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E O C COI,C)
O L O N NII A
A LLISNIO
I S M O;
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- Ultimo
— Ul·:·nu Estágio do Imperialismo
I\ 1gio do lmpcrialismo r
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E!é uma cutentico
autêntica rodiogrofio
radiografia do
da Africa
África ee tcmbem
também corojoso
corajosa
«. denúncia dos males
denUncia moles que afligem
ofligem o Continente Negro e im-
0 pedem o seu pleno desenvolvimento.
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.. Presidente Gana, fundamentado em farta
presidente deposto de Gano, forte ee ir-
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Q
Q retorquível
retorquivel documentação
documenta;Oo - — e nomeando expressamente os
nomeondo expressomente
< trustes, seus representontes
trustes, representantes ee rcmificccces
ramificações -— mostra
mostra ao

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O
mundo coma
como funciono
funciona a m6quino
máquina neocolonialisto
neocolonialista ee de que
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o maneira vencê-la.
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I I H levcreiro de 1966, quando K w a m e
' k 1 1 I I 1 1 . 1 h se achava em visita à China, êle
i' pusio da presidência de G a n a , atra-
li uni golpe de Estado ocorrido em
i i uiKiilado ao longo de cinco anos
h i i i i s chefes militares e por alguns
n u K i s graduados da polícia ganense.
posa de N ' k r u m a h foi obrigada a re-
I I se, com seus dois filhos, na embaixa-
iln K i pública Á r a b e Unida, onde se asi-
próprio N ' k r u m a h , proibido de re-
ii ;io seu país, foi para a G u i n é ,
' i '• Presidente Sekou T o u r é lhe deu
i ipoio. E m A c r a , falando pelo rádio
lume cios sublevados vitoriosos, o co-
II I I kotoka anunciou a dissolução do
i i i n c n i i i e a suspensão das garantias
" i i illlticionais.
Ini.iiii |rês as principais razões apre-
iilmlns ao povo ganense para o golpe de
i i ! . ' I ) N ' k r u m a h era u m ditador;
' i um corrupto; 3 ) fomentava a sub-
i I H n.i Africa. A primeira acusação fica
i prejudicada em virtude de ser
I I I I . H I . I por militares que acabavam de
l ' ! ini.ii um regime francamente ditato-
DO IMPERlALISMO
ii I n G a n a . Quanto às acusações de
r i " e de subversão, sabemos hoje
ULTIMO EST AGIO
u In ni que elas servem frequentemen-
iii lesses antiprogressistas, às forças
NEOCOLONIALISMO
i i " nação, que exploram o moralismo
' os .mseios de ordem de certos
•" oritários p o r é m influentes das
'iil«VOc» dos países subdesenvolvidos.
Printed in the United States of
I m p r e s s o nos E s t a d o s U n i d o s do

ESTE LIVBO
:i DEDICADO AOS
tr que se r e s e r v a a propriedade desta
RIO DE
LUTADORES PELA LIBERDADE DA il'RICA,
Rua 7 de Setembr
VIVOS E MORTOS
E D I T O R A CIVILIZAÇÃO B R A S I L E I R A
D i r e i t o s p a r a a l í n g u a portuguesa adquirido

MARIUS LAURITZEN
Desenho de

de K w a m e N ' k r u m Copyright
Titulo do original em inglls E d i t a d o por T h o m a s Nelson a n d S o
Nro-CoLONIALISlr.1
THE LAST STAGE Of' lMPEllL\LISM
IMPE OF LAST STAGE THE
NEO-COLON

Editado por Thomas Nelson and Sons Ltd. em i do original Título


Copyright de Kwame N'krumah 1965

Desenho de capa:
MARIUS LAURITZEN BERN

Dlreitos para a lingua portuguesa adquirldos pela


EDITORA CIVILIZA<;AO BRASILEIRA S. A.
MORTOS E VIVOS

ÁFRICA, LIBERDADE DA PELA Rua. 7 de Setembro, 97


LUTADORES
RIO DE J AN£DIO
que se reserve a proprledade desta tradui;io
AOS DEDICADO É

LIVRO ESTE

1967

Impresso nos Estados Unldos do Brasil


Printed In the United States of Bra11:ll
"As enormes dimens6es do capital finan-
ceiro concentrado na miio de uns poucos e
criando uma reae extremamente extensa de
la<;os £ntimos e relcu;Oes que envolve ntio ape-
nas os capitalista.s pequenos e medios com.o
tambem: mesmo os muito pequenas; isso, por
um lado, e pelo outro a luta penosa contra
gru'l)Os de financistas de outros Estados na-
cionais pela partilha do mundo e o dirtito de
dom.inar outras na<;6es - esses dois fat6res,
tom.ados em conjunto, causam a converstio
completa de t6d.a.s as classes possuidoras para
o lado do imperialismo. 0 sinal dos tempos
e um entusiasmo "geral" quanto ds suas
perspectivas, um.ai defesa apaixonada do im-
perialismo, e de tOda a camuflagem possivel
de sua natureza real". - Leni1i, Imperia-
lismo.
1NDICE

INTllODUClO Xlll

1. Recursos da Africa 1
2. Obstdculos ao Progresso Eccm6mfco 17
3. Finan9a Jmperfalista 43
4. CapEtalt&mo Monopolfsta e o D6lar Norte-Americana 61
5. A Verdade por Trtis das Manchetes 81
6. Recursos Primlirios e tnteressee Estrangeiros 99
7. o lmperw Oppenheimer 129
8. Jnvestimento Estrangeiro na Minerat;lio Sul-A/rtcana 141
9. Anglo Amertcan Corporation Limited 149
IO. Os Grupos do Diamante
11. Interesses Mineradores na Africa Central 179
12. Compa.nhias e Combinados 189
13. Os Gigantes do Estanho, Alumin!o e Niquel 209
14. Union Miniere du Haut Katanga 229
15. Press6es Econ6micas na Reptiblfca do Congo 247
16. Zonas Monettirias e Bancos Estra:ngeiros 257
17. Novas IndUstrias: Os Efeitos s6bre Nat;Oes Produtorcu de
Materiau Primtirtos 267
18. O Mecantsmo do Neocolontalismo 281

CONCLusXo 301

8IBLIOGRAP'lA 307
In trod u�ao

O NEOCOLONIALISMO de hoje representa o impe-


rialismo no seu est!lgio final e talvez o mats perigoso.
No passado, era possivel converter uma na9ao a qual
tivesse sido imp6sto um regime neocolonial - o Egito
do secure XIX e um exemplo - em um territ6rio co-
lonial. Hoje, esse processo njic e mats viAvel. O colonia-
lismo de velho estilo niio esta, de modo algum, abolido.
Constitui ainda um problema africano, mas est& em
retirada, par tOda parte. Uma ves um territ6rio se tor-
nando nominalmente Independente, nilo e mais possi-
vel, coma no secure passado, inverter o processo. As
colOnias existentes podem continuar par mais tempo,
mas nao serge criadas novas colOnias. Em lugar do
colonialismo, coma principal instrumento do capitalls-
mo, temos hoje o neocolonialismo.
A essencla do neoeolonialismo e de que o Estado
que a ele esta sujeito e, teOricamente, independente e
tern todos cs adornos exteriores da soberania interna-
cional. Na realidade, seu sistema econ6mico e portanto
seu sistema politico e dirigido do exterior.
Os metodos e a forma de direc;;iio podem tomar vO.-
rlos aspectos: Por exemplo, num case extrema as tro-
pas de uma potencta imperialista podem guarnecer o
territ6rio de um Estado neocolonlal e controlar o seu
lantu, ,•nvolve o investimento externo de nac;Oes ca ·-
G o v e r n oMais
Governo. . M a i scomumente,
c o m u m e n t e no , n oentanto, controleneo-
e n t a n t oo, ocontr61e neo- i m l t i , inns
Lalt1t,ut, e n v o leste
v e odeve i n v eser
s t i minvestido
e n t o e x t ede r n oac6rdode nações com cpia p i -
c o l o n i a l i s t a é exercido através de meios económicosouo u
colonialista e exercido atraves de meios econOmicos pianoi ill innetonalr mus organizado este deve ser peloi n vcovemc
e s t i d o dedoacordo Estadoc on�m m U m

monetários.O OEstado
monetil.rios. E s t a d oneocolonial
n e o c o l o n i a lpodepodeserserobrigado obrigadoa a &llntuulo,
p l u i i u c i o n a l seus
n a_com organizado pr6prios pelo tnteresses
G o v e r n o do em E smira. t a d o a� não-
a c e i t a rososprodutos
aceitar produtosmanufaturados m a n u f a t u r a d o sdad apotencia potênciaimpe- impe- qun i i•11\0i i i indo,nao c6o mqual seuso retomo
própriosque o investidor
interesses e m estr m i r aa. - ^

r i a l i s t a ,com
riallsta, c o ma aexclusdc
exclusãodos dosprodutos
produtoscompetidorescompetidoresdede lro nbtem
K 1111< L m nãos{)bre é q uos a l oseus r e t oinvestimentos.
r n o que o investidor :tle pode, estr^n-
outra o r i g e m .0 Ocontr6le
o u t r aorigem. controlesObre sobrea apoliticapolíticagovemamen-governamen- faln,
i obtém melhores
nlcancar sobre os resultadosseus i n v e s tse i m einvestir
n t o s . Êle num pode,
questai1:
};) .e^ e

talt a ldodoEstado E s t a d oneocolonial


neocolonialpode podeser serassegurado
a s s e g u r a d oatraves
através nAn i . i i uilnhado
n a l c a n ç ado que num rpais
r melhores e s u l tneocolonial.
a d o s se i n v e sAt i r n u m p j a s

dedepagamentos
p a g a m e n t o spara p a r afazer f a z e rfrente
f r e n t eaoaocusto c u s t odad aadminis-
adminis- i o a l i n Um
drin lpoder. h a d oEstadodo quenas n u garras
m país do neocolonialismo
neocolonial. A questão n- é
traçãododoEstado, E s t a d o ,pelo pelo tomectmento
f o r n e c i m e n t o dede funcionS.rios e poder.doU pr6prio
il dernhor m E s t a d odestmo. n a s g a r�r a sesse fator que tom .anão o
trac;ao
f
funcionários do neocolonialismo
a d m i n i s t r a t i v o s em
administrativos, posiçõesque
, e mposic;6es quelhes l h e spermitam
p e r m i t a mditard i t a ra a 111•oc.·olonialismo
é : i e n l i o r i l o próprio uma ameac;a destino.tao É esseseria f aat opaz i que muna� tom a 0

orientação,e epor
orientac;ao, porcontr6lecontrolemonetario monetáriododocA.mbio câmbioexte- <) n crcscimento
e o c o l o n i a l i s mdas armas nucleares tornou ultrapa.sm u n dai a· l

trolado
atravésdad aimposic;ii.o
r i o ratraves
rior
t r o l a d opela
imposiçãodedeum
potênciaimperialista.
p e l apotellcia imperialista.
u msistema
s i s t e m abanc8.rio
bancáriocon-
exte-
con- dnO ac rantlquada
umad a aguerra a n t i q uem
o um

a d a grande
a ameaça
d a s a r m ade
e s c i m e n t o balanc;a
balançaescala,
s nf6rc;as,
de forças,
tão séria
u c l e a r eque
como que
s t o rse
à paz
nou
sanc;iio
apoiava
ultrapassa-
se a pmaier oiava A
!! e m

Onde o neocolonialismo existe, a poti!ncia que


O n d e o neocolonialismo existe, a potência que ccrteza
u m a g ude e m g r a n d emaciea
e r r adestrutcao e s c a l amutua
, como impede sanção m efeti�a-
aior, A
exerce o controlee éfreqtientemente
exerce o contr6le f r e q u e n t e m e n t e o oEstado E s t a d oquequegover-
gover- mcnte
c e r t e z aqualquer de destruição dos grandes maciça blocos mútua de impedepotencias e i e tdi - v a

noun o u a n t e r i o r m e n t e o território e m questão, m a s isso


anteriormente o territ6rio em questao, mas isso m e n t e qou aoutro
amcac;ar l q u e r com dos ag rpossibilidade
a n d e s blocosde de umapotências
guerra dede
naonãoacontece acontece necess3.riamente.
n e c e s s a r i a m e n t e . Par exemplo, no
P o r exemplo, n o caso caso Ambito
ameaçar mundial
o outroe coo m conflito militar ficou
a possibilidade de u assim m a g u econ.fie r r a de
dodoVietna Vietnã do doSul,S u lessa , essa antigaa n t i g apotencia
potência imperial i m p e r i a lerae r aa a nndo
âmbito a "guerras
m u n d i a l limitadas''.
e o conflito Para m i l i tessas,
a r ficoo u neocolon·
a s s i m c o ^-f j .
Franc;a, mas o contr6le neocolonial
França, m a s o controle n e o c o l o n i a l do E s t a d o p a s s o u do Estado passou llsmo
n a d o ea o " caldo g u e r r ade s l icultura.
m i t a d a s " . P a r a essas, o neocolonia- ia-
a g o r a aos
agora aosEstados U n i d o s .:eÉ possivel
E s t a d o sUnidos. possível que que o o contr6lecontrole llsmo é o caldo depodem, c u l t u r a naturalmente,
. ocorrer enl
neocolonial
n e o c o l o n i a l seja s e j a e x e r c i d o por u m consórcio de
exercido par um cons6rcio de Interes-
interes- _Essas gu�rras_
nac;oes. q�e E s s a s nao
g u e r rsao
a s controladas
podem, n a t u por
r a l m neocoloniaUstas
e n t e , ocorrer
sesses financeiros
f i n a n c e i r o s que quengo não sao são especlficamente
especificamente identificii.-
e m

identificá- Seu
nações ob1et1vo que pode não são mesmo c o n tser
r o l aod ade s criar
por nem e o c uma
o l o n i an�-l i s t a s·
veis com
veis q u a l q u e r Estado
c o m qualquer E s t a d o particular.
p a r t i c u l a r .OO contr6le
c o n t r o l e dodo mas um regime neocolonia.11.s:
Congo par
Congo g r a n d e s jnteresses
porgrandes interessesfinanceiros f i n a n c e i r o sinternacionais
pequena
S e u objetivo pode m
indep�n?ente e s m o ser o de c r i a r e m u m a nação
eé um u mcaso caso desse desse tipo. tipo.
internacionais
O_ mal
pequena do m a s independente
neocolon1ali�o e uque
m r e1e
e g i m impede
e n e o c a
o l oforrna-
n i ali t .
s a

oO resultado neocolonialismo e é que


c;ao
O m dessas
a l do grandesneocolonialismo untdades é que que tomariamêle impedeimp"°"i a f o r m a1 -
r e s u l t a d o do neocolonialismo
do que o o capital
c a p i t a les-
es- " guerra g r·taanctdae"s. Para
1·lnll Atr·ve
t r a n g e i r o eé utilizado
ação dessas u n i d a dar
d e s um que exemplo:
t o r n a r i a mse impossível
a ""<>
trangeiro u t i l i z a d o parap a r a aa explorac;ao,
exploração, em e m lugar
l u g a r de de " g u e r r anenhum
sea unisse, l i m i t a d abloco
" . P a r ade dgrandes
a r u m e xpoti!nciase m p l o : seiria a Át!ca f i
ser desenvolvimento das
p a r a oo desenvolvimento d a spartes
p a r t e s menos
menos desenvol-
r c a

ser para desenvol- tar


se usubjug8.-la
nisse, n e n h atraves
u m bloco de umade g r aguerra limitada, i rpot
n d e s potências i a t �; en-
v i d a s do
vidas do mundo.
O investimento, sob o neocolonialis-
m u n d o . O i n v e s t i m e n t o , sob o neocolonialis-
pr6pr� natureza
t a r subjugá-la
pela através da de guerra
u m a g ulimitadae r r a l i m i toa dque a , porque�de
a u m e n t a , em
mo, aumenta,
mo, e m lugarl u g a r de de diminuir,
d i m i n u i r ,aa brecha
b r e c h a entre
e n t r e as
as ser própria n aatraves
p e l aconsegu1�0 t u r e z a dela
da gu e,e rem
r a lsi, i m ilimitado.
t a d a o que � ape- p d
ricas e pobres do mundo.
0 e

nacoes
nações r i c a s e pobres do m u n d o . nas
ser onde conseguido extstematravés pequenos d e l a Estados
é, e m sque i , l i mse i t atorna
d o . É pos- p .
AA luta l u t a contra
o neocolonialismo nlio tern por obje-
c o n t r a o n e o c o l o n i a l i s m o não t e m por obje-
a e

do do mundo desenvolvido das sivel,


n a s onde desembarcando
e x i s t e m pequenos alguns Ernilhares s t a d o s que de se fuzileiros
torna p .
t i v o a exclusão do capital
tivo a exclusio
o s 0�
o s

c a p i t a l do m u n d o desenvolvido d a s financiando
sível, d e s e muma n d o amercenllria,
b a r c af6rc;a l g u n s m i l h aassegurarr e s de f u zum i l e i rres
operac;5es em nac;Oes menos
operações e m nações m e n o s desenvolvidas. T e m por
desenvolvidas. Tern por o u

impedir que a f6rc;a financeira das nac;Oes de- tado


f i n a ndecisive.
c i a n d o u m a força mercenária, a s s e g u r a r u m r e suu l -
objetivo
objetivo i m p e d i r que a força f i n a n c e i r a d a s nações de- tadoA decisivo.
senvolvidas seja utilizada de tal maneira a ampobrecer restric;Ro a ac;iio militar nas "guerras Umitadas"
nao eà uma
s e n v o l v i d a s s e j a u t i l i z a d a de t a l m a n e i r a a empobrecer
os no entanto, ação garantla
m i l i t a r nda a s "paz r a s l i m i et aseri
g u e rmundial
os menos
m e n o s desenvolvidos.
A restrição d "
desenvolvidos.
a s ;

oO nao-alinhamento, coma e praticado par Gana e


não-alinhamento, como é p r a t i c a d o por G a n a e
no e n t a n t o , nãoo é fator
provavelmente u m a gque a r a n tfinalmente
i a d a p a z menvolvera u n d i a l e erá S

muitas outras nacoes, e baseado


m u i t a s o u t r a s nações, é baseado n a cooperação c o m to-
na cccperacao com to- provavelm
grandes. blocos
e n t e de. a t o r que em
o fpotencias f i n auma
l m e n guerra
t e envolverá mundi�Iss 0

