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Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 8

REGIMENTO INTERNO DA DIRETORIA DE PESSOAL

Título I
GENERALIDADES

Capítulo I
FINALIDADES

Art. 1.º O Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da Polícia Militar de Alagoas,


estabelece princípios e normas gerais que orientam e padronizam os procedimentos
adotados pela Corporação, em relação aos policiais militares que trabalham nesta
Diretoria, bem como aos P/1 e seus auxiliares distribuídos nas diversas Unidades,
interligando o sistema de administração de pessoal da Polícia Militar de Alagoas,
considerando:
I. a aplicação rigorosa da legislação da Polícia Militar de Alagoas, consonante ao caso
concreto, observando a hierarquia das leis estabelecida na Carta Magna;
 Ver: CF art. 59.

II. a uniformidade de procedimentos adotados, com o objetivo de doutrinar os policiais


militares da Corporação que trabalham com a atividade de pessoal, orientando-os na
confecção de documentos afetos aos respectivos assuntos.

Art. 2.º Todo policial militar da Polícia Militar de Alagoas está sujeito as normas
estabelecidas neste regimento, tanto os da atividade como os da inatividade, bem como as
pessoas que a este se submetem.
Parágrafo Único. Os policiais militares que trabalham com a atividade de pessoal deverão
observar em primeiro lugar o interesse da Administração Pública.

Capítulo II
CONCEITUAÇÕES

Art. 3.º Para efeito deste Regimento Interno, adotamos as seguintes conceituações:
I. cadastro – é o registro de informações pessoais e profissionais dos policiais militares;
II. avaliação – análise dos processos relacionados com os policiais militares e os
funcionários públicos civis da Corporação;
III. movimentação – é a denominação genérica do ato administrativo que atribui ao
policial militar, cargo, situação, quadro, OPM ou fração de OPM;
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 Ver: art. 5.º e seus incisos do Dec. n.º 33.376, de 09 de março de 1989 – Regulamento de Movimentação de Oficiais e Praças – REMOP.

IV. promoção – é o ato administrativo que tem como finalidade básica o preenchimento
seletivo das vagas pertinentes ao grau hierárquico superior, com base nos efetivos
fixados em Lei para os diferentes Quadros;
 Ver: art. 2.º da Lei n.º 4.345, de 07 de maio de 1982 - Lei de Promoção de Oficiais da Polícia Militar de Alagoas.

V. disciplina – é a rigorosa observância e acatamento integral das leis, regulamentos,


normas e dispositivos que fundamentam a Organização Policial Militar;
 Ver: art. 6.º da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.

VI. inativos – policiais militares que foram transferidos para reserva remunerada, não
remunerada e reformados por ato do Excelentíssimo Senhor Governador do Estado;
VII. pensionistas – são os dependentes dos policiais militares falecidos;
VIII. recrutamento – ato ou efeito de recrutar pessoal civil aos Quadros de Organização da
Polícia Militar.

Título II
DA DIRETORIA DE PESSOAL

Capítulo I
DAS ATRBUIÇÕES E DA COMPETÊNCIA

Seção I
Das Atribuições

Art. 4.º A Diretoria de Pessoal é o Órgão de Direção Setorial responsável perante o


Comandante Geral, pelo planejamento, execução, controle e fiscalização das atividades do
Sistema de Pessoal da Polícia Militar do Estado de Alagoas.

Seção II
Da Competência

Art. 5.º Compete à Diretoria de Pessoal:


I. planejar, coordenar, fiscalizar, controlar e executar todas as atividades relacionadas com
a vida funcional do pessoal policial militar e civil da Corporação, mantendo os registros
funcionais;
II. planejar, coordenar, fiscalizar, controlar e executar as atividades referentes à
documentação militar do pessoal da Polícia Militar;
III. elaborar os planos e ordens decorrentes das diretrizes da política de pessoal da
Corporação;
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IV. preparar os atos de transferências para a reserva remunerada e não remunerada e de
reforma de Oficiais e praças;
 Ver: CF art. 42, § 1.º c/c o 142, § 3.º, II.
 Ver: CF art. 42, § 1.º c/c o 142, § 3.º, III.
 Ver: CF art. 42, § 1.º c/c o 14, § 8.º, I e II.

V. propor a movimentação de Oficiais;


 Ver: Dec. n.º 33.376, de 09 de março de 1989 – Regulamento de Movimentação de Oficiais e Praças – REMOP.

VI. movimentar praças por transferência e classificação;


 Ver: art.13 do Dec. n.º 33.376, de 09 de março de 1989 – Regulamento de Movimentação de Oficiais e Praças – REMOP.

VII. manter ligação, através do Comandante Geral, com os Órgãos do Exército Brasileiro
relacionados com o controle de pessoal policial militar;
VIII. solucionar processos administrativos, e submete-los à decisão do Comandante Geral,
devidamente instruídos, os que lhe escapem à competência;
IX. manter controle do andamento dos processos e fiscalizar o cumprimento dos prazos;
X. orientar, coordenar, controlar e fiscalizar as atividades de seleção para ingresso na
Polícia Militar e para admissão do pessoal civil;
 Ver: CF art. 42, § 1..º c/c o 142, § 3.º, X.
 Ver: arts. 7.º; 8.º, *§ 1.º, I, II, *III, *IV, § 2.º, “a”, “b” e “*c” da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado
de Alagoas. (* redação modificada pela lei n.º 5.358, de 01 de julho de 1992)
 Ver: art. 70, I, II, III, § 1.º, § 2.º da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.

XI. fazer parte da celebração de Convênios entre a Polícia Militar e instituições que
processam concursos públicos para ingresso na Corporação;
 Ver: Termo de Convênio Publicados em D.O. n.º 174, de 22 de setembro de 1998 e BGO n.º 172, de 22 de setembro de 1998, que entre si celebraram
a Universidade Federal de Alagoas, e a Polícia Militar de Alagoas, com o objetivo de prestação de serviços mútuos na forma abaixo – Regido pela
Lei n.º 8.666, de 21 de junho de 1993, e alterações posteriores, legislação correlata e a instrução Normativa da Secretaria do Tesouro Nacional, de
15 de janeiro de 1997.

XII. manter controle do pessoal agregado, licenciado e em função não prevista no Quadro
de Organização da Polícia Militar;
 Ver: CF art. 42, § 1.º c/c o 142, § 3.º, II e III.
 Ver: CF art. 42, § 1.º c/c o 14, § 8.º, I e II.
 Ver: CE art. 63, § 3.º, III.
 Ver: arts. 19, § Único; 80; 81, II, § 1.º; 84; 85 e 117, § Único, “a”, “b” e “c” da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais
militares do Estado de Alagoas (agregação).
 Ver: arts.6.º, I e 12, II, “a” do Dec. n.º 33.376, de 09 de março de 1989 – Regulamento de Movimentação de Oficiais e Praças – REMOP
(agregação).

XIII. tratar dos assuntos de estatística e modernização administrativa relacionados com


pessoal;
XIV. coordenar a elaboração de documentos destinados à Comissão de Promoção de
Oficiais e Comissão de Promoção de Praças;
XV. averbar, registrar e controlar as contagens de tempo, expedindo e providenciando as
respectivas certidões;
 Ver: arts. 90, § 3.º; 98, § 3.º da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.
 Ver: art. 109, § 1.º da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.
 Ver: art. 110 da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.

XVI. regular os procedimentos para inclusão na Polícia Militar;


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 Ver: CF art. 42, § 1..º c/c o 142, § 3.º, X.
 Ver: arts. 7.º; 8.º, *§ 1.º, I, II, *III, *IV, § 2.º, “a”, “b” e “*c” da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado
de Alagoas. (* redação modificada pela lei n.º 5.358, de 01 de julho de 1992)
 Ver: art. 70, I, II, III, § 1.º, § 2.º da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.

XVII. controlar a execução dos planos de férias;


 Ver: CF art. 42, § 1..º c/c os 142, § 3.º, VIII e 7.º, XVII.
 Ver: Portaria n.º.008/98 – CG/DP, de 26 de janeiro de 1998- Estabelece Normas para Concessão de Férias dos Policiais Militares do Estado de
Alagoas.
 Ver: Lei n.º. 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.

XVIII. regular as rotinas e procedimentos relacionados com direitos e deveres e incentivos


de pessoal;
 Ver: arts. 30, incisos, *§§; 31, incisos; 32, §§; 33, §§; 34 da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de
Alagoas. (*redação modificada pela lei n.º 5.358, de 01 de julho de 1992)

XIX. realizar inspeções de caráter setorial, propondo ao Comandante Geral as medidas


para reajustamento do sistema;
XX. publicar os editais para ingresso na Corporação;
 Ver: CF art. 42, § 1..º c/c o 142, § 3.º, X.
 Ver: arts. 7.º; 8.º, *§ 1.º, I, II, *III, *IV, § 2.º, “a”, “b” e “*c” da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado
de Alagoas. (* redação modificada pela lei n.º 5.358, de 01 de julho de 1992)
 Ver: art. 70, I, II, III, § 1.º, § 2.º da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.

XXI. propor anualmente ao Comandante Geral, até o dia 31 de dezembro, alterações no


Regimento Interno da Diretoria de Pessoal.

Capítulo II
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Art. 6.º A Diretoria de Pessoal, nos termos dos Quadros de Organização (QO) da Polícia
Militar de Alagoas, aprovados pela Lei n.º 5.476, de 04 de maio de 1993, funciona com a
seguinte estrutura:
 Ver: Lei n.º 5.476, de 04 de maio de 1993 – Estabelece o Quadro de Organização da Polícia Militar de Alagoas.

I. diretor:
II. subdiretor
 SECRETARIA:
a) 01 - Secretário - cargo de 1º Ten QOPM
 Núcleo de Apoio Administrativo
a) 01 - coordenador - cargo de Sub Ten QOPM;
b) 01 - auxiliar – cargo de 1.º Sgt PM
c) total de policiais militares previsto da Secretaria = 02

 SEÇÃO DE CADASTRO E AVALIAÇÃO – DP/1


a) 01 - Chefe – cargo de Maj QOPM
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b) 01 - Adjunto – cargo de 1º Ten QOPM

 Núcleo de Contabilidade de Pessoal Ativo


a) 01 – coordenador – cargo de Sub Ten PM QOPM
b) 01 – auxiliar – cargo de 1.º Sgt PM QOPM

 Núcleo de Assentamentos de Oficiais e Servidores Civis


a) 01 - coordenador – cargo de Sub Ten QOPM
b) 03 – auxiliares – cargo de 1.º Sgt QOPM
c) total de policiais militares previsto na DP/1 = 08.

 SEÇÃO DE RECRUTAMENTO, SELEÇÃO E MOVIMENTAÇÃO –


DP/2
a) 01 – Chefe – cargo de Maj QOPM
b) 01 – Adjunto – cargo de 1º Ten PM
 Núcleo de Recrutamento e Seleção
a) 01 – Coordenador – cargo de Sub Ten PM QOPM;
b) 01 – Auxiliar – Cargo de 1º SGT PM QOPM;
 Núcleo de Movimentação
a) 01 - Coordenador – cargo de Sub Ten PM QOPM
b) 02 – Auxiliares – Cargo de Sub Ten PM QOPM
c) total de policiais militares previsto da DP/2 = 07.

 SEÇÃO DE INATIVOS (DP/3):


a) 01 - chefe – cargo de Maj QOPM;
b) 01 - Adjunto: cargo de 1º Ten PM QOPM;
c) 02- Auxiliares: cargo de 1º SGT PM QOPM;
d) total de policiais militares previsto da DP/3 = 04.
Parágrafo Único. As praças que executam serviços na Diretoria de Pessoal pertencem à
Companhia de Comando e Serviço do Quartel do Comando Geral da Corporação.

