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A origem do Catolicismo Romano

A Bíblia Sagrada é auto-explicativa; alias a regra fundamental da Hermenêutica (interpretação) é que


ela seja seu próprio interprete, entretanto, para compreendermos certas coisas ou fortalecer nossa fé
em Jesus Cristo através dos seus ensinos, necessitamos recorrer a Historia extra-biblica, por exemplo:

Nos primeiros séculos da nossa era, havia uma única comunidade crista. Ora, Jesus havia dito: "Onde
estiverem dois ou três reunidos em meu nome, estarei no meio deles..." "Eis que estarei convosco,
todos os dias ate a consumação dos séculos". Mt 18,20 ; 28,20

Origem do papado e do Vaticano

O cristianismo teve continuidade com bispos, pastores, presbíteros e evangelistas como:

Lino, viveu no ano 65;

Cleto em 69;

Clemente em 95;

Justino em 100;

Policarpo, ano 155;

Ignácio, ano 110;


Irineu, por volta do ano 180;

Papias, ano 140;

Cipriano, bispo de Cartago, ano 247;


João Crisostomo, famoso cristão, ano 350 e outros.

Entre eles não havia maior ou menor, embora Tertuliano, advogado cristão, tenha acusado o bispo
Calixto de "querer ser o bispo dos bispos" (ano 208).

O Catolicismo romano começou a tomar forma no ano 325 quando o imperador romano Constantino,
"convertido" ao cristianismo, convocou o primeiro concilio das igrejas que foi dirigido por Hosia Cordova
com 318 bispos presentes; esses bispos eram cristãos; ainda não havia Catolicismo romano.
Constantino construiu a IGREJA DO SALVADOR (hoje a Basílica de São Pedro em Roma) num bairro
nobre de Roma, chamado Vaticanus. Os bispos (papas) de então construíram vários palácios ao redor da
"igreja" formando o Vaticano que hoje existe.

A Igreja recebeu o nome de "Católica" somente no ano 381 no concilio de Constantinopla com o decreto
"CUNCTUS POPULOS" dirigido pelo imperador romano Teodosio. Devido as alterações que fez deixou de
ser apostólica e não sabemos como pode ser Romana e Universal ao mesmo tempo. (Hist. Ecles.; Rivaux;
Tom. 1; pg. 47).

Ate o século V não houve "papa" como conhecemos hoje. Esse tratamento terno começou a ser aplicado
a TODOS os bispos a partir do ano 304. (Ciência e Religião; Cônego Salin; Tom. 2; pg. 56). Naqueles
tempos ninguém supunha que "S. Pedro foi papa"; fora casado e teve ambições temporais. Depois dos
apóstolos, os lideres do Cristianismo foram os bispos, os pastores e os evangelistas. A idéia de que uma
relação de "papas" surgiu a partir de S. Pedro é falsa; foi forjada para hiper-valorizar os de então.
Depois do ano 400 as Igrejas viram-se dominadas por cinco "patriarcas" que foram os bispos de
Antioquia, de Alexandria, de Jerusalém, de Constantinopla e de Roma, "útero" que gerou o papado. As
Igrejas que eram livres começaram a perder autonomia com o papa Inocêncio I, ano 401, que dizendo-
se "governante das igrejas de Deus exigia que todas as controvérsias fossem levadas a ele! "

O papa Leão I, ano 440, e mencionado pelos historiadores como o primeiro Papa, procurou impor
respeito prescrevendo que "RESISTIR SUA AUTORIDADE SERIA IR DIRETO PARA O INFERNO". Nessa
situação confusa, houve porfia entre o bispo de Constantinopla com e de Roma sobre a liderança do
Cristianismo, quando interveio o Concilio de Calcedônia, ano 451, que concedeu "direitos iguais a
ambos". O papado como o conhecemos, hoje, desenvolveu-se gradativamente sustentado, a principio,
pelo Império Romano; e intruso no Cristianismo e não se enquadra na bíblia, mas é identificado nas
Sagradas Escrituras como "Ponte Pequena" (Daniel 7,8).

O Estado territorial do Vaticano teve origem com o papa Estevão II, anos 741-752 que instigou Pepino, o
Breve e seu Exercito a conquistar territórios da Itália e doa-los a Igreja. Carlos Magno, pai de Pepino
confirmou a doação no ano 774 elevando o Catolicismo a posição de poder mundial, surgindo o "SANTO
império ROMANO sob a autoridade do Papa-Rei; esse império durou 1100 anos. Carlos Magno já velho e
arrependido por doar territórios aos papas, agonizando sofria horríveis pesadelos e lastimava-se assim:
"Como me justificar diante de Deus pelas guerras que irão devastar a Itália, pois os papas são
ambiciosos, eis porque se me apresentam imagens horríveis e monstruosas que me apavoram; devo
merecer de Deus um severo castigo". (Pillati, Ed. Thompessom, Tom. III, pg. 64. Londres 1876).

O Papa Nicolau I, anos 858-867, foi o primeiro a usar coroa! Serviu-se com muito efeito de documentos
espúrios conhecidos como "PSEUDAS DECRETAIS DE ISIDORO", que surgiram no ano 857. Essas falsas
"decretais" eram pretensões dos bispos dos séculos I e II que "exaltavam o poder dos papas!" foram
invenções corruptas e premeditadas cuja falsidade foi descoberta depois da morte desse papa; havia
mentido que "tais documentos estiveram por séculos sob guarda da Igreja". As "Pseudas decretais de
Isidoro" selaram a pretensão do clero medieval com o sinete da "antiguidade" e o papado que era
recente tornou-se coisa "antiga". Foi o MAIOR EMBUSTE DA HISTORIA; esses falsos documentos
fortaleceram os papas e ANTECIPOU EM 5 séculos o poder temporal deles e serviu de base para as leis
canônicas da igreja católica. Esse embuste ajudou o papa Gregório VII, 1073-1085 a decretar o
"DIREITO EXCLUSIVO DE GOVERNAR A IGREJA". (Pochet bíblia Handbook pg. 685).

