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ANEXO 1 ROTEIRO DE PROJETO DE PESQUISA APLICADA


PPTAE/PROPEX/IFS/EDITAL 21/2018
Carga Horária Semanal do Orientador Dedicada ao 4h
Projeto:
Carga Horária Semanal do Discente Dedicada ao 4h
Projeto:
Período de Abrangência do Projeto: Início: 27/12 /2018
Final: 27/ 10 / 2018

1. TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA: (O título deve conter a ideia do conteúdo que


será abordado no projeto, sendo o mais curto possível, não podendo usar abreviações,
fórmulas ou jargões. Deverá ser escrito em letra maiúscula, tamanho 12, centralizado e em
negrito)

IFEMININO: UMA PROPOSTA DE RESSIGNIFICAÇÃO DO SER FEMININO NO


INSTITUTO FEDERAL DE SERGIPE - CAMPUS GLÓRIA

2. DESCRIÇÃO DO PROJETO (RESUMO): (Contendo no máximo 300 palavras, deve ser


conciso e objetivo, apresentado em apenas um parágrafo com espaçamento simples,
alinhamento justificado, fonte 12, sem citações, tabelas, gráficos, fotos)

A presente pesquisa tem como objetivo principal analisar como as alunas e servidoras
do IFS Campus Glória se reconhecem enquanto gênero Feminino dentro de um conjunto
de práticas e discursos machistas construídos historicamente pela sociedade, no sentido
de ressignificação do ser feminino. Para tanto, nos embasaremos na teoria de gênero
deSimone de Beauvoir (1949) e Judith Butler (1990), bem como nas teorias
pós-estruturais de Gilles Deleuze (1997) a fim de proliferar as possibilidades de
pensamento, reflexão e análise da discussão das multiplas temáticas de gênero.
A importância desta pesquisa se dá pois, o contexto territorial no IFS Campus Glória
transparece um espelho de uma sociedade patriarcal e machista. Assim, entendemos
que esta é uma configuração imposta através de uma construção social onde as
diferenças biológicas são usadas para justificar e determinar as funções sociais do ser
homem e ser mulher na sociedade. É nesta seara que mapearemos este território
mediante a metodologia cartográfica proposta por Deleuze e Guattari (1995) exatamente
por compreender a complexidade das subjetividades, buscando problematizar os
acontecimentos investigando o coletivo de forças em cada situação. É neste contexto
que se dá a importância desta pesquisa no sentido de proporcionar uma discussão fértil
sobre a temática de gênero, onde as estudantes e servidoras do IFS-Campus Glória
serão as sujeitas de pesquisa e, concomitantemente participantes ativas desta tessitura.
Trata-se de trazer para o debate dos significados em busca da ressignificação dos
sentidos, em busca de um devir-mulher em uma potência de afecção e criação de vida.

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3. INTRODUÇÃO: (A introdução deve destacar o porquê da escolha do tema, anunciando


a ideia básica do projeto destacando o problema da pesquisa e situando o tema dentro do
contexto geral da sua área de trabalho, descrevendo as motivações que levaram a escolha
do mesmo. Máximo de 2 páginas)

Mulher, estudante, trabalhadora, mãe. Esta é uma sequência importante para


este projeto de pesquisa pois, por tratarmos o gênero enquanto categoria de
análise, sentimos a necessidade de refletir algumas das teorias de gênero da
contemporaneidade, atribuindo uma reflexão crítica das premissas relativas a esta
teoria. É neste processo que esta pesquisa se encontra, na inquietação de analisar
como as alunas e servidoras do IFS Campus Glória se reconhecem enquanto
gênero Feminino dentro de um conjunto de práticas e discursos machistas
construídos historicamente pela sociedade, no sentido de ressignificação do ser
feminino. Assim, buscamos aporte teórico em Simone de Beauvoir (1949) e Judith
Butler (1990), de modo a mostrar seus posicionamentos acerca da teoria de
gênero e também buscamos em Deleuze (1997) uma abrangência deste assunto
quando ele fala do "devir-mulher".
Simone de Beauvoir é um dos principais nomes que trabalha a teoria de gênero
na contemporaneidade, segundo esta autora o sexo não é apenas um fato
biológico, mas é sexo vivido, experienciado. A filósofa francesa faz a distinção
entre a construção do “gênero” e o “sexo que nos é dado” e defende que não é
aceitável impor às mulheres certos valores e condutas sociais como
biologicamente determinados. A autora questiona a biologização da mulher e a
criação de um destino biológico pois, para ela, a separação sexo/gênero cogitaria
como uma condição basilar que constitui a política feminista a partir da premissa de
que o sexo é natural e o gênero é socialmente estabelecido, como algo que se
confere à mulher admitido por meio de tirania e opressão. Para a autora, ser
mulher é tornar-se mulher, é a forma de cada um se revelar. Por isso, é preciso
descrever fenomenologicamente a condição legítima das mulheres para só então,
desmontar o que a tradição lhes estabelece, recorrendo para a “natureza” de seu
sexo (BEAUVOIR, 1949).
Depois de Simone de Beauvoir os movimentos feministas continuaram
criticando o sistema cultural vigente e, consequentemente, apareceram outras
teorias que assinalam para a incoerência de teorias e afirmações unitárias,
hegemônicas e homogêneas acerca da teoria de gênero. Entre as teorias
contemporâneas evidenciamos o Movimento Queer, focada pela teórica Judith
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Butler a qual evidencia as categorias de identidade desestabilizando a categoria