dos os
dos os Estados,
E s t a d o s , quer
sejam €:Ies capitalistas, socialistas
q u e r s e j a m eles c a p i t a l i s t a s , s o c i a l i s t a s por
g r a n mats
d e s que
blocos esteJam
de ambos
potências decididos
e m u m a gau evit8.-la.
e r r a m u n d i a l',
o u tenham
ou uma economia mista. Tal ortentacao, por-
t e n h a m u m a e c o n o m i a m i s t a . T a l orientação, por-
por m a i s que e s t e j a m ambos decididos a evitá-la.
g u e r r a limitada,
AA guerra l i m i t a d a , uma
u m a vez
vez iniciada,
i n i c i a d a , adquire
a d q u i r e um
um AA rnzlo do seu desenvolvimento no
r a z ã o d o seu desenvolvimento período de
n o periodo de
i m p u l s o pr6prio.
impulso próprio. AA guerra g u e r r a do do Vietna
Vietnã do do �ul S u l eé apenas apenas J>M-gucrra
pós-guerra pode pode ser s e r rApidamente
r a p i d a m e n t e resumida.
resumida. O O proble-
proble-
u m dos
um exemplos disso.
dos exemplos disso. AA escaladae s c a l a d a ocorre
ocorre apesar apesar do. do de-
de- mam a quo q u eentrentavam
e n l r e a t a v a mas a s nac;6es
nações ricas r i c a s dodo mundo
m u n d o ao ao fim fim
sejo dos
sejo g r a n d e s blocos
dos grandes blocos de de potenctas
potências de de mante-Ia
mantê-la Iimt- limi- du Scgunda Guerra Mundial era
«la . S e c u n d a G u e r r a M u n d i a l e r a a impossibilidade de
a impossibilidade de
t a d a . Embora
tada. E m b o r a essa essa determlnada
d e t e r m i n a d a guerrag u e r r a possa
possa ser ser impe-impe- retornar
r e t o r n a r Aà situac;ao
situação anterior a n t e r i o r Aà guerra,
g u e r r a , na n a qualq u a l havia
havia
d i d a de
dida de conduzir
c o n d u z i r aa um u m conflitQ
conflitp mundial, m u n d i a l , aa 'µlultlpl1ca-
'multiplica- uma
u m a grandeg r a n d e distAncia
distância entre e n t r e osos poucos
poucos ricos r i c o s ee os os mui-mui-
ção de
c;lio g u e r r a s limitadas
de guerras s e m e l h a n t e s s6
l i m i t a d a s seme1h1;r1t�s só p� pode t�r t e r um
um tos pobres. Nao importa que partido,
tos pobres. Não i m p o r t a que p a r t i d o , p a r t i c u l a r m e n t e , particularmente,
f i n a l : aa guerra
final: g u e r r a mundial
m u n d i a l ee as a s terrtvets consequências de
terríveis conseqtiencias de cstivesse
estivesse no n o Pod.er,
Poder, as a s presSOes
pressões internas i n t e r n a s nas nações ri-
n a s nac;eies ri-
conflito
conflito nuclear. nuclear. cas do mundo eram tais que nenhuma,
c a s do m u n d o e r a m t a i s q u e n e n h u m a nação capita- nac;iio capita-
oO neocolonialismo
neocolonialismo eé tambem também aa pior pior forma f o r m a de de Im-im- llsta
l i s t a dodo p6s-guerra
pós-guerra poderia p o d e r i a sobreviver
sobreviver aa nao não ser s e r queque se se
perialismo.
p e r i a l i s m o . Para
P a r a aqueles
aqueles que
que oo exercem,
e x e r c e m , significa
s i g n i f i c a oo po-
po- tornasse um Welfare State, uma
t o r n a s s e u m Welfare State, u m a nação de prosperidade nac;Ro de prosperidade
der
der sem s e m aa responsabilidade
responsabilidade ee para p a r a aqueles
aqueles �ue que oo sofr�m, sofrem, geral,
geral. Pod.ia P o d i a haver
h a v e r diferenc;as
diferenças de de grau g r a u na:n a extensao
extensão dos dos
s i g n i f i c a aa exploraeao
significa exploração sem s e m alivio.
alívio. Nos Nos diaa dias do do anttgoantigo beneficlos
benefícios s o c i a i s concedidos aos t r a b a l h a d o r e s indus-
sociais conced.idos eos trabalhadores indus-
c o l o n i a l i s m o , aa potencia
colonialismo, potência imperial i m p e r i a l tinha
t i n h a pe�opelo mencs m e n o s qu.e que trials
t r i a i s ee agricolas,
agrícolas, mas m a s oo que que era e r a impossivel
impossível em e m tOda toda
e x p l i c a r ee justificar,
explicar j u s t i f i c a r , internamente,
i n t e r n a m e n t e , as a s aeces
ações 9ue que .,reali-
reali- p a r t e era
parte e r a um u m ret6rno
r e t o r n o ao desemprego em
ao desempregc e m massam a s s a ee ao ao
z a v a no
zava n o exterior.
e x t e r i o r . NaN a colOnia,
colónia, aqueles aqueles que que servrams e r v i a m Q.à po- po- baixo
baixo nivel nível de de vidav i d a dosdos anos a n t e r i o r e s aà guerra.
a n o s anteriores guerra.
tencia
tência imperial i m p e r i a l dormnante
d o m i n a n t e podiamp o d i a m pelo pelo menos menos esperar esperar 'Do
"Do finalf i n a l dodo seculc
século XIX X I X em e m diante,
d i a n t e , as a s col6nias
colónias ha- ha-
aa sua proteção contra
s u a protec;ii.o q u a l q u e r ac;ao
c o n t r a qualquer ação violentav i o l e n t a dos dos $e� seus viam
v i a m sidosido consideradas
c o n s i d e r a d a s comacomo uma u m a tonte fonte de de riqueza
r i q u e z a queque
opositores. Com
opositores. C o m oo neocolonialismo,
neocolonialismo, nenhum n e n h u m dos dos q{)ISdpis pod.la
podia ser ser usadau s a d a parap a r a mitigar
m i t i g a r conflitos
conflitos de de classeclasse nos nos
casos
casos acontece. acontece. Estados
E s t a d o s capitalistas
c a p i t a l i s t a s e, e, como
como sera será explicado
e x p l i c a d o adiante,
adiante,
A c i m a de
Acima de tudo
tudo, oo neocolonialismo,
neocolonialismo, coma como antes a n t e s dl,J..e
dêl_e essa
essa politics:
política obteve obteve algum a l g u m extto.
êxito. Mas M a s Ialhou
f a l h o u em e m seuseu
oo colonialismo,
c o l o n i a l i s m o , acti8.a d i a oo embate
embate de de questoes
questões sociais sociais q� que objetivo
objetivo f i n a l , porque os E s t a d o s c a p i t a l i s t a s de antes
final, porque os Estados capitalistas de antes
terão de
terii.o de serser enfrentadas
e n f r e n t a d a s pelo pelo setor setor plenamente
p l e n a m e n t e desen- desen- da
d a guerre.
g u e r r a estavam
e s t a v a m internamente organizados de
i n t e r n a m e n t e organizados de tal tal
volvido
volvido do do mundo,
m u n d o , para p a r a que que oo perigo perigo de de guerra
g u e r r a mun- mun- maneira:
m a n e i r a que que oo grosso grosso do do lucro
l u c r o obtido
obtido das d a s possess6es
possessões
dial possa ser
d i a l possa ser eliminado
e l i m i n a d o ou o u oo problema
p r o b l e m a da d a pobrezapobreza coloniais ia
c�loniais i a parar
p a r a r nos n o s bolsos
bolsos da d a classe c a p i t a l i s t a , ee
classe capitalista,
mundial
m u n d i a l resolvido.
resolvido. nao
não nos nos dos dos operlirios.
operários. Longe L o n g e de de atingir
a t i n g i r oo objetivo,
objetivo, as os
oO neocolonialismo
neocolonialismo, como como oo colonialismo,
c o l o n i a l i s m o , eé uma u m a ten-
ten- partidos
p a r t i d o s d a c l a s s e operária, às vezes, t e n d i a m aa identi-
da classe openiria, As vezes, tendiam identi-
t a t i v a de
tativa e x p o r t a r os
de exportar os 'conflitos
conflitos socials sociais das das nac;eies
nações capt- capi- ficar
f i c a r seusseus interesses
interesses com c o m os os dosdos povos povos colonialsc o l o n i a i s ee as as
talistas. O
talistas. O exlto temporário dessa
êxito temporllrio dessa politica
política pode pode _ser ser vista
visto pot&lcias
potências imperialistasi m p e r i a l i s t a s viram-se e n g a j a d a s num
v i r a m - s e engajadas n u m confli-confli-
na
n a brecha
b r e c h a cada c a d a vez vez mais m a i s Iargal a r g a entre
e n t r e as a s nac;oe�
nações _mais mais to
to em e m duasd u a s trentes,
f r e n t e s , internamente
i n t e r n a m e n t e com c o m seus seus pr6prlospróprios
r i c a s ee mais
ricas pobres do
m a i s pobres do mundo.
m u n d o . Mas M a s as a s contradieoes
contradições ee trabalhadores
t r a b a l h a d o r e s ee no n o exterior
e x t e r i o r contra
c o n t r a as a s f6r�as
forças crescentes
crescentes
conflitos internos
conflitos i n t e r n o s do do neocolonialismo
n e o c o l o n i a l i s m o trazemt r a z e m aa certeza certeza de
de libertac;ao
libertação colonial. colonial.
de
de que que ele êle nionão pode p e r d u r a r como
pode perdurar como uma u m a politica
política mun- mun- O período do
O periodo do p6s-guerra
pós-guerra inaugurou i n a u g u r o u uma u m a politlca
e l i m i n a d o , eé um
política
dial p e r m a n e n t e . Como
d i a l permanente. C o m o deve deve ser ser eliminado, u m pro-pro- colonial
c o l o n i a l m u i t o diferente. F o i f e i t a u m a d e l i b e r a d a ten-
muito diferente. Foi feita uma dellberada ten-
blema
b l e m a que q u e deveria
d e v e r i a ser s e r estudado,
estudado, acima a c i m a de tudo, pelas
de _tudo, pelas tativa
t a t i v a de de desviar
d e s v i a r osos rendimentos
r e n d i m e n t o s colonials
coloniais da d a classe
c l a s s e rica
rica
nações desenvolvidas
na.c;eies desenvolvidas do do mundo,m u n d o , porqueporque seo são etas elas queque ee em e m Iugar
l u g a r disso
disso usA-Ios
usá-los para p a r a financiar
f i n a n c i a r de de uma u m a manei-manei-
vão sentir
vio s e n t i r oo impacto
i m p a c t o totalt o t a l dodo seu s e u tracasso f i n a l . Quanta
f r a c a s s o f�nal. Quanto ra
r a geral
g e r a l oo Welfare
Welfare State. State. Como C o m o se se veraverá nos n o s exemplos
certo eé que
exemplos
mais p e r d u r a r , mais
m a i s perdurar, m a i s certo que oo seu s e u Inevttavel
inevitável colap- colap- dados
dados adiante, a d i a n t e , foifoi esseesse o o mCtodo
método consclentemente
c o n s c i e n t e m e n t e ado- ado-
so destruirá oo sistema
so destruir8. s i s t e m a social
s o c i a l do do qual
q u a l oo transformaram
transformaram tado
tado mesmo m e s m o par por aqueles
aqueles lideres líderes da d a classe
classe trabalhadora
trabalhadora
em
e m fundamento.
fundamento. que
que antes a n t e s da d a guerra
g u e r r a haviam
h a v i a m considerado
considerado os povos colo-
os povos colo-
niais como seus aliados naturals contra as inimigos ca- um
n i a i s como seus aliados n a t u r a i s c o n t r a os i n i m i g o s c a - u m mercado
mercado suficientemente
s u f i c i e n t e m e n t e amplo a m p l o para p a r a sustentar
s u s t e n t a r aa
pitalistas em seu pais. . . . lndustrlallzaciio.
p i t a lAi s t a s e m s e u país. Industrialização. Do D o mesmo m e s m o modo, modo, lhes l h e s faltara
faltará aa fOrca força
principio, presumiu-se que esse ob)et1vo po?er1a rlnttncelra
A princípio,
ser alcancado p r e s u m i uo- s sistema
mantendo e que esse objetivo
colonial anteriorpoderia
� f i n a n c e i r a para p a r a forcar
forçar as a s nfl(;Oes
nações desenvolvidas
desenvolvidas a a acei-
acei-
ser alcançado m a n t e n d o o s
A expertencla logo demonstrou que as tentatl- i s t e m a c o l o n i a l a n t e rior à i I H i n suas
larrm s u a s materias-primas
matérias-primas a a um u m preeopreço justo. justo.
guerra. Nos
g u e r de
vas r a . fazer
A experiênciaisso seriam logodesastrosas
demonstroe u SOmente
que a s t eprovo- ntati- Nos territ6rios
territórios neocolonialistas
neocolonialistas, uma u m a vez vez que que aa aan- n-
v a s de f a z e r isso coloniais,
cariam guerras s e r i a m desastrosas e somente
assim. as provo-
ganh�s IKO. potencia
Itiga potência colonial c o l o n i a l teoricame�te
t e o r i c a m e n t e cedeu cedeu oo contrOle controle
dissipa�do
c a r i a m g upela
esperados e r r a scontrnuaeac
coloniais, ddo
Bretanha particularmente compreendeu tsso numGrã-
esperados p e l a continuação
i s s iregune
do
p a n d o acolonial.
regime c
s s i m os Ag aGra-
o l o n i a l . A
nhos
es-
l >ol{tlco, se
politico,
nnlallsmo causarem
lonialismo
se as condições sociais
a s condicoes
c a u s a r e m uma
sociais provocadas
provocadas pelo
r e v o l t a , oo governo
u m a revolta,
pelo neoco-
governo neocolo-
neoco-
neocolo-
B r e t a nintc'tal
ta.glo h a , p aer a t i cjusteza
u l a r m e ndo t e 'raciocinio
, compreendeu britanico isso de n uentiio
m es- 11hlllsta
n i a l i s t a local
l o c a l pode
pode ser ser sacri!icado
s a c r i f i c a d o ee outro outro, iguaJmente
igualmente
tágiosubseqi.ientemente
foi i n i c i a l e a j u s t e z a do raciocínio britânico
demonstrada pela derrota de então do 111 i.serviente, p6sto
aubscrviente, posto em e m aeu l u g a r . Par
s e u Jugar. P o r ouiro
outro lado, lado, em em
fcoloniallsmo
o i subsequentemente rrencee no Extrema Orlente e ne rArgelia
d e m o n s t r a d a p e l a d e r o t a do quulquer continente
qunlquer c o n t i n e n t e onde onde oo neocolonialismo
neocolonialismo existe existe em em
ecolonialismo
pelo fracassofrancês n o E x t r e m o Oreter r i e n t equalquer
e n a Argélia -ecnra
fldcala ampla, a m p l a , as a s mesmas
m e s m a s pressOes pressões sociais sociais que que podem podem
_dos �olande�s em parte
doe pelo seu f antigo
r a c a s s o Imperlo
dos holandeses
do s e u a n t i g o império c o l o n i a l .
oO sistema
colonlal .e m r e t e r q u a l q u e r p a r t e
do neocolonialismo foi assim instituído
l lrOduzir
IH o( l u z i r revoltas
ambem os
também
revoltas em
os Estados
e m territ6rios
E s t a d o s que
territórios neocoloniais
que se
neocoloniais afetarao
r e c u s a r a m aa aceitar
se recusaram
afetarão
a c e i t a r oo ssis- is-
s i s t e m a do neocolonialismo f o i a s s i m ins_tituido 11 r u a ee conseqiientemente
Irma consequentemente as a s nacOes
nações neocclontaltstas
neocolonialistas
ee aa curto prazo serviu admir8.velmente a� nações de-
c u r t o p r a z o s e r v i u a d m i r a v e l m e n t e àsAna�oes de- têm urna
ll'm u m a arrna a r m a jB. já preparada
p r e p a r a d a com c o m que q u e podemp o d e m ameacar
ameaçar
senvolvidas. A longo prazo, suas consequencras lhes
senvolvidas. A longo prazo, s u a s consequências l h e s 01os oponentes,
oponentes, se se parecerem
p a r e c e r e m estar e s t a r desafiando
desafiando oo sisterna sistema
serao prov8.velmente catastr6ficas.
serão p r o v a v e l m e n t e catastróficas.
,·om
com l!xito. êxito.
oO neocolonialismo esta. baseado no principio de dis-
neocolonialismo está baseado n o princípio de �- Essas
E s s a s vantagens,
v a n t a g e n s , que que Aà prfmeira
p r i m e i r a vista p a r e c e m tao
v i s t a parecem tão
persar grandes territ6rios coloniais, a n t e r i o r m e n t e �1-
p e r s a r g r a n d e s territórios coloniais, ante�ior1;11ente uni- 6bvias,
óbvias, s8.o são no n o entanto,
e n t a n t o , ao ao serems e r e m analisadas
a n a l i s a d a s , ilus6rias
ilusórias,
dos
dos,
em
e m
numerosos
n u m e r o s o s
pequenos
pequenos
Estados
E s t a d o s
Invlaveis,
inviáveis,
que
q u e
sao
são porque
porque deixam d e i x a m de de levar l e v a r em e m contac o n t a os os fatosfatos do do rnunctO
mundo
inc8pazes de desenvolvimento independente e precisam ue
dc hoje. hoje.
i n c a p a z e s de desenvolvimento independente e p r e c i s a m
depender da antiga potencia imperial p a r a aa defesa
depender d a a n t i g a potência i m p e r i a l para
e
mesmo para a seguranca interna. Seus
defesa e AA introdu,;io
introdução do· do neocolonialismo
neocolonialismo aumenta a u m e n t a aa riva- riva-
s1S�emas ec�n. 0 - lldade
mesmo p a r a a segurança i n t e r n a . S e u s s i s t e m a s econó-
mico e financeiro s8.o ligados, coma nos dlas cotontats, lidade ent!e. e n t r e as a s grandes
g r a n d e s patencias
potências que que foi f o i provocada
provocada
m i c o e f i n a n c e i r o são ligados, como n o s d i a s coloniais,
aos do antigo dominador colonial. pelo
pelo colon1alismo
colonialismo do do velhov e l h o eslilo.
estilo. Por P o r menor
m e n o r que que seja s e j a oo
aos do a n t i g o d o m i n a d o r c o l o n i a l . . poder
poder real r e a l . que
que um u m Est�o E s t a d o neocolonialista
n e o c o l o n i a l i s t a possa
p o s s a ter,
ter,
AÀ primeira vista, pareceria que o st�tema
p r i m e i r a v i s t a , p a r e c e r i a que o s i s t e m a t r a z m u i -
traz mui- deve
deve possu1r, possuir, pelo pelo pr6pr10próprio fato fato de de sua s u a independel1cia
independência
t a s vantagens
tas v a n t a g e n s para
as nacoes desenvolvtdas do mundo.
p a r a a s nações desenvolvidas do m u n d o . nominal,
n o m i n a l , uma u m a certa c e r t a areaárea de de manobra.
m a n o b r a . POde Pode nao não ser ser ca·ca-
Todos os lucros do neocolonialismo
Todos os l u c r o s do neocolonialismo podem ser g a r a n t i -
podem ser garantt- paz
paz de de exlstir
e x i s t i r sem
s e m um u m senhors e n h o r colonialista
c o l o n i a l i s t a , mas
m a s pode pode,
dos ee, em qualquer area determinada,
dos se, e m q u a l q u e r área d e t e r m i n a d a , u m a r9:zo�vel
uma razoável mesmo
mesmo assim, a s s i m , tert e r aa capacidade
capacidade de de trocar
t r o c a r d� senhor. '
de senhor.
proporcdo dos Estados tiver um sistema n:_ocolon1al1sta. OO Estado
proporção dos E s t a d o s t i v e r u m s i s t e m a n e o c o l o n i a l i s t a .
Niio e necessarto que todos o t e n h a m . AA �ao ser que os E s t a d o neocolonialista
n e o c o l o n i a l i s t a ideali d e a l seria
s e r i a oo que que fOssefosse in- in-
Não é necessário que iodos o tenh8:Il1· não ser que os teiramente
t e i r a m e n t e subserviente
s u b s e r v i e n t e aos a o s interesses
interesses neocoloniallstas
neocolonialistas,
Estados pequenos possam se combmar, sao necesaarla- mas
E s t a d o s pequenos p o s s a m se c o m b i n a r , são n e c e s s a r i a -
mente a vender suas materias-primas a precos m a s aa _exist�ncia
existência das d a s n�Oes
nações socialistass o c i a l i s t a s torna
t o r n a impossi�
impossí-
m e n t e rorcados
forçados a vender s u a s matérias-primas a preços vel
vel aplicara p l i c a r oo rigor rigor total t o t a l do do sistema
s i s t e m a neocoloniallsta.
n e o c o l o n i a l i s t a . AA
ditados
ditados pelas p e l a s na,;6es
desenvolvidas e a comprar-lhes exlstencia
nações desenvolvidas e a c o m p r a r - l h e s existência de de um u m sistema
s i s t e m a alternativo
a l t e r n a t i v o �.é, em e m si,s i ,um
u m desa-desa-
seus produtos manufaturados
seus produtos m a n u f a t u r a d o s ao preco
ao preço por elas f i x a d o .
por elas fbi:�o. fio
fio ao ao regime
regime neocolonialis�.
neocolonialista. As A s advertencias
advertências aa respet- respei-
Enquanto o neocolonialismo puder
E n q u a n t o o neocolonialismo p u d e r e v i t a r as condições ev1ta� as condtcoes toto dos dos "perigos
"perigos da d a subversio
subversão comunista" c o m u n i s t a " sao são prova.veJ-
provavel-
e econOmicas para
políticas e económicas p a r a o desenvolvimento 6tim_o,
politicas o deaenvolvtmento ótimo, mente
mente uma u m afaca f a c a dede dais dois gumes,gumes, porque porque cbamam c h a m a m aa aten- aten-
as nações em
a s nac6es e m desenvolv�ento,
desenvolvimento, gue_r q u e r estejam
e s t e j a m ou o u �ao
não �ao
ção dos dosque que vivem v i v e m sob sob um u m sistema
s i s t e m a neocolonialista
n e o c o l o n i a l i s t a parapara
sob contrOle neocolonialista, serao rncapazes de crrar
sob Oo controle n e o c o l o n i a l i s t a , serão i n c a p a z e s de c r i a r aa possibilidade
possibilidade de de uma u m a mudanca mudança de regime. De
de regime. D e fato, fato,
h 1�1"· mcnos desenvolvidas os estudantes tern sido a
o neocoloniallsmo e a vitima de suas pr6prias contra- \' 111Kunrdo. da luta contra o neocoloniallsmo
o neocolonialismo é
dic;5es. Para.
dições.
toma-Io a vítima
atraente as devistas
s u a sdaqueles
próprias sObre
contra-
P a r a torná-lo a t r a e n t e às v i s t a s daqueles sobre
No final,
I I . I I IH

v a n g u a r dos
; menos
a d
acaba desenvolvidas
acontecendo
a l u t a c oneocolonialistas
os que e s t uo
n t r a o neocolonialismo.
d aUni�o
n t e s têm ti o sidode a
precisa ser apresentado como ca- 1Jucl1l quo senhores considers! se-
os q u aei s praticado,
os quais é p r a tseus i c a d oniveis
, p r e c i de
s a ser
vid.a,a p rmase s e n t aod oobjetivo
como c a - No f i n a l , a c a b a acontecendo que o único tipo de
de elevar os 1 1110 6 a "ajuda mllitar".
pazp a z de elevar os seus níveis edemanter
do neocolonialismo v i d a , messes a s o niveis objetivo
Quando queum os territorio
senhores neocolonlalista
n e o c o l o n i a l i s t a se cIevado
o n s i d e ar a tal
m se-
econOmico
económico domteresse neocolonialismo gurode6 caos a " a j u d a m i l i t aer " .
no das nac;Oes desenvolvidas. níveis
é m a n t e r esses E t
t1\do Q u a n d o econ011:ico �iseria que a revolta chega
reprimidos,
r e p r i m i d o s , n o essa interesse d a s nações
contradic;3.o e desenvolvidas.
entendida que o É u m território n e o c o l o n i a l i s t a é levado a t a l
I desencadear, .entao, e somente entiio, n§.o hfl. limi-
SOmente quando
somente q u a n d o e s s a contradição
rracesso de tnumeros programas de "ajude", muitos
é e n t e n d i d a q u e o t, i111\ra i l a d oa d e caos económico
generos1dade do domtnador e miséria que a r e v o l t a des-
neocolonlal, chega
f r a c a s s o de inúmeros p r o g r a m a s de " a j u d a " , m u i t o s i MO desencadear, então, e somente
os fundos fornecidos sejam uti- então, não há limi-
deles bem intencionados, pode ser explicado. 111
revideJ:?,temente,
deles b e m i n t e n c i o n a d o s , pode ser explicado.
lugar, ros governantes dos Esta.dos lt n,tec\uc, 08p aexclusivamente
a a generosidade do d o m i n a d o r neocolonial, des-
para fins mill tares.
EmE mprimeiro p r i m erecebem
i r o l u g asua , os g o v e r n a npara
t e s dos Estados deA que, evidentemente,
ajuda milttar na realidade os f u n d omarca
s fornecidos o ultimo s e j aesta-
m uti-
neocolonialistas autoridade governar, ii-lidos e x c l u s i v a m e n t e p a r a f i n s m i l i t a r e s .
n e o c o l o n i a l i s t a sdorecebemmas
niionão da dvontade povo,
s u ado a u ta.polo
o r i d a dque
e p aobtemr a governar,dos "to doA neocolonialismo e seu efeito e autodestruidor
a vontade do povo, m a s Tern,
neocolonialistas. do apoio que obtêm
portanto, poucodos Muls cedoa j uoud amais m i l i ttarde,
a r n a realidade
as armas mfornecidas a r c a o último pass� está-
seus senhores
seus senhores neocolonialistas. • giorniiosdodosneocolonialismooponentes do regimee s e uneocolonialista
efeito é a u t o dee sat rpr6- uidor.
jnteresse em desenvolver a ecucacao,T êaumentar m , p o r t a n too ,poder pouco
M i n s c e d o ou m a i s tarde, as a r m a s fornecidas passam
interesse e mde desenvolver
seus trabalhadores empregados em poder
a educação, a u m e n t a r o fir- p1 la a s guerra
agrava a miseria social que a provocou
de de negoci�8.o
negociação de seus t rverdade,
a b a l h a d o rem
e s empregados em fir- 111 lglnalmente.
m ã o s d o s oponentes do regime n e o c o l o n i a l i s t a e a pró-
mas estrangeiras, au, na tomar qualquer i'i I n g u e r r a a g r a v a a miséria s o c i a l que a provocou
m a s e s t r a n g e i r a scontrariar
, o u , n a verdade,
a trama ecolonial m t o m ade r comer-
qualquer
o, r i0g i nneocol_?nialismo e uma pedra amarrada ao es-
medid.a
m e d i d que
a que possapossa c o n t r a r i a r a et raa m a c o l o n i a l de comér- .I tH;.O almente.
das nac;oes desenvolvidas que o praticam A mfnos
ciocioe indUStria, cuja preservac;ao é objetivo do neccclo- O neocolonialismod@le, é um a p e dafogadas
seriio r a a m a r..r aAnterior-
d a ao pes-
e indústria, c u j a preservação para umo objetivo
Esta.do do neocolo-
neocclo- «1ue possam llvr�r-se
0�e�dl�niJ:f1�
n i a l i s m o ''Ajuda",
portanto,

�� a��forma de lucres
nialismo. l oco das as potenc1as d�senvolvidas podiam fugir . as
nações desenvolvidas que o p r a t i c a m A con-
menos

�!�:�a,n::O���f. :!
. " A j u d a " , p o r t a n t o , p a r a u m E s t a d o neocolo-
0:as�d";�;:i
n i a l i s t a , é m e r a m e n t e u m crédito r o t a t i v o , pago pelo
s e n h o r neocolonial, p a s s a n d o pelo E s t a d o n e o c o l o n i a l e
ao senhor neocolonial sob
111cnte!
que p o sdo
tradl�oes
nlallsmo
s a m l i v r a r - s e dele, substituindo-o
neocolon1a1ts1:1o,
serão afogadas.pelo
m e n t e , a s potências desenvolvidas p o d i a m f u g i r às cOo n -
direto. Tal solu,;ao n§.o e ma.is possivel e
A ncolo-
terior-

retornando
r e t o r n a n d o ao senhor neocolonial sob a f o r m a de l u c r o s ii adições
inotlvos disso do jS. neocolonialismo,
foram bem explicados substituindo-o por Mrpelo Owe� colo-
aumentados.
aumentados. n i a l i s m o direto.
J..at.tlmore, o perit!' T a ldossolução
Esta.dos não Unidosé m a i s no possível
E'xtremo e os
Em lugar, e no cam po da "ajuda" que a
E msegundo
motivose disso
Orlente conselheuo já f o r ade m Chiang
b e m e x pKai-shek
l i c a d o s por no M reriodo
. Owen
segundoasl uEstados g a r , é n odesenvolvidos
campo d a " a individuais j u d a " que a
entre
pos�ri�r a Cguerra.
rivalidade L a t t i m o r e , o p e r i t o dos E s t a d o s U n i d o s n o E x t r e m o
r i v a l i d a d e e n t r e os E sEnquanto t a d o s desenvolvidos
existir o neocolonia· individuais lme�!atamente Lattimore eJ>reveu:
prtmetro se manifesta.
p r i m e i r o se m a nas i f e sesferas
t a . E nde q u ainfluencia
n t o e x i s t ier issoo neocolonia-
O r i eA n t e e conselheiro
Asia, que fo1 taodeta.ell h iea nriipidamente
g K a i - s h e k sub'u n o período ada
llsmo torna a I m e d i a t a m e n t e posterior à g u e r r a . L a t t i m o r e e s c r e v e u :
l i s m o ,persistir8.o
persistirão - a s esferas e naderealidade
influênciaa e(mica isso tformsorna a J>Or conquistadores · nos seculos
· f o i tãocapacidade XVIII e XIX dl g
ajuda multilateral que
a j u d a m u l t i l a t e r a l — que é n a realidade a única f o r m a t.ra um " Aa Ásia, que
unpress1onante fácil e r a p i dpara t e , s uemons-
a m e n resistir b j u aos
gada
eficiente dedeajuda.
eficiente a j u d a- — impossivel.
por conquistadores equipados n o s séculos com X V I I I
aeroplanos, e X I X tanques
, demons-
amode�nos,
impossível. ex1�rc11 tos
Uma vez iniciada a ajuda multilateral, os senhores vct rcu a u m motor12ados
i m p r e s s i o n aen artilharia
t e capacidade m6vel.p a r a r e s i s t i r aos '
U m a vez i n iveem-se c i a d a a aenfrentados
j u d a m u l t i l apela t e r a l , hostllidade
os senhores os.
rcitos modernos, equipados c o m aeroplanos, tanques,
neocolonia.listas
neocolonialista Ant1gamente, grandes territ6rios eram conquista-
investidos, em sua pr6pria terra.hostilidade
s vêem-se e n f r e n t a d o s p e l a Seus in· veículos motorizados e a r t i l h acontingentes.
r i a móvel.
dosdostnteresses
i n t e r e s s e s investidos, razeme m sobjec;ao
u a própria t e r r a . S e uten-
a qualquer s in- d os, na �ndi.a, com pequenos Os rendi-
dustriais natural.mente
d u s t r i a i s n a t u r aol m e n t e das f a z ematertas-primas
m objeção a q u que a l q u eobtem
r ten- mentos, mic1almente pelo saque, depoise r apor
A n t i g a m e n t e , grandes territórios m cimpasto,;
onquista-

t a t i v a de
tativa eleva.r preco
de e l e v a r o preço d a s em matérias-primas queestabe-
obtêm
dos, n ae índia,
dlre. tos ifinalmente
c o m pequenos contingentes.
atraves do comercio, tnvers§.o O s r e nde di-
neocolonialista questac, ou ao mentos, n i c i a l m e n t e pelo saque,
e explorac;ao a longo prazo, cobriam com incri- depois por impostos
dodo territ6rio
território nde e o c o l o n i a l i s t a indU.Strias
e m questão, o u ao estabe-
manufatureiras capital�
diretos e fOS i n a l m e n t e com
l e c i m e n t o , all,
jeclmento, quaisquer
a l i , de q u diretaa i s q u e rouindústrias m a n u com f a t u rsuas
eiras vel rap1dez gastos através operac;Oesdo comércio,
militares.inversão Essa arit- de
possam competir indiretamente c a p i t a i s e exploraçãouma
representava a longo p r a z o , c o
grande tentac;io para: as na-b r i a m c o m incrí-
que
que p o s s a m c o m poe tterrit6rio. i r d i r e t a ou i n d i r e t a m
Mesmo a educacae e vista e n t e c o m suas �etica
v e l rapidez os gastos c o m operações m i l i t a r e s . E s s a a r i t -
exportações para
export�oes p a r a o território.deMproduzir e s m o a educação é v ista c;oes fortes. Agora tern pela. frente uma nova aritmettca
com come passivel um movimento mética r e p r e s e n t a v a u m a g r a n d e tentação p a r a a s n a -
as desencoraja". '
c o m suspeita,
s u s p e i t a , como passível deverdade
natural.mente, p r o d u z i rque u m em m o vmuitas
imento que
ções fortes. A g o r a têm p e l a f r e n t e u m a n o v a aritmética,
estudantil e e,
e s t u d a n t i l e é, n a t u r a l m e n t e , verdade que e m m u i t a s que os d e s e n c o r a j a " .
du' Int-Iul outros paises europeus, tais coma Finlalldia,
EssaE s s amesma
aritmetlca, p r o v a v e l m e n t e , seseaplica
m e s m a aritmética,provave1mente, aplica t)r6'·la
iin.v i t• i i ! o u t r o es amda
n i lrrtanda, países aeuropeus, Australiat a iNova s como zelalldia
Finlândia, e
por o
por todo o m u n d omenos
todo mundo menosdesenvolvido.
desenvolvido. u i
Arr.lei� n do
i.i c Sul.
I r l a n d a , e
A_ c�tegoria a i n d a dos
a "menOs
Austrália, desenvolvidos",
N o v a Zelândia e
E s t elivro
:tste l i v r oe, é,portanto,
uma tentativa de examtnat
p o r t a n t o , u m a t e n t a t i v a de e x a m i n a : 11111A ai noc arMI, d o InclutS u l . A toda c a t eag oAmerica
r i a dos Latina " m e n o s e desenvolvidos",
pr8ticamen-
niio apenas dentro do contexto afri- te p todo
a r a oo K Oriente M J , i n c l uMedia, i toda aAsia nao eomunista e Africa.
-

