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NORMA ABNT NBR

BRASILEIRA 17505-4
Terceira edição
09.07.2015

Válida a partir de
09.08.2015

Versão corrigida
20.07.2015

Armazenamento de líquidos inflamáveis e


combustíveis
Parte 4: Armazenamento em recipientes e em
tanques portáteis até 3 000 L
Storage of flammable and combustible liquids
Part 4: Storage containers and portable tanks up to 3 000 L
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ICS 75.160: 75.200 ISBN 978-85-07-05682 -9

Número de referência
ASSOCIAÇÃO
BRASILEIRA ABNT NBR 17505-4:2015
DE NORMAS 84 páginas
INSTITUTO
TÉCNICAS BRASILEIRO DE
PETRÓ LEO, GÁS E
BIOCOMBUSTlVEIS

© ABNT 2013
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ABNTNBR 17505- 4:2015
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Sumário Página

Pref ácio .... VIII


Introdução x
1 Escopo 1
2 Referências normativas 2
3 Termos e definições 3
4 Requisitos gerais 4
5 Recipientes aceitáveis 5
6 (*) Armários (gabinetes) para armazenamento de líquidos inflamáveis 6
7 Quantidades máximas permitidas por área controlável de armazenamento 8
7.1 Limites em estabelecimentos em geral 8
7.2 Limites em estabelecimentos especiais 8
8 Área controlável de armazenamento 9
9 Requisitos para construção 9
10 Proteção contra incêndio 10
10.1 Armazenamento protegido 10
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10.2 Proteção manual contra incêndio 10


11 Sistemas elétricos 10
12 (*) Contenção, drenagem e controle de derrames e vazamentos 11
13 Ventilação 12
14 Controle de explosão 12
15 Separação de materiais incompatíveis 12
16 Envasamento, manuseio e utilização de líquidos em áreas de armazenamento 13
17 Armazenamento externo de líquidos 13
18 Armazenamento de líquidos em recipientes - Estabelecimentos comerciais .... 13
18.1 Requisitos gerais 13
18.2 Áreas controláveis de armazenamento 14
18.3 Restrições específicas 14
18.4 Requisitos construtivos 14
18.5 Proteção contra incêndio 14
18.6 Sistemas elétricos 15
18.7 Contenção, drenagem e controle de derrames e vazamentos 15
18.8 Ventilação 15
18.9 Separação de materiais incompatíveis 15
18.10 Envasamento, manuseio e utilização de líquidos em estabelecimentos comerciais 15
18.11 Armazenamento externo de líquidos 16
19 Armazenamento de líquidos em recipientes - Estabelecimentos industriais 16
19.1 Requisitos gerais 16
20 Armazenamento de líquidos em recipientes - Estabelecimentos de armazenamento 16
20.1 Requisitos gerais 16
20.2 Quantidades e alturas máximas permitidas de armazenamento 17
20.2.1 Salas de armazenamentos de líquidos 17

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20.2.2 Armazém de líquidos 18


20.3 Áreas controláveis de armazenamento 18
20.4 Armazéns gerais 18
20.5 Requisitos construtivos 20
20.6 Proteção contra incêndios 20
20.7 Sistemas elétricos 20
20.8 Contenção, drenagem e controle de derrames/vazamentos 20
20.9 Ventilação 20
20.10 Controle de explosão 20
20.11 Separação de materiais incompat íveis 20
20.12 Envasamento, manuseio e utilização de líquidos em áreas de armazenamento 20
20.13 Armazenamento externo de líquidos 20
21 Armazenamento de líquidos em recipientes - Edificações destacadas e
desprotegidas 21
21.1 Requisitos gerais 21
21.2 Quantidades máximas permitidas e alturas máximas de armazenamento 22
21.2.1 Requisitos construtivos 22
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21.2.2 Proteção contra incêndio 23


21.3 Sistemas elétricos 23
21.4 Contenção, drenagem e controle de derrames e vazamentos 23
21.5 Ventilação 23
21.6 Controle de explosão 23
21.7 Separação de materiais incompatíveis 23
21.8 Envasamento, manuseio e utilização de líquidos em áreas de armazenamento 23
21.9 Armazenamento externo de líquidos 23
22 (*) Cubículos para armazenamento de produtos perigosos 23
22.1 Requisitos gerais 24
22.2 Projeto e construção de cubículos para armazenamento de materiais perigosos ... 24
22.3 Locais selecionados para instalação de cubículos para armazenamento de
materiais perigosos 24
22.4 Requisitos para o armazenamento 25
23 Armazenamento externo 25
23.1 Requisitos gerais 25
23.2 Armazenamento externo próximo a uma edificação 26
24 (*) Proteção automática contra incêndios em armazenamentos internos 27
24.1 Requisitos gerais 27
24.2 Sistemas de proteção contra incêndios por chuveiros automáticos (sprinklers)
de água ou de espuma 28
24.3 Critérios para projeto de sistemas de proteção contra incêndios 29
24.3.1 Geral 29
24.3.2 Critérios específicos para projeto 31
24.4 (*) Esquemas para projetos de sistemas de proteção contra incêndios . 34
24.4.1 Esquema “ A ” de proteção contra incêndio 34

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24.4.2 Esquema “ B” de proteção contra incêndio 35


24.4.3 Esquema C” de proteção contra incêndio
“ 37
24.4.4 Leiautes para sistemas de chuveiros de níveis intermediários para a Tabela A.20... 38
24.5 Suprimento de água 38
24.6 Contenção, drenagem e controle de derrames e vazamentos 38
24.7 Outros sistemas de proteção automática contra incêndios ... 38
Bibliografia 84

Anexos
Anexo A (normativo) Tabelas e figuras 39
Anexo B (informativo) Material explanatório 77

Figuras
Figura A.1 - Viscosidade versus concentração porcentual em massa de componente
inflamável ou combustível 55
Figura A.2 - Á rvore de decisão para o critério de proteção para recipientes metálicos
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contendo líquidos miscíveis e não miscíveis em água - Inflamável e combustível.. 56


Figura A.3 - Á rvore de decisão para o critério de proteção para recipiente não metálico
contendo líquidosmiscíveis e não miscíveis em água - Inflamável e combustível... 57
Figura A.4 - Á rvore de decisão para o critério de proteção contra fogo para líquidos
inflamáveis e combustíveis miscíveis em água contido em recipientes não
metálicos 58
Figura A.5 - Contenção de derramamentos e controle de dispersão de líquidos em áreas
de armazenamento protegido 59
Figura A.6 - Leiaute de chuveiros automáticos para uma estrutura- suporte de fileira única
Esquema de projeto “ A ” 60
Figura A.7 - Leiaute de chuveiros automáticos para uma estrutura- suporte de fileira dupla
- Esquema de projeto “ A ” 61
Figura A.8 - Leiaute de chuveiros automáticos para uma estrutura- suporte de múltiplas
fileiras - Esquema de projeto “ A ” 62
Figura A.9 - Leiaute de chuveiros automáticos para uma estrutura- suporte de fileira única
Esquema de projeto “ B” - Chuveiros no centro da estrutura 63
Figura A.10 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura- suporte de fileira única -
Esquema de projeto “ B” - Chuveiros voltados para a estrutura 64
Figura A.11 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura- suporte de fileira dupla -
Esquema de projeto “ B” 65
Figura A.12 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura- suporte de fileira única
- Esquema de projeto “ C” 66
Figura A.13 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura- suporte de fileira dupla -
Esquema de projeto “ C” 67
Figura A.14 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura- suporte de múltiplas fileiras
- Esquema de projeto “ C” 68

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Figura A.15 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura-suporte de fileira dupla


- Esquema de projeto “ G” 69
Figura A.16 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura-suporte de fileira dupla
- Esquema de projeto “ I” - Opção # 1 70
Figura A.17 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura-suporte de fileira dupla -
Esquema de projeto “ I” - Opção # 2 71
Figura A.18 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura-suporte de fileira dupla -
Esquema de projeto “ H” - Opção # 1 72
Figura A.19 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura-suporte de fileira dupla -
Esquema de projeto “ H” - Opção # 2 73
Figura A.20 - Esquema geral para controle de derramamentos de líquidos em armazéns.. 74
Figura A.21 - Vista em planta do controle delíquidos em armazéns 74
Figura A.22 - Detalhes do projeto de drenagem de caneletas 75
Figura A.23 - Arranjo típico de drenos de piso 75
Figura A.24 - Detalhes de purgador selado por líquido 76
Figura B.1 - Exemplos das várias áreas internas de armazenamento de líquidos 83
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Tabelas
Tabela A.1 - Capacidades máximas permitidas para recipientes, recipientes intermediários
para granel (IBC) e tanques portáteis 39
Tabela A.2 - Quantidade máxima permitida de líquidos inflamáveis e combustíveis por área
controlável de armazenamento 40
Tabela A.3 - Quantidade máxima permitida - Limites para ocupações especiais 40
Tabela A.4 - Projeto e número de áreas controláveis de armazenamento 40
Tabela A.5 - Classificação de resistência ao fogo para áreas de armazenamento de líquidos
no interior de edificações 41
Tabela A.6 - Tempo requerido de resistência ao fogo para portas corta-fogo 42
Tabela A.7 - Quantidades máximas permitidas para armazenamento e exposição
em ocupações comerciais 42
Tabela A.8 - Quantidade máxima de armazenamento de líquidos em salas internas 43
Tabela A.9 - Quantidades máximas para armazéns de líquidos sem sistema de proteção
automática 43
Tabela A.10 - Locais selecionados a 44

Tabela A.11 - Limitações para o armazenamento externo de líquidos em recipientes,


em recipientes intermediários para granel (IBC) e em tanques portáteis 44
Tabela A.12 - Conversão dos valores do fator K............................................................................45
Tabela A.13 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos de estruturas-
suporte simples ou duplas de líquidos em recipientes metálicos, recipientes
intermediários para granel metálicos e tanques portáteis metálicos 45
Tabela A.14 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos de
armazenamento paletizado e empilhado de líquidos em recipientes metálicos,
recipientes intermediários para granel metálicos e tanques portáteis metálicos 46

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Tabela A.15 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos de espuma
de estruturas-suporte simples ou duplas armazenando líquidos em recipientes
metálicos , tanques portáteis metálicos e recipientes intermediários para granel
metálicos 47
Tabela A.16 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos de espuma
de armazenamento paletizado ou empilhado de líquidos em recipientes metálicos,
em tanques portáteis metálicos e recipientes intermediários para granel metálicos .. 47
Tabela A.17 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos de estruturas-
suporte de fileiras simples, duplas ou múltiplas para o armazenamento de líquido de
classe III B 48
Tabela A.18 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos de recipientes
metálicos armazenados em prateleiras 49
Tabela A.19 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos de estruturas-
suporte simples ou duplas armazenando líquidos miscíveis em água em recipientes
de vidro ou de plástico 49
Tabela A.20 - Critérios de projeto para armazenamento de líquidos em estruturas-suporte de
fileiras simples e duplas para recipientes metálicos do tipo com alivio de pressão
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paletizados 50
Tabela A.21 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos de
armazenamento paletizado de líquidos de classes II e III em recipientes
intermediários para granel, r ígidos e não metálicos 51
Tabela A.22 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos de
armazenamento em estruturas- suporte de fileira simples ou dupla de líquidos de
classe II e III em recipientes intermediários para granel, r ígidos e não metálicos
aprovados 51
Tabela A.23 - critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos para
armazenamento de resinas de poliéster insaturado, paletizado ou empilhado, em
recipientes metálicos 51
Tabela A.24 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos para
armazenamento paletizado ou empilhado de recipientes em plástico ou vidro
contendo líquidos miscíveis 52
Tabela A.25 - Arranjos de armazenamentos para proteger pilhas paletizadas ou sólidas
de líquidos armazenados em recipientes e em tanques portáteis 52
Tabela A.26 - Arranjos de armazenamento para estruturas-suporte protegidas armazenando
líquidos em recipientes e em tanques portáteis 53
Tabela A.27 - Recipientes metálicos dos tipos com alívio comum e sem alívio 54

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Pref ácio

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização.


As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comités Brasileiros ( ABNT/CB) ,
dos Organismos de Normalização Setorial ( ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais
( ABNT/CEE) , são elaboradas por Comissões de Estudo (CE) , formadas pelas partes interessadas
no tema objeto da normalização.

Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da Diretiva ABNT, Parte 2.

A ABNT chama a atenção para que, apesar de ter sido solicitada manifestação sobre eventuais
direitos de patentes durante a Consulta Nacional, estes podem ocorrer e devem ser comunicados
à ABNT a qualquer momento (Lei n2 9.279 , de 14 de maio de 1996).

Ressalta-se que Normas Brasileiras podem ser objeto de citação em Regulamentos Técnicos.
Nestes casos, os Órgãos responsáveis pelos Regulamentos Técnicos podem determinar outras datas
para exigência dos requisitos desta Norma, independentemente de sua data de entrada em vigor.

A ABNT NBR 17505 -4 foi elaborada pelo Organismo de Normalização Setorial de Petróleo
( ABNT/ONS-034) , pela Comissão de Estudo de Distribuição e Armazenamento de Combustíveis
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(CE-34:000.004). O Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nQ 08, de 22.08.2012


a 22.10.2012. O seu Projeto de Emenda circulou em Consulta Nacional conforme Edital nQ 03,
de 20.03.2015 a 18.05.2015

Esta Norma é baseada na NFPA 30:2012.

Esta terceira edição incorpora a Emenda 1, de 09.07.2015, e cancela e substitui a edição anterior
( ABNT NBR 17505 -4:2013).

Esta versão corrigida da ABNT NBR 17505-4:2015 incorpora a Errata 1 , de 20.07.2015.

A ABNT NBR 17505, sob o título geral “ Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis? ,
tem previsão de conter as seguintes partes:

Parte 1: Disposições gerais;

Parte 2: Armazenamento em tanques em vasos e em recipientes portáteis com capacidade


superior a 3 000 L;

Parte 3: Sistemas de tubulações;

Parte 4: Armazenamento em recipientes e em tanques portáteis até 3 000 L;

Parte 5: Operações;

Parte 6: Requisitos para instalações e equipamentos elétricos;

Parte 7: Proteção contra inc êndio para parques de armazenamento com tanques estacionários.

Nesta parte da ABNT NBR 17505, onde aparecer (*) após o número ou a letra que designa uma
seção, subseção ou parágrafo, significa que existe um material explanatório, que pode ser encontrado
no Anexo B.

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O Escopo desta Norma Brasileira em inglês é o seguinte:

Scope
This Part of ABNT NBR 17505 shall apply to the storage of flammable and combustible liquids in:

a) drums or other containers that do not exceed 450 L individual capacity;

b) portable tanks that do not exceed 3 000 L individual capacity;

c) intermediate bulk containers that not exceed 3 000 L.

To limited transfer of liquids incidental thereto.

To overpack drums when used for temporary containment of containers that do not exceed
230 L capacity. Such overpack containers shall be treated as containers as defined in 3.91 to 3.96
of ABNT NBR 17505- 1:2013.

Shall apply the prescritions of ABNT NBR 17505-2 for portable tanks which individual capacity exceeds
3000 L.
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This Part of ABNT NBR 17505 shall not apply to the following:

a) containers, intermediate bulk containers, and portable tanks that are used in operations areas, as
covered by ABNT NBR 17505-5;

b) liquids in the fuel tanks of motor vehicles, aircraft, boats, or portable or stationary engines;

c) beverages where packaged in individual containers that do not exceed 5 L capacity;

d) medicines, foodstuffs, cosmetics, and other consumer products that contain not more than 50 %
by volume of water-miscible flammable or combustible liquids, with the remainder of the product
consisting of components that do not burn and where packaged in individual containers that do not
exceed 5 L capacity;

e) liquids that have no fire point when tested in accordance with ABNT NBR 11341, up to the boiling
point of the liquid or up to a temperature at which the liquid shows an obvious physical change ]

f) liquids with a flash point greater than 35° C in a water - miscible solution or water miscible dispersion
with a water and noncombustible solids content of more than 80% by weight, and which does not
sustain combustion;

g) distilled spirits and wines in wooden barrels or casks.

This Part of ABNT NBR 17505 shall not apply to items listed in 1.1. 1 of ABNT NBR 17505- 1:2013.

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Introdução

A aplicação desta Norma não dispensa o atendimento a Legislação Nacional aplicável.


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Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis


Parte 4: Armazenamento em recipientes e em tanques portáteis até 3 000 L

1 Escopo
1.1 Esta Parte da ABNT NBR 17505 prescreve os requisitos para o armazenamento de líquidos
inflamáveis e combustíveis nas seguintes condições:

a) tambores ou outros recipientes que não excedam 450 L em suas capacidades individuais;

b) tanques portáteis que não excedam 3 000 L em sua capacidade individual;

c) recipientes intermediários para granel que não excedam 3 000 L em suas capacidades individuais.

1.2 Esta Parte da ABNT NBR 17505 também se aplica às transferências eventuais entre recipientes.

1.3 Esta Parte da ABNT NBR 17505 também se aplica aos recipientes de resgate quando utilizados
para armazenamento temporário de embalagens, de produtos ou de resíduos provenientes
de acidentes ou incidentes que não excedam 230 L de capacidade. Tais embalagens de resgate
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devem ser tratadas como recipientes, como definido na ABNT NBR 17505-1 :2013, 3.91 a 3.94.

1.4 Para tanques portáteis cuja capacidade individual exceda 3 000 L, devem-se aplicar as prescrições
da ABNT NBR 17505-2.

1.5 Esta Parte da ABNT NBR 17505 não se aplica a:

a) recipientes, recipientes intermediários para granel ( /BC) e tanques portáteis que estejam sendo
utilizados em áreas de processo, conforme descrito na ABNT NBR 17505-5;

b) líquido sem tanques de combustível de veículos a motor, aeronaves, barcos, motores portáteis
ou estacionários;

c) bebidas, quando embaladas em recipientes individuais, cuja capacidade individual não ultrapasse
5 L;

d) remédios, alimentos, cosm éticos e outros produtos de consumo que contenham no máximo 50 %
em volume de líquidos misc íveis em água, desde que a solução resultante não seja inflamável
ou combustível, quando embalados em recipientes individuais que não excedam 5 L de capacidade;

e) líquidos que não tenham ponto de ignição, quando ensaiados pela ABNT NBR 11341, ou norma
equivalente para produtos químicos, até seu ponto de ebulição ou até uma temperatura em que
a amostra usada no ensaio apresente uma mudanç a evidente de estado f ísico;

f) líquidos com um ponto de fulgor superior a 35 °C em uma solução ou dispersão misc ível
em água, com um conteúdo de sólidos inertes (não combustíveis) e de água de mais de 80 %
em peso, que não mantenham combustão;

g) bebidas destiladas e vinhos em barris ou pipas, de madeira.

1.6 Para as restrições ao emprego desta Parte da ABNT NBR 17505, ver ABNT NBR 17505-1:2013, 1.2.

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1.7 As disposições desta Parte da ABNT NBR 17505 não se aplicam às edificações, equipamentos,
estruturas ou instalações já existentes ou aprovadas para a construção ou instalação antes da data
da publicação da ABNT NBR 17505 (todas as Partes). Contudo, as reformas que alterem as carac-
terísticas do projeto e/ou equipamentos, e as ampliações de instalações, iniciadas a partir da data
da publicação desta Parte ABNT NBR 17505 devem atender às suas disposições. Nestes casos,
devem ser evidenciadas as Normas vigentes, na época do fato, para as edificações, equipamentos,
estruturas ou instalações já existentes ou aprovadas.

2 Referências normativas
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para
refer ências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se
as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas).

ABNT NBR 9077, Saídas de emergências em edif ícios

ABNT NBR 10897, Proteção contra incêndio por chuveiros automáticos - Requisitos

ABNT NBR 11742, Porta corta - fogo para saída de emergência - Especificação
Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - LINK - 07.272.636/0001-31

ABNT NBR 12693, Sistemas de proteção por extintores de incêndio

ABNT NBR 13792 , Proteção contra incêndio, por sistema de chuveiros automáticos, para áreas
de armazenamento em geral - Procedimento

ABNT NBR 17505-1 , Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis - Parte 1: Disposições


Gerais

ABNT NBR 17505-2 , Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis - Parte 2: Armazenamento


em tanques e em vasos

ABNT NBR 17505-5, Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis - Parte 5: Operações

ABNT NBR 17505-6, Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis - Parte 6: Instalações


e equipamentos elétricos

ASTM F 852 , Standard specification for portable gasoline containers for consume use

ASTM F 976, Standard specification for potable kerosine and diesel containers for consume use

NFPA 10, Standard for portable fire extinguishers

NFPA 13, Standard for the installation of sprinkler systems

NFPA 14, Standard for the installation of standpipe and hose systems

NFPA 16, Standard for the installation of foam- water sprinkler and foam- water spray systems

NFPA 25, Standard for the inspection, testing and maintenance of water basefire protection systems

NFPA 30 B, Code for the manufacture and storage of aerosol products

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NFPA 69, Standard on explosion prevention systems

NFPA 80, Standard for fire doors and fire windows

NFPA 221 , Standard for high challenge fire walls, fire walls, and fire barrier walls

NFPA 251 , Standard method of tests of fire resistance of building construction and materials

NFPA 704, Standard system for identification of the hazards of materials for emergency response

UL 30, Standard for metal safety cans

UL 1313, Standard for non- metallic safety cans for petroleum products

UL 1314, Standard for special purpose metal containers

UL 2368, Fire exposure testing of intermediate bulk containers for flammable and combustible liquids

3 Termos e definições
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Para os efeitos desta Parte da ABNT NBR 17505, aplicam-se os seguintes termos e definições.

3.1
recipiente intermediário para granel (IBC)
conforme definido na ABNT NBR 17505-1:2013, 3.93

3.2
armazenamento protegido
armazenamento de líquidos inflamáveis e combust íveis protegido de acordo com a Seção 24

3.3
(*) recipiente tipo com alívio de pressão
recipiente metálico, recipiente intermediário para granel metálico ou tanque portátil metálico, equipados
com no mínimo um mecanismo de alívio de pressão no seu topo, projetado, dimensionado e montado
para aliviar a pressão interna gerada em decorrência de exposição ao fogo, evitando uma ruptura
violenta do recipiente

3.4
(*) resina poliéster insaturada
uma resina que contenha até 50 % em peso de líquidos de classe I C, classe II ou classe III , mas não
líquidos de classe I A ou I B

3.5
líquido viscoso
líquido que se torne gelatinoso, espesso ou se solidifique quando aquecido, ou cuja viscosidade
à temperatura ambiente versus percentual contido de líquidos de classe I, classe II ou classe III
encontre- se na porção sombreada da Figura A.1

NOTA Os líquidos descritos pela definição acima incluem resinas espessas, adesivos e tintas. Alguns
destes líquidos são misturas que contem uma pequena porcentagem de líquidos voláteis inflamáveis
ou combustíveis, resultando em uma mistura não combustível.

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3.6
líquido miscível em água
líquido que se mistura em todas as proporções com a água, sem o aux ílio de aditivos químicos
como agentes emulsificantes

4 Requisitos gerais
4.1 Os requisitos gerais desta Parte da ABNT NBR 17505 são aplicáveis ao armazenamento
de líquidos, como especificado nas Seções 18 a 21, independentemente das quantidades armazenadas.

Exceção: Onde houver requisitos mais restritos nas Seções 18 a 22, estas restrições devem prevalecer.

4.2 Para os propósitos das Seções 18 a 24, os líquidos instáveis devem ser tratados como líquidos
de classe I A.

4.3 Requisitos de evacuação de área devem estar de acordo com a ABNT NBR 9077.

O armazenamento de líquidos não pode obstruir fisicamente as vias de evacuação.

4.4 Para os efeitos das Seções 4, 18, 20 e 24, armazenamento protegido significa que este está
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protegido de acordo com a Seção 24. Todos os outros armazenamentos devem ser considerados
sem proteção, a não ser que tenham sido adotados meios alternativos de proteção aprovados pela
Corporação de Bombeiros local (ver 24.1.5 e 24.7).

4.5 Pode ser utilizada madeira, com uma espessura nominal mínima de 25 mm, na construção
de prateleiras, suportes, paletes, plataformas, sobrepisos e instalações similares.

4.6 Líquidos de classe I não podem ser armazenados em porões ou nos subsolos.

4.7 Líquidos das classes II e III A podem ser armazenados em porões ou subsolos, desde que
protegidos de acordo com a Seção 24.

4.8 Líquidos de classe III B podem ser armazenados em por ões ou subsolos.

4.9 Onde forem empilhados recipientes, recipientes intermediários para granel ou tanques portáteis,
eles devem ser empilhados de forma a manter a estabilidade da pilha e a evitar esforços excessivos
nas paredes dos recipientes.

4.9.1 Tanques portáteis e recipientes intermediários para granel podem ser armazenados em mais
de um nível, desde que projetados seguramente sem o uso de chapas intermediárias.

4.9.2 Equipamentos de movimentação de carga devem ser capazes de alcançar e movimentar


os recipientes, tanques portáteis e recipientes intermediários para granel que estejam armazenados
em todos os níveis de armazenamento.

4.10 Recipientes, recipientes intermediários para granel e tanques portáteis, que estejam em áreas
desprotegidas de armazenamento de líquidos, não podem ser armazenados em uma distância inferior
a 1 m de traves, vigas ou outras peças da estrutura de cobertura.

4.11 Líquidos utilizados para manutenção de edificação, pintura ou outras manutenções similares
e não frequentes podem ser armazenados em recipientes fechados fora de armários e no interior
de áreas de armazenamentos de líquidos, se não excederem uma quantidade para 10 dias
de suprimento na taxa de consumo estimado.