Título III
DAS ATRIBUIÇÕES DOS ÓRGÃOS INTEGRANTES
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Capítulo I
DO DIRETOR DE PESSOAL

Seção Única
Da Competência

Art. 7.º No exercício de suas funções, compete ao Diretor de Pessoal, além de outras
atribuições previstas em leis e regulamentos:
I. orientar, coordenar e controlar as atividades da Diretoria de Pessoal;
II. decidir sobre as questões do sistema de pessoal e submeter ao Comandante Geral as que
lhe escapem à competência;
III. promover estudos com a finalidade de aprimorar o sistema de pessoal;
IV. elaborar normas reguladoras do sistema de pessoal e submetê-las à aprovação do
Comandante Geral;
V. ligar-se com o Comandante Geral, nos assuntos de sua competência, e assessorá-lo em
questões de pessoal;
VI. apresentar sumários e relatórios de pessoal;
VII. submeter à apreciação do Comandante Geral o Regimento Interno da Diretoria de
Pessoal e dos Órgãos subordinados;
 Ver: art. 17, XI do Regulamento Geral da Polícia Militar de Alagoas.

VIII. delegar atribuições de sua competência.


IX. cumprir e fazer cumprir as ordens emanadas do Comando e do Chefe do Estado Maior
Geral da Corporação;
X. movimentar as praças, no âmbito da Corporação, consultando quando necessário o
Chefe do Estado Maior Geral;
 Ver: art.13 do Dec. n.º 33.376, de 09 de março de 1989 – Regulamento de Movimentação de Oficiais e Praças – REMOP.

Parágrafo Único. A nota para publicação das matérias de transferências de praças, deverá
conter a assinatura do Chefe da Seção de Movimentação e Promoção (DP/2) e o
publique-se do Diretor de Pessoal.

Capítulo II
DO SUBDIRETOR DE PESSOAL

Seção I
Da Competência
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Art. 8.º No exercício de suas funções, compete também ao Subdiretor de Pessoal, além de
outras atribuições previstas em leis e regulamentos:
I. comandar especificamente, a Seção de Cadastro e Avaliação (DP/1);
II. comandar a Diretoria de Pessoal, quando da impossibilidade do seu titular, nos assuntos
afetos à Diretoria;
III. cobrar diariamente à apresentação dos Oficiais e praças da Diretoria de Pessoal;
IV. apresentar ao Diretor de Pessoal as alterações diárias da Diretoria de Pessoal;
V. despachar com o Diretor de Pessoal toda à documentação, oriunda dos Chefes das
Seções e seus Auxiliares.

Seção II
Da Secretaria

Subseção I
Das Atribuições

Art. 9. A Secretaria é o Órgão que executa as atividades administrativas gerais da


Diretoria de Pessoal.

Subseção II
Da Competência

Art. 10. A Secretaria compete:


I. tratar dos assuntos referentes a pessoal, informações, instrução, relações públicas e
logística, no âmbito da Diretoria de Pessoal;
II. executar os serviços de expediente, correspondência, protocolo e arquivo;
 Ver: CF arts. 5.º, XII; 136, § 1.º, I “b” e “c” e 139, III; Leis 6.538/78 – serviços postais; 9.296/96 – regulamenta a escuta telefônica.

III. tratar dos assuntos de estatística e modernização administrativa referentes às atividades


da Secretaria;
IV. assegurar o apoio de serviços gerais à Diretoria de Pessoal;
V. assistir ao Diretor de Pessoal no desempenho de suas atividades globais.

Subseção III
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Do Protocolo

Art. 11. Do protocolo geral da Diretoria de Pessoal:


I. receber, protocolar e distribuir pelas Seções da Diretoria de Pessoal toda documentação
que entra na mesma;
II. protocolar a saída de documentos da Diretoria de Pessoal, controlando e arquivando a
segunda via.

Subseção IV
Do Material de Expediente

Art. 12. Do provimento do material de expediente:


I. prover a Diretoria de Pessoal e suas Seções de material de expediente necessário às suas
atividades, através dos pedidos normais ao CSM/DAL ou da aquisição do material
diretamente no comércio, com os meios próprios da Diretoria de Pessoal e/ou
adiantados pela Diretoria de Finanças;
II. manter o controle de entrada e saída de material de expediente, através de livro próprio,
que para tal deverá constar: posto/graduação, nome, seção, data de entrada/saída, nome
do material que esta entrando e saindo, e, a assinatura do policial militar recebedor do
material.

Subseção V
Da Carga e Limpeza

Art. 13. Do controle da carga e limpeza da Diretoria de Pessoal:


I. ter sob seu controle a carga de material permanente, que está relacionado e distribuído
pelas Seções da Diretoria de Pessoal, fazendo as verificações periódicas e
providenciando sobre as alterações;
II. manter, através dos policiais militares de cada Seção, a Diretoria de Pessoal sempre
limpa e apresentável, providenciando o material necessário para tal.

Subseção VI
Das Férias dos Oficiais

Art. 14. O processamentos das férias dos Oficiais da Polícia Militar de Alagoas, será da
atribuição e competência da Diretoria de Pessoal, através da Secretaria em consonância
com os Srs. Cmt, Chefes e Diretores de OPM, de acordo com as matérias abaixo:
 Ver: CF art. 42, § 1..º c/c os 142, § 3.º, VIII e 7.º, XVII.
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 Ver: CE art. 49, VI.
 Ver: Lei n.º. 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.
 Ver: Portaria n.º 008/98 – CG/DP, de 26 de janeiro de 1998 – Estabelece Normas para Concessão de Férias dos Policiais Militares do Estado de
Alagoas.

I. da concessão das férias:


a) cabe as autoridades mencionadas no caput deste artigo, encaminhar para esta
Diretoria de Pessoal, até o dia 20 (vinte) do mês anterior ao das férias, a relação dos
Oficiais e Aspirantes a Oficial constantes no Plano de Férias, quando será
confeccionada uma Nota de Publicação (NP), do qual também deverão informar se
houve alguma alteração e o motivo da mesma;
b) o plano de férias dos Oficiais e Aspirantes a Oficial, referente ao mês em exercício
será publicado pela Diretoria de Pessoal 30 (trinta) dias antes da concessão,
objetivando o reforço do Plano Geral, bem como, para agilização por parte da
Diretoria de Finanças, referente as atribuições de sua competência;
c) a concessão das férias do Exmo. Sr. Cmt Geral e Chefe do EMG, bem como, dos
Srs. Oficiais do EMG, Cmt do CPC e CPI, Ajudância Geral, Cmt de Unidade e
Estabelecimentos de Ensino, Diretores e Cmt de Subunidades Independentes,
respectivamente será de acordo com o disposto nos itens I e II do Art. 91, da Lei n.º
5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de
Alagoas;
d) o período de férias regulamentar é obrigatoriamente concedido aos policiais militares
a partir do último mês do ano a que se refere e usufruído no ano seguinte;
e) em princípio, o período de férias iniciar-se-á no 1.º dia útil do mês a ser gozado e
terminará 30 (trinta) dias após, cuja apresentação far-se-á no 1.º dia útil após o
período, no início do Expediente diário;
f) o início e o término do período de férias dos Oficiais e Aspirantes a Oficial deverá
ser fiscalizado pelos Srs. Cmt, Chefes e Diretores de OPM, cabendo-lhe administrar,
informando a Diretoria de Pessoal, caso haja alguma alteração;
g) os Oficiais e Aspirantes a Oficial ao tomarem conhecimento da concessão de suas
férias deverão comparecer o mais breve possível, a Ajudância Geral para fazer a
devida apresentação, fato que se não ocorrer, o mesmo será considerado em serviço e
não em férias;
h) os Srs. Cmt, Diretores e Chefes, deverão planejar, conceder e fiscalizar as férias das
Praças sob seu Comando, enviando a Diretoria de Pessoal as respectivas relações, de
acordo com os prazos já estabelecidos.
II. da elaboração do plano anual geral de férias da Corporação:
a) até o dia 20 (vinte) de novembro de cada ano, as OPM da Corporação deverão enviar
a Diretoria de Pessoal o Plano de Férias dos Oficiais e Aspirantes a Oficial para o
exercício no ano seguinte, no que a Diretoria de Pessoal confeccionará o plano geral
e publicará em B.G.O. (Boletim Geral Ostensivo) até o dia 30 (trinta) de novembro;
b) preparar nota de publicação para inclusão de Oficiais no plano de férias.
III. da suspensão das férias dos Oficiais:
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a) a suspensão das férias só será concedida, através de Portaria do Exmo. Sr. Cmt
Geral, observando o disposto no § 3.º, do Art. 91, da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de
1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas, através de solicitação
dos Srs. Cmt, Chefes e Diretores, ao Diretor de Pessoal (constando o mês a ser
gozado posteriormente), após aprovação do Sr. Chefe do EMG;
b) na impossibilidade absoluta do gozo de férias no ano seguinte, devido a suspensão
das mesmas, o policial militar terá o prazo de 01 (um) ano, a partir da data da
Suspensão, para usufruí-las e, caso não o faça, o período de férias não gozado será
computado dia-a-dia e contado em dobro, para fins de inatividade, mediante
requerimento do policial militar à Diretoria de pessoal, de acordo com o que
preceitua o § 5.º, do Art. 91, da Lei n.º 5.346, de 26 maio de 1992;
c) o período de férias não concedido (do ano a que se refere), implicará em
responsabilidade da Autoridade que não o fez, cabendo ao policial militar o direito
de gozá-lo a qualquer tempo ou contá-lo em dobro.
IV. da modificação do Plano de Férias:
a) deferir e/ou indeferir o pleito solicitado de acordo com as normas;
b) preparar Nota de Publicação para modificação, quando deferido o pleito.

Subseção VII
Das Situações Diversas

Art. 15. Das situações diversas:


I. informar mensalmente o plano de férias dos Oficiais, ao COPOM, Corregedoria,
Diretoria de Finanças, através de publicação em BGO, até o dia 30 (trinta) de cada mês;
II. controlar as férias dos Oficiais não processadas e concedidas pela Diretoria de Pessoal;
III. preparar matérias de concessão de guia de trânsito de Oficiais e praças;
IV. publicação da concessão de dispensas médicas, dispensas para acompanhar tratamento
de pessoa da família dos policiais militares;
V. preparar matérias de concessão de licença à maternidade, após publicação do resultado
da inspeção de saúde por parte da Diretoria de Saúde;
 Ver: art. 102, § Único da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.

VI. prepara a nota de publicação para apresentação de Certidões de Casamento e Óbito de


Oficial;
VII. enviar para DAL, computador ou máquina de escrever para conserto;
VIII. elaborar plano de chamada do efetivo dos Oficiais e praças da DP;
IX. preparar nota de publicação para trânsito e instalação de Oficiais e Praças de acordo
com o Capítulo III do Dec. n.º 33.376, de 09 de março de 1989 - Regulamento de
Movimentação de Oficiais e Praças da Polícia Militar de Alagoas;
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X. e outros assuntos da mesma natureza, que fujam da alçada das demais Seções.

Capítulo III
DAS SEÇÕES DA DIRETORIA DE PESSOAL

Seção Única
Da Competência Geral

Art. 16. No desempenho de suas atribuições, genericamente, compete às Seções da


Diretoria de Pessoal:
I. estudar, emitir pareceres e elaborar expedientes relativos aos assuntos que lhes forem
atribuídos;
II. elaborar instruções, relatórios normas e publicações relativas às suas atividades;
III. manter controle sistemático sobre o cumprimento da legislação pertinentes às suas
atividades;
IV. acompanhar a evolução doutrinária dos assuntos de sua competência;
V. colaborar na elaboração do Regimento Interno da Diretoria e elaborar propostas sob a
forma de emendas ao presente Regimento, a fim de melhorar o desempenho de suas
atividades, submetendo-as ao Diretor de Pessoal.