Em 1304-1305 o rei Filipe IV, da Franca enfrentou o papa! Devido as perseguições religiosas da igreja e
por cobrarem altos tributos dos franceses, o Rei mandou um emissário a Roma prender o pontífice e
humilhou o papado ate o chão. Conduzidos para Avinhao, na Franca, foram tratados como meros
instrumentos da Corte francesa de 1305 a 1377. Nesse período o Catolicismo teve dois papas, ambos
"infalíveis"; um em Avinhao, na Franca e outro em Roma, proferindo maldições um contra o outro!
Com o papa gregório IX, ano 1377, a sede da Igreja voltou a ser unificada no Vaticano e no século XV
demoliram a IGREJA DO SALVADOR construindo em seu lugar a Basílica de S. Pedro. Posteriormente, os
papas envolveram-se em guerras que resultou na prisão do papa Pio VII, no ano 1798 por Napoleão
Bonaparte.

No ano 1870 o papa Pio IX governava Roma com 10 mil soldados franceses quando a Franca retirou
suas tropas. Victor Emanuelli invadiu a cidade, arrebatando Roma das mãos dos papas. Humilhados,
perderam Roma e tornaram-se súditos do governo italiano. Ate 1929 o papado esteve confinado no
Vaticano; nesse ano, Pio XI e Mussolini assinaram o Tratado de Latrão legalizando esse pequeno Estado
politico-religioso que é controlado pela "Cúria romana e governado por 18 velhos cardeais italianos que
por sua vez controlam a carreira dos bispos e monsenhores". O papa fica fora dessa pirâmide. ( Estado,
20.03.82).

O Papado é uma instituição italiana que surgiu das ruínas do extinto império Romano; sobreviveu
fazendo astutas alianças políticas como no caso dos francos e de Carlos Magno; sobreviveu pela fraude
como no caso das "Falsas Decretais de Isidoro"; sobreviveu servindo-se dos exércitos dos reis
subservientes e também derramando sangue na inquisição. Muitos papas foram bons homens. A igreja
dos primeiros séculos abrigou muitos santos que no entanto, viveram fora da influencia do Vaticano;
entendiam que os tais "vigários de Cristo" eram bem menos santos que aparentavam...
Atualmente a "igreja" esta envolvida na "opção pelos pobres" procurando distribuir a riqueza dos outros
sem tocar nas suas... Com essa opção procuram atrair as massas que perderam. O mesmo desespero
sofrem na Itália "onde apenas 25% dos católicos são praticantes, comparando-se com 41% em 1968".
(Estado, 07.04.88). Se os papas não conseguem manter a fé católica na Itália, Sede da igreja e berço do
papado, como esperam realizar isso viajando por outros países? Distanciam-se de Cristo, eriçando as
classes sociais umas contra as outras e deixam ver que substituíram a mensagem eterna pelas
temporais.
Rendas da Igreja e do Vaticano

Sem sustento nenhum, por estarem desacreditados, os papas e a igreja sancionaram o blefe,
canalizando para seus cofres quantias fabulosas, negociando cargos eclesiásticos e posições que valiam
fortunas. Cobravam para "canonizar um santo" naqueles tempos, 23 mil ducados; hoje, milhões!
Vendiam relíquias e "pedacinhos da Cruz de Cristo" ; negociavam o perdão de pecados mediante
indulgências e amedrontavam os "fieis" com o fogo do Purgatório que criaram prometendo com "missas"
pagas, aliviar essa situação! Desconhecendo a bíblia e o amor de Deus, milhões acabavam aceitando
esses expedientes matreiros do Catolicismo Romano.
O dominicano João Tetzel tornou-se famoso vendendo documentos de indulgências da "Igreja";
negociava uma que "dava o direito antecipado de pecar"! Vendia uma outra por alto preço que garantia:
"AINDA QUE TENHAS VIOLADO MARIA, MÃE DE DEUS, DESCERAS PARA CASA PERDOADO E CERTO DO
PARAÍSO"!

O Papa leão X, ano 1518, continuou com o blefe; necessitando restaurar a igreja de S. Pedro que se
rachava, utilizou cofres com dizeres absurdos tais como: AO SOM DE CADA MOEDA QUE CAI NESTE
COFRE, UMA ALMA DESPREGA DO purgatório E VOA PARA O paraíso" (Hist. Literatura Inglesa por Tayne;
vol II; pg. 35)

O purgatório é o nervo exposto da Igreja; não quer que toque! O escritor Cesare Cantu registrou que o
purgatório é a "galinha dos ovos de ouro da igreja" e o ex-padre Dr. Humberto Rodhen disse que com
este e outros expedientes a igreja católica recolhe por dia em todo o mundo 500 milhões de dólares.
Esse lugar de tormento tornou-se comercio espiritual a partir do ano 1476 com o papa Sisto IV; o
Catolicismo é a única instituição que "negocia com as almas dos homens" (Ap 18.13). Com esse dogma
peca duas vezes e cria problemas de consciência para os padres: primeiro por oficializar uma inverdade;
segundo por receber dinheiro em nome dela. Nunca informam quando as almas deixam esse lugar de
tormento; celebram missas indefinidamente por uma pessoa falecida sempre que um simplório pagar.

O confessionário cujo interrogatório "devassa os lares" serve para vários fins; em Portugal e na Espanha
usavam-no para descobrirem e informarem as autoridades o pensamento político dos generais,
confessando suas esposas! Nessas "confissões" conseguem legados e doações de beatos e viúvas
chorosas que buscando "absolvição" podem ser aliciados entregando terras e
propriedades. "A igreja, no Brasil, tem um vultoso patrimônio imobiliário". (Estado 25.02.80). S.
Bernardo, doutor da igreja e canonizado, dizia: O clero se diz pastores, mas o que são é roubadores;
não satisfeitos com a lã das ovelhas, bebem seu sangue! (Roma, a igreja e o Anti-Cristo, pg. 178).

Influência do Estado do Vaticano

A influencia do Estado do Vaticano e dos papas vem diminuindo dentro e fora. O Geral dos Minoristas,
João del Parma, canonizado, registrou que "A cúria Romana está entregue a charlatanearia, ao embuste
e ao engano sem dar atenção às almas que se perdem!" (Salimbene, Vita del Parma, pg. 169).

