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Resumo Práticos de Estudo para Prova de Residência Multiprofissional da HU-UFS

Doenças Renais

Os rins apresentem função essencial na excreção, embora esteja envolvido na homeostase corporal de:

Composição dos Algumas funções


Metabólica
Líquidos Corporais endócrinas

Doenças Renais:

Síndorme Lesão Renal Doença Renal


Nefrolitíase
Nefrótica Aguda - LRA Crônica - DRC

Pacientes com

podem apresentar Desnutrição


Energetica Proteica por:

Catabolismo.

Restrição no Consumo de PTN.


PTN: Proteína

Marcadores Bioquímicos mais utilizados para se verificar o nível de Lesão Renal:

Clearence ou TAXA DE
Depuração de porporcionar: FILTRAÇÃO
Creatinina GLOMERULAR

Pacientes de Transplante Renal, em sua maioria apresenta:

Sobrepeso Obesidade
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COMORBIDADES MAIS COMUM ASSOCIADAS:

Hipertensão
Arterial - HA

Diabetes Mellitus Dislipidemia

ANATOMIA DO RIM E DO NÉFRON

Glomérulo

NEFROLITÍASE (Litíase Renal ou Cálculos Renais)


COMPOSIÇÃO:

Oxalato de
Fosfato de Cálcio
Ácido Úrico Urato
Cálcio
(+ comum)

ALGUMAS VEZES:

Carbonato de
Cistina Xantina
Cálcio
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DISTÚRBIOS METABÓLICOS MAIS RESPONSÁVEIS PELOS CÁLCULOS RENAIS:

Hipercalciúria
Idiopática

Hiperexcreção
Hipocitratúria
de Ácido Úrico

Hipomagnesiúria Hiperoxalúria

Cistinúria

OUTROS RESPONSÁVEIS:

Alterações no pH Redução do
Clima Quente
do Trato Urinário Volume Urinário

Exposição ao Calor
Infecção no Trato Doenças
ou Ar Interferem em:
Urinário Endócrinas
Condicionado

Alterações
Dieta Rica em PTN Uso de
Anatômicas do
animal e Sal Drogas
Trato Urinário Imobilização Litogênicas;
Prolongada;
Metabolismo
de Cálcio.
PTN: Proteína
Sedentarismo Fatores Genéticos
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SINTOMAS:

Dor Abdominal ou Hematúria


podem
no Flanco Maciça
ocorrer

Disúria

Náuseas/
Vômitos
Eliminação
Espontânea
de Cálculo
ENVOLVIDOS NA FORMAÇÃO OU INIBIÇÃO DE CÁLCULOS:

Cálcio Oxalato Fitato Sódio Potássio

Sacarose e
Vitamina C PTN Purinas
Frutose.

Não se recomenda Baixo Cálcio pode


CÁLCIO: Balanço Negativo
sua restrição culcuminar em:

Recomendação em
Perda de Massa Hiperoxalúria Suprarregulação de Lítíase Renal é
Óssea Segundária Vitamina D Aproximadamente
1.000 mg/dia.

Evitar Alimentos ricos em


Manter Equilibriu entre
OXALATO: Oxalato ou grande
Cálcio e Oxalato
Biodisponibilidade.
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Atua como
diminui a formação
FITATO: quelante dos íons Cálculos Renais
de:
de Cálcio

Oxalato de Cálcio.

Recomendação de até Promotor da formação de


SÓDIO:
9g/dia. Cálculos Renais de Cálcio

ORINETAÇÃO: Diminuição
do Conusmo de
Industrializados, Enlatados,
Aumenta a concentração
Conservas, Fritos e
Urinária
Embutidos, Alimentos
Conservados na Salmoura,
Temperos Prontos etc...

Diminuir a ingiestão de
POTÁSSIO: Aumento de Calciúria
Potássio, desencadeia:

ORINETAÇÃO: Consumo de
Contribuição para formação Alimentos Fontes como
Diminuição da Citratúria
de Cálculos Renais. Legumes, Frutas e Verduras
é recomendado.
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Não há contra indicação Uso de Suplementação


VITAMINA C:
para o consumo deve ser feito com cautela.

Aumento de PTN
PROTEÍNA: animal, Hiperuricosúria Hiperoxalúria
desencadeia:

Recomedações ao
50% de auto Valor
Hipocitratúria. Paciente com 0,8 à 1,2 g/kg/dia
Biológico.
Litíase:

O produto final do
Pacientes com
metabolismo das
PURINAS: Hiperuricosúria Muídos;
Purinas é Acido
deve evitar:
Úrico.

Víscera;. Frutos do Mar; Sardinha; Arenque;

Truta; Bacalhau; Bacon; Ganso;

Peru; Vitela; Coelho; Cabrito;

Carneiro; Pato; Carne Bovina; Carne de Porco.