Capítulo IV
DA SEÇÃO DE CADASTRO E AVALIAÇÃO (DP/1)

Seção I
Das atribuições

Art. 17. A Seção de Cadastro e Avaliação incumbe-lhe a execução das atividades


normativo-técnicas relativas ao cadastramento e avaliação do desempenho e mérito do
pessoal policial militar da ativa e dos funcionários públicos civis lotados na Corporação,
bem como dos direitos, deveres, prerrogativas, recompensas e incentivos.
Seção II
Da Competência

Art. 18. Para o desempenho de suas finalidades, compete-lhe especialmente:


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I. orientar, coordenar, controlar e fiscalizar as atividades relacionadas com:
a) cadastramento dos policiais militares da ativa e dos funcionários públicos civis
lotados na Corporação;
b) avaliação do desempenho e mérito dos policiais militares da ativa e dos funcionários
públicos civis lotados na Corporação;
c) organização e arquivo do histórico individual e pessoal.
II. cooperar nas atividades de recrutamento e seleção fornecendo dados sobre pessoal;
 Ver: CF art. 42, § 1..º c/c o 142, § 3.º, X.
 Ver: arts. 7.º; 8.º, *§ 1.º, I, II, *III, *IV, § 2.º, “a”, “b” e “*c” da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado
de Alagoas. (* redação modificada pela lei n.º 5.358, de 01 de julho de 1992)
 Ver: art. 70, I, II, III, § 1.º, § 2.º da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.

III. estudar e elaborar proposta de:


a) necessidade de recursos para execução de suas atividades;
b) aperfeiçoamento da política, legislação, administração e das normas em vigor no
campo de suas atividades;
c) planos, programas, instruções e normas, para execução das atividades de
cadastramento, avaliação do desempenho e mérito, bem como o histórico individual.
V. promover:
a) estudos, análises e pesquisas, tendo em vista a modernização administrativa;
b) intercâmbio com instituições públicas e privadas para o aprimoramento de suas
atividades.
VI. propor normas técnicas pertinentes as atividades de sua competência, fiscalizando e
controlando a sua aplicação;
VII. participar de estudos doutrinários-normativos e de política administrativa,
determinados pelo Diretor de Pessoal;
VIII. fornecer dados informativos sobre o pessoal cadastrado;
IX. fornecer certidões sobre dados individuais;
X. tratar de assuntos de estatísticas referentes às suas atividades.

Seção III
Do Fichário Geral dos Oficiais da Ativa

Art. 19. Do fichário geral dos Oficiais da ativa:


I. manter atualizado o fichário dos Oficiais, através de suas fichas, preenchendo os dados
pessoais e funcionais, de acordo com o que estiver estabelecidos nos campos de suas
fichas;
II. arquivar na pasta de cada Oficial cópias de:
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 20
a) certificados de curso;
b) carta-patente;
 Ver: CF arts. 42, § 1.º; 125, § 4.º e 142, § 3.º, VI, VII – Da Conferência e Perda da Patente.
 Ver: CE art. 63, §§ 5.º e 6.º - Da Perda da Patente.
 Ver: Dec. n.º 31.565, de 06 de outubro de 1986 – Aprova o regulamento para lavratura, apostilamento e expedição de Carta Patente aos Oficiais da
Polícia Militar do Estado de Alagoas.
 Ver: art. 18 da Lei n.º 4.345, de 07 de maio de 1982 – Lei de Promoção de Oficiais.

c) título de promoção;
d) outros.
Parágrafo Único. A complementação das fichas dos Oficiais serão feitas pela Ajudância
Geral, através dos assentamentos.

Seção IV
Da Apresentação de Diplomas, Certificados e Históricos

Art. 20. Da apresentação de Diplomas, Certificados e Históricos:


I. receber dos interessados Oficiais e praças os diplomas, certificados e históricos escolares
referentes a cursos ou estágios em que os mesmos participaram, na Corporação ou fora
dela, fazendo publicá-los e/ou encaminhá-los para arquivamento na pasta de cada um;
II. observar se os diplomas, certificados e históricos estão devidamente registrados e
autenticados.

Seção V
Do Arquivo Geral das Praças da Ativa e Excluídos

Art. 21. Do arquivo geral das praças da ativa e excluídos:


I. manter as fichas das praças devidamente organizadas e atualizadas, observando quanto:
a) o comportamento;
b) a transcrição de punições e elogios;
c) a averbação de tempo de serviço;
d) promoções;
 Ver: Lei n.º 4.345, de 07 de maio de 1982 – Lei de Promoção de Oficiais.

e) outros.
II. preencher as fichas dos policiais militares incluídos na Corporação, quando da
publicação do ato de inclusão em Diário Oficial Estado e Boletim Geral Ostensivo,
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 21
abrindo para cada policial militar incluído, uma pasta com todos os documentos
exigidos no edital do concurso.
 Ver: CF art. 42, § 1.º c/c o 142, § 3.º, X.
 Ver: arts. 7.º; 8.º, *§ 1.º, I, II, *III, *IV, § 2.º, “a”, “b” e “*c” da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado
de Alagoas. (* redação modificada pela lei n.º 5.358, de 01 de julho de 1992)
 Ver: art. 70, I, II, III, § 1.º, § 2.º da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.

Parágrafo Único. Será aplicado também para os Oficiais o disposto no inciso II deste
artigo.

Seção VI
Dos Programas PIS/PASEP

Art. 22. Dos programas PIS/PASEP dos policiais militares da Corporação:


I. cadastrar no PASEP todos os policiais militares incluídos na Corporação e que não
estejam inscritos em nenhum dos programas;
II. enviar para as OPM os formulários próprios do PASEP a serem preenchidos por
intermédio dos furriéis;
III. encaminhar para à CAPEAL os formulários próprios do PASEP já preenchidos pelas
OPM, através da Diretoria de Pessoal;
IV. providenciar junto à CAPEAL as Carteiras de Inscrição dos policiais militares
cadastrados no PASEP;
V. efetuar a entrega das Carteiras de Inscrição dos policiais militares;
VI. orientar os policiais militares das OPMs sobre as retiradas do benefício dos programas
PIS/PASEP, se inscritos até o ano de 1988, conforme Portaria n.º 226, de 04 de Outubro
de 1988, do Ministério da Fazenda, por ocasião de transferência para inatividade,
falecimento e quaisquer outros assuntos, inclusive dirimir dúvidas junto à Caixa
Econômica Federal;
 Ver: Portaria n.º 226 do Min. da Fazenda, 04 de outubro de 1988 – Estabelece Normas sobre os Programas PIS/PASEP.

VII. o PIS é processado através da Caixa Econômica Federal e o PASEP pelo Banco do
Brasil.

Seção VII
Do Controle do Efetivo das Praças

Art. 23. Compete ao encarregado do controle do efetivo geral:


Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 22
I. manter o controle do efetivo geral das praças da Corporação por Qualificação Militar
(QM), mantendo também os registros diários dos destinos de cada praça, no mapa geral
de efetivo da Corporação;
II. expedir certidões requeridas e deferidas de praças licenciadas à pedido ou a bem da
disciplina;
III. publicar e arquivar nas pastas dos Oficiais cópias dos certificados de conclusão de
curso ou estágio;
IV. arquivar atos de promoção nas fichas de cada Oficial.
V. controlar e enviar os claros para as Comissões de Promoção de Oficiais e de Praças,
quando solicitados através de ofícios, por ambas às Comissões;
VI. receber, controlar e arquivar os mapas oriundos das Unidades Operacionais, sobre a
distribuição do efetivo existente;
VII. fazer e encaminhar para ser publicada, declarações de levantamento de tempo de
serviço para fins de reserva, quando solicitado para este fim;
VIII. preparar o mapa de efetivo geral da Corporação (trimestral) para o Comando de
Operações Terrestres (COTER) da 7.ª Região Militar;
IX. retirar e enviar as pastas de documentos de Oficiais, do fichário da ativa, quando
publicar o ato de reserva em Diário Oficial do Estado, para Seção de Inativos e
Pensionistas (DP/4);
X. preparar sob a forma de Decreto, quando requeridas 30 (trinta) dias antes pelos
Comandantes das OPM via Comando Geral, as relações dos policiais militares,
analisando-as conforme os requisitos estabelecidos pela lei, as propostas de concessão
de Medalhas de Tempo de Serviço e do Mérito Policial Militar, que deverão ser
encaminhadas ao Comandante Geral da Corporação, para serem conferidas pelo Chefe
do Poder Executivo, nas datas alusivas aos dias 03 de fevereiro (aniversário da PMAL)
e 21 de abril (dia do Patrono das PPMM).
 Ver: Lei n.º 3.982, de 29 de novembro de 1978 – Institui as medalhas do mérito policial militar e de serviço policial militar.
 Ver: Lei n.º 4.138, de 13 de maio de 1980 – Dá nova redação do artigo 1.º da Lei n.º 3.982, de 29 de novembro de 1978.
 Ver: Arts. 5.º, 7.º, 8.º, 10 e 11 do Dec. Est. n.º 4.018, de 08 de outubro de 1979 – Regulamenta à Lei n.º 3.982, de 29 de novembro de 1978.

Seção VIII
Da Concessão e Suspensão de Abonos

Art. 24. Da Concessão e Suspensão de Abonos:


 Ver: CE art. 49, V.
 Ver: art. 30, § 1.º, XIV da Lei n.º 5.346, 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas, c/c arts. 60 e 119 da Lei
3.421, de 20 de dezembro de 1994 – Lei de Remuneração da Polícia Militar de Alagoas.

I. para cada policial militar será aberto uma ficha própria, e devendo mante-la atualizada,
que para tal deverá conter:
a) a data de inclusão do policial militar;
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 23
b) o posto ou graduação;
c) a unidade onde serve;
d) matricula do policial militar;
e) o nome da esposa e filhos, com suas respectivas datas de nascimentos;
f) a data em que o policial militar requereu o abono;
g) a data do abono, publicado em Boletim Ostensivo Geral da Corporação;
II. manter ainda, a ficha atualizada de cada policial militar, quanto:
a) às transferências;
b) às promoções;
c) novas concessões;
d) suspensões de abonos.
Parágrafo Único. As Unidades e Subunidades deverão enviar para Diretoria de Pessoal a
relação nominal dos policiais militares, acompanhada com os nomes dos filhos destes,
informando mensalmente sobre os dependentes que completaram a maioridade ou que
já contraíram matrimônio, proporcionando a atualização quanto as suspensões dos
abonos.
 Ver: arts. 119 e 120 da Lei n.º 3.421, de 20 de dezembro de 1974 – Lei de Remuneração da Polícia Militar do Estado de Alagoas.

Seção IX
Da Concessão de Quinquênios

Art. 25. Da Concessão de Quinquênios:


I. conferir os requerimentos enviados pelas OPM, que contem informações sobre o policial
militar requerente;
II. deverá conter o número de inclusão, matrícula, xerox da ficha disciplinar e xerox do
assentamento que comprove o tempo averbado do policial militar;
III. preparar a nota de publicação concedendo o quinquênio equivalente aos policiais
militares que tiveram seus requerimentos deferidos.
Parágrafo Único. Após a publicação da concessão do quinquênio, conferido ao policial
militar, em Boletim Geral Ostensivo da Corporação, passa a ser da atribuição da
Diretoria de Finanças a alteração nos vencimentos dos policiais militares.
 Ver: arts 19 e 20 da Lei n.º 3.4 21, de 20 de dezembro de 1974, com nova redação dada pela Lei n.º 5.046, de 23 de dezembro d e 1988 – Lei de
Remuneração da Polícia Militar do Estado de Alagoas.

Seção X
Das Cartas Patentes
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 24
Art. 26. Compete ao policial militar responsável pela lavratura, apostilamento, registros e
demais alterações de Cartas-Patentes de Oficiais, o seguinte:
 Ver: CF arts. 42, § 1.º;125, § 4.º e 142, § 3.º, VI – Da Conferência e Perda da Patente.
 Ver: CE art. 63, §§ 5.º e 6.º - Da Perda da Patente.
 Ver: Dec. n.º 31.565, de 06 de outubro de 1986 – Aprova o regulamento para lavratura, apostilamento e expedição de Carta Patente aos Oficiais da
Polícia Militar do Estado de Alagoas.
 Ver: art. 18 da Lei n.º 4.345, de 07 de maio de 1982 – Lei de Promoção de Oficiais.

