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Norma NP 4564

2019

Portuguesa
Acessibilidades
Pavimentos táteis em espaço público exterior

Accessibilités
Podotactile en public espace extérieur

Accessibilities
Tactile paving surfaces in outdoor public space

ICS HOMOLOGAÇÃO
11.180.01; 93.080.30 Termo de homologação n.º 8/2019, de 2019-01-10

CORRESPONDÊNCIA ELABORAÇÃO
CT 177 (ABIMOTA)

EDIÇÃO
2019-01-15

CÓDIGO DE PREÇO
X008

 IPQ reprodução proibida

Rua António Gião, 2


2829-513 CAPARICA PORTUGAL

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Sumário Página
Preâmbulo ................................................................................................................................................. 4
0 Introdução .............................................................................................................................................. 5
0.1 Enquadramento .................................................................................................................................... 6
1 Objetivo e campo de aplicação ............................................................................................................. 7
2 Referências ............................................................................................................................................. 8
3 Termos e definições ............................................................................................................................... 8
4 Pavimentos táteis ................................................................................................................................... 10
4.1 Pavimento direcional – Anexo A ......................................................................................................... 10
4.2 Pavimento de perigo – Anexo B .......................................................................................................... 10
4.3 Pavimento de cautela – Anexo C ......................................................................................................... 11
4.4 Pavimento de mudança de direção e espera – Anexo D ...................................................................... 11
5 Linhas guia – Anexo E .......................................................................................................................... 11
6 Aplicação ao espaço construído ........................................................................................................... 12
6.1 Passagens de peões de superfície ......................................................................................................... 12
6.1.1 Rebaixamento em passeios sobredimensionados – Anexo F ............................................................ 12
6.1.2 Rebaixamento em passeios subdimensionados – Anexo G .............................................................. 13
6.1.3 Passadeira sobrelevada – Anexos H e I............................................................................................. 13
6.1.4 Ilhas separadoras centrais –| Anexo J ................................................................................................ 14
6.2 Paragens de transportes públicos e outros pontos de interesse – Anexo K .......................................... 14
6.3 Escadas e rampas – Anexo L ............................................................................................................... 14
7 Recomendações gerais de aplicação .................................................................................................... 15
Anexo A (informativo) Pavimento direcional ......................................................................................... 16
Anexo B (informativo) Pavimento de perigo........................................................................................... 17
Anexo C (informativo) Pavimento de cautela ......................................................................................... 18
Anexo D (informativo) Pavimento de mudança de direção e espera .................................................... 19
Anexo E (informativo) Linhas guia.......................................................................................................... 20
Anexo F (informativo) Marcação de passagem em passeios sobredimensionados .............................. 22
Anexo G (informativo) Marcação de passagem em passeios subdimensionados ................................ 23
Anexo H (informativo) Marcação de passagem sobrelevada ................................................................ 24
Anexo I (informativo) Marcação de passagem com semáforo .............................................................. 25
Anexo J (informativo) Ilhas separadoras centrais ................................................................................. 26
Anexo K (informativo) Paragens de transportes públicos e outros pontos de interesse ..................... 29
Anexo L (informativo) Escadas e rampas ............................................................................................... 30
Bibliografia ............................................................................................................................................... 31
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Preâmbulo
A presente Norma foi preparado pela Comissão Técnica de Normalização CT 177 “Acessibilidades e Design
Inclusivo”, cujo secretariado é assegurado pelo Organismo de Normalização Setorial (ONS/ABIMOTA).
Esta Norma “Pavimentos táteis em espaço público exterior” foi elaborada com o propósito fundamental de
definir as características técnicas e dimensionais, bem como os princípios de aplicabilidade a observar pelos
referidos pavimentos táteis, em espaço público exterior, tendo em vista a sua uniformização, de modo a
garantirem uma melhor usabilidade do espaço construído por Pessoas com Mobilidade Condicionada (PMC)
que tenham limitações das funções da visão, designadamente pessoas cegas ou amblíopes.
Os Anexos apresentados constituem-se como situações tipo de aplicabilidade do definido na presente Norma
e, por princípio, respondem à generalidade das disposições em que se deverá verificar a colocação de
pavimentos táteis. No entanto, cada situação real deverá ser pensada de acordo com a especificidade própria.
Esta Norma contém cor.
A impressão pode não reproduzir as cores apresentadas na versão eletrónica desta Norma.
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0 Introdução
A entrada em vigor de legislação que veio regulamentar a acessibilidade ao espaço público e edificado,
nomeadamente o Decreto-Lei n.º 163/2006, de 8 de agosto, constituiu um progresso significativo no modo
como o espaço construído se deve estruturar, para garantir a sua utilização pelo maior número possível de
pessoas, de forma mais segura, confortável e digna.
Como ponto prévio, impõe-se referir que a presente Norma visa apenas o espaço público exterior.
Efetivamente, sendo a primeira norma em Portugal sobre esta matéria, entende-se que a sua materialização
deverá obedecer simultaneamente a critérios de sensibilização e aculturação que, inevitavelmente, passa pela
sua aplicabilidade no espaço público até pela óbvia democratização do processo.
Um dos aspetos relevantes desse diploma, ao nível da caracterização dos pavimentos, em espaço público
exterior, é o de prever a utilização, nos passeios, para assinalar a presença de passagens de peões, de
materiais com textura diferente e cor contrastante com os pavimentos adjacentes.
Tal como esta, existem outras situações em que é importante orientar e alertar as pessoas com limitações ao
nível das funções da visão (adiante designadas “pessoas com limitações visuais”) que circulam na via pública
e noutros espaços de utilização pública. Contudo, as referências legais não especificam objetivamente de que
modo essa diferenciação de pavimentos deverá ser feita, levando à aplicação de soluções diferentes, um
pouco por todo o território.
Assim, se é um facto que a utilização de sinalética tátil em pavimentos pode ser um contributo fundamental
para encaminhar de forma segura e correta estas pessoas para um determinado destino nomeadamente,
desviando-as de eventuais perigos potenciais – sobretudo em locais cujas dimensões sejam suscetíveis de
causar desorientação e dúvida – é fundamental a adoção de critérios que proporcionem a aplicação de
pavimentos táteis facilmente identificáveis e organizados de acordo com um sistema sinalético coerente.
Só uma coerência dos princípios de aplicabilidade e uma uniformização dos critérios de fabrico dos referidos
pavimentos poderão proporcionar o reconhecimento generalizado do sistema sinalético criado e tornará a
circulação das pessoas com limitações visuais nos espaços públicos mais fácil, segura e cómoda, o que
contribuirá para a sua maior autonomia.
Para este efeito, a presente Norma estabelece um sistema sinalético baseado em quatro pavimentos diferentes
– de perigo, de cautela, direcional e de mudança de direção e espera – bem como regras para a sua utilização
e articulação, no sentido de responder objetiva e eficazmente aos seus propósitos. Neste domínio, há um
aspeto fundamental a considerar desde já, a identificação dos pavimentos táteis deverá ser feito, sempre,
através de saliências e nunca de reentrâncias.
Atendendo às especificidades técnicas dos próprios materiais, às peculiaridades do espaço arquitetónico
construído e à liberdade criativa dos projetistas, a presente Norma não define materiais para a execução dos
referidos pavimentos táteis.
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0.1 Enquadramento
Ao moverem-se em ambientes pedonais, as pessoas deparam-se com inúmeros elementos que acabam
frequentemente por causar confusão e desorientação e/ou risco potencial de acidentes, apesar destes
elementos serem fundamentais à vivência e organização dos espaços urbanos. Esta situação é potenciada
quando os utilizadores desses ambientes têm limitações sensoriais ao nível da visão.
Como resposta a este problema, têm sido adotados, em vários países – e também, pontualmente, em Portugal
–, pavimentos, designados de táteis, destinados a informar, orientar ou alertar as pessoas com limitações
visuais, através das suas características morfológicas específicas, nomeadamente contrastes na textura
superficial detetáveis tatilmente por essas pessoas, ao caminharem. Estes pavimentos asseguram também,
geralmente, um contraste cromático com os pavimentos adjacentes (ver secção 3.1.5), tornando-os facilmente
identificáveis por pessoas com ambliopia.
No entanto, os pavimentos táteis só são verdadeiramente úteis quando devidamente concebidos, produzidos e
bem aplicados, o que contribuirá para transmitir facilmente os códigos sinaléticos que estão associados a
cada tipologia de pavimento.
É esse o propósito que constitui a base da presente Norma.
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1 Objetivo e campo de aplicação


