República Federativa do Brasil e
optem, em qualquer tempo, depois de atingida a maioridade,
pela nacionalidade brasileira;"
d) será brasileira nata se os pais a tiverem registrado no
consulado brasileiro e caso opte, a qualquer tempo, por tal
nacionalidade. 
Misturou duas opções...ver explicação da "A"
e) não poderá acumular a nacionalidade brasileira nata que
lhe seja reconhecida com eventuais nacionalidades natas
austríaca e russa, que lhe sejam garantidas pela legislação
desses países. 
Há exceções:
CF: § 4º - Será declarada a perda da nacionalidade do
brasileiro que:
I - tiver cancelada sua naturalização, por sentença judicial,
em virtude de atividade nociva ao interesse nacional;
II - adquirir outra nacionalidade, salvo nos casos:
a) de reconhecimento de nacionalidade originária pela
lei estrangeira;
b) de imposição de naturalização, pela norma
estrangeira, ao brasileiro residente em estado
estrangeiro, como condição para permanência em seu
território ou para o exercício de direitos civis;"
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Naylla Menezes 
22 de Março de 2016, às 10h37
Útil (8)
Confesso que não sabia que os brasileiros que estivessem a
serviço de empresas de economia mista pode-se ter esse
critério de ser considerado brasileiro natos os filhos dos
mesmos e países estrangeiros.

Fé e Deus.
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Bruno Azzini 
14 de Fevereiro de 2016, às 18h42
Útil (8)
Usa a regra do ius sanguinis.

Apenas um parênteses, se meu filho nascesse na Austria eu


estaria cagando pra naturalização brasileira
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wendel machado 
02 de Julho de 2017, às 00h58
Útil (8)
Peço licença para reproduzir abaixo o pq candidato erra
questão em prova. Geralmente aquilo que ficamos
elocubrando em nossas mentes não cai em prova. Pode até
ser uma curiosidade de nossa parte, mas
definitivamente não caí em prova. O resultado é que nossa
curiosidade nos faz perder a questão.
 
"Olá a todos, entendi a questão (ERREI), mas porque
outra dúvida ficou me perturbando. Se alguem puder me
ajudar eu agradeço. No exemplo, a mãe é Russa e mora
na Áustria, e o pai braseileiro a serviço da RFB (algo que
eu concordo já que ele é um servidor
público, teoricamente, todo servidor publico está à
serviço da RFB como um todo). Pois bem, pq a criança
vai ser brasileira? E a nacionalidade da mãe, não conta?
Tipo, e se a mae e/ou o pai quisesse que ela fosse
Russa ou Austriaca?"
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Castiel Freitas
20 de Abril de 2016, às 03h45
Útil (8)
Uma professora da casa do concurseiro falou que não seria
qualquer serviço e sim ambaixadores ... esses tipos de
serviços... fica complicado assim :/
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GUSTAVO VALENTE 
16 de Fevereiro de 2016, às 02h16
Útil (7)
Minha nossa... Desde quando trabalhar no bb é estar a
serviço da RFB???? É claro q abrange como citado por
Moraes, mas no caso, O bb e o servidor não estavam
prestando serviço para a RFB. ESTAVA TRABALHANDO
EM AGÊNCIA BANCÁRIA.

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francisco Feijão 
17 de Setembro de 2016, às 17h04
Útil (7)
Não se trata de serviço público no meu entender, mas pq tá
a serviço de ente da administração indireta, no caso SEM
sociedade de economia mista.
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Francisco Gargaglione
13 de Março de 2016, às 23h05
Útil (6)
Letra d: art. 12, I, c da CF:
Art. 12. São brasileiros:
I - natos:
(...)
c) os nascidos no estrangeiro de pai brasileiro ou de mãe
brasileira, desde que sejam registrados em repartição
brasileira competente ou venham a residir na República
Federativa do Brasil e optem, em qualquer tempo,  depois
de atingida a maioridade, pela nacionalidade
brasileira; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº
54, de 2007)".
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THALES TRT 
09 de Março de 2016, às 00h11
Útil (4)
Ótima questão. A FCC está fugindo um pouco do
convencional. Nos força a procurar por doutrinas mais
completas.
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Francis Rossatelli 
27 de Fevereiro de 2017, às 13h21
Útil (4)
B- CORRETA.
Art. 12. São brasileiros:
I - natos:
b) os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro OU mãe
brasileira, desde que qualquer deles esteja a serviço da
República Federativa do Brasil;
É NATO, mas o que me deixou a pensar foi: Não precisa
registrar no consulado? 
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Luiz Eduardo
08 de Setembro de 2016, às 17h38
Útil (3)
Acertei mas achei a redação terrível, péssima questão.
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Gabriel Borges 
20 de Abril de 2018, às 14h10
Útil (3)
Vicente Paulo & Marcelo Alexandrino
os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe
brasileira, desde que qualquer deles esteja a serviço da
República Federativa do Brasil;
 
Nessa hipótese, o legislador constituinte adotou o critério ius
sanguinis, combinado com um requisito adicional, qual seja,
a necessidade de que o pai ou a mãe brasileiros (ou ambos,
evidentemente), natos ou naturalizados, estejam a serviço
da República Federativa do Brasil (critério funcional). São
dois, portanto, os requisitos: (i) ser filho de pai brasileiro ou
mãe brasileira; (ii) o pai ou a mãe (ou ambos) devem estar a
serviço da Repú blica Federativa do Brasil, abrangendo
qualquer serviço público prestado pelos órgãos e
entidades da Administração Direta ou Indireta da União,
dos estados, do Distrito Federal ou dos municípios.
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Priscila Juvencio 
31 de Agosto de 2016, às 18h07
Útil (3)
Danilo Alves
A criança poderá ter dupla nacionalidade, mas com certeza
uma delas será a de brasileira.
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André Marcel 
07 de Fevereiro de 2017, às 09h44
Útil (3)
Po, errei essa questão por pensar que o cara trabalhava na
cidade X e teve a filha na cidade Y, mas aí não me atentei
que eram do mesmo país! Foda, errar por bobagem é dose!
A redação do comando da questão é puxado, mas lendo
com calma vc consegue desatar os nós!
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Server Offline 
10 de Agosto de 2016, às 19h17
Útil (3)
...Necessidade de que o pai ou a mãe brasileiros (ou ambos,
evidentemente), natos ou naturalizados, estejam a serviço
da República Federativa do Brasil (critério
funcional), expressão que abrange serviços prestados a
órgãos e entidades da Administração Direta ou Indireta
da União, dos estados do Distrito Federal ou dos
municípios.
Resumo de direito constitucional descomplicado/Vicente
Paulo, Marcelo Alexandrino.
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Wey Olivers
07 de Abril de 2016, às 10h33
Útil (2)
É uma questão que faz pensar: O que é está a serviço da
República?
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Dandara Reck 
16 de Novembro de 2015, às 19h36
Útil (2)
também achei estranho considerar "a serviço do Brasil"
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Cansada . 
29 de Janeiro de 2018, às 21h47
Útil (2)
Adm. Direta + Adm. Indireta
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Whorton Alves
18 de Fevereiro de 2016, às 19h06
Útil (2)
questão maldosa!
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André Almeida 
13 de Maio de 2017, às 00h19
Útil (2)
Quatãozinha malandra em, testando se o candidato se ligou
na conjuções do texto da Constituição. 
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Isabela Costa 
16 de Novembro de 2015, às 21h49
Útil (2)
RESPOSTA: B

