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05/08/2020 Blog Sangue Palmeiro: Capítulo IV - Parte I - Maria Candida da Fontoura Palmeiro x Capitão Sebastião Pinto da Fontoura e sua d…

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28/05/2011
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CAPÍTULO IV - PARTE I - MARIA CANDIDA DA FONTOURA
Sobre os sinais gráficos presentes
PALMEIRO X CAPITÃO SEBASTIÃO PINTO DA FONTOURA E neste trabalho:
SUA DESCENDÊNCIA Cada Capítulo de nosso trabalho é dedicado a
um dos nove filhos do Cel. João José Palmeiro
Maria Candida da Fontoura Palmeiro e sua descendência que deixaram descendência. Dentro dos
Capítulos adotamos os seguintes sinais gráficos:

Maria Cândida da Fontoura Palmeiro I., II, III. etc – Significa um neto de João José
Palmeiro.
* na freguesia de Nossa Senhora da Conceição (ou da Oliveira?)
da Vacaria c. 1826 [não pode ter nascido em 1826 se a filha
§ - um bisneto
nasceu em 1832], + S. Gabriel
X em Porto Alegre, a 5 de julho de 1828 com o seu primo capitão 1. – um trineto
Sebastião Pinto da Fontoura, * Rio Pardo em 1798.
1) – um tetraneto
Ele era filho do brigadeiro Antonio Pinto da Fontoura (* Rio Pardo
c. 1760, + Caçapava 1826) e de Eufrazia Luzia de Lima (* Porto (1) – um quinto neto
Alegre ou Rio Pardo [cf. GRG: dá os dois locais] 1770, + 1845 ).
Neto paterno do tenente? Francisco Pinto de Souza (* freguesia A. – um sexto neto

de Santo André do Cristilo, no concelho de Louzada, diocese do


a. – um sétimo neto
Porto, + Taquari, 1776 com 70 anos) e de Angélica Veloza da
Fontoura (* Rio Grande c. 1742, + Rio Pardo, 1792) [ela era irmã
mais moça do capitão de Dragões João Carneiro da Fontoura (c. Clique para ter acesso ao início
1734-1810), pai de Maria Josefa da Fontora, esposa de João José rápido aos capítulos
Palmeiro]. Neto materno do capitão Domingos Tomás de Lima (* Apresentação
freguesia de S. Salvador de Pedregais, arcebispado de Braga, + Índice de nomes
Porto Alegre 1781 com 64 anos) e de Francisca Josefa de Maia (* O CORONEL JOÃO JOSÉ PALMEIRO X MARIA
Rio de Janeiro). Bisneto paterno de João Pinto Ribeiro de Souza JOSEFA DA FONTOURA
e de Escolástica de Souza Pimentel, ambos naturais do Porto e do Capítulo I - MARIA HERCULANA DA
já mencionado João Carneiro da Fontoura, iniciador da família FONTOURA PALMEIRO X LEANDRO
ARTAYETA E SUA DESCENDÊNCIA
(Carneiro da) Fontoura no Rio Grande do Sul e de Izabel da Silva.
Capítulo II - Parte I - CAPITÃO JOÃO JOSÉ DA
Bisneto materno de João da Costa Lima (* freguesia de Santa
FONTOURA PALMEIRO E SUA
Maria Maior das Duas Igrejas, do arcebispado de Braga) e de DESCENDÊNCIA
Domingas Fernandes de Almeida (* Pedregais) e do sargento-mór Capítulo II - Parte II - CAPITÃO JOÃO JOSÉ DA
de auxiliares Luiz Francisco de Maia (* Aveiro) e de Tereza de FONTOURA PALMEIRO E SUA
Jesus de Vasconcelos (* freguesia da Candelária, Rio de Janeiro). DESCENDÊNCIA
Capítulo II - Parte III - CAPITÃO JOÃO JOSÉ DA
O capitão Sebastião Pinto da Fontoura tinha sete irmãos, vários FONTOURA PALMEIRO E SUA
DESCENDÊNCIA
dos quais figuras de destaque: Benta Maria da Fontoura (+ 1804),
Capítulo II - Parte IV - CAPITÃO JOÃO JOSÉ DA
casada com o capitão José Francisco dos Santos Sampaio;
FONTOURA PALMEIRO E SUA

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Francisca Urbana da Fontoura (1786-1870), casada com o coronel DESCENDÊNCIA
Francisco Barreto Pereira Pinto (* 1782), irmão do marechal Capítulo II - Parte V - CAPITÃO JOÃO JOSÉ DA
FONTOURA PALMEIRO E SUA
Sebastião Barreto; Maria Angélica da Fontoura (1790-1846),
DESCENDÊNCIA
casada em primeiras núpcias com o capitão de Dragões Francisco
Capítulo III - MAJOR LUIZ JOSÉ DA
de Borja de Almeida Corte Real (+ batalha de Catalã, 1817) e em FONTOURA PALMEIRO E SUA
segundas núpcias com o comendador José Tomaz de Lima (1796- DESCENDÊNCIA
1852) (uma das filhas de Maria Angélica da Fontoura foi Maria Capítulo IV - MARIA CÂNDIDA DA FONTOURA
Joaquina de Almeida Corte Real, que casou em 1828 com o major PALMEIRO X CAPITÃO SEBASTIÃO PINTO DA
João Manoel de Lima e Silva, tio do duque de Caxias, sendo os FONTOURA E SUA DESCENDÊNCIA

pais do general João Manoel de Lima e Silva (* 1832), pais, por Capítulo IV - Parte II - MARIA CÂNDIDA DA
FONTOURA PALMEIRO X CAPITÃO
sua vez do embaixador Reinaldo de Lima e Silva, * 1874). Outro SEBASTIÃO PINTO DA FONTOURA E SUA
irmão do capitão Sebastião Pinto da Fontoura foi Francisco Pinto DESCENDÊNCIA
da Fontoura, o “poeta dos Farrapos” e autor do hino de 1835 Capítulo V - MARIANA CAROLINA DA
(1793-assassinado em Livramento). Era irmão germano de Antonio FONTOURA PALMEIRO X 1º CAPITÃO
Paulo da Fontoura, conhecido como Paulino da Fontoura, que foi FRANCISCO BARRETO PEREIRA PINTO E
SUA DESCENDÊNCIA; X 2º ALMIRANTE
vice-presidente da República Riograndense (* Rio Pardo 1800, + MANUEL LUIZ PEREIRA DA CUNHA E SUA
assassinado em Alegrete 1843 quando desempenhava o cargo DESCENDÊNCIA
acima referido) Capítulo VI - LEOPOLDINA AMÁLIA DA
FONTOURA PALMEIRO X ANTONIO PINTO DA
O capitão Sebastião Pinto da Fontoura teve destacada atuação na FONTOURA BARRETO E SUA
sociedade e nos acontecimentos de sua época. Ele e Alexandre DESCENDÊNCIA

Luiz de Queiroz e Vasconcelos, dito o Quebra, precursor da Capítulo VII - BALBINA FRANCISCA DA
FONTOURA PALMEIRO X 1º CORONEL
República Riograndense, ofereceram-se para servir às ordens de BIBIANO JOSÉ CARNEIRO DA FONTOURA E
Carlos Maria de Alvear, militar e político argentino, na batalha de SUA DESCENDÊNCIA; X 2º DR. TOMAZ
Passo do Rosário ou Ituzangó, na Guerra da Cisplatina no LOURENÇO CARVALHO DE CAMPOS E SUA
regimento comandado pelo segundo, denominado “Libertadores do DESCENDÊNCIA

Rio Grande”, tendo por conseqüência a independência do Uruguai. Capítulo VIII - CAPÍTÃO FRANSCISCO
ELEUTERIO DA FONTOURA PALMEIRO X
Cf. Aurélio Porto, “Notas ao Processo dos Farrapos”, pp. 462-463 AMÁLIA HERCULANA PALMEIRO ARTAYETA E
SUA DESCENDÊNCIA
8 filhos: Capítulo IX - Parte I - MAJOR JOSÉ MARIA DA
FONTOURA PALMEIRO E SUA
I. Carolina Palmeiro da Fontoura (cf. adiante, I.) DESCENDÊNCIA
II. Maria, * Porto Alegre a 4 de julho e foi batizada a 8 de setembro Capítulo IX - Parte II - MAJOR JOSÉ MARIA DA
de 1833. FONTOURA PALMEIRO E SUA
DESCENDÊNCIA
III. Josefina, * Porto Alegre a 8 de setembro de 1834 e foi batizada
a 27 de janeiro de 1835. Destaques
IV. Maria Balbina Palmeiro da Fontoura (cf. adiante, II.)
Ascendência dos Carneiro da Fontoura (1)
V. Alfredo, * Porto Alegre a 13 de julho de 1844 e foi batizado a 22
Matrimônios de Fontoura com sobrinhos de
de dezembro de 1854.
Santo Antonio de Sant' Ana Galvão (1)
VI. Maria Leopoldina Palmeiro da Fontoura (cf. adiante, III.)
VII. Francisca Palmeiro da Fontoura (cf. adiante, IV.)
VIII. Antonio Pinto Palmeiro da Fontoura (cf. adiante, V.)

