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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CARIRI 

COMUNICAÇÃO SOCIAL – JORNALISMO 


PROJETO DE PESQUISA 

MARIA DA CONCEIÇÃO DUARTE

PROJETO DE PESQUISA DO LIVRO-REPORTAGEM:


MULHER TIMBA – AS LAVADEIRAS DA MINHA RUA NO BAIRRO
TIMBAÚBA

JUAZEIRO DO NORTE – CE  


MAIO DE 2019
1 – Título
Mulher Timba – As lavadeiras da minha rua no bairro Timbaúba

2 – Tema
O tema escolhido tem como objetivo expor, narrar, explorar a história de vida e
profissional das lavadeiras da minha rua, localizada no bairro Timbaúba na cidade de
Juazeiro do Norte - CE. O discurso apresentado por essas mulheres durante as
entrevistas deixa em evidencia questões sociais e familiares que merecem total atenção
no campo comunicacional; trazendo a tona a realidade de diversas mulheres brasileiras
que por questões sociais como exclusão, falta de oportunidades e baixo nível
educacional assumem profissões com baixa remuneração e alto índice de esgotamento
físico e mental.
Grande parte desse grupo de mulheres estudou até o ensino fundamental I com
alfabetização mínima, ou seja, sabem ler e escrever, mas não conseguem ir além do que
foi aprendido no período escolar; em alguns casos algumas mulheres não possuíram
oportunidade de ir à escola ou de se alfabetizar.
A vida social de todas as entrevistadas apresenta níveis de pobreza e
dificuldades financeiras, um componente que impulsiona suas vidas laborais. Advindas
de famílias pobres e com um grande número de irmãos, essas mulheres são apresentadas
ao trabalho desde cedo; muitas deles iniciaram suas funções no lar aos 5/6 anos de idade
realizando os cuidados domésticos. Cuidar da casa e dos irmãos não era uma opção e
sim uma obrigação, já que seus pais trabalhavam fora de casa; a rotina era deixar os
irmãos quietos, limpos e a casa organizada com comida preparada.
Por volta dos 11 anos todas elas já começaram a trabalhar de fato, na roça ou
como empregada doméstica (ainda com o intuito de levar mantimentos para casa); não
era possível brincar, estudar ou descansar, isso era atividades para quem tinha uma
condição socioeconômica mais estabilizada. Percebemos então que todas as
entrevistadas não tiveram a oportunidade de desempenhar seu papel principal na
infância, o de ser criança. A condição de vida não permitiu maiores oportunidades e
encaminhou as mesmas para trabalhos manuais e domésticos desde muito cedo,
ceifando a possibilidade de estudos e talvez outros sonhos.
Outro fator importante que causa impactos na vida dessas lavadeiras é o
pudor/desconhecimento em relação a educação sexual/reprodutiva, impulsionando
relações amorosas precoces sem nenhum nível de entendimento do próprio corpo. Nessa
questão também existe o comportamento ético/moral e religioso das famílias que não
conversam ou orientam essas mulheres, mas lhe colocam em uma situação de vergonha,
repulsa ao comentar ou vivenciar a sexualidade.
O tema sexualidade aparece como fator determinante na vida social dessas
mulheres, o sistema patriarcal que estamos inseridos determina que a mulher possui um
corpo e que esse corpo tem uma função social. No caso das lavadeiras conforme
relatado por elas mesmas, não havia e não podia se falar em sexo; mas era
extremamente indiscutível o controle do pai (genitor) sobre sua vida e corpos.
Ocasionando assim desinformação, medo e na grande parte das vezes comportamentos
de rebeldia; muitas delas iniciaram sua vida sexual sem saber do que se tratava de fato
ou de como uma criança é concebida, mas em todas as entrevistas as lavadeiras retratam
sua vida sexual como algo que “não podia antes de casar”, “meu pai não permitia”, não
sabia como uma criança nascia”.
Frases comuns como essas são faladas e deixadas de lado mas no contexto social
percebemos que o controle dos corpos está inserido na vida dessas mulheres, e como foi
dito anteriormente o patriarcado determina suas funções sociais e aplica situações na
vida delas de forma violenta, ocasionando casamentos arranjados, filhos na adolescência
e a criação de um novo núcleo familiar de forma compulsória.
Os três motivadores sociais citados anteriormente (educação, situação
socioeconômica e sexualidade) são fatores de extrema importância para o
comportamento e desenvolvimento dessa mulher no ambiente social. Com tantos
problemas e dilemas a vida adulta inicia na adolescência com trabalho manual para
conseguir manter os alimentos do lar, em seguida as gestações sem nenhum tipo de
planejamento e após isso a obrigatoriedade de formar uma família, gerando a
necessidade de desenvolver alguma profissão em casa, para facilitar os cuidados com a
casa e filhos, sem deixar de lado a independência financeira.
Com o avanço tecnológico grande parte das lavadeiras mudaram de profissão ou
passaram a usar a máquina de lavar, diminuindo consideravelmente sua carga de
trabalho. Mas a abordagem realizada nesse trabalho se atenta a permanência de uma
cultura profissional que usa artimanhas manuais para praticar o oficio; a forma que
essas mulheres foram entrevistadas nos apresenta uma observação social dos caminhos
trilhados desde o início da profissão, levando em consideração o ambiente familiar,
situação socioeconômica, nível escolar, acesso á informação sexual/reprodutiva, escolha
da profissão e/ou causalidades que levaram até ela, entre tantas questões que podemos
observar como motivadores para um estilo de vida/profissão.
2.1 – Justificativa
A profissão exercida exige dessas mulheres trabalho manual e força física, mas
fica claro que a história de vida dessas lavadeiras apresenta maiores problemáticas,
desde a falta de oportunidade, esquecimento social e desvalorização do trabalho. Assim
notei a necessidade de uma intervenção nesse espaço, pautando as questões
apresentadas pelas entrevistadas utilizando os métodos jornalísticos disponíveis, como:
jornais, revistas, plataformas digitais, áudio visual ou produto radiofônico. No caso
desse trabalho o intuito é desenvolver um livro-reportagem com falas, analises, imagens
e contextualização da realidade vivida e observada no ambiente familiar,
socioeconômico, educacional e ampliando o tema com a vivência e permanência no
bairro Timbaúba, localizado em Juazeiro do Norte - CE. 
O livro-reportagem dispõe de uma liberdade jornalística para apresentar e
intervir o tema com uma interpretação dos fatos com maior profundidade, podendo
assim estender o conteúdo sem maiores preocupações com espaço, tempo ou linha
editorial. As narrativas das lavadeiras abrangem diversos problemas sociais que
precisam de analises mais profundas; narrar não é suficiente, precisamos analisar,
observar, criticar e usar o contexto histórico dessa profissão como base para
compreender todas as falas das entrevistadas e assim conseguir contextualizar de forma
ética e ampliada todas as questões apresentadas.

