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A escola vienense de psicoterapia pode ser dividida cronologicamente em três fases, de acordo com a contribuição de

seus ilustres filhos: Psicanálise (Sigmund Freud), Psicologia Individual (Alfred Adler) e Logoterapia (Viktor Frankl).

A mais recente Logoterapia difundiu-se rapidamente pelo mundo por obra do próprio Frankl. Oriundo da tradição
gloriosa vienense de estudiosos, Viktor Frankl desenvolveu a chamada psicologia das alturas (dimensão transcendental
do ser humano) de maneira complementar à conhecida psicologia das profundezas (psicanálise freudiana). No processo
de elaboração de sua teoria terapêutica, influenciou de maneira única sua experiência como sobrevivente a quatro
campos de concentração nazistas, onde vivenciou e desenvolveu ulteriormente sua teoria sobre a capacidade do ser
humano de encontrar sentido para a vida e mesmo para o sofrimento.

A Logoterapia é conhecida como a psicologia do sentido da vida enquanto vê na vontade de sentido uma motivação
primária do ser humano. Trata-se de uma psicoterapia bem fundamentada não só cientificamente, mas também
filosoficamente (filosofia existencial, e fenomenologia). Três são as colunas da Logoterapia: a liberdade da vontade
(antropologia), a vontade de sentido (psicoterapia) e o sentido da vida (filosofia).