Você está na página 1de 12

MINUTA DE ESCRITURA PÚBLICA DE COMPRA E VENDA DE IMÓVEL COM

ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA EM GARANTIA – CAIXA CONSÓRCIOS S.A.

(Modalidade Seguro Vida) (Este é um modelo, o qual NÃO deve ser levado
diretamente ao Registro Imobiliário. Portanto, este modelo deve ser,
necessariamente, levado ao Cartório de Notas para a lavratura da Escritura
Pública e posterior Registro)

CLÁUSULA PRIMEIRA - COMPRA E VENDA - Os VENDEDORES (Qualificar os


vendedores) declaram-se senhores e legítimos possuidores do imóvel no final
descrito e caracterizado, livre e desembaraçado de qualquer ônus, e, assim, o

Vendem

vendem pelo preço [Quadro B1 do Extrato de minuta] – conforme


condições de pagamento descritos na Cláusula Terceira. Assim,
satisfeito o preço da venda, os VENDEDORES dão aos COMPRADORES
(Qualificar os compradores – inclusive sob o regime de
casamento) plena e irrevogável quitação e, por força deste
instrumento e da cláusula constituti, transmitem aos COMPRADORES
toda posse, domínio, direito e ação sobre o imóvel ora vendido,
obrigando-se por si, seus herdeiros e sucessores, a fazer a
presente venda sempre firme, boa e valiosa e, ainda, a responder
pela evicção de direito. Os COMPRADORES declaram aceitar a
presente compra e venda, nos termos em que é efetivada.

