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INTRODUÇÃO

Este é o Silva Mind Control, comentado em publicações, jornais


e revistas nacionais e internacionais, tais como: "Life", "Sales Ma-
nagement", "Newsweek", "New Times", "Washington Post", "Los
Angeles Times", "Coronel", "New York Times", "Harper's Bazaar",
"National Observer", "Ingenue", "Boston Globe", "Mademoiselle",
"Companion", "Playboy", "Impacto", "Playgirl", "Caballero", "Gen-
tleman's Quarterly", "The A.P.A. (American Psychological Associa-
tion)", "Times", "Family Circle", "Detroit News", "Counseling and
Values", "Fórum", "Chicago Sunday Times", e muitos outros jornais
e revistas nos Estados Unidos, México, Canadá, América Central,
Europa, Japão; e também no Brasil, em jornais e revistas como:
"Jornal do Brasil", "Estado de Minas", "Folha de São Paulo", "Man-
chete", "Veja", "Fatos e Fotos", "Planeta", "Vogue", etc. O Silva
Mind Control International, Inc., tem obtido um extraordinário su-
cesso internacional no ensino das aplicações práticas da Projeção
Sensorial Efetiva controlada. Esse crescimento e sucesso tão rápidos
são atribuídos ao Método Silva de Treinamento Mental. Este é o
primeiro e o único método inteiramente garantido pela sua eficácia
no desenvolvimento e controle da percepção extra-sensorial, que nós
denominamos de Projeção Sensorial Efetiva.
A descoberta pelo Sr. José Silva da nova ciência da Psicorien-
tologia levou à criação do programa do Mind Control (Controle da
Mente ou Controle Mental). Diz o Sr. Silva: "A descoberta de que
a Inteligência Humana pode aprender a funcionar com consciência
nas frequências cerebrais Alfa e Teta irá para a história como uma
das maiores descobertas feitas pelo homem no campo da mente, e
certamente irá modificar muito dos nossos conceitos sobre Mente,
Psicologia, Psicanálise, Hipnoanálise e Subconsciente."
Fstudos lentificos independentes demonstraram que a ativida
de das ondas cerebrais Alfa esta ligada aos níveis internos de ativ>
dade mental tranquilidade repouso inspiração natividade -.ura
acelerada concentração aprendizagem memória PÉS (Percepção
Extra-Sensorial) e muitos outros fenómenos enquanto que as ondas
cerebrais Teta estão relacionadas a níveis mais profundos de medi
tacão e concentração e, potencialmente, a uma capacidade ainda
maior de aprendizagem e memória. Os participantes do Método Silva
aprendem, em poucas horas de exercícios mentais, a funcionar com
consciência em frequências cerebrais mais baixas Tudo isso é alcan-
çado sem o uso de equipamento de bio-retroaiimentação. Os partici
pantes, funcionando nessas frequências alteradas, podem obter in-
formações sem recorrer ao uso dos cinco sentidos.
O Sr. Silva acredita que isso é o que tem sido chamado de PÉS,
ou Percepção Extra-Sensorial. Pelo desenvolvimento do programa do
Mind Contro!, ele mudou o significado de PÉS para Comunicação
Subjetiva. Ele acrescenta que o aperfeiçoamento dos meios de co-
municação nessa dimensão dará início à segunda fase da evolução
humana neste planeta.
Além disso, a Comunicação Subjetiva pode ser usada para de-
tectar e solucionar problemas. Todos podem começar a aprender a
se tornar mais saudáveis, mais produtivos, e mais efetivos agentes
solucionadores de problemas neste planeta.
PERSPECTIVAS E CONSEQUÊNCIAS HISTÓRICAS

A pesquisa do Silva Mind Control começou em 1944, na cidade


de Laredo, no Texas, E.U.A. Inicialmente, o interesse centralizou-se
no fator Q.l. e na forma pela qual o treinamento mental poderia vir
a afetá-lo. Como as frequências cerebrais mais baixas não faziam
parte da educação formal, e como uma aproximação subjetiva da
aprendizagem parecia promissora, essas experiências eram condu-
zidas em meio a um clima de entusiasmo. Algumas noções estavam
estabelecidas, pois José Silva, o responsável pelo Método Silva e
por essa pesquisa inicial, já havia concluído anteriormente que im-
pressões profundas podiam ser feitas nos níveis abaixo de Beta. O
objetivo era padronizar o método para se entrar nesses níveis mentais
e mante-los de maneira que esse método pudesse ser empregado efi-
cazmente pelo estudante. As metas já haviam sido estabelecidas, e
até mesmo os métodos já estavam determinados em sua maioria,
a fim de que as experiências pudessem continuar sem interrupção.
José trabalhava com crianças que tinham dificuldades de apren-
dizagem e com outras que desejavam melhorar ainda mais as suas
aptidões para o aprendizado. Ele discordava da afirmação segundo
a qual o Q.l. nunca varia mais de cinco pontos em uma ou outra
direção, pois mede-se a inteligência de acordo com a capacidade
do invidíduo para solucionar problemas. Se as pessoas pudessem
tornar-se melhores agentes solucionadores de problemas, então os
testes de Q.l. seriam naturalmente mais simples para elas. Havia
o objetivo de melhorar a perspicácia mental, mas permanecia sempre
a possibilidade de que bloqueios emocionais, nervosismo, tensão,
ansiedade excessiva para alcançar padrões pré-determinados, e
muitos outros fatores dificultassem a habilidade de se resolver
testes. Fatores subjetivos tinham sido negligenciados em favor de
um desempenho mensurável, o qual, entretanto, podia revelar apenas

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parte aã historia De qualquer modo José estava trabalhando num
ampo novo e muito promissor
José começou seus trabalhos com crianças, e por uma razão
muito boa Os sentimentos, desejos e problemas das crianças aflo-
ram facilmente, porque elas ainda não aprenderam todos os padrões
sociais que limitam os adultos. A coisa mais importante que elas
ainda não aprenderam é que elas não devem se expressar de certas
maneiras. Se você solicita a um adulto que desenhe uma figura
qualquer, e!e possivelmente dirá que não sabe desenhar. A criança
não pensará nisso, mas sim concentrar-se-á na maneira em que irá
se expressar através do desenho. Uma.-menina que foi solicitada a
fazer um desenho sobre a profissão de seu pai, desenhou uma gran-
de torre pontiaguda com notas musicais amontoando-se no céu; o
pai dela era professor de música, e trabalhava iiurna Universidade
que possuía uma torra semelhante.
Trabalhando com crianças temos duas vantagens principais: elas
dizem o que pensam, e não tentam adaptar suas respostas ao pro-
pósito do programa. Ao compreender que teria urna amostragem mais
pura de respostas corn crianças, José pôde confiar na expressão delas
como representando mudanças internas. As crianças não esconderiam
seu desenvolvimento porque elas não temem ser diferentes.
Numa atmosfera de confiança, as crianças começaram a desen-
volver sua habilidade de aprendizagem. Inicialmente, todas as bar-
reiras ao conhecimento, tais como medo e programação negativa,
foram vencidas. O relaxamento aliviava o esforço, o que deixava o
seu sistema nervoso livre para agir; elas podiam sentir e perceber
mais abertamente. José tinha quatro objetivos principais, os quais
guiavam seu programa de treinamento: eliminar distrações durante
o estudo, reforçar bons hábitos de estudo, aprender a imprimir in-
formações no cérebro mais efetivamente, e aprender a usar as chaves
para autoprogramação.
Essa pesquisa não envolvia o dispendioso equipamento normal-
mente usado na determinação da atividade cerebral, e pode portanto
parecer mais otimista do que realista; mas outras formas de mani-
festação de controle cerebral foram utilizadas. Alterações de funções
internas, como a mudança do ritmo cardíaco, variação da tempera-
tura da pele, pressão sanguínea, diminuição ou aumento da circula-
ção do sangue, e até mesmo a variação do limite da dor, eram utili-
zados como indicações de frequências cerebrais mais baixas. Essas
alterações ocorrem quando o indivíduo controla a atividade cere-
bral em suas várias funções de regulagem interna. Assim sendo.
o cérebro pode vir a ficar sob comando da mente, através de certos
procedimentos de treinamento mental. Além de mostrar a efetivida-
de do controle mental, atualmente sendo demonstrada em expe-
riências de bio-retroalimentação, isso mostrou que a educação mi-
nistrada por José Silva não era apenas mais uma variação das técni-
cas de ensino tradicionais.
Atualmente por exemplo, em experiências controladas em labo-
ratório, voluntários são ensinados a baixar sua temperatura corpo-
ral, ou diminuir o ritmo de seu pulso. Um equipamento de retroali-
mentação mede as mudanças; um voluntário poderá ter um termó-
metro em qualquer uma das mãos, e com tempo e alguma prática
essa pessoa poderá alterar a temperatura de uma ou de ambas as
mãos. Examinou-se um iogue em condições de laboratório e os pes-
quisadores concluíram que ele podia alterar o ritmo cardíacc, à sua
vontade. O iogue alegava que seu coração era como um brinquedo
para ele. Ele conseguia permanecer consciente nos níveis mentais
mais profundos; quando o eletroencefalógrafo registrava a onda Delta,
e o iogue roncava audivelmente, ainda assim ele recordava mais tarde
cerca de 80% daquilo que havia sido dito enquanto ele estava na-
quele nível mental profundo. Verificamos, pois, que as mudanças das
funções internas podem ser classificadas como uma medida do con-
trole do cérebro.
Esse tipo de controle revela a direção que as pesquisas esta-
vam formando, uma vez que a possibilidade de regulagem interna
centraliza-se no cérebro como base da organização. Controlar essa
base significaria agir mais efetivamente, porque toda a intenção e
propósito poderiam ser aumentados pelas contribuições dos siste-
mas físicos. Fundamentalmente, isto significava que todos os pode-
res poderiam ser concentrados em uma tarefa, e que todo o poten-
cial do indivíduo poderia ser dirigido para a solução de um único
problema. Isto parecia aumentar o fator Q.l. em crianças, e também
se tornava uma nova e importante parte do processo educacional.
Sabemos que o subconsciente abriga amplos recursos com os
quais poderíamos trabalhar se a eles tivéssemos acesso. Esses
recursos eram do interesse de José Silva, pois ele sabia que a mente
e o cérebro trabalham geralmente dentro das linhas de uma progra-
mação aceita. Se o programa pede memorização rotineira, então as
habilidades não relacionadas com esse tipo de trabalho retiram-se
de cena; porém, se um programa requer o potencial criativo, um
novo grupo de recursos é chamado para o primeiro plano. De acordo
com algumas metodologias de aprendizagem, o Sr. Silva estava
trabalhando em ordem inversa, pois ele não estava à procura de

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programas já prontos que pudesse impor ao estudante, em vez disso
buscava métodos que criassem e determinassem programas de apren
dizagem escolhidos pelo estudante O Sr Silva enfatizava os resul
tados que os estudantes podiam atingir usando mais a mente.
É significativo o fato de que as crianças avançavam mais rápido
que os adultos nestes novos níveis, enquanto que os adultos eram
superiores sob todos os aspectos da aprendizagem no nível Beta
A diferença não se deve à maior experiência e desenvolvimento, já
que os adultos deveriam ter mais experiência em todos os níveis.
Infelizmente, a diferença entre os dois grupos reflete a falta de
cultivo dos níveis interiores da mente em nossa cultura. Ainda
assim, a criatividade está intimamente relacionada com a manipula-
ção imaginativa de símbolos e imagens, visto que a pessoa criativa,
formula a imagem correta, da qual a mente extrai a nova ideia. Parece
que o fato de se trabalhar corn símbolos padrões aceitos e de se
lidar com velhos conceitos, acabou por insensibilizar a margem de
percepção da população adulta. De qualquer maneira, as crianças
provaram, ser mais hábeis do que os adultos no controle dos níveis
interiores.
Enquanto José Silva dava suas aulas sobre esse novo tipo de
método educacional, notou que um estranho padrão surgia entre os
estudantes — as crianças começavam a responder perguntas que
ainda não haviam sido formuladas. Isso pode parecer, à primeira
vista, um estranho caso de coincidência, mas acontecia tão frequen-
temente que descartava a ideia de uma possível casualidade. Tanto
meninos quanto meninas davam respostas às perguntas que o José
Silva estava prestes a formular, ainda que eles não tivessem a
menor pista sobre quais seriam as perguntas. A parte mais intri-
gante da situação era o fato de que eles pareciam ter um meio de
saber quais seriam as perguntas, um meio que ultrapassava o tipo
de conhecimento perceptivo usual.
José Silva compreendeu que depois de um certo tempo de
treinamento subjetivo as crianças iam se tornando sensitivas sob
um novo aspecto. A fim de explicar esse fenómeno, nós poderíamos
dizer que as crianças estavam lendo pensamentos, percebendo im-
pressões no cérebro de outra pessoa, ou prevendo o futuro. Não
importam as palavras que se use, os fatos permanecem os mesmos;
as crianças estavam recebendo informações fora do alcance das
sensações externas, e essas informações não podiam ser tratadas
como as obtidas através dos métodos convencionais. Uma das
crianças contou para o Sr. Silva de que modo uma certa estória
iria terminar, quando tinha lido apenas a metade do livro. José Silva
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perguntou-íhe o que fazia pensar que estava tão certa; mas a criança
não sabia o motivo, apenas sentia que o livro terminaria daquela
maneira. Ela estava correta, e José Silva estava absolutamente seguro
de que a criança não havia lido o resto do livro, como também não
poderia ter sido apenas um palpite feliz, pois a probabilidade de
acerto era muito remota. Como José Silva não podia evitar os fatos,
decidiu pesquisar mais profundamente esses resultados incomuns.
Essa surpreendente virada dos acontecimentos mudou o propó-
sito da pesquisa. Se o fato de treinar os componentes subjetivos do
processo do conhecimento levava a um tipo de percepção que trans-
cendia as faculdades sensitivas exteriores, então estava aberto um
novo caminho para a pesquisa. José Silva projetou métodos que
aumentassem essa nova espécie de percepção. Ele concluiu que as
frequências cerebrais mais baixas desempenhavam um papel deci-
sivo no treinamento das pessoas, e que essa habilidade de receber
informações era produto do condicionamento da pessoa, quando esta
se encontrava prestes a entrar em sono profundo. Essas experiências
iniciais revelaram como os níveis subconscientes poderiam ser con-
vertidos em. estados conscientes interiores, visto que o consciente
e o subconsciente começavam a fundir-se.
Nas primeiras experiências forneciam-se ao voluntário algumas
informações sobre um fato, e então pedia-se à pessoa que desse os
detalhes. Gradualmente a pessoa ia adquirindo prática em adivinhar
o que o pesquisador tinha em mente, até chegar ao ponto em que
não precisava mais receber nenhuma informação sobre um fato
para poder fornecer todos os detalhes sobre o mesmo. A seguir
foram introduzidos os casos-problemas, isto é, o pesquisador passou
a apresentar nomes de pessoas que tinham algum problema de or-
dem física, mental ou emocional, para que o voluntário tentasse des-
crever o problema. Quando se obteve sucesso nessa fase, o pesqui-
sador passou a fornecer apenas detalhes ligeiros sobre os casos-
-problemas, enquanto que o voluntário se encarregava de descrever
o principal. Finalmente, passou-se a trabalhar em casos verificáveis,
mas dos quais nem o pesquisador nem o voluntário tinha qualquer
informação. Também esta experiência obteve sucesso, e assim
foram sendo estabelecidos o conteúdo e a duração ideais do Curso,
através das observações e experiências realizadas. Esses aconteci-
mentos deram origem ao Silva Mind Control tal como o conhecemos
hoje, e ainda constituem a base do atual Método Silva de Controle
Mental.
Hoje é fato comprovado que entre 30 e 40 horas, grupos de
pessoas podem ser treinadas para funcionar em frequências cere-