A presente Norma tem por objetivo principal estabelecer um sistema de pavimentos táteis para aplicação em
espaços pedonais de utilização pública, especificando as características técnicas e dimensionais a que os
mesmos deverão cumprir, bem como as regras para a respetiva aplicação, a fim de promover a conceção de
soluções simples, coerentes e de fácil aplicação, quando se pretenda melhorar a acessibilidade das pessoas
com limitações visuais a esses espaços.
Assim, esta Norma pretende definir requisitos/orientações para o fabrico dos referidos pavimentos táteis,
bem como os respetivos princípios de aplicabilidade, a fim de proporcionar a sua harmonização, no sentido
de que os mesmos possam ser facilmente percetíveis por pessoas com limitações visuais, assumindo-se como
elementos facilitadores da sua autonomia na utilização do espaço público.
No que concerne à questão das características deste tipo de pavimentos, a presente Norma, abre espaço ao
entendimento da utilização ou não destes pavimentos e deixa ao critério dos técnicos a procura das melhores
soluções – em termos de materiais – a utilizar nestes espaços com características arquitetónicas
reconhecidamente relevantes.
Esta Norma estabelece critérios e requisitos técnicos a serem observados aquando da própria conceção da
intervenção em espaços públicos e, seguidamente, na construção, na instalação e na adaptação de espaços e
equipamentos urbanos às condições de acessibilidade. O estabelecimento desses critérios e requisitos
técnicos baseou-se em regras técnicas cuja aplicação tem gerado bons resultados.
Assim, os ambientes urbanos que vierem a ser projetados, construídos ou requalificados levando em
consideração o disposto nesta Norma potenciarão a sua dimensão inclusiva, já que a sua aplicação em
espaços de circulação pedonal proporcionará uma utilização mais autónoma e segura do ambiente público
construído a um maior número de pessoas, ao facilitar a circulação e orientação das pessoas com limitações
visuais.
A presente Norma contém requisitos a serem aplicados nos seguintes elementos fundamentais do espaço
público:
a) passagens de peões de superfície;
b) paragens de transportes públicos e outros pontos de interesse;
c) escadas;
d) rampas; e
e) espaços amplos suscetíveis de provocar desorientação.
A presente Norma dirige-se a todos os agentes responsáveis pela construção do espaço público. Salvaguarda-
se, contudo, que os pavimentos táteis só deverão ser utilizados quando a sua aplicação se constituir
efetivamente como elemento facilitador da compreensão do espaço, já que a sua utilização excessiva poderá
contrariar este objetivo. Do mesmo modo, a utilização de pavimentos táteis deverá ser evitada em situações
em que a envolvente imediata seja constituída por pavimentos muito texturados, uma vez que se torna difícil
a sua perceção.
A sua aplicação deverá restringir-se, assim, a espaços que, devido à sua especificidade morfológica (por
exemplo, a sua amplitude ou complexidade de organização), sejam passíveis de causar desorientação e/ou
risco de acidente.
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2 Referências
Os documentos a seguir referenciados são indispensáveis à aplicação deste Documento. Para referências
datadas, apenas se aplica a edição citada. Para referências não datadas, aplica-se a última edição do
documento referenciado (incluindo as emendas).