CLÁUSULA SEGUNDA - CONFISSÃO DA DÍVIDA - Os


DEVEDORES/FIDUCIANTES confessam dever à CAIXA CONSÓRCIOS S.A.
com sede no Setor Comercial Norte, Edifício Number One, Quadra
1, Bloco A, 5º andar em Brasília-DF, CNPJ/MF n.º
05.349.595/0001-09, representada pela Agência CAIXA
________[qualificar a agência CEF e o gerente que ira assinar],
doravante designada CAIXA CONSÓRCIOS S.A.. a importância [item
C 2 do extrato de minuta], reajustável conforme previsto no
Contrato de Adesão, pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao
Consumidor), e autorizam a mesma CAIXA CONSÓRCIOS S.A. a efetuar
o pagamento do valor mencionado na Cláusula Terceira diretamente
aos VENDEDORES.
CLÁUSULA TERCEIRA - LEVANTAMENTO DO CAPITAL E DOS DEMAIS VALORES
DA OPERAÇÃO – O valor [item B 1 do extrato de minuta] será pago
aos VENDEDORES, conforme parágrafos seguintes:
PARÁGRAFO PRIMEIRO: O valor de [item B 4 do extrato de minuta] a
ser pago pela CAIXA CONSÓRCIOS S.A. mediante crédito em conta
corrente dos vendedores a ser liberado, em até 5 dias úteis,
mediante da apresentação do presente contrato devidamente
registrado no competente Registro de Imóveis e ao cumprimento
das demais exigências nele estabelecidas. PARÁGRAFO SEGUNDO: O
valor de [item B 2 do extrato de minuta] a ser pago pelos
compradores (especificar a forma de pagamento acordada entre
comprador e vendedor), Se for o caso, não havendo pagamento com
recursos próprios, excluir o parágrafo.
PARÁGRAFO TERCEIRO: O valor de [item B 3 do extrato de minuta]
referente ao uso do FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de
Serviço do(s) comprador(es) a ser pago pela CAIXA ECONÔMICA
FEDERAL mediante crédito em conta corrente dos vendedores sob
bloqueio a ser liberado mediante da apresentação do presente
contrato devidamente registrado no competente Registro de
Imóveis e ao cumprimento das demais exigências nele
estabelecidas. Se for o caso, não havendo pagamento com FGTS,
excluir o parágrafo.
CLÁUSULA QUARTA – DA DÍVIDA E DO ENCARGO MENSAL – a) O
Devedor/Fiduciante, como participante do consórcio imobiliário da Caixa
Consórcios, subscritor do Grupo [item A - 1 do extrato de minuta], da Cota [item A
- 2 do extrato de minuta], adquiriu direito ao Crédito de [item B 4 do extrato de
minuta] a ser utilizado para pagamento do imóvel “A” objeto de compra e venda ao
final descrito e caracterizado; b) O débito do Devedor/Fiduciante, em razão da sua
participação no grupo descrito nesta cláusula, administrado pela
Credora/Fiduciária nesta data é de [item C 2 do extrato de minuta]; Tem a
Prestação mensal, reajustável conforme previsto no Contrato de Adesão, pelo
INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor), composta da parcela de Fundo
Comum no valor de [item C 6.1 do extrato de minuta] acrescida da Taxa de
Administração de [item C 4 do extrato de minuta], equivalentes a R$ [item C 6.2
do extrato de minuta], Fundo de Reserva de [item C 5 do extrato de minuta],
equivalentes a R$ [item C 6.3 do extrato de minuta e mais a parcela de seguro de
vida de [item C 6.4 do extrato de minuta, equivalentes a 0,0464% calculados sobre
o valor da dívida. O prazo original do Grupo em [item C 3.1 do extrato de minuta] e
prazo de amortização remanescente [item C 3.2 do extrato de minuta] prestações
no valor de [item C 6 do extrato de minuta] a serem pagas todo dia 10 (dez) de
cada mês.
PARÁGRAFO PRIMEIRO - Se houver utilização do limite de até 10% da sobra de
crédito para o pagamento de despesas e emolumentos cartorários, o
DEVEDOR/FIDUCIANTE está ciente que o saldo devedor e os demais valores
indicados no caput desta cláusula serão alterados.
PARÁGRAFO SEGUNDO – Não obstante os prazos estipulados no caput desta
Cláusula, caso exista sobra de crédito a ser utilizada para amortização da dívida
pela modalidade de redução do valor de parcelas, o Devedor Fiduciante está
ciente de que o valor destas parcelas somente será reduzido na primeira
prestação subseqüente ao pagamento do valor expresso na Cláusula Terceira,
restando claro que enquanto esta condição não for implementada, o percentual
mensal de amortização das prestações permanecerá inalterado.
PARÁGRAFO TERCEIRO – Por decorrência do Art. 24, III da Lei 9514/97, a Caixa
Consórcios S.A declara que não há incidência de Taxa de Juros sobre este
instrumento.
CLÁUSULA QUINTA – ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA EM GARANTIA - Em garantia
do pagamento da dívida decorrente do crédito concedido pela CAIXA Consórcio,
bem como do fiel cumprimento de todas as obrigações contratuais e legais, os
DEVEDORES/FIDUCIANTES alienam à CAIXA CONSÓRCIOS S.A., em caráter
fiduciário, o imóvel “B” de sua propriedade, ao final descrito e caracterizado, nos
termos e para os efeitos dos artigos 22 e seguintes da Lei 9.514/97, que foi
avaliado em [item C 1 do extrato de minuta].
PARÁGRAFO PRIMEIRO – Mediante o registro do contrato de alienação
fiduciária, ora celebrado, estará constituída a propriedade fiduciária em nome da
CAIXA CONSÓRCIOS S.A., efetivando-se o desdobramento da posse, tornando
os DEVEDORES/FIDUCIANTES possuidores diretos e a CAIXA CONSÓRCIOS