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Aumento de
FRUTOSE E Formação de
Açúcar refinado induz: Obesidade;
SACAROSE: Cálculos.
desencadeia:

Resistência a Reduz o pH
Hipercalciúria; Hiperoxalúria; Hiperuricosúria.
Insulina; Urinário;

30 mL/kg/dia
para Pacientes com
INGESTÃO HÍDRICA Mínimo 2,0 L/dia. (2.100 à 2.500
Cálculo:
mL/dia).

Consumo de Chá Não é Recomendado


Preto e Chá Mate Bebidas Isotônicas o Consumo de
deve ser moderado, não é recomendado Refrigerante,
pois contém elevado pelo teor de Sal. aumenta a excreção
teor de Oxalato. de oxalato.

SÍNDROME NEFRÓTICA:

Acometimento: Adultos e Crianças

Proteinúria Hipoalbuminemi
CARACTERIZAÇÃO: Hiperlipidemia. Edema.
> 3g/dia. a < 3g/dL.

Causada primeiramente por Dersas Doenças, sendo:


Doenças Renais. Diebates;
Lúpus Eritematoso Sistêmico
(LES);
Infecções Virais;
Infecções Bacterianas.

Causa Primária Causa Segundária


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Infecções

Excessiva Trombose
Perda de Venosa ou
Proteínas Arterial
COMPLICAÇÕES

Lesão Renal
Desnutrição
Aguda

DIETOTERAPIA:

35 kcal/dia ou mais
Diminuir PTN,
0,8 à 1,0 g/kg/dia. (dependendo do Qundo Apresentar IR:
administrando:
gasto energético).

Suplementação de 1g
de PTN AVB
Diminuir PTN, sendo: 0,6 g/kg/dia. CHO complexos.
(para cada perda de
PTN na Urina).

Diminuir o teor de Diminuir o teor de


Gordura. Sódio.

PTN: Proteína;
IR: Insuficiência Renal;
AVB: Alto Valor Biológico.
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LESÃO RENAL AGUDA (LRA) E/OU INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA


A LRA é uma doença multifatorial, podendo ser de origem:

Pré-Renal Renal Pós-Renal

Todas as lesões
Mais comum Menos
recentes sobre
frequente
a Parênquima

CARACTERIZAÇÃO: Maior
Maioria dos
Inadequada incidência em
perfusão sanguínea casos
idade
no leito renal. apresenta:
avançada.

Sem lesão nas Lesões CAUSAS:


estruturas do Isquêmicas
Rins. e/ou Nefrótica
Obstrução
Reversão imediata Bilateral dos
CAUSAS: NÃO ocorre após Ureteres;
retirada da causa
inicial.
Obstrução em
Hipovolemia; CAUSAS: Bexiga;

Diminuição do Hemodinâmicas Obstrução


Débito (isquêmicas); Uretral.
Cardíoco;

Vasodilatação Nefrotóxicas;
Periferica;

Nefrite
Voso Constrição Intersticial
Renal; Aguda;

Doenças
Drogas. Glomerulares;

Doenças
Vasculares.
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CLASSIFICAÇÃO DA LRA

Resultando no ADQI propõe os


Ocorre perda Acompanha ou não
acúmulo de Ureia e critérios da RIFLE
rápida da função diminuição da
Creatinina para Classificar a
renal. diurese.
(azotemia). LRA.

Estágios de Basea-se na Creatinina Os estágios de


Basea-se na
Gravidade: Risco, Sérica ou Volume Evolução: Perda e
Duração da Perda
Lesão e Urinário para estelecer Estágio Final da
da função Renal.
Insuficiência. o Estágio de Gravidade. Doença.
ADQI: Acute Dialysis Quality Initiative.
RIFLE: Risk, Injury, Failure, Loss, End-Stage.

LESÃO
TFG: Aumento 2x da PERDA
TFG: Aumento 1,5x da TFG: Aumento 2x da IRA persistente. Rim em Estado
Creatinina ou Creatinina ou Creatinina ou Perda Completa da Terminal.
Diminuição da TFG em Diminuição da TFG em Diminuição da TFG em função Renal por mais
25%. 50%. 50%. de quatro semanas.
Produção de Urina < Produção de Urina < Produção de Urina <
0,5mUkg/h x 6h. 0,5mUkg/h x 12h. 0,5mUkg/h x 12h.

RISCO INSUFICIÊNCIA EFDR

FTG: Taxa de Filtração Glomerular.


EFDR: Estágio Final da Doença Renal Crônica.

Creatinina apresenta
Limitações que Aumento de Perda de Massa
Desnutrição.
podem Secreção Tubular. Muscular.
Superestimar:

Creatinina apresenta
Balanço Hídrico
Limitações que Hipovolemia. Edema.
Positivo.
podem Subestimar:

Bastante utilizado
Mesmo Assim, é um
para estimar TFG
marcador específico
por meio da formula
de Lesão Renal.
de Cockroft Gault.
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DIETOTERAPIA:

OBJETIVA:

Prevenção das Complicações;

Desnutrição;

Hipercatabolismo Proteico;

Alterações no Perfil Lipidico.