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brais mais baixas mais estáveis mas energéticas, e de grande valor
para aplicações específicas Os resultados não levam as pessoas
a aprenderem apenas a se tornar receptivas a informações para a
solução de problemas como também indica ainda que cérebro,
mente e inteligência funcionando nesses níveis possuem um tre-
mendo potencial para formular a solução de problemas. Indica igual-
mente que a inteligência humana não é somente capaz de perceber
informação impressa no seu próprio cérebro, como também parece
ser capaz de perceber informação em outros cérebros à distância.
Esse tipo de percepção de informações, que ocorre quando a cons-
ciência se encontra funcionando nas frequências mais baixas do
cérebro, chama-se Comunicação Subjetiva.
José Silva disse: "É fundamental que se treine todos os seres
humanos a usarem a frequência cerebral Alfa, para que usem mais
e melhor o cérebro e a mente e se tornem seres humanos superio-
res. Com essa superioridade nós podemos realmente começar a
fazer deste planeta um mundo melhor para se viver. Isso poderia
verdadeiramente ser o início da segunda fase da evolução humana
neste planeta." A fim de treinarmos a população mundial, nós pre-
cisamos de milhares de instrutores, homens e mulheres, jovens e
velhos.
Nós continuamos nossas pesquisas, e atualmente estamos tra-
balhando pelo aperfeiçoamento constante do Método, maior eficiên-
cia na percepção utilizada para solucionar problemas; e estamos apli-
cando as descobertas na educação formal, bem como para melhorar
os métodos de aprendizagem.
O Método Silva Mind Control desenvolve a Comunicação Subje-
tiva, que abre uma dimensão completamente nova dos canais de
comunicação. Essa dimensão pode ser utilizada para propósitos edu-
cacionais e é conhecida como "Educação Subjetiva".
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INFORMAÇÕES GERAIS

O QUE É O SILVA MIND CONTROL?

Colocação da Pergunta: "O que é o Silva Mind Control?"

Iremos agora discutir a questão básica: O que é o Silva Mind


Control? Nós começamos a responder a esta pergunta considerando
a distinção entre cérebro e mente, uma distinção que irá apresentar
e definir a relação cérebro-mente do ângulo que nós conhecemos.
Já falamos sobre como o cérebro funciona em diferentes frequências
e como cada um de nós está sempre dentro das quatro frequências
representadas no gráfico. Baseados nessa exposição, explicaremos
o elemento "mente", e o significado de "controle".
Embora o cérebro represente um papel importante na compreen-
são do nosso Método, a principal ênfase é dada à mente, um poder
que vai além do cérebro na percepção do mundo. É através da mente
que podemos ter uma compreensão realmente humana do mundo.
Deixe-me dar-lhe um exemplo.

Exemplo de ideias

Suponha que você foi ao médico fazer um check-up e ele disse


que você tinha uma obstrução na garganta. Testes posteriores reve-
lam, no entanto, que o caso não é tão sério, e o médico conclui que
a obstrução deverá desaparecer em poucos meses. O relatório oti-
mista fez com que você se sinta muito melhor; você tinha ficado
preocupado, pensando que essa obstrução poderia significar uma
operação para a qual você não estaria preparado nem psicológica,

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nem financeiramente Com esse simples exemplo ilustramos o que
queremos dizer com ideias. A informação sobre a obstrução, as preo
cupações, e o relatório do médico — tudo isso são apenas ideias que
lhe foram transmitidas por outra pessoa.
Você entendeu cada uma dessas ideias de acordo com o sigm
ficado que elas tinham para a sua vida e para o seu futuro imediato
Você não viu a obstrução e possivelmente nem mesmo a radiografia
mas sua mente compreendeu o significado. Foi a ideia da obstrução
que o deixou preocupado, e essa ideia pode muito bem ter feito
com que seu cérebro se agitasse com excitação nervosa, assim
que você a ouviu. Podemos ver que as ideias têm muito a ver com a
determinação de nossas vidas. A ideia que fazemos de nós mesmos,
do nosso futuro, do significado que damos à vida — todas elas
têm um efeito considerável. Portanto, aprender a controlar a nossa
mente e entender a força das ideias, especialmente quando essas
ideias estão acompanhadas de imagens fortes, é a base do Método
Silva Mind Control. Todos nós usamos a mente, e todos temos ideias,
mas aprender a controlar a mente abre a possibilidade de adquirir-
mos total controle pessoal sobre nossos próprios pensamentos em
relação à nossa existência.
Ideias diferem de frequências cerebrais, mas podem influenciá-las
O Curso Silva Mind Control e baseado portanto na compreensão
de que ideias não são a mesma coisa que estados cerebrais. O
cérebro recebe mensagens da mente de uma forma similar à do
computador que recebe programação de um especialista; o cérebro
também se encarrega de seguir as diretrizes dadas pela mente, do
mesmo modo que um computador. O Método Silva não pode real-
mente falhar, se aplicado corretamente e praticado regularmente,
pois é baseado nos mecanismos dinâmicos da vida. Nós vamos
aprender a programar nosso computador através do uso da mente,
com a mesma eficiência com que aprendemos a programá-lo pela
experiência. A diferença importante, como já foi salientado, é que
usaremos a imaginação no lugar da experiência. Aprenderemos a
imprimir em nossos cérebros ideias construtivas que tenhamos con-
cebido e aprovado.
Ideias não são medidas em eletroencefalógrafos
Podemos notar outras diferenças entre o cérebro e a mente,
observando um eletroencefalograma — este mostra as diferentes
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frequências cerebrais, mas não as ideias ou seu conteúdo. O cérebro,
entretanto, reage às ideias, e frequentemente recebe sugestões da
mente, especialmente quando essas sugestões são transmitidas por
símbolos da imaginação, ou imagens gráficas. Aprender a transfor-
mar nossas ideias em imagens é como aprender a linguagem do
computador, pois podemos aí começar a comunicar ideias ao nosso
cérebro de uma forma mais efetiva.

Exemplo de programação através de ideias

A dedicação a uma ideia que impõe mudanças ao estilo de vida


nos faz lembrar da história do menino que vivia num calmo e pe-
queno vilarejo cercado de montanhas. Olhando para as montanhas
de sua casa, o menino podia ver uma formação rochosa que lem-
brava um rosto. Quando se aproximava das montanhas, ele notava
que o rosto ia se desfazendo em formas irregulares, pedras e arbus-
tos, então ele voltava para uma distância que lhe permitisse observar
o rosto. Os habitantes do vilarejo chamavam a formação de "a gran-
de cara de pedra", e estavam sempre à procura de alguém que ti-
vesse traços parecidos com o rosto de pedra. O menino via belas
qualidades de caráter nos traços do rosto de pedra, e ficava horas
a observá-lo e admirá-lo. Todo ano passava alguém rico e famoso
pelo vilarejo e logo todo mundo dizia que ele se parecia com o
rosto de pedra; só o menino é que ficava desapontado porque não
via mesmo nenhuma semelhança; e ele, mais do que ninguém, so-
nhava em ver uma pessoa que tivesse aqueles traços e qualidades
que ele tanto admirava. Aos poucos, e de maneira quase imper-
ceptível, o menino começou a parecer-se com o rosto de pedra. As
pessoas notavam e lhe diziam isso, porém ele não acreditava. Sem
perceber que seus traços tinham mudado e que ele agora possuía
aquelas qualidades que por tanto tempo tinha admirado, continuou
procurando um homem que- se parecesse com "a grande cara de
pedra".

Três elementos em questão: mente, cérebro, imaginação

Ao contrário do menino, nós podemos constatar nossas realiza-


ções porque temos maior consciência do que está se passando em
nossa busca de benefícios específicos. Também entendemos que,
analisando a questão "O que é o Silva Mind Control?" obtivemos
três elementos distintos: mente, imaginação e cérebro. Nós con-
ceituamos mente como sendo uma faculdade humana destinada à

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compreensão de ideias que normalmente estão relacionadas com o
mundo e com nossas vidas As ideias podem se referir igualmente
ao passado e ao futuro, assim como ao presente, e através das ideias
entendemos planos, modos de vida e possibilidades futuras. Quando
as ideias vêm acompanhadas de imagens, então a imaginação foi
ativada. A imaginação, vista por este ângulo, é a faculdade que se
encontra entre a mente e o cérebro. Além disso, o órgão físico
cérebro, foi descrito como sendo um bio-computador que recebe
mensagens da imaginação e as retransmite para os sistemas nervoso
e físico. Esses três elementos são formados para desempenharem
suas funções, iremos ampliar a compreensão desses elementos à
medida que continuarmos.
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TRÊS FATORES BÁSICOS NA PROGRAMAÇÃO

Silva Mind Control é programação efetiva

Antes de prosseguirmos corn a nossa explicação sobre a ma-


neira como o nosso controle centra-se principalmente na mente, tor-
na-se necessário apresentar três fatores importantes; são eles:
desejo, crença e expectativa. Não é suficiente termos ideias, trans-
formá-las em imagens, e esperar que automaticamente o cérebro as
realize. Precisamos ter um forte desejo de que aquilo que programa-
mos aconteça, precisamos acreditar e ter a expectativa de que real-
mente está para acontecer. Sem esses três fatores, a nossa pro-
gramação torna-se sem vida e vazia de significado, pois o cérebro
é um computador vivo, e responde a programações vivas. Nossas
programações só adquirem vida quando elas realmente têm impor-
tância para nós, e quando acreditamos que irão rnesmo se realizar.

Explicação do desejo

Desejo significa que o sistema corpo cérebro está realmente


envolvido, e que o propósito da programação nos afeta realmente.
Nosso bio-computador só registra algo se houver sentimento envol-
vido, pois é o sentimento que ativa todo nosso sistema. Se não
temos desejo pela realização de uma programação, então, de certa
forma, não estamos vivendo esse projeto, pois sua realização não
nos afeta. O primeiro fator para se obter sucesso numa programa-
ção é portanto viver esse objetivo, e essa vivência é medida e ma-
nifestada através do desejo. Quanto maior é o nosso desejo, melhor
resultado terá a nossa programação, pois a força com que impri-
mimos em nosso cérebro depende da força do nosso desejo.