Decreto-Lei n.º 163/2006, de 8 de agosto, 2006 Aprova o regime da acessibilidade aos edifícios e
estabelecimentos que recebem público, via pública e
edifícios habitacionais

3 Termos e definições
Para os fins do presente Documento Normativo, aplicam-se os seguintes termos e definições:

3.1.1 abrigo
Equipamento de apoio às redes de transporte público que se implanta nos pontos de paragem dos veículos e
que permite aos passageiros aguardarem pelo seu modo de transporte, protegidos de condições atmosféricas
adversas.

3.1.2 acessibilidade
Acessibilidade é uma característica do ambiente ou de um objeto que permite a qualquer pessoa estabelecer
um relacionamento com esse ambiente ou objeto, e utilizá-los de uma forma amigável, cuidada e segura.
NOTA: A definição de acessibilidade foi retirada do relatório do Grupo de peritos criado pela Comissão europeia – 2003.

3.1.3 área de circulação


Espaço interior ou exterior necessário ao fluxo pedonal de, para, e no modo de transporte. Este deve estar
totalmente desobstruído, permitindo que os percursos se realizem sem obstáculos, ou quaisquer outros
constrangimentos (p. ex. má iluminação, obstáculos à circulação, tais como publicidade, abrigos temporários,
entre outros), a partir de qualquer ponto da envolvente próxima. As áreas de circulação devem incluir as
escadas, rampas, e meios mecânicos que permitam vencer desníveis.

3.1.4 contraste cromático


Diferença entre cores de materiais aplicados em superfícies adjacentes. O nível de contraste é medido através
do seu Light Reflectance Value (LRV).

3.1.5 LRV
O LRV é a proporção de luz efetiva refletida por uma cor. Este valor é medido com exatidão por
espectrofotómetros tipo esfera, dispositivos específicos de medição de cor. O LRV é medido numa escala de
0-100, onde 0 é uma superfície que é perfeitamente preta e, portanto, toda a luz que incide sobre esta será
absorvida e 100 é uma superfície perfeitamente branca, que reflete toda a luz que incide sobre a mesma.
Também conhecido como fator de refletância de luminosidade.
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Figura 1 – Exemplo de gráfico publicado no sítio de Disabled Persons Transport Advisory Committee
(DPTAC)

3.1.6 mobiliário urbano


Conjunto de objetos e equipamentos complementares e/ou de apoio à utilização do meio urbano. (p. ex.
bancos de espera, papeleiras, cinzeiros, máquinas de venda automática, máquinas SIBS, de produtos ou
títulos de transporte, mupis, floreiras, quiosques, entre outros).

3.1.7 mobilidade urbana


Capacidade/facilidade de movimentação de pessoas e bens no espaço urbano – tendo em vista a utilização
funcional dos elementos que compõem a sua estrutura ativa – de modo a proporcionar a realização das
atividades quotidianas em tempo considerado útil, e de modo confortável e seguro.

3.1.8 perceção de segurança


Interpretação das condições de segurança do espaço envolvente por parte do indivíduo.

3.1.9 pessoas de mobilidade condicionada (PMC)


Pessoa cuja capacidade de interagir com o meio se encontra temporária ou permanentemente condicionada.