S.A. possuidor indireto do imóvel objeto da garantia fiduciária.
PARÁGRAFO SEGUNDO – Enquanto permanecerem adimplentes com as
obrigações ora pactuadas, aos DEVEDORES/FIDUCIANTES fica assegurada a
livre utilização, por sua conta e risco, do imóvel “B” dado em garantia, para os
efeitos do inciso V, do art. 24, da Lei 9514/97.
PARÁGRAFO TERCEIRO - Os DEVEDORES/FIDUCIANTES obrigam-se a
manter o imóvel “B” dado em garantia no mesmo estado de conservação da data
deste instrumento, conforme respectivo laudo de avaliação/vistoria, além de se
obrigarem guardá-lo e pagar pontualmente todos os impostos, taxas e quaisquer
outras contribuições ou encargos, inclusive tributários, que incidam ou venham a
incidir sobre o referido imóvel ou que sejam inerentes à garantia, tais como
Imposto Predial e Territorial Urbano - IPTU e contribuições devidas ao
condomínio, à associação de moradores, dentre outras.
PARÁGRAFO QUARTO – A CAIXA CONSÓRCIOS S.A. reserva-se no direito de,
a qualquer tempo, exigir comprovantes de pagamentos dos referidos encargos
fiscais e/ou tributários, ou quaisquer outras contribuições relativas ao imóvel “B”
dado em garantia.
PARÁGRAFO QUINTO – A garantia fiduciária, ora contratada, abrange o imóvel
“B” dado em garantia identificado no final deste instrumento e todas as acessões,
benfeitorias, melhoramentos, construções e instalações que lhe forem acrescidas
e vigorará pelo prazo necessário à reposição integral do capital financiado e seus
respectivos encargos, inclusive reajuste monetário, permanecendo íntegra até que
os DEVEDORES/FIDUCIANTES cumpram integralmente todas as obrigações
contratuais e legais vinculadas ao presente negócio.
CLÁUSULA SEXTA – BENFEITORIAS – Qualquer acessão ou benfeitorias (úteis,
voluptuárias ou necessárias) que os DEVEDORES/FIDUCIANTES deseje(m)
efetuar às suas expensas, deverá ser notificada à CAIXA CONSÓRCIOS S.A.,
obrigando-se os DEVEDORES/FIDUCIANTES a obter as licenças administrativas
necessárias, a CND/INSS e a promover as necessárias averbações junto ao
Cartório Imobiliário respectivo, sendo que, em quaisquer hipóteses, integrarão o
imóvel “B” dado em garantia e seu valor para fins de realização de leilão
extrajudicial.
PARÁGRAFO PRIMEIRO – Nos termos do disposto nos parágrafos 4o e 5º do
artigo 27 da Lei nº 9.514/97, jamais haverá direito de retenção por benfeitorias,
mesmo que estas sejam autorizadas pela CAIXA CONSÓRCIOS S.A..
PARÁGRAFO SEGUNDO – Na hipótese de a propriedade do imóvel dado em
garantia se consolidar em nome da CAIXA CONSÓRCIOS S.A., a indenização por
benfeitorias nunca será superior ao saldo que sobejar, depois de deduzidos todo o
saldo da dívida e demais acréscimos legais, sendo que, não havendo a venda do
imóvel no leilão, não haverá nenhum direito de indenização pelas benfeitorias.
CLÁUSULA SÉTIMA - CONSERVAÇÃO E OBRAS – Ficam os
DEVEDORES/FIDUCIANTES obrigados a manter o imóvel alienado
fiduciariamente em perfeito estado de conservação, segurança e habitabilidade,
bem como a fazer à sua custa, dentro do prazo de notificação que lhe foi feita, as
obras e reparos necessários, bem como as obras que forem solicitadas pela
CAIXA CONSÓRCIOS S.A. para preservação da garantia, vedado, entretanto, a
realização de obras de demolição, alteração ou acréscimo, sem prévio e expresso
consentimento da CAIXA CONSÓRCIOS S.A.. Para constatação do exato
cumprimento desta cláusula, fica assegurada à CAIXA CONSÓRCIOS S.A. a
faculdade de, em qualquer tempo, vistoriar o imóvel.
CLÁUSULA OITAVA - VALOR DA GARANTIA FIDUCIÁRIA - Concordam as
partes em que o valor do imóvel ora alienado fiduciariamente, para fins do
disposto no inciso VI do artigo 24 da Lei nº 9.514/97, é o expresso em moeda
corrente nacional, conforme previsto neste contrato na Cláusula Quinta.
CLÁUSULA NONA – ENCARGOS FISCAIS - Todos os tributos, impostos e taxas
incidentes sobre o imóvel oferecido em garantia deverão ser pagos, nas épocas
próprias, pelos DEVEDORES/FIDUCIANTES, reservando-se a CAIXA
CONSÓRCIOS S.A. o direito de, a qualquer tempo, exigir a respectiva
comprovação.
CLÁUSULA DÉCIMA - DECLARAÇÕES DOS VENDEDORES - Os
VENDEDORES declaram solenemente, para todos os efeitos de direito civil e
penal, que:
a) inexiste a seu encargo responsabilidade oriunda de tutela, curatela ou
testamentária, bem como não são por estes representados, e que não
responde(m) pessoalmente a ações reais, pessoais, reipersecutórias,
possessórias, reivindicatórias, arrestos, embargos, depósitos, seqüestros,
protestos, falências, concordatas e/ou concursos de credores, dívidas fiscais,
penhoras ou execuções, que possam comprometer o imóvel objeto da presente
transação.
b) até o presente momento, inexiste em seu nome, com referência ao imóvel
transacionado qualquer débito de natureza fiscal ou condominial, assumindo, em
caráter irretratável, a responsabilidade exclusiva por eventuais débitos de tal
natureza que sejam devidos até a presente data.
CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA – COMUNICAÇÕES E DECLARAÇÕES DE
RESPONSABILIDADE DOS DEVEDORES/FIDUCIANTES – Os
DEVEDORES/FIDUCIANTES assumem a obrigação de comunicar à CAIXA
