Você está na página 1de 222

ÍNDICE

1. Introdução ao CAD

2. Comandos básicos para Desenho Técnico

3. Desenhando com Precisão

4. Organização do Projeto

5. Dimensionamento

6. Blocos

7. Trabalhando com Imagens Raster

8. Plotagem

9. Normas Técnicas para Construção de Plantas Topográficas

10. Padronização de Arquivos

11. Ferramentas Auxiliares e de Automação


1. Introdução ao CAD
EAM441 - UFV 2017

01 - Introdução

Sumário
• Desenho Topográfico (Introdução)
• Mapa, Carta e Planta
• Classificação de uma carta Topográfica
• Desenho Topográfico Digital
• CAD
• Vantagens do CAD
• Desvantagens do CAD
• AutoCAD
• Família AutoCAD
• Raster x Vetor
• Objetivos da Disciplina

Prof. Afonso P. Santos 1


EAM441 - UFV 2017

Desenho Topográfico

• Necessidade do homem em conhecer e representar o espaço geográfico


(elementos topográficos) que o circundam;

• Para satisfazer este anseio, foram criadas a topografia, a geodésia, a


astronomia, a cartografia, etc... Todas essas ciências, através de suas
medições e cálculos colaboram para fornecer um certo número de dados
que servirão para a confecção de uma figura representativa, em grandeza
e posição.

Prof. Afonso P. Santos 2


EAM441 - UFV 2017

Desenho Topográfico

• Essa figura é o Mapa, a Carta ou a Planta da região em estudo.

• Definição do Desenho Topográfico

“a representação gráfica de um terreno, através de


um processo de projeção, fornecendo um
esclarecimento perfeito das formas e relevos dos
acidentes naturais e artificiais nele existente”.
Fonseca (1972).

Desenho Topográfico
• Enquanto a cartografia recorre a diversos sistemas de projeção, uns
geometricamente exatos outros aproximados,
o desenho topográfico emprega, salvo raras exceções, a projeção cotada
exata;

• Desenho topográfico (ciência x arte).

Ciência  requer conhecimentos de Topografia e


Geometria, tendo inúmeras aplicações técnicas e de
pesquisa.

Arte  implica na perfeição de execução, na


harmonia de conjunto, na apresentação atraente e no
colorido, atingindo o equilíbrio estético desse
conjunto

Prof. Afonso P. Santos 3


EAM441 - UFV 2017

Mapa, Carta e Planta

• Mapa: Carta geográfica representando grande extensão de terreno, país


ou continente, desenhada em escalas pequenas; Ex. Mapa do Brasil.
(relaciona-se com o desenho Cartográfico).

• Carta: Representa regiões relativamente menores, podendo entretanto


abranger até dezenas de graus geográficos, sendo desenhada em escalas
de valores médios; Ex. Carta do Estado de Minas Gerais. (Desenho
Cartográfico e Topográfico).

• Planta: Corresponde a regiões ainda menores abrangendo distâncias


inferiores a um grau (<100Km em quadrado) Ex. Planta do distrito de
Viçosa.

Classificação de Cartas Topográficas

• A) Segundo a extensão ou da amplitude da área por ela representada;

• B) Segundo a Finalidade;

• C) Segundo a Forma;

Prof. Afonso P. Santos 4


EAM441 - UFV 2017

Classificação de Cartas Topográficas

• A) Segundo a extensão ou da amplitude da área por ela representada;

A superfície terrestre não é plana, mas convexa e aproximadamente esférica;


representá-la em um plano (como no caso da Carta topográfica), a rigor é
impossível.

Todavia, dentro de uma área relativamente pequena, os erros de forma e de


distância, podem ser tão pequenos, a ponto de não influírem em sua apreciação
correta.

Assim, classificamos como Carta Topográfica aquela que abrange uma superfície,
de forma mais ou menos quadrada, com lados compreendidos entre 100 e 50 Km.
Abaixo deste limite poderemos dar às Cartas o nome de Planta Topográfica.

Classificação de Cartas Topográficas

• B) Segundo a Finalidade;

b.1 – Cartas Físicas ou Gerais: é a representação natural da superfície terrestre.


(ex. rios, montanhas, lagos, etc.). Pode se incluir povoações e vias de comunicação,
mas não se interessam por elementos de caráter imaginário ou convencional
como: divisas, fronteiras, etc...

b.2 – Cartas orográficas: nas quais é dada maior ênfase ao relevo: montanhas,
planaltos, vales e depressões, por meio de representação convencional,
sombreado, relevo gráfico ou colorido. Se as altitudes são indicadas
quantativamente, por cotas ou curvas de nível, a carta chama-se orométrica.

b.3 – Cartas Hidrográficas ou Potamográficas: onde prevalecem indicações


relativas a cursos d’água, lagos linhas de litoral, portos, canais, etc. Se esse tipo de
carta indica numericamente suas profundidades, é chamada de Hidrométrica ou
Batimétrica.

10

Prof. Afonso P. Santos 5


EAM441 - UFV 2017

Classificação de Cartas Topográficas

b.4 – Carta Político-Administrativas: destacando elementos correspondentes, tais


como: Estados, Distritos, Municípios, Zonas Administrativas, etc. Realçando suas
linhas limítrofes.

b.5 – Cartas Econômicas: onde figuram com destaque as sedes das atividades
industriais, agronômicas, pastoris, e outras que afetam a economia local. Um caso
especial é a carta estatística, que por meio de símbolos especiais, acusa maior ou
menor concentração de elementos informativos.

b.6 – Cartas Itinerárias: assinalando, em escala exagerada, os caminhos estradas,


rodovias, ferrovias, auto-estradas, etc. assim como as distâncias, cruzamentos,
estações, etc... Fazem parte deste grupo as Cartas Ferroviárias.

b.7 – Carta de Comunicação: em que são indicados os postos e linhas telefônicas,


telefonia celular, estações de radio-transmissão, agências postais, etc.

11

Classificação de Cartas Topográficas

b.8 – Cartas Militares: nas quais, juntamente com os detalhes característicos das
cartas físicas, administrativas ou econômicas, encontram-se indicações que
interessam as operações militares, tais como, praça de guerra, fortificações,
campos de manobra, acidentes que facilitam ou dificultam deslocamento de
tropas.

b.9 - Cartas Cadastrais: normalmente, restritas a zona urbanas ou rurais, figuram


as propriedades públicas ou particulares com as exatas linhas divisórias, nomes de
proprietários, etc.

b.10 - Cartas Científicas ou Especializadas: nesta categoria agrupamos todas as


cartas que se relacionam com a forma, constituição, produtividade, ou condições
reinantes, de acordo com a finalidade (ex. cartas geológicas, Florestais,
hidrológicas, meteorológicas, etnográficas, etc.).

12

Prof. Afonso P. Santos 6


EAM441 - UFV 2017

Classificação de Cartas Topográficas


• C) Segundo a Forma;

C.1 – Cartas Planas, as mais comuns, são aquelas que os acidentes do terreno
apresentam-se em projeção ortogonal horizontal e por convenções gráficas.
Representando todos os acidentes topográficos, inclusive o relevo do solo, são
desenhadas em substrato plano e flexível (papel, tela, plástico, etc.) e por isso mais
adequadas ao uso técnico, com melhores condições de acondicionamento e
arquivamento.

C.2 – Cartas em Relevo: são cartas elaborada em relevo real, também


denominadas Maquete, ou em relevo figurado, por meio de perspectivas e
sombreados adequados que dão a impressão visual de relevo.

C.3 - Cartas em Bloco ou Bloco-Diagramas: São cartas desenhadas em outras


projeções, geralmente em perspectiva geométrica, a projeção oblíqua, e a
projeção isométrica. São frequentemente usadas para estudos geológicos.

13

Desenho Topográfico Digital


• Em várias aplicações nas atividades industriais, comerciais e de pesquisa,
dentre outras, a participação do computador tem crescido intensamente.
Nestes últimos anos ele tem-se mostrado um recurso bastante potente e
versátil no projeto de produtos e processos (CAE, CAD, CAM, ...).

• Desenho Topográfico Digital é realizado através dos CADs e GISs (SIG)

Topografia,
Geodésia,
Mundo Uso de CAD e Planta
Fotogrametria ,
Real SIG Topográfica
Sensoriamento
Remoto, etc.

14

Prof. Afonso P. Santos 7


EAM441 - UFV 2017

15

CAD
• CAD - “Computer Aided Design” (Projeto Assistido por Computador) - abrange qualquer
atividade que usa o computador para desenvolver, modelar geometricamente, analisar,
modificar e/ou revisar o projeto de um produto ou processo.

• CAE - “Computer Aided Enginner” – é uma etapa que realiza em “protótipos”, exercer em
desenhos virtuais as cargas e esforços cuja tal peça vai sofrer em seu o trabalho ou sua
utilização.

• CAM - "Computer Aided Manufacturing“ (Fabricação Assistida por Computador). Esse um


passo posterior ao CAD, (na Mecânica) se caracteriza pela geração de códigos específicos
interpretáveis por máquinas operatrizes utilizadas na fabricação de peças.

• GIS – “Geographic Information System” (Sistema de Informações Geográficas) –


Procedimentos computacionais que permite a captura, modelagem, manipulação,
recuperação, análise e apresentação dados referenciados geograficamente.

• BIM (Building Information Modeling ou Building Information Model) que significa


Modelagem da Informação da Construção ou Modelo da Informação da Construção é um
conjunto de informações geradas e mantidas durante todo o ciclo de vida de um edifício.

16

Prof. Afonso P. Santos 8


EAM441 - UFV 2017

Vantagens do CAD
• Maior produtividade no projeto - maior produtividade indica melhor utilização dos recursos
existentes e, portanto, uma posição competitiva. Alguns projetistas em CAD podem produzir
dez vezes mais do que projetistas convencionais. Vantagens de criação, edição, manipulação
e visualização;
• Menor possibilidade de erros de projeto - os sistemas CAD interativos evitam erros de
projeto, desenho ou mesmo documentação escrita. Neste sentido, as ferramentas de revisão
de projeto são importantes.
• Precisão nos cálculos de projeto - o CAD propicia calcular com precisão qualquer elemento
de um projeto.
• Padronização de procedimentos e desenho - normalmente, os sistemas CAD dispõem de
certos procedimentos normalizados em seu interior, o que evita eventuais confusões.
• Assegura que um trabalho pronto possa ser alterado sem que se destrua as versões
anteriores e sem ter que refazer todos os traçados – esta vantagem é assegurada pelo fato
de o projeto estar digitalizado na memória do computador.
• Benefícios na manufatura - os desenhos gerados no CAD podem ser aproveitados no projeto,
na manufatura das ferramentas ou dispositivos; no planejamento do processo ou na
execução de uma obra. (Ex. Locação de um platô)
• Qualidade das cópias - as cópias têm sempre a mesma qualidade do original.
17

Desvantagens do CAD

• Ligação rudimentar dos objetos gráficos com os bancos de dados descritivos


(tabela de atributos) * Isto está sendo desenvolvido (Ex. AutoCAD MAP);

• Relações topológicas simples;

• Integração de dados;

• Impossibilidade de trabalhar com diferentes sistemas de coordenadas e projeções


cartográficas; * Isto é possível no AutoCAD MAP

• Análise em dados topográficos (gerar mapas de Inclinação)

18

Prof. Afonso P. Santos 9


EAM441 - UFV 2017

Softwares CAD
• Proprietários: • Livres:

19

AutoCAD
• O AutoCAD foi criado em 1982, por um grupo de 13 especialistas em computação
gráfica, que fundaram a Autodesk Inc.

• Criação de CAD baseado no PC da IBM;

• AutoCAD x CAD

• A Autodesk é uma das maiores companhia de software no mundo; O AutoCAD é o


mais popular entre os CADs (80 a 90% dos usuários);

• Aplicações de CAD são extremamente poderosas;


• A velocidade e facilidade de criação e edição de um desenho nem se compara com
o desenho manual.

20

Prof. Afonso P. Santos 10


EAM441 - UFV 2017

AutoCAD

• Segundo Baldam (2008), o AutoCAD foi projetado com um sistema de


desenho de uso geral. Entretanto, este pode ser facilmente customizado:
– definir seus próprios menus, automatizando as operações mais frequentemente
necessárias;
– definir abreviações para os comandos mais utilizados;
– criar arquivos SCRIPT para automatizar sequências longas de comandos;
– definir suas próprias fontes de textos;
– definir novos tipos de linhas;
– definir novos estilos de hachuras;
– definir novos estilos de dimensionamento;

21

AutoCAD
• Continuação...
– criar desenhos de protótipos customizados;
– alterar variáveis internas do programa, de forma a adaptá-lo para alguma
necessidade específica;
– arquivos de exportação em vários formatos (DXF, WMF, EPS, BMP, 3DS e outros);
– gerar arquivos de slides dos seus desenhos;
– utilizar a linguagem de programação AutoLISP (embutida no AutoCAD) e Visual
Basic para executar cálculos, automatizar
– tarefas repetitivas, ler arquivos de dados externos, criar novos comandos ou
redefinir comandos já existentes;
– capacidade de comunicação via Web;

22

Prof. Afonso P. Santos 11


EAM441 - UFV 2017

Família AutoCAD
• AutoCAD: para desenhos em geral (2D e 3D);
• AutoCAD LT: Versão Lite do AutoCAD (2D);
• AutoCAD Architeture: Versão do AutoCAD para Arquitetos;
• AutoCAD Civil 3D: Solução de modelagem de informações de construções para projeto,
análise e simulação em Engenharia Civil;
Possui várias versões do AutoCAD embutido! Ex: Survey and Topographical, Land e Map 3D
entre outros;
• AutoCAD Revit Architeture Suite: Junção do Architeture e Revit Architeture para modelagem
de informações de construções;
• AutoCAD Electrical: Desenvolvido para a criação de sistemas de controles elétricos;
• AutoCAD Inventor Suites: Junção do AutoCAD Mechanical e o Autodesk Inventor em um
único pacote. Utilizado para a criação de protótipos digitais;
• AutoCAD MEP: para projetistas e desenhistas mecânicos, elétricos e hidráulicos;

23

Família AutoCAD
• AutoCAD Land Desktop: desenvolvidos para projetos de terraplanagem, estradas, etc.
• AutoCAD Map 3D: Conecta os setores de CAD e GIS. Permite que os profissionais de SIG
trabalhem com os mesmos dados em um único ambiente..
• AutoCAD Raster Design: Extensão do AutoCAD para mapas digitalizados, fotos aéreas,
imagens de satélites e MDE;
• AutoCAD GIS design Server: Acesso rápido e simultâneo a dados geoespaciais precisos
• AutoCAD MapGuide Studio: ambiente de criação para a rápida publicação de mapas e a
implantação de aplicativos espaciais na web.
• AutoCAD 3DS Max Design e AutoCAD Maya: Solução para modelagem, animação e
renderização 3D;
• AutoCAD Flame e Inferno: Solução para efeitos visuais;
• DWG True View: Solução para compartilhamento, visualização e plotagem de arquivos DWG
e DXFe publicação de arquivos DWF

24

Prof. Afonso P. Santos 12


EAM441 - UFV 2017

Raster x Vetor
• Em computação gráfica, pode-se classificar uma imagem (com relação à sua
origem) de duas formas distintas:
– Imagens Raster (descrição de uma imagem pela cor de cada pixel);
– Imagens Vetoriais (descrição de uma imagem expressa por vetores matemáticos);

• Imagens raster perdem qualidade à medida que é ampliada, enquanto que a a


representação vetorial é regenerada (de acordo com sua descrição matemática)
sempre que ampliado ou reduzido.

• CAD trabalha essencialmente com ambiente vetorial;

Fonte: CIV180 (Prof. Kléos César Klens Jr., 2009)

25

Objetivos da Disciplina

• Introduzir ao aluno o conceito de CAD (AutoCAD);

• Proporcionar condições para o aluno desenvolver, organizar e analisar


projetos digitais

Utilizar o CAD voltado para a elaboração de


plantas topográficas (Agrimensura);

26

Prof. Afonso P. Santos 13


EAM441 - UFV 2017

Referências Bibliográficas

Alguns texto são retirados na íntegra de:

• BALDAM, Roquemar. Autocad 2008 : utilizando totalmente. Editora Érica, São Paulo,SP. 2008.

• CÉSAR JR, Kléos M. Lenz. Notas de Aula de CIV180 – Desenho Assistido por Computador I.
Universidade Federal de Viçosa. 2010.

• FONSECA, Rômulo Soares. Elementos de Desenho Topográfico. 1ªed., São Paulo, Editora
MCGRAW-HILL. 1972.

• OMURA, G.; BENTON, B. C. Mastering AutoCAD 2013 and AutoCAD LT 2013. Editora John
Wiley & Sons. 2012

27

Prof. Afonso P. Santos 14


Comandos básicos para
2. Desenho Técnico
EAM441 - UFV 2017

02 – Comandos básicos para Desenho Técnico

Sumário

• Interface do AutoCAD
• Arquivos do AutoCAD
• Sistema de Coordenadas do AutoCAD
• Sistemas de Unidades de Medidas e Precisão
• Configuração Geral
• Comandos Básicos de CAD para Desenho Técnico
• Exercícios

Prof. Afonso P. Santos 1


EAM441 - UFV 2017

Interface do AutoCAD
Tela Inicial

Prof. Afonso P. Santos 2


EAM441 - UFV 2017

Interface do AutoCAD
A área de trabalho é um espaço infinito;
Sempre de olho na linha de comando... É por ela que você irá se comunicar com o AutoCAD e ele com você.

Alterando a Interface do AutoCAD


• Para alterar a interface do AutoCAD basta utilizar o menu “Workspace”, disponível na área dos
comandos de Acesso Rápido ou nas Opções do Ambiente

Prof. Afonso P. Santos 3


EAM441 - UFV 2017

Alterando a Interface do AutoCAD


• Interface do AutoCAD “3D Basics”

Alterando a Interface do AutoCAD


• Junção da Interface atual com os Menus da Interface Clássica:
– Ao lado do menu Workspace haverá uma seta de customização das ferramentas de acesso
rápido. Clique nesta seta e escolha no menu suspenso a opção “Show Menu Bar”.

Prof. Afonso P. Santos 4


EAM441 - UFV 2017

Alterando a Interface do AutoCAD


• Junção da Interface atual com a Interface Clássica:

– Ao lado do menu Workspace haverá uma seta de customização das ferramentas de acesso
rápido. Clique nesta seta e escolha no menu suspenso a opção “Show Menu Bar”.
– O menu tradicional (clássico) aparecerá por cima do menu Ribbon!

Principais arquivos do AutoCAD

• DWG: Arquivo de desenho padrão do AutoCAD;

• DXF: DWG em arquivo de texto no formato ASCII;


Menu > Save As...
• DWF: Arquivo de visualização do AutoCAD;

• DWT: Arquivo Template do AutoCAD. (Arquivo modelo);

10

Prof. Afonso P. Santos 5


EAM441 - UFV 2017

Alguns arquivos do AutoCAD


• WMF: Arquivo do windows Metafile.

Exporta o desenho em formato vetorial;

• BMP: Arquivo bitmap. Exporta o desenho em formato raster;

• SAT: Arquivo de objetos sólidos;

• FBX: Arquivo FBX;

• DXX: Arquivo de extração de atributos de um arq. DXF; Menu > Export...

• DGN: Arquivo CAD da plataforma MicroStation da Bentley;

• IGES: Arquivo IGES;

• EPS: Arquivo encapsulado PhotoShop;

• PDF: Arquivo PDF

• STL: Arquivo Lithography

11

Configuração Geral

• Menu >> Options


• (Clássico): Menu Tools>> Options...
• Comando: “OP” ou “OPTIONS”

Ferramenta essencial para a


configuração do AutoCAD.

Configura a aparência do CAD (cor de


fundo, letras da barra de comandos,
abrir e salvar arquivos, impressão,
cores das ferramentas, tamanho do
cursor ...)

12

Prof. Afonso P. Santos 6


EAM441 - UFV 2017

13

Sistema de Coordenadas do AutoCAD


• O ícone de UCS mostra basicamente a orientação do sistema de coordenadas do
usuário. Coordenadas são fornecidas na forma X,Y,Z (X+ na direção horizontal para
a direita).
– Exemplo: 14.7, 3 ,2.56. X= 14.7, Y=3 e Z=2.56

• UCS – User Coordinate System (Sistema de Coordenadas do Usuário) Pode ter


origem e direção alteradas, de acordo com a necessidade do usuário.

• WCS – World Coordinate System (Sistema de Coordenadas Global) Posição e


orientação fixos, não podendo ser alterado pelo usuário.

Fonte: CIV180 - UFV (Prof. Kléos César Jr., 2010)

14

Prof. Afonso P. Santos 7


EAM441 - UFV 2017

Sistema de Coordenadas do AutoCAD


• Sistema de referência global do AutoCAD:
– Medidas de ângulo: 0° coincide com o eixo X+, evoluindo na direção contrária a dos
ponteiros do relógio.

90°
135°
45°

180° 0°

225° 315°
270°
Configuração Padrão do AutoCAD

15

Sistema de Referência Angular - Topografia

• Tradicionalmente no Desenho Topográfico utiliza-se como referência o Norte


como partida dos ângulos horizontais e em sentido horário, conforme a definição
de Azimutes.


315°
45°

270° 90°

225° 135°
180°
Desenho Topográfico

16

Prof. Afonso P. Santos 8


EAM441 - UFV 2017

Sistemas de Referência, Unidades e Precisão


• Menu >> Drawing Utilities >> Units
• (Clássico): Menu >> Format >> Units
• Comando: “UN” ou “UNITS”

Define o sistema de unidades lineares


(metros, polegadas, mm, km, etc.) e
unidades angulares (grados, graus
decimais, etc.), além das precisões (nº
inteiro; 1, 2, 3, 4 ... casas decimais).

Cada tipo de projeto tem sua unidade


padrão.
Para desenhos topográficos é usual a
unidades em Metros, com 3 casas
decimais, e os ângulos em Grau Minuto e
Segundo, com 1 casa decimal, no sentido
horário a partir do Norte.