3.1.10 pessoas com limitações visuais


Pessoa portadora de: cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou inferior a 0,05 no melhor olho, com a
melhor correção ótica; baixa visão, na qual a acuidade visual varia de 0,3 a 0,05 no melhor olho, com a
melhor correção ótica; limitação nas quais o somatório da medida do campo visual de ambos os olhos for
igual ou inferior a 60º; e ocorrência simultânea de quaisquer condições anteriores.

3.1.11 ponto de interesse


Pólo gerador de maior afluência de pessoas, como por exemplo: equipamentos desportivos, hospitais,
estabelecimentos de ensino, centros comerciais, escolas, entre outros espaços e equipamentos.
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3.1.12 resistência e aderência (Especificidades)


Os materiais que constituem os pavimentos táteis apresentarão necessariamente características de boa
resistência ao desgaste e de boa aderência superficial em presença de humidade, obedecendo ao valor R10,
segundo a norma DIN 51130 e/ou ao valor classe 2, segundo a ENV 126333.
Para uma correta medição deste valor na superfície dos pavimentos táteis, esta deverá ser realizada sobre o
pavimento de mudança de direção e espera por ser este o único pavimento que, atualmente, permite a
realização dos ensaios necessários. Na eventualidade de surgirem novos aparelhos e/ou técnicas de
verificação destes valores sobre superfícies com alto-relevo, deverão ser realizados ensaios sobre os restantes
pavimentos táteis presentes na presente Norma. Os materiais a adotar para a constituição dos pavimentos
táteis, os lugares onde serão instalados e o ambiente onde serão inseridos não podem constituir como local de
uso perigoso e causar acidentes, com potenciais riscos de danos à integridade física dos utilizadores. Em
locais com pendentes acentuadas onde se prevê aplicar pavimentos táteis com pitons (perigo), deverá ser
analisado o impacto na segurança dos utilizadores, através da identificação prévia dos perigos e avaliação
dos riscos de potenciais acidentes.

3.1.13 sinalética
Conjunto de informação sintetizada, baseada sobretudo em texto e/ou pictogramas, que permite ao peão
obter informação de encaminhamento, identificação de espaços e equipamentos bem como de advertência de
perigo ou de emergência.

3.1.14 usabilidade
Facilidade com que um utente pode utilizar determinado espaço, ambiente ou objeto a fim de realizar
determinada tarefa que lhe é inerente.

4 Pavimentos táteis
A presente Norma contempla quatro tipos de pavimento tátil:

4.1 Pavimento direcional – Anexo A


O pavimento direcional caracteriza-se pela existência de barras achatadas salientes dispostas
longitudinalmente, ou seja, no sentido do percurso. A largura das barras deve ser de 35 mm (+ 1 mm) e a
altura de 5mm (+ 0,5 mm). O espaçamento entre barras deve ser de 45 mm.
A aplicação do pavimento direcional deve obedecer a larguras mínimas. Estas larguras variam de acordo com
a função que o pavimento desempenha, nas várias utilizações associadas ao fluxo pedonal. Assim, caso o
pavimento direcional se disponha no sentido do percurso, deve utilizar-se uma largura de 0,40 m, que
equivale a 5 barras. Por sua vez, e face à relação entre a dimensão média do passo humano e à natureza do
movimento, a utilização do pavimento direcional no sentido perpendicular ao do percurso deve ser de, pelo
menos, 0,80 m, o equivalente a 10 barras.

4.2 Pavimento de perigo – Anexo B


O pavimento de perigo caracteriza-se pela existência de saliências semi-esféricas e achatadas (pitons)
dispostas numa malha ortogonal com uma distância entre eixos de 66,8 mm. As saliências, por sua vez,
devem ter 25 mm de diâmetro (+ 1 mm) na sua base e a altura de 5 mm (+ 0,5 mm).
A utilização do pavimento de alerta deve obedecer a larguras mínimas. Assim, caso o mesmo se disponha no
sentido do percurso, deve utilizar-se uma largura mínima de 0,40 m, que equivale a 6 faixas de pitons. Por
sua vez, e face à relação entre a dimensão média do passo humano e à natureza do movimento, a utilização
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do pavimento de perigo no sentido perpendicular ao percurso deve ser de, pelo menos, 0,80 m, o equivalente
a 12 faixas de pitons.

4.3 Pavimento de cautela – Anexo C


O pavimento de cautela carateriza-se pela existência de barras arredondadas salientes e dispostas
transversalmente ao sentido do percurso. A largura das barras deve ser de 20mm (+ 1mm), a altura de 5 mm
+ (1 mm) e o espaçamento entre barras de 30 mm (+ 1 mm).
Tal como acontece relativamente ao pavimento de perigo, a aplicação do pavimento de cautela deve
obedecer a larguras mínimas. Assim, uma vez que o pavimento de cautela é sempre aplicado no sentido
perpendicular ao percurso e dada a dimensão média do passo humano, deve utilizar-se uma largura mínima
de 0,80 m (e que pode ir até 1,20 m), que equivale a 16 (/24) barras, de forma a garantir-se a sua deteção.