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5 Recipientes aceitáveis
5.1 (*) Somente os seguintes recipientes, recipientes intermediários para granel e tanques portáteis
são aceitáveis no armazenamento de líquidos de classe I, classe II e classe III A.

a) recipientes, recipientes intermediários para granel e tanques portáteis, quando metálicos,


se estiverem de acordo com os requisitos e se contiverem produtos em embalagens homologadas
conforme “ Regulamentação do Transporte de Produtos Perigosos” do Ministério dos Transportes/
Agência Nacional de Transportes Terrestres;

b) recipientes metálicos ou em plástico que atendam aos requisitos e ao uso com produtos
de petróleo de acordo com o escopo de uma ou mais das ASTM F 852 , ASTM F 976, UL 1313,
UL 30, UL 1314;

c) recipientes plásticos que atendam aos requisitos e que contenham produtos autorizados
por Legislação específica, oriunda da Agência Nacional de Transportes Terrestres ( ANTT).
São também aceitáveis as embalagens conforme regulamentações emanadas da Agência
Nacional de Transporte Aquaviário ( ANTAQ) e Agência Nacional de Aviação Civil ( ANAC) ;

NOTA Recipientes de plástico de construção com parede muito fina, semelhante aqueles utilizados
na maioria dos produtos de consumo e que não são previstos para o reenvase, não podem ser reutilizados
como armazenamento de líquidos inflamáveis e combust í veis. Embora esses recipentes sejam permitidos
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para embarques únicos de algumas classes de líquidos inflámaveis e combust í veis, eles não atendem
aos requisitos rigidos estabelecidos nas normas referenciadas em 5.1 b).

d) tambores de fibra que atendam aos requisitos e que contenham produtos autorizados por
legislação específica oriundada Agência Nacional de Transportes Terrestres ( ANTT). São
também aceitáveis as embalagens conforme regulamentações emanadas da Agência Nacional
de Transporte Aquaviário ( ANTAQ) e Agência Nacional de Aviação Civil ( ANAC) ;

e) (*) recipientes intermediários para granéis ( IBC) em materiais não metálicos rígidos que atendam
aos requisitos e contenham produtos autorizados pela Agência Nacional de Transportes Terrestres
( ANTT). São tamb ém aceitáveis as embalagens conforme regulamentações emanadas da Agência
Nacional de Transporte Aquaviário ( ANTAQ) e Agência Nacional de Aviação Civil ( ANAC) ;

— o termo recipiente intermediário para granel r ígido e não metálico refere-se a um equipamento
composto de vaso plástico de contenção primária ao líquido que deve ser fechado
ou encapsulado por uma estrutura externa metálica, uma parede de contenção simples
de metal ou plástico, uma parede dupla de plástico sólido ou expandido ou uma estrutura
de cartão de fibra vegetal. O termo recipiente intermediário para granel r ígido e não metálico
também denota um IBC de parede única de plástico que pode ou não possuir uma base
separada de plástico, que também serve como estrutura de suporte para o vaso plástico.
Os IBC’s que tenham uma estrutura externa de metal estanque são considerados IBC’s
metálicos ou tanques portáteis metálicos como definidos em 5.1.

f) recipientes de vidro com a capacidade limite definida na Tabela A.1 e de acordo com o Regulamento
para o Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos do Ministério dos Transportes ( ANTT).
São também aceitáveis as embalagens conforme regulamentações emanadas da Agência
Nacional de Transporte Aquaviário ( ANTAQ) e Agência Nacional de Aviação Civil ( ANAC).

5.1.1 Para armazenamento protegido, recipientes intermediários para granel rígidos e não metálicos,
como descrito em 5.1 e) , devem ser submetidos a um ensaio de fogo que demonstre seu desempenho
aceitável para esta condição de armazenamento interno e devem ser adequadamente identificados
com a marcação da homologação do ensaio.

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5.1.2 Medicamentos, bebidas, alimentos, cosméticos e outros produtos comuns de consumo, quando
embalados de acordo com as práticas aceitáveis para vendas a varejo, devem ser isentos dos requi-
sitos de 5.1 e da Tabela A.1.

5.2 Cada tanque portátil ou recipiente intermediário para granel deve ser provido por um ou mais
dispositivos instalados no topo, com capacidade de alívio de emergência suficiente para limitar
a pressão interna, sob condições de exposição ao fogo, a uma pressão manométrica de 70 kPa
ou a 30 % da pressão de ruptura do tanque portátil, adotando-se o maior valor.

5.2.1 A capacidade total de alívio não pode ser inferior à especificada na ABNT NBR 17505-2:2013,
5.5.3.2 ou 5.5.3.4.

5.2.2 Deve ser utilizado no mínimo um dispositivo de alívio de pressão, com capacidade mínima
de 170 m3 de ar livre por hora (760 mmHg a 15,6 °C). O alívio deve ser ajustado para abrir a uma
pressão superior a 35 kPa.

5.2.3 Se forem utilizados alívios do tipo fusível (plugues- fusíveis) estes devem ser ativados por
elementos que atuem a uma temperatura abaixo de 150 °C. Quando houver possibilidade
de travamento de um alívio ativado por pressão, como os utilizados em embalagens para tintas, óleos
de secagem ou materiais similares, os plugues fusíveis ou dispositivos de ventilação que se fundam
a uma temperatura máxima de 150 °C, sob exposição ao fogo, podem ser utilizados como dispositivos
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de alívio de emergência.

5.3 A capacidade máxima permitida para um recipiente, recipiente intermediário para granel
ou tanque portátil metálico para líquidos de classe I , classe II e classe III A, não pode exceder
as especificações contidas na Tabela A.1.

Exceção: Conforme previsto na Seção 1 e em 5.3.1 , 5.3.2 e 5.3.3.

5.3.1 Líquidos misc íveis em água de classe I B e classe I C podem ser armazenados em recipientes
de plástico de até 230 L de capacidade, se armazenados e protegidos de acordo com 24.3.2.7.

5.3.2 Os líquidos de classe I A e de classe I B podem ser estocados em recipientes de vidro com
capacidade individual m áxima de 5 L, se a pureza requerida pelo líquido puder ser afetada pelo
armazenamento em recipientes metálicos ou se o líquido puder causar corrosão excessiva
em recipientes metálicos.

5.3.3 Recipientes com vazamento ou danificados, com capacidade individual máxima de 230 L,
podem ser liberados para serem armazenados, temporariamente, de acordo com 5.1, 5.2 e 5.3 e com
as Seções 18, 19 e 20, desde que sejam encapsulados em recipientes de sobre-embalagem.

5.3.3.1 Para ser considerado um armazenamento protegido como definida em 4.4 e de acordo com
aSeção 24, um recipiente de sobre embalagem deve ser fabricado com material compat ível com
o produto que esteja armazenado no recipiente original (com vazamento ou danificado) .

5.3.3.2 Recipientes de sobre-embalagem metálicos devem ser considerados recipientes do tipo sem
alívio de pressão.

6 (*) Armários (gabinetes) para armazenamento de líquidos inflamáveis


6.1 O volume de líquidos de classe I , classe II e classe III A armazenado em um armário de arma-
zenamento individual não pode exceder 460 L.

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6.2 O volume total agregado de líquidos de classe I, classe II e classe III A estocado em um grupo
de armários de armazenamento não pode exceder a quantidade máxima permitida de líquidos
inflamáveis e combust íveis por área de controle, baseado no tipo do local de ocupação onde os armá-
rios estiverem locados.

6.3 Devem ser aceitos para armazenamento de líquidos os armários que atendam no mínimo
a um dos seguintes requisitos:

a) quando forem projetados e construídos para limitar a temperatura interna, no centro do armário
e a 2,5 cm do seu topo a no máximo 160 °C, quando submetidos a 10 min de exposição ao fogo
com ensaio de acordo com a Norma Brasileira aplic ável ou, na inexistência desta, de acordo
com a NFPA 251, para condição de fogo. Todas as juntas e soldas devem permanecer estanques
e as portas devem permanecer fechadas durante todo o ensaio;

b) metálicos, se construídos da seguinte maneira:

1) o fundo, o topo, a porta e as laterais do armário devem ser de chapas de aço de bitola nQ 18
no mínimo, e de parede dupla com espaçamento mínimo de 38 mm;

2) as junções devem ser rebitadas, soldadas ou tornadas herméticas por um meio igualmente
eficiente;
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3) a porta deve ser equipada com uma dobradiça de tr ês pontos e a soleira da porta deve
ficar no mínimo 5 cm acima do fundo, para reter o líquido eventualmente derramado dentro
do armário;

c) de madeira, se construídos da seguinte maneira:

1) o fundo, as laterais e o topo devem ser feitos em madeira compensada de qualidade, do tipo
para exteriores, com espessura mínima de 2,5 cm, resistente ao rompimento e separação
das lâminas, em condições de incêndio;

2) todas as junções devem ser entalhadas e fixadas em duas direções, com parafusos para
madeira;

3) quando forem utilizadas mais de uma porta, elas devem ter uma borda entalhada sobreposta
de mais de 2,5 cm;

4) as portas devem ser equipadas com fechos e dobradiças e devem ser montadas de maneira
que seja garantida a sua capacidade de resistência, quando sujeitas à exposição ao fogo ;

5) deve ser previsto no fundo do armário um batente mais alto ou uma contenção com capacidade
para 5 cm de líquido eventualmente derramado no armário;

d) são aceitáveis armários certificados que tenham sido construídos e ensaiados de acordo
com 6.3. a) .

6.4 (*) Os armários de armazenamento não necessitam de ventilação com o propósito de proteção
contra incêndio.

6.4.1 Se os armários não dispuserem de ventilação, as aberturas dos respiros devem ser
vedadas com os tamp ões fornecidos juntamente com os armários ou com tamp ões especificados
pelo fabricante.

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6.4.2 (*) Se por alguma razão o armário de armazenamento dispuser de ventilação, a saída
da ventilação deve ser conduzida diretamente para o exterior ou para um dispositivo de tratamento
projetado para controlar compostos orgânicos voláteis e vapores inflamáveis, de tal forma que não
seja comprometida o desempenho especificado para o armário e de forma que seja aceitável pela
Corporação de Bombeiros local.

6.5 (*) Os armários de armazenamento devem ser identificados como a seguir:

ATENÇAO
INFLAM ÁVEL
MANTER LONGE DO FOGO
6.5.1 A altura mínima das letras para a palavra INFLAM ÁVEL (alerta) deve ser de 50 mm e a altura
mínima das letras para a frase MANTER LONGE DO FOGO (mensagem) deve ser de 25 mm.

6.5.2 Todas as letras devem ser maiúsculas e em cor contrastante com o fundo.

6.5.3 A marcação deve ser aposta na parte superior da(s) porta(s) ou do corpo dos armários
de armazenamento.
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6.5.4 Podem ser aceitos símbolos internacionais, como “ inflamável” (uma chama em um triângulo)
“ manter afastado do fogo” (uma chama cortada em um círculo”).

7 Quantidades má ximas permitidas por área controlável de armazenamento

7.1 Limites em estabelecimentos em geral

As quantidades máximas permitidas de líquidos em cada área controlável de armazenamento


em establecimentos em geral, não industriais e em distribuidores, não podem exceder as quantidades
especificadas na Tabela A.2.

Exceção: Como alteradas em 7.2 e pelas Seções 18 , 19 , 20 , 21 e 22 .

7.2 Limites em estabelecimentos especiais

7.2.1 Para os seguintes estabelecimentos as quantidades máximas permitidas por área controlável
de armazenamento não podem exceder as quantidades especificadas na Tabela A.3:

a) assembléias;

b) ambulatórios de pronto-socorro;

c) escritórios;

d) creches;

e) presídios e casas de correção;

f) educandários;

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g) assistências médicas;
h) residências.

7.2.2 Para as ocupações especificadas em 7.2.1 , o armazenamento de quantidades superiores


a 40 L de líquidos de classe I e de classe II combinados ou superiores a 250 L de líquidos de classe III
A só deve ser permitido se armazenados em armários de armazenamento de líquidos e se a quanti-
dade total agregada não exceder a 700 L.

7.2.3 É permitido exceder as quantidades especificadas na Tabela A.2 para os combustíveis contidos
nos tanques de equipamentos móveis, desde que sejam operados de acordo com a legislação
de segurança contra inc êndio.

7.2.4 Para estabelecimentos classificados como ambulatórios de pronto socorro, creches,


assistências médicas e educandários, as quantidades máximas permitidas para líquidos de classe III B
podem ser aumentadas em 100 %, se a edificação for protegida por um sistema de chuveiros automá-
ticos instalado de acordo com a Norma Brasileira aplic ável ou, na inexistência desta, com a NFPA 13.

8 Área controlável de armazenamento


8.1 Para os objetivos desta parte da Norma, uma área controlável de armazenamento é o
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espaço dentro de uma edificação de uso geral, exceto armazéns para líquidos, áreas de processo
e áreas comerciais, onde quantidades de líquidos armazenados não excedam as quantidades máximas
permitidas pelas Tabelas A.2 e A.3.

8.2 Áreas controláveis de armazenamento devem ser separadas umas das outras por barreiras
corta-fogo, de acordo com a Tabela A.4.

8.3 Áreas controláveis de armazenamento situadas abaixo do solo, que possam ser consideradas
porões, não podem ser utilizadas para o armazenamento de líquidos de classe I.

9 Requisitos para construção


9.1 Todas as áreas de armazenamento devem ser construídas de forma a atender às classifica-
ções de resistência ao fogo especificadas pela Corporação de Bombeiros local e na Tabela A.5.
As construções devem ser executadas de acordo com as especificações de ensaios estabelecidas
na Norma Brasileira aplicávelou, na inexistência desta, na NFPA 251.
9.2 As aberturas em paredes de salas internas, externas ou de edificações adjacentes com tempo
de resistência ao fogo definido, devem ser providas com portas corta-fogo, que devem permanecer
normalmente fechadas, e atender ao tempo de resistência de acordo com a Tabela A.6.

9.2.1 Estas portas podem ser instaladas para permanecerem abertas durante as operações
de manuseio do material , somente se forem projetadas para fechar automaticamente no caso
de uma emergência de incêndio, com dispositivos de fechamento aprovados pela Corporação
de Bombeiros local.

9.2.2 As portas corta-fogo devem ser instaladas de acordo com a ABNT NBR 11742 ou a NFPA 80.

9.3 O projeto de construção das paredes externas deve prever um acesso rápido para operações
de combate a incêndio, através de aberturas de acesso, janelas ou painéis de parede não combustíveis
e construídos com materiais leves.
Exceção: Este requisito não se aplica a salas internas.

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10 Proteção contra incêndio


10.1 Armazenamento protegido
Os requisitos de proteção contra inc êndio para um armazenamento protegido devem atender
aos requisitos de 10.2 e da Seção 24.

10.2 Proteção manual contra incêndio


10.2.1 Extintores de incêndio portáteis devem atender aos requisitos da ABNT NBR 12693, da NFPA 10
ou desta Parte da ABNT NBR 17505.

10.2.2 Os extintores de incêndio port áteis devem atender à ABNT NBR 12693 e aos seguintes
requisitos:
a) no m ínimo um extintor de incêndio portátil, com uma capacidade extintora mínima de 40:B, deve
estar localizado externamente à porta de entrada, a uma distância inferior a 3,0 m de uma área
interna de estocagem de líquidos;
b) no mínimo um extintor de incêndio portátil, com capacidade extintora mínima de 40:B,
deve estar localizado a menos de 9,0 m de distância de qualquer área de armazenamento
de líquidos de classe I ou classe II, localizado fora de uma área interna de armazenamento
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de um depósito de líquidos.

Exceção: Uma alternativa aceitável é dispor de pelo menos um extintor de incêndio portátil,
com capacidade extintora de 80: B, localizado a uma dist â ncia inferior a 15 , 0 m da á rea
de armazenamento em questão.

10.2.3 Onde estiverem previstas, conexões de mangueira ligadas ao sistema de chuveiros automáticos
devem ser instaladas de acordo com a Norma Brasileira aplicável ou , na inexistência desta, com
a NFPA 13.

10.2.4 Onde estiverem previstas, conexões de mangueiras ligadas ao sistema de reservatório elevado
devem ser instaladas de acordo com a Norma Brasileira aplicável ou, na inexistência desta,
com a NFPA 14.

10.2.5 Onde previstas, conexões de mangueira devem também atender aos seguintes requisitos:

a) devem ser previstas conexões de mangueiras para proteção de armaz éns gerais e para proteção
de armazéns para líquidos;

b) onde forem providas mangueiras pré-conectadas, estas devem ser de 3,81 cm, com forro
interno ou mangotinhos de 2,54 cm de borracha r ígida, utilizando -se uma combinação adequada
de bocais de jato pleno e de neblina.

10.2.6 Onde forem previstas conexões de mangueira, o suprimento de água deve ser suficiente para
atender à demanda do sistema fixo de combate a incêndio mais uma vaz ão que totalize, no mínimo,
1 900 L/min para os sistemas externo e interno de conexões de mangueiras, por um per íodo mínimo
de 2 h, a não ser que seja estabelecido em contrário na Seção 24.

11 Sistemas elétricos
11.1 Classificação de áreas elétricas não podem ser requeridas para áreas de armazenamento
de líquidos se todos os recipientes, recipientes intermediários para granel e tanques portáteis forem
selados e não forem abertos no local, exceto como previsto em 11.2.

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11.2 Para salas de armazenamento de líquidos que sejam totalmente fechadas dentro de uma
edificação, o cabeamento elétrico e os equipamentos elétricos utilizados no armazenamento
de líquidos de classe I devem ser Zona 2, e o cabeamento elétrico e os equipamentos elétricos
utilizados no armazenamento de líquidos de classe II e classe III em salas internas devem ser
do tipo padrão.

Exceção: Os requisitos de Zona 2 se aplicam a líquidos de classe II e classe III quando forem
armazenados em temperaturas superiores aos seus pontos de fulgor.

12 (*) Contenção, drenagem e controle de derrames e vazamentos

Contenção para vazamentos pode ser provida pelas seguintes alternativas:

a) soleiras, guias, rampas ou lombadas não combustíveis e estanques, com altura adequada e com
drenagem para o exterior ;

b) soleiras, guias, rampas ou lombadas não combustíveis e estanques, com altura adequada e com
drenagem para caixas internas;
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c) pisos com caimento;

d) canaletas abertas ou com grades ou pisos com caimento conectados a um sistema de drenagem;

e) aberturas nas paredes que descarreguem para um local seguro ou para um sistema de drenagem;

f) outros meios que sejam aceitos pelas autoridades.

Onde soleiras, guias, rampas ou lombadas forem adotados, a altura apropriada depende de inúmeros
fatores, incluindo o volume da maior embalagem armazenada, área do piso e a existência de algum
sistema de drenagem. Historicamente, as soleiras têm sido adotadas com 10 cm de altura.

Uma grande variedade de alturas de soleiras, guias, rampas ou lombadas podem ser utilizadas para
obter o volume de contenção desejado. Como orientação, pode-se adotar que 1 m2 com profundidade
de 2 ,5 cm equivale a 25 L. Uma vez que a quantidade total de líquido armazenado esteja definida,
a altura a ser adotada para a soleira, guia, rampa ou lombada deve ser calculada.

Onde canaletas abertas forem adotadas, a dimensão volumétrica desta canaleta deve conter o volume
máximo de derrame esperado ou estas canaletas devem ser conectadas permanentemente ao sistema
de drenagem.

E importante observar que estes parâmetros levam em consideração apenas a contenção e a drenagem
para proteção contra inc êndio.

12.1 Areas de armazenamento devem ser projetadas e operadas de forma a prevenir a descarga
de líquidos em cursos d’água públicos, esgotos públicos ou em propriedades adjacentes, a não ser
que tal descarga tenha sido especificamente aprovada pelas autoridades competentes.

Onde houver descarga do sistema de drenagem em um esgoto público, privado ou na rede


pluvial, o sistema de drenagem deve ser equipado com purgadores e caixas separadoras.

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12.2 Onde forem armazenados recipientes cuja capacidade individual exceda 40 L , devem ser
previstas soleiras, lombadas, guias, rampas ou outros meios adequados para prevenir o fluxo
de líquidos, sob condições de emergência, nas áreas ou edificações adjacentes.

12.3 Devem ser providenciadas contenção e drenagem para um local aprovado.

A drenagem, quando utilizada, deve prever capacidade suficiente para escoar também a descarga
da água proveniente dos sistemas de combate a incêndio.

12.4 Podem ser omitidos os sistemas de controle de vazamentos, de contenção e de drenagem onde
forem armazenados apenas líquidos de classe III B.

12.5 Podem ser omitidos os sistemas de controle de vazamentos, de contenção e de drenagem,


se forem armazenadas somente resinas de poliéster insaturado, com menos de 50 % em peso
de líquidos de classe I C, classe II ou classe III A, e as instalações forem protegidas de acordo
com 24.3.2.1.

12.6 Se o armazenamento for protegido de acordo com a Seção 24, os sistemas de controle de vaza-
mentos, de contenção e de drenagem devem também atender aos requisitos estabelecidos em 24.6.
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13 Ventilação
Nas áreas de armazenamento, se forem desenvolvidas atividades de envase, deve existir uma venti-
lação que atenda aos requisitos constantes na ABNT NBR 17505-5 :2013, 5.4.

14 Controle de explosão
14.1 ( *) Se líquidos de classe IA forem armazenados em recipientes com capacidade maior que 5 L,
as áreas devem ser providas com dispositivos de controle de explosão que atendam aos requisitos da
Norma Brasileira aplicável ou, na inexistência desta, da NFPA 69. Um método construtivo de engenha-
ria que limite os danos também pode ser aceito.

Exceção: Este requisito não se aplica se o líquido estiver sendo armazenado em uma sala totalmente
fechada no interior de uma edificação.

14.2 (*) Onde forem armazenados líquidos instáveis, deve ser adotado um método construtivo
adequado cujo projeto de engenharia possa prover os danos advindos de uma deflagração
ou detonação que possa ser causada pelo líquido que estiver sendo armazenado.

15 Separação de materiais incompatíveis


15.1 Exceto como estabelecido em 15.3, líquidos devem ser separados de materiais incompatíveis
onde estiverem armazenados materiais em recipientes com capacidade maior que 2,3 kg ou 2 L.

A separação deve ser acompanhada por um dos seguintes métodos:

a) segregando o armazenamento dos materiais incompat íveis por uma distância mínima de 6 m; ou

b) isolando o armazenamento dos materiais incompat íveis por uma divisória não combustível que
se estenda no mínimo em 500 mm acima e dos lados dos materiais armazenados; ou

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c) armazenando os materiais líquidos em armários de armazenamento de líquidos de acordo com


a Seção 6.

15.2 Os líquidos devem ser separados dos aerossóis de nível 2 e nível 3, de acordo com a Norma
Brasileira aplicável ou, na inexistência desta, com a NFPA 30B.

15.3 Líquidos inflamáveis e combustíveis devem ser separados de oxidantes por uma distância
mínima de 7,5 m.

15.4 Materiais que são reativos à água, como descrito na Norma Brasileira aplicável ou, na inexistência
desta , na NFPA 704 , n ã o podem ser armazenados em uma mesma á rea control á vel
de armazenamento que contenha líquidos.

16 Envasamento, manuseio e utilização de líquidos em áreas de armazenamento


16.1 O envasamento, o manuseio e a utilização de líquidos em áreas de armazenamento devem
atender a todos os requisitos aplicáveis contidos na ABNT NBR 17505-5:2013, Seção 5.

16.2 O envasamento de líquidos de classe I ou de líquidos classe II e de classe III à temperaturas


iguais ou superiores aos seus pontos de fulgor não pode ser permitido em áreas de piso maiores que
90 m2, a não ser que o local de envasamento seja separado da área de armazenamento, de acordo
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com a Tabela A.5, e atenda a todos os demais requisitos contidos na Seção 9.

17 Armazenamento externo de líquidos


O armazenamento de líquidos em locais externos às edificações deve atender aos requisitos
das Seções 22 e 23, como aplicável.

18 Armazenamento de líquidos em recipientes - Estabelecimentos comerciais


Esta Seção se aplica ao armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis em estabelecimentos
comerciais que manuseiem, armazenem ou exponham líquidos em recipientes que não excedam
450 L de capacidade individual.

Esta Seção tamb ém se aplica a operações eventuais, em quantidades limitadas, de envasamento


de líquidos em estabelecimentos comerciais.

Esta Seção não se aplica às atividades mencionadas em 1.5.

18.1 Requisitos gerais


18.1.1 Para os efeitos desta Seção, líquidos instáveis devem ser tratados como líquidos de classe I A.

18.1.2 As quantidades máximas permitidas de líquidos em exposição e em armazenamento devem


estar de acordo com a Tabela A.6, baseadas no nível de proteção previsto.

18.1.3 O projeto, a fabricação e a capacidade dos recipientes devem estar de acordo com as provi -
sões contidas na Seção 5.

18.1.4 Os requisitos contidos em 5.1 e 5.3 não são obrigat órios para as embalagens comumente
aceitas para conter medicamentos, bebidas, alimentos, cosméticos e outros produtos de consumo
comuns.

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18.1.5 O projeto, a construção e a capacidade dos gabinetes de armazenamento, utilizados no interior


de estabelecimentos comerciais, devem estar de acordo com as provisões aplicáveis da Seção 6.