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Explicação da crença
A crença também nos lembra que estamos programando um
computador vivo. porque nossos cérebros reagem também a atitu
dês. da mesma forma que ao conteúdo de uma programação Pode
mós comparar a crença a um interruptor que aciona nossos compu
tadores, pois uma atitude de crença inicia a atividade de nossos
processos de programação Uma atitude cética perturba o nosso
cérebro com uma mensagem contraditória, que por um lado diz
que queremos realizar algo, e por outro lado diz que não vamos
conseguir. Uma vez que o cérebro processa informações que lhe
são fornecidas pela mente, parte dessa informação não pode ser
contraditória. A informação deve sim conter uma afirmação de
crença que irá estimular e colocar em ação todos os nossos siste-
mas. A crença é uma atitude séria de quem procura realmente obter
resultados, e não uma atitude dividida, medrosa e fraca. Nossos
cérebros só irão trabalhar com crença e confiança se essas quali-
dades estiverem presentes em nossas programações.
Explicação da expectativa
É a expectativa que mantém nossa programação em atividade.
Sem esse fator na programação, nosso objetivo se torna longínquo
e deixamos de aguardar os resultados. Expectativa não quer dizer
que aguardamos uma solução dentro de um dia, mas sim que aguar-
damos um sinal para as próximas 72 horas. O primeiro sinal de en-
corajamento dá ao nosso projeto a aprovação que procuramos, e
então renovamos nossos esforços. A atitude contínua de expectativa
de resultados é uma fonte da qual nossa programação retira energia.
A programação continua ativa e energizada na medida em que con-
tinuamos a esperar um resultado favorável. A expectativa também
torna o nosso projeto realista, porque ninguém esperaria se tornar
presidente ou milionário no período de duas semanas. Percebendo
que podemos receber muitos benefícios se ousarmos esperar que
aconteçam, permitimos que nossa programação seja realista, sem
que a tornemos limitada
Silva Mind Control é mais que programação efetiva
Estamos discutindo a questão "O que é o Silva Mind Control?"
e descobrimos que uma resposta para essa questão é: programação
realmente efetiva ensinada pelo Método Silva Essa programação
20
o
m
3
•o
•B

3
fi) PENSAMENTOS AÇAO
**
5"
3
as

3
O
baseia-se na relação mente/cérebro, tal qual a concebemos, e a
efetividade da programação depende de uma correta combinação
de sentimentos, atitudes e técnicas. Mesmo que programemos cor-
retamente, usando o Método Silva, ainda não podemos resumir o Silva
Mind Control em termos de programação, porque significa muito mais
do que isso. Vamos discutir outras respostas à pergunta que esta-
mos analisando.

Exemplo de programação

Pode-se discernir as três qualidades da programação a que nos


referimos anteriormente, nos esforços pessoais para se dar cabo
das dificuldades, ou para vencê-las. Uma vez nasceu uma criança
que nunca encontrava dificuldade para vencer, pois tudo lhe vinha
facilmente. Esse menino era muito bonito, e era admirado pelos
pais e parentes que lhe davam toda atenção. Ele era brilhante na
escola, rapidamente tornou-se popular entre seus colegas, e assim
as diversas fases de seu crescimento foram tranquilas e plenas de
sucesso. E ele continuou a crescer, sempre com o charme peculiar
dos vários estágios da infância.

Exemplo de problema

No início da adolescência, seus pais notaram que ele tinha uma


tendência a curvar-se para a frente, mas eles acharam que isso seria
superado com o tempo. Em vez disso, porém, essa tendência foi
se acentuando à medida que ele ia ficando mais velho, e acabou por
se tornar uma condição permanente, que transformou sua outrora
graciosa pessoa numa figura patética. À medida que o mundo se
tornava menos receptivo, ele foi se tornando amargo e foi se iso-
lando, até que quase não saía mais de casa. Quando chegou seu
décimo-oitavo aniversário, uma garota que ele havia conhecido lhe
telefonou dizendo que tinha um presente. Ele respondeu da mesma
forma com que reagia a tudo mais, declarando amargamente que o
único presente que lhe interessava era poder esticar seu corpo e
ficar ereto novamente. Ela não se perturbou e disse que queria en-
contrá-lo para poder mostrar-lhe o presente; então ele acabou con-
cordando em vê-la naquela tarde.

Exemplo de expediente usado

Ela pegou sua mão e, contra sua vontade, levou-o para o centro
da cidade. Conforme eles passavam, as pessoas o olhavam, e sem-

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pré que ele via alguém falando, sabia que sua triste aparência era
o tema da conversa Ele precisava fazer um esforço considerável
para prosseguir pois sua postura lhe dificultava olhar para a frente,
e quando atravessava alguma rua os gases dos escapamentos dos
carros lhe vinham direto no rosto Ele não estava gostando mesmo
do passeio, e ela teve que insistir para que prosseguissem. Final-
mente, eles saíram das ruas mais agitadas, e ela o conduziu a um
tranquilo jardim que transmitiu a ele um sentimento de paz. Então.
ela lhe mostrou uma estátua cuja cabeça ele não podia enxergar,
e disse: "Este é o seu presente de aniversário".
Exemplo de solução
À medida que se esforçava para erguer seu corpo, ele foi no-
tando que a estátua era uma réplica de si mesmo. A única diferença
que havia era que a estátua estava ereta, com a espinha em posição
vertical, e com a altura que ele teria se fosse sadio. Ele tinha um
grande desejo de observar a estátua frente a frente, e depois de
alguns dias ele se convenceu de que conseguiria fazê-lo. Ele então
ia diariamente ao jardim, até o dia em que ele começou a esperar
tornar-se em breve tão ereto quanto a estátua. A garota lhe tinha
dado um presente que iria trazer uma importante mudança em sua
vida. Seu presente fora: desejo, crença e expectativa.
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ALGUMAS NOÇÕES EXPLÍCITAS SOBRE
O SILVA MIND CONTROL

Silva Mind Controi é mente controlando as atividades do cérebro

Deixando um pouco de lado a programação, vamos considerar


a ideia de que o Silva Mind Controi consiste em inteligência humana
controlando propositadamente frequências cerebrais e percepção
mental. Isto significa que a atividade do complexo mente/cérebro
será dirigida pelo indivíduo, na medida em que cérebro e mente tra-
balhem juntos para produzir certos níveis de percepção. Essa per-
cepção é frequentemente medida pelas diferentes frequências ce-
rebrais já mencionadas, e o controle resulta do treinamento mental
e da aplicação correta dos métodos de sucesso comprovado. Em
outras palavras, estamos aprendendo a ter controle de uma forma
mais profunda e estamos começando a compreender como podemos
adaptar certos níveis mentais para fins específicos.

O papel da mente no controle das frequências

O controle se refere principalmente a frequências cerebrais


abaixo de Beta. Estamos nos concentrando no papel da mente nesse
esquema, porque a mente, de acordo com o que sabemos, é a mais
importante faculdade da inteligência e a principal determinante da
percepção humana. O controle da mente é muito mais importante do
que o controle do cérebro, porque a mente regula a percepção para
propósitos específicos. Essa regulagem acontece normalmente e com
mais frequência quando o complexo mente/cérebro trabalha em har-
monia para alcançar um tipo especial de percepção. Vemos portanto
que, para os nossos propósitos, devemos nos referir a essas várias
frequências e níveis como: "níveis mentais", pois a percepção men-
tal modificada pelas diferentes frequências pode nos levar a perce-
ber diferentes soluções para o mesmo problema, sendo este o nosso
principal interesse.

23
Exemplo de "níveis mentais"
Para simplificar nossa discussão vamos usar uma analogia Vá
mós comparar a mente humana a um par de olhos que percebe a ror
e o formato dos objetos no mundo Quando os olhos estão fechados
não vêem nada. e na semi-obscuridade eles percebem formas indis
tintas e não podem discernir as várias cores. À noite, as estrelas
se tornam visíveis, e quanto mais escura a noite, mais visíveis ficam
as estrelas. Vamos supor que pudéssemos ver o futuro, entender
melhor nossas vidas, e mesmo influenciar nossa atividade diária
aprendendo a ler o padrão das estrelas A escuridão, então, seria mui-
to importante para nós, como também a visão noturna. Noite e dia,
neste exemplo, são como diferentes níveis mentais que estamos
aprendendo a usar; e compreendemos que continuamos a usar de
dia os mesmos olhos que à noite. Da mesma forma, usamos a mesma
inteligência nos "níveis mentais" mais profundos e nas frequências
mais altas. É por isto que referimos a "níveis mentais" pois a mente
continua a atuar nas várias frequências que qualificam a consciência
Então, demos um grande passo no sentido de controlar a nossa
mente.
Silva Mind Control é consciência aumentada em vários níveis mentais
Consideramos o ser humano como uma realidade totalmente uni-
ficada, que entendemos em parte e abstrações, mas que existe como
um todo. Desde que estabelecemos a mente como principal ponto
de interesse, vamos acrescentar a seguinte consideração, que espe-
ramos comprovar Mind Control é consciência aumentada dentro dos
diferentes níveis mentais. Nós somos aqueles que teremos a cons-
ciência aumentada e melhorada, sem perder o sentido de nossos
ideais.
O Silva Mind Control aumenta a percepção
A percepção ampliada ocorre nos níveis mentais inferiores, nos
quais podemos cultivar um poder sobre nós mesmos que difere do
poder que habitualmente conhecemos. A aquisição desses poderes
nos leva a um novo aspecto da definição do Silva Mind Control: o
treinamento da consciência, principalmente nas frequências cere-
brais Alfa e Teta. para fins específicos Estamos procurando o nível
mental em nova posição nos dão novo controle e oferecem nova
24
base para agirmos mais efetivamente. Os tipos de controle e seu
funcionamento real vão se relevando à medida que os usamos.

O Silva Mind Control é controle intencional de frequências cerebrais

A aplicação correta e fiel das técnicas propostas nos dá ainda


uma outra definição possível do Mind Control: inteligência humana
com controle intencional de frequências e funções cerebrais, de
forma que a percepção torna-se qualificada; essa qualificação con-
trolada transforma níveis subconscientes em níveis conscientes in-
teriores. Consciência interior constitui a diferença principal entre
funcionamento do cérebro e funcionamento da mente. Nossas fre-
quências cerebrais reúnem-se com percepção controlada, resultando
em controle mental; isto é particularmente verdadeiro quando as
próprias frequências cerebrais são controladas por nós. O ponto
principal é que níveis conscientes interiores significam níveis sub-
conscientes controlados consciente e voluntariamente pela inteligên-
cia humana. Entendemos como sendo "subconscientes" os níveis que
correspondem tipicamente a estados de frequência cerebral abaixo
de Beta (abaixo de 14 ciclos por segundo). Se considerarmos Beta
como sendo nível consciente exterior, então áreas abaixo desta
podem ser consideradas como "níveis subconscientes", que estamos
aprendendo a converter em estados conscientes interiores.

Silva Mind Control significa cultivar a consciência

Agora vamos considerar a definição a que chegamos neste


ponto, ou de forma mais realista, vamos perguntar o que é que o
SiJva Mind Control pode fazer por nós. Em primeiro lugar, vimos que
as técnicas podem ajudar-nos a cultivar níveis mentais nos quais
podemos entrar, tendo em vista certos objetivos especiais. Esse
aumento da consciência dá uma perspectiva mais ampla da realidade,
que não possuímos antes. O Método Silva nos treina para desem-
penhos especiais; e se praticamos o que nos é ensinado aprende-
remos muito mais do que no próprio curso.

O Mundo Interior

Se focalizarmos o Mind Control de um ângulo diferente, pode-


mos dizer que estamos tentando descobrir um novo mundo dentro
de nós. Essa descoberta amplia o âmbito de nossas vidas e nos dá
outra dimensão na qual podemos agir. Sabemos que o mundo interior

25
esta intrinsecamente ligado ao mundo exterior, ou seja, o mundo
da atividade e das sensações exteriores O fato de existir entre esses
dois mundos uma ligação direta e essencial revela a força do mundo
interior Esses dois mundos ou áreas mentais devem se comple-
mentar pois um influencia o outro Como vivemos numa sociedade
que enfatiza fortemente a tecnologia e as realizações externas, nossa
mente tende a dar crédito a realizações internas apenas quando existe
evidência externa para sustentá-las. Podemos fornecer essa evidên-
cia à medida que o cultivo de nossa mente cresce em ações prove-
nientes do nosso eu interior. O foco de nosso desenvolvimento não
deve ser dirigido inicialmente para o mundo exterior, mas sim para
o nosso mundo interior, de modo que possamos atingir a estatura
necessária e obter as forças indispensáveis para remodelarmos o
mundo exterior de acordo com padrões construtivos.
Os círculos gémeos da mente
Para efeito de ilustração, podemos considerar os diferentes
mundos da mente como dois círculos que ficam lado a lado. Em um
dos círculos temos todas as ações e realizações de nossa vida, a
história da nossa vida da forma como um observador externo a
veria. No outro círculo temos tudo que sempre pensamos ou senti-
mos, todas as nossas ambições, desejos, esperanças, sentimentos,
sensações e todas as coisas que experimentamos de forma imediata
dentro de nós. Esses dois mundos estão relacionados, pois um re-
flete o outro. As ações que realizamos deixam traços no mundo inte-
rior, de modo que o padrão de nossa vida exterior fica impresso no
interior. Através de impressões e experiências construímos nosso
eu interior. Mas o nosso eu interior também é ativo, pois os pensa-
mentos e ideias influenciam o nosso eu exterior. O Método Silva
Mind Control nos ajuda a dar forma à nossa vida, remodelando
nosso mundo interior através de programação efetiva. Aprendemos
a trazer prosperidade a ambas as regiões da vida e mudamos a inte-
ração de nossos dois mundos. Se caímos na tentação de supor que
o mundo externo é o que conta, isso se deve ao fato de termos apren-
dido a usar a inteligência para o mundo externo, negligenciando os
valores do mundo interno,
Realização e auto-estima
Uma vida bem sucedida sempre apresenta dois importantes
fatores realização e auto-estima Isto significa que é preciso fazer
26
algo de construtivo de nossas vidas, e que precisamos gostar de nós
mesmos e nos aceitar durante o processo A tarefa primordial de
qualquer pessoa é fazer algo de útil com a sua vida. preferimos
usar nossas vidas para estruturar e construir, de modo que o curso
de nossa atividade diária tenha direção. O Silva Mind Control pode
ajudar-nos a alimentar as atitudes necessárias, de modo que pos-
samos trazer à tona a força total de nossas habilidades, para acele-
rar as mudanças desejáveis. O Método Silva nos ensina primeira-
mente a tomar uma atitude positiva em relação a nós mesmos e
aos outros. Essa atitude transforma os contatos com nossos familia-
res e até com os nossos clientes. Nós projetamos sentimentos
para os outros porque podemos programar acontecimentos positivos;
em resumo, aprendemos a influenciar o ambiente que nos cerca e
às outras pessoas, através da nossa própria programação, que nos
faz agir de modo diferente em relação às costumeiras atitudes que
tínhamos antes. O Silva Mind Control é portanto um método e uma
experiência, que nos mostra como conseguir essas mudanças. Mudar
nossa atitude para melhor tem duas consequências importantes:
melhorarmos a nós mesmos, e melhorarmos nossos resultados, o
que torna a vida mais promissora.