Vazios espiritualmente, o clero recorre ao artificialismo para conservar o povo ao seu redor. Tudo no
Catolicismo é muito colorido. Se o papa celebrasse as cerimônias civicamente trajado como os pastores
das igrejas cristas, reduziriam em 70% os curiosos; por essa razão a indumentária deles é de espantar!
Conforme o cerimonial, o papa apresenta-se com a Casula, a Mitra, o Báculo, a Estola, a Meseta, a
Batina, o Manto, o Palio, a Roqueta, a Faixa, o Solideo, a Coroa, a Tiara, o Escapulário, as Luvas de seda
e os Sapatos de Pelica vermelha, tudo muito colorido e atraente! O Papa João Paulo II acrescentou mais
uma peça na sua indumentária: "colete a prova de bala". Comprou dois deles na empresa americana
Armoured Body (Jornal de Milão II Giorno).

"A maioria católica" mencionada pelo clero para humilhar as Igrejas Cristas, encontra-se, na verdade,
nos países subdesenvolvidos e mal alfabetizados. Essas nações devem cobrar do Catolicismo Romano
que abraçaram a má situação em que se encontram. Por séculos a igreja não alfabetizou já de ma fé,
objetivando explorar massas humanas com crendices; impediram povos de examinarem a bíblia, fonte
de progresso e liberdade. Quando o clero menciona "religiões minoritárias" esquece milhões de cristãos
exterminados pelos papas, retardando sua multiplicação.
Vaticano em seus concílios altera a doutrina cristã

Dogmas criados pela igreja católica são tão indiscutíveis entre eles que ate impedem padres a raciocinar
e decidir entre o certo e o errado. Muitos baseados em lendas e suposições; outros, impregnados de
crendices que rebaixam o nível do Cristianismo; quase todos com fins lucrativos, outros conferem ao
clero certa autoridade e influencia ate que a sociedade fique esclarecida.

Algumas alterações estranhas as Sagradas Escrituras:

Ano 304 d.C.: Os Bispos começaram a ser chamados de papa.


Ano 310 d.C.: Introduzidas orações pelos mortos.
Ano 320 d.C.: começaram a acender velas.
Ano 325 d.C.: Constantino celebra o primeiro concilio das igrejas.
Ano 375 d.C.: Adoração de "santos" (ídolos).
Ano 381 d.C.: A Igreja crista recebe o nome de católica.
Ano 394 d.C.: Culto cristão e substituído pela missa.
Ano 416 d.C.: começaram a batizar crianças recém-nascida.
Ano 431-432 d.C.: Instituído culto a virgem Maria, mãe de Jesus.
Ano 503 d.C.: Começa a existir o purgatório. Em 593 d.C.: Foi introduzida sua doutrina.
Ano 606 d.C.: Supremacia papal.
Ano 709 d.C.: Costume de beijar o pé do papa.
Ano 787-788 d.C.: adoração/culto as imagens de escultura.
Ano 830-840 d.C.: A Igreja começa a utilizar ramos e a tal "água benta".
Ano 933-993 d.C.: Instituída a canonização de "santos".
Ano 1074 d.C.: instituição do Celibato.
Ano 1090 d.C.: Introduzido o terço.
Ano 1140 d.C.: Sete sacramentos.
Ano 1184 d.C.: inquisição. Efetivada posteriormente.
Ano 1190 d.C.: instituída a venda de indulgências.
Ano 1200 d.C.: A Ceia do Senhor e substituída pela hóstia.
Ano 1215 d.C.: instituída a Transubstanciação.
Ano 1216 d.C.: instituída a Confissão.
Ano 1316 d.C.: Introduzida a Ave Maria.
Ano 1415 d.C.: O cálice que era da Santa Ceia ficou só para o clero.
Ano 1439 d.C.: Decretado o purgatório.
Ano 1546 d.C.: Introduzidos livros apócrifos na bíblia. (Tobias, judith, Sabedoria, Macabeus I/II,
Eclesiástico e Baruque).
Ano 1854 d.C.: Anunciada conceição imaculada da virgem Maria.
Ano 1950 d.C.: Ascensão da virgem Maria.

A palavra "protestante" apareceu quando Clemente VII, 1529, tentou impedir que o Evangelho fosse
pregado em alguns estados da Alemanha. Os cristãos não católicos fizeram um protesto contra essa
pretensão do papa e receberam o nome de protestantes, aplicado, hoje a todos os evangélicos.

A Igreja depois do século IV

No ano 933, quando instituída a "canonização", essa distinção da igreja tem concedida inclusive por ato
de bravura, como matar protestantes e maçons. Anchieta, por exemplo, em 9 de fevereiro de 1558 na
Baia de Guanabara ajudou os índios a enforcarem o holandês protestante Jacques Le Balleur e afogarem
seus companheiros na mar.

A transubstanciação (hipotética transformação do pão e vinho no corpo e sangue de Cristo) foi


proclamada pelo papa inocêncio III, ano 1215. Os cristãos resistiram, mas foram derrotados em 1551
por um decreto papal.
Confronto Bíblia - Catolicismo Romano

Nos primeiros séculos a Igreja lutou contra os concílios dos papas, mantendo as doutrinas Cristas
originais. são Cipriano, bispo de Cartago (249-258), alertava: "não recebe opinião diferente das
sagradas Escrituras, seja de quem for!" são Jerônimo (340-420) dizia o mesmo: "Se estiver escrito
recebemo-lo, se não estiver escrito não receberemos, o que eles apresentam como tradição a Palavra de
Deus o vergasta!" (Veja Adv. Creseon, pg. 40 e In. Agg. Proph. Cap. 1, n.2)
1-adoração:
bíblia: "só a Deus adoraras e só a Ele serviras" ... "em espírito e em verdade"...
Catolicismo Romano:as imagens tem prioridade por serem os "esteios" da igreja. No rosário ha 166
contas, sendo 150 para as "Ave Maria" e apenas 16 para os "Padre Nosso".
2-MEDIAÇÃO:
bíblia: "só ha um Deus e um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo" e Pedro confirmou:
"debaixo do céu não ha outro nome pelo qual devamos ser salvos"... (ITm 2.5 e At 4.12)
Catolicismo Romano:Maria, mãe de Jesus é tida como "Medianeira" e até bispos e padres se fazem de
mediadores e perdoadores de pecados como se fosse possível substituir Cristo. Agem como impostores.