Ius sanguini
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Concurseira sonhadora 
20 de Janeiro de 2016, às 18h58
Útil (1)
Realmente todos aqui já comentaram que a resposta esta no
Art 12 I b.
Mas se tem uma pequena pegadinha na letra a) Art 12 I c ...
ou venham a residir no Republica Federativa do Brasil e
optem, EM QUALQUER TEMPO, depois de atingida a
maioridade, pela nacionalidade brasileira.
Fica a dica!
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Wilmar Junior 
02 de Março de 2016, às 22h00
Útil (1)
Pessoal, qual é o erro da letra "d"?
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thiago brandao
17 de Abril de 2017, às 17h07
Útil (1)
d) será brasileira nata se os pais a tiverem registrado no
consulado brasileiro e caso opte, a qualquer tempo, por tal
nacionalidade. ERRADO
é pai brasileiro OU mãe brasileira desde que PELO
MENOS UM esteja a serviço de SEU pais!!
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LEIDIANE GOMES 
16 de Setembro de 2017, às 10h16
Útil (0)
Wendel, 
Nada impede de ela ter as duas nacionalidades, tanto a da
mãe quanto a do pai. Vai depender da legislação do país.
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Danilo Alves 
29 de Agosto de 2016, às 14h42
Útil (0)
Olá a todos, entendi a questão (ERREI), mas porque outra
dúvida ficou me perturbando. Se alguem puder me ajudar eu
agradeço. No exemplo, a mãe é Russa e mora na Áustria, e
o pai braseileiro a serviço da RFB (algo que eu concordo já
que ele é um servidor público, teoricamente, todo servidor
publico está à serviço da RFB como um todo). Pois bem, pq
a criança vai ser brasileira? E a nacionalidade da mãe, não
conta? Tipo, e se a mae e/ou o pai quisesse que ela fosse
Russa ou Austriaca?
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Gabriel Borges 
20 de Abril de 2018, às 14h27
Útil (0)
Também fiquei em dúvida sobre se o registro em repartição
brasileira tinha que ser no Brasil ou podia ser
no  consulado  e encontrei isso:
"Art. 95. Os nascidos no estrangeiro entre 7 de junho de
1994 e a data da promulgação desta Emenda
Constitucional, filhos de pai brasileiro ou mãe brasileira,
poderão ser registrados em repartição diplomática ou
consular brasileira competente ou em ofício de registro,
se vierem a residir na República Federativa do Brasil."
Art. 3º Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data
de sua publicação.
Brasília, em 20 de setembro de 2007
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Vitor Lobo 
31 de Março de 2016, às 00h38
Útil (0)
NAYLLA MENEZES
- Pode sim, bem como, na ADM Direta e Indireta.
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05
Q456465
Direito Constitucional 
 Direitos da Nacionalidade
Ano: 2014
Banca: FCC
Órgão: DPE-CE
Prova: Defensor Público de Entrância Inicial
Um francês, nascido em 1987 e residente no Brasil desde
os seus 12 anos de idade, quando a mãe foi enviada para
o país, a serviço da República francesa, requer a
nacionalidade brasileira, pois pretende concorrer a
mandato eletivo para uma vaga em órgão legislativo, nas
eleições gerais de 2018. Nessa hipótese, consideradas as
normas constitucionais atualmente vigentes na matéria, o
interessado
 a)
não poderá jamais obter a naturalização pretendida, na
hipótese de sua nacionalidade francesa ser reconhecida
como originária pela lei daquele país, caso em que não
poderá concorrer a mandato eletivo algum no pleito de 2018.
 b)
não obterá a naturalização, neste momento, por não
preencher o requisito de tempo mínimo de residência
ininterrupta no país para esse fim, embora possa
reapresentar o pedido em 2017, de modo a habilitar-se a
concorrer aos mandatos de Deputado Estadual ou Deputado
Federal em 2018.
 c)
será considerado brasileiro naturalizado e estará habilitado,
em tese, a concorrer aos mandatos de Deputado Estadual,
Deputado Federal ou Senador, embora jamais possa vir a
ser Presidente da Câmara dos Deputados ou do Senado
Federal.
 d)
será considerado brasileiro nato, se houver nascido no
Brasil, caso em que estará habilitado, em tese, a concorrer
aos mandatos de Deputado Estadual ou Deputado Federal,
podendo, inclusive, vir a ser Presidente da Câmara dos
Deputados.
 e)
será considerado brasileiro naturalizado, desde que não
tenha sofrido nenhuma condenação penal, e estará
habilitado, em tese, a concorrer aos mandatos de Deputado
Estadual ou Deputado Federal, embora jamais possa vir a
ser Presidente da Câmara dos Deputados.
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Rafael Freire 
08 de Janeiro de 2015, às 18h33
Útil (466)
PREMISSAS PARA RESOLUÇÃO DA QUESTÃO:
NASCIMENTO: 1987;
IDADE (NO ANO DE 2018): 31 ANOS;
ANOS DE RESIDÊNCIA NO BRASIL (NO ANO DE 2018 -
19 ANOS e NO ANO DE 2014: 15 ANOS).
a) ERRADA, pois o sujeito mencionado no enunciado da
questão poderá requerer a nacionalidade brasileira, nos
termos do art. 12, II, b, da CF/88 "os estrangeiros de
qualquer nacionalidade, residentes na República Federativa
do Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e sem
condenação penal, desde que requeiram a nacionalidade
brasileira".
b) ERRADA, pois no ano de 2014 ele contará com 15 anos
de residência no país, portanto, cumprido um dos requisito
previstos no art. 12, II, b, da CF/88.
c) ERRADA, pois no ano de 2018 ele contará com 31 anos
de idade e, portanto, não poderá concorrer ao cargo de
Senador, para o qual exige-se a idade mínima de 35 anos
(art. 14, §3º, VI, a, da CF: IV - a idade mínima de: a) trinta e
cinco anos para Presidente e Vice-Presidente da República
e Senador;), bem como não poderá ser presidente da
camara ou do senado federal por expressa vedação
constitucional (art. 12, §3º da CF)
d) ERRADA, pois mesmo que o sujeito mencionado tenha
nascido no Brasil ele não será considerado brasileiro nato,
pois no enunciado da questão consta que a sua mãe estava
a serviço da República Francesa (exceção do art. 12, I, a da
CF/88: a) os nascidos na República Federativa do Brasil,
ainda que de pais estrangeiros, desde que estes não
estejam a serviço de seu país;)
e) CORRETA, pois para requerer a nacionalidade brasileira
deverá contar com 15 anos de residência no Brasil e não
apresentar condenação criminal. Poderá concorrer aos
cargos de deputado federal e estadual, para os quais a CF
exige a idade de 21 anos (art. 14, §3º, VI, c, da CF/88). Mas
não poderá ser presidente da Câmara dos deputados, pois
tal cargo é privativo de brasileiro nato, conforme art. 12, §3º,
II, da CF/88
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Ítalo Cunha21 
16 de Fevereiro de 2015, às 17h04
Útil (125)
Um francês, nascido em 1987 e residente no Brasil desde
os seus 12 anos de idade, quando a mãe foi enviada para
o país, a serviço da República francesa, requer a
nacionalidade brasileira, pois pretende concorrer a
mandato eletivo para uma vaga em órgão legislativo, nas
eleições gerais de 2018. Nessa hipótese, consideradas as
normas constitucionais atualmente vigentes na matéria, o
interessado
Em 2014 ele tinha 27 anos: (2014 - 1987= 27)
Em 2018 ele terá 31 anos: (2018 - 1987= 31)
Embora infere-se que ele requeriu a nacionalidade brasileira
em 2014, pois o verbo estar no presente "requer", e, 2014,
foi o ano que essa prova foi aplicada, a questão poderia ter
trago essa informação. 
Enfim, ele requeriu a nacionalidade em 2014. 
1987+ 12= 1999 (o ano em que ele chegou no Brasil).
2014 - 1999= 15 anos de residência no brasil.