PROCESSOS QUE DESENCADEIAM A DESNUTRIÇÃO:

Consequência do Aumento
das Necessidades
Anorexcia; Vômitos;
Energéticas e Baixa
Ingestão;

Presença de Infecções; Hipotensão; Traumatismo Cirúrgico;

Perda de Nutrientes por Perda de Nutrientes


Rabdomióilise;
meio de Fístulas; Durante a Diálise.
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Grave Balanço
HIPERCATABOLISMO Aumento da
suas consequências: Nitrogenado
PROTEICO: Gliconeogênese.
Negativo.

Aumento da
Contribuem para
Secreção de
Ureogênise. Degredação Acidose.
Hormônios
Proteica:
Contrarreguladores.

Catecolaminas

Glucagon

Cortisol

Avaliação do Grau de Catabolismo Proteico é feita pela CALCULADORA DE TAXA DE APARECIMENTO DO


NITROGÊNIO ÚRICO - TCU:

Lipoproteína de
METABOLISMO Proteina de Baixa
Acúmulo: Muita Baixa
LIPÍDICO Densidade - LDL;
Densidade - VLDL;

Razão das
Redução da
alterações no Comprometimento
Colesterol; Proteina de Alta
Metabolismo na Lipólise.
Densidade - HDL.
Lipídico:

Comprometimento
na Utilização dos
Lipídeos Dietéticos.
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OUTROS
ACOMETIMENTOS Hipercálcemia; Hiperfosfatemia; Hipercalemia.
NA LESÃO RENAL:

AS RECOMENDAÇÕES NUTRICIONAIS SÃO BASEADAS NO GRAU DE CATABOLISMO PROTEICO:

Baixo Moderado Alto


TAU < 5g 5 à 10g > 20g
ENERGIA (KCAL/KG/DIA) 25 25 a 30 25 a 35
PROTEÍNA (G/KG/DIA) 0,5 a 0,8 0,8 a 1,2 1,5 a 2,5*

Alimentos Fórmulas Enterais Fórmulas Enterais

AAE + AANE AAE + AANE


Fórmulas Enterais
NUTRIENTES

Glicose (50% - 70%) Glicose (50% - 70%)


AAE
Lipídeos (20%) Lipídeos (20%)
Oral ou Parenteral Parenteral
VIA DE ADMINISTRAÇÃO Parenteral ou e/ou e/ou
Enteral. Enteral. Enteral.
AAE: Aminoácidos Essenciais.
AANE: Aminoácidos Não Essenciais.
TAU: Taxa de Aparecimento de Nitrogênio Úrico.
*: Pacientes Submetidos a terapia Dialítica Contínua.

Considerar Perdas
RECOMENDAÇÃO Reposição de
Diurese das 24 Insensíveis de
HÍDRICA: Água.
Horas; Líquidos;

acrescidos:

500 à 750 ml;

demais
perdas.
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DOENÇA RENAL CRÔNICA – DRC

Principal fator para ocorrência de


Problema de Saúde Pública
eventos Cardiovascular.

Perda Gradativa

três fases da função renal

DRC consiste: Progressiva

Irreversível

CARACTERIZAÇÃO Critérios Critério Critério


DA DRC: Estrutural; Funcional; Temporal.

Indivíduos com
Indivíduos com
TFG < 60 Anormalidade
considerado TFG ≥ 60
mL/min/1,732 Anatômica e
portador de DRC: mL/min/1,732
por três meses Funcional no Rim
associada:
consecutivo.

Mais de Três
meses
consecutivos.

A DRC É MULTIFATORIAL, SENDO:

Nefrites
DOENÇAS RENAIS Glomerulonefrites Pielonefrites
Tubulointersticiais
PRIMÁRIAS: Crônicas. Crônicas.
Crônicas.

Doença Obstrutiva
Crônica.
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DOENÇAS Hipertensão Doenças


Diabetes Mellitus.
SISTÊMICAS: Arterial. Autoimunes.

Gota. Amiloidose. Mieloma Múltiplo.

DOENÇAS
Rins Olicísticos. Síndorme de Alport. Cistinose.
HEREDITÁRIAS:

MALFORMAÇÕES Hipoplasia Renal Válvula de Uretra


Agenesia Renal.
CONGÊNITAS: Bilateral. Posterior.

Devem ter função


Pessoas com
GRUPO DE RISCO: Renal Avaliada Pessoas com Diebetes.
Hipertensão.
Anualmente, sendo:

Histórico de Doenças
do Aparelho
Pessoas com circulatório Histórico Familiar de
Uso de Nefrotóxicos.
Obesidade. (Coronariana, AVC, DRC.
Vascular Periférica,
Insuficiência Cardíaca).