3-ETERNIDADE E SALVAÇÃO
bíblia: "Quem crer e for batizado salvo". "Crê no Senhor Jesus Cristo e será salvo tu e tua
casa"...outros... (Mc 16, 15-16 e Atos 16, 31)

Catolicismo Romano: Apesar daquelas palavras de Jesus, Dom Helder Câmara entrevistado pela
revista Veja n. 867, disse que "não tinha certeza de sua própria salvação". Se um bispo está nessa
situação espiritual, que dizer de um católico comum? Bispos e Padres, quando faleceu Tancredo Neves
proclamaram que "Os anjos levaram a alma de Tancredo Neves para os braços de Deus". Uma semana
depois a igreja deu marcha-a-ré ordenando missas a favor da alma de Tancredo nas "chamas do
purgatório"!

4-PURGATÓRIO E LIMBO: são lugares intermediários para onde vão as almas.


Esses lugares não existem, mas rendem lucros para a igreja católica; ela não abre mão! Nesse aspecto a
igreja foi "hábil" dizendo que no purgatório "os mortos se comunicam com os vivos através das missas".
O Limbo, dizem, abriga as almas das crianças que morrem sem batismo,
todavia podem receber almas especiais que não vão àquele tormento! Nos Evangelhos não constam
nada dessas crendices.

Os que se aprofundam no estudo das Escrituras descobrem que o catolicismo Romano é descrito na
bíblia, de maneira figurada como "Uma mulher embriagada com o sangue dos santos e das testemunhas
de Jesus", devido as perseguições e a inquisição cometidas contra os cristãos não católicos. Ap 18

A estrapada

A Estrapada foi um instrumento de suplicio que a igreja católica usou nos tempos da inquisição (500
anos) e tirou a vida de milhares de pessoas inocentes. Cardeais e bispos presenciavam o espetáculo; a
ocasião era importante, iam queimar 6 cristãos Luteranos; os mais corajosos tiveram suas línguas
cortadas para não sensibilizarem os carrascos com suas orações ou citações bíblicas.

João Huss, Reitor da universidade de Praga, Boemia, pregou contra o culto às imagens e mostrou que na
bíblia não havia purgatório; por isso foi queimado vivo em praça publica. Por denunciar suas
imoralidades (pai de muitos filhos ilegítimos), o papa Alexandre VI (1492-1503), considerado o mais
devasso de todos (amante da própria filha, Lucrécia Borgia) mandou enforcar o grande orador cristão,
Jerônimo Savonarola.
John Wicliff, queimado e muitos outros. A Reforma veio em 1517 ao "tocar" da trombeta do Monge
Martinho Luthero. Vários países se ergueram como gigantes! Luthero relacionou a bíblia com Catolicismo
e ficou perplexo; disse ao Papa: "Raciocinemos sobre isto!" e o Papa respondeu: "Submete-te ou
morreras queimado!"
BIBLIOGRAFIA

1)O ESTADO DO VATICANO (Documentário) 11o edição ilustrada- Pr. Lauro de Barros Campos
2) ABECARENSE No 38, julho/98, Moji das Cruzes, S.P. Ano XI

Pergunta: "Qual a origem da Igreja Católica?"

Resposta: A Igreja Católica Romana declara que sua origem é a morte, ressurreição e ascensão de Jesus
Cristo em aproximadamente 30 d.C. A Igreja Católica proclama a si própria como a Igreja pela qual Jesus
Cristo morreu, a Igreja que foi estabelecida e construída pelos Apóstolos. É esta a verdadeira origem da Igreja
Católica? Pelo contrário. Mesmo uma leitura superficial no Novo Testamento irá revelar que a Igreja Católica
não tem sua origem nos ensinamentos de Jesus, ou de Seus apóstolos. No Novo Testamento, não há menção a
respeito do papado, adoração a Maria (ou a imaculada concepção de Maria, a virgindade perpétua de Maria, a
ascensão de Maria ou Maria como co-redentora e mediadora), petição por parte dos santos no Céu pelas
orações, sucessão apostólica, as ordenanças da igreja funcionando como sacramentos, o batismo de bebês, a
confissão de pecados a um sacerdote, o purgatório, as indulgências ou a autoridade igual da tradição da igreja
e da Escritura. Portanto, se a origem da Igreja Católica não está nos ensinamentos de Jesus e Seus apóstolos,
como registrado no Novo Testamento, qual a verdadeira origem da Igreja Católica?

Pelos primeiros 280 anos da história cristã, o Cristianismo foi banido pelo Império Romano, e os cristãos
foram terrivelmente perseguidos. Isto mudou depois da “conversão” do Imperador Romano Constantino.
Constantino “legalizou” o Cristianismo pelo Edito de Milão, em 313 d.C. Mais tarde, em 325 d.C.,
Constantino conclamou o Concílio de Nicéia, em uma tentativa de unificar o Cristianismo. Constantino
imaginou o Cristianismo como uma religião que poderia unir o Império Romano, que naquela altura
começava a se fragmentar e a se dividir. Mesmo que isto aparente ser um desenvolvimento positivo para a
igreja cristã, os resultados foram tudo, menos positivos. Logo Constantino se recusou a abraçar de forma
completa a fé cristã, mas continuou com muitos de seus credos pagãos e práticas. Então, a igreja cristã que
Constantino promoveu foi uma mistura de verdadeiro Cristianismo e paganismo romano.