2.2 – Histórico
Narrar as histórias das mulheres lavadeiras da minha rua sempre foi uma
necessidade pessoal enquanto jornalista. De primeiro momento, pensei em desenvolver
esse conteúdo em uma plataforma digital para o acesso ser simplificado e rápido. Mas
conforme as entrevistas foram acontecendo percebi a necessidade de ampliar todas as
histórias que estava ouvindo; aquelas mulheres tinham uma representação de extrema
importância, mas em contra ponto, também havia um esquecimento social grave e que
necessitava de midiatização. 
Com a opção de desenvolver um livro-reportagem as opções foram expandidas,
trazendo a necessidade de estudos mais específicos sobre história das lavadeiras no
Brasil e estudar a situação socioeconômica, familiar, social que essas mulheres estão
inseridas na sociedade, e de que maneira sua profissão é impactada com as
responsabilidades familiares e sociais.
As lavadeiras estão no cenário brasileiro há muito tempo e desde então a
profissão se modificou com os avanços tecnológicos, mas é notório que as condições
sociais dessas mulheres são quase as mesmas em relação a oportunidades, núcleo
familiar e acesso a educação. A história das lavadeiras ao longo do tempo mostra que
elas construíram cultura, amizades e criaram suas famílias com seu trabalho. Diante
disso podemos observar a necessidade de compreender os fatos determinantes
recorrentes a profissão e o campo social das lavadeiras. Pouco se fala das lavadeiras no
cotidiano, provavelmente nossa sociedade ainda acredite que a profissão não é de fato
uma profissão e sim, uma atividade de renda complementar.
Mas essas mulheres deixaram um legado cultural imenso que nos mostra a
importância do trabalho manual e de que maneira podemos contribuir para a valorização
do mesmo. Durante a execução do seu trabalho nos riachos as lavadeiras cantavam,
conversavam e interagiam, apresentando uma forma de fugir das obrigações sociais
impostas. O serviço era/é pesado e solicita esforço e dedicação; escolher o melhor
sabão, desinfetar as roupas, colocar para “quarar”, estender e logo em seguida engomar;
tudo isso significa um trabalho árduo, minucioso e devemos compreender a importância
do mesmo para nosso contexto social.
Então pesquisar a história de vida dessas mulheres que exercem a profissão de
lavadeira no bairro Timbaúba na cidade de Juazeiro do Norte – CE é indispensável, pois
as mesmas apresentam falas importantes para o bairro, profissão e sociedade.