CONSÓRCIOS S.A. eventuais impugnações feitas ao presente contrato, bem
como quaisquer ocorrências que possam, direta ou indiretamente, afetar o imóvel
“B” dado em garantia, notadamente a mudança de sua numeração ou
identificação, durante a vigência do presente instrumento, declarando, também:
a) a inexistência, a seu encargo, de responsabilidade oriunda de tutela,
curatela ou testamentária, e que não respondem pessoalmente a ações
reais, pessoais, reipersecutórias, possessórias, reivindicatórias, arrestos,
embargos, depósitos, seqüestros, protestos, falências, concordatas e/ou
concursos de credores, dívidas fiscais, penhoras ou execuções, que
possam comprometer o imóvel “B” dado em garantia constituída em favor
da CAIXA CONSÓRCIOS S.A.;
b) a autenticidade das indicações sobre o seu estado civil, nacionalidade,
profissão e identificação;
c) autenticidade das declarações que consubstanciaram as condições prévias
à assinatura deste instrumento, dos comprovantes e/ou informações de
renda e despesas apresentados no ato da proposta
d) a ausência de quaisquer ônus judiciais ou extrajudiciais incidentes
sobre o imóvel “B” dado em garantia, ressalvada a alienação
fiduciária em garantia ora constituída em favor da CAIXA
CONSÓRCIOS S.A. e de qualquer débito de natureza fiscal ou
condominial, bem como impostos, taxas e tributos, assumindo, em
caráter irretratável, a responsabilidade exclusiva por eventuais
débitos de tal natureza que possam ser devidos até a presente data;
regular pagamento de todos os tributos e encargos incidentes nesta
operação;
e) não possuir débitos decorrentes de tributos e contribuições federais.
f) Que procederam à vistoria do imóvel objeto da presente Escritura, bem
como estão cientes do inteiro teor do Laudo de Avaliação, manifestando,
portanto, aceitação plena sobre o imóvel, razão pela qual renunciam a
qualquer direito à redibição do imóvel dado em garantia
PARÁGRAFO PRIMEIRO - Declara(m) ainda, não estar(em) vinculado(s) à
Previdência Social, quer como contribuinte(s) na qualidade de empregador(es),
quer como produtor(es) rural(is), caso contrário, será apresentada, no ato de
registro deste instrumento junto ao Registro de Imóveis, a Certidão Negativa de
Débito - CND.
PARÁGRAFO SEGUNDO - No tocante aos débitos de natureza fiscal ou
condominial, os DEVEDORES/FIDUCIANTES declaram-se solidariamente
responsáveis pelo pagamento de quaisquer débitos apurados, assumindo, perante
a CAIXA CONSÓRCIOS S.A., a responsabilidade pelo pagamento.
PARÁGRAFO TERCEIRO – Sob as penalidades legalmente aplicáveis, bem como
sob pena do vencimento antecipado da dívida, os DEVEDORES F/IDUCIANTES,
em caso de locação do imóvel objeto da garantia ora constituída se obrigam a
incluir em eventual contrato de locação que vierem a celebrar cláusula expressa
em que o locatário tenha ciência inequívoca das condições elencadas na Cláusula
Décima Quarta.
CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA - VENCIMENTO ANTECIPADO DA DÍVIDA - A
dívida será considerada antecipadamente vencida, independentemente de
qualquer notificação judicial ou extrajudicial, para efeito de ser exigida de imediato
na sua totalidade, com todos os seus acessórios, atualizados na forma da
Cláusula Quarta, por quaisquer dos motivos previstos em lei, e, ainda, na
ocorrência de quaisquer das seguintes hipóteses:
• atraso de 60 (sessenta) dias ou mais no pagamento de qualquer um dos
encargos mensais e/ou outras obrigações de pagamento previstas neste
instrumento;
• transferência ou cessão a terceiros, a qualquer título, no todo ou em parte, dos
direitos e obrigações decorrentes deste instrumento, sem prévio e expresso
consentimento da CAIXA CONSÓRCIOS S.A.;
• falta de manutenção no imóvel oferecido em garantia que não o deixe em
perfeito estado de conservação, segurança e habitabilidade, ou realização no
mesmo, sem prévio e expresso consentimento da CAIXA CONSÓRCIOS S.A.,
de obras de demolição;
• constituição sobre o imóvel oferecido em garantia fiduciária, no todo ou em
parte, de qualquer outro ônus real;
• falta de apresentação, quando solicitado pela CAIXA CONSÓRCIOS S.A., de
recibos de impostos, taxas ou outros tributos, bem como os encargos
previdenciários e securitários que incidam ou venham a incidir sobre o imóvel
“B” dado em garantia e que sejam de responsabilidade dos
DEVEDORES/FIDUCIANTES;
• descumprimento de qualquer das obrigações estipuladas neste instrumento e
nas normas que lhe são aplicáveis;
• desfalque ou perda da garantia fiduciária, inclusive em virtude de depreciação
ou deterioração, desde que os DEVEDORES/FIDUCIANTES não apresentem
reforço, depois de devidamente notificados;
• se o imóvel dado em garantia fiduciária vier a sofrer qualquer ato de constrição
judicial ou decretada qualquer medida judicial ou administrativa que, de algum
modo o afete no todo ou em parte;
• a superveniência de desapropriação do imóvel dado em garantia fiduciária;
• comprovação de declaração falsa prestada pelos DEVEDORES/FIDUCIANTES
ou da qual tenham conhecimento e que de algum modo possa afetar a
validade das obrigações e deveres decorrentes do presente instrumento;
• insolvência dos DEVEDORES/FIDUCIANTES;