o oneocolonialtsmo,
neocolonialismo, não a p e n a s d e n t r o do c o n t e x t o a f r i - América L a t i n a e pràticamen-
c a n oe esuas
cano relaçõescom
s u a srelac;6es c o ma auntdadeu n i d a d eafricana,
a f r i c a n amas, m a ems em h Em l o d o outras n t e Médio,asÁsia
o O r i epalavras, na,;Oes não "atrasadas"
c o m u n i s t a esio África.as
p e r s p e c t i v a m u n d i a l . O neocolonialismo não é, demod.a
perspectiva mundial. O neocolonialismo nao e, de modo Nltundas E m nas o u tareas
r a s p aneocoloniais.
l a v r a s , a s nações " a t r a s a d a s " são a s
a l g u m ,uma
algum, u m aquestiio
exclusivamente africana. Muito
questão e x c l u s i v a m e n t e a f r i c a n a . M u i t o u a d a s n de
s i t Depois citar numeros
a s áreas n e o c o l o n i aem i s . apoio aos seus ergu-
a n t e sdedeser
antes serpraticado
em larga escala na Africa, era
p r a t i c a d o e m l a r g a e s c a l a n a África, e r a mentoe, Depoiso Wall de Street Journal comenta
c i t a r números e m apoioa aos situa.c;:iio:
seus a r g u -
um sistema estabelecido em outras partes do mundo.
u m s i s t e m a estabelecido e m o u t r a s p a r t e s do m u n d o . mentos,"As n�6es o Wall industrials Street Journalacrescentaram c o m e n t a a situação:quase dots
Em nenhum lugar obteve exito quer em elevar as niveis
E m n e n h u m l u g a r obteve êxito q u e r e m elevar os níveis llllhOCs" A_as s nações suas reservas, i n d u s t rque a c r e s cse
i a i s agora e n taproxlmam
a r a m quase dos dois
dedevida, v i d a , quer, e m últimaan8.11se,
quer, em Ultima análise,em e mtrazert r a z e rbeneficio
benefício n2Inlliões
bilhoesàs (de s u ad61ares).
s r e s e r v a sAo , que mesmo a g o r atempo,se a p ras o x ireservas
m a m dos
aos
aospaises paísesque quea a@le êleseseentregaram.
entregaram. do!>:>grupobilhões menos desenvolvido
(de dólares). Ao n§.o mesmo s6mentetempo,pararam a s reservas de
Marx
M a r xpredissepredisseque
a crescente distancia entre a
que a crescente distância e n t r e a erescer
do grupo comam edecl�aram n o s desenvolvido em cerca nãodes o200 m e nmilh5es.
t e p a r a r Para a m de
r i q u e z a d a s classes possuidorase eosostrabalhador�s
riqueza das classes possuidoras t r a b a l h a d o r e sque
que anallatas
crescer como coma dMiss e c l i n Ward,
aram em britailica,
c e r c a deo 200 significado
milhões. des- Para
elas e m p r e g a m a c a r r e t a r i a f i n a l m e n t e �m
elasempregam acaTretaria finalmente u mconf�1to
conflito fa- fa- ""'a n aestatisticas
l i s t a s como eMclaro: i s s W a rad ,disparidade
britânica, oeconOmica s i g n i f i c a d oestll des-
tal c a p i t a l i s m o ,em
t a l aoaocapitalismo, e mcada c a d aEstado
E s t a d ocap1tallsta
c a p i t a l i s t aIsolado.
isolado. rl\pldamente
sas estatísticas aumentando,
é c l a r o : a dentre i s p a r i duma elite muito
a d e económica está
E s s e conflito
:tsse entre as ricos e as pobres rot agora
conflito e n t r e os ricos e os pobres f o i a g o r a
r a p i d a mdo
pcquena e n tAtlft.ntico
e a u m e nNorte,t a n d o , branca,e n t r e condescendente
u m a elite m al-
uito
p a r a ocenano
o cenáriointernacional,
i n t e r n a c i o n a l mas
, m a spara p a r apro- tnmente as demais, e isso
transferido pequenaburguesa, do Atlântico N o rrica,
t e , ber atodos
n c a , condescendente, al-
t r a n s f e r i d opara pro- muiU?
var o
v a r oque se reconhece estar acontecendo
que se reconhece e s t a r acontecendo não é m a i s
niio e mais nf(o
tumente e umab uheranca rguesa, m u i t o rconfortAvel
multo i c a , e todos para os d e m deixar
a i s , e aos isso
necessário consultar c o n s u l t a r osos autoresa u t o r e s marxistas.
m a r x i s t a s .AA situacao
necess8.rio não é filhos".
nossos u m a herança m u i t o confortável p a r a d e i x a r aos
situação
e éexposta com a maxima clareza nos
e x p o s t a c o m a máxima c l a r e z a n o s p r i n c i p a i s órgãos
principals 6rgiios nossos 'Todos f i l h oas s " . demais' inclui aproximadamente dois
da opinião capitalista.
d a opintiio
Tomemos, por exemplo, os se-
c a p i t a l i s t a . T o m e m o s , por exemplo, os se- tereos da:
'Todos os d e m da
papulac;8.o a i s ' terra,
i n c l u iespalhados
a p r o x i m a dpar a m ecerca
n t e dois de
guintes trechos do
g u i n t e s t r e c h o s do The Wall The Wall Street Journal, o o jornal
Street Jc:,urnal, jornal ccm
terços paises".d a população d a t e r r a , espalhados por c e r c a de
que talvez t a l v e z refllta
melhor a pensamento capitalista c e m países".
que reflita melhor o pensamento capitalista �sse problema nlio e nOvo. No paragrafo inicial do
norte-americano.
norte-americano. seu l1vro E s s e Ap r Guerrao b l e m a não Contra é novo. a Pobreza N o parágrafoMundi.ali n i csc i a l ·todo
NoNo nfunero
de 12 de mato de 1965, sob o cabecalho
número de 12 de m a i o de 1965, sob o cabeçalho cmseu 1953, l i v r o � Aa�ual Guerra IiderContra trabalhista, a Pobreza Harold Wils�n� escrito
Mundial, r!;u-
"A" A Situac;iio
das
Situação d a s Nac_;fies
Pobres", o jornal analisa, em
Nações P o b r e s " , o j o r n a l a n a l i s a , e m c m 1953,
11;tu o ma1s o armportante
t u a l líder t rproblema: a b a l h i s t a ,do H amundo
r o l d W i lcoma s o n , ren- esu-
primeiro lugar, "que nac;Oes siio consideradas industriais
p r i m e i r o l u g a r , " q u e nações são c o n s i d e r a d a s i n d u s t r i a i s tao
m i u o ovia: m a i s i m p o r t a n t e p r o b l e m a do m u n d o c o m o e n -
q u a i s as a s atrasadas".
a t r a s a d a s " .NS.a Não hB., há, expltca,
e x p l i c a , "um
" u m metoco
ee quafs tão o v i a : a
método "Para. grai;de ma�oria da humanidade a proble-
rigtdo de classificac;Ro". Apesar
rígido de classificação". A p e s a r disso, a f i r m a : disso, afirma: ma de" Pma.ior a r a a ur�encia g r a n d e mnao a i o rei aa dguerra,
a h u m aau n i doa dcomunismo,
e o proble-
" U m criteria
"Um de separação geralmente
critério de separa,;8.o geralmente usado, no
usado, no oum a o de ��to m a i ode v�da, ou não
r urgência é a g u e r rt:
os impastos. a , a:o ufame.
o com Mais
unism deo ,
entanto foi recentemente mantido
e n t a n t o , foi r e c e n t e m e n t e m a n t i d o pelo F u n d o Mone-
pelo Fundo Mone- umou o bilh�o me�o de.
c u s t o e de v i d a , opessoas,
u os alga
impostos. como É a dais
fome. terc;os
M a i s dade
tário 1n'ternacional
tarlo porque, nas
I n t e r n a c i o n a l porque, n a spalavras
p a l a v r a s de de um u m funcio-
funcio- u m bilhãomu:1d1al,
popu�ac;ao e meio de v1vempessoas, em condic;Oes
algo c o m o dedois fameterços aguda, da
nário do
n8.rio F M I , "a
do FMI, " a demarc�io
demarcação econOmica. económica no n o mundo
m u n d o esta
está de!in1da
população emm termos u n d i a l , de v i v edoen�a
m e m condiçõesnutricional de identificada
fome aguda,
se t o r n a n d o cada.
se tomando
vez mats evidente". A separac;Ro, diz
c a d a vez m a i s evidente". A separação, diz Essa
d e f i nfame
ida e m � aot e rmesmo
m o s de tempo
doença o nefelto
u t r i c ieo a
n a causa
l i d e n t idaf i c ap� da.
funcionário, "esta
oo funcion8.rio, "está baseadabaseada no n o simples
s i m p l e s bornb o m senso".
senso". breza,
E s s a fome sord1dez é ao emmiseria esmo tem emp oque vtvem".
o efeito e a c a u s a d a po-
"Do
" D o ponto
de vista do FMI, as nac;Oes industriais
p o n t o de v i s t a do F M I , a s nações i n d u s t r i a i s
breza, Su� conseqilencias
sordidez e misériaslio e mdaque mesma v i v e m maneira
". com-
são os
sio E s t a d o s Unidos,
os Estados
o Reino Unido, a maioria daa
Unidos, o R e i n o Unido, a m a i o r i a das preendtdas_ 0 correspondente
S u a s .consequências são d a m e s m a m aStreet do The Wall n e i r a Jaur- com-
nações d a E u r o p a O c i d e n t a l , Canada
necoes da Europa Ocidental, Canadá ee Japiio. Japão. Uma U m a ca-
ca- nal, anter1ormente
preendidas. O correspondente citado, ressalta-as: do The Wall Street Jour-
tegoria
t e g o r i a especial
especial denominada
d e n o m i n a d a 'outras
' o u t r a s areas
áreas desenvolvi-
desenvolvi- nal, a n t e r i o r m e n t e citado, r e s s a l t a - a s :
"...
. . . rnuitos d i p l o m a t a s ee economistas
m u i t o s diplornatas economistas encararn e n c a r a m as
podem ser serdesenvolvidas, a p l i c a v a - s e com
c o m aa mesma
implicações come
irnplica-;;fies preponderantemente -
como preponderantemente — ee perigosa-perigosa-
as
l,odt'm
lchlo 8.s
desenvolvidas, aplicava-se
atuais nacdea desenvolvidas, no
lldão às a t u a i s nações desenvolvidas, n o período ante-
m e s m a exa-
periodo
exa-
ante-
só eé vfllido
mente
mente - políticas. AA menos
— politicas. m e n o s que que oo atual a t u a l declinio
declínio possa possa ' rlor
lnr no ao seu s e u desenvolvimento.
desenvolvimento. OO argumento a r g u m e n t o s6 válido
ser i n v e r t i d o , temem
ser invertido, t e m e m esses esses analistas,
a n a l i s t a s , os
os Estados
E s t a d o s Unidos
Unidos nesse sentido:
111•ssc s e n t i d o : oo mundo
m u n d o menosm e n o s desenvolvido
desenvolvido nio não se se tor·
tor-
ee outras potências rlcas
o u t r a s potencies r i c a s industrials
i n d u s t r i a i s do do Ocidente
O c i d e n t e tern têm nará desenvolvid.
llftl'l\. desenvolvido através da
o atraves b o a vontade
d a boa v o n t a d e ou o u generost-
generosi-
p e l a f r e n t e a possibilidade óbvia, n a s p a l a v r a s da
pela frente a possibllidade 6bvia, nas palavras d a eco-
eco- dadc
dade das d a s potencias
potências desenvolvidas.
desenvolvidas. 86 pode se
Só pode se desenvol-
desenvol-
nomista
n o m i s t a britA.nica
britânica Barbara Bárbara Ward, W a r d , de de uma u m a eepecteespécie de de ver através de
ver at7aves� u m a Iuta
de u�a l u t a contra
c o n t r a as forças externas
a s f6ri;as e x t e r n a s que
que
g u e r r a internacional
guerra i n t e r n a c i o n a l de de classes".
classes". l�m
tfim mteresse interesse mvesttdo i n v e s t i d o em e m conservA·Io
conservá-lo subdesen- subdesen-
OO que que este está faltando
f a l t a n d o sao propostas posittvas
são propostas p o s i t i v a s para para volvido.
volvido.
e n f r e n t a r aa situaedc.
enfrentar situação. Tudo T u d o oo que que oo correspondente
correspondente do do Dessas
D e s s a s !Or-;;as, n e o c o l o n i a l i s m o eé, neste
forças, oo neocolonialismo estllgio da
The
The Wall Wall StreetStreet Journal Journal pode pode fazer fazer eé frisar f r i s a r queque os os me-mé- hlst6ria,
história, oo principal. principal. ' neste estágio d a
todos
todos tradicionais recomendados para
t r a d i c i o n a i s recomendadoa p a r a curarc u r a r os os malesmales Pretendo
P r e t e n d o analisar
a n a l i s a r oo neocolonialismo
neocolonialismo, primeiro p r i m e i r o , exa
exa-
p r o v a v e l m e n t e s6
provavelmente só serviriam
s e r v i r i a m parap a r a agravar
a g r a v a r aa situai;8.o.
situação. mlnando o estado do continente africano'
m i n a n d o o estado do c o n t i n e n t e a f r i c a n o e d e m o n s t r a n -e demo�tran:
Já foi
JI). f o i dito
dito que que as nações desenvolvidas
a s nru;oes desenvolvidas deveriam deveriam do
do coi:_no
como oo neocolonialismo,
neocolonialismo, no n o momenta,
m o m e n t o , 0o mantem mantém
assistir
a s s i s t i r efetivamente
e f e t i v a m e n t e as p a r t e s mats
a s partes m a i s pobres
pobres do do mundo mundo srttncretmente pobre, Em seguida,
a r t i f i c i a l m e n t e pobre. E m s e g u i d a , pretendo pretendo demonstraT demonstrar
ee que que oo mundo m u n d o inteiroi n t e i r o devia
d e v i a ser
ser transformado
t r a n s f o r m a d o em e m um um coma
como na prática aa Unidade
n a _pr8.tica U n i d a d e Africana, que so
A f r i c a n a , que pode, em
só pode, em
Welfare state.
Welfare State. Parece P a r e c e haver m u i t o poucas
h a v e r muito p o u c a s perspecttvas,
perspectivas, al,
s i , ser
ser crladac r i a d a pela
p e l a derrota
d e r r o t a dodo neocolonialismo
neocolonialismo, poderia poderia
no
no entanto,
e n t a n t o , de de que q u a l q u e r coisa
que qualquer c o i s a dessa: espécie possa
d e s s a especle possa clevar i m e n s a m e n t e os
elevar fmenaamente os niveis
níveis de de vidav i d a africano;.
a f r i c a n o s . Partin-
Partin-
ser alcançada. Os
ser alcaneada. Os chamados
c h a m a d o s programas
p r o g r a m a s de de "ajuda""ajuda" do desse
do desse m1�10, pretendo examlnar
início, _prete?do e x a m i n a r oo neocolonialismo
neocolonialismo
p a r a auxiliar
para a u x i l i a r as a s economias
economias atrasadas a t r a s a d a s representam,
r e p r e s e n t a m , se- se- em geral,
cm g e r a l , prune_rro h i s t o r i c a m e n t e ee depots
p r i m e i r o btstoncemente depois atravea através de de
g u n d o uma
gundo u m a estimativa
e s t i m a t i v a aproximada
a p r o x i m a d a das d a s Na-;;Oes
Nações Unidas, Unidas, uma considera-;;ao dos grandes
u m a consideração dos g r a n d e s monopólios internacio- monop6Iias internacio-
a p e n a s meio
apenas meio por por cento
cento da d a renda
r e n d a total
t o t a l das
d a s na-;;oes
nações Indus- indus- nais,
n a i s , cujo
c u j o continua
contínuo estrangulamento
e s t r a n g u l a m e n t o dos dos setores
setores necco- neoco-
trials.
t r i a i s . Mas, q u a n t o aà perspectiva
M a s , quanto p e r s p e c t i v a de de Incrementar
i n c r e m e n t a r essa essa loniais
loniais do do mundo
m u n d o asseguram
a s s e g u r a m aa continua-;;iio
continuação do do sistema.
sistema.
ajuda, disposição eé pessimista:
a j u d a , aa disposi-;;iio pessimista:
"Uma
" U m a ampla a m p l a corrente
c o r r e n t e de de pensamento
p e n s a m e n t o afirma a f i r m a que que
os esquemas de
os esquemas de repartir r i q u e z a siio
r e p a r t i r aa riqueza são idealistas
i d e a l i s t a s ee pou- pou-
co práticos. Essa
co pr8.ticos. E s s a corrente
c o r r e n t e argumenta
a r g u m e n t a que que oo clima, c l i m a , a:a
habilidade
h a b i l i d a d e humanah u m a n a n8.o não desenvolvida,
desenvolvida, aa falta f a l t a de de recur-
recur-
sos
sos naturais
n a t u r a i s ee outros
outros fatOres fatôres - — niio não epenasa p e n a s aa falta f a l t a de
de
dinhelro
dinheiro - — retardam
r e t a r d a m oo progresso
progresso econ6mico económico em e m muitosmuitos
cesses
desses paises, países, ee que que as a s nacoes
nações niio não tern têm pessoalpessoal com c o m oo
treinamento
t r e i n a m e n t o au o u determinru;iio
determinação para p a r a usaru s a r efetivamente
efetivamente
uma
u m a ajuda g r a n d e m e n t e expandida.
a j u d a grandemente e x p a n d i d a . Os O s esquemas
e s q u e m a s de de
r e p a r t i r aa riqueza,
repartir segundo eese
r i q u e z a , segundo esse pontoponto de de vista,
v i s t a , equi-
equi-
valeriam a
valerfam a verter
v e r t e r dinheiro
d i n h e i r o num n u m poco poço sem s e m fundo,
fundo, en- en-
fraquecendo as
Iraquecendo nações doadoras
a s na-;;Oes doadoras sem s e m curar
c u r a r efetivamen-
efetivamen-
te
te os os males
m a l e s das d a s recebedoras".
recebedoras".
oO absurdo
a b s u r d o cessedesse argumentoa r g u m e n t o eé demonstrado
d e m o n s t r a d o pelo pelo
fato
fato de de que que cada c a d a uma u m a das d a s razfies
razões citadas c i t a d a s parap a r a provarprovar
por
por que que as p a r t e s menos
a s partes m e n o s desenvolvidas
desenvolvidas do do mundo
m u n d o niio não
1.1. Recursos
Recursos da
d a Africa
África

A A AF111cA E um paradoxo que ilustra e coloca em


t e r r a eé rica
Á F R I C A É u m p a r a d o x o que i l u s t r a e coloca e m
evidfulcia
evidência o colonialismo. Sua
o colonialismo. S u aterra r i c a ee non o entanto
entanto
asos produtos que vem
produtos que vêm do s e u solo e do s e u subsolo con-
do seu solo e do seu subsolo con-
tinuam
t i n u a m aa enriquecer,
e n r i q u e c e r , niio
não predominanternente
p r e d o m i n a n t e m e n t e as os afri-
afri-
canes,
canos, mas m a sgrupos
grupos e e individuos
indivíduos que que trabalham p a r a oo
t r a b a l h a m para
empobrectmento
empobrecimento da d a Africa.
África. Com C o m uma população estl-
u m apopula�a.o esti-
mada
m a d a em e mcercec e r c a dede 280280milhOes,
milhões,perto p e r t o dedeoitooitopar por cento
cento
da população mundial,
d a populacao m u n d i a l ,aa Africa África responderesponde por por dais
dois por por
cento,
cento, apenas,
a p e n a s ,da d aprcduego
produção total t o t a l dodomundo.
m u n d o . No No entan-
entan-
to,
to, mesmo
m e s m o osos atuais l e v a n t a m e n t o s , muito
a t u a i s levantamentos, m u i t o inadequa-
inadequa-
dos,
dos, dos dos recursos
r e c u r s o snaturais
n a t u r a i sda África, mostram
d aAfrica, m o s t r a m que queo o
continente
c o n t i n e n t e tern
t e muma u m ariqueza i m e n s ae enio
r i q u e z aimensa não explorade.
explorada.
Sabemos
Sabemosque q u easa sreservas
r e s e r v a sde deferro
f e r r osiosãoconsideradas
consideradascoma como
o oduploduplodas d a sda América,e edais
d aAmerica, dois tereos
terços das d a s da d a Uniiio
União
Soviftica,
Soviética,na n abasebasededeuma u m aestimativa
e s t i m a t i v adededois doisbilhi5es
bilhõesdede
toneladas
toneladas metrtcas. métricas.As A sreservas
r e s e r v a s calculadaa
c a l c u l a d a s dede carv8.o
carvão
88.o
sãoconsideradas
c o n s i d e r a d a ssuficientes
s u f i c i e n t e spara
p a r adurar
d u r a r300 300anos.
a n o s .Novas
Novos
campos
campospetroliferos
petrolíferosest8.o estãosendo sendodescobertos
descobertose epostos postosem em
produc,;8.o
produçãopor portodo todoo ocontlnente.
c o n t i n e n t e .E Enon oentanto e n t a n t oa aprodu-
produ-
�8.o
çãodedemlnerios
minériose eminerals m i n e r a i sprimarios,
primários,embora e m b o r a aparen-
aparen-
temente
tementeconsider8.vel,
considerável,apenaa a p e n a stocoutocoudedeleve levenon oexistente.
existente.
AAAfricaÁfricapossui p o s s u mais
i m a i sdede4040por porcento centododopotencialpotencial
dedeenergia etetrica mundial, Uma
e n e r g i a elétrica m u n d i a l , h m a porçãomajor porc;iio m a i o rdodoque que
a adedequalquer
q u a l q u e routro
outrocontinente.
c o n t i n e n t e .No e n t a n t o ,menos
N oenta.nto, m e n o sdede

,1 1
No entanto, em nenhuma d
cinco por cento eesse volume foram utilizados. Mesmo ,111.1ht'i uma s6 indU.stria base d as novas n�Oes africa-
c i n cemo pcontao r cento as vastas
desse vareas o l u m edesertas f o r a m udo t i l isaara,
z a d o s . hA. Mes I recurses. a a em qualquer um ctes-
)evando
atnda l e mats
v a n d o terreno
e m c o n aravel
t a a s v ea sdet a spastagens
áreas desertas do que do existc
S a a ra, h No e n t a n t o , e m n e n h u m a d a s n o v a s nações a f r i c a -
m a i s t e Unidos
i n d aEstados aeja na e deUniiio p a s t a ggostetlca. Hlle x i s Embora
is há upossuindo
m a só indústria 53 d b a s e.a d a. e m q u a l q u e r u m dês-
anos
seja s e j a n o sdo r r e n o arável e n s do que
'nla •ese metals
r e c u r s o sindustriai
. os . mais tmportantes mine-
mesmo mais E s tque a d o snaU nAsia. i d o s Nossas seja n a areasUnião de Soviética.
florestas H muttc basicos do mundo, o conti-
m e s m vezes
o m a i maiores
s do q u edo n aque Ásia. as dos
Nossas Estadosáreas tjmdos.
de florest nentc africano fica .�tras
siio duas volvimento E mindustrial
b o r a possuindo Ai 53 dos dosm aoutros
i s i m p oem
r t a ndesen-
tes mine-
Se os multiplos
são d u a s vezes m recurses
a i o r e s do da que Africa
a s dos fOssem E s t a dusados
os Unido rais e m e t a i s r�as i n d u sen t r i aos pe13
i s básicos volume
d o m ude n d oprodu-
, o conti-
S e os desenvolvimento,
múltiplos r e c u r s o s d poderiam
a África colocR-la
fossem usad de materfas-
�·1Lo nente a f r i c a n�ompa
em seu pr6prio nOmtca total em o f i c a me1:1 u i t orelacao
atrás dos 8. atividade
outros e m eco-
desen-
entre e m os sconttnentes
e u próprio modernizados
desenvolvimento, do mundo.
p o d e r i Mas
a m seus
colocá- volvimento i n d uEsta�acao
s t r i a l . A f e com
r i d o s a nacao
pelo v ode
l u mprodu,;iio
e de p rodu-
e n t r e tem os c osidon t i n een talnda
e s modernizados estiio sendodousados m u n d opara . M a so se 111nls avan!;a.da os
recursos ção de matérias-primas
de �m relanc: Unidos,
e m relação os fatosà podem
a t i v i d a dser
e eco-
maier desenvolvimento
r e c u r s o s t ê m sido e de
a i n mteresses
d a estão do
sendo ultramar.
usados p aAr a npreciados
m
Africa: a iromeceu
o r a
desenvolvimento Grii-Bretanha de em
interesses 1957 as
d o seguintes
u l t r a m ar.
nómica t o t a l , e m comparação c o m a nação de produção
mais avançada, os E s t a d o s U n i d o s , o s fatos p o d e m ser
n e c ematerias-primas utilizadas
e m 1957em suas

.�-� �-•
África f o rde u à Grã-Bretanha a s seguint apreciados de u m r e l a n c e .
propor�oes
proporções de matérias-primas u t i l i z a d a s e m s u
ind\lstrias:

�-] a • .••. E �"'!J


indústrias:
mtnerto de estanho e concentrados 1970 •e ,g::
e .g
minerio
minério de de
.
ferro
. . .
estanho
. . .
.....e
. . . . .
. . c. o. n. .c e. n. .t r. a. d o s 29o/o
. . . . . . . . . . . 80
19
o/o9 .:ii. .g•�• '2� • t� � o•

manganes :;•
minério de ferro 2
••• • �
';;
Na9ii.o �CO
O
Ano (U

........................... 46% •
-� (U

. ...
cobre manganês 80 ·�sl ·� ;s O c
.E
llr\ .§� 0
cobre . . . . . . . . . . . . . . . . . . . • . . . . .
bauxita 4770
46 :;r"- � �:.. s0 Ii•o
ç •

b a u x i tde
mtnerio
minério. . de
amianto
a cromo . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . cromo
. . . . . . ... . . . . . . . . . . .
50
66
4% 7
5 o/o
0
| Nação Anc

e
52
t.
cu " "'" "
5
B
+-»
3
£
S
*-
c 2
5 ,°
*-

a m i a n. t .o . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
cobalto 82to
66 §
B o S
Ara�ua s o6
s

1958 21 3 11 19 22 12
cobalto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
antim6nio 9170
82 3 s o

antimônio 9 1 Congo (L.) 1958 26 16


_J o,
121 6 9 J7
-1 14 16
A importai;iio !rancesa de produtos africanos
Argélia | 1958
21 3
Qu!nla. 1958 42 1 10
11
4
í 6 g 6
13 19 10 22 11 12
tnclut: A importação f r a n c e s a d e produtos a f r32%
icanos Congo ( L . ) 1958 26 16 12 6
inclui: ·. Marrocos 1958 34 6 18 4 + 9
15 7 10 14 13 16
algodiio 36% Quénia
algodãode ferro . 1958 42
mtnerto 32%
51% Nlg�rla 1956 63 1
1
2
10
11
4
1 9 4 13
6 10 3 11
zinco
minériodede ferro...........•....
1

|
1
minerio 85%6 %
3 Marrocos 1958 34 6 1 18
1 1

chumbo
minério d e z i n c o . lOOo/o
51% Rodesla e 4 15 10 13
fosfatos
chumbo . 85% e Nigéria
NlasaHlndla 1956 20 63 14 1 11
1958 +
2 8 11 9 1 10 4 4 24
6
fosfatos 100% Rodésia e
Tanganlca 1958 59 4 7 6 7 5 7 5
A Alemanha, a Africa forneceu: o N i a s a l â n d i a | 1958 20 | 14 11 8
À A l e m a n h a , a África f o r n e c e u : 8% Arr tea do Sul 1958 12 113
| 2 5 8
9
12 10
10 4 2024
artigos de cobre importados 10% Tanganica J 1958
] 59 | 4
artigos de deferro . 7

I
6
minerio
I
cobre i m p o r t a d o s 8% E.U.A. 7 1 13
12?'o At . 11959 4 l 1 30 5 8 17 5 7 22 t;

minerto
minério de
de chumbo
ferro . 12070
0%
Afnca do S u l ] 958
12 | 13 2I 5 I
8
minério de demanganes . 12 1 10
minerto chumbo 122%
2% E.U.A. 2 959 |
1 20
minério de
minerio decromo
manganês . 271
0')',
% Do Untted Nations StaJtiStJcal
4 ! 1
Yearbook, 51960 8(percentagens),
n\ 13 2!2 30
fosforitos ................•......
minério de cromo 22%
1
L I
L L
fosforitos 7 1 % 3

3
Note-se que q u e nos n o s Estados
Estados U Unidos
nidos a a agricultura,
agricultura, a a O (l excesso
- . c e s s o de
de gganhos
a n h o s sObre
sobre a d
despesa, e m m u i t o s
111111, 1,rova
prova conclusivamente a sespesa, em
e , muitos
ilvicultura e a
ssilvicultura a ppesca r e p r e s e n t a m meramente
e s c a representam m e r a m e n t e quatro quatro I'HNO c o n c l u s i v a m emaO:ct1:��
n t e , pelo eu volum q u e os
•lllrlcm recebJdos
r e c e b i d o s pela
seu não volume, c o n sque
t i t u eos
por cento
por cento da d a atividade
a t i v i d a d e total
t o t a l nacional
nacional e e a a mineraeao
mineração a a i i 1 1 1 • >. p e l a mão-de-obra
- _ra nao consutuem, m,
1 11111do
modo algum um
insignificância
inslgnUicft.ncia de
de
m a n u f a t u r a e ccmercto
r i a , manufatura
ttrte,
um
u m por cento.
comércio representam
Por
P o r outro
outro
r e p r e s e n t a m 47
lado,
lado,
47 por
indUS-
indús-
p o r cento.
cento.
ili algum,
por cento
10 pnr
l>U cento aO
do
'¥ < ih1 J>aga.,,
u m
val�r p;�E���fgo
a proporção tão
t�
v a l o r produzido. A s exagerada
e x a g e r a d
somas considerá-
. s somas considera-
a q u
quanta
a n t o

