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5 Skills and Benefits of Activity-Based Learning

Agora que exploramos os fundamentos filosóficos por trás da aprendizagem experiencial, 


vamos discutir alguns dos benefícios da incorporação de atividades na sua prática
pedagógica. 
Da parte do aluno, o ato aparentemente simples de observar longamente uma obra de arte
e descrever 
em detalhes o que está vendo apresenta desafios significativos no que diz respeito ao
desenvolvimento 
tanto da percepção quanto da linguage. Ao invés de simplesmente receber informação, os
estudantes são encorajados 
a se concentrar, olhar de perto e apresentar uma descrição exaustiva daquilo que estão
vendo. Quando reservamos 
um tempo longo para olhar e descrever, possibilitamos ao aluno construir e afinar suas 
habilidades de observação. Esse processo não requer perícia ou conhecimentos prévios,
sendo 
acessível para qualquer alunos. Através do contato com imagens cada vez mais 
desafiadoras, os estudantes começam a fazer observações mais numerosas e sutis,
organizando e expressando 
essas observações com mais eficácia e profundidade. Começam a criar a partir das
observações, formulando 
questões e caminhando no sentido de desenvolver suas próprias hipóteses ou
interpretações a respeito 
da obra, com base nas evidências que reúnem olhando bem de perto. Esse tipo de
habilidade é essencial 
para todos os alunos, tanto na escola quanto na vida. Atividades também facilitam a
aprendizagem entre pares. 
Quando damos aos estudantes a oportunidade de trabalhar e aprender juntos, eles
experimentam conceitos 
ou ideias de uma outra perspectiva que não a sua própria. A colaboração é uma
habilidade-chave que 
eles vão precisar por em prática mais tarde, na vida. Porque as atividades permitem 
respostas múltiplas e divergentes e uma grande variedade de abordagens, elas dão aos
estudantes a liberdade 
para formar suas próprias opiniões e interpretações. A escolha livre na aprendizagem
também dá ao estudante 
a oportunidade de se sentir empoderado e no controle de seu processo de aprendizagem. 
Não é preciso dizer que, além de todas as habilidades críticas que as atividades cultivam, 
também há uma quantidade imensa de conhecimento que os alunos podem adquirir
através desse processo, 
tanto a respeito de artistas e obras de arte quanto a respeito do contexto e do papel que a
arte desempenha 
em uma narrativa histórica maior. 
Resumindo, nosso objetivo como educadores do museu é dar aos estudantes
oportunidades de: 
Olhar e sentir de perto. Admirar-se. Ser curioso. Perguntar. Criar interpretações e
hipóteses
Começar o histórico de cursos em 2 minutos 13 segundos2:13
com base nas evidências sensoriais. Estabelecer relações com aquilo que conheceram ou
experimentaram. 
Considerar múltiplas perspectivas e pontos de vista. Mergulhar além da superfície de uma
obra de arte ou objeto. 
Chegar a conclusões próprias. A maioria dos estudantes já possui essas habilidades, 
por isso, nosso objetivo não é ensinar essas habilidades, mas facilitar experiências nas
quais 
o uso que o aluno faz dessas habilidades é valorizado, visível e ativamente promovido em
benefício 
de todos, incluindo ele mesmo.