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CNPJ: nº 12.324.

198/0001-48

Aluno (a)................................................
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Bem–vindo
O Instituto Teológico Azevedo (ITA) nasceu de um desejo de atender uma
das maiores necessidades sempre presente na igreja. A Falta de oportunidade de aprender.
Muito mais que a falta de interesse em conhecer a palavra de Deus, pensamos que o maior
problema está na falta de oportunidade, na qual exista não só um conteúdo a ser transmitido,
mas a demonstração de um comprometimento com a forma, com o modelo de ensino,
atrelado a não vulgarização do ensino Biblico-teológico, coisa tão comum em nossos dias. O
ITA de forma bem sistematizada existe para proporcionar a possibilidade de você estudar
Teologia. Oferecemos os Cursos: Básico, Médio, Bacharel, Pós-Graduação, Mestrado,
Doutorado em Teologia, nas modalidades a distância, semi-presencia e regular.
Independente da modalidade nossa característica é a seriedade com que tratamos a
educação teológica Bíblica

Nosso tríplece objetivo: Transmitir a verdade, Ensinar a Verdade e combater as heresias.

Nossa Missão: Preparar e equipar o cristão comum, pregadores, líderes e mestres para o
exercício do ministério e da vida cristã.
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O Corpo Técnico-Administrativo é formado pelos seguintes profissionais:

Prof. Rev. Dr. Natã Pereira Azevedo Ph, D


Reitor
Mestre e Doutor em Teologia

Prof. Pr. Cosme Pereira Azevedo


Professor Titular
Bacharel em Teologia

Profª Miss. Samara Moraes Azevedo


Diretora – Acadêmica
Bacharel em Teologia

Miss. Sara Moraes


Coordenadora de Núcleo

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APRESENTAÇÃO
A paz do Senhor!
É um imenso prazer tê-los conosco. Sua escolha pelo Curso de Bacharelado em Teologia,
e tenha certeza de que seus estudos serão orientados pela fidelidade aos princípios cristãos. Afinal,
expomos uma TEOLOGIA ortodoxa, bíblica e pentecostal. Nenhuma exposição sobre Deus seria
completa se não contemplasse Suas obras e Seus caminhos no universo que Ele criou, além de
Sua Pessoa. Todas as ciências provêm e mantêm relação com o Criador de todas as coisas e com
Seu propósito na criação. E toda verdade é verdade de Deus, onde quer que ela seja encontrada.
Deus se revelou na criação e nas Escrituras, e a verdade achada pelas ciências naturais e sociais,
por cristãos ou profanos, não é verdade profana; é verdade sagrada de Deus (Cl. 2: 3).

O termo TEOLOGIA, segundo seus aspectos etimológicos, é composto de duas palavras


gregas: Theos = (Deus) e logos = (palavra, fala expressão). Tanto Cristo, a Palavra Viva, como a
Bíblia, a Palavra Escrita, são o Logos de Deus. Eles são para Deus o que a expressão é para o
pensamento e o que a fala é para a razão. A TEOLOGIA é, portanto, uma Theo-logia, isto é, uma
palavra, uma fala ou expressão sobre Deus; uma doutrina sobre Deus. É o estudo sobre a revelação
de Deus que é a expressão dos Seus pensamentos e, logo, é, também, o estudo sobre Sua própria
Pessoa. Portanto TEOLOGIA é o estudo sobre Deus, sua obra e sua revelação.

Prof. Rev. Dr. Natã Pereira Azevedo Ph, D.


Reitor – Presidente
FATEMEBE-Faculdade Teológica Metropolitana de Belém
Diretor – Geral
FATEL-Faculdade Teológica Logos
Reitor –Presidente
EBOL-Escola de Líderes e Obreiros do Pará
Diretor-Presidente
Escola de Pregadores Kerígma
Diretor-Presidente
Mestre e Doutor em Teologia
UTEB – Universidade Nacional de Teologia do Brasil
FAMA-Faculdade de Educação Teológica do Amapá
Pastor – Presidente
ADNAC – Assembleia de Deus Nações para Cristo

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C u r s o: Bacharel e m T e o l o g i a
Disciplina - I Introdução à Teologia

INTRODUÇÃO:

A teologia é uma ciência que estuda todas as coisas a respeito de Deus.


Porém, esta não é uma explanação correta a respeito da teologia. A definição mais
coerente sobre a teologia seria: um discurso a respeito das coisas de Deus, uma
vez que Deus é um ser infinitamente superior ao homem, sendo uma audácia
tremenda da parte do homem tentar estudar “Deus” em toda a sua plenitude e
complexidade dentro de uma ótica científica humana. Existe um debate muito
afinco sobre se a teologia é ou não uma ciência. Neste debate, defendemos que sim,
a teologia é uma ciência, Ela É a RAINHA das Ciências. É bem verdade que se afirma
por ciência aquilo que pode ser mensurado, testado, comprovado, experimentado.
Contudo, apesar de Deus não estar sujeito a essas mensurações da ciência humana,
a teologia em muitos momentos se utiliza dos métodos científicos, tanto que a anos,
no Brasil, o MEC, Ministério da Educação e Cultura já reconhece a faculdade de
teologia como ensino superior, permitindo também, àqueles seminaristas, que
concluíram seus cursos teológicos em seminários maiores, fazerem convalidação
mediante uma faculdade de teologia credenciada pelo MEC. No entanto, este
processo de convalidação está sendo encerrado pelo MEC. A teologia pode ser
dividida em vários ramos, sendo que os principais são: Teologia Sistemática, Teologia
Prática, Teologia Bíblica e Teologia Histórica. As demais ramificações decorrem
destas vertentes citadas anteriormente.

É importante mencionar que todo sacerdote religioso, em especial o cristão, que


em sua função se utiliza da Bíblia e que tenha mais de cinco anos em atividades
pastorais, comprovadas, podem, após fazer um ERT (exame de reconhecimento
teológico) oferecido por alguns seminários de teologia, receber o seu diploma de
teólogo, mais especificamente, constando em seu diploma o título de formação em
Teologia Prática ou Pastoral, o segundo ramo citado nas ramificações da teologia feito
anteriormente nesta introdução.

É notório que se formos fazer aqui um apanhado aprofundado sobre todos os


itens da teologia, nem se quer mil livros bastante calibrados comportariam todo o
conteúdo. No entanto, far-se-á um discurso sobre cada item e pontos mais
importantes desta tão importante ciência da religião, denominada: TEOLOGIA.
Comecemos com a palavra teologia. Esta mesma palavra é de origem grega, sendo
na verdade a junção de duas palavras: theos e logia, com seus significados
respectivos: Deus e estudo (tratado, discurso), o que se traduz por: estudo acerca de
Deus e das coisas relacionadas a Ele.

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Convém ressaltar que a teologia tem em seu bojo de estudo a
teologia própria ou também chamada de TEONTOLOGIA (estudo do ser de Deus;
onto: ser). Esta matéria da teologia estuda a pessoa de Deus, somente, e faz parte do
ramo da Teologia sistemática.

É imprescindível frisar que o estudo teológico não responderá todas as


perguntas. Existem coisas que somente saberemos no Céu. Deuteronômio 29.29, diz
que existem coisas que são encobertas, que ficarão ao conhecimento apenas de
Deus, e outras que são reveladas para os homens, para que obedeçam. Não
obstante, a Bíblia não é um livro de ciências ou para fins científicos, mas sim
religiosos. Sl 139.6.

Teologia é a ciência que trata do nosso conhecimento de Deus, e das coisas


divinas. O Antigo Testamento é a parte preparatória de Deus para revelações maiores
e mais profundas ao homem. Por isso é especial. "O estudo da Teologia Cristã não só
é instrutivo, mas agradável e estimulante. Não há matéria de estudo no
pensamento humano que se lhe compare. Como ciência, sobre passa a todas
as demais. E, quando propriamente compreendida, torna-se a base de toda ciência...
Ao estudar a Teologia entramos em contato com as apuradas mentes dos
séculos. Estabelecemos contato e, se quisermos real comunhão com Cristo.. Que
outro estudo pode ser mais interessante e fascinante que a Teologia Cristã?
Especialmente porque achamos nele o que não podemos encontrar em outra parte; e
verificamos que satisfaz as necessidades da alma como nem a razão humana nem a
filosofia conseguiram fazer, nem jamais o conseguirão." Jonatham Weaver.

Deus providenciou uma revelação e mostrou seus diferentes métodos:

Sonhos Joel 2: 28 E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre


toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão
sonhos, os vossos jovens terão visões. Jeremias 23: 32 Eis que eu sou contra os que
profetizam sonhos mentirosos, diz o SENHOR, e os contam, e fazem errar o meu
povo com as suas mentiras e com as suas leviandades; pois eu não os enviei, nem
lhes dei ordem; e não trouxeram proveito algum a este povo, diz o SENHOR.

Visões Atos 7: 31 Então Moisés, quando viu isto, se maravilhou da visão; e,


aproximando se para observar, foi lhe dirigida a voz do Senhor, (Uma Visão espiritual)
Aparições Isaías 6:1 No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi também ao Senhor
assentado sobre um alto e sublime trono; e o seu séquito enchia o templo. Histórico A
Melhor forma de revelação de Deus ao homem sem dúvida é através da história.
Através da convivência com Deus, através das experiências adquiridas com Ele.

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1. TEOLOGIA: ETIMOLOGIA E DEFINIÇÕES
Explicar o "que é a teologia" não é uma tarefa nada fácil. Tal desafio tem gerado
opiniões diferentes no mundo teológico, e isso não somente no meio acadêmico, mas
também dentro da própria igreja. Contudo, embora as divergências teológicas sejam
reais, a maioria dos teólogos (as), tanto católicos quanto protestantes, grosso modo,
costumam definir a teologia como sendo o "estudo de Deus".

Vejamos algumas definições clássicas a respeito da teologia apresentadas por


alguns teólogos:

1. "é a ciência dos fatos da revelação divina até onde esses fatos dizem respeito à
natureza de Deus e à nossa relação com ele, como suas criaturas, como
pecadores e como sujeitos da redenção" - Charles Hodge .

2. " é a ciência que extrai o conhecimento de Deus de Sua revelação, que estuda
e pensa sobre ela sob a orientação do Espírito Santo, e então tenta descrevê-la
de forma a honrar a Deus" - Herman Bavink .

3. "é a ciência de Deus e das relações entre Deus e o universo." ? Augustus


Strong.

4. "De maneira sintética, dizemos que a teologia cristã é uma reflexão, sistemática
e crítica, esperançada e sábia, sobre a fé cristã, vivida e transmitida nas
comunidades eclesiais, a serviço da evangelização". Afonso Murad.
A palavra "teologia", assim como outros termos teológicos (Trindade, por exemplo)
não se acha escrito na Bíblia. Antes mesmo do surgimento do cristianismo, na Grécia
clássica, os poetas gregos já recebiam o título de "teólogos" por compor e discursar
versos para os deuses. "Homero e Hesíodo narraram as estórias a respeito dos
deuses usando o veículo especial do mito; a teologia deles era mítica".
O do período clássico da Grécia Antiga, "Sócrates se referia a uma das três disciplinas
da filosofia teórica como "teologia". Essa disciplina ficou conhecida mais tarde como
"metafísica" ou "metà ta physiká". Platão (427-347 a.C), por sua vez, usou o termo
"teologia" para exprimir o discurso crítico-racional sobre os deuses da mitologia. Com
Aristóteles (384-322 a.C), o termo já é usado para se referir ao estudo do "Ser" mais
excelente ou supremo. Neste caso, "Aristóteles já delimita para a teologia determinado
campo de saber, além de, às vezes, usá-lo também no sentido de fábulas
mitológicas". Ao que se sabe, no início das primeiras comunidades cristãs, não
"existia" teologia nesse sentido organizado e sistemático como se conhece hoje, não
havia sequer o emprego da palavra teologia pela comunidade cristã.

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No cristianismo, o uso do termo teologia começou a ser usado primeiro pelos
cristãos do Oriente, mais precisamente na Escola de Alexandria (Clemente e
Orígenes) para se referir ao conhecimento cristão de Deus. "No Ocidente, até a Idade
Média pouco se falava em "teologia". Faz-se teologia sob o nome agostiniano de
Doutrina sagrada". Para Santo Agostinho (354-431?) - bem como outros pensadores
cristãos de sua época - a teologia não se ocupava de todo o corpo da doutrina cristã,
mas somente da "Doutrina de Deus". Nesta época, a "Doutrina de Deus" era uma
disciplina específica que estudava o "Ser de Deus" da mesma forma que hoje, por
exemplo, a "eclesiologia", estuda tão somente sobre um único assunto, a saber, a
Igreja.