• quando contra qualquer um dos devedores for movida alguma ação que afete o
imóvel dado em garantia da dívida;
• quando o devedor fiduciante não cientificar o locatário das condições
expressas da Cláusula Décima Quarta.
• quando não for providenciado o registro do contrato dentro do prazo estipulado
na Cláusula Décima Sétima.
CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA – DO PRAZO DE CARÊNCIA PARA
EXPEDIÇÃO DA INTIMAÇÃO – Para os fins previstos no § 2º, Art. 26, da Lei nº
9.514/97, fica estabelecido o prazo de 60 (sessenta) dias, contados da data de
vencimento da primeira prestação vencida e não paga.
PARÁGRAFO PRIMEIRO - DA MORA E DO INADIMPLEMENTO - Decorrida a
carência de 60 (sessenta) dias, de que trata o caput desta cláusula, a CAIXA
CONSÓRCIOS S.A. ou seu cessionário, poderá iniciar o procedimento de
intimação a ser realizado pelo oficial do competente Registro de Imóveis.
PARÁGRAFO SEGUNDO – PRAZO PARA PURGAÇÃO DA MORA
Iniciado o procedimento de intimação, mesmo que não concretizado, os
DEVEDORES/FIDUCIANTES que pretenderem purgar a mora deverão fazê-lo, em
15 (quinze) dias mediante o pagamento das prestações vencidas e não pagas e
os que se vencerem no curso da intimação, que incluem atualização monetária
pelo índice do fundo comum, juros de mora de 1% e multa moratória de 2%, os
demais encargos e despesas de intimação, inclusive tributos, contribuições
condominiais e associativas, apurados consoante disposições contidas neste
instrumento.
PARÁGRAFO TERCEIRO – Qualquer tolerância que venha admitir atrasos
maiores do que o pactuado neste instrumento será mera opção da CAIXA
CONSÓRCIOS S.A., e não se constituirá em fato gerador de direitos aos
DEVEDORES/FIDUCIANTES.
PARÁGRAFO QUARTO - O simples pagamento dos encargos, sem atualização
monetária e sem os demais acréscimos moratórios, não exonerará os
DEVEDORES/FIDUCIANTES da responsabilidade de liquidar tais obrigações,
continuando em mora para todos efeitos legais e contratuais.
PARÁGRAFO QUINTO - O procedimento de intimação obedecerá aos seguintes
requisitos:
• a intimação será requerida pela CAIXA CONSÓRCIOS S.A., ou seu
cessionário, ao Oficial Delegado do Serviço de Registro de Imóveis, indicando
o valor vencido e não pago e penalidades moratórias;
• a diligência de intimação será realizada pelo Oficial Delegado do Serviço de
Registro de Imóveis da circunscrição imobiliária onde se localizar o imóvel “B”
dado em garantia, podendo, a critério desse Oficial, vir a ser realizada por
meio do Serviço de Registro de Títulos e Documentos da Comarca da situação
do imóvel, ou do domicílio de quem deva recebê-la, ou, ainda, pelo Correio,
com aviso de recebimento a ser firmado pessoalmente pelos
DEVEDORES/FIDUCIANTES ou por quem deva receber a intimação;
• a intimação será feita pessoalmente aos DEVEDORES/FIDUCIANTES, ou a
seu representante legal ou a procurador regularmente constituído;
• se o destinatário da intimação encontrar-se em local incerto e não sabido,
certificado pelo Oficial Delegado do Serviço de Registro de Imóveis ou pelo de
Títulos e Documentos, competirá ao primeiro promover sua intimação por edital
com prazo de 15 (quinze) dias, contados da primeira divulgação, publicado por
três dias, ao menos, em um dos jornais de maior circulação no local do imóvel
ou noutro de comarca de fácil acesso, se, no local do imóvel, não houver
imprensa com circulação diária.
• se ocorrer recusa dos destinatários em dar-se por regularmente intimados, em
função da não aceitação da intimação, ou por se furtarem a ser encontrados,
ou ainda, por se recusarem a assinar a intimação, fica autorizado o Oficial do
Registro de Imóveis correspondente, após certificação da não consecução da
intimação pessoal, a fazer a publicação de editais, conforme previsto no
Parágrafo 4° do Artigo 26, da Lei nº 9.514/97.
PARÁGRAFO SEXTO - Purgada a mora, convalescerá o contrato de alienação
fiduciária, cabendo aos DEVEDORES/FIDUCIANTES o pagamento das despesas
de cobrança e de intimação.
PARÁGRAFO SÉTIMO - Eventual diferença entre o valor objeto da purgação da
mora e o devido no dia da purgação deverá ser paga pelos
DEVEDORES/FIDUCIANTES juntamente com o primeiro ou com o segundo
encargo que se vencer após a purgação da mora no Serviço de Registro de
Imóveis.
PARÁGRAFO OITAVO - Os DEVEDORES/FIDUCIANTES não poderão pagar
qualquer encargo mensal do consórcio enquanto não tiverem sido pagos e
quitados aqueles vencidos anteriormente. Se tal fato ocorrer, o pagamento será
imputado na liquidação ou amortização do primeiro encargo vencido e não pago,
não ocorrendo em suspensão e/ou interrupção de toda e qualquer ação de
notificação extrajudicial e/ou curso do processo.
PARÁGRAFO NONO - O recibo de pagamento da última prestação vencida não
presume quitação da anterior.
PARÁGRAFO DÉCIMO – Havendo mais de um encargo em atraso somente será
permitida a purga da mora caso ocorra, simultaneamente, o pagamento de todos
os encargos em atraso, salvo deliberação da CAIXA CONSÓRCIOS S.A. em
autorizar o pagamento parcelado.
PARÁGRAFO DÉCIMO PRIMEIRO – Decorrido o prazo de 15 dias e não purgada
a mora, o oficial do competente registro de imóveis, certificando este fato,