Infecções Urinárias de Litíase Urinária Crianças Menores de


Uropatias.
Repetição. Repetida. 05 Anos.

Adulto com mais de 60


Grávidas.
anos.
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Aumento no
Redução no
ADAPTAÇÕES Heperplasi Tamanho do
Número de
ANATÔMICAS: Renal. Túbulo
Nefrons.
Proximal.

Por
Acúmulo de Toxinas Deficiência na Produção
SÍNDROME consequência de
(Ureia, Creatinina e de Homônios Específicos
URÊMICA: Manifestações
Ácido Úrico). como Eritropoietina.
Clínicas, sendo:

Dislipidemia; Osteodistrofia;
Anemia; Anorexia;
Resistência a Insulina;
Osteomalácia; Náuseas;
Disfunção Linfócitária; Redução na Secreção de Insulina;
Intolerancia à Lactose; Dores e Fraturas; Vômito
Imunodeficiência; Hipoalbuminemia; Amiloidose;
Soluço;
Hiperparatireoidismo;
Inflamação. Miopatia;
Retardo do Crescimento; Estomatite;
Hipotermia; Fraqueza;
Acidose Metabólica; Cansaço. Gastrite;
Catabolismo Proteico... Sangramento.

Endócrinas e Hematológicas e Musculoesqueleticas Gastrointestinais


Metabólicas Imunológicas

Insônia;
Tremor;
Fadiga;
Doença Cardíaca Isquêmica;
Pele Seca; Hipertrofia Ventricular;
Cefaleia;
Demência;
Prurido; Insuficiência Cardíaca;
Pericardite;
Inversão do Ciclo de Sonovigília;
Défict de Atenção;
Pigmentação; Cardiomoipatia;
Cansaço nas Pernas;
Hipertensão;
Sangramento; Arritimia;
Fraqueeza Muscular;
Neuropatia Autônoma;
Edema;
Dificuldade de Aterosclerose
Parestesia;
Hipotensão;
Cicratização. Disfunção Endotelial.
Discurso Desconexo;
Paranoia;
Confusão Mental;
Dermatológicas Cardiovasculares Coma;
Convulsões...

Neurológicas

CLASSIFICAÇÃO DA DRC

Nível de Mantém-se a Nova Proposta


Seis Estágios Comprometimento Recomendaçâo de Considera: Causa
Funcioanais da Função Renal. Utilizar Creatinina da DRC e
Utilizando a TFG para Estimar A TFG Albuminúria.
TFG: Taxa de Filtração Glomerular.
DRC: Doença Renal Crônica.
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Ausência de Lesão Renal -


CLASSIFICAÇÃO:
Grupo de Risco para DRC

ESTÁGIO 0

TFG (mL/min/1,732): ≥ 90

Presença de Lesão Renal


com função Renal
CLASSIFICAÇÃO:
NORMAL ou
AUMENTADA.
ESTÁGIO 1

TFG (mL/min/1,732): ≥ 90

Presença de Lesão Renal com


Redução LEVE da Função
Renal.
CLASSIFICAÇÃO:
Niveis de Ureia e Creatinina
normais, porém com
manifestações clínicas
ESTÁGIO 2 Importantes de Falência Renal.

TFG (mL/min/1,732): 60-89


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Presença de Lesão Renal


com Redução
MODERADA de Função
Renal.
CLASSIFICAÇÃO:
Niveis de Ureia e
Creatinina apresentam-se
ELEVADOS e há
ESTÁGIO 3 manifestações clínicas da
Doença.

TFG (mL/min/1,732): 30-59

Presença de Lesão Renal


com Redução GRAVE de
Função Renal.

CLASSIFICAÇÃO:

Sinais e Sintomas de
Síndrome Urêmica podem
Aparece.
ESTÁGIO 4

TFG (mL/min/1,732): 15-29

Insuficiência Renal
TERMINAL ou fase
Dialítica.

CLASSIFICAÇÃO:
Os rins não conseguem
manter o controle interno
e o paciente encontra-se
intensamente
ESTÁGIO 5
sintomático.

TFG (mL/min/1,732): < 15


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VALORES DE VALORES DE VALORES DE


ESTIMAÇÃO DA TFG
REFRÊNCIA PARA REFRÊNCIA PARA REFRÊNCIA PARA
POR:
CRINAÇAS HOMENS MULHERES

Medida de 70 a 140 85 a 125 75 a 115


Depuração (mL/mim/1,732) (mL/mim/1,732) (mL/mim/1,732)

Clearence de
Creatinina

Quando não for


possivel estima por
Creatinina Urinária,
utiliza-se a equeação
de Cockroft e Gault.