Alternativa E: será considerado brasileiro naturalizado,


desde que não tenha sofrido nenhuma condenação
penal, e estará habilitado, em tese, a concorrer aos
mandatos de Deputado Estadual ou Deputado Federal,
embora jamais possa vir a ser Presidente da Câmara dos
Deputados. (CORRETA).

Art. 12. São brasileiros:


II. Naturalizados:
b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade, residentes na
República Federativa do Brasil há mais de quinze anos
ininterruptos (1° requisito) e sem condenação penal (2°
requisito), desde que requeiram a nacionalidade brasileira.

1° requisito (ok):
A questão disse que ele requeriu a nacionalidade em 2014.
E, em 2014, ele já tinha 15 anos de residência. 
1987 (nascimento) + 12 anos (quando chegou ao Brasil) =
1999 (o ano em que ele chegou no Brasil).
2014 - 1999= 15 anos de residência no brasil.

2° requisito (ok): 
Essa alternativa, diferentemente da alternativa C, trouxe o 2°
requisito, "sem condenação penal".

Logo, ele estará habilitado a concorrer as eleições. Em


2018, ele terá 31 anos (2018 - 1987) , portanto, poderá
concorrer ao mandato de Deputado Estadual ou Deputado
Federal. Para esses mandatos, é necessário ter apenas 21
anos.
CF:
Art. 14 § 3º - São condições de elegibilidade, na forma da lei:
VI - a idade mínima de:
c) vinte e um anos para Deputado Federal, Deputado
Estadual ou Distrital, Prefeito, Vice-Prefeito e juiz de paz;
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Thiago Freitas
29 de Dezembro de 2014, às 18h16
Útil (40)
Gab E.

Aqui temos dois fundamentos:


1 - Art. 12
II - Naturalizados
    b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade residentes
na República Federativa do Brasil há mais de quinze anos
ininterruptos e sem condenação penal, desde que requeiram
a nacionalidade brasileira.
2 - Art. 12, 3° São privativos de brasileiro nato os cargos:
II - Presidente da Câmara dos Deputados;
...

Yes, we can!
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Marcelo Braga
14 de Maio de 2015, às 14h41
Útil (38)
Só para sintetizar os requisitos de elegibilidade, pois não vi
nenhum comentário que trouxesse todas as informações:

CF, Art. 14, § 3º - São condições de elegibilidade, na forma


da lei: 
.......
VI - a idade mínima de:
a) trinta e cinco anos para Presidente e Vice-Presidente da
República e Senador;
b) trinta anos para Governador e Vice-Governador de Estado
e do Distrito Federal;
c) vinte e um anos para Deputado Federal, Deputado
Estadual ou Distrital, Prefeito, Vice-Prefeito e juiz de paz;
d) dezoito anos para Vereador.

Vai um resumo pra lembrar:


Se tiver REPÚBLICA no nome(Presidente/vice da república,
senador): 35 anos
Governador: 30 anos
Deputado, prefeito/vice e juiz de paz: 21 anos
Vereador: 18 anos
Lembrando que são privativos de brasileiros natos, portanto
não poderiam ser ocupados pelo francês, mesmo tendo se
tornado brasileiro naturalizado:

- Ministro do STF;
- Presidentes do(a):  República/vice, senado, câmara;
- Carreira diplomática;
- Oficial das forças armadas;
- Ministro de estado da defesa.
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Daniel Menezes 
06 de Janeiro de 2015, às 11h40
Útil (36)
Acrescento o comentário do Thiago o Art.14, § 3º, VI, a, da
Constituição Federal quando impõe como condição de
elegibilidade possuir trinta e cinco anos para Presidente e
Vice-Presidente da República e Senador. O jovem francês
possui apenas 31 anos. Com isso, descarta-se a afirmativa
C, tornando como única questão possível a letra E.
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Flávia Vasconcelos
16 de Julho de 2017, às 11h17
Útil (26)
VAMOS ANALISAR O ENUNCIADO:
 
UM FRANCÊS, NASCIDO EM 1987 E RESIDENTE NO
BRASIL DESDE OS SEUS 12 ANOS DE IDADE, QUANDO
A MÃE FOI ENVIADA PARA O PAÍS, A SERVIÇO DA
REPÚBLICA FRANCESA, REQUER A NACIONALIDADE
BRASILEIRA, POIS PRETENDE CONCORRER A
MANDATO ELETIVO PARA UMA VAGA EM ÓRGÃO
LEGISLATIVO, NAS ELEIÇÕES GERAIS DE 2018.
 