promoverá a averbação, na matrícula do imóvel “B” dado em garantia, da
consolidação da propriedade em nome do CREDOR/FIDUCIÁRIO.
PARÁGRAFO DÉCIMO SEGUNDO – Responde o DEVEDOR/FIDUCIANTE pelo
pagamento dos impostos, taxas, contribuições condominiais e quaisquer outros
encargos que recaiam ou venham a recair sobre o imóvel “B” dado em garantia,
cuja posse tenha sido transferida para o fiduciário, nos termos do parágrafo supra,
até a data em que o fiduciário vier a ser imitido na posse.
PARÁGRAFO DÉCIMO TERCEIRO – O DEVEDOR/FIDUCIANTE pagará ao
credor fiduciário, ou a quem vier a sucedê-lo, a titulo de taxa de ocupação do
imóvel “B” dado em garantia, por mês ou fração, valor correspondente a um por
cento do valor a que se refere o inciso VI do art. 24, computado e exigível desde a
data da alienação em leilão até a data em que o credor fiduciário, ou seus
sucessores vier a ser imitido na posse do imóvel.
CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA – DENÚNCIA DA LOCAÇÃO - Se o imóvel “B”
dado em garantia estiver locado, a locação poderá ser denunciada com o prazo
de trinta dias para desocupação, salvo se tiver havido aquiescência por escrito
do fiduciário, devendo a denúncia ser realizada no prazo de noventa dias a
contar da data da consolidação da propriedade no fiduciário. (ESTA CLÁUSULA
DEVE PERMANECER EM DESTAQUE)
CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA - CAUÇÃO DE DIREITOS - O crédito fiduciário
resultante do presente instrumento poderá ser cedido ou caucionado, no todo ou
em parte, pela CAIXA CONSÓRCIOS S.A., independentemente de notificação aos
DEVEDORES/FIDUCIANTES.
PARÁGRAFO PRIMEIRO - A CAIXA CONSÓRCIOS S.A. poderá ainda, a seu
critério, promover a cessão, parcial ou total do crédito aqui constituído, inclusive
mediante securitização de créditos imobiliários, independentemente de anuência
ou interveniência dos DEVEDORES/FIDUCIANTES, em conformidade com o
disposto na Lei 9.514, de 20.11.97.
PARÁGRAFO SEGUNDO - Ocorrendo a alienação e a securitização de créditos
imobiliários, a CAIXA CONSÓRCIOS S.A. poderá ceder a uma companhia
securitizadora os créditos originados do presente contrato.
PARÁGRAFO TERCEIRO - Os créditos imobiliários poderão lastrear a emissão,
pela companhia securitizadora, de um título de crédito, denominado Certificado de
Recebíveis Imobiliários - CRI, que será livremente negociado por meio de
sistemas centralizados de custódia e liquidações financeiras de títulos privados.
PARÁGRAFO QUARTO - Assim, os DEVEDORES/FIDUCIANTES têm ciência
que a operação de consórcio imobiliário da qual são tomadores, representa um
dos elos de uma corrente de negócios jurídicos que se inicia com a captação dos
recursos, pela CAIXA CONSÓRCIOS S.A., prossegue com a concessão de
consórcio aos devedores/fiduciantes, passa pela securitização desses créditos e
pela negociação dos certificados de recebíveis imobiliários - CRI, lastreados em
tais créditos.
CLÁUSULA DÉCIMA SEXTA - NOVAÇÃO - Não configurará NOVAÇÃO a simples
tolerância, por parte da CAIXA CONSÓRCIOS S.A., à inobservância pelos
DEVEDORES/FIDUCIANTES de obrigações legais e/ou contratuais, assim como
as eventuais transigências tendentes a facilitar a regularização de débitos em
atraso.
CLÁUSULA DÉCIMA SÉTIMA - REGISTRO – Os DEVEDORES/FIDUCIANTES
apresentarão à Agência da Caixa Econômica Federal exemplar deste instrumento
com a respectiva certidão de seu registro no competente Registro de Imóveis, no
prazo máximo de até 30 (trinta) dias, a contar da data de assinatura deste
contrato.
CLÁUSULA DÉCIMA OITAVA – OUTORGA DE PROCURAÇÕES – Havendo dois
ou mais DEVEDORES/FIDUCIANTES, todos estes declaram-se solidariamente
responsáveis por todas as obrigações assumidas perante a CAIXA CONSÓRCIOS
S.A. e constituem-se procuradores recíprocos, até o pagamento integral do saldo
devedor, com poderes irrevogáveis para foro em geral e os especiais para
requerer, concordar, recorrer, transigir, receber e dar quitação, desistir, receber
citações, notificações, intimações, inclusive de penhora, leilão ou praça, embargar,
enfim, praticar todos os atos necessários ao bom e fiel desempenho do presente
mandato.
CLÁUSULA DÉCIMA NONA – LIQUIDAÇÃO ANTECIPADA – É facultado ao
DEVEDOR FIDUCIANTE a liquidação antecipada da dívida, sendo esta composta
pelo saldo devedor atualizado conforme disposto na Cláusula Quarta, e acrescido
de eventuais débitos em atraso.
CLÁUSULA VIGÉSIMA – DA AMORTIZAÇÃO EXTRAORDINÁRIA – É
assegurado ao DEVEDOR FIDUCIANTE, em dia com suas obrigações, a
realização de amortizações extraordinárias para redução do valor e prazo da
dívida.
CLÁUSULA VIGÉSIMA PRIMEIRA - DA QUITAÇÃO DA DÍVIDA - No prazo de 30
(trinta) dias, a contar da data da liquidação da dívida, a CAIXA CONSÓRCIOS
S.A. fornecerá o respectivo termo de quitação, sob pena de multa em favor dos
DEVEDORES/FIDUCIANTES equivalente a 0,5% (meio por cento) ao mês, ou
fração, sobre o valor do contrato de consórcio.
PARÁGRAFO ÚNICO – Os DEVEDORES/FIDUCIANTES deverão apresentar ao
Registro de Imóveis o termo de quitação para o fim de tornar plena a propriedade