17

Exercícios

• Configure o AutoCAD:

– Tamanho do Cursor;
– Cor de fundo do Model;
– Fonte e tamanho da letra da linha de comando;
– Salvar o arquivo como: dwg (versão 2000) e a cada 5 minutos;
– Definir o uso do botão direito do mouse;
– Definir cor e tamanho ao autosnap e grip;

18

Prof. Afonso P. Santos 9


EAM441 - UFV 2017

19

Comandos de CAD para Desenho Técnico

No AutoCAD, os comandos para construções


• Ribbon: Aba Home >> Draw
de entidades utilizadas para desenho técnico
• Clássico: Menu Draw
em geral estão dispostos na aba Draw.

20

Prof. Afonso P. Santos 10


EAM441 - UFV 2017

Comandos de CAD para Desenho Técnico

Ao posicionar e manter por alguns


instantes o ponteiro do mouse sobre
algum botão no Ribbon, aparecerá
uma descrição da ferramenta, bem
como o identificador do comando a
ser utilizado na barra de comandos.

21

Comandos de CAD para Desenho Técnico

• Crie um Triângulo como na figura abaixo, utilizando os comandos POINT e LINE

Solução:
(X = 602.24, Y = 597.91)
1. Crie os 3 pontos utilizando o
B comando Point;

2. Utilize o estilo de pontos para


visualizá-los melhor.

3. Ative a opção Node em OSNAP


(marcação de aderência)

4. Ligue os pontos através do


A C comando Line;
(X = 468.09, Y = 365.54) ( X = 736.40, Y = 365.54)

22

Prof. Afonso P. Santos 11


EAM441 - UFV 2017

Comandos de CAD para Desenho Técnico

• Estilo de Ponto no AutoCAD

• Ribbon: Aba Home >> Utilities >> Point Style


• Clássico: Menu Format >> Point Style
• Comando: DDPTYPE

23

Comandos de CAD para Desenho Técnico

• Encontre a bissetriz do ângulo BÂC. Utilize o comando Construction Line (XLINE).

Solução:
(X = 602.24, Y = 597.91)
B 1. Ative o comando construction line;

2. Escolha a opção bissetriz, digitando “b”;

3. Selecione o vértice A;

4. Clique no lado (na linha) AB;

A C 5. Clique no lado (na linha) AC;


(X = 468.09, Y = 365.54) ( X = 736.40, Y = 365.54)
6. A linha que contém a bissetriz aparecerá;

24

Prof. Afonso P. Santos 12


EAM441 - UFV 2017

Comandos de CAD para Desenho Técnico

• Desenhe um círculo circunscrito no triangulo abaixo:


(Utilize o comando circle)

(X = 602.24, Y = 597.91)
B Solução:

1. Desenhe o triângulo;

2. Ative o comando Circle;

3. Utilize a opção 3P, para você


definir o circulo circunscrito
A C utilizando os três vértices do
(X = 468.09, Y = 365.54) ( X = 736.40, Y = 365.54) triangulo;

25

Comandos de CAD para Desenho Técnico


• Desenhe um retângulo de 5 unidades de comprimento e 3 de altura, cujo vértice
inferior esquerdo encontra-se a (7,5,0) da origem do UCS. Utilize o comando
rectangle.

Solução:

1. Ative o comando rectangle;


2. Digite a coordenada do ponto inferior esquerdo: 7,5,0
3. Escolha a opção Dimension;
4. Entre com o valor do comprimento do retângulo;
5. Entre com o valor da altura do retângulo;
6. Ao final do passo anterior o retângulo ficará com sua
dimensão correta então apenas clique com o mouse
na direção correta do retângulo;

26

Prof. Afonso P. Santos 13


EAM441 - UFV 2017

Exercícios
• Comandos a serem vistos em CASA:

• Xline: são linhas infinitas normalmente usadas como linhas de referências em criação
de desenhos.

• Ray: são linhas semi-infinitas normalmente usadas como linhas de referências em


criação de desenhos. Possuem um ponto inicial e se estendem até o infinito.

• Mline: (Multiline) permite que sejam criados segmentos de linhas paralelas compostas
(multilinhas) de maneira bem simples. (Ex. desenho de uma estrada).

• Polygon: cria polígono que será uma polilinha fechada e de lados iguais.

• RevCloud: (Revision Cloud) utilizado para ressaltar anotações ou chamar a atenção do


projetista para a necessidade de revisar ou corrigir o desenho

• Sketch: permite fazer desenhos à mão livre.

27

Referências Bibliográficas

Alguns texto são retirados na íntegra de:

• BALDAM, Roquemar. Autocad 2008 : utilizando totalmente. Editora Érica, São Paulo,SP. 2008.

• CÉSAR JR, Kléos M. Lenz. Notas de Aula de CIV180 – Desenho Assistido por Computador I.
Universidade Federal de Viçosa. 2010.

• FONSECA, Rômulo Soares. Elementos de Desenho Topográfico. 1ªed., São Paulo, Editora
MCGRAW-HILL. 1972.

• OMURA, G.; BENTON, B. C. Mastering AutoCAD 2013 and AutoCAD LT 2013. Editora John
Wiley & Sons. 2012

28

Prof. Afonso P. Santos 14


3. Desenhando com Precisão
EAM 441 - UFV 2017

03 – Desenhando com Precisão

Sumário

• Desenhando com Precisão


– Coordenadas Cartesianas Absolutas e Relativas
– Coordenadas Polares
– Ferramentas de Suporte e Aderência
• Infer Constraint, Snap, Grid, Ortho, Osnap, Polar Tracking, Osnap Tracking,
Lineweight ...
– Ferramentas de Visualização
• Comandos de Modificação
• Comandos de Desenho
• Ordem de Sobreposição de Objetos
• Exercícios

Prof. Afonso P. Santos 1


EAM 441 - UFV 2017

Desenho com Precisão


• A área gráfica do AutoCAD é um plano cartesiano X, Y, Z e usa o sistema de coordenadas
cartesianas para determinar a localização de pontos na tela. Este sistema é chamado de
WCS (world coordinate system). Ao entrar no AutoCAD você está no sistema WCS.
Existe ainda o UCS (user coordinate system), que indica a posição relativa (sistema
arbitrado pelo usuário), podendo ser rotacionado ou movido.

• O desenho com precisão tem como necessidade ter a aderência precisa do mouse nos
pontos ou vértices das entidades gráficas, além de um sistema que possibilite obter
pontos e alinhamentos precisos.

• A precisão da aderência às entidade gráficas é obtidas através das ferramentas Osnap,


Polar, Otrack, Ortho, Grid,...

• A precisão dos pontos e alinhamentos são conseguidos através do uso das coordenadas
absolutas, relativas e polares

Prof. Afonso P. Santos 2


EAM 441 - UFV 2017

Coordenadas Cartesianas
ABSOLUTAS
• São coordenadas baseadas na origem do sistema cartesiano X, Y.
• Utilizado quando se sabe com exatidão o valor de X e Y do ponto
desejado.
– Ex: X,Y

RELATIVAS
• São coordenadas baseadas no último ponto inserido.
• A partir de uma coordenada absoluta, utiliza a sintaxe @ para indicar que
é uma coordenada relativa, onde insere o deslocamento no eixo X e no
eixo Y relativo ao último ponto.
– Ex: @X,Y

Coordenadas Cartesianas absolutas

Prof. Afonso P. Santos 3


EAM 441 - UFV 2017

Coordenadas Cartesianas relativas

Coordenadas Polares
• A partir de um ponto ou vértice, utilizam uma distância e um ângulos para
localizar outro ponto ou vértice.

ABSOLUTAS
• Especifica-se a distância (d) e o ângulo (a) a partir da origem (0,0)
– Ex: d<a

RELATIVAS
• O símbolo “@” também faz a sintaxe do comando, em seguida utiliza-se a
distância, logo após o símbolo “<“ para indicar o ângulo que definirá a
direção do novo vértice.
– Ex: @d<a

Prof. Afonso P. Santos 4


EAM 441 - UFV 2017

Coordenadas Polares relativas


90°
135°
45°

180° 0°

225° 315°
270°

Configuração Padrão do AutoCAD

Resumo: Formas de entrada de coordenadas

Fonte: Baldam (2008)

10

Prof. Afonso P. Santos 5


EAM 441 - UFV 2017

11

Ferramentas de Suporte e Aderência


• Estas ferramentas são conhecidas por este nome devido ao auxilio
na elaboração do desenho técnico.

• Possui funções de aderência a determinadas propriedades de


objetos gráficos, auxílios na direções de alinhamentos, grades,
espessuras de linhas, etc.

12

Prof. Afonso P. Santos 6


EAM 441 - UFV 2017

• Para habilitar ou desabilitar alguma


ferramenta de suporte na barra de status,
utilize o último botão desta barra,
chamado de “customization”.

• Ao clicar no botão “customization” será


apresentado uma menu popup com todas
as ferramentas disponíveis na barra de
status.

13

Ferramentas de Suporte e Aderência

• Principais ferramentas de suporte e aderência

14

Prof. Afonso P. Santos 7


EAM 441 - UFV 2017

Ferramentas de Suporte e Aderência


• GRID (F7): Cria uma malha de pontos ou linhas imaginárias na tela gráfica;
• SNAP (F9): Permite um deslocamento ajustável do cursor de modo incremental,
dependendo ou não da marcação do Grid. O movimento só é perceptível se algum
comando de desenho estiver em execução;
• INFER Constraint (Ctrl+shift+i): Permite configurar quais ferramentas de
parametrização (aba Parametric) serão utilizadas de modo a operar restrições
geométricas e dimensionais no desenho;
• DYNamic Input (F12): Habilita ou desabilita a entrada dinâmica de comandos e
opções junto ao cursor no momento do desenho na área gráfica do AutoCAD;
• ORTHO (F8): Trava o cursor no eixo ortogonal, permitindo seu movimento apenas
na vertical ou na horizontal, realizando linhas perfeitamente retas;
• POLAR tracking (F10): Atrai o cursor para um ângulo notável do alinhamento, toda
vez que o curso passar perto deste ângulo é exibida uma linha tracejada (chamada
de track) exibindo a posição corrente em coordenadas polares;
15

Ferramentas de Suporte e Aderência


• IsoDraft: configurações de esboço isométrico, além de especificar o plano
de desenho isométrico 2D atual.
• AUTOSNAP (F11): Object snap tracking: exibe projeções (Polar Tracking)
em relação aos osnaps vigentes. É a junção das ferramentas POLAR e
OSNAP; Conhecido como OTRACK, nas versões anteriores do AutoCAD.
• OSNAP (F3): Object Snap: Aciona propriedades especificas de Aderência
aos objetos gráficos já desenhados;
• LineWeight LWT: Mostra ou esconde a espessura das linhas do desenho;
• Transparency TPY: Controla a transparência em objetos gráficos.
• Select Cycling SC (Ctrl+W): a seleção cíclica permite selecionar objetos
que estão se sobrepondo. Localiza objetos duplicados.

16

Prof. Afonso P. Santos 8


EAM 441 - UFV 2017

Ferramentas de Suporte e Aderência


Ferramentas para ambiente 3D:
• 3DOSNAP (F4): OSNAP em modo tridimensional;
• Dynamic UCS (F6): Permite o uso dinâmico do UCS em modo
tridimensional.
• Filter Selection Objects: Especifica que tipos de subobjetos 3D são
realçados quando você move o cursor sobre eles.
• Gizmos: ferramenta que ajuda a mover, girar ou dimensionar um conjunto
de objetos ao longo de um eixo ou plano 3D.

17

Snap e Grid

• O Snap permite um deslocamento


ajustável do cursor (de modo
incremental), dependendo ou não
da marcação do Grid, dele ligado
ou desligado;

• Para que você perceba a função do


Snap é necessário estar utilizando
um comando de d

• O Grid apenas cria uma malha de


pontos imaginárias na tela gráfica;
esenho, como uma polilinha;

18

Prof. Afonso P. Santos 9


EAM 441 - UFV 2017

Infer Constraint

• Opera restrições geométricas e


dimensionais no desenho.
– Exemplo: Define que o centro de um
círculo sempre permaneça no final de
uma polilinha, independente se há
mudança na forma e posição desta
polilinha.

• Existem dois tipos de restrições:


– Constraints Geometric: controla o
relacionamento entre objetos;
– Constraint Dimensional: controla os
valores de distâncias, comprimentos,
ângulos e raios dos objetos;

19

Infer Constraint
• Opera restrições geométricas no desenho.
– Exemplo: Define que o centro de um círculo sempre permaneça no final de uma polilinha,
independente se há mudança na forma e posição desta polilinha.

1. Habilite o Infer Constraint nas ferramentas de Suporte e Aderência;


2. Clique com botão direito do mouse sobre o Infer Constraint e, nas configurações, deixe habilitado
apenas a restrição geométrica “Coincident”;
3. Crie uma Polilinha e um círculo centrado no final da polilinha;
4. Agora é possivel mover ou alterar a polilinha que o círculo sempre acompanhará a polilinha; 20

Prof. Afonso P. Santos 10


EAM 441 - UFV 2017

Aba Parametric
• A aba Parametric, na Ribbon, também opera restrições geométricas e
dimensionais no desenho.

1. Desabilite a ferramenta de suporte Infer Constraint.


2. Crie uma Polilinha e um círculo centrado no final da polilinha;
3. Na Ribbon, vá na aba Parametric >> Painel Geometric >> Ferramenta Coincident;
4. Selecione a opção AutoConstraint digitando “A”, após selecione a polilinha e o círculo;
5. Agora é possivel mover ou alterar a polilinha que o círculo sempre acompanhará a polilinha; 21

Dynamic Input
• Habilita ou desabilita a
entrada dinâmica de
comandos e opções junto
ao cursor no momento do
desenho na área gráfica do
AutoCAD;

22

Prof. Afonso P. Santos 11


EAM 441 - UFV 2017

Polar Tracking
• A ferramenta Polar Tracking exibe as
posições correntes em coordenadas
polares;
• É possível a adição de ângulos pré-
definidos para auxiliar durante a
execução do desenho;

23

Object Snap

• A ferramenta Object Snap


(Osnap) faz com que o
cursor tenha aderência à
propriedades especificas
dos objetos gráficos (ponto
final, centro, interseção,
etc.);

Shift+botão direito mouse

24

Prof. Afonso P. Santos 12


EAM 441 - UFV 2017

AutoSnap

25

Seleção Cíclica
• Select Cycling SC (Ctrl+W): a seleção cíclica permite selecionar objetos
que estão se sobrepondo. Localiza objetos duplicados.

26

Prof. Afonso P. Santos 13


EAM 441 - UFV 2017

27

Ferramentas de Visualização
• À medida que você edita seu
desenho, precisa deslocar-se
rapidamente para diferentes
áreas dele. O AutoCAD fornece
diversas formas de
apresentação do desenho,
possibilitando ampliar ou
reduzir a área do desenho. Essa
facilidade faz com que a edição
de detalhes torne-se mais
prática e rápida.

• Clássico: Menu View >> Zoom


• Ribbon: Aba View >> Painel Navigate

28

Prof. Afonso P. Santos 14


EAM 441 - UFV 2017

Ferramentas de Visualização
Definição de alguns Zoom’s presente no AutoCAD:
• Zoom All: revela o que está desenhado nos limites definidos pelo usuário, porém se
houver alguma entidade desenhada fora dos limites, ele aumenta a área e a exibe
também.
• Zoom Extents: Apresenta toda a extensão do desenho na menor tela possível,
exibindo tudo que foi desenhado sem se importar com limites.
• Zoom Realtime: é o zoom do scroll do mouse. Ao clicar no botão esquerdo do mouse
e deslocar o cursor para cima e para baixo se aproxima ou afasta o desenho.
• Zoom Previous: retorna ao nível de zoom anterior. O AutoCAD guarda as dez últimas
vistas.
• Zoom Pan: Este comando arrasta o desenho na tela sem alterar sua dimensão ou
posição. (Scroll do mouse apertado).
• Zoom Window: amplia a área especificada por meio de uma janela definida pelo
usuário.
• Zoom Center: solicita uma ponto que será colocado no centro da tela, e um valor de
altura, que será exatamente a altura da tela exibida.
29

Ferramentas de Visualização
Definição de alguns Zoom’s presente no AutoCAD:
• Zoom Scale: especifica um fator de escala em relação ao limite do desenho. Bastante
utilizado na construção de Layouts para a plotagem.
• Zoom Object: apresenta toda a extensão do objeto selecionado na tela;
• Zoom In (+): realiza uma operação de zoom, aumentando o nível de visualização
através de um fator de escala igual a 2;
• Zoom Out (+): realiza uma operação de zoom, decrescendo o nível de visualização
através de um fator de escala igual a 2;
• Orbit: Rotaciona a visualização do AutoCAD em um espaço 3D, com restrição na
horizontal e vertical.
• Free Orbit: Rotaciona a visualização do AutoCAD em um espaço 3D, sem restrições;
• Continuous Orbit: Rotaciona a visualização do AutoCAD em um espaço 3D, sem
restrições, e com movimento contínuo (animação);

30

Prof. Afonso P. Santos 15


EAM 441 - UFV 2017

Ferramentas de Visualização

Diferentes Vistas:
• Utilizado para visualizar em diferentes
posições um objeto;

• Clássico: Menu View >> 3D View


• Ribbon: Aba View >> Painel Views

31

Ferramentas de Visualização

Diferentes Vistas:
• Clássico: Menu View >> 3D View
• Ribbon: Aba View >> Painel Views

Na versão 2016, os painéis


“Navigate” e “Views” não são
apresentados na aba “View”.

Para ativar estes painéis na


aba, basta clicar com o botão
direito do mouse sobre algum
espaço livre na ribbon e acessar
a opção “Show Panels”. Marque
o painel Navigate e Views.

32

Prof. Afonso P. Santos 16


EAM 441 - UFV 2017

Ferramentas de Visualização
ViewCube: indica a orientação
atual de um modelo. É utilizado
para mudar a visualização de um
objeto 2D ou 3D fazendo as
rotações no sistema de eixos XYZ. Barra de Navegação: Reúne
Permite o controle da vista em diferentes ferramentas de
perspectiva. visualização

Steering Wheels: são menus de


acompanhamentos divididos em
diferentes seções (ou “cunhas”).
Cada seção representa uma
ferramenta de navegação. O wheels
fornece diferentes interfaces para • Clássico: Menu View >> Display >> Navigation Bar
diferentes utilizações. • Ribbon: Aba View, painel Viewport Tools
• Comando: NAVBAR

33

Ferramentas de Visualização
• ViewPorts
– Viewports são janelas de visualização.
– Duplo clique no sinal [-] ou [+] da barra de viewport

34

Prof. Afonso P. Santos 17


EAM 441 - UFV 2017

Ferramentas de Visualização

• Comando REDRAW
– Dependendo da configuração do AutoCAD, pequenos pontinhos podem
aparecer na tela ao apagar uma entidade ou marcar um ponto. Para removê-
los digite na linha de comandos: “R” <enter>;

• Comando REGEN
– Este comando regenera o desenho, o que significa para o AutoCAD, recalcular
o que foi desenhado e mostra na tela a entidade gráfica fidedignamente. Para
utilizá-lo, digite: “RE” <enter>;
• Ex: ao desenhar um circulo, e dar um zoom nesta entidade, o autoCad poderá
mostrar pequenas restas formando um círculo. Para regenerar o círculo utiliza o
comando Regen.

35

Ferramentas de Visualização
• Destacar e esconder objetos (HIGHLIGHT)
– Controla a exibição dos objetos permitindo isolá-los os objetos na tela
ou escondendo

• Ampliação da área gráfica do AutoCAD (CLEAN SCREEN)


– As vezes torna-se imprescindível a otimização do espaço da tela para
que o tamanho da área gráfica seja maior possível. Para limpar a tela
basta clicar no ícone Clean Screen na barra de status ou utilizar
CTRL+0.

36

Prof. Afonso P. Santos 18


EAM 441 - UFV 2017

Exercício
• ViewCube:
– Configure a vista inicial (home) do ViewCube;
– Utilize as diferentes visualizações do ViewCube;
– Utilize as ferramentas da aba View, painel View;

• Barra de Navegação
– Utilize as diferentes formas da ferramenta Wheels;
– Veja a diferença entre os diferentes zoom do
AutoCAD (Mesmo comandos da aba View, painel
Navigate);
– Utilize a ferramenta ShowMotion;

37

38

Prof. Afonso P. Santos 19


EAM 441 - UFV 2017

Comandos de Modificação
• Como em um desenho manual, no AutoCAD é necessário fazer
ajustes nos objetos para corrigir ou mesmos complementar o
desenho;
• Clássico: Menu Modify
• Ribbon: Aba Home, painel Modify

39

Comandos de Modificação
• E, ERASE  Apaga uma entidade (objetos gráficos) ou um grupo de entidades selecionadas.
• CP, COPY  Copia uma entidade ou um grupo de entidades selecionadas de um ponto base
para um ponto final.
• MI, MIRROR  Espelha uma entidade ou um grupo de entidades selecionadas por uma linha
de espelho definida por dois pontos. A distância dos objetos a linha de espelho é igual
(mediana). O comando perguntará se mantém ou apaga o objeto a espelhar.
• O, OFFSET  Faz a cópia para o lado (offset) de linhas, polilinhas, arcos e círculos. O
comando inicialmente pergunta pela distância do
offset, esta distância pode ser introduzida manualmente ou através de dois cliques com o
mouse, com a distância desejada.
• AR, ARRAY  cria várias cópias de um conjunto de objetos de maneira ordenada, que pode
ser retangular, polar (circular) ou seguindo uma polilinha.
• M, MOVE  Altera a localização das entidades selecionadas. Para a execução do comando,
selecione um grupo de entidades, dê um clique para o ponto início do movimento e um
clique para o fim do movimento.