18.1.6 (*) O projeto, a construção e a operação de uma sala separada para armazenamento
de líquidos ou de um armário para armazenamento de materiais perigosos, utilizados no interior
de estabelecimentos comerciais como uma área interna e separada de armazenamento, devem estar
de acordo com as provisões aplic áveis das Seções 5 a 17.

18.2 Áreas controláveis de armazenamento


18.2.1 As quantidades máximas permitidas de líquidos em cada área controlável de armazenamento
e nos arranjos para armazenamento e exposição devem atender aos requisitos de 18.2.1 e 18.2.2
e da Tabela A.7.

18.2.2 Estabelecimentos comerciais desprotegidos existentes, em operação desde 2006,


são liberados para armazenar e expor até 28 400 L de líquidos de classe I B, I C, II e III A (qualquer
combinação) em cada área controlável de armazenamento.

18.3 Restrições específicas


18.3.1 Nos pisos superiores ao térreo, o armazenamento ou exposição de líquidos de classe I
e classe II devem ser limitados a 250 L em locais sem sistema de proteção automática e a 500 L
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em locais com proteção.

18.3.2 Os líquidos de classe I e classe II não podem ser armazenados ou expostos em porões.

18.3.3 Os líquidos em recipientes com capacidade acima de 20 L não podem ser armazenados
ou expostos em áreas normalmente acessíveis ao público.

18.3.4 Os líquidos de classe II , não misc íveis em água, dentro de recipientes plásticos, com capaci-
dade de 5 L ou mais, devem ser limitados como a seguir :

a) uma quantidade máxima de 150 L por arranjo para exposição ou armazenamento;

b) uma quantidade total m áxima de 250 L por arranjo para exposição ou armazenamento, que
seja protegido por um sistema de chuveiros automáticos com uma taxa de aplicação de projeto
de 25 L/min/m2 para uma área maior que 230 m2 e usando chuveiros automáticos com orif ícios
extragrandes, de resposta rápida, para altas temperaturas;

c) uma quantidade total máxima de 250 L por arranjo para exposição ou armazenamento onde
forem usados gabinetes de armazenamento adequados para líquidos inflamáveis.

18.4 Requisitos construtivos


18.4.1 Paredes de separação entre áreas controláveis de armazenamento devem atender aos requi-
sitos da Tabela A.7.

18.4.2 A construção de uma sala separada para armazenamento de líquidos ou um armário


de armazenamento de materiais perigosos, utilizados dentro de um estabelecimento comercial,
como uma sala interna e separada para o armazenamento de líquidos, deve estar de acordo com
as provisões aplic áveis contidas nas Seções 5 a 17.

18.5 Proteção contra incêndio


18.5.1 Onde previstos, os sistemas de chuveiros automáticos devem atender aos requisitos de projeto
da Tabela A.6.

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18.5.2 Os sistemas de proteção para o armazenamento e a exposição de líquidos, que forem proje-
tados e desenvolvidos com base em ensaios de fogo de escala total, em uma instalação de ensaio
certificada, devem ser considerados uma alternativa aceitável para os critérios de proteção descritos
na Seção 24. Estes sistemas de proteção alternativos devem ser aprovados pela Corporação de Bom -
beiros local.

18.5.3 Extintores de incêndio portáteis devem ser previstos onde os líquidos forem armazenados.

18.5.4 Conexões de mangueiras devem ser previstas onde requerido pela Norma Brasileira aplicável
ou, na inexistência desta, pela NFPA 13.

18.6 Sistemas elétricos

18.6.1 O cabeamento e os equipamentos elétricos utilizados devem atender aos requisitos


da ABNT NBR 17505-6.

18.6.2 Classificação de áreas elétricas não pode ser requerida para áreas de armazenamento
de líquidos, se todos os recipientes forem selados e não forem abertos no local, exceto como previsto
em 11.2.

18.6.3 Não é requerida classificação de área elétrica para o envase de quantidades que não
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excedam a capacidade individual de 0 ,5 L, incluindo, mas não se limitando apenas a, misturas


de tintas e vernizes.

18.7 Contenção , drenagem e controle de derrames e vazamentos

18.7.1 Devem ser previstas contenção e drenagem de acordo com 24.6 (ver também Seção 12)
nos locais onde recipientes individuais excederem 40 L e se for prevista uma proteção de acordo com
a Seção 24.

18.7.2 As contenções de vazamentos para salas separadas para armazenamento de líquidos


e para armários de armazenamento de materiais perigosos utilizados, dentro de um estabelecimento
comercial, como salas separadas de armazenamento, devem atender aos requisitos aplicáveis
na Seção 12.

18.8 Ventilação

Nas áreas de armazenamento de líquidos onde são realizadas operações de envasamento, deve ser
providenciado um sistema de ventilação natural ou um sistema cont ínuo de ventilação mecânica que
atenda aos requisitos da ABNT NBR 17505-5:2013, 5.4. Se forem envasados líquidos de classe I
dentro do ambiente, deve ser utilizada ventilação mecânica.

18.9 Separação de materiais incompatíveis

Devem ser aplicadas as provisões contidas na Seção 15.

18.10 Envasamento, manuseio e utilização de líquidos em estabelecimentos comerciais

O envasamento, o manuseio e a utilização de líquidos devem atender a todos os requisitos aplic áveis
contidos na ABNT NBR 17505-5:2013, Seção 5.

Exceção: Este requisito não de aplica ao envasamento de quantidades que não excedam 0,5 L
incluindo, mas não se limitando, a tintas e vernizes.

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18.11 Armazenamento externo de líquidos

O armazenamento de líquidos em locais externos aos estabelecimentos comerciais deve atender


aos requisitos das Seções 22 e 23, como aplicável.

19 Armazenamento de líquidos em recipientes - Estabelecimentos industriais


Esta Seção se aplica a armazenamento de líquidos inflamáveis e combust íveis em estabelecimentos
industriais no seguinte:

a) recipientes que não excedam 450 L de capacidade individual;

b) tanques portáteis que não excedam 3 000 L de capacidade individual ;

c) recipientes intermediários para granel que não excedam 3 000 L.

19.1 Requisitos gerais

O armazenamento de líquidos deve ser de acordo com as Seções 5 a 17 ou com a da


ABNT NBR 17505-5:2013, Seção 5.
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20 Armazenamento de líquidos em recipientes Estabelecimentos de


armazenamento
O descrito em 20.1 a 20.13 se aplica ao armazenamento de líquidos em salas de armazenamento
de líquidos, armazéns para líquidos e em armazéns gerais, conforme a seguir:

a) tambores ou outros recipientes que não excedam 450 L de capacidade individual;

b) tanques portáteis que não excedam 3 000 L de capacidade individual;

c) recipientes intermediários para granel que não excedam 3 000 L de capacidade individual.

20.1 Requisitos gerais

20.1.1 Um armazém geral que estoque líquidos em quantidades que não excedam as quantidades
máximas permitidas para uma área controlável de armazenamento, conforme Tabela A.2, ou que não
excedam a totalidade permitida em 20.4, deve atender aos requisitos de uma sala de armazenamento
ou um armazém de líquidos, sempre que aplicável.

20.1.2 Um armazém geral que estoque líquidos em quantidades que não excedam as quantidades
máximas permitidas em uma área controlável de armazenamento, conforme Tabela A.2, ou que
excedam a totalidade permitida em 20.4, deve atender aos requisitos de uma sala de armazenamento
ou um armazém de líquidos, sempre que aplicável.

20.1.3 Instalações cobertas por 20.1.1 a 20.1.12 devem atender aos requisitos da Seção 4.

20.1.4 Para o objetivo da subseção 20.1, armazenamento protegido significa armazenamento


instalado desde 2006, protegido de acordo com a Seção 24. Todos os outros armazenamentos
serão considerados desprotegidos, a não ser que um meio alternativo de proteção seja aprovado pela
Corporação de Bombeiros local.

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20.1.5 O armazenamento protegido ou desprotegido de pilhas só lidas (empilhamento de recipientes


sem o uso de paletes) e paletizadas deve dispor de corredores cujo arranjo seja tal que nenhum
recipiente , tanque port á til ou recipiente intermedi á rio para granel se situe a mais de 6 m
de um corredor.

20.1.6 O armazenamento protegido de pilhas sólidas e paletizadas e o armazenamento protegido


em estruturas-suporte tipo “ racké’ devem ser providos de corredores com largura mínima de 1 ,8 m
entre as pilhas adjacentes ou entre as seções de estruturas -suporte adjacentes, a não ser que seja
especificado em contrário na Seção 24.

20.1.7 O armazenamento desprotegido de pilhas sólidas e paletizadas deve ser provido de


corredores com largura mínima de 1 ,2 m entre as pilhas adjacentes. Os corredores principais devem
ter uma largura mínima de 2,4 m.

Exceção: Para líquidos de classe IIIB em recipientes, a distância entre pilhas pode ser reduzida
de 1 ,2 m para 0,6 m, desde que ocorram reduções proporcionais na altura máxima de armazenamento
e na quantidade máxima por pilha de acordo com a Tabela A.9.

20.1.8 O armazenamento desprotegido em estruturas-suporte tipo “ racké’ deve ser provido de


corredores com largura mínima de 1, 2 m entre seções de estrutura-suporte adjacentes. Os corredores
principais devem ter uma largura mínima de 2 ,4 m.
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20.1.9 O armazenamento protegido de estrados “ pallets fabricados com materiais combustíveis,


vazios ou fora de uso, no interior de uma edificação de armazenamento, dedicada a líquidos, deve
atender aos requisitos estabelecidos na Norma Brasileira aplicável ou, na inexistência desta, na NFPA 13.

20.1.10 O armazenamento desprotegido de estrados “ pallets , fabricados com materiais combus-


t íveis, vazios ou fora de uso, no interior de uma edificação de armazenamento, dedicada a líquidos,
deve ser limitado a pilhas com no máximo 230 m2 e com altura máxima de armazenamento de 2 m.

Exceção : O armazenamento de estrados fabricados com materiais combust íveis em estruturas -


suporte tem sua altura limitada pela altura da estrutura.

20.1.11 A área para o armazenamento de estrados “ pallets , fabricados com materiais combustíveis,
vazios ou fora de uso no interior de uma edificação deve ficar afastada do armazenamento de líquidos
por corredores com largura mínima de 2,4 m.

20.1.12 Materiais combustíveis comuns, como definidos em Norma Brasileira aplicável ou,
na inexistência desta, na NFPA 13 podem ser armazenados, em quantidades limitadas, em áreas
de armazenamento de líquidos, se os materiais combustíveis comuns, diferentes daqueles utiliza-
dos para embalar líquidos, estiverem separados do armazenamento dos líquidos por uma distância
mínima de 2,4 m horizontalmente, por corredores ou por estruturas -suporte abertos e que estejam
protegidos de acordo com a Seção 24.

20.2 Quantidades e alturas máximas permitidas de armazenamento

20.2.1 Salas de armazenamentos de líquidos

20.2.1.1 A estocagem de líquidos em salas de armazenamento deve atender aos requisitos especifi-
cados na Tabela A.8.

20.2.1.2 Recipientes com capacidade maior que 120 L e que contenham líquidos de classe I ou de
classe II não podem ser empilhados, exceto se protegidos de acordo com a Seção 24.

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Exceção: Estes requisitos não se aplicam às salas internas ou aos armários para armazenamento
de produtos perigosos, que estejam localizados em um armazém de líquidos e que tenham proteção
contra incêndio igual ou superior à do próprio armazém.

20.2.2 Armazém de líquidos

20.2.2.1 A quantidade total de líquidos armazenada em um armazém para líquidos protegido


é ilimitada.

20.2.2.2 Armazéns para líquidos desprotegidos devem atender aos requisitos especificados
na Tabela A.9, exceto como previsto nas Seções 5 a 17 e 21.

20.2.2.3 Quando duas ou mais classes de l íquidos s ã o armazenadas em uma ú nica pilha
ou em estruturas -suporte tipo “ racks" , são aplicáveis as seguintes condições:

a) a quantidade máxima por pilha ou seção de estrutura-suporte e a altura máxima de armazenamento


permitidas deve ser a menor das quantidades máximas individuais e alturas máximas
de armazenamento para as classes específicas, respectivamente, presentes;

b) a quantidade máxima por pilha ou seção de estrutura-suporte deve ser limitada à soma das
quantidades proporcionais que cada classe de líquido presente, representada na quantidade
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máxima na pilha ou na estrutura-suporte, permitida para sua respectiva classe ;

c) a soma das quantidades proporcionais não pode exceder 100 %.

NOTA Para calcular a quantidade má xima total permitida para cada classe individual de lí quidos
presentes no armazém, deve-se proceder conforme a seguir, iniciando- se com a classe mais baixa dos
líquidos presentes e procedendo em ordem decrescente de risco :

• computar a proporção das quantidades de classe presente em relação à quantidade máxima permitida por
pilha ou por arranjo e expressar a razão como uma porcentagem

• adicionar as porcentagens como computadas de forma a totalizar

• o total não pode exceder 100 %

Por exemplo 3 796 L de um líquido de classe IB em recipientes representa 73 % da quantidede máxima


permitida pela Tabela A.4. Como o percentual total não pode exceder 100 %, o armazenamento de qualquer
outra classe de líquido fica limitado a 27 % da quantidade máxima permitida para aquela classe. Assim, o líquido
de classe IA ficaria limitado a 675 L que é 27 % de 2 500 L e a quantidade de líquido de classe II seria limitada
a 4 212 L que é 27 % de 15 600 L. De outra forma, se a relação de líquidos de classe IB for reduzida para
70 % (3 640 L) , a relação de l íquidos de classe IA pode ser aumentada para 30 % da quantidade maxima
permitida, que seria de 750 L.

20.3 Áreas controláveis de armazenamento

Á reas controláveis de armazenamento devem estar de acordo com a Seção 8.

20.4 Armazéns gerais

20.4.1 Líquidos declasse I Be declasse I Cem recipientes com capacidade de até 5 L, líquidos declasse II
em recipientes com capacidade de até 20 L, líquidos de classe III A em recipientes com capacidade
de até 250 L e líquidos de classe III B em recipientes intermediários para granel ou em tanques
portáteis com capacidade de até 1 000 L podem ser estocados em armazéns que manuseiem

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materiais combustíveis em geral, como definido na Norma Brasileira aplicável ou, na inexistência desta,
na NFPA 13, desde que a área de armazenamento para líquidos esteja protegida por chuveiros
automáticos “ splinkers" , de acordo com um dos seguintes requisitos :

a) atendimento à NFPA 13 para alturas de até 6 m para produtos sólidos combustíveis em geral;

b) atendimento à Seção 24.

20.4.2 As quantidades e alturas de armazenamento de líquidos são limitadas ao seguinte:

a) líquidos de classe I A: não são permitidos;

b) líquidos de classe I B e I C: 2 500 L, com no máximo 2 ,2 m de altura, armazenados no piso,


sem estruturas-suporte ou sem empilhamento de produtos acima da pilha;

c) líquidos de classe II: 5 200 L com no máximo 3,3 m de altura, armazenados no piso
sem estrutura-suporte ou sem empilhamento de produtos acima da pilha;

d) líquidos de classe III A : 10 400 L com no máximo 3,3 m de altura, armazenados no piso,
sem estrutura-suporte ou sem empilhamento de produtos acima da pilha, ou com estrutura-
suporte em uma altura máxima de 3,3 m;
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e) líquidos de classe III B: 52 000 L com no máximo 4,5 m de altura, armazenados no piso,
sem estrutura-suporte ou sem empilhamento de produtos acima da pilha, ou com estrutura-
suporte em uma altura máxima de 4,5 m.

20.4.3 Onde líquidos de duas ou mais classes forem armazenados em uma pilha simples ou em uma
seção de estrutura-suporte tipo “ rack’ , aplica-se o seguinte :

a) a quantidade total m áxima por pilha ou seção de estrutura-suporte e a altura máxima


de armazenamento permitida deve ser a menor das quantidades máximas individuais e alturas
máximas de armazenamento para as classes espec íficas, respectivamente presentes;

b) a quantidade total máxima por pilha ou seção de estrutura-suporte deve ser limitada à soma
das quantidades proporcionais que cada classe de líquido presente representa na quantidade
máxima na pilha ou estrutura-suporte permitida para sua respectiva classe;

c) a soma das quantidades proporcionais não pode exceder 100 %.

20.4.4 (*) Líquidos em recipientes de plásticos:

Os líquidos de classe I e classe II, embalados em recipientes de plásticos, não podem ser estocados
em armazéns para uso geral, mas em salas internas de armazenamento de líquidos ou em armazéns
de líquidos que estejam em conformidade com os requisitos da Seção 20.

Exceção nQ 1: Os seguintes líquidos embalados em recipientes plásticos podem ser estocados


em armazéns para uso geral, mas de acordo com as limitações de proteção e armazenamento
especificados em 20.4, como a seguir:

a) produtos que contenham até 50 % em volume de líquidos misc íveis em água, sendo que o produto
resultante não pode queimar quando embalado em recipientes individuais;

b) produtos que contenham mais de 50 % de líquidos misc íveis em água, em recipientes individuais
e que não excedam a capacidade de 0,5 L em embalagens cartonadas.

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Exceção: n9 2: Os líquidos de classe I e classe II em recipientes plásticos podem ser estocados


em armazéns de uso geral, se o sistema de embalagem for adequado a estes produtos.
Todos os outros requisitos de 20.4 tamb ém são aplicáveis.

20.4.5 O seguinte se aplica a armazenamento de líquidos e de materiais sólidos combust íveis


em geral em armazéns gerais:

a) líquidos não podem ser armazenados na mesma pilha ou nas mesmas estruturas-suporte “ rack'
com outros materiais sólidos combust íveis (ver 20.4.5 b)).Quando os líquidos forem embalados
juntamente com outros materiais sólidos combustíveis, como um conjunto “ kit’ , o armazenamento
deve ser considerado com base na mercadoria de maior risco;

b) entre outros materiais sólidos combustíveis e os líquidos em recipientes, deve haver uma distância
mínima de 2,4 m, exceto nos casos previstos em 20.4.5 a) ;

20.5 Requisitos construtivos


As áreas de armazenamento devem ser construídas de acordo com a Seção 9.

20.6 Proteção contra incêndios

A proteção contra incêndio para armazenamentos protegidos deve ser de acordo com a Seção 24.
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20.7 Sistemas elétricos

As instalações de cabeamento elétrico e a utilização de equipamentos devem atender aos requisitos


da Seção 11 e à ABNT NBR 17505-6:2013.

20.8 Contenção , drenagem e controle de derrames/vazamentos

Onde recipientes individuais excederem 40 L, o contole de derrames deve ser de acordo com
a Seção 12.

20.9 Ventilação
As áreas de armazenamento de líquidos onde houver envase devem ser dotadas de ventilação que
atenda aos requisitos da ABNT NBR 17505-5:2013, 5.4.

20.10 Controle de explosão


Como requerido, o controle de explosão deve ser previsto de modo a atender aos requisitos
da Seção 14.

20.11 Separação de materiais incompatíveis

As recomendações contidas na Seção 15 também são aplicáveis para armazéns gerais.

20.12 Envasamento , manuseio e utilização de líquidos em áreas de armazenamento


O envasamento, o manuseio e a utilização de líquidos em áreas de armazenamento de líquidos devem
ser de acordo com a ABNT NBR 17505-5:2013, Seção 5.

20.13 Armazenamento externo de líquidos

Armazenamento externo às edificações devem atender aos requisitos das Seções 22 e 23.

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21 Armazenamento de líquidos em recipientes - Edificações destacadas


e desprotegidas
NOTA 1 Armazenamento de líquidos em recipentes no interior de edificaçõ es desprotegidas signifca
uma instalação que não disponha de sistema automático de combate a incêndio que atenda aos requisitos
estabelecidos na Seção 24.

NOTA 2 Sistemas de proteção que sejam projetados e desenvolvidos baseados em ensaios de fogo
com escalas reais, desenvolvidos em uma instalação aprovada para ensaios, ou em um outro esquema
de proteção tecnicamente aceitável, podem ser considerados uma alternativa aceitável ao critério adotado
para considerar uma instalação como protegida, de acordo com Seção 24. Tais sistemas alternativos
de proteção devem ser aprovados pela Corporação de Bombeiros local.

NOTA 3 Edificaçõ es desprotegidas: Desprovidas de sistema fixo de combate a incêndio

O descrito em 21.1 a 21.9 é aplicável ao armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis


em edificações destacadas e desprotegidas, conforme a seguir :

a) tambores ou outros recipientes com no máximo 450 L de capacidade individual;

b) tanques portáteis que não excedam 3 000 L de capacidade individual;


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c) recipientes intermediários para granel , com no máximo 3 000 L de capacidade individual.

21.1 Requisitos gerais

21.1.1 (*) As edificações destacadas e desprotegidas (sem sistema fixo de combate a incêndio)
devem manter uma distância horizontal de no m ínimo 60 m (30 m onde houver proteção da vizinhança
ou para exposição, conforme definido na ABNT NBR 17505-1:2013, 3.88) , de outras atividades
expostas ocupadas com negócios, indústrias, comércios ou armazenamentos, existentes na mesma
propriedade, assim como com qualquer limite de propriedade vizinha onde haja ou possa
haver construções.

21.1.2 (*) As edificações destacadas ou desprotegidas (sem sistema fixo de combate a incêndio)
devem manter uma distância horizontal de no mínimo 300 m (150 m onde houver proteção
da vizinhança ou para exposição, conforme definido na ABNT NBR 17505-1:2013, 3.88) de outras
atividades expostas ocupadas com atividades que não sejam negócios, indústrias, comércios
e armazenamentos, existentes na mesma propriedade, assim como com qualquer limite da propriedade
vizinha onde haja ou possa haver construções.

21.1.3 A distância má xima a ser percorrida em rotas de fuga não pode exceder 25 m.

21.1.4 Quando o armazenamento for feito em estruturas -suporte tipo “ rackg’ , deve ser prevista uma
passagem com largura mínima de 1 ,2 m entre as seções de estrutura-suporte adjacentes de qualquer
armazenamento de líquidos e de outros materiais.

21.1.5 Quando o armazenamento for paletizado ou em pilhas sólidas, deve ser prevista uma passagem
com largura mínima de 1,2 m. Os corredores devem ser organizados para que nenhum recipiente
ou tanque portátil fique a mais de 6 m do corredor.

Exceção: Para líquidos de classe III B armazenados em recipientes a temperaturas inferiores


aos seus pontos de fulgor, a distância entre as pilhas pode ser reduzida de 1,2 m para 0,8 m
em proporções que permitam reduções nas quantidades máximas por pilha e na altura máxima
de estocagem, conforme Tabela A.9.

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21.1 . 6 Quantidades limitadas de materiais s ólidos combust íveis em geral , como definido
em Norma Brasileira aplicável ou, na inexistência desta, na NFPA 13, podem ser armazenados em áreas
de armazenamento de líquidos se os combustíveis sólidos, que não os utilizados em embalagens
de líquidos, estiverem separados dos líquidos armazenados por uma distância horizontal mínima
de 2 , 4 m por corredores ou estruturas-suporte abertas.

21.1.7 O armazenamento de estrados fabricados com materiais combust íveis, vazios ou fora de uso,
no interior de uma edificação, deve ser limitado a pilhas com no máximo 230 m2 e altura máxima
de 2 m.

Exceção: O armazenamento de estrados fabricados com materiais combustíveis em estruturas -


suporte tem sua altura limitada pela altura da estrutura.

21.1.8 A áreadearmazenamentodeestradosfabricadoscommateriaiscombustíveis, deveserseparada


da área de armazenamento de líquidos por corredores de no mínimo 2,4 m de largura.

21.1.9 Recipientes, recipientes intermediários para granel e tanques portáteis devem ser armazenados
a uma distância mínima de 1 m das vigas, tirantes, traves ou de qualquer outro componente da cobertura
do armazém.

21.2 Quantidades máximas permitidas e alturas máximas de armazenamento


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A quantidade total de líquidos armazenada em uma edificação destacada e desprotegida é ilimitada.

O armazenamento de líquidos em pilhas ou estruturas-suporte em uma edificação destacada


e desprotegida não pode exceder as alturas máximas e as quantidades máximas permitidas por pilha
ou por seção de estrutura-suporte estabelecidas na Tabela A.9.

Quando duas ou mais classes de líquidos são armazenadas em uma única pilha ou em
estruturas-suporte tipo “ racks" , são aplicáveis as seguintes condições:

a) a quantidade e altura máxima por pilha ou seção de estrutura-suporte permitida deve ser a menor
das quantidades e alturas máximas individuais para as classes presentes;

b) a quantidade máxima por pilha ou seção de estrutura-suporte deve ser limitada à soma das
quantidades proporcionais que cada classe de líquido presente, representada na quantidade
máxima na pilha ou estrutura-suporte, permitida para sua respectiva classe;

c) a soma das quantidades proporcionais não pode exceder 100 %.

NOTA O cálculo da quantidade máxima total permitida para cada classe individual de líquido presente
na pilha ou seção de estrutura- suporte “ rack” deve ser feito da seguinte forma, iniciando com a menor das
classes de líquido presente e continuando em ordem decrescente de risco.

— Computar a razão entre a quantidade de cada classe presente e a quantidade máxima total permitida
para a pilha ou seção de suporte para aquela classe e expressar esta raz ão em percentual .
— somar as percentagens apuradas para cada classe até o total da pilha ou seção de estrutura- suporte
“ rack” .
O total não pode exceder 100 %.

21.2.1 Requisitos construtivos

21.2.1.1 A edificação não pode dispor de mais do que um pavimento.

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21.2.1.2 A edificação não pode ter porões, espaços confinados ou outras áreas acessíveis no subsolo.