É na escolástica que o termo teologia passa a ser usado para se referir não
apenas ao estudo do "Ser de Deus", mas dessa vez a "todo o corpo da doutrina
cristã". Esta mudança tem possivelmente uma relação com o desenvolvimento das
primeiras universidades que surgiram na Europa por volta dos séculos XII e XIII .
Sobre isto o teólogo Alister McGrath faz a seguinte observação:
"Embora inicialmente o termo "teologia" significasse a "doutrina de Deus", o termo
adquiriu sutilmente um novo sentido, nos séculos XII e XIII, à medida que a
Universidade de Paris começou a se desenvolver. Era necessário encontrar uma
designação para o estudo sistemático de nível universitário, voltado à fé cristã. A
expressão latina theologia, sob a influencia de escritores parisienses como Pedro
Abelardo e Gilberto de la Porree, passou a significar "a disciplina da ciência sagrada"
que abrangia a totalidade da doutrina cristã, e não somente a doutrina de
Deus"(MCGRATH, 2005. p.176).

Embora Pedro Abelardo (1079-1142) tenha usado o termo teologia para se


referir ao estudo "científico da fé", abrangendo assim a totalidade da doutrina cristã,
Tomás de Aquino (1225-1274) preferia usar o termo "Doutrina Sagrada" em lugar do
termo teologia . Referindo-se ao modo como era usado o termo teologia no período da
escolástica, o teólogo João Batista Libanio faz a seguinte observação:
"No mundo latino, Abelardo usa-o em sentido teológico cristão para referir-se ao
tratado sobre Deus, enquanto se empregava o termo "beneficia" para a teologia sobre
Cristo. Apesar desse uso de Abelardo, a escolástica preferiu outros nomes para
teologia: ?doctrina crhistiana", "doctrina divina", "sacra doctrina", "divina institutio",
"divinitas", "scriptura", "sacra Pagina". Santo Tomás manuseia os termos "sacra
doctrina" ou "doctrina crhistiana" e raramente o termo "theologia", e num sentido
diferente do atual. O termo "theologia" não se firmara na alta escolástica"(LIBANIO,
1996, p. 66).

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Parece que aqui a "divergência" estava apenas na questão da escolha do termo
adequado para se referir ao conjunto de ideias que davam origem ao estudo das
"coisas sagradas" - "doctrina crhistiana", "doctrina divina", "sacra doctrina", "divina
institutio", "divinitas", ou "teologia".

No mais, vê-se que neste período, independente do termo que se usava, já se


pensava teologia como uma "discussão sistemática das convicções cristãs em geral, e
não apenas, e somente, de crenças acerca de Deus".

Esta conclusão pode ser evidenciada em trabalhos como, por exemplo, a obra
"Quatro livros de sentenças" do teólogo Pedro Lombardo (1100-1160?). Combinando
textos da Bíblia com autores patrísticos, esta obra foi dividida em quatro tópicos: o
primeiro tratava da Trindade; o segundo, da criação e do pecado; o terceiro, da
encarnação e da vida cristã; e o quarto e último livro, sobre os sacramentos e os
últimos dias. Percebe-se que neste período já era possível encontrar um trabalho
teológico organizado que discutia sobre vários temas relacionados à fé cristã.

Um desdobramento posterior ocorreu mais tarde no campo da teologia. O


romper da "modernidade" provocou uma série de mudanças no campo das ciências,
sobretudo na área teológica. Neste período a teologia passou também a se ocupar
com o estudo do fenômeno humano da religião. Por fenômeno humano da religião se
entendia o estudo teológico por um viés antropológico e sociológico das religiões.
"Mais tarde abriu-se uma brecha entre as abordagens histórica e dogmática da
teologia. A pesquisa histórica optou por uma completa liberdade dos controles
dogmáticos também no Seminário Teológico".

O teólogo alemão Friedrich Schleiermacher (1768-1834), tido como o pai do


liberalismo teológico, foi talvez o primeiro teólogo protestante a propor mudanças
"radicais" na ortodoxia para harmonizar o cristianismo com o Zeitgeist (o espírito da
era) do iluminismo. Contudo, o objetivo de Schleiermacher não era, como se pensa,
negar certas crenças tradicionais, mas antes transformar o pensamento cristão à luz
da filosofia, da ciência e da erudição bíblica moderna. Aos poucos o estudo teológico
que se ocupava com os dogmas referentes ao Deus Triúno e a fé cristológica da Igreja
foram dando lugar a novos aportes.

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1. OS PERÍODOS HISTÓRICOS DA TEOLOGIA NA BÍBLIA
Assim como os apóstolos do N.T. com suas epístolas, eram de muitas maneiras, os
intérpretes dos Atos e dos Evangelhos, assim também a teologia do A.T. poderia
semelhantemente começar com os profetas por um motivo bem semelhante. No
entanto, mesmo para o fenômeno da profecia bíblica, havia a realidade sempre
presente da história de Israel. Toda a atividade salvífica de Deus em tempos
anteriores tinha que ser reconhecida e confessada antes de alguém poder ver mais
firme a revelação adicional de Deus.
Theos: Significa Deus

Logia: Significa tratado ou Estudo sobre Deus


Sendo assim, Teologia é um estudo ou tratado sobre Deus.
Definição Técnica: Teologia é a ciência de Deus e das coisas divinas baseada na
revelação feita ao homem por meio de Jesus Cristo e sistematizada em seus vários
aspéctos no ãmbito da igreja cristã (William Burtom Pop). A teologia como ciência tem
como principal objeto de estudo o Sr. Deus. ela parte do princípio de que o
conhecimento a respeito do Supremo Ser já tenha revelado. Esta revelação é o
fundamento de todas as afirmações e pronunciamentos teológicos.
O que não foi revelado não pode ser conhecido, estudado ou explicado. A teologia é a
mais elevada reflexão acerca de Deus quando é biblicamente conservadora.

Os Tipos de Teologia

O estudo da Teologia é algo de extrema importância para qualquer cristão. Na


verdade, qualquer pergunta ou resposta relacionada á Deus, sua obra ou ação, bem
como sobre a relação do homem com Deus é uma busca teológica a partir dos
elementos colocados à nossa disposição. Estes elementos estão presentes no próprio
homem, na natureza, no universo; nas ações e relações humanas; na evolução ou
involução de alguns processos naturais, etc.

Todos estes elementos contribuem para a busca contínua de entender melhor


sobre a Divindade. Por conta disso, a Teologia tem sido dividida em vários ramos de
estudos, priorizando um conhecimento mais claro e objetivo na área que se propõe a
estudar.

Abaixo uma lista (não exaustiva) das várias divisões do estudo teológico, na
busca por ordenar, sistematizar e tornar-se relevante para a humanidade, buscando
tornar mais didática a compreensão sobre a Divindade.
O estudo da teologia pode ser dividido de acordo com a forma que se estuda.

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Podemos dividir o estudo teológico de acordo com:
A época, por ponto de vista e por ênfase.

1 Por Época

É a teologia estudada de acordo com os períodos históricos da teologia. Esta


teologia é ligada com as disciplinas história eclesiástica ou a história da teologia. Os
estudos da teologia por época podem estudar: a Teologia Patrística, a Teologia
Medieval, a Teologia Reformada e a teologia contemporânea.

1.1 Teologia Patrística:

A teologia Patrística é o pensamento teológico dos discípulos dos apóstolos que na


tentativa de fazer uma apologia contra os perseguidores do cristianismo nos primeiros
séculos da era cristã sistematizaram as primeiras doutrinas cristãs como a Trindade e
a divindade de Cristo.

1.2 Teologia Medieval Ou Idade das Trevas:

É o período que começa com a ―conversão‖ de Constantino ao cristianismo e a


formação da Igreja Católica Romana. Este período é conhecido como Idade das
trevas (450 – 1500 d.C ). Para a Europa ocidental, a primeira parte da idade média foi
um período de tumulto e anarquia, começando com o colapso do Império Romano.
Houve sucessivas ondas de invasões Barbara que não acabaram até que os
invasores finalmente se ―converteram ao cristianismo‖ e se estabeleceram.
Na maior parte deste período houve pouquíssimos saber, e a herança do passado
esteve em perigo de ser perdida.

Durante este período a teologia ficou confinada grandemente nos mosteiros e


por isso é chamada de teologia monástica. Neste período surgiu o maior teólogo da
igreja católica Tomas de Aquino, que inaugurou uma nova teologia chamada
escolástica que tentava explicar a existência de Deus por meio de provas lógicas
chamada de teologia natural.

1.3 Teologia Reformada:

O período da teologia reformada foi marcada por controvérsias e grandes


disputas, esta época viu surgir dois grandes sistemas a Teologia Reformada e a
Contra Reforma da Igreja católica. A teologia Reformada marca o fim do período das
trevas e o inicio de buscar novamente o sentido verdadeiro das escrituras.

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O período reformado começou com Martinho Lutero no dia 31 e Outubro de
1517 quando pregou as 95 teses na porta da igreja de Wittenberg na Alemanha.

1.4 Teologia Contemporânea:

A teologia contemporânea teve mais erros do que acertos, pois neste período
surgiu a teologia liberal o teísmo aberto e outras erva daninhas no meio do
cristianismo.

2 Por Ponto de Vista:

O Estudo da teologia pelo ponto de vista ele analisa os escritos dos teólogos
separadamente. As principais correntes estudadas são:

2.1 Teologia Rabínica:

Do hebraico rabi (Meu mestre) doutrina formulada pelos rabinos com base no
AT e nas tradições talmúdicas. De uma forma geral, acha-se a teologia rabínica
contaminada de tantos acréscimos e tradições que, hoje, não passa de uma seita se
comparada à religião dos profetas hebreus.

2.2 Teologia Joanina:

É o estudo dos escritos do Apóstolo João. A sua teologia enfatiza muito a


divindade de Cristo, uma vida de santificação e uma forte ênfase escatológica. O
apóstolo João nos apresenta a Jesus como o Logos de Deus, o próprio Deus
encarnado.

2.3 Teologia Petrina:

É a teologia que estuda os Escritos do Apóstolo Pedro, em sua teologia este


apostolo faz um conciliação entre a teologia destinada aos judeus e a teologia
destinada aos gentios, pois o Senhor Deus quebrou uma barreira no coração de Pedro
a respeito dos gentios registrado no livro de Atos , na qual Pedro tem uma visão na
qual Deus diz que purificou os gentios.

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2.4 Teologia Tiaguina:

É o estudo do pensamento do Apostolo Tiago o irmão do Senhor, foi bispo de


Jerusalém (Gl 1.19) a sua teologia é mais judaica pois ela foi endereçada aos judeus
cristãos que foram dispersos pela perseguição movida pelo império Romano contra os
Judeus (Tg 1.1), esta epistola é mais prática do que doutrinária. A teologia de Tiago é
mais prática do que ensinamentos a respeito de doutrinas. Este apóstolo dá uma
ênfase sobre a tentação, a pratica da Palavra de Deus, na qual os cristãos devem ter
uma vida piedosa. (Tg 1.12-27; 3.13-18; 4.4-10).

2.5 Teologia Paulina:

A teologia Paulina consiste no estudo das doutrinas dos apóstolo Paulo. Ele é
considerado o maior sistematizador da teologia Cristã. Paulo foi escolhido por Deus
para levar o evangelho aos gentios pois ele era tanto judeu como cidadão Romano,
ele conhecia tanto a lei de Deus como também o pensamentos dos gentios, pois ele
era familiarizado com o mundo Greco-romano, assim este apóstolo no seu compendio
teológico não havia nenhuma contaminação judaizante na sua proclamação do
evangelho .

2.6 Teologia Católica:

É o estudo de todo o pensamento da teologia católica. Que começou a florescer


com a ―conversão de Constantino‖, com isto o bispo de Romana começou a pedir a
primazia entre todos os bispos da cristandade, com isto ouve uma divisão dentro da
cristandade, pois o bispo da igreja grega não aceitou a primazia do bispo de Roma
com isto a cristandade ficou dividida em Igreja Ortodoxa (Linhagem Grega) e Igreja
Católica Romana ( Linhagem Romana).

2.7 Teologia Luterana:

É o estudo feito através do escritos de Martinho Lutero, o precursor da reforma


protestante no mundo. A Teologia Luterana é estruturada em torno de três doutrinas
fundamentais. Sola scriptura (Somente a Escritura), Sola gratia (somente a graça) e
sola fide (somente a fé). A teologia luterana tem como premissa fundamental de que a
Escritura é a fonte autorizada da teologia e da vida e ensino da igreja. A escritura é a
própria Palavra de Deus por este motivo é a autoridade suprema de todo o cristão. O
verso tema da vida de Lutero foi ―visto que a justiça de Deus se revela no evangelho,
de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé.‖ (Rm 1.17).

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2.8 Teologia Calvinista:

A teologia calvinista é o estudo partindo do ponto de vista de João Calvino o


grande reformador de Genebra na Suíça. A teologia Calvinista é conhecida como
Teologia Reformada, Calvino ele sistematizou a teologia cristã através de sua obra ―A
institutas da Teologia Cristã‖. A teologia Calvinista dá uma ênfase na Soberania De
Deus.