4.4 Pavimento de mudança de direção e espera – Anexo D


O pavimento de mudança de direção e de espera, assume a sua função por oposição às características
texturais dos pavimentos de perigo, cautela e direcional, caracterizando-se pela ausência de saliências. Na
sequência de um percurso pedonal ao longo de uma linha guia, o utilizador é informado de alterações ao seu
percurso através da ausência de informação tátil. Essa ausência tátil serve para alertar o utilizador para o
aparecimento/aproximação de diferentes possibilidades de percurso. Serve também para informar o utilizador
que chegou a um local de permanência/espera, por exemplo, nas paragens de transporte público.
A cor do pavimento de mudança de direcção mantém a cor do pavimento direcional. A largura deste
pavimento será a mesma do pavimento direcional onde se insere.

5 Linhas guia – Anexo E


A linha guia, tal como é entendida no âmbito da presente Norma, serve para orientar pessoas com limitações
visuais, indicando o percurso a seguir, sendo constituída por módulos de pavimento direcional. Em situações
que careçam de esclarecimento ou alerta, ou representem um perigo potencial, a linha guia encontra outros
tipos de sinalética, nomeadamente pavimento de perigo, pavimento de cautela e pavimento mudança de
direção e espera.
As linhas guia (linhas de orientação) não devem ser utilizadas de forma excessiva, mas apenas nas situações
em que a sua utilização claramente se justifique, uma vez que a garantia do conceito de percurso acessível é
suficiente para permitir o usufruto do espaço público de forma autónoma e em condições de segurança e
conforto por todos, inclusivé por pessoas com limitações visuais.
Existem, contudo, algumas situações no espaço público – mercê da sua especificidade morfológica ou
funcional – que são suscetíveis de causar desorientação e/ou acarretam algum risco de acidente como, por
exemplo, espaços muito amplos ou com muitos obstáculos à circulação, passagens de peões ou outras
situações em que não exista uma linha natural de orientação para o fluxo pedonal.
Nestas situações, a existência de pavimentos táteis assume grande relevância, devendo ser prevista a sua
aplicação como forma de proporcionar uma orientação adequada para peões com limitações visuais, bem
como de os alertar para situações de perigo potencial.
A linha guia deve aplicar-se nestas situações, ao longo do percurso acessível mais favorável, utilizando o
pavimento tátil direcional com pelo menos, 0,40 m de largura. No caso de situações em que esta linha guia
seja aplicada no sentido perpendicular ao do fluxo pedonal – sinalizando, por exemplo, a existência de uma
passagem de peões – deve ter, pelo menos, 0,80 m de largura, por forma a ser detetada pelo peão.
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A linha guia deve estabelecer contraste cromático com a envolvente (ver secção 3.1.5), a fim de ser
reconhecida por pessoas com ambliopia (baixa visão). Este contraste deve ser aferido através de um sistema
de medições de cor a definir.
Por princípio a linha guia deve seguir, sempre que possível, em linha reta. No entanto, sempre que se
verifiquem situações de mudança de direção, deve-se analisar caso a caso, podendo ser necessária a
introdução de um pavimento de mudança de direção:
 inflexão ligeira do percurso (inferior a 45º): não necessita de pavimento de mudança de direção;
 inflexão acentuada do percurso (entre 45º e 90º): não necessita de pavimento de mudança de direção;
 inflexão muito acentuada do percurso (superior a 90º): criação de um troço intermédio assotado, que
estabeleça a ligação entre as duas direções;
 cruzamento: necessita de pavimento de mudança de direção;
 entroncamento: necessita de pavimento de mudança de direção;
As 2 últimas situações acima referenciadas, devem incluir uma faixa que informa a aproximação da mudança
de direção com, pelo menos, 0,80 m de comprimento, antecedendo o pavimento de mudança de direção. Essa
faixa deve ser constituída por pavimento direcional, colocado transversalmente (barras perpendiculares).

6 Aplicação ao espaço construído

6.1 Passagens de peões de superfície


No que respeita às passagens de peões de superfície, a legislação atualmente em vigor, prevê a sinalização
dos seus limites através de material com textura diferente e cor contrastante com o pavimento envolvente. No
entanto, deixa em aberto as características do material e o contraste cromático a aplicar (ver secção 3.1.5).
Assim, a presente Norma estabelece os princípios de aplicação dos pavimentos táteis como elemento
facilitador da orientação das pessoas com limitações visuais, nos diversos tipos de passagens de peões de
superfície: em passeios sobredimensionados, em passeios rebaixados até ao nível do pavimento da faixa de
rodagem, em passadeiras sobrelevadas, com ou sem ilhas separadoras centrais