I. Carolina Palmeiro da Fontoura

Carolina Palmeiro da Fontoura


* Porto Alegre a 3 de fevereiro e foi batizada a 14 de março de
1832.
X em São Gabriel a 27 de agosto de 1849 com o alferes, depois
general Manoel Antonio da Cruz Brilhante,
* em Porto Alegre a 1º e batizado a 24 de novembro de 1822.

X em São Gabriel a 27 de agosto de 1849 com o alferes, depois


general Manoel Antonio da Cruz Brilhante,
* em Porto Alegre a 1º e batizado a 24 de novembro de 1822
Filho do 1º tenente da Armada, Manoel Antonio da Cruz Brilhante
(* Ourém, Portugal) e de Maria Vieira da Cunha (* em Rio Pardo)
(X em Porto Alegre a 12 de abril de 1812); neto paterno de Luiz da
Cruz Corrêa e de Josefa Maria da Conceição, naturais de Ourém,
diocese de Leiria, em Portugal; neto materno de Manoel Vieira da
Cunha (* Porto, Portugal) e de Rita Maria de Jesus (* Taquari).
O gen. Manoel Antonio da Cruz Brilhante ocupou vários cargos no
Exército, como comandante do 4º Regimento de Cavalaria Ligeira
(hoje 1º Regimento de Cavalaria Motorizada), com sede em Itaqui
(1870), o de comandante do 5rcmec (1903) o de chefe da
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comissão de organização das forças de 2ª linha (Guarda Nacional)
(1918).
GRG não menciona filhos para este casal.

General João Manuel Mena Barreto

II. Maria Balbina


Palmeiro da Fontoura e sua descendência

Maria Balbina Palmeiro da Fontoura


* Porto Alegre a 29 de setembro de 1835 e foi batizada a 7 de
fevereiro de 1836, ali + a 28 de janeiro de 1868, um ano e meio
antes da morte heróica do marido.

X São Gabriel a 27 de agosto de 1849 com seu primo general


João Manuel Mena Barreto, * Porto Alegre a 7 de julho de 1827, +
Peribuí, no Paraguai, a 12 de agosto de 1869 [pela ortografia
arcaica era Menna, com dois nn]

Décimo oitavo filho, dos quais quatro legitimados, sendo ele o mais
moço de todos, do marechal João de Deus Mena Barreto,
visconde de São Gabriel (1769-1849), figura importante da
História do Brasil e origem da nobre família dos Mena Barreto,
ilustre familia de militares, que terá ainda duas outras alianças
matrimoniais com descendentes de João José Palmeiro. A mãe do
gen. João Manuel era Maria Joaquina de Almeida, “solteira e
desimpedida”, como diz a GRG, p. 76.

O visconde de São Gabriel era filho do coronel de cavalaria auxiliar


Francisco Barreto Pereira Pinto (1709 + 1775),que assentou praça
em 1726 e foi o primeiro ascendente da família que teve atuação
no Brasil, em 1737, como soldado das forças do brigadeiro José da
Silva Paes, rumo à Colônia do Sacramento. Ele casou c. 1743 com
Francisca Veloza da Fontoura(* c. 1729-1769), a mais velha dos
dez filhos de João Carneiro da Fontoura (c. 1679-1769), o fundador
dos Carneiro da Fontoura no Rio Grande do Sul. Era ele, portanto,
primo irmão de Maria Josefa da Fontoura, casada com João José
Palmeiro, o fundador da família Palmeiro no Rio Grande do Sul.
Veio para o Presídio do Rio Grande de São Pedro em 1736. Era
neto paterno do capitão-mor da vila e comarca da Feira, Lagoalva
de Santarém, bispado de Coimbra, Manuel dos Santos Barreto e
Madalena Maria Pereira Pinto, naturais da Terra da Feira, Portugal.
.

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Wikipédia, a enciclopédia livre publica o seguinte verbete sobre o
gen. João Manuel Mena Barreto (ascessado a 9.3.2011):

João Manuel Mena Barreto (Porto Alegre, 24 de janeiro de 1824 —


Peribebuí, 12 de agosto de 1869) foi um militar brasileiro.
Participou das campanhas do Uruguai, sendo promovido a coronel,
por merecimento, em 18 de fevereiro de 1865, após a batalha de
Paysandú. Foi promovido a brigadeiro em 1º de junho de 1867. Foi
condecorado com a medalha da Campanha do Estado Oriental
(1851-1852), com o grau de cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo
(1858), com o grau de cavaleiro da Ordem de São Bento de Aviz
(1860), com o grau de oficial da Imperial Ordem do Cruzeiro
(1865), com o grau de grande dignitário da Imperial Ordem da
Rosa (1869) e com a medalha de Mérito Militar.
Enviado ao Paraguai, no primeiro semestre de 1865, comandante
do 1° batalhão de Voluntários da Pátria, foi informado, perto de São
Borja, da invasão do Rio Grande do Sul. Deslocou, então, a sua
tropa para a defesa do território. Conforme descreve o vigário de
São Borja, acerca do combate de 10 de junho de 1865, foi decisiva
a ação do 1° Batalhão de Voluntários da Pátria, sob o comando de
João Manuel Mena Barreto, "quando fazia o seu batismo de
sangue e merecia a gratidão eterna das famílias de São Borja, das
quais foi o salvador. Viu-se dentro da vila um espetáculo que é
impossível descrever. A população estremecia de susto, e as ruas
estavam cheias de povo. Este espetáculo comoveu o coronel Mena
Barreto e o determinou a atacar os paraguaios. Durante horas que
fez frente ao inimigo, várias vezes, com diversas cargas, a vila de
São Borja ficou despovoada". A decisão dos paraguaios de só
tomarem São Borja após transporem o rio – com um contingente
total de cinco mil homens, de que dispunha o seu exército – foi
ocasionada pela impressão de serem estes heróis uma vanguarda
do exército brasileiro. Disso se valeu o coronel João Manuel para
efetuar, à noite, a retirada estratégica de todas as famílias
sãoborjenses.
Participou mais tarde do cerco a Uruguaiana, assumindo logo
depois o comando de uma brigada estacionada em São Gabriel.
Foi depois chamado à Corte, onde comandou o 1° Regimento de
Guarda. Não permaneceu muito tempo, desejando voltar ao
combate, foi nomeado, em 1867, brigadeiro. Em novembro e
dezembro do mesmo ano se destacava em combate e, no ano
seguinte, lutou em Avaí e Lomas Valentinas.
Promovido ao comando da 1° Divisão de cavalaria, foi ferido a bala
no combate que conquistou as fortificações de Peribebuí, vindo a
falecer. Sua morte revoltou o príncipe Gastão de Orléans, conde
d'Eu (marido de D. Isabel de Bragança, princesa imperial do
Brasil), que teria ordenado o degolamento do coronel Pablo
Caballero e do chefe político da vila, Patrício Marecos (cf.
DORATIOTO, Francisco. Maldita Guerra. São Paulo: Companhia
das Letras, 2002. Este autor é, porém, muito contestado neste e
noutros pontos] o que demonstraria a influência dos Mena Barreto
no sul brasileiro.

Bibliografia:Achiles Porto-Alegre,”Homens ilustres do Rio Grande


do Sul”. Porto Alegre: Livraria Selbach, 1917. João de Deus
Noronha Menna Barreto,”Os Menna Barreto. Seis Gerações de
Soldados”. Rio de Janeiro: Laemmert, 1950.Oswaldo Bittencourt
Menna Barreto, “Família Menna Barreto 200 Anos”. Santa Maria:
Cedigraf, 2003.
Quanto a seu pai, João de Deus Mena Barreto, 1º barão e
visconde de São Gabriel (Rio Pardo, 2 de Julho de 1769 — 27 de
agosto de 1849), foi um militar e político ilustre. Transcrevemos,
apenas com ligeiras modificações, o verbete da Wikipedia sobre
ele, verbete este ascessado a 9.3.2012
.Assentou praça no regimento dos dragões, em Rio Pardo,
tomando parte da campanha de 1801 quando, devido a atos de
heroísmo, foi promovido a sargento. Participou da campanha de

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1811 como tenente-coronel, guarnecendo o território das missões,
comandando entre outros, o seu primo José de Abreu Mena
Barreto, barão de Cerro Largo.