40

Prof. Afonso P. Santos 20


EAM 441 - UFV 2017

Comandos de Modificação
• RO, ROTATE  Rotaciona uma entidade ou um grupo de entidades em torno de um ponto
base. O comando tem a opção reference que permite a mudança da referência (o ângulo
default é zero). Obs: Existem duas opções para rodar um objeto, através do ângulo
propriamente dito, ou rotacionando determinado objeto de modo a ter a mesma inclinação
de um determinado segmento, para tal, deverá inicialmente ter o objeto com uma rotação
de zero graus (utilizar o comando LIST (LS) para ver o ângulo do objeto e rodar esse objeto
com o inverso do valor inicial), depois de estar com zero graus de rotação basta aplicar de
novo o comando ROTATE e clicar em dois pontos distintos do segmento de referencia.
• SC, SCALE  Modifica a escala de uma entidade ou um grupo de entidades selecionadas. O
valor de escala maior que 1 amplia, e menor que 1 diminui (é um produto das dimensões do
objeto). O comando solicita um ponto de base para a partir dele executar a ação.
• S, STRETCH  Estica as entidades selecionadas. Só podem ser utilizados os modos de seleção
crossing e window para este comando.
• X, EXPLODE  Explode (desagrupa) as entidades como: blocos, polilinhas, hatch,
dimensionamento, malhas e sólidos. Não se deve explodir dimensionamento (cotas). Pode
existir no desenho blocos aninhados, isto é, blocos criados com outros blocos. Para explodi-
los será necessário explodi-lo várias vezes, inicialmente o bloco principal, depois os outros
demais blocos.
41

Comandos de Modificação
• TR, TRIM  Corta linhas, polilinhas e arcos em relação a uma outra entidade (fronteira). As
fronteiras devem estar a cruzar as entidades. Modo de atuação:
– 1° - Seleciona-se as fronteiras (space ou enter)
– 2° - Seleciona-se as entidades a serem cortadas (space ou enter), ou utilizar a opção FENCE (F)
criando um segmento sobre as “pontas” a cortas.

• EX, EXTEND  Estende uma linha, polilinha ou arco em direção a uma outra entidade
(fronteira). As fronteiras devem estar no alcance das entidades.
– 1° - Selecciona-se as fronteiras
– 2° - Selecciona-se as entidades a serem extendidas Obs: Durante a utilização do comando Extend,
alterar na opção EDGE, No extend para Extend.

• BR, BREAK  Quebra linhas, polilinhas, círculo ou arco em dois pontos, excluindo o
segmento entre eles.
• BREAK AT POINT  Quebra linhas, polilinhas e outras entidades em apenas um ponto
• OV, OVERKILL, DELETE DUPLICATE OBJECTS  Deleta objetos duplicados;

42

Prof. Afonso P. Santos 21


EAM 441 - UFV 2017

Comandos de Modificação
• CHA, CHAMFER Executa chanfros ou concordância entre objetos. É criada uma linha ou
segmento de polilinha correspondente ao chanfro criado.
• F, FILLET  Faz a união das pontas de duas linhas, polilinhas ou arcos. Também permite fazer
a concordância de linhas através de um arco, com raio definido pelo comando.
• BL, BLEND CURVES  Faz a união das pontas de duas linhas, polilinhas ou arcos utilizando
uma curva para realizar a concordência.
• AL, ALIGN  Faz o alinhamento de um objeto. Este comando reescalona, rotaciona e
translada um objeto utilizando um único comando. Para utilizá-lo é necessário 2 ou 3 pontos
de controle. Muito utilizado para georreferenciar imagens no AutoCAD.
• J, JOIN  Pode ser utilizada em diferentes linhas, polilinhas e arcos que sejam conectados
entre si e ainda sejam coplanares. A função desta ferramenta é juntar várias linha e
transformar em um só objeto.
• REVERSE  Troca o sentido de polilinhas e arcos.
• NC, NCOPY, COPY NESTED OBJECTS  Copia objetos que estão aninhados, ou seja, que estão
dentro de um bloco ou um XREF (arquivo de referência externa)
• 43

Comandos de Modificação
• SET BYLAYER Alterações as propriedades do objeto selecionado (cor, tipo de linha,
espessura de linha, materiais, estilo de plotagem e transparência) para o padrão definido
pela Layer (ByLayer) que o objeto pertença;
• CHSPACE, CHANGE SPACE Ao desenhar um objeto por cima de um Viewport, no Layout do
AutoCAD, este objeto não é incorporado na área de desenho (Model). Este comando
incorpora objetos criados em cima do layout para o Model.
• PE, EDIT POLYLINE  Comando de edição de polilinhas. Com ele pode abrir ou fechar
polilinhas (close), acrescentar novos segmentos (join), alterar a espessura de todos os
segmentos (width), gerar curvas a partir dos vértices (spline), inverter o sentido e pode-se
ainda utilizar a opção Edit vertex, onde poderá adicionar novos pontos, apagar ou mover os
existentes,….
• LENGTHEN  Altera o comprimento de objetos e o ângulo incluso de arcos. Pode-se
especificar as mudanças como uma porcentagem, um incremento, ou como um
comprimento final ou ângulo.

44

Prof. Afonso P. Santos 22


EAM 441 - UFV 2017

Comandos de Modificação
• SPE, EDIT SPLINE  Edita uma Spline. Há opções de juntar splines, ajustar, editar vértice,
converter para polilinha e inverter o sentido.
• ARRAYEDIT, EDIT ARRAY  Faz a edição de Array.
• HATCHEDIT, EDIT HATCH  Edita hachuras (Preenchimentos).

45

Ordem de Sobreposição dos objetos


• Botão direito do mouse >> Draw Order
• Clássico: Menu Tools >> Draw Order
• Comando: “DR”

Comando: “DR” ou
• Por padrão, os objetos são “DRAWORDER”
mostrados na tela a medida
que vão sendo criados ou
editados. As ferramentas do
DRAW ORDER muda a ordem
de exibição dos objetos, Comando:
movendo-os para frente ou “TEXTTOFRONT”
para trás.

46

Prof. Afonso P. Santos 23


EAM 441 - UFV 2017

Outros comandos de edição


• MA, MATCHPROP  Copia as propriedades de um objeto para um ou mais
objetos. Seleciona o objeto dominante e depois o dominado.
• ADC, ADCENTER  O AutoCAD DesignCenter (ADC), semelhante ao Windows
Explorer, apresenta uma janela na qual pode pesquisar os conteúdos dos
desenhos.
• AA, AREA  Informa a área e o perímetro de figuras definidas por pontos ou por
polilinhas.
• DI, DIST  Informa a distância entre dois pontos.
• LI, LIST  Fornece uma lista das características de uma entidade, como layer, cor,
localização, área, perímetro, etc.

47

48

Prof. Afonso P. Santos 24


EAM 441 - UFV 2017

Comandos de Desenho
No AutoCAD, os comandos para construções de entidades utilizadas para
desenho técnico em geral estão dispostos na aba Draw.

• Ribbon: Aba Home >> Draw


• Clássico: Menu Draw

49

Comandos de Desenho
• L, LINE  Desenha linhas simples. Desenha uma linha de um ponto a outro, e
aguarda mais um outro ponto para continuar a desenhar linhas. Finaliza-se o
comando com Enter ou ESC.
• Xline, Construction Line  linha infinita; Ray  Linha semi-infinita;
• PL, PLINE  Desenha linhas contínuas. Também permite o desenho de arcos
dentro do mesmo comando. É muito utilizado também para achar uma área ou um
perímetro bastando desenhar um polígono e pedir a sua área com o comando
Area (AA) ou o Perímetro através do comando List (LS).
• ML, Multi Line  desenha segmentos de linhas paralelas (linhas multiplas). Efeito
parecido ao uso do offset.
• POL, POLYGON  Desenha polígonos, que são polilinhas fechadas, definidas pelo
lado, inscrito em um círculo ou circunscrito por um círculo.
• REC, RECTANG  Desenha um retângulo. Pede apenas dois pontos em diagonal na
tela.
• SPL, SPLINE  Cria curvas spline.
50

Prof. Afonso P. Santos 25


EAM 441 - UFV 2017

Comandos de Desenho
• C, CIRCLE  Desenha círculos pelo centro e raio; centro e diâmetro; 2 pontos; 3
pontos; duas tangente e raio e três tangentes.
• A, ARC  Desenha arcos. Deve-se sempre considerar o sentido anti-horário para o
desenho dos arcos.
• EL, ELLIPSE  Desenha elipses ou arcos elípticos. As elipses são reais e não simples
aproximações.
• PO, POINT  Insere pontos no desenho. Desenha um ponto utilizado
normalmente para dividir linhas (L), polilinhas (PL) e arcos (A) em dimensões iguais
com o comando divide (DIV) e measure (ME). Para mudar o estilo do ponto
apresentado na tela, deve-se alterar o comando Point Style: menu Format/Point
Style;
• REG, REGION  Cria o objeto Region a partir de objetos existente (utilizado
para 3D).
• B, BLOCK  Este comando cria uma entidade “bloco” com as
entidades selecionadas.
• H, HATCH  Preenche uma área ou um poligono com um padrão de Hachura.
51

Comandos de Desenho
• DONUT  cria anéis com espessura.
• BO, Boundary  Cria polígonos ou regiões em áreas fechadas do desenho.
• DIV, DIVIDE  Divide uma entidade em segmentos iguais. Selecione uma entidade
e depois introduza o número de segmentos que deseja.
• ME, MEASURE Cria pontos em cima de uma entidade com distâncias iguais
entre eles. Selecione uma entidade e depois introduza o comprimento em que se
deseja criar pontos.

52

Prof. Afonso P. Santos 26


EAM 441 - UFV 2017

53

Exercícios
• Crie Retângulos como os da figura abaixo, utilizando o comando RECTANGLE:
• Rectangle 1:
– 1º Chamfer = 50;
– 2º Chamfer = 100;
– Inserido nas coordenadas X = 100, Y = 100;
– Dimensões: Comprimento = 500 x Largura = 350.

• Rectangle 2:
– Fillet = 50;
– Inserido nas coordenadas X = 800, Y = 100;
– Dimensões: Comprimento = 500 x Largura = 350.

• Rectangle 3:
– Width = 15;
– Inserido nas coordenadas X = 1700, Y = 100;
– Área = 175000;
– Comprimento = 500.
Utilize o comando Erase para apagar os três retângulos criados.

54

Prof. Afonso P. Santos 27


EAM 441 - UFV 2017

Exercícios
• Formatar as unidades lineares em decimais, metros e três casas decimais, e as
angulares em grau, minuto e segundo 00°00’00”, no sentido horário e com origem
no norte (como Azimutes);

• Criar o seguinte objeto utilizando coordenadas cartesianas, através de polilinhas;


Solução:
130,59 62,96 E 1. Insira o Ponto F

D 2. Através de uma polilinha, insira as coordenadas


relativas para o ponto E: @62.96,187.14
187,14
148,10

3. Através de outra polilinha, insira as coordenadas


relativas do ponto D em relação ao ponto F: @-
130.59,148.10

4. Utilize a PLINE, para criar o triangulo


F 5. Utilize o comando PEDIT (Join), para juntar as
( X = 1213.10, Y = 378.71) polilinhas em uma única polilinha

55

Exercícios
• Criar o seguinte objeto utilizando coordenadas polares;

197,45
H Solução:
N
G 1. Ative o comando PLINE e Insira o
Ponto I
120
°
,45

2. Insira coordenadas polares relativas


197

para o ponto H: @197.45<19


60°
49°

3. Insira coordenadas polares relativas


para o ponto G: @197.45<259

I 4. C (close)

( X = 1679.13, Y = 423.78)

56

Prof. Afonso P. Santos 28


EAM 441 - UFV 2017

Exercícios
• Com o comando POINT e CIRCLE, confeccione o esquema abaixo;

Solução:

1. Crie todos os pontos (POINT);


P2=(9650.39 , 4488.60) R150,00
P4=(10076.56 , 4454.99)
2. Crie um circulo utilizando os três
pontos (3P) P1,P2,P3;

3. Crie um circulo utilizando os dois


pontos (2P) P4,P5;
P3=(9811.89 , 4363.11)
P5=(10141.61 , 4369.83)
4. Crie os dois últimos círculos
P1=(9551.70 , 4291.40) R150,00 utilizando a opção Tan Tan Radius:
clique nos dois círculos tangentes
e entre com o raio igual a 150;

57

Exercícios
• Construir o seguinte polígono, e usando a ferramenta MIRROR, defina o seguinte
desenho; (utilização das ferramentas ORTHO, EXPLODE, PLINE, PEDIT)

95
,83
100,00
157,50

258,33
150,00

60,00
50,00

275,00

58

Prof. Afonso P. Santos 29


EAM 441 - UFV 2017

Exercícios
• Utilizando o mesmo polígono produzido e crie cópias paralelas (comando OFFSET)
para dentro e para fora do polígono com as seguintes medidas;

Solução:
50,00
50,00
1. Uso do OFFSET

59

Exercícios
• Desenhe um retângulo ao lado de um círculo e crie um arranjo (comando ARRAY),
de acordo com o esquema descrito abaixo:

Solução:

1. Uso do ARRAY
2. Escolher a opção “Polar Array”
3. Marque o centro do círculo como
referência;
4. Insira o nº de objetos a serem criados
(contando com o objeto original)

60

Prof. Afonso P. Santos 30


EAM 441 - UFV 2017

Exercícios
• Utilizando SPLINE, contorne um retângulo de dimensões especificadas, onde no
primeiro caso, FIT=0, e no segundo, FIT=25. Verificar diferenças;

• Desenhe o seguinte arco através de seu centro, com o tamanho que desejar. (Use a
criatividade);

• Crie os “anéis” abaixo, com o comando DONUT; onde (i=interno; e=externo);


P3

250,00 250,00
140,00

140,00

i=0 i = 35 i = 70
e = 70 e = 70 e = 70

P1 P2

61

Exercícios
• Desenhe um canevá (de 100 em 100 metros), na área definida abaixo:

Solução:

1. Uso da PLINE
2. Uso do ORTHO
3. Uso do OFFSET
4. Uso do TRIM
5. Usp do EXTEND

62

Prof. Afonso P. Santos 31


EAM 441 - UFV 2017

Exercícios
• Desenhe a figura a seguir:

63

Exercícios
Na geodésia, especificamente no ajustamento de observações, é usual representar a
estimativa da precisão de um posicionamento utilizando a elipse dos erros. Portanto
pede-se para resolver os exercícios abaixo:

• Crie uma elipse dos erros, centrada no ponto A (1000,1000), com azimute de 45º,
relativo ao semi-eixo maior (0.012 metros) e com semi-eixo menor de 5
milímetros. (use o comando Line, Elipse e Erase);

• Para representar no mapa é necessário aplicar uma escala de ampliação na elipse


dos erros de 100:1 (use o comando Scale);

• Crie uma cópia da elipse dos erros, inserindo no ponto B (1050,1100). Após
rotacione o semi-eixo maior em 90º. (use o comando Copy e o comando Rotate);

64

Prof. Afonso P. Santos 32


EAM 441 - UFV 2017

Referências Bibliográficas

Alguns texto são retirados na íntegra de:

• BALDAM, Roquemar; COSTA, Lourenço. Autocad 2012: utilizando totalmente. 1ª edição.


Editora Érica, São Paulo,SP. 2011.

• CÉSAR JR, Kléos M. Lenz. Notas de Aula de CIV180 – Desenho Assistido por Computador I.
Universidade Federal de Viçosa. 2010.

65

Prof. Afonso P. Santos 33


4. Organização do Projeto
EAM441 - UFV 2017

04 – Organização do Projeto

Sumário

• Organização do projeto
– Camadas (Layer);

• Textos
– Inserção e Formatação;

• Hachuras
– Criação e edição;

• Outros Comandos
– Regiões
– Boundary
– Propriedades de Objetos;

Prof. Afonso P. Santos 1


EAM441 - UFV 2017

Organização do projeto
• A organização do projeto é de fundamental importância para o sucesso do
trabalho, como também para a própria documentação e integração deste projeto
com várias equipes de projetistas.

• Ter um projeto bem organizado no AutoCAD refere-se a ter uma organização


quanto às camadas de feições (ou planos de informações) representadas no
desenho. A palavra camadas ou planos de informações refere-se ao termo LAYERS
no AutoCAD.

• Ao confeccionar uma planta topográfica, faz-se o desenho por camadas: uma


camada para as divisas do terreno, outra camada para a hidrografia, estradas,
matas, áreas de cultivo, construções, canevá, textos, entre outras feições a serem
representadas. Isto faz com que o desenho fique organizado!

Prof. Afonso P. Santos 2


EAM441 - UFV 2017

Camadas (Layers)

• Tudo que você desenha no AutoCAD está relacionado a


algum layer, podendo ser a layer padrão (layer 0) ou
outro criado por você.

• A layer serve como um método para organizar o seu


desenho em grupos. Por exemplo, em projeto
topográfico, se você trabalha com layers que contêm
curvas de nível, hidrografia, confrontações, estradas, etc.
e na hora da plotagem quer imprimir apenas as
confrontações, basta desligar as layers que não contêm
as confrontações e imprimir.

• O nº de layer que pode ser criado é ilimitado. E todas as


propriedades dela é configurável (nome, cor, espessura
linha,etc.)

Camadas (Layers)
• Ribbon: Aba Home >> Painel Layers

Prof. Afonso P. Santos 3


EAM441 - UFV 2017

Camadas (Layers)
• Ribbon: Aba Home >> Painel Layers

Camadas (Layers)
• Clássico: Menu Format >> Layers

Prof. Afonso P. Santos 4


EAM441 - UFV 2017

Camadas (Layers)
Diferença entre Ligar/Desligar – Congelar/Descongelar – Travar/Destravar

• Ligar/Desligar (On/Off): Deixa todos os objetos da layer invisível. O


AutoCAD processa, regenera e permite a criação de novos objetos na layer
mesmo estando invisível;
• Congelar/Descongelar (Freeze/Thaw): Deixa todos os objetos da layer
invisível, mas difere do Ligar/Desligar pelo fato de não processar objetos
da layer congelada;
• Travar/Destravar (Lock/unlock): Bloqueia o conteúdo da layer, não
permitindo nenhum tipo de alteração. Normalmente os objetos da layer
ficam visíveis com um certo grau de transparência.

Camadas (Layers)
• A layer padrão (layer 0) não é configurável e nem
consegue apagar;

• Layer corrente é a layer ativa, ou seja, qualquer feição


gráfica que você fizer será armazenada na layer corrente;

• Ao usar a espessura da linha, lembrar de ativar o botão


LWT;

• Espessuras de pena são padronizadas e correspondem as


espessuras de traço de canetas nankin;

10

Prof. Afonso P. Santos 5


EAM441 - UFV 2017

Caixa de diálogo Layer


• Comando: LA ou LAYER

11

Exercício
• Comando: LA ou LAYER
• Crie as seguintes layers:
 Anotações – Preto – não imprimir >> armazenar comentários;
 Canevá – Cinza / 252 >> armazenar malha de coordenadas;
 Confrontação – Cinza / 254 - --- . . . ---- . . . ----- >> Confrontantes;
 Curva Nível – Beige / 52 >> armazenar curvas de nível;
 Hidrografia – Azul /150 >> armazenar cursos e corpos d’água;
 Limite – Preto – espessura 0,30mm >> limite imóvel;
 Mata – Verde / 82 >> área florestal, mata, capoeira, etc.;
 Rodovias – Vermelho / 10 – espessura 0,30mm >> vias asfaltadas;
 Sede – Vermelho / 10 >> Sede do imóvel;
 Vicinais – Laranja / 30 – espessura 0,20mm – ISO DASH 03 >> Vias não
pavimentadas;

12

Prof. Afonso P. Santos 6


EAM441 - UFV 2017

Exercício
• Comando: LA ou LAYER

13

Exercício

• Crie um desenho conforme solicitado pelo professor;


• Lembre-se de configurar as unidades do AutoCAD conforme o uso em Desenho
Topográfico;

• Faça o limite do imóvel. Utilize uma polilinha e digite o seguinte comandos:


• 1000,1000
• @50<45
• @150<80
• @320<2
• @235<340
• A outra parte do limite do imóvel coincide com o limite de um curso d’ água.
Simule um limite.
• Crie um estrada não-pavimentada cortando o imóvel, uma área de mata, uma
sede e um lago.

14

Prof. Afonso P. Santos 7


EAM441 - UFV 2017

Exercício

• Utilize as diversas layers criadas para armazenar as


feições e, assim, organizar o desenho;

• Utilize os diversos comandos do painel layers para se


adaptar e aprender melhor sobre cada ferramenta;

15

Filtros de Layer

Todas as layers cujos nomes contenham os


caracteres “va” serão selecionadas. O * pode ser
trocado por qualquer caracteres a partir dessa
posição no nome.

 CON*  Filtra as layers que iniciam com a sequência CON no seu nome;
 *CON*  Filtra as layers que contenham a sequência CON no seu nome;
 ??CON*  Filtra as layers que contenha 3º, 4º e 5º caracteres dos nomes formem a sequência CON ;

16

Prof. Afonso P. Santos 8


EAM441 - UFV 2017

Salvando Lista de layers


 Ótimo recurso para organização e
padronização de projetos.

17

Salvando Lista de layers

 Arquivo gerado no formato *.las

18

Prof. Afonso P. Santos 9


EAM441 - UFV 2017

Importando Lista de layers


Crie um novo desenho e abrir o comando de gerenciamento de estados e
listas de Layers

19

Formatando o estilo de linhas

•Menu Format >> Linetype...

20

Prof. Afonso P. Santos 10


EAM441 - UFV 2017

Formatando o estilo de linhas

• Menu Format >> Lineweight ...

21

Exercício

• Utilize os filtros das layers para saber quantas layers tem a sílaba “va” no
nome.

• Quantas layers tem a sílaba “va” e tem como propriedade não ser
imprimível?

• Salve a lista de layers criadas nos exercícios anteriores com o nome de


planta.las;

• Crie um novo arquivo .dwg e importe o arquivo planta.las;

22

Prof. Afonso P. Santos 11


EAM441 - UFV 2017

23

Texto

• O AutoCAD possui dois tipos de feições textuais:


– Texto
– Anotação

24

Prof. Afonso P. Santos 12


EAM441 - UFV 2017

Texto
• O texto pode ser inserido no desenho através de
dois comandos:
– DT ou DTEXT (Single Line Text): Os textos são
separados por linhas, ou seja, cada linha será um
texto independente;

– T ou MTEXT (Multiline Text): permite inserir no


desenho, várias linhas de texto que são consideradas
pelo AutoCAD uma única entidade.