Constantino achou que, com o Império Romano sendo tão grande, vasto e diverso, nem todos concordariam
em abandonar seus credos religiosos e abraçar o Cristianismo. Então, Constantino permitiu, e mesmo
promoveu a “cristianização” de crenças pagãs. Crenças completamente pagãs e totalmente não-bíblicas
ganharam nova identidade “cristã”. Seguem-se alguns claros exemplos disso:

(1) O Culto a Ísis, deusa-mãe do Egito e esta religião, foram absorvidas no Cristianismo, substituindo-se Ísis
por Maria. Muitos dos títulos que eram usados para Ísis, como “Rainha dos céus”, “Mãe de Deus” e
“theotokos” (a que carregou a Deus) foram ligados a Maria. À Maria foi dado um papel exaltado na fé cristã,
muito além do que a Bíblia a ela atribui, com o fim de atrair os adoradores de Ísis para uma fé que, de outra
forma, não abraçariam. Na verdade, muitos templos a Ísis foram convertidos em templos dedicados a Maria.
A primeira indicação clara da Mariologia Católica ocorre nos escritos de Origen, que viveu em Alexandria,
Egito, que por acaso era o lugar principal da adoração a Ísis.

(2) O Mitraísmo foi uma religião no Império Romano do 1º ao 5º século d.C. Foi muito popular entre os
romanos, em particular entre os soldados romanos, e foi possivelmente a religião de vários imperadores
romanos. Mesmo que jamais tenha sido dado ao Mitraísmo um status “oficial” no Império Romano, foi de
fato a religião oficial até que Constantino e imperadores romanos que o sucederam substituíram o Mitraísmo
pelo Cristianismo. Uma das principais características do Mitraísmo era a refeição sacrificial, que envolvia
comer a carne e beber o sangue de um touro. Mitras, o deus do Mitraismo, estava “presente” na carne e no
sangue do touro, e quando consumido, concedia salvação àqueles que tomavam parte da refeição sacrificial
(teofagia, comer o próprio deus). O Mitraísmo também possuía sete “sacramentos”, o que faz com que as
semelhanças entre o Mitraísmo e o Catolicismo Romano sejam tão numerosas que não as podemos ignorar.
Constantino e seus sucessores encontraram um substituto fácil para a refeição sacrificial do Mitraísmo no
conceito da Ceia do Senhor/Comunhão Cristã. Infelizmente, alguns cristãos primitivos já haviam ligado o
misticismo à Ceia do Senhor, rejeitando o conceito bíblico de uma simples e adorativa rememoração da morte
e sangue derramado de Cristo. A romanização da Ceia do Senhor completou a transição para a consumação
sacrificial de Jesus Cristo, agora conhecida como a Missa Católica/Eucaristia.

(3) A maioria dos imperadores romanos (e cidadãos) era henoteísta. Um henoteísta é alguém que crê na
existência de muitos deuses, mas dá atenção especial a um deus em particular, ou considera um deus em
particular como supremo e acima dos outros deuses. Por exemplo, o deus romano Júpiter era supremo acima
do panteão romano de deuses. Os marinheiros romanos eram freqüentemente adoradores de Netuno, o deus
dos oceanos. Quando a Igreja Católica absorveu o paganismo romano, ela simplesmente substituiu o panteão
de deuses pelos santos. Assim como no panteão romano de deuses havia um deus do amor, um deus da paz,
um deus da guerra, um deus da força, um deus da sabedoria, etc, da mesma forma, na Igreja Católica havia um
santo “responsável” por cada uma destas coisas, e muitas outras categorias. Assim como muitas cidades
romanas tinham um deus específico para ela, também a Igreja Católica providenciou “santos padroeiros” para
as cidades.

(4) A supremacia do bispo romano (o papado) foi criada com o apoio de imperadores romanos. Com a cidade
de Roma sendo o centro do governo para o Império Romano, e com os imperadores romanos vivendo em
Roma, a cidade de Roma alcançou proeminência em todos os aspectos da vida. Constantino e seus sucessores
deram apoio ao bispo de Roma como governante supremo da Igreja. Logicamente é o melhor para a unidade
do Império Romano que o governo e estado religioso sejam centralizados no mesmo lugar. Mesmo a maioria
de outros bispos (e cristãos) resistindo à idéia da supremacia do bispo romano, o bispo romano ascendeu à
supremacia, por causa do poder e influência dos imperadores romanos. Quando houve a queda do Império
Romano, os papas tomaram para si o título que anteriormente pertencia aos imperadores romanos - Máximo
Pontífice.

Muitos outros exemplos poderiam ser dados. Estes quatro devem ser suficientes para demonstrar a verdadeira
origem da Igreja Católica. Logicamente a Igreja Católica Romana nega a origem pagã de seus credos e
práticas. A Igreja Católica disfarça suas crenças pagãs sob camadas de teologia complicada. A Igreja Católica
desculpa e nega sua origem pagã sob a máscara de “tradição da igreja”. Reconhecendo que muitas de suas
crenças e práticas são em essência estranhas à Escritura, a Igreja Católica é forçada a negar a autoridade e
suficiência da Escritura.

A origem da Igreja Católica é a trágica mistura de Cristianismo com religiões pagãs que o cercavam. Ao invés
de proclamar o Evangelho e converter os pagãos, a Igreja Católica “cristianizou” as religiões pagãs e
“paganizou” o Cristianismo. Embaçando as diferenças e apagando as distinções, sim, a Igreja Católica se fez
atraente às pessoas do Império Romano. O resultado foi que a Igreja Católica se tornou a religião suprema no
“mundo romano” por séculos. Contudo, um outro resultado foi a mais dominante forma de apostasia cristã do
verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo e da verdadeira proclamação da Palavra de Deus.
II Timóteo 4:3-4 declara: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos
ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da
verdade, voltando às fábulas.”

Leia mais: http://www.gotquestions.org/Portugues/origem-Igreja-Catolica.html#ixzz2OrelLGZ5


A mentira da virgindade de Maria

Virgindade perpetua

Assim está escrito:

Mateus 13:55-56 Não é este o filho do carpinteiro? e não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, e José,
e Simão, e Judas? E não estão entre nós todas as suas irmãs?

Porém, os católicos não aceitam o que está escrito, mas a escritura está sujeita á sua própria interpretação e
por isso arranjaram uma série de argumentos sem sentido que vou comentar:

Argumento católico:

A escritura chama irmãos não só aos de sangue como também a parentes.