Mundo interior enriquecido através do Silva Mind Control

Sabemos que as realizações são necessárias para uma vida bem


sucedida; e também sabemos que se falta auto-afirmação, essa vida
é vazia. Em termos gerais podemos dizer que realizações de certo
porte são adequadas ao desenvolvimento do nosso "eu" exterior,
porém o nosso eu interior pode ainda não se sentir realizado. Sa-
bemos que existem diversas condições e sentimentos que podem
abalar a nossa paz interior, mesmo após uma vida inteira de realiza-
ções. Tais problemas são de natureza pessoal e requerem um tipo
de atenção pessoal; mas as técnicas do curso jé demonstraram sua
efetfvidade em relação a esses problemas. Não estamos querendo,
ao recomendar o nosso Método, excluir a assistência pessoal ou
profissional, mas sim oferecer um auxílio adicional que realmente
tem servido a muitos. Pesquisas recentes mostram uma melhora in-
crível em estudantes que foram testados antes e depois do Curso.
Podemos agora perceber claramente que temos à nossa disposição
os meios para satisfazer tanto o nosso lado interior como o exterior,
se abordarmos nosso problema corretamente, e se sinceramente
tomarmos as medidas que se fizerem necessárias.

27
EXERCÍCIO MENTAL REGULAR
CICLO REGULAR
A - ENTRANDO EM NÍVEL
1 Começaremos este exercício com o método de 3 a 1.
2 Coloque-se confortavelmente e feche seus olhos. (Pausa)
Tome uma respiração profunda e ao exalar, mentalmente
repita e visualize o número 3 três vezes. (Pausa).
3. Tome outra respiração profunda e ao exalar, mentalmente
repita e visualize o número 2 três vezes. (Pausa)
4. Tome outra respiração profunda e ao exalar, mentalmente
repita e visualize o número 1 três vezes. (Pausa)
5. Você já está no Nível 1. O plano básico mental que você está
aprendendo a usar para qualquer propósito que desejar.
B - APROFUNDAMENTO
1 Para ajudá-lo a entrar num nível menta! mais profundo e mais
saudável, vou contar de 10 a 1. A cada número regressivo
você se sentirá entrando e entrará num nível mental mais
profundo e mais saudável.
2 10 — 9 - sinta-se entrar num nível mental mais profundo.
8-7
6 mais e mais profundo.
5-4
3 mais e mais profundo.
2 -1
3 Você agora está num nível mental mais profundo e mais
saudável. Mais profundo do que antes. Para ajudá-lo a entrar
num nível mais profundo e mais saudável vou dirigir sua
atenção para diferentes partes do seu corpo.
28
4 Concentre sua antençáo em seu crânio, na pele que cobre a sua
cabeça. Você sentirá uma ligeira vibração, uma ligeira sensação
de calor produzida pela circulação. (Pausa)
Relaxe completamente as tensões e as pressões dos ligamentos
desta parte de sua cabeça e sinta-a num profundo estado de
relaxamento, que será cada vez mais e mais profundo. (Pausa)
5. Concentre sua atenção em sua testa, na pele que cobre a sua
testa.
Você sentirá uma ligeira vibração, uma ligeira sensação de calor
produzida pela circulação. (Pausa) Relaxe completamente as
tensões e as pressões dos ligamentos desta parte de sua
cabeça e sinta-a num profundo estado de relaxamento, que será
cada vez mais e mais profundo. (Pausa)
6. Concentre sua atenção em suas pálpebras e nos tecidos que
rodeiam seus olhos. Você sentirá uma ligeira vibração, uma
ligeira sensação de calor produzida pela circulação. (Pausa)
Relaxe completamente as tensões e as pressões dos ligamentos
desta parte de sua cabeça e sinta-a num profundo estado de
relaxamento, que será cada vez mais e mais profundo. (Pausa)
7 Concentre sua atenção em seu rosto, na pele que cobre suas
faces. Você sentirá uma ligeira vibração, uma ligeira sensação
de calor produzida pela circulação. (Pausa)
Relaxe completamente as tensões e as pressões dos ligamentos
desta parte de sua cabeça e sinta-a num profundo estado de
relaxamento, que será cada vez mais e mais profundo. (Pausa)
8. Concentre sua atenção na parte exterior da garganta, na pele
que cobre esta área de sua garganta. Você sentirá uma ligeira
vibração, um ligeira sensação de calor produzida pela
circulação. (Pausa)
Relaxe completamente as tensões e as pressões dos ligamentos
desta parte de seu corpo e sinta-a num profundo estado de
relaxamento, que será cada vez mais e mais profundo. (Pausa)
9. Concentre sua atenção na parte interior da sua garganta.
(Pausa)
Relaxe as tensões e as pressões dos ligamentos desta parte de
seu corpo e sinta-a num profundo estado de relaxamento, que
será cada vez mais e mais profundo. (Pausa)
10. Concentre-se em seus ombros. Sinta sua roupa em contato com
esta parte de seu corpo. (Pausa) Sinta a pele e a vibração da
pele que cobre seus ombros. (Pausa) Relaxe todas as tensões e
as pressões dos ligamentos e sinta seus ombros num estado de
profundo relaxamento que será cada vez mais e mais profundo.
(Pausa)
11 Concentre-se em suas costas. Sinta sua roupa em contato com
esta parte de seu corpo. (Pausa) Sinta a pele e a vibração da
pele que cobre suas costas. (Pausa) Relaxe todas as tensões e
as pressões dos ligamentos e sinta suas costas num profundo

29
estado de relaxamento que será cada vez mais e mais
profundo (Pausa)
12 Concentre-se na parte exterior do seu peito. Sinta sua roupa
em contato com esta parte de seu corpo (Pausa) Sinta à pele
e a vibração da pele que cobre seu peito (Pausa) Relaxe todas
as tensões e as pressões dos ligamentos e sinta seu peito num
profundo estado de relaxamento que será cada vez mais e
mais profundo. (Pausa)
13. Concentre-se na parte interior de seu peito. Relaxe os órgãos,
relaxe as glândulas, relaxe todos os tecidos, inclusive as
próprias células, e faça com que tudo funcione de uma
maneira ritmada e muito saudável. (Pause).
14. Concentre-se na parte exterior de seu abdómen. Sinta sua
roupa em contato com esta parte de seu corpo. (Pausa) Sinta
a pele e a vibração da pele que cobre seu abdómen. (Pausa)
Relaxe todas as tensões e as pressões dos ligamentos e sinta
seu abdómen num estado de profundo relaxamento que será
cada vez mais e mais profundo. (Pausa)
15 Concentre-se na parte interior de seu abdómen. Relaxe os
órgãos, relaxe as glândulas, relaxe todos os tecidos, inclusive
as próprias células, e faça com que tudo funcione de uma
maneira ritmada e muito saudável. (Pausa)
16. Concentre-se em suas coxas. Sinta sua roupa em contato com
esta parte de seu corpo. (Pausa) Sinta a pele e a vibração da
pele que cobre suas coxas. (Pausa) Relaxe todas as tensões e
as pressões dos ligamentos e sinta suas coxas num estado de
profundo relaxamento, que será cada vez mais e mais
profundo. (Pausa)
17. Sinta as vibrações dos ossos dentro de suas coxas. Neste
momento você poderá percebê-los facilmente. (Pausa)
18. Concentre-se em seus joelhos. Sinta a pele e a vibração da
pele que cobre seus joelhos. (Pausa) Relaxe todas as tensões
e as pressões dos ligamentos e sinta seus joelhos num estado
de profundo relaxamento, que será cada vez mais e mais
profundo. (Pausa)
19 Concentre-se em suas pernas. Sinta a pele e a vibração da
pele que cobre suas pernas. (Pausa) Relaxe todas as tensões
e as pressões dos ligamentos e sinta suas pernas num estado
de profundo relaxamento, que será cada vez mais e mais
profundo. (Pausa)
20 Para entrar num nível mental mais profundo e mais saudável,
concentre-se nos dados dos pés. (Pausa) Entre num nível
mental mais profundo e mais saudável. (Pausa)
21 Para entrar num nível mental mais profundo e mais saudável,
concentre-se nas solas de seus pés. (Pausa) Entre num nível
mental mais profundo e mais saudável. (Pausa)
30
22 Para entrar num nível mental mais profundo é mais saudável,
concentre-se nos seus calcanhares. (Pausa) Entre num nível
mental mais profundo e mais saudável. (Pausa)
23 Agora, faça com que seus pés se sintam como se não
pertencessem ao seu corpo. (Pausa)
Sinta seus pés como se não pertencessem ao seu corpo.
(Pausa)
- Seus pés se sentem como se não pertencessem ao seu
corpo. (Pausa)
- Seus pés, tornozelos, pernas e joelhos se sentem como se
não pertencessem ao seu corpo. (Pausa)
- Seus pés, tornozelos, pernas, joelhos, coxas, cintura, costas,
ombros, braços e mãos se sentem como se não
pertencessem ao seu corpo. (Pausa)
24. Você agora está num nível mental mais profundo e mais
saudável. Mais profundo do que antes.
25. Para ajudá-lo a entrar num nível mental mais profundo e mais
saudável, vou contar de 1 a 3, e farei um som com meus dedos.
Nesse momento você se projetará mentalmente ao seu lugar
ideal de descanso. Então deixarei de falar por um momento, e
quando você ouvir novamente a minha voz, uma hora de tempo
haverá transcorrido nesse nível mental. Minha voz não o
surpreenderá. Ao escutá-la você tomará uma respiração
profunda e entrará num nível mental mais profundo e mais
saudável.
26. 1 (PAUSA) 2 (PAUSA) 3 (FAÇA UM SOM COM OS DEDOS)
Projete-se mentalmente ao seu lugar ideal de descanso até ouvir
novamente a minha voz. Sinta-se bem relaxado. (Fique em
silêncio por 1 minuto)
27 Relaxe. (Pausa) Tome uma respiração profunda e entre num
nível mental mais profundo e mais saudável.

C - RAPPORT

Você continuará ouvindo minha voz, seguindo as instruções


neste nível ou em qualquer outro nível mental. Inclusive o nível
exterior consciente. Isto é para o seu benefício, você o deseja e
assim será.
Quando você me ouvir dizer a palavra relaxe, todos os
movimentos e atividades desnecessários de seu corpo, cérebro
e mente cessarão imediatamente e você estará completamente
tranquilo e relaxado, física e mentalmente.
Eu poderei tirá-lo deste nível mental ou de um nível mental mais
profundo contando de 1 a 5. Quando eu disser 5 seus olhos se
abrirão, você estará bem desperto, sentindo-se bem, bem
descansado e em perfeito estado de saúde.

31
Eu poderei tirá-lo deste nível mental ou de um nível mental
mais profundo tocando no seu ombro esquerdo três vezes.
Quando sentir que toco no seu ombro esquerdo pela terceira
vez seus olhos se abrirão, você estará bem desperto,
sentindo-se bem, bem descansado e em perfeito estado de
saúde.
D - FRASES GENIAIS
1 A diferença entre a mentalidade de um génio e a de uma
pessoa comum é que o génio usa a sua mente e a usa de uma
maneira especial.
2. Você já está aprendendo a usar a sua mente e a usá-la de uma
maneira especial.
E - FRASES BENÉFICAS
1 Frases positivas para seu benefício que convém repetir
ocasionalmente enquanto estiver nestes níveis mentais. Repita
mentalmente.
2. Minhas faculdades mentais aumentam a cada dia para me
servir e melhor servir a humanidade.
3. Cada dia que passa, de todas as formas e em todos os
sentidos, sintoma melhor, melhor e melhor.
4. Pensamentos positivos me trazem benefícios e vantagens que
eu desejo.
5. Tenho total controle e completo domínio sobre meus sentidos
e faculdades, neste nível mental e em qualquer outro nível,
inclusive o nível exterior consciente. Assim é; e assim será.
F - FRASES PREVENTIVAS
1. Frases preventivas para sua melhor saúde. Repita
mentalmente.
2. Nunca aprenderei a desenvolver, nem física nem mentalmente,
desordens mentais, doenças funcionais e psicossomáticas.
3. Nunca aprenderei a desenvolver, nem física nem mentalmente,
doenças do coração.
4. Nunca aprenderei a desenvolver, nem física nem mentalmente,
doenças do aparelho circulatório, nem doenças como
leucemia e diabetes.
5. Nunca aprenderei a desenvolver, nem física nem mentalmente,
doenças do aparelho respiratório, nem doenças como artrite e
glaucoma.
6. Nunca aprenderei a desenvolver, nem física nem mentalmente,
dependência de álcool nem de drogas.
32
7. Nunca aprenderei a desenvolver, nem física nem mentalmente,
nem mental nem fisicamente, a doença conhecida como câncer.
8. Sempre manterei meu sistema imunotógico forte e são, em
perfeito estado de saúde.
9. ' Sempre manterei meu corpo e minha mente saudáveis, em
perfeito estado de saúde.
10. Sugestões e pensamentos negativos, não têm influência em
mim, em nenhum nível mental.