Em 1816, na Guerra contra Artigas, derrotou inicialmente a tropa


do próprio José Artigas. Depois atacou o caudilho José Antonio
Berdún que mantinha domínio sobre Quaraí, Ibirocaí e Inhaduí.
Mena Barreto, após o ataque, vendo que o inimigo estava em
posição vantajosa no terreno, ordenou que sua tropa fingisse uma
retirada, o inimigo saiu em perseguição, até uma planície mais
ampla, onde Mena Barreto pode utilizar toda sua cavalaria,
vencendo a Batalha de Carumbé. A tropa portuguesa com 480
homens, derrotou 800 inimigos, dos quais 238 foram mortos,
enquanto os portugueses tiveram somente 2 mortos e 22 feridos,
entre eles o próprio Mena Barreto. Recuperado, coordena a ala
esquerda das forças brasileiras, chefiadas pelo marquês do
Alegrete, na Batalha de Catalão, a 4 de fevereiro de 1817, saindo
novamente vitorioso. Em 1818 é atacado por 1030 homens
comandandos por Aranda, no arroio Gabiju, que é derrotado,
deixando 130 morto, 270 prisioneiros e 600 cavalos; deixando
somente um soldado de Mena Barreto morto. No mesmo ano é
promovido a marechal de campo, será tenente general em 1824.

Foi presidente da Província do Rio Grande do Sul, de 29 de agosto


de 1822 a 29 de novembro de 1823, como integrante da junta
governativa gaúcha de 1822-1824.
Na Guerra Cisplatina não recebeu nenhum comando formal, tendo
organizado tropas irregulares na fronteira, que derrotaram o
inimigo no Passo Sarandi.
Adoentado, em 1832, solicita seu afastamento do exército, que lhe
é concedido.
Em 1836, durante a Revolução Farroupilha, participa da retomada
de Porto Alegre pelos legalistas. Quando Bento Manuel Ribeiro
passou para o lado dos farroupilhas, escreveu a Mena Barreto
convidando-o a seguir seu exemplo, no que o marechal negou-se.
Depois da Paz de Ponche Verde retorna a Rio Pardo, onde falece.
Foi dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro (grão-cruz conforme o
site “A nobreza brasileira de A a Z”:
http://www.sfreinobreza.com/NobAZ.ht) e comendador da Imperial
Ordem de Avis. O título de barão de São Gabriel lhe foi concedido
por D. Pedro II a 18 de julho de 1841 e foi elevado a visconde a 2
de dezembro de 1845.
É o patriarca da família Mena Barreto, tendo usado o seu
sobrenome e o de sua esposa
(Rita Bernarda Côrtes de Figueiredo Mena), omitindo o nome
Pereira Pinto. Pai de Gaspar Francisco Mena Barreto e José Luís
Mena Barreto.

O verbete a ele dedicado no site Gaúchos Ilustres – Maragato


Assessoramento, diz:

João de Deus Menna Barreto nasceu no antigo povoado do Rio


Pardo. Bem jovem ainda, assentou praça no Regimento de
Dragões ali estacionado, alcançando, em poucos anos, os postos
de oficial subalterno.

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Casou com Rita Bernarda Côrtes de Figueiredo Mena (natural do
Rio de Janeiro, filha de José Maria de Figueiredo Mena, natural de
Portugal). Resolveu mudar o nome, para João de Deus Mena
Barreto, tornando-se assim o fundador da família Mena Barreto.

Havendo tomado parte, com o seu regimento, na campanha de


1801 e praticado atos de verdadeiro heroísmo, foi promovido ao
posto de sargento-mor.
Em 1811, o Capitão-general D. Diogo de Souza teve ordem de
invadir o Estado Oriental à frente de um poderoso exército; antes
de o fazer, determinou que uma coluna fosse guarnecer o território
das Missões e incumbiu dessa delicada comissão o Tenente-
coronel João de Deus Mena Barreto, que era um oficial de sua
inteira confiança. Como continuassem as correrias e depredações
na capitania do Rio Grande do Sul, por parte da gente de pior
espécie que acompanhava o caudilho D. José Gervário Artigas, D.
João VI entendeu que devia acabar para sempre com este estado
de coisas. Em 3 de outubro de 1816, o Brigadeiro Mena Barreto
bateu por completo os espanhóis no território das Missões. Foi um
feito brilhante em que o ilustre general revelou a sua bravura e alta
capacidade estratégica. Mas era preciso atacar quanto antes a
divisão do caudilho Verdum, que dominava em Quarai, Ibirocai,
Inhanduí e Pai-Passo. João de Deus não se fez esperar: foi ao seu
encontro, destroçando completamente as forças contrárias, que
eram muito mais numerosas. Ocupando-se desse combate um
distinto escritor, finaliza sua narrativa com as seguintes palavras:

“Assim findou a batalha de Ibirocaí, tão funesta para o inimigo, que


ali purgou os crimes e horrores cometidos na invasão daquele
território por ele assolado”. Nessa memorável ação, o ilustre
general que a comandava, conservou-se firme no seu posto,
apesar de ferido; o caudilho inimigo, diante daquele medonho
desbarato, fugiu do campo de luta, antes de concluído o combate;
só encontrou salvação nas patas do cavalo que montava.

A 4 de janeiro de 1817, Mena Barreto, já restabelecido do


ferimento que recebeu em Ibirocaí, coube papel saliente na batalha
de Catalão. Aí obrou prodígios de valor, investindo contra o inimigo
à frente da sua cavalaria,que ia levando a morte por toda a parte.

Em 1832, já com mais de 60 anos e adoentado, solicitou sua


reforma que lhe foi concedida.

Em junho de 1836, de acordo com outros chefes locais, tomou a


iniciativa da reação, em Porto Alegre. Depois da Paz de Ponche
Verde foi residir no Rio Pardo, onde contava com afeições que lhe
eram muito caras.

Por carta imperial de 10 de janeiro de 1846, o governo lhe


concedeu o título de Visconde de São Gabriel, com honras de
grandeza.

A 27 de agosto de 1849 faleceu em Rio Pardo. Um escritor


daquela época, ocupando-se da sua morte, traçou as seguintes
linhas: “Perdeu a Pátria um benemérito servidor, e a província do
Rio Grande do Sul, em particular, deverá chorar a perda do distinto
soldado, cujos gloriosos feitos são para ela um padrão de glórias”.

Bibliografia:
PORTO-ALEGRE, Achylles. Homens Illustres do Rio Grande do
Sul. Livraria Selbach, Porto Alegre, 1917.
- SILVA, Alfredo P.M. Os Generais do Exército Brasileiro, 1822 a
1889, M. Orosco & Co., Rio de Janeiro, 1906, vol. 1, 949 pp.
Como dissemos acima, teve 18 filhos, sendo que quatro
legitimados. Contudo, oito deles morreram ainda crianças. Entre os
irmãos do general João Manuel, merecem destaque o marechal
Gaspar Francisco Mena Barreto (1790-1856), o marechal João
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Propício Mena Barreto, 2º barão de S. Gabriel, de que falaremos
adiante por seu casamento com Francisca da Fontoura Palmeiro, o
coronel José Luiz Mena Barreto ((* 1796, + no combate do Rincão
das Galinhas 1825), Maria Pùlcra de Figueiredo Mena (* 1799),
casada em primeiras núpcias com o capitão José de Paula Prestes
da Fontoura (+ no combate de Catalã, 1817) e em segundas
núpcias com o desembargador José Maria de Sales Gameiro de
Mendonça Peçanha.

Filhos:
§ 1. João Manuel Mena Barreto Filho (cf. adiante, § 1.)
§ 2. João Carlos Mena Barreto (cf. adiante, § 2.)
§ 3. Maria Adelaide Mena Barreto (cf. adiante, § 3.)
§ 4. Maria Balbina Mena Barreto (cf. adiante, § 4.)
§ 5. Alice Palmeiro Mena Barreto (cf. adiante, § 5.)

§ 1. General João Manuel Mena Barreto Filho

General João Manuel Mena Barreto Filho


* 1848, + 1931

Esteve na Guerra do Paraguai (1865-1870) e na Revolução


Federalista no Rio Grande do Sul (1893-1895)
X Jacinta Maciel.
Filhos:
1. Nelson Mena Barreto. X ....
2. Dr. Eudoro Mena Barreto. X ... Xavier. Com sucessão
3. Raul Mena Barreto. X ...
4. Vanda Mena Barreto, + .... solteira
5. Sara Mena Barreto, + .... solteira

§. 2. General João Carlos Mena Barreto

General João Carlos Mena Barreto


* 1858, + 1930

Combateu a Revolução de 1893-1895.

X com sua sobrinha Maria Amália Mena Barreto Borges Fortes (cf.
adiante, IV.2.3.1.)

Filhos:

1. Gabriel Mena Barreto (cf. adiante, 1.)


2. Nésia Mena Barreto, solteira.
3. Rute Mena Barreto (cf. adiante, 2. )
4. Marina Mena Barreto (cf. adiante, 3.)
5. Marieta Mena Barreto (cf. adiante, 4.)
6. Celso Mena Barreto (cf. adiante, 5.)