PROBABILIDADE PARA DRC, BASEADO NA CAUSA, TFG E ALBUMINÚRIA

CAUSA CATEGORIA TFGE* ALBUMINÚRIA (PROTEINÚRIA)**


Doença Glomerular 1 ≥ 90 A1 (< 30) A2 (30-300) A3 (> 300)
Doença 2 60-89 - + ++
Tubulointersticial
Doença Vascular 3a 45-59 + ++ +++
3b 30-45 ++ +++ +++
Doença Congênita 4 15-29 +++ +++ +++
Doença Cística 5 <15 +++ +++ +++
TFGE*: Taxa de Filtração Glomerular Estimada em mL/min/1,73m 2;
**: mg/g de Creatinina;
-: Baixo Risco (ausência de DRC se não houver outros marcadores de lesão);
+: Risco Moderadamente Aumentado;
++: Alto Risco:
+++: Muito Alto Risco.

TRATAMENTO DA DRC CONSISTE EM DUAS FASES, SENDO: NÃO DIALÍTICO (CONSERVADOR) E


DIALÍTICO (HEMODIÁLISE, DIÁLISE PERITONEAL E TRANSPLANTE RENAL):

ESTÃO NOS INTUITO DE INDENFICAÇÃO DOS


ESTÁGIOS RETARDAR A PACIENTES QUE
CONSERVADOR:
PROGRESSÃO DA APRESENTE FATOR
1À4 DOENÇA. DE RISCO.

RELIZAÇÃO DO
INDICAÇÃO DA
MANEJO CRITERIOSO
DIÁLISE, SE
DAS COMPLICAÇÕES
NECESSÁRIO.
URÊMICAS.
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OS RINS NÃO
DIALÍTICO
CONSEGUEM
(HEMODIÁLISE E DIÁLISE ESTÃO NO ESÁGIO DEPURAÇÃO DE
PERITONEAL (AMBULATORIAL DESENPNEHAR
CONTÍNUA - DPAC OU CAPD E 5 SOLUTOS;
AUTOMÁTICA - DPA):
SUAS FUNÇÕES,
COMO:

REMOÇÃO DE TRANSFÊNCIA DE
MANUTENÇÃO DO SOLUTOS ENTRE O
EXCESSO DE PROCESSO
EQUILÍBRIU SANGUE E O LÍQUIDO
LÍQUIDOS CONSISTE EM: DA DIÁLISE POR MEIO
ACIDOBÁSICO.
CORPÓREO; DE UMA MEBRANA.

NA HEMODIÁLISE A NA DIÁLISE PERITONEAL


O TRANSPRTE CORRE
MENBRANA É PELA PRÓPRIA
ARTIFICIAL. MENBANA PERITONEAL.

3 VEZES/SEMANA EM
FREQUÊNCIA: DIAS ALTERNADOS
3H30 MINUTOS A
DURAÇÃO DA SESSÃO:
4 HORAS

LOCAL DA DIÁLISE: CENTRO DE DIÁLISE


HEMODIÁLISE
DIALIDASOR: ARTIFICIAL

ÁGUA TRATADA, INSENTA DE


MICROORGANISMOS E
COMPOSTOS ORGÂNICOS
TÓXICOS;
SÓDIO;
DIALISATO: POTÁSSIO;
CÁLCIO
COMPARAÇÃO ENTRE BICARBONATO;
OS TRATAMENTOS MAGNÉSIO;
CLORO.
DIALÍTICOS
FREQUÊNCIA: DIARIAMENTE

DURAÇÃO DA SESSÃO: 4 A 8 HORAS

LOCAL DA DIÁLISE: DOMICÍLIO


DIÁLISE PERITONEAL
DIALIDASOR: MENBRANA PERITONEAL

BOLSA PLÁSTICA COM


LÍQUIDO ESTÉRIO;
GLICOSE;
SÓDIO;
DIALISATO: POTÁSSIO;
CÁLCIO;
LACTATO;
MAGNÉSIO;
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NA VERIFICAÇÃO DE ÍNDICES DE REMOÇÃO


EFICIÊNCIA DO DE UREIA
CÁLCULO DO KT/V
TRATAMENTO (TAXA DE REDUÇÃO
DIALÍTICO, UTILIZA-SE: DE UREIA - URR)

VALOR MÍNIMO DE KT/V


VALOR MÍNIMO DE URR 65% HEMODIÁLISE: ≥1,2
DIÁLISE PEROTNEAL: ≥ 2.