Nas nacoes aafricanas f r i c a n a s Incluidas noo quadro, que sao, são, a pngiis, em c m altosaltos salArios
salários, ao pessoal europeu n a s
N a s nações incluídas n q u a d r o , que à
I• alr6(0rlas especializada e �d!'tifs���l europeu nas
excecao da
exceção Nigéria, as
d a Nigfria, a s de de m maiores
a i o r e s comunidades
c o m u n i d a d e s de de colo-
colo- il,r|'(irias e s p e c i a l i z a d a e a d m i n i s t r a t i v a , p a r t e d a s
nos
n os e e portanto
portanto a ass m mats exploradas, a
a i s exploradas, a agricultura
a g r i c u l t u r a eé pre- pre- • i' i o . 6('• devolvida
1111•1• devolvida aos aos seus seus próprios
totilr���l�idpaises,
ra rva,
países, partedeve das em
A indUstria,
indústria, a a manufatura
manufatura e e o o comercio
ioulto, casos
Itos casos equivalere q u i v a l e r ao ao t o t a l recebido p e l a mão-de- de!e em
dominante.
dominante. A comércio
n hr1t
nrrlcana p a r a niio
l i i n a f r i c a n a , para não !al a r d a s ger a n doe spela s o mmao-de-
11
i c a m muito
fficam m u i t o para p a r a trás.tras. Mesmo M e s m o no n o cesocaso da Africa do
d a África do
II vulumnm as' rendimentos
f a l a:n�:�
grand�s somas . que
a s que
ul, o m
SSul, maisa i s altamente i n d u s t r i a l i z a d o setor
a l t a m e n t e industrializado setor do do conti-
conti- n v o l t u n a m os r e n d i m e n t o s a n u a i s dos diretores ricos,
metropolit���odiroetores
africano, a
n e n t e africano,
nente contribuição da
a contrlbutedo d a agricultura
a g r i c u l t u r a (12 (12 por por
t1 •ltlrntes nnas
niidentes cidades m e t r o p o l i t a n a s do Oeste. nccs,
a s cidades
Essa . - este.
i:ix.:e
c e n t o ) ee da
cento} d a mmeraeao
mineração (13 (13 por por cento)
c e n t o ) sio são iguaisi g u a i s asàs d daa suposição ignora
E, s s a suposicao também outro
i g n o r a tambem o u t r o importante
importante
indU.stria,
indústria, manufatura
m a n u f a t u r a e construcao
construção somadas. 111t11 ual
q u aem��ao
l s e j a o de que os salários dos t r a b a l h a d o r e s
lua,:'u�,
iil»),
�lo salaries dos trabalhadores
No n t a n t o , de
N o eentanto, de um u m mode modo ggeral, eral, a mlneraeac de-
a mineração de- luiçals, e m b o r a b a i x o s , são e�::�a1rr.1ente p a r c i a l m e n t e gastos e m
monstrou
monstrou s ser
e r um u m rrisco i s c o muito
m u i t o lucrativo
lucrativo p para:
ara o o iinvesti-
nvesti- produtos manufaturad�s
nrodutos manufaturados n noo e s t r a n g e i r o e lm gastos o s ,
i m p o r t a dem
1,•tll ando
rH, Irando d a s naçõesdas na Oes p rrod o d g��r::ab�� geiro e
u t o r a s de matérias-primas portados,
m e n t o de capital
mento e s t r a n g e i r o na
c a p i t a l estrangeiro n a Africa.
África. seus S e u s beneficios
benefícios dJ salS.�os i::atfrias-prim9:s
111111t boa
boa parte
p
paraa r a os africanos
a f r i c a n o s de de modomodo algum a l g u m fforam o r a m na na m mesma
e s m a es-es- t,l,i w nC'OSOS p a r t e dos salários dos t r a b a l h a d o r e s . E m m u i -
- p r o d ua t oores. Emc o mur-
cala.
cala. A A produção
producac das
d a s mmas,
m i n a s , em
e m diversas
d i v e r s a s nacoes
nações africa-
africa- casos, os os bens
bens im p o rrta
i m po t a ddos
o s sa�são produtos s dasd a s compa- mpa-
11l1lna a�iadas
n a s tern
nas t e m um u m valor v a l o r de menos m e n o s de dois d6lares dólares por p o r cabeca
cabeça • 111111; associadas
vendicto! aos grupos m i n e r a d o r e s . Freqúente-
0�J;�ri:1n::!do�es. dFreqtiente-
m, n i c s§.o
r1111nte são vendidos n o s próprios armazéns d a s c o m p a -
da populaceo. Como
d a população. C o m o diz EurO'f)e Europe (France) (France) Outremer, Gutremer, "f "é
11hltl8, nos centros mlnerado
n l i l n s , nos c e n t r o s m i n e r a d o r e s , o u pelos seus az ns as agentes,
compa-
b e m certo que
bem que a producac produção mineira m i n e i r a de um u m ou o u doisdais d6la-
dóla- res, ouo pelos seus agentes,
res par p o r habitante
h a b i t a n t e niio não pode a afetar
f e t a r apreci8.velmente
apreciavelmente o
Ii n1 o s trabalhadores
Trabalhadores t@m têm que que pagar pagar a preço f i x
preco fixado pelas a d o pelas
,i nrnpanhias.
onípanhias.
nível de vida
nivel v i d a de u umam a nacao".
nação". Afirmando A f i r m a n d o corretamente
corretamente
que "nas
que " n a s zzonas
o n a s de exploração a indU.stria
de exploraeao indústria de de mlneracao
mineração A pobreza
A pobreza do povo da
do povo d a Afr·África eé d d e m o n s t r a d a pelo
introduziu
i n t r o d u z i u um u m nivel nível de vida v i d a mais
m a i s alto",
a l t o " , o jjornal ornal e é for-
for- �huples
niiples fato fnto de de que
que suas u a rend
r e n d0•
ica capita
a per
�monstrada pelo
está e n t r e a s
111nls balxas do mundo pde r C8 pita esta entre as
çado A
à conclus§.o
conclusão de
de que as
a s exploracoes
explorações mineiras
m i n e i r a s sio,
são, I H o s b a i x a s do m u n d o·. (V ( V. . Qua u a dro
r o à pag. pág. S.)6.)

a
cado
e n t a n t o , Uhas
noo entanto,
n i l h a s relativamente
relativamente p privilegiadas
r i v i l e g i a d a s em e m uuma ma E
economia total muito pobre.
e c o n o m i a t o t a l m u i t o pobre. •16 aE '::iefa�'!11�opa���:adbiio
m a l g u n s países, Gabão ee ZAmbia,
ité a m e t a d e do firmas produto doméstico
Zâmbia, par
é p a g
p o r exemplo,
a a e
exemplo,
xpatria-
11111 residentes ee f i r m a s do 0�:stico e paga a expatria-
O motivo
m o t i v o disso se se ve vê na n a aussncte
ausência de indU.Stria: indústria ee dos residentes do0�. além-mar que p o s s u e m a s
�-:in� o , A npossuem
m a n u f a t u r a , devido
manufatura, devido ao fato de
a o fato de que que a a producfio
produção m minelra
ineira plnntac6es ee as
plantações a s minas N a Guiné de S aque
m i n a s . Na g o l a , Líbia, as
eé destinad.a Su1-0cid:tal :�· �gala,
fundamentalmente a
d e s t i n a d a fundamentalmente à exportaeao,
exportação, pprincipal- rincipal- HuazllAndia, Africa e
Suazilândia, África S u l - O c i d e n t a l e Z i m b a b w e (Rodé- Libi.a:,
l a ) , os
l"ltL)' os lucros
l u c r o s das
d a s ffirmas
i r m a s estran
e�
e s t r a n g e i r a s im abwe r e n d{Rodf-
m e n t e em
rnente e m forma primllria. Vai
f o r m a primária. V a i altmentar
a l i m e n t a r as a s mdustrtas
indústrias e os imen-
1111 de colonos ou
tos de colonos o u expatriados g d1ras de e os u mrendimen-
fábricas da
ee fS.bricas E u r o p a ee da
d a Europa d a America,
América, empobrecendo empobrecendo as as e x p a t r i a d o s excedem terço do
nações de ortgem.
nacoes produto domestico
produto doméstico. A A Ar fli exce
Argélia, Congoem de um ter!;o
e Quénia e s t a v ado
m
Hesse grupo antes. da in�ep:i-icii:!i�. e Qu@nia estavam
origem.
nota, nesse g r u p o a n t e s d a independência.
Europe
Europe (France) Outremer
(France) Outremer n o t a , tambem,
também, que que
c e r c a de 50
cerca 50 por p o r ccentoe n t o da produção das
d a producgo das m minas
i n a s da d a Africa
África n��nsal�:&:
A o alcançar a independência, prAticamente
a! i_ndependencia, p r a t i c a m e n t e tooas
todas
p e r m a n e c e m no
permanecem n o paíspais de origem, origem, sob sob a fforma o r m a de sala- salá- a.H n o v a s nações- a
a f r1can�
r i c a n a s desenvolveram
d e s e n v o l v e r a m planos
p l a n o s para
para
•a Industrialização
lndustrializa
rios. MesmoMesmo o o relance
relance m maisa i s superficial
s u p e r f i c i a l aos aos balances
balanços
au
e c r e
men a r aa c�;.c�d���sc:enp�ood
s c i m e n t o económico,
ec�nOmico, a f
a f� dei m de
anuais
anuais d das c o m p a n h i a s mineradoras
a s companhias m i n e r a d o r a s refuta r e f u t a essaessa a afirma-
firma- a u m e n ttar capacidade de produção ucao e consequente-
conseqúente-

4 5
. 1 de vida dos seus povos. Mas en- este vasto e compacto continente trouxe lucros fabulo-
mente elevar o. mve ti ar dividida, o progresso ter�a este vasto e c o m p a c t o c o n t i n e n t e t r o u x e l u c r o s fabulo-
m e n t e elevar o nívelcfn de v i d a dos s e u s povos. M econo- as en- sos ao capitalismo ocidental, primeiro atraves do co-
sos ao c a p i t a l i s m o o c i d e n t a l , p r i m e i r o através do
quanta a Africa l in;to O desenvolvimento mercro do seu povo e depois atraves da exploração cca-
co-
que ser penos8.1:1en e �s ct8. exisU:ncla de recursos terá
q u a n t o a África c o n t n u a r d i v i d i d a , o progresso na- mércio do s e u povo e depois através d a explcraeao
mico
que sdependee r p e n o snao
a m e napen
t e l e n t o . O B.o de um pais, mas do pltalista. aste enriquecimento de um lado do m u n ad o-
p i t a l i s t a . E s t e e n r i q u e c i m e n t o de u m l a d o do mundo
ula desenvolvimento econó-
pela exploraeao do outro deixou a economta a f r i c a n a
turais e do ta:11a?h0
m i c o depende não a p een a r1�va �m conta de
s d a existência tanto
r e c uar s opopu-
s na- pela exploração do outro d e i x o u a e c o n o m i a africana
tamanhc
t u r a i s e deeonomico,
o t a m a n h o qu ·t Em m país, Estados sem meios para se industrializar. A época em
sem meios p a r a se i n d u s t r i a l i z a r . À epoca e m que
a Eu-
que a Eu-

�:na�
e população de umuitos m a s do
la.;ao
t a m a ncoma a renda per
h o económico, q u e capt�.
l e v a e mao c o per t a n t o asa.o
n t a capita p oex-
pu- ropa ingressou na sua revolucgo industrial, havia
ropa i n g r e s s o u n a s u a revolução i n d u s t r i a l , h a v i a u umama
africanos,
lação como a populacao
a r e n d a per capita. u'¢2.a.E untdade
m m u i t oaeonomica
s Estados dlrcrenca consideravelmente menor, no desenvolvimen-
diferença c o n s i d e r a v e l m e n t e m e n o r , n o desenvolvimen-
tremamente
a f r i c a n o s , a pequenas, medic to, entre as continentes. Mas a cada passo da
to, e n t r e os c o n t i n e n t e s . M a s a c a d a passo d a evotucgo
população e a produção a firma depertamanho capita são ex- evolução
que
t r e mnaoa m e en tmaior d? q1;1e dum
e pequenas, a n d o. ental
u m a uou n i d ado
d e que
económica uma dos metodos de produ.;;8.o e dos Iucros crescentes, tira-
dos métodos de produção e dos l u c r o s crescentes, tira-
de
queuma é m a i ocap1talis�a
n ã onat;8.o
d�c1�ma de t a m a nsociallsta
r do q u e u m a f i r m a�conomia h o médio
1lns do investimento cada vez mais astuto em equipa-
dos do i n v e s t i m e n t o c a d a vez m a i s a s t u t o e m equfpa-
Ullica empresa estata mento manufatureiro e produefio de metais básicos,'a
mento m a n u f a t u r e i r o e produção de m e t a i s baslcos, 'a
de u m a nação c a p i t a l i s t a o c i d e n t a l , o u do q u e u m a
europeia. hrccha mais velozmente se alargava.
b r e c h a m a i s velozmente se a l a r g a v a .
única e m p r e s a e s t a t a l de u m a e c o n o m i a s o c i a l i s t a
europeia. O Relat6rio da Comissao Econ6mica das N�Oes
RENDA PER CAPITA EM DOLA.RES ' 1960-63 tJnldas O Relatório d a Comissão Económica d a s Nações
para a Africa, publicado em dezembro de 1962
Unidas p a r a a África, publicado e m dezembro de 1962

I I I ob o titulo de Crescimento Industrial


R E N D A PER CAPITA E M D Ó L A R E S , 1960-63 na Africa, de)-
Mafs
I
RENE A f£-ti •ob o título de Crescimento Industrial na África, dey-
Ab a !xO 81 a. 125 126 a. 200 200 a 250 400
deMais r+arou que a brecha entre "os continentes
Olnrou que a b r e c h a e n t r e " o s c o n t i n e n t e s separados
de 80
81 a 125
Í26 £1 200 ;\00 a 250 de 400 p,·lo Mediterraneo" se alargou mais durante oseparados
pelo Mediterrâneo" se a l a r g o u m a i s d u r a n t e o Seculn Século
Abaixo
de 80 jAngola IJbtl:rla Argelia
J _
Africa do vnuo do que jamais acontecera a n t e s .EÉverdade
Vinte do que j a m a i s a c o n t e c e r a antes. v e r d a d e que
que
aasutc- Libla Costa
r g é l ido
Sul
Ja f r i c a do I produgiio per capita aumentou na Africa, particular-
1a.na1a RepUbUca a I i"ndução per capita a u m e n t o u n a África, p a r t i c u l a r -
dos
Libéria
suazl- Martim
A
1111·11tc nas duas Ultimas decadas, em que houve uma
Bechua-
Basuto- 1 n g oCa- la lábia osta do
Oabii.O
ijlll I M I n i ( > nas d u a s últimas décadas, e m que h o u v e u m a
llndla. 1 11 vn�tio de cerca de dez a vinte por cento. JS. b e m
i Irvaçfto de c e r c a de dez a v i n t e por cento. Já bem
c

nalA.ndla
lândia ma.roes
pnública
Suazi- Affr. T. $ í YV1
Mariinx
Gane.
con
B
rins f í(L.)
go a - Tunisia I rr'nte, as na�oes industriais alcançaramum
Burundi ii n i i i t e , a s nações i n d u s t r i a i salcanc;aram u mavaneo
Bechua- lândia - 3-abão
Mauritius
oa.rnbla
{
avanço
r capita, no mesmo periodo, de 60 cento e s u a
por cento esua
Chad
P#l capita, n o m e s m o período, de 60por
n a l â n d i a Tunísia . jí a n a
Senegal I
B u r u n dlB.)
Congo i ou1ne
J; o n g o ] touritius
Africa Sul- 1•1nclu�iio industrial per capita pode ser e s t i m a d aem
i'indução i n d u s t r i a l per capita pode serestimada
Kij.j

naome
Chad QuCnla
)i n í n ó 1í e n e g a l
Oc'ldental em
C o n g o ( B . )Repll.blica
Etl6pla ' -\ _ A"v\ o i\ i n c a o u i
111,nlc 262í>veees maier do que a a f r i c a n aem
vezes m a i o r do que aafricana, c o n j u n t o .A A
, e mconjunto.
Malgaxe Zii.mbla 1lll!·1rn�a para a maior parte da Africa, no entanto, e
oulne
Daomé ^uenia RodO est c i da.e n t a l
1h11l1l •mais nça p a r a a m a i o r p a r t e d a África, n o e n t a n t o , é
1

Maurit8.nla nitida, uma vez que a indUStria neste o n -


i mais nítida, u m a vez que a indústria nestecon-
E t i Sao
de ópia República Zâmbia
1
(Zimba-
Mala.vi
Guiné Serra.
sudio
A/Ta i Leoa
aaxe Rodésia
bwe) I 111,·11te tende a se concentrar em pequenas areas cdo
Nigeria
de S a o IVLauriba-uA"' (Zimba- l l i i e n l e tende a se c o n c e n t r a r e m pequenas áreas do
Togo S e r r a J_IC<J<* bwe) 01 11, c do Sul. Uma transforma�ao real da economla
Niger
Malavi
Ruanda
Nigéria Repllblica
OUUClw at,•Nortek-unu e do S u l . T J m a transformação r e a l d a e c o n o m i a
slgnificaria nii.o apenas s d u p l i c aar producao
•li ira n a s i g n i f i c a r i a não a p e n adupJicar a produção
somalia
Níger Ar.TnffO Unlda II r froln mas aumentar cerca de 25 veees a produeao
Rpnública i n i H o l a m a s a u m e n t a r c e r c a de 25 vezes a produção
Tanganica.
Ruanda - ár U n i d a l11clu11ll'lal. O Relat6rio ev:fdencia que a indiistria, e niio
Zanzibar
Somália
�1 lruttura, constitui o meio pelo q u a el épossivel
I n d u s t r i a l . O Relatório e v i d e n c i a que a indústria, e não
I A g r i c u l t u r a , c o n s t i t u i o meio peloqual possívela a
Uganda
Tanganica -
1111 ntnrte r8.pida dos niveis de vida na Africa.
Repllbllca
Zanzibar melhoria rápida dos níveis de v i d a n a África.
fill,Há,nono entanto, especiallstas e e apologistasdodo

I
e n t a n t o , especialistas apologistas
doU gVolta.
anda
impe-
impe-
República
1
1lull'i1110 que exortam as neczes menos
iinli I M O que e x o r t a m a s nações menos desenvolvidasa a
desenvolv:fdas
do V o l t a
1 uncentrarem na agricultura e deixarem a industria-
d e pagar um preco enorme, l) ii11·* iio-' u iiiuentrarem n a agricultura e deixarem a industria-
para uma epoca futura, , q u a n d osuas
A Africa esta. ten o qu o qual o p a r a u m a época f u t u r a quando s u a popula-
mais uma vez, pelo acidente historico segundo "i,iie.'i1· tlvcrem bem alimentadas. o
estiverem b e m a l i m e n t a d a s . Odesenvolvimento
s popula-
desenvolvimento
6 7 7
6
111..:1.ldas cujos resultados ficaram aquem da e
porém, demonatra d e m o n s t r a que que s6só com
M I idas
económico mundial,
cujos resultados f i c a r a m (The aquém d a xpectativa
e: .
econorrnco m u n d i a l ,porem, c o m :1 a 11,nlo na Rllssia como na China" Times
industrialização avançada t e m sido possível elevar o o
Industrlalizaeac avanc;ada tern sido possivel elevar v,i mbro mto nde a Rússia
1962). como o auntor a C niioh i n a "parece(The ter � 30Times, de no- P x ectatlva

nívelnutricional
nivel n u t r i c i o n a ldo dopovo, povo,atraves atravésda d aetevacac
elevação dos dosseua seus I IN trabalhad?res
i nbro de 1962). Oacucar
_dodo açúcar na
a u t o r nãoGuiana parece Britio�vencido
ter c 3 0 °~ d e n

níveis de
niveis de rendimentos.
r e n d i m e n t o s . AA agriculturaa g r i c u l t u r ae é importantei m p o r t a n t e por por 11111 ponto dtscutfvel se ele conseguiu conv1'n1ca e e ?
n:i trabalhadores n a G u i a n a B r i t ê o n v e n c i d

m u i t o s motives
muitos motivos e eososgovernos governos de de paisespaíses africanos a f r i c a n o s preo-
preo- i i I H pontodadiscutível
h.-ncffcios sua filosofia se êle c o n s e g u i u conv
de agrtcultura «c'encer des
Lmca , e e

cupados com
cupados c o m elevarelevar osos niveis níveis de de seus seus povos povos estiio estão de· de- dadc benefícios d a s u a filosofia
de movtmentacao'' de a g r i c u l t u r de
os trabalhadores a iom "c 'dos
Ilber-
e n c e i

v o t a n d o maiores
votando i n v e s t i m e n t o s aà agricultura.
m a i o r e s investimentos a g r i c u l t u r a .Mas M a smes- mes- Hailc dcna
pnnhtas movimentação"
Niasalilndia, Rodesia os t r a b ael hAfrica a d o r e s do de suas com·"
; o m l l D e r

mo
m o para p a r a fazer
fazer com c o m que que aa agricultura
a g r i c u l t u r aproduza p r o d u z a mets, m a i s ,e é 1110 os defensores cientificos do esquema do
panhius n a Niasalândia, Rodésia e África in Sul.s " °^ '
Mes· a s m

necess!lria
necessária aa ajuda a j u d a da d a produc;iio
produção industrial; i n d u s t r i a l ; e e oo mundo mundo I em ci!ncia. os defensores das falhas científicos
em suasdodiretivas, esquema mt'1periali�ta in . rr . " e s

subdesenvolvido niio
subdesenvolvido não pode pode ficar f i c a r eternamente
e t e r n a m e n t e colocado colocado têm ciência d a s f aal hambic;6es
nmente a s e m s upoliticas a s d i r e t i vea snii.olS
, P astuc1�- .
a�r1�uem
m £ n e r i a l l s t a

aà mercemercê dos dos mais m a i s industrializados.


i n d u s t r i a l i z a d o s . Essa E s s a dependencia
dependência d11dc e�onom1ca e social a enrase que os pats a necessr-
aumente a t r i b u e m a ambições políticas e não 1! ? ?" a s t u c l

forçosamente diminui
forc;osamente d i m i n u i aa raziio razão de de crescimento
c r e s c i m e n t o da d anossa
nossa iladr económica
r-nvolvimento dB.ae as o cIndustneuaacgo.
i a l a ênfase que um os país ref.es em ^de-"
a n e c e s l

a g r i c u l t u r a ee aa torna
agricultura t o r n a subserviente
subserviente as às exigencias
exigências dos dos 111•envolvimento
curopeu da Universidade dão à industrialização. de Malaia, Sr. U mD.r epresentan-
f e s . e m

produtores
produtores industrials.
i n d u s t r i a i s . � É por
por isso
isso queque niio
não podemos
podemos rnlnndo �urante a reuniii.o de Conferencia , W. Fry_er, -
te europeu d a U n i v e r s i d a d e de M a l a i a , S r . D . P ^ ^ r s n t a n

afirmações tiio tão radicais


r a d i c a i s comocomo as a s que que fez fêz oo Pro- falando d u r a nat eque
tntemactonal a reunião
foi feitad uma a Conferência referencisGeogr8�1ca (, • ,J. '
aceitar
a c e i t a r afirmac;6es Pro-
i n i e r n a c i o"umn a l aaumento que foi da f e i t aericlencta
u m a r edas f e r êtf
r

n c ia?�er10:,
s .
e r

fessor
fessor Leopold Leopold G. G . Scheidl,
S c h e i d l , da d a Escola
E s c o l a de de Economia
E c o n o m i a de de 1ll11tt�
di:;:;e q�e
G e o g r a l c a

que " u m a u m e n t o nas d a eficiência das


naeoea subdesrad1c10!1ais tf t e n o i\
V
Viena,i e n a , eme m recente
recente reuniiio
reunião do
do Congresso
Congresso Geogr:ificG
Geográfico l�1dustr1as expartadoras
3- a n

I n t e r n a c i o n a l , em
Internacional, e m Londres. L o n d r e s . ComentouC o m e n t o u oo Professor Professor indústrias e x p o r
I Ill uma rnedida 6bvia, mas politicamente t a d o r a s n a s nações subdes p�nvolv1das * ° í \ s l c

S c h e i d l : "Os
Scheidl: povos das
" O s povos das nacoes
nações em e m desenvolvimento
desenvolvimento pa· pa- i era nto. uSugeriu m a m e d ientiiod a óbvia, continuar m a s p oaceitando
l i t i c a m e n tae a'pouco è atra-
e n v o l v l d a s

recem penser que


r e c e m p e n s a r que tudo
t u d o oo que
que lhes
l h e s eé necessArio
necessário para
p a r a sese ente. Scolonial
nomfn u g e r i u ...então o cindustrialismo
ontinuar aceita n d ouma1ntiga
era a a í ? eco-
l 0 l 0 a

t o r
tornarem n a r e m tão
tii.o r i
ricos c o s q u
quanto a n t o oo Ocidente
Ocidente e é c o n s
construir t r u i r fá-
f8.·
imiiiia c o l o n i a l . .
lrKrnl do �ovimento nacionalista. sua Inspf. O i n d u s t r i a l i s m o e r a u m a pa:te ? m
t:1-
t °" l g a e

b r i c a s . AA maioria
bricas. m a i o r i a dos dos peritosperitos concorda c o n c o r d a em e m que que eé mais mais 1•1legral
u oconomtca, do m o v i mmas e n t o politica,
n a c i o n ael i sos t a . resultado:1rac;ao.
S u a inspií: P 5 !lao ?~ a t e 1

n a económica, eram m a s política, e os r e s u do l t a d;so : pol1t1c�s °


sábio ee muito
sflbio m u i t o maism a i s promissor
promissor desenvolver desenvolver aa agricultura agricultura 1,rrqUenteme:1. te. e r a mmais importantes i r a ç a n a o

p a r a que atinja 11 'i | Cientemente


• I ncia economica, na locac;ii.o de uma Indust que a efi- m a i s i m p o r t a n t e s do } políticos
que a t i n j a aa auto-suticiencta
auto-suficiência ee em e m seguida
s e g u i d a ao nivelnível
eleneia económica, n a. .locação de u m a indúst/
1 s

para
de uma u m a economia
e c o n o m i a de de mercado"
m e r c a d o " (The (The Times, Times, 24 24 de de julho
julho tr1a? nova•·."
de o aumento de ef1c1Cncia administrativa t n a n o v a ' .
1 6 a e f l

dede 1964).
1 9 6 4 ) . Essa
E s s a linha
l i n h a de de pensamento
p e n s a m e n t o liga-se liga-se diretamentediretamente
1. n de O amaterias-primas
u m e n t o de eficiência e a aperfei�oamento
a d m i n i s t r a t i v a na proclu-
à do presidente de B o
A do presidente de Booker Brothers, Sir Jock Campbell,
c u j a associação de de companhias
o k e r B r o t
c o m p a n h i a s estfl
h e r s , Sir
está atarefada
J o c k Campbell,
a t a r e f a d a mono-mono-
' Qlo111 rcnles de rnercado representam
de matérias-primas e o aperfeiçoamento um lucro i a pre,;os n Pa " r o f l u

cuja associac;ii.o prrlallsmo


em rentes de e uma m e r c aperdad o r e ppara r e s e nn6s.t a m Isso u m fol l u c rbeo ]'para Po irn-
polizando aa indU.Stria indústria de de ecucar
açúcar ee subprodutos subprodutos de de acu- açú- a r e c o s

polizando
c a r n a G u i a n a Britânica, a navegação e o comércio nos
1·hlo
perlalismo por ume personagem
u m a p e r d a pda nós. I s s odo
a r acategoria foipre�".1
be esclare-
°, "
car na Guiana Brtt&nica, a navegac;iio e o comercto nos
p a r a i m