• Ribbon: Aba Home >> Painel Annotation


• Ribbon: Aba Annotation>> Painel Text
• Clássico: Menu Draw >> Text
• Comandos: Mtext e Dtext

25

Texto (MTEXT)

Comando: T ou MTEXT
Criar um texto com várias linhas:
• Ao acionar o comando T ou TEXT, será solicitado para definir um retângulo, que
constituirá os limites do texto. Esses limites não são impressos e podem ser
alterados a qualquer momento com o uso dos grips.
• Este comando é semelhante a um editor de texto... Facilitando bastante a edição.

26

Prof. Afonso P. Santos 13


EAM441 - UFV 2017

Texto (MTEXT)

27

Texto (DTEXT)

• Insira o texto conforme exemplo abaixo

Comando: DT ou DTEXT

Specify start point of text or [Justify/Style]: 100,100


Specify height <2.5000>: 10
Specify rotation angle of text <0>: 30

28

Prof. Afonso P. Santos 14


EAM441 - UFV 2017

Criação de Estilo do Texto


• Textos devem ser organizados em estilos, os quais configuram tipo e tamanho de
fonte entre outras configurações.
• Ribbon: Aba Home >> Painel Annotation >> Text Style
• Clássico: Menu Format >> Text Style
• Comando: STYLE

OBS: Estilos configurados com altura (height) = 0 indica que a altura do texto correspondente será
definido no ato de sua inserção. Se o estilo for configurado com uma certa altura, todo texto
corresponde terá automaticamente aquela altura.

29

Texto (DTEXT)
• Configurações da opção Justify

Start Point Right

Center

Fonte: CIV180 (Prof. Kléos César Jr., 2010)

30

Prof. Afonso P. Santos 15


EAM441 - UFV 2017

Texto (DTEXT)
• Configurações da opção Justify:
– Align: alinha o texto por dois pontos definidos pelo usuário. A altura
do texto é ajustada automaticamente.
– Fit: alinha o texto por dois pontos definidos pelo usuário. A altura não
é alterada, mantendo seu valor original

Align

Fit

31

Texto (caracteres especiais)


• Códigos de controle:
– %%o  ativa/desativa Overscore (traço sobre o texto)
– %%u  ativa/desativa Underscore (traço sob o texto)
– %%d  desenha o símbolo de grau (23º)
– %%p  desenha o símbolo de tolerância (±)
– %%c  desenha o símbolo de diâmetro (Ø)
– %%%  desenha o símbolo de porcentagem
– %%nnn  apresenta o caractere especial de número
nnn de uma fonte postScript

• EX:
– %%oagrimensura
– 23%%d
– 45.0%%p0.1
– %%c10
32

Prof. Afonso P. Santos 16


EAM441 - UFV 2017

Procurando e alterando textos


• Com a caixa de diálogos Find and Replace, você pode procurar, alterar, selecionar
e dar um zoom em qualquer um dos tipos de textos:
– Linhas comuns de textos
– Multilinhas
– Valores de atributos de blocos
– Anotações de dimensionamento
– Hyperlinks
– Tabelas
– ....

• Comando FIND
• Menu EDIT >> FIND

33

Exercícios

• Crie um estilo de texto chamado


EAM441, com a fonte CAMBRIA. Deixe
este estilo de texto como padrão;

• Crie textos para nomear as


confrontações do imóvel simulado no
exercício anterior;

34

Prof. Afonso P. Santos 17


EAM441 - UFV 2017

35

Trabalhando com hachuras


• O AutoCAD dispõe de uma ferramenta para a realização automática de
hachuras através do comando Hatch...
• As hachuras são aplicadas a (somente) áreas de desenho fechadas.
• As hachuras podem ser associadas aos objetos de contorno. Ou seja, caso
você altere os limites da área hachurada, a hachura também será alterada
automaticamente.
• Textos também são detectados como borda limite para hachuras
• Comando: H, HATCH

• Ribbon: Aba Home >> Painel Draw


• Clássico: Menu Draw >> Hatch...
• Comando H

36

Prof. Afonso P. Santos 18


EAM441 - UFV 2017

Trabalhando com hachuras

37

Detecção de ilhas - Hachura

Estilo de detecção de ilhas (polígonos


fechados)

Normal  Se uma região é hachurada,


a próxima ilha não sera hachurada e
assim sucessivamente. Esta é a opção
padrão.

Outer  hachura a área mais externa,


ignorando as internas.

Ignore  ignora qualquer ilha que


porventura haja no contorno escolhido
para hachura.

38

Prof. Afonso P. Santos 19


EAM441 - UFV 2017

Trabalhando com hachuras

Fonte: CIV180 (Prof. Kléos César Jr., 2010)

39

Exercícios

• Hachure os polígonos do imóvel simulado;

40

Prof. Afonso P. Santos 20


EAM441 - UFV 2017

41

Comando REGION
• Cria um objeto do tipo região a partir de um conjunto selecionado de objetos
existentes. Regiões são áreas bidimensionais criadas a partir de formas fechadas
ou loops.
• Comando REG, REGION
A grande vantagem de desenhar regiões é a • Ribbon: Aba Home >> Painel Draw
flexibilidade de construção. No exemplo um • Clássico: Menu Draw
círculo e um retângulo foram transformados em
regiões. Utilizando o comando UNION é possível
unir as duas entidades.
Já com o comando SUBTRACT, é realizada a
subtração do 2º retângulo do objeto unido.
Outro comando é o INTERSECT, que realiza a
Interseção entre os objetos
Utilizando o comando MASS é possível obter o
centro de gravidade, área, perímetro, momento
de inércia, etc.

42

Prof. Afonso P. Santos 21


EAM441 - UFV 2017

Comando Boundary (BO)


• Cria polilinhas através dos limites dos objetos.
• Este comando é útil quando se quer saber a área de um lote ou uma
região. Também é usado quando se deseja criar uma hachura em uma
região complexa.

43

Propriedades de Objetos
Permite acessar e alterar as propriedades dos objetos gráficos.

• Ribbon: Aba View >> Painel Pallets


• Clássico: Menu Modify >> Properties
• Comando: PROPERTIES (Ctrl+1)

44

Prof. Afonso P. Santos 22


EAM441 - UFV 2017

Propriedades de Objetos

• Comando MATCH PROPERTIES  atribui as características de um objeto (cor, tipo


de linha, layers, etc.) à outros objetos.

• Ribbon: Aba Home >> Painel Clipboard


• Clássico: Menu Modify >> Match Properties
• Comando: MATCHPROP

45

Painel Clipboard
• Localizado na Aba Home da Ribbon, possui diversas ferramentas para
copiar, recortar e colar objetos.

46

Prof. Afonso P. Santos 23


EAM441 - UFV 2017

Referências Bibliográficas

Alguns texto são retirados na íntegra de:

• BALDAM, Roquemar; COSTA, Lourenço. Autocad 2012: utilizando totalmente. 1ª edição.


Editora Érica, São Paulo,SP. 2011.

• CÉSAR JR, Kléos M. Lenz. Notas de Aula de CIV180 – Desenho Assistido por Computador I.
Universidade Federal de Viçosa. 2010.

47

Prof. Afonso P. Santos 24


5. Dimensionamento
EAM441 - UFV 2017

05 – Dimensionamento

Sumário

• Dimensionamento e Cotagem

• Painel Dimension

• Comentário no Projeto

• Painel Leaders

• + Comandos

• Painel Utilities

Prof. Afonso P. Santos 1


EAM441 - UFV 2017

Dimensionamento e Cotagem

• Dimensionamento é o processo de acrescentar medidas em um


desenho. O AutoCAD permite cotar linhas, arcos, círculos, polilinhas,
etc.
• Os dimensionamentos mostram as medidas geométricas dos objetos, as
distâncias, os ângulos entre objetos ou as coordenadas XY de um objeto.
• São divididos em linear, radial e angular. Os lineares incluem
dimensionamentos horizontais, verticais, alinhados, em rotação,
ordenado por linha de base e contínuo.
• Todo dimensionamento possui um estilo que é caracterizado, entre
outras coisas, por cor, estilo de texto e escala do tipo de linha.

Prof. Afonso P. Santos 2


EAM441 - UFV 2017

Dimensionamento e Cotagem

• Ribbon: Aba Annotate >> Painel Dimensions


• Ribbon: Aba Home >> Painel Anotations
• Classico: Menu Dimension

Dimensionamento e Cotagem

Prof. Afonso P. Santos 3


EAM441 - UFV 2017

Dimensionamento e Cotagem

Dimensionamento e Cotagem
• DIMLINEAR: A linha da cota é posicionada horizontalmente ou
verticalmente, independente da localização dos pontos de chamada, ou
seja, mede a distância reduzida ao horizonte ou à vertical. Ao acionar o
comando são solicitadas as origens (de onde até onde será realizado o
dimensionamento), e posteriormente é solicitado: Specify dimension
line location or [Mtext/Text/Angle]:, onde se indica a posição da linha de
dimensionamento. Ao mesmo tempo, pode-se escolher uma das outras
opções que são:
• Mtext: que permite editar um texto como indicação da cota,
alterando o valor default que é a própria dimensão. Abre um bloco
de diálogo para edição de Mtext. Aí se tem a opção de se colocar
algum comentário com unidades, etc.
• Text: permite alterar somente o valor default por um texto de linha
simples.
• Angle: permite alterar o ângulo de inclinação do texto.

Prof. Afonso P. Santos 4


EAM441 - UFV 2017

Dimensionamento e Cotagem

• DIMALIGNED: A cota é paralela ao alinhamento que passa pelos pontos


escolhidos (origens), ou seja, mede a distancia inclinada.
• DIMORDINATES: mostra o valor das coordenadas XY de um ponto.
• DIMRADIUS: para dimensionamentos radiais, permitindo assim inserir
dimensionamento em círculos ou arcos com o seu raio.
• DIMDIAMETER: para o dimensionamento de um circulo com o seu
diâmetro.
• DIMANGULAR: dimensionamento de valor angular formado por dois
alinhamentos.
• QDIM: permite criar uma série de dimensões de forma otimizada. É útil
para criar cotas por linhas de base ou continuas, ou ainda para
dimensionar uma série de arcos e círculos.

Dimensionamento e Cotagem
• DIMBASELINE: São vários dimensionamentos medidos a partir da
mesma linha de base. Para criar este dimensionamento é preciso que já
exista um dimensionamento linear no objeto.
• DIMCONTINUE: Dimensionamentos contínuos são vários
dimensionamentos em série e alinhados. Para criar este
dimensionamento é preciso que já exista um dimensionamento linear
no objeto.
• QLEADER: é uma linha que associa uma notação a um elemento de um
desenho.
• TOLERANCE: Cria tolerâncias geométricas das medidas do desenho. Não
é muito usado nos desenhos topográficos
• DIMCENTER: Desenha linhas de centro em arcos e em círculos. O
tamanho da linha é controlado pela variável DIMCEN (se o valor do
DIMCEN for positivo a linha estará dentro do circulo, o valor negativo
indicará o valor em que a linha ultrapassará o círculo).
10

Prof. Afonso P. Santos 5


EAM441 - UFV 2017

Dimensionamento e Cotagem

• DIMARC: para dimensionamento de arcos;


• DIMINSPECT: projetista especifica a freqüência com peças fabricadas
devem ser verificadas para garantir que o valor da dimensão e
tolerâncias das peças estejam dentro do intervalo especificado;
• DIMEDIT: Permite que sejam alteradas as características das cotas
selecionadas.
• DIMTEDIT: Permite o ajuste da posição do texto do dimensionamento
no desenho.
• -DIMSTYLE : atualiza o estilo de cotagem de um dimensionamento.

11

Exercícios

• Crie as Layers: Objeto (Preto) e Dimensionamento (cor vermelho);


• Configure o AutoCAD para o padrão de Desenho Topográfico;
• Crie os objetos que serão cotados (na layer Objeto):

• Transforme a layer dimensionamento como corrente;


• Cote apenas um objeto conforme solicitado pelo professor;

12

Prof. Afonso P. Santos 6


EAM441 - UFV 2017

Dimensionamento e Cotagem
• Estilo de Dimensionamento (comando DIMSTYLE)

Mais que um estilo de


dimensionamento pode ser
usado, por exemplo, num
mesmo arquivo pode-se ter um
estilo apropriado para lotes e
também um outro que define
dimensão de uma via e calçada.

Na configuração do estilo é
possível formatar o
dimensionamento definindo as
unidades a serem usadas,
números de casas decimais, etc.

13

Dimensionamento e Cotagem
• List: Permite escolher que tipo de listagem deseja-se:
• All styles: mostra todos os estilos configurados.
• Styles in use: mostra somente aqueles em uso, ou seja, que possuem cotas desenhadas.

• Don´t List Styles In Xrefs: Mostra / não mostra os estilos que estão em arquivos de
referência (Xref) inseridos no desenho corrente.
• Botão Set Current: seleciona um estilo de dimensionamento.
• Botão New: Cria um novo estilo.
• Botão Modify: Modifica um estilo existente, alterando as cotas que foram
desenhadas neste estilo, ou seja, as atualiza para a modificação feita.
• Botão Override: Modifica um estilo existente, porém não altera as cotas que foram
desenhadas neste estilo, pois somente cotas feitas a partir de agora serão alteradas. O
Autocad mostra no gerenciador de estilos de dimensionamento a existência de estilos
que são Override.
• Botão Compare: Mostra um bloco de diálogo que permite comprar dois estilos
diferentes de dimensionamento.
14

Prof. Afonso P. Santos 7


EAM441 - UFV 2017

Dimensionamento e Cotagem
• Acionando-se a opção New aparecerá um quadro de diálogo, onde
aparecerá as sub-opções:
New Style Name: campo a ser preenchido com um
nome de estilo a ser criado.

Start With: lista os estilos disponíveis para a


escolha a partir do qual deseja-se fazer seu novo
estilo.

Use for: cria um estilo que é aplicável somente a


um tipo específico de dimensão. Por exemplo,
desejando-se usar o estilo Standart para todos os
tipos de dimensões, exceto para diâmetro. Para o
diâmetro será usado esse estilo que está definido
agora.

15

Dimensionamento e Cotagem
• Dando seqüência à criação de
novo estilo ou acionando-se a
opção Modify ou override
aparecerão opções para escolha
ou ajuste nas abas Lines and
Arrows, Text, Fit, Primary Units,
Alternate Units e Tolerances.

16

Prof. Afonso P. Santos 8


EAM441 - UFV 2017

Dimensionamento e Cotagem
Aba LINES
• DIMENSION LINES: permite selecionar propriedades da linha de cota. Como sub-opção tem-se:
• Color: cor da linha de cota.
• Lineweigth: espessura da linha de cota.
• Extend Beyond Ticks: se você usar seta do tipo tick (traço), este valor indica o quanto à linha
de cota irá ultrapassar a linha de chamada.
• Baseline spacing: se você fizer dimensionamento usando baseline dimension, este valor
indica qual deve ser o afastamento entre uma linha de cota e outra.
• Supress: suprime ou elimina a primeira e/ou segunda parte da linha de cota.
• EXTENSION LINE: seleciona propriedades da linha de chamada.
• Color: cor da linha de chamada.
• Lineweigth: espessura da linha de chamada.
• Extend Beyond Dim Lines: este valor indica o quanto a linha de chamada irá ultrapassar a
linha de cota.
• Offset from origin: que distância você deseja entre o ponto tomado como referência de cota
e o início da linha de chamada.
• Suppress: suprime ou elimina a primeira e/ou segunda linha de chamada.

17

Dimensionamento e Cotagem
Aba LINES

18

Prof. Afonso P. Santos 9


EAM441 - UFV 2017

Dimensionamento e Cotagem
Aba SYMBOLS AND ARROWS

• ARROWHEADS: seleciona tipo de seta. Você poderá escolher entre os vinte formatos
disponíveis ou ainda escolher a opção User Arrow e selecionar um bloco como seta.
Surgem as seguintes sub-opções:
• First: escolhe o formato da primeira seta.
• Second: escolhe o formato da segunda seta.
• Leader: escolhe o formato da seta usada quando for fazer Leader (comentários).
• Arrow Size: pode-se definir o tamanho da seta.

• CENTER MARKS FOR CIRCLES: controla a aparência da marca de centro em cotas de


diâmetros e raios. Possui a seguintes sub-opções:
• Mark: apenas faz uma marca.
• Line: duas linhas que marcam o centro.
• None: não faz nenhum tipo de marca.

19

Dimensionamento e Cotagem
Aba SYMBOLS AND ARROWS

20

Prof. Afonso P. Santos 10


EAM441 - UFV 2017

Dimensionamento e Cotagem
Aba TEXT

• TEXT APPEARANCE: controla o formato e o tamanho do texto. Surgem as seguintes sub-opções:


• Text Style: seleciona o estilo de texto que será usado na cota. Clicando em , abre-se um bloco
de diálogo de estilos de texto, permitindo criar ou modificar um estilo de texto para as cotas.
• Text color: seleciona a cor do texto.
• Text Height: define-se o tamanho do texto.
• Scale factor for fraction Height: escala do tamanho das frações relativas ao tamanho do texto.
• Draw Frame Around text: desenha uma caixa ao redor do texto de dimensionamento.

21

Dimensionamento e Cotagem
Aba TEXT
• TEXT PLACEMENT: controla a posição do texto de dimensionamento. Surgem as seguintes opções:
• Vertical Position: controla o posicionamento vertical do texto ao longo da linha de cota, tendo-
se as seguintes opções: Centered: que centraliza o texto entre duas partes da linha de cota;
Above: que localiza o texto acima da linha de cota; Outside: dentro da linha de cota; e JIS: que
localiza o texto conforme uma norma japonesa (Japanese Industrial Standards-JIS).
• Horizontal Position: controla a posição horizontal do texto, tendo-se a seguintes opções:
Centered: que centraliza o texto entre as duas partes da linha de cota; 1st extension Line: que
localiza o texto próximo da primeira linha de chamada; 2st Extension Line: que localiza o texto
próximo da segunda linha de chamada.
• Offset From dimension Line: o tamanho da folga (gap) entre o texto e a linha de cota. Útil para
não ´colar´ o texto na linha de cota.

• TEXT ALIGNMENT: controla a orientação (horizontal ou alinhada) do texto de cota se ele estiver
dentro ou fora da linha de cota. Uma das opções pode ser escolhida: Horizontal: que coloca o texto
sempre na posição horizontal; e Aligned With Dimension Line: que coloca o texto sempre alinhado
com a linha de cota. A opção ISO Standard alinha o texto com a linha de cota quando ele couber
dentro da linha de cota. Quando não couber, irá posicioná-lo na horizontal e fora da linha de cota.

22

Prof. Afonso P. Santos 11


EAM441 - UFV 2017

Dimensionamento e Cotagem
Aba TEXT

23

Dimensionamento e Cotagem
Aba FIT
• Controla o posicionamento do texto, seta, linha de comentário (leader) e linha de cota.
• FIT OPTIONS: Opções de ajuste. Basicamente indica o que segue. Se não houver suficiente espaço
para que caiba o texto e/ou a seta dentro da linha de cota, o que você considera que deva ser
movido primeiro:
• Either the Texto r the Arrows, Whichever Fits Best: pode ser o texto ou seta, o que se encaixar melhor. Esta
opção é padrão.
• Arrows: se houver espaço somente para as setas, elas ficarão dentro da linha de chamada e o texto será
movido para fora. e as setas serão movidas para fora.
• Both text and arrows: quando não houver espaço disponível, ambos serão posicionados fora da linha de
chamada.
• Always Keep text Between Ext Lines: manter sempre as setas e o texto entre as linhas de chamada.
• Suppress Arrows If They Don´t fit Inside Extension Line: não desenhar setas se não houver espaço para elas.
TEXT PLACEMENT: indica a localização que o texto deverá assumir quando é movido de sua posição
padrão, isto é, movido da posição definida pelo estilo.
• Beside the Dimension Line: localiza o texto ao lado da linha de chamada.
• Over the Dimension Line, with a Leader: se o texto for movido de sua posição original, o Autocad cria um
leader, conectando o texto à linha de cota. Esse leader será omitido se o texto estiver muito próximo à linha
de cota.
• Over the Dimension Line, Without a Leader: mantém a linha de cota no mesmo lugar, independente de
onde você posicione o texto. Não existirá conexão direta entre texto e linha de cota.
24

Prof. Afonso P. Santos 12


EAM441 - UFV 2017

Dimensionamento e Cotagem
Aba PRIMARY UNITS
• Seta o formato e precisão das dimensões primárias (principais) e indica quais prefixos e sufixos que
usar para os textos da dimensão

• LINEAR DIMENSIONS: seta o formato e precisão para dimensões lineares.


• Unit format: define o formato da unidade corrente para todas as dimensões, exceto angulares.
• Precision: mostra e seta o número de casas decimais.
• Fractional format: fixa o formato de fração que deseja usar. É mais útil quando for usar cotas
com polegadas e/ou pés.
• Decimal separator: tipo de separador decimal: vírgula, ponto ou espaço em branco.
• Round off: fixa a regra para arredondamento de medidas. Por exemplo, se você entrar com
valor de 0,25 , todas as distâncias serão arredondadas para o valor mais próximo de 0,25
unidades que encontrar. Se você setar para 1, o autocad arredonda sempre para o número
inteiro mais próximo.
• Prefix: inclui um prefixo para o texto de dimensão. Pode ser um caractere de controle ou texto.
• Sufix: inclui um sufixo, por exemplo, a unidade da grandeza representada.