21.2.2 Proteção contra incêndio

21.2.2.1 Não são requeridos sistemas automáticos de proteção contra incêndio.

21.2.2.2 Equipamentos manuais de proteção contra incêndio necessários para o combate


de incêndios de baixa intensidade devem ser previstos de acordo com 10.2.

21.3 Sistemas elétricos

As instalações de cabeamento elétrico e a utilização de equipamentos devem atender aos requisitos


da Seção 11 e da ABNT NBR 17505- 6:2013.

21.4 Contenção, drenagem e controle de derrames e vazamentos

21.4.1 Quando recipientes individuais excederem 40 L, o controle de derrames deve ser de acordo
com a Seção 12.

21.4.2 Contenção e drenagem devem ser providas de acordo com a Seção 12.
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Exceção: Não são necessárias contenção e drenagem para a água utilizada no combate a inc êndio
se o sistema instalado na edificação não for baseado em água.

21.5 Ventilação

As áreas de armazenamento de líquidos, onde houver envase, devem ser dotadas de ventilação que
atenda aos requisitos da ABNT NBR 17505-5:2013, 5.4.

21.6 Controle de explosão

Quando requerido, o controle de explosão deve ser previsto de modo a atender aos requisitos
da Seção14.

21.7 Separação de materiais incompatíveis

As provisões contidas na Seção 15 se aplicam ao armazenamento em edificações destacadas


e desprotegidas.

21.8 Envasamento , manuseio e utilização de líquidos em áreas de armazenamento

O envasamento, o manuseio e a utilização de líquidos em áreas de armazenamento de líquidos devem


ser de acordo com a ABNT NBR 17505-5:2013, Seção 5.

21.9 Armazenamento externo de líquidos

Armazenamento externo à edificações deve atender aos requisitos das Seções 22 e 23, como aplicável.

22 (*) Cubículos para armazenamento de produtos perigosos


O descrito em 22.1 a 22.4.6 se aplica ao armazenamento de líquidos em cubículos móveis, modulares
e pré-fabricados, também conhecidos como cubículos para armazenamento de produtos perigosos

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(a seguir referidos apenas como cubículos) , especificamente projetados e fabricados para armazenar
produtos perigosos, conforme a seguir:

a) recipientes que não excedam 450 L de capacidade individual;

b) tanques portáteis que não excedam 3 000 L de capacidade individual;

c) recipientes intermediários para granel que não excedam 3 000 L de capacidade individual.

22.1 Requisitos gerais

22.1.1 Cubículos que sejam utilizados como salas de armazenamento devem atender aos requisitos
das Seções de 5 a 17 e 20 e de 22.2 e 22.4.

22.1.2 Cubículos que forem alocados em área externa devem atender aos requisitos contidos em 22.2
a 22.4.

22.2 Projeto e construção de cubículos para armazenamento de materiais perigosos

22.2.1 O projeto e a construção de cubículos devem atender a todos os regulamentos federais


estaduais e municipais, quando aplicáveis.
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22.2.2 Podem ser consideradas aceitáveis as estruturas móveis pré-fabricadas que forem
examinadas e aprovadas, para serem utilizadas como instalação de armazenamento de produtos
perigosos.

22.2.3 Os cubículos regulados por esta Norma não podem exceder 140 m2 de área total de piso.

NOTA O maior cubículo fabricado atualmente tem 36 m2 (3,0 m por 12 ,0 m) ou a dimensão típica
de um semirreboque. Entretanto, o conceito destes cub ículos é t ão atrativo que pode ser aplicado em
dimensões maiores. Estas unidades podem ser fornecidas em uma única peç a grande ou duas ou mais
seções modulares que sejam conectadas no campo. Em qualquer caso, os cub ículos devem ser limitados
à área máxima de 140 m 2. Se for requerida uma estrutura maior, estas devem atender aos requisitos de uma
edificação anexa ou de um armazé m para líquidos.

22.2.4 Não é permitido o empilhamento vertical de cubículos

22.2.5 Nos casos em que se exijam equipamentos e fiação elétrica, estes devem estar em conformi-
dade com a Seção 11 ou com a ABNT NBR 17505-6:2013.

22.2.6 Quando for permitido o manuseio ou o enchimento de recipientes dentro do cubículo,


as operações devem cumprir as disposições da ABNT NBR 17505-5.

22.2.7 A ventilação do cubículo deve ser prevista de acordo com a ABNT NBR 17505-5:2013, 5.4.

22.2.8 Os cubículos devem incluir um sistema de contenção de vazamentos para evitar o fluxo
de líquidos em condições de emergência.

O sistema de contenção deve ter capacidade suficiente para conter 10 % do volume total dos recipientes
permitidos ou o volume do maior recipiente, prevalecendo o maior volume.

22.3 Locais selecionados para instalação de cubículos para armazenamento


de materiais perigosos

22.3.1 Os cubículos devem ser posicionados em locais adequados da propriedade.

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22.3.2 Os locais devem ser dispostos de tal forma que seja mantida uma distância mínima
de separação entre cada cubículo, entre um cubículo e o limite de propriedade, entre o cubículo
e quaisquer vias de circulação interna ou pública mais próxima ou aos edif ícios importantes na mesma
propriedade, conforme consta na Tabela A.10.

22.3.3 Este local, uma vez aprovado, não pode ser mudado sem a aprovação da Corporação
de Bombeiros local.

22.3.4 E permitido instalar mais de um cubículo no local selecionado, desde que seja mantida
a distância entre cada cubículo, de acordo com a Tabela A.10.

22.3.5 O local selecionado e aprovado para armazenamento deve ser protegido contra violações
e invasões, quando a área for acessível ao público em geral.

22.4 Requisitos para o armazenamento

22.4.1 Os recipientes de líquidos, dentro de suas embalagens originais de transporte, podem ser
armazenados sobre estrados ( pallets) ou em pilhas sólidas.

22.4.2 Os recipientes que não estiverem dentro das embalagens originais devem ser armazenados
em prateleiras ou diretamente sobre o piso do cubículo.
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22.4.3 Os recipientes com mais de 120 L de capacidade, que armazenem líquidos de classe I
ou classe II , só podem ser empilhados a uma altura máxima equivalente a dois recipientes.

22.4.4 O armazenamento deve ser organizado de tal forma que sejam permitidos acessos e saídas
irrestritas para abandono dos cubículos.

22.4.5 No local designado e aprovado para a área dos cubículos, não é permitido, em uma distância
de 1 ,5 m, o armazenamento de qualquer material suscet ível ao fogo, incluindo, mas não se limitando
a, estrados vazios, vegetação excessiva e materiais de embalagem.

22.4.6 A sinalização com placas ou sinais de advertência para os cubículos deve estar de acordo com
os regulamentos federal, estaduais e municipais aplicáveis e de acordo com as Instruções Técnicas
da Corporação de Bombeiros local.

23 Armazenamento externo
O descrito em 23.1 a 23.2.5 se aplica ao armazenamento externo de líquidos, conforme a seguir:

a) tambores ou outros recipientes que não excedam 450 L de capacidade individual;

b) tanques portáteis que não excedam 3 000 L de capacidade individual;

c) recipientes intermediários para granel que não excedam 3 000 L de capacidade individual.

23.1 Requisitos gerais

O armazenamento externo de líquidos em recipientes, em recipientes intermediários para granéis


e em tanques portáteis deve ser feito de acordo com a Tabela A.11 e com todos os demais requisitos
estabelecidos em 23.1 a 23.2.5.

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23.1.1 No caso em que produtos de duas ou mais classes sejam armazenadas em uma única pilha
a capacidade máxima deve ser aquela referente à do líquido de maior risco presente na pilha.

23.1.2 Nenhuma pilha de recipientes, recipientes intermediários para granéis ou tanques portáteis
deve estar a mais de 60 m de uma via de acesso com largura de 6,0 m, para permitir a aproximação
de equipamentos de combate a inc êndio, sob quaisquer condições de tempo.

23.1.3 As distâncias especificadas na Tabela A.11 aplicam-se a propriedades com um sistema


de proteção da vizinhança contra exposição, conforme definido na ABNT NBR 17505-1 :2013, 3.88.
Se houver exposições e esta proteção da vizinhança contra exposição não existir, as distâncias
previstas na Tabela A.11 devem ser duplicadas.

23.1.4 Onde a quantidade total armazenada não exceder 50 % da capacidade máxima por pilha
estabelecida na Tabela A .11 , as distâncias aos limites da propriedade onde haja ou possa haver
construções e às ruas, acessos ou vias públicas podem ser reduzidas em 50 %, contudo não podem
ser inferiores a 1 m.

23.1.5 A área de armazenamento deve ser nivelada de forma a desviar possíveis vazamentos para
longe das edificações ou de outras exposições ou deve ser circundada por um dique de no mínimo
150 mm de altura.
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Onde forem utilizados diques, deve ser prevista drenagem para água de chuva ou para os líquidos
extravasados. As saídas dos drenos devem terminar em locais seguros e devem escoar livremente
sob condições de incêndio.

23.1.6 Quando acessível ao público, a área de armazenamento deve ser protegida contra violações
e invasões.

23.1.7 A área de armazenamento deve ser conservada livre de ervas daninhas, entulhos e outros
materiais combust íveis não necessários ao armazenamento em uma distância mínima de 3 m
ao redor de todo o per ímetro da estocagem dos materiais.

23.1.8 A área de armazenamento pode dispor de proteção contra o mau tempo por uma cobertura
ou um teto, não limitando a dissipação do calor ou a dispersão de gases inflamáveis e não restringindo
o acesso e o controle no combate a inc êndios.

23.2 Armazenamento externo próximo a uma edificação

23.2.1 Deve ser permitido o armazenamento de no máximo 4 200 L de líquido, dentro de recipientes,
recipientes intermediários para granéis e tanques portáteis, próximo a edificações sob a mesma
administração, desde que sejam atendidas as seguintes condições:

a) a parede da edificação adjacente tenha um tempo mínimo de resistência ao fogo de 2 h;

b) não haja aberturas na parede adjacente da edificação para áreas, no nível ou acima do nível
do local de armazenamento em uma distância de 3 m horizontalmente;

c) não haja aberturas diretamente acima do local de armazenamento;

d) não haja aberturas para áreas abaixo do nível do local de armazenamento, em uma distância
de 15 m horizontalmente.

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23.2.2 As disposições contidas em 23.2.1 a) a d) não são necessárias quando o prédio em questão
se limitar a um pavimento, quando for construído com materiais não combust íveis ou resistentes
ao fogo ou quando for destinado, principalmente, ao armazenamento de líquidos e for considerado
aceitável pela Corporação de Bombeiros local.

23.2.3 A quantidade de líquidos armazenados, próximo às edificações que atendam às condições


estabelecidas em 23.2.1 a) a d) pode exceder o limite estabelecido em 23.2.1 desde que a quantidade
máxima por pilha não exceda 4 200 L e cada pilha seja separada por um espaço vazio mínimo de 3 m
ao longo da parede em comum.

23.2.4 A quantidade de líquidos armazenados pode exceder os 4 200 L estabelecidos em 23.2.1,


quando a distância mínima entre a edificação e o recipiente ou tanque portátil mais próximo for igual
à estabelecida na Tabela A.11 para distâncias ao limite da propriedade.

23.2.5 Se os requisitos estabelecidos 23.2.1 não puderem ser atendidos, a distância mínima igual à
especificada na Tabela A.11 para distâncias aos limites da propriedade deve ser mantida entre a edi-
ficação e o recipiente ou tanque portátil mais próximo.

24 (*) Proteção automática contra incêndios em armazenamentos internos


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Esta Seção se aplica aos sistemas de proteção automática contra inc êndios para todos
os armazenamentos internos de líquidos inflamáveis e combustíveis contidos em recipientes,
recipientes intermediários para granel e tanques portáteis, como especificados nas Seções de 5 a 17.

(*) O descrito em 24.1 a 24.7 não se aplica aos líquidos inflamáveis de classe I A, líquidos instáveis
ou os líquidos combustíveis.

O armazenamento de líquidos que estiver protegido de acordo com os requisitos aplicáveis desta
Seção será considerado protegido como definido em 3.2. Todos os outros armazenamentos devem
ser considerados desprotegidos, a menos que um meio alternativo de proteção seja aprovado pela
Corporação de Bombeiros local.

24.1 Requisitos gerais

24.1.1 Se diferentes classes de líquidos, de tipos de recipientes e de configurações de estocagem, for


armazenadas em uma mesma área protegida, a proteção deve atender a um dos seguintes requisitos:

a) aos requisitos da Seção 24 para o maior risco de armazenamento presente;

b) quando as áreas não forem fisicamente separadas por uma barreira ou por uma área adjacente
protegida por chuveiros, devem ser atendidos os requisitos abaixo:

1) estender a área em 6 m além do per ímetro, mas não inferior à área mínima de projeto
de chuveiros;

2) ser provida de meios para prevenir o fluxo de líquido incandescente, sob condições
de emergência, nas áreas de risco adjacente;

3) prover contenção e drenagem como previsto em 24.6.

24.1.2 A não ser que especificado em contrário na Seção 24, estruturas-suporte “ rackg’ de fila simples
não podem ter mais do que 1,4 m de largura e estruturas-suporte “ rackà' duplas não podem ter mais
que 2,8 m de largura.

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24.1.3 Aplicando -se os critérios de proteção contra incêndio da Seção 24, deve ser previsto
um corredor com no mínimo 1 , 8 m de largura entre pilhas adjacentes ou entre seções adjacentes
de estruturas-suporte “ racks” , a não ser que especificado em contrário em 24.3.

24.1.4 Líquidos viscosos, como definidos em 3.5, podem ser protegidos usando um dos seguintes
requisitos, como aplicável:

a) critérios para líquidos de classe III B, de acordo com a Figura A.2 ou Figura A.3;

b) critérios para plásticos do Grupo A, de acordo com a Figura A.3.

24.1.5 Sistemas de proteção que sejam projetados e desenvolvidos baseados em testes de fogo
com escalas reais, desenvolvidos em uma instalação para testes aprovada, ou em um outro esquema
de proteção tecnicamente aceitável, podem ser considerados uma alternativa aceitável ao critério
adotado nesta Seção 24. Tais sistemas alternativos de proteção devem ser aprovados pela
Corporação de Bombeiros local.

24.1.6 Para recipientes do tipo com alívio de pressão, com capacidade entre 25 L e 450 L
os seguintes requisitos são aplicáveis:

a) o mecanismo de alívio de pressão deve ser garantido pelo fabricante;


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b) o mecanismo não pode ser pintado e os selos, se utilizados, devem ser feitos de material
termoplástico;

c) para recipientes metálicos com capacidade superior a 25 L, o mecanismo de alívio de pressão


deve ser do tipo desobstruído ou um mecanismo de alívio de pressão adicional deve ser previsto.

24.1.7 Para ser considerado protegido o recipiente intermediário para granel não metálico e r í gidos,
de acordo com a Tabela A.21 e Tabela A.22 , o fabricante destas embalagens deve garantir que eles
tenham um desempenho aceitável para armazenamento interno.

24.2 Sistemas de proteção contra incêndios por chuveiros automáticos (sprinklers )


de água ou de espuma

24.2.1 Onde forem utilizados sistemas de chuveiros automáticos de água ou de espuma de baixa
expansão, devem ser seguidos os critérios de proteção do armazenamento de acordo com
a Figura A.2, Figura A.3 ou Figura A.4, como aplicável, e a tabela apropriada mencionada
em 24.3 deve ser utilizada para determinar o critério de proteção.

24.2.1.1 A Figura A.2 deve ser utilizada para líquidos inflamáveis e combust íveis misc íveis e não
miscíveis em recipientes met álicos, tanques portáteis metálicos e recipientes intermediários para
granel metálicos.

24.2.1.2 A Figura A.3 deve ser utilizada para líquidos inflamáveis e combustíveis misc íveis e não
miscíveis em recipientes não metálicos, e em recipientes intermediários para granel não metálicos.

24.2.1.3 A Figura A . 4 deve ser utilizada para líquidos inflamáveis e combustíveis miscíveis em água
em recipientes não metálicos e em recipientes intermediários para granel não metálicos.

24.2.2 Os sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos de espuma devem
ser dos tipos tubo úmido, dilúvio ou de pré- ação.

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24.2.2.1 Se forem utilizadosos sistemas de pré-ação, estes devem ser projetados de forma que
a solução de espuma seja descarregada imediatamente após a atuação dos chuveiros automáticos.

24.2.2.2 Um sistema de chuveiro automático de espuma que atenda a qualquer dos critérios
de projeto especificados pelas Tabelas A.13 a A.24 é aceitável, desde que o sistema seja instalado
de acordo com a Norma Brasileira aplicável ou, na inexistência desta, com a NFPA 16.

24.2.3 Os sistemas de proteção contra incêndio baseados em água devem ser inspecionados,
ensaiados e mantidos de acordo com a Norma Brasileira aplicável ou, na inexistência desta, com
a NFPA 25.

24.3 Critérios para projeto de sistemas de proteção contra incêndios

24.3.1 Geral

Para determinar os critérios de proteção e os arranjos de armazenamento para a classe de líquido


aplicável, tipo de recipiente e configuração do armazenamento, deve ser seguido o descrito em 24.3.2.1
a 24.3.2.12 e nas Tabelas A.13 a A.24.

24.3.1.1 As Tabelas A.13 a A.24 devem ser aplicadas somente para líquidos estáveis.
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24.3.1.2 Quando são providos sistemas de proteção contra inc êndio por espuma, as densidades
de descarga devem ser determinadas baseadas em um critério adequado ao dispositivo selecionado
para lançamento da espuma, concentração da espuma, nos líquidos espec íficos a serem protegidos
e no critério constante da tabela apropriada constante da Seção 24. Onde as densidades de descarga
fornecidas pelas tabelas diferirem daquelas referentes aos critérios para os dispositivos de descarga,
a maior das duas deve ser adotada.

24.3.1.3 Chuveiros de níveis intermediários ( in - rack sprinkler ) devem ser instalados de acordo com
as provisões contidas na Norma Brasileira aplicável ou, na inexistência desta, na NFPA 13. Em adição,
as seguintes modificações devem ser aplicadas:

a) chuveiros de níveis intermediários devem ser desativados de acordo com 24.3.1.10 e com 24.4
como aplicável;

b) chuveiro sem sistemas de níveis intermediários devem ser providos com defletores d’água,
a menos que sejam separados por barreiras horizontais ou sejam especificamente garantidos
para instalação sem defletores;

c) um espaço vertical livre de no mínimo 150 mm deve ser mantido entre o defletor do chuveiro
e o topo do nível de armazenamento;

d) a descarga dos chuveiros não pode ser obstruída pelos elementos estruturais horizontais
das estruturas-suporte tipo “ rac/cs” ;

e) onde chuveiros de nível intermediário forem instalados abaixo de barreiras horizontais,


os defletores devem ser posicionados a uma distância mínima de 180 mm abaixo das barreiras;

f) devem ser mantidos espaços longitudinais e transversais com detectores de gases de combustão
de no mínimo 150 mm entre cada seção de estrutura-suporte.

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24.3.1.4 Chuveiros de teto devem ser instalados de acordo com a Norma Brasileira aplicável ou,
na inexistência desta, com a NFPA 13, sendo admitidos os seguintes espaçamento máximos no topo
do armazenamento:

a) líquidos de classe I, II e III A: 9,3 m2 por chuveiro;

b) líquidos de classe III B: 11 m2 por chuveiro.

E permitido utilizar chuveiros dimensionados para temperaturas ambiente ou intermediárias


com K = 360, com cobertura estendida, com chuveiros de resposta padrão, para uma cobertura maior
que 13 m2, com espaçamento mínimo de 3,7 m e uma área de cobertura máxima de 18 m2.

24.3.1.5 Os pés-direitos apresentados nas Tabelas A.13 a A.24 podem ser superados no máximo
em 10 % se for previsto um aumento percentual equivalente na densidade de cobertura dos chuveiros
de teto.

24.3.1.6 Sistemas de chuveiros de espuma devem ser projetados e instalados de acordo com a Norma
Brasileira aplicável ou, na inexist ência desta, com a NFPA 16.

24.3.1.6.1 Sistemas de chuveiros de espuma devem ter no mínimo 15 min. de concentrado de espuma
baseado na vazão de projeto adotada.
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24.3.1.6.2 (*) Sistemas de chuveiros de espuma devem ser fornecidos com uma solução de espuma
em uma concentração mínima requerida para a atuação mínima de quatro chuveiros.

24.3.1.7 Quando forem utilizados recipientes do tipo com alívio de pressão, com capacidade maior
que 25 L, devem ser previstos dois mecanismos de alívio de pressão, ensaiados pelo fabricante,
de 20 mm e 50 mm.

24.3.1.8 Para os propósitos de 24.3, um recipiente intermediário para granel r ígido e não metálico
é aquele que atenda aos critérios de capacidade máxima permitida da Tabela A.1 e que tenha
sido fabricado e certificado de acordo com a Norma Brasileira aplicável ou, na inexistência desta,
com a garantia do fabricante.

24.3.1.9 Para os propósitos de 24.3, adotam-se as seguintes siglas:

a) SR - chuveiro de resposta padrão;

b) QR - chuveiro de resposta rápida;

c) ESFR - chuveiro de resposta ultrarrápida;

d) OT - temperatura ambiente.

24.3.1.10 Para os propósitos de 24.3, aplicam-se os seguintes leiautes de projeto para chuveiros
de nível intermediário especificados nas Tabelas A.10 a A.24:

a) o leiaute A significa uma linha de chuveiros de níveis intermediários, para armazenamento


em estrutura-suporte, situada a 2,5 m acima do piso, com chuveiros espaçados no máximo
a 3,0 m. As linhas de chuveiros devem ser escalonadas verticalmente;

b) o leiaute B significa uma linha de chuveiros de níveis intermediários, para armazenamento


em estrutura-suporte, situada a 2,0 m acima do piso e uma linha de chuveiros de níveis

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intermediários situada a 3,6 m acima do piso, com os chuveiros espaçados no máximo a 3,0 m.
Os chuveiros devem ser escalonados verticalmente;

c) o leiaute C significa uma linha de chuveiros de níveis intermediários, para armazenamento


em estrutura-suporte, situada em todos os níveis de armazenamento acima do piso, com chuveiros
espaçados no máximo a 3,0 m. Os chuveiros devem ser escalonados verticalmente;

d) o leiaute D significa uma linha de chuveiros de níveis intermediários, para armazenamento


em estrutura-suporte, em todos os níveis de armazenamento, começ ando acima do primeiro
nível, com os chuveiros espaçados no máximo a 3,0 m. Os chuveiros devem ser escalonados
verticalmente;

e) o leiaute E significa uma linha de chuveiros de níveis intermediários, para armazenamento


em estrutura-suporte, localizada no espaço entre as pilhas, em todos os níveis de armazenamento
acima do piso e chuveiros laterais ( side wall) no primeiro nível de cada estrutura-suporte
posicionados verticalmente. Os chuveiros de níveis intermediários devem ser espaçados
no máximo a 3,0 m e devem ser escalonados verticalmente;

f) o leiaute F significa uma linha de chuveiros de níveis intermediários, para armazenamento em


estrutura-suporte, localizada no espaço entre as pilhas, em todos os níveis de armazenamento
acima do primeiro nível de armazenamento e chuveiros laterais ( side wall) no primeiro nível
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de estocagem de cada estrutura-suporte posicionada verticalmente. Chuveiros de níveis


intermediários devem ser espaçados no máximo a 3,0 m e devem ser escalonados verticalmente;

g) o leiaute G deve ser como apresentado na Figura A.15;

h) o leiaute H deve ser como apresentado na Figura A.18 ou Figura A.19;

i) o leiaute / deve ser como apresentado na Figura A.16 ou Figura A.17.

24.3.1.11 O suprimento de água deve ser no mínimo 1 900 L/min para atender à demanda do sistema
fixo de combate a inc êndio para os sistemas externo e interno de conexões de mangueiras por
um período mínimo de 2 h, a não ser que estabelecido em contrário na Seção 24.

24.3.2 Critérios específicos para projeto

24.3.2.1 A Tabela A.13 deve ser aplicada nos seguintes casos:

a) proteção por chuveiros automáticos;

b) estruturas-suporte de fileiras simples ou duplas;

c) líquidos não misc íveis e líquidos miscíveis com concentrações de componentes inflamáveis
ou combust íveis maiores que 50 % em volume;

d) recipientes metálicos, tanques portáteis metálicos, recipientes intermediários para granel


metálicos;

e) recipientes dos tipos com alívio de pressão e sem alívio de pressão.

24.3.2.2 A Tabela A.14 deve ser aplicada nos seguintes casos:

a) proteção por chuveiros automáticos;

b) armazenamento paletizado ou empilhado;

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c) líquidos não misc íveis e líquidos miscíveis com concentrações de componentes inflamáveis
ou combustíveis maiores que 50 % em volume;

d) recipientes metálicos, tanques portáteis metálicos, recipientes intermediários para granel


metálicos;

e) recipientes dos tipos com alívio de pressão e sem alívio de pressão.

24.3.2.3 A Tabela A.15 deve ser aplicada nos seguintes casos:

a) proteção por chuveiros de espuma;

b) armazenamento em estruturas-suporte de fileira simples ou dupla;

c) líquidos não misc íveis e líquidos miscíveis com concentrações de componentes inflamáveis
ou combustíveis maiores que 50 % em volume;

d) recipientes metálicos, tanques portáteis metálicos, recipientes intermediários para granel


metálicos;

e) recipientes dos tipos com alívio de pressão e sem alívio de pressão.