1. Major Gabriel Mena Barreto

Major Gabriel Mena Barreto


* Jaguarão, 11 de maio de 1899, + 1969

De sua turma do Colégio Militar e da Escola Militar do Realengo


fizeram parte os futuros Presidentes da República, marechais
Castelo Branco e Costa e Silva e o marechal Amauri Kruel, entre
outros, que iriam se evidenciar na vida militar e política do país.
Major de Cavalaria, participou no Rio Grande do Sul da Revolução
de 1930 e depois em S. Paulo da Revolução Constitucionalista de
1932. Medalha Militar de Prata de bons serviços. Na reserva,
intelectual que era, colaborou com vários jornais, escrevendo
artigos notadamente de caráter histórico. Publicou as obras:

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“Memórias de duas Campanhas”, “Subsídios para um Dicionário
Histórico do Rio Grande do Sul”, “Colônias Militares”. Já na reserva
do Exército, como capitão, exerceu o cargo de prefeito da cidade
de Ponta Grossa, no Paraná, onde foi, depois, eleito vereador. Na
mesma cidade integrou o magistério estadual, regendo as cadeiras
de História Geral e História do Brasil no Colégio Estadual Regente
Feijó e na Faculdade de Filosofia. Serviu também, no CPOR de
São Paulo, durante a guerra, o que lhe valeu a promoção a major
de cavalaria, para a reserva. Regressou a seu Estado natal,
fixando residência em Porto Alegre, chefiando a Divisão de
Pensões e Processos do GBOEx – Grêmio Beneficiente de Oficiais
do Exército e colaborando no jornal “Correio do Povo”. Sobre o
major Gabriel Mena Barreto, cf. Gen. Divisão João de Deus
Noronha Menna Barreto, “Ainda os Menna Barreto – 1919-1969”,
edição do autor, 1970, pp. 69-73.

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X no Rio de Janeiro com sua prima Inah Mena Barreto Monclaro,


filha do coronel Pedro Dartagnan da Silva Monclaro e de Amabilia
Mena Barreto Ferreira. Neta materna de Catão Damasceno
Ferreira e de Florinda da Fontoura Mena Barreto (* 1846 cf.
Anuário Genealógico Brasileiro, p. 376; 1851, cf. GRG, p. 70),
sendo esta irmã gêmea do marechal Antonio Adolfo da Fontoura
Mena Barreto (1846-1923), que fez as campanhas de 1864-1865,
1865-1870, 1893-1895 e 1910, foi deputado e ministro da Guerra
(1911-1912). Bisneta do marechal Gaspar Francisco Mena Barreto
(1790-1856) (o filho mais velho do visconde de São Gabriel) e de
sua segunda esposa Balbina Carneiro da Fontoura. Esta era filha
do major João Carneiro da Fontoura (1793-1843) [irmão mais
velho de Maria Josefa da Fontoura, esposa de João José
Palmeiro) e de Florinda Adolfo Carneiro da Fontoura 1786-1857),
filha, por sua vez,do sargento-mor Antonio Adolfo Charão (1721-
1780) [primo irmão da recém mencionada Maria José da Fontoura]
e de sua primeira esposa, Ana Clara do Nascimento. Antonio
Adolfo Charão tinha o mesmo nome do pai, nascido Antonio Adolfo
Schram (por corruptela Charão). Este nasceu no Rio de Janeiro,
sendo filho de João Adolfo Schram, natural de Brunswich, na
Alemanha, e de Cecília de Souza da Conceição, natural do Rio de
Janeiro. A mãe do segundo Antonio Adolfo Charão era Joana
Veloza da Fontoura (1740-1796), quinta filha de de João Carneiro
da Fontoura, o iniciador da família no Rio Grande do Sul.

Filhos:

1) João Manoel Mena Barreto (cf. adiante, 1))


2) Carlos Ney Mena Barreto (cf. adiante, 2))
3) Luis Fernando Mena Barreto (cf. adiante, 3))
4) Ismar Monclaro Mena Barreto (cf. adiante, 4))
5) Vera Monclaro Mena Barreto

1) João Manoel Mena Barreto

João Manoel Mena Barreto

Do comércio

X Maria de Lourdes Cristóforo, * São Paulo


Filha de Domingos Cristóforo e de Lélia Dias.

Filhos:

(1) Gabriel Cristóforo Mena Barreto


(2) Lucy Cristóforo Mena Barreto

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2) Carlos Ney Mena Barreto

Carlos Ney Barreto


* no Rio de Janeiro a 26 de abril de 1925

Funcionário do Banco do Brasil (aposentado). Reside em São


Francisco de Paula.

X com sua prima Leda Mena Barreto, +


Filha do general Oswaldo Menna Barreto e de Florinda Monclaro
(cf. abaixo, IV.4.4.3.1.)

X (2) Luci Helenita Matte

Filhos (do 1º casamento): [dos filhos abaixo tem oito netos e uma
bisneta (2009)]

(1) Flora Mariza Mena Barreto X


(2) Luiz Antônio X
(3) Gabriel Ney X

3) Luis Fernando Mena Barreto

Luis Fernando Mena Barreto

Funcionário do Banco do Estado do Rio Grande do Sul.

X Elma Gonçalves dos Santos


Filha de Santolino Gonçalves dos Santos e Maria ...
Com sucessão

4)Coronel Ismar Monclaro Menna Barreto

Coronel Ismar Monclaro Menna Barreto


Oficial da cavalaria .

X Vera Maria de Macedo


Filha de Galeno Pons de Macedo e de Natália Pires Porto.

2. Rute Mena Barreto

Rute Mena Barreto


X Décio Silveira
Filha: Icléa Mena Barreto Silveira

3. Marina Mena Barreto

Marina Mena Barreto


X Dr. Antonio Carlos César
Filhos:
1) Helena Mena Barreto Cesar
2) Maria Amélia Mena Barreto César
3) Telmo Mena Barreto César

4. Marieta Mena Barreto

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Marieta Mena Barreto
X Tenente José Maria Mena Barreto Monclaro, * 1897,
Irmão da acima mencionada Iná Mena Barreto Monclaro, esposa
do capitão Gabriel Mena Barreto. Ou seja, dois irmãos (Gabriel e
Marieta), casados com dois irmãos (Iná e José Maria), que além do
mais eram também primos.

Filhos:

1) João Mena Barreto Monclaro


2) Moacir Mena Barreto Monclaro
3) Lais Mena Barreto Monclaro
4) Lea (Leia?) Mena Barreto Monclaro
5) José Carlos Mena Barreto Monclaro, +, solteiro
6)Antonio Carlos Mena Barreto Monclaro
7) Ligia Mena Barreto Monclaro

5. General Celso Mena Barreto

General Celso Mena Barreto


* São Gabriel a 1 de março de 1901, + 1969

Possuía a Medalha Militar de Ouro de Bons Serviços. Em 1922,


por ocasião de uma revolta na Escola Militar do Realengo, que
cursava, tendo tomado parte na mesma, foi desligado com os
demais companheiros, ficando afastado por oito anos. Tomou parte
ativa da Revolução e 1930 no Rio Grande do Sul. Com a anistia
concedida em 1931 pelo governo revolucionário aos ex-alunos da
Escola Militar, retornou ao Exército e foi terminar o Curso da
Escola Militar Provisória, organizada para esse fim.Combateu a
Revolução Constitucionalita de 1932 em São Paulo. Serviu em
várias unidades do Exército em Santa Maria, Caxias do Sul, Porto
Alegre, Recife (durante a 2ª Guerra Mundial), Rio Grande, Juiz de
Fora. Em 1952, promovido ao posto de coronel, foi classificado no
19º R.I., em São Leopoldo, como Comandante desta Unidade. Em
1955 pediu transferência para a reserva, sendo-lhe concedida no
posto de General de Brigada, com cerca de 35 anos de serviços
prestados ao Exército e ao país. Sobre o gen. Celso Mena Barreto,
cf. a obra “Ainda os Menna Barreto”, pp 83-86.

X Olga de Lima

Filhos:

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1) Luis Carlos Mena Barreto


2) Carlos Roberto (cf. Anuário Genealógico Brasileiro, ano III,
1941, p. 385, Carlos Alberto (cf. “Ainda os Menna Barreto”, p. 85)
Mena Barreto
3) Lia Teresinha Mena Barreto, + solteira

1) Tenente-coronel Luis Carlos Mena Barreto

Tenente-coronel Luis Carlos Mena Barreto

Era tenente-coronel da Infantaria em 1969.

X ...
Com sucessão

2) Coronel Carlos Alberto Lima Mena Barreto

Coronel Carlos Alberto Mena Barreto


+ 1995
Era distinto oficial da Arma de Infantaria, pára-quedista e com o
curso de Comando e Estado-Maior do Exército. Depois de
comandar o 26º Batalhão de Infantaria Pára-quedista, foi
designado Comandante do 2º Batalhão Especial de Fronteira e, a
seguir, Comandante do Comando de Fronteira de Roraima (em
território abrangido pela "Reserva Ianomami", durante os anos de
1969, 1970, 1971). Posteriormente, foi Secretário de Segurança
Pública do atual Estado de Roraima, ao longo dos anos de 1985,
1986, 1987, 1988, portanto, com larga e prolongada vivência nos
assuntos daquela região amazônica.