I. lavrar as Cartas-Patentes dos Oficiais;


II. apostilar as Cartas-Patentes dos Oficiais em virtude de promoção;
III. fazer as anotações e registros nas Cartas-Patentes;
IV. arquivar cópias das Cartas-Patentes nas respectivas pastas dos Oficiais;
V. apostilar também os títulos de promoções dos Oficiais.
Parágrafo Único. As Cartas-Patentes dos Oficiais da Polícia Militar do Estado de Alagoas
deverão ser confeccionadas e levadas para o Palácio do Governo do Estado, através da
Casa Militar do Palácio do Governo (CMPG), após a publicação em Diário Oficial do
Estado do ato de promoção aos Postos de 2.º Tenente e Major, a fim de serem
conferidas pelo Excelentíssimo Senhor Governador do Estado, em processo que será
tramitado na Secretaria do Gabinete Civil (SGC), com publicação em Diário Oficial do
Estado.

Seção XI
Do Controle Geral dos Funcionários Públicos Civis

Art. 27. Do controle geral dos funcionários públicos civis lotados na Corporação:
I. exercer o controle sobre todos os assuntos relacionados aos funcionários públicos civis
lotados na Corporação;
II. manter o fichário juntamente com os assentamentos dos funcionários públicos civis
lotados na Corporação atualizados, principalmente com referência:
a) a progressão horizontal;
b) as movimentações pela Diretoria de Pessoal;
c) destino controlado pela Diretoria de Pessoal;
d) concessão de férias pela Diretoria de Pessoal;
 Ver: CF art. 42, § 1..º c/c os 142, § 3.º, VIII e 7.º, XVII.
 Ver: CE art. 49, VI.

e) salário-família pela Diretoria de Finanças;


 Ver: CF art. 7.º, XII.
 Ver: CE art. 49, V.

f) quinquênios;
g) gratificações pela Diretoria de Finanças e Secretaria de Administração;
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 25
h) freqüência mensal, oriunda das OPM;
i) dispensas médicas somente mediante apreciação da Junta Médica do Estado ou da
Polícia Militar;
j) conduta;
k) transcrição de averbações de tempo de serviço nas fichas individuais, quando
publicado no Diário Oficial;
l) cargo;
m) data de admissão e Órgão de origem;
n) situação funcional na Polícia Militar de Alagoas;
o) e outras informações julgadas importantes.
III. encaminhar para seu chefe imediato qualquer problema relacionado com funcionário
público civil lotado na Corporação, inclusive sobre seus direitos funcionais;
IV. consultar e anotar na ficha funcional de cada funcionário público civil lotado na
Corporação, qualquer informação publicada no Diário Oficial do Estado.

Capítulo V
DA SEÇÃO DE MOVIMENTAÇÃO E PROMOÇÃO (DP/2)

Seção I
Das Atribuições

Art. 28. A Seção de Movimentação e Promoção incumbe-lhe das atividades de


movimentação das praças da Polícia Militar, e promoção de Soldados de 3.ª Classe à 2.ª
Classe e de 2.ª Classe à 1.ª Classe, e outras atividades determinadas neste Regimento.
 Ver: Lei n.º 4.167, de 11 de Setembro de 1980 - Estabelece as Promoções de Soldados.
 Ver: Dec. n.º 33.376, de 09 de março de 1989 – Regulamento de Movimentação de Oficiais e Praças – REMOP.

Seção II
Da Competência

Art. 29. A Seção de Movimentação e Promoção compete:


I. estudar e efetivar a movimentação das praças, nos limites da sua competência;
 Ver: Dec. n.º 33.376, de 09 de março de 1989 – Regulamento de Movimentação de Oficiais e Praças – REMOP.

II. efetivar medidas pertinentes às promoções de soldados da ativa, de acordo com a


legislação;
 Ver: Lei n.º 4.167, de 11 de Setembro de 1980 - Estabelece as Promoções de Soldados.
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 26
III. propor normas técnicas pertinentes às atividades de sua competência e controlar a sua
aplicação;
IV. estudar e elaborar propostas de:
a) necessidades de recursos para a execução de suas atividades;
b) aperfeiçoamento da legislação e das normas em vigor no campo de suas atividades;
c) efetivação de atos de agregação, passagem à disposição, reversão, adição e
promoção de soldados e suas decorrências;
 Ver: CF art. 42, § 1.º c/c o 142, § 3.º, III.
 Ver: CF art. 42, § 1.º c/c o 14, § 8.º, II.
 Ver: arts. 19, § Único; 80; 81, II, § 1.º; 84; 85 e 117, § Único, “a”, “b” e “c” da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais
militares do Estado de Alagoas (agregação).
 Ver: arts.6.º, I e 12, II, “a” do Dec. n.º 33.376, de 09 de março de 1989 – Regulamento de Movimentação de Oficiais e Praças – REMOP
(agregação).
 Ver: arts. 18, § 1.º; 81, VI; 86 e 87 da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas (reversão).
 Ver: arts. 5.º, XII; 6.º, V e 12, II, “a” do Dec. n.º 33.376, de 09 de março de 1989 – Regulamento de Movimentação de Oficiais e Praças – REMOP
(reversão).
 Ver: art. 6.º, IV e 12, seus incisos, alíneas do Dec. n.º 33.376,, de 09 de maio de 1989 – Regulamento de Movimentação de Oficiais e Praças –
REMOP (à disposição).
 Ver: art. 5.º, IX;6.º, III; 12, seus incisos, alíneas e 23, seus incisos e §§ do Dec. n.º 33.376,, de 09 de maio de 1989 – Regulamento de Movimentação
de Oficiais e Praças – REMOP (adição).
 Ver: Lei n.º 4.167, de 11 de Setembro de 1980 - Estabelece as Promoções de Soldados.

d) planos, programas e instruções para a execução das atividades de movimentação e


promoção de soldados;
 Ver: Lei n.º 4.167, de 11 de Setembro de 1980 - Estabelece as Promoções de Soldados.
 Ver: Dec. n.º 33.376, de 09 de março de 1989 – Regulamento de Movimentação de Oficiais e Praças – REMOP.

V. promover estudos, análises e pesquisas, tendo em vista o aprimoramento e a


racionalização de suas atividades;
VI. participar dos estudos normativos que lhe forem determinados;
VII. levantamentos para indicação de Oficiais que devam ser transferido “ex-offício” para
reserva remunerada, bem como dos a serem agregados com conseqüência imediata da
aplicação da lei;
 Ver: CF art. 42, § 1.º c/c o 142, § 3.º, III.
 Ver: CF art. 42, § 1.º c/c o 14, § 8.º, II.
 Ver: CE art. 63, § 3.º, III.
 Ver: arts. 19, § Único; 80; 81, II, § 1.º; 84; 85 e 117, § Único, “a”, “b” e “c” da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais
militares do Estado de Alagoas (agregação).
 Ver: arts.6.º, I e 12, II, “a” do Dec. n.º 33.376, de 09 de março de 1989 – Regulamento de Movimentação de Oficiais e Praças – REMOP
(agregação).

VIII. tratar de assuntos de estatísticas referentes a sua atividade.

Seção III
Da Movimentação das Praças
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 27
Art. 30. Da Movimentação das Praças:
I. providenciar as matérias de movimentação de praças no período de 25 (vinte e cinco) a
30 (trinta) de cada mês as transferências das praças, verificando que cada documento de
solicitação de transferência deve ter as homologações dos Grandes Comandos, salvo se
a transferência for determinada pelo Comandante Geral, Chefe do Estado Maior Geral e
Diretor de Pessoal;
 Ver: Dec. n.º 33.376, de 09 de março de 1989 – Regulamento de Movimentação de Oficiais e Praças – REMOP.

II. as movimentações de Oficiais são preparadas pela 1.ª Seção do Estado Maior Geral da
Corporação.
 Ver: Dec. n.º 33.376, de 09 de março de 1989 – Regulamento de Movimentação de Oficiais e Praças – REMOP.

Seção IV
Da Classificação das Praças

Art. 31. Da classificação das Praças:


 Ver: art. 5.º, I do Dec. n.º 33.376, de 09 de março de 1989 – Regulamento de Movimentação de Oficiais e Praças – REMOP.

I. preparar as matérias de classificação de praças, em forma de Nota de Publicação, após


conclusão com aproveitamento nos Cursos de Sargentos, Cabos e Soldados;
II. preparar as matérias de classificação, em forma de Nota de Publicação de ex-praças
reincluídos, que concluíram com aproveitamento o estágio de readaptação no Centro de
Formação e Aperfeiçoamento de Praças;
 Ver: art. 122, I, II, III, IV, V, VI e § Único da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.

III. as matérias de classificação de Oficiais, após conclusão de Cursos de Formação e


Aperfeiçoamento, são preparadas pela 1.ª Seção do Estado Maior Geral da Corporação.
Seção V
Do Memorando de Apresentação das Praças

Art. 32. Do Memorando de Apresentação das Praças:


I. preparar memorandos de apresentação das praças nas Unidades da Corporação, após
conclusão de cursos, estágios de readaptação e etc., quando determinados pelos
Comando Geral, Chefe do Estado Maior Geral e Diretor de Pessoal;
II. as apresentações de Oficiais são procedidas pela Ajudância Geral, com publicação em
Boletim Geral Ostensivo da Corporação.

Seção VI
Das Designações e/ou Dispensas das Praças
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 28
Art. 33. Das Designações e/ou Dispensas das Praças:
I. preparar as matérias das designações e/ou dispensas das praças que executam funções na
Diretoria de Pessoal ou de Unidades que não tenham Boletim Interno;
 Ver: art. 5.º, IV, VI; 12, incisos, alíneas e §§; 15; 20, § Único; 30, I e II – Regulamento para Movimentação de Oficiais e Praças – REMOP.

II. as matérias das designações e/ou dispensas de Oficiais, bem como as nomeações destes,
são preparadas pela 1.ª Seção do Estado Maior Geral da Corporação.
 Ver: art. 5.º, IV, VI; 12, incisos, alíneas e §§; 15; 20, § Único; 30, I e II – Regulamento para Movimentação de Oficiais e Praças – REMOP.

Seção VII
Da Concessão da Licença Especial de Oficiais e Praças

Art. 34. Da Concessão da Licença Especial de Oficiais e praças:


 Ver: arts. 97, I; 98 e §§ da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais militares do Estado de Alagoas.
 Ver: Portaria n.º 441, 09 de dezembro de 1993, publicada em Boletim Geral Ostensivo n.º 221, de 10 de dezembro de 1993 – Estabelece a cota de
licença especial dos policiais militares.

II. preparar as matérias de concessão de licença especial de Oficiais e praças, depois de


verificar a cota estipulada das respectivas OPMs, para cada posto ou graduação, fazendo
o controle em livro próprio, observando a data do início e a data do término da mesma.
I. preparar as matérias de adição de praças em virtude de licença especial ou outro caso
previsto na legislação;
 Ver: art. 5.º, IX; 12, seus incisos, alíneas e 23, seus incisos e §§ do Dec. n.º 33.376,, de 09 de maio de 1989 – Regulamento de Movimentação de
Oficiais e Praças – REMOP.

Seção VIII
Da Concessão da Licença para tratar de Assunto
de Interesse Particular de Oficiais e Praças

Art. 35. Da Concessão da Licença para tratar de Assunto de Interesse Particular de


Oficiais e praças:
I. preparar as matérias de concessão de licença para tratar de assuntos de interesse
particular, dos policiais militares, fazendo o controle em livro próprio, observando a
data do início e término da mesma;
 Ver: arts. 97,II; 99 e §§ da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais militares do Estado de Alagoas.

II. conceder ao policial militar com 10 (dez) anos ou mais de efetivo serviço.
 Ver: art. 99 § 2.º da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais militares do Estado de Alagoas.
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 29

Seção IX
Da Concessão da Licença para acompanhar Cônjuge,
Oficiais e Praças

Art. 36. Da Concessão da Licença para acompanhar Cônjuge:


I. preparar as matérias de licença para acompanhar cônjuge, de acordo com o que preceitua
o Estatuto dos policiais militares do Estado de Alagoas;
 Ver: arts. 97, VII; 104 e seus §§ da Lei n.º 5.346,, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares de Alagoas.