25

Dimensionamento e Cotagem
Aba PRIMARY UNITS
• LINEAR DIMENSIONS: seta o formato e precisão para dimensões lineares.
• Measurement Scale: define a escala das dimensões nas seguintes condições:
• Scale factor: fator de escala das dimensões apresentadas. Por exemplo: a dimensão medida foi 25 e o fator
de escala é 2. Logo o valor apresentado na cota será 50. Essa opção é muito útil para quando for fazer
desenhos em escalas diferentes no Model Space.
• Aplly to layouts Dimensions Only: aplica o fator de escala linear somente para dimensões criadas em
layouts.
• Zero Suppression: controla como os valores com zero nas dimensões serão apresentados.
• Leading: suprime os zeros antes do separador decimal. Exemplo: 0,250: .250.
• Trailing: suprime os zeros depois do separador. Exemplo: 5,32000: 5,32
• 0 Feet: suprime os valores de pés quando estes forem zero.
• 0 Inches: suprime valores de polegadas em medidas em pés quando forem zero.

• ANGULAR DIMENSIONS: mostra e seta o formato corrente de medidas angulares.


• Units format: seta as unidades de medidas angulares.
• Precision: escolhe-se o número de casas decimais.
• Zero supression: suprime os zeros antes e depois das casas decimais (Leading e Trailing).

26

Prof. Afonso P. Santos 13


EAM441 - UFV 2017

Dimensionamento e Cotagem
Aba ALTERNATE UNITS
Indica que unidade pretende usar como alternativa à principal. Por exemplo, você poderá estar fazendo
um desenho em mm e parte dele pode estar sendo feita em polegadas (tubos, chapas, etc.).Esta opção
permitirá que você defina que tipo de unidade alternativa usar. Neste quadro de diálogo surgem as
seguintes opções:
• Display Alternate units: mostra ou não mostra as unidades alternativas.
• Alternate Units: define a aparência da unidade alternativa.
• Unit format: opções de formatos.
• Precision: precisão em casas decimais.
• Multiplier for Alternate Units: fator de multiplicação da unidade medida. Por exemplo: você
está trabalhando em mm e quer a unidade alternativa em polegadas. Logo, esse fator será
0,039370 das unidades primárias.
• Prefix: similar às unidades primárias.
• Suffix: similar às unidades primárias.
• Zero Suppression: similar ás unidades primárias.
• Placement: controla o lugar em que ficará a unidade alternativa.
• After Primary Units: localiza a unidade alternativa após a primária.
• Below Primary Units: localiza a unidade alternativa abaixo da primária.

27

Dimensionamento e Cotagem
Aba TOLERANCES
• controla o formato das tolerâncias. As tolerâncias são acrescentadas após a unidade
primária. Em desenhos de natureza topográfica ou cartográfica tem pouco uso, por isto
não será aqui detalhado.

28

Prof. Afonso P. Santos 14


EAM441 - UFV 2017

Exercícios
• Crie um estilo de dimensionamento, conforme se pede:

• Nome: AULA
• Cor do dimensionamento conforme a layer
• Espaçamento da linha de extensão e do objeto no valor de 20
• Prolongamento da linha de extensão (ou de chamada) no valor de 5
• Offset da origem no valor de 15
• Tamanho da seta no valor de 25
• Marcador de centro no tamanho 10
• Unidades primarias: 3 casas decimais e suprimir os zeros – Grau minutos e
segundos (0d 00’ 00”)

29

30

Prof. Afonso P. Santos 15


EAM441 - UFV 2017

Comentário no Projeto
• O painel Leaders fornece ferramentas para que se possa inserir
comentários no projeto por meio de setas e textos;

• Ribbon: Aba Annotate >> Painel Leaders


• Ribbon: Aba Home >> Painel Annotation
• Clássico: Menu Dimensions >> Multileader
• Clássico: Menu Format>> Multileader Style
31

Comentário no Projeto
• MLEADER: Cria um comentário;
• MLEADEREDIT: Adiciona ou remove um comentário;
• MLEADERALIGN: Organiza vários múltiplos comentários ao longo de
uma linha especificada;
• MLEADERCOLLECT: Organiza múltiplos comentários;
• MLEADERSTYLE: configura estilo de comentários;

32

Prof. Afonso P. Santos 16


EAM441 - UFV 2017

Comentário no Projeto

• Botão Set Current: seleciona um


estilo de comentário.
• Botão New: Cria um novo estilo.
• Botão Modify: Modifica um estilo
existente, alterando as configurações
de texto e das setas.
• Botão Delete: Deleta o estilo
selecionado.

33

Comentário no Projeto

Aba LEADER FORMAT


• Type: seleciona o tipo de linha guia do
comentário. Pode-se escolher: reta
(Straight), Spline, ou nenhuma linha (No
leader)
• Color, Linetype e Lineweight: Cor, tipo de
linha e espessura da linha guia.
• Symbol Arrow: formato da seta.
• Size Arrow: tamanho da seta.
• Break Size: tamanho padrão quando se
usa o comando Leader Break.

34

Prof. Afonso P. Santos 17


EAM441 - UFV 2017

Comentário no Projeto

Aba LEADER STRUCTURE


• Maximum leader points: especifica o
número máximo de pontos para a linha de
guia de comentário
• First Segment Angle: especifica o ângulo do
primeiro ponto para a linha guia.
Patamar da • Second Segment Angle: especifica o ângulo
do segundo ponto para a linha de patamar
linha guia do comentário.
• Landing Settings: controla as configurações
do patamar da linha guia
• Automatically Include Landing: deixa a linha
de patamar na horizontal
• Set Landing Distance: especifica um
comprimento para a linha de patamar
• Scale: controla a escala do comentário.

35

Comentário no Projeto

Aba CONTENT
• Multileader Type: determina se o
comentário será um texto ou um bloco;
• Configurações de estilo, ângulo, cor e
altura do texto
• Leader Connection: controla as
configurações de conexão de múltiplos
comentários;

36

Prof. Afonso P. Santos 18


EAM441 - UFV 2017

Exercício
• Crie um novo estilo de comentário:
• Nome: Aula
• Tipo de linha guia: reta
• Cor, espessura e tipo de linha seguindo a layer;
• Seta: dot;
• Tamanho seta: 20
• Linha de patamar na horizontal com uma distância de 40
• Texto do comentário na horizontal com altura de 20

37

38

Prof. Afonso P. Santos 19


EAM441 - UFV 2017

Painel Utilities
• São comandos de verificação como:
• Measure (MEA): Obtém informações geométricas das entidades gráficas como
distância, ângulo, raio, área e volume;
• Select All (Ctrl+A): seleciona todos os objetos do desenho;
• Quick Select (QSELECT): seleção rápida de objetos;
• Quick Calculator (QC): Calculadora;
• ID Point (ID): exibe as coordenadas de um ponto;
• Point Style (DDPTYPE): altera a aparência dos pontos no desenho;

Outros Comandos Úteis:


• LIST: listagem das propriedades dos vértices de um objeto;
• TIME: tempo de trabalho no AutoCAD ;
• STATUS: exibe informações gerais a respeito do desenho;

• Ribbon: Aba Home >> Painel Utilities

39

Referências Bibliográficas

Alguns texto são retirados na íntegra de:

• BALDAM, Roquemar; COSTA, Lourenço. Autocad 2012: utilizando totalmente. 1ª edição.


Editora Érica, São Paulo,SP. 2011.

40

Prof. Afonso P. Santos 20


6. Blocos
EAM441 - UFV 2017

06 – Blocos

Sumário

• BLOCOS

• Criação e Edição de Blocos

• Criação e Utilização de Atributos

• Exercícios

• Trabalho Prático nº02 - Blocos

Prof. Afonso P. Santos 1


EAM441 - UFV 2017

Blocos
• O AutoCAD permite que você crie uma biblioteca de símbolos, os insira
no desenho e edite-os. Estes símbolos são chamados de blocos que
nada mais é que entidades especiais, criados a partir de um conjunto
de primitivas geométricas (linhas, arcos, etc) agrupadas de forma a
constituir um só elemento.
• Um bloco é associado a um nome, sendo possível inseri-los quantas
vezes necessário no desenho com diferentes escalas e rotações e com
a opção de inserção de atributos pelo usuário.
• As vantagens do uso de blocos são:
▫ Aumento da produtividade,
▫ possibilidade de associar a menus (customização),
▫ espaço ocupado em HD é menor usando blocos,
▫ os blocos inseridos no desenho podem ser atualizados além da
interatividade com o usuário, pelo uso de blocos com atributos.

Blocos
• A layer, a cor e o tipo de linha são mantidos no bloco, exceto:

1. Um bloco construído na layer 0 quando inserido em outro


desenho (arquivo dwg) pertencerá a layer ativa do novo desenho.

2. Um bloco construído com a cor tipo ByBlock quando inserido em


outro desenho receberá a cor da layer ativa.

3. Um bloco construído com a tipo de linha ByBlock, quando inserido


em outro desenho, este receberá o tipo de linha da layer ativa.

Prof. Afonso P. Santos 2


EAM441 - UFV 2017

Blocos
• Ribbon: Aba Home >> Painel Block
• Ribbon: Aba Insert >> Painel Block
• Ribbon: Aba Insert >> Painel Block Definition
• Menu Draw >> Block

Exercício
A) Para começar a aprender criar blocos no AutoCAD, crie o objeto
abaixo:
1. Configure o AutoCAD para o uso de Desenho Topográfico
(UNITS);

2. Utilize o comando line: coordenada 100,100 e após


@100<165

3. Utilize o comando line: clique no final da linha anterior e após


@50<320

4. Utilize o comando line: clique no ponto 100,100, habilite o orto,


após clique na interseção com a última linha feita;

5. Utilize o comando TRIM e corte parte da linha que está


sobrando;

6. Utilize o comando JOIN para juntar as linhas formando uma


polilinha;

7. Utilize o comando MIRROR e espelhe a polilinha;

8. Utilize o comando HATCH e preencha com uma hachura


sólida preta, conforme figura ao lado
6

Prof. Afonso P. Santos 3


EAM441 - UFV 2017

Criação de Blocos

Comando: BLOCK ou BMAKE

Criação de Blocos
Comando BLOCK ou BMAKE
• Name: Nome do bloco.
• Base Point: Ponto base para a inserção do bloco (Pick point / XYZ).
• Objects:
 Retain: cria o bloco mas mantém as entidades desagrupadas no formato original.
 Convert to block: cria o bloco e agrupa as entidades.
 Delete: cria o bloco e apaga as entidades da tela.
• Preview Icon: cria ou não um ícone com o desenho do bloco na janela.
• Drag-and-drop units: escolha a unidade para inserir o bloco.
• Description: Descrição do bloco para facilitar o reconhecimento.
• Behavior: define o comportamento do bloco
 Annotative: especifica que o bloco será utilizado com objeto de anotação;
 Scale Uniformly: especifica se poderá ou não aplicar uma escala uniformemente no bloco ou se será
aplicado escalas diferentes em X, Y e Z
 Allow Exploding: especifica se o bloco pode ser ou não explodido após ter sido inserido no desenho.
• Hyperlink: permite associar um hyperlink ao bloco;
• Open in block editor: abre a definição do bloco no editor de blocos após o usuário clicar em OK.

Prof. Afonso P. Santos 4


EAM441 - UFV 2017

Exercício
B) Crie um bloco com o objeto abaixo, com o nome “NORTE”, ponto de
inserção 100,100. Após a criação o bloco deverá manter os objetos
originais na tela desagrupados.

1. Utilize o comando BLOCK ou BMAKE

Prof. Afonso P. Santos 5


EAM441 - UFV 2017

Inserir Blocos
Comando: INSERT
• Coordenadas base para inserção;
• Escala pedida em relação a X e Y;
• Rotação do bloco;

Atualização de Blocos
• Comando INSERT

!!! Lembre-se o comando BLOCK ou BMAKE cria um bloco apenas no desenho corrente (atual).
Já o comando WBLOCK cria um bloco que pode ser usado em qualquer desenho. 11

Exercício
C) Insira o bloco “Norte” no ponto (200,100). Considere uma rotação de 5°
e o símbolo com 80% do tamanho.

1. Utilize o comando INSERT

12

Prof. Afonso P. Santos 6


EAM441 - UFV 2017

Criação de Blocos
Comando: WBLOCK

Permite a transformação de um bloco em


um arquivo de desenho. A vantagem é que o
arquivo pode ser inserido em qualquer outro
desenho como um bloco, podendo assim
criar uma biblioteca.

13

Criação de Blocos
Comando WBLOCK
Permite a transformação de um bloco em um arquivo de desenho. A
vantagem é que o arquivo pode ser inserido em qualquer outro desenho
como um bloco, podendo assim criar uma biblioteca.
• Source:
Block: utilizado para aproveitar os blocos criados pelo comando Bmake;
Entire Drawing: cria o bloco utilizando todos os objetos do desenho corrente;
Objects: utilizado para criar um bloco diretamente a partir dos objetos selecionados;
• Destination: Local onde será salvo o bloco.
• Units: escolha a unidade para inserir o bloco.

!!! Lembre-se o comando BLOCK ou BMAKE cria um bloco apenas no desenho corrente (atual).
Já o comando WBLOCK cria um bloco que pode ser usado em qualquer desenho.

14

Prof. Afonso P. Santos 7


EAM441 - UFV 2017

Exercício
D) Utilize o objeto do exercício A e acrescente o texto referente ao Norte
Magnético. Utilize a opção de gerar bloco para que seja salvo em um
arquivo DWG.
1. Insira o Texto “NM”;

2. Utilize o comando WBLOCK;

15

Editar Blocos
Comando: BEDIT
• Edita um bloco apenas no desenho corrente;
• Não salva as alterações realizadas no arquivo .dwg original do bloco;

16

Prof. Afonso P. Santos 8


EAM441 - UFV 2017

Editar Blocos
Comando: BEDIT
• Edita um bloco

17

18

Prof. Afonso P. Santos 9


EAM441 - UFV 2017

Exercício
• E) Utilize o bloco do norte magnético (NM) e altere-o de modo a
conter apenas o termo Norte (N). Salve o novo bloco como
“Norte_N.dwg”

1. Exploda o bloco Norte_NM (EXPLODE)

2. Altere o texto de NM para N.

3. Crie um novo bloco chamado Norte_N.dwg com o comando


WBLOCK

19

Blocos com atributos


Comando: ATTDEF
Associação de atributos aos blocos

Mode:
• Invisible: os atributos não aparecem na
tela;
• Constant: os atributos não podem ser
alterados, tendo valor constante em
todas as inserções;
• Verify: verifica se o valor predefinido é
realmente o desejado
• Present: atributos não são questionados
durante a inserção;
• Lock Position: bloqueia a localização do
atributo dentro do bloco, não permitindo a
mudança de localização utilizando os
grips.
• Multiple Lines: o atributo pode conter
múltiplas linhas de texto; 20

Prof. Afonso P. Santos 10


EAM441 - UFV 2017

Blocos com atributos


Comando: ATTDEF
Associação de atributos aos blocos

Atributes:
• Tag: Titulo do atributo.
• Prompt: Pergunta do atributo.
• Default: valor pré-definido do atributo.

Text Options:
• Escolha o estilo de texto, Rotação,
alinhamento e tamanho da fonte.

21

Exercício
F) Crie um objeto para representar os vértices topográficos para a
realização de um desenho topográfico conforme o desenho abaixo:

22

Prof. Afonso P. Santos 11


EAM441 - UFV 2017

Exercício
F) Resolução:

1. Crie um circulo centrado no ponto (400,50) com raio igual a 3;

2. Preencha este círculo com uma hachura sólida;

3. Crie outro circulo centrado no ponto (400,50) com raio igual a 10;

4. Crie o atributo para o nome do vértice. Utilizando o comando ATTDEF. Escolha a opção Verify,
Tag = “PT”, Prompt = “Digite a nomenclatura do vértice”, altura do texto igual a 8pt.

5. Crie o atributo para a descrição do vértice. Utilizando o comando ATTDEF. Escolha a opção
Verify, Tag = “DESC”, Prompt = “Digite a descrição do vértice”, altura do texto igual a 5pt.

6. Utilize o comando WBLOCK, selecione os objetos e os atributos, e gere o bloco com o nome
vértice.dwg

23

Exercício
F) Resolução:

24

Prof. Afonso P. Santos 12


EAM441 - UFV 2017

Blocos com atributos


Tipo de solicitação para preenchimento do atributo do bloco
Comando ATTDIA
0: solicita os atributos pela linha de comando
1: solicita os atributos através de uma janela

Modo de apresentação dos atributos


• Comando ATTDISP
Normal: os atributos são mostrados de acordo com o modo de
apresentação definida (visível e invisível).
ON: mostra todos os atributos independente do modo de
apresentação.
OFF: desliga todos os atributos presentes na tela.

25

Blocos com atributos

Edição de Atributos
• Comando EATTEDIT
• Duplo clique em cima do bloco
• Propriedades (Ctrl + 1)

Re-definição de um bloco com atributos


• Comando ATTREDEF
• Selecione o bloco e use o comando Explode.
• Altere os atributos ou crie mais com ATTDEF.
• Para re-definir use o comando ATTREDEF ou crie um bloco pelo
wblock.

26

Prof. Afonso P. Santos 13


EAM441 - UFV 2017

Blocos com atributos

Gerenciamento do atributo dos blocos


• Comando BATTMAN
Pode editar as definições do atributo em blocos, remover atributos de blocos
e alterar a ordem em que se solicita os valores de atributos;

27

Blocos com atributos

Gerenciamento do atributo dos blocos


• Comando BATTMAN
Pode editar as definições do atributo em blocos, remover atributos de blocos
e alterar a ordem em que se solicita os valores de atributos;

IMPORTANTE:
• Após realizadas as alterações com o comando BATTMAN, estas definições
ficam salvas apenas no desenho corrente. Ao utilizar o bloco em outros
desenhos as alterações não são visualizadas.

• Sempre que utilizar o comando BATTMAN, utilize após o comando WBLOCK


para salvar concretamente as alterações realizadas.

28

Prof. Afonso P. Santos 14


EAM441 - UFV 2017

Exercícios
• G) Configure o AutoCAD para solicitar a inserção de atributos via uma
janela e que estes sejam apresentados na forma Normal (conforme
configuração da criação do bloco);

• H) Insira o bloco “vertice.dwg” na localização (500,100) coloque a


nomenclatura “ABC-M-0001”. Após altere o atributo do bloco de modo a
alterar a nomenclatura para “ABC-V-0001” e a descrição para “virtual”;

• I) Altere o bloco “vertice.dwg” de modo que ao inseri-lo no desenho seja


solicitado a nomenclatura do vértice primeiro que a sua descrição;

29

Blocos com atributos


Sincronização de atributo
• Comando ATTSYNC

Mudar a localização da origem do bloco


• Comando BASE

Cortar parte de um bloco


• Comando XCLIP

Gerenciar a edição de um bloco


• Comando BLOCKEDITLOCK
1: bloco não é editavel;

30

Prof. Afonso P. Santos 15


EAM441 - UFV 2017

Blocos com atributos


Extração de atributos dos blocos para uma planilha Excel
• Comando EATTEXT (Menu Tools > Data Extraction)
Uma vez que os blocos com atributos tenham sido inseridos no desenho, o
comando EATTEXT possibilita a criação de relatórios de modo que se possa
conferir o que foi inserido, montar listas e inserir dados em planilhas (XLS e
CSV) e textos (TXT).

As configurações de extração de dados são


salvas em um arquivo com a extensão .DXE;

31

Blocos com atributos


• J) Crie um limite fictício de uma propriedade rural e após insira o bloco
de vértices neste limite;

32

Prof. Afonso P. Santos 16


EAM441 - UFV 2017

Blocos com atributos


• K) A partir dos blocos inserido no exercício J, extraia os atributos dos
blocos de modo a gerar uma planilha do EXCEL contendo todas as
coordenadas dos vértices da propriedade.

33

RESOLUÇÃO

34

Prof. Afonso P. Santos 17


EAM441 - UFV 2017

RESOLUÇÃO

35

RESOLUÇÃO

36

Prof. Afonso P. Santos 18


EAM441 - UFV 2017

Referências Bibliográficas

Alguns texto são retirados na íntegra de:

• BALDAM, Roquemar; COSTA, Lourenço. Autocad 2012: utilizando totalmente. 1ª edição.


Editora Érica, São Paulo,SP. 2011.

• LIMA, Claúdia Campos. Estudo Dirigido de AutoCAD 2004 Avançado. Editora Érica, São
Paulo, SP. 2004.

37

Prof. Afonso P. Santos 19


Trabalhando com Imagens
7. Raster
EAM441 - UFV 2017

07 – Trabalhando com Imagens Raster

Sumário

• Trabalhando com Imagens Raster

• Comando Align

• Exercícios

• Trabalho Prático nº 03 - Vetorização

Prof. Afonso P. Santos 1


EAM441 - UFV 2017

Trabalhando com imagens Raster

• O AutoCAD permite que você introduza no seu desenho imagens rasters


dos mais diversos formatos. Dentre os benefícios de combinar imagens
com objetos baseados em vetor no AutoCAD, estão incluídos:

– Utilização de imagens de satélites ou aéreas para auxiliar a geração de mapas.

– Possibilidades de trabalhar diretamente em tela a partir de imagens


escaneadas e fotografias digitais, não necessitando o uso de mesas
digitalizadoras.

– Utilização de imagens como plano de fundo, especialmente em projetos de


arquiteturas ou apresentações.

Imagens Raster

• (Ribbon) Aba Insert >> Painel Reference


• (Clássico) Menu Insert >> Raster Image Reference...
• (Clássico) Menu Modify >> Object >> Image

Prof. Afonso P. Santos 2


EAM441 - UFV 2017

Imagem Raster
Inserindo imagens no desenho:
• IMAGEATTACH

Gerenciamento de Imagem
• IMAGE

Cortar Imagem
• IMAGECLIP

Apagar borda da imagem


• IMAGEFRAME

Ajustar a qualidade da imagem


• Comandos: IMAGEADJUST / TRANSPARENCY / IMAGEQUALITY

Imagem Raster
Inserindo imagens no desenho:
• IMAGEATTACH

Path Type

Full Path: armazena o endereço completo da


imagem

Relative Path: endereço relativo;

No Path: somente o nome do arquivo é


armazenado. Ao recarregar o AutoCAD irá
procurar: no caminho que está o desenho
corrente; ou no caminho de procura definidos
em Options;

Prof. Afonso P. Santos 3


EAM441 - UFV 2017

Imagem Raster
Gerenciamento de imagens no desenho:
• IMAGE

Imagem Raster
Cortar Imagem
• IMAGECLIP
– On: Liga o clip
– OFF: desliga o clip
– DELETE: apaga o clip
– NEW BOUNDARY: cria um clip
(polígono ou retângulo)

Prof. Afonso P. Santos 4


EAM441 - UFV 2017

Imagem Raster

Apagar borda da imagem


• IMAGEFRAME
– 0: a moldura não é exibida
– 1: a moldura é exibida
– 2: a moldura é exibida mas não impressa.