2.9 Teologia Arrminiana:

A teologia Arrminiana preocupa-se em perseverar a Justiça de Deus. Como


pode um Deus justo considerar as pessoas responsáveis pela obediência a
mandamentos que são incapazes de obedecer? Esta teologia da ênfase a presciência
divina. O percussor desta teologia foi o teólogo Holandês Tiago Jacó Armínio em
1618.

3 Por Ênfase

O Estudo por ênfase são as disciplinas que são estudadas no seminário ou


faculdade teológicas. As principais áreas da teologia por ênfase são:

3.1 Teologia Sistemática:

É a teologia organizada logicamente e ordenada das verdades alusivas a Deus


e ao seu relacionamento com o homem, num sistema doutrinário, cultural e
historicamente coeso e harmônico com as Escrituras do Antigo Testamento e com o
Novo Testamento. A teologia sistemática é conhecida também como dogmática ou
teologia doutrinária.

As principais doutrinas estudadas são a Teologia Própria (O Estudo da Doutrina


de Deus), a Cristolologia (A doutrina de Cristo), Pneumatologia (A doutrina do Espírito
Santo), Antropologia Teológica (A doutrina do Homem), Hamartiologia (A doutrina do
pecado), Soteriologia (A doutrina da Salvação), Eclesiologia (A doutrina da Igreja) e a
Escatologia (A doutrina das Últimas Coisas).

3.2 Teologia Bíblica:

A Teologia Bíblica é a analise dentro dos textos bíblicos analisados


separadamente. Com o auxilio da teologia exegética e da teologia histórica. Podemos
dividira a teologia em a Teologia do Antigo Testamento e a Teologia do Novo
Testamento.
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A Teologia bíblica estuda a Bíblia e organiza as conclusões obtidas pela
Teologia exegética (que usa técnicas como a exegese para interpretar a Bíblia) em
várias divisões e áreas de estudo, com a finalidade de estudar e conhecer a evolução
ou a história progressiva da Revelação de Deus à humanidade, desde sua queda e
passando pelo Antigo Testamento e Novo Testamento.

A Teologia Bíblica, ao contrário da Teologia Sistemática, é indutiva, isto é, a


partir da pesquisa exegética faz afirmações, ou seja, parte do específico para o geral.
De um modo geral, a Teologia Bíblica parte da exegese de textos bíblicos como
afirmação primeira, daí elaborando afirmações decorrentes.

3.3 Teologia Exegética:

A teologia exegética se ocupa diretamente do estudo do texto sagrado e


assuntos relacionados, tais como auxilio na restauração, orientação, interpretação
daquele texto. Inclui o estudo das línguas da Bíblia, da Arqueologia Bíblica,
Hermenêutica.

A exegese do grego Exegese consiste em extrair de um texto qualquer


mediante legítimo método de interpretação que se encontra ali. A palavra exegese. A
palavra exegese ela é oriunda de duas palavras gregas ek (arranco para fora) +
egnomai (penso, interpreto), portanto segundo a origem da palavra exegese é
arrancar para fora do texto. A teologia exegética extrai os conteúdos da teologia
Bíblica e da Sistemática.

3.4 Teologia Apologética:

A teologia Apologética é aquela que procura defender a fé com as armas da


razão. A teologia apologética estuda as seitas e as heresias e como defender o
cristianismo das seitas heréticas e da defesa contra os inimigos do cristianismo.

3.5 Teologia Pastoral:

A teologia prática trata da aplicação da teologia na regeneração, educação e


serviço dos homens. Ela busca aplicar à vida prática aquilo que os outros três
departamentos da teologia contribuíram.

A teologia prática abrange as disciplina homilética, administração eclesiástica,


teologia da vida cristã, educação cristã e missões.

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3.6 Teologia Histórica:

A teologia histórica traça a história do povo de Deus através da Bíblia e da


igreja desde a época de Cristo. Ela trata das origens, desenvolvimento e dispersão da
verdadeira religião e também de suas doutrinas, organizações e práticas.
Ela abrange a história das igrejas, história das Missões, História da doutrina e a
história dos credos e confissões.
A teologia histórica é um ramo dos estudos teológicos que investiga os mecanismos
sócio-histórico culturais que deram início às ideias, sistemas, e afirmações teológicas.

Também compreende a história das doutrinas, o impacto da verdade bíblica em


sua trajectória secular e histórica. Inclui, também, um estudo analítico do abandono da
verdade bíblica, por parte de grupos hereges que tem aparecido durante a Era Cristã.
Também é chamada de História das Doutrinas, História da Teologia e História do
Pensamento Cristão.

3.7 Teologia Moral:

A teologia moral tendo como base as Sagradas Escrituras e os vários ramos da


tradição e jurisprudência cristãs visa resolver os problemas e duvidas quanto à
conduta do cristão em sociedade. As disciplinas estudadas na teologia moral são a
ética cristã e a bioética. Teologia Moral é uma disciplina e um campo de conhecimento
da Teologia que se dedica ao estudo e à pesquisa do comportamento humano em
relação a princípios morais e ético-religiosos. O vocábulo moral provém do latim mos-
moris, que inicialmente significava costume, evoluindo depois para uma significação
equivalente ao grego ethos.

Na teologia cristã, a teologia moral ocupa-se do estudo sistemático dos


princípios ético-morais subjacentes à doutrina e às verdades reveladas por Deus, bem
como à sua aplicação posterior à vida quotidiana do cristão e da Igreja. Esta teologia
está, em parte, englobada pela teologia sistemática. Mas, apesar disso, muitas vezes
ela também está associada à teologia prática.

O Evangelho e as verdades e doutrinas reveladas, estudadas pela teologia


dogmática, estão essencialmente ligadas a uma ética e conduta moral, algo que eles
têm que fazer em consequência (e prova) de sua salvação.

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Mais 21 TIPOS DE TEOLOGIA – Quantas Você Conhece?

1) Teologia Anacromática: A mais alta teologia. É a teologia do ensino em


contraposição a teologia catequética. O termo foi criado pelos escolásticos
luteranos para nomear a exposição e defesa dos mais altos ministérios da fé
cristã.

2) Teologia Alexandrina: Doutrina cristã elaborada em Alexandria, no Egito, e que


floresceu do terceiro ao quinto século. A principal tarefa dos doutores e pais
alexandrinos foi harmonizar a teologia cristã com a filosofia de Platão.

3) Teologia Asiática: Esforço concentrado dos cristãos asiáticos em adequar a


mensagem de Cristo á sua realidade. Os teólogos da Ásia, de um modo geral,
alegam que o cristianismo foi tremendamente adulterado pelo Ocidente, fazendo-
se necessária pois, uma adaptação da Teologia Cristã às reais necessidades
culturais, históricas e antropológicas da região.Tal preocupação, aliás, já era
manifestada por Sadu Sundar Sing. O evangelista Indiano fazia questão de dar a
água da vida a seu povo em uma taça Indiana e não numa chávena Inglesa. Os
princípios da transculturação jamais podem ser esquecidos.

4) Teologia da Experiência: Doutrina segundo a qual a experiência é a base da


Teologia Cristã. Neste sentido, o conhecimento é prescindível. Um de seus
maiores representantes é Friedrich Schleiermacher (1768 – 1834). Em seu
sistema, o teólogo alemão não realça a ação de Deus em relação à Humanidade,
mas busca mostrar o cristianismo pela experiência do homem com o
sobrenatural.

5) Teologia da Libertação: A Teologia da Libertação é uma corrente teológica


cristã nascida na América Latina, depois do Concílio Vaticano II e da Conferência
de Medellín, que parte da premissa de que o Evangelho exige a opção
preferencial pelos pobres e especifica que a teologia, para concretar essa opção,
deve usar também as ciências humanas e sociais. É considerada como um
movimento supradenominacional, apartidário e inclusivista de teologia política,
que engloba várias correntes de pensamento que interpretam os ensinamentos
de Jesus Cristo em termos de uma libertação de injustas condições econômicas,
políticas ou sociais.

Ela foi descrita pelos seus proponentes como uma reinterpretação analítica e
antropológica da fé cristã, em vista dos problemas sociais, mas seus oponentes a
descrevem como um marxismo, relativismo e materialismo cristianizado. Leonardo
Boff, um dos expoentes da teologia da libertação no Brasil.
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6) Teologia da Morte de Deus: Conhecida também como ateísmo cristão e
Teologia Secular, a Teologia da Morte de Deus, que floresceu na década de
1960, ensinava já estar totalmente descartada, pelo homem moderno, a ideia de
um Deus transcedental. Eis os maiores representantes da doutrina: Thomas J.J.
Altizer, William Hamilton e Paul van Buren.

7) Teologia das Alianças: O mesmo que Teologia dos Pactos. Doutrina que tem
por base as alianças e concertos que Deus estabeleceu com o homem. A forma
padrão pela qual se organiza a Teologia da Aliança considera a história do
relacionamento de Deus com a humanidade, desde a Criação, a Queda até a
Redenção para a Consumação, sob o marco de três abrangentes alianças
teológicas: Aliança das Obras, Aliança da Graça e Aliança da Redenção.
Aliancistas dizem serem ―teológicas‖ essas três alianças, porque, embora não
explicitamente apresentadas como tais no texto da Bíblia Sagrada, podem ser
consideradas teologicamente implícitas, ao descrever e resumir a imensa riqueza
de dados e informações escriturísticos. Igrejas Reformadas sistemas de
pensamento tratam a Teologia da Aliança clássica não meramente como um
ponto de doutrina ou como um dogma central, mas como a estrutura pela qual o
texto bíblico se organiza.

8) TEOLOGIA DA SUBSTITUIÇÃO: A Teologia da Substituição é um enfoque


sistemático enganoso que se utiliza da Bíblia para fomentar ódio e desprezo ao
povo do Eterno, que não apenas tem desviado milhões de gentios ao longo dos
anos, mas tem também originado o mal nas mais terríveis proporções. Essa
teologia teve sua participação na perseguição aos Judeus pela igreja cristã
através dos séculos, incluindo o Holocausto, e foi também o pensamento
teológico que pairava por trás do pesadelo do apartheid.

a) O que é a teologia da substituição: A Teologia da Substituição declara que


Yisrael, tendo falhado com Deus, foi substituída pela igreja cristã. O
cristianismo é agora o verdadeiro Yisrael de Deus e o destino nacional de
Yisrael está para sempre perdido. A restauração do moderno Estado de
Yisrael é, assim, um acidente, sem nenhuma credencial bíblica. Os cristãos
que creem que tal restauração é um ato de Deus, em fidelidade à sua aliança
estabelecida com Abraão cerca de 4000 anos atrás são considerados
enganados e muitas vezes taxados de dispensacionalistas. Esta é a posição
básica dos adeptos dessa teologia.

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b) Teologia Dialética ou Teologia Neo-Ortodoxa: Teologia dialética (ou
teologia da crise ou, ainda, teologia da Palavra) ou neo-ortodoxia foi um
movimento teológico que floresceu na Europa (particularmente na Alemanha)
da década de 1920. Reagindo ao liberalismo teológico, a teologia dialética
tem em Karl Barth o principal nome. Além dele, outros teólogos tornaram-se
conhecidos, como Emil Brunner, Friedrich Gogarten, Eduard Thurneysen e
Rudolf Bultmann, por exemplo. De uma forma geral, a teologia dialética
apresenta duas características básicas. Em primeiro lugar, afirma-se que a
própria revelação tem estrutura dialética, ―na medida em que mantém unidos
elementos que se excluem reciprocamente: Deus e homem, eternidade e
tempo, revelação e história‖. Segundo, os próprios enunciados teológicos
devem seguir esta metodologia dialética, exprimindo tanto a posição quanto a
negação. O grande exemplo desta metodologia continua sendo o primeiro
livro de Karl Barth, intitulado A Carta aos Romanos.

c) Teologia dos Pactos: Doutrina que considera o relacionamento entre Deus e


os homens a essência da Teologia. Este ensino floresceu durante a reforma
protestante, e teve como principal representante a Zwínglio. Posteriormente
seria desenvolvida por João Calvino. A teologia do pacto é o evangelho
apresentado no contexto do plano eterno de Deus de comunhão com o Seu
povo, e seu desenvolvimento histórico nos pactos das obras e da graça (bem
como nos vários estágios progressivos do pacto da graça).

A teologia do pacto explica o significado da morte de Cristo à luz da plenitude do


ensino bíblico sobre os pactos divinos, fortalece nosso entendimento da natureza e
uso dos sacramentos, e provê a explicação mais completa possível dos fundamentos
de nossa segurança.