G - FRASES DE PROJEÇÃO EFETIVA SENSORIAL

1. Frases de projecão efetiva sensorial para o seu sucesso.


Ssfcít' a ffst iSetr <* cr o ''
2. Já posso sintonizar minha inteligência, projetando meus
sentidos e minhas faculdades a qualquer ponto ou lugar deste
planeta, e já posso tomar consciência dos acontecimentos, se
isto for necessário e benéfico para a humanidade.
3. Já posso sintonizar minha inteligência, projetando meus
sentidos e minhas faculdades a qualquer ponto ou lugar de
qualquer planeta neste sistema solar; a qualquer sistema solar
nesta galáxia; e a qualquer galáxia do universo, e a tomar
consciência dos acontecimentos se isto for necessário e
benéfico para a humanidade.
4. Já posso sintonizar minha inteligência, projetando meus
sentidos e minhas faculdades aos diferentes reinos da matéria:
ao reino da matéria inanimada, a qualquer de seus níveis e
profundidades; ao reino da matéria animada com inteligência
reprodutora: o reino vegetal e animal, a qualquer de seus níveis
e profundidades; e ao reino da matéria animada com inteligência
reprodutora e consciência de existir: o reino do corpo e da
mente humana, a qualquer de seus níveis e profundidades.
5. Já posso detectar anomalias, quando estas existam dentro de
qualquer reino, nível ou profundidade, se isto for necessário e
benéfico para a humanidade.
6. Já posso aplicar medidas corretivas e fazer voltar ao normal
qualquer anomalia encontrada em qualquer reino, nível ou
profundidade, se isto for necessário e benéfico para a
humanidade.
7. Sugestões e pensamentos negativos não terão influência em
mim, em nenhum nível mental.

H - PROGRAMAÇÃO

Qualquer outra informação deve ser programada antes de Efeitos


Posteriores. Podem ser:
1. Programação Pessoal (a necessária ou de desejada).
2. Técnica do Polegar na Testa (ver apostila).

33
l - EFEITOS POSTERIORES
1 Cada vez que você funcionar nestes níveis mentais, você
receberá efeitos benéficos para o seu corpo e para sua mente
2 Você pode usar estes níveis mentais para ajudar-se física e
mentalmente.
3 Você pode usar estes níveis mentais para ajudar os seus entes
queridos, física e mentalmente.
4. Você pode usar estes níveis mentais para ajudar qualquer ser
humano que o necessite, física e mentalmente.
5. Você nunca usará estes níveis mentais para prejudicar a
nenhum ser humano. Se esta for a sua intenção, você não
conseguirá funcionar nestes níveis mentais.
6. Você sempre fará uso destes níveis mentais de maneira criativa
e construtiva, para tudo que é positivo, honesto, puro, limpo e
bom.
7 Você seguirá procurando tomar parte em atividades criativas e
construtivas para fazer deste mundo um lugar melhor para se
viver; para nós e para todos aqueles que haverão de nos
seguir. Você considerará a toda humanidade, dependendo de
sua idade, como pais ou mães, irmãos ou irmãs, filhos ou
filhas. Você é um ser humano superior, tem maior
compreensão, compaixão e paciência com seus semelhantes.
J - SAINDO DE NÍVEIS
1. Dentro de um momento vou contar de 1 a 5 e farei um som
com meus dedos. Nesse momento, você abrirá os olhos e
estará bem desperto, sentindo-se bem, bem descansado e em
perfeito estado de saúde. Sentindo-se melhor do que antes.
Não terá desconforto em sua cabeça. Não sentirá dor de
cabeça. Não terá desconforto nos ouvidos. Não sentirá
zumbido em seus ouvidos. Não terá e nem sentirá desconforto
em seus olhos, ao contrário, visão e audição melhoram cada
vez que você funciona nestes níveis mentais e assim será.
2. 1- 2 - Saindo pouco a pouco.
3 Quando eu disser 5 você abrirá os olhos, estará
bem desperto, sentindo-se bem, bem descansado
e em perfeito estado de saúde. Sentindo-se como
se tivesse dormido o suficiente de um sono natural,
revitalizante e muito saudável.
4-5 (FAÇA UM SOM COM OS DEDOS) olhos abertos,
bem desperto, sentindo-se bem, bem descansado
e em perfeito estado de saúde. Sentindo-se melhor
do que antes.
34
c-AXlx:/- -f *"**

EXERCÍCIO MENTAL ESPECIAL

ENTRANDO NOS NÍVEIS (Regressão na escala de evolução


cerebral.)
(As instruções para orientar o operador estão à esquerda, entre
parênteses; as afirmações em negrito, do lado direito, devem ser
lidas à pessoa que está entrando nos níveis.)

(A pessoa está sentada, você


fica em pé na frente dela,
um pouco a direita, e lhe diz:) Permita-me pegar sua mão
direita.

(Pegue a mão da pessoa em


posição de saudação. Diga à
pessoa, enquanto balança a
mão dela:} Solte e relaxe sua mio e seu
braço.

2. (Pare de balançar a mão da


pessoa. Coloque sua mão
esquerda na frente do rosto
da pessoa, de modo que ela
só possa enxergar o lado
do dedo mínimo de sua mão
esquerda. Então, diga-lhe:) Olhe minha mão, não tire os
olhos de minha mão um só
momento.

(Conserve sua mão esquerda


mais alta que o plano
horizontal visual da pessoa,

35
num ângulo de 45°, e
mantenha-a a uma distância
de 30 centímetros do rosto da
pessoa, dizendo-lhe:) Continue olhando minha mão.
3 (Comece a mover sua mão
esquerda para baixo, bem
devagar, deixando sempre o
lado do dedo mínimo em
frente aos olhos da pessoa,
mantendo a mesma distância.
Continue movendo sua mão
bem devagar, e diga:) Quando minha mão chegar ao
nível do seu pescoço, você
fechará seus olhos e os
manterá fechados; daí em
diante, toda vez que eu sacudir
sua mão, você entrará num
nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais saudável.
(Neste momento, sua mão
deverá estar mais ou menos
no nível da boca da pessoa.
Mova sua mão até chegar
ao nível do pescoço, e diga:) Olhos fechados; mantenha-os
fechados, abrindo-os
somente quando eu disser.
(Sacuda a mão da pessoa.) Agora, cada vez que eu
sacudir sua mão, você entrará
num nível mais profundo.
(Sacuda a mão da pessoa
mais 2 vezes, e cada vez que
o fizer diga:) Mais profundo.
Mais profundo.
(Deixe cair a mão da pessoa
em seu colo, de uma altura
de 30 centímetros, e diga:) Cada vez mais profundo.
36
{Continue, dizendo:) Para ajudá-lo a entrar num
nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais saudável,
vou levantar seu braço
direito e deixá-lo cair sobre
seu colo; cada vez que eu o
levantar e o deixar cair, você
entrará num nível mental mais
profundo, mais perfeito e
mais saudável, mais profundo
que antes.

(Então, diga:) Agora vou levantar seu braço


direito.

(Levante o braço e deixe-o


cair, dizendo:) Mais profundo.

(Mais uma vez, levante o


braço e deixe-o cair, dizendo:) Mais profundo.

(Pela última vez, levante e


solte o braço da pessoa e
diga:) Cada vez mais profundo.

Faça o mesmo com o braço


esquerdo, mas antes diga à
pessoa o que você vai fazer:) Para ajudá-lo a entrar num
nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais saudável,
vou levantar seu braço
esquerdo e deixá-lo cair sobre
seu colo, e cada vez que eu o
levantar e o deixar cair,
você entrará num nível
mental mais profundo, mais
perfeito e mais saudável, mais
profundo que antes.

(Então, diga:) Agora vou levantar seu braço


esquerdo.

37
(Levante o braço esquerdo e
ao soltá-lo, diga:) Mais profundo.
(Mais uma vez, levante o
braço e deixe-o cair, dizendo:) Mais profundo.
(Pela última vez, levante e
solte o braço da pessoa e
diga:) Cada vez mais profundo.
5. (Continue, dizendo:) Para ajudá-lo a entrar num
nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais saudável,
vou contar de 10 a 1. A cada
número regressivo, você
se sentirá entrando e entrará
num nível mental mais
profundo, mais perfeito e
mais saudável
10 — 9 — Sinta-se entrar num
nível mais profundo
8 — 7
6 — Mais e mais profundo
5 — 4
3 — Mais e mais profundo
2 — 1
Você agora está num nível
mental mais profundo, mais
perfeito e mais saudável,
mais profundo que antes.
6 (Continue, dizendo: Para ajudá-lo a entrar num
nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais
saudável, vou pôr minhas
mãos sobre seus ombros; e
quando você sentir minhas
mãos tocarem seus ombros,
entrará num nível mental mais
profundo, mais perfeito e
mais saudável, mais profundo
que antes.
38
(Então, diga:) Agora vou pôr minhas mãos
sobre seus ombros.

(Ponha as mãos sobre os


ombros da pessoa, com uma
leve pressão para baixo e
para a frente, e diga:) Mais profundo.

(Suavemente, retire as mãos


dos ombros da pessoa.)

(Quando a pessoa relaxa o


pescoço e deixa cair a
cabeça para a frente, é um
bom sinal de relaxamento.)

(Quando a pessoa é do sexo


oposto, use só os dois
primeiros dedos de cada
mão quando tocar seus
ombros.)

7. (Agora, diga:) Para ajudá-lo a entrar num


nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais
saudável, vou contar de 1 a 3,
e quando eu disser 3,
seus olhos se abrirão; depois,
quando você me vir tocar
minha orelha direita,
com minha mão direita, seus
olhos se fecharão, e você
entrará num nível mental mais
profundo, mais perfeito e
mais saudável, mais
profundo que antes:
1 — 2 — 3.

(Estale os dedos e diga:) Olhos abertos.

(Então, diga:) Estenda os braços, e depois


deixe-os descansar em seu
colo.

39
íToque sua orelha direita com
sua mão direita, enquanto
olha a pessoa. Se ela fechar
os olhos por si mesma,
diga simplesmente:) Mais profundo, cada vez mais
profundo.
(Se a pessoa não fechar os
olhos, diga:) Olhos fechados. Entre num
nível mental mais profundo.
Mais profundo que antes.
8. (Então, diga:) Para ajudá-lo a entrar num
nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais saudável,
vou levantar seu braço
direito e deixá-lo cair sobre
seu colo. Cada vez que eu o
levantar e o deixar cair, você
entrará num nível mental
mais profundo, mais perfeito
e mais saudável, mais
profundo que antes.
Agora vou levantar seu
braço direito.
(Levante o braço da pessoa e
deixe-o cair, dizendo:) Mais profundo.
(Mais uma vez, levante o
braço e deixe-o cair, dizendo:) Mais profundo.
(Pela última vez, levante e
solte o braço da pessoa, e
diga:) Cada vez mais profundo.
(Faça o mesmo com o braço
esquerdo, mas antes diga à
pessoa o que você vai fazer:) Para ajudá-lo a entrar num
nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais saudável,
vou levantar seu braço
esquerdo e deixá-lo cair sobre
seu colo, e cada vez que eu
o levantar e o deixar cair,
você entrará num nível mental
mais profundo, mais perfeito
e mais saudável, mais
profundo que antes.

Agora vou levantar seu


braço esquerdo.

(Levante o braço esquerdo e


enquanto o deixa cair, diga:) Mais profundo.

(Mais uma vez, levante o


braço e deixe-o cair, dizendo:) Mais profundo.

(Pela última vez, levante e


solte o braço da pessoa,
e diga:) Cada vez mais profundo.

(Continue, dizendo:) Para ajudá-lo a entrar num


nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais saudável,
vou contar de 10 a 1.
A cada número regressivo,
você se sentirá entrando e
entrará num nível mental
mais profundo, mais perfeito
e mais saudável.
10 — 9 — Sinta-se entrar
num nível mais profundo
8 — 7
6 — mais e mais profundo
5 — 4
3 — Mais e mais profundo
2 — 1.
Você agora está num nível
mental mais profundo, mais
perfeito e mais saudável, mais
profundo que antes.

(Continue, dizendo:) Para ajudá-lo a entrar num

41
nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais
saudável, que este, vou pôr
minhas mãos sobre seus
ombros. Quando você sentir
minhas mãos tocarem seus
ombros, entrará num nível
mental mais profundo, mais
perfeito e mais saudável,
mais profundo que antes.
(Então, diga:) Agora vou pôr minhas mãos
sobre seus ombros.
(Ponha suas mãos sobre os
ombros da pessoa, com uma
leve pressão para baixo e
para a frente, e diga:) Mais profundo.
(Suavemente, retire as
mãos dos ombros da pessoa.)
(Quando a pessoa relaxa o
pescoço e deixa cair a cabeça
para a frente, é um bom sinal
de relaxamento.)
9 (Agora, diga:) Para ajudá-lo a entrar num
nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais saudável,
vou contar de 1 a 3, e quando
eu disser 3, seus olhos se
abrirão; depois, quando você
vir que aponto o dedo
indicador para seu rosto,
seus olhos se fecharão e você
entrará num nível mental
mais profundo, mais perfeito e
mais saudável, mais profundo
que antes. 1 — 2 — 3.
[Estale os dedos e diga ) Olhos abertos.
42
Estenda os braços, e depois
deixe-os descansar em seu
colo.