em seu favor, estando cientes de que as despesas/emolumentos decorrentes do
referido ato serão de sua inteira responsabilidade. Os
DEVEDORES/FIDUCIANTES, se comprometem, ainda, a informar o seu endereço
de correspondência atualizado.
CLÁUSULA VIGÉSIMA SEGUNDA – TRANSFERÊNCIA DE DÍVIDA – Os
DEVEDORES/FIDUCIANTES poderão transmitir os direitos e obrigações de que
sejam titulares sobre o imóvel aqui objetivado, desde que haja prévia e expressa
anuência da CAIXA CONSÓRCIOS S.A. ou do novo CREDOR/FIDUCIÁRIO, nos
casos em que tenha ocorrido a cessão do crédito, e que o adquirente assuma
integralmente as obrigações previstas neste instrumento.
CLÁUSULA VIGÉSIMA TERCEIRA – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS – Declaram
os DEVEDORES/FIDUCIANTES estarem cientes de que:
PARÁGRAFO PRIMEIRO – A tolerância por qualquer dos contratantes quanto a
alguma demora, atraso ou omissão da outra parte no cumprimento das obrigações
ajustadas neste instrumento, ou a não aplicação, na ocasião oportuna, das
cominações aqui constantes, não acarretará o cancelamento das penalidades,
nem dos poderes ora conferidos, podendo ser aplicadas aquelas e exercidos
estes, a qualquer tempo, caso permaneçam as causas.
PARÁGRAFO SEGUNDO – Os DEVEDORES/FIDUCIANTES respondem por
todas despesas decorrentes da presente compra e venda e do crédito com
alienação fiduciária em garantia, inclusive aquelas relativas a emolumentos e
despachante para obtenção das certidões dos distribuidores forenses, da
municipalidade e de propriedade, as necessárias à sua efetivação e as demais
que se lhe seguirem, inclusive as relativas a emolumentos e custas de Serviço de
Notas e de Serviço de Registro de Imóveis, de quitações fiscais e qualquer tributo
devido sobre a operação, que venha a ser cobrado ou criado.
PARÁGRAFO TERCEIRO – Os DEVEDORES/FIDUCIANTES ficam ainda
responsáveis pelo cumprimento das regras do Contrato de Adesão anteriormente
pré acordado.
CLÁUSULA VIGÉSIMA QUARTA – LEILÃO EXTRAJUDICIAL – Uma vez
consolidada a propriedade em nome da CAIXA CONSÓRCIOS S.A., em virtude
da mora não purgada e transformada em inadimplemento absoluto, deverá o(s)
imóvel(is) ser(em) alienado(s) pela CAIXA CONSÓRCIOS S.A. a terceiros, com
observância dos procedimentos previstos na Lei nº 9.514, de 20.11.97, com as
alterações introduzidas pela Lei 10.931 de 02.08.04.
PARÁGRAFO PRIMEIRO – Em atendimento ao disposto no Artigo 24, inciso VI,
da Lei nº 9.514/97, para efeito de venda em público leilão, garantirá, o valor
expresso em garantia aquele referenciado na Cláusula Quinta deste instrumento,
tendo em correção o valor descrito em laudo de avaliação realizado por
engenheiro credenciado à época do leilão.
PARÁGRAFO SEGUNDO – Em atendimento ao disposto no Artigo 27, § 1º - Se,
no primeiro público leilão, o maior lance oferecido for inferior ao valor do imóvel,
estipulado na forma do inciso VI do art. 24, será realizado o segundo leilão, nos
quinze dias seguintes; § 2º - No segundo leilão, será aceito o maior lance
oferecido, desde que igual ou superior ao valor da dívida, das despesas, dos
prêmios de seguro, dos encargos legais, inclusive tributos, e das contribuições
condominiais; § 3º - Para os fins do disposto neste artigo, entende-se por:
I - dívida: o saldo devedor da operação de alienação fiduciária, na data do leilão,
nele incluídos os juros convencionais, as penalidades e os demais encargos
contratuais;
Il - despesas: a soma das importâncias correspondentes aos encargos e custas de intimação
e as necessárias à realização do público leilão, nestas compreendidas as relativas aos
anúncios e à comissão do leiloeiro; § 4º - Nos cinco dias que se seguirem à venda do
imóvel no leilão, o credor entregará ao devedor a importância que sobejar, considerando-se
nela compreendido o valor da indenização de benfeitorias, depois de deduzidos os valores
da dívida e das despesas e encargos de que tratam os §§ 2º e 3º, fato esse que importará em
recíproca quitação, não se aplicando o disposto na parte final do art. 1.219 do Código Civil;
§ 5º - Se, no segundo leilão, o maior lance oferecido não for igual ou superior ao valor
referido no § 2º, considerar-se-á extinta a dívida e exonerado o credor da obrigação de que
trata o § 4º; § 6º - Na hipótese de que trata o parágrafo anterior, o credor, no prazo de cinco
dias a contar da data do segundo leilão, dará ao devedor quitação da dívida, mediante termo
próprio; § 7º - Se o imóvel estiver locado, a locação poderá ser denunciada com o prazo de
trinta dias para desocupação, salvo se tiver havido aquiescência por escrito do fiduciário,
devendo a denúncia ser realizada no prazo de noventa dias a contar da data da consolidação
da propriedade no fiduciário, devendo essa condição constar expressamente em cláusula
contratual específica, destacando-se das demais por sua apresentação gráfica; § 8º -
Responde o fiduciante pelo pagamento dos impostos, taxas, contribuições condominiais e
quaisquer outros encargos que recaiam ou venham a recair sobre o imóvel, cuja posse tenha
sido transferida para o fiduciário, nos termos deste artigo, até a data em que o fiduciário
vier a ser imitido na posse.