social de “sujeito”. Butler passa a (re)significar a famigerada postura sexual
dualista legitimando as subjetivações presentes nos sujeitos.
Butler (1990) desmontou a ideia do dualismo sexo/gênero contribuindo para a
teorização do feminismo, enquanto pensamento de luta que não ocorre de forma
isolada e daí partiu-se a desvinculação sexo/gênero. Deste modo, o sexo segue
como um fenômeno apropriadamente natural e o gênero como um elemento em
construção, determinado culturalmente, reconhecendo-o como a essência do ser.
Para Butler (1990), a construção do gênero não consiste apenas em uma prática
política que pressupõe o sujeito como identidade fixa, para algo que deixe em
aberto a identidade, algo que não estabeleça a pluralidade, mas a conserve cheias
de fissuras, inacabada em forma de potência.
Pensando nesta vertente é que aqui corroboramos com este pensamento e
com o conceito deleziano de “devir” permanente, um devir-mulher como um
processo. Para Deleuze (1997) o devir é algo que não tem condição de término,
não tenciona uma identidade, sendo assim este é um estado de variação, com
fluidez onde não há lugar para o estável. Tomamos o devir, para o devir-mulher
como uma possibilidade de não compactuar com o essencialismo das identidades
determinantes políticas-sociaisculturais. Pensamos que o devir-mulher possibilita o
experimento de novas subjetividades ainda não apreendidas.
Portanto, essa pesquisa tem como pretensão proliferar as possibilidades de
pensamento, reflexão e análise desta temática no nosso contexto territorial no IFS
Campus Glória. Trata-se de trazer para o debate dos significados em busca da
ressignificação dos sentidos, em busca de um devir-mulher em uma potência de
afecção e criação de vida.

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4. JUSTIFICATIVA: (Destaca as razões de ordem teórica ou prática que justificam a


realização da pesquisa, ressaltando a relevância social do problema investigado, as
contribuições que a pesquisa pode trazer, bem como as possibilidades de modificações no
âmbito da realidade do tema proposto. Máximo de 1 página)

Nascer “mulher” em uma sociedade patriarcal e machista provoca uma cadeia


de imposições que tende a restringir e podar possibilidade de nos compormos
enquanto sujeito completo. Essa é uma situação vivenciada por todas as pessoas
que nascem com o sexo feminino. Fazendo um recorte do território do Sertão
Sergipano, mas especificamente no município de Nossa Senhora da Glória, onde
se encontra um dos Campus do Instituto Federal de Sergipe, vamos visualizar o
espelho de uma sociedade patriarcal e machista. Neste lugar, estão mulheres
estudantes que trazem em seu repertório de vida a complexidade de uma cultura
altamente machista, onde as mulheres iniciam sua vida sexual muito cedo
ocasionando o casamento prematuro que, concomitantemente, desencadeia a
separação conjugal, também prematura. Ressalta-se que este é movimento de vida
transmitido de geração a geração.
Neste processo, estão inseridas muitas histórias de machismo, abuso sexual,
violência doméstica (leia-se violência de todas as formas desde psicológica a
física) levando até ao feminicídio (homicídio feminino). De acordo com o Mapa da
violência de 2017, no Brasil a taxa de feminicídio é de 4,8 feminicídios a cada 100
mil mulheres, ocupando a 5ª posição em um grupo de 83 países analisados pela
Organização Mundial da Saúde. Em Sergipe essa taxa é de 5,1 homicídios por 100
mil mulheres, ocupando a 20ª posição no ranking dos estados brasileiros. Neste
quadro o município de Nossa Senhora da Glória ocupa o 7º lugar considerando o
indicie de violência doméstica sendo o 2º lugar na Região do Alto Sertão
Sergipano1. No período de 2014 a 2018 foram registrados 70 casos de violência
doméstica e 04 casos de feminicídios.
Percebe-se que esta é uma situação imposta através de uma construção social
onde as diferenças biológicas são usadas para justificar e determinar as funções
sociais do ser homem e ser mulher na sociedade. É neste contexto que se dá a
importância desta pesquisa no sentido de proporcionar uma discussão fértil sobre
esta temática, onde elas serão as sujeitas de pesquisa e, concomitantemente