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24.3.2.4 A Tabela A.16 deve ser aplicada nos seguintes casos:

a) proteção por chuveiros de espuma;

b) armazenamento paletizado ou empilhado;

c) líquidos não misc íveis e líquidos miscíveis com concentrações de componentes inflamáveis
ou combustíveis maiores que 50 % em volume;

d) recipientes metálicos, tanques portáteis metálicos, recipientes intermediários para granel


metálicos;

e) recipientes dos tipos com alívio de pressão e sem alívio de pressão.

24.3.2.5 A Tabela A.17 deve ser aplicada nos seguintes casos:

a) proteção por chuveiros automáticos;

b) armazenamento em estruturas-suporte de fileira simples, dupla ou múltipla;

c) líquidos não misc íveis de classe III B e líquidos miscíveis de classe III B com concentração
de componentes inflamáveis ou combustíveis maiores que 50 % em volume;

d) recipientes não metálicos e recipientes intermediários para granel não metálicos;

e) embalados ou não em embalagens externas de papelão.

24.3.2.6 A Tabela A.18 deve ser aplicada nos seguintes casos:

a) proteção por chuveiros automáticos;

b) armazenamento em prateleiras;

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c) líquidos não miscíveis e líquidos miscíveis com concentrações de componentes inflamáveis


ou combust íveis maiores que 50 %;

d) recipientes metálicos do tipo sem alívio de pressão.

24.3.2.7 A Tabela A.19 deve ser aplicada nos seguintes casos:

a) proteção por chuveiros automáticos;

b) armazenamento em estruturas-suporte de fileira simples ou dupla;

c) líquidos misc íveis em água com concentrações de componentes inflamáveis ou combustíveis


maiores que 50 % em volume;

d) recipientes plásticos;

e) embalados ou não em embalagens externas de papelão ;

f) corredores com largura mínima de 2,5 m.

24.3.2.8 A Tabela A.20 deve ser aplicada nos seguintes casos:


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a) proteção por chuveiros automáticos;

b) armazenamento em estruturas-suporte de fileira simples ou dupla ou armazenamento paletizado;

c) líquidos não misc íveis e líquidos miscíveis com concentrações de componentes inflamáveis ou
combustíveis maiores que 50 % em volume;

d) recipientes metálicos do tipo com alívio de pressão.

24.3.2.9 A Tabela A.21 deve ser aplicada nos seguintes casos:

a) proteção por chuveiros automáticos;

b) armazenamento paletizado;

c) líquidos não misc íveis de classe II e de classe III e líquidos misc íveis de classe II e de classe III;

d) recipientes intermediários para granel rígidos e não metálicos aprovados.

24.3.2.10 A Tabela A.22 deve ser aplicada nos seguintes casos:

a) proteção por chuveiros automáticos;

b) armazenamento em estruturas-suporte de fileira simples ou dupla;

c) líquidos não misc íveis de classe II e de classe III e líquidos misc íveis de classe II e de classe III;

d) recipientes intermediários para granel rígidos e não metálicos aprovados.

24.3.2.11 A Tabela A.23 deve ser aplicada nos seguintes casos:

a) proteção por chuveiros automáticos;

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b) armazenamento paletizado ou empilhado;

c) resinas poliéster insaturada com no máximo 50 % em peso de líquidos de classes I C, II ou III A ;

d) recipientes metálicos do tipo sem alívio de pressão com no máximo 25 L.

24.3.2.12 A Tabela A.24 deve ser aplicada nos seguintes casos:

a) proteção por chuveiros automáticos;

b) armazenamento paletizado ou empilhado;

c) líquidos misc íveis com concentrações de componentes inflamáveis ou combustíveis no máximo


de 80 % em volume;

d) recipientes de plástico ou de vidro.

24.4 ( *) Esquemas para projetos de sistemas de proteção contra incêndios

24.4.1 Esquema “ A ” de proteção contra incêndio


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24.4.1.1 Devem ser instaladas barreiras horizontais de madeira compensada (espessura mínima
de 10 mm) ou em chapas metálicas com espessura mínima de 0 ,76 mm de acordo com as Figuras
A.6, Figura A.7 ou Figura A .8, como aplicável. Todo armazenamento de líquidos deve ser sob uma
barreira (ver também 24.4.1.9 para líquidos com ponto de fulgor igual ou acima de 230 °C).

24.4.1.2 Chuveiros de níveis intermediários devem ser instalados de acordo com a Figura A.6, Figura A.7
ou Figura A.8, como aplicável.

24.4.1.3 Não podem ser instaladas barreiras verticais entre as linhas de chuveiros de níveis
intermediários.

24.4.1.4 Chuveiros de níveis intermediários devem atender aos seguintes requisitos:

a) os chuveiros de níveis intermediários devem ser de K = 115, ajustados à temperatura ambiente


e do tipo de resposta rápida;

b) os chuveiros de níveis intermediários devem ser instalados abaixo de cada nível de barreira;

c) os chuveiros de níveis intermediários devem ser projetados para garantir uma pressão mínima
de 345 kPa nos seis chuveiros (três em duas linhas) localizados nas posições mais desfavoráveis
hidraulicamente (três em cada duas linhas de chuveiros automáticos) , se houver um nível
de barreira. Se houver dois ou mais níveis de barreiras, os oito chuveiros automáticos localizados
na posição mais desfavorável hidraulicamente (quatro em duas linhas) devem atender às condições
de 24.4.1.4.

24.4.1.5 ( *) Se houver compartimentos adjacentes que não sejam dedicados ao armazenamento


de líquidos, as barreiras e a proteção por chuveiros de níveis intermediários devem ser estendidas
no mínimo por 2,4 m, além da área de armazenamento de líquidos. Em adição, as barreiras
e a proteção por chuveiros de níveis intermediários devem ser previstas para qualquer estrutura
adjacente ao corredor em uma distância de 2,4 m do perímetro da área de armazenamento
de líquidos, de acordo com 24.4.1.

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24.4.1.6 A demanda de água necessária aos chuveiros de teto não pode ser incluída nos cálculos
hidráulicos para os chuveiros de níveis intermediários.

24.4.1.7 A demanda de água a partir do ponto de suprimento deve ser calculada separadamente
para os chuveiros de níveis intermediários e de teto e deve ser baseada na maior demanda.

24.4.1.8 Os chuveiros de teto devem atender aos seguintes requisitos:

a) a proteção por chuveiros de teto deve ser projetada para proteger toda a área circundante;

b) qualquer tipo de chuveiro é aceitável;

c) se forem utilizados chuveiros-padrão estes devem ser capazes de liberar vazões maiores que
8,0 L/min/m2 em uma área de 270 m2;

d) se o armazenamento de líquido não se estender para toda a altura da estrutura-suporte, a proteção


para os outros materiais estocados acima da barreira horizontal deve atender à Norma Brasileira
aplicável ou, na inexistência desta, a NFPA 13, baseando-se na altura total da estrutura-suporte.

24.4.1.9 Não são necessárias barreiras para o armazenamento de líquidos cujo ponto de fulgor
em vaso fechado seja maior ou igual a 230 °C. Se forem omitidas barreiras, as seguintes alterações
no esquema de proteção devem ser feitas:
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a) a proteção por chuveiros de teto deve ser executada através de chuveiros comuns com fator K
igual ou maior que 115, ajustados à temperatura ambiente, projetados para garantir uma vaz ão
mínima de 12,0 L/min/m2, em uma área maior que 180 m2, no chuveiro situado na posição
hidraulicamente mais desfavorável;

b) as demandas de água para os chuveiros de teto e para os chuveiros de níveis intermediários


devem ser balanceadas em seus pontos de conexão;

c) os chuveiros voltados para as laterais das estruturas-suporte devem ser escalonados verticalmente.

24.4.1.10 Deve ser prevista a instalação de um sistema de combate a inc êndio por mangueiras,
atendendo a legislação da Corporação de Bombeiros local.

24.4.2 Esquema “ B” de proteção contra incêndio

24.4.2.1 Devem ser instaladas barreiras horizontais em chapas de madeira compensada com espessura
mínima de 10 mm ou em chapas metálicas com espessura mínima de 0,76 mm e níveis intermediários
de chuveiros de acordo com a Figura A.9, Figura A.10 ou Figura A.11 desta Parte da Norma como
aplicável. Todo armazenamento de líquidos deve ser sob uma barreira.

24.4.2.2 Os chuveiros de níveis intermediários devem ser instalados de acordo com a Figura A.9
Figura A.10 ou Figura A.11, como aplicável.

24.4.2.3 Não podem ser instaladas barreiras verticais entre as linhas de chuveiros de n íveis
intermediários.

24.4.2.4 Os chuveiros de níveis intermediários devem atender aos seguintes requisitos:

a) os chuveiros de níveis intermediários devem ser de K = 115, ajustados à temperatura ambiente


e do tipo de resposta rápida;

b) os chuveiros de níveis intermediários devem ser instalados abaixo de cada nível de barreira;

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c) para recipientes com capacidade até 230 L e onde houver apenas uma barreira horizontal,
o sistema de chuveiros de níveis intermediários deve prever uma pressão mínima de 345 kPa
nos seis chuveiros localizados hidraulicamente nas posições mais desfavoráveis, três em cada
duas linhas de chuveiros. Onde houver duas ou mais barreiras horizontais, o sistema de chuveiros
de níveis intermediários deve garantir uma pressão mínima de 345 kPa nos oito chuveiros
localizados hidraulicamente nas posições mais desfavoráveis, sendo quatro em cada linha;

d) para recipientes com capacidade superior a 230 L, mas inferior a 3 000 L, o sistema de chuveiros
de níveis intermediários deve garantir uma pressão mínima de 345 kPa nos 12 chuveiros
localizados hidraulicamente nas posições mais desfavoráveis, seis em cada duas linhas.

24.4.2.5 Se houver compartimentos adjacentes ou estruturas-suporte não dedicadas ao armazena-


mento de líquidos inflamáveis e combustíveis, a proteção exercida pela barreira e pelos chuveiros
de níveis intermediários deve ser estendida além da área dedicada ao armazenamento de líquidos,
conforme a seguir:

a) para recipientes com capacidade máxima de 4,0 L, a proteção deve ser estendida no mínimo
a 2,4 m além da área dedicada à armazenamento de líquidos. Em adição, as estruturas-suporte
adjacentes aos corredores de ambos os lados, que separem as áreas de armazenamento
de líquidos, devem ser protegidas de acordo com a Norma Brasileira aplic ável ou , na inexistência
desta, com a NFPA 13 para o armazenamento de produtos em geral;
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b) para recipientes cujas capacidades individuais se situem entre 4,0 L e 3 000 L, a proteção deve
ser estendida por no mínimo 2 , 4 m além da área dedicada ao armazenamento de líquidos.
Em adição, as proteções devem ser previstas para qualquer estrutura-suporte adjacente
ao corredor em uma distância de 2,4 m do per ímetro da área de armazenamento de líquidos,
de acordo com 24.4.1.2.

24.4.2.6 Chuveiros de teto para recipientes cujas capacidades não excedam 4,0 L devem atender aos
seguintes requisitos:
a) os chuveiros de teto devem ser projetados para proteger a área circundante;

b) a demanda de água do sistema de chuveiros de teto não pode ser incluída nos cálculos hidráulicos
para o sistema de proteção por chuveiros de níveis intermediários ;
c) a demanda de água no ponto de suprimento deve ser calculada separadamente para os sistemas
de chuveiros de níveis intermediários e de teto, e deve ser baseada na maior das duas demandas;

d) qualquer tipo de chuveiro é aceitável para a proteção por chuveiros de teto;


e) se forem utilizados chuveiros-padrão, eles devem ser capazes de prover uma vazão mínima
de 8,0 L/min/m2 em uma área de 270 m2;

f) se o armazenamento de líquidos não se estender a toda altura da estrutura-suporte, a proteção


para os produtos em geral, armazenados acima da barreira horizontal do topo, deve atender
aos requisitos estabelecidos nas ABNT NBR 10897 até 3,7 m de altura, ABNT NBR 13792 para
alturas entre 3,7 e 9 ,0 m, ou NFPA 13 para os produtos em geral estocados, com base na altura
total da estrutura-suporte.

24.4.2.7 A proteção por chuveiros de teto para recipientes cujas capacidades excedam 4,0 L,
mas sejam inferiores a 250 L, deve atender aos seguintes requisitos:

a) ser projetada para garantir uma taxa de aplicação mínima de 18 L/min/m2 em uma área
de 270 m2, usando chuveiros-padrão, calibrados para altas temperaturas e com fator K = 160
ou maior. Outros tipos de chuveiros não são aceitáveis;

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b) as demandas de água para os chuveiros de teto e para os chuveiros de níveis intermediários


devem ser balanceadas no ponto de conexão.

24.4.2.8 A proteção por chuveiros de teto para recipientes cujas capacidades sejam superiores
a 250 L, mas inferiores a 3 000 L, deve atender aos seguintes requisitos:

a) ser projetada para garantir uma taxa de aplicação mínima de 24,0 L/min/m2 em uma área
de 270 m2, usando chuveiros-padrão, calibrados para altas temperaturas e com o fator K = 160
ou maior. Outros tipos de chuveiros não são aceitáveis;
b) as demandas de água para os chuveiros de teto e para os chuveiros de níveis intermediários
devem ser balanceadas no ponto de conexão.

24.4.2.9 Deve ser prevista a instalação de um sistema de combate a incêndios por mangueiras,
atendendo a legislação da Corporação de Bombeiros local.

24.4.3 Esquema “ C” de proteção contra incêndio

24.4.3.1 Devem ser instaladas barreiras horizontais em chapas de madeira compensada com
espessura mínima de 10 mm ou em chapas metálicas com espessura mínima de 0,76 mm e níveis
intermediários de chuveiros de acordo com a Figura A.12 , Figura A.13 ou Figura A.14, como aplicável.
Todo armazenamento de líquidos deve ser sob uma barreira.
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24.4.3.2 Não podem ser instaladas barreiras verticais entre as linhas de chuveiros de níveis interme-
diários.

24.4.3.3 Os chuveiros de níveis intermediários devem atender aos seguintes requisitos:

a) os chuveiros de níveis intermediários devem ser de K = 115, ajustados à temperatura ambiente


e do tipo de resposta rápida;

b) os chuveiros de níveis intermediários devem ser instalados abaixo de cada nível de barreira;

c) chuveiros de níveis intermediários devem prover uma pressão manométrica de operação mínima
de 97 kPa nos seis chuveiros localizados hidraulicamente nas posições mais desfavoráveis
(três em cada duas linhas) , se houver apenas um nível de barreira. Onde houver dois ou mais
níveis de barreiras, o sistema de chuveiros de níveis intermediários, à mesma pressão deve
ser garantido nos oito chuveiros localizados hidraulicamente nas posições mais desfavoráveis
(quatro em cada duas linhas).

24.4.3.4 Se houver compartimentos adjacentes, protegidos por chuveiros de níveis intermediários,


que não sejam dedicados ao armazenamento de líquidos, as barreiras e a proteção por chuveiros
de níveis intermediários devem ser estendidas no mínimo por 2,4 m, além da área de armazenamento
de líquidos.

24.4.3.5 A demanda de água do sistema de chuveiros de teto não pode ser incluída nos cálculos
hidráulicos para o sistema de proteção por chuveiros de níveis intermediários.

24.4.3.6 A demanda de água no ponto de suprimento deve ser calculada separadamente para
os sistemas de chuveiros de n íveis intermediários e de teto e deve ser baseada na maior
das duas demandas.

24.4.3.7 Os chuveiros de teto devem atender aos seguintes requisitos:

a) a proteção por chuveiros de teto deve ser projetada para proteger toda a área circundante;

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b) qualquer tipo de chuveiro é aceitável;

c) se forem utilizados chuveiros-padrão, eles devem ser capazes de liberar vazões maiores que
8,0 L/min/m2 em uma área de 270 m2;

d) se o armazenamento de líquido não se estender para toda a altura da estrutura-suporte,


a proteção para os outros materiais estocados acima da barreira horizontal deve atender
às ABNT NBR 10897 até 3,7 m de altura, ABNT NBR 13792 para alturas entre 3,7 e 9,0 m,
ou NFPA 13, para os produtos em geral estocados, com base na altura total da estrutura-suporte.

24.4.3.8 Deve ser prevista a instalação de um sistema de combate a inc êndios por mangueiras,
atendendo a legislação da Corporação de Bombeiros local.

24.4.4 Leiautes para sistemas de chuveiros de níveis intermediários para a Tabela A.20

Onde indicado na Tabela A.20, chuveiros de níveis intermediários devem ser instalados de acordo
com a Figura A.15 a Figura A.18 ou Figura A.19, como aplicável.

24.5 Suprimento de água

O suprimento de água para sistemas de chuveiros automáticos, para outros sistemas de proteção
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baseados em água, sistemas de mangueiras e de hidrantes, deve ser capaz de suprir a vaz ão prevista
de água, pelo tempo mínimo de 2 h.

24.6 Contenção, drenagem e controle de derrames e vazamentos

24.6.1 Contenção ou contenção e drenagem devem ser previstas de acordo com as provisões
contidas em 24.6.

24.6.2 (*) Se for requerido o controle do vazamento de líquido, devem ser previstos meios para
limitar a dispersão do líquido, em uma área menor do que a projetada para a descarga do sistema
de chuveiros de teto.

24.7 Outros sistemas de proteção automática contra incêndios

Sistemas alternativos de proteção contra incêndios, como sistemas de névoa de água, sistemas
automáticos de aspersão de água, sistemas de espuma de alta expansão, sistemas fixos de extinção
por pó seco, sistemas alternativos de configurações de chuveiros ou combinações de sistemas
são considerados sistemas de proteção automática contra inc êndio, desde que aprovados pelas
corporações de bombeiros. Tais sistemas alternativos devem ser projetados e instalados de acordo
com Normas Brasileiras ou devem ser adequados às instalações e de acordo com as recomendações
do fabricante do sistema selecionado.

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Anexo A
(normativo)

Tabelas e figuras

Tabela A.1 - Capacidades máximas permitidas para recipientes, recipientes intermediários


para granel (IBC) e tanques portáteis

Volume de líquidos
Volume de líquidos inflamáveis
Tipo de embalagem combustíveis
de líquidos L
L
Classe IA Classe I B Classe I C Classe II Classe III A c
Vidro 0,5 1 5 5 20
Recipientes metálicos (outros
que não tambores) ou de 5 20 20 20 20
plástico/bombonas aprovados
Recipiente de segurança (latão
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10 20 20 20 20
de segurança)
Tambores metálicos (conforme
especificação 450 450 450 450 450
de transporte) (1 A1/1 A2)
Tanques portáteis metálicos e
IBC (conforme especificação de 3 000 3 000 3 000 3 000 3 000
transporte)
IBC de plástico r ígido (31H1 ou
31H2) e IBC compostos para NP a NP a NP a 3 000 d 3 000 d
líquidos (31HZ1)
IBC de plástico composto com
NP a NP a NP a NP a NP a
internos flex íveis (31HZ2)
Sacos dentro de caixas NP a NP a NP a NP a NP a
Polietileno (1H1 e 1H2)
(conforme especificação 5 20 b 20 b 450 450
de transporte)
Tambor de fibra
NP a NPa NP a 450 450
(2A, 3A, 3BH, 3BL ou 4A)
a Não permitido.
b Para líquidos, misc íveis em água, de classe I B e classe I C, o tamanho máximo permitido para recipiente
de plástico é 250 L, se estocado e protegido de acordo com a Tabela A .1.
c Para esta Tabela, líquidos de classe III B não têm limitação de volume do recipiente para armazenamento.
d Para os líquidos de classe II devem ser utilizados IBC de plástico r ígido que seja antiest ático e condutivo,
para evitar o acúmulo de cargas eletrostáticas nas paredes externas e o escoamento destas cargas no
líquido, possibilitando operar em áreas classificadas como Zona 1 e 2. Para líquidos de classe III A, podem
ser utilizados IBC não condutivos, desde que a temperatura do líquido não esteja acima ou próxima de 9 °C
de seu ponto de fulgor e que não estejam presentes, no ambiente, vapores inflamáveis

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Tabela A.2 - Quantidade máxima permitida de líquidos inflamáveis e combust íveis por área
controlável de armazenamento
Quantidade
Classes de líquidos Notas
L
IA 115 1e2
Líquidos inflamáveis IBeIC 460 1e2
I A, I B e I C combinados 460 1, 2 e 3
460 1e2
Líquidos combustíveis III A 1 265 1e2
III B 50 600 1, 2 e 4
NOTA 1 As quantidades podem ser aumentadas em 100 % onde o armazenamento for em gabinetes
(armário de segurança) aprovados ou em lat ões de segurança, de acordo com a legislação aplicável. Onde
a Nota 2 também for aplicada, o aumento permitido para ambas as notas pode ser aplicado cumulativamente.
NOTA 2 As quantidades podem ser aumentadas em 100 %, se o armazenamento for em edificações
equipadas com um sistema de chuveiros automáticos instalados de acordo com a ABNT NBR 10897
ou NFPA 13. Se Nota 1 também for aplicada, o aumento para ambas as notas pode ser aplicado cumulativamente.
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NOTA 3 A quantidade armazenada de líquidos de classe IA não pode ultrapassar 115 L.


NOTA 4 As quantidades armazenadas são ilimitadas em uma edificação equipada com um sistema
de chuveiros automáticos instalados de acordo com a ABNT NBR 10897 ou NFPA 13 e projetada de acordo
com os critérios de proteção contidos na Seção 24.

Tabela A.3 - Quantidade máxima permitida - Limites para ocupações especiais


Classes de líquidos Quantidade
L
I e II 40
III A 230
III B 460

Tabela A.4 - Projeto e número de áreas controláveis de armazenamento

Número de áreas Tempo requerido de


Quantidade máxima permitida8 controláveis resistência ao fogo pela
Andar
% de armazenament barreira b
o por andar h

Acima do piso térreo


>9 5 1 2
>7 e <9 5 2 2
>4e<6 12,5 2 2
3 50 2 1
2 75 3 1

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Tabela A.4 (continuação)

Número de áreas Tempo requerido de


Quantidade máxima permitida3 controláveis resistência ao fogo pela
Andar
% de armazenament barreira b
o por andar h

Acima do piso térreo


1 100 4 1
Abaixo do piso térreo
1 75 3 1
2 50 2 1
<2 NP NP NP
NP - Não permitido.
a As porcentagens representam as quantidades máximas permitidas por áreas controláveis mostradas na
Tabela A.2, com todos os acréscimos permitidos nas notas da Tabela A .2.
b As barreiras contra fogo são requeridas para os pisos e paredes, como necessário, para prover uma
completa separação de outras áreas controláveis.
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Tabela A.5 - Classificação de resistência ao fogo para áreas de armazenamento de líquidos


no interior de edificações
Tempo requerido de resistência ao fogo
min
Tipo de área
de armazenamento Paredes internas a
Paredes
tetos, pisos Telhados
externas
intermediários
Espaço de armazenamento interno
Á rea de piso ≤ 14 m2 60 NA NA
Área de piso > 14 m2 ≤ 45 m2 120 NA NA
Armazéns de líquidos b’ c ’9 240 d 120 e, 240 f
a Entre as áreas de armazenamento de líquidos e qualquer área adjacente não dedicada ao armazenamento
de líquidos.
b O tempo requerido de resist ência ao fogo de armazéns de líquidos, que armazenem somente líquidos
de classe III B, não aquecidos acima de seus pontos de fulgor, pode ser reduzida para 120 min.
c O tempo requerido de resist ência ao fogo para armazéns de líquidos, protegidos de acordo com a Seção 24,
pode ser reduzido para 120 min.
d Estas devem ser paredes corta- fogo como definidos na Norma Brasileira aplic ável ou, na inexist ência desta,
na NFPA 221.
e Para paredes expostas que estejam localizadas a mais de 3 m e a menos de 15 m de uma edificação
importante ou de um limite de propriedade onde possa existir uma construção.
f Para paredes expostas que estejam localizadasa menos de 3 m de uma edificação importante ou de um
limite de propriedade onde possa existir uma construção.
9 Para áreas de apoio utilizadas em armazéns para líquidos protegidos, como escrit órios e dormit órios,
cuja área combinada seja inferior a 10 % da área do armazém, nenhum tempo de resistência ao fogo necessita
ser requerido das paredes internas e tetos.
NA : Não aplicável.

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Tabela A.6 - Tempo requerido de resistência ao fogo para portas corta-fogo

Tempo requerido de resistência Tempo requerido de resistência


ao fogo pela parede a ao fogo pela porta corta-fogo
min min

60 60
120 90
240 180 b
a Conforme exigido na Tabela A.5.
b Uma porta corta-fogo é exigida para cada abertura interna, quando existirem armazéns de líquidos anexos.

Tabela A.7 - Quantidades máximas permitidas para armazenamento e exposição


em ocupações comerciais
Classificação de líquidos
Nível de proteção Limites de estocagem I B, 1 C, lie III A
IAa III B
(qualquer combinação)
Sem sistema Quantidades máximas 14 250 L por área
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de proteção permitidas b controlável de


automática armazenamento: permitida
no máximo duas áreas
250 L 57 000 L
edificadas separadas por
parede com isolamento
de fogo por 60 min, no
mínimo
Capacidade máxima 85 L/m2 em áreas de
de armazenamento armazenamento ou
por unidade de área exposição e passagens
adjacentes
Com sistema Quantidades máximas 28 500 L por área
de proteção permitidas b controlável de
automático de armazenamento:
acordo com a permitida, no máximo
ABNT NBR 10897 450 L duas áreas controláveis, Ilimitada
ou NFPA 13 c separadas por uma parede
com isolamento de fogo de
60 min,
no mínimo
Capacidade máxima 170 L/m2 em área de
de armazenamento armazenamento ou de
por unidade de área exposição e passagens
adjacentes
De acordo com Quantidades máximas
450 L 113 500 L por ocupação Ilimitada
a Seção 24 permitidas b
a Somente no piso t érreo.
b Não inclui líquidos isentos conforme mencionados em 1.5.
c Para alturas de estocagem que não excedam 3,6 m.