1ª INFORMAÇÃO: FRANCÊS NASCIDO EM 1987
2ª INFORMAÇÃO: RESIDENTE NO BRASIL DESDE OS
SEUS 12 ANOS
· CONCLUI-SE QUE DE 1987 A 1999: RESIDIU NA
FRANÇA
· A PARTIR DE 1999 (ANO EM QUE COMPLETARA 12
ANOS): PASSOU A RESIDIR NO BRASIL
3ª INFORMAÇÃO: A MÃE FOI ENVIADA PARA O BRASIL
A SERVIÇO DA REPÚBLICA FRANCESA
· CONCLUI-SE QUE O FRANCÊS SÓ PODE, EM TESE, SE
ENCAIXAR NOS REQUISITOS DO ART. 12, INCISO II,
ALÍNEA B:
· ART. 12. SÃO BRASILEIROS:
II – NATURALIZADOS:
B) OS ESTRANGEIROS DE QUALQUER NACIONALIDADE
RESIDENTES NA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
HÁ MAIS DE 15 ANOS ININTERRUPTOS E SEM
CONDENAÇÃO PENAL, DESDE QUE REQUEIRAM A
NACIONALIDADE BRASILEIRA.
 
AGORA VAMOS VER SE ELE PREENCHE OS
REQUISITOS DO REFERIDO DISPOSITIVO:
 
· TINHA 12 ANOS (QUANDO COMEÇOU A RESIDIR NO
BRASIL) + 15 ANOS (TEMPO MÍNIMO DE RESIDÊNCIA
ININTERRUPTA NO BRASIL PARA PODER REQUERER A
NACIONALIDADE BRASILEIRA) =  27 ANOS DE IDADE +
SEM CONDENAÇÕES PENAIS (ESTÁ APTO A
REQUERER A NACIONALIDADE BRASILEIRA).
· 12 ANOS DE IDADE: 1999.
· 27 ANOS DE IDADE: 1999 + 27 = 2014 (SERÁ
CONSIDERADO BRASILEIRO NATURALIZADO, CASO
REQUEIRA).
· EM 2018 O FRANCÊS TERÁ 31 ANOS DE IDADE,
LOGO, PODERÁ CONCORRER AO CARGO
DE DEPUTADO FEDERAL E ESTADUAL, EMBORA
JAMAIS POSSA VIR A SER PRESIDENTE DA CÂMARA
DOS DEPUTADOS (CARGO PRIVATIVO DE BRASILEIRO
NATO).
 
GABARITO: ALTERNATIVA E: SERÁ CONSIDERADO
BRASILEIRO NATURALIZADO, DESDE QUE NÃO TENHA
SOFRIDO NENHUMA CONDENAÇÃO PENAL, E ESTARÁ
HABILITADO, EM TESE, A CONCORRER AOS
MANDATOS DE DEPUTADO ESTADUAL OU DEPUTADO
FEDERAL, EMBORA JAMAIS POSSA VIR A SER
PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS.
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RAFAEL MARX 
19 de Janeiro de 2015, às 23h45
Útil (26)
O  rapaz tem 27 anos e mora a 15 no Brasil , logo está apto
a naturalização desde que não tenha sofrido condenação
penal , e está apto a cargos de deputados que requerem
idade de 21 anos no mínimo, senador não pois idade é de
35 anos.
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jercica ferreira
14 de Maio de 2016, às 06h34
Útil (24)
A ALTERNATIVA "C" SÓ TA ERRADA PORQUE QUANDO
ELE FOR SE CANDIDATAR ELE ESTARA COM 31 ANOS
E PARA SER SENADOR TEM QUE TER NO MÍNIMO 35.
CORRETA A ALTERNATIVA "E"
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S. Rodrigues 
08 de Abril de 2016, às 17h52
Útil (22)
Dica para as idades, o telefone -> 3530-2118
 
35 anos - presidente da república e senador 
30 anos - governador
21 anos - deputado federal, deputado estadual, prefeito e
juiz de paz
18 anos - vereador
 
dica da professora Flávia Bahia
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SIMONE SENHORINHO 
24 de Novembro de 2016, às 09h54
Útil (15)
Questão muito bem elaborada, o candidato precisaria saber
que o estrangeiro para se naturalizar brasileiro precisa ter
mais de quinze anos de residência ininterrupta no país, não
ter condenação penal e ainda a idade mínima para o cargo
de senador que é de 35 anos.
CF88- Art. 12, II- Naturalizados:
b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade residentes na
República Federativa do Brasil há mais de quinze
ininterruptos e sem condenação penal, desde que
requeiram a nacionalidade brasileira.
CF88 -  Art. 14, §3º, VI- a idade mínima de:
a) trinta e cinco anos para Presidente e Vice-Presidente da
República e Senador;
b) trinta anos para Governador e Vice-Governador de Estado
e do Distrito Federal;
c) vinte um anos para Deputado Estadual ou Distrital,
Prefeito, Vice-Prefeito e Juiz de Paz;
d) dezoito anos para Vereador.
 