PARÁGRAFO TERCEIRO – O DEVEDOR/FIDUCIANTE pode, com a anuência da


CAIXA CONSÓRCIOS, dar seu direito eventual ao imóvel “B” dado em garantia
em pagamento da dívida, dispensados os procedimentos previstos nesta cláusula.
CLÁUSULA VIGÉSIMA QUINTA – DA DESAPROPRIAÇÃO – No caso de
despropriação do imóvel dado em garantia, a CREDORA FIDUCIÁRIA receberá do
poder expropriante a indenização correspondente, imputando-a na solução da
dívida e liberando o saldo que sobejar, se houver, ao DEVEDOR FIDUCIANTE.
PARÁGRAFO PRIMEIRO – Se a indenização de que trata o caput desta cláusula
for inferior ao saldo da dívida, o DEVEDOR FIDUCIANTE, suportará a diferença
apurada, sob pena de cobrança judicial da importância remanescente.
PARÁGRAFO SEGUNDO – Os DEVEDORES declaram-se cientes de que
eventual desapropriação de quaisquer dos imóveis não gera direito a qualquer
indenização securitária.
CLÁUSULA VIGÉSIMA SEXTA – Neste ato, os DEVEDORES/FIDUCIANTES NÃO
dispensam os vendedores da apresentação da certidão fiscal negativa de débitos
prevista na letra "a", inciso III do artigo 1º, do referido Decreto Federal nº 93.240
de 09/09/1986, ficando, todavia, responsáveis pelo pagamento de eventuais
débitos fiscais, se existirem, bem como NÃO dispensam as certidões de feitos
ajuizados exigidas pelo parágrafo 2º, do artigo 1º, da Lei Federal nº 7.433, de
18/12/1985, e as certidões referentes a ações trabalhistas em nome das
sociedades jurídicas de que eventualmente participem como reclamados ou
executados.
CLÁUSULA VIGÉSIMA SÉTIMA - FORO - As partes elegem o Foro da Sede da Seção
Judiciária da Justiça Cível, com jurisdição da localidade onde estiver situado o imóvel, que
será o único competente para dirimir as dúvidas e as questões decorrentes deste
contrato, renunciando, desde já, a qualquer outro, por mais privilegiado que seja.
IMPOSTOS E DEMAIS ENCARGOS INCIDENTES SOBRE ESTE CONTRATO

DESCRIÇÃO DO IMÓVEL “A” OBJETO DE COMPRA E VENDA


DESCRIÇÃO DO IMÓVEL “B” A SER DADO EM GARANTIA

INFORMAÇÕES ADICIONAIS/RESSALVAS