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Tabela A.8 - Quantidade máxima de armazenamento de líquidos em salas internas


Quantidade total permitida
Area total do piso por área
Há proteção automática contra incêndio? a
m2 de piso
L/m2
Não 85
≤ 14
Sim 215
Não 170 b
> 14 ≤ 45
Sim 430
a O sistema de proteção automática contra incêndio pode ser por chuveiros de espuma ou agua, sistema fixo
de gases, de pó químico ou outros sistemas aprovados pela Corporação de Bombeiros local (ver Seção 24).
b Quantidades totais permitidas de líquidos de classe I A e classe I B não podem exceder as quantidades
permitidas pela Tabela A.4 ou 20.2.3.3.

Tabela A.9 - Quantidades máximas para armazéns de líquidos sem sistema de proteção automática

Armazenamento em recipientes/ Armazenamento em tanque Armazenamento em IBC de


tambores portátil e em IBC metálicos plástico rígido e compostos
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Classe
de
líquidos

Altura Quantidade Quantidade Altura Quantidade Quantidade Altura Quantidade Quantidade


máxima da máxima total máxima máxima total máxima da máxima total
pilha por pilha máximaa da pilha por pilha máxima a pilha por pilha máximaa

m L L m L L m L L

IA 2,2 2 500 2 500 NP NP NP NP NP NP

IB 2,2 5 200 5 200 2,5 7 500 7 500 NP NP NP

IC 2,2 10 400 10 400 2,5 15 000 15 000 NP NP NP

II 4,5 15 600 31 200 2,5 20 800 41 600 2,5 15 600 31 200

IIIA 6,5 52 000 104 000 2,5 83 000 166 500 2,5 52 000 104 000

IIIB 6,5 52 000 208 000 2,5 83 000 333 000 2,5 52 000 208 000

NP - Não permitido.
a
Aplica-se apenas a edificações isoladas ou edificações adjacentes a outros estabelecimentos que não sejam para
armazenamento.

NOTA Para calcular a quantidade máxima total permitida para cada classe individual de líquidos presentes no armazém, deve-se
proceder como a seguir, iniciando-se com a classe mais baixa de líquidos presentes e procedendo em ordem decrescente de risco:

a) computar a proporção das quantidades de classe presentes em relação à quantidade máxima permitida por pilha e expressar
a razão como uma porcentagem;
b) adicionar as porcentagens como computadas de forma a totalizar o percentual armazenado.
c) o total não pode exceder 100 %.

Por exemplo: 3 796 L de um líquido de classe IB em recipientes representa 73 % da quantidade máxima permitida nesta Tabela.
Como o percentual total não pode exceder 100 %, o armazenamento de qualquer outra classe de líquido fica limitado a 27 %
da quantidade máxima permitida para aquela classe. Assim, o líquido de classe IA ficaria limitado a 675 L, correspondente a 27 %
de 2 500 L, e líquido de classe II seria limitado a 4 212 L, que é 27 % de 15 600 L. De outra forma, se a relação de líquidos de classe
IB for reduzida para 70 % (3 640 L), a relação de líquidos de classe IA pode ser aumentada para 30 % da quantidade máxima
permitida, que seria de 750 L.

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Tabela A.10 - Locais selecionados a


Area do local Distância entre Distância entre Distância dos cubículos
selecionado para cubículos cubículos e o limite ao lado mais próximo de
cubículos b da propriedade c vias de circulação interna,
onde haja ou possa públicas ou prédios na mesma
haver construção propriedade d, e

m2 m m m
≤9 1,5 3 1 ,5
> 9 ≤ 45 1,5 6 3
> 45 ≤ 140 1,5 9 6
a Se o cub í culo dispuser de um tempo de resistência ao fogo maior que 4 h e se não for requerido alívio de
deflagração, todas as distâncias requeridas por esta Tabela podem ser liberadas.
b Os limites de área pretendem diferenciar o tamanho relativo, e assim o número de cubículos permitidos
na área selecionada.
c As distâncias se aplicam às propriedades que tenham proteção da vizinhança contra exposições,
conforme definição da ABNT NBR 17505 - 1 : 2013, 3.88. Se houver exposi çõ es e se as proteçõ es
da vizinhança para exposição não existirem, as distâncias devem ser duplicadas.
d Quando a edificação exposta tiver uma parede externa de frente para o local selecionado, que tenha um
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tempo de resistência ao fogo de no mínimo 2 h e não tenha aberturas para áreas do nível superior em um raio
de 3 m horizontalmente, e sem aberturas para áreas do nível inferior em um raio de 15 m horizontalmente da
área selecionada, a distância pode ser reduzida para a metade das distâncias indicadas nesta Tabela, mas
nunca devem ser inferiores a 1,5 m.
e Quando um único cubículo tiver uma área maior que 140 m2 ou quando a unidade múltipla de estocagem
tiver uma área total maior de 140 m 2, as instalações devem ser submetidas a aprovação da Corporação
de Bombeiros local.

Tabela A.11 - Limitações para o armazenamento externo de líquidos em recipientes,


em recipientes intermediários para granel (IBC) e em tanques portáteis

Capacidade e altura máximas por pilha Distância mínima de separação


IBC de plástico Entre Ao limite de A uma via
Classe rígido e pilhas ou propriedade, de
Tanque portátil e
Recipientes composto seções de onde haja ou circulação
do IBC metálicos
(máximo por estruturas- possa haver interna ou
líquido pilha) suporte construções pública
a, c
Volume Altura Volume Altura Volume Altura Distância Distância b, d Distância b
máximo por m máximo m áx i m o m m m m
pilha a,b,c por pilha m po r p i l h a
L L L
IA 4 160 3,3 NP NP 8 300 2,5 1,5 15,0 3,0
IB 8 300 4,0 NP NP 16 700 4,7 1,5 15,0 3,0
IC 16 700 4,0 NP NP 33 300 4,7 1,5 15,0 3,0
II 33 300 4,0 33 300 4,7 66 600 4,7 1,5 7,5 1,5
III 83 300 6,0 83 300 6,0 166 500 4,7 1,5 3,0 1,5
NP - Não é permitido o armazenamento de líquidos de classe I em IBC de plástico rígido e composto.
a
Ver 23.1.1 para armazenamento misto.
b
Ver 23.1.4 para tamanhos menores de pilhas.
c
Para armazenamento em estrutura-suporte, os limites de quantidades por pilhas não se aplicam, mas a arrumação das
estruturas deve limitar-se a no máximo 15 m de comprimento e duas fileiras ou a 2,7 m de profundidade.
d
Ver 23.1.3 para proteção da vizinhança contra exposições.

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Tabela A.12 - Conversão dos valores do fator K

Unidade inglesa Sistema internacional


5, 6 80
8,0 115
11,2 160
14,0 200
25,0 360

Tabela A.13 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos de estruturas-
suporte simples ou duplas de líquidos em recipientes metálicos, recipientes intermediários
para granel metálicos e tanques portáteis metálicos
Tipo e Altura
Altura Proteção por chuveiro de níveis L
capacida- máxima de Proteção por chuveiros de teto
máxima intermediários e
de do armazenamento
do teto i
recipiente Notas
Chuveiros Projeto Chuveiros a
Vazão u
m Densidade Área t
L m Tipo Resposta Tipo Resposta L/min
L/min/m2 m² e
Recipiente do tipo sem alívio de pressão - Líquidos da classe IB, IC, II ou IIIA
K = 80 ou
4,8 9,0 K ≥ 160 QR 141 °C 24,4 180 QR 114 A 1e2
115
≤4
SR ou QR K = 80 ou
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6,0 9,0 K ≥ 160 24,4 180 QR 114 B 1e2


141°C 115
SR ou QR K = 80 ou
≤19 7,5 9,0 K ≥ 115 12,2 270 QR 114 C 1
141 °C 115
K = 80 ou
>19 e ≤ 230 7,5 9,0 K ≥ 160 SR 141 °C 16,3 270 QR ou SR 114 E 1
115
Recipientes do tipo sem alívio de pressão - Líquidos da classe IIIB
SR ou K= 80 ou
≤19 12,0 15,0 K ≥ 115 12,2 180 QR 114 D 1e3
QR 141 °C 115
K = 80 ou
>19 e ≤ 230 12,0 15,0 K ≥ 115 SR 141 °C 12,2 270 QR 114 D 1e3
115
Recipientes do tipo com alívio de pressão - Líquidos da classe IB, IC, II ou IIIA
K ≥ 160
Não são requeridos chuveiros de níveis
4,2 5,4 Somente QR 141°C 26,4 180 4
intermediários
< 19 pendente
SR ou QR K = 80 ou
7,5 9,0 K ≥ 115 12,2 270 QR 114 D 1e5
141 °C 115
K = 80 ou
>19 e ≤ 230 7,5 9,0 K ≥ 160 SR 141 °C 24,4 270 QR 114 F 1
115
Tanques
K = 80 ou
portáteis e 7,5 9,0 K ≥ 160 SR 141 °C 24,4 270 QR ou SR 114 E 1
115
IBC
Recipientes do tipo com alívio de pressão - Líquidos da classe IIIB
SR ou QR K = 80 ou
≤ 19 12,0 15,0 K ≥ 115 12,2 180 QR 114 D 1
141 °C 115
K = 80 ou
>19 e ≤ 230 12,0 15,0 K ≥ 115 SR 141 °C 12,2 270 QR 114 D 1e3
115
Tanques
K = 80 ou
portáteis e 12,0 15,0 K ≥ 115 SR 141 °C 12,2 270 QR 114 D 1e6
115
IBC
NOTA 1 Projeto de chuveiros de níveis intermediários baseado nos seis chuveiros hidraulicamente mais remotos em cada um dos três níveis
superiores ou nos oito chuveiros hidraulicamente mais remotos, se houver apenas um nível.
NOTA 2 Proteção para prateleiras sem papelão ou não sólidas de até 2,0 m e armazenando sobre estrados em estruturas-suporte; materiais
das prateleiras telas abertas de arame ou ripas de madeira de 50 mm x 150 mm com espaço mínimo de 50 mm entre elas.
2
NOTA 3 Para chuveiros de teto com K maior ou igual a 115, deve-se aumentar a densidade para 24,4 L/min/m , se houver mais de um nível de
armazenamento acima do nível superior dos chuveiros de níveis intermediários.
NOTA 4 Estruturas-suporte de fileiras duplas com no máximo 1,8 m de largura.
2 2
NOTA 5 Para chuveiros de teto com K maior ou igual a 115 deve-se aumentar a densidade para 24,4 L/min/m sobre uma área de 180 m , se
houver mais de um nível de armazenamento acima do nível superior dos chuveiros de níveis intermediários.
NOTA 6 Reduzir o espaçamento entre os chuveiros de níveis intermediários para no máximo 2,7 m (referido aos centros dos chuveiros).
QR: Resposta rápida.
SR: Resposta-padrão.

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Tabela A.14 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos de


armazenamento paletizado e empilhado de líquidos em recipientes metálicos, recipientes
intermediários para granel metálicos e tanques portáteis metálicos
Proteção por chuveiros de teto
Altura
Tipo e capacidade Altura máxima de Chuveiros Projeto
máxima do
do recipiente armazenamento Notas
teto Densidade Área
L m Tipo Resposta
m L/min/m
2
m
2

Recipientes do tipo sem alívio de pressão – Líquidos da classe IB, IC, II ou IIIA

SR ou QR
1,2 5,4 K ≥ 115 8,5 135 1
141 °C
SR ou QR
≤ 19 1,5 5,4 K ≥ 115 12,2 270 -
141 °C

1,9 9,0 K ≥ 160 QR 141 °C 18,3 270 -

> 19 e ≤ 230 1,5 5,4 K ≥ 160 SR 141 °C 16,3 270 -

Recipientes do tipo sem alívio de pressão - Líquidos da classe IIIB

SR ou QR
≤ 19 5,4 9,0 K ≥ 115 10,2 270 -
141 °C

3,0 6,0 K ≥ 115 SR 141 °C 10,2 270 -


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> 19 e ≤ 230
5,4 9,0 K ≥ 115 SR 141 °C 14,2 270 -

Recipientes do tipo com alívio de pressão - Líquidos da classe IB, IC, II ou IIIA

K ≥ 160 só
≤ 19 3,6 9,0 QR 141 °C 24,4 270 2
pendente

1,5 9,0 K ≥ 160 SR 141 °C 16,3 270 -


> 19 e ≤ 230
1,9 9,0 K ≥ 160 SR 141 °C 24,4 270 3

Uma altura (sem


9,0 K ≥ 115 SR 141 °C 12,2 270 -
Tanques portáteis e empilhamento)
IBC Duas alturas (com
9,0 K ≥ 160 SR 141 °C 24,4 270 -
empilhamento)

Recipientes do tipo com alívio de pressão - Líquidos da classe IIIB

SR ou QR
≤ 19 5,4 9,0 K ≥ 115 10,2 270 -
141 °C

3,0 6,0 K ≥ 115 SR 141 °C 10,2 270 -


> 19 e ≤ 230
5,4 9,0 K ≥ 115 SR 141 °C 14,2 270 -

Uma altura (sem


9,0 K ≥ 115 SR 141 °C 10,2 270 -
Tanques portáteis e empilhamento)
IBC Duas alturas (com
9,0 K ≥ 160 SR 141 °C 20,3 270 -
empilhamento)
NOTA 1 A vazão mínima para um sistema de mangueiras pode ser reduzida para 950 L/min por 2 h.
NOTA 2 Os chuveiros devem ser hidraulicamente calculados para suprir uma densidade de 32,5 L/min/m² em uma área de 90 m².
NOTA 3 Tambores devem ser colocados sobre paletes abertos para permitir o alívio de pressão sobre tambores nos níveis
inferiores (não é permitido o empilhamento tambor sobre tambor, sem palete aberto).
QR: Resposta rápida.
SR: Resposta-padrão.

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Tabela A.15 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos de espuma
de estruturas- suporte simples ou duplas armazenando líquidos em recipientes metálicos,
tanques portáteis metálicos e recipientes intermediários para granel metálicos

Proteção para chuveiros de níveis


Tipo e Altura máxima Proteção por chuveiros de teto
Altura máxima intermediários
capacidade de
do teto Chuveiros Projeto Chuveiros Vazão Notas
do recipiente armazenamento
m Densidade Leiaute
L m Tipo Resposta Área Tipo Resposta L/min
L/min/m²
Recipientes do tipo sem alívio de pressão - Líquidos da classe IB, IC, II ou IIIA

K = 80
SR ou QR ou 1, 2 e
≤ 19 7,5 9,0 K ≥ 115 12,2 180 ou 114 C
QR 141 °C SR 4
115

K = 80
QR ou 1, 3 e
> 19 e ≤ 230 7,5 9,0 K ≥ 115 SR 141 °C 12,2 270 ou 114 C
SR 4
115

Recipientes do tipo sem alívio de pressão - Líquidos da classe IIIB

K = 80
QR ou
≤ 230 12,0 15,0 K ≥ 115 SR 141 °C 12,2 180 ou 114 D 1
SR
115

Recipientes do tipo sem alívio de pressão - Líquidos de classe IB, IC, II ou IIIA
K = 80
SR ou QR QR ou 1, 2 e
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≤ 19 7,5 9,0 K ≥ 115 12,2 180 ou 114 D


141 °C SR 4
115
> 19 e ≤ 230, K = 80
QR ou 1, 3 e
Tanques 7,5 9,0 K ≥ 115 SR 141 °C 12,2 270 ou 114 D
SR 4
portáteis e IBC 115
Recipientes do tipo com alívio de pressão - Líquidos de classe IIIB
K = 80
QR ou
≤ 230 12,0 15,0 K ≥ 115 SR 141 °C 12,2 180 ou 114 D 1
SR
115
NOTA 1 Projeto de chuveiros automáticos de níveis intermediários, baseado nos seis chuveiros hidraulicamente mais remotos em cada um
dos três níveis superiores.
NOTA 2 A área de projeto pode ser reduzida para 135 m² quando for usado um sistema pré-escorvado (afogado) de espuma, instalado de
acordo com a NFPA 16 e mantido de acordo com a NFPA 25.
NOTA 3 A área de projeto pode ser reduzida para 180 m² quando for usado um sistema pré-escorvado (afogado) de espuma, instalado de
acordo com a NFPA 16 e mantido de acordo com a NFPA 25.
NOTA 4 O projeto hidráulico do sistema de chuveiros de níveis intermediários pode ser reduzido para três chuveiros operando por nível, com
três níveis operando simultaneamente, quando for um sistema de chuveiros pré-escorvado (afogado) de espuma projetado de acordo com a
NFPA 16 e mantido de acordo com a NFPA 25.
QR: Resposta rápida
SR: Resposta-padrão.

Tabela A.16 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos de espuma
de armazenamento paletizado ou empilhado de líquidos em recipientes metálicos, em tanques
portáteis metálicos e recipientes intermediários para granel metálicos
Proteção por chuveiros de teto
Tipo e capacidade do Altura máxima de Altura má xima
Chuveiros Projeto
recipiente armazenamento do teto Notas
Densidade Área
L m m Tipo Resposta
L/min/m 2 m2

Recipientes do tipo sem alívio de pressão - Líquidos da classe I B, I C, II ou III A

≤ 19 SR ou QR
3,3 9,0 K ≥ 160 16,3 270 1
Acondicionado em caixas 141°C
≤ 19
SR ou
Não acondicionado 3,6 9,0 K ≥ 115 12,2 270 1
QR 141 °C
em caixas

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Tabela A.16 (continuação)


Proteção por chuveiros de teto
Tipo e capacidade do Altura máxima de Altura má xima
Chuveiros Projeto
recipiente armazenamento do teto Notas
Densidade Area
L m m Tipo Resposta
L/min/m 2 m2

Recipientes do tipo sem alívio de pressão - Líquidos da classe I B, I C, II ou III A

1,5 (uma altura)


> 19 e ≤ 230 9, 0 K ≥ 115 SR 141 °C 12,2 270 1
(sem empilhamento)

Recipientes do tipo com alívio de pressão - Líquidos da classe IB, IC, II ou IMA

2,1 (duas alturas, com


9, 0 K ≥ 115 SR 141 °C 12,2 270 2e3
empilhamento)
3 ,3 ( tr ês alturas, com
> 19 e ≤ 230 10,0 K ≥ 160 SR 141 °C 18 ,3 270 2e3
empilhamento)
4,2 (quatro alturas, com
10,0 K ≥ 160 SR 141 °C 24 ,4 270 2e3
empilhamento)
Uma ou duas alturas
Tanques portáteis e IBC 9, 0 K ≥ 115 SR 141 °C 12,2 270 3
com empilhamento
NOTA 1 A área do projeto pode ser reduzida para 180 m2 quando for usado um sistema pré - escorvado (afogado) de espuma instalado de acordo
com a NFPA 16 e mantido de acordo com a NFPA 25 .
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NOTA 2 São requeridos dois dispositivos de alívio de pressão, no mínimo de 20 mm e de 50 mm, em recipientes com capacidade superior a 25 L.
NOTA 3 Tambores colocados sobre paletesranhurados abertos, não encaixados, para permitir o alívio de pressão dos tambores, dos níveis
inferiores.
NOTA 4 Mais de uma altura significa que é permitido o empilhamento ( não é permitido o empilhamento tambor sobre tambor, sem palete aberto) .
QR: Resposta rápida.

SR: Resposta- padrão .

Tabela A.17 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos de estruturas-
suporte de fileiras simples, duplas ou múltiplas para o armazenamento de líquido de classe III B
Ponto de Capacidade Altura Altura Largura Largura da
Proteção por chuveiros
fulgor do recipiente má xima de má xima mínima estrutura-
(Método ou do IBC armazenamento do teto do suporte
Embalagem Chuveiros
de vaso corredor
de teto Projeto
fechado)
tipo
°C L m m m m

Recipientes
de plástico
Ver 24.4. 1
acondicionados
≥ 93 °C ≤ 19 Ilimitada Ilimitada 1,2 Qualquer Qualquer Esquema
em caixas de
papelão ou não
“ A”
acondicionados

Saco plástico
flex ível no
Ver 24.4.3
interior de IBC
≥ 190 °C ≤ 1045 8 ,4 9,0 2,4 Qualquer Qualquer Esquema
de papelão
“ C”
corrugado
(ver Nota 1)

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Tabela A.17 (continuação)


Ponto de Capacidade Altura Altura Largura Largura da
Proteção por chuveiros
fulgor do recipiente má xima de máxima mínima estrutura-
(Método ou do IBC armazenamento do teto do suporte
Embalagem Chuveiros
de vaso corredor
de teto Projeto
fechado)
tipo
°C L m m m m

Saco plástico
Ver 24.4.3
flex ível no interior
≥ 190 °C ≤ 23 Ilimitada Ilimitada 2,4 Qualquer Qualquer Esquema
de caixa de
“ C”
papelão corrugado

NOTA A construção do recipiente intermediário para granel deve ter no mínimo oito camadas de papelão com uma espessura nominal mínima
de 38 mm em qualquer lado da embalagem.
QR: Resposta rápida.
SR : Resposta- padrão.

Tabela A.18 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos de recipientes
metálicos armazenados em prateleiras
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Proteção por chuveiros de teto


Tipo e capacidade Altura má xima de Altura máxima do
Chuveiros Projeto
do recipiente armazenamento teto Notas
Densidade Area
L m m Tipo Resposta
L/min/m 2 m2
≤ 4 do tipo sem alívio SR ou
2,1 5,4 K ≥115 7,7 135 1e2
de pressão QR 141 °C
NOTA 1 Proteção limitada para prateleiras comerciais que tenham 600 mm ou menos de profundidade, com batentes em cada lado .
NOTA 2 A vazão mínima para um sistema de mangueiras é de 950 L/min por 2 h .
QR: Resposta rápida.
SR : Resposta-padrão.

Tabela A.19 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos de estruturas-
suporte simples ou duplas armazenando líquidos miscíveis em água em recipientes de vidro
ou de plástico
Altura Proteção por chuveiros
Altura má xima de
Tipo e capacidade maxima
armazenamento Proteção por chuveiros Proteção por chuveiros e Notas
do recipiente do teto
m de teto níveis intermediários
m
0,45 kg
Ver 8.6. 1 Ver 24.4.1
Acondicionado em Ilimitada Ilimitada 1e2
Esquema “ A” Esquema “ A”
caixas de papelão
≤4L
Ver 24.4. 2 Ver 24.4.2
Acondicionado em Ilimitada Ilimitada 1e2
Esquema “B” Esquema “ B”
caixas de papelão
≤ 230 L
Acondicionado
Ver 24.4. 2 Ver 24.4. 2
em caixasde 7,5 9 ,0 1e2
Esquema “B” Esquema “ B”
papelão ou não
acondicionado
NOTA 1 Largura mínima dos corredores para todos os casos: 2, 4 m .
NOTA 2 Largura máxima da estrutura- suporte para todos os casos 2,7 m.

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Tabela A.20 - Critérios de projeto para armazenamento de líquidos em estruturas- suporte de


fileiras simples e duplas para recipientes metálicos do tipo com alivio de pressão paletizados

Tipo e Altura máxima Altura Proteção por chuveiro Proteção por chuveiros de níveis Notas
capacidade do do máxima de teto intermediários
recipiente armazenamento do teto Tipo de Projeto Chuveiros Pressão Leiaute
L m m chuveiro (número de Tipo Resposta de
chuveiros a projeto
pressão no último
padrão) chuveiro

Líquidos da classe IB, IC, II, IIIA, IIIB - Armazenamento em estruturas-suporte com largura máxima de 2,0 m e corredores com largura mínima
de 2,30 m
12
Pendente
chuveiros à 1, 2, 3, 4,
≤ 19 4,2 7,2 tipo ESFR K=160 QR 0,07 MPa G
pressão de 5e6
acondicionados K ≥ 200
0,34 MPa
em caixas de
12
papelão ou não Pendente
chuveiros à Não é requerida proteção por chuveiros de 2, 3, 4, 5
acondicionados 4,2 7,2 tipo ESFR
pressão de níveis intermediários e6
K ≥ 360
0,17 MPa
Líquidos da classe IB, IC, II, IIIA, IIIB - Armazenamento em estruturas-suporte com largura máxima de 2,70 m e corredores com largura mínima
de 2,40 m
≤ 4 somente 12
Pendente
acondicionado Chuveiros à Não é requerida proteção por chuveiros de
6,6 9,0 tipo ESFR -
em caixas de pressão de níveis intermediários
K ≥ 200
papelão 0,51 MPa
≤ 4 somente 12
Pendente
acondicionado chuveiros à
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7,5 9,0 tipo ESFR K=115 QR 0,1 MPa H 1, 2 e 5


em caixas de pressão de
K ≥ 200
papelão 0,34 MPa
≤ 19
12
acondicionado Pendente
chuveiros à
em caixas de 7,5 9,0 tipo ESFR K=115 QR 0,2 MPa I 1, 2 e 5
pressão de
papelão ou não K ≥ 200
0,51 MPa
acondicionado

Líquidos da Classe IB, IC, II, IIIA, IIIB - Armazenamento paletizado com corredores com largura mínima de 2,30 m

≤ 4 somente 12
Pendente
acondicionado chuveiros à
2,4 9,0 tipo ESFR - - - - -
em caixas de pressão de
K ≥ 200
papelão 0,34 MPa
≤ 19
12
acondicionado Pendente
chuveiros à
em caixas de 3,6 9,0 tipo ESFR - - - - -
pressão de
papelão ou não K ≥ 200
0,51 MPa
acondicionado
NOTA 1 A demanda de água para os chuveiros automáticos instalados em níveis intermediários é baseada na operação simultânea dos
chuveiros automáticos hidraulicamente mais desfavoráveis, como a seguir:
a) sete chuveiros automáticos onde estiverem instalados apenas em um nível intermediário de chuveiros automáticos;
b) 14 chuveiros automáticos (sete em cada um dos dois níveis superiores) quando mais de um nível de chuveiros automáticos de níveis
intermediários for instalado.
NOTA 2 A demanda de água para os chuveiros automáticos instalados em níveis intermediários deve ser balanceada com a demanda de água
dos chuveiros automáticos de teto em seus pontos de conexão.
NOTA 3 Recipientes com capacidade igual ou inferior a 5,0 L não precisam ser do tipo com alívio de pressão.
NOTA 4 Prever um respiro com no mínimo 75 mm de seção, instalado na posição perpendicular às estruturas-suporte.
NOTA 5 Para os líquidos de classe IIIB, ver também a Tabela A.17.
NOTA 6 As estruturas-suporte podem possuir prateleiras construídas de malhas de arame nos níveis inferiores.
QR – a resposta rápida.
ESFR - resposta rápida de supressão antecipada.