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Ghuiara Zanotelli
23 de Julho de 2015, às 17h10
Útil (14)
Belíssima questão... Muito bem elaborada.
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DAVID BAHURY
16 de Março de 2015, às 22h19
Útil (14)
Tendo o francês nascido em 1987  e pretendendo o mesmo
em concorrer o pleito de 2018, quando terá 31 anos,
somente poderá concorrer aos cargos legislativo de
vereador (18 anos), deputado estadual, federal ou distrital
(21 anos). Não poderá concorrer para o cargo de senador
(35 anos). Deverá, para adquirir a nacionalidade, não posuir
nenhuma condenação penal, nos termos do art. 12, II, b.,
CF/88.
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Kássia .
31 de Janeiro de 2017, às 06h42
Útil (12)
Que questão bonita de se ver!!!
Dá um prazer em estudar!
Força e fé!
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Ítalo Cunha21 
16 de Fevereiro de 2015, às 16h39
Útil (12)
Um francês, nascido em 1987 e residente no Brasil desde
os seus 12 anos de idade, quando a mãe foi enviada para
o país, a serviço da República francesa, requer a
nacionalidade brasileira, pois pretende concorrer a
mandato eletivo para uma vaga em órgão legislativo, nas
eleições gerais de 2018. Nessa hipótese, consideradas as
normas constitucionais atualmente vigentes na matéria, o
interessado
Em 2014 ele tinha 27 anos: (2014 - 1987= 27)
Em 2018 ele terá 31 anos: (2018 - 1987= 31)
Embora infere-se que ele requeriu a nacionalidade brasileira
em 2014, pois o verbo estar no presente "requer", e, 2014,
foi o ano que essa prova foi aplicada, a questão poderia ter
trago essa informação. 
Enfim, ele requeriu a nacionalidade em 2014. 
1987+ 12= 1999 (o ano em que ele chegou no Brasil).
2014 - 1999= 15 anos de residência no brasil.

Alternativa C: será considerado brasileiro naturalizado e


estará habilitado, em tese, a concorrer aos mandatos de
Deputado Estadual, Deputado Federal ou Senador,
embora jamais possa vir a ser Presidente da Câmara dos
Deputados ou do Senado Federal. (ERRADA).

Ele requeriu a nacionalidade brasileira em 2014, e, portanto,


tinha 15 anos de residência no Brasil. (1° requisito).
1987 (nascimento) + 12 anos (quando chegou no Brasil) =
1999 (o ano em que ele chegou no Brasil).
2014 - 1999= 15 anos de residência no brasil.

Contudo, ele tinha alguma condenação penal? A questão


não diz. E, esse é o 2° requisito para adquirir a
nacionalidade brasileira.

Art. 12. São brasileiros:


II. Naturalizados:
b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade, residentes
naRepública Federativa do Brasil há mais de quinze anos
ininterruptos (1° requisito) e semcondenação penal
(2°requisito), desde que requeiram a nacionalidade
brasileira.

Sem essa informação não é possível saber se ele estará


habilitado. Porém, embora o examinador tenha vacilado
nessa omissão, o erro da questão está relacionado a esse
Francês poder concorrer a senador.
CF:
Art. 14 § 3º - São condições de elegibilidade, na forma da lei:
VI - a idade mínima de:
a) trinta e cinco anos para Presidente e Vice-Presidente da
República e Senador;

Em 2018, ele terá apenas 31 anos. 


 2018 - 1987 (nascimento)= 31 anos
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Guilherme ☕☕☕☕☕
24 de Junho de 2015, às 14h06
Útil (12)
Marcelo Braga valeu pela explicacao sobre idades mínimas
pra eleger-se. Essa questão foi cruel, errei pois me precipitei
e marquei a letra "c" sem ao menos ler as demais. Não
percebi que pra ser Senador exige-se idade minima de 35
anos e no caso apresentado na questão o cara teria 31 (em
2018) deixando a assertiva errada. portanto questão
correta , letra "E"
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Marcelo Araújo 
17 de Março de 2017, às 00h45
Útil (11)
Resolvi essa questão em uma apostila de preparação para
um concurso policial que comprei, marquei a alternativa "E"
e quando fui conferir no gabarito da apostila estava como
certa a alternativa "C", eu pensei não é possível o jovem ser
Senador com 31 anos, vim aqui só pra confirmar a tese de
que estão fazendo essas apostilas com pressa, dureza viu.
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Jaqueline Rossi
16 de Outubro de 2015, às 12h28
Útil (10)
A paródia criada pelo professor Flávio Martins é muito boa
para guardar as idades exigidas pela CF: 
Samba da idade: http://letras.mus.br/professor-flavio-
martins/1539188/ - paródia da música "Lua vai - Katinguelê".
"Eu preciso, ter 35 pra ser Presidente, 
ou ser Ministro do STF, 
e ter a mesma idade pra ser Senador, 
Ter 21, pra ser Prefeito ou ser Deputado,
Ter 30 para Governar o Estado, 
E apenas 18 pra ser Vereador".
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Henrique Tavares 
17 de Setembro de 2015, às 15h52
Útil (10)
Dá uma alegria em ver essas questões inteligentes da FCC.
A princípio estava em dúvida entra as letras C e E, mas aí
lembrei que o cargo de Senador exige idade mínima de 35
anos. No caso, em 2018 o rapaz iria ter 31 anos de idade, o
que o inabilitaria ao cargo de Senador, colocando a assertiva
C como errada. Logo, sobra a E. Bem legal! =)
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Daniel Marques
27 de Janeiro de 2015, às 19h41
Útil (10)
São brasileiros naturalizados: os estrangeiros de qualquer
nacionalidade residentes na República Federativa do Brasil
há mais de 15 anos ininterruptos e sem condenação penal,
desde que requeiram a nacionalidade brasileira. 
(...) idade mínima de: 
a) 35 anos para Senador  
c) 21 anos para Deputado Estadual, Federal ou Distrital
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Daniel Coêlho 
15 de Abril de 2015, às 03h46
Útil (9)
Tenho a mesma opinião da Stéphanie Riccio. Em 2014 ele
tinha 15 anos de residência e a CF requer MAIS de 15 anos.
Em nenhum momento se falou que o requerimento da
nacionalidade foi feito em 2018, apenas diz que este é o ano
do pleito. A alternativa "b" fala "neste momento", ou seja,
ano de 2014 (data de aplicação da prova), quando ele ainda
não tinha mais de 15 anos, mas pode refazer o pedido
depois, e pode concorrer a Dep. Federal e Estadual por ter
mais de 21 anos.

Tá todo mundo aí falando que ele tem 15 anos em 2014,


mas a CF requer MAIS de 15 anos!
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TRT TRT 
11 de Julho de 2015, às 11h43
Útil (9)
Bela questão. FCC aprendendo a elaborar um pouco de
raciocínio jurídico. Amém!
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Vanessa Barradas 
02 de Setembro de 2017, às 19h25
Útil (8)
Que horror!!! Que maldade no coração! Fui com tudo na C. :(
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Priscilla Camilo
30 de Janeiro de 2015, às 20h10
Útil (7)
O art.12,II, b da CF dispõe que são
brasileiros naturalizadosos estrangeiros de qualquer
nacionalidade residentes na RepúblicaFederativa do Brasil
há mais de quinzeanos ininterruptos e sem
condenaçãopenal, desde que requeiram a
nacionalidadebrasileira, requisitos estes que ele já
cumpriu.Ele estará habilitado, em tese, a se candidatar aos
mandatos que não são privativos debrasileiros natos, mas
como a época da eleição estará com 31 anos, os
únicoscargos a que poderá concorrer no órgão legislativo
serão o de Deputado Federalou Deputado Estadual.