Caraíbas e África O r i e n t a l e p e n e t r a a g o r a no Oeste do


llnnco
i Ido por de u.Landres
m persoe n aAmerica
g e m d a cdo a t eSul,
g o r i aSirdo0e p01r ees1den�e
., . do ,
Caraibas e Africa Oriental e penetra agora no Oeste do 1,Manco 11• Coldecite.do,L o n d rno e s eThe América Financial do STimes u l , Sir de G e 6,rge
oi Bilton
£., .
c o n
continentet i n e n t e a f r i
africano.c a n o . Sir
Sir J
Jocko c k C a m
Campbell p b e l l a f i
afirmou r m o u no
no dis-
dis-
e s e

c u r s o anual a n u a l do do Escrit6rio
Escritório Africano A f r i c a n o em e m Landres,
L o n d r e s , no n o diadia
,h•Ente1004, foi coma
citado,estando n o The certo Financial de haver Timesumdeau( 6 Í de mart;o
r g e B l l t o n

curao der�·o s
1964, dascomo estando que
�tilidades, certoteria de hconsiderllvel
a v e r u m au?1men�o março n�s
29 de
desenvolvimento
desenvolvimento
novembro de
d
da a
1962
29 de novembro de 1962 que "a agrlcultura e a base do
África
Africa
que
ee
" a
que
que
a g
a
as
r
s
i c u l t u
plantações
plantac;Oes
r a é a base
são
sao u
um
do
m
1 preços
,1
111· o cft.mb10. das u t i lEm i d a d beneficio
e s , que t ede r i a quern?
considerável d.
Sir j efe1to ^ . ° so-
m ° n s

método efetivo efetivo de de aumentar


a u m e n t a r oo potencial p o t e n c i a l econOmico".
económico". bre·r oa câmbio.
111 resposta.E "Deve m benefício fortalecer de qas uem moedas
? Sir gÍ, reorge for- E Í E I T O ~ SO

metodo i i "llbra esterlina "eD oe v ed6lar",


r a resposta. fortalecer afirmou. a s moedas Par qu( dAe ^ , reserva,
g
J o c k C a m p b e l l comentou
Sir Jock
Campbell c o m e n t o u que que "enquanto
" e n q u a n t o aa agricul- agricul- e o r e f o r _

Sir ,ii tundo s t e r l i naa essas


niira epresos e o dólar", moedasa f "os i r m oprodutore<ue?
u . P o r q u , Porque'
ttura
u r a industrializada
i n d u s t r i a l i z a d a empregar
empregar homens h o m e n s com c o m liberdade
liberdade r e s e r v a

de movimentac;iio,
movimentação, eé preferivel, preferível, em e m termost e r m o s tanto t a n t o dede efi-efi-
• 111laudo prlma estariio
presos a acumulando
essas moedas suas
"os p rsabras o d u t o r e}s s ^ de mate-
u e Jú P o r < e

de . i 111
n pd6lnres e libras''.
r i m a estarão a c uIssa a n d o s user
m u l parece a s niio sobras merirem saldos -
ciência como de liberdade,
ciencla: como de liberdade, As fazendas coletivas comu- às f a z e n d a s coletivas c o m u- ·nos do que
s d e m a t e

r i u dólares e l i b r a s " . Isso parece ser não m e r e m s a l d o s

mos do que
9
8 9
aa. confissão
confiss8.o ddireta i r e t a dodo grande
grande interesse
Interesse do do m mundo
u n d o bban-
an- ee meio
meio milhõesmilh6es de de llibras.
i b r a s . NoNo aano n o de de 1964/65,
1964/65, ccom o m uuma ma
cArio ee fflnanceiro
cário i n a n c e i r o nna explor�ao ddas
a exploração na�6es eem
a s nações desen-
m desen- saarra
a f r a eestimada
s t i m a d a eem m 590 590 m mil toneladas, aa eestimativa
i l toneladas, de
s t i m a t i v a de
vvolvimento.
o l v i m e n t o . É:8. iinteressante,
n t e r e s s a n t e , pportanto,
o r t a n t o , nnotar que os
o t a r que os agen-
agen- recebimento
recebimento do do eexterior
x t e r i o r ée de de ccercee r c a de de 77 77 milhões.
milh6es. AA
tes de
tes de transferência
transferencla do do BBancoa n c o eem m LLandres
o n d r e s são Psao Patlfio
atino Nigéria
Nigeria aatravessou
1954/55 p r
t r a v e s s o u uuma
o d u z i u 89 m
m a experiência
i l t o
experlencla ssemelhante.
n e l a d a s de f r
e m e l h a n t e . EEm
u t o s e recebeu
m
MMines
ines & & EEnterprises Consolidated, aa associação
n t e r p r i s e s Consolidated, aseoctacgo de de fflr-
ir- 1954/55 produzlu 89 mil toneladas de frutos e recebeu
mmas,
a s , ccontrolada
o n t r o l a d a por por nnorte-americanos, que opera
o r t e - a m e r i c a n o s , que opera m minas
inas pela
pela ssafra a f r a 39 39 milhões
milh5es ee 250 250 m mili l llibras.
ibras. E Em m 1965,
1965, esti-esti-
nna America LLatina
a América a t i n a ee nono Canadá,
Canada, iintimamente
n t i m a m e n t e aassociada
ssociada ma-se
ma-se que que aa Nigéria
Nigeria produziráproduzirll 310 310 m mil i l toneladas
toneladas ee pro- pro-
ccom
o m os os grupos
grupos dedicados
dedicados aa eexplorar os rrecurses
x p l o r a r os e c u r s o s nnaturais
aturais vvi\velmente
a v e l m e n t e receberá
recebera por por issoisso ccerce e r c a de de 40 40 milhões.
milh5es. EEm m
dda
a Africa.
África. ooutras
u t r a s ppalavras,
a l a v r a s , GGanaa n a ee Nigéria Nigeria ttriplicaram
r i p l i c a r a m ssua u a pro-pro-
dução
duc;:iio desse d€:sse ddeterminado
e t e r m i n a d o produto
produto agrícola, agrfcola, m masa s os os rre-
e-
NS.a somos,
Não somos, ccertamente,
e r t a m e n t e , ccontra o n t r a oo m mercado
e r c a d o ee oo co- co-
merclo. PPelo
mércio. contrllI'io, somos
e l o contrário, somos aa ffavor a v o r do do alargamento
alargamento ccblmentos bbrutos
cebimentos obtido.s dele
r u t o s obtidos dele caíram
cairam de de 125 milh5es
125 milhões
de
de lllbras
i b r a s pparaa r a 117117 milhões.
milh5es.
dede nossas
nossas possibilidades
possibilidades nessas nessas esferas esreras ee estamos estamos con- con-
vencidos de
vencidos de que que seremos
seremos capazes capaaes de de aajustar
j u s t a r aa balança
balanca
aa nosso
nosso favor, favor, ssimplesmente desenvolvendo uuma
i m p l e s m e n t e desenvolvendo m a aagri-
gri- PPRODUCAO
RODUÇÃO D
DEE CACAU
CACAU
ccultura
u l t u r a aadequada as
d e q u a d a às nossas nossas necessidades
necessidades ee apoiando-a apoiando-a
ccom
om u uma industrlaliza-;;8.o rrApidamente
m a industrialização crescente que
a p i d a m e n t e crescente que Toneladas
Tonelada.s longas
lo11ga& índex
Index
rompera oo padrão
romperá padriio neocolonialista
neocolonialista aatualmente t u a l m e n t e eem vigor.
m vigor. 1949/50
1949/50 = 100
100
UUmm ccontinente
o n t i n e n t e como coma aa África, Africa, por per m mats que aau-
a i s que u-
mmente
e n t e ssua produ-;;io agrícola,
u a produção agricola, não nio lucrará
lucrarll. ccom o m issoisso aa não
niio Gana Nigéria Gana Nigéria
ser que
ser que esteja
esteja ppollticamente
o l i t i c a m e n t e ee eeconOmicamente
conomicamente u unido
nido Gana Nigeria Gana Nigir:a
ppara rorcar oo m
a r a forçar mundo desenvolvido aa ppagar
u n d o desenvolvido agar u um preec
m preço
jJusto pelas ssuas
u s t o pelas colheitas pprimordials.
u a s colheitas rimordiais. 1949
1049 // 50 50 248 000
248.000 99 000
99.000 100
100 100
100 1950
1950
11050
9 5 0 // 5511 262 000
282.000 110 000
110.000 106
106 111 1951
1951
TTanto
anto G Gana
a n a comocoma aa Nigéria, Nigeria, por por exemplo,
exernplo, desen- 000 108 000 85
Ill
109 1952
1951
1951/52/ 52 211
211.000 108.000 85 109 1952
vvolveram
o l v e r a m eenormemente
n o r m e m e n t e ssua producgo de
u a produção de ccacauacau n noo pe-
pe- 1952 247 000 109 000 100 110 1953
1962 // 53 53 247.000 109.000 100 110 1953
rfodo de independência
ríodo independellcia do do pós-guerra,
p6s-guerra, como coma demonstra
demonstra 1 9 6 3I
1053 / 554
4 211 000
211.000 97 000
97.000 85
85 98
98 1954
1954
o Q Quadro
uadro à a pág.
pag. 111. 1. 1054,
1954 // 55 55 220 000
220.000 89 000
89.000 89
89
96
90
90
155
1955
1955
1956
E£sse
s s e rresultado
e s u l t a d o não niio foi toi aatingido
t i n g i d o porper acaso.
aca.so. É:8. conse- 1 9 5 5 // 550
1065 6 237 000
237 000 114 000
114.000 06 155 1956
1956
1058 // 57 57 264
264 000
000 135
135 000
000 106
106 136
138 1957
1957
quencta de inversões
quência inversoes iinternas elevadas, nnoo controle
n t e r n a s elevadas, contrOie ddaa 1IY57
957/ I 5588 207 000
207.000 81 000
81.000 83
83 82
82 1958
1958
doenca e ddas
doença pestes, nnoo subsídio
a s pestes, subsidio aa iinseticidasn s e t i c i d a s e m8.q
máqui-ut- 1958
1058 /f 511 59 255 000
255.000 140 000
140 000 103
103 141
141 1959
1959
nnasas p pulverizadoras tornecidas aos fazendeiros
u l v e r i z a d o r a s fornecidas tazendeiros e nnaa itm- m- 1959
1950 // 60 60 317 000
317.000 155
155 000
000 128
128 157
157 1960
1960
432 000 195 000 174 197 1961
porta�io de sementes
portação sementes de novas novas vvariedades
a r i e d a d e s do do ccacau
a c a u que 1960
1060 /f 61 61 432.000 195.000 174 197 1961
sao resistentes
são as
resistentes às doenças doeneas endémicas endemicaa contraídas contraidas pelos 1061 /I 62
1962
1962 /'63
62
63
410
422
000
410.000
000
422.000
191
176
000
191.000
176 000
000
165
185
170
170
193
193
170
170
1962
1963
1963
1963
antigos ccacauelros.
antigos acaueiros. P Por metes como
o r meios coma esses, a África, Africa, ee111m nu;:!I
1063 / 664
4 421 000
421.000 217 000
217 000 170
170 219
219 1964
1964
seu cconjunto,
o n j u n t o , aaumentou
u m e n t o u ggrandemente
randemente a a produção
prcducgo de 1064
L964 / / 65
65 590 000
590.000 310
310 000
000 233
238 313
313 1965
1965
ccacau,
a c a u , eenquanto
nquanto a a ddaa AméricaAmerica LLatina atina p permanccia es-
e r m a n e c i a es- ((\stimativa)
ltat!mo.tlve.)
tacionAria.
tacionária.
Que vvantagem
Que a n t a g e m NigériaNigeria e GGana a n a ttiveram
i v e r a m dessedesse estu-
pendc aaumento
pendo u m e n t o de de produtividade
produtividade agrícola? agrfcola? E Em 1954/55,
m 1954/55, Um
U estudo detalhado
m estudo de produção
detalhado de prcducgo ee preçopreeo m mostra
ostra
quando a produção
quando produt;;io de G Gana
a n a eera r a de 210 210 m mil i l toneladas, que
que é o
o e
pais
país desenvolvido
desenvolvido consumtdor
c o n s u m i d o r que
que tira
t i r a a
a vanta-
v a nta-
o rrendimento
ó e n d i m e n t o obtldo
obtido com c o m suas u a safra
s a f r a de cacau c a c a u foifol de 85 85 gem do
gem do aaumento
u m e n t o da
d a produção
prcdueac do do menos
menos desenvolvido.
desenvolvido.

10
JO I/
:onstruc;;S.o.
1nndus, lguala a da indllstria, m a n u f*a t4.u r a,eetmente :onstrução. re- .
Enquanto os produtores agricolas africanos estiverem mudas, i g u a l a a d a i n d u s t r i a ,m�nufat�a
E n q u a n t o os produtores agrícolas a f r i c a n o s e s t i v e r e m AA r-conomta da Africa do Sul e cons1derav. o
l m e n t e r e

desunidos mlnas
desunidos, serll.o serão incapazes
i n c a p a z e s de de controlar
c o n t r o l a r oo precospreços dos dos rorc;nda
economia d a África do S u l é consideràv
pela exportac;;iio do produto de
m
to-
m o a s

seus prod�tos prlmartos


seus produtos primários no mercado. no mercado. iMi.ada p e l a exportação do produto de su8:>rta.c;;8.o sua £ 'to-
coma ouro contribui com ate 70 por cento da ex1i
niiio c o n t r i b u i c o m até 70 por cento d a e x aparente
3 r t a 0

Como deIJ'lonstrou
d e m o n s t r o u aa Alianca
Aliança dos dosProdutores
P r o d u t o r e s de de Ca-
Ca- lat o que torna aa economia, apesar de Slfortemente
a p nte a a r e

cau qualquer organizac;io que


c a u , q u a l q u e r organização que esteja baseada n u m esteja baseada num pi·�spcridade e do investimento _ estrangelrc quanta a^
l a i , o que t o r n a economia, apesar de s i
primários eé
f o r t e r n e n e

mere
mero acOrdo acordo comercialc o m e r c i a l entre
e n t r e produtores
produtores primArios prosperidade e do i n v e s t i m e n t o e s t r a n g e i r o
insuficiente garantir um preeo mundial erescente, b3.sicamente quas� tao 1nsegur�ente. t oNS.aa q u a n

i n s u f i c i e n t e p£tf . g a r a n t i r u m preço m u n d i a l justo.


p�a j u s t o . Issa
Isso crescente, b a s i c a m e n t e quase tão i n s e g u r a ^
daa nac;6es menos desenvol':'1-da� do con�uas ativado- e t e N a 0

s6sópode ser obtido quando o poder unificado das


a

q u a n d o o poder u n i f i c a d o dasnacoes das nações


ubstante todas menos as suas desenvolvidas do c o n t i i t i ami-
do-
p r o d u t o r a s eé cont_
pode ser o b t nações Industrias sec�ndar.oduc;S.o & s a V

produtoras rolado par por uma


i d o

controlado orientação comum,


u m a orient�iio comum, rns, sua manuratura de produtos quim1c�, Pdo Sul nio_
(ib:;l,antc todas as s u a s indústrias s e c u n d á r , o d u ç a o m i

politica e ecoi:Ormca,
política e económica, e t e m por e tern por trastrás de de srs ios os recurses m s , s u a m a n u f a t u r a de produtos químicos, p
financeiros
recursos Illar, fabricac;;ao de aco, e do resto, a Arr1ca.Jlida indus- d Q g u l n a 0

f i n a n c e i r o s un1dos
u n i ° s dos
d dos Estados
E s t a d o s mteressados.
interessados. hl a r , fabricação de aço, e do resto, a Á f r i c a ^ ^
eonsegufu ate agora criar a, �ase de uma 5<>-Transvaal. i n a u s

Enquanto
Enquanto
a Af_rica contin�ar dividida, serão por-
A f r i c a c o n t i n u a r d i v i d i d a , _ser8.� t rlnllzac;;io. G. E. Menell, prestdente da Ang trola ouro, i
conseguiu até agora c r i a r a base de u m a 1 s
que vao ditarpor-
o T r a n s v a a

tanto as ricas a
nacoes consumtdoras
t a n t o a s r i c a s nações c o n s u m i d o r a s que vão d i t a r o
o trlalização. G . E . M e n e l l , presidente d a A n g
consolidated Investiment Company, q�e couito revela- l t r o l a o u r 0 (

preço das
preeo dascolbeitas
colheitas ee de de exportaeao.
exportação. Ainda a s s i m ,mes.
A i n d a asstm, mes- Consolidated I n v e s t i m e n t C o m p a n y , que c o
ruamantes e urB.nio, rez uma declarac;ao "oro de 1963 m t Q i - r e v e a

mo mo que que aa Afrjca ÁfrJc pudessepudesse ditar d i t a r oo preeo


preço de de suass u a s colhei- d l a m a n t e s e urânio, fêz u m a declaração n -^953
colhei- dora no seu discurso anual de 6 de dezem nac;ao esta o r Q d e

tas no mercadc- isso par si niio criaria o


a

tas n o m e r c a d ' isso P s i só não c r i a r i a o equilibria


s6 equilíbrio {\d onasembleia
r a no s e u discurso a n u a l de 6 de dezem
de acionistas. "A economia d8iue çse esgo· n a t a 0 e s a

econOmico
económico n5ceSS8.rio necessário ao ao desenvolvimento.
desenvolvimento. AA soluc;;ao
0 o r

tern ser a. industrializac;;iio.


solução a assembleia de acionistas. " A economia d a
nuaeada num grauu significativo, em hens .S £Estado u e sgo-
Li· s e e

que
t e m que ser a industrialização. haseada,
turn _ 'as nminas u m g r ade s i g n i fdo
ouro i c a t i v o , e m bens
Trans�aal e dla gvez s t a drnals
o Li-
oO contmente arrlcano, no entanto, niio pode espe-
c o n t i n e n a f r i c a n o , n o e n t a n t o , não pode espe- vrel a m de — a s m i n a s Certificamo-nos
Orange. de ouro do T r a nd1�0, svaal e dij
caie novas mi-
a v i e z m a S

rar se industrializar efetivamente ao acaso, no


r a r se i n d u s t r i a l i z a r efetivamente ao acaso,
slstema rlaramente, nos Ultimas anos, a med1da q�m qualquer
vii' de O r a n g e . C e r t i f i c a m o - n o s disso, c a i i _
t e
e n o v a s m

no s i s t e m a
laissez-faire
laissez-faire
da Europa. Em primeiro l u g a r , hQ
d a E u r o p a . E m p r i m e i r o lugar,
o fator
há o fator
c l a rse
nas a m e n t e , n o s últimos
aproximam do finalanos, de suas à m evidas d i d a qs1v 4
apesar
q i qdes
m er u a U

tempo. Em segundo, os. metodos


tempo. E m segundo, os métodos socializados de produ-
sociallzados de produ-
nas se a p r o x i m a m do f i n a
i\nal de novas campos _ auriferos grandes, la pesqulsa."l de s u a s v i d a s s i " p a ^cs e s a r

c;;iio
ção ee tremendcs
t r e m e n d Investimentos
i n v e s t i m e n t o s humanos
h u m a n o s ee de de capitals
capitais
s i n a l de
multos novos que
milhcies camposestaoauríferos
sendo aplicados grandes,n i a
do Sul q i ."
pro-
p e s U s a

implicados
implicados exjgem exigem oo planejameni:?
p l a n e j a m e n t o cceso
coeso ee integrado.
integrado. AA
muitos milhões que estão sendo aplicados n Q
O investimento na econ?mia �a Africa ao qualp as.
o s
d S u l r o

Africa precisaf!l. trazer em sua ajuda


África precisará t r a z e r e m s u a a j u d a todo o s e u enge-
tOdo o seu enge- , �m Oprincipalmente
i n v e s t i m e n t o n a economia d a África
capital _oc1d:ntal1 q
vém p r i n c i p a l m e n t e d�
a Q u a l o s

nho e talento jatentes, a fim de enfrentar o desaflo de c a p i t a l ocidental, ;a „ suficien�e i i nte


n h o e t a l e n t o latentes, a f i m de e n f r e n t a r o desafio quo nclos financeiros loca1s,
1 meios f i n a n c e i r o s locais, que não tern_ que nao for�rtemente 11-
a S U I c e
que
aa Independencis
independência ee as a s exigencias
exigências de de melhores
m e l h o r e s condic;;6es se manterem par �i mesmo�, estao f ado que em- têm fortemente
condições para
de vida p a r a seus
de v i d a para
povos ergueram. O desatlo nao pode
seus povos e r g u e r a m . O desafio não pOde
p a r a se
gndos. m a n t erllpidos
Lueras r e m porsao s i mesmos,
incent1vo,estão de. m) fc
para_
perlgo
Q d o q u e e m

ser
ser enfrentado aos pedacos,
enrrentadO aos pedaços, mas m a s s6mente
somente atraves através da da
gados. L u c r o s rápidos são
born o presidente da Anglo-T;ansvaal .veJ� � par pod.er i n c e n t i v o , de mi^ p - para
e r í P 0

mobilização total
mobilizac;;8.o total dos
dos recurses
r e c u r s o s do do continente
c o n t i n e n t e dentro
d e n t r o do do abora o presidente
economia. aindad aassim A n g l o - f1cou
Transvaal veja
sat1sre1tolcanc;;adospoder lu-
quadro de
quadro planejamento ee desdobramento
de pla.Jlejamento desdobramento scclallstas socialistas a economia,
nnunciar que aem i n d 1963
a a s sforam
i m ficou outras a vez t i s f e al
ito^ \. a d o s

'compreensivos.
"compreensivos. a n u n c i a r
tros sem precedentes. que e m 1963 f o r a m o u t r a vez a i
Jfl. chama.JllOS a atenc;;ao
Já chamamos
para o fato de que nos
atenção p a r a o fato de que nos
cios sem precedentes.
paises que ten1 o maior
m a i o r número de
nfunero de colonos
a

países que têm colonos estrangei-estrangei-


ros
ros - — ee conseqUentemente
0

m e n t e os os mats explorados ate


m a i s explorados até oo , }nado aos
,.inado aos
in-
in-
onse<l OO conjunto da economia esta subordinina. As esti-
n_
presente na Africa - Argelia, Congo, Ouenta, Marro-
C a e n t e
c o n j u n t o d a economia esta s u b o r d i ^ ^
trr�sses do capital estrangeiro que a dom, da maioi1i,a
A s es
presente, n a A f — Argélia, Congo, Quénia, M a r r o -
cos Rodésia, �alawi,
cos, Rod�sia Malawi, Africa A f r i c a do do Sul, T a n g a n i c a , aa agri-
S u l , Tangantca,
r i c a

terêsses do c a p i t a l estrangeiro que a dom, iorjia


agri- mativas banca.I'ias sul-africanas, coma as as casas ban- d a m a

c u l t u r a eé p;edolDinante.
culiura predominante. No No caso caso da d a Africa
África do S u l ,aa
do Sul, dos
m a t i v a s bancárias s u l - a f r i c a n a s , como a s
outros Estados a f r i c a noos,s , siio da Sul e ( do-
ban-
dos outros E s t a d o s african. são ramo�
r a m o s ds do
a s c a s a s

area
área mais m a i s altclll1ente
úXttf&^te desenvolvida
desenvolvida do do continente
c o n t i n e n t e afrt.
afri- C'cftrlas e financeiras do Octdente. A Africa j . d Q S u l e 0