2.3 – Problema de Pesquisa


Os problemas sociais apresentados durante a trajetória das lavadeiras são
narrados desde o período escravocrata do Brasil, quando as escravas iam para o rio lavar
as roupas dos grandes donos de engenho com a obrigação de realizar um bom serviço,
após isso tinham o dever de cuidar dos filhos pequenos (os delas mesmo e os do dono
do engenho) depois, voltar para fazenda e dar continuidade a outras atividades, gerando
trabalhos manuais cansativos e sem valorização.
A profissão era uma obrigatoriedade para escravas e uma opção para mulheres
brancas pobres, que tinham de administrar o lar, filhos e também ajudar o esposo
financeiramente. Partindo dessa realidade lavar as roupas das pessoas com maior poder
aquisitivo da cidade era uma solução; enquanto os maridos iam trabalhar nas lavouras,
pescarias ou nas grandes empresas da região, as mulheres se organizavam em grupos
para lavar suas roupas nas redondezas do rio da cidade; então a atividade de lavar
roupas ajudava financeiramente essas mulheres durante o período que seus maridos
estavam fora de casa, fornecendo assim uma independência financeira para comprar
alimentos e produtos de higiene para o lar.
Com crianças para cuidar, casa para organizar, o tempo e a disponibilidade
dessas mulheres eram totalmente voltados para o serviço extra de lavar roupas para fora,
interferindo nas oportunidades de ascensão social, econômica e educacional dessas
lavadeiras. Então nota-se que a realidade desse grupo de mulheres é problemático do
ponto de vista de participação social enquanto cidadã com direitos e deveres; fica
evidente que elas não conseguem assumir outras responsabilidades como o estudo por
imposições do sistema patriarcal, que controla, determina e impõe comportamentos
aceitáveis, e deixar as responsabilidades familiares de lado para estudar é uma
imposição que elas sofrem.
Realizar uma observação mais aguçada e problematizar todo o contexto social
vivido no ambiente familiar dessas mulheres pode nos trazer diversas analises de uma
realidade excludente e violenta; onde elas não conseguem enxergar uma nova
realidade/estilo de vida por imposições do sistema social e do sistema patriarcal, como
citado anteriormente.
Outro fator importante para ser levado em consideração durante a apresentação
desse trabalho é a relação mulher/lavadeira/mãe e o bairro Timbaúba, entendendo que
todas as lavadeiras iniciaram sua profissão quando chegaram ao bairro, e em todas as
entrevistas aparecem como uma questão de grande relevância, pelo fato dessas mulheres
estarem no bairro desde sua fundação ou podemos assim dizer, desde o início do seu
desenvolvimento habitacional e assim desenvolveram sua profissão.
O último censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas)
realizado no ano de 2010 apresenta dados importantes que revelam informações sobre a
população do bairro Timbaúba. Os números calculam cerca de 12.446 mil habitantes,
sendo 51,48% mulheres e 48,52% homens. A faixa etária da população fica dividida da
seguinte forma: 0 a 4 anos – 9,2%, 0 a 14 anos – 29,9%, 15 a 64 anos 64,1% e por fim
65 anos acima 5,9%.
Isso significa que os dados apresentados anteriormente com base no Censo de
2010 revelam que o bairro Timbaúba localizado na cidade Juazeiro do Norte, no estado
do Ceará tem uma predominância populacional feminina entre 15 e 64 anos e essa
informação faz jus a realidade do bairro, onde fica perceptível que essas mulheres
apresentadas nos dados são mães dessas crianças e adolescentes de 0 a 14 anos.
Então o que pode compreender dos dados apresentados é que a população do
bairro Timbaúba demonstra uma condição socioeconômica aplicada a essas pessoas, no
caso as mulheres, crianças e adolescentes; levando em conta a realidade vivida e
apresentada no cotidiano, fica evidente que o bairro tem uma formação feminina com
seus filhos e seus companheiros/esposos, que nesse contexto ficam em segundo ponto
pelo fato de não apresentarem participação efetiva nos cuidados do lar, filhos e
responsabilidades sociais, conforme a fala e história das entrevistadas. E com isso
podemos confirmar que a profissão de lavadeira foi e é exercida por uma condição
social imposta, desde núcleo familiar, acesso a educação, saúde e disposição familiar
dessas mulheres.