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Tabela A.21 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos de


armazenamento paletizado de líquidos de classes II e III em recipientes intermediários para
granel, r ígidos e não metálicos

Altura Altura Proteção por chuveiros de teto


Capacidade
má xima de má xima Chuveiros Projeto
má xima Notas
armazenamento do teto Densidade U Area
L Tipo Resposta
m m min/m2 m2
Uma altura SR alta
3 000 9,0 K ≥ 160 18,3 270 1,2 e 3
(sem empilhamento) temperatura
Duas alturas SR alta
3 000 9,0 K ≥ 160 24,4 270 1,2 e 3
(com empilhamento) temperatura
NOTA 1 Proteção por chuveiros automáticos de espuma pode ser utilizada em substituição à proteção por chuveiros
automáticos de água, desde que sejam adotados os mesmos critérios de projeto.
NOTA 2 IBC rígidos e não metálicos que tenham sido submetidos a um ensaio-padrão de fogo, que tenham demonstrado
desempenho satisfató rio e que sejam identificados como ensaiados e aprovados, de acordo com a Norma Brasileira
aplic ável ou UL 2368.
NOTA 3 A pressão de operação dos chuveiros automáticos deve ser no mínimo de 207 kPa ( 2,0 kg/cm2).

Tabela A .22 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos de


armazenamento em estruturas- suporte de fileira simples ou dupla de líquidos de classe II e III
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em recipientes intermediários para granel, rígidos e não metálicos aprovados


Altura Proteção por chuveiros de teto
Capacidade Altura má xima
má xima
máxima do armazenamento Notas
do teto Tipo Projeto
L m
m

Tipo padrão
3 000 7,5 9,0 Ver 24.4.2 1, 2 e 3
- esquema B
NOTA 1 IBC r ígidos e não metálicos que tenham sido submetidos a um ensaio-padr ão de fogo, que tenham demonstrado
desempenho satisfatório e que sejam identificados como ensaiados e aprovados, de acordo com Norma Brasileira
aplicável ou UL 2368.
NOTA 2 Largura máxima da estrutura-suporte: 2,70 m.
NOTA 3 Largura m ínima dos corredores: 2,40 m.

Tabela A.23 - critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos para armazenamento
de resinas de poliéster insaturado, paletizado ou empilhado, em recipientes metálicos
Proteção por chuveiro de teto
Altura máxima Altura Chuveiros Projeto
Capacidade de maxima
Notas
L armazenamento do teto
Densidade Area
m m Tipo Resposta
L/min/m2 m2

SR
Temperatura
> 19 e < 230 3,3 10,0 K ≥ 160 normal 18,3 270 1, 2 e 3
ou alta
temperatura

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Tabela A.23 (continuação)


Proteção por chuveiro de teto
Altura má xima Altura Chuveiros Projeto
Capacidade de máxima
Notas
L armazenamento do teto
Densidade Á rea
m m Tipo Resposta
L/min/m2 m2

NOTA 1 Tambores colocados sobre estrados ranhurados, não encaixados, para permitir o alívio de pressão dos tambores situados nos
n í veis inferiores.

NOTA 2 As áreas de armazenamento contendo resinas de poliéster insaturado não podem situar- se na mesma bacia de contenção ou
próximas às áreas de canais de drenagem de outros líquidos de classe I ou II, a menos que sejam protegidas contra estes l íquidos.

NOTA 3 Os dispositivos de alívio de pressão de 20 mm e 50 mm, aprovados, são requeridos para recipientes cujas capacidades sejam
maiores que 25 L.

SR - resposta- padrão.

Tabela A.24 - Critérios de projeto para proteção por chuveiros automáticos para
armazenamento paletizado ou empilhado de recipientes em plá stico ou vidro contendo
líquidos miscíveis
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Proteção por chuveiros de teto


Capacidade e Altura Altura
tipo má xima de máxima Chuveiros Projeto
Notas
do recipiente armazenamento do teto
Densidade Área
kg m m Tipo Resposta
L/min/m2 m2

≤ 0,23 2 ,1 11 ,4 K ≥ 160 QR a 68°C 19,1 180

Tabela A.25 - Arranjos de armazenamentos para proteger pilhas paletizadas ou sólidas


de líquidos armazenados em recipientes e em tanques portáteis
Altura máxima de Quantidade má xima
Quantidade má xima a
Classe armazenamento por pilha
Andar do L
do m L
armazenamento
líquido Tanques Tanques Tanques
Recipientes Recipientes Recipientes
portáteis portáteis portáteis

Piso térreo 2,1 11 400 45 600

IA Pisos superiores 2,1 7 600 30 400

Porões NP NP

Piso térreo 2,1 2,1 19 000 76 000 57 000 152 000

IB Pisos superiores 2,1 2,1 11 400 38 000 45 600 76 000

Porões NP NP

Piso térreo 2,1 b 2,1 19 000 76 000 57 000 152 000

IC Pisos superiores 2,1 b 2,1 11 400 38 000 45 600 76 000

Porões NP NP

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Tabela A.25 (continuação)


Altura má xima de Quantidade máxima
Quantidade máxima a
Classe armazenamento por pilha
Andar do L
do m L
armazenamento
líquido Tanques Tanques Tanques
Recipientes Recipientes Recipientes
portáteis portáteis portáteis

Piso t é rreo 3 ,3 4,2 38 000 152 000 95 000 304 000

II Pisos superiores 3 ,3 4,2 38 000 152 000 95 000 304 000

Porões 2,1 2,1 28 500 76 000 28 500 76 000

Piso t é rreo 6,6 4,2 57 000 228000 209 000 380 000

Pisos superiores 6 ,6 4,2 57 000 228 000 209.000 380.000

Porões 3 ,3 2,1 38 000 76 000 95 000 152 000

NP: Não permitido.


a Quantidade máxima somente aplicada às salas isoladas ou edificações anexas.
b Estas limitações em altura podem ser aumentadas para 3,3 m para recipientes com capacidade inferior a 19 L.
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Tabela A.26 - Arranjos de armazenamento para estruturas- suporte protegidas armazenando


líquidos em recipientes e em tanques portáteis
Altura
Quantidade
má xima de
Classe de Andar do má xima em
Tipo de estrutura- suporte armazenamento
líquido armazenamento recipientes a - b
dos recipientes
L
m
Piso t é rreo 7,5 28 500

IA Fileira simples ou dupla Piso superiores 4,5 17 100

Porões NP

Piso t é rreo 7,5 57 000

IBelC Fileira simples ou dupla Piso superiores 4,5 34 200

Porões NP

Piso t érreo 7,5 91 200

II Fileira simples ou dupla Piso superiores 7,5 91 200

Porões 4,5 34 200

Piso t érreo 13,2 209 000

Fileira simples, dupla ou múltipla Piso superiores 6,6 209 000

Porões 6,6 95000

NP: Não permitido.


a Quantidade máxima permitida em estruturas- suporte situadas em salas isoladas e em edificações anexas.
b Quantidade máxima permitida por seção de estrutura- suporte situada em armazéns para líquidos.

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Tabela A.27 - Recipientes metálicos dos tipos com alívio comum e sem alívio

Tipo e capacidade
Tipo com alívio Tipo sem alívio
do recipiente
≤ 1 ,0 L (Nota 1) Todos NA

> 1 ,0 L e ≤ 25 L Recipientes metálicos com tampa Recipientes metálicos com bico


plástica ou recipientes em plástico em aço e tampa rosqueada em
(Nota 1) flexível ou rígido com tampa plástica aç o
Recipientes metálicos com tampa
≤ 4,0 L, com tampa
metálica de fricção (Por exemplo, latões NA
de fricção
de tinta)
Recipiente metálico com tampa metálica
> 4,0 L ≤ 25
fixada através de um tipo de dispositivo
L (tampa com NA
mecânico de pressão
orelhas)
(Por exemplo, Orelhas)

Recipiente metálico aberto pelo


topo, com tampa metálica sem
Recipiente metálico hermético ou aberto
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abertura no flange metálico


> 25 L ≤ 450 L pelo topo (tambores) , tendo no mínimo
ou recipiente aberto pelo topo,
(tambores) um plugue plástico de 50 mm
hermético, com abertura no
(Nota 2) (NOTA Plugues, se utilizados, precisam ser
flange metálico, onde somente
de plásticos e não metálicos)
plugues em aço e/ou selos para
plugues sejam utilizados

Tanque portátil metálico ou Recipiente


intermediário para granel metálico com
> 450 L e ≤ 3 000 L no mínimo um dispositivo de alivio ade- NA
quado ao projeto, construção e capaci-
dade do recipiente
NA: Não Aplicável.
NOTA 1 Todos os recipientes com capacidade ≤ 1 L não requerem al ívio de pressão, porque suas falhas são consideradas
sem consequências.
NOTA 2 O uso de plugues plásticos em vez de plugues metálicos em um tambor metálico, de forma a atender aos
requisitos de um recipiente com dispositivo de alivio deve contemplar os seguintes aspectos, de forma a assegurar uma
armazenamento de líquidos segura:
a) a compatibilidade dos materiais dos plugues plásticos e das gaxetas com os líquidos que serão armazenados;
b) a estabilidade e a vida útil dos l íquidos armazenados com plugues plásticos devem admitir exposição a vapor d’água,
ao oxigénio e a luminosidade;
c) a diferença entre os coeficientes de expansão do plugue plástico e do tambor metálico para aqueles tambores que
estiverem sujeitos a variações de temperaturas e a condições de calor e de frio ;
d) as características do ferramental envolvido no manuseio dos plugues plásticos, como o nível de torque, que é diferente
daquele aplicado nos plugues metálicos ;
e) o treinamento aplicado aos operadores que executam o enchimento dos tambores, de forma a evitar a danificação dos
plugues;
f ) existe proibição emanada da Organização das Nações Unidas quanto ao uso de plugues plásticos
em tambores met álicos.

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100
Porcentagem em peso de líquido inflamável ou combustível na mistura

90

Líquidos cobertos por 3,5


80

70

60

50

40

30 Líquidos cobertos por 3,5


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20

10

10 20 30 40 50 60 70 80 90 100

Viscosidade em milhares de centipoises à temperatura ambiente

Figura A.1 - Viscosidade versus concentração porcentual em massa de componente


inflamável ou combustível

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O líquido está excluído A seção 2.4 da


conforme 1.5 da ABNT NBR 17505-4
ABNT NBR 17505-4? não se aplica

Não

O líquido atende Sim Proteger usando os critérios aplicáveis


aos critérios de
a um líquido de classe III B
3.5?

Continuar

Não

O líquido atende Sim


aos critérios de Proteger usabdo a Tabela A.23
3.4

Não

O líquido Sim A A concentração


Não Não A concentração do
é miscível concentração do líquido é
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do líquido líquido é < 20 %


em água ≤ 50 % mas
é > 50 %? > 20 %?

Continuar Sim
Não
Sim Sim

o armazenamento Sim Proteger usando critérios Proteger usando critérios


é em estruturas Proteger usando as Tabelas para um produto da classe para um produto da classe
suporte? A.13, A.15 ou A.20 III conforme NFPA 13 I conforme NFPA 13

Não

O armazenamento
é uma combinação Sim
de estruturas Proteger usando as Tabelas A.13 (nota da Tabela A.5 )
suporte / estrutura
para exposição?

Não

O armazenamento
Sim
é em prateleiras? Proteger usando as Tabela A.18
(definido pela
NFPA 13)

Não

Sim Proteger usando as Tabelas


O armazenamento é paletizado?
A.14, A.16 ou A-20

Figura A.2 - Arvore de decisão para o critério de proteção para recipientes metálicos
contendo líquidos miscíveis e não miscíveis em água - Inflamável e combustível

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O líquido
está excluído A seção 24 da
conforme 1.5 da Sim
ABNT NBR 17505-4
ABNT NBR 17505-4?
* não se aplica

Não

O líquido
Sim Proteger usando os critérios para os plásticos do grupo A
atende aos critérios
não expandidas, como descrito na NFPA 13
de 3.5?

Continuar
Não

O
líquido é miscível Sim
Seguir para a figura A.4 c)
em água?

Não

O
Sim Proteger usando as Tabelas A.21 Sim
líquido é de classe
ou A.22 como aplicável.
III B?
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Não

O
líquido é Sim Proteger usando as tabelas A.21
de classe II ou ou
de classe III A? ou A.22 como aplicável

Não

A capacidade do São
Proteger o
Sim recipiente é inferior Não aceitáveis Sim armazenamento de
a 28 g e a embalagem os critérios
O líquido é de classe l? acordo com as orientações
consiste em 2 camadas contidos em
da Corporação de
de papelão? 24.1.6?
Bombeiros local

Não
Sim

Proteger usando critérios


para os plásticos do Grupo A O armazenamento está
não expandidos como desprotegido (ver Tabela A.9)
descrito na NFPA 13

Figura A.3 - Arvore de decisão para o critério de proteção para recipiente não metálico
contendo líquidosmiscíveis e não miscíveis em água - Inflamável e combustível

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O líquido é miscível
em água?

Sim

A A Proteger usando
Não Sim O recipiente Sim
concentração concentração critérios para um
tem
do líquido do líquido líquido de Classe III,
capacidade
é > 50 % ? é ≤ 20% ? como descrito na NFPA 13
> 20 L ?

Não Não

Sim
A concentração do
líquido é > 20 % mas ≤ 50 % ? Classificar como um
líquido não combustível
contido em um recipiente
combustível, como descrito
Continua
e protegido na NFPA 13

O
Sim O recipiente Proteger usando critérios
armazenamento Não
são Sim para um material plástico
* é em estruturas -suporte?
> 5 L? de grupo A como descrito
Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - LINK - 07.272.636/0001-31

na NFPA 13

O
Sim Proteger usando as
armazenamento
é em estruturas-suporte? > tabelas A.19 ou A.22,
como aplicável
ou

Não

Proteger o
Os
Sim armazenamento
Proteger usando as critérios de Sim
O armazenamento é proteção de 24.1.6 de acordo com as
poletizado?
* Tabelas A.21 ou,
A.24 como aplicável
ou
são aceitáveis?
orientações da
Corporação de
Bombeiros

Não

O armazenamento
está desprotegido
(ver Tabela A.9)

Figura A .4 - Arvore de decisão para o critério de proteção contra fogo para líquidos
inflamáveis e combustíveis miscíveis em água contido em recipientes não metálicos

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O líquido está excluído Sim Não é requerida qualquer


conforme 1.5 de
contenção ou drenagem
ABNT NBR 17505-4?
para derramamentos

Não

Todos
os recipientes
têm Sim
capacidade
≤ 40 L?

Não

Todos
os líquidos Sim
são da
Classelll B?

Não

Todos
os líquidos estão
armazenados em Sim
recipientes como
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definidos
em 3.4?

Não

Os líquidos estão Sim


armazenados em meios internos de
acordo com 20.2.1?

Não

densidade Sim Prever contenção contra


do líquido
é 1?
ll > derramamentos conforme
Seção 10

Não
Sim

A
viscosidade
Sim
do líquido é
> 10 000 cp?

A proteção existente
Não foi desenvolvida a partir de
Prever um controle
um projeto adequado de um
Não de dispersão de
sistema de chuveiros automáticos
de água e espuma
> líquido, conforme
de baixa expansão, sistema de 24.6.2
O líquido é uma mistura pó seco, CO1 ou neblina?
Sim
miscível em água com ≤ 50 % de um
líquido inflamável ou combustível e o resultado
obtido é uma mistura não
combustível?

Não

Figura A.5 - Contenção de derramamentos e controle de dispersão de líquidos em áreas


de armazenamento protegido

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ABNT NBR 17505-4:2015

Barreira sólida

- 1,2 m
I

x x
I
V/ sy \/
/ \ i
i 1,5 m 7\
+ t t T t
1,5 m
Mínimo de 2,5 m De 0 m a 0,3 m (máx.)
entre espaços entre montantes

Vista em planta

Defletores a uma distância máxima Defletores a uma distância mínima


de 2,0 cm abaixo da de 1,5 cm acima da
barreira X X X X X armazenagem

(máx.)
4,0 m
Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - LINK - 07.272.636/0001-31

X X X X X

(máx.)
4,0 m

/ / /

Vista em elevação

X Chuveiros automáticos de níveis intermediários, comuns, resposta rápida ( Qfl) K = 115.

Figura A.6 - Leiaute de chuveiros automáticos para uma estrutura- suporte de fileira única
Esquema de projeto “ A ”

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Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Somente para uso interno
ABNTNBR 17505- 4:2015

Barreira sólida
(sem interrupção no sentido longitudinal)

2,5 m - 3,0 m

i r
>:
i
i
i
i
i
i
*
i i 1,2 m i

(máx.)
3,0 m
J J L J

r r 1 r ~\ r ~\

I I 1,5 m
I I
I I I
*— t XU -X
V
t t r t t t

Mínimo de 2,5 m De 0 m a 0,3 m


entre espaços entre montantes

Vista em planta

Defletores a uma distância máxima Defletores a uma distância mínima


de 2,0 cm abaixo da de 1,5 cm acima da armazenagem
Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - LINK - 07.272.636/0001-31

barreira
x x

(máx.)
4,0 m

X X X
(máx.)
4,0 m

Vista em elevação

X Chuveiros automáticos frontais, comuns, resposta rápida (QR) K = 115.

• Chuveiros automáticos de corredor longitudinais, comuns, resposta rápida ( QR) K = 115.

Figura A.7 - Leiaute de chuveiros automáticos para uma estrutura- suporte de fileira dupla
- Esquema de projeto “ A ”

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Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Somente para uso interno
ABNT NBR 17505-4:2015

Barreira sólida
(sem interrupção no sentido
longitudinal)

x-1I J-X-4 J-x-f J-


I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
*
I I I I I I I I
I I I I I I I I
_i _
L -I l
1,2 m J -I
X r n
X r n r 1,5 m í r 1
X
i i i
i i 1,2 m -1,5 m i
i i
i i
L J J J J

- - , - - , - - , - -
X r
X r
I
X r
X r
I
" X
I I I I
I I I I I I
I I I I I I
I I I I I I
I I I I I I I
I I I I I
- - - - - - -
X
L

r
JX
n
L J
X
L J
X
L J

X
r 1 r r
I I I I I I I I
I I I I I I I I
I I I I I I I I
I I I I I I I I
x-t j- x-t j-X —t r -x-t Hf
Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - LINK - 07.272.636/0001-31

Vista em planta

Defletores a uma distância máxima


Defletores a uma distância mínima
de 2,0 cm abaixo da barreira
de 1,5 cm acima da armazenagem
\
,
X X X X WX i
(máx.)
4,0 m

Vista em elevação - Nível de barreira típico

X Chuveiros automáticos de níveis intermediários comuns, resposta rápida ( QR) , K = 115

Figura A.8 - Leiaute de chuveiros automáticos para uma estrutura-suporte de múltiplas


fileiras - Esquema de projeto “ A ”

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Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Somente para uso interno
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Barreira de compensado (mín. 9,3 mm) ou metálica (mín. 0,7 mm)


(sem interrupção no sentido longitudinal)
1,2 m - 1,5 m no centro
dos espaços longitudinais

X i X I X

Mínimo de 2,50 m Máximo de 0,30 m


1,5 m
entre espaços entre montantes
(máx.)

Vista em planta

Defletores a uma distância máxima


Defletores a uma distância mínima
de 2,0 cm abaixo da barreira
de 1,5 cm acima da armazenagem
\
X x X X X
Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - LINK - 07.272.636/0001-31

(máx.)
2,0 m
X X X X X

(máx.)
2,0 m
X X X X X (máx.)
2,0 m

X X X X X
(máx.)
2,0 m

Vista em elevação

X Chuveiros automáticos de níveis intermediários, comuns, resposta rápida ( QR) , K = 115.

Figura A.9 - Leiaute de chuveiros automáticos para uma estrutura-suporte de fileira única
Esquema de projeto “ B” - Chuveiros no centro da estrutura

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Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Somente para uso interno
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Barreira de compensado (mín. 9,3 mm) ou metálica (mín. 0,7 mm)


(sem interrupção no sentido longitudinal)
1,2 m - 1,5 m no centro dos
espaços longitudinais

f i- X-f
I I I I I I I I
I I I I I I I I
I I I I I I I I
I I I I I I I I
'f
A LL t
Mínimo de 2,50 m
* Máximo de 0,30 m de 1,5 m
entre espaços espaçamento entre montantes (máx.)

Vista em planta

Defletores a uma distância máxima


Defletores a uma distância mínima
de 2,0 cm abaixo da barreira
de 1,5 cm acima da armazenagem
\
X X X X X
Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - LINK - 07.272.636/0001-31

(máx.)
2,0 m
X X X X X

(máx.)
2,0 m

X X X X X
(máx.)
2,0 m

X X X X X
(máx.)
2,0 m

Vista em elevação

X Chuveiros automáticos de níveis intermediários, comuns, resposta rápida (QR) , K = 115.

Figura A.10 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura-suporte de fileira única -


Esquema de projeto “ B” - Chuveiros voltados para a estrutura

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Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Somente para uso interno
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Barreira de compensado (mín. 9,3 mm) ou metálica (mín. 0,7 mm)


(sem interrupção no sentido longitudinal)

1,2 m - 1,5 m no centro dos


espaços longitudinais
vS A
I I I I I I I I
I I I I I I I I

(máx.)
I I I I I I I
_
I

3m
J J i

r — — — — 1 r r “i r 2,4 - 3,0 m entre


I I I I I I I I
I I I I I 1 i 4. centros dos espaços
i i i i i i i i transversais
\ t iX
Mínimo de 2,50 m Máximo de 0,30 m de
entre espaços espaçamento entre montantes

Vista em planta

Defletores a uma distância máxima


Defletores a uma distância mínima
de 2,0 cm abaixo da barreira
de 1,5 cm acima da armazenagem
\
X X X
Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - LINK - 07.272.636/0001-31

(máx.)
2,0 m
X X X

(máx.)
2,0 m

X X X
(máx.)
2,0 m

X X X
(máx.)
2,0 m

X///

Vista em elevação

• Chuveiros automáticos de corredor (sem coletor de calor) , comuns, resposta rápida (QR) , K = 115.

X Chuveiros automáticos frontais, comuns, resposta rápida ( QR) , K = 115.

Figura A.11 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura-suporte de fileira dupla -


Esquema de projeto “ B”

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Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Somente para uso interno
ABNT NBR 17505-4:2015

Barreira sólida

+ + + + + + + +
1,2 m
X ,
I
X 1,5 m X
l\

A'
t i 1 + t + t +
Mínimo de 2,50 m 0 m a 0,30 m entre 1,5 m
entre espaços montantes (máx)

Vista em planta (opção 1)

1,2 m - 1,5 m entre centros no


sentido transversal
+ +
X+ + + + + +
I I I I
w
I I I I Xi I A
t + + +X4 + t +
Mínimo de 2,50 m 1,5 m
0 m a 0,30 m entre
(máx)
montantes

Vista em planta (opção 2)


Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - LINK - 07.272.636/0001-31

Defletores a uma distância


máxima de 2,0 cm abaixo Defletores a uma distância
da barreira máxima de 1,5 cm acima
da armazenagem
X X X X X
não limitada
Altura

X X X X X
São requeridas barreiras
iniciando acima da primeira
ou segunda camada acima
distância vertical 2,0 m (máx.)
por camada

i
de cada segunda camada em
I

diante. São sempre requeridas


barreiras acima da camada
superior
X
4,0 m (máx.) de

1

/

Vista em elevação

X Chuveiros automáticos frontais, comuns, resposta rápida ( QR) , K = 115.