cano, a contribUic;;8.o da agricultura


cano, a contribuição d a a g r i c u l t u r a e d a minerac;iio, e da mineração,so- so- a r i a s e f i n a n c e i r a s do Ocidente. A África
13
13
12
minada peio monop6lio
m i n a d a peJo monopólio ocidental
o c i d e n t a l ainda
a i n d a mais
m a i s do que A
A rrefinaria
e f i n a r i a eme m construc;io
construção em e m Port
Port H a r c o u r t eé de
Harcourt de
q u a l q u e r outro
qualquer outro setor do continente, porque
porque os iinvestt-
nvesti- propriedade
propriedade da d a Shell-BP;
S h e l l - B P ; o conduto
conduto de gas gás natural
n a t u r a l eé de
mentos
m e n t o s sgo são m muitas vezes malores
u i t a s vezes m a i o r e s e a dependenctadependência do propriedade
propriedade de Shell-Barclays Shell-Barclays D D.. C.C . & O. A rreflnarta efinaria
ouro
ouro e outros outros produtosprodutos de mlnerac;io mineração como centre centro d daa deverá processar apenas
devera a p e n a s dez por cento cento da produc;io de
d a produção
economia
e c o n o m i a lliga-a i r m e m e n t e As
i g a - a ffirmemente engrenagens cesse
às engrenagens desse mo- 6Ieo
óleo cru c r u da Nigéria e seus produtos
d a Nigerla produtos scrvlriio servirão a p e n a s ao
apenas
nopólio. Sua
nop61io. S u a vvulnerabilldade
ulnerabilidade e a g r a v a d a pelo !ato
é agravada fato de mercado
m e r c a d o iintemo n i g e r i a n o . :tsse
n t e r n o nlgeriano. E s s e arranjo
a r r a n j o permite
p e r m i t e niio
não
ser um u m fornecedor
fornecedor de materlas-primas matérias-primas e produtos semi- semi- p e r t u r b a r as
perturbar operações ffora
a s operacoes o r a da d a Nigeria
Nigéria enquanto
e n q u a n t o obtem
obtém
acabados as
acabados f3.bricas do Ocidente
às fábricas Ocidente em e m malorm a i o r escala
e s c a l a do s u p e r l u c r o s nas
superlucros n a s operaczes
operações n nigerianas.
igerianas.
que o restanter e s t a n t e dad a Africa,
África, obtendo maiores m a i o r e s lucros
l u c r o s para
para De
D e um u m modo modo geral, geral, a p e s a r dos custos de prospec-
apesar prospec-
seus Iinanctadores.
financiadores. ção, que sio
c;Ro, são de qualquer qualquer m manelra
a n e i r a descontados
descontados n noo iim-
m-
A Nigeria
A Nigéria revere, r e v e l a , em e m algumas
a l g u m a s cifras
c i f r a s fundamentals,
fundamentais, pOsto
posto e m muitas
u i t a s vezes cobertos cobertos por lucres l u c r o s eventuais,
eventuais, a
uma
u m a hist6ria
história diversa d i v e r s a de desajustamento
d e s a j u s t a m e n t o econ6mico.
económico. E Emm mineração demonstrou
mtneracgo d e m o n s t r o u ser ser uma u m a aventura
a v e n t u r a muito
m u i t o Iucra-
lucra-
1960, a agricultura,
a g r i c u l t u r a , silvicultura
s i l v i c u l t u r a e pesca respondiam r e s p o n d i a m por ttiva
iva p para
ara o o investimento
i n v e s t i m e n t o de de capital
c a p i t a l estrangeiro
estrangeiro n naa
63 par por cento
cento da d a atividade econ6mica, económica, e a mineração mtneraego por por Africa.
África. S seus beneficios ppara
e u s benefícios a r a os africanos,
a f r i c a n o s , por outro outro
uum m por cento. 0 O desequilibrio
desequilíbrio e é ressaltado pelo pelo indicc
índice lado, apesar de toda
lado, t6da a frívola frivola conversaconversa e emm contrArio,
contrário,
eextremamente
x t r e m a m e n t e baixob a i x o de de dots dois por por cento
cento para para a a indtlstria
indústria fforam
o r a m despreziveis.
desprezíveis.
ee rnanufatura,
m a n u f a t u r a , elirninando
e l i m i n a n d o de de imediato
imediato qualquer q u a l q u e r compa-
compa- Isso
I s s o se eexplica.
xplica p pela
e l a ausencla
ausência de indUstria indústria e m manu-
anu-
rac;&o ccom
ração om a a contribuic;io
contribuição de de um u m par por cento
cento da d a mlnerac;io
mineração ffatura
a t u r a baseadas
baseadas na utiltzac;ao de
n a utilização de recursos
r e c u r s o s naturals
n a t u r a i s do-
do-
ee de de quatro
q u a t r o porpor centocento da d a agricultura
a g r i c u l t u r a parap a r a oo produto
produto mestrcos, e do comércio
mésticos, comercto que as a c o m p a n h a . Pois
a s acompanha. Pois a a pro-
econOmico ttotal
económico o t a l dos
dos Estados
E s t a d o s Unidos.
U n i d o s . No No caso caso dosdos Esta-
Esta^- duc;io da
dução d a mtneracgo
mineração eé destinada, principalmente, a
d e s t i n a d a , principalmente, ex-
à ex-
dos Unidos,
dos U n i d o s , essa proporc;Ro baixa
e s s a proporção b a i x a ssustenta
ustenta u umam a vvastaasta portac;io em
portação e m sua s u a fforma primal'la. Certas
o r m a primária. exceções a
C e r t a s excecoes
ssuperestrutura
u p e r e s t r u t u r a de indUstria
indústria e m manufatura.
a n u f a t u r a . Na N a Nigeria,
Nigéria, essa generalfzacao
generalização podem podem ser eencontradas ncontradas n naa África
Africa do
rrevela
e v e l a ssimplesmente
implesmente u um m despreao
desprezo ttotal, sob oo cotontaus-
o t a l , sob colonialis- Sul,
S u l , ZA.mbia
Zâmbia e Congo. Um U m pouco de conversiio conversão ttern e m ocor-
mo, ddas
mo, a s potencialidades
potencialidades n nigerianas.
igerianas. A A razio
razão para p a r a lsso
isso rrido tambem eem
i d o também m palses
países coma como Marrocos, Argelia, Argélia, Mo· Mo-
nio esta
não está n noo fato
fato de que a Nigeria Nigéria esteja desprovida de camblque.
çambique. O cobre cobre da Africa do Sul
d a África Sul e é exportado
exportado e em
m
recursos industriais
recursos i n d u s t r i a i s naturais, como confirmam
n a t u r a i s , como c o n f i r m a m as a s recen-
recen- forma
f o r m a de m metal
etal e p pequena
equena p a r t e do seu
parte ferro ée enviado
s e u ferro enviado
tes descobertas
descobertas de petr6Ieo petróleo e ferro. Está ao exterior
ao e x t e r i o r em e m lingotes. O ouro ouro eé refinado. A não nio ser ser
Esta em que a agri-
e m que agri-
ccultura
ultura n naa Nigeria
Nigéria acarretavaacarretava m maior
a i o r llucro
u c r o ao iinvesti-
nvesti- par essas excecoes,
por exceções, a maioria m a i o r i a dos mineralsm i n e r a i s exportados
exportados
rnento
m e n t o europeu
europeu do do que que os riscos aacarretados
os riscos pelos maio-
c a r r e t a d o s pelos maio- eé embarcada
e m b a r c a d a da d a Africa
África em e m seu s e u estado primArio.primário. Vi.a Vão
aalimentar
limentar a ass indústrias
indU.strias e fábricas fAbrlcas ddaa Europa, E u r o p a , America
América
res ffornecimentos
res o r n e c i m e n t o s de capital c a p i t a l exlgidos
exigidos p pela prospecc;io e
e l a prospecção
e Japiio.
Japão. O minério minerto que dever8. deverá ser produzido na
ser produzido n a Sua-Sua-
�xplorac;io ddas
exploração as m minas.
inas.
zil3.ndia pela
zilândia pela S Swaziland
w a z i l a n d IronI r o n Ore Ore D Development
e v e l o p m e n t Corpo-
Corpo-
Em
E m 1962,
1962, o petróleo
petr6leo e os produtos produtos de petróleo petr6leo con- rration (proprtedade cconjunta
a t i o n (propriedade onjunta d daa AAnglo-American
n g l o - A m e r i c a n Cor-
tribuiram com
tribuíram c o m 9,9 9,9 por par cento cento p para
a r a as a s exportacoes
exportações d daa poration
p o r a t i o n e do poderoso grupo grupo britAnico
britânico do aço, aco, GuestGuest
Nigeria, m
Nigéria, mas as e é a a SShell-BP
h e l l - B P que espera colher colh�r aa maior maior Keen
K een & & Nettlefolds) irá tra ppara ara u um m grupo
grupo japonês[apones do ac;o, aço,
pparte dos benefícios.
a r t e dos beneficios. O O grosso
grosso dessa dessa exportação
exportaeao foi fol eemm à a. razao
razão de um u m milhio
milhão e 200 200 m mili l toneladas anuais. anuais.
6Ieo
óleo cru, cru,m mais
a i s de três tres milhões
milh6es de toneladas. AA compa- compa- Quando
Quando a ass nac;oes
nações de oorlgem r i g e m sãosio obrigadas
obrigadas a ccom om
nnhiah i a estabeleceu u uma ma m metae t a de exportação
exportac;a.D de cinco m mi·
i- prar
p r a r de de vvoltao l t a seus m minerais
i n e r a i s e ooutras u t r a s materlas-prtmas
matérias-primas
lh6es de toneladas
lhões toneladas ppara a r a 1965.
1965. A Ass refinarias
r e f i n a r i a s fficam
icam n naa sob a fforma o r m a de produtos produtos acabados, fazem-no fazem-no aa prec;os preços
E u r o p a , nio
Europa, não na n a Nigeria.
Nigéria. brutalmentc
b elev�cto.s. U
r u t a l m e n t e elevados. Um m anU.nclo
anúncio d daa G General
e n e r a l Electric,
Electric,

H
li 15
15
publicado no numero de mar�o-abril de 1962 de Modern
publicado ninforma-nos
o número deque março-abril
"do corac;;iio de 1962da deAfrica Modem
Government,
Government, das i n f o r m a - n o s de
queecc" d omundiais
coração vem d a mi·África
para os fornos fundic;;Oes
p a r a os fornos dmais a s fundições
forte, melhor - aco para cons-m i -
de aço m u n d i a i s v e m
um
nertc
nério p a r a uace
para m aço
e mais itrtlhos".
m a s forte, m e l h o resse
Com — ac;;o
aço da p a rAfri·
a cons-
truc;;Ro,
trução,maqulnas
máquinas e m a i s t r i l h o s " . C o m esse aço d a Áfri-
ca, c aa , General Electric fornece o transporte para trazer
a G e n e r a l valiosos
E l e c t r i c fornece
para seuo tpr6prio r a n s p o r tuso
e p aer ao trazer
de
outros minerals
outros m i n e r a i s valiosos p imperialistas. a r a s e u próprio uso e o de
outros grandes exploradores Em verboso
outros
Iraseado, ograndes
mesmo exploradores
anU.ncio ctescreve i m p e r i acoma
l i s t a s ."no
E m!undo verboso
fraseado, o m e s da m o Africa anúncio descreve como " n omats
fundo
da dselva
ricos
a s e l vtropical
a t r o pde i c a lminerio
d a África
Central
C e n t r
fica
a l
de manganCs". Mas sera f i c
um
a u m
dos
dos mais 2. Obstaculos ao
dep6sitos
para
ricos depósitos de minério
as necessidades da dAfrica?
p a r a a s necessidades
esta. "sendo abertc a África?
pelo
de Absolutamente. O lo-será
manganês".
grupoA b s o ltrances,
M a
u t a m e n t eCom-
s
. O lo-
2.progresso economico
Obstáculos ao
cal,c a lque
, que está de "sendo aberto pelo grupo francês, Com- progresso económico
pagnie Mtniere de l'Ogooue, fica no Rio Ogooue, na Re-
pagnie Minière 1'Ogooue, f i c a no R i o Ogooue, n a Re-
pU.blica do Gabao. Depots de ser retirado, o minerio
pública do Gabão. Depois de em ser r e t i r a d o suspensos
vagonetes , o minério
ser8. inicialmente transportado
será i n i c i a l m e n t e t r a n s pDepois o r t a d o sere.
e m vagonetes
durante 80 quilOmetros. transferidosuspensos a ve-
d u r a n t e 80 quilómetros.
e Depois
durante será t r a n s f e r i d o por
500 quil6metros a va^
minerto
g6es
locomotivas
de
gões de minério eate
locomotivas diesel,
diesel,
as
puxado
p uox apOrto
d o d ude
até o porto
usinas de aco
ran Point Noire, onde serapor
t e 500
dedoP omundo''.
quilómetros
i n t Noire,A onde expres-será
F ALANDO s0BRE a Africa Ocidental, em 1962, a Co-
embarcado
embarcadopara p a r a deve
a s u sseri n a sIida
de aço do m u n d o " . A expres-
missaoFALANDO SOBRE aN�6es
Econ6mica das Unidas para a Africa
África O c i d e n t a l , e m 1962, a Co-
eaosão"do mundo" coma dos Estados Uni- ressaltou:
"do m u n d o " deve ser l i d a como dos E s t a d o s U n i - missão Económica d a s Nações U n i dmostram
a s p a r a uma a África
dos,
dos,primeiro,
e da Pranea, em
p r i m e i r o , e d a França, e m segundo.
segundo. "Poucas outras regi6es do mundo taJ
r e s s a l t o ude : Estados relativamente pequenos, do ponto
Explora1,80 desse tipo s6 e possivel por causa da multldii.o
Exploração do desse tipo só
contlnente é possível
africano. por c a u s a eda
Balcaniza<;S.o demultidão
vista " P odeu c a s o u t r a s eregiões do mA
procucao populacao. u nUllica d o m oregiB.o s t r a m similar
u m a tal
balcanizai;ii.o
balcanização do c o n t i n e n t edoa fneocolonialismo
ricano. Balcanização de E s t a d o s r ee l aet iAmerica
v a m e n t e Central".
pequenos, do ponto
urn instrumento e e ne- é dademesma impart3.nciae população. A única região s i m i l a r
u mimportante
i m p o r t a n tencontrada
e i n s t r u m e nonde t o doquer neocolonialismo
que o neocolonia- e é ne- Av i sAfrica
t a de produção
Ocidental esta de rate dividida em 19 Es·
cessS.riamente d a m e s m a importância é a América C e n tdais r a l " .enclaves
c e s s a r i a m e n t e e n c o n t r a d a onde quer que o neocolonia-
lismo tados A África O c iindependentes,
diferentes, e inclui
l i s m osejas e j apraticado.
praticado. coloniais d epor
n t a lEspanha
está de fato
possuidos independentes, e ePortugal.
d i v i d i d aAe m 19 E s -
popula-
tados diferentes,
da area e aproximadamente um terc;o da popula- i n c l u i dois enclaves
98.0coloniais da possuídos por Eas ppopulacao
a n h a e P omedia r t u g a l .dos A patses
popula-
io total
<;:ição Africa, mas
d a área éa aexclusac p r o x i m a dda e n t e u me de
a mNig€ria, terço cerca d a depopula-
dots
independentes,
ção t o t a l d a África, m a s a população média dos países
a tres milh6es de habitantes. E engano, no entanto,
independentes, mesmo à exclusão
a Nigeriad acoma Nigéria, umaé excecao de c e r c a adepoli- dois
considerar
a três milhões de hprattcada a b i t a n t e s . pelos
É engano, n ocoloniais.
entanto,
tica de balca.niza93.o sennores
Ac oconstituic;ii.o
n s i d e r a r m e s imposta
t i c a dedividiabalcanização
m o a Nigéria
p r a
at i cNigeria
a d
como quando
a pelos
u m a exceção
senhores
da indepen-à polí-
coloniais.
aencia o pais em tres reglOes (que depots pas-
A constituiçãoa quatro) i mfrouxamente
p o s t a à Nigéria ligadas q u aem n d o base d a indepen-
Iedera-
saram
tiva mas com suficientes poderes reservados depois
dência d i v i d i a
s a r a m a q u a t r oarrutnar
o país
) frouxam
e m três
e n t e
regiões
l i g a d a s
(que
e m
as
base
pas-
regiOCs
federa-
para poderem qualquer planejamento econ6-
tiva m ema sconjunto.
c o m s u f i cSei e n tos
e s outros
poderesEstados reservados da Africaàs regiões
siio
mico
p a r a poderem a r r u i n a r q u a l q u e r p l a n e j a m e n t o econó-
m i c o e m c o n j u n t o . S e os outros E s t a d o s d a África17são
16
16 17
exemplos de
exemplos de balcanizacao
balcanização politica, política, a a Nigeria
Nigéria e é umu m exem-
exem- sustentarem,
s u s t e n t a r e m , atravesatravés de de u umam a redistribuic;8.o
redistribuição de de suass u a s ren-
ren-
plo de balcanização econOmica.
de balcanizacao económica. Gana, G a n a , com com u umam a popu-
popu- das;
das; senghor, Senghor, p particularmente,
a r t i c u l a r m e n t e , acusou
a c u s o u com c o m amargura
amargura
lação de m
Ia,;;8.o maisa i s de sete milhões, milhOes, S6 só escapou a um u m destino
destino a Franc;a
França de "balcanizar" " b a l c a n i z a r " a AfricaÁfrica na n a Leri-Cadre
Loi-Cadre... ... C Com
om
semelhante
semelhante por ceuse c a u s a da d a resistCncia
resistência oposta oposta pelo pelo G Go-o- aa escolha
e s c o l h a de tal t a l modo predisposta, SOmente somente a Guine Guiné
verno do
verno do Partido
P a r t i d o Popular
P o p u l a r da d a ConvencS.o
Convenção ao ao plano
p l a n o brl-
bri- votou
votou ccontra o n t r a a Constituic;ao;
Constituição; todas tOdas as a s demais
d e m a i s ttornaram-
ornaram-
tAnico de criar
tânico c r i a r n8.o
não menos m e n o s do que clnco cinco reglQes,
regiões, algu- algu- se repl.lblicas
repúblicas autOnomas, autónomas, mernbros m e m b r o s da d a Comunidade
Comunidade
mas
m a s com população inferior
com populacao inferior a a um mnhgo, mas
u m milhão, m a s t6das
todas Franco--Africana."
Franco-Africana."
possuindo suficientes
possuindo s u f i c i e n t e s pnderea
poderes para p a r a derrotar
derrotar u um m plane-
plane-
j a m e n t o centrallzado.
Temendo
T e m e n d o que o exemplo da
o exemplo d a Guine
Guiné pudesse ser se-
ser se-
jamento centralizado.
guido por outros outros EstadosE s t a d o s que que haviamh a v i a m decidido
decidido se se unir
unir
Quénia, que tambem
Qu8nia, também fol forçada a
foi for,;;ada a aceltar
a c e i t a r um
u m tipo
similar
s i m i l a r de constituição, quando
de constltutcao, q u a n d o da d a tndependencla,
independência, ape-
tipo
ape- aà Comunidade,
C o m u n i d a d e , o Gcvemo G o v e r n o trances
francês retirou r e t i r o u do territ6rio
território
nas
n a s recenternente
recentemente conseguiu c o n s e g u i u iinstituir
nstituir u um regime uni·
m regime uni- tudo o que tivesse tivesse vvalor. alor. A Administra.dores
d m i n i s t r a d o r e s e profess6res
professores
Iicado.
ficado. foram
f o r a m removidos.
removidos. Documentos D o c u m e n t o s e até ate 1§.mpadas
lâmpadas eletrlcas elétricas
fforam
o r a m tirados
t i r a d o s dos predios da
dos prédios Administrac;ao. Assisten·
d a Administração. Assistên-
Quando
•Quando a a Franca
França encontrou e n c o n t r o u pelap e l a frente
frente a a possibi-
possibi- cia
c i a financeira,
f i n a n c e i r a , apoio comercial c o m e r c i a l e o pagamento
p a g a m e n t o de pen-
lidade
lidade de de serser Ioreada
forçada a a aceitar
a c e i t a r alguma
a l g u m a formaf o r m a de de inde-
inde-
si5es
sões aos veteranos v e t e r a n o s de guerrag u e r r a da d a Guine
Guiné foram f o r a m suspensos.
pendência, ou
pendencia, o u pelo menos m e n o s de autogovCrno
autogoverno p para
a r a os terri-
terri-
t6rios
tórios das das antigas federa,;Oes colonials
a n t i g a s federações coloniais da d a Africa
África Oci- Oci- Apesar
A p e s a r da d a pressao
pressão assim a s s i m exercida s6bre a Guine,
e x e r c i d a sobre Guiné,
dental
dental Francesa,
F r a n c e s a , umau m a serte série de de medidaa
medidas de de balcantsacac
balcanização os
os restantes
r e s t a n t e s Estados
E s t a d o s franceses
f r a n c e s e s foram
f o r a m roreedoa
forçados p pela
e l a pres-
foram tomadas
foram t o m a d a s pelo Governo G o v e r n o francCs.
francês. A Loi-Cadre Loi-Cadre de sao
são interna
interna a a buscar
buscar a a independCncia
independência politica. política. IIsso s s o des-
des-
1956 estabelecia aass fronteiras f r o n t e i r a s dos atuais a t u a i s Estados
E s t a d o s de lin- lín- truiu
t r u i u a concepcao.
concepção, usualmente u s u a l m e n t e associada
a s s o c i a d a ao General
G e n e r a l DeDe
g u a Irancesa.
gua f r a n c e s a . O prccesso
processo de desmantelamento d e s m a n t e l a m e n t o iniciado
iniciado Gaulle,
G a u l l e , criador
c r i a d o r da d a Comunidade
C o m u n i d a d e Francesa,
F r a n c e s a , de de umu m grupo grupo
pela Loi-Cadre
Loi-Cadre foi completado
completado pelo referendo referendo de 1958 1958 n8.o-soberano
não-soberano de de E Estados
s t a d o s africanos,
a f r i c a n o s , cada
c a d a qual liga.do se-
q u a l ligado se-
s6bre
sobre a Constltui,;8.o
Constituição da d a Quinta
Q u i n t a RepUblica
República Francesa. Francesa. paradamente
paradamente a à Franca.
França. As "repúblicas autOnomas".
A s "repl.lblicas autónomas",
Cada
C a d a um u m dos território
territ6rio criados pela Loi-Cadre rot
p e l a Loi-Cadre foi cha·
cha- uuma m a depois
depois da d a outra,
o u t r a , obtiveram
o b t i v e r a m a soberania
s o b e r a n i a iinternacio-
nternacio-
mado
mado a decidir separadamente s e p a r a d a m e n t e se desejava permanecer permanecer nal
n a l masm a s sob condiedes condições tao tão a adversas
d v e r s a s que foram f o r a m obriga-
obriga-
como um territ6rio da
u m território d a Franca
França no n o ultramar,
u l t r a m a r , uma u m a repu-
repú- das de fato fato a manter m a n t e r todos os tacos laços militares,
m i l i t a r e s , financei-
financei-
blica
b l i c a autOnoma
autónoma dentro dentro da d a Comunidade
C o m u n i d a d e Francesa,F r a n c e s a , ou ros, comerciais
c o m e r c i a i s e económicos
econOmicos do periodo período colonialc o l o n i a l ante-
ante-
ser mdependente.
independente. rior. Para P a r a terem
t e r e m a possibilidade
possibilidade de chegarem c h e g a r e m a eexistlr xistir
Teresa Hayter, H a y t e r , assistente de p pesquisa
e s q u i s a - do IInstitiito
nstituto como Estados E s t a d o s independentes,
independentes, esses antigos antigos territ6rios
territórios
Britallico
Britânico de Desenvolvimento
D e s e n v o l v i m e n t o do Ultramar, U l t r a m a r , no numero número franceses foram roreados a aceitar
f o r a m forçados a c e i t a r a "ajuda''
" a j u d a " francesa
francesa
de abril de 1965 1965 do jornal j o r n a l do Real R e a l Instituto
I n s t i t u t o Britiinico
Britânico ate
até parap a r a fazerfazer frentefrente as às suaa
s u a s despesas comuns. comuns.
de AsSuntos
Assuntos Intemacionais,
I n t e r n a c i o n a i s , descreveu o processo: processo: A "ajuda"
A " a j u d a " francesa
f r a n c e s a as às naeoes
nações em e m desenvolvimento
desenvolvimento
"Os territ6rios deviam
"Os territórios d e v i a m tomart o m a r decis6es
decisões em e m separado;
separado; e,
é, proporcionalmente
proporcionalmente a à renda
r e n d a nacional
n a c i o n a l da d a Franca,
França, a a
eram portantop o r t a n t o Cles,
eles, e nao não as a s Federacdes
Federações da d a Africa
África Oci- Oci- mais
m a i s altaa l t a dodo mundo
mundo e e e,é, eme m termos
t e r m o s absolutos,
absolutos, a a segun-
segun-
dental e Equatorial,E q u a t o r i a l , que deviam d e v i a m llegalmente
e g a l m e n t e herderh e r d a r os da.
da. QuaseQ u a s e toda t o d a essa " a j u d a " eé a
essa "ajuda" absorvida
bsorvida p por
o r compro-
compro-
poderes da
poderes d a Franca;
França; não nae fol foi ttomada
o m a d a rnedidam e d i d a alguma
alguma missos
missos na n a Africa
África ee perto perto da d a metade
metade vai vai p a r a os
para os 14 14 Es-
Es-
reforçar as
p a r a rercrcar
para a s institui1;5es
instituições federativas f e d e r a t i v a s e na n a verdadc
verdade tados
tados que que cram e r a m anteriormente repúblicas autonomas
a n t e r i o r m e n t e repllblicas autónomas ee
estas foram f o r a m desmanteladaa
d e s m a n t e l a d a s ap6s após o referendoreferendo e chega- chega- cuja
c u j a populacao
população total t o t a l eé apenas
a p e n a s ligeiramente
ligeiramente m maior
a i o r dodo
ram
r a m formalmente
f o r m a l m e n t e ao fim f i m em e m abril
a b r i l de 1959.1959. 0 O prop6sito
propósito que
que a a da d a Nigeria.
Nigéria. Ajuda A j u d a dessedesse tipo tipo poctepode ditar d i t a r asa s rela-
rela-
original das federacdes ff6ra
d a s federações o r a capacitar
c a p a c i t a r as a s cotentas
colónias a se c;Oes
ções d daa Africa
África com c o m o mundo m u n d o desenvolvido
desenvolvido e, como a