No desempenho daquelas atribuições funcionais, o coronel Menna


Barreto percorreu seguidamente o território da chamada "Reserva
Ianomami", não encontrando nenhuma tribo com esse nome dentre
as 18 relacionadas, fruto de suas minuciosas pesquisas "in loco".
Concluiu daí, que a tribo Ianomami não passa de história de ficção
ou de uma farsa, o que o levou a escrever o livro “A farsa
ianomami”,publicado em 1995 pela Biblioteca do Exército Editora.
Esclarece em seu livro que em suas investigações feitas e em
estudos realizados por antropólogos e indianistas que percorreram
a área em questão, jamais encontrou qualquer referência à tribo
"Ianomami". O livro de Menna Barreto teve a apresentação feita
pelo general-de-divisão Carlos de Meira Mattos.

§ 3. Maria Adelaide Palmeiro Mena Barreto

Maria Adelaide Palmeiro Mena Barreto

X Dr. Gabriel Borges Fortes, *S. Gabriel


Filho do dr. João Pereira da Silva Borges Fortes (1816-1893),
médico, formado pela Faculdade do Rio de Janeiro, deputado pelo
Rio Grande do Sul e presidente do Partido Conservador na
Província e de Francisca de Paula Vale. Neto paterno de Manoel
José Pereira da Silva e Emerenciana Antonia Gonçalves Borges;
neto materno de Tomás Ferreira Vale e de Leonidia Alves.

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Nasceu João Pereira da Silva Borges Fortes na freguesia de


Nossa Senhora da Conceição de Cachoeira, hoje Cachoeira do
Sul, em 5 de julho de 1816 e faleceu em São Vicente do Sul em 7
de Janeiro de 1893, com a idade de 76 anos. O sobrenome
Borges Fortes ele tirou dos avós maternos, Antonio Gonçalves
Borges e Joana Rosa Pereira Fortes, não só como prova de
reconhecimento e estima como para diferenciar-se de homônimo
quando cursava a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.

Era filho legítimo de Manoel José Pereira da Silva e de


Emerenciana Antonia da Silva. Entre seus irmãos destacou-se o dr.
Manoel José Pereira da Silva Continentino (nascido com o
sobrenome Borges Fortes, trocando o mesmo por problemas
políticos quando se encontrava no Rio de Janeiro cursando a
Faculdade de Medicina), nascido em São Gabriel e falecido no Rio
de Janeiro, doutor em medicina pela Universidade de Paris e
médico da Imperial Câmara.O pai de João Pereira da Silva Borges
Fortes, que era fazendeiro e proprietário da Fazenda Inhatium
em São Gabriel, foi Tesoureiro Geral da República de Piratini e
suplente de deputado à Assembléia Constituinte e Legislativa
instalada em Alegrete a 1 de dezembro de 1842.

Fazendo os primeiros estudos em sua vila natal e depois na capital


da Província, foi o jovem encaminhado ao Rio de Janeiro, com
destino à Faculdade de Medicina da Corte, formando-se em
novembro de 1839. Conheceu a José Bonifácio de Andrada e
Silva, de quem se fez confidente e amigo, tendo-o acompanhado
em seu exílio, de quatro anos, da ilha de Paquetá. Diplomado aos
23 anos, voltou o dr. Borges Fortes a sua Província natal, que
encontra separada da comunhão do Império, mas em situação
periclitante para o novo Estado independente ali instalado. Filiou-
se, de chegada, ao Partido Conservador, nele militando por mais
de 40 anos, ao lado de figuras do valor como Oliveira Belo, Jacinto
Mendonça e Severino Ribeiro. Muitas e amargas desilusões sofreu
o jovem médico de seus correligionários. Esquecia-as ou as
perdoava, preocupado com o exercício de sua profissão.
Envolvendo-se com a política, depois de poucos anos abandonou
a medicina. Recusou o título de barão, que D. Pedro II queria lhe
conceder.

Achava que a simples recepção do Estado-Maior do Imperador,


na fazenda de sua família, não justificava o título. Bastavam-lhe a
amizade de seu soberano e as comendas da Rosa e de Cristo,
que este lhe conferira. De João Pereira da Silva Borges Fortes
disse na Assembléia Legislativa, o conselheiro Gaspar da Silveira
Martins, seu mais ferrenho adversário político: " Ao Dr. Borges
Fortes nada se negue nesta casa. Ele é um grande patriota".
O site “Genealogia da família Borges Fortes” publica alguns dados
interessantes sobre a família: http://www.borgesfortes.com/
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(acessado dia 16.3.2011):
"As Ilhas do Açores foram o viveiro fecundo que abasteceu o
Brasil daquilo que ele mais precisava, população, quando nos
meados do século XVIII, a conservação da Colônia do Sacramento
impunha a urgência de desenvolver o Continente de São Pedro e
Santa Catarina.

Sendo proibida rigorosamente a entrada de súdito de outras


nações nas terras do Brasil, repelidas até mesmo a sua
aproximação, veio a caber, felizmente, aos açorianos o destino
histórico de formar o lastro fundamental das famílias do Extremo
Sul do Brasil.

Feliciano Velho Oldemberg contratou com a Corte de Lisboa


transportar para a Ilha de Santa Catarina, até quatro mil casais que
embarcariam nas ilhas do Arquipélago dos Açores, contrato
firmado a 9 de agosto de 1747.

Da Ilha de São Jorge desembarcaram os seis irmãos D'Águeda,


eram eles filhos de João Teixeira D'Águeda e de Isabel Nunes. O
nome de D'Águeda provém da corruptela de Der Haegen, (
Wilhelm Van Der Haegen), natural de Bruges, estado de Flandres,
(Bélgica), nascido no ano de 1435, falecendo no Topo, com fama
de grandes virtudes, no dia de São Tomé, 21 de dezembro de
1510, que daí foi povoar a Ilha do Corvo, passando depois à de
São Jorge e que casou com Margarida de Azambuja (Savóia),
também existe referência como Marguerite de Savoie, Zabuya,
Zambuja, (nascida no ano de 1439 em Bruges).

Em 1470 Wilhelm já havia fundado a freguesia do Topo e


terminado a construção da Igreja N.S. do Rosário.

A chegada dos D'Águedas deve ter sido posterior à publicação do


Bando de 16 de janeiro de 1752, porque não se encontra menção
de haverem recebido datas de terras e o seu nome aparece com
avultada propriedade nas Pederneiras, em campos que foram
adjudicados ao domínio português só depois do advento de Gomes
Freire de Andrade ao Rio Grande".(1)No ano de 1760 os D'Águeda
passaram a assinar "Fortes", iniciando-se assim o sobrenome que
deu origem aos Borges Fortes que conhecemos atualmente. Fazia
a família, parte de uma das últimas expedições desembarcadas na
Ilha de Santa Catarina (1752) pois que, os casais que primeiro
chegaram e que passaram ao Rio Grande, receberam logo suas
datas de terras e fundaram os vários núcleos de povoação que
ficam do Taquari para Leste, estabelecendo-se, a maioria, em
Viamão, atual Porto Alegre.
O sobrenome composto, Borges Fortes, foi adotado pelos filhos de
Antonio Gonçalves Borges com Joana Rosa Pereira Fortes. Joana
Rosa Pereira Fortes era filha de João Pereira Fortes, filho de João
Teixeira D´Águeda Filho, filho de João Teixeira D´Águeda,
descendente de Wilhelm Van Der Haegen.
Filhos cf.:
http://wc.rootsweb.ancestry.com/cgi-bin/igm.cgi?
op=DESC&db=valdenei&id=I2382

1. Maria Amália Mena Barreto (cf. adiante, 1.)


2. Hercilia Mena Barreto
3. Francisca Mena Barreto (cf. adiante, 2.)
4. João Manoel Mena Barreto Borges Fortes (cf. adiante, 3.)
5. Maria da Glória Mena Barreto Borges Fortes

[Damos esta lista de nomes na ordem dada pelo site “Genealogia


da família Borges Fortes”; aparentemente alguns filhos do casal
Maria Adelaide Palmeiro Mena Barreto – Dr. Gabriel Borges Fortes,
usam apenas o sobrenome Mena Barreto, omitindo o Borges
Fortes (cf. endereço acima mencionado). Tal ordem seguirá