6.1.1 Rebaixamento em passeios sobredimensionados – Anexo F


Sempre que o passeio possua dimensões que permitam efectuar o seu rebaixamento junto às passagens de
peões com o declive máximo de 8 % previsto na legislação sobre acessibilidade, a melhor prática para
indicar a sua presença às pessoas com limitações visuais consiste na sua sinalização através da utilização de
pavimentos táteis, constituídos por uma linha guia em pavimento direcional articulada com uma faixa de
pavimento de perigo.
Assim, no passeio, e em sentido transversal ao do fluxo pedonal, será aplicado um troço de linha guia, em
pavimento direcional, com 0,80 m a 1,20 m de largura, a fim de sinalizar a presença da passagem de peões e
encaminhar o peão para o seu atravessamento. Este troço de linha guia orienta o peão com limitações visuais
até uma área rampeada de aproximação à via, a ser pavimentada com pavimento de perigo.
Esta área de pavimento de perigo deve constituir uma faixa com 0,80 m a 1,60 m, a aplicar em toda a largura
da passagem de peões, e tem por objetivo alertar o peão para a proximidade da faixa de rodagem. E
simultaneamente, informá-lo da dimensão transversal da passagem de peões.
Concomitantemente, desde o limite do pavimento de perigo e em sentido perpendicular a este, deve existir
uma linha guia que alerta para a existência da passadeira e orienta para o seu eixo. Por definição, esta linha
deve prolongar-se até ao limite da área de influência da passagem de peões, conforme explanado
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no Anexo F. No entanto, a sua dimensão deve ser ajustada à especificidade da sua aplicabilidade,
nomeadamente em situações onde a dimensão dos passeios seja pouco maior que o limite da referida área de
influência ou em situações em que a passagem de peões se encontra em praças ou espaços similares onde,
devidamente avaliada a situação, podem ser suprimidas pelo facto de – ao contrários dos passeios – não
haver um canal de circulação preferencial e, como tal, o seu propósito de alerta para os invisuais ser
discutível.
A existência desta linha guia é particularmente importante para as pessoas com limitações visuais que
circulam próximo das fachadas de edifícios ou de outros elementos construídos. No caso de uma passagem
de peões não semaforizada, a linha guia orienta-os para o seu eixo, definindo um “T” invertido ao articular-
se com o pavimento de perigo. No caso de uma passagem de peões semaforizada, a linha guia define um “L”
ao articular-se com o pavimento de perigo, orientando o peão em direção ao semáforo, a fim de lhe permitir
o uso da botoneira.

6.1.2 Rebaixamento em passeios subdimensionados – Anexo G


É frequente, nas áreas urbanas mais antigas de Portugal, a existência de passeios subdimensionados, que não
permitem a execução adequada de rebaixamento dos passeios junto às passagens de peões de superfície.
Sempre que um passeio tenha uma largura inferior a 2,00 m, deve ser rebaixado em toda a sua largura, em
toda a largura da passagem de peões, sinalizando a sua presença. Ou seja, o passeio deve ser rampeado
suavemente, no sentido da marcha, antes e depois da sua interceção com a passagem de peões, e a área de
passeio rebaixada deve possuir informação tátil de apoio ao atravessamento da via pelos peões com
limitações visuais.
Deste modo, nestas situações e seguindo a generalidade dos princípios anteriormente definidos, deve ser
colocada uma faixa de pavimento de perigo com, pelo menos, 0,80 m, junto ao limite do passeio, em toda a
largura da passagem de peões,como forma de marcação da dimensão transversal da passadeira. Caso se
entenda ser mais adequado, deverá ser efetuada a pavimentação total da zona rebaixada com pavimento de
perigo. Nesta área revestida com pavimento de perigo e transversalmente ao passeio, deve ser colocada uma
linha guia, em pavimento direcional, com 0,80 m a 1,20 m de largura, a indicar a direção do atravessamento.
No caso de uma passagem de peões não semaforizada, o troço de linha guia, orienta os peões com limitações
visuais para o seu eixo. No caso de uma passagem de peões semaforizada o troço de linha guia orienta o
peão em direção ao semáforo, a fim de permitir o uso da botoneira. Este troço de linha guia será
interrompido a 0,40 m do limite do passeio.

6.1.3 Passadeira sobrelevada – Anexos H e I


As passadeiras sobrelevadas em passagens de peões não semaforizadas são particularmente utilizadas em
vias onde se preveja um atravessamento frequente por pessoas com mobilidade condicionada, ou como
elementos de acalmia de tráfego.
Nestas situações – e inversamente às passagens de peões onde se rebaixa o passeio para o nível da faixa de
rodagem –, é a faixa de rodagem, e consequentemente a passadeira, que se eleva à cota do passeio. Assim, a
marcação da presença destas passagens de peões através de pavimentos táteis é reajustada face a essa
especificidade, respeitando os mesmos princípios que norteiam a presente Norma. Deste modo, nestes casos,
deve existir uma faixa de pavimento em pavimento de perigo junto ao lancil do passeio, com 0,80 m a 1,60
m, a toda a largura da passadeira, articulada, em “T” invertido, com um troço de linha guia, com 0,80 m a
1,20 m de largura, que orientará os peões com limitações visuais para o eixo da passadeira.
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6.1.4 Ilhas separadoras centrais –| Anexo J