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL:
Para se considerar com DEP, o paciente deve apresentar pelo menos um item de pelo menos três
categorias, além da utilização da Avaliação Subjetiva Global – ASG bastante utilizando, sendo os
critérios:

Parâmetros Peso e Gordura


Massa Muscular Consumo Alimentar
Bioquímicos Corporal

Albumina <3,8g/dL; IMC <23 kg/m2 Depleção Muscular: Redução não


Pré-Albumina Sérica Perda de peso não redução de 5% de intencional da Ingestão
30 mg/dL (pacientes intencional de 5% em massa muscular em Protieca;
em Hemodiálise, três meses ou 10% três meses ou 10% Valores < 0,8 g/kg/dia
em seis meses; por dois meses para
esses valores podem em seis meses;
pacientes dialíticos ou
variam conforme Percentual de Circunferência 0,6 g/kg/dia para
função Renal para Gordura Corporal < Muscular do Braço: > pacientes nos estágios
pacientes nos 10%. 10% em relação ao 2 à 5 da DRC.
Estágios 2 à 5); p50. Redução não
Colesterol: <100 intencional da Ingestão
mg/dL. Energética.
Valores < 25
kcal/kg/dia por dois
meses.

PARÂMETROS ANTROPOMÉTRICOS E DE COMPOSIÇÃO CORPORAL:


Desconto do peso
Aferição de peso
aferido pelo
Pacientes após a sessão Pacientes
volume de líquido
Submetidos a (quando fica Submetidos a
infudido na
Hemobiálise: próximo do peso Diálise Peritoneal:
cavidade
seco).
peritoneal.

Deve-se maniturar
IMC não deve ser
Anualmente a
usado
Estatura, pois os
isoladamente como
pacientes apresentam
parâmetro.
alterações Ósseas.
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Tricipital.

Bicipital.

Subscapular.

PERIODICIDADE:
Semestralmente

Suprailíaca.

Circunfência da Cintura.

Ponto Positivo pela distinção


PREGAS CUTÂNEAS E
dos depósitos de Massa
CIRCUNFERÊNCIAS: Magra e Gorda.
Circunferência do Braço.

Aferições devem ser


realizdas após a sessão da
Hemodiálise:
Diálise e no Braço contrário
do Acesso Vascular.

Circunferência da Cintura
somente quando a cavidade
Diálise Peritoneal Peritoneal não apresentar
líquido infudido durnte a
diálise.

FORÇA DE PRESSÃO Distinsão entre os pacientes


MANUAL: com DEP e bem nutridos.
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PARÂMETROS BIOQUÍMICOS:

VALORES
MARCADOR VALOR DE REFÊNCIA
DESEJADOS NA DRC

Albumina (g/dL) 3,5 a 5,0 >4

Pré-Albumina
18 a 38 > 30
(mg/dL)

Dentro dos
Transferrina
250 a 450 Limites da
(mcg/dL)
Normalidade

Creatinina
0,6 a 1,2 Diálise > 9
(mg/dL)

Contagem Total Dentro dos Limites de


Normalidade < 1.200
de Infócitos 1.500 a 4.000 pode ser significativo
(mm3) para DEP.

Não
Ureia (mg/dL) 10 a 45
Determinado.

Dentro dos Limites de


Colesterol Normalidade. <150
< 200 pode ser Significativo
(mg/dL)
para DEP.

35 a 70 pg/mL - Estágio 3
70 a 110 pg/mL - Estágio 4
Paratormônio 10 a 65 pg/mL 150 a 300 pg/mL - Estágio 5
150 a 300 pg/mL - Diálise.
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DEP: Desnutrição Energética-Proteica.

RECOMENDAÇÕES NUTRICIONAIS:
ATENÇÃO: pacientes em
O cálculo de necessidades do tratamento conservador
Reocmendação para DRC: 30 a
DRC deve ser feito pelo Peso apresenta dificuldade em
35 kcal/kg/dia.
Seco. atingir a recomendação devido
a restrição proteica.

No tratamento DIÁLISE PERITONEAL: deve-se ter


conservador a ingestão o valor de glicose descontato
não deve ser menor que quando presentado Sobrepeso e
25 kcal/kg/dia. Obesidadse.

50 a 60 do Valor Calórico
RECOMENDAÇÃO DE CHO:
Total - VET.

Uma vez DRC apresenta


25 a 35 do Valor Calórico
RECOMENDAÇÃO DE LIP: frequêntimente
Total - VET.
Dislipidemia:

Priorizar Ácidos Graxos Redução de Godura


Mono e Poli-Insaturados. Saturada.

LDL- Colesterol: < 100 mg/dL*

VALORES DESEJÁVEIS: Colesterol não HDL: < 300 mg/dL

Triguicérides: < 200 mg/dL


Resumo Práticos de Estudo para Prova de Residência Multiprofissional da HU-UFS

*: Para Pacientes em Diálise, o valor não deve ser < 150 mg/dL. Para Pacientes com Diabetes associados â DRC, o valor deve ser < 70 mg/dL.
**: Soma do Colesterol LDL e VLDL.

Deve ser Restrita para


O quantidade PTN varia de
Evitar progressão da
RECOMENDAÇÃO DE PTN: acordo com o progressão
Doença e Atenuação de
da Doença.
Complicações.

Para se verificar a ingestão Proteica, Esse cálculo só é válido se


recomenda-se a realização do cálculo o Paciente estivewr em
de equivalente Proteico do Balanço Nitrogenado
Aparecimento de Nitrogênio - PNA Neutro.