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realmente a ordem cronológica, do mais velho ao mais moço? O
Anuário Genealógico Brasileiro (ano III, 1941, p. 385), bem como a
obra de João de Deus Noronha Menna Barreto, “Os Menna Barreto
– seis gerações de soldados, 1769-1950”, Gráfica Laemmert Ltda,
Rio de Janeiro, s/d [p. 52] dão uma outra ordem, que mencionamos
abaixo, apresentando só quatro filhos.Só o filho homem usaria o
nome Mena Barreto, as filhas todas seriam apenas Borges
Fortes... O site da família menciona Hercilia e Maria da Glória,
nomes ignorados pelo Anuário, que menciona, porém, uma Ceci,
ignorada pela outra fonte. Enfim, questão a ser apurada melhor]

1. João Manoel Mena Barreto Neto


2. Francisca Borges Fortes
3. Ceci Borges Fortes
4. Amália Borges Fortes

1. Maria Amália Mena Barreto Borges Fortes

Maria Amália Mena Barreto Borges Fortes

X (1) Capitão Germano da Silva


X (2) com seu tio general João Carlos Mena Barreto, * 1858-
1930, com sucessão (cf. acima, IV.2.2)

2. Francisca Mena Barreto Borges Fortes

Francisca Mena Barreto Borges Fortes

X Capitão Arthur Benjamin da Silva


Com sucessão diz o Anuário Genealógico Brasileiro

3 . João Manoel Mena Barreto Borges Fortes

João Manoel Mena Barreto Borges Fortes


+ Porto Alegre, 7 de abril de 1951
X Odilla Silva (ou Odília Silveira, cf. Anuário Genealógico
Brasileiro, ?)
Com sucessão, diz o Anuário Genealógico Brasileiro

§ 4. Maria Balbina Palmeiro Mena Barreto

Maria Balbina Palmeiro Mena Barreto


X Coronel Trajano de Menezes Cardoso

Filhos:

1. Ibanês Mena Barreto Cardoso (cf. adiante, 1.)


2. Dorzila Mena Barreto Cardoso, + em Porto Alegre a 27 de
novembro de 1887, com sete anos
3. Almerinda Mena Barreto Cardoso (cf. adiante, 2.)
4. Alzira Mena Barreto Cardoso (cf. adiante, 3. )

1. Tenente Coronel Ibanês Mena Barreto Cardoso

Tenente Coronel Ibanês Mena Barreto Cardoso


* 3 de janeiro de 1882

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X Noêmia Reverbel de Souza
Sem sucessão diz o Anuário Genealógico Brasileiro

2. Almerinda Mena Barreto Cardoso

Almerinda Mena Barreto Cardoso


X (1) com o capitão Venceslau Dario de Oliveira Belo

X (2) com o general Joaquim Fernandes Brandão

Filhos (do 2º casamento):

1) Gelsa Cardoso Brandão (cf. adiante, 1) )


2) Lourdes Cardoso Brandão

Gelsa Cardoso Brandão

Gelsa Cardoso Brandão

X Dr. Galba de Paiva


Poeta gaúcho, formado em Direito no Rio de Janeiro, desenvolveu
sua atividade profissional como administrador e magistrado no Rio
Grande do Sul. Autor de Hora Azul, Elogio das Cores e Folhas

Filhos:

(1) Gelni (Gelhi?) Brandão de Paiva


(2) Gladis Maria Brandão de Paiva
(3) Glice Brandão de Paiva
(4) Gilma Brandão de Paiva
(5) Glene (Gilene?) Brandão de Paiva

3. Alzira Mena Barreto Cardoso

Alzira Mena Barreto Cardoso

X (1) Antonio de Araújo - sem sucessão

X (2) Oscar Becker – com sucessão

§ 5. Alice Palmeiro Mena Barreto

Alice Palmeiro Mena Barreto


X Desembargador Tito Prates da Silva, * em São Gabriel em
1855, + 12/11/1937.
Filho de João Raimundo da Silveira Santos (+ 1899) e de Cândida
Nepomuceno Prates. Primo de Eduardo Prates, conde de Prates
(conde romano, Leão XIII) (1860-1928), grande comerciante,
banqueiro, adiantado agricultor e pecuarista em São Paulo. Era
primo igualmente de Júlio Prates de Castilhos, importante homem
político do Rio Grande do Sul, governador do Estado.
http://www.alfredo.com.br/arquivos/gentrop8.pdf]

Formado pela Faculdade de Direito de São Paulo (1877),


magistrado, desembargador (1896)

Filhos:

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1. João Raymundo da Silva Neto (cf. adiante, 1)


2. Tito Prates da Silva Filho (cf. adiante, 2)
3. Alcides Mena Barreto Prates da Silva (cf. adiante, 3.)
4. Homero Mena Barreto Prates da Silva (cf. adiante, 4)
5. Fernando Prates da Silva (cf. adiante, 5.)
6. Julio Prates da Silva (cf. adiante, 6.)
7. Alice Prates da Silva (cf. adiante, 7.)
8. Cândida Célia Prates da Silva (cf. adiante, 8.)
9. Maria Balbina Prates da Silva (cf. adiante, 9.)

1. Dr. João Raymundo da Silva Neto

Dr. João Raymundo da Silva Neto


* São Gabriel a 29 de julho de 1885 + em Cruz Alta no verão de
1925 (ou foi a 8 de outubro de 1949?)

Conforme informa o site acima citado, no início do século XX foi


adotado por seu tio, João Raimundo da Silva, solteiro, passando a
usar o mesmo nome do padrinho, substituindo o Júnior por Neto.
Formado em Direito no Rio de Janeiro (1907), advogado e
pecuarista em Cruz Alta, dono da Fazenda Retiro. Tio do
conhecido escritor Érico Veríssimo, foi ele, aliás, o primeiro homem
que Érico viu morrer, num episódio descrito em seu livro “O Solo de
Clarineta”. O livro “O Resto é silêncio” é dedicado a este tio e a
Catarino. Chegou a dividir o quarto de uma pensão, em Porto
Alegre, com Getulio Vargas.

Sobre João Raymundo da Silva Neto e sua descendência e seu


parentesco com Érico Veríssimo cf. reportagem de Patrícia Specht
no jornal “Zero Hora” de 19/10/1999:
shttp://minerva.ufpel.edu.br/~felipezs/html/report4.html

O sobrinho, médico Caio Flávio Prates, assim caracterizou João


Raymundo
Neto:

“João Raymundo Neto nasceu em 29 de julho de 1885, em São


Gabriel e faleceu em 8 de outubro de 1949. Formou-se advogado
na turma de Getúlio Vargas, em 1907. Teve uma breve passagem
por um juizado do interior abandonando para ser fazendeiro, em
Cruz Alta, através de herança de um tio e homônimo, mas na
realidade ele era filho do Desembargador Tito Prates da Silva. Em
razão de um tiro de espingarda, ocorrido aos 21 anos (1906) que
lhe atingiu o queixo e o nariz, ele trazia sempre uma barba e
bigodes bem avantajados que lhe conferiam uma feição mais
respeitável e patriarcal. Agnóstico, foi administrando as crises de
neurose e de angústia, conduzindo sua vida ao lado da
companheira Iracema, com quem era casado desde 1911... Seu
universo interior tinha características cartesianas. Ele não sabia
viver sem sua reação diária de ordem, coerência e harmonia. Era
mais um lógico, que um mágico; mais um profeta do que um poeta.
Mas com o passar dos anos aprendeu a rir talvez na ânsia de
encontrar a esperança... (cf. o site “Genealogia Tropeira – Rio
Grande do Sul séculos XIX e XX, vol. III. Coletânea de material
histórico e genealógico”, organizado por Cláudio Nunes Pereira:
http://www.alfredo.com.br/arquivos/gentrop8.pdf)

O Dr. João Raymundo da Silva Neto


X 1911 com Iracema Lopes, filha de Aníbal Lopes. Sua irmã
Abegahy Lopes (dona Bega) (+ 1963), casou com o farmacêutico
Sebastião Veríssimo da Fonseca (1880-1935), sendo os pais de
Érico Veríssimo.
Sem filhos, mas criaram Jenny Pereira,que foi a herdeira do casal,
* Cruz Alta, 27 de junho de 1927, e ali + a 18 de abril de 1988 X em
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Cruz Alta a 31 de janeiro de 1946 com Rosber Brandão,
agropecuarista. Com descendência.