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Budur Jambo
13 de Abril de 2015, às 19h12
Útil (7)
Essa questão é bastante interessante pois ela mistura aos
conhecimentos sobre os requisitos para requerimento da
nacionalidade, os requisitos para concorrer a cargos
eletivos.
Exige a Constituição idades mínimas para a investidura em
cargos eletivos.
Assim, deve o candidato ter trinta e cinco anos para ser
Presidente, Vice-Presidente ou Senador; trinta para
Governador e Vice-Governador; vinte e um para Deputado
Federal, Deputado Estadual, Prefeito e Vice-Prefeito; e
dezoito anos para Vereador.
Tais exigências estão estabelecidas nas alíneas do inciso VI
do art. 14 da Constituição Federal.
Note-se que a Lei n. 9.504/97, ao regulamentar este
dispositivo constitucional, estabeleceu em seu art. 11, § 2º,
que a idade mínima estabelecida como condição de
elegibilidade é verificada tomando-se como base a data da
posse. Assim, nada impede a participação na eleição de
candidato que não tenha, na data do registro da candidatura,
a idade mínima exigida, desde que venha completá-la até a
data da posse. http://www.tre-sc.jus.br/site/resenha-
eleitoral/edicoes-
impressas/integra/arquivo/2012/junho/artigos/breves-
apontamentos-sobre-condicoes-de-elegibilidade-
inegibilidades-registro-de-candidatura-e-
acao/index3b96.html?
no_cache=1&cHash=8ff320e50872fc494e16b963c53e86bc
Assim, é evidente que a alternativa C não poderia ser dada
como resposta, pois inclui senador. Ele até poderia
concorrer, mas não tomar posse no cargo.
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Juli Li
05 de Março de 2015, às 22h57
Útil (7)
Brasileiro naturalizado (art. 12, II)/ Nacionalidade
derivada/Secundária/Voluntária/Por aquisição: Se obtém por
requerimento.
Em regra a nacionalidade ordinária---> (Art. 12, II, 1ªparte)
Aqueles que na forma de lei adquirir a nacionalidade
brasileira.
Art. 112, Lei 6815/80---> Estatuto estrangeiro ( 4 anos
ininterruptos residencial, sem condenação criminal, visto
permanente ...outros)
1ª Exceção (art. 12,II "a", 2ªparte)--> Aqueles originários de
países de língua portuguesa. a) 01 ano ininterrupto de
residência , b) Idoneidade moral.
2ª Exceção ( art.12 §1º) ---> "Quase nacionalidade" ou
naturalização por equiparação: a) Português; b) Residência
permanente no Brasil; c)Comprovar no Ministério da justiça a
reciprocidade em favor do Brasileiro em Portugal. ---> O
Português exercerá os atributos do Brasileiro naturalizado,
sem perder sua condição de Português.
3ª Exceção (art.12, II, b)---> Naturalização extraordinária ou
quinzenária: a) + de 15 anos ininterruptos de residência; b)
Sem condenação criminal; c)Desde que requeiram: É um ato
vinculado, é um direito subjetivo do requerente, e não ato
discricionário, ato de soberania ou alto determinação do
Brasil, como é na regra da exceção 1 e 2.

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Gisely Cabral 
03 de Agosto de 2015, às 18h49
Útil (7)
Ao meu ver a alternativa B é a que está correta. Pois em
2014 ele tem residência de 15 anos no brasil. E segundo a
CF art.12,II, tem que ter MAIS de 15 anos. E da forma que o
enunciado vem trazendo, não dá a entender que a
solicitação da nacionalidade seja em 2018, muito pelo
contrário, dá a entender que está requerendo agora. Afinal o
enunciado diz que ele "requer"(presente) a nacionalidade e
não que "vai requerer"(futuro). 
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Diego Dornas 
27 de Agosto de 2015, às 11h51
Útil (7)
Na correria das provas, é meio complicado, com calma,
lembrar de todos os dispositivos legais. Portanto, segue um
mnemônico, para ajudar a decorar os cargos privativos de
brasileiros natos (art. 12, §3º, CR). 

§ 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:


I - de Presidente e Vice-Presidente da República;
II - de Presidente da Câmara dos Deputados;
III - de Presidente do Senado Federal;
IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;
V - da carreira diplomática;
VI - de oficial das Forças Armadas.
VII - de Ministro de Estado da Defesa (Incluído pela
Emenda Constitucional nº 23, de 1999)

Mnemônico: MP3.COM.
Ministro do STF (inciso IV);
Presidente e Vice-Presidente da República (inciso I);
Presidente da Câmara dos Deputados (inciso II);
Presidente do Senado Federal (inciso III);
Careiras Diplomáticas (inciso V) ;
Oficial das Forças Armadas (inciso VI);
Ministro de Estado da Defesa (inciso VII).

Observe que, com essa regra constitucional, conseguimos


perceber os erros e acertos da parte final das assertivas "c"
e "e". Em relação à "c", o cargo de Senador não está
previsto no dispositivo constitucional, mas o de Presidente
do Senado Federal. Em relação à "e",  o cargo de Presidente
da Câmara dos Deputados é um dos privativos de brasileiros
natos. 

Fé, Foco e Força! ;*  


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Emerson mesquita 
29 de Setembro de 2015, às 11h51
Útil (7)
Fcc esta de parabéns 
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Neto☕ 
05 de Maio de 2017, às 00h20
Útil (6)
Aconteceu o msm comigo Marcelo Junior, kkkkkkk fiz a
questão com atenção quando fui conferir o GAB. que susto,
falava que a letra C, essas apostilas maravilhosa!
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Fábio Balinski
31 de Março de 2015, às 00h01
Útil (6)
A letra E também deixa furo, porque não diz quando ele
requereu. Se ele requereu em 2014, data da prova, pode ser
que ele ainda não tivesse fechado os 27 anos e,
consequentemente, os 15 anos ininterruptos, porque
começou a residir no Brasil desde os 12 anos e nasceu em
1987, logo pode ser que em 2014 ainda não tenha chegado
o mês para ele ter completado 15 anos de residência. 
Nasceu em novembro de 1987 digamos, completou 12 anos
em novembro de 1999, e desde essa data reside no Brasil
como diz a questão. Em abril de 2014, por exemplo, ele teria
14 anos e alguns meses aqui no país, logo não fecharia os
requisitos. 
Claro que como ele quer para 2018 bastaria pedir depois,
mas igual, não se tem parâmetro da data do requerimento. 
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Cimara Silveira 
26 de Agosto de 2015, às 07h36
Útil (6)
Uma questão dessa dar até gosto de responder, pois não
deixa margens para os "chutadores".