3 – Objeto de Estudo
Mulheres residentes no bairro Timbáuba, localizado na cidade de Juazeiro do
Norte – CE, que desenvolvem a profissão de lavadeira como fonte de renda.

4 – Objetivo Geral
Narrar, identificar, observar e relatar todo o contexto histórico/social das
lavadeiras do bairro Timbaúba.

5 – Objetivos Específicos
Analisar o contexto socioeconomico, educacional, sexual, familar e profissional
das lavadeiras do bairro Timbaúba.

6 – Procedimentos Metodológicos
O trabalho será voltado para o estudo das narrativas sociais das lavadeiras do
bairro Timbaúba. As informações coletadas durante o processo de desenvolvimento do
projeto ocorreu por entrevistas com as lavadeiras do bairro Timbaúba, pesquisas do
contexto histórico e social das lavadeiras no Brasil, dados oficiais do IBGE, imagens,
aúdios e leitura de artigos acadêmicos que apresentam conteúdos pertinentes com o
tema em questão.
Após organização de todos os dados e informações coletadas será desenvolvido
um livro-reportagem com escrita livre, que apresentará as histórias ouvidas durante a
fase das entrevistas, utilizando as demais fontes de pesquisa como apoio para dar
enfânse ao conteúdo.

7 – Fundamentação Teórica
A profissão ou função de lavadeira ficou conhecida e popularizada durante o
período de escravidão, onde mulheres negras iam até o rio das fazendas com trouxas de
roupas erguida na cabeça e lá passavam o dia inteiro lavando, esfregando e quarando as
roupas dos patrões. A atividade era realizada normalmente uma ou duas vezes por
semana com supervisão dos jagunços (DAVIS, 2016, cap.1). As lavadeiras utilizavam
grandes bacias, sabão de barra caseiro (feito com gordura animal) e estendiam as roupas
ali mesmo ou levavam de volta para as fazendas.
Multiplicam-se os trabalhos femininos no cuidado com a roupa
e no vestir-se das mulheres de elite. Mas são as mucamas, as
costureiras e as lavadeiras, geralmente escravas, que vão
transformar o tipo de trabalho feito por mulheres no século
XIX. (Monteleon, 2019)

Nas cidades as mulheres pobres e livres também realizavam o serviço de lavar


roupas para fora, no caso delas, a profissão gerava pequenos retornos financeiros. A
atividade de lavar roupas no rio é bem parecida em todas as situações e desenvolve uma
função importante na situação social dessas mulheres.¹ No caso das escravas ir ao rio
lavar roupas era um momento de maior sossego, pois o serviço era realizado em grupo e
nesse momento elas podiam conversar e socializar entre si - não podemos deixar de citar
que a escravidão no Brasil foi extremamente violenta e não existiu momento de beleza
nesse processo - porém a atividade de lavar roupas trazia uma socialização maior entre
as escravas.
Já as mulheres pobres realizavam as atividades para famílias ricas da região onde
moravam, elas tinham autorização do esposo para realizar tal atividade, desde que a
casa estivesse em ordem e os filhos fossem juntos. Essas mulheres iam ao rio com
trouxas de roupas na cabeça e os filhos ajudavam com as peças menores; também
existia uma socialização maior, nesse momento elas conversavam sobre casamento,
família, esposo, sexualidade e trocavam receitas medicinais naturais (MUNARI et al.
2017, p. 5). O valor recebido era convertido em alimentos e produtos de higiene, em
alguns casos era entregue ao marido para que ele administrasse o valor.
Conforme a tecnologia foi sendo implantada as lavadeiras passaram a lavar
roupas em casa, com o sistema de água encanada o serviço poderia ser realizado no
conforto do lar e ampliar a tarefa com o serviço de engomar. As grandes famílias
também realizaram contratação de mulheres para lavar as roupas nas próprias casas, por
ter se tornado algo mais íntimo e familiar. Os produtos de limpeza foram sendo
modernizados e com isso o serviço foi ficando mais simplificado, nesse momento já
existia sabão em pó, água sanitária, amaciante e o passa roupas. Com tantos produtos
disponíveis no mercado a demanda diminuiu e as lavadeiras foram buscando novos
meios de ganhar dinheiro.
Com o lançamento da máquina de lavar as donas de casa passaram a realizar o
serviço em casa com rapidez, causando mais uma vez uma diminuição no número de
lavadeiras nas cidades (MUNARI et al. 2017, p. 5). Hoje no século XXI ainda temos
mulheres desempenhando o oficio de lavadeira, mas poucas delas utilizam maquinas de
lavar - optam por técnicas antigas desde deixar a roupa de molho até quarar - isso
acontece pelo alto custo do aparelho de lavar ou pela insistência em realizar um trabalho
manual mais sofisticado.
Mas de qualquer maneira essas mulheres desenvolveram e desenvolvem essa
profissão por questões sociais que envolvem diversos problemas sociais como acesso a
educação, oportunidades de ascensão social/profissional e claro a família, fazendo com
que essas mulheres tenham diversas responsabilidades e optem por atividades
domesticas no eixo de sua profissão (DINIZ et al. 2017, p. 96).