Imagem Raster

Ajustar a qualidade da imagem


• Comando IMAGEADJUST: Controla o nível do brilho (Brightness), o contraste
(Contrast) e o desbotamento (fade) da imagem;
• Comando TRANSPARENCY: controla a transparência na imagem;
• Comando IMAGEQUALITY: controla o nível de qualidade, apresentado na tela, das
imagens. Pode ter a qualidade baixa (draft) ou qualidade alta (high);

10

Prof. Afonso P. Santos 5


EAM441 - UFV 2017

Imagem Raster
Configurando uma imagem raster

11

Comando Align
• Gira, move e altera o tamanho dos objetos para que se alinhem a outros. É um
comando extremamente útil. Seu uso, ao trabalhar com imagem raster, é
fundamental para o ajuste da imagem rasterizada sobre os demais elementos
(Georreferenciamento de imagens).
• O comando pode ser dividido em três possíveis formas de uso:
– Utilizando um par de pontos: equivale ao comando Move (sem muita aplicação prática).
– Utilizando dois pares de pontos: permite mover o objeto para o ponto desejado,
rotacioná-lo na direção desejada e ainda mudá-lo de tamanho de acordo com a
necessidade de ajuste desejada.
– Utilizando três pares de pontos: permite mover e rotacionar tridimensionalmente os
objetos de maneira rápida e fácil. O terceiro par de pontos define uma transformação
3D não ambígua dos objetos.

• ALIGN (Menu Modify > 3D Operations > Align)

12

Prof. Afonso P. Santos 6


EAM441 - UFV 2017

Exercícios

• 1). Manipulação da imagem Ikonos da UFV;


– Crie uma layer chamada “Imagem” e abra a imagem “EAM441_aula07_Ikonos_ufv”;
– Recorte da Imagem;
– Altere o brilho da imagem (Impressão);
– Transparência;

• 2). Realizar a correção geométrica na imagem (georreferenciamento);


– Utilize o comando Align;
– Praça das Quatro Pilastras (E= 721308.136 m, N= 7703322.207 m)
– Rotatória CCE (E= 721917.197 m, N= 7702480.261 m)

13

Vetorização e Digitalização
• Digitalização É o processo de transferência das informações gráficas em papel
(mapas) para a forma digital. Pode-ser feita com mesas digitalizadoras,
restituidores digitais e Scanners. A conversão do analógico para o digital pode
gerar tanto Raster quanto Vetor

• Vetorização Individualização das entidades que sofreram o processo de


escaneamento. Ou seja, é a conversão de uma imagem raster (digital) para uma
imagem vetorial (digital.)

Mesa
Digitalizadora
14

Prof. Afonso P. Santos 7


EAM441 - UFV 2017

Exercícios
• 1) Crie uma layer chamada “predios” e outra chamada “lagoas”

• 2). Vetorize algumas feições da imagem;


– Lagoa
– Construções

• 2). Obtenha informações geométricas destas feições (área, perímetro,etc.);

• 3). Insira hachuras em alguns feições;

15

Referências Bibliográficas

Alguns texto são retirados na íntegra de:

• BALDAM, Roquemar; COSTA, Lourenço. Autocad 2012: utilizando totalmente. 1ª edição.


Editora Érica, São Paulo,SP. 2011.

16

Prof. Afonso P. Santos 8


8. Plotagem
EAM441 - UFV 2017

08 – Plotagem

Sumário

• Plotagem

• Configurando a folha de impressão;

• Trabalhando com Viewports;

• Escala;

• Exercícios;

Prof. Afonso P. Santos 1


EAM441 - UFV 2017

Plotagem
• Na grande maioria das vezes, ao fazer um desenho, você na realidade o
prepara para a impressão em papel, que é a forma tradicional de
apresentação de projetos. Quando pensamos em plotar um desenho,
devemos responder às seguintes perguntas:
– Onde definir a cor e a espessura de linhas para plotar o desenho?
– Onde definir a região do desenho, escala, rotação, tamanho do papel
adequados?
– Como definir o plotter ideal?

• A organização da plotagem envolve três etapas distintas, que utilizam


funcionalidades e arquivos de armazenamento do AutoCad:
– 1- Atribuição de cor e espessura de linha (configuração de pena). Utiliza
arquivos CTB ou STB;
– 2- Definição do que plotar: Definição do layout, viewports, etc;
– 3- Configuração do dispositivo de plotagem (impressora). Utiliza arquivos PC3;
3

Plotagem
• Existem dois ambientes de trabalho no AutoCAD representados pelas abas
Model e Layout;

• O Model Space é um espaço tridimensional para realizar os desenhos, já o


Paper Space ou Layout é espaço bidimensional que cria um ambiente de
desenho baseado em uma folha de papel, onde se configura viewports
(janelas de visualização) e prepara a página para a plotagem.

• É possível criar vários layouts de plotagem para um mesmo desenho, onde


cada layout possui independência de configuração e visualização. O layout
pode ser copiado, movido, renomeado, apagados, ou também ser
aproveitados em outros desenho como templates (modelo).

Prof. Afonso P. Santos 2


EAM441 - UFV 2017

Plotagem

Configuração da folha de impressão


Comando PAGESETUP
• Acionando o comando aparecerá o quadro de diálogo apresentado a seguir, e que
contém as seguintes opções:

Page setups list: mostra a lista de todas as configurações (Page


Setup) nomeados e salvos. Pode-se escolher um deste Page Setup
para base de seu novo Page setup;

Set current: define a configuração de folha a ser corrente do


layout;

New: mostra a caixa de dialogo para ser criado uma nova


configuração de página. Após definido o nome e aberta a janela de
configuração da folha (Page Setup);

Import: permite selecionar um desenho (.dwg ou .dxf) ou um


template (.dwt), do qual se possa importar as configurações de
páginas;

Se a opção Display When Creating a New Layout estiver acionada,


sempre que for criado um novo layout, será mostrada a caixa de
6
diálogo Page Setup.

Prof. Afonso P. Santos 3


EAM441 - UFV 2017

Configuração da folha de impressão


Comando PAGESETUP
• Após criar uma nova configuração de página ou apenas modificar uma
configuração existente, aparecerá a seguinte janela:

Configuração da folha de impressão


• Page Setup: exibe o nome da configuração de página corrente;

• Printer/Plotter: Mostra e permite selecionar o tipo de ploter ou impressora que você deseja
usar.
– Name: nome do dispositivo (ploter ou impressora) que deseja usar.
– Properties: Permite visualizar e alterar propriedades. Essas informações estão
armazenadas em um arquivo de configuração de plotter (*.PC3).

• Plot Style Table (pen assignments): Define uma tabela de estilos de plotagem corrente para
atribuir ao layout de plotagem.
– Name: permite selecionar uma tabela de estilo de plotagem.
– Edit: mostra o editor de estilos, permitindo fazer alterações no estilo.
– Display Plot Styles: controla se os estilos de plotagem serão atribuídos aos objetos do
layout.

• Paper size and Paper Units: Mostra os tamanhos padrões de papel disponíveis em função do
ploter ou impressora escolhida. É apresentada a área útil de cada formato escolhido. Se
nenhum ploter estiver sido escolhido, serão apresentados todos os formatos disponíveis.
8

Prof. Afonso P. Santos 4


EAM441 - UFV 2017

Configuração da folha de impressão


• Plot Área: Especifica a área do desenho que será plotada;
– Layout: plota os limites determinados pela folha do layout;
– Extents: plota todas as entidades em toda a extensão do desenho que contenha objetos,
como se fosse um Zoom Extents;
– Display: plota a porção do desenho apresentada na tela;
– View: plota uma vista nomeada;
– Window: o usuário especifica uma área a ser plotada;

• Plot Scale: Controla a escala com que os objetos serão impressos;


– Scale: define uma escala predefinida. A opção Scale to fit encaixa a porção escolhida do
desenho na folha. Como normalmente o bloco de formato é inserido na escala 1:1 em
milímetro, será muito comum também você usar a escala 1:1
– Custom: Permite que você defina uma escala que melhor lhe convier.
– Scale Lineweights: escala a espessura de linha proporcionalmente à escala de plotagem.

Configuração da folha de impressão


• Plot Offset: determina o afastamento das bordas da folha para iniciar a plotagem. A distância
X e Y é referenciada ao canto inferior esquerdo;
– Center Plot: calcula automaticamente o valor de X e Y para centralizar seu desenho na
folha: X distância na direção X ; e Y distância na direção Y.

• Drawing Orientation: Indica como será impresso o desenho: Portrait (retrato) ou Landscape
(Paisagem). Se a opção “plot upside-down” estiver marcada, a plotagem será realizada de
cabeça para baixo (invertida).

• Shaded Viewport Options: defini o nível de qualidade na qual o desenho vai ser impresso.
Também controla a qualidade dos desenhos feitos com Shade e com Render, determinando o
nível de resolução (dpi)

10

Prof. Afonso P. Santos 5


EAM441 - UFV 2017

Configuração da folha de impressão


• Plot Options: Especifica uma série de opções para a plotagem.
– Plot object Lineweights: plota as linhas com espessuras.
– Plot Transparency: indica que as transparências aplicadas serão plotadas
– Plot with Plot Styles: plota com os estilos de plotagem adotados por objeto.
– Plot Paperspace Last: plota as entidades do Model Space antes dos objetos da Paper
Space. Isto torna as entidades do paper prioritárias em termos de visualização, ou seja,
os objetos do paper estarão sobreposto ao do model.
– Hide Paperspace Objects: apaga linhas invisíveis em objetos que estejam somente no
paper Space.

11

Exercício

1. Abra o arquivo “EAM441_aula08_planta_plotagem.dwg” disponível no PVANET;

2. Renomeie o Layout1 para Planta-A4-retrato;

3. Configure a folha de impressão de acordo com as seguintes configurações:


– Layout name: A4_retrato
– Page Setup Name: A4_retrato
– Impressora DWF6 eplot.pc3
– Plot Style Table: none
– Formato da folha: ISO Full Bleed A4 (210 x 297)
– Unidades em milimetros;
– Orientação da folha em Retrato;
– Imprimir área do layout;
– Definir escala 1:1  1mm = 1 unidade;

12

Prof. Afonso P. Santos 6


EAM441 - UFV 2017

Exercício

13

Trabalhando com Viewports


• O Viewports, no processo de montagem de um layout para plotagem,
funciona como uma janela de visualização do Model Space dentro do
Paper Space;

• É através do Viewports que conseguimos inserir o desenho, que está no


Model Space, com uma determinada escala na folha de impressão;

• Há também a possibilidade de criar


diversos Viewports em uma mesma
folha de impressão, onde cada
Viewports terá uma escala ou
alguma determinada vista sobre o
mesmo desenho presente no Model
Space;

14

Prof. Afonso P. Santos 7


EAM441 - UFV 2017

Trabalhando com Viewports


Comando: VPORTS e MVIEW
Ribbon: Aba Layout >> painel Layout Viewports
Clássico: Menu View >> Viewports

Criando Viewports:

Named Viewports (VPORTS) – abre o quadro de diálogos Viewport


com a guia Named Viewport à frente para que você possa inserir
viewports configuradas e salvas previamente.

New Viewport (VPORTS) – abre o mesmo quadro de diálogos com


a opção New Viewport à frente para que você possa escolher a
disposição das novas viewports. A mesma coisa pode ser feita por
meio das opções 1/2/3/4 viewports, que mostram opções quanto
à posição e tamanho na linha de comando.

Polygonal Viewport (MVIEW) – para você criar uma viewport de


formato irregular.

Object (MVIEW) – nesta opção você pode selecionar um objeto e


convertê-lo em viewport.

15

Trabalhando com Viewports


Opções do Comando MVIEW ou –VPORTS (configurações das viewports), quando se utiliza no
Paper Space:
• Specify corner of viewport – clicando em dois pontos, você irá definir um retângulo onde
será criado uma viewport
• ON – liga uma viewport , tornando o seu conteúdo visível;
• OFF – desliga a viewport, fazendo com que ela não mostre o conteúdo do Model Space;
• FIT – cria uma viewport na área disponível para impressão da folha;
• Shadeplot – utilizado em modelagem 3D. Controla como a viewport sofrerá o efeito de
sombras e renderização;
• Lock – trava a viewport atual, não permitindo a mudança do nível de zoom da viewports;
• Object – converte objetos, como círculos, polylines, regiões elipses e splines, em
viewports;
• Polygonal – cria viewport de formato irregular por meio de pontos definidos na tela;
• Restore – cria uma configuração de viewports em Paper Space, semelhante a uma
configuração de viewports definida no Model Space pelo comando Vports;
• 2/3/4 – divide uma área retangular definida pelo usuário em 2, 3 ou 4 viewports. O
retângulo e a sua localização são definidos por dois pontos ou pela opção Fit; 16

Prof. Afonso P. Santos 8


EAM441 - UFV 2017

Trabalhando com Viewports

Ribbon: Aba Layouts >> painel Layout Viewports


Clássico: Menu View >> Viewports

Rectangular / Polygonal / Object (-VPORTS) – Cria um viewports


Retangular. Há também opções de criar um viewports poligonal ou
a partir de um objeto; Funciona apenas no layout;

NAMED – abre um quadro de dialógo com viewports pré-


configuradas;

CLIP (VCLIP ) –Reassocia um viewport a partir dos limites de um


objeto. Se a intenção é recortar o limite do viewport que faz
interseção com algum objeto deve-se utilizar o comando CLIP

LOCK – Trava ou destrava a visualização dos objetos no viewport;


Ao travar, os comandos de zoom ficam desbilitados no viewport.

17

Trabalhando com Viewports

18

Prof. Afonso P. Santos 9


EAM441 - UFV 2017

Trabalhando com Viewports


• Comando VPROTATEASSOC: controla como o desenho irá se comportar ao
rotacionar um viewport.
– Valor 0: a vista não sofre a rotação que o limite da viewport sofreu;
– Valor 1: a vista é rotacionada junta com a viewport;

19

Trabalhando com Viewports


• Ferramentas de manipulação do Viewport

Ribbon: Aba Express Tools >> painel Layout

ALIGNSPACE – alinha um viewport (rotacionando, transladando e


escalando) em relação a um objeto no paperspace;

SYNCHRONIZE VIEWPORTS (VPSYNC) – sincroniza dois viewports

MERGE LAYOUTS – realiza a junção entre as abas dos layouts

LIST VIEWPORT SCALE (VPSCALE) – retorna a escala do viewport;

20

Prof. Afonso P. Santos 10


EAM441 - UFV 2017

Trabalhando com Viewports


• Comando VPSCALE: Retorna a escala do desenho na viewport selecionada;
– Tome cuidado ao interpretar a escala obtida como resposta do comando VPSCALE!!! Veja
como está as unidades do model e do layout.

21

Trabalhando com Viewports


Observações:
• 1) As viewports podem mostrar o mesmo desenho que está no Model Space em
diferentes tamanhos. Além disso, elas podem se sobrepor umas às outras sem afetar
o desenho que está em Model Space.
• 2) Quando se está no Paper Space, pode-se visualizar o desenho que está em Model
Space, mas não se pode selecioná-lo para edição. É como se houvesse uma placa de
vidro sobre o desenho. Porém através do comando PSPACE e MSPACE (na barra de
status) pode-se ir para o Model Space e manipular o desenho através das viewports.

• 3) Cada viewport pode congelar/descongelar layers independentes, assim, um


determinado layer pode estar ligado em uma viewport e desligado em outro. Para
utilizar este recurso, abra a lista de layers na barra de ferramentas de propriedades e
clique no ícone “Active viewport freeze” dos layers que você deseja congelar.

22

Prof. Afonso P. Santos 11


EAM441 - UFV 2017

Exercícios
• Crie diferentes viewports no Model Space e no Paper Space conforme solicitado pelo
professor

1. Inserir Viewport retangular, poligonal,


por objeto e dois viewports adjacente
no Layout;

2. Inserir 4 viewports no model;

3. Congelar layer diferentes nos vários


viewports do layout;

4. Travar o nível de zoom de alguns


viewports do layout;

5. Rotacionar Viewports

6. Interpretar qual a escala dos viewports

23

Escalas

• Ao trabalhar com layouts um dos principais


objetivos é escalar o desenho de modo que
caiba em algum formato de folha padrão
(A4,A3,A2,A1,A0).
• As escalas devem de preferência ter
denominador múltiplo de: 1, 2, 2.5, 5, 7.5, 10.
• Os formatos recomendados são:
– A0 (1189x841),
– A1 (841x594),
– A2 (594x420),
– A3 (420x297) e
– A4 (297x210).

24

Prof. Afonso P. Santos 12


EAM441 - UFV 2017

Escalas
• Um fato importante que deve ser lembrado é em relação às unidades utilizadas no
desenho. Para desenhos topográficos é padrão utilizar as unidades do desenho (Model
space) em metros e o layout (paper space) em milímetros, portanto, deve-se ter um
cuidado maior neste momento.
• Será abordado duas maneiras de se escalar um desenho no Viewport: Através do
comando de Zoom (xp) ou pela barra de ferramentas Viewport.
– Zoom (xp): ative a viewport (duplo clique), e digite o comando: ZOOM > SCALE. Em
seguida será requisitado o fator de escala. Ex: 1XP
– Barra Viewport: ative a barra de ferramenta do viewport (tools > toolbars > Acad >
Viewport).

25

Escalas
• Fórmula geral para obtenção do fator de escala a ser aplicado no zoom ao viweport:

Fator zoom = escala x fator conversão

Fator conversão: é o fator de conversão das


unidades do desenho (model) para as unidades do
papel (layout)

Exemplo:
Model = metros;
Layout = milímetros;
Escala = 1/3000
Fator zoom = ???

Resolução:
Fator zoom = (1/3.000) x (1000)
Fator zoom = 1/3xp = 0.33333xp
26

Prof. Afonso P. Santos 13


EAM441 - UFV 2017

Escalas
• A tabela ao lado mostra os valores referentes aos fatores de escalas para utilizar tanto
no comando Zoom (xp) quanto na barra do viewport

27

Observações
• Drives PDF  Impressora do autocad “DWG to PDF.pc3”

• Cuidado ao Imprimir PDF!


– Ao imprimir uma planta que está no formato PDF, lembre-se de configurar a
impressora para que não ajuste o desenho às dimensões dos formato da folha da
impressora. Se isto não for configurado, provavelmente, sua impressão irá sair com
uma escala diferente, já que o desenho será redimensionado para caber na área
imprimível da folha da impressora.

• Confira sempre as escalas do viewport antes da impressão crie uma linha no


paperspace entre dois pontos que se conheça a distância no model e, confira o
comprimento desta linha.

• Lembrar de realizar uma conferência Geral, especialmente na escala da


planta, após a plotagem!

28

Prof. Afonso P. Santos 14


EAM441 - UFV 2017

Exercício
• Delete todas as viewports do Layout1 e faça uma folha
A4 com margens  retângulo (210x297)  offset nas
margens (25 na esquerda e 7 nas demais);

• Crie um espaço para legenda e quadro de informações


 retângulo (178x70);

• Crie uma viewport na área livre do folha;

• Insira uma escala de 1/3.000 no desenho;

• Confira a escala;

• Neste mesmo Layout insira um viewport detalhando


alguma região da área mapeada;

29

Exercício
• No Layout2: configure a folha em A3; configure uma viewport poligonal conforme
mostrado abaixo e; coloque o desenho na escala de 1/2.000.

30

Prof. Afonso P. Santos 15


EAM441 - UFV 2017

Referências Bibliográficas

Alguns texto são retirados na íntegra de:

• BALDAM, Roquemar; COSTA, Lourenço. Autocad 2012: utilizando totalmente. 1ª edição.


Editora Érica, São Paulo,SP. 2011.

31

Prof. Afonso P. Santos 16


Normas Técnicas para
9. Construção de Plantas
Topográficas
EAM441 - UFV 2017

09 – Normas Técnicas

Sumário

• Normas Técnicas

• Normas da ABNT para Desenho Técnico

• Normas Cartografia COCAR (Decreto-lei 89.817)

• Normas Topografia (NBR 13.133)

• Normas Georreferenciamento INCRA

• Erros Cometidos na Construção de Plantas Topográficas

Prof. Afonso P. Santos 1


EAM441 - UFV 2017

Normas Técnicas
• Para transformar o Desenho Técnico em uma linguagem gráfica foi necessário
padronizar seus procedimentos de representação gráfica. Essa padronização é feita
através de normas técnicas que são seguidas e respeitadas internacionalmente.

• As normas técnicas são resultantes do esforço cooperativo dos interessados em


estabelecer códigos técnicos que regulem relações entre produtores e
consumidores, engenheiros, empreiteiros e clientes. Cada país elabora suas
normas técnicas e estas são acatadas em todo o seu território por todos os que
estão ligados, direta ou indiretamente, a este determinado setor.

• No Brasil as normas são aprovadas e editadas pela Associação Brasileira de


Normas Técnicas – ABNT, fundada em 1940.

Normas Técnicas
• Para favorecer o desenvolvimento da padronização internacional e facilitar o
intercâmbio de produtos e serviços entre as nações, os órgãos responsáveis pela
normalização em cada país, reunidos em Londres, criaram em 1947 a Organização
Internacional de Normalização (International Organization for Standardization –
ISO).

• Quando uma norma técnica proposta por qualquer país membro, é aprovada por
todos os países que compõem a ISO, essa norma é organizada e editada como
norma internacional.