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Stéphanie Simões
09 de Março de 2015, às 09h12
Útil (6)
Vou postar esse comentário porque até agora não vi
ninguém perguntando.
Eu marquei letra B. E por que?
Uai, porque no ano de 2014 quando ele requereu a
naturalização, ele tinha EXATAMENTE 15 anos de
residência no Brasil. E a constituição Federal, no art. 12,
inciso II alinea B, coloca como requisito para naturalizaçao
do estrangeiro de qualquer nacionalidade residência há
MAIS DE QUINZE ANOS ininterruptos.

Como é que pode ? Alguém faz o favor de me explicar??


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Felipe Monteiro
19 de Fevereiro de 2016, às 21h03
Útil (6)
Linda questão! FCC de parabéns!

Gabarito: E
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LIVIO LIMA
06 de Junho de 2015, às 15h01
Útil (6)
Bela questão, muito bem elaborada, exigindo a total atenção
e conhecimento do candidato! 
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Altieres Frances
14 de Janeiro de 2015, às 20h25
Útil (5)
O fato de a mãe estar a serviço da França não tem nada a
ver, visto que ela veio ao Brasil nesta condição quando o
filho já estava com 12 anos.
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Thiago Youtube:quartodeconcurseiro
04 de Abril de 2016, às 21h05
Útil (5)
Eu não sou muito fã das questões elaboradas pela FCC,
mas essa questão é top.
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Ítalo Cunha21 
16 de Fevereiro de 2015, às 16h49
Útil (5)
Alternativa D: será considerado brasileiro nato, se
houver nascido no Brasil, caso em que estará habilitado,
em tese, a concorrer aos mandatos de Deputado
Estadual ou Deputado Federal, podendo, inclusive, vir a
ser Presidente da Câmara dos Deputados. (ERRADA).

Essa é uma situação hipotética trazida pela questão. Se ele


tivesse nascido no Brasil, ele poderia ser brasileiro nato,
desde que a mãe dele não estivesse a serviço do seu país.
Essa informação a alternativa não trouxe. Logo, não se pode
afirmar que ele será considerado brasileiro nato se tivesse
nascido no Brasil.
CF:
Art. 12. São brasileiros:
I - natos:
a) os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que
de pais estrangeiros, desde que estes não estejam a
serviço de seu país;

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Jhonattan Griebel
24 de Abril de 2015, às 19h06
Útil (5)
Importante lembrar que nos termos do artigo 14, parágrafo 3,
inciso VI, alínea "a", é uma das condições de elegibilidade
para concorrer cargo de senador ter idade mínima de 35
anos, e no caso o francês não teria, o que justifica o erro da
alternativa "d"
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Sandra Rocha 
05 de Janeiro de 2015, às 17h21
Útil (5)
Não seria considerado brasileiro nato, mesmo tendo nascido
no Brasil, pois a sua mãe estava a serviço da França. E pelo
visto, a FCC entende que não será brasileiro nato, quando
qualquer um dos pais estiver no Brasil a serviço de seu
país. 
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Eduardo jose
10 de Janeiro de 2015, às 19h19
Útil (5)
Nagell, não ter a idade mínima exigida para concorrer ao
cargo de senador, 35 anos.
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Salviano Junior
22 de Abril de 2015, às 10h02
Útil (4)
Infelizmente errei, mas a questão é válida. Reconheço a
observação de vocês a respeito da necessidade de se ter
mais de quinze anos ininterruptos, no entanto, acredito que a
interpretação a respeito desse "mais" não esteja sendo bem
executada, pois quem passa 15 anos e uma hora, na minha
opinião, já preenche o requisito. É perceptível que a vontade
do legislador não foi a de estipular 16 anos de residencia.
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Thiago Andrade
07 de Julho de 2015, às 20h14
Útil (3)
Questão muito boa requer do candidato mais conhecimentos
do que se encontra no próprio comando da questão, pois
nesse caso deveríamos ter prévio conhecimento dos cargos
privativos de brasileiros natos.

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Juliana Dellantonia 
18 de Dezembro de 2017, às 15h36
Útil (2)
Esse tipo de questão (bem elaborada e capciosa) ajuda na
memorização e fixação da matéria. 3F (força, foco e fé)
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Ítalo Cunha21 
16 de Fevereiro de 2015, às 16h26
Útil (2)
Um francês, nascido em 1987 e residente no Brasil desde
os seus 12 anos de idade, quando a mãe foi enviada para
o país, a serviço da República francesa, requer a
nacionalidade brasileira, pois pretende concorrer a
mandato eletivo para uma vaga em órgão legislativo, nas
eleições gerais de 2018. Nessa hipótese, consideradas as
normas constitucionais atualmente vigentes na matéria, o
interessado

Em 2014 ele tinha 27 anos: (2014 - 1987= 27)


Em 2018 ele terá 31 anos: (2018 - 1987= 31)
Embora infere-se que ele requeriu a nacionalidade brasileira
em 2014, pois o verbo estar no presente "requer", e, 2014,
foi o ano que essa prova foi aplicada, a questão poderia ter
trago essa informação. 
Enfim, ele requeriu a nacionalidade em 2014. 
1987+ 12= 1999 (o ano em que ele chegou no Brasil).
2014 - 1999= 15 anos de residência no brasil.

Alternativa A: não poderá jamais obter a naturalização


pretendida, na hipótese de sua nacionalidade francesa
ser reconhecida como originária pela lei daquele país,
caso em que não poderá concorrer a mandato eletivo
algum no pleito de 2018. (ERRADA).
Art. 12. São brasileiros:
II. Naturalizados:
b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade, residentes na
República Federativa do Brasil há mais de quinze anos
ininterruptos e sem condenação penal, desde que requeiram
a nacionalidade brasileira.

Se ele preencher os requisitos, e desde que requeira a


nacionalidade, terá direito subjetivo a nacionalidade
brasileira.