ESTÁGIO RECOMENDAÇÕA

TFG > 70
0,8 a 1 g/kg/dia
mL/min/1,732

0,6 g/kg/dia
TFG 30 a 70
mL/min/1,732 (ao menos 50% de
AVB)

0,6 g/kg/dia
TFG < 30 (ao menos 50% de AVB) ou
mL/min/1,732*
0,3 g/kg/dia + Suplementação
com Cetoácidos de AAE

DRC + 0,8 g/kg/dia


Diabetes (ao menos 50% de
AVB)

Hemodiálise 1,2 g/kg/dia


(ao menos 50% de
AVB)**

Diálise 1,2 a 1,4 g/kg/dia


Peritoneal (ao menos 50% de
AVB)**
TFG: Taxa de Filtração Glomerular;
AVB: Alto Valor Biológico;
AAE: Aminoácidos Essenciais;
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*: Pacientes que apresentam dificuldades em consumir apenas 0,6 g/kg/dia podem ingerir até 0,75 g/kg/dia.
**: Evitar a ingestão proteica de 0,8 g/kg/dia.
Dieta Hipoproteica
associada a
Suplementação de Porprociona a redução Como resultante, na
Acetoácidos para significativa de composto melhora dos sintomas da
Pacientes em TFG <30 Nitrogenados Tóxicos Síndorme Urêmica.
mL/min/1,732 é uma Boa
Opção.

Sua desvantagem é a
necessidade de alta
ingestão de comprimidos
(1 comprimido/5kg de
peso) com alto custo e
dificil adesão.

MINERAIS E ELETRÓLITOS QUE MAIS SOFREM ALTERAÇÕES NA DRC:

Restrição em Alimentos fontes de Potássio


(Frutas, verduras e Legumes).
Dietoterapia na
Hiperpotassemia
Descarte de água do Cozimento.

POTÁSSIO:
40 à 70
CONSERVADOR
(mEq/dia)

50 à 70
Recomendações HEMODIÁLISE
(mEq/dia)

DIÁLISE 40 à 70
PERITONEAL (mEq/dia)

Restrição do consumo de Sal.

Dietoterapia
Restrição do consumo de Alimentos Processados com
Alto teor de Sódio.

SÓDIO: 1.000 a 3.000


CONSERVADOR
(mg/dia)

1.000 a 3.000
Recomendações HEMODIÁLISE
(mg/dia)

2.000 a 3.000
DIÁLISE
(mg/dia) ou 5 a 6
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Restrição do consumo de Proteinas.

Evitar: Cerveja, Refrigerante à base de Cola,


Dietoterapia na
Chocolate, Amendoim, Nozes e Alimentos
Hiperfosfatemia
Industrializados.

Uso de quelantes de Fósforo.


FÓSFORO:
800 à 1.000
CONSERVADOR
(mg)

800 à 1.000
Recomendações HEMODIÁLISE
(mg)

DIÁLISE 800 à 1.000


PERITONEAL (mg)

No Tratamento conservador à diminuição no


consumo de Cálcio pela biaxa ingestão de
PTN.
Dietoterapia
A absorção de Cálcio diminui com a
progressão da DRC, podendo ser necessário
suplementar Vitamina D ativa.

CÁLCIO:
1.000 à 1.600
CONSERVADOR
(mg/dia)

< 1.000
Recomendações HEMODIÁLISE
(mg/dia)

DIÁLISE < 1.000


PERITONEAL (mg/dia)

No Tratamento conservador à necessidade de


Dietoterapia
Suplementação de Sais de Ferro.

8 (mg/dia) Homens
FERRO: CONSERVADOR
15 (mg/dia) Mulheres

8 (mg/dia) Homens
Recomendações HEMODIÁLISE
15 (mg/dia) Mulheres

DIÁLISE 8 (mg/dia) Homens


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RECOMENDAÇÕES DE SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINAS PARA PACIENTES COM DRC:

VITAMINAS CONSERVADOR HEMODIÁLISE DIÁLISE PERITONEAL

Vitamina A Não Suplementar Não Suplementar Não Suplementar

Vitamina K Não Suplementar Não Suplementar Não Suplementar

Vitamina E (UI) 400 à 800 400 à 800 400 à 800

Tiamina (mg) 1,1 a 1,2 1,1 a 1,2 1,1 a 1,2

Riboflavina (mg) 1,2 a 1,3 1,2 a 1,3 1,2 a 1,3

B6 (mg) 5 10 10

B12 (mg) 2,4 2,4 2,4

Vitamina C 75 a 90 75 a 9 75 a 90

Ácido Fólico (mg) 1 1 1

Niacina (mg) 14 a 16 14 a 16 14 a 16

Biotina (mcg) 30 30 30

Ácido Pontotênico (mg) 5 5 5

INGESTÃO HÍDRICA NA DRC:


Tratamento em Diálise
Sua ingestão vai depender do Tratamento Conservador
Peritoneal so deve restringir
tratamentro relizado pelo NÃO precisam relizar
quando verificar renteção
Pacinete. restrição Hídrica.
hídrica e edemas.