Colocado de outra forma, a teologia do pacto é o modo da Bíblia explicar e


aprofundar nosso entendimento da:

(1) expiação [o significado da morte de Cristo];

(2) segurança [a base de nossa confiança de comunhão com Deus e o desfrutar de


Suas promessas];

(3) os sacramentos [sinais e selos das promessas pactuais de Deus – o que eles são
e como eles operam]; e

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(4) a continuidade da história da redenção [o plano unificado de salvação de Deus]. A
teologia do pacto é também uma hermenêutica; uma abordagem do entendimento das
Escrituras – uma abordagem que tenta explicar biblicamente a unidade da revelação
bíblica.

d) Teologia do Processo: De conformidade com este sistema, cujos maiores


representantes são Shailer Mathews e Henry Nelson Wieman, acha-se Deus
completamente envolvido no interminável processo a que se encontra
submetido o Universo. Sob esta ótica, as ciências naturais tem mais peso que
a relação divina. Esta doutrina esta mais baseada na filosofia do que na
Teologia. Haja vista que um de seus mais respeitáveis adeptos é o pensador
francês Henry Bergson.

e) Teologia Empírica ou Teologia Natural: A Teologia Natural é o ramo da


filosofia que investiga o que a razão humana sem a ajuda da revelação pode
nos dizer a respeito de Deus. É aqui entendida como uma tentativa de
determinar as características de Deus sem recorrer à revelação divina
(escritura ou experiência mística) ou à qualquer ideia que não seja ―natural‖.
Aqui não se trata de olhar para a beleza da natureza ou evidências de design,
mas sim de através da razão humana apenas, do pensamento e de nada que
não seja ―natural‖, se chegar a Deus. A Teologia Natural é o resultado
intelectual da tendência natural da mente humana para desejar ou ser
inclinado em direção a Deus. Haveria um ―instinto natural‖ no ser humano de
se buscar ―algo maior‖, uma busca para além dos limites da razão e da
ciência.

Esta abordagem tradicionalmente apela ao ―desejo natural de ver Deus‖, desenvolvido


por Tomás de Aquino, embora a recente ciência cognitiva da religião abriu outras
formas de desenvolver este tema bastante interessantes.

f) Teologia Especulativa: Filosofia pagã que se ocupa em especular a cerca


de Deus.

g) Teologia Federal: Elaborado por Johannes Cocceius ( 1603 – 1669 ), este


sistema tem como base a ideia de que toda raça Humana estava
representada em Adão, no pacto de obras que Deus firmara com o nosso
primeiro Pai. Por isso todos fomos afetados por sua queda.

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h) Teologia Filosófica: A teologia filosófica é um ramo da teologia em que os
métodos filosóficos são utilizados para chegar a uma compreensão mais clara
das verdades divinas. Existe um debate sobre se a teologia e a filosofia
devem estar envolvidas no esforço do homem para chegar à verdade, ou se a
revelação divina pode, ou deve, se manter sozinha. Ao longo dos séculos,
tem havido várias teorias diferentes sobre o quão extensivamente os sistemas
filosóficos devem ser aplicados aos conceitos teológicos. Alguns dizem que
os dois devem ser absolutamente separados, que não têm nada a ver com o
outro. Outros dizem que a filosofia e a razão são necessárias para que o
homem entenda corretamente a revelação divina.

Ainda outros tomam uma abordagem moderada, dizendo que a filosofia é uma
ferramenta útil, mas que não deve ser totalmente confiada. A teologia filosófica surgiu
nos séculos 18 e 19, quando os pensadores positivistas, modernistas e iluministas
atacaram o Cristianismo. Os teólogos queriam uma maneira de explicar e defender as
suas crenças e descobriram que podiam usar métodos filosóficos para defender a
revelação divina.

O uso da filosofia para analisar e explicar a teologia não foi sem precedentes.

Tomás de Aquino, Agostinho e outros teólogos da Antiguidade tinham usado as


ideias de Aristóteles e Sócrates em seus escritos em um esforço para pensar e
compreender os conceitos apresentados na Bíblia. Muitos apologistas modernos ainda
usam argumentos filosóficos. Por exemplo, os argumentos teleológicos e ontológicos
para a existência de Deus são enraizados firmemente na teologia filosófica.

i) Teologia Mediadora: Tendo como seus maiores representantes Dorner e


Karl Ullmann, este sistema prima por buscar um ponto de equilíbrio entre as
diversas forças doutrinárias que pugnam no arraial Cristão. Um de seus
labores é medir a convivência do racionalismo com o sobrenaturalismo. Para
esta Teologia, todas as correntes, por mais antagônicas que se mostrem
entre si, podem atuar livre e harmonicamente na Igreja Cristã.

j) Teologia Negra: Fundado a partir das doutrinas libertárias de James Cone,


este sistema tem como primordial preocupação a libertação política, social e
econômica do homem negro. Suas afinidades com a Teologia da Libertação
são muito impressionantes.

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k) Teologia Ortodoxa: Sistema Doutrinário que se acha de acordo com as
crenças oficialmente aceitas. Nem sempre, porém, a ortodoxia está de acordo
com as Sagradas Escrituras. As doutrinas de uma seita herética, por exemplo,
em relação a si, são ortodoxas; mas, em relação à Palavra de Deus,
heterodoxas. Por isso, uma doutrina para ser válida tem de ser, além de
ortodoxa, essencial, estrutural e historicamente Bíblica. A verdadeira
ortodoxia tem de estar de acordo não somente com o arcabouço doutrinal da
denominação, mas principalmente com os arcanos da Bíblia Sagrada.

l) Teologia Pastoral: Doutrina que tem por objetivo apresentar as razões,


funções e reivindicações do ministério Cristão conforme preconiza o Novo
Testamento. A teologia pastoral é a disciplina teológica estudando a prática
eclesial e oferecendo critérios para a ação corretiva. É a parte da Teologia
cristã que cuida da aplicação prática dos ensinamentos teológicos à ação ou
pastoral da Igreja e à vida quotidiana de cada crente, principalmente à
formação dos fiéis, conduzindo-os no reto caminho da Palavra de Deus e da
salvação, através dos ensinamentos.

Esta teologia, que está englobada pela teologia prática, contém vários sub
campos relacionados como a Teologia de Missões, a Evangelização, a psicologia
pastoral ou psicologia da religião, homilética e áreas similares.

m) Teologia Política: Ensino que defende a participação da igreja nas decisões


nacionais, visando a apresentação à sociedade e aos poderes constituídos as
reivindicações da Palavra de Deus quanto à promoção do bem comum.

n) Teologia Sistemática ou Teologia Dogmática: Organização lógica e


ordenada das verdades alusivas a Deus e ao seu relacionamento com o
homem, num sistema doutrinário, cultural e historicamente coeso e harmônico
com as Escrituras do Antigo e do Novo Testamento.

TEOLOGIA MAIS CONHECIDA É A TEOLOGIA SISTEMÁTICA

Que engloba ramos como a teologia das doutrinas, a teologia dogmática e a


teologia filosófica, é a disciplina da teologia cristã que formula uma descrição
ordenada, racional e coerente da fé e crenças cristãs. Ela reúne as informações
extraídas da pesquisa teológica, organiza-as em áreas afins, explica as aparentes
contradições e, com isso, fornece um grande sistema explicativo (diferentemente da
teologia histórica ou da teologia bíblica).

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A teologia sistemática está também associada por vezes à apologética cristã,
que serve para, no confronto teológico entre diferentes religiões e heresias, defender a
doutrina da confissão cristã em causa.

A teologia Sistemática abrange vários ramos, vejamos:

a) Teologia exegética - Exegética vem da palavra grega que significa extrair. Esta
teologia procura descobrir o verdadeiro significado das Escrituras.

b) Teologia Histórica - Envolve o Estudo da História da Igreja e o


desenvolvimento da interpretação doutrinária.

c) Teologia Dogmática - É o estudo das verdades fundamentais da fé como se


nos apresentam nos credos da igreja.

d) Teologia Bíblica - Traça o progresso da verdade através dos diversos livros da


Bíblia e descreve a maneira de cada escritor em apresentar as doutrinas mais
importantes.

A Teologia Bíblica está dividida em duas partes:


 Teologia Bíblica do Antigo Testamento.
 Teologia Bíblica do Novo Testamento.

e) Teologia Sistemática - Neste ramo de estudo os ensinamentos concernentes a


Deus e aos homens são agrupados em tópicos.

AS PRINCIPAIS DOUTRINAS SÃO:

Doutrina de Deus
João 7 16 - 17 Respondeu-lhes Jesus: A minha doutrina não é minha, mas daquele
que me enviou. Se alguém quiser fazer a vontade de Deus, há de saber se a doutrina
é dele, ou se eu falo por mim mesmo.

 A Existência de Deus
 A Natureza de Deus
 Os Atributos de Deus

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Doutrina de Cristo
Mateus 1: 18 Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua
mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, ela se achou ter concebido do
Espírito Santo.

 Natureza de Cristo
 Os Ofícios de Cristo
 A Obra de Cristo

Doutrina do Espírito Santo


Romanos 8: 11 E, se o Espírito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita
em vós, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo Jesus há de vivificar também os
vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita.
 A Natureza do Espírito Santo
 O Espírito Santo no Antigo Testamento
 O Espírito Santo em Cristo
 O Espírito Santo no Cristão
 Os Dons do Espírito

Doutrina dos Anjos


Hebreus 1: 13 - 14 Mas a qual dos anjos disse jamais: Assenta-te à minha direita até
que eu ponha os teus inimigos por escabelo de teus pés? Não são todos eles espíritos
ministradores, enviados para servir a favor dos que hão de herdar a salvação?
 Sua Natureza
 Sua Classificação
Seu caráter
Sua Obra
Reino das trevas

· Doutrina do Homem
Mateus 19: 4 Respondeu-lhe Jesus: Não tendes lido que o Criador os fez desde o
princípio homem e mulher,
A Origem do Homem
A Natureza do Homem
A Imagem de Deus no Homem

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· Doutrina da Salvação
Romanos 3: 24 sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção
que há em Cristo Jesus,
A Natureza da Salvação
Justificação
Regeneração
Santificação

·Doutrina da Igreja
Atos 11: 22 Chegou a notícia destas coisas aos ouvidos da igreja em Jerusalém; e
enviaram Barnabé a Antioquia;
A Natureza da Igreja
A Fundação da Igreja
As Ordenanças da Igreja
A Organização da Igreja

·Doutrina do Pecado

Rm 3.23 - Todos pecaram e estão afastados da presença gloriosa de Deus.

Origem do Pecado
A natureza
Consequências

·Doutrina das Escrituras


2 Tm 3.16 - Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a
verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver.
A necessidade das Escrituras
A inspiração
Os materiais

· Doutrina das Últimas Coisas


Mateus 24: 3 E estando ele sentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os
seus discípulos em particular, dizendo: Declara-nos quando serão essas coisas, e que
sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo.
Sinais da Vinda de Jesus
Arrebatamento da Igreja
Tribunal de Cristo
Bodas do Cordeiro
Grande tribulação
Milênio
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Juízo do Trono Branco

1. Objetivos da Teologia

1. Demonstrar a existência de Deus

O mundo revela-se imperfeito, por isso não pode ter em si a causa do seu ser e
do seu operar. Logo, deve-se remontar à um ser perfeito, Deus, que é, sem dúvida, o
criador do mundo que Ele tira do nada. Conclui-se, então, que a finalidade primeira da
Teologia é demonstrar a existência de Deus, posto que provada já está e dispensa
qualquer esforço nesta direção, e produzir conhecimento correto da sua personalidade
e do seu caráter.

2. Explicar o Homem e sua queda

Entre as coisas criadas, o ser humano merece destaque especial em razão das
peculiaridades curiosas e impressionantes do seu existir. Sendo assim, a Teologia
procura explicar quem é, o que é e para quê o homem, demonstrando e explicando
suas peculiaridades existenciais e buscando sempre sua origem primeira e seu fim
último.
Nessa busca, a mais drástica constatação em conexão ao homem, e que
produz consequências tanto no presente, quanto no futuro, é sua queda. Portanto,
deve a Teologia explicar a origem, a extensão e a natureza dessa queda.

3. Explicar a restauração

A constatação da queda leva a uma necessidade: a de restauração. Esta


necessidade depreende-se do fato que o homem é criatura de Deus e, sendo assim,
não deve ter sido feito para a ruína. Por outro lado, verifica-se o empenho que o
homem tem feito para desvencilhar-se desse problema. Logo, a restauração é uma
necessidade e uma possibilidade e é algo que somente o Criador pode realizar. A
Teologia deve também explicar essa restauração.

4. Explicar o mundo vindouro e preparar o homem para ele

Existem evidências da existência de um mundo após a morte, de além-túmulo,


e da vocação inata no homem à eternidade. A Teologia, logo, não poderia furtar-se ao
nobre propósito de explicar esse mundo e de preparar o homem para nele entrar,
após seu desaparecimento da terra, visto que nenhuma outra forma de conhecimento
o pode fazer.
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É neste ponto que a Teologia é superior às demais ciências, pois enquanto
estas lhe dão conhecimento apenas do mundo presente, que é por natureza
transitório, a Teologia torna o homem sábio para a posse da vida eterna, preparando-o
para viver no mundo vindouro.