Abraão chama de irmão a Lot: “Que não haja discórdia entre mim e ti, entre meus pastores e os teus, POIS
SOMOS IRMÃOS” (Gn 13,8). No livro do Gênesis 12,5 fala claro que Lot era apenas SOBRINHO de Abraão:
“Abraão tomou sua mulher Sara, seu sobrinho Lot…”

Dizem os católicos a fim de defenderem a virgindade Maria que era esse o costume do hebraico de chamarem
irmãos aos parentes e não só aos de sangue, porém há um problema para esse argumento porque o novo
testamento está escrito em grego que é outra cultura muito diferente dos hebreus, logo é um argumento sem
sentido.

E além disso isso não é um costume só deles, porque ainda hoje acontece a mesma coisa em qualquer nação
em que chamamos irmãos ou parentes aos nossos familiares ou até mesmo aos nossos amigos para realçar que
somos da mesma família ou raça, mas chamamos o nome correto definindo o grau familiar para identificar a
pessoa. Até uma criança percebe isto!

Porque uma coisa é falar que somos da mesma família, que é o que Abraão estava dizendo a Ló no caso da
separação, mas outra coisa é a identificação do grau de parentesco ao dizer que ele era filho de seu irmão, e no
caso de Jesus eles eram realmente irmãos como vou provar.

Comecemos então:

Se eles eram parentes e não irmãos porque os coloca juntamente no mesmo grau de parentesco de Maria
dizendo; …não é Maria a sua mãe e seus irmãos?

E porque quanto á irmã já a escritura a chama de irmã?

E junto à cruz de Jesus estava sua mãe, e a irmã de sua mãe, Maria mulher de Clopas, e Maria Madalena.
(João 19:25)
E também em relação á Isabel, sua prima em que já trata pelo grau familiar de prima e não de irmã?

E eis que também Isabel, tua prima, concebeu um filho em sua velhice; e é este o sexto mês para aquela que
era chamada estéril; (Lucas 1:36)

Se realmente Maria não teve outros filhos, porque é que em tantas vezes a escritura diz “ irmãos de Jesus” não
os chama uma única vez de primos?

A nossa fé tem de estar sobre o que está escrito para ser verdadeira até prova contrário, pois estamos a falar da
palavra de Deus e não da palavra de homem, e o que está escrito só pode ser posto em questão se estivesse
escrito que os irmãos eram os primos de Jesus em vez de irmãos, mas pelo contrário estando somente escrito a
palavra irmãos, então a palavra não pode ser anulada.

Tudo o que passa disso, o eu acho, o pode ser interpretado, ou aquele entende assim, e outras ideias do género
são suposições da carne que não podem pôr em causa a palavra escrita, pois a fé é uma certeza e não uma
suposição que depende do entendimento e vontade de cada um.

Dizem que a escritura não diz que os irmãos de Jesus são filhos de sua mãe, o que é mentira, porque ao estar
escrito: sua mãe e seus irmãos. Está exactamente afirmando isso mesmo. Mas o que a bíblia não afirma é que
os irmãos de Jesus são seus primos ou parentes.

Se quando Cristo diz: a minha mãe e os meus irmãos são …está a referir-se aos primos então ele teria dito: a
minha mãe e os meus primos são… Parece-te racional esta expressão? Se fosse contigo em que te
perguntassem quem era a tua mãe e teus primos tu dirias: são a minha mãe e meus irmãos?

Quanto ao comprar com os irmãos da fé é ainda mais tolo, porque uma coisa é ser irmão em Cristo, mas outra
é ser irmãos de Cristo; a palavra: de Cristo, afasta-os dos outros para liga-los somente a Cristo, a um grau
familiar específico.

Tiago era irmão de João; Pedro era irmão de André; Lázaro era irmão de Maria e de Marta; se aqui ninguém
coloca em questão o grau de parentesco porque o colocam em relação aos irmãos de Cristo?

Dizem que esses supostos parentes eram discípulos de Cristo e até apóstolos, mas como poderiam ser tal coisa
se eles mesmo confessavam que não eram seus discípulos e o queriam longe deles?

Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos? Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para
quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna…E depois disto Jesus andava pela Galiléia, e já não
queria andar pela Judéia, pois os judeus procuravam matá-lo. E estava próxima a festa dos judeus, a dos
tabernáculos. Disseram-lhe, pois, seus irmãos: Sai daqui, e vai para a Judéia, para que também os teus
discípulos vejam as obras que fazes. Porque não há ninguém que procure ser conhecido que faça coisa alguma
em oculto. Se fazes estas coisas, manifesta-te ao mundo. Porque nem mesmo seus irmãos criam nele. Disse-
lhes, pois, Jesus: Ainda não é chegado o meu tempo, mas o vosso tempo sempre está pronto. O mundo não
vos pode odiar, mas ele me odeia a mim, porquanto dele testifico que as suas obras são más. (João 6:67-
68/7:1-7)
A sua inimizade para com Jesus é mais do que evidente e por isso diziam para ele se ir embora e fosse ter com
os seus discípulos, enviando-o para a Judeia onde os judeus o queriam matar.

Como poderiam ser irmãos da fé quando Jesus testemunha que eles são do mundo e por isso o mundo não os
odeia, mostrando assim a sua incredulidade? Logo só podiam ser irmãos da carne e não da fé.

logo essa mentira da virgindade de Maria e que os seus irmãos eram seus discípulos ainda fica mais evidente
quando vemos que quando isso aconteceu foi depois da multiplicação do pão e do peixe do capitulo seis onde
já os apóstolos tinham sido escolhidos e andavam com ele.

E depois disto Jesus andava pela Galiléia, e já não queria andar pela Judéia, pois os judeus procuravam matá-
lo. E estava próxima a festa dos judeus, a dos tabernáculos. Disseram-lhe, pois, seus irmãos: Sai daqui, e vai
para a Judéia, para que também os teus discípulos vejam as obras que fazes. (João 7:1-3)

Como poderiam eles ter sido apóstolos se o consideravam louco e por isso foram ao seu encontro para o
prender? E atenção que eles estavam num lugar e Cristo estava noutro com todos os seus apóstolos.