18
IS /9
19
era mais do tnteresse da Franca e o Relat6rio conse-
experiencia demonstrcu, ser extremamente perlgosa para
experiência d e m o n s t r o u , ser e x t r e m a m e n t e perigosa p a r a e r a m a i s doaconselbava
qilentemente interesse daaFrança redlstrtbuicao
e o Relatório da ajuda conse-
quernquem a recebe,
a recebe. francesa.
q u e n t e m e n t e aconselhava a redistribuição que
De qualquer forma, a Franca tinha d acum-ajuda
A Aajuda francesa a Africa nasceu origlnalmente da
a j u d a f r a n c e s a à África n a s c e u o r i g i n a l m e n t e d a
flrmas e tndividuos !ranee� obtlnham prir f r a suas . D e q u a l q upara
n c e s a obrtga�Oes com oa Mercado
e r forma, França t iComum n h a que Eu- cum-
vantagem que
v a n t a g e m que f i r m a s e indivíduos franceses o b t i n h a m ropeu.p r i r Sobs u a saobrigações
nova Conven�ao p a r a c ode m Associa�ao
o M e r c a d o que C o mentrou
um E u -
dadzona africana do trance e lsso determmou o esque- emropeu. em meados de 1964, os de seisAssociação
membros que do Mer-
a z o n a a f r i c a n a do f r a n c o e isso determinou o esque-
o a �juda ainda e da�a. Enquanto as vigor Sob a n o v a Convenção entrou
mam asegundo segundo qual o q u a l a a j u d a a i n d a é dada. E n q u a n t o a s cado Comum Europeu deviam
e m vigor e m meados de 1964, os seis m e m b r o s do Mer- alcanear, par est8gios,
relacoes criadas pela ajuda eram prove1tosas a j'ranca, a cado
relações c r i a d a s p e l a a j u d a e r a m proveitosas à França, situac;Ro C o mde u muma E u rarea
o p e uded elivre
v i a m comercio
alcançar, ep oisso ngo
r estágios,
elaelanaturalmente continuou. Era realmente u�a. taxa
n a t u r a l m e n t e c o n t i n u o u . E r a realmente u m a t a x a permite
a situação mais dea uFranca m a áreadiscriminar em favore dos
de l i v r e comércio isso Es- não
eobrada aos contribuintes franceses em benef1c10 de tados
cobrada aos c o n t r i b u i n t e s franceses e m benefício de i t e m a i s ànem
p e r mafricanos, Françapermite d i s car i esses
m i n a r Estados
e m f a v odiscrimi-
r dos E s -
individuos e firmas francesas.
indivíduos e f i r m a s f r a n c e s a s . nar tadoscontra a f r i cos
a n oassociados
s , n e m permite da Franca a essesnoE sMercado t a d o s d i s cCo·
rimi-
o Ovalor v a l o rglobal
dessa politica para a Fran\;a era o
global dessa política p a r a a França e r a o mum. n a r As c o n expcrtacfies
t r a os associados de&Ses dEstados,
a Françaao nfim de um pe-
o Mercado Co-
dedeque, em troca de
que, e m t r o c a demerc. a�os e eprecos
mercados
�arantidos para
preços garantidos p a r a riodo
m u mde . Acinco s exportaçõesanos, teriio desses queE sacompanhar
t a d o s , ao f i m osde precos u m pe-
produtos prim8.rios colon1a1s, como
produtos primários coloniais, como café, c a c a u , a m e n -
cafe,. cacau, .amen- mundiais.
ríodo de Em cinco anos, terãodisso,
consequencta que a a c producao
o m p a n h a r deosmate· preços
doim banana e algod8o, os gstados afrtcanos tfnham m u n d i a i s . Ecriada
rias-primas, ante a promessa
m consequência disso, a produção de garantia de maté-de
doim, b a n a n a e algodão, os E s t a d o s africanos t i n h a m
quequeimportar
da Pranca quantidades �ixas _de certos
i m p o r t a r d a França q u a n t i d a d e s f i x a s de certos mercados
rias-prime ante a p r o m enao
c r i a d aprovAvelmente
a s ,preccs. s s a conseguir&.
de g a r a n t i aal-de
bens. coma maqulnaria, produtos t�xte1s, acucar e fa-
bens, como m a q u i n a r i a , produtos têxteis, açúcar e f a - cancar
mercados nivele competitive
preços, provavelmentenas condicoesnão mundiais.
conseguirá E di-a l -
rtnha de trigo, entiio sem condt�oes de .competlr em ficil
cançar imaginar coma o Senegal, particularmente,
nível competitivo n a s condições m u n d i a i s . É d i - pod.era
r i n h a de trigo, então s e m condições de competir e m
preçoouo usupf!rfluos
preco na E u r o p a �, ealem
supérfluos n a�uropa,
�o os Esta-
além disso os E s t a - sefícilhaver i m asem g i n a rum como subsidio francesp a para
o Senegal, r t i c u l aseu
r m eamendoim
n t e , poderá
dos eram rorcados a Ifmitar suas Importacoes
dos e r a m forçados a l i m i t a r s u a s importações de países
de paises e se o Presidente
h a v e r s e m Senghor u m subsídio j<l chamou
francês ap a aten!;8.0
r a s e u apara m e n d oai m
fora da zona do rranco.
f o r a d a z o n a do f r a n c o . E m b o r a esse
Embora esse esquema
esquema seria r e s i d e n t eeconOmica
e o Psitua�Ro Senghor já emc hque a m o isso
u a pOe atençãoo seu p pais. ara a
tornasse insensato
tornasse i n s e n s a t oqualquer
piano de comercio intera- De situação
q u a l q u e r p l a n o de comércio i n t e r a -
durante um perlcdo, altamente rendoso
séria fato, o económica limitado neocolonialismo
e m que isso põedoo speriodo e u país.
f r i c a n o , foi
fricano foi, d u r a n t e u m período, a l t a m e n t e rendoso frances D e esta fato,agora o l i sendo
m i t a d odissolvido no neocolonialismo
para a' Fra�!;a. Com a queda do preco mundial d� coletivo
neocolonialismo do período
p a r a a França. C o m a queda do preço m u n d i a l dos
gsses proventos comecaram a dtmt- francês está a g o r a sendo dissolvido n o que
do Mercado Comum Europeu, permite a
neocolonialismo
produtos primllrios,
produtos primários, esses proventos começaram a d i m i - outros Estados, ate aqui fora da area reservada fran- a
nuir assim coma o entusiasmo pela "ajuda" na g'ranca. coletivo do Mercado C o m u m E u r o p e u , que permite
lucrarem
No
n u i r , a s s i m como o e n t u s i a s m o p e l a " a j u d a " n a França.
�omento, o maxtmo que se pode dizer em favor da cesa,
outros E s t a d o scom , até o asistema.
q u i f o r a Racionaliza,
d a área r e s etambem, r v a d a f r aan -
No m o m e n t o , o máximo que se pode dizer e m favor d a
e niio tira agora, come no passado, divisao
c e s a ^ l da u c rAfrica
a r e m cem o m zonas
o s i s teconOn1icas
e m a . R a c i o nbaseadas
a l i z a , também, na Eu- a
ajuda francesa que
um
a j u d a f r a n c e s a é que não t i r a agora, como n o passado,
real para a Pranca em detrimento dos Es- divisão d a África e m zonas económicas baseadas n(Leo-
ropa, ao incluir quatro outros Estados. O Congo aEu-
u m provelto
proveito r e a l p a r a a França e m d e t r i m e n t o dos E s - ropa, ao i Burundi
poldville), e Ruanda outros siio, E s t acomo
d o s . Oantigas Congo coIO-
tados menos desenvolvidos do seu antigo tmpeno afri- n c l u i r quatro (Leo-
tados menos desenvolvidos do seu antigo império a f r i -
resume a situa!;lio do seguinte nias
p o l d vbelgas, u r u n d i ao
i l l e ) , Bligados e Rsistema
u a n d a são, econOmico
como a nbelga, t i g a s ecoló-
a
cano. Teresa Hayter
cano. T e r e s a H a y t e r r e s u m e a situação do seguinte Somalia, atraves de sua associac;ao anterior com a Ita-
n i a s belgas, ligados ao s i s t e m a económico belga, e a
mode:
modo: lia,
Somália,e tarnbem através incluida
de s u acomo associaçãoum Estado a n t e r i oassociado
r c o m a Itá- do
"A
" A Franca
nilo g a n h a nem
França não ganha
perde, ne�sas transacoes
n e m perde, nessas transações Mercado Comum.incluída como u m E s t a d o associado do
investimento pr1v�do, �espesas l i a , é também
c o m os
com Estados:
os E s t a d o s : ajuda,
a j u d a , i n v e s t i m e n t o privado, despesas Mercado Um agrupamento Comum. como esse provoca os problemas
do Qov@rno trances e importa�Oes da �r1ca sao eq�l- mais Uamplos
do G o v e r n o francês e importações d a África são equi-
libradas exporta�oes para a Af�1c�: repatrla�ao m a g r u p a m e n t o como esseafricano
do neocolonialismo p r o v o c ae os acentua
problemas sua
pelas
l i b r a d a s pelas exportações p a r a a África, repatriação natureza
m a i s a m p l o s do neocolonialismo a f r i c a n o e a c e n t u a das
irresponsS.vel. Dos Estados desmembrados sua
de capital e remessas de luc;os. e sa�8.r1os . .
de c a p i t a l e remessas de l u c r o s e salários."
de coisas nao e mais constderado v_an- n a t u r e z acoIOntas
ontigas irresponsável.francesas, D o sum E s t acteles, a Quine, rot ca-
d o s desmembrados das
E s s e estado
'£sse
a n t i gcom
paz, grande sofrimentofrancesas, ue mperdas, deles, ea verdade, de cse
tajoso para
tajoso a Fran!;a. o Relat6rio Jeannener, .publ1ca-
estado de coisas não é m a i s considerado v a n -
p a r a a França. O Relatório J e a n n e n e y , p u b l i c a - llbertar
paz, c o m
a s colónias
do g tipo
r a n d edesofrimento
contrOle neocolonialista
Guiné, foi
e p e r d a s , é verdade, imp6stodeaos
a-
se
do em 1964 e expressando o ponto de vista oftctal fra:1- dcmais.
do e m 1964 e expressando o ponto de v i s t a o f i c i a l f r a n -
o sistema protetor da zona francesa nao l i b e r t a r Malido tipo foi de forc;ada
controle a aceitar
n e o c o l o algumas das regras
n i a l i s t a imposto aos
ces, frlsou que
cês, f r i s o u que o s i s t e m a protetor d a z o n a f r a n c e s a não s regras
21
20
20 21
ee regulamenlos
r e g u l a m e n t o s que g o v e r n a m as
que govemam as relaeoes
relações entre as as a an-
n- no
no qualq u a l procuro
p r o c u r o explicar
explicar o poder ee ramiftcacoes
o poder ramificações do do con.con-
i g a s colOnias
ttlgas colónias francesas f r a n c e s a s e a Franca, França, mas m a s pelo menos menos trOle
trole financeiro
f i n a n c e i r o internacional.
i n t e r n a c i o n a l . Aqui A q u i temos
temos um u m super-
super -
instituiu
i n s t i t u i u aa sua própria moeda,
s u a pr6pria moeda, limita l i m i t a as a s transrerencias
transferências Estado
E s t a d o que que pode pode as às veees
vezes ate até contrarlar
c o n t r a r i a r osos desejos
desejos poli- polí-
dede dinheiro p a r a oo exterior
d i n h e i r o para e x t e r i o r ee recebe
recebe da d a Franca
França apenas apenas ticos
ticos do do pafspaís que que eé nominalmente
nominalmente o o senhor
s e n h o r neocclontal.
neocolonial.
uma
u m a garantiag a r a n t i a parcial
p a r c i a l da d a paridade
p a r i d a d e de sua s u a moeda com com O
O con trOle dos
controle dos !undos
fundos dos dos Esta
E s t adosd o s afrlcanos
a f r i c a n o s sobsob oo
oo rranco.
f r a n c o . No No caso caso de de todostodos os os outros
outros Estados, E s t a d o s , suas
suas neocolonialismo trances
neocolonialismo francês eé exerctdo exercido pelo pelo conselho
conselho admt- admi-
moedas Ioram f o r a m estabilizadas
e s t a b i l i z a d a s eme m uma u m a paridade
p a r i d a d e fixaf i x a com
com nistrativo
n i s t r a t i v o dos
dos seusseus bancos
bancos centrals, que sac
c e n t r a i s , que são compostos
compostos
o franco
f r a n c o ee tlm têm aa garantiag a r a n t i a total
t o t a l do do Tesouro
T e s o u r o francea.
francês. parcialmente
p a r c i a l m e n t e de de franceses,
franceses, sem s e m cujac u j a concordA.ncia
concordância n ne-
e-
:£sses
E s s e s Estados p a g a m os seus ingressos de francos
E s t a d o s pagam f r a n c o s fran-
fran- nhuma
n h u m a decisiodecisão s6bre sobre politlca
política monetariamonetária pode pode ser ser to- to-
ceses atraves através de contas c o n t a s de operacgo.
operação, no n o Tesouro fran- fran- m a d a . :£sse
mada. E s s e complexo
complexo bancArio bancário trances. francês, com c o m seu s e u con-con-
c�.
cês. Essas E s s a s contas
c o n t a s podempodem sotrer sofrer retiradas além do saldo
r e t i r a d a s alem saldo trOle absoluto
trole absoluto das moedas ee pagamentos
das rnoedas p a g a m e n t o s externos
e x t e r n o s dosdos
e os os Estados podem levantar
E s t a d o s podem l e v a n t a r fundos, com c o m a garantia
garantia Estadoo
E s t a d o s neocoloniais,
neocoloniais, poderia, poderia, tte6ricamente,
eoricamente, d ditar
itar a a es-
es-
de suas próprias moedas, sem
s u a s pr6prias s e m limite.
l i m i t e . No en e n tan
t a n tto,
o , .n
n�-
a- ses
ses Estados
E s t a d o s que que acompanhassem
acompanhassem a a politlca
política ffrancesa.rancesa. o O
turalmente,
t u r a l m e n t e , seja q u a l fOr
s e j a qual fôr a sltuacio
situação te6rica, teórica, a posicao posição complexo,
complexo, n e n t a n t o , esta
noo entanto, está par por sua� s u a vezvez sujeito,
sujeito, pela
financeira
f i n a n c e i r a Internaclonal desses paises
i n t e r n a c i o n a l desses países esta está sujelta
sujeita a a con-
con- maneira
m a n e i r a adlante
a d i a n t e descrlta,
descrita, a a pressoes
pressões externas e x t e r n a s que quu
trole, uma
trOle, u m a vez que. que a qualquer q u a l q u e r momenta
m o m e n t o suas s u a s contas
contas ap6iam
a p o i a m mats mais a a orientac;io
orientação dos dos Estados
Estados U Unldos
n i d o s do do que que
de operacgo
operação no n o Tesauro
T e s o u r o trances
francês podem ser ser bloqueadas,
bloqueadas, aa dad a Franca,
França, quando q u a n d o surgesurge u uma diferença de
m a dtrerenca de optntoea.
opiniões.
como
como foi foi feito
feito no n o casocaso da d a Gutne.
Guiné. A m maioria
a i o r i a dosdos Estados
Estados
Parte
P a r t e dodo vvalora l o r dede iniciar
iniciar u um m estudo
estudo do do neocolonia-
neocolonia-
interessados, de qualquer
mteressados,
cesstrla
cessária para p a r a enfrentar
q u a l q u e r maneira,
m a n e i r a , n8.o
e n f r e n t a r semelhante
não �em
s e m e l h a n t e pressao,
t e m !Orea
pressão, como f�
força n ne-
fêz a
e-
lismo
lismo e em s e u contexto
m seu contexto a!ricano a f r i c a n o esta
está e emm queque esse esse estu-estu-
Guiné.
do
do fornecera
fornecerá exemplos exemplos p para todos os
a r a todos oe tipos
tipos do do ssistema
istema
Quine. t impossivel
É impossível definir definir a a sltuacio
situação africana a f r i c a n a em e m termos
termos de de
Par
P o r que ent8.o, então, pode-se perguntar, p e r g u n t a r , essesesses poderes poderes Estados
E s t a d o s independentes,
independentes, divididos divididos eentre ntre o o campo
campo ni0-ali- não-ali-
nio
não foram f o r a m suficientes p a r a permitir
s u f i c i e n t e s para permitir A à Franca
França p persua-
ersua- nhado
n h a d o ee o o n neocolonialista:, colOnias ee Estados
e o c o l o n i a l i s t a , colónias E s t a d o s rracistas
acistas
dir
dir esses esses Estados
Estados a seguirem a
a seguirem a t u a l onentaego
a atual orientação exterior exterior coma
como a a Africa
A f r i c a dodo S Sul.
ul.N Naa África,
Africa, todas todas aass antigas co-
a n t i g a s co-
r a n c e s a , baseada
fIrancesa, b a s e a d a num n u m concelto
conceito de "terceira !Orea"? A
" t e r c e i r a força"? A 16nias que
lónias que aagora g o r a se se ttornaram
o r n a r a m independentes,
independentes, iincluindo ncluindo
França nio
Franca não apoiouapoiou os Estados E s t a d o s Unidos
U n i d o s e a Belgtca Bélgica n naa partlcularmente
p articularmente a a África
Africa do do SSul, estiio ssujeitas
u l , estão ujeitas a a uun1 m
sua intervenção "humanit8.ria"
s u a tntervencgo "humanitária" no n o Congo, em e m Stanley-
Stanley- certo ggrau
certo r a u de de pressões
press6es neocolonlalistas
n e o c o l o n i a l i s t a s às as qquais,u a i s , por
ville. Ao A o contr8.rio
contrário da d a Grii-Bretanha
Grã-Bretanha e outras nacoes do
o u t r a s nações mais
m a i s queque queiram
q u e i r a m rresistir, nio podem
e s i s t i r , não podem iintelramente
n t e i r a m e n t e es- es-
Mercado
Mercado Comum, C o m u m , a Franca França opOs-se opôs-se abertamente
abertamente a à po- capar,
c a p a r , porpor maism a i s que que llutem.
utem. A A diferença
diferenca está esta realmentc
realmente
lftica
lítica dos Estados E s t a d o s Unidos
U n i d o s em e m Sao São Domingos,
D o m i n g o s , reconhe-
reconhe- entre os
entre os E Estados
s t a d o s que que aaceita.m
ceitam o o neocolonialismo
neocolonialismo como como
ceu República Popular
c e u a Repllbllca P o p u l a r da d a China
C h i n a e recomendou
recomendou a n neu-
eu- politica ee os
política OS que que llhe h e rresistem.
esistem. D Do o m mesmo modo, oo pro-
e s m o modo,
tralização do Vietni.
tralizacio Vietnã. No entanto entanto a apenas
penas u umama m minorla
inoria bblema
l e m a ccolonial
olonial d daa AAfrica
f r i c a é, e, sob
sob m muitos aspectos, rreal
u i t o s aspectos, eal
dos
dos EstadosE s t a d o s africanos,
africanos, a aparentemente
p a r e n t e m e n t e sob sob o o contrOle
controle mente
m neocolonial. O
e n t e neocolonial. Oss territórios
territ6rios aafrlcanos f r i c a n o s portugueses
portugueses
neocolonial francês,
neocolonial trances, acompanhou a c o m p a n h o u a lhnha i n h a ffrancesa.
rancesa. A pparecem
arecem à a pprlmeira
r i m e i r a vvista
i s t a llevantar
e v a n t a r aapenas
penas a a questão
questio ddn a
maioria
m a i o r i a d@les
deles recusou-se a reconhecer reconhecer a China China o ouu a crt-cri- llberdade do domínio
liberdade dominio ccolonial, olonial, m mas as n naa verdade
verdade exlstem existem
i c a r , de
tticar, de modomodo algum, algum, a politica dos
a política dos Estados
E s t a d o s Unidos.
Unidos. coma colónias
como colOnias somente SOmente porque porque PPortugal o r t u g a l é, e, eem m ssi, i , uumm
Na
N a verdade, comportam-se comportam-se de modo mode que sugere sugere esta- esta- Estado
E neocolonial. D
s t a d o neocolonial. Durante
u r a n t e os os últimos
ultimas 50 50 anos
anos aass ggran· ran-
r e m mais
rem m a i s sob sob a a influência
in!lue.Ilcia dos dos Estados
Estados U n i d o s do
Unidos do queque des potências
des potencias cconsideraram onsideraram a ass colónias
colOnias portuguesas
d
daa França.
Franca. A resposta a
A resposta a esse a p a r e n t e paradoxo
esee aparente paradoxo ser6. será coma ffichas
como que podem
i c h a s que podem ppassar as mãos
a s s a r às miios uuma m a das das ooutras
utras
e n c o n t r a d a , espero,
encontrada, espero, nos n o s capítulos
capltulos seguintes seguintes deste deste llvro livro ppara
a r a rreajustar
eajustar o o equilíbrio
equilibrio de de força.
!Orea. E Em 1913, ingleses
m 1913,

222
2 23
23
alemães rubricaram
ee alemiies r u b r i c a r a mum u macOrdoacordo dividindo-as
dividindo-as e e isso isso s6só opressio e exploraeao dos habitantes africanos (as
opressão e exploração dos h a b i t a n t e s a f r i c a n o s ( a s
fol
foi tmpedldo pelo inicio da Primelra
impedido pelo início d a P r i m e i r a G u e r r a M u n d i a l Guerra Mundlal quats naturalmentc ela oficialmente reprova) por cau-
quais n a t u r a l m e n t e e l a oficialmente r e p r o v a ) por c a u -
NoNo pertodoperíodo de a p a z i g u a m e n t o anterior
deapaziguamento a n t e r i o r a.à gegunda
S e g u n d a Guer- Guer- '�s a de u m a s u p o s t a ccnvencgo
de uma suposta parlamentar britantca.
convenção p a r l a m e n t a r britânica.
rar a Mundial
M u n d i a l , quandoquando pensaram p e n s a r a m que que Hitler H i t l e r podtapodia ser ser
,.,,.., outras palavras, ao manter a Rodesia nominalmente
E m o u t r a s p a l a v r a s , ao m a n t e r a Rodésia n o m i n a l m e n t e
comprado c�m
comprado c o m uma u m aoferta oferta de de territ6rio
território colonial, colonial, as asco- co-
como uma col6nia, a Gr8.-Bretanha
como u m a colónia, a Grã-Bretanha n a verdade dá a
na verdade dli a
IOnias
lónias portuguesasp o r t u g u e s a s roram f o r a m novamente
n o v a m e n t e encaradas
e n c a r a d a s coma como
sua protecgo oficial, coma a uma s e g u n d a Africa
s u a proteção o f i c i a l , como a u m a segunda África do
do
oo precopreço adequadoadequado do do suborno.
suborno. Hui,S u l , e os r a c i s t a s europeus f i c a m l i v r e s p a r a t r a t a r os
e os racistas europeus ficam livres para tratar os
hnbttantes
h a b i t a n t e s africanos
a f r i c a n o s coma
como Ihes l h e s aprouver.
Se P o r t u g a l controla
S e Portugal c o n t r o l a hoje
hoje essas essas colOnias
colónias eé al?enas apenas aprouver.
por causa c a u s a da força militar
d a (Orc;a m i l i t a r queque Ihe l h e advern
advém da d a ananca O sistema rodesiano tern assim todas as caracte-
por aliança O s i s t e m a rodesiano t e m a s s i m todas a s c a r a c t e -
, nãoe émembro
dad a oTAN.OTAN.Portugal, P o r t u g a l no , noentanto,
e n t a n t o nao m e m b r odad a OTANOTAN rtsucee do modelo neocolonialista. A poWncia senhorial
i [sticas do modelo neocolonialista. A potência s e n h o r i a l ,
porque posse dar qualquer assistencia
porque possa d a r q u a l q u e r assistência m i l i t a r à aliança, militar a alianc;a, Grã-Bretanha, �ede
0!'0.-Bretanha, a um governo local, s6bre o qual di�
cede a u m governo l o c a l , sobre o q u a l diz
porque eé uma
mas
m a s porque u m amanelra c o n v e n i e n t e . pela.
m a n e i r a coz:veniente p e l a gual q u a l oo
nuo ter controle, poderes ilimitados e exploracao ili-
não ter controle, poderes i l i m i t a d o s e exploração i l i -
posto aà dtspostcac
territ6rio
território portugues português pode pode ser ser pasta disposição das das
mitada dentro do territ6rio. No entanto a Gri-Breta-
m i t a d a dentro do território. No e n t a n t o , a Grã-Breta-
forças dos
fOrc;as dos demais
demais membros m e m b r o s da d a allanca.
aliança.
nha conserva .ainda p�eres para excluir' outras nac;Oes
n h a c o n s e r v a a i n d a poderes p a r a e x c l u i r o u t r a s nações
de lntervir, seja para ltberar sua populaedc africana ou
N a outra
Na o u t r a extremldade
e x t r e m i d a d e da d a escala
e s c a l a esta está aa colOnia colónia de i n t e r v i r , s e j a p a r a l i b e r a r s u a população a f r i c a n a o u
11nra Ievar a sua economia para outra zona de influ-
f r a n c e s a de Somália. C o n t i n u a a e x i s t i r coma
francesa de Somalia. Continua a existir como uma u m a co- co- p a r a levar a s u a economia p a r a o u t r a z o n a de i n f l u -
r e s i s t i r aà pressiio
ncla -. As _manobras a respeito da "indepenctencia" da
lónia niio
IOnia não porqueporque aa Franca França fOsse fosse resistir pressão para para ência. A s m a n o b r a s a respeito d a "independência" d a
Rod6s1a um excelente exemplo das atividades do
conceder aa tnoependencta,
l h e conceder
Ihe independência, mas m a s par por causa c a u s a da d a desu-
desu- Rodésia .sa? são u m excele�te e x e m p l o d a s a t i v i d a d e s do
-t neocolon1alismo e das di!iculdades priticas a que o sis-
nião a f r i c a n a . É u m p o n t o de d i s p u t a entre a Somalia
niRo atrtoana. um ponto de disputa entre a Somália neocolonialismo e das dificuldades práticas a que o sis-
tl'ma dli azo. Uma minoria europfia de menos de um
Etiópia. AA desuniiio
ee aa Eti6pia. desunião africana a f r i c a n a conserva
c o n s e r v a aa colOnia.colónia. Se Se t e m a dá azo. U m a m i n o r i a e u r o p e i a de menos de u m
de de pessoas niio poderia manter, nas
íôsse ser
iOsse entregue aa qualquer
ser entregue q u a l q u e r uma u m a das d a s suass u a s duasd u a s vizi- �unrto_ mil�iio
vizi- c quarto
oncllcoesdeatua1s milhão de pessoas não poderia m a n t e r , n a s
da Africa, o dominio s6bre quatro mi-
n h a s , isso
nhas, isso quase quase inevitS.veimente
i n e v i t a v e l m e n t e provocaria
p r o v o c a r i a um u m con- con- condições a t u a i s d a África, o domínio sobre q u a t r o m i -
lhucs de a f r i c a n o s sem apoio externo de alguma parte.
flito
flito entre e n t r e elas.
elas. lhões de african?s s e m apoio e x t e r n o de a l g u m a p a r t e ,
Qnnndo os colon1zadores falam em "independencia" nao
Rodésia, embora
AA Rodesla, e m b o r a teOricamente
teoricamente uma u m a col6nia,
colónia, eé re- re- g u a n d o os colonizadores f a l a m e m "independência" não
1·�tt10 pensando em se firmar s6bre os pr6prios pes mas
a l m e n t e uma
almente u m a forma f o r m a fossilizada
fossilizada do do tipo tipo inicial
i n i c i a l dede neo-
neo- l'lestão
ln1plcsmente pensando e m se f i r m a r sobre os próprios pés, m a s
em procurar um n6vo senhor neocol�nia-
colonialismo,
colonialismo, praticado p r a t i c a d o na n a Africa
África Meridion�l
M e r i d i o n a l ate até . aa • implesmente c m p r o c u r a r u m novo senhor neocolonia-
ll�tna que pudesse, do ponto de vista aetes merecer mais
formação da
formac;ii.o d a UniB.o
União �da d a Africa
África do S u l ._A
do .su�. A essencta
essência do do Sis- sis- 1·11nrJanc;a
que pudesse, do ponto de v i s t a deles, merecer m a i s
do que a Gr8.-Bretanha. '
rodesiano eé nao
t e m a rodesiano
tema empregar Individuos
não empregar indivíduos retirados retirados do do ' n fiança do que a Grã-Bretanha.
Como se vera nos capitulos seguintes o mOderno
povo do
povo próprio territ6rio
do pr6prio território para p a r a admintstrar
a d m i n i s t r a r oo paia, país, Como se verá nos capítulos seguintes, o moderno
1roea.pitalismo esta baseado no contrOle' de Estados
como no
coma n o tipot i p o mais
m a i s nOvon o v o de de Estado
E s t a d o neocotontal,
neocolonial, mas mas neoeapitalismo está baseado no controle de E s t a d o s
l111ll'pcndentes par gigantescos interesses financeiros.
em
u t i l i z a r , e m lugar
utilizar, l u g a r disso, u m a m i n o r i a estrangetra
disso, uma minoria e s t r a n g e i r a ....AA Independentes por gigantescos interesses f i n a n c e i r o s .
rM:;:;e:;
l's lnteresses freqilentemente atuam atraves ou em
maior
m a i o r parte p a r t e da d a classe
classe dirigente
dirigente europeia europeia da d a Rode�1a
Rodésia 111111 de interesses frequentemente a t u a m através ou em
um determinado Estado capitalista, mas s8.o per-
veio
veio para p a r a aa co16nia
colónia depots depois da d a Segunda
S e g u n d a Guerra G u e r r a Mund1al, de u m d e t e r m i n a d o E s t a d o c a p i t a l i s t a , m a s são per-
Mundial, 1,prolllnmcnte
i' i tumente capazes capazes de �gir
de par inlciativa pr6pria e ror-
m a s sao
mas são eiee eles ee niio não os os habitantes
h a b i t a n t e s africanos
africanos - — que que os os a g i r por i n i c i a t i v a própria e for-
i;11r rMas nacoes imperials nas quais tern um interesse
ultrapassam
u l t r a p a s s a m em
e m numerc
número a
à raz8.o
razão de
de 16
16 per
por um
u m -— que
que
,luntlnante essas nações i m p e r i a i s n a s q u a i s têm u m interesse
a a c o m p a n h a r e m sua orientai,8.o. Hi, no
Grã-Bretanha considera
aa Gr3.-Bretanha c o n s i d e r a "o "o Governo". asse
E s s e Estado i l u m i n a n t e a acomp�hare�
Governo". Estado 1111 tnto, um tipo maIS ant1gos udea neocolonialismo
orientação. Há, n o
ba-
r a c i s t a est.a
racista protegido da
está protegido d a pressiio
pressão externa e x t e r n a por9.ueporque . de de i ntunto, u m tipo m a i s a n t i g o de neocolonialismo b a -
i n t e r n a c i o n a l eé uma
ulo primAriamente em considerac;Oes militares.
acordo com
ac6rdo c o m aa lei l e i internacional u m a col6nia
colónia britanica,britânica, radn p r i m a r i a m e n t e e m considerações m i l i t a r e s .
e n q u a n t o aa pr6pria
enquanto própria Gr8.-Bretanha
Grã-Bretanha desculpa-se desculpa-se do do sseu eu U1na potencia mundial, tendo decidido de ac6rdo
U m a potência m u n d i a l , tendo decidido de acordo
1 1111 prlnclpios de estrategia global que lhe e necessArio
f r a c a s s o em
rracasso e m exercer
exercer seus seus direitos
direitos legals legais para p a r a impedir
i m p e d i r aa i princípios de estratégia global que l h e é necessário