2. Fontes da Teologia

As fontes da Teologia são os lugares de onde ela retira seus dados. Eles estão,
praticamente, em todos os lugares, mas de forma desordenada, não sistemática. São
necessários esforço mental, disciplina, clareza, perspicácia e paciência tanto na
coleta, como na análise e classificação dos dados. Geralmente são reconhecidos a
natureza, o homem, a sociedade, a história, as ciências, as Escrituras Sagradas e a
Igreja como fontes autorizadas da Teologia. Neste curso, abordaremos a NATUREZA,
as ESCRITURAS e a IGREJA.

1. A Natureza

No que concerne a existência e aos principais atributos de Deus, a natureza é a


primeira fonte. Teólogos e cientistas naturais estão de acordo neste aspecto. Davi
declarou que "os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento as obras de suas
mãos" (Sl 19.1). Paulo ensinou aos cristãos de Roma que Deus, seu poder, sua
divindade e suas atividades são claramente vistos e entendidos por meio das coisas
que Ele criou (Rm 1.18-20).

2. As Escrituras Sagradas

O mundo antigo conheceu muito sobre Deus, através de revelações pessoais


que fazia a muitos homens. Mas a tradição corrompeu as informações daquelas
revelações. Por isso, Deus nos deu uma revelação escrita, perene e infalível: as
Escrituras Sagradas, ou Bíblia. Nelas Deus revela ao homem tudo quanto precisa
saber a seu respeito, ao passado e ao futuro, permitindo-lhe uma compreensão do
presente e uma perspectiva do futuro.

Nenhum esforço humano foi capaz de produzir conhecimento completo de


Deus, pelo que Deus mesmo tomou a iniciativa de revelar-se por meio de sua Palavra.
As Escrituras se constituem na fonte mais clara, precisa e completa de conhecimento
teológico; constituem-se na "fonte por excelência" e no fundamento principal da
Teologia.

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3. A Igreja

A comunidade das pessoas que professam Fé em Jesus Cristo e que procedem


nesta vida conforme seus ensinos, esta é a Igreja. Este é um fato teológico dos mais
ricos e que mais têm inquietado aqueles que negam a existência de Deus. Todo o
labor teológico de forma metódica e sistemática tem sido desenvolvido em função da
existência da Igreja. Nestes dois mil anos de vida terrena, nos quais tem sofrido os
mais cruentos ataques dos inimigos e dos quais tem saído vencedora absoluta, a
Igreja tem muito que dizer e ensinar àqueles que se dedicam ao estudo das verdades
divinas.

Como ela tem sobrevivido em meio a tantas lutas, e como tem conservado
intactas suas doutrinas cardeais (que são suas crenças fundamentais) só pode ser
explicado pelo fato de que o Deus no qual crê é real e amigo dos que se aproximam
dEle. Vale recordar as palavras do Mestre excelente: "(...) edificarei a minha igreja, e
as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt 16.18). O conhecimento
expressado nas Escrituras é plenamente experimentado pela Igreja, tornado real,
prático e posto mais facilmente ao alcance de todos. Se alguém desejar conhecer a
Deus e saber como alcançar seu favor, é só se envolver com a Igreja. As Escrituras
declaram que ela é a agência de Deus na terra. Portanto, é uma preciosíssima fonte.

3. A HISTÓRIA DA TEOLOGIA

Analisaremos o processo progressivo da Teologia, no transcorrer da história.


a. O Período Patrístico - 100 A 451 DC

TEÓLOGO E SUA CONTRIBUIÇÃO:

·JUSTINO MÁRTIR (C100 – C165 DC) Apologia em defesa da fé cristã frente ao


paganismo.

·IRINEU DE LION (C130 – C200 DC) Apologia da fé cristã em face do gnosticismo.

·ORÍGENES (C185 –C254 DC) Apologista.


Contribuição em duas áreas: Interpretação alegórica e Cristologia (heresia
ariana)

·TERTULIANO (C160 – C225 DC) Pai da teologia latina.


Unidade do AT E NT
Bases da doutrina da trindade.
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Suficiência das Escrituras.

· ATANÁSIO (C296 – C373 DC) Cristologia – a Encarnação.

b. A Idade Média. Durante a Idade Média, o estudo bíblico esteve completamente


subordinado ao dogma eclesiástico. A teologia Bíblica foi usada apenas para reforçar
os ensinos dogmáticos da Igreja, os quais eram fundamentados na Bíblia e na
tradição da Igreja. A Bíblia era interpretada pela tradição histórica e a Igreja a
considerava como fonte da teologia dogmática.

c. A Reforma. Os reformadores reagiram contra o caráter não Bíblico da teologia


dogmática e insistiram em que a teologia deve estar fundamentada apenas na Bíblia.
Berkhof diz que o lema dos reformadores era: "A Igreja não determina o que as
Escrituras ensinam, mas as Escrituras determinam o que a Igreja deve ensinar". O
princípio fundamental era: "Scriptura Scripturae interpres, isto é, a Escritura é
intérprete da Escritura".

d. Escolasticismo Ortodoxo. Os resultados obtidos pelos estudos históricos da


Bíblia, realizados pelos reformadores, logo perderam-se no período imediatamente
após a reforma, e a Bíblia foi mais uma vez utilizada sem uma perspectiva crítica e
histórica, para servir de apoio à doutrina ordotoxa. A história foi completamente
absorvida pelo dogma e a filologia tornou-se um ramo da dogmática.

e. A TEOLOGIA MODERNA (C1750 DC ATÉ OS DIAS ATUAIS)

A Interpretação das Escrituras na Modernidade:


Impacto do Iluminismo na Interpretação da Bíblia

Ø Rejeição dos Relatos Miraculosos. Os relatos bíblicos envolvendo a atuação


miraculosa de Deus como a criação do mundo, os milagres de Moisés, etc, passaram
a ser desacreditados e frequentemente explicado como naturais. Já que milagres não
existem, segue-se que foram fabricações do povo de Israel e depois da Igreja, que
atribuem a eventos sobrenaturais coisas que nunca aconteceram historicamente.

Ø Erros nas Escrituras - A reação contra o dogmatismo que, segundo os


racionalistas, havia prevalecido no período do escolasticismo da pós Reforma, se fez
sentir especialmente na área da interpretação das Escrituras. Estudiosos racionalistas
começaram a insistir que o "dogma" da inspiração divina da Bíblia deveria ser deixado
fora da exegese, para que a mesma pudesse ser feita de forma "neutra".

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Eram contra qualquer dogma em geral como pressuposto de leitura da Bíblia, pois
entendiam que todas as convicções de caráter teológico tendem a viciar os resultados
da pesquisa bíblica. Eram especialmente contrários à doutrina da inspiração pois a
mesma impedia que a Bíblia recebesse tratamento crítico, como um livro humano.

Ø Mito - O conceito de "mito" começa a ser aplicado aos relatos miraculosos do


Antigo e Novo Testamentos. Mito era a maneira pela qual a raça humana, em tempos
primitivos, articulava aquilo que não conseguia compreender. Segundo os intérpretes
críticos, as fontes que os autores bíblicos usaram estavam revestidas de mitos. Surge
o termo "alta crítica" para se referir à essa tarefa de "criticar" o relato bíblico e "limpá-
lo" dos acréscimos mitológicos. Outros estudiosos preferiram usar o termo "saga" para
se referir às lendas criadas por Israel sobre suas origens e pela Igreja apostólica sobre
Jesus.

Ø Separação dos Dois Testamentos - Houve ainda uma reação dos estudiosos
críticos contra a interpretação do Antigo Testamento feita do ponto de vista do Novo,
que era a interpretação cristológica defendida e desenvolvida pêlos Reformadores.
Argumentavam que não se podia usar o Cristianismo como pressuposto para
entendimento dos escritos do Antigo Testamento, o qual deveria ser lido como um
livro judaico. Os críticos insistiam na separação dos Testamentos para que o Antigo
pudesse ser lido sem a interferência do Novo e para que o Novo fosse lido sem a
interferência das doutrinas e dogmas da Igreja.

Ø A Pluralidade da Verdade - O pensamento pós-moderno rejeita o conceito da


modernidade de que existam verdades absolutas e fixas. Toda verdade é relativa e
depende do contexto social e cultural onde as pessoas vivem. Isso inclui verdades
religiosas.

Ø A Defesa do Inclusivismo - O pós-modernismo busca uma sociedade pluralista,


onde haja convivencia amigável entre visões diferentes e opostas. Isso é pluralismo
inclusivista. Espera-se que as opiniões cedam umas as outras, particularmente aos
pontos-de-vista marginalizados que foram calados por gerações pelas vozes
dominantes da sociedade.É o caso do ponto-de-vista feminista, dos homossexuais,
das minorias| das culturas desprezadas. Isso abriu o campo para as hermeneuticas
das minorias, como a hermenêutica feminista, a hermenêutica da raça negra e a
hermenêutica homossexual.

Ø O Conceito do "Politicamente Correio" - Nessa sociedade pluralista e


inclusivista, a opinião e as convicções têm de ser respeitadas — algo com que o
cristão bíblico, a principio concordaria. Mas, para os pluralistas, a razão para esse
"respeito' é que a opinião de um é tão verdadeira quanto a opinião do outro.
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4. Tendências Contemporâneas

1. Não é fácil apresentar as tendências atuais da teologia no Mundo e, de modo


especial, na América Latina e no Brasil. Apesar disso, faremos um esforço, porque
poderá ajudar-nos a ver mais claro o caminho da evangelização que nos compete
seguir hoje.

2. Vivemos, na teologia, uma época de regressão. Não temos, no momento, nomes


novos de grandes teólogos. Os teólogos de referência são ainda alguns de anos
passados. Países sempre na ponta como França, Alemanha, também hoje não
apresentam grandes nomes. A explosão teológica, provocada pela Reforma, entrou
num compasso de espera. Sente-se certo mal-estar proveniente de uma acentuada
tensão entre o magistério e os teólogos.

3. A Teologia Contemporânea foi originada diretamente da teologia Especulativa, tem


tomado várias direções, principalmente após a Reforma Protestante, recebendo várias
designações diferentes, como: teologia modernista, teologia da esperança, teologia do
cristianismo sem religião e etc. O mais importante a se entender sobre a Teologia
Contemporânea é que esse novo conjunto de pressupostos religiosos modificou o
pensamento do homem moderno.

5.1. Teologia Católica

A Igreja Católica defende o uso da teologia enquanto ciência ou estudo racional,


mas assente sempre na obediência à fé, que estuda sistematicamente e com método
a Revelação divina na sua totalidade, que está compilada na chamada Tradição. A
Tradição tem uma parte oral e uma parte escrita que está centrada na Bíblia. As
conclusões da Teologia faz evoluir a compreensão e definição da doutrina católica.
Os métodos usados, os tópicos estudados e as suas disciplinas são semelhantes às
outras teologias das principais confissões cristãs, algo que tem muito a ver com a sua
base comum. Mas a sua interpretação das verdades reveladas e posterior definição
das doutrinas apresentam diferenças em relação às suas congéneres cristãs,
nomeadamente na questão da veneração dos santos e da Virgem Maria,
dajustificação, da infalibilidade e primazia do Papa, da noção de verdadeira Igreja de
Cristo, da composição dos cânones da Bíblia e da validade da Tradição oral.

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5.2. Teologia Protestante

Entre os fundadores da teologia protestante estão alguns conhecidos


como Lutero, Calvino, Zwinglio e Melanchton. Suas teologias são como um
documento original de fé para os evangélicos ou, pelo menos, deveriam ser.
O conteúdo doutrinal da teologia protestante é o resultado da aplicação sistemática e
coerente do princípio que a salvação deriva imediatamente, diretamente e
exclusivamente de Deus. Eliminando, desta forma, qualquer intermediário possível
que não seja Cristo. A salvação é pela fé na palavra de Deus e o batismo é o atestado
do seu perdão. Através deste, os cristãos fazem parte da comunidade dos salvos, isto
é, a igreja, que conforme Lutero ―é o lugar em que a Palavra de Deus é pregada e
ouvida e em que os sacramentos são administrados segundo a instituição de
Cristo". As boas ações mostram a transformação e as ações do Espírito Santo nas
vidas.

Quanto à forma, a teologia protestante dos fundadores tinha caráter bíblico e


assistemático. Condenava o uso da razão na teologia e a utilização da filosofia na
interpretação bíblica. Acreditava que a razão era uma prostituta, filha de Satanás e
corrompida, por isso era absolutamente incapaz de conhecer a Deus e entender as
realidades espirituais. Mas cria no racionalismo como sendo a principal causa da
corrupção bíblica. Para os fundadores a forma de tornar à pureza original era libertar o
evangelho da filosofia.

5.3. Teologia da Libertação

A teologia da libertação é uma corrente teológica que engloba diversas


teologias cristãs desenvolvidas no Terceiro Mundo ou nas periferias pobres
do Primeiro Mundo a partir dos anos 70 do século XX, baseadas na opção preferencial
pelos pobres contra a pobreza e pela sua libertação. Desenvolveu-se inicialmente na
América Latina.