São frequentes os casos de vias com múltiplas faixas de rodagem, em que se verifica a existência de ilhas
separadoras centrais nas passagens de peões. Também estes elementos devem ser dotados de pavimentos
táteis que informem e orientem o peão para o seu correto atravessamento. Nesse sentido, e em função da
própria morfologia da ilha separadora central, a sua marcação deve respeitar os princípios da presente
Norma.
Deste modo, quando a dimensão da ilha separadora central, no sentido da marcha, for igual ou inferior
a 2,00 m, a mesma deve ser pavimentada com pavimento de perigo em toda a sua extensão.
Quando essa dimensão for superior a 2,00 m, devem existir, a toda a largura da passagem de peões, faixas
com, pelo menos, 0,80 m, pavimentadas com pavimento de perigo, junto à interseção da ilha com a via, que
serão ligadas entre si por um troço de linha guia em pavimento direcional, no sentido do percurso, de forma a
orientar o peão dentro da ilha separadora central.
Esta linha guia de ligação entre as faixas de pavimento de perigo pode ser de 2 tipos:
 – se ambos os troços da passagem de peões estiverem alinhados, a linha guia terá pelo menos 0,40 m de
largura e será perpendicular a ambos.
 – se estiverem desfasados, a linha guia terá pelo menos, 0,80 m de largura, e orientará o peão
relativamente a esse desfasamento. Neste caso, complementarmente ao pavimento tátil, e para reforço
da segurança dos peões, devem ser colocados gradeamentos que sirvam de barreira ao atravessamento
das faixas de rodagem onde tal não seja permitido.

6.2 Paragens de transportes públicos e outros pontos de interesse – Anexo K


A localização de paragens de transporte público deve articular-se com o espaço público em total
concordância com a legislação em vigor em matéria de acessibilidade, salvaguardando sempre a existência
de um percurso acessível. Regra geral, as paragens são de fácil localização pelo modo como se articulam
com os passeios, no entanto, em função da sua dimensão superior à generalidade do mobiliário urbano,
localizam-se muitas vezes em espaços mais amplos ou então apenas através de abrigos sem abas laterais ou
pequenos postaletes de difícil identificação para pessoas com limitações visuais.
Deste modo, por princípio, a zona de paragem deve estar assinalada por uma faixa de, pelo menos, 0,80 m de
largura, que deve encaminhar o peão para o local mais indicado para a espera pelo meio de transporte, ou
seja, o local em frente à porta prioritária.
Independentemente do elemento que formalize o local de paragem, deve ser utilizado o pavimento direcional
como meio de informação e encaminhamento do peão até à zona de espera que, por sua vez, deve ser
sinalizada com pavimento de mudança de direção e espera, numa faixa de, pelo menos, 0,80 m de largura e
1,20 m de comprimento, no sentido da marcha. O pavimento tátil associado às paragens de transporte público
deve estar devidamente articulado com as linhas guia, de acordo com o definido na presente Norma, sempre
que a sua envolvente seja suscetível de causar desorientação ou sempre que se preveja alguma dificuldade na
sua localização e acesso.
Este princípio deve aplicar-se também, e sempre que se justifique, como forma de encaminhamento e
sinalização de pontos de interesse.

6.3 Escadas e rampas – Anexo L


As escadas e rampas, quando indevidamente localizadas e/ou não sinalizadas, constituem-se como elementos
particularmente propensos a acidentes, pelo que a aplicação de pavimentos táteis como forma de as assinalar
se reveste de especial relevância.
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As escadas e rampas devem ser assinaladas, quer no topo quer na base, com uma faixa – a toda a largura - em
pavimento de cautela com 0,80 m a 1,20 m. A referida faixa deve localizar-se a 0,40 m do limite do início ou
fim da escada ou rampa. Caso existam linhas guia a orientar para estes elementos, estas devem ser
interrompidas nas escadas ou rampas que se localizem na linha de continuidade do fluxo pedonal em que se
inserem. Contudo, nessas situações, as linhas guia devem ser retomadas após o topo ou base da escada ou
rampa e, sempre que possível, estarem devidamente alinhadas. Caso não seja possível garantir esse
alinhamento, deve ser adotada uma marcação da linha guia em diagonal para auxiliar o deslocamento lateral.
Nos patamares intermédios das escadarias ou nos patamares de descanso das rampas não devem existir
pavimento táteis, uma vez que a existência dos mesmos pode levar a uma interpretação errada do fim de
escada ou rampa. Por outro lado, a ausência dessa informação tátil nos patamares intermédios/de descanso
indica ao peão que a escada ou rampa continua. Sempre que as escadas e rampas se localizem próximo de
locais potencialmente perigosos, as linhas guia devem orientar o peão para o local mais seguro e confortável.
Quando for possível, em escadas ou rampas onde seja previsível grande movimento, as linhas guia devem
orientar para locais com menor fluxo de peões.
De referir que, neste ponto, se entende por rampas apenas os elementos arquitetónicos propositadamente
projetados cuja inclinação se destaca do plano predominante da envolvente em que se inserem.