8 – Cronograma de Atividades
Atividades Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro
Entrevistas X
Organização
material X X
bruto

Leituras/refer
X X X
encial

Projeto de
X X X X
Pesquisa

Produção do
livro- X X X X
reportagem
Correção/orie
X X X X
ntação
Defesa do
X
TCC
Orientação X X X X

9 – Referencial Bibliográfico
LIVROS:
BADINTER, Elisabeth. O conflito: a mulher e a mãe. Editora Record, 2011.

BAZZO, Leda Maria Fonseca. Trabalhadoras Lavadeiras e a Literatura Científica-


Séculos XIX, XX e XXI.

DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. Boitempo Editorial, 2016.

DINIZ, Elenir Alcântara; DO CARMO RIBEIRO, Rafaella; DE SOUSA, Milena Nunes


Alves. Prevalência dos distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho: estudo com
lavadeiras de roupa. Saúde (Santa Maria), v. 43, n. 2, p. 93-100, 2017.

MACEDO, Concessa Vaz. Da lavagem de roupa às branquearias comerciais: sobre o


papel das lavadeiras na Escócia setecentista. Projeto História: Revista do Programa
de Estudos Pós-Graduados de História, v. 16, 1998.

MONTELEONE, Joana de Moraes. Costureiras, mucamas, lavadeiras e vendedoras: O


trabalho feminino no século XIX e o cuidado com as roupas (Rio de Janeiro, 1850-
1920). Revista Estudos Feministas.

MUNARI, Amanda Bellettini. Memória e percepção ambiental de moradores de


Garopaba: um estudo de caso da Lagoa das Capivaras. 2017.

ROSA, Giane Bertol; SANTOS, Karina Mikoda dos. Produto para lavagem de roupa
íntima feminina. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso. Universidade Tecnológica
Federal do Paraná.

SILVA, Maciel Henrique. Na casa, na rua e no rio: a paisagem do Recife oitocentista


pelas vendeiras, domésticas e lavadeiras. Mneme-revista de humanidades, v. 7, n. 15,
2005.

ARTIGOS NA NET QUE IMPRIMI, FIZ A LEITURA E USEI PARA


CONTEXTUALIZAR OK;
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-
026X2019000100207&lng=pt&tlng=pt

http://repositorio.roca.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/3034

https://periodicos.ufrn.br/mneme/article/view/290
https://revistas.pucsp.br/index.php/revph/article/view/11187

https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/23783

http://www.en.wwc2017.eventos.dype.com.br/resources/anais/1499282884_ARQUIVO
_MM_FG-VERSAOFINAL.pdf

http://www.encontro2016.bahia.anpuh.org/resources/anais/49/1517263429_ARQUIVO
_ArtigoLeda.pdf

PESQUISAS NA NET;

https://martaiansen.blogspot.com/2016/05/trabalho-das-lavadeiras.html ESSE AQUI É


O ¹ DO REFERENCIAL QUE EU NÃO CONSEGUI COLOCAR NO RODAPE
http://populacao.net.br/populacao-timbauba_juazeiro-do-norte_ce.html
https://ncultura.pt/profissoes-de-antigamente-as-lavadeiras/

10 – PROPOSTA DE SUMÁRIO:

1. AS LAVADEIRAS DO BAIRRO TIMBAÚBA;


1.1. CONTEXTO HISTÓRICO/SOCIAL;
1.2. CHEGADA AO BAIRRO;
1.3. INICIO DA PROFISSÃO;
2. ELIANA
3. INÊS
4. SOCORRO
5. VERA
6. CONSIDERAÇÕES FINAIS