E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar, a Simão, a quem pôs o nome de Pedro, E
a Tiago, filho de Zebedeu, e a João, irmão de Tiago, aos quais pôs o nome de Boanerges, que significa: Filhos
do trovão; E a André, e a Filipe, e a Bartolomeu, e a Mateus, e a Tomé, e a Tiago, filho de Alfeu, e a Tadeu, e
a Simão, o Cananita, E a Judas Iscariotes, o que o entregou. E foram para uma casa. E afluiu outra vez a
multidão, de tal maneira que nem sequer podiam comer pão. E, quando os seus ouviram isto, saíram para o
prender; porque diziam: Está fora de si. Chegaram, então, seus irmãos e sua mãe; e, estando fora, mandaram-
no chamar. (Marcos 3:14-21,31)

Porque Lucas no Pentecostes em que Maria apareceu com os filhos faz exactamente a mesma coisa, em que
depois de nomear os apóstolos, volta nomear novamente os irmãos de Jesus que eram supostamente os
apóstolos?

E, entrando, subiram ao cenáculo, onde habitavam Pedro e Tiago, João e André, Filipe e Tomé, Bartolomeu e
Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelote, e Judas, irmão de Tiago. Todos estes perseveravam
unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria mãe de Jesus, e com seus irmãos.
(Atos 1:13-14)

Porque Paulo, muito mais tarde faz também distinção entre os irmãos de Jesus e os apóstolos se eles também
eram dos apóstolos?

Não temos nós direito de levar connosco uma esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos
do Senhor, e Cefas? (1 Coríntios 9:5)

E porque uns eram irmãos do senhor e os outros não se eram todos discípulos e a escritura está a referir-se aos
irmãos em Cristo e não na carne?

Porque o próprio Cristo afirmava que não foi bem recebido em sua terra entre os seus parentes e até mesmo os
da sua casa?
Não é este o filho do carpinteiro? e não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, e José, e Simão, e
Judas? E não estão entre nós todas as suas irmãs? De onde lhe veio, pois, tudo isto? E escandalizavam-se nele.
Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra, a não ser na sua pátria e na sua casa. (Mateus 13:55-57)

Ao falar de casa não se está referindo a parentes, mas aos de sangue e é por isso que esta afirmação de Jesus
vem depois de os judeus terem dito que sua mãe era Maria que os supostos parentes eram seus irmãos a quem
os judeus diziam que bem conheciam porque viviam entre eles.

Em Lugar algum afirma que a Maria de Cleofas era mãe dos supostos primos de Jesus, nem sequer que ela era
mulher de Alfeu; isso são tudo suposições sem qualquer fundamento bíblico. Mas diz: Maria mãe de Tiago,
confirmando assim a palavra dos judeus que de facto Maria era mãe biológica de Jesus e dos seus irmãos.

Porque que é que os supostos primos andavam sempre com a Maria em vez de andarem com a sua própria
mãe, Maria de Cleofas? E vemos isso por muitas vezes e em muitas ocasiões diferentes.

Não é este o filho do carpinteiro? E não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, e José, e Simão, e
Judas? (Mateus 13:55)

E, falando ele ainda à multidão, eis que estavam fora sua mãe e seus irmãos, pretendendo falar-lhe.
(Mateus 12:46)

Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria mãe de Jesus, e
com seus irmãos. (Atos 1:14)

O argumento do catolicismo de que João recebeu Maria era porque não tinha filhos é mais uma tolice, porque
João recebeu Maria como família espiritual e não como carnal, porque como já vimos os outros não eram nada
espirituais e só a prejudicariam.

Mas pelo contrário, eles não queriam saber de Cristo e por isso até na crucificação estavam ausentes por não
serem seus discípulos e talvez até por medo dos judeus; e por isso tornamos a ver em Actos 1:14 que quem
estava com Maria era os irmãos de Cristo e não somente João, o apóstolo.

Também João, aquele que acolheu Maria fala dela e mostra que nem todos os seus filhos andam na verdade;
logo ela tinha filhos.

O ancião à senhora eleita, e a seus filhos, aos quais amo na verdade, e não somente eu, mas também todos os
que têm conhecido a verdade,…Muito me alegro por achar que alguns de teus filhos andam na verdade , assim
como temos recebido o mandamento do Pai. E agora, senhora, rogo-te, … Saúdam-te os filhos de tua irmã, a
eleita. Amém. (2 João 1:1-5,13)

Mas muitos querendo dissimular dizem que João se estava referindo a uma igreja, mas é mentira porque fala
em senhora e em seus filhos, falando para uma pessoa, rogando a uma pessoa e não a uma comunidade.

E ainda acrescenta que nem todos os seus filhos andavam na verdade, porque alguns se converteram após a
ressurreição; e além disso se fosse uma igreja não falava em alguns filhos, mas a igreja são todos os que nela
estão e não alguns.
Se são filhos da igreja logo todos estão na verdade, doutra forma não eram filhos, porque para ser filho é
preciso ser gerado pela verdade.

Porque a igreja baseia nestes: ..aos quais amo na verdade, e não somente eu, mas também todos os que têm
conhecido a verdade,… Estes é que representam a igreja que a amavam na verdade e não a senhora eleita.

Porque quem poderia ser a senhora eleita segundo as escrituras senão Maria? E era esta que a escritura afirma
que tinha filhos, não só ela mas também a sua irmã, a mulher de Cleofas, que os próprios católicos dizem que
os irmãos de Jesus é que eram os seus filhos, se é assim como diz que tanto uma como outra têm filhos?

E para mostrar que essa ideia de dizer que a eleita refere-se a uma igreja não passa de um engano, na sua outra
carta mostra que ele não trata a igreja por pessoa mas pelo seu nome que é igreja.

Tenho escrito à igreja; … Que em presença da igreja testificaram do teu amor; .. e impede os que querem
recebê-los, e os lança fora da igreja (3 João 1:6,9-10)

Também o Salmista já testemunhava ao relatar sobre as obras e os adversários de Cristo que também ele tinha
mãe e irmãos segundo a carne, citando o grau de parentesco que os seus irmãos eram filhos de sua mãe, e que
o iriam rejeitar.