7 Recomendações gerais de aplicação


As recomendações gerais de aplicação dos pavimentos táteis residem num aspeto fundamental, rigor. Se é,
de facto, indiscutível que a aplicação de pavimentos táteis, de acordo com a presente Norma, se constitui
como um elemento de enorme relevância na utilização do espaço público, é também essencial que os
pavimentos táteis não se constituam como uma barreira adicional no espaço público. Os desenhos dos
pavimentos táteis definidos nesta Norma encontram-se de acordo com as normas e técnicas nacionais e
internacionais, devidamente estruturadas e sem risco para a generalidade dos utilizadores, razão pela qual o
rigor técnico da sua aplicação, respeitando os parâmetros definidos no presente Documento, é fundamental e
deve ser acatado de modo a não incrementar o risco de acidentes.
Sublinha-se, o princípio de que os pavimentos táteis funcionam através de saliências e nunca por
reentrâncias, pelo que é essencial que apenas e só essas saliências devem estar mais elevadas relativamente
aos elementos construtivos envolventes que, por sua vez devem estar perfeitamente nivelados com o corpo
das peças que têm as referidas saliências. O pavimento deve ser alvo de substituição sempre que, por ação do
desgaste, a altura das saliências for inferior a 3,5 mm.
Considerando que a perceção dos contrastes de textura é diferente de indivíduo para indivíduo, é
fundamental que o design destes pavimentos concilie o propósito de encaminhar com segurança os seus
potenciais utilizadores, guiando-os e advertindo-os de riscos potenciais, com o facto de não dever ocasionar
ele próprio – pelas suas saliências – risco de queda ou elevado desconforto para esses e outros utilizadores do
espaço público.
No que concerne a cores e materiais para os pavimentos táteis, a presente Norma mantém completa abertura
no sentido de permitir total liberdade conceptual nos espaços de intervenção ou a preservação de elementos
de reconhecido valor arquitetónico.
Assim, relativamente aos materiais essa abertura é total desde que as peças cumpram com todos os
parâmetros estabelecidos no mesmo. Nas mudanças de direção deve garantir-se a concordância das
saliências. Dada a especificidade no seu modo de aplicação, relativamente aos pavimentos em borracha ou
materiais similares, é fundamental garantir que os mesmos sejam colados em toda a sua extensão.
No que respeita à cor, sempre que possível, deve existir um contraste cromático entre os pavimentos táteis e
o pavimento envolvente (ver secção 3.1.5). Esse contraste é medido de acordo com o seu LRV.
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Anexo A
(informativo)

Pavimento direcional
(Sem escala – Exemplo para uma área de (400 × 400) mm)
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Anexo B
(informativo)

Pavimento de perigo
(Sem escala – Exemplo para uma área de (400 × 400) mm)
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Anexo C
(informativo)

Pavimento de cautela
(Sem escala – Exemplo para uma área de (400 × 400) mm)
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Anexo D
(informativo)

Pavimento de mudança de direção e espera


(Sem escala – Exemplo para uma área de (400 × 400) mm)
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Anexo E
(informativo)
Linhas guia
Linhas guia – > 90º / 90º / < 90º
(Sem escala – Dimensões em metros)
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Linhas guia – múltiplas direções


(Sem escala – Dimensões em metros)
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Anexo F
(informativo)

Marcação de passagem em passeios sobredimensionados


(Sem escala – Dimensões em metros)
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Anexo G
(informativo)

Marcação de passagem em passeios subdimensionados


(Sem escala – Dimensões em metros)
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Anexo H
(informativo)

Marcação de passagem sobrelevada


(Sem escala – Dimensões em metros)
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Anexo I
(informativo)

Marcação de passagem com semáforo


(Sem escala – Dimensões em metros)
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Anexo J
(informativo)

Ilhas separadoras centrais


Extensão – no sentido da marcha – inferior a 2,00 m
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Extensão – no sentido da marcha – superior a 2,00 m


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Passagens desfasadas
(Sem escala – Dimensões em metros)
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Anexo K
(informativo)

Paragens de transportes públicos e outros pontos de interesse


(Sem escala – Dimensões em metros)
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Anexo L
(informativo)

Escadas e rampas
(Sem escala – Dimensões em metros)
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Bibliografia

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agosto estabelecimentos que recebem público, via pública e edifícios
habitacionais
[2] ACAPO O uso de pavimento táctil na via pública, julho de 2011
[3] INR Sistema de encaminhamento para pessoas com deficiência
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[4] ABNT NBR 9050:2004 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e
equipamentos urbanos
[5] RNIB/GDBA Guidance on the use of tactile paving surfaces
[6] MINISTERIO DE VIVIENDA Accesibilidad en los espacios públicos urbanizados
[7] Americans with Disabilities Act Accessibility Guidelines for Buildings and Facilities, 2010
(ADA)
[8] ABNT/CB-40 2º PROJETO Acessibilidade – Sinalização Tátil no Piso – Diretrizes para
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[9] SURFACE The Design of Streets with Older People in Mind Design guide
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[10] CAMBIAGHI, Silvana Serafino Desenho Universal – métodos e técnicas param arquitetos e
urbanistas. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2007
11] DIN 51130 Antislip Classifications
12] CENT/TS 12633:2014 Method of determination of unpolished and polished slip/skid
resistance value