II. da situação do cônjuge:


a) quando for policial militar e seu afastamento do Estado é para freqüentar curso de
interesse da Corporação, a licença será com remuneração e contado o tempo de
efetivo serviço ao período do curso;
 Ver: arts. 97, VII; 104, § 1.º da Lei n.º 5.346,, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares de Alagoas.

b) quando for policial militar e seu afastamento do Estado é por outro motivo que não
curso, a licença será sem remuneração e sem contagem de tempo de efetivo serviço e
consequentemente agregado;
 Ver: arts. 80; 82, X; 85; 97, VII; 104, § 2.º, § 4.º da Lei n.º 5.346,, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares de Alagoas.

c) quando não for policial militar, a licença será sem remuneração e sem contagem de
tempo de efetivo serviço e consequentemente agregado.
 Ver: arts. 80; 82, X; 85; 97, VII; 104, § 3.º, § 4.º da Lei n.º 5.346,, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares de Alagoas.

Seção X
Da Suspensão das Licenças

Art. 37. Da Suspensão das Licenças:


I. preparar as matérias de suspensão de licença especial, trato de interesse particular e para
acompanhar cônjuge, conforme inciso II deste artigo;
II. a licença especial, licença para tratamento de interesse particular e licença para
acompanhar cônjuge, poderão ser suspensas a qualquer época, a critério do interessado
e/ou ex-offício: pelos motivos de o País entrar em estado de Defesa ou de Sítio e para
cumprimento de sentença que importe em restrição à liberdade individual.
 Ver: arts. 97, I, II, VII; 98, § 7.º; 99, § 4.º; 104 e seus §§ da Lei n.º 5.346,, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares de Alagoas.

Seção XI
Da Agregação e Reversão das Praças
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 30

Art. 38. Da Agregação e Reversão das Praças:


 Ver: CF art. 42, § 1.º c/c o 142, § 3.º, III.
 Ver: CF art. 42, § 1.º c/c o 14, § 8.º, II.
 Ver: CE art. 63, § 3.º, III.
 Ver: arts. 18, § 1.º; 19, § Único; 80; 81, incisos, §§; 82, incisos, §§; 83; 84; 85; 86; 87; 88, I; 97, I, II, VII; 104, § 4.º e 117, § Único, “a”, “b” e “c”
da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais militares do Estado de Alagoas.
 Ver: arts. 5.º, XII; 6.º, I, V e 12, II, “a” do Dec. n.º 33.376, de 09 de março de 1989 – Regulamento de Movimentação de Oficiais e Praças –
REMOP.

I. elaborar e enviar para o Comando Geral da Corporação, as Portarias de agregação das


praças, que incidiram nos casos que a lei determina, quando verificadas por intermédio
da DP/2 e/ou por informações oriundas das OPM, bem como Portarias de reversão de
praças ao respectivo quadro policial militar previsto no Quadro de Organização da
Corporação, quando cessados os motivos da agregação;
II. manter o controle atualizado das praças agregadas, observando as respectivas datas de
início e término da agregação;
III. reverter as praças agregadas, somente quando forem publicados os respectivos atos de
exoneração da função para as quais foram designadas em Diário Oficial da União,
Estado e transcritos em Boletim Geral Ostensivo da Corporação;
IV. reverter as praças agregadas por terem concluído a Licença para Tratamento de Saúde
Própria (L.T.S.), e/ou quando a Junta Superior de Saúde da Corporação, anular ou
modificar decisão inicial do médico que julgou definitivamente incapaz para o serviço
policial militar, tornando aptas as praças; que tais reversões serão processadas de ofício,
ao ser publicados os resultados em Boletim Geral Ostensivo, ou por informação das
OPM, através de solicitação junto à Diretoria de Pessoal;
V. a agregação e reversão de Oficiais são preparadas pela 1.ª Seção do Estado Maior Geral
da Corporação.

Seção XII
Das Praças à Disposição

Art. 39. Das Praças à Disposição:


 Ver: arts. 6.º, IV e 12, seus incisos, alíneas; 26, § 2.º do Dec. n.º 33.376,, de 09 de maio de 1989 – Regulamento de Movimentação de Oficiais e
Praças – REMOP (à disposição).

I. manter o controle atualizado das praças que estão à disposição, quer postas nesta
situação pelo Excelentíssimo Senhor Governador do Estado, quer pelo Comando Geral
da Corporação;
II. o controle atualizado dos Oficiais postos à disposição é realizado pela 1.ª Seção do
Estado Maior Geral da Corporação.
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 31

Seção XIII
Das Averbações do Tempo de Serviço
de Oficiais e Praças

Art. 40. Das Averbações do Tempo de Serviço de Oficiais e Praças:


I. preparar a nota de publicação de averbação de tempo de serviço público prestados à
Corporação e não gozados: férias e licenças especiais, contando-os em dobro, depois
de efetuar rigorosa verificação nos assentamentos dos policiais militares requerentes. Os
requerimentos das praças deverão ser acompanhados da ficha disciplinar, e para os
Oficiais, bastando apenas o requerimento, mas seus assentamentos deverão ser
verificados no arquivado da Ajudância Geral da Corporação, até o deferimento final do
Diretor de Pessoal;
 Ver: arts. 90, § 3.º; 98, § 3.º da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.

II. preparar a informação de averbação de tempo de serviço público, prestados em outros


Órgãos da Administração Pública Federal, Estadual ou Municipal, anexando
Certidão de Comprovação que trabalhou, juntamente com o ato de nomeação e
exoneração publicados no Diário Oficial, autenticados pelo Órgão Público, quando
estatutário, e Certidão do INSS, quando celetista; ambos os casos deverão ser
acompanhados da xerox autenticada da ficha disciplinar, bem como através de Sentença
Judicial comprovando o tempo de serviço requerido, que será juntados e remetidos à
Procuradoria Setorial do Estado para análise, com o deferimento final do Diretor de
Pessoal;
 Ver: art. 109, § 1.º da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.

III. preparar a informação de averbação de tempo de serviço privado, comprovando o


recolhimento da contribuição, por certidão fornecida pelo INSS, bem como através de
Sentença Judicial, comprovando o tempo serviço e contribuição requeridos, que será
juntados e remetidos à Procuradoria Setorial do Estado para análise, com o deferimento
final do Diretor de Pessoal.
 Ver: art. 110 da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.

Seção XIV
Da Promoção dos Soldados

Art. 41. Da Promoção dos Soldados:


Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 32
I. preparar Portarias para serem encaminhadas ao Comandante Geral da Corporação, a fim
de conferir as promoções de soldados de 3.ª classe para 2.ª classe, ao concluírem o
Curso de Formação de Soldados – CFSd, mediante solicitação dos seus Comandantes;
 Ver: Lei n.º 4.167, de 11 de Setembro de 1980 - Estabelece as Promoções de Soldados.

II. preparar Portarias para serem encaminhadas ao Comandante Geral da Corporação, a


fim de conferir as promoções de soldados de 2.ª classe para soldados de 1.ª classe, desde
que solicitadas pelos respectivos Comandantes dos soldados, e, que os mesmos
preencham os requisitos preceituados pela lei pertinente, ou seja, mais de dez anos de
efetivo serviço e no mínimo Bom Comportamento, que deverão ser acompanhados,
verificados e comprovados através das relações nominais, cópias dos assentamentos e
fichas disciplinares dos policiais militares;
 Ver: Lei n.º 4.167, de 11 de Setembro de 1980 - Estabelece as Promoções de Soldados.

III. as demais promoções conferidas aos policiais militares ficam a critério da Comissão de
Promoção de Oficiais – CPO e da Comissão de Promoção de Praças – CPP.
 Ver: Lei n.º 4.345, de 07 de maio de 1982 – Lei de Promoção de Oficiais.
 Ver: Dec. n.º 4.449, de 08 de outubro de 1980 – Regulamento de Promoção de Praças.
 Ver: Dec. n.º 33.328, de 30 de dezembro de 1988 – Altera os arts. 11, 19, 26, 28, 47, 52 do Dec. 4.449, de 08 de outubro de 1980.
 Ver: Dec. n.º 4.597, de 23 de janeiro de 1981 – Regulamento de Promoções de Praças da Qualificação Músico da PMAL.

Capítulo VI
DA SEÇÃO DE JUSTIÇA (DP/3)

Seção I
Das Atribuições

Art. 42. A Seção de Justiça incumbe-lhe a execução das atividades relacionadas com os
assuntos de Justiça na Polícia Militar de Alagoas.

Seção II
Da Competência

Art. 43. Para o cumprimento de suas finalidades, compete-lhe:


I. relatar a documentação processual, criminal, emitindo parecer para apreciação do
escalão superior;
II. prepara o expediente de remessa aos Órgãos competentes, dos documentos relativos à
Justiça, uma vez solucionados pelo escalão superior;
III. Instruir os pedidos de informações do Poder Judiciário;
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 33
IV. organizar e manter atualizado o fichário que trata da situação judicial de todo o pessoal
policial militar da ativa;
V. manter atualizado o fichário dos policiais militares subjúdice;
VI. manter relacionados, com os respectivos destinos, os presos civis com direito a prisão
especial, recolhidos à Polícia Militar;
 Ver: art. 242, alíneas e § Único – Código de Processo Penal Militar (CPPM).
 Ver: art. 295, incisos – Código de Processo Penal (CPP).

VII. manter atualizada a relação dos Oficiais sorteados para os Conselho Especial de
Justiça e Conselho Permanente de Justiça, de que trata o Código de Organização e
Divisão Judiciárias do Estado de Alagoas;
 Ver: art. 399, “a” – Código de Processo Penal Militar (CPPM).
 Ver: art. 6.º, IV; 70, § 1.º, § 2.º; 71; 72 da Lei n.º 6.020, de 02 de junho de 1998.

VIII. elaborar Nota de Publicação para designação de escoltas policiais militares para civis
por determinação judicial.

Seção III
Do Controle dos Oficiais e Praças Subjúdice

Art. 44. Do controle dos Oficiais e Praças Subjúdice:


 Ver: CF art. 5.º, LVII.

I. manter registrado e atualizado em livro próprio, todo o pessoal da Corporação que se


encontra subjúdice;
II. informar ao Diretor de Pessoal sobre alguma alteração nos processos do pessoal policial
militar que está subjúdice.

Seção IV
Da Apresentação dos Oficiais para
os Conselhos Especial e Permanente de Justiça

Art. 45. Da apresentação dos Oficiais para os Conselhos Especial e Permanente de Justiça:
 Ver: art. 399, “a” – Código de Processo Penal Militar (CPPM).
 Ver: art. 6.º, IV; 70, § 1.º, § 2.º; 71; 72 da Lei n.º 6.020, de 02 de junho de 1998.

I. manter a Auditoria Militar informada e atualizada quanto à disponibilidade de Oficiais


para sorteios para comporem os Conselhos de Justiça;
II. informar aos Oficiais, através de publicação em Boletim Geral Ostensivo , que foram
sorteados para os Conselhos de Justiça;
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 34
III. publicar, mediante ofício da Auditoria Militar, o chamamento de Oficiais integrantes
de Conselhos de Justiça para as audiências;

Seção V
Da Apresentação de Oficiais e Praças
à Justiça e à Polícia Judiciária

Art. 46. Da apresentação de Oficiais e praças à Justiça e à Polícia Judiciária:


I. atender às requisições da Justiça Comum e Militar e da Polícia Judiciária, fazendo
publicar as determinações de apresentação de Oficiais e Praças, bem como de sua
devolução após tal apresentação;
 Ver: CF art. 5.º, LV.

II. manter arquivados os Ofícios originários da Justiça e da Polícia Judiciário.

Capítulo VII
DA SEÇÃO DE INATIVOS E PENSIONISTAS (DP/4)

Seção I
Das Atribuições

Art. 47. A Seção de Inativos e Pensionistas incumbe-lhe à execução das atividades dos
assuntos relacionados com transferência para a inatividade e com o pessoal policial militar
da reserva remunerada, não remunerada, reformados e pensionistas da Polícia Militar de
Alagoas.