Porque por amor de ti tenho suportado afrontas; a confusão cobriu o meu rosto. Tenho-me tornado um
estranho para com meus irmãos, e um desconhecido para com os filhos de minha mãe. Pois o zelo da tua casa
me devorou, e as afrontas dos que te afrontam caíram sobre mim. Deram-me fel por mantimento, e na minha
sede me deram a beber vinagre. (Salmos 69:7-9,21)

E os filhos da tua mãe são teus irmãos de sangue ou são teus primos ou parentes?

Agora sejamos sinceros e sensatos:


Se a virgindade e a santidade de Maria fosse real, então porque em todo a Escritura nada fala sobre isso, isso
passou ao lado dos apóstolos, um assunto tão importante? Porque não teve parte no ministério dos apóstolos?
Pois no passado houve várias profetizas.

Na verdade, Tiago o irmão do senhor foi um dos principais opositores de Paulo e por conseguinte perseguidor
de Cristo, fazendo tropeçar muitos irmãos da fé no engano e até mesmo o Pedro se deixou iludir por ele por
que o temia por causa de ser filho da escolhida.

Se José não podia tocar em Maria então para que é que ele casou? Não participou do filho nem era filho dele e
agora também tinha uma mulher que não podia tocar?

Se isso fosse assim a vida deles teria sido um sofrimento e pecado constante, porque o homem não tem
domínio sobre o corpo, mas só a mulher e vice-versa.

A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o
marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher. (1 Coríntios 7:4)
E é exactamente por isso que a escritura diz que José só não a conheceu até que Cristo nasceu, mas depois
foram um casal normal como qualquer outro.

E não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogénito; e pôs-lhe por nome Jesus. (Mateus 1:25)

Eis aí a verdade, até que deu á luz.

Além disso, para ser virgem perpétua não poderia ter tido nenhum filho, porque até fisicamente essa mentira é
testemunhada, porque ela só gerou Jesus fisicamente, o seu corpo, e não espiritualmente como fez o Espírito
de Deus.

Por isso tais pessoas não crendo no que está escrito que Jesus tinha mãe e irmãos carnais, para defender a
heresia da virgindade perpétua de Maria, firmam-se no que não está escrito, mas em seus próprios raciocínios
para dizer que Jesus não tinha irmãos carnais que eram primos quando isso não está escrito.

Porém, a verdadeira fé baseia-se no que está escrito e nada lhe tira e nada lhe acrescenta, porque seja Deus
verdadeiro e todo o homem mentiroso.

Mas a raiz de todo esse problema é a sua idolatria que corrompeu todo o seu entendimento, e por isso só
podem adulterar a escritura para defender as suas heresias, e por isso vemos o seu histórico de horrores ao
longo dos séculos, em que o seu eco tem sido de perseguição e tortura e morte de inocentes e dos santos de
Deus, em que ainda hoje querem justificar o seu pecado de séculos citando os atos de outros falsos cristãos;
pois em vez de se medirem pela palavra de Deus medem-se pelo pecados dos homens para assim parecerem
justos diante dos homens.

Mas esta é forma de uma seita prevalecer á sombra das coisas de Deus para passar aos olhos dos homens
como verdadeira e além disso a Mariologia é uma indústria que faz prosperar muita gente à semelhança de
Demétrio no tempo dos apóstolos, também por causa de uma divindade feminina.

Porque um certo ourives da prata, por nome Demétrio, que fazia de prata nichos de Diana, dava grande lucro
aos artífices, Aos quais, havendo-os ajuntado com os oficiais de obras semelhantes, disse: Senhores, vós bem
sabeis que deste ofício temos a nossa prosperidade; E bem vedes e ouvis que não só em Éfeso, mas até quase
em toda a Ásia, este Paulo tem convencido e afastado uma grande multidão, dizendo que não são deuses os
que se fazem com as mãos (igual ao catolicismo). E não somente há o perigo de que a nossa profissão caia em
descrédito, mas também de que o próprio templo da grande deusa Diana seja estimado em nada, vindo a ser
destruída a majestade daquela que toda a Ásia e o mundo veneram (Igual a Fátima). E, ouvindo-o, encheram-
se de ira, e clamaram, dizendo: Grande é a Diana dos efésios. E encheu-se de confusão toda a cidade e,
unânimes, correram ao teatro, arrebatando a Gaio e a Aristarco, macedónios, companheiros de Paulo na
viagem. E, querendo Paulo apresentar-se ao povo, não lho permitiram os discípulos.
(Atos 19:24-30)

E não a CONHECEU (relações sexuais) até que deu à luz.

Houve um prazo, e depois que ela deu à luz, ele a conheceu, e ela, foi sua mulher. Por este motivo sabemos
que JESUS teve irmãos.
Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe, e serão ambos UMA SÓ CARNE. Gn 2;24

Depois do nascimento de JESUS, José a conheceu e cumpriu-se as escrituras tornando-se uma só carne.
Quando você afirma o contrário, na verdade você está dizendo que ela desobedeceu a DEUS, pois foi um
mandamento do SENHOR ( tornar-se uma só carne )

Observe este detalhe: Maria sendo chamada de VIRGEM e confirmado a sua virgindade por ela mesma Lc
1;27-34

Agora veja que JESUS a chama de MULHER em Jo 2;4 Continua lhe chamando de MULHER em Jo 19;26

Percebeu: Antes era uma virgem depois MULHER

E por acaso primo não é ser parente?

A paz!

Maria foi considerada IMUNDA pelas escrituras vejam:

Fala aos filhos de Israel dizendo: Se uma mulher conceber e tiver um filho, será IMUNDA sete dias; assim
como nos dias da separação da sua enfermidade, será IMUNDA Lv 12;2

Vejam que Maria cumpriu este mandamento, ou seja: foi considerada IMUNDA:

E cumprindo-se os dias da purificação, segundo a lei de Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem
ao SENHOR. Lc 2;22

E, quando acabaram de cumprir TUDO SEGUNDO A LEI do SENHOR, voltaram à Galiléia, para sua cidade
de Nazaré (Lc 2;39)

A paz!