(Aponte para a pessoa o


seu dedo indicador.
Se a pessoa fechar os olhos
por si mesma, diga
simplesmente:) Mais profundo, cada vez mais
profundo.

(Se a pessoa não fechar os


olhos, diga:) Olhos fechados. Entre num
nível mental mais profundo.
Mais profundo que antes.

10. Para ajudá-lo a entrar num


nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais saudável,
vou levantar seu braço
direito e deixá-lo cair sobre
o seu colo; cada vez que eu
o levantar e o deixar cair,
você entrará num nível
mental mais profundo, mais
perfeito e mais saudável,
mais profundo que antes.

Agora vou levantar seu braço


direito.

(Levante o braço e deixe-o


cair, dizendo:) Mais profundo.

(Mais uma vez, levante o


braço e deixe-o cair, dizendo:) Mais profundo.

(Pela última vez, levante e


solte o braço da pessoa e
diga:) Cada vez mais profundo.

(Faça o mesmo com o braço


esquerdo da pessoa, mas

43
antes diga a ela o que você
rara J Para ajudá-lo a entrar num
nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais saudável,
vou levantar seu braço
esquerdo e deixá-lo cair sobre
seu colo; e cada vez que eu
o levantar e o deixar cair,
você entrará num nível
mental mais profundo, mais
perfeito e mais saudável,
mais profundo que antes.
Agora vou levantar seu
braço esquerdo.
(Levante o braço esquerdo, e
enquanto o deixa cair, diga:) Mais profundo.
(Mais uma vez, levante o
braço e deixe-o cair,
dizendo:) Mais profundo.
(Pela última vez, levante e
solte o braço da pessoa e
diga:) Cada vez mais profundo.
(Continue, dizendo:) Para ajudá-lo a entrar num
nível mais profundo, mais
perfeito e mais saudável, vou
contar de 10 a 1. A cada
número regressivo, você
se sentirá entrando e
entrará num nível mental
mais profundo, mais perfeito
e mais saudável.
10 — 9 — Sinta-se entrar num
nível mais profundo.
8 — 7
6 — Mais e mais profundo
5 — 4
3 — Mais e mais profundo
2 —1
44
(Continue, dizendo:) Agora você está num nível
mental mais profundo, mais
perfeito e mais saudável,
mais profundo que antes.
Para ajudá-lo a entrar num
nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais saudável
que este, vou pôr minhas
mãos sobre seus ombros.
Quando você sentir minhas
mãos tocarem seus ombros,
entrará num nível mental mais
profundo, mais perfeito e mais
saudável; mais profundo que
antes.

(Então, diga:) Agora vou pôr minhas mãos


sobre seus ombros.

(Ponha suas mãos sobre os


ombros da pessoa, com uma
leve pressão para baixo e
para a frente, e diga:) Mais profundo.

(Suavemente, retire as mãos


dos ombros da pessoa.)

(Quando a pessoa relaxa o


pescoço e deixa cair a cabeça
para a frente, é um, bom
sinal de relaxamento.)

11. (Agora, diga:) Para ajudá-lo a entrar num


nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais saudável,
vou contar de 1 a 3; e quando
eu disser 3, você abrirá
os olhos; depois, quando me
ouvir dizer as palavras
"rosa azul", seus olhos se
fecharão e você entrará num
nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais saudável

45
do que este em que você se
encontra agora. 1 - 2 — 3
(tstale os dedos e diga l Olhos abertos.
(Desta vez não mande a
pessoa estender os braços )
(Quando a pessoa abrir os
olhos, espere alguns
segundos, e então, diga:) Rosa azul.
(Se a pessoa fechar os olhos
por si mesma, diga
simplesmente-) Mais profundo, cada vez mais
profundo.
(Se a pessoa não fechar os
olhos, diga:) Olhos fechados. Entre num
nível mental mais profundo.
Mais profundo que antes.
12 Diga: Para ajudá-lo a entrar num
nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais saudável,
vou levantar seu braço
direito e deixá-lo cair sobre
seu colo; cada vez que eu o
levantar e o deixar cair, você
entrará num nível mental
mais profundo, mais perfeito
é mais saudável, mais
profundo que antes.
Agora vou levantar seu braço
direito.
Levante o braço e deixe-o
cair, dizendo:) Mais profundo.
(Mais uma vez. levante o
braço e deixe-o cair dizendo ) Mais profundo.
fPela última vez levante e
40
solte o braço da pessoa,
e diga:) Cada vez mais profundo.

(Faça o mesmo com o braço


esquerdo, mas antes diga
à pessoa o que você vai
fazer.] Para ajudá-lo a entrar num
nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais saudável,
vou levantar seu braço
esquerdo e deixá-lo cair sobre
seu colo, e cada vez que eu o
levantar e o deixar cair, você
entrará num nível mental
mais profundo, mais
perfeito e mais saudável,
mais profundo que antes.

Agora vou levantar seu


braço esquerdo.

(Levante o braço esquerdo e


enquanto o deixa cair, diga:) Mais profundo.

(Mais uma vez, levante o


braço e deixe-o cair, dizendo:) Mais profundo.

(Pela última vez, levante


e solte o braço da pessoa,
e diga:) Cada vez mais profundo.

(Continue, dizendo:) Para ajudá-lo a entrar num


nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais saudável,
vou contar de 10 a 1. A cada
número regressivo, você se
sentirá entrando e entrará
num nível mental mais
profundo, mais perfeito e
mais saudável.
10 — 9 — Sinta-se entrar
num nível mais profundo.
8 — 7

47
6 — Mais e mais profundo
5 - 4
3 — Mais e mais profundo
2 — 1
Agora você está num nível
mental mais profundo, mais
perfeito e mais saudável,
mais profundo que antes.
(Continue dizendo j Para ajudá-lo a entrar num
nível mental mais profundo,
mais perfeito e mais saudável
que este, vou pôr minhas
mãos sobre seus ombros.
Quando você sentir minhas
mãos tocarem seus ombros,
entrará num nível mental
mais profundo, mais perfeito
e mais saudável, mais
profundo que antes.
[Então, diga:) Agora vou pôr minhas mãos
sobre seus ombros.
(Ponha as mãos sobre os
ombros da pessoa, com uma
leve pressão para baixo e
para a frente, e diga:) Mais profundo.
[Suavemente, retire as mãos
dos ombros da pessoa.)
(Quando a pessoa relaxa o
pescoço e deixa cair a
cabeça para a frente, é um
bom sinal de relaxamento.i
13 (Agora, diga:) Você continuará ouvindo a
minha voz, continuará
seguindo as instruções,
neste nível ou em qualquer
outro, inclusive o nível
consciente exterior. Isto é
48
para o seu benefício,
você assim o deseja, e
assim será. Quando você me
ouvir dizer a palavra
"relaxe", todos os
movimentos e atividades
desnecessários do seu
corpo, cérebro e mente
cessarão imediatamente e
você ficará completamente
passivo e relaxado, física e
mentalmente.

(Continue, dizendo:) Eu poderei tirá-lo deste nível,


ou de um nível mental mais
profundo que este, contando
de 1 a 5. Ao contar 5, seus
olhos se abrirão, você estará
bem desperto, bem
descansado e em perfeita
saúde. Eu poderei tirá-lo deste
nível, ou de um nível mental
mais profundo que este,
tocando seu ombro esquerdo
3 vezes. Quando sentir que
eu toco seu ombro esquerdo
pela terceira vez, seus olhos
se abrirão, você estará
bem desperto, bem
descansado e em perfeita
saúde.

Programação

14.

(Aqui o graduado faz a sua programação, que pode ser feita


mentalmente, ouvindo um gravador, ou por escrito para que outra
pessoa leia neste momento. Essa programação deve ser feita sempre
antes dos "Efeitos Posteriores", que se seguem. Se não houver pro-
gramação para ser feita, o orientador deve continuar com o exercício.)

CA/4 49
Para sair dos níveis
1 r3 (Agora diga ) Dentro de um momento vou
contar de 1 a 5 e fazer um
som com os dedos. Nesse
momento você abrirá os
olhos, estará bem desperto,
bem descansado e em
perfeita saúde, sentindo-se
melhor do que antes. Você
não terá nenhum desconforto
em parte alguma da cabeça,
não terá dor de cabeça; não
terá nenhum desconforto
nem zumbido nos ouvidos;
não terá desconforto na
vista nem na visão; sua
vista, sua visão e sua
audição melhorarão sempre
que você funcionar nestes
níveis mentais.
1 — 2 — Saindo pouco a
pouco.
3 — Quando eu disser 5,
você abrirá os olhos, estará
bem desperto, bem
descansado e em perfeita
saúde, sentindo-se melhor do
que antes. Sentindo-se como
se tivesse dormido 8 horas
de um sono normal, natural,
revitalizante e saudável.
4 — 5.
(Estale os dedos e diga:) Olhos abertos, bem desperto,
bem descansado e em perfeita
saúde. Sentindo-se melhor
do que antes.
ÍFim do ciclo )
50
TÉCNICA DO POLEGAR NA TESTA

Sempre que você desejar que eu o ajude a entrar num nível


mental mais profundo e mais saudável, tudo que preciso fazer é en-
costar o meu polegar na sua testa, tal como vou fazer agora. Eu
agora vou encostar meu polegar na sua testa (encoste o polegar
na testa da pessoa, e repita as instruções:) Sempre que você dese-
jar que eu o ajude a entrar num, nível mental mais profundo e mais
saudável, tudo que preciso fazer é encostar o meu polegar na sua
testa, tal como estou fazendo agora. Nesse momento, você fechará
os olhos e tomará uma respiração profunda, e ao exalar vagarosa-
mente, entrará num nível mental mais profundo e mais saudável
do que este em que se encontra agora.

TÉCNICA ESPECIAL DO COPO D'AGUA

Impressão de informações para seu benefício, programando um


tipo de fórmula técnica, usando a Técnica Especial do Copo d'Água.
Para aprender a usar a Técnica Especial do Copo d'Água, pegue
um copo com água e pingue 3 gotas de limão. Sente-se numa ca-
deira segurando o copo d'água com os dedos de ambas as mãos,
de modo que as pontas dos. dedos da mão direita e da mão esquerda
estejam afastadas cerca de 0,5 cm.
Entre em seu nível pelo método 3 a 1. Uma vez em nível, e
enquanto segura o copo d'água na frente da sua testa, visualize
uma cena do problema no qual vai trabalhar. Depois visualize a si
mesmo bebendo a água, numa segunda cena, um pouco à esquerda
da primeira, e visualize sendo corrigido. Ainda com os olhos fechados,
visualize a solução numa terceira cena, um pouco à esquerda da
segunda; visualize resultados finais perfeitos. Depois disso, saia do
nível 1 e beba a água.
Obs.: Para corrigir problemas de saúde consulte o seu médico,
e trabalhe sob a sua supervisão.

51
GRÁFICOS DOS RESULTADOS DE PESQUISAS
CONTROLE DAS ONDAS CEREBRAIS
Comparação entre os dados de treinamento e os dados básicos
para as pessoas treinadas em Mind Control
a 9 10 ' i i! n 14 ií>
FREQUÊNCIA em Hz
Participantes do Curso Básico demonstraram a habilidade de
entrar em Alfa ("S") e sair de Alfa ("T") com olhos abertos e olhos
fechados. As experiências também demonstraram uma relação entre
um voluntário dizer que estava no nível Alfa e a sua produção do
ritmo Alfa.
VOLUNTÁRIOS
Hl S
--,"• r
olhos fechados
«WS»"*'
olhos fechados
olhos fechados
olhos abertos
52
MELHORA NA SAÚDE

Numa pesquisa com 1.107 par-


ticipantes, mais do dobro da por-
50 49.1 centagem dos que procuravam
benefícios de saúde acusou me-
40
lhor saúde em consequência do
i? 30 uso das técnicas de Mind Control.
24.2
20
Ref.: Hahn, J.W., "Mind Science Foun-
10 dation Study" Los Angeles, CA, a ser
publicado.
O
indivíduos Indivíduos depois
• procurando
acusando
benefícios

Ref.: Bremmer, F., Benignus, V., e Moritz, F., EEG Correlates of Attention in
Humans, Neuropsychologia, 1972, Volume 10, pp. 307-312.

Bremmer, F. e Moritz, F., Internai Focus as a Subset of Attention Neuropsy-


chologia, 1972, Volume 10, pp. 467-469.

As experiências foram conduzidas na Universidade Trinity, em San António,


Texas.

MELHORA NO SONO

Maior facilidade para adorme-


cer sem o uso de drogas é uma
das habilidades aprendidas pelos
participantes do Curso Básico. O
40
34.9 sono natural é vital para a manu-
30 tenção de uma boa saúde física e
mental.
20
10.7
10 Ref.: Hahn, Ibid.