Seção II
Da Competência

Art. 48. Para o cumprimento de suas finalidades compete-lhe:


I. efetivar medidas pertinentes às reformas, retornos ao serviço ativo e outros assuntos
concernentes a pessoal policial militar da reserva remunerada, não remunerada,
reformados, previsão de reforma por idade limite, de acordo com a legislação em vigor;
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 35
 Ver: CF art. 42, § 1.º c/c o 142, § 3.º, II.
 Ver: CF art. 42, § 1.º c/c o 142, § 3.º, III.
 Ver: CF art. 42, § 1.º c/c o 14, § 8.º, I e II.
 Ver: CE art. 63, § 3.º, III.
 Ver: arts. 19, § Único; 47, incisos, §§;48, § Único;49, incisos, § Único, alíneas; 50; 51, incisos, alíneas, §§; 52, § Único; 53; 54, incisos, alíneas, §§;
55, incisos, §§; 56, incisos, § Único; 57, § Único; 58, §§, alíneas; 59, incisos e 118, incisos, §§ da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto
dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.

II. emitir informações, bem como relatar documentação processual relativa aos assuntos de
sua competência;
III. incumbir-se dos assuntos referentes aos policiais militares inativos da reserva,
reformados e falecidos no que trata de atualização de declaração de beneficiários;
IV. organizar e manter atualizado os fichários e arquivos dos policiais militares inativos,
falecidos e beneficiários declarados;
V. expedir certidões, atestados e declarações com fundamento nos dados que constarem
nos registros dos policiais militares inativos e falecidos;
VI. preparar a documentação necessária à instrução dos processos de habilitação de pensão
aos dependentes dos policiais militares falecidos, bem como de outros direitos
consoante a legislação em vigor;
 Ver: art. 120 da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares de Alagoas.

VII. preparar e instruir os processos de transferência para a reserva remunerada e não


remunerada, na forma da legislação em vigor;
 Ver: art. 49, I, II, § Único, alíneas; 52; 51, incisos, alíneas, §§; 52, § Único da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais
Militares de Alagoas.

VIII. dar curso no âmbito de sua competência a outras atividades que lhe forem
cominadas;
IX. promover estudos, análise e pesquisas objetivando a racionalização de suas atividades;
X. tratar de assuntos de estatísticas referentes às suas atividades.

Seção III
Do Fichário dos Policiais Militares Inativos

Art. 49. Do fichário dos policiais militares inativos:


I. manter organizado e atualizado o fichário dos Oficiais e Praças inativos (reserva e
reforma) e falecidos;
II. providenciar a transferência das pastas dos policiais militares, que passaram para
inatividade, do fichário geral (DP/1) para o fichário dos inativos (DP/4).
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 36

Seção IV
Do Arquivo de Cópias de Informações, Títulos
de Policiais Militares Inativos e Falecidos

Art. 50. Arquivo de cópias de informações, títulos de policiais militares inativos e


falecidos:
I. providenciar o encadernamento dos documentos do Caput deste artigo, e, de outros
elaborados pela Seção que sejam de interesse da mesma, e mantê-los arquivados,
devidamente organizados, para fins de consultas e orientação na instrução de processos;
II. efetuar as alterações nos respectivos títulos dos policiais militares, quando da
publicação do ato de promoção em D.O.E. e/ou B.G.O. da Corporação.

Seção V
Da Instrução de Processos de Transferência
para a Inatividade

Art. 51. Da instrução de processos de transferência para a inatividade:


I. instruir os processos de transferência para a Reserva Remunerada (R/R) e Não
Remunerada (RñR) de Oficiais e Praças a pedido, a partir dos requerimentos dos
interessados, mandando autuá-los, fazendo as necessárias informações até a concessão
das Reservas por Ato do Excelentíssimo Senhor Governador do Estado;
 Ver: art. 49, I da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares de Alagoas.

II. instruir os processos de transferência para a Reserva Remunerada ex-offício, a partir do


enquadramento do Oficial ou Praça nos casos em que a Lei determinar, seguindo a
partir daí o mesmo procedimento para Reserva Remunerada a pedido;
 Ver: art. 49, II da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares de Alagoas.

III. instruir os processos de reforma de Oficiais e praças. Sendo a mesma por motivo de
doença, a partir da publicação do resultado da incapacidade ou invalidez do interessado,
cuja ata é documento inicial, devendo ser autuada e seguir o procedimento acima. Se a
reforma for disciplinar, a partir da decisão dos Conselhos de Justificação (Oficiais) ou
Disciplina (praças);
 Ver: arts. 53; 54, II e IV da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares de Alagoas.
 Ver: Lei n.º 4.000, de 19 de dezembro de 1978 – Lei do Conselho de Disciplina.
 Ver: Lei n.º 4.218, de 05 de dezembro de 1980 – Lei do Conselho de Justificação.
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 37
IV. instruir também os processos de reforma de Oficiais e Praças que atingiram a idade
limite na Reserva Remunerada, a partir dos controles exercidos em fichário auxiliar da
Seção.
 Ver: arts. 53; 54, I, “a”, “b”, “c” da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares de Alagoas.

Parágrafo Único. Anualmente, no mês de fevereiro, a Diretoria de Pessoal da Corporação


organizará relação dos policiais militares da reserva remunerada que atingiram, até
aquela data, idade limite de permanência naquela situação.
 Ver: art. 54, § 3.º da Lei 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.

Seção VI
Da Expedição de Certidões e Declarações

Art. 52. Da expedição de Certidões e Declarações:


I. expedir, quando requerido e deferido, certidões ou declarações relativas a tempo de
serviço, para fins de atualização de pensão ou para outros direitos dos inativos ou seus
pensionistas;
II. tais requerimentos deverão ser dirigidos ao Comandante Geral da Corporação.

Seção VII
Do cumprimento de Diligências em Processos
de Inativos ou Pensionistas

Art. 53. Do cumprimento de “Diligências” em processos de inativos ou pensionistas:


I. dar cumprimento aos despachos exarados nos processos de inativos ou pensionistas que
tramitam pela Seção;
II. dar também cumprimento aos despachos exarados nos processos dos policiais militares
da ativa, que estão aguardando reserva ou reforma.

Seção VIII
Do Trâmite dos Processos de Reserva Remunerada
de Oficiais e Praças

Art. 54. Do trâmite dos processos de Reserva Remunerada:


I. fase preparatória:
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 38
a) requerimento de Reserva Remunerada dirigido ao Excelentíssimo Senhor
Governador do Estado de Alagoas;
 Ver: art. 49, I; 50 da Lei 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.

b) informação da Companhia do requerente, sendo praça;


c) anexar Certidão da Casa Militar do Palácio do Governo (CMPG), se serviu a mais de
um ano naquela Unidade;
 Ver: arts. 52, IV; 53, III da Lei n.º 3.421, de 20 de dezembro de 1974, com nova redação dada pelo art. 5.º da Lei n.º 4.805 , de 17 de outubro de
1986 – Lei de Remuneração da PMAL.

d) anexar Certidões negativas para ações criminais da Justiça Federal e Estadual.


 Ver: Boletim Geral Ostensivo da Corporação n.º 117, de 28 de junho de 1999 – Estabelece procedimentos para instruir processos de reserva
remunerada e reforma.

II. fase instrutória:


a) entrega do requerimento no protocolo geral do QCG;
b) distribuição para a Diretoria de Pessoal;
c) remessa para a Seção de Inativos e Pensionistas (DP/4);
d) informação da (DP/4);
e) distribuição dos autos à Diretoria de Finanças;
f) remessa para a (DF/3);
g) distribuição à Procuradoria Administrativa Setorial;
h) emissão de Parecer PGE/PA;
i) distribuição dos autos à Procuradoria Geral do Estado;
j) remessa dos autos à Procuradoria Administrativa Central (PAC);
k) despacho do Procurador Geral do Estado;
l) distribuição do processo ao QCG;
m) remessa à Diretoria de Pessoal e a (DP/4);
n) remessa ao Gabinete do Cmt Geral para assinar despacho;
o) retorno à (DP/4);
p) remessa ao Protocolo Geral do QCG;
q) distribuição para a Secretaria para assuntos do Gabinete Civil.
III. fase decisória:
a) entrada na SGC;
b) análise do processo;
c) lavratura do Ato de transferência para a Reserva Remunerada (R/R);
d) publicação do Ato em Diário Oficial do Estado;
e) distribuição do processo e Ato ao QCG;
f) entrada no Protocolo do QCG;
g) o processo é destinado a (DP/4) e o Ato ao Gabinete do Cmt Geral para assinatura;
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 39
h) após a assinatura do Cmt Geral o Ato é remetido à (DP/4);
i) o Ato é apostilado na (DP/4);
j) distribuição do Ato apostilado e do processo de R/R à Diretoria de Finanças;
k) o interessado deve tirar uma cópia do processo para tê-la em mãos;
l) o processo é destinado ao Tribunal de Contas do Estado (TC/AL) e o Ato à
Secretaria da Fazenda Estadual (SEFAZ/AL);
m) o interessado resgata o Ato de inatividade na SEFAZ/AL e o guarda consigo;
n) o processo tramita no TC/AL;
o) após algum tempo, o TC/AL devolve o processo para arquivamento na (DP/4).

Capítulo VIII
DA SEÇÃO DE RECRUTAMENTO (DP/5)

Seção I
Das Atribuições

Art. 55. A Seção de Recrutamento (DP/5) é o Órgão da Diretoria de Pessoal que trata das
atividades normativo-técnicas relativas à execução do recrutamento e seleção de pessoal
civil e militar, através de Concursos Públicos Externos aos Cursos de Formação de
Oficiais e Praças para serem incluídos na Corporação, bem como processar Reinclusão,
Reintegração, Mudança de Qualificação Policial Militar Particular (QPMP) e mobilização
e/ou convocação dos policiais militares da Polícia Militar de Alagoas.

Seção II
Da Competência

Art. 56. A Seção de Recrutamento, compete:


I. orientar, coordenar, controlar, fiscalizar e processar as atividades relacionadas com:
a) recrutamento e seleção de pessoal civil e militar para inclusão nos respectivos
quadros da Polícia Militar de Alagoas;
b) mobilização e/ou convocação dos policiais militares;
 Ver: art. 52, § Único; 54, § 4.º; 61, §§ 3.º e 4.º; 66; 91, § 3.º; 98, § 7.º; 99, § 4.º; 118, I, II, §§ 1.º e 2.º da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 –
Estatuto dos policiais militares do Estado de Alagoas.
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 40
c) a Reinclusão, Reintegração e Mudança de Qualificação de Policial Militar Particular
(QPMP).
II. elaborar e propor à adoção de normas técnicas pertinentes às atividades de sua
competência;
III. estudar e elaborar propostas de:
a) aperfeiçoamento da legislação e das normas em vigor no campo de suas atividades;
b) promoção de estudos, análises e pesquisas, tendo em vista a racionalização de suas
atividades.
IV. tratar de assuntos de estatística referentes às suas atividades.

Seção III
Da Inscrição do Pessoal Civil e Militar para os Concursos Públicos Externos aos
Cursos de Formação de Oficiais e Praças

Art. 57. Da inscrição do pessoal civil e militar para os Concursos Públicos Externos aos
Cursos de Formação de Oficiais e Praças:
 Ver: CF art. 42, § 1..º c/c o 142, § 3.º, X.
 Ver: arts. 7.º; 8.º, *§ 1.º, I, II, *III, *IV, § 2.º, “a”, “b” e “*c” da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado
de Alagoas. (* redação modificada pela lei n.º 5.358, de 01 de julho de 1992)
 Ver: art. 70, I, II, III, § 1.º, § 2.º da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.