Figura A.12 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura- suporte de fileira única
- Esquema de projeto “ C”

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Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Somente para uso interno
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Barreira sólida
sem interrupção no
sentido longitudinal

I I I I I 2,5 Im - I 3,0 m I
i I I i T T T
I I I I I I I I

(máx.)
_ _ 1,2 m _

3m
oL
j L J

r 1 r ~i r
1,5 m
t r 1

I I I I I I I I
I I I I I I I I
I I I I I I I I

Mínimo de 2,5 0 m a 0,30 m entre


entre espaços montantes

Vista em planta

Defletores a uma distância Defletores a uma distância mínima


máxima de 2,0 cm abaixo da barreira de 1,5 cm acima da armazenagem

X X XX
Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - LINK - 07.272.636/0001-31

não limitada
Altura

X X X
São requeridas barreiras
iniciando acima da primeira
ou segunda camada e acima
por camada

de cada segunda camada em


de distância vertival 2,0 (máx.)

diante. São sempre requeridas


barreiras acima da camada
superior.
entre barreiras
4,0 m (máx.)

/
/ / /

Vista em elevação

í) , K = 115.
X Chuveiros automáticos frontais, comuns, resposta rápida ( Qf

• Chuveiros automáticos de corredor, comuns, resposta rápida ( QR) , K = 115.

Figura A.13 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura-suporte de fileira dupla -


Esquema de projeto “ C”

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Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Somente para uso interno
ABNT NBR 17505-4:2015

Barreira sólida
(sem interrupção no
sentido longitudinal)
X
+
X
Z X

3,0 m (máx.)
I I I
I I I
L J L _1 1,2 m L J L

r r 1,5 m r “i r 1

I I I I I I I I
I I I 1,2 m
I -1,5
I m I I I
I I I I I I I I
L J

•—
L J L J L - J

r ~i r — — — 1 r “i r — — 1

I I I I I I I I
I I I I I I I I
I I I I I I I I
L _ -I L-
— — — _ ] L _l l _ -I
r “i r ~]
r 1 r
I I I I
I I
I I I I
I I I I I I

X
i + + X + + + t
X

Vista em planta

Defletores a uma distância


máxima de 2,0 cm abaixo
Defletores a uma distância mínima
X X de 1,5 cm acima da armazenagem
Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - LINK - 07.272.636/0001-31

não limitada
Altura

X
entre barreiras por camada

São requeridas barreiras iniciando


de distância vertival 2,0 (máx.)

acima da primeira ou segunda camada


e acima de cada segunda camada em
diante. São sempre requeridas barreiras
acima da camada superior.
4,0 m (máx.)

Vista em elevação

X Chuveiros automáticos frontais, comuns, resposta rápida ( QR ) , K = 115 .

• Chuveiros automáticos de corredor, comuns, resposta rápida ( QR ) K = 115.

Figura A.14 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura- suporte de múltiplas fileiras
- Esquema de projeto “ C”

68 © ABNT 2015 - Todos os direitos reservados

Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Somente para uso interno
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3,0 (máx.)

2,0 (máx.)
x X X

Vista em planta
paletizado
2,0 m

4,5 m (máx)
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X X X
paletizado
(case cut)
2,3 m

2,5 m
ou

Vista em elevação

X Chuveiros automáticos de níveis intermediários, comuns, resposta rápida (QR) , K = 160.

Figura A.15 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura- suporte de fileira dupla
- Esquema de projeto “ G”

© ABNT 2015 - Todos os direitos reservados 69


Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Somente para uso interno
ABNT NBR 17505-4:2015

3,0 m (máx.)
X X X

Vista em planta

3,0 m (máx.)

X X X

3,0 m (máx.)

3,0 m (máx.)
Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - LINK - 07.272.636/0001-31

3,0 m (máx.)

X X X

3,0 m (máx.)

Vista em elevação

• e X Chuveiros automáticos de níveis intermediários, comuns, resposta rápida ( QR) , K = 115.

Figura A.16 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura-suporte de fileira dupla


- Esquema de projeto “ I” - Opção # 1

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Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Somente para uso interno
ABNT NBR 17505-4:2015

3,0 m (máx.)
X X X X X

Vista em planta

1,5 m
(máx.)

X X X X X

3,0 m (máx.)
Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - LINK - 07.272.636/0001-31

X X X X X

3,0 m (máx.)

Vista em elevação

X Chuveiros automáticos de níveis intermediários, comuns, resposta rápida ( QR) , K = 115.

Figura A.17 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura- suporte de fileira dupla -
Esquema de projeto “ I” - Opção # 2

© ABNT 2015 - Todos os direitos reservados 71


Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Somente para uso interno
ABNT NBR 17505-4:2015

3,0 m (máx.)
X X X

Vista em planta

3,0 m (máx.)
3,0 m (máx.)
Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - LINK - 07.272.636/0001-31

X X

4,5 m (máx.)
3,0 m (máx.)
(máx.)
1,5 m

Vista em elevação

• e X Chuveiros automáticos de níveis intermediários, comuns, resposta rápida (QR) , K = 115.

Figura A.18 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura- suporte de fileira dupla -
Esquema de projeto “ H” - Opção # 1

72 © ABNT 2015 - Todos os direitos reservados

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3,0 m (máx.)
X X X X X

Vista em planta

1,5 m
(máx.)
Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - LINK - 07.272.636/0001-31

X X X X X

4,5 m (máx.)

Vista em elevação

• e X Chuveiros automáticos de níveis intermediários, comuns, resposta rápida ( QR ) , K = 115.

Figura A.19 - Leiaute de chuveiros automáticos para estrutura-suporte de fileira dupla -


Esquema de projeto “ H” - Opção # 2

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i I I I
ãã
i í í í
m
í í í
II
t í f
Proteger se o
poço estiver
a menos de 15 m
A do edifício
LJ w âr
Dreno principal Dreno da canaleta /

Figura A.20 - Esquema geral para controle de derramamentos de líquidos em armazéns

Dreno principal
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Armazenamento Armazenamento

Armazenamento Armazenamento
Dreno da
canaleta

Armazenamento Área igual à Armazenamento


área de projeto do
chuveiro aumático

Figura A .21 - Vista em planta do controle delíquidos em armazéns

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Chapa removível Grade removível

i 1/3
Mill INI

1/3 1/3

Sifão

Figura A.22 - Detalhes do projeto de drenagem de caneletas


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\ /
\ /
\ /
\ /
\ /

Área máxima
igual à área de
projeto do
chuveiro
/ automático
/
/ \
/ \
/ \

dfc

Legenda:
©
- © c

© Dreno Coluna

Figura A .23 - Arranjo típico de drenos de piso

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Figura A.24 - Detalhes de purgador selado por líquido


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Anexo B
(informativo)

Material explanatório

Introdução
Este Anexo contém material explanatório em numerado de forma a corresponder aos textos das
diversas seções, subseções ou parágrafos desta parte da ABNT NBR 17505. O número associado
à letra B corresponde à seção ou subseção do texto desta parte da ABNT NBR 17505.

B.3.3 Na Tabela A.27 constam exemplos de recipientes metálicos comumente utilizados e sem
sistema de alívio, para os arranjos de armazenamento protegidos, conforme, consta na Tabela A.13
a A.24.

B.3.4 Resinas de poliéster insaturado ( UPR ) são polímeros de alto peso molecular dissolvidos
em um monômero reativo, usualmente estireno, em concentrações de 50 % ou menos em peso.
UPR são combinados com reforços como fibras de vidro e/ou filamentos para produzir um grande
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range de produtos. Exemplos de tais produtos incluem peças automobilísticas, encanamentos para
banheiros e chuveiros, mármore sintético e muitos produtos para construção civil e resistentes
à corrosão. UPR são normalmente embalados em tambores com 210 L.

B.5.1 Não é o propósito da Seção 5 regulamentar recipientes e sistemas de envasamento


e embalagem de líquidos de Classe IIIB, exceto quando requerido para a proteção do armazenamento
de acordo com a Seção 24 .

B.5.1.5.e) 0 termo recipiente intermediário para granéis em material r ígido não metálico é usado
para descrever um recipiente intermediário para granel que tenha um vaso plástico que sirva como
componente primário na contenção de um líquido. O vaso pode ser encapsulado ou encerrado por
uma estrutura externa consistindo em uma gaiola de aço, uma parede simples metálica, uma clausura
plástica ou uma parede dupla de espuma rígida ou de plástico sólido ou de papelão. Estas embalagens
são frequentemente chamadas de IBC compostos, que é o termo usado pela Agência Nacional
de Transportes Terrestres ( ANTT) para descrevê-los. O termo recipiente intermediário para granel
rígido não metálico também denota um IBC todo em plástico de paredes simples, que pode ou não ter
uma base plástica separada e para a qual o vaso de contenção tamb ém sirva como estrutura-suporte.
Os IBC que têm uma estrutura metálica externa estanque são considerados IBC metálicos ou tanques
portáteis metálicos pela ANTT e são descritos em 5.1.1 a).

B.6 Os requisitos da ABNT NBR 17505- 2:2013, Seção 4, são baseados nos riscos associados
aos armários de armazenamento. A Seção 4 não avalia os riscos associados aos armários
de armazenamento móveis (isto é, armários dotados de rodízios). Tais riscos podem ser os seguintes :

a) aumentodo risco de vazamentos;

b) potencial para tombamento ou bloqueio de saída;

c) manutenção do respiro e da integridade do aterramento;

d) condições variáveis das superf ícies expostas sob o armário.

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B.6.4 A ventilação de armários de armazenamento não se mostrou ainda necessária para fins
de proteção contra fogo. Uma ventilação adicional do armário pode comprometer sua capacidade
de proteger adequadamente o conteúdo contra fogo, já que os arm ários geralmente não são ensaiados
quanto à ventilação. Portanto, a ventilação de armários de armazenamento não é recomendada.

Contudo, admite-se que alguns processos possam requerer armários de armazenamento com
ventilação, o que pode ser desejável por outras razões, como, por exemplo, por motivos de saúde
e segurança. Nestes casos, o sistema de ventilação deve ser instalado de uma forma que não possa
afetar substancialmente o desempenho desejável do armário durante uma ocorrência de fogo. Os meios
para atingir este objetivo podem incluir válvulas ativadas termicamente nas aberturas de ventilação,
ou um sistema de tubulação suficientemente isolado para evitar um aumento de temperatura interna,
acima da especificada, dentro do armário. Qualquer renovação de ar do armário também deve ser feita
de maneira similar.

Caso o armário seja ventilado, esta ventilaçã o deve ser feita pelo fundo, enquanto a renovação
de ar é feita pelo topo.

Também é aconselhável a ventilação por exaustão mecânica e esta deve estar em conformidade com
a NFPA 91. Deve ser evitada a derivação de tubos de armários de armazenamentos múltiplos.

B.6.4.2 Um “ local seguro” deve ser selecionado como o local paraa descarga de um respiro para
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minimizar o potencial de desenvolver a ignição de vapores na direção de uma fonte de ignição depois
da descarga de um respiro. Equipamentos elétricos que não atendam aos requisitos para um local
perigoso podem servir como uma fonte de ignição. Aconselha-se que a localização das descargas
de respiros considere fatores como os seguintes:

a) características do material descarregado pelo respiro (densidade do vapor, toxidez, velocidade


da descarga etc.) ;

b) proximidade de fontes de ignição potenciais;

c) aberturas das edificações, como portas, janelas, tomadas de ar e outras;

d) características da dispersão (distância para descarga dentro de uma faixa de inflamabilidade,


direção da descarga, condições atmosféricas e influência dos vapores descarregados
na edificação e nas edificações vizinhas) ;

e) probabilidade de acumulação de vapor em continuidade à descarga, como acumulação sob


reentrâncias em fachadas de edificações;

f) probabilidade de volume de descarga suficiente para permitir uma concentração tal que promova
a ignição, caso atinja uma fonte de ignição.

Historicamente, a ABNT NBR 17505 tem provido uma orientação que serve de guia, frequentemente
com base nos requisitos de classificação de área e os resultados têm sido aceitáveis. Distâncias
mais curtas podem ser aceitas somente se uma análise por um profissional qualificado justificar
distâncias menores. Similarmente, as distâncias especificadas podem não ser aceitáveis,
em decorrência de análise t écnica, para todas as Instalações, embora a orientação acima
as indiquem.

B.6.5 A ANSI Z535.2:2007, Section 9.2, Environmental and facility safety signs, tem usado
para determinar o tamanho da letra, com base na visualização a uma distância segura de 7,5 m.
As marcações podem ser refletivas para melhorar a visibilidade. Se forem utilizados símbolos
internacionais, eles devem ter uma dimensão mínima de 50 mm.

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B.12 A contenção de derrames pode ser realizada por quaisquer das seguintes soluções:

a) soleiras elevadas, guias (meio-fios) ou aclives, estanques e fabricados em material não combustível
com altura adequada e instalados na abertura para o exterior ;

b) soleiras elevadas, guias (meio-fios) ou aclives, estanques e fabricados em material não combustível,
com altura adequada ou outras estruturas de desvio de fluxos instaladas nas aberturas internas;

c) pisos inclinados;

d) canaletas com grades ou drenos de piso que estejam conectados a um sistema projetado
adequadamente ;

e) caixas de alvenaria que descarreguem em um local seguro ou em um sistema de drenagem


adequadamente projetado;

f) outros meios que sejam aceitáveis.

Onde soleiras, guias ou aclives forem usados, a sua altura apropriada depende de uma série de
fatores, incluindo o volume máximo de derrames esperado, a área do piso e a existência de algum
sistema de drenagem. Usualmente, soleiras e guias têm 100 mm de altura.
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A variação de alturas de soleiras, guias e aclives pode ser usada para obter o volume de contenção
desejado. Como uma orientação, 1 m2 de água com uma altura de 25 mm é igual a 25 L de água.
Uma vez que a quantidade total de líquido a ser contido esteja estabelecida, a altura necessária
da soleira, guia ou aclive pode ser calculada. Onde for usada canaleta com grade aberta, o volume
da canaleta deve ser adequado para conter o volume máximo esperado de derrames ou, caso contrário,
deve ser conectada a um sistema de drenagem adequadamente projetado.

E necessário observar que as contenções e drenagens acima enfocadas baseiam-se sob o ponto de
vista da proteção contra inc êndios. Deve-se consultar os regulamentos apropriados de proteção ao
meio ambiente para outras restrições, que podem ser aplicadas ao caso.

B.14.1 Vazamento de líquidos de classe IA, no interior de uma sala ou de um ambiente fechado, pode
resultar na formação de grandes quantidades de vapores inflamáveis. A ignição desta mistura inflamável
pode resultar em um aumento significativo de pressão, produção de gases de combustão aquecidos
e chamas. Os projetos, que não considerarem adequadamente a NFPA 5000, são considerados falhos
porque podem causar danos em paredes e estruturas, pelo fato destas não suportarem o aumento das
pressões. Um método aceitável de proteção contra este tipo de evento é o uso de construções com
danos limitados, consistindo em uma combinação de construção com alívio de pressão e resistente
à pressão, como descrito na NFPA 68.

B.14.2 Líquidos instáveis podem gerar riscos de deflagração ou detonação. Uma avaliação completa
de engenharia, sobre o tipo de evento que pode ser produzido por um líquido instável, é necessária para
definir as medidas de proteção. Medidas de proteção contra detonações requerem formas adequadas
de construção, como a adoção de barricadas.

B.18.1.6 A utilização de uma sala de armazenamento de líquidos, ou de um cubículo de armazena-


mento de materiais perigosos como sala interna, não é obrigatória em uma área comercial, quando
as quantidades estabelecidas na Tabela A.7 não forem superadas. Se a construção de tais espaços
for utilizada no interior de uma área comercial, devem-se adotar as orientações contidas na Seção 1.

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B.20.4.4 Exceção N9 2 Esta exceção é baseada em um trabalho da Factor Mutual Global, que
demonstra que líquidos inflamáveis em recipientes plásticos podem causar incêndios incontroláveis
sob certas condições de armazenamento em armazéns gerais. Um projeto de pesquisa sobre
armazenamento de líquidos inflamáveis em recipientes, executado pelo Underwriters Laboratories Inc.
(UL) , sob os auspícios da NFPA , tem sugerido um protocolo de ensaios que pode avaliar a capacidade
de sistemas de envase, para resistir a pequenas fontes de ignição ou para determinar a taxa mínima
na qual vazamentos originados de recipientes podem resultar em inc êndios controláveis por sistemas
de chuveiros automáticos.

B.21.1.1 O propósito dos requisitos da separação é assegurar que um armazém para líquidos
inflamáveis e combustíveis desprotegido e destacado esteja adequadamente separado de ocupações
expostas dedicadas a negócios, indústrias, comércio e armazenamento, se estiverem ou não
localizadas na mesma propriedade ou em uma propriedade adjacente do outro lado do limite
da propriedade. Notar que se ozoneamento ou outra restrição legal aplicável e propriedade adjacente
for tal que só forem permitidas, na propriedade adjacente construções para ocupações com negócios,
indústrias, comércio ou armazenamento a distância estabelecida em 21.1.1 deve ser obedecida.
Se a propriedade adjacente não for zoneada ou não houver legalmente restrições que definam as
ocupações com negócios, indústrias, comércio ou armazenamento, como ocupações mais sensíveis
que possam ficar expostas a uma edificação destacada, então as distâncias de separação mais
restritivas contidas em 21.1.2 podem ser usadas para estabelecer a separação adequada.
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B.21.1.2 Ver também B.21.1.1. O propósito da distância de separação prevista em 21.1.2


é assegurar que uma separação apropriada seja prevista entre um armazém para líquidos desprotegido
e ocupações mais sensíveis, como assembléias, educandários, clínicas e outras.

B.22 Conceitos de preservação do meio ambiente têm definido regras especiais para o manuseio
de materiais perigosos, produtos químicos e resíduos líquidos. Alguns destes materiais têm
caracter ísticas de líquidos inflamáveis e combustíveis,além de poderem provocar problemas ambientais
e de saúde, levantando questões sobre a forma de serem estocados e manuseados.

Vários fabricantes têm resolvido este problema com o projeto e construção de cubículos móveis
e modulares pré -fabricados, trabalhando diligentemente com vários construtores e autoridades
competentes. Estes resultam na concepção de um produto que pretende atender às normas
governamentais e aos regulamentos para o armazenamento de materiais perigosos. Vários
órgãos públicos têm adotado modelos cobrindo o projeto, construção e localização de cubículos
de armazenamento de materiais perigosos. Os conceitos de projeto incluem, mas não se limitam a,
o seguinte:

a) poços secundários para contenção de vazamentos;

b) ventilação de deflagração;

c) requisitos para ventilação, incluindo ventilação mecânica, onde houver expectativa de operações
de envase;

d) equipamentos elétricos para locais perigosos conforme ABNT NBR 17505-6:2013;

e) controle de eletricidade estática;

f) sistemas de extinção de inc êndio (pó químico ou chuveiros) ;

g) projeto de estruturas resistentes para o seguinte:

1) provisões para segurança do património;

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2) portas que travem e permitam o carregamento de paletes;

3) carga de vento, carga de neve e condições de carga de armazenamento;

4) provisão de ancoragem;

5) projeto de bases móveis, permitindo a relocação, utilizando empilhadeiras.

h) paredes externas resistentes ao fogo, se requeridas;

i) divisórias internas para segregar materiais incompatíveis;

j) limitação de tamanho para restringir as quantidades que possam ser armazenadas dentro
de instalações pr é-montadas ou prontas para montar ;

k) pisos não faiscantes;

I) prateleiras, se requeridas;

m) unidades de aquecimento ou resfriamento, se necessárias;


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n) proteção contra corrosão, como requerida;

o) proteção para segurança dos empregados (lavadores de olhos, chuveiros de segurança etc.) ;

p) adoção de símbologia e r ótulos de segurança.

As caracter ísticas adotadas são determinadas para os requisitos de armazenamentos específicos


e necessitam de que o proprietário tenha em mente as regulamentações aplicáveis e as condicionantes
estabelecidas na aprovação do projeto pelas autoridades competentes.

B.24 Ver a NFPA 30, Anexo E, para limitações dos critérios de proteção da Tabela A.13
a Tabela A.24, particularmente para IBC e tanques portáteis com capacidades superiores a 230 L.

Armazéns protegidos, aprovados e construídos em datas anteriores à edição da ABNT NBR 17505,
podem continuar armazenando, se a classe e a quantidade de líquido armazenada, a proteção contra
incêndio e a configuração da edificação não sofrerem modificações. As Tabelas A.25 e A.26 podem ser
utilizadas como uma referência para arranjo de armazenamento, aprovado e existente anteriormente,
nas áreas de armazenamento de líquidos.

Para certos líquidos, como acetona, ésteres e álcoois, o mínimo requerido de densidade estabelecida
de espuma, geralmente, é superior à especificada para proteção dos demais líquidos combustíveis
e inflamáveis.

Chuveiros automáticos do tipo ESFR têm sido testados na proteção de armazenamentos de líquidos,
somente para verificar a eficácia dos dados estabelecidos em 24.3. Qualquer outro uso de chuveiros
ESFR no armazenamento, necessita ser aprovado por projetos de engenharia que façam uma
avaliação da probabilidade de falhas do sistema de chuveiros, em uma grande área horizontal de fogo,
que exceda a área de aplicação para o sistema ESFR.

As informações contidas nas Tabelas A.13 a A.24 foram obtidas em ensaios de escala real, onde
somente um fator K foi adotado para cada ensaio, sendo que o maior diâmetro demonstrou ser o mais
eficaz no controle do fogo e dos danos.

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Quando forem verificadas as caracter ísticas de resposta (QR ou SR) , o chuveiro QR demonstrou
melhor controle do fogo e danos.

Nos ensaios com recipientes metálicos não foram utilizados tambores de alumínio.

B.24 2 - parágrafo. Até o momento não foram realizados ensaios reais para determinar os critérios
de projeto apropriados para proteger contra incêndios de líquidos instáveis ou de classe I A.

B.24.3.1.6.2 A maioria dos ensaios de fogo que usam esquemas de proteção com espuma tem
sido executada com descarga imediata de solução de espuma, a partir de chuveiros automáticos
operacionais. Se for observado um retardo apreciável antes da espuma apropriadamente proporcionada
ser descarregada, pode significar que o controle do incêndio não será alcançado. Um método
de concretização imediata da descarga de solução de espuma é pela utilização do proporcionador
com balanceamento da pressão em linha.
B.24.4 A distância de separação de 2,4 m, requerida em 24.4, é medida da face de uma estrutura-
suporte ( rack ) armazenando líquidos at é a face de uma estrutura-suporte armazenando líquidos
e/ou outra área de armazenamento, do outro lado do corredor, em uma estrutura-suporte adjacente.
Projetistas de estruturas-suporte, normas e códigos têm indicado necessidade de rever leiaute
pelo fato de que muitas arrumações de estruturas-suporte envolvem o armazenamento de paletes
que ultrapassam as dimensões das estruturas-suporte. Portanto, embora os membros estruturais
da estrutura-suporte possam ser arranjados para manter um corredor de 2 ,4 m entre as estruturas-
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suporte, a distância entre os limites do material armazenado nas estruturas-suporte pode ser menor
que 2 ,4 m, quando as estruturas-suporte estiverem cheias com paletes. Isto não estará de acordo com
os requisitos estabelecidos em 24.4.

B.24.6.2 Em 24.6 é requerido que o controle da dispersão de líquidos seja previsto, a fim de prevenir
um empoçamento no piso que, em caso de incêndio, provocará a abertura de mais chuveiros do que
aquele considerado no projeto do sistema. Por exemplo, se o sistema de chuveiros estiver projetado
para prover uma taxa de 18 L/min/m2 em 280 m2, em 24.6.2 requer que a dispersão do líquido seja
também limitada a 280 m2. Vários meios estão disponíveis para atingir este controle.

Métodos t ípicos usam canaletas ou poços de drenagem que dividem o piso da área de armazenamento
em retângulos que têm área igual ou menor que a área de aplicação do sistema de chuveiros.
Os drenos são centralizados sob as estruturas-suporte e o piso tem caimento para as canaletas
de drenagem com um caimento mínimo de 1 %. O piso é feito mais alto junto às paredes. Ver Figuras A.20
e A.21. Canaletas podem ser dispostas como descritos na NFPA 15 e como mostradas na Figura A.22.
As grades de cobertura das canaletas devem dispor de 1/3 em seu comprimento de peças removíveis.
Os pontos de drenagem podem ser similarmente arranjados. Um outro método, mostrado na
Figura A.23 utiliza os pontos de drenagem localizados junto às colunas da edificação, onde a área entre
quatro colunas não exceda a área do sistema de chuveiros. O piso dispõe de caimento em direção
do fluxo de água para os drenos.

Conexões para os drenos devem ser providas de purgadores, arranjados de acordo com a NFPA 15.
(ver Figura A.24). Para introduzir um fator de segurança, as tubulações de drenagem devem ser
dimensionadas para escoar 150% da descarga projetada do sistema de chuveiros. A seguinte equação
pode ser usada para calcular o fluxo pela tubulação de drenagem:

F = 1 ,5 D × A

onde

F é o fluxo, expresso em litros por minuto (L/min) ;

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D é a vaz ão de projeto do chuveiro, expressa em litros por minuto por metro quadrado (L/min/m2) ;

A é a área de projeto por chuveiro, expressa em metros quadrados ( m2).

Sala interna

Salas confinadas

Edificação anexa
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Armazém para líquidos (anexo)

Armazém para líquidos (destacado)

Áreas destinadas ao armazenamento de líquidos

Figura B.1 - Exemplos das várias áreas internas de armazenamento de líquidos

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[ 5] NFPA 230, Standard for fire doors and other opening protectives

[6] NFPA 505, Fire safety standard for powered industrial trucks including type designatios, areas
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[7] NFPA 5000, Building construction and safety code


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