• As normas técnicas que regulam o Desenho Técnico são normas editadas pela
ABNT, registradas pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e
Qualidade Industrial) como normas brasileiras - NBR e estão em consonância com
as normas internacionais aprovadas pela ISO.

Prof. Afonso P. Santos 2


EAM441 - UFV 2017

Normas ABNT para Desenho Técnico


• NBR 10647 – DESENHO TÉCNICO, cujo objetivo é definir os termos empregados
em desenho técnico.

• NBR 10068 – FOLHA DE DESENHO LEIAUTE E DIMENSÕES, cujo objetivo é


padronizar as dimensões das folhas utilizadas na execução de desenhos técnicos e
definir seu layout com suas respectivas margens e legenda.

• NBR 10582 – APRESENTAÇÃO DA FOLHA PARA DESENHO TÉCNICO, que normaliza


a distribuição do espaço da folha de desenho, definido a área para texto, o espaço
para desenho etc.. Como regra geral deve-se organizar os desenhos distribuídos na
folha, de modo a ocupar toda a área, e organizar os textos acima da legenda junto
à margem direita, ou à esquerda da legenda logo acima da margem inferior.

• NBR 13142 – DESENHO TÉCNICO – DOBRAMENTO DE CÓPIAS, que fixa a forma de


dobramento de todos os formatos de folhas de desenho, que para facilitar a
fixação em pastas são dobrados até as dimensões do Formato A4.

Normas ABNT para Desenho Técnico


• NBR 8402 – execução de caracteres para escrita em desenhos técnicos
• NBR 8403 – aplicação de linhas em desenhos – tipos de linhas – larguras das linhas
• NBR 8196 – desenho técnico – emprego de escalas
• NBR10067 – princípios gerais de representação em desenho técnico
• NBR 12298 – representação de área de corte por meio de hachuras em desenho
técnico
• NBR10126 – cotagem em desenho técnico
• NBR8404 – indicação do estado de superfície em desenhos técnicos
• NBR 6158 – sistema de tolerâncias e ajustes
• NBR 8993 – representação convencional de partes roscadas em desenho técnico
• NBR 6492 – Representação de Projetos de Arquitetura

Prof. Afonso P. Santos 3


EAM441 - UFV 2017

Terminologia (NBR 10647)


(1) Quanto ao aspecto geométrico:
• Desenho Projetivo – Desenho resultante de projeções do objeto sobre um ou mais planos que
fazem coincidir com o próprio desenho, compreendendo:
– Vistas ortográficas: figuras resultantes de projeções ortogonais, sobre planos
convenientemente escolhidos, de modo a representar, com exatidão, a forma do mesmo com
seus detalhes.
– Perspectivas: figuras resultantes de projeção isométrica ou cônica, sobre um único plano, com
a finalidade de permitir uma percepção mais fácil da forma do objeto.

• Desenho Não Projetivo – Desenhos não subordinados à correspondência, por meio de projeção,
entre as figuras que constituem e o que é por ele representado, compreendendo uma variedade de
representações gráficas, tais como:
– Diagramas: desenhos nos quais valores funcionais são representados em um sistema de
coordenadas.
– Esquema: figura que representa não a forma dos objetos, mas as suas relações e funções.
– Fluxogramas: representação gráfica de uma seqüência de operações.
– Organograma: quadro geométrico que representa os níveis hierárquicos de uma organização,
ou de um serviço, e que indica os arranjos e as inter-relações de suas unidades constitutivas.
7

Terminologia (NBR 10647)


(2) Quanto ao grau de elaboração:

• Esboço: representação gráfica aplicada habitualmente aos estágios iniciais de


elaboração de um projeto, podendo, entretanto, servir ainda à representação de
elementos existentes ou à execução de obras.

• Desenho preliminar: representação gráfica empregada nos estágios intermediários da


elaboração do projeto, sujeita ainda a alterações e que corresponde ao anteprojeto.

• Croqui: desenho não obrigatoriamente em escala, confeccionado normalmente à mão


livre e contendo todas as informações necessárias à sua finalidade.

• Desenho definitivo: desenho integrante da solução final do projeto, contendo os


elementos necessários à sua compreensão.

Prof. Afonso P. Santos 4


EAM441 - UFV 2017

Folhas para desenho (NBR 10068) (DIN 476)

• O formato básico para desenhos técnicos é o retângulo de área igual a 1 m² e de lados


medindo 841 mm x 1189 mm (formato A0), isto é, guardando entre si a mesma relação
que existe entre o lado de um quadrado e sua diagonal

Folhas para desenho (NBR 10068) (DIN 476)

• A legenda deve estar no canto inferior direito da folha.


• A legenda deve ter 178 mm de comprimento, nos formatos A4, A3 e A2, e 175 mm
nos formatos A1 e A0.

• Margens são limitadas pelo contorno externo da folha e quadro. O quadro limita o
espaço para o desenho

10

Prof. Afonso P. Santos 5


EAM441 - UFV 2017

Folhas para desenho (NBR 10068) (DIN 476)

Marca de centro

Sistema de referência por malhas

11
Marcas de corte

Apresentação da Folha (NBR 10582)


Espaço para desenho:
• Os desenhos são dispostos na ordem horizontal ou vertical.
• O desenho principal é colocado acima e à esquerda, na área para desenho.
• Os desenhos são executados, se possível, levando em consideração o dobramento
das cópias do padrão de desenho, conforme formato A4.

Legenda:
• Usada para informação, indicação e identificação do desenho, a saber: designação da
firma, projetista, local, data, assinatura, conteúdo do desenho, escala, número do
desenho, projeção, logotipo da firma, unidade empregada, escala, etc.

12

Prof. Afonso P. Santos 6


EAM441 - UFV 2017

Apresentação da Folha (NBR 10582)


Espaço para texto:
• Todas as informações necessárias ao entendimento do conteúdo do espaço para
desenho são colocadas no espaço para texto.
• O espaço para texto é colocado à direita ou na margem inferior do padrão de
desenho. Quando o espaço para texto é colocado na margem inferior, a altura varia
conforme a natureza do serviço.
• A largura do espaço de texto é igual a da legenda ou no mínimo 100 mm.
• O espaço para texto é separado em colunas com larguras apropriadas de forma que
possível, leve em consideração o dobramento da cópia do padrão de desenho,
conforme padrão A4.
• As seguintes informações devem conter no espaço para texto: explanação ou
convenções (identificação dos símbolos empregados no desenho), instrução
(informações necessárias à execução do desenho), referência a outros desenhos ou
documentos que se façam necessários, tábua de revisão (histórico da elaboração do
desenho com identificação/assinatura do responsável pela revisão, data, etc) Planta de
situação (indicação do Norte).

13

Apresentação da Folha (NBR 10582)

Planta Situação

14

Prof. Afonso P. Santos 7


EAM441 - UFV 2017

Dobramento da Folha (NBR 13142)


• O formato final do dobramento de cópias de desenhos formatos A0, A1, A2 e A3
deve ser o formato A4. Para formatos maiores que o A0 (formatos especiais), o
dobramento deve ser tal que esteja no formato A4.

• As cópias devem ser dobradas de modo a deixar visível a legenda.

• Quando as cópias de formato A0, A1 e A2 tiverem de ser perfuradas para


arquivamento, deve ser dobrado para trás o canto superior esquerdo, conforme as
figuras a seguir.

15

Dobramento da Folha (NBR 13142)

16

Prof. Afonso P. Santos 8


EAM441 - UFV 2017

Dobramento da Folha (NBR 13142)

17

Dobramento da Folha (NBR 13142)

18

Prof. Afonso P. Santos 9


EAM441 - UFV 2017

Dobramento da Folha (NBR 13142)

19

Escalas (NBR 8196)


• A designação de uma escala deve consistir na palavra ESCALA ou ESC, seguida da
indicação da relação:
– ESCALA 1:1 para escala natural
– ESCALA X:1 para escala de ampliação (X > 1)
– ESCALA 1:X para escala de redução (X > 1)

20

Prof. Afonso P. Santos 10


EAM441 - UFV 2017

Tipos de Linhas (NBR 8403)

• A relação entre as larguras de linhas larga e estreita não deve ser inferior a 2.

• A largura das linhas deve ser escolhida conforme o tipo, dimensão, escala e densidade,
de acordo com o seguinte escalonamento (em mm): 0.13, 0.18, 0.25, 0.35, 0.50, 0.70,
1.00, 1.40 e 2.00. As larguras 0.13 e 0.18 mm são utilizadas apenas para originais em
que a reprodução se faz em escala natural, não sendo recomendadas para reproduções
com redução.

• O espaçamento mínimo entre linhas paralelas (inclusive hachuras) não deve ser menor
que 2 vezes a largura da linha mais larga, no entanto recomenda-se que não seja
inferior a 0,70 mm.

• Para diferentes vistas de uma peça, desenhadas na mesma escala, as larguras das
linhas devem ser conservadas.

21

Tipos de Linhas (NBR 8403)


• Larguras de Linhas de acordo com as cores:
– 0,13 mm – lilás;
– 0,18 mm – vermelha;
– 0,25 mm – branca;
– 0,35 mm – amarela;
– 0,50 mm – marron;
– 0,70 mm – azul;
– 1,00 mm – laranja;
– 1,40 mm – verde;
– 2,00 mm – cinza;

22

Prof. Afonso P. Santos 11


EAM441 - UFV 2017

Tipos de Linhas (NBR 8403)

23

Tipos de Linhas (NBR 8403)

24

Prof. Afonso P. Santos 12


EAM441 - UFV 2017

Norma Cartografia (COCAR)

• O decreto-lei nº 89.817 de 20 de junho de 1984, estabelece as Instruções


Reguladoras das Normas Técnicas da Cartografia Nacional.

• Art 2º - As Instruções Reguladoras das Normas Técnicas da Cartografia Nacional se


destinam a estabelecer procedimentos e padrões a serem obedecidos na
elaboração e apresentação de normas da Cartografia Nacional, bem como padrões
mínimos a serem adotados no desenvolvimento das atividades cartográficas.

• Art 7º - As cartas em escalas superiores a 1/25.000 terão articulação, formato e


sistema de projeção regulados por norma própria, nos termos do art. 15 do DL
243/67.
Único - Tratando-se de grandes áreas ou extensas regiões, as cartas de que trata o
presente artigo terão tratamento sistemático, observadas as normas a respeito.

25

Norma Cartografia (COCAR)

• Classificação de uma Carta quanto à Exatidão

Tabela 1 – Valores do PEC e do EP de acordo com o Decreto-Lei nº. 89.817 / 1984.

Planimetria Altimetria
Classe
PEC EP PEC EP
A 0.5 mm. escala 0.3 mm. escala 1/2 da eqüidistância 1/3 da eqüidistância
B 0.8 mm. escala 0.5 mm. escala 3/5 da eqüidistância 2/5 da eqüidistância
C 1.0 mm. escala 0.6 mm. escala 3/4 da eqüidistância 1/2 da eqüidistância

26

Prof. Afonso P. Santos 13


EAM441 - UFV 2017

Norma Cartografia (COCAR)


ELEMENTOS OBRIGATÓRIOS DE UMA CARTA
• Art 12 - A folha de uma carta deve ser identificada pelo Índice de Nomenclatura e número do
mapa índice da série respectiva, bem como por um título correspondente ao topônimo
representativo do acidente geográfico mais importante da área.
• Art 13 - Cada carta deve apresentar, no rodapé ou campos marginais, uma legenda com
símbolos e convenções cartográficas, de acordo com a norma respectiva.
§ Único - O rodapé e campos marginais devem conter as informações prescritas nas normas
relativas à carta em questão, apresentando, no mínimo, os elementos prescritos nestas
Instruções.
• Art 14 - A escala numérica, bem como a escala gráfica da carta, devem ser apresentadas
sempre, acompanhadas de indicação da equidistância entre as curvas-de-nível e escala de
declividade, de acordo com a norma respectiva.
• Art 15 - Os referenciais planimétrico e altimétrico do sistema de projeção utilizado devem ser
citados, bem como as suas constantes, a convergência meridiana, a declinação magnética
para o ano de edição e sua variação anual, de acordo com a norma respectiva.

27

Norma Cartografia (COCAR)


ELEMENTOS OBRIGATÓRIOS DE UMA CARTA

• Art 16 - O relevo deve ser apresentado por curvas-de-nível, ou hachuras, ou pontos-


cotados, ou em curvas-de-nível com pontos-cotados, segundo as normas relativas à
carta em questão, admitindo-se, quando for o caso, o relevo sombreado como
elemento subsidiário.

• Art 17- A quadriculação quilométrica ou sexagesimal, ou ambas, devem ser usadas, com
apresentação das coordenadas geodésicas dos quatro cantos da folha, de acordo com a
norma respectiva.

• Art 18 - O esquema de articulação das folhas adjacentes, bem como um diagrama da


situação da folha no Estado, na região ou no país, devem ser usados conforme a escala
e de acordo com a norma respectiva.

28

Prof. Afonso P. Santos 14


EAM441 - UFV 2017

Norma Cartografia (COCAR)


ELEMENTOS OBRIGATÓRIOS DE UMA CARTA

• Art 19 - É obrigatória a citação do ano de edição, bem como das datas de tomada de
fotografias, trabalhos de campo e restituição, ou compilação, citando-se os órgãos executores
das diversas fases. § Único - Nas cartas produzidas por compilação é obrigatória a citação da
fonte e do órgão produtor dos documentos de natureza cartográfica, utilizados em sua
elaboração.

• Art 20 - Nas unidades de medida, deve ser adotado o Sistema Internacional de Unidades - SI,
nos termos da Legislação Metrológica Brasileira. § Único - Em casos especiais e para atender
compromissos internacionais, admite-se o uso de unidades de medida estrangeiras, devendo
constar, neste caso, a unidade usada, em lugar bem visível e destacado na carta.

• Art. 21. Os referenciais planimétrico e altimétrico para a Cartografia Brasileira são aqueles
que definem o Sistema Geodésico Brasileiro - SGB, conforme estabelecido pela Fundação
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, em suas especificações e normas.
(Redação dada pelo Decreto nº 5.334, de 2005)

29

Norma Topografia (NBR 13.133)


• 5.23.1 A quadriculação da base deve ser realizada com a utilização de coordenatógrafos de
boa qualidade ou mesa de desenho automático (plotter) em quadrículas de 10 cm de lado.

• 5.23.2 Os processos e instrumentos utilizados na elaboração do original topográfico devem


estar de acordo com a escala adotada e não devem conduzir erros de graficismo que
prejudiquem a exatidão conseguida nas operações de campo.

• 5.23.8 As curvas-mestras, espaçadas de cinco em cinco curvas, devem ser reforçadas e


cotadas. No caso de haver poucas curvas-mestras, as intermediárias também devem ser
cotadas.

• 5.24 O desenho topográfico final do levantamento topográfico deve ser obtido por copiagem
do original topográfico, de forma permanente sobre base dimensionalmente estável, e deve
utilizar as convenções topográficas adotadas nesta Norma (ver Anexo B).

30

Prof. Afonso P. Santos 15


EAM441 - UFV 2017

Norma Topografia (NBR 13.133)


• 5.24.1 As plantas devem ser apresentadas em formatos definidos pela NBR 10068,
adequadas à finalidade do levantamento topográfico pelas suas áreas úteis, com
representação de quadrículas de 10 cm de lado, trazendo nas bordas da folha as coordenadas
planorretangulares de identificação da linha que representam, comportando, ainda, moldura,
convenções e identificadores segundo modelo definido pela destinação do levantamento;

• 5.24.2 A toponímia, os números e outras referências devem ser desenhados de acordo com a
NBR 6492;

• 5.24.3 Os vértices das poligonais do apoio topográfico e as referências de nível devem estar
lançadas nas plantas, sendo estas com as suas altitudes ou cotas assinaladas conforme 5.22.2
e os vértices locados por suas coordenadas conforme 5.22.1.3.

• 5.24.4 No desenho final também devem ser registradas as origens planimétrica e altimétrica,
bem como a finalidade do levantamento.

31

Norma Topografia (NBR 13.133)

32

Prof. Afonso P. Santos 16


EAM441 - UFV 2017

33

Norma INCRA (lei 10.267)

• Na atual norma do INCRA (3ª edição) para georreferenciamento de


imóveis rurais, não se exige a entrega de uma planta do imóvel. Todo o
processo é feito online, bastando a entrada, pelo profissional credenciado,
dos dados definidores do limite do imóvel e, em seguida, a planta é
gerada automaticamente.

• A seguir será visto as exigências para a planta na 2ª edição da norma do


INCRA. Como já dito, esta norma já foi atualizada, mas com o intuito de
auxiliar as nossas construções de desenhos topográficos será comentada
tal norma.

34

Prof. Afonso P. Santos 17


EAM441 - UFV 2017

Norma INCRA (lei 10.267)

• A Planta objetiva proporcionar uma visão detalhada do imóvel rural,


através de seus limites, forma e confrontações. Destina-se a, juntamente
com o Memorial Descritivo, possibilitar as decorrentes alterações no
Registro Imobiliário, no Sistema Nacional de Cadastro Rural - SNCR e no
Cadastro Nacional de Imóveis Rurais – CNIR, esses dois últimos
gerenciados pelo INCRA.

• A escala da Planta Individual será compatível e proporcionalmente


adequada ao formato da folha padrão.

35

Norma INCRA (lei 10.267)


• O credenciado devera elaborar uma planta contemplando ainda os seguintes itens:
– 1- Apresentação gráfica da planta, conforme modele padrão (ANEXOS IX, X e XI);

– 2- Formatos da serie A recomendados pela ABNT, em tamanho A3 ou superior;

– 3- Área expressa ao centiare;

– 4- Perímetro expresso em metros com duas casas decimais;

– 5- Meridiano Central (MC) e Sistema Geodésico de Referencia;

– 6- Identificação de todos os confrontantes (nomes dos imóveis, estradas, rios, dentre


outros) com respectivo numero de matricula e código do imóvel;

– 7- Nome do proprietario, nu-proprietario/usufrutuario;

– 8- Numero(s) da(s) Matricula(s)/Transcrição(6es) atribuído(s) pelo Cartório de Registro


de Imóveis;

36

Prof. Afonso P. Santos 18


EAM441 - UFV 2017

Norma INCRA (lei 10.267)


• O credenciado devera elaborar uma planta contemplando ainda os seguintes itens:
– 9- Código do imóvel atribuído pelo INCRA;

– 10- Município e Estado;

– 11- Comarca e Cartório de Registro de Imóveis;

– 12-Dados do Responsável Técnico (nome, c6digo do INCRA e CREA);

– 13-Numero da ART principal;

– 14- Data do Levantamento;

– 15- Assinatura do Responsável Técnico;

– 16- Espago para o carimbo de Certificação da planta, emitido pelo INCRA (o espaço
reservado ao carimbo deverá ficar em branco).

37

Norma INCRA (lei 10.267)


• A planta deverá ser entregue em meio digital e uma única via impressa, esta
última, deverá estar devidamente assinada pelo proprietário ou seu representante
legal e pelo profissional credenciado, responsável técnico pelos trabalhos, a qual
será devolvida ao interessado no ato da certificação.

• Caso o proprietário queira unificar as matrículas, deverá ser elaborada planta


demonstrando a situação proposta e no espaço destinado aos números de
matrícula, os mesmos deverão ser precedidos do texto "Origem nas matrículas ... ':
Nos casos de desmembramento, o procedimento será o mesmo, e o espaço
destinado ao código do imóvel devera ficar em branco, já que implicará em
inclusão cadastral e será posteriormente preenchido pelo INCRA.

• A representação das áreas de preservação permanente e de reserva legal não é


objeto de analise no processo de certificação, portanto não devem constar na
planta.

38

Prof. Afonso P. Santos 19


EAM441 - UFV 2017

Norma INCRA (lei 10.267)


• O formato da planta digital deverá ser o formato DXF, versão 14, contendo as
seguintes camadas, cor e espessura de linhas:

39

Norma INCRA (lei 10.267)


• O formato da planta digital deverá ser o formato DXF, versão 14, contendo as
seguintes camadas, cor e espessura de linhas:

40

Prof. Afonso P. Santos 20


EAM441 - UFV 2017

41

42

Prof. Afonso P. Santos 21


EAM441 - UFV 2017

43

44

Prof. Afonso P. Santos 22


EAM441 - UFV 2017

Exemplo de Planta Topográfica

45

Exemplo de Planta Topográfica

46

Prof. Afonso P. Santos 23


EAM441 - UFV 2017

Exemplo de Planta Topográfica

47

Exemplo de Planta Topográfica

48

Prof. Afonso P. Santos 24


EAM441 - UFV 2017

Exemplo de Planta Topográfica

49

Erros Cometidos na Construção de


Plantas Topográficas
• ESCALA DO DESENHO
– A maioria dos erros de escala foram na impressão de arquivos PDF, na qual ocorre redução ou
ampliação do desenho para que este se encaixe na área imprimível da impressora. Sempre ao plotar,
deixe a escala de impressão em 100%.
– Ao plotar sua planta, leve um escalímetro e confira sempre a escala antes de entregar o produto ao
seu cliente;

• Margem da Folha
– Erro no tamanho e na espessura;

• Canevá ou Grid de Coordenadas


– Espaçamento Inadequado. De acordo com a norma NBR-13.133, as linhas do canevá deve ter
espaçamento de 10cm na planta;
– Canevá preenchendo apenas uma área do desenho. O canevá deverá abranger toda área útil do
desenho;
– Texto das coordenadas das linhas do canevá. Coordenadas das linhas do canevá deve ser precedido
pelo símbolo do eixo de coordenadas em questão. Ex.: E=191000, N=7735000; ou X=1000, Y=1200;
– Coordenadas erradas no Canevá;

50

Prof. Afonso P. Santos 25


EAM441 - UFV 2017

Erros Cometidos na Construção de


Plantas Topográficas
• Convenções e Simbologias
– Erro ao utilizar simbologias com cores similares (Ex. Curva de Nível na cor vermelho escuro e Estradas
na cor vermelho);
– Algumas feições do desenho que não tem indicação nas convenções topográficas;
– Simbologias de algumas feições quase invisível no desenho (Ex.: Postes);
– Tamanhos da simbologia no desenho totalmente desproporcional ao tamanho da simbologia nas
convenções topográficas. Os tamanhos das simbologias devem ser similares no desenho e nas
convenções, para um maior discernimento do usuário da planta topográfica;
– Simbologias para uma mesma temática com tamanhos diferentes (Ex. Confrontações);

• Textos
– Lembre-se que uma planta topográfica não é um pôster de apresentação, o usuário irá visualizar a
planta a no máximo 0,5m de distância. Evite tamanhos exagerados para os textos!
– Tamanho de texto desproporcional. Padronizar tamanhos de texto que informam um determinado
tema (Ex.: Textos de Confrontantes);

51

Erros Cometidos na Construção de


Plantas Topográficas
• Norte
– Tamanho exagerado do Norte.
– Indicar qual tipo de Norte é utilizado na planta topográfica: Magnético, Geográfico ou Verdadeiro, ou
de Quadricula. Se for Norte Magnético não se esqueça de indicar a data do levantamento, declinação
magnética e variação anual. Se for Norte de Quadrícula deverá informar a data do levantamento,
declinação magnética e variação anual, convergência meridiana.