Casamento de Jenny Pereira com Rosber Brandão em 1946. Os


recém casados tem ao lado o dr. João Raimundo da Silva Neto e
sua esposa
2. Tito Prates da Silva Filho

Tito Prates da Silva Filho

X Maria Amália de Siqueira

Filhos:

1) José Helvécio de Siqueira Prates


2) Homero de Siqueira Prates

3. Dr. Alcides Mena Barreto Prates da Silva

Dr. Alcides Mena Barreto Prates da Silva

Médico

X Hilda Fabião Nogueira

Filhos:

1) Eleonora Nogueira Prates


2) Maria Alice Nogueira Prates
3) Lair Nogueira Prates
4) Iliana Nogueira Prates

4. Dr. Homero Mena Barreto Prates da Silva

Homero Mena Barreto Prates da Silva (São Gabriel, + Rio de


Janeiro, 17 de novembro de 1957) foi um escritor brasileiro.
Formou-se na Faculdade de Direito de Porto Alegre, em 1912,
iniciando na judicatura em Dom Pedrito. Foi escritor, tendo
colaborado nas revistas Fon-Fon, Careta, O Malho, Ilustração
Brasileira, junto com seus conterrâneos Felipe D'Oliveira e Álvaro
Moreyra. Mudou-se para o Rio de Janeiro, onde foi presidente de
uma Junta de Conciliação e Casamento. Obras: “Poemas
bárbaros”, 1908; “As horas coroadas de rosas e de espinhos”,
1912;“Código de Justiça Militar” e “Atos simulados e atos em
fraude de lei”
X Cleonice de Lacerda
Sem sucessão.

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5. Dr. Fernando Prates da Silva

Dr. Fernando Prates da Silva


Médico
X Elmira da Silva
Filho: Gilberto da Silva Prates

6. Júlio Prates da Silva

Julio Prates da Silva


X Amália de Macedo Casado
Filha de José Evaristo de Macedo Casado e de Rita Riopardense
de Macedo. Neta paterna de Inácio Bibiano Carneiro da Fontoura
de Macedo Casado e de Ana Medora de Macedo, sendo esta a
sétima e última filha de Francisco Pereira de Macedo, visconde de
Serro Formoso (cf. acima, na ascendência de Francisca de
Francisca de Macedo, esposa do gen. Asdrubal Palmeiro de
Escobar, II.2.5.3.).
Filhos:
1) Ceres Casado Prates
2) Teresa Casado Prates

7. Alice Prates da Silva

Alice Prates da Silva


X Cel. Alfredo Bento Pereira
Filho de João Bento Pereira (+ 1900) e de Rita Cassia de Oliveira
(+ 1903). Seu pai era o proprietário da Estância do Inhatium a partir
de 1879. Com o falecimento dos pais ele e seu irmão dividiram a
fazenda. Com a introdução do gado Hereford no Brasil, em 1906, e
a difusão desta raça no Rio Grande do Sul, Adel Bento Pereira,
como novo proprietário da Estância do Inhatium,iniciou a criação
da referida raça em sua propriedade. Alfredo Bento Pereira foi
Prefeito do município de São Gabriel.
Cf.: http://vivasaogabriel.blogspot.com/2011/02/estancia-luz-de-
sao-joao.html, assessado a 9.4.2011

Filhos:

1) João Tito Prates Pereira


2) Dr. Iniold Prates Pereira – advogado
3) Heraldo Prates Pereira
4) Alfredo Prates Pereira
5) Valdo Prates Pereira
6) Déa Maria Prates Pereira
7) Carlos Alberto Prates Pereira

8. Cândida Célia Prates da Silva

Cândida Célia Prates da Silva


X Romulo Gomes da Silveira
Filhos:
1) Hélio Prates da Silveira
2) Caio Flávio Prates da Silveira
3) Celso Túlio Prates da Silveira
4) Atos Prates da Silveira

9. Maria Balbina Prates da Silva

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Maria Balbina Prates da Silva
X Alcívio Monteiro de Macedo, cujo pai era sobrinho neto do
visconde de Serro Formoso, Francisco Pereira de Macedo
(mencionado acima, na ascendência de Francisca de Macedo,
esposa do general Asdrubal Palmeiro de Escobar, cf. II.2.5.3.)
Filhos:
1) Marco Aurélio Prates de Macedo
2) Delsa Prates de Macedo
3) Marco Antonio Prates de Macedo

III. Maria Leopoldina Palmeiro da Fontoura

Maria Leopoldina Palmeiro da Fontoura


* em Porto Alegre a 20 de dezembro de 1845 e foi batizada a 9 de
maio de 1846

X com o alferes João Batista Mena Barreto, batizado em São


Gabriel a 3 de novembro de 1850, + 1904
Filho ilegítimo do marechal João Propício Mena Barreto, 2º barão
de São Gabriel (1808-1867). . Exposto em casa de d. Ubaldina
Rodrigues Barbosa, casada com José Ferreira Bica.
Curioso, Maria Leopoldina era irmã mais velha de Francisca (IV,
abaixo), que casou por sua vez com o 2° barão de São Gabriel, ou
seja, o pai do alferes João Batista Mena Barreto.

Filhos:

§ 1. Morena Mena Barreto (cf. adiante, § 1.)


§ 2. Ocarlina Mena Barreto (cf. adiante, § 2.)
§ 3. Otacílio Mena Barreto, + solteiro.

§1. Morena Mena Barreto

Morena Mena Barreto


X Carlos Conrado Benavides, nascido no Uruguai.

Filhos:
1. Maurilo Mena Barreto Benavides (cf. adiante, 1) )
2. Olmiro (Olmeiro?) Mena Barreto Benavides
3. João Batista Mena Barreto Benavides
4. Otacílio Mena Barreto Benavides
5. Dr. Carlos Mena Barreto Benavides (cf. adiante, 2) )
6. Maria de Lourdes Mena Barreto Benavides (cf. adiante, 3) )
7. Odete Mena Barrreto Benavides (cf. adiante, 4) )
8. Alfredo Mena Barreto Benavides – oficial do Exército

1. General Maurilo Mena Barreto Benavides

General Maurilo (Maurílio?) Mena Barreto Benavides


* São Gabriel, 21 de setembro de 1904, + 1969
General de Brigada, possuía a Medalha Militar de Ouro de bons
serviços e a Medalha do Pacificador. Aluno da Escola Militar de
Realengo, tendo tomado parte na Revolta da Escola, em 1922,
com seu primo Celso Mena Barreto (cf.), foram desligados, tendo
passado oito anos fora do Exército. Anistiado pelo governo, com a
vitória da Revolução de 1930. Graduado em Coronel em 1953, foi
confirmado nesse posto no ano seguinte, sendo promovido a
General de Brigaa com passagem para a reserva em 1956. Foi
assim elogiado em 1953 pelo general comandante da 3ª D.C.:

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“Suas qualidades de caráter, integridade e lealdade, a par de
grande energia física e moral, fazem-no muito bom Comandante
de Unidade. Possue uma exemplar conduta civil e militar e seus
modos cavalheirescos grangearam-lhe o alto conceito que goza,
não só no seu meio, como, principalmente, na sociedade em que
vive”. Sobre ele cf. a obra “Ainda os Menna Barreto”, pp 181-185.

X Francisca Estrazulas (ou Estragulas, cf. “Ainda os Mena


Barreto”) de Oliveira.
Filhos:
1) Solange de Oliveira Benavides (cf. adiante, 1) )
2) Iran de Oliveira Benavides (Huran?) (cf. adiante, 2) )
3) Renan de Oliveira Benavides [não é mencionado na obra “Ainda
os Mena Barreto”, mas no Anuário Genealógico Brasileiro]

1) Solange de Oliveira Benavides

Solange de Oliveira Benavides


X Wilson ...
Com sucessão

2) Iran de Oliveira Benavides

Iran (Huran?) de Oliveira Benavides


+
X
Com descendência

2. Dr. Carlos Mena Barreto Benavides

Dr. Carlos Mena Barreto Benavides


Advogado

X Clotilde Bica
2 filhos

3. Maria de Lourdes Mena Barreto Benavides

Maria de Lourdes Mena Barreto Benavides

X Marcinio Fagundes Chagas


Filho de João Batista Chagas e de sua segunda esposa, Maria
José Fagundes (1860-1933). Neto de Luiz Gonçalves das Chagas,
barão de Candiota (título de 1875) (* Herval, + Porto Alegre 1894)
e de Anna de Ávila (+ 1897). O barão de Candiota é também
antepassado de Zilda Chagas Sousa, esposa de Fernando
Palmeiro Cavalcanti (cf. acima).

Filho: Elton (Eltan?) Benavides Chagas

4. Odete Mena Barreto Benavides

Odete Mena Barreto Benavides


X Ladislau Kotlinsky, oficial do Exército
Sem sucessão

§ 2. Oscarlina Mena Barreto

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Oscarlina (Ocarlina) Mena Barreto


+ 26 de janeiro de 1934
X Perciliano Severo Fialho

Foi prefeito interino de São Gabriel.

Filhos:

1. Maria de Lourdes Mena Barreto Fialho (cf. abaixo, 1.)


2. Tenente Descial Mena Barreto Fialho – foi aluno do Colégio
Militar do Rio de Janeiro

1. Maria de Lourdes Mena Barreto Fialho

Maria de Lourdes Mena Barreto Fialho

X João Francisco Maciel

Filha: Leila Fialho Maciel

IV. Francisca Palmeiro da Fontoura

Francisca da Fontoura Palmeiro (ou Francisca Palmeiro Pinto da


Fontoura?)