Estas teologias utilizam como ponto de partida de sua reflexão a situação


de pobreza eexclusão social à luz da fé cristã. Esta situação é interpretada como
produto de estruturas econômicas e sociais injustas, influenciada pela visão
das ciências sociais, sobretudo a teoria da dependência na América Latina, que
possui inspiração marxista.

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A situação de pobreza é denunciada como pecado estrutural e estas teologias
propõem o engajamento político dos cristãos na construção de uma sociedade mais
justa e solidária, cujo projeto identifica-se com ideais da esquerda. Uma característica
da Teologia da Libertação é considerar o pobre, não um objeto de caridade, mas
sujeito de sua própria libertação. Assim, seus teólogos propõem
uma pastoral baseada nas comunidades eclesiais de base, nas quais os cristãos das
classes populares se reúnem para articular fé e vida, e juntos se organizam em busca
de melhorias de suas condições sociais, através da militância no movimento social ou
através da política, tornando-se protagonistas do processo de libertação. Além disto,
apresentam as Comunidades Eclesiais de Base como uma nova forma de ser igreja,
com forte vivência comunitária, solidária e participativa.

Por seu método e opções políticas, trata-se de uma teologia extremamente


controversa, tanto pelas suas implicações nas igrejas quanto na sociedade. A partir
dos anos 1980, com a redemocratização das sociedades latino-americanas e a queda
do muro de Berlim com consequente crise das esquerdas e as transformações sociais
e econômicas provocadas pela globalização e o avanço do neoliberalismo esta
teologia perdeu parte de sua combatividade política e social.

5.4. Teologia da Prosperidade

Teologia da prosperidade, também conhecida como confissão


positiva, palavra da fé, movimento da fé e evangelho da saúde e da
prosperidade, é um movimento religioso surgido nas primeiras décadas do século
XX nos Estados Unidos da América. Sua doutrina afirma, a partir da interpretação de
alguns textos bíblicos como Gênesis 17.7, Marcos 11.23-24 e Lucas 11.9-10, que os
que são verdadeiramente fiéis a Deus devem desfrutar de uma excelente situação na
área financeira, na saúde, etc.

O pioneiro desse movimento foi o estado-unidense Essek. M Kenyon, enquanto


o maior divulgador foi Kenneth Hagin, que influenciou a muitos pregadores
nos Estados Unidos que ganharam reconhecimento mundial, como Kenneth
Copeland, Benny Hinn, David (Paul) Yonggi Cho, entre outros. A Partir dos anos 70 e
80, a teologia da prosperidade se estendeu a muitos paises, incluindo Portugal, onde
se destacou Jorge Tadeu, fundador da Igreja Maná, e também o Brasil. Ao longo dos
anos essa doutrina foi abraçada principalmente por igrejas neo-pentecostais.

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No Brasil, as maiores igrejas desse movimento são a Igreja Universal do Reino
de Deus, do Bispo Macedo, aIgreja Internacional da Graça de Deus, do
Missionário R.R. Soares, a Igreja Mundial do Poder de Deus, fundada pelo
Apóstolo Waldemiro Santiago, também dissidente da Igreja Universal, a Igreja
Apostólica Renascer em Cristo, fundada pelo casal Estevam e Sônia Hernandes, além
da Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo, de Valnice Milhomens

5.5. Teologia da Esperança

Escatologia é identica à doutrina da esperança cristã, que abrange tanto aquilo


que se espera como o ato de esperar, suscitado por esse objeto. O cristianismo é total
e visceralmente escatologia, e não só como apêndice, ele é perspectiva, e
tendência. Jürgen Moltmann foi o criador da Teologia da Esperança. Em sua teologia
ele aborda a escatologia, onde a esperança tem seu objetivo cumprido. Segundo seu
conceito, a esperança cristã é criativa: ―Nós não somos só interpretes do futuro, mas
já os colaboradores do futuro, cuja força, na esperança como na realização, é Deus‖.
Jürgen Moltmann inspirou-se na Filosofia da Esperança de Ernest Bloch. Aplicando à
escatologia a categoria de futuro de Bloch, ele desejava uma renovação na teologia
cristã e na praxis da comunidade cristã.

Jürgen Moltmann é o teólogo que articula um projeto de teologia escatológica


desenvolvida como doutrina da esperança e da praxis da esperança. Em 1964 Jürgen
Moltmann publicou sua Teologia da Esperança contendo como subtítulo Pesquisa
Sobre os Fundamentos e Sobre as Implicações de uma Escatologia Cristã. Esta obra
vem, segundo o teólogo holandês J. M. Jong, abalar os campos teológicos bartiano e
bultimaniano. ―A obra enunciava o principio teológico da primazia da esperança e
traçava as linhas de uma cristologia escatológica e de uma eclesiologia messiânica‖.
A Teologia da Esperança baseia-se na Ressurreição do Cristo crucificado. A cruz, que
representa os nossos sofrimentos, mostra a profundidade da esperança cristã. A cruz
tem sua importância, porém, na cristologia escatológica de Jürgen Moltmann, é um
estado intermediário do caminho de Cristo.

Enquanto a cristologia tradicional está voltada para o passado, a cristologia de


Jürgen Moltmann está voltada para um futuro em Cristo. Esse futuro de Cristo traz
algo radicalmente novo sem estar separado da realidade presente, isto é, como um
futuro ―virtual‖, ele exerce influência sobre o presente despertando esperanças. A
esperança cristã espera do futuro de Cristo algo novo que ainda não ocorreu, espera
que se cumpra em toda a justiça de Deus que foi prometida por meio de para frente e,
por isso mesmo, renovação, e transformação do presente.

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Em todo o Novo Testamento, a esperança cristã se dirige para o ainda não
visível, o "esperar contra a esperança" que julga o visível e experimentável como uma
realidade abandonada por Deus e a ser superada.

A esperança cristã é uma esperança de ressurreição e demonstra sua verdade


pela contradição entre o presente e o futuro por ela visualizado, futuro de justiça
contra o pecado, de vida contra a morte, de glória contra o sofrimento, de paz contra a
divisão. É nessa contradição que a esperança deve mostrar sua força.
Muito mais significativo é apresentar a esperança como o fundamento e a mola mestra
do pensamento teológico em geral e introduzir as perspectivas escatológicas na
afirmações sobre a revelação de Deus, sobre a ressurreição de Cristo, sobre a missão
da fé e sobre a história. A ressurreição é a prefiguração do algo novo que há de vir.

5.6. Teologia Neo-Pentecostal

O Neopentecostalismo é uma vertente do evangelicalismo que congrega


denominações oriundas do pentecostalismo clássico ou mesmo das igrejas cristãs
tradicionais (batistas, presbiterianos, etc). Surgiram sessenta anos após o movimento
pentecostal do início do século XX (1906, na Rua Azuza), ambos nos Estados Unidos
da América.

Em alguns lugares são chamados de carismáticos, tendo como exceção oBrasil,


onde essa nomenclatura é reservada quase exclusivamente para um movimento
dentro da Igreja Católica chamado Renovação Carismática Católica, mas aos poucos
o termo vem sendo resgatado por pentecostais e neopentecostais no País.

No Brasil, as igrejas mais representativas dessa corrente são a Igreja Universal


do Reino de Deus, a Igreja Internacional da Graça de Deus, aIgreja Renascer em
Cristo, a Igreja Mundial do Poder de Deus a Comunidade Evangélica Sara Nossa
Terra a Igreja Batista Nacional e oMinistério Internacional da Restauração.

As igrejas neopentecostais se baseiam em uma doutrina conhecida como


"confissão positiva", também chamada Teologia da Prosperidade. De acordo com
o Dictionary Of Pentecostal And Charismatic Movements (Dicionário dos Movimentos
Pentecostal e Carismático), "Confissão positiva é um título alternativo para a teologia
da fórmula da fé ou doutrina da prosperidade promulgada por vários televangelistas
contemporâneos, sob a liderança e a inspiração de Essek William Kenyon. A
expressão "confissão positiva" pode ser legitimamente interpretada de várias
maneiras. O mais significativo de tudo é que a expressão "confissão positiva" se refere
literalmente a trazer à existência o que declaramos com nossa boca, uma vez que a fé
é uma confissão.
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De acordo com Paulo Romeiro, em seu livro "Super Crentes, o Evangelho
segundo Kenneth Hagin, Valnice Milhomens e os Profetas da Prosperidade ", é a
corrente doutrinária que ensina que uma vida medíocre do cristão indica falta de fé.
Assim, a marca do cristão cheio de fé e bem-sucedido é a plena saúde física,
emocional e espiritual, além da prosperidade material. Pobreza e doença são
resultados visíveis do fracasso do cristão que vive em pecado ou que possui fé
insuficiente.

Outros ensinamentos comuns em igrejas neopentecostais são a batalha


espiritual (confronto espiritual direto com os demônios), maldições hereditárias,
possessão de crentes (domínio demoníaco sobre as pessoas, resultando em doenças
ou fracasso), etc. Justamente a ênfase que as denominações neopentecostais dão a
esses ensinos que as levam a ser bastante criticadas pelas demais denominações
protestantes. Segundo os críticos, o sucesso do movimento teria seu fundamento na
pulverização teológica promovida por Mary Baker depois por Essek William Kenyon ao
misturar o gnosticismo das religiões metafísicas com o cristianismo pentecostal.

Precisamos de um retorno urgente aos padrões de vida registrados em Atos


dos Apóstolos; é extremamente necessário que o Espírito Santo volte a exercer sua
função de conduzir a vida dos crentes, inspirar a exposição das verdades relacionadas
a fé, e validar a pregação com os sinais e maravilhas preconizados por Jesus Cristo
(Mc 16.16ss) e que seguiram os primitivos apóstolos. É aproximando-nos de Deus
numa relação de conhecimento transformador que alcançaremos esse padrão de vida
cristã.

E esta é uma das vontades de Deus em relação a nós que é perfeita e


agradável, então...

6. A VIDA DE DEUS.

Vida para a ciência é a perfeita correspondência entre órgão e ambiente,


porém, isso não define plenamente este termo. Quando se refere a Deus, o termo
significa muito mais que isso, visto que Deus não tem ambiente. A vida de Deus e sua
atividade de pensamento, sentimento e vontade. É o movimento total e íntimo do seu
Ser que o capacita a formar propósitos sábios, santos e amorosos. A vida de Deus é
uma vida apenas no sentido existencial, como o é a da natureza, é uma vida em si
mesmo.

Em Deus os fatores de força e condição são ilimitados ou infinitos, Jo 5.26.


Deus é vida Jo 14.26 e o princípio e a fonte de vida At 25.28.

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6.1. ESPIRITUALIDADE DE DEUS.

A Bíblia deixa claro e evidente que Deus em seu ser é espírito (Jo 4.24) e, por
conseguinte é imaterial e que, portanto, não pode ser visto pela visão natural.

Á Quanto espírito, Ele é infinito em dois aspectos:

a) Infinito quanto a sua grandeza. Incapaz de ser medido, mensurado, envolvido e


etc...
b) Infinito quanto a sua existência. Sem princípio e sem fim.

Considerando o supracitado é impossível representá-lo através de figuras, imagens ou


qualquer outra coisa material.

 No Antigo Testamento - Dt 4.15-20.


 No Novo Testamento – Lc 24. 39; 1 Tm 1.17; Cl 1.15; At 17.22-19.

6.2. A REALIDADE ESPIRITUAL DE DEUS INTERROGADA.

Que significam os termos físicos ou humanos aplicados a Deus? Is 59.1; Ne


1.6; 1 Rs 8.24; Jó 34.21; 1 Pe 3.12.
São expressões de termos antropomórficos, estas ocorrências são chamadas
de antropomorfismo – que é a prática de se referir à Deus dando-lhe características
e, ou membros humanos. Há ainda o uso do Antropopatismo que por sua vez se
refere a Deus dando-lhe sentimentos humanos, tais como: Arrependimento, ira,
tristeza e etc...

Como se conciliam as passagens que afirmam que homens viram a Deus (Ex
24.10; Jz 13.22; Ex 33.18,19, 21-23; Is 6.7), com outras que declaram que Deus
jamais foi, e nem pode ser visto por homem algum? (Ex 33.20; Cl 1.15; Jo 1.18).
As primeiras se referem a Deus em suas manifestações (teofania), enquanto que as
outras falam de Deus em seu ser essencial.
O termo teofania é empregado para indicar as manifestações visíveis de Deus no
transcurso da história bíblica.

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Vejamos alguns casos:

a) Experiência de Agar e Ismael, Gn 16.7-10,13.


b) Experiência de Abraão e Isaque Gn 22.11,12
c) Experiência Abraão na planície de Manre Gn 18.1-24
d) Experiência de Josué e Israel em boquim.