1
http://pingounoticias.com.br/e-pela-vida-das-mulheres-basta-de-feminicidio-e-de-violencia/ acessado em
26/11/2018
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participantes ativas desta tessitura.

5. OBJETIVOS: (Destaca o que o pesquisador pretende realizar. Pode ser dividido em


geral: dimensão ampla pretendida com a pesquisa, e específico: que viabilizaram o
alcance do objetivo geral. Obrigatoriamente deverá ser iniciado por verbos no infinitivo, por
exemplo: conhecer, identificar, traçar, determinar, avaliar, dentre outros. Máximo de 1
página)

Geral: Analisar como as alunas e servidoras do IFS Campus Glória se reconhecem


enquanto gênero Feminino dentro de um conjunto de práticas e discursos machistas
construídos historicamente pela sociedade, no sentido de ressignificação do ser
feminino.
Específicos:
* Despertar nas alunas e servidoras o sentimento de coletividade e apoio mutuo para
enfrentamento ao assédio e a violência sofrida no ambiente acadêmico.

* Realizar levantamento de dados sobre o conhecimento das alunas e servidoras acerca


das diferentes formas de violência contra a mulher e práticas de machismo existentes na
sociedade;

* Fomentar a criação de um coletivo de mulheres no âmbito do Instituto Federal de


Sergipe/Campus Glória.

* Realizar ações de empoderamento feminino, por meio de debates e discussões em prol


do reconhecimento de direitos, e fim das discriminações, preconceitos, subordinações e
violências contra a mulher.

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6. METODOLOGIA: (A metodologia deverá destacar qual caminho que o pesquisador


utilizará para alcançar seus objetivos, deverá conter o tipo de pesquisa, forma de
abordagem, cenário, população e amostra, critérios de inclusão e exclusão da amostra,
instrumentos de coleta de dados, metodologia de análise dos dados, forma de
apresentação dos resultados e aspectos éticos. Máximo de 3 páginas)

Investigar processos de produção de subjetividade é, de acordo com Passos,


Kastrup & Escóssia (2010), entrar em um debate metodológico que
tradicionalmente se organiza a partir da oposição entre métodos de pesquisa
quantitativa e qualitativa. Os impasses metodológicos são muitas vezes atribuídos à
natureza da pesquisa qualitativa, que reúne grande parte das investigações no
campo dos estudos da subjetividade. Segundo estes autores, uma pesquisa que se
propõe investigar subjetivações requer procedimentos mais abertos e ao mesmo
tempo mais inventivos.
Desta forma, utilizamos nesta pesquisa a metodologia cartográfica a qual
não distingue entre pesquisa quantitativa e qualitativa, uma vez que nela cabe a
inclusão de dados de ambas as naturezas, no sentido de que elas estejam sempre
propondo o acompanhamento de um processo. De acordo com Passos, Kastrup &
Escóssia (2010) para além da distinção quantitativa-qualitativa restam em aberto
impasses relativos à adequação entre a natureza do problema investigado e as
exigências do método. A questão é como investigar processos sem deixá-los
escapar.
A cartografia nasce como um princípio do rizoma2, conceito criado por Gilles
Deleuze e Feliz Guattari (1995), que tem como princípio uma experimentação
ancorada no real. Os autores denominam este método como cartográfico,
justamente porque em um mapa nada se decalca, não há um sentido exclusivo para
a sua experimentação nem uma mesma entrada. São múltiplas as entradas em
uma cartografia, pois uma realidade sendo cartografada se apresenta como mapa
móvel, de modo que tudo aquilo que pode aparentar uma mesma coisa, na
verdade, é um concentrado de significação, de saber e de poder.