I. efetuar as inscrições para os Concursos Públicos Externos abertos na Corporação, com


vistas a selecionar candidatos civis e militares para os Cursos de Formação de Oficiais e
praças, a fim de completar o efetivo da Polícia Militar de Alagoas;
II. as inscrições deverão obedecer o convênio firmado entre a Universidade Federal do
Estado de Alagoas – UFAL e a Polícia Militar de Alagoas -PMAL, para o Concurso
Público Externo ao Curso de Formação de Oficiais, recrutando e selecionando pessoal
civil e militar, através de exame intelectual; e, em relação as inscrições ao Concurso
Público Externo aos Cursos de Formação de Praças, obedecer as diretrizes do Comando
Geral, que determinará à época o edital, estabelecendo as normas para o recrutamento e
seleção do pessoal civil e militar.
 Ver: Termo de Convênio Publicados em D.O. n.º 174, de 22 de setembro de 1998 e BGO n.º 172, de 22 de setembro de 1998, que entre si celebraram
a Universidade Federal de Alagoas, e a Polícia Militar de Alagoas, com o objetivo de prestação de serviços mútuos na forma abaixo – Regido pela
Lei n.º 8.666, de 21 de junho de 1993, e alterações posteriores, legislação correlata e a instrução Normativa da Secretaria do Tesouro Nacional, de
15 de janeiro de 1997.

Seção IV
Do Acompanhamento do Pessoal Civil e Militar no Recrutamento e Seleção para os
Concursos Públicos Externos aos Cursos de Formação de Oficiais e Praças
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 41
Art. 58. Do acompanhamento no Recrutamento e Seleção do pessoal civil e militar para os
Concursos Públicos Externos aos Cursos de Formação de Oficiais e Praças da Corporação:
I. acompanhar o processo de Recrutamento e Seletivo dos candidatos civis e militares para
os Concursos Públicos Externos aos Cursos de Formação de Oficiais e Praças da
Corporação, comparecendo com pessoal para auxiliar no controle de acesso dos
candidatos aos locais dos exames, bem como recebendo da Universidade Federal de
Alagoas e das Comissões formadas pela Polícia Militar de Alagoas, as relações dos
aprovados em cada exame, fazendo publicá-las; e, preparando os candidatos aprovados
para os outros exames até o final Recrutamento e Seleção;
II. no caso do Concurso Público Externo do pessoal civil e militar ao Curso de Formação
de Oficiais, este acompanhamento se dará apenas nos exames de saúde, psicológico e
físico; no entanto, em se tratando do Concurso Público Externo de pessoal civil e militar
ao Curso de Formação de Praças este acompanhamento será estendido também ao
exame intelectual.

Seção V
Da Incorporação dos Candidatos Aprovados nos Concursos Públicos Externos do
Pessoal Civil e Militar aos Cursos de Formação de Oficiais e Praças

Art. 59. Da incorporação dos aprovados nos concursos:


 Ver: CF art. 42, § 1..º c/c o 142, § 3.º, X.
 Ver: arts. 6.º, VIII, XX e XXI; 8.º, *§ 1.º, *III, da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas. (*
redação modificada pela lei n.º 5.358, de 01 de julho de 1992)
 Ver: art. 74, I, II, III, § 1.º, § 2.º da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.
 Ver: art. 10, parágrafo único, da Lei n.º 5.884, de 02 de dezembro de 1996 – Estabelece o Sistema de Ensino da PMAL.

I. fazer a incorporação nas fileiras da Corporação dos civis e militares aprovados nos
concursos públicos externos, que serão matriculados na Academia da Polícia Militar, se
aprovados no Concurso Público Externo ao Curso para Formação de Oficiais e/ou no
Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças, se aprovados no Concurso Público
Externo ao Curso para Formação de Praças, todos na qualidade de alunos;
II. as praças aprovadas no concurso público externo para o Curso de Formação de Oficiais,
serão excluídas e anulada sua incorporação do estado efetivo da Corporação, através da
Seção de Disciplina (DP/6), e, incluídas e incorporadas, através da Seção de
Recrutamento (DP/5), como alunos no Curso de Formação de Oficiais.

Seção VI
Da Reinclusão

Art. 60. Da Reinclusão:


Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 42
I. cumprir as diligências emanadas do Comando da Corporação, no que tange as
reinclusões de ex-policiais militares, verificando suas fichas, os BGO que os excluíram,
bem como a legislação pertinente e/ou retornando os processos ao Comando Geral para
o deferimento ou não;
 Ver: art. 122, I, II, III, IV, V, VI e § Único da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.

II. formar a comissão para avaliação dos exames de saúde e físico, quando do deferimento
do pleito dos requerentes, pelo Comandante Geral;
III. preparar e publicar a Nota de Publicação, informando os resultados das etapas dos
exames, através do Boletim Ostensivo Geral da Corporação, até resultado final;
IV. apresentar os candidatos aprovados em todos os exames ao Centro de Formação e
Aperfeiçoamento de Praças, para fazerem o estágio de readaptação;
V. fazer a Nota de Publicação da inclusão dos policiais militares Reincluídos, após
conclusão do estágio de readaptação, com suas respectivas graduações até aprovação
final do Comando.

Seção VII
Da Reintegração

Art. 61. Da Reintegração:


I. cumprir as determinações do Comando Geral da Corporação, quanto aos Mandados
Judiciais exarados pelos Excelentíssimos Senhores Juizes de Direito, reintegrando ex-
policiais militares, com suas graduações e/ou postos, números e Unidades, através da
preparação de Nota de Publicação, instruída pelo processo que culminou a exclusão do
policial militar;
II. informar a Diretoria de Finanças, a PM/2 e a Diretoria de Apoio Logístico para que
adotem as medidas pertinentes ao caso concreto.

Seção VIII
Da Mudança da Qualificação de Policial Militar Particular (QPMP)

Art. 62. Da mudança da Qualificação de Policial Militar Particular (QPMP):


I. analisar os requerimentos dos policiais militares que solicitaram a mudança de QPMP,
observando em geral os requisitos exigidos pela lei:
 Ver: Dec. n.º 33.433, de 12 de abril de 1989 – Dispõe sobre as QPMP e dá outras providências.

a) estar classificado, no mínimo, no comportamento “Bom”;


b) não estar respondendo a processo, inquérito e sindicância;
c) estar exercendo a função na especialidade solicitada pelo policial militar;
d) observar a existência de vagas para a especialidade solicitada;
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 43
e) observar que será facultada ao policial militar requerente a mudança de QPMP, uma
única vez.
 Ver: art. 2.º, Caput da Dec. n.º 33.433, de 12 de abril de 1989 – Dispõe sobre as QPMP e dá outras providências.

II. levar o processo de mudança de QPMP ao Comando Geral da Corporação, a fim de que
o mesmo seja submetido a sua apreciação final;
III. após o pleito solicitado ser deferido pelo Comandante Geral, o policial militar será:
a) submetido a um exame técnico-profissional correspondente a sua especialidade;
b) será publicado o resultado em BGO da Corporação, onde o Brigada da DP/1 anotará
no livro de ata o resultado do exame, bem como nos assentamentos e ficha
disciplinar do policial militar.
IV. publicar em Boletim Ostensivo Geral da Corporação (BGO), uma Nota de Publicação
com as respectivas notas de avaliação.
Parágrafo Único. A Seção de Cadastro e Avaliação (DP/1) e os Sargenteantes das
Unidades e Subunidades Independentes farão as devidas mudanças da QPMP dos
policiais militares aprovados nos exames em seus respectivos assentamentos e fichas
disciplinares.

Capítulo IX
DA SEÇÃO DE DISCIPLINA (DP/6)

Seção I
Das Atribuições

Art. 63. A Seção de Disciplina incumbe-lhe à execução das atividades relacionadas com
os assuntos de Disciplina na Polícia Militar de Alagoas.

Seção II
Da Competência

Art. 64. Para o cumprimento de suas finalidades, compete-lhe:


I. relatar a documentação disciplinar, emitindo parecer para apreciação do escalão
superior;
II. preparar o expediente de remessa aos Órgãos competentes, dos documentos relativos à
Disciplina, uma vez solucionados pelo escalão superior.
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 44

Seção III
Da Exclusão das Praças

Art. 65. A exclusão das Praças do serviço ativo da Polícia Militar de Alagoas e o
conseqüente desligamento da OPM a que estiver vinculada será feita mediante:
 Ver: arts. 47, IV, V, § 2.º; 48, § Único da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas.

I. licenciamento;
II. anulação de incorporação;
Parágrafo Único. A exclusão das praças de qualquer natureza se dará por ato do
Comandante Geral mediante a providência de Nota de Publicação elaborada pela
Diretoria de Pessoal e publicada em Boletim Geral Ostensivo.

Art. 66. A exclusão das praças referente ao item I do Caput do artigo anterior se dará:
I. a pedido;
II. ex-offício.
§ 1.º O licenciamento da praça a pedido ocorrerá após o recebimento do requerimento do
interessado acompanhado da informação do Comandante da Unidade e da cópia da ficha
funcional e de seus assentamentos.
 Ver: arts. 47, IV, § 2.º; 48, § Único; 65, I, § 1.º; 66; 67, I, II da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais Militares do Estado de
Alagoas.

§ 2.º O licenciamento da praça ex-offício ocorrerá:


I. a bem da disciplina:
a) quando a praça não possuir estabilidade, o licenciamento se dará após homologação
de decisão proferida a solução de Sindicância ou Inquérito Policial Militar a que fora
submetida ou a pedido do Comandante de sua Unidade, mediante análise de suas
alterações em ficha disciplinar, onde ficar constatado encontrar-se no
comportamento mau, se nesta condição sobrevir prática de transgressão disciplinar
de qualquer espécie ou natureza;
b) poderá também se concretizar por efeito de condenação na Justiça Comum ou
Militar à Pena Privativa de Liberdade por Sentença Transitada em Julgado na
conformidade do estabelecido na Constituição Federal, Estadual e no Estatuto dos
Policiais Militares da Polícia Militar de Alagoas;
c) quando a praça possuir estabilidade seu licenciamento ocorrerá após a homologação
da decisão de Conselho de Disciplina a que foi submetida e julgada culpada, perder
ou haver perdido a nacionalidade se Aspirante à Oficial.
II. por inadaptação ao serviço policial militar durante o período de formação, onde seu
licenciamento se dará após o recebimento da informação circunstanciada do
Comandante da Unidade de Ensino em que a praça encontrar-se matriculada
acompanhado da cópia de ficha disciplina;
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 45
III. falta de aproveitamento no período de formação, onde será providenciado seu
licenciamento tão logo haja o recebimento da informação circunstanciada do
Comandante da Unidade de Ensino em que a praça encontrar-se matriculada
acompanhada da cópia da ficha disciplinar e de seu controle de notas;
IV. por falecimento ou por ter sido considerado falecido, o licenciamento ocorrerá após o
recebimento da comunicação da Unidade acompanhada da cópia da certidão de óbito e da
sentença judicial que o declarou falecido, fato que se não ocorrer deverá ser cobrado
imediatamente do Comandante imediato do policial militar falecido ou declarado falecido;
V. por ter infringido o § 3.º do artigo 116 do Estatuto dos Policiais Militares do Estado de
Alagoas;
VI. por deserção:
a) se a praça possuir estabilidade seu licenciamento ocorrerá após o recebimento da
informação enviada pela DP/2, quando a mesma completar mais de 6 (seis) meses de
afastamento por tal motivo;
b) se a praça não possuir estabilidade assegurada se dará o licenciamento
automaticamente após o recebimento do processo de deserção enviado pela Unidade
a qual a praça pertencia.
VII. extraviado:
a) o licenciamento ocorrerá após o recebimento da informação enviada pela DP/2,
quando a mesma completar mais de 6(seis) meses de agregação por tal motivo;
b) se dará automaticamente ao ser considerado falecido após o recebimento de
informação de acidente oficialmente reconhecido por naufrágio, sinistro aéreo,
catástrofe ou calamidade pública.
VIII. alistar-se candidato a cargo eletivo se a praça não possuir estabilidade assegurada;
IX. acumulação de cargo ou por ter sido empossado em cargos públicos permanente,
estranho à sua carreira.

Art. 67. A exclusão das praças referente ao item II do Caput do artigo 65 deste
Regimento, se processará de acordo com o que estabelece o artigo 74, I, II, III, § 1.º e § 2.º
da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992 – Estatuto dos Policiais militares do Estado de
Alagoas.