52

Prof. Afonso P. Santos 26


EAM441 - UFV 2017

Erros Cometidos na Construção de


Plantas Topográficas
• Área do Imóvel
– Falta de indicação da área do imóvel. Lembre-se que um dos principais serviços do Engenheiro
Agrimensor e Cartógrafo é o levantamento de propriedades urbanas e rurais com o objetivo de
descrever os limites e mensurar a área do mesmo.
– Erro na área do imóvel. Em CAD nunca obtenha a área de um polígono com o comando
measure/area, neste comando deve-se clicar em cada vértice do polígono o que pode causar
grandes erros. Para medir a área de um imóvel, gere uma polilinha ou um polígono (use o comando
bo) para o limite do imóvel, após entre na propriedades deste objeto (ctrl+1) e obtenha o valor da
área.

• Memorial Descritivo
– Erro em distâncias e azimutes de alinhamentos, assim o perímetro do imóvel ficou errado;
– Coordenadas erradas do ponto de partida do Memorial Descritivo;
– Nomes de confrontantes errados;
– Falta de Informações Cartográficas e do sistema de referência utilizado;
– Todo cuidado é necessário para elaboração de um memorial descritivo, já que este é a descrição
analítica do imóvel!

53

Referências bibliográficas

• Normas para desenho técnico – Prof. Carlos Antonio Vieira – Disciplina Desenho II, 2003;

• Notas de aula da disciplina “Desenho D”, Prof. Marcelo B. Mansur Departamento de


Engenharia Metalúrgica e de Materiais da UFMG;

• Normas da ABNT e INCRA citadas neste documento;

54

Prof. Afonso P. Santos 27


10. Padronização de Arquivos
EAM441 - UFV 2017

10 – Padronização de Arquivos

Sumário

• Padronização de arquivos – TEMPLATE

Prof. Afonso P. Santos 1


EAM441 - UFV 2017

Padronização de arquivos

• O Template, ou arquivo-padrão (com extensão DWT), é uma ferramenta


que fornece um grande de produtividade ao usuário do AutoCAD.

• O Template tem o objetivo de padronizar o desenho, ou seja, utilizar as


mesmas características de desenho em todos os projetos. Isso significa
sempre utilizar os mesmos layers, estilos de textos, pontos, linhas,
dimensionamentos, cores, espessuras, etc.

• Todas estas características não precisam ser criadas a cada novo desenho.
Cada vez que abrir um desenho, inicie com esse Template e o desenho
será aberto com todas as características já configuradas.

Padronização de arquivos

• Sugestão de passos para criação de um template:


1. Salve o arquivo DWG vazio em uma pasta de trabalho;
2. Configure as unidades e estilo do desenho (pontos, textos, etc.);
3. Crie e configure as layers. Faça um backup das layers criando um
arquivo de listagem de layers;
4. Crie e configure os layouts;
5. Salve o arquivo DWG;
6. Crie o arquivo template .DWT;
7. Configure o AutoCAD para sempre abrir o arquivo template ao se
iniciar ou criar um arquivo novo;

Prof. Afonso P. Santos 2


EAM441 - UFV 2017

Exercício
• Crie um arquivo DWG com as principais configurações utilizadas no
Desenho Topográfico, chamado EAM441.2014.dwg. Salve na sua pasta de
trabalho;
– Configure as unidades do desenho;
– Configure dois estilo de texto:
• Nome: DESTAQUE, Fonte: ARIAL, Tipo: ANNOTATION, Altura: 3,5mm;
• Nome: NORMAL, Fonte: ARIAL, Tipo: ANNOTATION, Altura: 2,0mm;
• Nome: PEQUENO, Fonte: ARIAL, Tipo: ANNOTATION, Altura: 1,25mm;
– Configure o estilo de pontos;
– Configure o estilo de dimensionamento;
– Salve a edição;

Exercício
• Crie um arquivo DWG com as principais configurações utilizadas no
Desenho Topográfico, chamado EAM441.2014.dwg. Salve na sua pasta de
trabalho;
– Crie as seguintes layers com suas configurações:

Prof. Afonso P. Santos 3


EAM441 - UFV 2017

Exercício
• Crie um arquivo DWG com as principais configurações utilizadas no
Desenho Topográfico, chamado EAM441.2014.dwg. Salve na sua pasta de
trabalho;
– Crie as seguintes layers com suas configurações:

Exercício
• Crie um arquivo DWG com as principais configurações utilizadas no
Desenho Topográfico, chamado EAM441.2014.dwg. Salve na sua pasta de
trabalho;
– Crie layout nos formatos A3, A2, A1 e A0. Orientação Paisagem. Marcação de dobra...;
– Configurações conforme normas da aula 09 e orientações do professor;

Prof. Afonso P. Santos 4


EAM441 - UFV 2017

Exercício

Padronização de arquivos
• Após realizada todas as configurações no arquivo dwg, gera-se o template;
• Para criar um template basta salvar o desenho no AutoCAD com a
extensão .DWT (AutoCAD Drawing Template);
– Clique no botão do menu principal do AutoCAD (A) e em seguida clique em
Save as;
– Na tela seguinte, altere a extensão do arquivo a ser salvo para .DWT;
– Automaticamente o caminho a ser salvo irá alterar para a pasta padrão de
TEMPLATE, que fica armazenada dentro da pasta onde o AutoCAD está salvo
no computador;
– Salve o arquivo como EAM441.dwt

10

Prof. Afonso P. Santos 5


EAM441 - UFV 2017

Padronização de arquivos
• Em seguida aparecerá uma tela onde será possível inserir uma descrição
do arquivo e o sistema de unidades. Escolhe o sistema métrico;

11

Padronização de arquivos

• Para colocar seu Template como o


arquivo padrão de desenho quando o
AutoCAD iniciar ou quando você criar
um novo desenho, utilize o comando
OPTIONS do AutoCAD e configure na
aba FILES a opção “Default Template
File Name for QNEW” na seção
Template Settings.

Se quiser remover depois de algum tempo este


template, basta voltar nas opções, selecionar o
arquivo template e após clique no botão
Remove;

12

Prof. Afonso P. Santos 6


Ferramentas Auxiliares e de
11. Automação
EAM441 - UFV 2017

11 – Ferramentas Auxiliares e de Automação

Sumário

• Arquivos Externos (Xrefs)

• Arquivos AutoLISP

• Criação de Scripts

• Criação de Tipos de Linhas

Prof. Afonso P. Santos 1


EAM441 - UFV 2017

Arquivos de
Referências

XREF

• O arquivo de referência externa ou simplesmente XREF consiste na


habilidade que o AutoCAD tem em inserir um desenho inteiro no
desenho corrente, de forma a usá-lo com referencia para seu trabalho,
não impedindo que outro projetista possa alterá-lo em paralelo.

Prof. Afonso P. Santos 2


EAM441 - UFV 2017

XREF
• O uso de Xref’s traz várias vantagens, como:

– Qualquer mudança no arquivo Xref reflete automaticamente em todos os


outros arquivos que o chamam como Xref. Isso é particularmente
importante, pois se você tiver que inserir um desenho em cinco diferentes
arquivos e sabe que este desenho pode ser alterado mais tarde, é vantajoso
carregá-lo com um Xref, pois quando acontecer esta mudança, ela será
atualizado automaticamente em todos os arquivos.

– Há uma redução significativa nos tamanhos dos arquivos quando


comparado se não fizéssemos uso de Xref’s.

– É possível em um desenho muito grande, fazê-lo em um único arquivo (sem


ter a necessidade de quebrá-lo em pequenos pedaços para poder caber em
uma folha A0), e chamar esse arquivo como Xref nas diversas folhas de
plotagem necessárias para mostrar todo o desenho em uma determinada
escala topográfica ou cartográfica. Isto não será aqui detalhado.
5

Arquivo de Referência Externa (XREF) Blocos


O xref é armazenado fora do arquivo em uso O bloco é armazenado no arquivo em uso
Ao copiar o arquivo é também necessário Os blocos já estão embutidos no desenho.
copiar os Xrefs.
Se vários desenhos utilizam o mesmo Os desenhos devem ser atualizados um a
desenho de referencia, ao atualizar o xref, um, pois o bloco faz parte do desenho
atualizam-se todos os arquivos dependentes. individualmente.
É possível estar editando o xref enquanto O bloco pode ser alterado, mas será
outra pessoa utiliza o mesmo. necessário uma redefinição do bloco em
cada desenho que ele faça parte.
Mais aplicados a desenhos de conjuntos Mais aplicados a componentes ou partes de
completos desenhos pouco mutáveis ou não-mutáveis
O tamanho do arquivo do desenho fica Se usar o xref como bloco, o desenho salvo
menor, pois o xref é guardado fora do ficará mais carregado.
desenho.
Não é possivel utilizar atributo no xref Permite utilização de atributos
Pode fazer sobreposição de vários desenhos. Cada item deve ser alterado
Alteração é fácil. individualmente.

Prof. Afonso P. Santos 3


EAM441 - UFV 2017

Inserindo um XREF
• Inserindo um arquivo de referencia (Comando ATTACH)
– Ribbon: Aba Insert > Painel Reference > Comando Attach

Inserindo um XREF
Parâmetros da janela de dialogo External Reference:
• Reference Type: controla o aparecimento de Xrefs aninhados em outros Xrefs
– Attachment: mostra todos os Xrefs aninhados (Um Xref dentro de outro Xref)
– Overlay: não permite que o desenho de referência seja mostrado em outros que não
aquele em que foi inserido.

• Path Type:
– Full Path: O endereço completo do Xref é salvo no desenho. Ex: C:/Dados/Cad/ref.dwg
– Relative Path: É o endereço relativo do Xref é armazenado, salva a pasta relativa. Ex:
/Cad/ref.dwg
– No Path: Somente o nome do Xref é armazenado. O AutoCAD procura na pasta atual do
desenho corrente ou em pasta padrão de procura do AutoCAD.
• Insertion Point: ponto de inserção do Xref.
• Scale: escala de inserção do Xref.
• Rotation: rotação do Xref.

Prof. Afonso P. Santos 4


EAM441 - UFV 2017

Manipulação de XREF
• Ao selecionar um arquivo XREF automaticamente é mostrado a aba External
Reference na ribbon com diversos comandos de manipulação do XREF.
– REFEDIT – Edita um bloco ou XREF diretamente no desenho ativo (corrente);
– XOPEN – Edita um XREF em uma nova janela.
– XCLIP – Executa um clip no XREF.
– XREF – Gerenciamento de arquivos XREF presente no desenho ativo (Aba Insert >> Painel
Reference)
– XBIND – Faz com que o arquivo de referência se torne parte integrante do desenho. Ao usar
esta opção, o usuário transforma o arquivo de referência em um bloco do desenho, com suas
configurações de estilo de linha, texto, etc.
– BLOCKTOXREF – Converte blocos para XREFs (Aba ExpressTools >> Painel Blocks)

Exercícios
• Crie um novo desenho no AutoCAD chamado Loteamento.dwg e com as unidades
configuradas para realizar um desenho topográfico;
• Insira o desenho de referência (Planta.dwg) na posição (60,-10,0).
• Alinhe o arquivo de referencia de acordo com as coordenadas dos pontos A e B.
– Ponto A: X=444.2 Y=412.9;
– Ponto B: X=566.1 Y=302.7;
• Prepare o desenho para impressão em uma folha B0 (1000x1414), orientação
retrato, com margem interna de 900x1350 e na escala de 1:750.

10

Prof. Afonso P. Santos 5


EAM441 - UFV 2017

11

AutoLISP

• O AutoCAD suporta uma linguagem de programação, denominada


AutoLISP. O poder e a flexibilidade das rotinas do AutoLISP estendem a
capacidade do AutoCAD na criação de programas de parametrização,
implementação na geração de menus, etc. e provê maiores benefícios
para os usuários de AutoCAD

• As rotinas AutoLISP podem automatizar horas de esforços e simplificar


suas operações no AutoCAD, deixando seu tempo livre para outras tarefas.
As rotinas em autolisp têm suas extensões .LSP e são compilados ao serem
carregados no AutoCAD.

12

Prof. Afonso P. Santos 6


EAM441 - UFV 2017

AutoLISP

• Arquivos de linguagem LISP, também chamados de AutoLISP (.LSP) contêm


rotinas que adicionam ações e comportamentos customizados à interface.
Você pode carregar arquivos do AutoLISP da seguinte forma:

– Carregar uma rotina Lisp:


APPLOAD (Clássico: Menu Tools > AutoLISP > Load...)
(Ribbon: Aba Manage > Painel Application > Load Application)

• Depois de carregado o Lisp, para executar digite na linha de comandos do


AutoCAD o nome de execução da Lisp. Ex: Lisp para gerar canevá, lisp para
cotar curvas de nível, etc.

13

AutoLISP

dime  texto
de chamada da
lisp no autocad.

14

Prof. Afonso P. Santos 7


EAM441 - UFV 2017

Exercícios
• Utilize a LISP Malha.lsp para gerar o canevá do desenho loteamento.dwg;

• Utilizar as seguintes LISP Cota_curvas.lsp no desenho CurvasNivel.dwg.

• Utilize outras LISPs livremente;

15

16

Prof. Afonso P. Santos 8


EAM441 - UFV 2017

SCRIPT

• Um script para AutoCAD é simplesmente uma sequência de comandos


que deve ser digitada em um arquivo de texto, onde você irá escrever
instruções que deverão ser executadas. O AutoCAD vai interpretar estas
informações e executá-las. Logicamente que há algumas regras a serem
obedecidas, e iremos esclarecê-las na sequência.

• Os scripts servem para automatizar alguma tarefa repetitiva no AutoCAD.


Uma das vantagens de se utilizar um script, é não ser necessário
conhecimento em linguagens de programação, partindo deste princípio,
qualquer usuário com um conhecimento básico em AutoCAD, tem
condições de fazer seus próprios scripts sem maiores dificuldades.

17

SCRIPT
INSTRUÇÕES:
• Você deverá escrever o código no aplicativo Bloco de Notas e salvar o
arquivo com a extensão “.scr" para que o AutoCAD possa executar.
• Todo espaço em branco ou uma linha vazia digitado, corresponde a um
<enter>. Assim, se colocar espaço em branco além da conta ou faltando,
ocorrerá erro no script.
• Uma forma de fazer seu script funcionar corretamente, é testar os
comandos que irá colocar no script antes de escrevê-lo.
• Os arquivos scripts podem conter comentários. Qualquer linha que
comece com um ponto-virgula (;) é considerada comentário.
• A ultima linha do script deve ser sempre em branco.

18

Prof. Afonso P. Santos 9


EAM441 - UFV 2017

Exemplo: Script para desenhar uma folha A1 no desenho, chamado “formato.scr”.

19

SCRIPT

Executando um Script
• SCRIPT (Clássico: Menu Tools >> Run Script)
(Ribbon: Aba Manage >> Painel Applications >> Run Script)

20

Prof. Afonso P. Santos 10


EAM441 - UFV 2017

Exercícios
• Crie um arquivo Script com o objetivo de reproduzir a figura abaixo:

21

Exercícios
• Resolução:

22

Prof. Afonso P. Santos 11


EAM441 - UFV 2017

23

Criação de Tipos de Linhas


• Você mesmo poderá criar um estilo de linha personalizado. Essas linhas,
além de espaços, pontos ou traços, podem ter símbolos ou textos em sua
composição.
• As linhas são gravadas em um arquivo com a extensão .LIN e podem ser
criadas em um editor de texto como o bloco de notas.
• Os arquivos de AutoCAD que contêm os padrões de linha são o
ACADISO.LIN (sistema métrico) e ACAD.LIN (sistema inglês).

24

Prof. Afonso P. Santos 12


EAM441 - UFV 2017

Criação de Tipos de Linhas

• O código acima, resultaria em um estilo de linha com "traço espaço ponto espaço
traço”.
• A Primeira linha de texto descreve o nome do tipo de linha e resume seu uso ou
aparência. É sempre necessário iniciar o nome com um asterisco (“*”) e separá-lo
do comentário por uma virgula (“,”).
• A segunda linha de texto efetivamente descreve como será desenhada a linha.
– A  é o padrão de inicialização e a virgula na frente serve para separar do
próximo valor.
– 1  É o tamanho do primeiro traço da linha em unidades do AutoCAD.
– -0.5  O sinal de negativo significa que será dado um espaço em branco. O
valor especificado em unidades do AutoCAD, será o tamanho do espaço.
– 0  Valor zero significa um ponto.
25

Criação de Tipos de Linhas

• Note que o código é quase o mesmo adotado para a criação de um tipo de linha
simples, a diferença está em um código especial que é incluso entre colchetes '[]'.
• ["X",STANDARD,S=0.2,R=0,X=0,Y=0], Esta é a parte que especifica a letra ou palavra
que ficará após o espaço anterior, este é o ponto mais complexo, cada parte deste
código entre os colchetes tem um significado, vejamos a seguir qual é:
– "X" O texto entre aspas é o que será apresentado, poderia ser qualquer outro, a virgula
separa o próximo item.
– STANDARD, Aqui é o estilo de texto a ser apresentado, caso seja colocado um diferente
do standard este já deve ter sido criado.

26

Prof. Afonso P. Santos 13


EAM441 - UFV 2017

Criação de Tipos de Linhas

– "X" O texto entre aspas é o que será apresentado, poderia ser qualquer outro,
a virgula separa o próximo item.
– STANDARD, Aqui é o estilo de texto a ser apresentado, caso seja colocado um
diferente do standard este já deve ter sido criado.
– S=0.2 S de Scale, ou seja, o fator de escala que vai definir a altura do texto.
– R=0 A rotação do texto.
– X=0 A posição do texto no eixo X.
– Y=0 A posição do texto no eixo Y.
• -0.20 Aqui é um ultimo espaço da linha em relação ao próximo inicio da
seqüência, que no caso é o primeiro traço da linha.
• Experimente também, alterar o código exemplificado, modificando, por exemplo, o
valor de X ou Y, e veja o resultado. Alterando por exemplo o valor de X e Y de 0
para -0.1 faz com que a letra 'X' fique centralizada em relação à linha.

27

Criação de Tipos de Linhas


4º código exemplo
*TRACOBARRA, ----- | ----- | ----- |
A, 0.5, -0.15, [TRACK1, ltypeshp.shx, S=0.25], -0.15

5º código exemplo
*CIRC, ----- O ----- O ----- O
A, 6.35, -2.54, [ CIRC1, ltypeshp.shx, X=-2.54, S=2.54], -2.54

Nome do Shape Arquivo Shape salvo na


(Maiúsculo) pasta suporte do AutoCAD

28

Prof. Afonso P. Santos 14


EAM441 - UFV 2017

Criação de Tipos de Linhas

Executando um tipo de Linha

• LINETYPE (Menu Format > Linetype)


– após executado o comando, clicar no botão Load e carregar o arquivo
.LIN

29

30

Prof. Afonso P. Santos 15


EAM441 - UFV 2017

Comando PURGE

• Elimina dados desnecessários do


desenho.
• Menu A > Drawing utilities > Purge

31

Comando RECOVER
• Tenta recuperar arquivos danificados ou parte deles.
• Menu A > Drawing utilities > Recover

32

Prof. Afonso P. Santos 16


EAM441 - UFV 2017

Comando AUDIT
• Verifica a integridade do arquivo corrente

• Menu A > Drawing utilities > audit

33

Comando RENAME

• Renomeia todos os objetos e estilos presentes no desenho de uma forma fácil.

34

Prof. Afonso P. Santos 17


EAM441 - UFV 2017

Comando FILTER
• O comando Filter cria uma lista de condições necessárias para que um
objeto seja selecionado.

35

Comando GROUP
• Agrupa feições do desenho.
• Ribbon: Aba Home >> Painel Groups

36

Prof. Afonso P. Santos 18


EAM441 - UFV 2017

Comando ADCENTER
• Acessa o AutoCAD Design Center.
• É uma ferramenta que permite localizar e inserir em seu desenho
corrente, informações de outros desenho, como blocos, layers, referências
externas, estilo de textos e de dimensionamento, etc., além de customizar
o conteúdo do desenho por arraste dessas informações a partir do
computador , rede ou internet.

37

Copia com coordenadas de origem

• PASTE TO ORIGINAL COORDINATES – copia objetos de um desenho para o


outro com as coordenadas referenciadas.
(Menu Edit > Paste to original coordinates...)

38

Prof. Afonso P. Santos 19


EAM441 - UFV 2017

Customização
• Criar uma aba na Ribbon
chamada EAM441, com os
comandos mais utilizados.

Ribbon: Aba Manage >> Painel


Customization >> User Interface

Comando: CUI

39

Referências Bibliográficas

Alguns trechos deste documento são retirados, na integra, de:

• BALDAM, Roquemar e COSTA, Lourenço. AutoCAD 2007: Utilizando Totalmente,


Editora Érica, 2007.

• BALDAM, Roquemar e COSTA, Lourenço. AutoCAD 2004: Utilizando Totalmente,


Editora Érica, 2003.

40

Prof. Afonso P. Santos 20

Você também pode gostar