O —• âeppls
procurando acusando
benefícios beneficio»

93
MAIOR HABILIDADE PARA RELAXAR
70.3
>0 "
60 • A habilidade de entrar em m
veis profundos de relaxamento e
SÓ -
crítica com relação à redução de
40 tensão física, potencialmente no
34.8
eiva, e do 'stress" psicológico
30
20 Ret Hahn, Ibid.
10 •
procurando
I
benefícios
A FORÇA DO EGO
Testes psicológicos anteriores
e posteriores, feitos com um
grupo de colegiais, demonstraram
um forte movimento em direção
9.55 a^ "grande força do ego, maduro,
encara a realidade, calmo", afas-
tando-se de: "perturbar-se com
facilidade." Praticamente todos
.001
os grupos testados demonstraram
essa mudança.
Ref.: DeSau, George T., "The Silva
fator C — HSPO*
Mind Control Courses: Effects With
Hallahan Hlgh School Three High School Populations " SMCI
Laredo, Texas, 1974.
O 16PF e o HSPQ são testes de personalidade, publicados pelo Institute tor
Personality and Ability Testing (Instituto Para Testes de Personalidade e Habilida-
des), que medem essencialmente as mesmas dimensões; o 16PF é usado na po-
pulação adulta, e o HSPQ na população de colegiais.
** Para o valor t, veja nota de pé de página, p. 65.
** Para o significado de P >. veja nota de pé de página, p. 65.
54
ESTABILIDADE DA FORÇA DO EGO

5.4

3.7

pós- depois
teste de 4
meses
Fator C — HSPO
Lawrencevile High School N = 112

Os testes realizados depois de 4 meses demonstraram que as


principais alterações trazidas pelo Curso Básico são duradouras; na
verdade, existe uma melhora depois de um período de tempo.

Rei,: DeSau, Ibid.

RELAXAMENTO, TRANQUILIDADE

4.8
Os participantes do Curso Bá-
sico mudaram para reacões que
indicam: "autoconfiante, plácido
P<.OD1 e sereno", e que se afastam
de: "apreensivo, auto-recrimina-
dor, preocupado e perturbado".

Ref.: DeSau, George T., e Seawell,


Paul. "The Albuquerque Report", SMCI.
Laredo. Texas, 1974.

55
AUTOCONFIANÇA E AUSÊNCIA DE SENTIMENTO DE CULPA
Um grupo de adultos demons-
trou um movimento em direção a
reações que indicam: "relaxado,
tranquilo, não-frustrado, sereno",
„ 3 f<.001
afastando-se de padrões que in-
dicam: "tenso, frustrado, cons-
trangido, extenuado". Essa ten-
dência é característica de quase
todos os projetos de testes até o
f«tor O — 18 PF
N—30 momento.
Ref.: DeSau e Seawell, Ibid.
Para o valor t, veja nota de pé de página, p. 65.
Para o significado de P < >, ve ja nota de pé de página, p. 65.
ORIENTAÇÃO SOCIAL
Pode parecer paradoxal à pri-
5
meira vista, mas o desenvolvi-
4 mento de um controle da cons-
ciência interior, no Curso Básico,
~ 3
_O
P<.001 leva à libertação de fatores inibi-
2 2 dores da interação social. Um
1 grupo testado mudou para: "es-
pontâneo, socialmente corajoso",
O
fator H — 16 PF afastando-se de: "acanhado, tími-
N—30 do, sentindo-se ameaçado".
Ref.: DeSau e Seawell, Ibid.
CONFIANÇA, COOPERAÇÃO
5
4
P < .05
^ 3 Os participantes do Curso Bá-
j3
a sico mostraram maior vontade de
> 2
trabalhar com os outros em vez
1 de serem continuamente compe-
O titivos, desconfiados e receosos.
fator l — 16 PF
N 30 Ref.: DeSau e Seawell, Ibid.
56
AMABILIDADE, DESEMBARAÇO

Esse gráfico indica um movi-


mento em direção a "amável, de-
sembaraçado, participante", afas-
tando-se de: "reservado, desinte-
ressado, crítico, indiferente".
.001

Ref.: DeSau, op. cit.

fator A HSPQ

ENTUSIASMO

Participantes do Curso Básico


demonstraram maior alegria, en-
p '< .05
tusiasmo e joie de vivre. Um mo-
vimento que se afasta de "melan-
colia e pessimismo" pode perfei-
tamente resultar de uma recente
libertação das ansiedades e con-
fusão interior previamente exis-
fntnr F — 16 ff
tentes.
N 30
Ref.: DeSau e Seawell, op. cit.

Para o valor t, veja nota de pé de página, p. 65.


Para o significado de P < >, veja nota de pé de página, p. 65.

Existem muitos aspectos referentes a autoconceito e auto-ima-


gem. O autoconceito de um indivíduo é de importância crítica em
sua vida. Testes psicológicos confirmaram os efeitos positivos do
Curso Básico em diversos aspectos da auto-imagem.

57
g : "c' Q.
-T Valores
> CD
CO >
3
r+ CD C õ g. C
•D 33 Absolutos
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03
03
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U
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2. » ^
0 l 3 O1
03 Ç
«D O
AUTO-IMAGEM PESSOAL

70 68.43

65 6431
w o
II 57.95
= .8221
55
50
I Grupo Grupo <Si
Slly» Mlnd Control Controle

Equilíbrio, integração de emoções e harmonia em assuntos


pessoais mostraram uma significativa melhora.

Ref.: Motiff, Ibid.

— antes — depois

AUTO-IMAGEM FAMILIAR

70,17
70
e>62C) 66.96
65 64.39

60

l
p = 0004 .S825

i
55
50

Grupo Grupo de
Silva Mlnd Control Control*

Os participantes do Curso Básico notaram que eram mais capa-


zes de se dar bem, e de se importar com os membros das suas
famílias.

Ref Motiff, Ibid.

— antes — depois

59
AUTO-IMAGEM SOCIAL
i M
6b 97 36 6 5 6627
65
.S
E 3 60
£ ~S
= 0003 .0283
"l ss
50
Grupo Grupo da
ISllvi Mlnd Control

I Controls
A auto-imagem é de grande importância na interação social. A
melhora desse fator está ligada à habilidade de lidar com as pessoas
de maneira mais satisfatória.
Ref.: Motiff, Ibid.
— antes — depois
" Para o significado de P, veja nota de pé de página, p. 65
AUTO-IMAGEM IDENTIDADE
118.37 118.58
.00001
9843
Grupo Grupo da
Sllv» Mind Control. Controle
Este fator lida com o conceito total do indivíduo: "O que eu
sou". Os participantes do Curso Básico aprenderam a se valorizar

ir
mais.
Ref.: Motiff, Ibid.
rVVl ' antes I — depois
60
AUTO-SATISFAÇAO

110 108.02

105 102.3 4 102.72

l |100
"l 93.46 p = 00001 p = .7741

I
* 95
90

Grupo Grupo de
Sllvn Mlnd Control Controle

A forma como um indivíduo se sente com relação à sua identi-


dade está refletida aqui Os participantes aprenderam a ser muito
menos críticos e negativos com relação a si mesmos.

Ref Motiff. Ibid


— depois

COMPORTAMENTO

120
116.9
115 110.03
110
iS 105.4
= .8551

100

Qnipo
Silva Mlnd Control

Os participantes do Curso Básico se deslocaram em direcão a


padrões que indicam maior aceitação de seu próprio comportamen-
to e menor autodepreciação

Ref Motiff Ibid

Para o significado de P veja nota de pé de página, p. 65.

61
MAIOR CRIATIVIDADE
Há muito tempo a imaginação
39.5
40 foi reconhecida como um compo-
29.1 nente chave da criatividade. O
30
Silva Mind Control, ao oferecer
20 técnicas para exercitar a imagi-
10
nação, efetivamente aumenta a
criatividade, como relatam, seus
O
procurando acusando graduados.
benefícios benefícios
Ref.: Hahn, ibid.
— antes depois
CONTROLE DOS SONHOS
O Controle dos Sonhos, uma
30 25.8
técnica para lembrar de sonhos
,20 e para aprender a usar os sonhos
66
na resolução de problemas prá-
10
ticos, foi adotado e usado com
O l êxito por aproximadamente 4 ve-
procurando acusando
benefícios benefícios zes o número de indivíduos que
informaram estar procurando be-
nefícios por meio dessa técnica.
Ref.: Hahn, op. cit.
- ante? — depois
CONTROLE DE HÁBITOS
O Controle de Hábitos, como
40 fumar e comer em excesso,
27.8 pode ser difícil. Os participantes
30
acusam sucesso no controle de
17.8
20 hábitos com as técnicas de Mind
10 Control.
Ref.. Hahn, op. cit.
procurando acusando
benefícios benefícios
— depor»
62
MELHOR MEMÓRIA

O melhor funcionamento da
memória, incluindo informação,
armazenamento e lembrança, e
parte do Curso Básico. Novamen-
ie, o número de graduados rela-
40 tando exilo em seus resultados
32.2 nessas áreas foi superior ao nú-
30
21.4 mero dos que originalmente pro-
70 curavam esses resultados.
10

O
procurando
benefícios
l
acusando
uenefíciot.
Ref.: Hahn, op. cit.

lO^ — antes

PERCEPÇÃO PSÍQUICA

Acredita-se que o desenvolvi-


mento de um sentido intuitivo su-
perior esteja relacionado ao su-
67.6 cesso em muitas áreas.
70
612 Esses dados indicam que os es-
«O tudantes do Curso Básico real-
50
mente têm experiências de natu-
reza intuitiva ou psíquica, e que
40 o sentido da intuição é aumenta-
30 do por essa forma de treinamen
to mental.
20

10 Ref.: Hahn, op. clt.

Q - antes I ~ depois
procurando acu»ndo
benefícios bentffclos

63
CRENÇA NO ESP
95.8
ao
70
50
30
14.
10
ã
4.1
4
3
2
1
0.2
NÃO NÃO TEM CERTEZA
SIM
I
• depois
A porcentagem de indivíduos que expressaram crença no ESP
aumentou como resultado das experiências nas aulas, enquanto que
expressões de descrença ou incerteza com relação ao ESP diminuíram.
Ref.. Hahn. op. cit.
ESP GERAL
(Combinando Precognição, Telepatia e Clarividência.)
Após o término do Curso Básico, houve uma diminuição de
37,5% no número de indivíduos que havia informado não ter tido
nenhuma experiência psíquica anterior ao Curso Básico.
40 m 374 )
30
20
10
0 i
64
DIMINUIÇÃO NA PORCENTAGEM

A mesma população relatou um aumento do número de experiên-


cias psíquicas após o Curso Básico. Na categoria de 6 a 10 experiên-
cias houve um aumento de 61,2%; e na categoria de 10 ou mais
experiências, houve um aumento de 56,5%

EXPERIÊNCIAS PSÍQUICAS

56.5

6 a 10 10 ou mais

AUMENTO NA PORCENTAGEM

Mais estudos foram realizados e outros foram planejados. A


pesquisa prossegue.

Ref.: Hahn, op. clt.


" Valor t.
O valor t é obtido através de uma fórmula matemática especial, que é aplicada
a resultados de testes. O significado do valor t é determinado pelas tabelas esta-
tísticas; quanto maior o valor t, mais significado tem. Todos os valores t nesta
apostila alcançaram o nível predeterminado de slgnlficância estatística
•" P.
P é a medida estatística da probabilidade. Indica o menor número provável
de vezes que um experimento controlado com exatidão deve ser repetido para
que se consiga os resultados obtidos por puro acaso. Se P=01, por exemplo,
então seriam provavelmente necessárias mais de cem repetições do experimento
original para se obter os resultados por acaso, uma vez.

CA/5 65
c j
/) .ftt^pc^^v--^ «'"•^
C 3 J,
PESQUISA SOBRE CURA PSÍQUICA*
A CURA PELA FÉ
no Movimento Mundial de Medicina Holística
Prosseguem as pesquisas sobre cura psíquica, patrocinadas por
"The Ecumenical Society of Psychorientology, Inc .", e "Silva Mind
Control International, Inc ", de Laredo, Texas, E. U. A.
Nossa investigação mundial sobre os resultados da cura pela fé
e sobre os curadores psíquicos tem constituído fator muito importante
na aceitação de certas práticas de tratamento psíquico. Nossa pes-
quisa chegou a alguns denominadores comuns ou padrões que estão
sendo usados pelos curadores em todas as partes do mundo. Os pró-
prios curadores ignoravam que o que eles faziam era o mesmo que
outros curadores faziam noutras partes do mundo.
Denominadores comuns observados nos pacientes:
1) desejo de ser curado;
2} confiança no curador e em seu método;
3) expectativa de bom êxito.
Quanto mais fortes são o desejo, a confiança e a expectativa,
tanto melhores são os resultados.
São condições ideais para o paciente e a cura:
11 que o paciente peça para ser curado;
2) que a mente e o corpo do paciente estejam relaxados;
3) que. durante a aplicação curativa, o paciente entre e se
mantenha no nível mental de 10 ciclos por segundo.
'(^ 1978 1983. por José Silva. Todos os direitos literários do autor são proprie-
dade do Institute of Psychorientology, Inc.. Laredo, Texas. Toda correspondência
deve ser dirigida a Silva Mind Control International, Inc.. 1110 Cedar Avenue.
P O Box 2249 Laredo Tx 78041-0249. U.S.A Telex. 763328.
66
Denominadores comuns observados nos curadores:
1) desejo de curar;
2) confiança em si próprio e no seu método;
3) expectativa de bom êxito no tratamento.
Quanto mais fortes são o desejo, a fé e a expectativa, tanto
melhores são os resultados.
São condições ideais para o curador e a cura:
1) O curador deve aceitar com muito prazer o convite para
curar.
2) o curador deve manter ativos sua mente e seu corpo.
3) O curador precisa saber entrar e manter-se no nível mental
de 10 ciclos por segundo durante a aplicação curativa.
4) Quando, na aplicação curativa, o curador mantém os olhos
abertos, deve conservar a vista difusa e indireta.
5) O curador deve repetir três vezes cada item do tratamento.
6) A duração de cada item há de corresponder ao tempo pelo
qual o curador possa sustentar a respiração.
7) Acordam os curadores que a energia é transmitida pela mão
direita e atraída pela esquerda, não importando que o cura-
dor seja destro ou canhoto.
8) Ao efetuar tratamento "sem contacto", o curador mantém
os olhos abertos, com vista difusa, indireta, e move as
mãos a uma distância de não mais que oito centímetros
do corpo do paciente.
9) Ao efetuar tratamento "de contacto", mantém os olhos fé
chados e aplica a mão esquerda diretamente sobre a parte
afetada do corpo do paciente.
10) Quando as mãos do curador estão em contacto com o corpo
do paciente, não devem mover-se durante a aplicação cura-
tiva.
11) Em cada aplicação curativa, seja por contacto direto ou à
distância, conservando o curador os olhos fechados ou
abertos, vendo indiretamente, mantém-se consciente de que a
energia por ele irradiada estimula o organismo do paciente
e seus mecanismos de cura. Com sua imaginação, ele dirige
a energia estimulada para a parte afetada do corpo do pa-
ciente, auxiliando a cura. O curador nutre a convicção de
que, por este processo, não só se estimula o organismo do
paciente, como se incrementa o poder dos mecanismos de
imunidade.
12) Obtêm-se melhores resultados quando o curador visualiza
a cura completa e efetiva à sua esquerda. O fator tempo,