Seção IV
Da Exclusão de Oficiais

Art. 68. A exclusão de Oficiais será processada após a expedição de ato do Excelentíssimo
Senhor Governador do Estado, publicado no Diário Oficial do Estado e transcrito para o
Boletim Geral Ostensivo.
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 46
§ 1.º. A exclusão de Oficiais do serviço ativo da Polícia Militar de Alagoas , se dará por
demissão e sempre ex-offício, quando:
I. forem empossados em cargos públicos permanentes estranhos à sua carreira;
II. se alistar como candidato a cargo eletivo e contar na época do alistamento menos de 10
(dez) anos;
III. falecer ou for considerado falecido onde sua demissão será providenciada após o
recebimento da comunicação do Comandante da Unidade a que estiver vinculado com a
certidão de óbito e/ou sentença judicial que o declarou falecido anexa;
IV. for considerado desertor conforme o artigo 41 da Lei n.º 5.346, de 26 de maio de 1992
– Estatuto dos Policiais militares do Estado de Alagoas;
V. houver perdido o posto e a Patente por ser considerado indigno para o Oficialato ou
com ele incompatível por decisão do Conselho de Justiça Militar em virtude de
condenação na Justiça Comum ou Militar à pena restritiva de liberdade individual
superior a dois anos em decorrência de sentença condenatória transitada em julgado ou
ainda por decisão de sentença irrecorrível nos julgamentos do Conselho de Justificação.

Seção V
Da Modificação de Comportamento das Praças

Art. 69. Da modificação de comportamento das praças:


I. será feita a modificação de comportamento de praças pela Unidade em que o policial
militar serve, salvo se a Unidade não tiver Boletim Interno (BI), quando será feita pela
Diretoria de Pessoal;
II. recebidos os requerimentos, com informação da Unidade juntamente com cópia dos
assentamentos, verificar as fichas dos interessados e o RDPMAL e fazer a Nota de
Publicação, concedendo ou não a melhoria do Comportamento.

Seção VI
Do Cumprimento das Determinações da Solução dos Conselhos de Justificação e
Disciplina, Inquéritos Policiais Militares e Sindicâncias
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 47
Art. 70. Do cumprimento das determinações da solução dos Conselhos de Justificação e
Disciplina, Inquéritos e Sindicâncias da Corporação:
I. cumprir o que for determinado no Boletim Geral Ostensivo, se for exclusão de praça,
quando será preparada a Nota de Publicação sobre a mesma;
II. cumprir as determinações publicadas em Diário Oficial do Estado, Boletim Geral
Ostensivo e/ou Boletim Reservado, se for demissão de Oficial, quando também será
preparada a Nota de Publicação.

Seção VII
Da Expedição de Certificados de Reservistas e Certidões

Art. 71. Da expedição de Certificados de Reservista e Certidões:


I. expedir Certificados de Reservista às praças excluídas, na conformidade da Lei do
Serviço Militar;
II. expedir Certidões requeridas (e deferidas) por praças excluídas;
III. informar a 20.ª CSM mensalmente (até o dia 10 de cada mês), os certificados de 2.ª
categoria e de isenção descarregados.

Capítulo X
DA SEÇÃO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

Seção I
Das Atribuições, Finalidade e Subordinação

Art. 72. A Seção de Assistência Social, subordinada à Diretoria de Pessoal como Órgão de
apoio, tem a seu cargo a assistência ao pessoal policial militar da Corporação, no que diz
respeito à assistência psicossocial e religiosa.

Seção II
Da Competência

Art. 73. A Seção de Assistência Social, no desempenho de suas finalidades compete:


Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 48
I. assessorar o Diretor no estudo, planejamento, organização e controle geral das
atividades de Assistência Psicossocial e Religiosa;
II. realizar estudos e pesquisas visando a melhoria dos padrões de assistência psicossocial
e religiosa;
III. proceder a estudos relativos a convênios e intercâmbio com entidades públicas e
privadas congêneres;
IV. acompanhar e fiscalizar as atividades do Centro de Assistência Social, sugerindo ao
Diretor de Pessoal as medidas que objetivam a, uma melhor eficiência;
V. propor os programas gerais de assistência psicossocial e religiosa, em íntima relação
com o Centro de Assistência Social, com base em reais instrumentos de apoio social;
VI. realizar o controle e a fiscalização direta e indireta, programas visitas técnico-
administrativas e elaborar os relatórios decorrentes;
VII. elaborar normas, instruções e outros documentos doutrinários no campo de
Assistência Psicossocial e Religiosa;
VIII. propor ao Diretor de Pessoal, mediante cuidadoso estudo a contratação de
profissionais na Área de Assistência Psicossocial e Religiosa;
IX. proceder estudos visando a realização de estágios para universitários e profissionais da
Área de Assistência Psicossocial;
X. assegurar a execução e continuidade dos programas de assistência psicossocial e
religiosa;
XI. executar outras atividades pertinentes ao campo de assistência psicossocial e religiosa
que lhe forem determinadas.
XII. elaborar o Plano Geral de Assistência Psicossocial e Religiosa, nos diversos campos
de sua atuação e submetê-lo à aprovação do Diretor de Pessoal;
XIII. tratar dos assuntos de estatística e modernização administrativa relacionados com a
Assistência Psicossocial e Religiosa;
XIV. elaborar e propor o planejamento administrativo e orçamentação do Centro;
XV. assegurar a perfeita consonância de suas atividades com os objetivos da Política de
Pessoal da Corporação.

Seção III
Dos Órgãos Integrantes

Art. 74. O Centro de Assistência Social compreende:


I. chefe do CASO;
II. secretaria;
III. setor de assistência social;
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 49
IV. setor de assistência psicológica;
V. setor de assistência religiosa.

Seção IV
Do Chefe do CASO

Art. 75. O Chefe do Centro de Assistência Social – CASO – é o gestor direto deste Órgão
que apoia o Comando Geral, e que tem por finalidade fortalecer politicamente a Instituição
Polícia Militar, através de ações emergenciais, necessárias ao benefício do seu efetivo,
promovendo o bem estar desta coletividade. Este Órgão que na sua estrutura
organizacional, está subordinado à Diretoria de Pessoal, que também conta na sua
estrutura com o serviço religioso, compreendendo a Capelania Católica e a Capelania
Evangélica, bem como os profissionais de Serviço Social e Psicologia, buscam assessorar
as Unidades desta Corporação em assuntos de Assistência Psicossocial e Religiosa, dando
todo o apoio necessário para que o policial militar desempenhe a sua profissão ajustado
aos anseios da comunidade, sendo, desta forma tratado como cidadão.

Seção V
Do Setor de Assistência Social

Art. 76. O Setor de Assistência Social elabora, coordena, executa e avalia planos e
projetos que sejam do âmbito de atuação do Serviço Social com participação da sociedade
civil.

Seção VI
Das Ações de Assistência Social

Art. 77. Das ações de Assistência Social:


I. estudar e intervir em casos individuais ou em grupo de policiais militares cuja
problemática exija solução especial;
II. atender e orientar gestantes, esposas de policiais militares, inserindo-as no programa
específico;
III. orientar trabalhos de recuperação de policiais militares especialmente relacionados aos
dependentes de álcool, coordenando e intervindo no programa já existente;
IV. realizar palestras educativas de acordo com temas emergentes;
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 50
V. atender e orientar policiais militares ou seus familiares oriundo dos diversos setores da
Polícia Militar, realizando levantamento sócio-econômico para identificar situações-
problemas;
VI. realizar visitas domiciliares para constatar situações sócio-econômicas apresentadas e
buscando e, de imediato, buscar soluções que atendam a necessidade real;
VII. manter contato e realizar visita ao Departamento de Serviço Social da COHAB/AL, a
fim de coletar dados a respeito da clientela demandatária do Projeto Miliciano I;
VIII. elaborar e coordenar cursos de geração de renda para os familiares dos milicianos em
parceria com Órgãos ou entidades que possam favorecer as necessidades propostas.

Seção VII
Do Setor de Psicologia

Art. 78. O Setor de Psicologia implementa ações que propiciam a realização de medidas
assistenciais, tanto de forma preventiva, quanto curativa, sendo esta assistência extensiva a
todos os setores da Polícia Militar do Estado de Alagoas.
Parágrafo Único. Este setor desenvolve ações visando o atendimento clínico e
psicológico dos policiais militares e seus familiares, detectando junto às Unidades, as
necessidades referentes à área em questão. Também elabora, a partir de levantamento de
necessidades, diagnóstico e planos de ação específico a cada Unidade, garantindo o
apoio técnico em psicologia, mediante solicitações da Corporação.

Seção VIII
Das Ações do Setor de Psicologia

Art. 79. Das ações do Setor de Psicologia:


I. atendimento clínico aos policiais militares e seus familiares;
II. atendimento clínico aos policiais militares com problemas de alcoolismo;
III. atendimento clínico aos policiais militares envolvidos em delitos;
IV. palestras nas Unidades sobre alcoolismo e outros temas necessários ao policial militar.

Seção IX
Do Setor de Assistência Religiosa
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 51
Art. 80. A Setor de Assistência Religiosa é o Órgão de apoio do Centro de Assistência
Social, incumbido de proporcionar assistência religiosa e espiritual aos policiais militares e
respectivas famílias, bem como complementar a educação moral e cívica da Corporação.

Seção X
Das Capelanias Católica e Evangélica

Art. 81. Das Capelanias Católica e Evangélica:


I. as Capelanias Católica e Evangélica buscam dar melhor assistência religiosa a todos os
integrantes da Polícia Militar, procurando atacar as causas provocantes dos conflitos
familiares, salientando a necessidade de uma busca mais intensa nas raízes religiosas de
onde, normalmente, quando não assistidos chegam a provocar conflitos que acarretam
em si, resultados drásticos no campo profissional;
II. as Capelanias tem o objetivo de implementar as ações religiosas trazendo uma
assistência mais íntima ao integrantes da Polícia Militar, em qualquer circunstância que
mesmo se encontrem.

Seção XI
Das Ações das Capelanias

Art. 82. Das ações das Capelanias:


I. visitas e assistência aos policiais militares presos;
II. visitas e assistência aos policiais militares enfermos em hospitais e residência, sendo na
capital ou no interior;
III. realização de cultos ou celebração de missas;
IV. encomendações ou funeral;
V. realização de palestras nas Unidades da Corporação.
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 52

Título IV
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Capítulo I
DAS EMENDAS AO REGIMENTO

Art. 83. A qualquer Comandante, Chefes e Diretores de OPM é facultada a apresentação


de emendas ao Regimento Interno da Diretoria de Pessoal.

Art. 84. As emendas serão propostas por escrito e endereçadas, em cópia, ao Diretor de
pessoal, a qualquer tempo, onde deverá ser apreciadas.

Art. 85. As emendas apreciadas serão datadas e numeradas em ordem consecutivas, para
aprovação do Comandante Geral da Corporação.
Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da PMAL 53
Art. 86. As emendas entrarão em vigor na data de sua publicação no Boletim Ostensivo
Geral da Corporação.

Capítulo II
DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 87. Os casos omissos e detectados pelos chefes de seções deverão ser levados ao
Diretor de Pessoal, onde este buscará resolução.

Art. 88. Aplicar-se-á, aos casos omissos e no que couber, a resolução por parte do Diretor
de Pessoal, Chefe do Estado Maior Geral e o Comandante Geral da Corporação.

Art. 89. Revogam-se o Manual de Procedimentos da Diretoria de Pessoal da Polícia


Militar de Alagoas, expedido a 30 de agosto de 1989, e, bem assim, as disposições em
contrário.

Art. 90. Este Regimento Interno da Diretoria de Pessoal da Polícia Militar de Alagoas
entrará em vigor na data de sua publicação em Boletim Geral Ostensivo.

Sala da Seção de Movimentação e Promoção (DP/2) da Diretoria


de Pessoal da Polícia Militar do Estado de Alagoas, em Maceió – AL, 08 de novembro de
1999 – Cel QOPM CLÁUDIO ARAÚJO OMENA, Diretor de Pessoal, Ten Cel QOPM
JOSÉ MARIA DE OLIVEIRA ALVES, Presidente da Comissão de elaboração do
presente Regimento Interno, Maj QOPM JUDSON ALMEIDA TORRES, 1.º membro da
Comissão e Cap QOPM THULIO ROBERTO EMERY DOS SANTOS, 2.º membro da
Comissão.