O cálculo do Peso Inter-


Tratamento em Recomendado Sendo uma ingestão de
Dialítico é feito com a
Hemodiálise deve ter acrescentar 500 ml no máximo 1 000
Diminuição do Peso Pré com
sua ingestão avaliada à diurese de 24 mL/dia para Pacientes
o Pós Diálise, durante ao
com cautela. horas. Anúricos.
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TRANSPLANTE RENAL:

Consederando
Estando ou não em
Indicado para DRC Cleaarance de
Diálise ou na Fase
terminal. Creatinina < 20
Pré-Diálise.
mL/min/1,73m2.

Pode Apresentar
Resultado do Resultado do
complicações crônicas à
Transplante é Transplante é
sobrevida do orgão
positivo para o positivo para o
transplantado a longo
Paicnete. Paicnete.
Prazo.

Terapia imunossupressora, Podem vir a apresentar DEP, com


pode ser a causa de OUTRAS CAUSAS: Estilo de a suposta ligação de insuficiência
Aumento de Peso e Vida menos Ativo e do Enxerto, Infecções, Desnutrição
desenvolvimento de Mudanças no Consumo -Inflamação-Aterosclerose e
Diabetes, Hipertensão e Alimentar. Efeitos Catabólicos da Terapia
Imunossupressora.
Dislipidemia.
AVALIAÇÃO NUTRICIONAL:

Avaliação
Antropométrica

Realizado no Periodo de
Pré e Pós- Transplante Composição Corporal
(1 à 30 dias após Cirurgia)

Exame Fisico por meio


Bioquimica
da AGS

História Médica Ingestão Alimentar


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RECOMENDAÇÕES NUTRICIONAIS:

Harris- Benedict

ESTIMAÇÃO

Calorimetria Indireta

RECOMENDAÇÕES DE
ENERGIA: Período Imedito do
30 a 35 kcal/kg/dia
Pós Transplante

25 a 30 kcal/kg/dia
20 a 30 kcal/kg/dia (Paciente em risco de
Período Tardio do Pós
SObrepeso ou Obesidade)
Transplante 35 a 45 kcal/kg/dia (presença de estresse
metabólico, infecções ou febre).

Se presença de Hiperlipidemia
em longo prazo ≤ 30% do VET.

DIETOTERAPIA

Atividade Física
Consumo de Ômega 3

RECOMENDAÇÕES DE
LIP: Período Imedito do
30 a 35 kcaç/kg/dia
Pós Transplante

≤ 30 do VET
10% de gordura Saturada
Período Tardio do Pós 10 a 15 % de Gordura Monoinsaturada
Transplante 10% de Gordura Poli-Insaturada
Colesterol < 300 mg/dia

Período Imedito do Pós


50 a 60 do VET
Transplante

RECOMENDAÇÕES DE
CHO:

Período Tardio do Pós


50 a 60 do VET
Transplante
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RECOMENDAÇÕES DE Ambos Períodos Pós


25 a 30g/dia
FIBRAS: Transplante

O consumo de PTN deve


ser maior no Período
DIETOTERAPIA Imediato visto o elevado
catabolismo promovido
pelos imunossupressores.

RECOMENDAÇÕES DE Período Imedito do Pós 1,3 a 1,5g/kg/dia


PTN: Transplante (50 a 75 AVB).

Período Tardio do Pós 1,0 g/kg/dia (50 a 75) AVB).


Transplante 0,6 a 0,8 g/kg/dia (NCE)

2.400 mg/dia
RECOMENDAÇÕES DE Ambos Períodos Pós < 2.000 mg/dia
SÓDIO: Transplante. (Hipertensão, Retenção
Hídrica ou Oligúria)

25 a 75 mEq/dia
RECOMENDAÇÕES DE Ambos Períodos Pós
(Hiperpotassemia ou
POTÁSSIO: Transplante
Oligúria).

Avaliar os níveis séricos e


Período Imedito do Pós
restringir/suplementar, se
Transplante
necessário.
RECOMENDAÇÕES DE
FÓSFORO:

Período Tardio do Pós 800 mg/dia (Rejeição


Transplante Crônica do Enxerto).

RECOMENDAÇÕES DE:
Magnésio*
Avaliar os níveis séricos e
Cálcio Ambos Períodos Pós
restringir/suplementar, se
Ferro Transplante
necessário.
Vitaminas Hidrossolúveis
Vitamina D
*: Verificar o uso de Ciclosporina A;
NCE: Nefropatia Crônica do Enxerto;
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VET: Valor Energético Total;


AVB: Alto Valor Biológico.

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