2
Conceito criado por Deleuze e Guattari no final dos anos 1970, inspirado na botânica. “A metáfora do rizoma
subverte a ordem da metáfora arbórea, tomando como imagem aquele tipo de caule radiciforme de alguns
vegetais, formado por uma miríade de pequenas raízes emaranhadas em meio a pequenos bulbos
armazenatícios, colocando em questão a relação intrínseca entre várias áreas do saber, representadas cada
uma delas pelas inúmeras linhas fibrosas de um rizoma, que se entrelaçam e se engalfinham formando um
conjunto complexo no qual os elementos remetem necessariamente uns aos outros e mesmo para fora do
próprio conjunto”. (Gallo, 2003, p. 96)
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Nesta pesquisa, a cartografia se apresenta como ferramenta valiosa de


investigação, exatamente por compreender a complexidade das subjetividades,
buscando problematizar os acontecimentos investigando o coletivo de forças em
cada situação, esforçando-se para não se curvar ao reducionismo, principalmente
por se tratar de um estudo que tem como objeto a oralidade. Mais do que delimitar
um procedimento metodológicos, aqui utilizaremos a cartografia como uma maneira
de conceber esta pesquisa e o encontro destas pesquisadoras com seu campo.
Aqui não utilizaremos a ideia metodologia como um caminho predeterminado
pelas metas dadas no inicio da pesquisa. Segundo Passos, Kastrup & Escóssia
(2010) na pesquisa cartográfica há uma reversão metodológica a qual incide em
uma aposta na experimentação do pensamento assumindo-o como atitude. Esse
anseio não abre mão do rigor acadêmico, mas tenta ressignificá-lo, privilegiando
linhas flexíveis de fuga para potencializar a mudança (DELEUZE & GUATTARI,
1995).
Na procura pela composição de um campo metodológico menos cartesiano,
onde possam transitar as vozes dos sujeitos envolvidos, mulheres da comunidade
escolar do IFS Campus Glória. Buscaremos através da cartografia nos reunir
semanalmente com as estudantes e as servidoras do IFS Campus Glória para
discutir temas, onde serão formados grupos para sistematização de informações
sobre cada assunto a ser tratado. Dentre os temas, evidenciaremos a violência
doméstica, sororidade, relacionamento abusivo, sistema carcerário feminino,
homossexualidade, profissões ditas “masculinas e femininas”, feminicídio, dentre
outros. Além dessas rodas de discussões que serão realizadas pelas próprias
mulheres envolvidas no projeto, serão inseridas outras atividades e ações, como
palestras, exibição de filmes e participação em eventos externos.
Ressalta-se que nos interessa a interação e discussão dos temas abordados
nos encontros do grupo, de modo que todas as reuniões e ações serão
memorizados por meio de um “diário de campo” o qual será escrito pelas próprias
mulheres. Ressalta-se ainda a aplicação de um questionário como finalidade nos
situar diante do perfil das sujeitas de pesquisa, além de registros fotográficos que
tracem uma memória da ação da pesquisa. Vale lembrar que todo esse processo
objetiva que as mulheres envolvidas possam se reconhecer enquanto gênero
Feminino dentro de um conjunto de práticas e discursos machistas construídos
historicamente pela sociedade, no sentido de ressignificação do ser feminino.

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Salienta-se que esta pesquisa é de cunho exploratório, pois não se lança em busca de
uma hipótese de trabalho rigorosamente delimitada. Ao invés disto, privilegia a “fala” do
próprio objeto de pesquisa. É também um estudo cujo plano de análise é
concomitantemente descritivo, explicativo e analítico, que toma como objeto de estudo as
falas das mulheres envolvidas neste projeto. Com tal metodologia, buscamos ideias
contrarias as que comumente vemos e ouvimos sobre feminismo e machismo buscando
percepções e subjetivações das mulheres que gaguejem, que se exprimem
preferencialmente em questionamentos, mas sem calar respostas.

7. PARCERIAS: (Quando existir, identificar parceiros externos ao IFS e sua forma da


participação, anexando o termo de parceria)

Secretaria Municipal de Assistência Social, Inclusão e Cidadania de Nossa Senhora


da Glória.

8. RESULTADO ESPERADO: (Qual resultado obtido no término do projeto Máximo 1 página)

Com o presente projeto de pesquisa objetiva-se analisar como as alunas e


servidoras do IFS Campus Glória se reconhecem enquanto gênero Feminino dentro de
um conjunto de práticas e discursos machistas construídos historicamente pela
sociedade, no sentido de ressignificação do ser feminino. Assim, pretendemos traçar o
perfil das estudantes e servidoras tendo como meta contribuir para a desconstrução de
concepções preconceituosas acerca do ser feminino, bem como o empoderamento das
mulheres para combate a de qualquer forma de violência, através da luta pela igualdade
direito no meio em que vivem.
Destarte, pretende-se, ainda, a implementação no Campus Glória de um coletivo de
mulheres, que deem continuidade as discussões iniciadas com o projeto, e com a
parceria da Secretaria Municipal da Assistência Social, Inclusão e Cidadania, para o
fortalecimento das ações desenvolvidas no município de Nossa Senhora da Glória.