6.3. A PERSONALIDADE DE DEUS.

Pode-se definir personalidade como existência dotada de Autoconsciência e de


autodeterminação. A personalidade é constituída de três elementos: O intelecto
(faculdade de pensar), a sensibilidade (faculdade de sentir) e volição (poder de
vontade, livre arbítrio). A Bíblia estabelece a personalidade de Deus devido:

a) Por Ele possuir características e propriedade de personalidade.


· Tristeza, Gn 6.6.
· Ira, I Rs 11.9.
· Amor, Ap 3.9.
· Ódio, Pv 6.6.

b) Por ser dado a Ele nomes que revelam personalidades.

Cada um dos muitos nomes de Deus descreve um aspecto diferente do seu


caráter multifacetado. Aqui estão alguns dos nomes mais conhecidos de Deus na
Bíblia: O propósito é possibilitar aos que pertençam à tradição judaico-cristã
reconhecer que os Nomes e Atributos Divinos podem ser encontrados nas Escrituras
como um todo. Antes de estudar esta seção, precisamos reconhecer que existem
mais de 72 Nomes e Atributos Divinos em hebraico e aramaico. Trata-se de um
número especial que escolhemos para elaborar estas expressões antigas.

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Lembre-se que estas palavras são sagradas e devem ser tratadas com respeito.

1) Eu Sou: Revela Autoconsciência, Ex 3.14.

2) ABBA ou ABWOON (hebraico-aramaico): “Pai” O Nome íntimo dado ao


Divino pelos estudiosos e sábios que escreviam originalmente em aramaico (a
língua franca do ramo linguístico semítico do Egito à Bacia Indiana e à região
da Terra Santa no Oriente Próximo de 1200 a.C. até 600 d.C.). O ―Pai‖ pessoal
que se invoca para se libertar da limitação divina. O título que Jesus usava nos
Evangelhos para orar ao Pai Eterno quando estava em íntimo diálogo com Ele
no grande plano de realização do Reino interno que pertence a todos os que
creem. Ó Abwoon, Pai, abre os meus olhos para que eu veja as maravilhas
do Teu Reino interno, pois Teu é o Reino, o Poder e a Glória neste lado da
Criação e em todas as dimensões para sempre. Amém.

3) ADON OLAM (hebraico): “Senhor de Eternidade (ou do Universo)” A


expressão de Deus entre as mais frequentemente citadas nos hinos antigos
(Salmo 117:2). Ó preciosíssimo Senhor, Adon Olam, que estás nas
canções celestiais da criação e existes como o Senhor do Universo, que o
futuro e as descobertas da vida em todo o Universo nos lembrem que
estamos no Plano Divino como o Teu experimento-semente de Vida.
Amém.

4) ADONAI (hebraico): “Senhor” O título utilizado pelos eruditos, desde os


tanaim (antigos instrutores da Torah) e os geonim (sábios acadêmicos) até os
atuais estudiosos ortodoxos que invocam o Senhor dos profetas. Esta
expressão ocorre 432 vezes no texto bíblico dos massoretas. Eterno e Divino
Adonai, que o Teu Nome Santo seja preservado e usado com grande
sabedoria, pois sabemos que o temor diante do Teu Nome Sagrado é o
começo da Sabedoria. Amém.

5) ADONAI ECHAD (hebraico): “O Senhor é Um” A afirmação básica da


segunda parte do primeiro mandamento dado por Moisés a Israel. ―O Senhor
(D’us) é Um‖. O mistério da Divindade como a suprema unidade da Família
Divina é afirmado nesta expressão (Deuteronômio 6:4). Eterno e Divino
Adonai Echad, que o mistério da Tua Unidade e da Tua Pluralidade sejam
compreendidos na educação da minha alma e na sua ascensão aos
mundos superiores. Amém.

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6) ADONAI, MELEK (hebraico): “Senhor, Rei” A saudação que David usava nos
Salmos para invocar o Divino como o Senhor e Rei Soberano da Criação. O
poder executivo do Rei Divino também é compartilhado como um poder de
misericórdia para com todos os principados e potestades do universo. Ó
Adonai Melek, que a Presença amorosa, orientadora e impressionante do
Teu Reino guie o despertar interno da minha alma à maravilhosa vastidão
e organização do universo físico que é sustentado pelo Teu Reino de Luz.
Amém.

7) ADONAI „TSEBAYOTH (hebraico): “Senhor das Legiões ou Senhor dos


Exércitos” O comando angélico do verdadeiro Senhor das verdadeiras Legiões
dos Céus. A grafia’ Tsebayoth or Sabaoth é encontrada mais de 200 vezes na
Bíblia, nos escritos dos muitos profetas e no Novo Testamento, em Romanos
9:29 e Tiago 5:4, embora, nestes dois últimos casos, tenha sido originalmente
escrito em grego. Ó Adonai ’Tsebayoth, que a presença das Tuas Legiões e
a vinda da Tua Hierarquia de Seres Celestiais dos mundos Superiores
manifestem a verdade da Tua Imagem. Que a acessão das Tuas
’Tsebayoth ao Trono desperte as miríades de almas de seres sencientes
que dormem nas ilusões materiais dos mundos físicos. Amém.

8) AMUD HA-ESH (hebraico): “Pilar de Fogo” Um aspecto do trabalho do


Espírito Santo através da Luz superluminar que conduz o povo pelo deserto,
conforme observa Êxodo 13:21. Ó Divino, Tu que és chamado pelos sábios
de Amud Ha-Esh, e que és o nosso Pilar de Fogo, que as forças dos
príncipes da terra e os elementos da natureza destrutiva abram caminho
para Ti, que és a grande libertação e inspiração para toda a vida. Amém
.
9) ‟ATTIQ YOMIN (aramaico): “Antigo de Dias” A expressão encontrada em
Daniel 7:9,13,22, em que o aramaico original é preservado para explicar Aquele
que se assenta no Trono do Divino. Ó ’Attiq Yomin, que aí estás no Trono
Divino, ajuda-nos a compreender as grandes Maravilhas que vês e a trilhar
o caminho que vislumbras para toda a humanidade. Amém.

10) EHYEH AHSHER EHYEH (hebraico): “EU SOU AQUELE EU SOU” ou


“Eu Serei o que Eu Serei” A profunda revelação de um dos Nomes de DEUS
no Êxodo. Conforme Moisés revela, é a afirmação mais elevada que os que
creem podem fazer em associação com o Deus vivo (Êxodo 3:14). Ó Divino
Ehyeh Asher Ehyeh, coroa-me com Binah, o Entendimento, para que eu
expresse na minha vida a Tua Santa Presença e a natureza imanente da
Árvore da Vida. Amém.
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11) EL (hebraico): Deus” Um dos mais antigos nomes tribais de Deus no
Oriente Próximo, expresso no agrupamento das ligas tribais. Pode ser
encontrado mais de 250 vezes no Antigo Testamento (p. ex., Genesis 7:1, 28:3,
35:11; Isaías 9:6; Ezequiel 10:5). Divino El, a Tua grandiosidade é
insondável. A Tua soberania é a soberania de todos os mundos. Com a
Tua mão direita concede-me a Tua Misericórdia. Sê o meu guia e a minha
bênção através da elevação da minha vida. Amém.

12) EL BRIT (hebraico): “A Aliança” O acordo vivente entre o Divino e nós,


peregrinos planetários do Divino, que temos recordado as suas expressões nas
expressões fonéticas e musicais das tradições sagradas (Josué 3:3). El Brit,
que a Aliança que Tu proclamaste aos meus antepassados lembre-me da
Tua vitória e das Tuas Legiões nos mundos superiores, para que eu
persevere neste vale de lágrimas até que a vitória me tire do exílio da
minha alma. Amém.

13) EL ELOHE ISRAEL (hebraico): “Deus, O Deus de Israel” A afirmação


do povo espiritual de Luz nesta criação local associado ao altar de Jacó em
Shecham, sendo que Israel significa aquele que luta junto com Deus até a
Vitória (Genesis 33:20). Nos abismos dos Teus Amados, ó El Elohe Israel,
que a Tua carta de Amor ao Teu povo, conhecida como a Sagrada
Escritura, seja vista como um Altar Sagrado para todos os povos de Luz
que representam o Teu Israel Espiritual na terra e nos céus. Amém.

14) EL ELYON (hebraico): “O Deus Altíssimo” De acordo com alguns


estudiosos, quando Israel foi levado em cativeiro de Jerusalém à Babilônia, os
estudiosos começaram a enfatizar o nome/natureza de El Elyon porque as leis
de Yahweh não podiam ser praticadas na Babilônia (p. ex., Genesis 14:18;
Salmo 9:2; 82:6). Ó El Elyon, que a Tua presença celebrada na comunhão
entre Abraão na terra e Melchizedek nos céus seja solenizada de novo no
meu trabalho em prol do sacerdócio maior entre céu e terra. Que Tu me
ajudes a superar os espíritos de corrupção da terra. Possamos lembrar
que somos filhos e filhas do Deus Altíssimo. Amém.

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15) EL GIBBOR (hebraico): “Deus de Força” ou “Deus Poderoso”
A afirmação de um Deus na aliança tribal ou de um Deus que se manifesta para
os povos fronteiriços nos desertos, montanhas e selvas do mundo. O Deus que
atua através da sinergia fraterna manifestada nos rigores da vida (Isaías 10:21;
Jeremias 32:18). Ó Poder Divino que chamamos El Gibbor, que Tu me
ajudes na minha fraqueza a entender os mistérios da mais ínfima partícula
de Luz que expressa a plenitude de um bilhão de sóis, e que aguarda os
Filhos e Filhas que serão os novos Adãos e Evas. Amém.

16) EL ROI (hebraico): “Deus de Visão” O Deus de Onipotência e Visão


Onidirecional através do Olho Divino (p. ex., Genesis 16:13). Ó El Roi, que a
Tua Visão conceda aos Teus servos em todas as cidades e países o poder
para alcançar a verdadeira irmandade, vendo através da transparência da
vida. Sabemos que a Tua natureza de percepção viva sonda as
profundezas da psique e as alturas de todos os Cosmos. Amém.

17) EL SALI (hebraico): “Deus da Minha Rocha” A Força do Divino que


nos mantém ao longo de todos os testes e tribulações (Salmo 42:10). Que a
Divindade eterna, que purifica e manifesta vida como El Sali torne-se uma
fortaleza para toda a criação de modo que um caminho de pura Luz
consiga preparar o caminho para todos os seres que queiram ascender ao
Teu Trono glorioso. Amém.

18) EL SHADDAI (hebraico): “O Senhor Deus Todo-Poderoso” O título


usado pelo anjo do Senhor quando apareceu para Abraão, demonstrando a
Natureza manifestada de Deus à medida que Ele se evidenciava a Abraão
(Genesis 17:1; Êxodo 6:3; Salmo 68:14). Divino El Shaddai, Todo-Poderoso,
Tu nos escolheste antes da fundação do mundo para que, com Amor,
fôssemos santos e sem mácula diante d’Ele. Amém.

19) ELI, ELI, (hebraico): “Meu Deus, Meu Deus” As últimas palavras na
cruz pronunciadas por Jesus, no seu sacrifício supremo como lição viva de
unicidade com o Corpo de Ressurreição (Marcos 15:34; Salmo 22:1). Divino
Eli, Eli, que o Teu Nome abra os céus para receber o meu corpo fora da
cruz de espaço e tempo. Que o Corpo Eterno da Filiação Divina seja
ativado na minha vida perecível. Amém.

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20) ELOHA SHAMAYYIM (hebraico): “O Deus dos Céus” Um título próprio
para a Liderança gloriosa sobre os céus e os céus inferiores, e para Aquele que
é o Organizador e Sustentador da Criação (Esdras 5:11). Que o Eloha
Shamayyim nos lembre do governo espiritual que guarda e rege o
comportamento honesto das nossas vidas e o nosso compromisso
espiritual com o caminho superior da vida. Amém.

21) ELOHIM (hebraico): “Os Deuses” ou “Divindade” O primeiro título


para Deus nos textos da Torah, no Livro de Gênesis. A majestade plural da
Divindade revelada em Gênesis, mesmo antes de a expressão Yahweh ser
usada, mostrando uma pluralidade de excelência majestosa. Este título aparece
mais de 2.500 vezes no Antigo Testamento e 32 vezes em Genesis 1 (p. ex.,
Genesis 1:1; Salmo 68:1). Ó Divino Elohim, com a Tua Mão Esquerda
protege-me e liberta-me como o Criador do qual emerge toda a vida. Que a
Tua Glória seja Louvada para Sempre. Amém.

22) ELOHIM „TSEBAYOTH (hebraico): ”Deus como as Legiões ou os


Exércitos” Uma expressão que descreve a Mão exterior da Divindade no
Universo. Um título de excelência usado para a exteriorização da Hierarquia,
usado pelos místicos judeus (Salmo 80:7,14). Que Elohim Tsebayoth, as
Forças gloriosas das Legiões da Mão Direita, ajudem a proteger e a
libertar a minha vida das forças inferiores que não se encontram na
Imagem Divina. Amém.