X com o marechal de campo João Propicio Mena Barreto, 2º


barão de São Gabriel
* em Rio Pardo, a 5 de agosto de 1808, + em São Gabriel, a 9 de
maio de 1867
Filho do marechal João de Deus Mena Barreto 1º barão e visconde
de São Gabriel e de Rita Bernarda Cortes de Figueiredo Mena.
Sobre o 2º barão de São Gabriel, diz a Wikipédia, a enciclopéia
livre, acessada a 20/3/2011:
“É um dos ascendentes duma tradicional família do Rio Grande do
Sul: os Menas Barretos. Filho de João de Deus Mena Barreto, 1º
barão e visconde de São Gabriel. Combateu em todas as guerras
do sul do Brasil entre 1825 e 1865: Guerra Cisplatina, Revolução
Farroupilha (ao lado do Império), guerra contra Rosas até a guerra
contra Aguirre, quando como comandante do Exército do Sul
conquistou Paissandu, ocupou Montevidéu e concorreu para a
deposição de Atanasio Aguirre, após o que solicitou dispensa por
grave doença, sendo agraciado com o título nobiliárquico de barão
em 18 de fevereiro de 1865. Concluída a Guerra contra Aguirre,
retornou à São Gabriel, onde faleceu pouco depois. Na Revolução
Farroupilha, em Rincão Bonito, em 1841, como coronel provoca
120 mortes, faz 182 prisioneiros e toma 800 cavalos.

Fontes de referência: Aquiles Porto Alegre, “Homens Illustres do


Rio Grande do Sul”, Livraria Selbach, Porto Alegre, 1917 e Alfredo
P. M. Silva, “Os Generais do Exército Brasileiro – 1822 a 1889”, M.
Orosco & Co., Rio de Janeiro, 1906, vol. 1, 949 pp.

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Marechal de campo João Propicio Mena Barreto, 2º barão de São


Gabriel
O site “Gaúchos ilustres”,
http://maragatoassessoramento.blogspot.com/2009/09/gauchos-
ilustres_13.html, acessado a 20/3/2011, é mais completo:
“Natural do Rio Pardo, João Propício de Figueiredo Menna Barreto
nasceu aos 5 de agosto de 1808. Era filho do marechal João de
Deus Menna Barreto (Iº Barão de S. Gabriel - e depois, Visconde
de S. Gabriel) e de D. Rita Bernarda Cortês de Figueiredo Menna.

Em 27 de junho de 1820, com apenas 12 anos de idade, assentou


praça como 1º Cadete, no Regimento de Dragões, do Rio Pardo
(RS). Em 1º de março de 1826, com 18 anos chegava a
Montevideu, onde apresentou-se no 5º Regimento de Cavalaria;
participou da célebre “Batalha do Rosário” (Ituzaingó), em 20-02-
1827. Aos 12 de outubro de 1828, foi promovido ao posto de
alferes; mas, a 1º de maio de 1832, pediu exclusão do Exército,
para tratar de interesses particulares, tornando-se “estancieiro” nos
campos do Batoví, no município de S. Gabriel (RS).

Impelido pelo seu espírito guerreiro, o tenente Propício Menna


Barreto não vacilou um só momento para empunhar as armas,
enganjando nas tropas imperiais, incorporadas à Brigada do Gen.
Bento Manoel Ribeiro, tomando parte ativa na Revolução
Farroupilha de 1835, combateu a favor da legalidade, sem o menor
recuo, durante os dez anos de luta encarniçada; venceu ao Cel.
Agostinho José de Mello, no combate no passo do Piquirí
(Cachoeira), em 25 de novembro de 1841. Em 1846, foi promovido
ao posto de coronel e em 1851, foi com as nossas forças até a
República Argentina, a fim de derrotar a tirania de Rosas, voltando
com a consciência de haver cumprido o seu dever. Em 14 de
março de 1854, foi promovido a Brigadeiro (General de Brigada);
aos 15 de março de 1858, foi nomeado Vice-presidente do Rio
Grande do Sul e aos 10 de abril daquele ano, agraciado com a
Ordem do Cruzeiro do Sul, no grau de dignatário. Aos 17 de abril
de 1863, foi feito Comendador da Ordem da Rosa.

Em 1864, nomeado comandante em chefe do exército, invadiu o


Estado Oriental do Uruguai, para esmagar o poderio de Aguirre
que deixou enxovalhar a nossa bandeira, quando o populacho
desenfreado, arrastou-se pelas ruas de Montevideu. Quando o
Gen. João Propício teve ordem de marchar o quanto antes para a
república vizinha, o seu estado de saúde era muito delicado. A 2
de março de 1864 foi elevado ao posto de Marechal-de-campo,
assumindo o comando das Armas da Província do Rio Grande do
Sul; logo, recebe ordens para marchar contra os vizinhos
“orientales”; nessa marcha penosa, os seus incômodos se
agravaram, mas Mena Barreto seguia sempre para a frente, com o
peito e as costas cobertos de cáusticos, com uma resignação que
admirava a todos que o cercavam, na sua barraca e assim, neste
deplorável estado, quase um moribundo, assistiu entre dores
cruéis, ao ataque de Paissandú em 31 de dezembro de 1864 e
pouco depois à tomada de Montevideu, a 20 de fevereiro de 1865.
Um outro teria abandonado logo o seu posto de honra, ele,
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entretanto, não quis fazê-lo porque acima de tudo colocava sempre
o cumprimento do dever.

Concluída a guerra com a vitória das nossas armas, voltou para S.


Gabriel, a terra adotada pelo Marechal João Propício Menna
Barreto. Em atenção aos seus valiosos serviços, o Imperador lhe
deu o título, que já tinha sido de seu pai, de Barão de São Gabriel.
Sua Majestade, o Imperador D. Pedro II, ao passar por S. Gabriel
em viagem para Uruguaiana, a fim de assistir a rendição da força
expedicionária paraguaia (ao mando do Tenente-coronel Antônio
de La Cruz Estigarriba, já cercado pelas tropas brasileiras),
aproveitou para visitar o Barão de São Gabriel, assim descrito por
seu genro, o Conde d’Eu:

“Dia 31 de agosto de 1865. De tarde, foi o Imperador visitar o


Barão de São Gabriel, Marechal-de-campo João Propício Menna
Barreto. É o General que no princípio da atual guerra comandou a
invasão do Estado Oriental e tomou Paissandú, cooperando com
Venâncio Flores e com o Visconde de Tamandaré.

Mas, o infeliz militar na campanha adquiriu a “tísica” (tuberculose),


que o vai lentamente consumindo; já não pode erguer-se do leito,
junto do qual vimos a baronesa, duas irmãs desta, cinco filhos, o
mais velho dos quais ainda não tem cinco anos.”

Foi um dos generais mais ilustres que teve o nosso exército.


Nenhum outro o excedeu em valor, em audácia e em bravura. Era
um soldado completo; nada lhe faltava.Em todos os combates em
que tomou parte sempre se pôs em relevo pelos seus rasgos de
coragem.
Faleceu na tarde de 9 de fevereiro de 1867, na sua estância da
Boa Vista, bem próxima do legendário Cerro do Batoví, sendo
sepultado na cidade de S. Gabriel.

É o Patrono do “9º Regimento de Cavalaria Blindada” sediado na


“terra dos Marechais (S. Gabriel).”

Filhos do 2º barão de São Gabriel com Francisca da Fontoura


Palmeiro:

§ 1. Maria da Glória Mena Barreto (cf. abaixo, § 1)


§ 2. Sebastião Mena Barreto (cf. abaixo, § 2.)
§ 3. Maria Corina Mena Barreto (cf. abaixo, § 3).
§ 4. João Propício Mena Barreto, * em São Gabriel a 4 de
dezembro de 1863 e batizado a 24 de junho de 1865.
§ 5. Francisco Mena Barreto, * em São Gabriel a 9 de setembro de
1866 e foi batizado a 19 de maio de 1867 (cf. abaixo, § 4.)
§ 6. Cecília Mena Barreto (cf. abaixo, § 4.)

§ 1. Maria da Glória Mena Barreto

Maria da Glória Mena Barreto


* S. Gabriel 1859, + Rio de Janeiro, 1º de abril de 1938
X Dr. Propicio Barreto Pinto
Filho do coronel Tristão José Pinto
Foi deputado.

Filhos:

1. Branca Mena Barreto Pinto (cf. adiante,1.)


2. Arlinda Mena Barreto Pinto (cf. adiante, 2.)
3. Alzira Mena Barreto Pinto, solteira
4. Maria da Glória Mena Barreto Pinto
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5. Almerinda Mena Barreto Pinto (cf. adiante, 3.)
6. Ary Mena Barreto Pinto (cf. adiante, 4. )
7. Oscar Mena Barreto Pinto (cf. adiante, 5. )
8. João Propicio Mena Barreto (cf. adiante, 6. )
9. Tristão José Pinto

Postado por Dom José às 18:42

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