87
que se utiliza em física o curador o vê, no mundo espi-
ntual. fluindo da direita para a esquerda. Para o curador,
o futuro está à sua esquerda, e o passado à sua direita.
Usando a imaginação e a visualização, ao iniciar o tratamen-
to o curador, numa primeira cena, visualiza diante de si o
paciente com seu problema de saúde. Quando o curador
entra em ação, e durante toda esta ação está aplicando ao
paciente a radiação de suas mãos, deve ele manter em
mente uma segunda cena, situada à esquerda da primeira,
visualizando os efeitos estimulantes da radiação sobre o
organismo do paciente e o prqcessamento da correção. O
curador continua visualizando á segunda cena e os efeitos
curativos em cada aplicação, exceto na última. Na última
aplicação, quando faz contacto direto com o corpo do pa-
ciente, o curador, usando a imaginação, visualiza uma ter-
ceira cena à esquerda da segunda. Nesta terceira e última
cena, e durante a aplicação final, o curador visualiza a Ima-
gem do paciente já em perfeito estado de saúde.
Fotos e aplicações, do n.° 1 ao n.° 7, mostram todo
o processo de cura.
APLICAÇÃO CURATIVA N.° 1
Aplicação curativa n.° 1: A, B, C, D. O curador psíquico aplica
passes da cabeça aos pés Passa a mão direita no lado esquerdo do
corpo do paciente e a mão esquerda no lado direito. Ao iniciar a
68
aplicação, o curador toma uma respiração profunda e sustenta a
enquanto suas mãos vão sete vezes da cabeça aos pés do paciente
mantendo em relação a ele uma distância de não mais de oito centí
metros O curador conserva os olhos abertos, vendo indiretamente
e imagina a energia saindo pela sua mão direita, penetrando no pá
ciente e sendo atraída pela mão esquerda dele, curador. Visualiza
ele de cor azul-clara a energia que transmite ao paciente. O curador
faz uma aplicação apenas, mas, em caso de vida ou morte, faz três
aplicações: a cada respiração corresponde uma aplicação de sete
passes; portanto, são ao todo 21 passes em três aplicações, com
três respirações.
Cada aplicação consiste nisto: o curador toma uma respiração
profunda, enchendo os pulmões de ar, e sustenta a respiração o mais
que puder, enquanto executa os sete passes curativos.
APLICAÇÃO CURATIVA N." 2
Aplicação curativa n.° 2: A, B. O curador coloca a mão direita
sobre o hemisfério esquerdo do paciente, e a mão esquerda sobre
o hemisfério direito; os dedos de cada mão na posição que se vê
nas fotos A e B. Faz o curador uma aplicação apenas, mas, em caso
de vida ou morte, efetua três aplicações, uma a cada respiração,
que ele deve prolongar o mais que puder. Em cada aplicação o cura-
dor mantém os olhos fechados, imaginando que sua mão direita trans-
mite ao paciente energia azul-clara. que penetra na cabeça do pacien-
te pelo hemisfério esquerdo depois se transmite ao direito, atraída
70
pela mão esquerda. O curador exerce com os dedos certa pressão
na cabeça do paciente, pressão que ele intensifica até sentir as
pontas dos dedos formigarem. Realiza o curador três aplicações, u/na
a cada respiração.

APLICAÇÃO CURATIVA N.° 3

Aplicação curativa n.° 3: C. O curador coloca a mão direita


sobre o hemisfério esquerdo do paciente e a mão esquerda sobre o
hemisfério direito como indica a foto C Mantém unidos os dedos
de cada mão e evita o contacto da mão direita com a esquerda
Exerce pressão com as mãos na cabeça do paciente pressão que

71
ele intensifica ate sentir as palmas formigarem. Com os olhos fecha-
dos o curador executa uma aplicação apenas, mas, em caso de vida
ou morte (az três aplicações, uma a cada respiração.
APLICAÇÃO CURATIVA N." 4
Aplicação curativa n.° 4: D. Com a mão direita o curador segu-
ra a destra do paciente, e com a esquerda segura-lhe a outra mão.
A mão e o braço direitos do curador e do paciente devem manter,
em relação à mão e ao braço esquerdos, distância suficiente para
que não haja contacto. Com os olhos fechados, o curador toma uma
respiração profunda e sustenta-a o mais que puder. Enquanto susten-
ta a respiração, ele imagina que de sua mão direita sai energia que
ele recolhe com a esquerda. Exerce nas mãos do paciente uma pressão
que deve ir aumentando até que ele sinta nas palmas as pulsações
cardíacas. Faz uma aplicação apenas, mas, em caso de vida ou morte,
efetua três aplicações, uma a cada respiração.
APLICAÇÃO CURATIVA N." 5
Aplicação curativa n." 5: A, E, C, D. O curador faz uma aplica-
ção de sete passes a cada respiração profunda, mas, em caso de
vida ou morte, repete três vezes a aplicação, num total de 24 passes.
Para mais instruções veja-se a aplicação n.° 1. Note que o paciente
tem, ligado aos dedos de uma das mãos, um aparelho, o Trainer 1.
Este aparelho indica quando o paciente está mais receptivo para rece-
ber a energia
72
n
r—
APLICAÇÃO CURATIVA N.' 6
Aplicação curativa n." 6: A, B. O curador faz uma aplicação
apenas, mas, em caso de vida ou morte, faz três aplicações, uma a
cada respiração, em cada lado do corpo do paciente. Executa a pri-
meira aplicação no lado esquerdo do corpo do paciente, começando
à altura do baço e terminando no tornozelo da perna esquerda. Em
caso de vida ou morte, faz rnais três passes, começando à altura
do fígado e terminando no tornozelo da perna direita.
74
APLICAÇÃO CURATIVA N.' 7

Aplicação curativa n.° 7: C. O curador efetua os passes curati


vos de ombro a ombro Colocando as mãos ao nível da glândula timo
do paciente, agita-as ora horizontalmente, de um lado para outro, ora
verticalmente Inicia com qualquer desses dois movimentos manuais
alternando de um para outro como quiser enquanto durar a inalação
As mãos devem distar uns oito centímetros do corpo do paciente
Olhos abertos sem focalizar a vista

75
APLICAÇÃO CURATIVA N.° 8
Aplicação curativa si.° 8: D, E. Nesta última aplicação do pro-
cesso curativo, o curador se concentra diretamente na área afetada
do paciente. Toma uma respiração profunda e, com a vista difusa,
move as mãos por cima da parte afetada, pelo tempo que puder sus-
tentar a respiração, sem tocar o paciente, a uma distância de não
mais de oito centímetros do corpo dele. Quando o curador move a
mão direita oito centímetros para a frente, ao mesmo tempo move
a mão esquerda oito centímetros para trás. Depois move a mão es-
76
querda para a frente e a mão direita para trás, repetindo isso umas
três vezes. A seguir coloca as mãos em linha uma com a outra,
depois afasta-as uns quinze centímetros uma da outra; repete isto
uma três vezes. O curador continua repetindo este procedimento
tantas vezes quantas puder, enquanto durar uma respiração. Deve
efetuar três aplicações a cada respiração. Para concluir o procedi-
mento de cura completo, o curador coloca as mãos em contacto
direto com a parte afetada do corpo do paciente, a mão esquerda
sempre mais perto dela do que a mão direita. Com os olhos fechados
e sustentando a respiração, o curador visualiza o paciente com o pro-
blema de saúde na cena n.° 1, diante dele. Depois visualiza uma
segunda cena, à esquerda da primeira, imaginando que o paciente
está recebendo a energia azul-clara, que corrige a parte afetada. Con-
tinua sustentando a respiração e visualiza terceira cena, à esquerda
da segunda; agora ele imagina o paciente em perfeito estado de
saúde, e então afasta as mãos do corpo dele. Está concluído o pro-
cesso de cura. Executa-se apenas uma vez esta última aplicação de
contacto.

TÉCNICA ESPECIAL SILVA DE CURA: A, B, C-

1. Primeira aplicação. Quando aplica a Técnica Especial Silva


de Cura a membros do corpo com movimentação limitada ou a outros
males, o curador coloca a mão direita sobre o hemisfério esquerdo
do paciente e a mão esquerda sobre o hemisfério direito (figura A ) .
Coloca os dois polegares sobre a região frontal, o dedo indicador,
o médio e o anular sobre a-regi ao parietal (acima da cabeça), e os
dedos mínimos esquerdo e direito na região occipital (parte posterior
da cabeça). Com os olhos fechados, o curador toma uma respiração
profunda e sustenta-a (pulmões cheios de ar) para uma aplicação
de cura positiva, enquanto mantém as mãos vibrando em ritmo de
uns 10 c/s, aproximadamente. Sempre com os olhos fechados, o
curador se coloca diante do paciente e se concentra em eliminar a
causa do problema. Quando tiver de exalar, o curador normaliza sua
respiração, ao mesmo tempo que despolariza as próprias mãos, es-
fregando-as ligeiramente uma contra a outra.
2. Segunda aplicação. O curador coloca os dedos das próprias
mãos em contacto direto com a superfície da parte afetada do corpo
do paciente [figura B) Aplica as pontas dos dedos em cada lado
78
da parte afetada. Com os olhos fechados, respira profundamente e
conserva os pulmões cheios de ar para uma aplicação de cura posi-
tiva, enquanto suas mãos vibram com certo esforço, para manter
um ritmo aproximado de 10 c/s. Sempre de olhos fechados, o curador
se concentra em eliminar a causa do problema do paciente.
3. Terceira aplicação. O curador repete a primeira aplicação.
Nota: Quando o mal consistir numa ferida aberta ou sensível
ao tacto, o curador não aplicará sobre ela as pontas dos dedos: se
limitará a vibrar a mão a uns 8 cm da ferida, concentrando-se em
eliminar a dor, estancar a hemorragia e acelerar a cura.

PARA DOR DE CABEÇA

1. Primeira aplicação. Para combater a dor de cabeça utiliza-se


a Técnica Especial Silva de Cura (figura A), concentrando-se em
eliminar a causa do mal.
2. Segunda aplicação. O curador faz a aplicação curativa a
partir da parte posterior do corpo do paciente, à altura da cabeça
(figura B). Coloca a mão direita sobre o hemisfério cerebral direito
do paciente e a mão esquerda sobre o hemisfério cerebral esquer-
do. Aplica os dois dedos polegares sobre a região occipital (parte
posterior da cabeça), os dedos indicadores, médios e anulares sobre
a região parietal (acima da cabeça) dos hemisférios cerebrais esquer-
do e direito. Com os olhos fechados, o curador exala e mantém os
pulmões vazios, para fazer uma aplicação de cura negativa, enquan-
to suas mãos vibram num ritmo aproximado de 10 c/s. Sempre de
olhos cerrados, o curador deve concentrar-se em eliminar a causa da
dor de cabeça.
3. Terceira aplicação. O curador /epete o procedimento n.° 1,
efetuando uma aplicação de cura positiva.
4. Para combater a dor de cabeça tipo enxaqueca. O curador
repete três vezes, com intervalos de cinco minutos, o procedimento
completo que acabamos de descrever para fazer passar a dor de
cabeça.

79
18
Foto A: O curador pega com ambas as mãos um copo cheio
de água, como se vê na foto A, e coloca-o perto da própria fronte,
mas não em contacto com ela. Fecha os olhos, entra em seu nível
mental especial e visualiza três cenas: na primeira se vê diante do
paciente com seu problema; na segunda cena, à esquerda da primeira,
visualiza o paciente tomando a água do copo e seu problema se
reduzindo. Por fim o curador visualiza a terceira cena à esquerda da
segunda: o paciente agora está completamente curado.
Foto B: Esta foto mostra como utilizar o aparelho Trainer 1
Colocar os dois dedos em firme contacto com os eletrodos. Ajustar
0 comando "rotor" para a esquerda, até atingir o ponto de pulsações
aceleradas (não ultrapassar este ponto). Quando alcançar um estado
de relaxação física e mental, este estado de relaxação fará o Trainer
1 diminuir seu ritmo de pulsações. Quanto mais profundo for o
estado de relaxação da pessoa, tanto mais lento será o ritmo das
pulsações.
Foto C: Esta foto indica como utilizar o aparelho Trainer 1
por meio de uma extensão. Mostra também como usar o audiofone.
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