23) HA-EL HA GADOL (hebraico): “O Grande Deus” O atributo do Eterno


Poder Soberano de Deus observado em todo o Universo. Ó Ha-El Ha Gadol,
desperta em mim a missão imanente desta vida: amá-Lo, Senhor, com
todo o meu coração, força e mente, e amar os meus semelhantes como a
mim mesmo, seguindo o Teu exemplo. Amém.

24) HA-EL HA‟KADOSH (hebraico): “O Santo Deus” Uma expressão


usada em orações ao Divino, da forma como os profetas do Antigo e Novo
Testamento O exaltavam. A pronunciação do ―Santo‖ mostra um
reconhecimento das Obras Divinas de Retidão (Isaías 5:16). Que o Santo
Deus seja exaltado diante de toda inteligência celestial como Ha-El
Ha’Kadosh pois Ele se posiciona nos céus superiores como o Doador dos
ensinamentos vivos da Torah Or, a Escritura de Luz, a todos os mundos,
visíveis e invisíveis. Amém.

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25) HA SHEM (hebraico): “O [Grande] Nome” O Nome Divino usado pelos
fiéis ortodoxos para cumprir as palavras de Êxodo 20:7 e para o humano
afirmar a natureza interna do Divino. Ele tem sido utilizado pelos sábios hebreus
como substituto para o Tetragrama. Que o Ha Shem ajude a curar as
divisões dos povos adâmicos e eles sejam preparados para o trabalho do
Cristo Eterno. Amém.

26) HA TIKVA (hebraico): “A Esperança” Esta afirmação do Divino gera um


propósito e insight superiores para um comprometimento com o plano da vida.
(Esta expressão é utilizada em todo o livro de Jó, p. ex., Jó 14:19). Que Ha
Tikva, a Esperança do Deus Amoroso das nações, estenda ao mundo a
fartura do trabalho glorioso por intermédio dos que Te amam e cultivam
os dons e insights advindos dos Teus Nomes Santos. Amém.

27) RUACH HA KOIDESH (hebraico): “O Espírito Santo” O Espírito


Infinito de Deus que é Santo e se expressa como uma parte central do Poder da
Triunidade para Todo o Universo. Esta expressão também está associada a
Hagios Pneuma em grego (p. ex., Lucas 11:13; Efésios 1:13; 4:30; Isaías 63:10-
11). Que os maravilhosos poderes do Ruach Ha Koidesh santifiquem e
vivam em nós como o Confortador Divino e o Suplicante de Fé. Amém.

28) SAR SHALOM (hebraico): “O Príncipe da Paz” O Libertador designado


a libertar Israel (Isaías 9:6). Que o Príncipe da Paz, Sar Shalom, o Salvador,
Maravilhoso Conselheiro, Poderoso e Eterno, realize a verdadeira
Libertação e Paz interna e ajude os que lutam para entender o significado
do veículo-diamante neste mundo de forma ilusória. Amém.

29) SHEKINAH (hebraico): “A Presença Divina” A Glória Divina


manifestada ao povo santo de YHWH onde quer que A Presença seja sentida.
Ó Shekinah, sejamos abençoados neste mundo com a Dispensação dos
Dons do Espírito Santo. Sejamos regenerados três vezes: uma vez no
corpo, uma vez na mente e uma vez no espírito. Amém.

30) URIM-THUMMIM (hebraico): “As Luzes e os Poderes” Os


instrumentos sacramentais do sacerdócio superior para a comunicação
parafísica (Êxodo 28: 30; Levítico 8:8; Deuteronômio 33:8; Esdras 2:63;
Neemias 7:65; Urim apenas: Números 27:21; 1 Samuel 28:6). Que os poderes
imanentes dos Urim e Thummim abram a natureza interna da vida aos
grandes poderes do sacerdócio superior do Universo. Amém.

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31) YAHWEH (hebraico): “O Nome Revelado do Divino” O Nome do Deus
Eterno é encontrado mais de 6.800 vezes no Antigo Testamento e é empregado
pela primeira vez em Genesis 2:4. Nas escrituras, é empregado com o artigo
definido ―o‖ pela primeira vez após Enoch ter andado com Deus. Ó Eterno
Deus Vivo, Yahweh, sem início nem fim, que Tu estejas sempre comigo na
partilha do Teu Nome Revelado da verdadeira natureza da Parceria Divina.
Que o poder e as permutações do Teu Nome Sagrado guie as nossas
vidas como guiaste a diáspora do Teu povo no Universo nos é ons
anteriores ao planeta Terra. Amém.

32) YAHWEH ELOHIM (hebraico): “Deus Criador” ou “Senhor Deus” Em


Gênesis 2:4 esta expressão é fornecida para juntar a natureza do Divino
revelada em Gênesis 1 com a do Deus Pessoal revelado em Gênesis 2 (p. ex.,
Juízes 5:3; Isaías 17:6; Salmo 59:5). Nos Teus Nomes Revelados da
verdadeira Divindade Vivente, Yahweh Elohim, que o Teu Nome glorioso
nos acompanhe de universo em universo e faça de nós verdadeiros filhos
e filhas de Luz. Amém.

33) YAHWEH ROI (hebraico): “O Senhor é o meu Pastor” Esta expressão


revela o Divino como o Senhor que cuida de nós por toda a eternidade (Salmo
23:1). Ó Yahweh Roi, desperta como o veículo-joia de corpo, mente e
espírito no trabalho da Torah Or. Amém.

34) YAHWEH SHALOM (hebraico): “A Paz de Yahweh” Esta expressão


que reconhece que o Divino é Paz é percebida na forma da Pomba, usada para
elevar a criação (Juízes 6:24). Ó Deus Amoroso, Yahweh Shalom, dá-nos a
“Paz que ultrapassa todo entendimento humano” e, como o Eterno
Sacrossanto, exalta no nosso coração o Amor que tens por nós. Ó Divino
de Paz Eterna, eleva o nosso coração para podermos ver em meio ao
turbilhão das galáxias a Paz prevalecer através da Lei e da Palavra vindas
de Ti, o verdadeiro Deus Vivo de Paz Eterna e a Celebração da Vida.
Amém.

35) YHWH / YAHWEH / JAWÉH: "SENHOR" (Deuteronômio 6:4, Daniel 9:14)


- a rigor, o único nome próprio para Deus. Traduzido nas bíblias em português
como "SENHOR" (com letras maiúsculas) para distingui-lo de Adonai, "Senhor".
A revelação do nome é primeiramente dada a Moisés "Eu sou quem eu sou"
(Êxodo 3:14). Este nome especifica um imediatismo, uma presença. Yahweh
está presente, acessível, perto dos que o invocam por livramento (Salmo
107:13), perdão (Salmo 25:11) e orientação (Salmo 31:3).

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36) YAHWEH -JIRÉ: "O Senhor proverá" (Gênesis 22:14) - o nome utilizado
por Abraão quando Deus proveu o carneiro para ser sacrificado no lugar de
Isaque.
37) YAHWEH -RAFA: "O Senhor que sara" (Êxodo 15:26) - "Eu sou o Senhor
que te sara", tanto em corpo e alma. No corpo, através da preservação e da
cura de doenças, e na alma, pelo perdão de iniquidades.

38) YAHWEH -NISSI: "O Senhor é minha bandeira" (Êxodo 17:15), onde por
bandeira entende-se um lugar de reunião antes de uma batalha. Esse nome
comemora a vitória sobre os amalequitas no deserto em Êxodo 17.

39) YAHWEH -MAKADESH: "O Senhor que santifica, torna santo" (Levítico
20:8, Ezequiel 37:28) - Deus deixa claro que apenas Ele, e não a lei, pode
purificar o Seu povo e fazê-los santos.

40) YAHWEH -SHALOM: "O Senhor nossa paz" (Juízes 6:24) - o nome dado
por Gideão ao altar que ele construiu após o Anjo do Senhor ter-lhe assegurado
de que não morreria como achava que morreria depois de vê-lO.

41) YAHWEH -ELOIM: "Senhor Deus" (Gênesis 2:4, Salmo 59:5) - uma
combinação do singular nome YHWH e o nome genérico "Senhor", significando
que Ele é o Senhor dos senhores.

42) YAHWEH -TSIDIKENU: "O Senhor nossa justiça" (Jeremias 33:16) - Tal
como acontece com Jeová-Makadesh, só Deus proporciona a justiça para o
homem, em última instância, na pessoa de Seu Filho, Jesus Cristo, o qual
tornou-se pecado por nós "para que nele fôssemos feitos justiça de Deus" (2
Coríntios 5:21).

43) YAHWEH -ROHI: "O Senhor nosso Pastor" (Salmo 23:1) - Depois de
Davi ponderar sobre seu relacionamento como um pastor de ovelhas, ele
percebeu que era exatamente a mesma relação de Deus com ele, e assim
declara: "Yahweh-Rohi é o meu Pastor. Nada me faltará" (Salmo 23:1).

44) YAHWEH -SHAMMAH: "O Senhor está ali" (Ezequiel 48:35) - o nome
atribuído a Jerusalém e ao templo lá, indicando que o outrora partida glória do
Senhor (Ezequiel 8-11) havia retornado (Ezequiel 44:1-4).

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45) YAHWEH -SABAOTH: "O Senhor dos Exércitos" (Isaías 1:24, Salmos
46:7) - Exércitos significa "hordas", tanto dos anjos quanto dos homens. Ele é o
Senhor dos exércitos dos céus e dos habitantes da terra, dos judeus e gentios,
dos ricos e pobres, mestres e escravos. O nome expressa a majestade, poder e
autoridade de Deus e mostra que Ele é capaz de realizar o que determina a
fazer.

c) Pelas revelações que Ele mantém com a criação:


· Como criador de tudo, Gn 1.1,26; Jo 1.1-3; Ap 4.11.
· Como preservador de tudo, Hb 1.3; Cl 1.15-17.
· Como benfeitor de todas as vidas, Mt 10.29,30; Sl 24.27-30.
· Como governador e dominador da vida, Rm 8.28; Sl 76.10; Gn 39.10.

―CONHEÇAMOS E PROSSIGAMOS EM CONHECER AO SENHOR NOSSO DEUS‖.

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REFERÊNCIAS

Bibliografia

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GIBELLINI, Rosino. A Teologia do século XX. São Paulo: Loyola, 2002.
GONZALEZ, Justo. Breve dicionário de teologia. São Paulo: Hagnos, 2009.
HOMERO, A Ilíada .6.ed. Rio de Janeiro: Editora Ediouro, 1996.
LIBANIO, J.B; MURAD, Afonso. Introdução à teologia: perfil, enfoques, tarefas. 3. ed.
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MCGRATH, Alister. Teologia Sistemática, histórica e filosófica: uma introdução a
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MCGRATH, Alister. Uma introdução a história do pensamento cristão. São Paulo:
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MASPOLI DE ARAUJO, Antonio (org.). Teologia: ciência e Profissão. São Paulo:
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MATOS, Alderi. Fundamentos da teologia histórica. São Paulo: Mundo Cristão, 2008.
OLSON, Roger. Historia da teologia cristã: 2000 mil anos de tradição e reformas. São
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REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da Filosofia: patrística e escolástica. 2.
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TILLICH, Paul. História do pensamento Cristão. 4. ed. São Paulo: ASTE, 2007.
VERGOTE, Antoine. Modernidade e Cristianismo: interrogações e criticas recíprocas.
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KORTNER, Ulrich H. J. Introdução a hermenêutica teológica. São Leopoldo: Sinodal/
EST, 2009.

Que Deus, em Cristo Jesus nos Abençoe !

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15/03/99 que trata dos Cursos Superiores de Teologia 2º) 296 de 10/08/99 que
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(Faculdades de Teologia) em cursos de licenciatura. O parecer do Conselho
pleno de nº 97 de 06/04/99 que trata da Formação de Professores para o Ensino
Religioso nas Escolas Públicas de ensino fundamental. No dia 15/03/99 o
Conselho Nacional de Educação, aprovou o parecer nº 241/99 que abre
jurisprudência para o reconhecimento dos cursos de Teologia.

O Decreto Lei 1051/69 art. 1º valoriza a validação dos estudos “aos portadores
de diplomas de cursos realizados em Seminários Maiores, Faculdades
Teológicas ou Instituições equivalentes de qualquer confissão religiosa. O
Decreto Lei nº 9394 de 20/12/96 art. 50 (LBD) diz: “As instituições de Educação
Superior, quando da ocorrência de vagas, abrirão matrículas nas disciplinas de
seus cursos a alunos não regulares que demonstrarem capacidade de cursá-las
com proveito, mediante processo prévio.

A Regulamentação do Ensino à Distância está amparada pelo Decreto nº 5.622


de 20/12/05 que regulamenta o Art. 80 da LBD (Lei 9394/96). Art. 1º - Educação à
Distância é uma forma de ensino que possibilita a auto-aprendizagem, com
mediação de recursos didáticos sistematicamente organizados, representados
em diferentes suportes de informação, utilizados isoladamente ou combinados,
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