9. CRONOGRAMA FINANCEIRO: (Descrever quais materiais serão necessários para a realização do


projeto e qual o objetivo de uso desses materiais, destacando seus respectivos valores, destacando qual
será a fonte pagadora)

MATERIAL PERMANENTE (DESCRIÇÃO) OBJETIV VALOR


O R$
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10 Livros Construir subsidio para R$ 500,00


formação sobre o tema
1 caixa de som amplificada Favorecer a comunicação R$ 2000,00
audiovisual
1 mesa de som Favorecer a comunicação R$ 980,00
audiovisual
TOTAL
MATERIAL DE CONSUMO (DESCRIÇÃO) OBJETIV VALOR
O R$
30 camisetas Indentificar as sujeitas R$ 600,00
envolvidas na pesquisa
2 Banner Divulgar as ações da R$ 120,00
pesquisa
8 Cartuchos de tinta para impressora Imprimir materiais diversos R$ 1.000,00
Contratação de Pessoa Jurídica Criar logomarca para o R$ 300,00
coletivo de mulheres

TOTAL R$ 5.500,00
TOTAL GERAL (PERMAMENTE +
CONSUMO)

10. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES: (A elaboração do cronograma responde à pergunta quando? A


pesquisa deve ser dividida em partes, fazendo-se a previsão do tempo necessário para passar de uma fase a
outra)
OBJETIVO ATIVIDADES LOCAL DE DURAÇÃO PREVISTA RESPONSÁV EL
(atividades que serão EXECUÇÃO INÍCIO TÉRMINO PELA
realizadas para mês/ano mês/ano EXECUÇÃO
alcançar os
objetivos)
Apresentar o Reunião com as IFS - Glória Dezembro/201 Dezembro/201 Autor e co-autor do
projeto estudantes para 8 8 projeto
apresentação do projeto
Observar o Aplicação dos IFS - Glória Janeiro/2019 Janeiro/2019 Autor e co-autor do
perfil das questionários projeto
participantes
Observar o Analisar e tabular os dados IFS - Glória Janeiro/2019 Janeiro/2019 Autor e co-autor do
perfil das do questionário projeto
participantes
Discutir a Reuniões (rodas de IFS - Glória Fevereiro/2019 Fevereiro/2019 Autor e co-autor do
temática conversas) sobre a projeto
proposta temática “violência
doméstica”
Refletir sobre Evento alusivo ao dia Câmara dos Março/2019 Março/2019 Autor e co-autor do
o ser feminino internacional da mulher ” Vereadores de projeto e parceiros
N. S. da Glória
Discutir a Reuniões (rodas de IFS - Glória Abril/2019 Abril/2019 Autor e co-autor do
temática conversas) sobre a projeto
proposta temática “relacionamento
abusivo”
Elaborar o Elaboração do relatório IFS - Glória Maio/2019 Maio/2019 Autor e co-autor do
relatório parcial projeto
parcial do
projeto
Discutir a Reuniões (rodas de IFS - Glória Junho/2019 Junho/2019
temática conversas) sobre a
proposta temática “diferenças de
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gênero nas profissões”


Refletir sobre Exibição de filme “Quem IFS - Glória Junho/2019 Junho/2019
o feminicídio matou Eloá”
Agosto/2019 Agosto/2019
Reuniões (rodas de Setembro/2019
conversas) sobre a
temática “sororidade”
Mobilizar a Caminhada de mobilização Outubro/2019
comunidade para a valorização e
em prol da respeito da mulher na
temática sociedade
Elaborar o Elaboração do relatório Outubro/2019
relatório final final
do projeto

11. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: (segundo normas da ABNT)

BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.

BUTLER, J. Gender Trouble: Feminism and the Subversion of Identity. New York: Routledge,
1990.

DELEUZE, Gilles e GUA TT ARI, Félix. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia. Vol. 1. Rio de
Janeiro: Ed. 34, 1995.

DELEUZE, G. PARNET, Claire. Diálogos. Tradução de Eloísa Araújo Ribeiro. São Paulo,
Escrita, 1997.

GALLO, Silvio. Deleuze e a Educação. Ed.: Autentica. Rio de Janeiro. 2003.

PASSOS, Eduardo; KASTRUP, Virgínia; ESCÓSSIA, Liliana da. (Orgs.). Pistas do método
da cartografia: pesquisa-intervenção e produção de subjetividade. Porto Alegre: Sulina, 2010

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