14 25
74 25
aoao Governo libio em troca do uso das bases". Apesar
p o s s u i r uma
possuir u m abase base militar
m i l i t a r neste
neste ou o unaquele
n a q u e l e pais país nomi- nomi- disso, G o v e r n o líbio e m t r o c a do u s o d a s b a s e s " . A p e s a r
a pressao popular na Libia tornou necessano,
nalmente independente, p r e c i s a assegurar-se de
n a l m e n t e independente, precisa assegurar-se de que que oo disso, a pressão p o p u l a r n a Líbia t o r n o u necessário,
agora, ao Governo tibia, encerrar o acOrdo militar p a r a
país onde
pais onde aa base base estA está situada.
s i t u a d ae é amlgavel.
amigável. Eis E i sma.IS.
m a i s umum agora, ao G o v e r n o líbio, e n c e r r a r o acordo m i l i t a r para
asas bases
bases britft.nicas.
motlvo
m o t i v o parap a r a aa balcanizac;ao.
balcanização. Se S ea.a basebase pode pode ficar f i c a r situa-
situa- britânicas.
dad a num n u mpais país que que eé de de tal m a n e i r a constituido,
t a lmaneira constituído, •• e?on�
econo-
NB.a se deve permitir que essas limitru;6es a tnde-
Não se deve p e r m i t i r que essas limitações à inde-
micamente,
m i c a m e n t e , que que ngo não pode pode sobrevtver
sobreviver sem s e m�a u m a "ajuda ajuda" pendencla real de muitos paises da Africa obscurecam
s u b s t a n c i a l da
substancial potência militar
d a potencta m i l i t a r queque possu1possui aa base, base, .een- n-
aspendência
enormes r e a l de m u i t o s países d a África obscureçam
realizacoes alcanc;adas na luta pela inde-
as enormes realizações alcançadas n a l u t a p e l a inde-
tiio, a l e g a m , aa base
tão, alegam, base pode pode (icar g a r a n t i d a . Como
f i c a r garanttda. C o m o mu1t. m u iat as s pendencla e unidade africanas.
pendência e u n i d a d e a f r i c a n a s .
das outras
das afirmações em
o u t r a s aftrmaeoes e m que que se se baseta
baseia oo neocolo�1a- neocolonia- Em 1945 a Africa compreendia principalmente os
esta eé Ialsa.
E m 1945 a África c o m p r e e n d i a p r i n c i p a l m e n t e os
l i s m o , esta
lismo, f a l s a . AA presenc_;a
presença de de bases bases estr�nge1ras
estrangeiras terrlt6rlos coloniais de potenctas europeias e a Ideia de
territórios coloniais de potências europeias e a i d e i a de
p r o v o c a aa hostilidade
provoca hostilidade popular c o n t r a os
p o p u l a r cor.itra os arranjos
a r r a n j o s neo-
neo- que a maier parte do continente seria independente
que a m a i o r p a r t e do c o n t i n e n t e s e r i a independente
colonialistas que as
c o l o n i a l i s t a s que a s permitem,
p e r m i t e m , mais m a i s pronta
p r o n t a ee certamen-
certamen- dentro de 20 anos teria parecido impossivel a qualquer
dentro de 20 anos t e r i a parecido impossível a q u a l q u e r
tete do do que q u a l q u e r outra
que qualquer o u t r a coisa,
coisa, ee atraves através df; de .tOdat o d a aa observador politico no periodo irnediatamente posterior
África essae
Africa essas bases bases eetac estão desaparecendo.
desaparecendo. AA L1b1a Líbia pode pode 9.àobservador
guerra. E
político no período i m e d i a t a m e n t e posterior
no entanto, ngo apenas a Independencta
g u e r r a . E n o e n t a n t o , não a p e n a s a independência
c i t a d a coma
ser citada
ser como exemplo exemplo do do fracasso
fracasso dessa dessa .politica.
política. . fol
foi alcançada m a s foi feito considerAvel
alcanc;ada mas foi feito considerável progresso progresso no no
Líbia tern
AA Libla t e m uma l o n g a hist6ria
u m a longa história colonial. c o l o n i a l . AA partir
partir caminho
c a m i n h o d a criação d a u n i d a d e a f r i c a n a . Há ainda
da criac;iio da unidade africana. HA a i n d a obs-
obs-
do século XVI
do seculo X V Ifoi foi umau m a colOnia
colónia turca, t u r c a , masm a s �m e m 1900,1900,no no lllculos
táculos poderosos
poderosos aa essa essa unidade,
u n i d a d e , masm a s nao não sao são ma.lores
maiores
apogeu do
apogeu do colonialtsmo,
colonialismo, aa Franc;a França ee aa Italia Itália concorda-concorda- do
do que os obstáculos já vencidos e, se a s u anatureza
que os obstaculoa jA vencidos e, se a sua natureza
r a m em
ram e m que que, se se aa lt3.lia
Itália niio não se opusesse aà Franca
se opusesse França fOr
fôr compreendida,
compreendida, sao são claramente
c l a r a m e n t e transponiveis.
transponíveis.
ocupar
o c u p a r Marr�cos,
M a r r o c o s , a a Franc_;
França a ngo
não sese oporia
oporia aà Italia
Itália ocupar ocupar A massa do povo africano jA ap6ia - e esse sera
A m a s s a do povo a f r i c a n o já a p o i a — e esse será
Líbia. Entiio
aa Libia. Então, quando q u a n d o em e m 19111911 ee 1912 1912aa Franc_;a França ocupa- ocupa- oo rator decisive, a.final - a unidade da. mesma maneira
fator decisivo, a f i n a l — a u n i d a d e d a m e s m a m a n e i r a
v a oo Marroc�.
va M a r r o c o s , aa ItAlia Itália entroue n t r o u em e m guerra
g u e r r a com c o m aa Tur- Tur- por que anteriormente apoiou as vll.rios movimentos
por que a n t e r i o r m e n t e apoiou os vários m o v i m e n t o s
q u i a e,e, derrotando-a,
quia derrotando-a, a.nexou a n e x o u aa Libia. Líbia. locals de independCncia. politlca. Muitos dos lideres po-
locais de independência política. M u i t o s dos líderes po-
A p e s a r das
Apesar promessas feitas
d a s promessas feitas ao ao povo povo da d a Libia
Líbia du- du- liticos da Africa Ocidental Francesa, por exemplo, nao
líticos d a África O c i d e n t a l F r a n c e s a , por exemplo, não
r a n t e aa Segunda
rante S e g u n d a Guerra G u e r r a Mundial
M u n d i a l de de que que [amaisj a m a i s volta-
volta- opoiaram _de inicio a independencia. Em 1946, na Assem-
a p o i a r a m de início a independência. E m 1946, n a A s s e m -
riam
r i a m aa ficar sujeitos ao
f i c a r sujeitos ao dominio
domínio italiano, i t a l i a n o , aa Franca França bl�la
bleia Nac1onal
N a c i o n a l Francesa.
F r a n c e s a , da q u a l era
d a qual e r a membro,
m e m b r o , oo Presi-Presi-
t e n t o u durante
tentou d u r a n t e os os acOrdos
acordos de de pazp a z conseguir
conseguir que que aa Ita- Itá- dcnte
dente d a C o s t a do M a r f i m , H o u p h o u e t - B o i g n y , afirmou
da Costa do Marfim, Houphouet-Boigny afirmou
lia
l i a f6sse
fosse reinstalada
r e i n s t a l a d a na n a Libia,
Líbia, aa fim f i m de de apoiar
apoiar sun s u a pr6-
pró- quc
que "n0.o"não h& há separatistas
s e p a r a t i s t a s nestas
n e s t a s cadeiras
c a d e i r a s... ..'. hA há um um
posição na
p r i a postcao
pria n a Tunisia
Tunísia...como C o m o essa solução demons-
essa soluc_;B.o. demons- lnco
luço poderoso,
poderoso, capaz capaz de de resistir
r e s i s t i r aa tOdas
todas as a s experienclas
experiências,
t r o u ser
trou impossível, aa Libia
ser impossivel, Líbia tornou-se tornou-se ncminalmente nominalmente umiiin lac_;o
laço moral
m o r a l queque nos nos une. u n e .� É oo ideal
i d e a l de
de liberdade,
liberdade, fra-' fra-
independente sob
independente sob oo contrOle
controle neocolonialista
n e o c o l o n i a l i s t a briti'inico.
britânico. tprnldade, igualdad.e, para cujo
ternidade, igualdade, p a r a c u j o t r i u n f o a Franca triunfo a França ja- ja-
S e g u n d o os dados coligidos pelo
Segundo os dados coligidos pelo InstituteI n s t i t u t o BritS.-
Britâ-
tnals
m a i s hesitou
h e s i t o u em e m sacrificar
s a c r i f i c a r oo seu s e u mais
m a i s nobre
nobre sangue'' sangue"
n i c o de
nico de Desenvolvimento
D e s e n v o l v i m e n t o no n o Ultramar,
U l t r a m a r , duranted u r a n t e oo pe- pe-
AA mcsma
m e s m a politica
política de de manter
m a n t e r aa unidade u n i d a d e com c o m aa Franc;a
França
riod.a
ríodo de de 19451945 aa 1963 1963 aa Libia Líbia recebeu recebeu nunca n u n c a menos menos de de
,•rn
era cntao
então defendida
defendida pelo pelo Presidente
P r e s i d e n t e Senghor,
Senghor, do do Sene-
Sene-
17
17 porpor centoc e n t o da a j u d a bilateral
d a ajuda b i l a t e r a l total
t o t a l queque aa Gr8.-Breta- gal, que
kUI, que disse:
disse: "A " A uniiio
união rrancesaf r a n c e s a precisa
p r e c i s a ser
ser uma u m a con-
con-
. . . eé ma.ls
Grã-Breta-
n h a deu
nha d e u aa toclas
todas as nações estrangeiras
a s nac_;Oes e s t r a n g e i r a s fora f o r a da d a Com:Com-
J11n�do
pinção de de civiliz�6es,
civilizações, uma u m a fusliofusão de de cultura
c u l t u r a ... mais
monwealth
monwealth nesse
nesse periodo.período. O O Institute
I n s t i t u t o de de Desenvolvt-
Desenvolvi- um casamento
u1n c a s a m e n t o do do queque uma. u m a associac;iio".
associação".
m e n t o no
mento n o Ultramar
U l t r a m a r ressalta
r e s s a l t a queque "embora
" e m b o r a gases esses paga- paga-
Foi a pressao da massa pela independCncia que
F o i a pressão d a m a s s a p e l a independência que
a Libla
mentos à Líbia fossem registrados
mentos fOssem registrados como " a j u d a " , nae
como "ajuda", não
f111 (,'OU E!sses Uderes a inverterem suas posic;6es ante-
Iforçou esses líderes a i n v e r t e r e m s u a s posições a n t e -
lurl'S e se declararem a favor da soberania nacional.
dúvida de
há dUvida
h& de que que sao, são, no n o fundo,
fundo, pagamentos
p a g a m e n t o s diretos diretos e se d e c l a r a r e m a favor d a s o b e r a n i a n a c i o n a l .

26
26
17
27
,;Oes e povos. Nenhum pais pode ser Inteiramente auto-
DoD omesmo modo quea apressao
m e s m o modoque
de massa tornou
pressão de m a s s a t o r n o u suflciente
ções e povos. ou se Ndar e n hao u m luxo paísde pode ignorar ser i n ost eacontecimen-
i r a m e n t e auto-
impossívela aum
Imposslvel u mltder líderafricano
a f r i c a n oseseopor opora àtndependen-
independên- toss upoliticos
f i c i e n t e oforau se de d a rsuasao l ufrontelras.
x o de i g n oA r a rAfrica
os a c oesta. n t e c cla-
imen-
c i a ,hoje
eta, hoje a pressão de m a s s a l h e t o r n aimpos�ivel
a pressao de massa lhe torna impossívelsese ramente
tos políticos fragmentadaf o r a de s u ema s um f r o n tnumero
e i r a s , A demasiado
África está de cla-
opor a b e r t a m e n t ea àunidade
oporabertamente u n i d a d eafrlcana.
a f r i c a n aOs. Osque quesao sãocon· con- Estados
r a m e n t epequenos,f r a g m e n tantiecon6micos
a d a e m u m número e invi8.veis, demasiado muitosde
trat r aa aunidade u n i d a d es6sódemonstram
d e m o n s t r a msua sua posii;S.o
posiçãoatraves atravésdede dos a d o s est8.o
E s tquais pequenos, tendoantieconômicos
que lutar duramente e inviáveis, para sobre- muitos
meiosindiretos:
metes sugerindo que
i n d i r e t o s :sugerindo queestamosestamosIndc indodepressadepressa viver.
dos qComo u a i s estãoj� foi apontado,
tendo que l u t outros
a r d u r a mtiveram
e n t e p a que
r a se
sobre-
d e m a i s p a r a e l a ; que este o u aquele p l a n oe étmprati-
demais para ela; que este ou aquele plano imprati- agarrar
viver. Como a anttgos já foi lacos com senhores
apontado, outros coloniais t i v e r a m de que on-se
cávelouo uque
eavel quehS.hádiflculdades
dificuldadesprocessuais processuaisque queIhes l h e sim-im- tem a g aer r aser tornaram
a antigos presa laços cracn para !Or,;as
o m senhores neocolonia-
coloniais de on-
pedemdar
pedem r assistêncianan aformai;S.o
d a assistencia formaçãodedeum. u mplano p l a n opratlco
prático listas. se t o r ndeles a r a m sep r vtram, quer p a r gostassem ou ngo
a f r i c a n ae émutto
t e m eAlguns e s a fácil a forças neocolonia-
u n i d a d e .A Acause
p a r aa aunidade.
para c a u s adad aunidade
u n i d a d eafrtcana muito listas. Ana n s delesfria
l g uguerra se ev i em r a m ,rivalidades
quer gostassem entre poten� o u não,
poderosa
poderosa e ea a massa
m a s s ado dopovopovo esta
está certa.
c e r t a .
n:ietidos
cias
metidosestrangeuas. n a g u e rOr aCongo f r i a ee eum m rnotaveli v a l i d a d eexemplo
s e n t r e disso.potên-
S6mente
S o m e n t e quando
as fronteiras artificiais que a di-
q u a n d o as f r o n t e i r a s a r t i f i c i a i s que a d i - cias e s t r a n g e i r a s . O Congo é u m notável exemplo disso.
Naturalmente, cada Governc nacional esta primor-
v i d e m f o r e m e l i m i n a d a s ,a afim
videm forem eliminadas, f i mdedecriar c r i a runidades
u n i d a d e seco- eco- dialmente a l m e n t e , c a com
N a t u rpreocupado d a G oov ebem-estar
r n o n a c i o nde seus pcida-
a l está rimor-
nómicas viáveis e f i n a l m e n t e u m a só u n i d a d eafricana,
nOmicas viaveis e finalmente uma s6 unidade africana, d8.os.
d i a l mS6 e n tse pode esperarc oque
e preocupado m oconcorde bem-estarem de suaseus politica cida-
Áfricaserli
a a Africa serácapaz c a p a zdedesesedesenvolver
desenvolver industrialmente,
industrialmente, dedãos. se os esperar beneficios que imediatos
concorde ee m a slongo pra-
unificac; Só .se:8.o pode u a política
em seu
e m s e upr6prio próprio interesse e, alongo
tnteresse e, a longoprazo, prazo,no n oi!lteresse
interesse zodeseunificação
tornarem setao os evidentes
benefícios que imediatos seja positivamente
e a longo p r a -
dede uma u m a e c o n o m i a m u n d i a l s a d i a . É necessária uma
economia mundial sadla. :t necessaria uma zo se t o r naos seus tãocidad3.os naoque coaperar. s e j a Enfrentamos
prejudicial arem evidentes positivamente
moeda comum
moeda c o m u m e e co1nunicai;6es
comunicações dede todos todos osos tipos tipos pre- pre- p r e j uod i problema do cidadãos
crescimento econOmicoE n fdesigual.
c i s a m ser
cisam serdesenvolvidas
desenvolvidas para p a r apermitir
p e r m i t i r o o livre
l i v r e curso
c u r s odede
aqui c i a l aos seus não cooperar. rentamos
a q u i o pna,;Oes
Algumas r o b l e mafricanas
a do c r e ssii.o c i m emaisn t o ricaseconómico do quedesigual.outras
bens
bense ede deservlcos.
serviços. cm A l grecursos
u m a s nações naturals. a f r i c aOsn a sroenos
são m a iafortunados
s r i c a s do que precisa-
outras
EconOmica p a r aa aAfrica
Comissão Económica para
AA comissii.o frisou vB.rias
África f r i s o u várias r8.o
em de garantlas
recursos n a t ude r a ique
s . Os seus menos interesses a f o r t u nnii.o
a d o s sofrerao
precisa-
vezes necessidade de
vezes aa necessidade p l a n e j a m e n t o econOmico
deplanejaroento económico em e m es-
es- rão de g anas r a n tm8.os
i a s dedos Estados mais desenvolvidos.
cala continental. O carater inadequado
c a l a c o n t i n e n t a l . O caráter inadequado do p l a n e j a m e n - do planejamen- prejuizos que seus interesses não sofrerão
prejuízos n a s mãos dos E s t a d o s m a i s desenvolvidos.
toto nacional pode ser
n a c i o n a l pcde demonstrado com
ser demonstradc c o m um u m r�lanc�r e l a n c e 8.5às A experiencia anterior de uni8.o n8.o foi animadora.
economias de, por exemplo, M a l i , V o l t a S u p e r i o r ,Niger
economias de, por exemplo, Mali, Volta Superior, Níger A ligac;ao entre as aRodesias
A experiência n t e r i o r dee união Niasala.Ildia
não foi abeneficiou nimadora.
U g a n d a .asses
ee Uganda. E s s e s Estados que�xportam
i n t e r i o r e s ,qu�
E s t a d o sjntertores, e x p o r t a m g1an- gran- A ligação e n t r e aa sRoctesia
partlcularmente Rodésias do Sul. Quenia fol beneficiou
e Niasalândia o princi-
des q u a n t i d a d e s de
des quantidades produtos atunent1c1os
de produtos alimentícios para p a r a outros
outros t i c u l a r m e ncom
p a rganhador
pal t e aoRodésiaMercadodo Comum S u l . Quéniado Leste foiAfricano,
o princi-
Estados a f r i c a n o s , n8.o
E s t a d o s arrlcanos, não podempodem continuar c o n t i n u a r indiferentes
indiferentes epalUganda Tanganica,
g a n h a de o r c o m o Mercado na melhor
C o m u mdas do hlp6teses,
L e s t e A f r i tive-
cano,
aos esquemas de
aos esquemas de auto-suflclencia
auto-suficiência agrtcola agrícola adotado. adotados s parpor 1nm
e U gapenas a n d a e lucros T a n g a nmarginais.
i c a , n a m e lNas h o r das antigas hipóteses,federac;oes tive-
seus vizinhos. Do mesmo modo, um
seus v i z i n h o s . D o m e s m o modo, u m G o v e r n o n a c i o n a l ,
Governo nacional, coloniais
r a m a p e nfrancesas,
a s l u c r o s os m abeneficios
rginais. N daa sunidadea n t i g a s econ6mica
federações
aoao planejar criação de
p l a n e j a r aa criai;S.o de uma u m aindU.stria
indústria nova, n o v a , podepode ve- ve- lendiam
coloniaisa f rse a n centralizar
c e s a s , os benefícios em Brazzaville, d a u n i dAbidjana d e económica e Da-
rificar que seu
r i f i c a r que s e u vizinho
v i z i n h o esta
está desenvolvendo
desenvolvendo uma u m a igual.
igual. kar.
t e n dtsses l i z a r e m Bainda
se c e n t r arefor,;am
i a m a exemplos r a z z a vmais
i l l e , Aob iargumento
djan e D a -
Essa duplicação redundaria
E s s a dupllca,;8.o r e d u n d a r i a prova.vetmente
p r o v a v e l m e n t e em e m recursos
recursos do
k a rcrescimento
. Esses exemplos econ6mico reforçam planejado a i n d a para m a i s oo continente,
argumento
desperdiçados, se c a d a u m dos dois estiver contando
desperdii;ados, se cada um dos dois estiver contando de
do modocrescimento a que económicotodos os Estados p l a n e j a dpossam
o p a r a se o cbeneficiar
ontinente,
e x p o r t a r os
exportar os excedentes
excedentes para p a r a oo vizinho.
vizinho. de modo a que todos
till h1dustrializa,;80 e outras melhorias tornadas os E s t a d o s p o s s a m se beneficiar
possi-
Poucos discutiram a necessidade de planejamento
Poucos d i s c u t i r a m a necessidade de p l a n e j a m e n t o
d a industrialização
Vl'is pela dir�S.o e
unificada. o u t r a sAs m e l h
na<:6eso r i a smaist o r n a d
ricasa s terao
possí-
económico em
econ6mico e m escala
e s c a l a nacional.
nacional. 0 O argumento
a r g u m e n t o do do plane-
veis pela direção de ajudar u n i f iasc a dmais
a . A s pobres.nações Recursos m a i s r i c a spodem terão
plane- rupacidade
c o n t i n e n t a l eé muito
j a m e n t o continental m u i t o mats m a i s forte.
forte. A A tendencta
jamento cupacidade de a j u d a r a s
t·r somados e projetos de desenvolvimento coordenados m a i s pobres. R e c u r s o s podem
tendência
m o d e r n a eé para
moderna g r a n d e s unidades
p a r a grandes u n i d a d e s econOmicas
económicas ee politl- políti- «cr somados
porn clevar ose niveis projetos de de vida desenvolvimento
de todo africano. coordenados
cas, à m e d i d a que cresce a interdependência entre
cas, a medida que cresce a Interdependencia e n t r e na-
na- p a r a elevar os níveis de v i d a de todo a f r i c a n o .
29
oo
2$
oO fator
fator tempo tempo eé importante.
i m p o r t a n t e . ComoComo indicou i n d i c o u aa Co- Co- res.
ros. Na N a verdade,
verdade, um u m padr&o
padrão totalmente
t o t a l m e n t e nOvonovo de de desen-desen-
miss&o
missão EconOmicaEconómica para p a r a aa AfricaÁfrica (CEA), (CEA),aqoro agora eé oo mo- mo- volvimento econ6mico se tomaria
volvimento económico se t o r n a r i a possível. A agricul- possivel. A agricul-
mento
m e n t o de de agtr,agir, antes
a n t e s que que cada c a d a Estado
E s t a d o se se envolva
e n v o l v a pro-pro- tura
t u r a poderia
poderia ser ser modernizada
m o d e r n i z a d a mais r a p i d a m e n t e , com
m a i s rApidamente com
fundamente
f u n d a m e n t e demais d e m a i s em grandes investimentos
e m grandes i n v e s t i m e n t o s ee dect- deci- maior
m a i o r capital
c a p i t a l aà sua s u a dlsposlcgo.
disposição. Indllstrias,Indústrias, em e m �scala
escala
SOes
sões de de estrutura
e s t r u t u r a baseados
baseados em e m mercados
mercados estreitos, estreitos, ne na maior
m a i o r ee maism a i s econOmica,
económica, poderiam p o d e r i a m ser ser planejadas.
planejadas. E Es-
s-
cionais. AA cada
cionais. c a d a mesmês que que passa,p a s s a , os os mteresses
interesses estrangei- estrangei- tas teriam condic;Oes econ6micas
tas t e r i a m condições económicas p a r a u t i l i z a r n o v a spara utilizar novas
ros
ros do do neocolonialismo
neocolonialismo tomam t o m a m um u m contrOle
controle mais m a i s aper- aper- tecnicas
técnicas que que exigem
e x i g e m pesado
pesado desembolso
desembolso de c a p i t a i s . Fa-
de capitais. Fá-
tado
tado da d a vida
v i d a econOmica
económica da d a Africa.
África. b r i c a s menores, p l a n e j a d a s p a r a atender a p e n a s as
bricas menores, planejadas para atender apenas às ne- ne-
AA penetracao cessidades
cessidades nacionais,n a c i o n a i s , tendem
t e n d e m aa apresentar
a p r e s e n t a r custos
custos maio-
penetração relativamente r e l a t i v a m e n t e recente
recente das das grandee
grandes maio-
c o m p a n h i a s norte-americanas
n o r t e - a m e r i c a n a s na n a Africa
África indicam i n d i c a m mais
res
res e são e v e n t u a l m e n t e menos capazes de reduzir
e sio eventualmente menos capazes de r e d u z i r as os
companhias mais
custo
u m a vez
uma vez oo perigo perigo do do neocolonialismo.
neocolonialismo. Da D a mesmam e s m a ma- ma- custo do do queque unidades
u n i d a d e s de de tamanho
t a m a n h o ideal. ideal.
n e i r a , aa uniac
neira, união de g r a n d e s firmas
de grandes f i r m a s para
p a r a formar
f o r m a r poderosos
poderosos 6rgios
órgãos de de planejamento
p l a n e j a m e n t o nacional
n a c i o n a l teriam
t e r i a m ainda
a i n d a um um
monopólios. Como
monopolies. Como alguns a l g u n s dos dos nossos
nossos Estados E s t a d o s menoresmenores papel muito importante a d e s e m p e n h a r em
p a p e l m u i t o i m p o r t a n t e a desempenhar
uma Afri-
em u m a Afri-
esperar negociar negociar com c o m exitoêxito com poderosas �o-
c o m poderosas ca unificada. Forneceriam, par exemplo, informações
c a u n i f i c a d a . F o r n e c e r i a m , por exemplo, tnrormacoes
podem esperar
podem asso-
a l g u m a s daa
e s t r a n g e i r a s , alguma.s
ciações estrangeiras, das quais
q u a i s controlam
c o n t r o l a m rm- essenciais
clac;oes essenciais sObre sobre condic:;Oes
condições de de local,
l o c a l , mas
m a s seu s e u trabalho
im-
superior aà renda
trabalho
périos financeiros
pertos f i n a n c e i r o s de de valorv a l o r superior r e n d a totalt o t a l do
do se torn aria mais !Acll com o conselho experien te ee aa
se t o r n a r i a m a i s fácil c o m o conselho experiente
Estado? Q u a n t o mencr
E s t a d o ? Quanta m e n o r oo Estado E s t a d o ee matsm a i s formidS.veis
formidáveis os ajuda de um Unico 6rg8.o p l a n e j a d o r que visse os inte-
a j u d a de u m único órgão planejador
os
que visse os i n t e -
tnteresses estrangeiros, menores
interesses estrangeiros, menores as a s possibilldades
possibilidades de de al- resees
resses da d a Africa
África coma como um u m todo.todo. A p e s q u i s a ee trelua-
A pesquisa
al-
treina-
cançar as
canear condições para
a s condieoes p a r a Independencia
independência econOmica. mento projetos de
e m projetos de desenvolvimento que que j.i já estio
económica. �esenvolvimento
m e n t o em. estão
Gana,
G a n a , por por exemplo,
exemplo, por por causa c a u s a do do seus e u tamanho
t a m a n h o ec?nJ- sendo
sendo realizados
realizados pelo pelo Institute
I n s t i t u t o dede Desenvolvlmento
D e s e n v o l v i m e n t o da
econó-
da
m i c o ee tndustrlas
mico indústrias alternadas,a l t e r n a d a s , tern
t e m tido
tido melhor
m e l h o r condlcao
condição CEA em Dakar seriam fortalecidos para servir tanto aos
CEA e m D a k a r s e r i a m fortalecidos p a r a s e r v i r t a n t o aos
b a r g a n h a r com
p a r a barganhar
para c o m as c o m p a n h i a s de
a s comp�ias alumínio do
de alumtnic do queque 6rgaos
órgãos continentals
c o n t i n e n t a i s coma
como aos aos nacionais.
n a c i o n a i s . Fracassos
F r a c a s s o s one- one-
Togo, muito
Togo m u i t o menor
esperar ter
pode 'esperar
m e n o r ee econemtcamente
t e r ao
e c o n o m i c a m e n t e mais
negociar com
ao negociar c o m os
m a i s Ilrmtado,
os interesses
interesses .rrance-
limitado, rosos, a
rosos, devidos à f a l t a de coordenação, s e r i a m evitados.
devidos falta de coordenacgo, seriam evitados.
pode france- Um
U m caso caso especifico
específico eé oo projeto projeto da d a represa
r e p r e s a Inga
I n g a , queque de- de-
ses
ses de de fosfato.
fosfato. O O dominio