Alternativa B: não obterá a naturalização, neste


momento, por não preencher o requisito de tempo
mínimo de residência ininterrupta no país para esse fim,
embora possa reapresentar o pedido em 2017, de modo
a habilitar-se a concorrer aos mandatos de Deputado
Estadual ou Deputado Federal em 2018. (ERRADA).

Neste momento (2014, pois foi quando a prova foi aplicada). 


1987 (nascimento) + 12 anos (quando chegou no Brasil)=
1999 (o ano em que ele chegou no Brasil).
2014 - 1999= 15 anos de residência no brasil.

Logo, ele preenche o requisito mínimo de residência, 15


anos.
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Don (Valdês)
23 de Setembro de 2015, às 18h15
Útil (2)
Excelente questão....
Eu mesmo errei pois não lembrava do Art.89, VII, Senador
no mínimo com 35 anos e ele tem 31 anos!
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Eduarda Lima 
01 de Agosto de 2017, às 00h36
Útil (2)
Questão traiçoeira, muitos detalhes!
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Thaisa Marques 
29 de Dezembro de 2017, às 20h07
Útil (2)
não li até o final e me ferrei!!!
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Moema zocrato 
10 de Julho de 2015, às 10h48
Útil (2)
Muito mal feita a letra d. Traz uma SUPOSIÇÃO. se o cara
tivesse nascido no Brasil... A questão só diz que a mãe veio
a serviço da França quando ele tinha 12 anos. Se ele tivesse
nascido no Brasil, e não tivesse a mãe a serviço da França
NA ÉPOCA (como não deixou claro a questão), ele seria sim
brasileiro nato, e ele poderia sim vir a ser presidente da
Câmara. 
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Daniel Vieira 
19 de Julho de 2015, às 22h33
Útil (2)
Moema, a questão está perfeita. O enunciado da questão
deixa expresso que o cidadão é FRANCÊS. 
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Nagell .
08 de Janeiro de 2015, às 09h49
Útil (2)
Qual o erro da "C"?!
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DAVID !!!
25 de Janeiro de 2015, às 11h43
Útil (1)
a condenaçao penal tem que ser antes da naturalizaçao,isso
nao vem expresso na questao,o que induz marcar a letra c
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plinio andrade 
05 de Outubro de 2016, às 20h13
Útil (1)
é vi muita gente falando que a questão foi bem elaborada e
que naõ daria brechas pra chutar? eu descordo pois eu
acertei a questao nao por fazer as contas a idade ,mas sim
por levar em consideraçao que a mae dele quando veio ao
país ela veio a serviço da república francesa..isso quer dizer
que brasileiro nato ele nao podia ser....e depois de analisado
isso olhei na questao que falava sobre sem condenaçao
penal...
 
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Telesmarques Pezzin
10 de Março de 2015, às 18h14
Útil (1)
Stéphanie Riccio É a partir de 2018 e não 2014.
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jackson santos
14 de Janeiro de 2015, às 11h05
Útil (1)
Seria atividades nocivas e não qualquer processo judicial, no
meu ver caberia recurso..... 
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lucas pinto
19 de Março de 2015, às 09h35
Útil (1)
Respondendo a pergunta feita, a questão não disse quando
ele irá requerer a nacionalidade, portanto em 2014 ( ano de
elaboração da questão) ele terá 15 anos, a depender da
data 15 anos e alguns dias, meses, portanto mais de 15
anos, conclui-se que de 2014 a 2018 (tempo para requerer a
nacionalidade) com certeza ele já terá mais de 15 anos de
residência.
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Estefany
11 de Setembro de 2015, às 07h39
Útil (1)
essa questão tem como resposta letra C e letra E passível
de anulação
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Fábio Balinski
30 de Março de 2015, às 23h48
Útil (0)
A letra D estaria certa se afirmasse que o pai não estava a
serviço do país, mas como nada disse, só os requisitos nela
constantes não são suficientes, porque a gente não sabe
sobre o pai dele. 
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virginia lobato
17 de Agosto de 2015, às 13h51
Útil (0)
Gisely, o indivíduo poderá conseguir nacionalidade
secundária de duas formas: 1) naturalização expressa: art.
12, inciso II, a da CF, em que ele precisa preencher os
requisitos previstos no estatuto do estrangeiro. Nesse caso,
não é necessário residência por 15 anos ininterruptos, mas
sim de residência contínua pelo prazo de 4 anos. 
2) naturalização extraordinária: art. 12, II, b da CF.
Sendo assim, ele pode ser naturalizado com base na
primeira hipótese.
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N T 
22 de Dezembro de 2017, às 15h11
Útil (0)
letra D - ERRADA, pois mesmo que o sujeito mencionado
tenha nascido no Brasil ele não será considerado brasileiro
nato, pois no enunciado da questão consta que a sua mãe
estava a serviço da República Francesa (exceção do art. 12,
I, a da CF/88: a) os nascidos na República Federativa do
Brasil, ainda que de pais estrangeiros, desde que estes não
estejam a serviço de seu país;)
 
Ela pode ter vindo aqui, nascido o moleque, voltado a frança,
residido por 12 anos e depois, aí sim, voltado cá a serviço.
Lugar nenhum diz que quando ele NASCEU ela estava a
serviço! Lugar nenhum. 
D totalmente correta.
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R BRASILEIRO
16 de Junho de 2016, às 10h21
Útil (0)
Creio que não poderemos levar em consideração a idade,
como muitas pessoas tem levado, na letra C. A questão dá a
entender que a naturalização seria naquele momento, ou
seja, levando em conta a data 2014. Sendo assim o referido
não teria mais de 15 anos. A palavra em tese nos remete
que de acordo com as normas de nacionalidade ele teria sim
condições de concorrer unicamente aquelas vagas. Ter ou
não ter a idade já é outra história.
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Rafael Palheta 
12 de Janeiro de 2015, às 12h12
Útil (0)
Um detalhe muito relevante também é que o Brasileiro
Naturalizado pode chegar a ser Pte do Senado Federal, o
que não pode ocorrer é o brasileiro naturalizado ser Pte do
STF e da Câmara dos Deputados, apenas esse detalhe já
descartava a letra c, pois a afirmativa fala que JAMAIS o
brasileiro naturalizado poderá ser Pte do Senado Federal.
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jackson santos
14 de Janeiro de 2015, às 11h02
Útil (0)
A letra e tbm está errada, não é qualquer condenação
criminal...

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Nélio Gonçalves
08 de Abril de 2015, às 08h05
Útil (0)
Esta questão deveria ser anulada , porque a letra c também
está correta
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